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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 03 Aug 2026 17:31:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ucrânia estreia drones navais que atacam alvos russos em terra na Crimeia. &#8220;A guerra entrou numa nova dimensão&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drone Magura]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação foi conduzida no final de julho pela unidade especial Group 13 da Direção Principal de Informações da Defesa da Ucrânia (HUR)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia utilizou pela primeira vez uma nova versão dos drones navais Magura equipada com drones FPV (First Person View) para atacar alvos terrestres russos na Crimeia ocupada, numa operação que Kiev considera representar uma nova fase da guerra no Mar Negro, segundo o &#8216;Kyiv Independent&#8217;.</p>
<p>A operação foi conduzida no final de julho pela unidade especial Group 13 da Direção Principal de Informações da Defesa da Ucrânia (HUR).</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">⚡️Ukraine&#39;s naval drones just started hitting land targets too.<a href="https://x.com/DI_Ukraine?ref_src=twsrc%5Etfw">@DI_Ukraine</a> Group 13 operators used Magura sea drones equipped with FPV drones to strike Russian radar infrastructure in occupied Crimea — a first for this platform.</p>
<p>Targets destroyed:</p>
<p>💥 Control vehicle of the… <a href="https://t.co/47aj6T1qJt">pic.twitter.com/47aj6T1qJt</a></p>
<p>&mdash; Army Media 🇺🇦 (@armyinformcomua) <a href="https://x.com/armyinformcomua/status/2084190798141083851?ref_src=twsrc%5Etfw">August 3, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Radares russos entre os alvos</strong></p>
<p>De acordo com os serviços secretos militares ucranianos, os ataques atingiram um veículo de comando do sistema de radar Podlet e um radar de identificação amigo-inimigo Parol-4, utilizados pelas forças russas na Crimeia ocupada.</p>
<p>Segundo o HUR, esta foi a primeira vez que as plataformas navais Magura serviram de base para lançar drones FPV contra objetivos em terra.</p>
<p>&#8220;De agora em diante, os nossos Magura ameaçam também os ocupantes russos em terra. Isto muda fundamentalmente a guerra para uma nova dimensão&#8221;, afirmou a agência.</p>
<p><strong>Arma que já afundou navios e abateu aviões</strong></p>
<p>Os drones Magura tornaram-se uma das armas mais eficazes da Ucrânia no Mar Negro.</p>
<p>Segundo o HUR, a unidade Group 13 destruiu até agora nove embarcações russas, danificou outras cinco, abateu três helicópteros, dois aviões de combate e danificou ainda outro helicóptero utilizando estas plataformas navais.</p>
<p>A versão mais recente dos Magura foi apresentada publicamente em maio de 2025 e, desde então, tem desempenhado um papel central na campanha ucraniana contra a frota russa no Mar Negro.</p>
<p><strong>Explosões em vários pontos da Crimeia</strong></p>
<p>A operação coincidiu com uma nova vaga de explosões e incêndios registados durante a madrugada de domingo em vários pontos da Crimeia ocupada.</p>
<p>Moradores relataram explosões em Kerch, cidade onde se localiza a ponte que liga a península ao território russo. A circulação naquela infraestrutura foi temporariamente suspensa.</p>
<p>Segundo canais ucranianos no Telegram, uma subestação elétrica em Kerch terá sido atingida. Imagens de satélite mostraram também um incêndio junto de um acampamento de trabalhadores envolvidos na construção da Ponte da Crimeia, a poucas centenas de metros de um terminal de petróleo e gás que já tinha sido alvo de ataques anteriores.</p>
<p>Também foram registados incêndios num depósito de combustível em Feodosia e no mercado central de Kerch.</p>
<p><strong>Kiev diz ter atingido centros logísticos militares</strong></p>
<p>O Estado-Maior ucraniano confirmou posteriormente ataques contra várias infraestruturas logísticas militares russas na Crimeia ocupada.</p>
<p>Entre os alvos estão um armazém logístico e uma base de reparação utilizada por uma brigada de artilharia russa perto de Nove Zhyttia, onde eram armazenadas armas, peças sobresselentes e equipamento militar.</p>
<p>As forças ucranianas afirmam ainda ter atingido outros armazéns logísticos nas zonas de Okunivka e Naumivka, bem como um centro de comunicações próximo de Artemivka.</p>
<p><strong>Rússia diz ter abatido 131 drones</strong></p>
<p>Por seu lado, o Ministério da Defesa russo afirmou ter intercetado 131 drones ucranianos durante a noite sobre a Crimeia ocupada, o Mar Negro e várias regiões da Rússia.</p>
<p>As alegações de ambas as partes não puderam ser verificadas de forma independente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797174]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Galp paga dividendo intercalar de 35 cêntimos por ação em agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[galp]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Administração da Galp Energia vai distribuir um dividendo intercalar, a título de antecipação dos lucros do exercício de 2026, no valor fixo bruto de 35 cêntimos por ação, foi hoje comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho de Administração da Galp Energia vai distribuir um dividendo intercalar, a título de antecipação dos lucros do exercício de 2026, no valor fixo bruto de 35 cêntimos por ação, foi hoje comunicado ao mercado. </P><br />
<P>Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Galp comunica que o dividendo intercalar será pago aos acionistas a partir de 21 de agosto. </P><br />
<P>Como a Lusa noticiou, a Galp vai propor um aumento de 10% no dividendo de 2026, elevando-o para 70 cêntimos, depois da revisão em alta das previsões de EBITDA e de &#8216;cash flow&#8217; operacional para este ano, para 4.000 e 3.000 milhões de euros, respetivamente. </P><br />
<P>&#8220;O Conselho de Administração vai propor um aumento de 10% no dividendo por ação para 2026. Isto eleva o valor para 70 cêntimos&#8221;, afirmou na semana passada a co-presidente executiva (co-CEO) da petrolífera, Maria João Carioca, durante uma &#8216;conference call&#8217; com analistas, acrescentando que o primeiro pagamento intercalar ocorrerá em agosto.</P><br />
<P>Adicionalmente, a co-CEO anunciou uma revisão em alta do resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortizações (EBITDA) e do &#8216;cash flow&#8217; operacional previstos para o exercício em curso, que passam a ser de 4.000 e 3.000 milhões de euros, respetivamente, contra os anteriormente previstos 2.600 e 2.000 milhões de euros.</P><br />
<P>Segundo salientou, estas decisões &#8220;refletem não só os sólidos resultados alcançados até ao momento em 2026, mas também a confiança do Conselho de Administração na resiliência e na qualidade da carteira da Galp ao longo do ciclo&#8221;.</P><br />
<P>A contribuir para este otimismo está a evolução do preço do barril de petróleo Brent, que na projeção inicial da Galp para este ano, prévia ao início do conflito no Médio Oriente, era de 60 dólares, mas se fixa atualmente nos 80 dólares e, para o segundo semestre, se situa nos 70 dólares por barril.</P><br />
<P>Adicionalmente, a Galp aponta agora para uma produção petrolífera mais forte, estimada em cerca de 130.000 barris por dia, e para uma &#8220;contribuição robusta e contínua do segmento de refinação&#8221;, com as respetivas margens a aumentarem para os 13 dólares por barril, muito acima das anteriores previsões de 5,5 dólares por barril.</P><br />
<P>O lucro da Galp aumentou 44%, para 812 milhões de euros, no primeiro semestre face ao período homólogo, impulsionado pelo aumento da produção de petróleo no Brasil e da cotação do Brent, comunicou no dia 27 de julho a petrolífera portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797160]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Amazon atinge recorde de 3.000 milhões de dólares de capitalização bolsista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Amazon atingiu um recorde de 3.000 milhões de dólares (cerca de 2.601 milhões de euros) de capitalização bolsista, impulsionada pelos resultados trimestrais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Amazon atingiu um recorde de 3.000 milhões de dólares (cerca de 2.601 milhões de euros) de capitalização bolsista, impulsionada pelos resultados trimestrais. </P><br />
<P>A empresa alcançou um valor de mercado de 3.060 milhões de dólares, sendo agora a quinta empresa de capital aberto mais valiosa do mundo, atrás da Nvidia, Alphabet, Apple e Microsoft. </P><br />
<P>Pelas 16:29 (hora de Lisboa), as ações da empresa subiam 5% para 285,66 dólares (aproximadamente 248 euros).</P><br />
<P>Na quinta-feira, a Amazon divulgou os resultados do segundo trimestre, período em que o seu lucro mais do que triplicou para 62.647 milhões de dólares (54.314 milhões de euros). </P><br />
<P>A receita atingiu, neste período, 200.606 milhões de dólares (quase 174.000 milhões de euros), mais 20%.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797162]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Surto de doença intestinal faz as primeiras vítimas mortais nos EUA. Autoridades procuram origem da contaminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ciclosporíase]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o Departamento de Saúde do Michigan, ambas as vítimas apresentavam problemas de saúde graves que poderão ter sido agravados pela infeção e pela desidratação provocada pela doença]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O maior surto de ciclosporíase alguma vez registado nos Estados Unidos fez as primeiras vítimas mortais. Duas pessoas morreram no estado do Michigan, onde as autoridades de saúde contabilizam já mais de 11 mil casos associados à doença intestinal causada pelo parasita Cyclospora, segundo a &#8216;Reuters&#8217;.</p>
<p>De acordo com o Departamento de Saúde do Michigan, ambas as vítimas apresentavam problemas de saúde graves que poderão ter sido agravados pela infeção e pela desidratação provocada pela doença.</p>
<p><strong>Investigação aponta para alface icebergue</strong></p>
<p>As autoridades federais continuam a investigar a origem do surto.</p>
<p>Segundo a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA), a investigação relacionou os casos registados em nove estados com alface icebergue proveniente das operações da empresa Taylor Farms, no centro do México. Ainda assim, os investigadores sublinham que continuam à procura de outras possíveis fontes de contaminação.</p>
<p>Até ao momento, não foram divulgadas novas conclusões sobre a investigação.</p>
<p><strong>Michigan concentra milhares de casos</strong></p>
<p>O Michigan continua a ser o estado mais afetado.</p>
<p>Os dados atualizados esta segunda-feira apontam para 11.234 casos, mais 461 do que na última atualização, e 193 hospitalizações relacionadas com o surto.</p>
<p>O condado de Wayne é o mais atingido, com 1.379 infeções confirmadas. A faixa etária entre os 30 e os 39 anos concentra o maior número de casos, com 2.216 pessoas afetadas.</p>
<p><strong>Casos continuam a aumentar nos Estados Unidos</strong></p>
<p>Os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) alertam que os casos de ciclosporíase têm aumentado de forma constante nas últimas semanas.</p>
<p>Até 28 de julho, o organismo tinha confirmado 6.707 casos em laboratório em todo o país, aos quais se somam mais de 11.500 casos suspeitos, ainda em fase de confirmação ou investigação.</p>
<p>A diferença entre os números nacionais e os divulgados pelo Michigan explica-se porque os CDC contabilizam apenas casos confirmados laboratorialmente, enquanto os departamentos de saúde estaduais também incluem infeções consideradas prováveis.</p>
<p><strong>O que é a ciclosporíase?</strong></p>
<p>A ciclosporíase é uma infeção intestinal provocada pelo parasita Cyclospora cayetanensis. Embora raramente seja fatal, pode causar diarreia intensa, náuseas, dores abdominais, perda de apetite, fadiga e desidratação, sendo particularmente perigosa para pessoas idosas, imunodeprimidas ou com doenças crónicas.</p>
<p>Segundo as autoridades de saúde, a doença está frequentemente associada ao consumo de alimentos frescos contaminados, como frutas e vegetais, e pode exigir tratamento médico para evitar complicações em doentes mais vulneráveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797166]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trump acusa Irão de &#8220;hipocrisia&#8221; e ameaça manter bloqueio naval até haver acordo ou &#8220;rendição total&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Washington insiste que existem contactos para retomar as negociações de paz, apesar de Teerão negar que esteja a dialogar diretamente com os Estados Unidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a endurecer o discurso contra o Irão e garantiu que o bloqueio naval à costa iraniana se manterá &#8220;até que seja alcançado um acordo ou haja uma rendição total&#8221;. As declarações surgem numa altura em que Washington insiste que existem contactos para retomar as negociações de paz, apesar de Teerão negar que esteja a dialogar diretamente com os Estados Unidos.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, Trump acusou a liderança iraniana de adotar uma atitude &#8220;incrivelmente hipócrita&#8221;, alegando que pede reuniões com Washington enquanto afirma publicamente que não existem negociações.</p>
<p>&#8220;Pedem uma reunião, alguns diriam até que imploram, as conversas começam e outras já estão agendadas. No entanto, dizem orgulhosamente que não estão a negociar nada&#8221;, escreveu o Presidente dos Estados Unidos na rede social &#8216;Truth Social&#8217;.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Iranian Leadership is unbelievably duplicitous! They ask for a meeting, some would say “beg,” talks begin, with more scheduled in the immediate future, and they say, openly and proudly, that they’re not having any discussions, that nothing is being talked about, and they’re only… <a href="https://t.co/iKJP56f5ya">pic.twitter.com/iKJP56f5ya</a></p>
<p>&mdash; Commentary Donald J. Trump Truth Social Posts On X (@TrumpTruthOnX) <a href="https://x.com/TrumpTruthOnX/status/2084300192858435787?ref_src=twsrc%5Etfw">August 3, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>&#8220;O Estreito de Ormuz está sob controlo dos EUA&#8221;</strong></p>
<p>Trump voltou também a referir-se ao Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo.</p>
<p>Segundo o presidente dos Estados Unidos, Teerão continua a afirmar que controla aquela passagem estratégica, mas essa versão não corresponde à realidade.</p>
<p>&#8220;O Estreito de Ormuz está sob controlo absoluto da Marinha dos Estados Unidos. Nada vai para o Irão sem que o permitamos e nada acontecerá até existir um acordo ou uma rendição total&#8221;, afirmou.</p>
<p>O chefe de Estado reiterou igualmente a sua posição de que o Irão &#8220;nunca terá uma arma nuclear&#8221;.</p>
<p><strong>Irão nega negociações diretas</strong></p>
<p>Apesar das declarações de Trump, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ismail Bagaei, garantiu que a República Islâmica não está atualmente a negociar com Washington.</p>
<p>Segundo o responsável, qualquer decisão sobre um eventual diálogo dependerá dos desenvolvimentos futuros.</p>
<p>Por agora, explicou, o Irão mantém apenas conversações com Omã para encontrar uma solução que permita garantir uma passagem segura no Estreito de Ormuz, corredor por onde passava cerca de 20% do petróleo bruto comercializado mundialmente.</p>
<p><strong>Guerra continua sem solução</strong></p>
<p>As declarações surgem num contexto de forte tensão regional.</p>
<p>Embora Estados Unidos e Irão tenham assinado, em junho, um memorando de entendimento destinado a abrir um processo de paz, os confrontos regressaram pouco depois, levando Teerão a anunciar o encerramento do Estreito de Ormuz e Washington a restabelecer o bloqueio naval à costa iraniana.</p>
<p>Segundo Trump, países como a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Qatar pediram-lhe para suspender as operações militares, na esperança de criar condições para um acordo com Teerão. O Presidente dos Estados Unidos afirmou ainda que o próprio Irão lhe pediu para cancelar um ataque que classificou como &#8220;o maior desde a Segunda Guerra Mundial&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797161]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Caso OpenAI não foi único: Anthropic admite que os seus modelos de IA escaparam ao ambiente de testes e &#8216;hackearam&#8217; sistemas reais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/caso-openai-nao-foi-unico-anthropic-admite-que-os-seus-modelos-de-ia-escaparam-ao-ambiente-de-testes-e-hackearam-sistemas-reais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OpenAI]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os modelos envolvidos estão o Claude Opus 4.7, o Mythos 5 e um modelo experimental utilizado em investigação interna]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da OpenAI ter revelado que alguns dos seus modelos de inteligência artificial conseguiram escapar a ambientes de testes isolados e aceder a sistemas externos, surgiu agora um caso semelhante envolvendo a Anthropic. Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, a empresa confirmou que três dos seus modelos conseguiram aceder, sem autorização, à infraestrutura informática de três organizações reais durante avaliações internas de cibersegurança.</p>
<p>Entre os modelos envolvidos estão o Claude Opus 4.7, o Mythos 5 e um modelo experimental utilizado em investigação interna.</p>
<p><strong>O que aconteceu?</strong></p>
<p>A Anthropic decidiu rever todos os seus testes depois de a OpenAI ter divulgado recentemente vários incidentes de segurança.</p>
<p>Nesse caso, alguns modelos da OpenAI conseguiram explorar uma vulnerabilidade zero-day e aceder à infraestrutura da plataforma Hugging Face. A empresa revelou ainda que identificou outros episódios em que modelos utilizaram credenciais de contas expostas publicamente para aceder a serviços disponíveis na Internet.</p>
<p>Perante estes acontecimentos, a Anthropic analisou 141.006 execuções dos seus próprios modelos para confirmar se algum deles teria conseguido sair do ambiente isolado de testes.</p>
<p>Foi então que descobriu três incidentes distintos.</p>
<p><strong>Um erro de configuração abriu a porta</strong></p>
<p>Segundo explicou a empresa, os modelos estavam a participar em exercícios do tipo capture the flag, uma prova utilizada para avaliar capacidades de cibersegurança.</p>
<p>Nestes desafios, o objetivo consiste em encontrar uma informação secreta escondida numa máquina de teste, simulando um ataque informático, mas sempre dentro de um ambiente totalmente isolado.</p>
<p>A Anthropic garantiu que informou os modelos de que se encontravam numa simulação sem acesso à Internet.</p>
<p>Contudo, um erro de configuração por parte de um parceiro responsável pelos testes acabou por permitir esse acesso.</p>
<p>Sem saber que estavam ligados a sistemas reais, os modelos trataram os servidores externos como se fizessem parte do exercício.</p>
<p><strong>Como conseguiram entrar?</strong></p>
<p>Segundo a empresa, os modelos recorreram apenas a técnicas relativamente simples, explorando palavras-passe fracas e pontos de acesso sem autenticação.</p>
<p>A Anthropic sublinha que não foram exploradas vulnerabilidades complexas nem houve qualquer comportamento para além do necessário para completar a tarefa prevista no exercício.</p>
<p>Num dos casos, um modelo mais antigo continuou a operar mesmo depois de existirem indícios de que já estava ligado à Internet. Já uma versão mais recente interrompeu imediatamente a atividade assim que percebeu que tinha saído do ambiente de testes.</p>
<p><strong>Empresas afetadas foram notificadas</strong></p>
<p>Depois de identificar os incidentes, a Anthropic suspendeu todas as avaliações de cibersegurança que estavam em curso e contactou as três organizações afetadas.</p>
<p>Duas responderam à empresa, afirmando não ter detetado qualquer atividade suspeita nos seus sistemas, estando agora a colaborar na investigação. A terceira organização ainda não respondeu.</p>
<p>O caso surge poucos dias depois das revelações da OpenAI e volta a levantar questões sobre a forma como os modelos de inteligência artificial são avaliados e sobre os mecanismos de isolamento utilizados durante testes de segurança, numa altura em que estas tecnologias assumem capacidades cada vez mais avançadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797157]]></sapo:autor>
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		<title>Escala a Ponte de Brooklyn, despe-se e lança-se ao rio com uma mochila de entregas. Saiu vivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes do salto, escalou a torre norte da histórica ponte, no lado de Manhattan, despiu-se completamente e ainda hasteou a bandeira do Cazaquistão no topo da estrutura]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 44 anos sobreviveu a uma queda de cerca de 85 metros depois de se lançar nu do topo da Ponte de Brooklyn, em Nova Iorque, utilizando uma mochila de entregas de comida como um improvisado &#8220;paraquedas&#8221;.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Mundo&#8217;, o protagonista é Galymzhan Abaildayev, um cidadão de origem cazaque que vive em Nova Iorque.</p>
<p>Antes do salto, escalou a torre norte da histórica ponte, no lado de Manhattan, despiu-se completamente e ainda hasteou a bandeira do Cazaquistão no topo da estrutura.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Yesterday, a naked man planted foreign flags on the Brooklyn Bridge before surviving a ~275 foot plunge into the East River</p>
<p>We just learned his identity: Galymzhan Abaildayev, 44, possibly from Kazakhstan</p>
<p>We are seeking info from DHS on this incident<a href="https://t.co/FZNSv7Xwhg">pic.twitter.com/FZNSv7Xwhg</a></p>
<p>&mdash; Border Hawk (@BorderHawkNews) <a href="https://x.com/BorderHawkNews/status/2084305661236494474?ref_src=twsrc%5Etfw">August 3, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Uma mochila para tentar amortecer a queda</strong></p>
<p>Várias testemunhas filmaram o momento em que o homem se lançou ao rio East.</p>
<p>Nas imagens, é possível vê-lo a segurar a mochila de entregas nas costas, aparentemente na tentativa de reduzir a velocidade da queda ou amortecer o impacto.</p>
<p>Apesar dos cerca de 85 metros de queda livre, Abaildayev sobreviveu.</p>
<p>Foi resgatado pouco depois por agentes da Autoridade Portuária de Nova Iorque e transportado para um hospital, onde ficou internado em estado considerado estável.</p>
<p><strong>Vai responder em tribunal</strong></p>
<p>Depois de receber alta médica, o homem foi formalmente acusado pelas autoridades de vários crimes.</p>
<p>Entre as acusações estão conduta imprudente, atentado ao pudor, invasão de propriedade, perturbação da ordem pública e vandalismo.</p>
<p>As autoridades norte-americanas não divulgaram qualquer explicação para o comportamento do homem nem indicaram se este sofre de problemas de saúde mental.</p>
<p>O caso ocorreu poucos dias depois da estreia de Homem-Aranha: Um Novo Dia, levando vários meios de comunicação locais a estabelecer um paralelo irónico com a nova aventura do super-herói mais famoso de Nova Iorque. Segundo o El Mundo, porém, não existe qualquer indicação de que o filme tenha estado relacionado com a decisão do homem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797154]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crise migratória em Ceuta já deixa 100 mortos e sobrecarrega o necrotério: &#8220;Quando chegávamos, pisavam-nos a cabeça&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ceuta]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de pessoas chegaram praticamente ao mesmo tempo ao quebra-mar de Tarajal, tentando agarrar-se às rochas enquanto outras continuavam a chegar por trás. Sem espaço para descansar e sem conseguirem tocar no fundo, muitos acabaram por perder as forças]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante alguns segundos conseguia respirar. Logo depois voltava a desaparecer debaixo de água, empurrado pelo peso de dezenas de pessoas que nadavam na mesma direção. À sua volta, havia braços, pernas, sapatos e corpos a lutar pelo mesmo objetivo: alcançar as rochas de Tarajal e entrar em Ceuta.</p>
<p>É assim que Ashraf, um dos jovens marroquinos que conseguiu sobreviver à travessia em massa da passada semana, descreve ao &#8216;El Español&#8217; os momentos que viveu no mar.</p>
<p>&#8220;Quando chegámos às rochas, as pessoas estavam a pisar-nos a cabeça&#8221;, recorda. &#8220;Toda a gente queria subir. Se um de nós afundasse, os outros continuavam porque também não conseguiam parar.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Parar significava afundar&#8221;</strong></p>
<p>Segundo o jovem, ninguém tentava magoar deliberadamente os outros. O problema era o desespero.</p>
<p>Milhares de pessoas chegaram praticamente ao mesmo tempo ao quebra-mar de Tarajal, tentando agarrar-se às rochas enquanto outras continuavam a chegar por trás. Sem espaço para descansar e sem conseguirem tocar no fundo, muitos acabaram por perder as forças.</p>
<p>Ashraf recorda que viu vários corpos ainda antes de chegar à margem.</p>
<p>Alguns flutuavam junto às rochas. Outros surgiam entre os grupos que continuavam a nadar.</p>
<p>&#8220;Na água, só via cabeças a aparecer e desaparecer, mãos à procura de uma pedra e pessoas que continuavam a avançar porque parar também não era uma opção&#8221;, conta.</p>
<p><strong>Um necrotério improvisado para centenas de vítimas</strong></p>
<p>A dimensão da tragédia obrigou Ceuta a tomar uma decisão inédita.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Español&#8217;, o necrotério habitual da cidade deixou rapidamente de ter capacidade para receber tantas vítimas, levando as autoridades a instalar uma estrutura temporária no antigo Hospital Militar, preparada para acolher até 200 corpos.</p>
<p>Os especialistas forenses continuam a realizar autópsias e a tentar identificar as vítimas.</p>
<p>Quando não existem documentos de identificação, o processo passa pela recolha de impressões digitais, fotografias, amostras de ADN e pela comparação com informações fornecidas pelas famílias.</p>
<p>Em muitos casos, os únicos elementos disponíveis são uma peça de roupa, uma cicatriz, uma pulseira ou um telemóvel protegido dentro de um saco de plástico.</p>
<p><strong>Famílias continuam à procura dos desaparecidos</strong></p>
<p>À medida que os dias passam, a identificação torna-se mais difícil.</p>
<p>Os corpos recuperados após vários dias no mar apresentam um elevado estado de decomposição, tornando indispensável o recurso a análises genéticas.</p>
<p>Entretanto, famílias do norte de Marrocos continuam a contactar associações, consulados e meios de comunicação social na esperança de descobrir o paradeiro de filhos, irmãos ou sobrinhos que deixaram de responder ao telefone depois de anunciarem que tentariam chegar a Ceuta.</p>
<p><strong>O mar continua a devolver corpos</strong></p>
<p>As operações de busca prosseguem nas águas junto a Tarajal.</p>
<p>Mergulhadores do Serviço Marítimo da Guardia Civil continuam a recuperar vítimas ao longo da costa, enquanto a Associação Unificada da Guardia Civil denuncia que muitos agentes trabalharam durante a emergência com poucos meios e sem apoio psicológico, apesar de terem sido confrontados diariamente com a recuperação de cadáveres, incluindo menores.</p>
<p><strong>A tragédia não terminou quando a fronteira fechou</strong></p>
<p>Nos primeiros momentos, a atenção concentrou-se nas dezenas de milhares de pessoas que conseguiam chegar à costa.</p>
<p>Só mais tarde surgiu a verdadeira dimensão humana da tragédia.</p>
<p>À medida que as ruas de Ceuta voltavam lentamente à normalidade e muitos migrantes regressavam a Marrocos, o mar continuava a devolver corpos.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Español&#8217;, a crise passou de uma contagem de chegadas para uma contagem de mortos, autópsias e famílias à procura dos seus desaparecidos.</p>
<p>Ashraf foi um dos que conseguiu sobreviver.</p>
<p>Já de regresso a Marrocos, continua sem saber quem eram as pessoas que desapareceram ao seu lado.</p>
<p>&#8220;Consegui sair da água&#8221;, diz. &#8220;Outros ficaram para sempre debaixo dela.&#8221;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797150]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Anacom propõe compensação de até 5.750 euros por falhas na mudança de operador de Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Anacom]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[A Anacom propõe que os clientes possam ser compensados até ao máximo de 5.750 euros por interrupções no serviço no âmbito do pedido de mudança de operador de Internet, que passa a ser responsabilidade da nova fornecedora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Anacom propõe que os clientes possam ser compensados até ao máximo de 5.750 euros por interrupções no serviço no âmbito do pedido de mudança de operador de Internet, que passa a ser responsabilidade da nova fornecedora. </P><br />
<P>Esta informação consta do projeto de regulamento da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) relativo à mudança de empresa que oferece serviços de acesso à Internet, em consulta pública até 11 de setembro.</P><br />
<P>A Lei das Comunicações Eletrónicas (LCE), aprovada pela Lei n.º 16/2022, de 16 de agosto, na sua redação em vigor, &#8220;estabelece, no respetivo artigo 140.º, a obrigação de a nova empresa conduzir o processo de mudança de empresa que oferece serviços de acesso à Internet, bem como as regras que neste caso serão aplicáveis, designadamente as obrigações, tanto da nova como da anterior empresa&#8221;, enquadra a Anacom, no projeto de regulamento.</P><br />
<P>A nova proposta do regulador visa simplificar a mudança de operador, passando para a nova operadora a responsabilidade do processo de mudança para a novo operador e criando um regime de compensações com teto máximo de 5.750 euros, caso existam interrupções do serviço durante a mesma.</P><br />
<P>De acordo com a proposta, &#8220;o pedido de mudança de empresa é apresentado pelo utilizador final à nova empresa, que assegura as interações necessárias com a anterior empresa para efeitos de transferência do(s) serviço(s)&#8221;.</P><br />
<P>Ou seja, &#8220;cabe à nova empresa, no contexto da celebração de contratos, confirmar se o utilizador final pretende a instalação de novo(s) serviço(s) ou a transferência, total ou parcial, do(s) serviço(s) objeto do contrato de uma anterior empresa e, neste último caso&#8221; tratar de todo o processo.</P><br />
<P>A nova empresa e o utilizador final &#8220;acordam de forma expressa a data da transferência do(s) serviço(s) ou, quando não seja possível à nova empresa comprometer-se com uma data concreta no momento da apresentação do pedido de mudança, o prazo máximo para a transferência dos serviços&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, o cliente &#8220;pode solicitar que a transferência do(s) serviço(s) para a nova empresa ocorra em data que tenha em conta o período de antecedência para a comunicação da denúncia definido no contrato com a anterior empresa, devendo, nesse caso, a nova empresa programar a transferência do(s) serviço(s) em conformidade com a referida solicitação&#8221;.</P><br />
<P>O operador tem de informar o cliente sobre a a data ou prazo acordados para a transferência do serviço ou serviços.</P><br />
<P>Segundo a proposta, a nova empresa paga ao utilizador final que solicita a mudança de empresa &#8220;uma compensação no montante de três euros, por serviço, por cada dia completo de atraso, quando ocorra atraso na transferência do(s) serviço(s) relativamente à data acordada com o utilizador final [&#8230;] ou comunicada ao utilizador final nos termos do n.º 5 do mesmo artigo, consoante o caso&#8221;.</P><br />
<P>Está prevista ainda &#8220;uma compensação no montante de 23 euros, por serviço, por cada dia de interrupção, até ao máximo de 5.750 euros por pedido de mudança de empresa, em caso de interrupção do(s) serviço(s) a transferir de duração superior ao prazo previsto no n.º 6 do artigo 140.º da Lei das Comunicações Eletrónicas, no contexto do processo de transferência&#8221;.</P><br />
<P>Se a mudança de empresa implicar &#8220;uma intervenção física na rede que suporta o(s) serviço(s) a transferir, em caso de incumprimento de uma intervenção agendada nas instalações do utilizador final, por motivos não imputáveis ao utilizador final, que obrigue à remarcação dessa intervenção para outra data ou janela horária, a nova empresa paga ao utilizador final uma compensação no montante de 10 euros&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797138]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa segue tendência europeia e fecha em alta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje a subir 0,61%, para 9.171,70 pontos, a acompanhar a tendência europeia e com a Teixeira Duarte a avançar 2,35%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje a subir 0,61%, para 9.171,70 pontos, a acompanhar a tendência europeia e com a Teixeira Duarte a avançar 2,35%.</P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 12 subiram e três desceram e a EDP ficou inalterada, em 4,47 euros.</P><br />
<P>As principais praças europeias fecharam hoje maioritariamente em alta, com exceção de Londres, que caiu 0,10%. Paris avançou 1,22%, Frankfurt 1,45%, Madrid 1,01% e Milão 1,34%.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797141]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndio em França revela bombas da II Guerra Mundial: há projéteis a explodir e moradores ainda não podem regressar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a 'Euronews', o fogo expôs antigos projéteis enterrados no solo, alguns dos quais acabaram por explodir devido às temperaturas extremas atingidas durante o incêndio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O gigantesco incêndio que devastou mais de 42 mil hectares na região francesa da Gironda continua a revelar consequências inesperadas. Depois de dias de combate às chamas, as autoridades descobriram dezenas de munições não detonadas da II Guerra Mundial, obrigando ao destacamento de equipas especializadas em desminagem antes de permitirem o regresso dos moradores evacuados.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, o fogo expôs antigos projéteis enterrados no solo, alguns dos quais acabaram por explodir devido às temperaturas extremas atingidas durante o incêndio.</p>
<p>Imagens divulgadas pelas autoridades mostram terrenos completamente queimados onde permanecem espalhadas granadas, obuses e outras munições da época da II Guerra Mundial, agora visíveis após a destruição da vegetação.</p>
<p><strong>Explosões atingiram edifícios</strong></p>
<p>As autoridades francesas explicam que parte destas munições detonou espontaneamente devido ao calor intenso, projetando estilhaços para zonas habitadas.</p>
<p>De acordo com relatos das autoridades locais, alguns projéteis atravessaram edifícios e obrigaram à criação de um perímetro de segurança, impedindo o regresso dos residentes mesmo depois de as chamas terem sido dominadas.</p>
<p>As equipas de desminagem estão agora a remover todos os explosivos visíveis e só depois avançarão para uma inspeção muito mais aprofundada do terreno, uma operação que poderá prolongar-se durante vários dias.</p>
<p><strong>Porque existem bombas da II Guerra Mundial nesta zona?</strong></p>
<p>A região da Gironda foi palco de importantes instalações militares durante a ocupação alemã na II Guerra Mundial.</p>
<p>Ao longo das décadas permaneceram enterradas diversas munições e depósitos militares que nunca chegaram a ser totalmente localizados. Enquanto permaneciam cobertos por vegetação não representavam risco imediato, mas o incêndio destruiu essa proteção natural e deixou muitos explosivos expostos.</p>
<p><strong>Um incêndio sem precedentes</strong></p>
<p>O incêndio começou na zona de Saumos, perto de Bordéus, e rapidamente evoluiu para um dos maiores registados em França nas últimas décadas.</p>
<p>As chamas consumiram cerca de 42 mil hectares, obrigaram à evacuação de mais de 220 mil pessoas e afetaram também importantes instalações industriais e de defesa na região de Bordéus.</p>
<p>Apesar de o fogo estar agora mais controlado, o perigo continua longe de desaparecer.</p>
<p>Além do risco de reacendimentos, as autoridades francesas consideram que a prioridade é garantir que não permanecem explosivos ativos nas áreas residenciais antes de autorizar o regresso em segurança das populações.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797137]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>BYD vende 4,6 milhões de carros e mantém-se entre as 100 maiores empresas do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[A BYD alcançou o 91.º lugar na edição de 2026 da Fortune Global 500, mantendo-se pelo quinto ano consecutivo no ranking que reúne as maiores empresas do mundo por volume de receitas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A BYD alcançou o 91.º lugar na edição de 2026 da Fortune Global 500, mantendo-se pelo quinto ano consecutivo no ranking que reúne as maiores empresas do mundo por volume de receitas. A fabricante chinesa de veículos de novas energias e baterias elétricas consolida, assim, a sua presença entre as 100 maiores empresas globais.</p>
<p>O desempenho da BYD surge depois de um ano de forte crescimento. Em 2025, a empresa registou receitas de 804 mil milhões de RMB (cerca de 103,7 mil milhões de euros) e um lucro líquido de 32,6 mil milhões de RMB (4,2 mil milhões de euros).</p>
<p>No mesmo ano, a fabricante vendeu 4,6 milhões de veículos de novas energias (NEV), entre elétricos e híbridos plug-in, reforçando a sua posição como maior fabricante mundial neste segmento e como principal construtor automóvel da China.</p>
<p>A trajetória de crescimento manteve-se em 2026. Nos primeiros seis meses do ano, a BYD vendeu mais de 1,8 milhões de veículos e, em julho, atingiu um novo marco ao produzir o seu 17.º milhão de veículos de novas energias. A empresa tornou-se, segundo a própria, a primeira fabricante automóvel do mundo a alcançar este volume acumulado.</p>
<p>A expansão internacional é outro dos pilares do crescimento da BYD. Em 2025, as vendas fora da China ultrapassaram, pela primeira vez, a fasquia de um milhão de veículos, representando um crescimento homólogo de 145%.</p>
<p>Nos primeiros seis meses de 2026, as vendas internacionais superaram já as 780 mil unidades.</p>
<p>A empresa tem reforçado a sua presença sobretudo na América Latina, Europa e região Ásia-Pacífico. Entre os principais desenvolvimentos de 2026 estão a inauguração, no Brasil, do primeiro sistema SkyRail da BYD fora da China e a produção do veículo de novas energias número 100 mil na fábrica brasileira.</p>
<p>Na Europa, a marca avançou com a estreia dos modelos DENZA Z, Z9GT e D9, enquanto no Japão lançou o BYD RACCO, desenvolvido especificamente para aquele mercado. A fabricante assinalou também o segundo aniversário da sua unidade industrial na Tailândia.</p>
<p>Atualmente, a BYD está presente em 121 países e regiões, através de uma estratégia que combina expansão internacional com operações localizadas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797142]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Há um novo líder nas vendas de automóveis em Portugal em julho: elétricos continuam a ganhar terreno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:45:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, a Associação Automóvel de Portugal (ACAP) revela que foram matriculados 22.480 veículos novos durante o sétimo mês de 2026, o que representa um crescimento de 8,6% face ao mesmo período do ano passado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado automóvel português voltou a crescer em julho, mantendo a tendência positiva registada desde o início do ano.</p>
<p>Em comunicado, a Associação Automóvel de Portugal (ACAP) revela que foram matriculados 22.480 veículos novos durante o sétimo mês de 2026, o que representa um crescimento de 8,6% face ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>No acumulado dos primeiros sete meses do ano, entraram em circulação 180.423 veículos novos, mais 10,2% do que entre janeiro e julho de 2025.</p>
<p><strong>Elétricos continuam a ganhar peso</strong></p>
<p>O destaque continua a ser dado aos automóveis movidos por energias alternativas.</p>
<p>Segundo a ACAP, 74,9% dos ligeiros de passageiros matriculados desde o início do ano recorrem a tecnologias alternativas à gasolina e ao gasóleo.</p>
<p>Os veículos 100% elétricos (BEV) representaram 26% das matrículas acumuladas entre janeiro e julho.</p>
<p>No entanto, olhando apenas para julho, o peso dos elétricos voltou a aumentar e atingiu 30,9% do mercado dos ligeiros de passageiros, o valor mais elevado registado este ano.</p>
<p><strong>Peugeot 208 liderou julho</strong></p>
<p>No ranking dos modelos mais vendidos em julho, o Peugeot 208 assumiu a liderança, com 589 unidades matriculadas, seguido do Dacia Sandero (456) e do Peugeot 2008 (433).</p>
<p>Completam o Top 10 mensal:</p>
<p>&#8211; Citroën C3 (415);<br />
&#8211; Dacia Duster (410);<br />
&#8211; Toyota Yaris Cross (316);<br />
&#8211; Renault Clio (316);<br />
&#8211; Volkswagen T-Roc (308);<br />
&#8211; BYD Atto 2 DM-i (301);<br />
&#8211; Toyota Yaris (293).</p>
<p>Entre as principais novidades destaca-se precisamente o BYD Atto 2 DM-i, que entrou diretamente entre os modelos mais vendidos do mês.</p>
<p><strong>Peugeot 2008 continua no topo do ano</strong></p>
<p>Apesar da liderança do Peugeot 208 em julho, o Peugeot 2008 mantém-se como o automóvel mais vendido em Portugal no conjunto dos primeiros sete meses de 2026, com 5.257 unidades matriculadas.</p>
<p>Seguem-se:</p>
<p>&#8211; Peugeot 2008 — 5.257 unidades;<br />
&#8211; Peugeot 208 — 4.370;<br />
&#8211; Citroën C3 — 4.057;<br />
&#8211; Tesla Model 3 — 3.718;<br />
&#8211; Dacia Sandero — 3.614.</p>
<p><strong>Ligeiros, comerciais e pesados também cresceram</strong></p>
<p>Em comunicado, a ACAP refere ainda que o mercado de ligeiros de passageiros registou um crescimento de 3,5% em julho, totalizando 18.157 matrículas.</p>
<p>Já os ligeiros de mercadorias cresceram 25,8%, com 3.181 unidades, enquanto o segmento dos veículos pesados apresentou a maior evolução do mês, aumentando 84,8% para 1.142 veículos matriculados.</p>
<p>No acumulado do ano, os ligeiros de passageiros sobem 9,7%, os comerciais ligeiros 8,5% e os pesados registam um crescimento de 38,8%, confirmando uma evolução positiva em praticamente todos os segmentos do mercado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797132]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>União Europeia muda regras das cápsulas de café a partir de 12 de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[PPWR]]></category>
		<category><![CDATA[União europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[A alteração poderá mudar, no futuro, a forma como estes resíduos são recolhidos, separados e reciclados nos países da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As cápsulas de café passam a ser consideradas embalagens ao abrigo das novas regras europeias que entram em aplicação a 12 de agosto de 2026. A alteração poderá mudar, no futuro, a forma como estes resíduos são recolhidos, separados e reciclados nos países da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mudança está prevista no Regulamento sobre Embalagens e Resíduos de Embalagens, conhecido pela sigla PPWR. A Comissão Europeia apresentou a proposta em 2022 e o texto foi negociado ao longo de 2024 pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por se tratar de um regulamento, as novas disposições não dependem de transposição para a legislação nacional. A maioria das regras começa a aplicar-se diretamente a partir de 12 de agosto, embora algumas medidas só avancem vários anos mais tarde.</p>
<p><strong>Cápsulas de café passam a ter estatuto de embalagem</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das alterações imediatas resolve uma dúvida jurídica antiga: saber se as cápsulas monodose devem ser classificadas como produto ou como embalagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até agora, prevalecia muitas vezes o entendimento de que a cápsula fazia parte do próprio produto, uma vez que continha o café. A nova regulamentação europeia estabelece, porém, que estas cápsulas devem ser tratadas como embalagens, já que são essenciais para comercializar e consumir o conteúdo naquele formato.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta definição é relevante porque o estatuto legal do resíduo influencia os sistemas de recolha, reciclagem e responsabilidade das empresas.</p>
<p><strong>Podem passar a ser colocadas no contentor amarelo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nova classificação abre a possibilidade de as cápsulas de café serem integradas nos sistemas destinados às embalagens, incluindo o contentor amarelo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, isso não significa que os consumidores devam passar automaticamente a depositá-las nesse contentor a partir de 12 de agosto. A aplicação prática dependerá das orientações dadas pelas autoridades nacionais, pelos municípios e pelas entidades responsáveis pela gestão de resíduos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Atualmente, não existe uma solução uniforme em Portugal para a recolha das cápsulas usadas. Em muitas zonas, continuam a existir pontos específicos de entrega disponibilizados por marcas, municípios ou outros operadores.</p>
<p><strong>Separar o café do alumínio continua a ser um desafio</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A reciclagem das cápsulas é complexa porque o invólucro de alumínio ou plástico chega normalmente misturado com restos de café.</p>
<p class="isSelectedEnd">O processo exige a separação dos componentes. As estruturas das cápsulas podem seguir para reciclagem, enquanto o café usado pode ser encaminhado para compostagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em muitos casos, a recomendação continua a ser abrir e limpar as cápsulas antes de as depositar no sistema indicado pelas autoridades locais. Existem instalações industriais preparadas para realizar esta separação, mas esse modelo ainda não está generalizado.</p>
<p><strong>Outras proibições só avançam em 2030</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O regulamento europeu também prevê alterações em produtos monodose utilizados na hotelaria e na restauração.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as medidas estão a retirada de pequenas embalagens individuais de ketchup, sal ou açúcar em bares e restaurantes e o desaparecimento de sabonetes e géis monodose nos hotéis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas proibições, contudo, só deverão começar a aplicar-se em janeiro de 2030, dando aos diferentes setores vários anos para adaptar produtos, fornecedores e sistemas de distribuição.</p>
<p>No caso das cápsulas de café, a mudança que entra em vigor a 12 de agosto representa apenas o primeiro passo. A definição como embalagem cria uma base legal comum, mas a forma concreta de recolha e reciclagem continuará dependente das regras e capacidades existentes em cada país e município.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797120]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>William e Kate preparam acordo para proteger os filhos e os futuros relacionamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os príncipes de Gales querem evitar que o interesse público em torno da família, e em particular sobre a formação do futuro rei, interfira de forma negativa na vida pessoal dos filhos e nas relações que venham a ter.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O príncipe William e Kate Middleton já estarão a planear formas de proteger George, Charlotte e Louis da pressão mediática à medida que os três filhos entram na adolescência e se aproximam da idade adulta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o ABC, os príncipes de Gales querem evitar que o interesse público em torno da família, e em particular sobre a formação do futuro rei, interfira de forma negativa na vida pessoal dos filhos e nas relações que venham a ter.</p>
<p class="isSelectedEnd">O plano inspira-se na experiência vivida pelo próprio William durante os anos de formação em Eton e, mais tarde, na Universidade de St Andrews, onde conheceu Kate.</p>
<p><strong>O “acordo de cavalheiros” que protegeu William e Kate</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Durante esse período, a imprensa britânica respeitou aquilo que ficou conhecido como um “acordo de cavalheiros”. Na prática, os meios de comunicação deram ao príncipe algum espaço para estudar, viver os primeiros anos de independência e desenvolver relações pessoais longe da atenção constante das câmaras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foi nesse contexto que os primeiros dois anos da relação entre William e Kate permaneceram fora das notícias. O casal começou por ser amigo e chegou a partilhar casa com outros estudantes antes de o romance se tornar público.</p>
<p class="isSelectedEnd">Simon Vigar, jornalista e autor especializado na família real britânica, considera que esse entendimento teve um papel importante na proteção da vida privada do casal e merece ser reconhecido como um raro exemplo de contenção por parte da imprensa.</p>
<p><strong>Acordo só foi quebrado uma vez</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O pacto foi quebrado em 2001, quando uma produtora ligada ao príncipe Eduardo tentou filmar William no campus de St Andrews.</p>
<p class="isSelectedEnd">A segurança da universidade interveio para impedir a gravação e, pouco depois, a empresa responsável apresentou um pedido público de desculpas.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o ABC, William e Kate esperam que os filhos possam beneficiar de um respeito semelhante nos próximos anos, embora as condições atuais sejam muito diferentes das que existiam no início da década de 2000.</p>
<p><strong>Redes sociais tornam proteção mais difícil</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A principal diferença está nas redes sociais. Mesmo que os meios de comunicação tradicionais respeitem limites acordados, é muito mais difícil controlar imagens, vídeos e informações publicados por utilizadores anónimos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma fotografia colocada numa conta pessoal pode tornar-se viral em poucos minutos e, a partir daí, ser praticamente impossível fazê-la desaparecer da internet.</p>
<p class="isSelectedEnd">Simon Vigar admite, por isso, que poderão surgir conflitos pontuais sobre aquilo que pode ou não ser publicado relativamente às pessoas com quem George, Charlotte e Louis venham a relacionar-se.</p>
<p><strong>Lei britânica protege membros mais jovens da família real</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A legislação do Reino Unido oferece proteção contra assédio, vigilância e ameaças, incluindo em situações que envolvem fotógrafos e membros da família real.</p>
<p class="isSelectedEnd">A lei permite fotografar figuras públicas em determinados espaços, mas estabelece limites, sobretudo quando estão em causa menores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 1997 foi aprovada legislação destinada a proteger vítimas de perseguição e intimidação. Depois da morte da princesa Diana, os meios de comunicação britânicos também aceitaram regras que desencorajam comportamentos intimidatórios, perseguições persistentes e a continuação de uma abordagem quando a pessoa visada pede que seja interrompida.</p>
<p><strong>Royal Rota ajuda a controlar cobertura mediática</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O sistema Royal Rota, através do qual os meios de comunicação britânicos se revezam na cobertura dos compromissos oficiais da família real, também desempenha um papel importante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este modelo depende de regras aceites por ambas as partes e procura equilibrar o interesse público com a necessidade de proteger a vida privada dos membros da monarquia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O enquadramento legal varia, contudo, de país para país. O texto recorda que o príncipe Harry se mudou para os Estados Unidos em 2020, onde não existe legislação específica destinada a limitar a atuação dos fotógrafos.</p>
<p><strong>William quer mudar relação da família real com a imprensa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Simon Vigar considera que William já deixou sinais claros de que pretende alterar a forma como a família real lida com a exposição mediática.</p>
<p class="isSelectedEnd">Numa participação no programa “The Reluctant Traveler”, no ano passado, o príncipe manifestou desconforto perante aquilo que descreveu como um escrutínio “insaciável” sobre a sua família.</p>
<p class="isSelectedEnd">William e Kate têm procurado acompanhar de perto a educação dos três filhos e insistem em manter uma presença regular na rotina familiar, incluindo nas deslocações para a escola.</p>
<p>À medida que George, Charlotte e Louis crescerem, porém, a tarefa de os manter afastados da atenção pública deverá tornar-se progressivamente mais difícil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797108]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Polícia procura criminosos e possíveis jihadistas que terão entrado em Ceuta durante caos na fronteira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades receiam que alguns dos suspeitos disponham de meios para evitar os controlos policiais e seguir para a Península Ibérica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Guardia Civil e a Polícia Nacional de Espanha estão a analisar imagens da entrada em massa de pessoas em Ceuta e a percorrer as ruas da cidade autónoma para tentar identificar indivíduos com antecedentes por crimes violentos e possíveis jihadistas que possam ter aproveitado o colapso da fronteira para entrar em território espanhol.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o El Confidencial, os serviços de informações mobilizaram todos os recursos disponíveis para responder à falha de segurança provocada pela crise migratória. A principal preocupação das autoridades está agora centrada nas pessoas consideradas mais perigosas entre as que ainda permanecem em Ceuta.</p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento descontrolado de milhares de pessoas tornou difícil apurar com rigor quantas entraram e quantas regressaram a Marrocos durante a última semana. As estimativas mais realistas apontam para que cerca de 90% tenha voltado, permanecendo em Espanha aproximadamente 10% dos migrantes.</p>
<p><strong>Autoridades procuram indivíduos com antecedentes por crimes graves</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As forças de segurança acreditam que parte das pessoas que não regressaram poderá contar com familiares, amigos ou estruturas de apoio em Ceuta, o que lhes permitiria permanecer escondidas e evitar os dispositivos policiais e militares instalados na cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante as primeiras horas da crise, alguns migrantes admitiram perante câmaras de televisão que tinham sido anteriormente expulsos de Espanha ou de outros países da União Europeia depois de cumprirem penas por crimes graves. Segundo os próprios, aproveitaram a confusão na fronteira para voltar a entrar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outros afirmaram ter estado presos em Marrocos por crimes violentos. Os agentes estão agora a rever essas imagens para tentar identificar os indivíduos que falaram publicamente, bem como outros com antecedentes semelhantes que poderão ter passado despercebidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além dos vídeos divulgados pelos meios de comunicação, estão a ser analisadas gravações das câmaras instaladas no perímetro fronteiriço e em vários pontos da cidade. As autoridades recorreram ainda às redes habituais de informadores para tentar localizar os suspeitos.</p>
<p><strong>Serviços de informações admitem risco de entrada de jihadistas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os serviços de informações espanhóis consideram também possível que radicais islamistas ou jihadistas provenientes de localidades próximas de Ceuta se tenham misturado com a multidão para entrar em território espanhol.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o El Confidencial, fontes do Ministério do Interior admitem que o risco é real, tendo em conta que mais de 60 mil pessoas poderão ter atravessado a fronteira durante a crise.</p>
<p class="isSelectedEnd">O assunto deverá ser discutido numa reunião urgente de ministros do Interior da União Europeia convocada pela presidência irlandesa do Conselho da UE.</p>
<p><strong>Castillejos é apontada como foco histórico de radicalização</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A cerca de sete quilómetros de Ceuta fica Castillejos, também conhecida como Fnideq, uma cidade marroquina com aproximadamente 85 mil habitantes e identificada como um dos principais focos históricos de recrutamento jihadista no Magrebe.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2015, estimava-se que cerca de 400 dos 1200 marroquinos que viajaram para a Síria e para o Iraque para se juntarem ao Estado Islâmico eram oriundos daquela localidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre eles encontrava-se Mohamed Hamaduch, conhecido como Kokito de Castillejos, que ganhou notoriedade ao divulgar imagens com cabeças de vítimas. O homem casou-se com Aissa, uma jovem de Ceuta que viajou com ele para a Síria.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos últimos anos foram realizadas várias detenções na zona. Em novembro de 2024, a Polícia Nacional espanhola desmantelou uma célula ligada ao Estado Islâmico que operava em Ceuta e Castillejos e que já estaria a procurar possíveis alvos para atentados. Alguns dos seus membros viviam em Madrid e Ibiza.</p>
<p><strong>Bairro de El Príncipe preocupa autoridades</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O bairro de El Príncipe, uma das zonas mais problemáticas de Ceuta, tem sido apontado como um dos locais de maior risco associado ao jihadismo em Espanha.</p>
<p class="isSelectedEnd">A área é habitada por centenas de famílias provenientes de Castillejos, circunstância que, segundo os especialistas ouvidos, poderia facilitar a ocultação de radicais que tenham entrado recentemente.</p>
<p><strong>Migrantes admitiram crimes perante câmaras de televisão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Algumas declarações transmitidas pela televisão aumentaram a preocupação das autoridades.</p>
<p class="isSelectedEnd">Num dos casos, um jovem que acabara de entrar em Ceuta afirmou ter vivido anteriormente em Espanha e ter fugido para os Países Baixos depois de agredir outro migrante com uma garrafa. Disse ter sido condenado a cinco anos de prisão, com possibilidade de substituição da pena por expulsão para Marrocos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro homem contou que era relacionado com uma morte no seu país e que atravessara a zona do Tarajal para tentar deixar esses problemas para trás.</p>
<p><strong>Risco de passagem para a Península</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo das forças de segurança é localizar estes indivíduos o mais rapidamente possível, detê-los e encaminhá-los para a prisão ou iniciar os procedimentos necessários para a sua repatriação para Marrocos.</p>
<p>As autoridades receiam que alguns dos suspeitos disponham de meios para evitar os controlos policiais e seguir para a Península Ibérica. Uma vez fora de Ceuta, a sua localização tornar-se-ia consideravelmente mais difícil.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797102]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Governo mantém calendário do 3.º ciclo, mas dispensa docentes de classificar exames</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação decidiu manter o calendário letivo de todo o ensino básico, mas garante que os professores do 3.º ciclo ficarão dispensados de classificar os exames nacionais realizados durante a época especial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação decidiu manter o calendário letivo de todo o ensino básico, mas garante que os professores do 3.º ciclo ficarão dispensados de classificar os exames nacionais realizados durante a época especial.</p>
<p>As alterações ao calendário do ensino secundário foram confirmadas na quinta-feira pelo ministro da Educação, mas na altura Fernando Alexandre disse que ainda estaria a estudar uma eventual alteração do início do ano letivo 2026/2027 para os alunos do 3.º ciclo.</p>
<p>Numa carta enviada hoje aos diretores escolares, a tutela confirma que as aulas de todos os níveis do ensino básico vão arrancar, como previsto, entre os dias 11 e 15 de setembro.</p>
<p>No entanto, esclarece que os professores com turmas do 3.º ciclo, habilitados também para lecionar o ensino secundário, ficarão dispensados de classificar os exames nacionais dos 11.º e 12.º anos realizados durante a época especial, no início de setembro.</p>
<p>&#8220;Desta forma, estes professores poderão dedicar-se integralmente ao início do ano letivo nas respetivas escolas&#8221;, lê-se na carta assinada por Fernando Alexandre, divulgada enquanto o ministro está a ser ouvido pela Comissão Permanente da Assembleia da República.</p>
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		<title>Exames: Classificadas 97% das respostas dos exames realizados na 2.ª fase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:40:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 97% das respostas aos exames nacionais realizados na 2.ª fase já foram classificadas, informou hoje o ministro da Educação, afirmando que o processo está a decorrer "com normalidade e tranquilidade", apesar das falhas na 1.ª fase.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 97% das respostas aos exames nacionais realizados na 2.ª fase já foram classificadas, informou hoje o ministro da Educação, afirmando que o processo está a decorrer &#8220;com normalidade e tranquilidade&#8221;, apesar das falhas na 1.ª fase.</p>
<p>&#8220;Hoje, ao início da tarde, estavam já classificadas 97% das respostas das cerca de 90 mil provas realizadas na 2.ª fase&#8221;, afirmou Fernando Alexandre, que está hoje a ser ouvido no parlamento pela Comissão Permanente.</p>
<p>Na sua intervenção inicial, o ministro da Educação, Ciência e Inovação voltou a reconhecer as falhas registadas no processo de classificação eletrónica dos exames nacionais do ensino secundário durante a 1.ª fase, que &#8220;não decorreu da forma esperada e desejada&#8221;.</p>
<p>&#8220;Gerou instabilidade no sistema educativo e ansiedade nos alunos e nas famílias, o que lamento, e foi motivo pelo qual já pedi desculpa publicamente&#8221;, afirmou o governante, perante a Assembleia da República.</p>
<p>Fernando Alexandre acrescentou que, perante os problemas identificados, o Governo introduziu correções aos procedimentos de digitalização, bem como na comunicação do Júri Nacional de Exames (JNE).</p>
<p>&#8220;As melhorias e correções introduzidas no processo de digitalização e classificação eletrónica dos exames nacionais estão a produzir efeitos&#8221;, garantiu o ministro, sublinhando que a 2.ª fase está a decorrer &#8220;com normalidade e tranquilidade, sem agitação, sem perturbação e sem ruído&#8221;.</p>
<p>A 2.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário decorreram entre os dias 21 e 24 de julho e as pautas deverão ser afixadas na sexta-feira.</p>
<p>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas durante a 1.ª fase o processo registou várias falhas técnicas, obrigando ao adiamento por alguns dias da divulgação das notas.</p>
<p>Apesar do adiamento da afixação das pautas, as notas só foram divulgadas à noite do dia previsto e muitos alunos tiveram de esperar mais alguns dias para saber os resultados.</p>
<p>Também a 2.ª fase dos exames nacionais começou mais tarde, mas, apesar destes atrasos, o Ministério manteve os calendários de candidatura da 1.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, criando, por outro lado, uma época especial de exames, que irá decorrer entre 03 e 08 de setembro e cujos resultados serão equivalentes, para os devidos efeitos, às provas realizadas na 2.ª fase.</p>
<p>&#8220;Sabemos que muitos jovens e as suas famílias vivem no acesso ao ensino superior um dos momentos mais importantes das suas vidas e, por isso mesmo, existem mecanismos de proteção dos direitos dos alunos&#8221;, garantiu o ministro, recordando que na sequência da publicação dos resultados dos pedidos de reapreciação, os estudantes poderão alterar a candidatura à 1.ª fase do concurso.</p>
<p>Ouvido no parlamento pela quarta vez a propósito dos exames nacionais, Fernando Alexandre concluiu a sua intervenção inicial assegurando que nunca virou costas &#8220;a problemas complexos ou a desafios exigentes&#8221;.</p>
<p>&#8220;Muito menos o faria num momento em que estou ao serviço do meu país e do nosso sistema educativo e num momento tão crucial para a vida de tantos jovens e das suas famílias&#8221;, afirmou, acrescentando que &#8220;a responsabilidade política traduz-se, antes de mais, na capacidade de enfrentar problemas, encontrar soluções, tomar decisões e, no final, prestar contas&#8221;.</p>
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		<title>Parque eólico com 23 aerogeradores em Santiago do Cacém em consulta pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:18:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto do Parque Eólico do Sudoeste, que prevê a instalação de 23 aerogeradores no concelho de Santiago do Cacém, distrito de Setúbal, para abastecer o Centro de Dados de Sines está em consulta pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto do Parque Eólico do Sudoeste, que prevê a instalação de 23 aerogeradores no concelho de Santiago do Cacém, distrito de Setúbal, para abastecer o Centro de Dados de Sines está em consulta pública.</p>
<p>A Proposta de Definição de Âmbito (PDA) do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) deste parque eólico, no concelho de Santiago do Cacém, está em consulta pública até 18 de agosto no portal Participa (www.participa.pt), da Agência Portuguesa do Ambiente.</p>
<p>Segundo o documento, consultado hoje pela agência Lusa, o projeto é promovido pela Hyperion Renewables Sines e tem uma potência instalada de 138 megawatts (MW).</p>
<p>O parque será constituído por três núcleos &#8211; São Bartolomeu, Vale Miguel e Monte das Oliveiras -, localizados na União das Freguesias de Santiago do Cacém, Santa Cruz e São Bartolomeu da Serra e na freguesia de Abela, no concelho de Santiago do Cacém.</p>
<p>A área de estudo para o parque perfaz 1.098,4 hectares. Já a ligação elétrica associada a este investimento será desenvolvida nos municípios de Santiago do Cacém e Sines, numa área de 758 hectares.</p>
<p>O projeto inclui ainda um sistema de armazenamento constituído por 61 contentores de baterias de lítio, com uma capacidade de armazenamento estimada de 200 megawatts-hora (MWh) e uma potência de 50 MW para carregamento e injeção de energia.</p>
<p>A energia produzida anualmente pelo Parque Eólico do Sudoeste, estimada em cerca de 386,4 GWh (gigawatts-hora) &#8220;terá como fim o autoconsumo industrial&#8221; e será &#8220;direcionada para o Data Center&#8221; que a empresa Start Campus está a desenvolver em Sines, pode ler-se.</p>
<p>Segundo os promotores, a ligação do parque eólico ao Data Center Sines 4.0 &#8220;poderá passar por um cenário em alta tensão, 60kV (quilovolts), ou em muito alta tensão, 150kV ou 400 kV&#8221;.</p>
<p>&#8220;No caso da ligação se processar em alta tensão ou em muito alta tensão (150kV)&#8221;, poder-se-á optar pela &#8220;via aérea, entre a subestação do parque eólico e a subestação do Data Center em Sines&#8221;, pode ler-se.</p>
<p>Já a opção em muito alta tensão de 400kV apenas se concretizará &#8220;através da ligação à subestação da REN Sines Sul&#8221;, é referido no documento.</p>
<p>Segundo o Participa, a consulta pública iniciou-se no dia 29 de julho e conta já com 100 participações.</p>
<p>Conforme a proposta de definição de âmbito, o projeto poderá evitar a emissão de cerca de 41.345 toneladas de dióxido de carbono equivalente por ano.</p>
<p>Esta fase de definição de âmbito é preliminar e obrigatória à avaliação de impacte ambiental para projetos desta natureza e dimensão, seguindo-se, mais tarde, nova consulta pública.</p>
<p>Segundo o documento, a área de estudo do parque não interfere diretamente com áreas classificadas como sensíveis, embora se encontre próxima de vários espaços protegidos e de elementos patrimoniais.</p>
<p>A proposta identifica como questões mais relevantes os efeitos sobre a fauna, sobretudo o risco de colisão de aves e morcegos com os aerogeradores.</p>
<p>Segundo o promotor, a obra poderá ter um prazo de execução de 18 meses, seguindo-se uma fase de exploração estimada em 30 anos.</p>
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		<title>Incêndios florestais já custaram mais de 3 mil milhões de euros à Europa este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O valor já ultrapassa a estimativa média anual da Comissão Europeia para toda a União Europeia, fixada em 2,5 mil milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os incêndios florestais e as vagas de calor que têm atingido várias regiões da Europa já provocaram custos económicos superiores a 3 mil milhões de euros este ano, segundo uma análise do Financial Times.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos primeiros dois meses da época de incêndios, arderam quase 500 mil hectares. Só nos cinco países da zona euro mais afetados, entre os quais Portugal, Grécia e Roménia, o custo económico foi estimado em 3,1 mil milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O valor já ultrapassa a estimativa média anual da Comissão Europeia para toda a União Europeia, fixada em 2,5 mil milhões de euros.</p>
<p><strong>Custo real deverá ser muito superior</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os cálculos baseiam-se na metodologia utilizada pela Comissão Europeia e em estimativas semelhantes produzidas pelo Governo francês. O valor corresponde sobretudo ao chamado custo de restauração, ou seja, ao montante necessário para devolver as áreas ardidas ao estado anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse custo varia de país para país, dependendo do tipo de vegetação, da idade das florestas e das necessidades de reflorestação e manutenção.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, a fatura final deverá ser bastante mais elevada. Seguradoras, famílias e empresas continuam a calcular os prejuízos em imóveis, terrenos agrícolas, culturas e atividades económicas, bem como o impacto no turismo durante a época alta.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estes encargos poderão ainda juntar-se o aumento dos prémios de seguro, a dificuldade em segurar imóveis situados em zonas de risco, a quebra do número de visitantes e a necessidade de reforçar o investimento em meios de combate aos incêndios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Expansión, as estimativas também ainda não refletem totalmente os incêndios mais recentes na Grécia, onde o primeiro-ministro anunciou avaliações rápidas dos prejuízos e apoio estatal às pessoas que perderam propriedades.</p>
<p><strong>Seca ameaça transporte e produção de energia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A pressão económica não resulta apenas dos incêndios. A seca e a descida dos níveis dos rios Reno e Danúbio estão a provocar perturbações no transporte de mercadorias e cortes na produção industrial e energética.</p>
<p class="isSelectedEnd">Empresas químicas alemãs como a BASF, Covestro e Evonik concentram várias unidades de produção ao longo do Reno, o que aumenta a exposição do setor às dificuldades de navegação e abastecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Danúbio, os níveis historicamente baixos deverão obrigar ao encerramento da central nuclear da Hungria, responsável por quase metade da eletricidade consumida no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Roménia também teve de desligar um dos dois reatores da central nuclear de Cernavoda. Ambas as instalações dependem da água do rio para os respetivos sistemas de arrefecimento.</p>
<p><strong>Perdas económicas podem triplicar média anual</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Sarah Meier, especialista em economia climática da ETH Zurique, considera que o verdadeiro custo económico dos incêndios poderá superar em mais de três vezes a média anual.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com os seus cálculos, os fogos florestais provocaram perdas anuais de até 2,1 mil milhões de euros no produto interno bruto das economias regionais de Portugal, Espanha, Itália e Grécia entre 2011 e 2018.</p>
<p class="isSelectedEnd">A especialista alerta que a fatura poderá aumentar de forma muito acentuada caso os incêndios avancem sobre zonas urbanas.</p>
<p><strong>Indústria francesa obrigada a parar produção</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O departamento francês da Gironda, uma região importante para as indústrias da defesa e aeroespacial, foi particularmente afetado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os incêndios obrigaram empresas como a fabricante de motores Safran, a Dassault Aviation e a ArianeGroup a suspender a produção e a retirar trabalhadores das instalações.</p>
<p class="isSelectedEnd">A região é também conhecida pela produção de vinho. As vinhas de Bordéus escaparam, em grande medida, aos incêndios, mas permanece a dúvida sobre o impacto do fumo na colheita.</p>
<p class="isSelectedEnd">A produção de ostras na baía de Arcachon foi igualmente afetada, enquanto o turismo, responsável por 7% do produto interno bruto do departamento, continua a sofrer perturbações relevantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Câmara de Comércio e Indústria da Gironda indicou que pelo menos 40 mil empresas foram diretamente atingidas pelos incêndios. Até 30 de julho, cerca de 19.500 tinham encerrado totalmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já em 27 de julho, entre 120 mil e 150 mil trabalhadores encontravam-se abrangidos por regimes temporários de redução do horário de trabalho apoiados pelo Estado.</p>
<p><strong>Incêndios em Espanha chegaram perto de Madrid</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em Espanha, os incêndios aproximaram-se a cerca de 50 quilómetros da capital e destruíram habitações, empresas e veículos em várias localidades rurais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A União de Pequenos Agricultores e Criadores de Gado estimou perdas preliminares em 18.500 hectares de terrenos considerados úteis, sobretudo pastagens.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da dimensão dos prejuízos, o impacto no produto interno bruto nacional deverá permanecer limitado.</p>
<p><strong>Custos de saúde raramente entram nas contas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Ioannis Kountouris, professor associado do Imperial College, chama a atenção para custos que raramente são contabilizados, como o aumento das hospitalizações provocado pela poluição atmosférica associada aos incêndios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Andrew Kenningham, economista-chefe para a Europa da Capital Economics, observa ainda que algumas catástrofes naturais podem produzir efeitos positivos temporários nas estatísticas do produto interno bruto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse efeito resulta do aumento da despesa pública, das indemnizações dos seguros e dos investimentos em reconstrução, que podem compensar parcialmente a contração inicial.</p>
<p>Ainda assim, Sarah Meier sublinha que esse crescimento não representa criação líquida de riqueza, mas apenas a substituição do capital destruído pelos incêndios.</p>
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