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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>10 Junho: Presidente do Governo dos Açores diz que discursos enfatizaram dimensão do arquipélago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:14:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, considerou hoje que os discursos do 10 de Junho nas cerimónias realizadas na ilha Terceira enfatizaram a dimensão do arquipélago, cuja importância começa a ser mais valorizada.</P><br />
<P>&#8220;Eu estou muito ciente de que se começa agora a valorizar com outra consciência a importância dos Açores, com um investimento que há de ser feito em infraestruturas que dinamizem o crescimento e o desenvolvimento económicos, mas também infraestruturas de duplo uso que assegurem garantias de segurança e defesa para o país, para a União Europeia, para a NATO, para o mundo&#8221;, afirmou o chefe do executivo açoriano da coligação PSD/CDS/PPM.</P><br />
<P>José Manuel Bolieiro falava em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, sobre os discursos do Presidente da República e do presidente da comissão organizadora das comemorações do Dia de Portugal.</P><br />
<P>O governante disse ter ficado satisfeito com a escolha do arquipélago para a realização das cerimónias, no ano em que se celebram 50 anos de autonomia política, e considerou que os discursos deram uma &#8220;ênfase bastante significativa&#8221; à dimensão dos Açores na projeção atlântica de Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Os Açores estão agora numa centralidade mundial. São, para o seu desenvolvimento socioeconómico, uma ultraperiferia da União Europeia, por isso, uma região de necessidades, mas também são uma região de oportunidades para a dimensão e projeção de Portugal enquanto relevante na União Europeia e no mundo&#8221;, frisou.</P><br />
<P>José Manuel Bolieiro defendeu que &#8220;a União Europeia tem de ter uma estratégia nova para o Atlântico&#8221; e para os Açores, uma &#8220;fronteira que lhe dá outra dimensão de estabilidade e de relevância geopolítica global&#8221;.</P><br />
<P>Considerou ainda que a dimensão marítima do arquipélago lhe dará a &#8220;projeção de um desenvolvimento do futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos uma rica história ligada ao mar, mas temos um futuro que será inspirado no mar, na dimensão da economia azul, na dimensão das novas tecnologias e, sobretudo, também da procura de recursos que o mar profundo que temos pode apresentar&#8221;, sublinhou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774366]]></sapo:autor>
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		<title>Campus universitário luso-chinês reforça cooperação académica e científica &#8211; ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:11:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro campus comum entre universidades de Portugal e Macau vai nascer na China, perto de Macau, e segundo o ministro da Educação português terá impacto direto na investigação, inovação e mobilidade académica entre Portugal e a China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro campus comum entre universidades de Portugal e Macau vai nascer na China, perto de Macau, e segundo o ministro da Educação português terá impacto direto na investigação, inovação e mobilidade académica entre Portugal e a China.</P><br />
<P>Um protocolo foi hoje assinado pelos reitores da Universidade de Coimbra (UC) e a Universidade Politécnica de Macau (UPM) para a criação de um Campus Global Conjunto UPM-UCoimbra em Hengqin, uma zona económica especial estabelecida na cidade chinesa de Zhuhai, perto de Macau.</P><br />
<P>&#8220;Este é um passo decisivo para a projeção da Universidade de Coimbra a nível internacional&#8221;, afirmou o reitor da UC, sublinhando que o campus permitirá &#8220;desenvolver programas conjuntos de licenciatura, mestrado e doutoramento com graus duplos reconhecidos em Portugal e Macau&#8221;, e dinamizar projetos de investigação, criar incubadoras e laboratórios conjuntos, e fomentar o intercâmbio académico.</P><br />
<P>As duas universidades têm vindo a celebrar várias parcerias ao longo dos anos, nas áreas da investigação, formação avançada e inovação tecnológica nos domínios da Engenharia e Tecnologia, Ciências da Saúde, Ciências da Linguagem, Negócios e Comércio. </P><br />
<P>Estes levaram à criação do Laboratório Conjunto de Investigação em Tecnologias Avançadas para Cidades Inteligentes, o Laboratório Conjunto de Investigação em Inteligência Artificial para a Longevidade Saudável, o Laboratório Conjunto de Investigação em Humanidades Digitais e Ciências da Linguagem Aplicadas e o Programa de Doutoramento Conjunto em Informática.</P><br />
<P>O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, explicou que a inovação do acordo reside na criação de um campus físico em Hengqin, com dois laboratórios dedicados onde &#8220;trabalharão investigadores das duas instituições&#8221;. </P><br />
<P>O ministro detalhou que os laboratórios incidirão em áreas estratégicas como &#8220;Envelhecimento&#8221; do qual a Universidade de Coimbra tem uma investigação &#8220;muito relevante&#8221;, com um &#8220;novo instituto criado recentemente e que ganhou um projeto europeu Horizonte Europa, de mais de 15 milhões de euros&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Depois há uma parte ligada ao digital, onde as duas instituições têm competências e especialidade&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Segundo o ministro, este acordo insere-se numa rede já consolidada de cooperação académica e científica entre Portugal e a China. </P><br />
<P>Fernando Alexandre indicou que entre 2022 e 2026 foram submetidos mais de 700 pedidos de reconhecimento de graus académicos chineses em Portugal, refletindo o &#8220;aumento da mobilidade entre os dois sistemas de ensino superior&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;No âmbito do programa Erasmus+, registaram-se 59 mobilidades entre Portugal e a China, incluindo 21 com Macau&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Na área científica, Portugal e a China desenvolveram mais de 100 projetos conjuntos desde os anos 1990, apoiados por sete programas de cooperação, e entre 2014 e 2025, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia financiou 88 projetos de investigação e desenvolvimento com participação de instituições chinesas. </P><br />
<P>Segundo o ministro português, Macau ocupa uma &#8220;posição singular&#8221; nesta rede, com universidades locais a manterem parcerias ativas com instituições portuguesas em áreas como medicina, tradução, artes digitais, design e doutoramentos conjuntos. </P><br />
<P>&#8220;Macau hoje começa a ter instituições de referência no ensino superior, o que é demonstrativo do grande progresso que esta região fez nas últimas décadas&#8221;, acrescentou, lembrando também protocolos ativos entre universidades portuguesas, como o da Universidade de Lisboa com a Universidade de Macau.</P><br />
<P>O ministro revelou ainda que nos próximos dias estará em Pequim para se reunir com os ministros da Ciência e Tecnologia e da Educação da China, com o objetivo de &#8220;fazer um balanço (&#8230;) daquilo que está em curso e olhar para o futuro&#8221;.</P><br />
<P>O responsável volta depois a Macau para participar no XXXV Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) entre 15 e 17 de junho, que coincide com o IV Fórum de Reitores da China, Macau e Países de Língua Portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774364]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-autarcas Hermínio Loureiro e Isidro Figueiredo condenados por prevaricação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Hermínio Loureiro e Isidro Figueiredo, ex-presidentes da Câmara de Oliveira de Azeméis, foram condenados, respetivamente, a penas suspensas de dois anos e oito meses e de dois anos e seis meses, por prevaricação, pela adjudicação ilegal de empreitadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Hermínio Loureiro e Isidro Figueiredo, ex-presidentes da Câmara de Oliveira de Azeméis, foram condenados, respetivamente, a penas suspensas de dois anos e oito meses e de dois anos e seis meses, por prevaricação, pela adjudicação ilegal de empreitadas.</P><br />
<P>A informação foi avançada hoje à agência Lusa por fonte judicial, na sequência do acórdão, proferido na terça-feira, pelo Tribunal de Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro.</P><br />
<P>O coletivo de juízes condenou Hermínio Loureiro pela prática de um crime de prevaricação de titular de cargo político, relativo às obras do complexo desportivo municipal de Cucujães, em novembro de 2016, quando era presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis. </P><br />
<P>O tribunal aplicou a pena de dois anos e oito meses de prisão, suspensa na sua execução por igual período, ao também ex-deputado na Assembleia da República, eleito pelo PSD, antigo presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, entre 2009 e 2016.</P><br />
<P>Isidro Figueiredo, que sucedeu a Hermínio Loureiro na presidência do município de Oliveira de Azeméis, foi condenado pela prática, de janeiro a fevereiro de 2017, de um crime de prevaricação de titular de cargo político, relativo às obras da Biblioteca Municipal de Ossela e da Academia de Música.</P><br />
<P>Este ex-autarca foi condenado a dois anos e seis meses de prisão, pena suspensa na sua execução por igual período.</P><br />
<P>O terceiro arguido condenado neste processo é Amadeu Gomes Martins, sócio e gerente de uma empresa que se dedica à construção civil, a quem o coletivo de juízes aplicou a pena suspensa de três anos e quatro meses, por dois crimes de prevaricação.</P><br />
<P>O empreiteiro foi condenado pela prática, em novembro de 2016, de um crime de prevaricação de titular de cargo político, relativo às obras do complexo desportivo municipal de Cucujães, na pena de dois anos e seis meses de prisão.</P><br />
<P>Foi igualmente condenado pela prática, de janeiro a fevereiro de 2017, de outro crime de prevaricação de titular de cargo político, cometido nas obras da Biblioteca Municipal de Ossela e da Academia da Música, na pena de dois anos e seis meses de prisão.</P><br />
<P>Em cúmulo jurídico, o tribunal decidiu aplicar a este empreiteiro a pena única de três anos e quatro meses de prisão, pelos dois crimes de prevaricação, cometidos em coautoria com Hermínio Loureiro e com Isidro Figueiredo, na realização daquelas empreitadas.</P><br />
<P>Tanto Isidro Figueiredo como o empreiteiro foram absolvidos dos demais crimes (de prevaricação de titular de cargo político) de que estavam acusados.</P><br />
<P>A mesma fonte judicial adiantou ainda à Lusa que os &#8220;outros cinco arguidos no processo foram, todos eles, absolvidos da prática de todos os crimes que lhes eram imputados&#8221;.</P><br />
<P>Em nota publicada na sua página da Internet, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto (PGDP), refere que, nos termos do acórdão, &#8220;ficou provada a determinação verbal ao arguido empreiteiro por parte de cada um dos arguidos titulares de cargo político (em funções de presidente de câmara à data dos factos), para realização de obras públicas&#8221;, em 2016 e 2017, num complexo desportivo e em instalações municipais de Oliveira de Azeméis.</P><br />
<P>&#8220;A realização dos trabalhos prosseguiu à margem de qualquer procedimento contratual e sem previsão e cabimentação orçamental, visando satisfazer interesses pessoais relacionados com a promoção da imagem pública dos arguidos titulares de cargos políticos e com a concessão de um beneficio económico indevido à empresa de construção civil e respetivo gerente&#8221;, explica a PGDP.</P><br />
<P>O acórdão é passível de recurso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774362]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Células humanas podem ser rejuvenescidas? Terapia genética chega aos primeiros testes em humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:58:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma empresa de biotecnologia dos Estados Unidos testou pela primeira vez em humanos uma terapia genética concebida para reverter o envelhecimento celular.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma empresa de biotecnologia dos Estados Unidos testou pela primeira vez em humanos uma terapia genética concebida para reverter o envelhecimento celular. O tratamento foi desenvolvido pela Life Biosciences, sediada em Boston, e tem como objetivo restaurar células envelhecidas ou danificadas em doentes humanos, avança a Euronews.</p>
<p class="isSelectedEnd">A terapia, conhecida como ER-100 ou AAV2-OSK, dirige-se a doenças marcadas por danos no nervo ótico, designadas neuropatias óticas. A abordagem utiliza os chamados fatores OSK, três proteínas — Oct4, Sox2 e Klf4 — para realizar uma reprogramação epigenética parcial, com o objetivo de reiniciar a idade celular e recuperar a função das células afetadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de testes em roedores e primatas, a empresa anunciou que o primeiro ser humano recebeu agora o tratamento. Segundo a Life Biosciences, trata-se do primeiro candidato de restauração epigenética aprovado para ensaios clínicos e, se tiver sucesso, poderá representar a primeira vez que células humanas são rejuvenescidas em contexto terapêutico.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Como funciona a terapia genética</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As três proteínas usadas na terapia genética OSK atuam como uma espécie de botão de reinício das células, procurando devolvê-las a um estado mais jovem.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sequência de ADN de uma pessoa mantém-se, em grande parte, estável ao longo da vida, mesmo com o envelhecimento do organismo. O que muda com o tempo é o código epigenético, responsável por controlar que genes estão ligados ou desligados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas alterações podem resultar de fatores de estilo de vida, como tabagismo ou consumo de álcool, mas também do envelhecimento, de doenças e de lesões. Quando se acumulam, podem contribuir para problemas graves, incluindo cancro ou doenças neurológicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A terapia da Life Biosciences procura atuar sobre essas alterações, entregando diretamente um conjunto de instruções genéticas. As três proteínas OSK funcionam como um interruptor de ativação nas células-alvo, reiniciando mudanças prejudiciais acumuladas ao longo do tempo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta abordagem tem origem em trabalhos de biologia que permitiram transformar células comuns em células estaminais, descoberta que valeu a Sir John B. Gurdon e Shinya Yamanaka o Prémio Nobel da Fisiologia ou Medicina em 2012.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Doenças dos olhos são o primeiro alvo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A terapia entrou agora na primeira fase de ensaios clínicos, etapa em que os investigadores avaliam se o tratamento é seguro para seres humanos.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Este é um momento importante para a Life Bio e para a área da biologia do envelhecimento”, afirmou David Sinclair, cofundador da Life Biosciences e professor de genética na Harvard Medical School, citado pela Euronews.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o investigador, a investigação da empresa sugere que o envelhecimento é impulsionado em grande parte pela perda de informação epigenética, e não por danos irreversíveis. O ensaio clínico representa, por isso, a primeira oportunidade para testar se a restauração dessa informação pode melhorar doenças humanas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo de fase 1 vai incluir pessoas com glaucoma de ângulo aberto e neuropatia ótica isquémica anterior não arterítica, duas doenças oculares graves que podem levar à perda de visão.</p>
<p class="isSelectedEnd">O glaucoma de ângulo aberto é uma doença ocular crónica e progressiva em que o sistema de drenagem do olho fica obstruído, levando à acumulação de fluido e ao aumento da pressão ocular. A perda de visão começa normalmente por alterações subtis na visão lateral e progride lentamente ao longo do tempo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já a neuropatia ótica isquémica anterior não arterítica é frequentemente descrita como um mini-AVC do nervo ótico. Trata-se de uma condição súbita, provocada pela redução do fluxo sanguíneo para a parte posterior do olho. A perda de visão costuma ocorrer rapidamente, é muitas vezes detetada ao acordar e afeta normalmente apenas um olho.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Próximos passos da investigação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além da ER-100, a Life Biosciences afirma estar a desenvolver aplicações para várias indicações e diferentes órgãos, refletindo o potencial terapêutico mais amplo desta abordagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa já está a testar uma segunda terapia dirigida a doenças do fígado e trabalha para levar a sua tecnologia de reinício celular a outros órgãos do corpo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Life Biosciences não é a única empresa a explorar os chamados fatores de Yamanaka para prolongar a esperança de vida, reverter o envelhecimento ou tratar doenças associadas à idade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de ainda não existirem utilizações terapêuticas aprovadas para estas terapias, o interesse e o investimento na área têm vindo a crescer.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Retro Biosciences, empresa americana apoiada por Sam Altman, da OpenAI, trabalha com o objetivo declarado de acrescentar dez anos saudáveis à vida humana através do desenvolvimento de terapias capazes de reverter doenças relacionadas com a idade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também a Shift Bioscience, empresa de biotecnologia sediada em Cambridge, no Reino Unido, está a usar o mesmo mecanismo OSK para atacar a causa subjacente de doenças provocadas pelo envelhecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Uma promessa ainda em fase inicial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro tratamento em humanos marca uma etapa relevante na investigação sobre envelhecimento celular, mas a terapia ainda se encontra numa fase inicial. O ensaio agora iniciado serve antes de mais para avaliar a segurança da abordagem, antes de se poder medir de forma mais ampla a sua eficácia.</p>
<p>Ainda assim, o avanço coloca a restauração epigenética no centro de uma área científica em rápido crescimento. Se a estratégia confirmar o seu potencial, poderá abrir caminho a novas formas de tratar doenças associadas à idade, começando pelas neuropatias óticas e, mais tarde, possivelmente, por outros órgãos e sistemas do corpo humano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774356]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gavi mantém apoio à vacinação contra 12 doenças em Moçambique por cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:53:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Aliança Global para a Vacinação (Gavi) garantiu hoje a continuidade do financiamento da vacinação contra 12 doenças em Moçambique nos próximos cinco anos, apesar das restrições globais de financiamento ao setor da saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Aliança Global para a Vacinação (Gavi) garantiu hoje a continuidade do financiamento da vacinação contra 12 doenças em Moçambique nos próximos cinco anos, apesar das restrições globais de financiamento ao setor da saúde.</P><br />
<P>&#8220;É com muito orgulho que estou aqui para comunicar ao Governo de Moçambique que vamos continuar a apoiar o país na vacinação contra 12 doenças&#8221;, disse a diretora executiva da Gavi, Sania Nishtar, durante uma visita ao Centro de Saúde da Matola, na província de Maputo.</P><br />
<P>A responsável avançou que o apoio abrange vacinas contra doenças como sarampo, pneumonia, rotavírus e tuberculose, sublinhando que a manutenção do financiamento à imunização em Moçambique ocorre apesar dos desafios enfrentados pelo setor da saúde a nível internacional.</P><br />
<P>&#8220;A saúde das crianças em Moçambique é muito importante&#8221;, declarou Sania Nishtar, acrescentando que a decisão reflete também o reconhecimento dos esforços desenvolvidos pelo Governo moçambicano para ampliar o acesso à vacinação.</P><br />
<P>Na ocasião, o governador da província de Maputo, Manuel Tule, defendeu o reforço da vacinação comunitária através da expansão da cadeia de frio para postos comunitários, como forma de aproximar os serviços à população e aumentar a cobertura na imunização.</P><br />
<P>&#8220;A ideia é que, se conseguirmos fazer a transição do sistema de vacinação para os postos comunitários, colocarmos lá o sistema de frio, podemos facilitar a vida da população&#8221;, afirmou, acrescentando que a capacitação contínua dos profissionais de saúde é igualmente necessária para melhorar a qualidade da assistência prestada às comunidades.</P><br />
<P>Criada em 2000, a Gavi é uma parceria internacional que apoia o acesso à vacinação nos países em desenvolvimento e ajudou já a imunizar mais de mil milhões de crianças em todo o mundo, contribuindo para reduzir a mortalidade causada por doenças evitáveis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774358]]></sapo:autor>
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		<title>Realização do Air Invictus &#8220;não está nem nunca esteve em causa&#8221; &#8211; organização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:46:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O responsável pela organização do espetáculo aéreo Air Invictus, agendado para 19, 20 e 21 de junho no Grande Porto, afirmou hoje que a realização da primeira edição deste evento "não está, nem nunca esteve, em causa".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O responsável pela organização do espetáculo aéreo Air Invictus, agendado para 19, 20 e 21 de junho no Grande Porto, afirmou hoje que a realização da primeira edição deste evento &#8220;não está, nem nunca esteve, em causa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A organização cumpriu rigorosamente todos os prazos e procedimentos aplicáveis aos pedidos de autorização necessários para a realização do evento, mantendo desde o primeiro dia uma articulação permanente com as autoridades competentes&#8221;, afirma Luís Castro, responsável máximo pela organização do evento.</P><br />
<P>Luís Castro respondeu assim, por escrito, a um pedido de esclarecimentos enviado pela Lusa depois de a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) ter hoje anunciado que ainda não autorizou a realização do Air Invictus, porque o promotor apresentou alterações no início desta semana.</P><br />
<P>&#8220;A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) ainda não proferiu decisão sobre o pedido de realização do evento aeronáutico em apreço, encontrando-se o mesmo em fase de avaliação técnica. Salienta-se que o promotor do evento apresentou alterações, no início desta semana, que abrangem diversos domínios&#8221;, explica o regulador da aviação civil, em resposta enviada hoje à agência Lusa, quando faltam nove dias para o início do festival.</P><br />
<P>Segundo a ANAC, &#8220;a avaliação em curso incide sobre as diversas atividades que o requerente [promotor] pretende integrar no evento aeronáutico&#8221;.</P><br />
<P>Em resposta, Luís Castro refere que, no âmbito desse processo, e na sequência de alterações operacionais normais em eventos desta natureza, a organização apresentou recentemente algumas atualizações ao programa, nomeadamente relacionadas com a substituição de pilotos e com ajustes de horários, salientando que estas alterações &#8220;não afetam a essência do evento nem o seu normal desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A segurança é, e continuará a ser, a prioridade máxima da organização. Todas as alterações e ajustamentos são analisados e implementados em estreita coordenação com as entidades competentes, precisamente para garantir o cumprimento dos mais elevados padrões de segurança&#8221;, afirma o responsável pelo AIR Invictus.</P><br />
<P>Acrescenta que a organização esta &#8220;totalmente confiante&#8221; de que o Air Invictus &#8220;proporcionará ao público um programa de excelência, gerando forte retorno económico à região e mantendo intactos os objetivos e a dimensão do evento.&#8221;</P><br />
<P>Contudo, a ANAC disse à Lusa que &#8220;a decisão final será proferida após a conclusão da análise dos novos elementos apresentados e terá por base critérios exclusivamente relacionados com a segurança operacional, a proteção de terceiros (no solo e no ar) e o cumprimento do enquadramento legal e regulamentar aplicável ao evento e a cada uma das operações nele integradas&#8221;.</P><br />
<P>O regulador lembra que a sua atuação visa a &#8220;prossecução do interesse público na salvaguarda da segurança de pessoas e bens&#8221;, sublinhando que o princípio da segurança é &#8220;o seu objetivo primordial e orientador em todas as vertentes da sua ação regulatória e de supervisão, encontrando-se empenhada na concretização e garantia efetiva desse desígnio&#8221;.</P><br />
<P>Também em 08 de maio, a Associação das Atividades Marítimo-Turísticas do Douro (AAMTD), após uma reunião com a organização do Air Invictus e a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), revelou, em comunicado, que o evento ainda &#8220;não tinha a autorização definitiva para a sua realização&#8221;, por parte da ANAC. </P><br />
<P>No comunicado, a AAMTD adiantou que, de acordo com a informação transmitida pela organização, o regulador da aviação civil &#8220;apenas emitiria o seu parecer cerca de 15 dias antes da data do evento, agendado para 19, 20 e 21 de junho&#8221; no Porto, Gaia, Maia e Matosinhos. </P><br />
<P>Na ocasião, esta associação exigiu respostas e soluções, sublinhando que o facto de a ANAC vir a pronunciar-se cerca de 15 dias antes do evento era &#8220;estruturalmente inviável para operadores que planeiam a dois e três anos de antecedência&#8221;.</P><br />
<P>A AAMTD adiantou que a paragem total da navegação no Rio Douro durante os três dias do evento implicaria &#8220;perdas de milhões de euros para os operadores marítimo-turísticos, sem qualquer mecanismo de compensação definido&#8221;, acrescentando &#8220;não existirem locais alternativos para recolocar as embarcações, pois o encerramento do rio não tem solução logística conhecida&#8221;.</P><br />
<P>Fundada em 2018, a AAMTD representa 33 operadores do turismo fluvial na Via Navegável do Douro, entre navios-hotéis, cruzeiros diários, embarcações de animação turística e navegação local e tem como missão defender os interesses do setor, promover a sustentabilidade da atividade e assegurar um diálogo institucional permanente com as autoridades competentes.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774357]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Azulejos portugueses feitos com ostra em destaque no Festival Nova Bauhaus Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Azulejos feitos por dois arquitetos suíços a partir de conchas de ostras apanhadas em Portugal são um dos projetos portugueses em destaque no Festival da Nova Bauhaus Europeia, num projeto coordenado pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Azulejos feitos por dois arquitetos suíços a partir de conchas de ostras apanhadas em Portugal são um dos projetos portugueses em destaque no Festival da Nova Bauhaus Europeia, num projeto coordenado pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;A ideia era imaginar o que poderia ser um azulejo português em 2026, uma época em que a sustentabilidade faz parte do desenvolvimento de Portugal e, por isso, quisemos criar um biomaterial, um azulejo sustentável, num material não extrativo e se recurso intensivo a energia&#8221;, disse à agência Lusa o arquiteto Jeremy Morris, que trocou a Suíça por Portugal, onde juntamente com Lucas Carlisle criou um novo produto: azulejos feitos de cascas de ostras.</P><br />
<P>&#8220;O que fazemos é pegar em conchas usadas de restaurantes ou produtores locais, esmagá-las e transformá-las em pó, ligá-las com extrato de algas, que é um sequestrador de carbono, e depois secar o material ao ar&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O material foi precisamente um dos projetos a merecer o interesse da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen e do presidente do Conselho Europeu, António Costa, durante uma visita à feira onde cerca de 80 expositores de todos os Estados-Membros mostram projetos desenvolvidos no âmbito da Nova Bahaus Europeia, movimento que promove a investigação se soluções mais sustentáveis.</P><br />
<P>Os azulejos portugueses são apenas um dos resultados de um projeto mais amplo, desenvolvido pelo consórcio Bauhaus of the Seas Sails, coordenado pelo Instituto de Tecnologias Interativas do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, e que envolve 18 parceiros académicos de sete cidades da Europa: Oeiras e Lisboa (Portugal), Veneza e Génova (Itália), Hamburgo (Alemanha) Malmo (Suécia) e Roterdão e o delta dos rios Scheldt e Reno, na Holanda.</P><br />
<P>O consórcio recebeu da União Europeia cinco milhões de euros para desenvolver novas abordagens nestas regiões que &#8221; têm em comum a ligação ao mar ou aos rios&#8221;, disse à Lusa o coordenador de comunicação, Frederico Duarte, especificando que foram desenvolvidos 14 projetos pilotos nestas localidades, um deles &#8220;este, intitulado &#8220;À flor do azulejo, a cor do Tejo&#8221;.</P><br />
<P>Mais do que a criação de azulejo inovadores o projeto representa, para Lisboa, &#8221; uma ponte entre um desenvolvimento de um equipamento municipal, que é o BioLab&#8221; e a sua aplicação prática em projetos como a cafetaria de uma biblioteca móvel em Marvila.</P><br />
<P>Os azulejos, também já estão a ser usados num contentor colocado no parque ribeirinho de Marvila, &#8220;uma espécie de ponto de encontro&#8221;, afirmou Ana Silva Dias, do setor da cultura da Câmara Municipal de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;A grande mais-valia do projeto, é que de repente conseguimos ligar a cidade a um ponto do rio e começar a trabalhar a partir do rio&#8221;, disse a mesma responsável, destacando a importância da revitalização do jardim onde estão localizados os equipamentos que ajudam a &#8220;fazer a ligação entre duas realidades sociais, com uma urbanização mais de luxo e uma zona de habitação social&#8221;.</P><br />
<P>Pela primeira vez &#8220;trabalhámos de uma forma muito ligada, muito coesa entre a cultura e a inovação e a economia&#8221;, sublinhou, manifestando o interesse de que mais projetos desta natureza sejam desenvolvidos.</P><br />
<P>Essa é também a expectativa de Frederico Duarte e de Jeremy Morris, mas enquanto isso, para que os azulejos cheguem a mais aplicações práticas &#8220;é preciso a sua certificação e que o projeto possa escalar e ter investidores&#8221; que até sábado mostram o projeto no Festival da Nova Bauhaus Europeia, no parque do Centenário, em Bruxelas.</P><br />
<P></P><br />
<P>*** A agência Lusa viajou a convite da Comissão Europeia***</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774355]]></sapo:autor>
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		<title>“Tenho de alugar uma criança?”: praia na Sardenha proíbe chapéus de sol à maioria dos adultos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão está a gerar críticas, perplexidade e comentários irónicos entre banhistas e utilizadores das redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma praia da Sardenha proibiu a instalação de chapéus de sol por pessoas entre os 10 e os 65 anos, numa medida que as autoridades locais justificam com a necessidade de proteger o ambiente natural da zona. A decisão, aplicada na praia de Punta Molentis, em Villasimìus, na costa sudeste da ilha italiana, está a gerar críticas, perplexidade e comentários irónicos entre banhistas e utilizadores das redes sociais, noticia o The Guardian.</p>
<p class="isSelectedEnd">A regra faz parte de um conjunto de restrições impostas pela autarquia local para preservar a área, conhecida pela sua paisagem natural e integrada numa zona de conservação. Além da proibição parcial de chapéus de sol, os visitantes têm de pagar 10 euros para entrar na praia pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apenas famílias com crianças menores de 10 anos podem montar um chapéu de sol, e apenas um. A mesma exceção aplica-se a pessoas com mais de 65 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Medida gera críticas entre banhistas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão não foi bem recebida por muitos frequentadores da praia. Nas redes sociais, a medida provocou uma mistura de incredulidade e humor, mas também preocupações relacionadas com riscos de cancro da pele ou insolação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Num comentário publicado na página de Facebook da autarquia de Villasimìus, um utilizador perguntou ironicamente: “Para pôr um chapéu de sol tenho de alugar uma criança?”. Outro escreveu: “Então, para ir à praia com chapéu de sol, ou levo o meu avô ou tenho de ter um filho entre hoje e amanhã?”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Houve ainda quem apelasse ao boicote a Punta Molentis, enquanto outros afirmaram que irão simplesmente escolher outra praia onde possam proteger-se do sol em segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Praia reabre após incêndio devastador</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Punta Molentis reabre depois de ter estado encerrada desde julho do ano passado, na sequência de um incêndio devastador provocado por incendiários.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autarquia de Villasimìus afirmou que o fogo e “eventos meteorológicos marinhos excecionais” levaram à imposição de regras mais apertadas para preservar a beleza natural da praia.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Por esta razão, é necessário limitar o impacto humano e garantir a proteção deste património para as gerações futuras”, declarou a autarquia num aviso publicado no seu site, citado pelo The Guardian.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além dos chapéus de sol, os visitantes estão também proibidos de montar gazebos, tendas ou outros equipamentos de sombra. As regras deverão manter-se em vigor até ao final de outubro.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Disputa antiga sobre praias em Itália</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A medida em Punta Molentis surge num contexto mais amplo de disputas em torno das praias italianas, frequentemente lotadas durante a época balnear. O problema tem-se agravado com o aumento dos custos associados ao aluguer de espreguiçadeiras e chapéus de sol em concessões privadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Jesolo, perto de Veneza, as autoridades reduziram em 20 mil o número de lugares com espreguiçadeiras e chapéus de sol, numa tentativa de criar mais espaço entre visitantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo dados recentes da Altroconsumo, a maior organização italiana de defesa do consumidor, o custo médio de alugar duas espreguiçadeiras e um chapéu de sol numa concessão privada subiu 24% nos últimos cinco anos. Só no último ano, o aumento foi de 6%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Perante estes preços, muitos italianos estão a evitar os clubes de praia privados. Ao mesmo tempo, intensificaram-se nos últimos anos os protestos a exigir mais praias gratuitas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Entre proteção ambiental e direito à sombra</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão da praia de Punta Molentis coloca em confronto duas preocupações distintas: a preservação ambiental de uma zona natural sensível e o direito dos banhistas a protegerem-se do sol.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para as autoridades locais, limitar o uso de equipamentos na praia é uma forma de reduzir o impacto humano sobre um espaço fragilizado por incêndios e fenómenos meteorológicos. Para muitos visitantes, porém, a regra é difícil de compreender, sobretudo por impedir adultos entre os 10 e os 65 anos de montarem o seu próprio chapéu de sol.</p>
<p>A polémica deverá acompanhar a reabertura da praia durante o verão, numa altura em que Itália volta a discutir o acesso, os preços e a gestão das suas praias públicas e privadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774352]]></sapo:autor>
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		<title>Motins em Belfast: família da vítima de ataque à faca tenta travar escalada de tensão e apela a calma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:23:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O apelo surge num contexto de tensão após o ataque, com a família da vítima a tentar impedir que o caso seja instrumentalizado para justificar violência ou confrontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A família da vítima do ataque à faca em Belfast apelou à calma e pediu que o caso não seja usado para dividir a comunidade ou alimentar hostilidade contra migrantes. A declaração foi divulgada através de Phillip Brett, deputado do DUP na Assembleia Legislativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na mensagem, a família pede privacidade e afirma estar “completamente devastada pelo ataque horrível” contra o seu familiar. Ao mesmo tempo, agradece às pessoas que intervieram no momento da agressão e ajudaram a salvar a vida da vítima.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Queremos agradecer profundamente às pessoas locais que corajosamente intervieram durante o ataque. A vossa ação rápida salvou-lhe absolutamente a vida, e nunca esqueceremos o que fizeram por ele naquele momento. Queremos também agradecer aos serviços de emergência e aos médicos e enfermeiros que estão a cuidar dele”, refere a família na declaração.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Apelo contra violência e distúrbios</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A família diz estar consciente das tensões e das conversas sobre eventuais protestos após o ataque, mas sublinha que qualquer reação deve manter-se pacífica.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Queremos deixar absolutamente claro que a agitação durante a noite não é bem-vinda, e que o protesto pacífico é o único caminho possível”, lê-se na declaração divulgada por Phillip Brett no Facebook.</p>
<p class="isSelectedEnd">O apelo surge num contexto de tensão após o ataque, com a família da vítima a tentar impedir que o caso seja instrumentalizado para justificar violência ou confrontos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Família destaca papel dos migrantes</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na mesma declaração, os familiares da vítima fazem questão de sublinhar o contributo dos migrantes para o país, nomeadamente em setores essenciais como a saúde e a hotelaria.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Temos muitos migrantes que dão um contributo profundamente valioso ao nosso país, incluindo no nosso sistema de saúde e no setor da hotelaria, e dependemos deles para fazer o nosso país funcionar”, afirma a família.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os familiares acrescentam que não querem que a tragédia seja usada para alimentar divisões. “Não queremos que esta terrível tragédia seja usada para dividir pessoas ou alimentar hostilidade”, reforçam.</p>
<p>A declaração combina, assim, o agradecimento a quem ajudou a vítima, o reconhecimento do trabalho dos profissionais de emergência e um apelo direto para que a resposta pública ao ataque seja marcada pela calma e pelo respeito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774345]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comissão Europeia propõe orçamento de 200 mil ME para a UE em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia apresentou hoje um projeto de orçamento da União Europeia para 2027, de 200 mil milhões de euros, centrado nos domínios da competitividade, da defesa, da habitação acessível, da resiliência hídrica e da transição energética.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia apresentou hoje um projeto de orçamento da União Europeia para 2027, de 200 mil milhões de euros, centrado nos domínios da competitividade, da defesa, da habitação acessível, da resiliência hídrica e da transição energética.</p>
<p>O executivo comunitário refere que os 200 mil milhões de euros (ME) em autorizações têm em conta a revisão intercalar da política de coesão em vigor (2021-2027) e &#8220;uma série de desenvolvimentos críticos nos últimos anos, incluindo uma pandemia mundial, uma crise energética e o aumento da inflação, o regresso da guerra ao continente europeu, bem como as crescentes tensões geopolíticas&#8221;.</p>
<p>Bruxelas destaca ainda o recente conflito no Médio Oriente, que fez disparar os preços da energia.</p>
<p>Em comunicado, a Comissão destaca que o projeto de orçamento para 2027 inclui um aumento do financiamento de programas emblemáticos &#8212; como o Erasmus+, o Mecanismo Interligar a Europa e o Programa a favor do Mercado Único, continuando simultaneamente a prestar apoio à agricultura.</p>
<p>A maior parcela da proposta (75.761 ME) destina-se à rubrica Coesão, resiliência e valores e a menor (1.150 ME) ao empréstimo de apoio à Ucrânia.</p>
<p>O orçamento anual para 2027, o último do atual Quadro Financeiro Plurianual, terá de ser formalmente adotado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho antes do final do ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774347]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sete pessoas e duas empresas acusadas por incêndio que causou 168 mortos em Hong King</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sete pessoas e duas empresas foram hoje acusadas de 25 crimes, incluindo homicídio involuntário, relacionados com o incêndio ocorrido em novembro de 2025 num arranha-céus residencial em Hong Kong, causando 168 mortos, anunciaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Sete pessoas e duas empresas foram hoje acusadas de 25 crimes, incluindo homicídio involuntário, relacionados com o incêndio ocorrido em novembro de 2025 num arranha-céus residencial em Hong Kong, causando 168 mortos, anunciaram as autoridades.</P><br />
<P>A polícia e a Comissão Independente contra a Corrupção apresentaram hoje acusação contra sete pessoas e duas empresas por 25 crimes, nomeadamente &#8220;homicídio involuntário, conspiração para cometer fraude, &#8220;branqueamento de capitais&#8221;, tentativa de obstrução à justiça e fraude fiscal&#8221;, indicou o Governo, num comunicado.</P><br />
<P>As sete pessoas desempenharam diferentes funções no grande projeto de renovação do Wang Fuk Court e entre elas estão dirigentes e inspetores de uma empresa de consultoria envolvida na renovação de todo o complexo residencial, bem como o empreiteiro principal do projeto, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>O incêndio, o mais mortífero em Hong Kong desde 1948, devastou, em 26 de novembro, sete das oito torres de habitação do complexo Wang Fuk Court, no distrito suburbano de Tai Po, no norte do território, deixando um cenário desolador e centenas de vítimas, 168 das quais morreram.</P><br />
<P>As causas do incêndio foram alvo de uma investigação que durou vários meses, nesta região com estatuto especial da China.</P><br />
<P>Em março, a polícia tinha informado ter detido 38 pessoas por acusações relacionadas com o complexo, incluindo homicídio involuntário e fraude, das quais nove tinham sido acusadas formalmente.</P><br />
<P>A agência anticorrupção informou, no mesmo mês, que também deteve 23 pessoas por suspeita de crimes como suborno e conluio para defraudar.</P><br />
<P>As audiências públicas da comissão de inquérito independente revelaram que quase todas as medidas de segurança destinadas a salvar vidas em caso de incêndio falharam, &#8220;devido a erros humanos&#8221;, como indicou perante a comissão o procurador-geral Victor Dawes.</P><br />
<P>A comissão de inquérito indicou em março que a causa mais provável do incêndio estava relacionada com o facto de os trabalhadores costumarem fumar em cima dos andaimes, o que levou o Governo a ponderar a possibilidade de proibir o fumo em zonas onde se realizem trabalhos de manutenção, reparação ou ampliação, a fim de evitar incidentes semelhantes no futuro.</P><br />
<P>As torres devastadas pelo incêndio estavam em obras e cobertas por andaimes de bambu, redes de proteção não resistentes ao fogo e painéis de espuma, que podem ter contribuído para a rápida propagação do incêndio.</P><br />
<P>Os alarmes de incêndio de sete das oito torres estavam desativados no momento do incêndio, &#8220;atrasando consideravelmente a retirada dos residentes&#8221;, afirmou também Dawes.</P><br />
<P>Milhares de residentes perderam as suas habitações e foram realojados em alojamentos temporários.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774346]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: PCP enaltece apelo ao compromisso e afirma que Portugal &#8220;tem voz própria&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:04:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP elogiou o apelo ao compromisso feito pelo Presidente da República nas comemorações do 10 de Junho e alertou que Portugal, apesar de ter "responsabilidades internacionais", tem "uma voz própria".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PCP elogiou o apelo ao compromisso feito pelo Presidente da República nas comemorações do 10 de Junho e alertou que Portugal, apesar de ter &#8220;responsabilidades internacionais&#8221;, tem &#8220;uma voz própria&#8221;.</P><br />
<P>Em declarações à margem de uma visita à Feira Nacional de Agricultura (FNA), em Santarém, o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, enalteceu a escolha da ilha Terceira como palco das comemorações do 10 de junho deste ano, considerando que é importante, por um lado, &#8220;valorizar o papel das autonomias&#8221; e, por outro, &#8220;relembrar a alguns de que também os Açores, também a ilha Terceira e as Lajes são território nacional&#8221;.</P><br />
<P>O líder do PCP enalteceu ainda o &#8220;apelo ao compromisso&#8221; feito pelo Presidente da República, António José Seguro, salientando que o partido está disponível para &#8220;esse compromisso pelos direitos&#8221;, nomeadamente ao nível dos salários, do Serviço Nacional de Saúde, da habitação ou das creches, enumerou. </P><br />
<P>Paulo Raimundo voltou ainda a referir-se à proposta de lei de alteração ao Código do Trabalho, que será discutida no dia 18 de junho, na generalidade, no parlamento, prometendo, numa crítica indireta ao Governo, enfrentar todos aqueles que falam muitas vezes em compromissos (&#8230;) e em apelos globais, mas estão ao serviço apenas de uma pequena minoria&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O nosso compromisso é com a maioria&#8221;, vincou. </P><br />
<P>Questionado sobre o facto de o Chefe de Estado ter insistido que a &#8220;autonomia estratégica europeia&#8221; é conciliável com a &#8220;defesa transatlântica&#8221;, o secretário-geral do PCP sinalizou que &#8220;o caminho do país é não só o da paz, da cooperação e da solidariedade, mas também de fazer tudo o que está ao seu alcance para que isso seja o caminho dos outros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E portanto, eu acho que o fato do sr. Presidente ter escolhido aquele sítio em concreto, mesmo sem o ter eventualmente referido no seu discurso, acho que é um sinal que dá, e é um sinal positivo&#8221;, acrescentou, numa referência à escolha de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, onde está situada a Base das Lajes, para a sua primeira cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal enquanto Chefe de Estado.</P><br />
<P>Paulo Raimundo salientou que, apesar de Portugal ter &#8220;responsabilidades internacionais&#8221; por estar inserido num mundo global e por pertencer à União Europeia, &#8220;tem uma voz própria&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Portugal tem uma palavra própria sobre os acontecimentos e sobre os desenvolvimentos, e tem uma coisa para cumprir que se chama a Constituição da República Portuguesa. E isso é que deve ser aquilo que no fundamental deve gerar a nossa atuação pública, nacional e internacional&#8221;, rematou, lamentando que o Presidente da República não o tenha &#8220;afirmado de forma clara&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774344]]></sapo:autor>
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		<title>Alfândegas de Moçambique pedem resposta eficaz ao tráfico de espécies selvagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:54:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A diretora-geral adjunta das alfândegas de Moçambique, Ludovina de Manuel, defendeu respostas mais coordenadas e eficazes contra o tráfico internacional de espécies selvagens, pelo "desafio significativo" que o crime representa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A diretora-geral adjunta das alfândegas de Moçambique, Ludovina de Manuel, defendeu respostas mais coordenadas e eficazes contra o tráfico internacional de espécies selvagens, pelo &#8220;desafio significativo&#8221; que o crime representa.</P><br />
<P>Citada numa informação divulgada hoje pela Autoridade Tributária (AT) moçambicana, a responsável pede a integração de perfis de risco específicos nos sistemas de gestão aduaneira para reforçar a capacidade de &#8220;deteção, prevenção e combate ao comércio ilegal de vida selvagem&#8221;.</P><br />
<P>A posição foi assumida no âmbito do Workshop Multirregional sobre Comércio Ilegal de Vida Selvagem, que decorre desde segunda-feira, em Maputo, com representantes de várias administrações aduaneiras africanas e pretende &#8220;reforçar a cooperação e capacitação no combate aos crimes contra a fauna bravia&#8221;.</P><br />
<P>A responsável destacou que o tráfico internacional de espécies selvagens &#8220;continua a representar um desafio significativo para as administrações aduaneiras, exigindo respostas cada vez mais coordenadas e eficazes&#8221;, lê-se na informação da AT.</P><br />
<P>Segundo Ludovina de Manuel, entre 2014 e 2018 as alfândegas de Moçambique registaram cerca de 61 apreensões de produtos provenientes da fauna bravia, 60% das quais no Aeroporto Internacional de Maputo.</P><br />
<P>O workshop, que termina hoje, contou com representantes aduaneiros da República do Congo, Nigéria, Tanzânia, Quénia, Angola, Zimbábue e Zâmbia, sendo considerada uma plataforma importante de partilha de experiências, reforço de capacidade e consolidação da cooperação regional no combate ao comércio ilegal de vida selvagem.</P><br />
<P>A Lusa noticiou que Moçambique é apontando como um dos principais países de origem de pangolins comercializados ilegalmente na China e Vietname, uma lista que inclui outras nove nações africanas, segundo relatório da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES, na sigla em inglês).</P><br />
<P>&#8220;Os supostos países de origem [dos animais] incluíram nove nações africanas, nomeadamente Camarões, República Democrática do Congo, Etiópia, Guiné Equatorial, Gana, Maláui, Moçambique, Nigéria e África do Sul, representando um total estimado de 42.527 pangolins em 25 incidentes, ou seja, 97% de todos os pangolins apreendidos na China&#8221;, lê-se no relatório &#8220;Estado de Conservação, Comércio e Esforços de Fiscalização para Pangolins&#8221;, da Convenção da CITES.</P><br />
<P>O tráfico de marfim é outro dos problemas reportados regularmente em Moçambique, com destino a países asiáticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774341]]></sapo:autor>
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		<title>Partido Likud anuncia recandidatura de Netanyahu nas próximas eleições em Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:52:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, vai recandidatar-se nas próximas eleições, confirmou hoje o seu partido, o Likud, após o Presidente norte-americano Donald Trump ter colocado em dúvida a sua candidatura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, vai recandidatar-se nas próximas eleições, confirmou hoje o seu partido, o Likud, após o Presidente norte-americano Donald Trump ter colocado em dúvida a sua candidatura.</p>
<p class="text-paragraph">Num breve comunicado publicado nos seus canais, o Likud afirma que “Netanyahu irá concorrer às próximas eleições e, com a ajuda de Deus, irá vencer”.</p>
<p class="text-paragraph">O partido de Netanyahu reagia assim às palavras de Trump, que, numa entrevista à rede ABC, pôs em dúvida a vontade do atual primeiro-ministro israelita em continuar no cargo.</p>
<p class="text-paragraph">“Não sei, teve uma carreira incrível. Quer continuar? Porque, como sabem, é um primeiro-ministro em tempo de guerra. Vamos ganhar a guerra muito em breve, de uma forma ou de outra, e sabem que é um primeiro-ministro em tempo de guerra”, disse Trump à ABC, segundo publicou na sua conta do X o diretor da emissora em Washington, Jonathan Karl.</p>
<p class="text-paragraph">Ainda não há uma data concreta para a realização das eleições em Israel, mas estas deverão ser convocadas, o mais tardar, em 27 de outubro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774337]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da Bimba y Lola mais do que quintuplica para 8 ME no ano fiscal de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:52:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O lucro líquido da Bimba y Lola mais do que quintuplicou para oito milhões de euros no ano fiscal de 2025, com vendas a aumentar 7% para 250 milhões, anunciou hoje a empresa galega de moda e acessórios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O lucro líquido da Bimba y Lola mais do que quintuplicou para oito milhões de euros no ano fiscal de 2025, com vendas a aumentar 7% para 250 milhões, anunciou hoje a empresa galega de moda e acessórios.</P><br />
<P>No exercício encerrado a 28 de fevereiro passado, a Bimba y Lola aumentou o lucro em 6,5 milhões de euros face ao ano fiscal anterior, tendo obtido um resultado antes de impostos, juros, amortizações e depreciações (EBITDA) ligeiramente acima de 32 milhões de euros.</P><br />
<P>O valor do EBITDA de 2025 representa 13% das vendas e um aumento de quase 13 milhões de euros em relação ao exercício de 2024. </P><br />
<P>Em comunicado, a empresa explica que esta evolução traduziu o crescimento das vendas comparáveis em todos os mercados e canais da marca: Tanto na sua rede de 321 lojas e &#8216;franchisings&#8217; presentes em 34 países de todo o mundo, como nas diversas plataformas digitais, que representam 22 % do volume de negócios global.</P><br />
<P>Os investimentos realizados na expansão internacional, na modernização da rede de lojas, na automatização da logística, na aquisição de sistemas e na construção de uma nova sede são destacados pela marca como elementos-chave para a sua estratégia a médio e longo prazo, embora impliquem um maior nível de amortizações e um custo de financiamento mais elevado a curto prazo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774339]]></sapo:autor>
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		<title>Médicos do trabalho exigem participar em discussão sobre lei de saúde no trabalho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medicos-do-trabalho-exigem-participar-em-discussao-sobre-lei-de-saude-no-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:52:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A recém-criada Associação Nacional dos Médicos de Medicina do Trabalho (ANaMeT) alertou hoje para a ausência de especialistas desta área no grupo de trabalho que vai redigir a lei geral da segurança e saúde no trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A recém-criada Associação Nacional dos Médicos de Medicina do Trabalho (ANaMeT) alertou hoje para a ausência de especialistas desta área no grupo de trabalho que vai redigir a lei geral da segurança e saúde no trabalho.</P><br />
<P>Em comunicado enviado à Lusa, a associação formada em fevereiro deste ano indicou que pediu formalmente ao secretário de Estado Adjunto e do Trabalho, na segunda-feira, que os médicos do trabalho sejam incluídos e ouvidos no grupo de trabalho, composto por elementos da Autoridade para as Condições do Trabalho, da Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, do Instituto do Emprego e Formação Profissional e do gabinete do secretário de Estado. </P><br />
<P>&#8220;Prepara-se uma lei sobre a saúde no trabalho sem os profissionais que, por imperativo legal, asseguram a vigilância da saúde dos trabalhadores&#8221;, apontou a Associação Nacional dos Médicos de Medicina do Trabalho. </P><br />
<P>Para o presidente da ANaMeT, Mário Freitas, incluir estes especialistas na discussão é fundamental, já que &#8220;uma lei de saúde escrita sem médicos é uma contradição nos termos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Não pedimos este lugar por vaidade: pedimo-lo para os médicos do trabalho, e com ele oferecemos competência, sem qualquer contrapartida&#8221;, acrescentou Mário Freitas. </P><br />
<P>Esta associação mencionou ainda alguns dados sobre saúde no trabalho, referindo que, em Portugal, morre um trabalhador em acidente de trabalho em cada dois a três dias e, a nível mundial, &#8220;estima-se que sejam as doenças &#8211; e não os acidentes &#8211; a causar cerca de 86% das mortes ligadas ao trabalho&#8221;. </P></p>
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		<title>Ébola: União Africana insta Estados-membros a reforçarem controlos fronteiriços</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:47:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A agência de saúde pública da União Africana (UA) instou hoje os Estados-membros a reforçarem os controlos nas fronteiras aéreas, marítimas e terrestres para conter a propagação da epidemia de ébola declarada no leste da República Democrática do Congo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência de saúde pública da União Africana (UA) instou hoje os Estados-membros a reforçarem os controlos nas fronteiras aéreas, marítimas e terrestres para conter a propagação da epidemia de ébola declarada no leste da República Democrática do Congo.</P><br />
<P>Numa carta enviada aos ministros da saúde destes países, citada pela EFE, o diretor-geral dos Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças (Africa CDC), Jean Kaseya, apelou a medidas coordenadas no sentido de reduzir o risco de transmissão transfronteiriça sem afetar a mobilidade, o comércio ou as operações humanitárias.</P><br />
<P>&#8220;Os controlos de saída oferecem aos países uma ferramenta prática, visível e baseada na ciência para reduzir os riscos, tranquilizar as comunidades e evitar interrupções desnecessárias nas viagens, no comércio e nas operações de resposta&#8221;, salientou Kaseya.</P><br />
<P>A carta foi enviada antes de uma reunião de alto nível agendada para 16 de junho, entre chefes de Estado africanos e parceiros internacionais, para mobilizar recursos e apoio político para acelerar a resposta à epidemia.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes divulgados pelas autoridades congolesas, o surto declarado a 15 de maio já provocou 115 mortes e 598 casos confirmados.</P><br />
<P>A epidemia alastrou para o vizinho Uganda, onde foram detetadas até à data 19 infeções, incluindo 14 casos considerados importados da República Democrática do Congo, e registadas duas mortes.</P><br />
<P>O surto é provocado pela estirpe Bundibugyo, que tem uma taxa de letalidade entre os 30% e os 50% e para a qual não existe atualmente vacina ou tratamento específico autorizado, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que considera o risco elevado para a África Subsariana e baixo a nível global.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774333]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: Seguro sugere alterações ao modelo de financiamento das regiões autónomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:45:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço de áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Angra do Heroísmo, Açores, 10 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República sugeriu hoje alterações ao modelo de financiamento das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, considerando que deve refletir &#8220;com mais precisão e mais justiça a especificidade destas regiões&#8221;.</P><br />
<P>António José Seguro falou brevemente deste tema a meio do seu discurso na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.</P><br />
<P>&#8220;Cinquenta anos de autonomia revelam também o que ficou por fazer: as assimetrias persistentes entre o continente e as regiões autónomas, o custo real da insularidade que continua a pesar sobre famílias e empresas, a necessidade de um modelo de financiamento que reflita com mais precisão e mais justiça a especificidade destas regiões&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O Presidente da República &#8212; que seguirá na quinta-feira para o Funchal &#8212; decidiu comemorar o 10 de Junho na ilha Terceira no ano em que Açores e Madeira celebram os 50 anos da consagração constitucional da sua autonomia regional.</P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado, &#8220;cinquenta anos depois, a resposta dos Açores e da Madeira é inequívoca: a autonomia não enfraqueceu Portugal, fortaleceu-o&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Criou instituições com legitimidade democrática, desenvolveu políticas adaptadas às realidades locais, gerou identidades regionais robustas que não contradizem a identidade portuguesa, antes a enriquecem&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Presidente da República defendeu que este aniversário não deve ser &#8220;um exercício de nostalgia&#8221;, mas sim &#8220;um convite à lucidez&#8221;.</P><br />
<P>Na assistência, estavam, entre outros, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e o ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, e o presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro.</P><br />
<P>Esta cerimónia, realizada no Cerrado do Bailão, contou também com a presença do anterior Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774331]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moçambique quer ensino técnico com competências voltadas ao setor privado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:42:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado do Ensino Técnico-Profissional moçambicano, Leo Jamal, reconheceu hoje desafios no processo de transição do modelo tradicional desse ensino para um sistema baseado em competências, que visa responder às necessidades do setor privado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado do Ensino Técnico-Profissional moçambicano, Leo Jamal, reconheceu hoje desafios no processo de transição do modelo tradicional desse ensino para um sistema baseado em competências, que visa responder às necessidades do setor privado.</P><br />
<P>Segundo Leo Jamal, que falava durante um painel no segundo Fórum de Negócios Moçambique &#8211; União Europeia (Global Gateway), o país iniciou em 2006 um processo de reforma da educação profissional que visava, essencialmente, migrar de um modelo de ensino clássico para um modelo baseado em competências.</P><br />
<P>&#8220;Nos últimos anos estamos a consolidar esse sistema, que permite que os nossos formandos, não só sejam formados em termos de disciplinas, mas sejam formados de forma que em cada disciplina possam ter alguma competência efetiva. Por isso, mudamos do sistema de formação clássico baseado em disciplinas para um sistema de formação baseado em módulos&#8221;, explicou o governante, durante o último dia do evento que reuniu empresas e quadros do Governo moçambicano e de países europeus, em Maputo.</P><br />
<P>O Governo tem em curso, há vários anos, reformas no setor de educação profissional, contando o país com 264 instituições, de acordo com dados de 2024, um crescimento face aos 171 registados em 2017, e desse total, 162 são privadas. </P><br />
<P>Já o número de estudantes no ensino profissional também cresceu, com registo, em 2024, de 122 mil alunos, dos quais 70% em instituições privadas, contra os 83 mil dos dados de 2017.</P><br />
<P>O secretário de Estado do Ensino Técnico-Profissional referiu que, ao contrário do modelo clássico, a formação baseada em módulos permite que o formando, desde a sua entrada na instituição de ensino, comece a adquirir competências específicas, passando a desenvolver, de forma progressiva, novas habilidades que respondem, em cada etapa, &#8220;todas as necessidades do mercado&#8221;, sendo, segundo o dirigente, &#8220;um sistema muito flexível&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que um modelo baseado em competência é o modelo que mais responde às necessidades do setor privado. O setor privado quer alguém que saiba fazer. Não quer alguém apenas com conhecimento, mas alguém que sabe fazer alguma coisa&#8221;, afirmou o governante.</P><br />
<P>Apesar das vantagens do modelo, Jamal reconheceu que o principal desafio do país está na transição do sistema de formação &#8211; sobretudo na área da saúde &#8211; do modelo clássico para um baseado em competências, sublinhando que o esforço tem estado em garantir que as instituições adotem e implementem efetivamente este novo paradigma de ensino.</P><br />
<P>&#8220;Por isso, queremos continuar a consolidar esta reforma de educação profissional que está em curso no nosso país. Mas entendemos também que devíamos aprimorar os mecanismos de articulação&#8221;, avançou, destacando ainda a aprovação de um Mecanismo de Coordenação de Parceiros de Educação Profissional e de financiamento para educação profissional nacional.</P><br />
<P>Sublinhou que, apesar dos investimentos do Governo no sistema de educação profissional, na modernização das instituições e dos equipamentos pedagógicos, bem como na capacitação dos formadores e na melhoria dos mecanismos de financiamento, é indispensável o envolvimento de parceiros do setor produtivo para assegurar a construção de uma ligação efetiva entre a formação e a empregabilidade.</P><br />
<P>&#8220;Nós achamos que o setor produtivo deve mais uma vez ser convidado a continuar a participar naquilo que é o apoio que nos dão no desenvolvimento de competências, na criação das nossas qualificações, mas sobretudo continuar a participar naquilo que é o financiamento que precisamos para o desenvolvimento desse subsistema de ensino técnico-profissional&#8221;, concluiu Léo Jamal.</P><br />
<P>Em dezembro, as autoridades moçambicanas avançaram que Moçambique vai investir cerca de 12 milhões de dólares (10,3 milhões de euros) para reabilitar nove instituições de ensino técnico a partir desse ano, para resolver o problema da empregabilidade no país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774328]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: Seguro pede diálogo &#8220;em tempos de trincheiras&#8221; e coragem para fazer &#8220;escolhas difíceis&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, pediu hoje diálogo "em tempos de trincheiras" e coragem para se fazer "escolhas difíceis", defendendo mudanças no mercado de trabalho e na habitação que permitam fixar jovens no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, pediu hoje diálogo &#8220;em tempos de trincheiras&#8221; e coragem para se fazer &#8220;escolhas difíceis&#8221;, defendendo mudanças no mercado de trabalho e na habitação que permitam fixar jovens no país.</p>
<p>&#8220;Com honestidade, o Estado e as empresas têm de reconhecer que o mercado de trabalho ainda não aprendeu a recompensar adequadamente o conhecimento e a inovação. E isso é inaceitável e temos de o alterar&#8221;, considerou, no seu discurso do 10 de Junho, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.</p>
<p>O chefe de Estado defendeu que Portugal precisa &#8220;de políticas que fixem talento em vez de o exportar, de salários que reflitam a produtividade e a qualificação dos trabalhadores portugueses, de um mercado de habitação que permita aos jovens construir uma vida no país onde nasceram ou estudaram, de um Estado que simplifique em vez de complicar, que antecipe em vez de reagir, que planeie além do mandato em vez de gerir apenas a urgência do presente&#8221;.</p>
<p>Na parte final da sua intervenção na cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, realizada em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores, António José Seguro falou da necessidade das &#8220;palavras do meio&#8221;, que &#8220;se abrem como convite ao diálogo&#8221;, nestes &#8220;tempos de trincheiras&#8221;.</p>
<p>&#8220;As ansiedades que sentimos na economia, na geopolítica, na segurança das cidades, na proteção dos mais desfavorecidos, nas questões muito concretas da vida das pessoas reais, criam esse impulso de fechar fileiras, de escolher um lado, de erguer muros&#8221;, declarou.</p>
<p>O Presidente da República apelou, por isso, à tolerância e à criação de pontes, contra &#8220;o vírus da polarização, que tende a substituir a argumentação, o debate e a negociação&#8221;, referindo que a sua eleição &#8220;foi marcada pelo desejo de unir os portugueses e de unir Portugal&#8221;.</p>
<p>Segundo António José Seguro, este é também um tempo que &#8220;pede coragem&#8221; para &#8220;fazer escolhas difíceis sem ceder ao populismo&#8221;, para &#8220;dizer a verdade mesmo quando é desconfortável&#8221; e decidir em função do &#8220;interesse de longo prazo mesmo quando o ciclo eleitoral empurra para o curto prazo&#8221;, e que &#8220;exige ambição&#8221;.</p>
<p>Ao falar da emigração de jovens qualificados, o chefe de Estado sustentou que &#8220;o problema não é o talento&#8221;, contrapondo: &#8220;O que se ganhou em qualificação não tem sido acompanhado em remuneração. A habitação é praticamente inacessível e esgota qualquer orçamento familiar&#8221;.</p>
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