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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Ataque iraniano a uma base dos EUA na Jordânia deixou “dezenas” de feridos e danificou vários helicópteros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Teerão, a operação surge como resposta aos recentes ataques americanos contra território iraniano e teve como alvo infraestruturas utilizadas pelas forças dos EUA para operações com drones, apoio naval e forças especiais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão reivindicou esta segunda-feira uma nova vaga de ataques contra instalações militares norte-americanas no Médio Oriente, alegando ter atingido, em simultâneo, três posições dos Estados Unidos no Bahrain e no Kuwait. A informação foi avançada pelo jornal espanhol &#8216;El Español&#8217;, com base num comunicado da Guarda Revolucionária iraniana.</p>
<p>Segundo Teerão, a operação surge como resposta aos recentes ataques americanos contra território iraniano e teve como alvo infraestruturas utilizadas pelas forças dos EUA para operações com drones, apoio naval e forças especiais.</p>
<p>De acordo com a Guarda Revolucionária, o primeiro ataque atingiu hangares de armazenamento e manutenção de drones no aeroporto de Al-Sakhir, no Bahrein, onde se encontram destacadas unidades militares americanas.</p>
<p>Numa segunda ação, o Irão afirma ter atacado hangares utilizados por embarcações da Task Force 59 (TF59), no Porto Salman, também no Bahrain. Teerão garante que as instalações foram destruídas e que vários navios sofreram danos significativos.</p>
<p>O terceiro alvo foi, segundo a mesma fonte, a base militar de Arifjan, no Kuwait. O comunicado iraniano sustenta que os hangares utilizados pelas forças especiais navais dos Estados Unidos para apoio logístico e operações foram &#8220;completamente destruídos&#8221;.</p>
<p>As autoridades americanas não confirmaram, até ao momento, a versão apresentada por Teerão, nem divulgaram qualquer balanço sobre alegados danos nas instalações visadas.</p>
<p><strong>Ataques sucedem-se após ofensiva na Jordânia</strong></p>
<p>A nova ofensiva surge depois de o &#8216;New York Times&#8217; ter revelado que, antes do ataque que matou dois militares norte-americanos na Jordânia e deixou um terceiro desaparecido, o Irão já tinha lançado outras ações contra posições dos Estados Unidos na região.</p>
<p>Segundo o diário americano, citando responsáveis da administração americana sob anonimato, esses ataques anteriores provocaram dezenas de feridos e danos em vários helicópteros, embora o Pentágono nunca tenha tornado públicos esses incidentes nem atualizado oficialmente o número de ataques registados.</p>
<p>As novas reivindicações iranianas surgem num momento de crescente escalada entre Washington e Teerão, com ambos os lados a intensificarem operações militares e trocas de acusações no Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791548]]></sapo:autor>
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		<title>BdP instaura 135 processos de contraordenação e aplica 3,4 M€ em coimas no 2.º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) instaurou 135 processos de contraordenação e concluiu 106 no segundo trimestre de 2026, aplicando coimas no valor total de 3,4 milhões de euros, anunciou hoje o supervisor financeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) instaurou 135 processos de contraordenação e concluiu 106 no segundo trimestre de 2026, aplicando coimas no valor total de 3,4 milhões de euros, anunciou hoje o supervisor financeiro.</P><br />
<P>Dos processos abertos entre abril e junho, 121 dizem respeito a infrações de natureza comportamental, nove a infrações prudenciais e cinco a situações relacionadas com atividade financeira ilícita.</P><br />
<P>Entre os 106 processos concluídos no período, 88 referem-se a infrações comportamentais, 16 a infrações prudenciais e dois a atividade financeira ilícita.</P><br />
<P>As coimas aplicadas no âmbito destes processos totalizaram 3.424.500 euros, dos quais 15 mil euros ficaram suspensos na sua execução, detalha o Banco de Portugal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791527]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Número de desempregados nos centros de emprego recua 9,9% em junho, indica IEFP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu 9,9% em junho, em termos homólogos, e caiu 3,7% face a maio, recuando pelo quinto mês consecutivo para 264.517, segundo dados divulgados hoje pelo IEFP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu 9,9% em junho, em termos homólogos, e caiu 3,7% face a maio, recuando pelo quinto mês consecutivo para 264.517, segundo dados divulgados hoje pelo IEFP.</P><br />
<P>Segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de junho &#8220;estavam registados, nos Serviços de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 264.517 indivíduos desempregados, número que representa 65,5% de um total de 403.995 pedidos de emprego&#8221;.</P><br />
<P>São menos 28.971 pessoas inscritas nos centros de emprego face a junho de 2025. Para este recuo, &#8220;na variação absoluta, contribuíram os inscritos há menos de 12 meses (-18.547), os que procuram um novo emprego (-25.209) e os maiores de 25 anos (-24.279)&#8221;. </P><br />
<P>Já na comparação em cadeia, isto é, face a maio, há menos 10.249 pessoas inscritas nos centros de emprego. </P><br />
<P>Trata-se do quinto mês consecutivo em que o número de desempregados inscritos nos centros de emprego está a recuar, isto é, desde fevereiro. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791520]]></sapo:autor>
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		<title>Número de casais desempregados recua 11,4% em junho para 4.181, revela IEFP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:35:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de casais com ambos os elementos desempregados recuou 11,4% em junho, face ao período homólogo, e caiu 2,9% face a maio, para os 4.181, segundo os dados divulgados hoje pelo IEFP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de casais com ambos os elementos desempregados recuou 11,4% em junho, face ao período homólogo, e caiu 2,9% face a maio, para os 4.181, segundo os dados divulgados hoje pelo IEFP. </P><br />
<P>&#8220;Do total de desempregados casados ou em união de facto, 8.362 (8,1%) têm também registo de que o seu cônjuge está igualmente inscrito como desempregado no serviço de emprego, totalizando 4.181 casais desempregados, em junho de 2026, o que representa -11,4%, quando comparado com o período homólogo do ano anterior&#8221;, adianta o relatório do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).</P><br />
<P>Já na comparação em cadeia, o número de casais em que ambos os cônjuges estão desempregados caiu 2,9%, estando a recuar há cinco meses consecutivos, isto é, desde fevereiro. </P><br />
<P>Há vários anos que os casais nesta situação de duplo desemprego têm direito a uma majoração de 10% do valor da prestação de subsídio de desemprego, quando tenham dependentes a cargo.</P><br />
<P>O IEFP divulgou também que o número de desempregados registados nos serviços de emprego do continente foi de 255.735 no final de junho o que representa um recuo homólogo de 12% e uma queda de 6,6% face ao mês anterior.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791538]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Prenda de 400 milhões não chega: o novo Air Force One de Trump vai voltar à oficina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Qatar]]></category>
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					<description><![CDATA[Air Force One ainda terá de passar por uma profunda atualização de segurança antes de poder ser utilizado em pleno pelo presidente dos Estados Unidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O luxuoso Boeing 747-8 oferecido pelo Qatar para servir de Air Force One ainda terá de passar por uma profunda atualização de segurança antes de poder ser utilizado em pleno pelo presidente dos Estados Unidos. A revelação foi feita pelo próprio Donald Trump, numa aparente confirmação das dúvidas levantadas nas últimas semanas sobre as capacidades do aparelho. A informação foi avançada pelo &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>Questionado por jornalistas depois de regressar a Washington a bordo da aeronave, Trump garantiu que o avião será enviado &#8220;dentro de cerca de um mês&#8221; para ser &#8220;maximizado&#8221;, expressão utilizada pelo presidente para descrever um conjunto de melhorias que, segundo disse, irão reforçar as suas capacidades.</p>
<p>&#8220;Tem muitas capacidades, mas, tanto quanto sei, dentro de um mês será enviado para ficar totalmente preparado&#8221;, afirmou, sem esclarecer quais os sistemas que serão instalados.</p>
<p>As declarações surgem poucos dias depois de o &#8216;The New York Times&#8217; revelar que Trump optou por utilizar o antigo Air Force One numa parte da viagem de regresso da cimeira da NATO, na Turquia, devido a preocupações relacionadas com a segurança da aeronave oferecida pelo Qatar.</p>
<p>Segundo o jornal americano, a decisão coincidiu com o reacender das hostilidades entre os Estados Unidos e o Irão, embora fontes da administração tenham sublinhado que não existia qualquer ameaça específica contra o presidente.</p>
<p><strong>Avião ainda não tem os sistemas mais avançados</strong></p>
<p>De acordo com o &#8216;The New York Times&#8217;, o Boeing 747-8 oferecido por Doha não dispõe dos sofisticados sistemas antimíssil presentes nos atuais Air Force One, uma limitação que terá pesado na decisão de recorrer temporariamente ao avião presidencial mais antigo.</p>
<p>Ainda assim, Steven Cheung, diretor de comunicação da Casa Branca, garantiu ao jornal que a aeronave é &#8220;de última geração&#8221; e já foi equipada com protocolos de segurança de elevado nível.</p>
<p>Trump não confirmou nem desmentiu diretamente essas informações, limitando-se a reconhecer que o aparelho será submetido a novas intervenções antes de entrar plenamente ao serviço.</p>
<p><strong>Um presente que continua a gerar polémica</strong></p>
<p>O Boeing, avaliado em cerca de 400 milhões de dólares, foi oferecido pelo Governo do Qatar para funcionar como solução temporária até à chegada da nova geração de Air Force One, cuja entrada em operação continua apontada para 2028.</p>
<p>Desde que o negócio foi conhecido, a decisão provocou forte controvérsia nos Estados Unidos, tanto pelo valor da oferta como pelas questões éticas e de segurança associadas à utilização de uma aeronave oferecida por um governo estrangeiro.</p>
<p>Trump realizou o primeiro voo oficial no aparelho há apenas algumas semanas.</p>
<p>Na deslocação à cimeira da NATO, viajou inicialmente no novo Boeing, mas fez parte do regresso utilizando o antigo Air Force One até à base britânica de RAF Mildenhall. A partir daí voltou a embarcar no avião oferecido pelo Qatar.</p>
<p>O presidente justificou essa escolha dizendo que quis viajar no antigo aparelho &#8220;pelos velhos tempos&#8221;. No entanto, segundo fontes ouvidas pelo New York Times, a verdadeira razão esteve relacionada com as limitações de segurança do novo avião.</p>
<p><strong>O destino final já está decidido</strong></p>
<p>Trump já garantiu que a aeronave não ficará na sua posse quando abandonar a Casa Branca.</p>
<p>&#8220;O avião irá para a minha biblioteca&#8221;, afirmou anteriormente.</p>
<p>O filho do presidente, Eric Trump, revelou entretanto ao &#8216;The Palm Beach Post&#8217; que tanto o Boeing oferecido pelo Qatar como um dos atuais Air Force One deverão integrar o futuro complexo da biblioteca presidencial da família Trump.</p>
<p>Segundo Eric Trump, o avião atualmente ao serviço foi encomendado durante a presidência de Ronald Reagan e acumulou cerca de 6,5 milhões de milhas ao longo de três décadas ao serviço dos presidentes americanos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791536]]></sapo:autor>
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		<title>Conheça a nova arma da Ucrânia: um barco que lança enxames de drones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto foi desenvolvido pelos engenheiros da unidade em parceria com uma empresa civil de tecnologias de informação e representa mais um passo na rápida evolução da guerra não tripulada travada pela Ucrânia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À primeira vista, parece apenas mais um drone naval. Mas a nova plataforma desenvolvida pela unidade de mergulho do Centro de Operações Especiais Omega, da Guarda Nacional da Ucrânia, foi concebida para desempenhar várias missões ao mesmo tempo: transportar e lançar drones FPV, apoiar operações especiais, defender a costa de ataques aéreos e, se necessário, transformar-se numa arma suicida.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Kyiv Post&#8217;, o projeto foi desenvolvido pelos engenheiros da unidade em parceria com uma empresa civil de tecnologias de informação e representa mais um passo na rápida evolução da guerra não tripulada travada pela Ucrânia.</p>
<p>&#8220;O nosso barco é, por assim dizer, uma nave-mãe que transporta drones FPV, que depois seguem para destruir o inimigo&#8221;, explicou o comandante da unidade de mergulho Omega, conhecido pelo indicativo &#8220;Krava&#8221;, citado pelo Ministério do Interior ucraniano.</p>
<p>O objetivo é simples: aproximar os drones das posições russas antes do lançamento, aumentando significativamente o seu alcance operacional.</p>
<p><script async src="https://telegram.org/js/telegram-widget.js?24" data-telegram-post="mvs_ukraine/65212" data-width="100%"></script></p>
<p><strong>Uma ideia nascida em combate</strong></p>
<p>O conceito surgiu durante as operações no setor de Zaporizhzhia, onde a unidade já utilizava drones FPV para atingir posições russas muito para lá da linha da frente.</p>
<p>Segundo &#8220;Varyag&#8221;, comandante do grupo de sistemas não tripulados da unidade, transportar os drones por via marítima permite aproximá-los do alvo antes da descolagem, aumentando o raio de ação sem necessidade de alterar os próprios aparelhos.</p>
<p>&#8220;Foi por isso que decidimos criar um veículo de superfície não tripulado, para que a nossa presença seja sentida ainda mais profundamente na retaguarda inimiga e os nossos drones consigam voar ainda mais longe&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>Muito mais do que um drone naval</strong></p>
<p>Embora o novo sistema possa atuar como embarcação kamikaze, essa é apenas uma das suas funções.</p>
<p>A plataforma foi concebida para servir de base móvel de lançamento de drones FPV, apoiar operações conduzidas por mergulhadores de combate e, nas próximas versões, transportar drones intercetores destinados a destruir aparelhos russos antes de estes atingirem a costa ucraniana.</p>
<p>&#8220;Nós queremos proteger a costa a partir da água para impedir que o inimigo consiga aproximar-se do litoral&#8221;, afirmou Krava.</p>
<p>Esta integração de sistemas aéreos, marítimos e subaquáticos reflete a estratégia seguida por Kiev desde o início da guerra: multiplicar capacidades recorrendo a plataformas autónomas relativamente baratas, mas capazes de executar missões cada vez mais complexas.</p>
<p><strong>A próxima geração da guerra no Mar Negro</strong></p>
<p>Segundo a Guarda Nacional, as equipas de sistemas não tripulados da unidade Omega já destruíram numerosos veículos militares russos, blindados, camiões-cisterna e infraestruturas energéticas no sul da Ucrânia.</p>
<p>Para &#8220;Dart&#8221;, comandante-adjunto da unidade de mergulho, o futuro passa precisamente pela integração de diferentes tipos de drones num único sistema operacional.</p>
<p>&#8220;O nosso objetivo é que a tecnologia salve a vida dos nossos combatentes e, ao mesmo tempo, aumente a eficácia na destruição das forças ocupantes&#8221;, afirmou.</p>
<p>As especificações técnicas do novo barco permanecem confidenciais e o sistema ainda não recebeu uma designação oficial.</p>
<p><strong>Uma tendência que está a acelerar</strong></p>
<p>O novo projeto surge poucos dias depois de a Marinha ucraniana ter apresentado publicamente o sistema Barracuda, um drone naval capaz de atacar posições russas e lançar, de seguida, drones de reconhecimento e drones FPV para identificar e destruir novos alvos.</p>
<p>A inteligência militar ucraniana revelou igualmente que as futuras gerações de drones navais deverão ganhar capacidades muito para além do ataque direto, incluindo missões de reconhecimento, apoio à defesa aérea, escolta de embarcações e interdição marítima no Mar Negro.</p>
<p>À medida que a guerra evolui, os drones deixam de ser plataformas especializadas para assumirem múltiplas funções. E, no caso desta nova embarcação da unidade Omega, a Ucrânia parece estar a aproximar-se de um conceito semelhante ao de um pequeno porta-drones autónomo, capaz de projetar poder muito para lá da linha da frente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791526]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quinta da Pacheca entra em exclusiva rede mundial de turismo de luxo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:04:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Quinta da Pacheca passou a integrar a Takumians by Traveller Made, uma comunidade internacional que reúne propriedades, experiências e marcas de hospitalidade de luxo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Quinta da Pacheca passou a integrar a Takumians by Traveller Made, uma comunidade internacional que reúne propriedades, experiências e marcas de hospitalidade de luxo.</p>
<p>A integração na comunidade representa, segundo a empresa, um novo passo na estratégia de internacionalização da Quinta da Pacheca, permitindo reforçar a sua presença junto de especialistas em viagens de luxo e consolidar o Douro como destino de referência para este segmento.</p>
<p>A Traveller Made é uma rede internacional dedicada ao setor das viagens de luxo e, através da comunidade Takumians, reúne propriedades e marcas que se distinguem pela excelência do serviço, autenticidade, identid             ade própria e oferta de experiências personalizadas.</p>
<p>Com uma história de vários séculos, a Quinta da Pacheca é um dos destinos de referência do enoturismo em Portugal. A propriedade combina alojamento, experiências vínicas e gastronomia com a ligação ao património e à cultura do Douro, procurando aliar tradição, inovação e hospitalidade.</p>
<p>&#8220;É com enorme satisfação que passamos a integrar a comunidade Takumians by Traveller Made. Este reconhecimento reforça a notoriedade internacional da Quinta da Pacheca e valida o trabalho que temos vindo a desenvolver na criação de experiências autênticas e diferenciadas para os nossos hóspedes&#8221;, afirma Bernardo Mesquita, Diretor-Geral do Pacheca Group.</p>
<p>Segundo o responsável, a integração na rede permitirá &#8220;estreitar relações com alguns dos mais relevantes especialistas em viagens de luxo a nível mundial&#8221; e contribuir para &#8220;continuar a afirmar o Douro como um destino de excelência&#8221;.</p>
<p>A adesão à Takumians by Traveller Made deverá também reforçar a visibilidade da Quinta da Pacheca junto de mercados estratégicos e de viajantes que procuram experiências personalizadas, autênticas e diferenciadas.</p>
<p>A entrada na rede acontece numa altura em que a Quinta da Pacheca continua a investir na sua oferta turística, vínica e gastronómica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791525]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A nova subida dos combustíveis não começa no petróleo: ERSE coloca gasóleo acima dos dois euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[Cálculos constam do mais recente relatório semanal da ERSE sobre o mercado dos combustíveis e representam aumentos de 6% no gasóleo e de 2,5% na gasolina relativamente à semana anterior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço eficiente do gasóleo simples ultrapassou a barreira dos dois euros por litro, refletindo uma forte subida das cotações internacionais dos combustíveis refinados. Para a semana de 20 a 26 de julho, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) aponta para um valor de 2,009 euros por litro no gasóleo e de 1,986 euros na gasolina 95 simples.</p>
<p>Os cálculos constam do mais recente relatório semanal da ERSE sobre o mercado dos combustíveis e representam aumentos de 6% no gasóleo e de 2,5% na gasolina relativamente à semana anterior.</p>
<p>A subida acontece apesar de o Governo ter voltado a reforçar a redução temporária do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos, numa tentativa de amortecer o impacto da volatilidade dos mercados internacionais no preço final pago pelos consumidores.</p>
<p>Antes de impostos, o preço eficiente calculado pelo regulador situa-se em 1,159 euros por litro no gasóleo simples e em 1,004 euros na gasolina 95 simples. Depois de acrescentados o ISP, a taxa de carbono e o IVA, os valores sobem para 2,009 euros e 1,986 euros, respetivamente.</p>
<p>A ERSE salienta, no entanto, que estes valores não constituem preços regulados, máximos ou recomendados. O preço eficiente é apenas um referencial que procura refletir os principais custos associados à colocação dos combustíveis nos postos de abastecimento, uma vez que cada operador continua a definir livremente os seus preços de venda ao público.</p>
<p><strong>Gasóleo dispara 14,2% nos mercados internacionais</strong></p>
<p>A principal explicação para o agravamento dos preços encontra-se nos mercados internacionais dos produtos já refinados. Na semana analisada, a cotação internacional da gasolina 95 simples aumentou 6,6%, enquanto a do gasóleo simples disparou 14,2%.</p>
<p>É esta evolução, e não apenas o preço do barril de petróleo bruto, que tem uma relação mais direta com o valor dos combustíveis vendidos nos postos de abastecimento.</p>
<p>O petróleo é a matéria-prima a partir da qual são produzidos a gasolina e o gasóleo, mas as oscilações da sua cotação não se transmitem de forma automática ou imediata ao consumidor. Entre o barril e a bomba entram ainda os custos de refinação, os fretes marítimos, a logística, a incorporação de biocombustíveis, a comercialização e os impostos.</p>
<p>Para calcular o preço eficiente, a ERSE utiliza como referência a média aritmética simples das cotações internacionais da semana anterior. A este valor são acrescentados os respetivos fretes marítimos, os custos de logística primária, as reservas estratégicas e de segurança do Sistema Petrolífero Nacional, os sobrecustos associados aos biocombustíveis e uma componente de retalho.</p>
<p>A componente de retalho corresponde à média observada nos últimos quatro anos, tendo como base os preços anunciados nos pórticos dos postos. As restantes componentes seguem a metodologia utilizada pela ERSE nos seus boletins mensais.</p>
<p><strong>Governo aumenta desconto no ISP</strong></p>
<p>Perante a perspetiva de subida dos dois combustíveis, o Governo aumentou novamente o desconto extraordinário e temporário aplicado ao ISP.</p>
<p>Para a semana de 20 a 26 de julho, estão em vigor as taxas definidas pela Portaria n.º 301-A/2026/1, de 17 de julho, aplicáveis desde o dia 20. A taxa unitária passou para 0,45110 euros por litro na gasolina sem chumbo e para 0,30147 euros no gasóleo rodoviário.</p>
<p>Estes valores já incluem a consignação de serviço rodoviário, de 0,087 euros por litro na gasolina e de 0,111 euros no gasóleo, assim como o desconto temporário e extraordinário do imposto.</p>
<p>Esse desconto ascende agora a 0,04642 euros por litro na gasolina e a 0,06013 euros no gasóleo.</p>
<p>Em comparação com a semana anterior, a revisão representa uma redução do ISP de aproximadamente 0,59 cêntimos por litro na gasolina e de 1,78 cêntimos no gasóleo, antes da aplicação do IVA.</p>
<p>Face às taxas fixadas em 1 de dezembro de 2025, o alívio fiscal acumulado corresponde a 4,64 cêntimos por litro na gasolina e a 6,01 cêntimos no gasóleo, também antes de IVA.</p>
<p>Nessa altura, a Portaria n.º 427-A/2025/1 tinha estabelecido taxas unitárias de 0,49752 euros por litro para a gasolina e de 0,36160 euros para o gasóleo. Desde então, estes valores têm sido revistos através do mecanismo extraordinário de redução do ISP.</p>
<p>O objetivo é acomodar a evolução dos preços dos combustíveis nos mercados internacionais e reduzir o impacto das subidas junto dos consumidores. Ainda assim, o reforço do desconto fiscal não foi suficiente para anular a forte valorização internacional do gasóleo.</p>
<p>Às taxas de ISP acresce ainda o adicionamento sobre as emissões de dióxido de carbono, atualizado para 2026 pela Autoridade Tributária e Aduaneira. Esta taxa corresponde a 0,15911 euros por litro na gasolina e a 0,17334 euros no gasóleo.</p>
<p><strong>Preços anunciados continuam acima do referencial</strong></p>
<p>A ERSE distingue entre o preço anunciado no pórtico de cada posto e o preço que os consumidores acabam efetivamente por pagar depois da aplicação de descontos.</p>
<p>Na informação mais recente disponível, a média dos preços de venda ao público anunciados nos pórticos situou-se acima do preço eficiente nos dois combustíveis.</p>
<p>Na gasolina 95 simples, o preço médio anunciado ficou 1,6 cêntimos por litro acima do referencial da ERSE, uma diferença relativa de 0,8%. No gasóleo simples, o desvio foi de 1,4 cêntimos por litro, ou 0,7%.</p>
<p>O preço de pórtico corresponde à oferta comercial de base comunicada pelos operadores ao Balcão Único da Energia. Trata-se do valor exibido no posto antes da aplicação de cartões de desconto, vales, campanhas promocionais ou benefícios associados a clientes de frota.</p>
<p><strong>Quando esses descontos são considerados, o cenário muda.</strong></p>
<p>Os preços com descontos publicados pela Direção-Geral de Energia e Geologia situaram-se 2,4 cêntimos por litro abaixo do preço eficiente na gasolina e 4,4 cêntimos abaixo no gasóleo. Em termos relativos, estes valores representam desvios de menos 1,2% e menos 2,3%, respetivamente.</p>
<p>A ERSE considera que o preço com descontos constitui uma aproximação mais fiel ao montante efetivamente pago pela maioria dos consumidores, embora os dados disponíveis digam respeito à semana anterior devido ao momento em que são recolhidos e publicados.</p>
<p>Assim, embora os valores anunciados nos pórticos permaneçam acima do referencial calculado pelo regulador, os preços médios após descontos continuam abaixo desse nível.</p>
<p><strong>Uma média que não conta toda a história</strong></p>
<p>Os números apresentados pela ERSE correspondem a médias nacionais para Portugal continental e agregam realidades comerciais bastante diferentes.</p>
<p>Entre os operadores analisados encontram-se as companhias de bandeira, que tendem a apresentar preços de pórtico mais elevados, mas também políticas de descontos mais expressivas; os operadores de baixo custo; e os postos associados a hipermercados, que geralmente disponibilizam as ofertas mais competitivas.</p>
<p>Por esse motivo, a média nacional não representa necessariamente o preço praticado em cada posto nem o valor pago por cada automobilista.</p>
<p>A localização, a marca, a política comercial do operador e os descontos disponíveis podem produzir diferenças significativas entre postos, mesmo dentro do mesmo concelho.</p>
<p>Antes de abastecer, a ERSE aconselha os consumidores a consultarem o seu Comparador de Preços de Combustíveis, que apresenta em tempo real os valores praticados nos postos de abastecimento.</p>
<p>A ferramenta permite comparar as ofertas disponíveis numa determinada área, confrontá-las com o preço eficiente calculado pelo regulador e identificar os postos onde abastecer poderá sair mais barato.</p>
<p>Num momento em que o gasóleo ultrapassa novamente os dois euros no referencial da ERSE, alguns cêntimos de diferença por litro podem traduzir-se numa poupança relevante no final de cada depósito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791521]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia já protege mais de 1.000 quilómetros de estradas com redes antidrone para garantir abastecimento das tropas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ucrânia ultrapassou a marca dos 1.000 quilómetros de estradas protegidas com redes antidrone, numa das maiores adaptações logísticas impostas pela guerra contra a Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia ultrapassou a marca dos 1.000 quilómetros de estradas protegidas com redes antidrone, numa das maiores adaptações logísticas impostas pela guerra contra a Rússia. A expansão desta infraestrutura reflete o impacto crescente dos drones no campo de batalha, transformando as rotas de abastecimento militar em alvos prioritários e obrigando Kiev a criar corredores protegidos para assegurar a circulação de tropas, veículos e equipamentos junto à linha da frente.</p>
<p>Segundo o Euromaidan Press, que cita o Ministério da Defesa ucraniano, o Serviço Estatal de Transportes Especiais construiu, desde o início de 2026, 1.066 quilómetros de proteção antidrone sobre estradas consideradas estratégicas para a logística militar. A intervenção foi realizada por ordem do Ministério da Defesa e visa reduzir a vulnerabilidade das principais vias de abastecimento utilizadas pelas Forças Armadas ucranianas.</p>
<p>Os números revelam uma aceleração significativa do projeto. Apenas desde o início de junho foram construídos 325 quilómetros adicionais de proteção, restaurados mais de 31 quilómetros de estruturas já existentes e efetuadas reparações em cerca de 233 quilómetros de estradas. Paralelamente, desde abril foram realizados trabalhos de manutenção e recuperação em 369,6 quilómetros da rede viária, encontrando-se atualmente obras em curso em 16 troços, enquanto outros 27 segmentos já foram totalmente concluídos.</p>
<p>As autoridades ucranianas explicam que esta resposta resulta da transformação profunda que os drones provocaram na guerra. Atualmente, os drones FPV (First Person View) e os aparelhos de reconhecimento russos conseguem operar entre 15 e 30 quilómetros da linha da frente, atacando sistematicamente veículos de transporte, ambulâncias, colunas logísticas e outros alvos móveis. Perante esta realidade, a instalação de redes suspensas sobre as estradas tornou-se essencial para permitir qualquer circulação relativamente segura nas zonas próximas dos combates.</p>
<p>O Ministério da Defesa sublinha que as rotas logísticas são hoje um dos principais objetivos das forças russas, razão pela qual a proteção destas vias influencia diretamente a capacidade de abastecimento das unidades no terreno. Segundo o ministério, os corredores protegidos permitem deslocar recursos militares de forma mais rápida e segura, contribuindo para manter o ritmo das operações e reforçando a capacidade de resistência das forças ucranianas.</p>
<p>A dimensão do esforço demonstra também a rapidez com que o projeto tem evoluído. Em junho, a Ucrânia alcançou um ritmo médio de construção de 9,2 quilómetros de proteção por dia, mais do dobro do registado durante 2025. O objetivo estabelecido pelas autoridades passa por atingir 4.000 quilómetros de estradas protegidas até ao final de 2026. A região de Kherson, uma das mais expostas aos ataques russos, representa atualmente 207 quilómetros desta rede de proteção.</p>
<p>As redes antidrone constituem apenas uma das componentes da estratégia logística ucraniana. A outra assenta na crescente utilização de veículos autónomos e robôs terrestres, que percorrem precisamente estas rotas protegidas para transportar munições, abastecimentos, equipamentos e evacuar militares feridos. Enquanto as redes procuram intercetar os drones FPV antes de atingirem os veículos, os sistemas robotizados reduzem significativamente a exposição dos soldados às zonas mais perigosas.</p>
<p>Os resultados desta estratégia já começam a ser visíveis. De acordo com o Ministério da Defesa, os robôs terrestres realizaram mais de 66 mil missões logísticas e de evacuação durante o primeiro semestre de 2026, assumindo muitas das operações anteriormente executadas por militares e diminuindo o risco humano nas missões de abastecimento e resgate.</p>
<p>Para Kiev, a conjugação entre infraestruturas protegidas e meios autónomos representa uma resposta estrutural às novas características da guerra moderna, onde os drones passaram a dominar grande parte do espaço entre a retaguarda e a linha da frente. O Ministério da Defesa considera que a segurança das rotas logísticas se tornou um dos fatores determinantes para garantir a capacidade operacional e a resiliência das Forças de Defesa da Ucrânia, numa guerra em que assegurar o abastecimento contínuo das unidades pode ser tão decisivo como a própria capacidade de combate.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791498]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Despiste de camião seguido de incêndio corta estrada nacional em Serpa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de viação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Serpa]]></category>
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					<description><![CDATA[O trânsito no troço da Estrada Nacional 385 (EN385) junto a Vila Verde de Ficalho, no concelho de Serpa, distrito de Beja, está hoje cortado devido ao despiste de um camião que acabou por se incendiar, informou a GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O trânsito no troço da Estrada Nacional 385 (EN385) junto a Vila Verde de Ficalho, no concelho de Serpa, distrito de Beja, está hoje cortado devido ao despiste de um camião que acabou por se incendiar, informou a GNR.</P><br />
<P>A fonte do Comando Territorial de Beja indicou que o alerta para o acidente foi dado às 14:12 e que o pesado de mercadorias ficou tombado a ocupar toda a estrada.</P><br />
<P>Segundo a fonte da GNR, o condutor terá sofrido ferimentos ligeiros.</P><br />
<P>As operações de socorro mobilizam, de acordo com o &#8216;site&#8217; da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, 13 operacionais, apoiados por cinco veículos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791494]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Líbano começa a controlar zonas-piloto no sul do país, garantem EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército libanês começou a assumir o controlo das zonas-piloto no sul do país, no âmbito do acordo entre Beirute e Telavive, anunciou hoje o Departamento de Estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército libanês começou a assumir o controlo das zonas-piloto no sul do país, no âmbito do acordo entre Beirute e Telavive, anunciou hoje o Departamento de Estado norte-americano.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, tiveram início as operações na zona-piloto nas aldeias de Froun, Srifa e Zawtar Al-Gharbiya, em conformidade com o Acordo-Quadro Trilateral e sob os auspícios do Grupo de Coordenação Militar para o Líbano&#8221;, afirmou a diplomacia norte-americana em comunicado.</P><br />
<P>Washington descreveu este marco como um &#8220;um resultado direto das discussões da semana passada entre Israel e o Líbano, em Roma&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos vão continuar a trabalhar em estreita colaboração com ambas as partes para realizar a execução do Acordo-Quadro até a uma conclusão bem-sucedida&#8221;, acrescentou o Departamento de Estado.</P><br />
<P>O início deste processo de estabilização pelas forças libanesas ocorre um dia antes da reunião entre o Presidente libanês, Joseph Aoun, e o homólogo norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>O encontro vai abordar, entre outros assuntos, o acordo-quadro promovido pelos Estados Unidos e a retirada das tropas israelitas que continuam destacadas em vários pontos do sul do Líbano onde travam um conflito com o movimento xiita Hezbollah, apoiado pelo Irão.</P><br />
<P>Aoun recebeu já o apoio da Arábia Saudita à gestão e às decisões tomadas para preservar a soberania e a integridade territorial do Líbano, durante uma conversa telefónica com o príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salman.</P><br />
<P>Bin Salman manifestou apoio do reino ao Líbano &#8220;nesta situação específica&#8221; e também às decisões impulsionadas por Aoun em defesa da soberania, da independência e da integridade territorial do país, de acordo com um comunicado da Presidência libanesa.</P><br />
<P>O líder saudita reiterou também o compromisso de Riade em prestar assistência ao Líbano em todas as áreas necessárias, de acordo com as prioridades estabelecidas pelo Governo libanês, e convidou o Presidente a realizar uma visita oficial à Arábia Saudita para abordar assuntos de interesse comum.</P><br />
<P>Aoun agradeceu o apoio saudita e as iniciativas adotadas pelo reino para ajudar o Líbano e fortalecer a economia, além de aceitar o convite para visitar a Arábia Saudita.</P><br />
<P>O apoio de Riade surgiu também num contexto de renovadas tensões regionais, na sequência da recente troca de ataques entre a Arábia Saudita e os rebeldes Huthis do Iémen, um episódio que ameaça complicar o processo de paz, paralisado neste país desde 2022.</P><br />
<P>Esta chamada representa uma nova aproximação entre Beirute e Riade após vários anos de distanciamento, embora Aoun tenha escolhido, em março de 2025, a Arábia Saudita como destino da primeira viagem oficial ao estrangeiro desde que assumiu a Presidência libanesa.</P><br />
<P>Nessa visita, ambas as partes aproveitaram para manifestar a vontade de reforçar a cooperação bilateral, depois de anos marcados por divergências em torno da influência do Hezbollah e da situação regional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791500]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A nova &#8220;Odisseia&#8221; já pôs os gregos em pé de guerra. Helena voltou a fazer estragos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[A Odisseia]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Estreia de "A Odisseia", a aguardada adaptação cinematográfica do realizador britânico, está a dividir opiniões na Grécia, onde Homero continua a fazer parte do currículo escolar e qualquer reinterpretação da epopeia é recebida com escrutínio quase académico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a Antiguidade que os gregos discutem Helena de Troia — ou de Esparta, consoante a versão —, a mulher cuja beleza, diz a lenda, lançou mil navios ao mar. Três mil anos depois, a polémica continua, agora por causa de Christopher Nolan.</p>
<p>A estreia de &#8220;A Odisseia&#8221;, a aguardada adaptação cinematográfica do realizador britânico, está a dividir opiniões na Grécia, onde Homero continua a fazer parte do currículo escolar e qualquer reinterpretação da epopeia é recebida com escrutínio quase académico, defendeu o jornal &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>As perguntas multiplicam-se: até que ponto Nolan respeita o texto original? Porque não incluiu atores gregos no elenco? E por que motivo Helena é interpretada por Lupita Nyong&#8217;o?</p>
<p>O filme, protagonizado por Matt Damon no papel de Odisseu, acompanha a viagem de regresso do herói a Ítaca após a Guerra de Troia, uma travessia de dez anos marcada por monstros, divindades e provações até reencontrar Penélope.</p>
<p>Parte das filmagens decorreu na Grécia, passando por alguns dos locais mais emblemáticos do país, como o Palácio de Nestor, em Pilos, a praia de Voidokilia, o Castelo de Methoni e a Acrópole de Corinto. Para muitos gregos, a produção representa uma oportunidade para mostrar o património nacional a uma audiência global e recordar que a epopeia de Homero continua viva três milénios depois.</p>
<p>Atenas também investiu no projeto. A produção recebeu cerca de 6,5 milhões de euros em incentivos estatais, ao abrigo do programa criado em 2017 para atrair grandes produções internacionais. Num orçamento total de 250 milhões de euros, o apoio representa uma pequena parcela, mas suficiente para alimentar o debate político.</p>
<p>A controvérsia ganhou força quando foi anunciada a escolha de Lupita Nyong&#8217;o para interpretar Helena, a figura cujo rapto por Páris desencadeou a Guerra de Troia.</p>
<p>Entre os críticos está Elon Musk. Na rede social X, o empresário acusou Nolan de ter &#8220;profanado Homero&#8221; para cumprir critérios &#8220;woke&#8221; e conquistar um Óscar, rematando a publicação com um insulto ao realizador.</p>
<p>Na Grécia, o debate rapidamente passou das redes sociais para os meios de comunicação. Historiadores, realizadores e críticos de cinema dividiram-se entre os que defendem a liberdade criativa e os que consideram que determinadas escolhas descaracterizam a tradição clássica.</p>
<p>Os defensores da adaptação lembram que os mitos gregos pertencem hoje ao património cultural universal e que qualquer reinterpretação artística deve ter margem para inovar.</p>
<p>Os críticos respondem que Homero descreve Helena como uma mulher de cabelos belos (kallikomos), rosto harmonioso (kallipareios), vestes elegantes (tanypeplos) e braços brancos (leukolenos), ainda que nunca detalhe de forma inequívoca a sua aparência física.</p>
<p>A polémica chegou também ao Parlamento. O pequeno partido nacional-conservador Niki contestou tanto o elenco como os apoios públicos atribuídos ao filme, acusando o Governo de financiar uma leitura &#8220;woke&#8221; da identidade cultural grega.</p>
<p>O líder do partido, Dimitris Natsios, afirmou que o executivo continua a apoiar todas as expressões &#8220;progressistas&#8221;, ao mesmo tempo que ignora iniciativas destinadas a proteger a identidade nacional.</p>
<p>A ministra da Cultura, Lina Mendoni, rejeitou as críticas. &#8220;Não cabe ao Estado dizer a um criador como deve interpretar artisticamente uma obra ou um mito&#8221;, afirmou à revista Lifo. &#8220;Estamos realmente a discutir se o Estado deveria censurar Christopher Nolan?&#8221;</p>
<p>Nem todos os membros do Governo demonstraram o mesmo entusiasmo. O ministro da Saúde, Adonis Georgiadis, disse compreender o financiamento público, mas confessou não perceber algumas opções do realizador, sugerindo que Nolan poderá ter pensado numa eventual corrida aos Óscares.</p>
<p>Outro foco de descontentamento prende-se com a ausência de atores gregos numa adaptação de um dos textos fundadores da cultura helénica.</p>
<p>O &#8216;Greek City Times&#8217;, publicação dirigida à diáspora grega, publicou uma carta aberta à equipa do filme: &#8220;A Grécia não é apenas um cenário da Antiguidade. É um país vivo. Os gregos não são figuras históricas. Somos contemporâneos.&#8221;</p>
<p>Num tom semelhante, Endy Zemenides, diretor do Conselho de Liderança Helénico-Americana, classificou a ausência de intérpretes gregos como &#8220;uma oportunidade perdida&#8221;.</p>
<p>A pergunta ecoou também nos media internacionais. &#8220;Homero pertence a todos, mas porque estão os gregos ausentes da Odisseia de Nolan?&#8221;, questionou a Lifo. O &#8216;The Guardian&#8217; lançou uma interrogação semelhante: &#8220;Que coisa helénica! Porque é que o novo épico grego de Christopher Nolan não tem gregos?&#8221;</p>
<p>Apesar da controvérsia, tudo indica que a discussão pouco afetará a bilheteira. A estreia esgotou rapidamente sessões na Grécia e, ironicamente, a adaptação cinematográfica provocou também uma corrida às livrarias para comprar o original de Homero.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791505]]></sapo:autor>
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		<title>CCILC assina protocolo com a Universidade de São José para reforçar cooperação entre Portugal e Macau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:43:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) e a Universidade de São José (USJ) assinaram um protocolo de cooperação com a duração de cinco anos, com o objetivo de aprofundar a colaboração nas áreas da investigação, ensino, formação profissional, inovação, desenvolvimento económico e social e diplomacia cultural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) e a Universidade de São José (USJ) assinaram um protocolo de cooperação com a duração de cinco anos, com o objetivo de aprofundar a colaboração nas áreas da investigação, ensino, formação profissional, inovação, desenvolvimento económico e social e diplomacia cultural.</p>
<p>O acordo foi formalizado no dia 18 de julho, na sede da CCILC, em Lisboa, tendo sido assinado por Álvaro Barbosa, vice-reitor para a Internacionalização e Assuntos Académicos da USJ, e Bernardo Mendia, secretário-geral da CCILC.</p>
<p>O protocolo prevê a realização conjunta de programas de formação, iniciativas de investigação, missões comerciais, projetos de empreendedorismo e atividades artísticas e culturais, incluindo exposições públicas e conferências.</p>
<p>Durante o encontro, as duas instituições analisaram ainda a possibilidade de desenvolver, a curto prazo, um workshop conjunto intitulado &#8220;Global Vision: Developing Effective Entrepreneurial Strategies for International Projects between China and Portuguese- and Spanish-speaking Countries&#8221;. O desenvolvimento desta iniciativa deverá ser aprofundado com a Faculdade de Negócios e Direito da Universidade de São José.</p>
<p>Outro dos temas discutidos foi a possível participação da CCILC numa iniciativa conjunta da USJ e da Casa Pia de Lisboa, destinada a criar oportunidades para que alunos da instituição portuguesa possam prosseguir estudos em Macau.</p>
<p>A colaboração poderá também abranger uma exposição temporária, prevista para 2027 em Macau, dedicada a Pedro Guedes, pintor nascido em Macau, antigo aluno da Casa Pia e um dos fundadores da Sociedade Nacional de Belas-Artes.</p>
<p>A reunião abordou igualmente a possibilidade de apoiar potenciais candidatos às bolsas de estudo da Universidade de São José destinadas a estudantes provenientes de países de língua portuguesa que possam enfrentar dificuldades em suportar os custos de vida em Macau durante a frequência de cursos de licenciatura.</p>
<p>Com este protocolo, a USJ e a CCILC estabelecem uma base para uma cooperação continuada entre as comunidades académica, científica, cultural e empresarial de Macau, Portugal, China e outros países de língua portuguesa e espanhola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791501]]></sapo:autor>
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		<title>CCILC leva empresas portuguesas à China e promete novas oportunidades de negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:26:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) estabeleceu uma parceria com o Grupo Timing para promover a participação de empresas portuguesas na Missão Empresarial à Canton Fair 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) estabeleceu uma parceria com o Grupo Timing para promover a participação de empresas portuguesas na Missão Empresarial à Canton Fair 2026.</p>
<p>A iniciativa pretende facilitar o acesso das empresas nacionais à Fase 1 da Canton Fair, considerada uma das maiores feiras multissetoriais do mundo e uma das principais plataformas internacionais para sourcing, comércio e desenvolvimento de negócios.</p>
<p>A missão empresarial decorrerá entre 12 e 22 de outubro e destina-se a empresas interessadas em encontrar novos fornecedores, diversificar cadeias de abastecimento, descobrir produtos inovadores e estabelecer relações comerciais no mercado chinês. O programa inclui acompanhamento especializado antes, durante e após a deslocação, procurando maximizar os resultados da participação.</p>
<p>O percurso contempla passagens por Guangzhou e Shenzhen, dois dos principais centros industriais e tecnológicos da China, conjugando a presença na feira com visitas a empresas, reuniões de negócios (B2B) e contactos diretos com fabricantes e parceiros estratégicos.</p>
<p>A missão estará centrada na primeira fase da Canton Fair, dedicada aos setores industrial, tecnológico e de equipamentos, sendo especialmente dirigida a empresas ligadas à indústria, distribuição, importação, engenharia e tecnologia. Entre as áreas representadas encontram-se eletrónica e eletrodomésticos, mobilidade, automação industrial, robótica, iluminação, soluções elétricas, maquinaria industrial, ferragens, ferramentas, materiais e produtos químicos.</p>
<p>Segundo a CCILC, a participação organizada permite às empresas ultrapassar algumas das dificuldades normalmente associadas à dimensão da feira e à complexidade do mercado chinês. A parceria com o Grupo Timing pretende oferecer uma solução integrada que inclui apoio logístico e operacional, organização de reuniões empresariais, visitas a fábricas e acompanhamento na validação de fornecedores e oportunidades de negócio.</p>
<p>O programa contempla ainda voos internacionais entre Portugal e a China, alojamento, seguro de viagem, transfers, participação na feira, visitas empresariais e institucionais, bem como apoio permanente da equipa responsável pela missão durante toda a deslocação.</p>
<p>A iniciativa dirige-se tanto a empresas com experiência no mercado chinês como a organizações que pretendam iniciar o seu processo de internacionalização ou encontrar novos parceiros comerciais e fornecedores naquele país.</p>
<p>Enquanto parceiro institucional da missão, a CCILC afirma que disponibilizará aos participantes o seu conhecimento do mercado e rede de contactos, com o objetivo de reforçar as relações económicas entre Portugal e a China e criar novas oportunidades de negócio para as empresas portuguesas.</p>
<p>A Câmara considera que esta parceria com o Grupo Timing reforça o seu compromisso de apoiar a internacionalização das empresas nacionais e de facilitar o acesso ao mercado chinês através de iniciativas estruturadas e orientadas para resultados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791483]]></sapo:autor>
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		<title>AdC sugere regras mais claras sobre remuneração dos intermediários de crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) sugere a criação de regras mais transparentes sobre a política de remuneração dos intermediários de crédito e que os agentes sejam obrigados a dizer aos clientes quantas propostas de financiamento receberam dos bancos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade da Concorrência (AdC) sugere a criação de regras mais transparentes sobre a política de remuneração dos intermediários de crédito e que os agentes sejam obrigados a dizer aos clientes quantas propostas de financiamento receberam dos bancos.</p>
<p>As propostas fazem parte de 17 recomendações que o regulador apresentou aos legisladores e ao Banco de Portugal (BdP) para melhorar a mobilidade dos clientes entre instituições de crédito e promover a concorrência no setor bancário.</p>
<p>Na versão final do estudo &#8220;Mobilidade dos consumidores na banca a retalho em Portugal&#8221;, a que a Lusa teve acesso, a AdC inclui várias sugestões sobre a atividade dos intermediários de crédito, os profissionais que fazem a ponte entre as instituições financeiras e os potenciais clientes, por exemplo, quando alguém quer receber ofertas de crédito à habitação de várias instituições financeiras para decidir com qual contrata o empréstimo para a compra da casa.</p>
<p>Numa recomendação dirigida aos legisladores, a AdC defende que, para se evitarem conflitos de interesse, os intermediários devem ser obrigados a informar os consumidores sobre quais são as instituições de crédito com quem trabalham.</p>
<p>Também devem disponibilizar &#8220;um conjunto de informação&#8221; que permita aos consumidores ter &#8220;informação clara sobre a política de remuneração&#8221; dos agentes e quais as suas implicações para as propostas de crédito recebidas, entende a AdC.</p>
<p>A Autoridade da Concorrência sugere ainda que os legisladores tomem medidas para se &#8220;garantir que a remuneração dos intermediários de crédito vinculados e a título acessório fique sujeita aos limites já previstos para os trabalhadores afetos à prestação de serviços de consultoria&#8221;.</p>
<p>O regulador também recomenda que as condições pré-contratuais disponibilizadas pelos bancos aos intermediários não possam ser &#8220;menos favoráveis para os consumidores do que aquelas que lhes seriam apresentadas caso contactassem diretamente&#8221; as entidades bancárias.</p>
<p>No estudo, a AdC salienta que os intermediários &#8220;podem ter um papel relevante no apoio aos consumidores a decisões mais informadas&#8221;, mas que &#8220;esse papel não é plenamente alcançado dado o reduzido conhecimento por parte dos consumidores quanto às limitações no serviço&#8221; prestado, nomeadamente daqueles que atuam em nome de instituições financeiras.</p>
<p>O documento inclui recomendações dirigidas ao Banco de Portugal, entidade que supervisiona a atividade dos intermediários.</p>
<p>A AdC defende que os profissionais devem ser obrigados a entregar informação sobre &#8220;o número de propostas&#8221; de crédito que receberam dos bancos, identificando as instituições financeiras que as elaboraram.</p>
<p>Caso os intermediários não apresentem aos clientes todas as propostas recolhidas, devem indicar &#8220;os critérios de escolha adotados para selecionar as propostas apresentadas, que devem ser claros, objetivos e adequados ao perfil e às preferências dos consumidores&#8221;, acrescenta a AdC.</p>
<p>Esta recomendação foi ajustada pela AdC na versão final deste estudo, depois de o documento preliminar ter estado em consulta pública entre 13 de fevereiro e 05 de março de 2026.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido na sequência de uma consulta ao mercado sobre a banca a retalho entre 22 de julho e 24 de setembro de 2025, cuja versão preliminar esteve em consulta pública.</p>
<p>A versão final agora conhecida incorpora contributos recebidos este ano no âmbito dessa consulta.</p>
<p>O documento inclui uma nova recomendação dirigida ao Banco de Portugal, para o supervisor ponderar a publicação de uma estratégia plurianual para o &#8216;open banking&#8217; e o &#8216;open finance&#8217; em Portugal, no contexto da transformação digital da banca.</p>
<p>A AdC defende que essa estratégia deve englobar, em particular, &#8220;serviços de agregação de informação, com objetivos de acompanhamento, indicadores públicos e mecanismo de revisão periódica, suportada por informação recolhida junto das instituições supervisionadas e de outros intervenientes relevantes&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791478]]></sapo:autor>
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		<title>AdC sugere criação de comparador de remunerações de depósitos pagas pelos bancos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) recomenda ao Banco de Portugal (BdP) que crie um comparador das taxas de remuneração dos depósitos pagas pelos bancos, para incentivar a mobilidade dos clientes entre as instituições financeiras e melhorar a concorrência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade da Concorrência (AdC) recomenda ao Banco de Portugal (BdP) que crie um comparador das taxas de remuneração dos depósitos pagas pelos bancos, para incentivar a mobilidade dos clientes entre as instituições financeiras e melhorar a concorrência.</p>
<p>A sugestão faz parte da versão final do estudo &#8220;Mobilidade dos consumidores na banca a retalho em Portugal&#8221;, a que a Lusa teve acesso, e que inclui 17 recomendações dirigidas ao banco central e aos legisladores (Governo e deputados) para diminuir os custos de pesquisa e comparação dos produtos bancários (das contas de pagamento, dos créditos e dos depósitos).</p>
<p>No estudo, a AdC refere que &#8220;os depósitos são a principal fonte de financiamento dos bancos e o principal instrumento de poupança das famílias e das empresas&#8221;, notando que, em Portugal, a remuneração dos depósitos a prazo está &#8220;em níveis inferiores à média ponderada da zona euro&#8221;, e sublinhando que &#8220;a concorrência induz&#8221; os bancos a oferecer taxas mais elevadas.</p>
<p>Atualmente, o portal do &#8220;Cliente Bancário&#8221; do BdP inclui uma ferramenta que permite aos consumidores comparar as comissões dos serviços associados às contas de pagamento (como os custos com a manutenção de conta, disponibilização de cartões de débito e de crédito, levantamentos em numerário e transferências).</p>
<p>A Autoridade da Concorrência propõe que o BdP pondere &#8220;o alargamento do âmbito do &#8216;comparador de comissões&#8217; no sentido de incluir produtos de poupança&#8221;.</p>
<p>Em relação à ferramenta que já existe, considera necessário que o comparador inclua &#8220;todos os elementos das ofertas bancárias relevantes&#8221;, que sejam introduzidos &#8220;filtros personalizados&#8221;, melhorada &#8220;a forma como os resultados do exercício de comparação são apresentados&#8221; e permitido &#8220;o acesso de outras entidades à base de dados subjacente à ferramenta&#8221;.</p>
<p>No caso dos depósitos, o estudo refere que são &#8220;uma importante fonte de financiamento dos bancos&#8221;, valendo 73,8% dos ativos das instituições, com as poupanças dos clientes particulares a representarem &#8220;a maior parte dos depósitos totais dos bancos&#8221;.</p>
<p>No caso dos particulares, situa a AdC, a taxa de juro de novos depósitos a prazo até um ano atingiu 1,37%, o que compara com 1,77% da média na zona euro.</p>
<p>Nas empresas não financeiras, &#8220;embora as diferenças sejam menores, a remuneração média da zona euro (1,91%) continua a ser superior à portuguesa (1,60%)&#8221;.</p>
<p>Entre as 17 recomendações do estudo, a AdC refere que o banco central deve &#8220;definir obrigações de informação aplicáveis às contas pacote e às ofertas combinadas&#8221;, com a eventual disponibilização de &#8220;um indicador padronizado do custo total das ofertas agregadas&#8221;.</p>
<p>A entidade presidida por Nuno Cunha Rodrigues aconselha ainda o banco central a definir indicadores de satisfação dos consumidores quando mudam de conta, e metas anuais a cumprir pelas instituições de crédito.</p>
<p>Na perspetiva da autoridade, também devem ser avaliados os custos e benefícios de alargar o âmbito do serviço de mudança de conta ao redirecionamento temporário de pagamentos e à transferência de contas de depósito a prazo e de contas poupança.</p>
<p>A AdC sugere ainda que o banco central avalie os custos e benefícios de criar soluções de portabilidade nacional da identificação dos clientes bancários.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido na sequência de uma consulta ao mercado sobre a banca a retalho entre 22 de julho e 24 de setembro de 2025, cuja versão preliminar esteve em consulta pública entre 13 de fevereiro e 05 de março de 2026.</p>
<p>A versão final agora conhecida incorpora contributos dessa consulta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791477]]></sapo:autor>
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		<title>Sistema Volta divide opiniões três meses depois: mais de 55 milhões de embalagens recolhidas, mas críticas persistem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:14:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Três meses após a entrada em funcionamento do sistema Volta, o modelo nacional de depósito e reembolso de embalagens de plástico e metal continua a gerar opiniões contraditórias entre consumidores, especialistas e entidades responsáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três meses após a entrada em funcionamento do sistema Volta, o modelo nacional de depósito e reembolso de embalagens de plástico e metal continua a gerar opiniões contraditórias entre consumidores, especialistas e entidades responsáveis. Enquanto alguns utilizadores consideram a iniciativa uma mudança estrutural na reciclagem em Portugal, outros apontam dificuldades no funcionamento das máquinas, problemas de acessibilidade e um processo que classificam como demasiado complexo. Apesar das críticas, o sistema já permitiu recolher mais de 55 milhões de embalagens e mantém como meta alcançar uma taxa de recolha seletiva de 90% até 2029.</p>
<p>Segundo dados citados pela <a href="https://rr.pt/especial/pais/2026/07/20/tres-meses-de-sistema-volta-revolucionario-ou-um-fracasso/478240/" target="_blank" rel="noopener">Rádio Renascença</a>, entre 10 de abril e 6 de julho, o sistema Volta recolheu cerca de 55,5 milhões de embalagens, um número que representa o arranque de um projeto que pretende transformar a forma como Portugal recicla plástico e metal. O objetivo é responder a um universo de cerca de 2,1 mil milhões de embalagens consumidas anualmente no país, incentivando os consumidores a devolver garrafas e latas mediante o pagamento de um depósito, posteriormente reembolsado através de um voucher ou em numerário.</p>
<p>Nos pontos de recolha já é possível encontrar diferentes perfis de utilizadores. Em Lisboa, junto à estação de Sete Rios, há quem entregue centenas de embalagens de uma só vez, acumulando vouchers superiores a dez euros. Também foram observadas pessoas a recolher garrafas e latas dos caixotes do lixo para recuperar o valor do depósito. Para Nicole Pataca, utilizadora frequente do sistema, o Volta é &#8220;revolucionário&#8221;, considerando que contribui diretamente para reduzir o impacto ambiental. Em sentido contrário, Sandra Ferreira considera que o sistema &#8220;não tem muita lógica&#8221;, argumentando que os consumidores &#8220;estão a pagar para devolver&#8221; as embalagens, enquanto alguns receiam que os comerciantes beneficiem financeiramente caso as embalagens nunca sejam entregues.</p>
<p>O presidente da SDR Portugal, Leonardo Mathias, entidade responsável pela gestão do sistema, rejeita essa visão e defende que o Volta representa uma mudança profunda no modelo de reciclagem nacional. Recorda que durante décadas os portugueses foram incentivados a colocar todas as embalagens no ecoponto amarelo, mas sublinha que grande parte desses resíduos acabava contaminada ou seguia para aterro. Segundo explica, o novo sistema permite uma recolha seletiva, preservando a qualidade do plástico e do metal para que possam voltar a ser utilizados na produção de novas embalagens alimentares. &#8220;O Volta é, talvez, o sistema mais puro de reciclagem&#8221;, afirma, acrescentando que Portugal se tornou o 19.º país europeu a implementar este modelo e que a tendência passa pela sua generalização em toda a União Europeia.</p>
<p>Esta avaliação é partilhada por Ismael Rienda, da associação ambientalista ZERO, que considera o sistema de depósito e reembolso &#8220;o único método&#8221; capaz de alcançar taxas muito elevadas de recolha destes materiais, com base na experiência de outros países europeus. Ainda assim, o especialista entende que Portugal chegou &#8220;quatro ou cinco anos&#8221; atrasado à implementação do sistema e defende que este deveria incluir também embalagens de vidro, uma possibilidade que a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, admite estar a ser estudada. Para a ZERO, uma das maiores vantagens do Volta está precisamente na melhoria da qualidade do material reciclado, evitando contaminações que impedem a reutilização do plástico em novas embalagens para alimentos e bebidas.</p>
<p>Apesar dos resultados alcançados, o arranque do sistema tem sido marcado por várias dificuldades práticas. Simone Rossi considera que a ideia &#8220;é interessante, mas é um fracasso&#8221;, criticando o facto de apenas algumas embalagens serem aceites e a existência frequente de máquinas avariadas. Maria Santos diz sentir-se &#8220;enganada&#8221;, afirmando que a devolução é demasiado difícil para compensar o valor pago. Leonardo Mathias reconhece que existem falhas inevitáveis numa fase inicial e explica que as embalagens precisam de estar praticamente intactas para que os equipamentos consigam identificar corretamente o código de barras, o peso e outras características, reduzindo simultaneamente o risco de fraude. Até 9 de agosto decorre um período de transição durante o qual coexistem embalagens abrangidas e não abrangidas pelo sistema. A partir de 10 de agosto, todas as novas embalagens elegíveis terão o símbolo Volta e existirão cerca de 3.000 pontos de recolha, face aos atuais 2.500. Quando uma máquina estiver indisponível, os supermercados deverão assegurar a recolha manual das embalagens.</p>
<p>Outro dos problemas identificados prende-se com a acessibilidade. A Associação Portuguesa de Deficientes confirmou já ter recebido reclamações de pessoas com mobilidade reduzida que não conseguem utilizar algumas máquinas. A vice-presidente da associação, Helena Rato, lamenta que estas situações continuem a acontecer e afirma que as pessoas com deficiência acabam frequentemente esquecidas em soluções tecnológicas deste tipo. Leonardo Mathias admite que algumas máquinas apresentam obstáculos físicos, como plataformas elevadas, garantindo que o SDR está a trabalhar com distribuidores e retalhistas para implementar soluções como rampas de acesso, botões de assistência e outras adaptações. Está igualmente prevista a disponibilização de informação em braille para tornar o sistema mais inclusivo.</p>
<p>O responsável pelo SDR considera que estas dificuldades fazem parte de um período de adaptação de um projeto que classifica como &#8220;o maior projeto que já existiu na área dos resíduos em Portugal&#8221;. Até ao final do período de transição serão introduzidos vários ajustamentos técnicos e operacionais. Paralelamente, estão a ser instalados os chamados quiosques Volta, destinados sobretudo aos setores da restauração e hotelaria, permitindo entregar sacos completos de embalagens e receber diretamente o respetivo valor por transferência bancária. Existem já unidades no Funchal e em Albufeira, estando previstas instalações em mais 14 municípios.</p>
<p>O funcionamento financeiro do sistema também tem sido alvo de esclarecimentos. Quando uma embalagem é devolvida, esta é imediatamente triturada e encaminhada para centros de contagem e triagem na Grande Lisboa e no Grande Porto, onde os materiais são separados, enfardados e posteriormente vendidos a recicladores que os transformam novamente em matéria-prima para a indústria das bebidas. Quanto aos depósitos não reclamados pelos consumidores, Leonardo Mathias garante que o SDR &#8220;não está a ganhar com isto&#8221;. Explica que os valores permanecem durante três anos no balanço da entidade e apenas podem ser reinvestidos no próprio sistema após esse período, desde que as metas ambientais estejam a ser cumpridas. Além destes montantes, o financiamento provém da venda dos materiais reciclados e das contribuições pagas pelos produtores por cada embalagem colocada no mercado.</p>
<p>O Volta introduziu ainda um novo nível de monitorização da reciclagem em Portugal. Segundo o presidente do SDR, todas as embalagens passam a ser rastreáveis praticamente em tempo real, permitindo saber onde foram recolhidas, em que quantidade e em que momento. Essa informação é enviada às entidades reguladoras nacionais, como a ERSAR, a Agência Portuguesa do Ambiente e a Direção-Geral da Economia, sendo posteriormente comunicada às instituições europeias. Para Leonardo Mathias, trata-se de uma evolução significativa num setor onde, afirma, existe &#8220;muita falta de informação&#8221;. Recorda que, atualmente, Portugal trabalha ainda com estatísticas referentes a 2024, situação que considera desajustada para a realidade tecnológica atual.</p>
<p>A implementação do Volta surge num contexto em que Portugal continua abaixo da média europeia em matéria de economia circular. Segundo dados da Agência Portuguesa do Ambiente citados na reportagem, a taxa nacional de utilização circular de materiais era de apenas 2,8% em 2023, bastante distante da média da União Europeia, fixada em 11,8%. Para os responsáveis pelo sistema, o objetivo passa agora por consolidar a fase de arranque, aumentar gradualmente a adesão da população e cumprir a primeira grande meta: atingir 40% de recolha seletiva ainda durante este ano, antes de avançar para o objetivo de 90% em 2029.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791475]]></sapo:autor>
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		<title>Bosch vai investir 200 milhões de euros para lançar 20 startups de indústria inteligente e fabrico digital até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:11:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O objetivo passa por desenvolver novas ideias de negócio para além das atuais áreas de atividade da empresa e conduzi-las de forma sistemática até à maturidade de mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bosch vai investir cerca de 200 milhões de euros nos próximos cinco anos através da Bosch Business Innovations, nova unidade dedicada à criação e desenvolvimento de startups em áreas estratégicas para o futuro da indústria e da tecnologia.</p>
<p>A unidade, que funciona como uma incubadora corporativa de negócios, pretende combinar o conhecimento tecnológico e a capacidade de industrialização da Bosch com a agilidade e flexibilidade do ecossistema de startups. O objetivo passa por desenvolver novas ideias de negócio para além das atuais áreas de atividade da empresa e conduzi-las de forma sistemática até à maturidade de mercado.</p>
<p>A Bosch Business Innovations identificou, numa primeira fase, três áreas prioritárias para os seus investimentos: fabrico controlado por software, monitorização remota da saúde e captura, utilização e armazenamento de gases com efeito de estufa. Ao longo dos próximos quatro anos deverão ser acrescentadas novas áreas de negócio, com a meta de ter 20 startups de sucesso em operação até 2030.</p>
<p>“O nosso objetivo é desenvolver de forma sistemática novas ideias para além do nosso atual negócio principal. Para o conseguir, apoiamo-nos nos pontos fortes da Bosch, em particular no seu conhecimento tecnológico e na sua capacidade de inovação patenteada. Combinamos esta vantagem estrutural de uma grande empresa com a rapidez e flexibilidade do universo das startups”, afirma Axel Deniz, CEO da Bosch Business Innovations.</p>
<p>Para acelerar o desenvolvimento das novas empresas, a Bosch Business Innovations vai estabelecer parcerias com venture studios especializados, que irão colaborar na criação de negócios desde a raiz e na sua evolução até à maturidade de mercado. O modelo pretende combinar as competências da Bosch, que incluem conhecimento tecnológico, um portefólio de patentes e capacidade de industrialização em larga escala, com a experiência dos parceiros na criação e desenvolvimento de startups.</p>
<p>A estratégia passa também por envolver empreendedores externos numa fase inicial dos projetos, permitindo-lhes assumir responsabilidades e participar ativamente na construção das empresas desde os primeiros passos. Investidores externos deverão igualmente ser integrados desde cedo, com o objetivo de garantir acesso a capital adicional e a novos mercados.</p>
<p>Na área da monitorização remota da saúde, a Bosch identifica um mercado em crescimento e ainda bastante fragmentado. A empresa pretende tirar partido do seu ecossistema na área da saúde, que inclui o Hospital Robert Bosch e várias parcerias com hospitais, bem como da sua experiência tecnológica no desenvolvimento de sensores MEMS, componentes utilizados neste tipo de aplicações.</p>
<p>Já no fabrico controlado por software, a Bosch pretende explorar a sua experiência industrial e competências em dados, software e inteligência artificial para desenvolver modelos de negócio baseados em plataformas de software destinadas a operações industriais.</p>
<p>A captura, utilização e armazenamento de carbono constitui a terceira área prioritária. Neste domínio, a Bosch está a analisar formas de transformar a descarbonização da indústria e a captura de carbono da atmosfera em modelos de negócio economicamente viáveis.</p>
<p>A Bosch Business Innovations resulta da transformação da grow platform GmbH, subsidiária integral da Bosch que estava dedicada ao desenvolvimento de startups internas. O portefólio existente foi entretanto reestruturado, com o objetivo de criar novas perspetivas de crescimento sustentável para as equipas e negócios desenvolvidos pela unidade, dentro ou fora do grupo Bosch.</p>
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		<title>Exames Nacionais: Alunos podem fazer a 2.ª fase amanhã e a época especial de setembro? &#8220;Não pensámos nisso&#8221;, admite ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação, Fernando Alexandre, admitiu esta segunda-feira que o Ministério da Educação não equacionou a possibilidade de alguns alunos realizarem simultaneamente a 2.ª fase dos exames nacionais, que começa já esta terça-feira, e a época especial anunciada para setembro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação, Fernando Alexandre, admitiu esta segunda-feira que o Ministério da Educação não equacionou a possibilidade de alguns alunos realizarem simultaneamente a 2.ª fase dos exames nacionais, que começa já esta terça-feira, e a época especial anunciada para setembro. A declaração foi feita durante a conferência de imprensa em que o governante voltou a pedir desculpa pelos problemas registados na classificação digital dos exames nacionais e anunciou um conjunto de medidas destinadas a garantir que nenhum estudante seja prejudicado no acesso ao ensino superior.</p>
<p>Fernando Alexandre foi hoje questionado sobre o caso dos alunos que apenas esta segunda-feira receberam, ou continuam a receber, as classificações da 1.ª fase e que, por isso, praticamente não dispõem de tempo para decidir se devem inscrever-se na 2.ª fase dos exames, cujo calendário arranca já no dia seguinte. Confrontado com essa hipótese, o ministro respondeu de forma direta: &#8220;Não pensámos nisso, mas diria que devia fazer só a época especial.&#8221;</p>
<p>A resposta deixou em aberto uma das principais dúvidas levantadas pelos atrasos e erros verificados no processo de avaliação externa. Muitos alunos só conheceram agora as classificações ou continuam sem acesso à informação necessária para avaliar se precisam de repetir um exame para melhorar a nota ou garantir aprovação. Com a inscrição para a 2.ª fase a coincidir praticamente com a realização das primeiras provas, vários estudantes enfrentam dificuldades em tomar uma decisão informada.</p>
<p>Apesar destas incertezas, Fernando Alexandre confirmou que a 2.ª fase dos exames nacionais decorrerá conforme o calendário já definido, arrancando esta terça-feira, 21 de julho. Nesse dia realizam-se as provas de Português, Português Língua Segunda, Português Língua Não Materna, Literatura Portuguesa, Economia A, História da Cultura e das Artes e Latim, mantendo-se igualmente o restante calendário previsto para esta fase.</p>
<p>Como resposta aos constrangimentos provocados pela classificação digital, o Ministério anunciou, contudo, a criação de uma época especial de exames no início de setembro, destinada aos alunos que &#8220;não disponham de toda a informação necessária para decidir se devem ir à 2.ª fase dos exames nacionais&#8221;. Segundo explicou o ministro, estes estudantes não serão prejudicados no acesso ao ensino superior, uma vez que essa época especial terá o mesmo valor que uma 2.ª fase normal e será acompanhada por alterações ao calendário da 2.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, cujas datas serão divulgadas posteriormente.</p>
<p>Na prática, os alunos que realizarem exames nessa época especial continuarão a concorrer através da 2.ª fase do concurso nacional, tal como aconteceria caso optassem agora pela 2.ª fase dos exames. A principal diferença residirá no ajustamento dos prazos e, inevitavelmente, num eventual atraso no calendário académico para este grupo de estudantes, que o ministro considerou ser uma minoria.</p>
<p>Contudo, permanecem dúvidas sobre quem poderá beneficiar desta solução extraordinária. Questionado sobre os critérios, Fernando Alexandre afirmou que &#8220;diria que têm direito a ir à época especial todos os alunos que tenham constatado desconformidades no PDF da prova que realizaram&#8221;. Durante a conferência de imprensa, deu como exemplo os casos em que a classificação venha a ser alterada devido a problemas relacionados com a digitalização das provas, acrescentando que o Júri Nacional de Exames (JNE) e o EduQA divulgarão posteriormente regras mais detalhadas.</p>
<p>Entre essas desconformidades incluem-se diversas situações já identificadas pelos alunos e pelas escolas. Há estudantes com classificações suspensas, outros que detetaram erros na soma das cotações, provas em que as classificações parcelares não aparecem discriminadas, casos em que ainda não foi disponibilizada a cópia digital do exame e até situações em que os alunos receberam páginas que não correspondem às provas que realizaram. Todos estes cenários podem comprometer a capacidade de decidir, em tempo útil, se vale a pena repetir o exame.</p>
<p>O ministro revelou igualmente que, às 11h30 desta segunda-feira, tinham sido disponibilizadas cerca de 180 mil das aproximadamente 290 mil provas realizadas na 1.ª fase, o que significa que uma parte significativa dos estudantes continuava sem acesso à digitalização dos exames e respetivas classificações detalhadas.</p>
<p>Fernando Alexandre voltou a garantir que nenhum aluno será prejudicado por estas falhas, reiterando o pedido de desculpas dirigido aos estudantes, famílias, professores e escolas. &#8220;Lamentamos e pedimos desculpa, mais uma vez, pela perturbação causada na vida dos alunos numa altura decisiva para o seu futuro, das famílias, dos professores e das escolas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Relativamente às notas classificadas como &#8220;suspensas&#8221;, o governante defendeu que se trataram de situações pontuais e justificou a decisão com a necessidade de assegurar o rigor do processo. Segundo explicou, &#8220;não pode ser publicada uma nota se existir uma dúvida sobre a classificação&#8221;, sublinhando que a prioridade foi garantir a correção das avaliações antes da sua divulgação.</p>
<p>Apesar dos problemas registados nas últimas semanas, Fernando Alexandre reafirmou a confiança no sistema de classificação eletrónica, assegurando que este será mantido na 2.ª fase dos exames nacionais. O ministro admitiu, contudo, que serão introduzidos &#8220;melhoramentos estruturais&#8221; no processo e mostrou-se convicto de que a nova fase das provas nacionais poderá decorrer &#8220;com toda a tranquilidade&#8221;, procurando restabelecer a confiança dos alunos num momento decisivo do calendário escolar e do acesso ao ensino superior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791463]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal vai adquirir três fragatas a Itália num investimento de 3,9 mil milhões euros, revela Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai adquirir três fragatas de nova geração de construção italiana, num investimento na ordem dos 3,9 mil milhões de euros, anunciou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro, após uma reunião em Roma com a sua homóloga italiana, Giorgia Meloni.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal vai adquirir três fragatas de nova geração de construção italiana, num investimento na ordem dos 3,9 mil milhões de euros, anunciou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro, após uma reunião em Roma com a sua homóloga italiana, Giorgia Meloni.</p>
<p>Acompanhado na sua visita ã Roma &#8212; a primeira de um chefe de Governo português a Itália em 12 anos &#8212; pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e da Defesa, Nuno Melo, Montenegro anunciou numa conferência de imprensa conjunta com Meloni a assinatura de acordos na área da política externa e da defesa, com este último, celebrado no âmbito do SAFE (Instrumento de Ação para a Segurança da Europa) a contemplar a aquisição de três fragatas &#8220;FREMM EVO&#8221;, multifuncionais, que serão entregues à Marinha portuguesa entre 2029 e 2030.</p>
<p>&#8220;Este acordo que hoje celebramos na área da Defesa para a aquisição de três fragatas, estamos a falar de um investimento de três mil e 900 milhões de euros, aproximadamente. Estamos a falar de capacidade, que é a capacidade portuguesa e a capacidade europeia, de vigilância dos nossos recursos marítimos e de salvaguarda dos nossos interesses estratégicos. De salvaguarda também da navegabilidade internacional e das condições de comércio livre e justo a nível global&#8221;, declarou Montenegro.</p>
<p>&#8220;Estamos a falar de ciência, estamos a falar de conhecimento, estamos a falar de oportunidades económicas que não se esgotam nestes equipamentos. Há um conjunto de indústrias e atividades que colaboram para que estes equipamentos sejam depois considerados de vanguarda a nível mundial, e tão de vanguarda que a nossa opção foi adquiri-los. Estamos a falar daquilo que é a nossa estratégia na Europa, de termos maior autonomia, maior capacidade, mas ao mesmo tempo fazer isso criando mais emprego, melhor emprego, mais negócios e melhores oportunidades&#8221;, prosseguiu.</p>
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