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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Governo recua e elimina exigência de níveis mínimos de inglês e numeracia no acesso ao Ensino Superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:55:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo reformulou uma das medidas mais contestadas da revisão do Regime Jurídico dos Graus e Diplomas do Ensino Superior, retirando da nova proposta a exigência de níveis mínimos de literacia, numeracia e proficiência em língua inglesa para o acesso aos diferentes ciclos de estudos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo reformulou uma das medidas mais contestadas da revisão do Regime Jurídico dos Graus e Diplomas do Ensino Superior, retirando da nova proposta a exigência de níveis mínimos de literacia, numeracia e proficiência em língua inglesa para o acesso aos diferentes ciclos de estudos. A versão revista do diploma, apresentada esta terça-feira às universidades, institutos politécnicos e instituições privadas, substitui esses requisitos por um conjunto de &#8220;competências de referência para o acesso ao ensino superior&#8221;, preservando a autonomia das instituições na definição das condições de ingresso e afastando a imposição de critérios mínimos obrigatórios que constavam da proposta divulgada em março.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/15/sociedade/noticia/governo-deixa-cair-niveis-minimos-numeracia-ingles-aceder-cursos-superiores-2181654" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a nova formulação abandona a referência a níveis mínimos de competências, anteriormente inspirados no Programa Internacional para a Avaliação das Competências dos Adultos (PIAAC), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Em vez disso, o diploma passa a prever apenas referenciais indicativos, permitindo que cada instituição os utilize da forma que considerar mais adequada. A alteração surge após as críticas de diversas entidades do setor, entre elas a Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado (Apesp), que alertou para o risco de agravamento das desigualdades entre candidatos com diferentes níveis de acesso a instrumentos formais de aprendizagem, e do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), que classificou a proposta inicial como uma possível &#8220;tentativa de elitização&#8221; do ensino superior.</p>
<p>O novo diploma estabelece que o acesso ao ensino superior deve respeitar os princípios da &#8220;democraticidade, da equidade e da igualdade de oportunidades&#8221;, assegurando uma preparação adequada dos candidatos para frequentarem e concluírem com sucesso os respetivos ciclos de estudos. Entre os referenciais indicativos passam a constar capacidades como compreender textos densos ou extensos, interpretar informação matemática complexa e possuir proficiência em língua inglesa, mas o texto deixa claro que estas orientações &#8220;não prejudicam a autonomia das instituições de ensino superior na definição das condições de acesso e ingresso, nem dispensam o papel das instituições na promoção do sucesso estudantil, da inclusão, do apoio pedagógico e da inovação educativa&#8221;. Para Luís Loures, presidente do CCISP, existe agora apenas &#8220;uma indicação genérica&#8221; das competências desejáveis, sem que estas constituam um obstáculo ao acesso.</p>
<p>Outra das alterações acolhidas pelo Ministério prende-se com o acesso aos cursos de mestrado. A proposta inicial previa classificações mínimas que poderiam limitar o ingresso aos 35% dos melhores licenciados de cada área científica, mas essa solução foi igualmente abandonada. A nova redação estabelece apenas que as instituições devem considerar o desempenho académico dos candidatos, incluindo a classificação final obtida no ciclo de estudos anterior, quando definirem os seus critérios de seleção. À saída da reunião com as secretárias de Estado Cláudia Sarrico e Helena Canhão, Luís Loures afirmou que o diploma apresentado é &#8220;muito melhor&#8221; do que a versão inicial, acrescentando que &#8220;a maioria das propostas&#8221; apresentadas pelo CCISP foi acolhida. Também António Almeida Dias, presidente da Apesp, manifestou satisfação com a evolução do documento.</p>
<p>Apesar da avaliação globalmente positiva, persistem algumas reservas. O CCISP discorda da exigência de que apenas investigadores integrados em centros de investigação classificados pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) com &#8220;Muito Bom&#8221; ou &#8220;Excelente&#8221; possam orientar teses de doutoramento, defendendo que essa limitação poderá prejudicar instituições de menor dimensão e afastar docentes altamente qualificados que não pertencem a esses centros. Já a Apesp contesta a norma que condiciona a atribuição de equivalências entre cursos ao facto de as instituições terem obtido uma acreditação institucional sem reservas da A3ES, considerando que tal poderá dificultar a mobilidade académica dos estudantes, mesmo quando frequentam cursos devidamente acreditados. O diploma, que atualiza um regime jurídico em vigor desde 2006, continuará agora em discussão, sendo esperadas novas propostas de alteração antes da aprovação final.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789448]]></sapo:autor>
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		<title>Exames Nacionais: escolas obrigadas a inserir dados à mão para alunos consultarem provas digitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A disponibilização digital dos exames nacionais aos alunos vai obrigar as escolas a realizar um novo processo administrativo de grande dimensão, com a introdução manual dos dados de mais de 166 mil estudantes e dos respetivos encarregados de educação numa plataforma informática. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A disponibilização digital dos exames nacionais aos alunos vai obrigar as escolas a realizar um novo processo administrativo de grande dimensão, com a introdução manual dos dados de mais de 166 mil estudantes e dos respetivos encarregados de educação numa plataforma informática. A medida surge na sequência da decisão do Ministério da Educação, Ciência e Inovação de permitir que os alunos consultem gratuitamente as provas corrigidas antes de decidirem se avançam com um eventual pedido de reapreciação, mas acrescenta uma nova tarefa às direções escolares numa fase já marcada pela divulgação das classificações e pelo arranque das matrículas.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/consulta-de-exames-pelos-alunos-obriga-professores-a-introduzir-dados-a-mao/18106128" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, apenas as escolas dispõem da informação necessária para associar cada exame ao respetivo aluno, uma vez que as cerca de 350 mil provas, cuja digitalização foi centralizada na Casa da Moeda, em Lisboa, se encontram anonimizadas. Apesar de o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Homem Cristo, ter anunciado na semana passada que o acesso às provas seria &#8220;automático e gratuito&#8221;, os diretores escolares dizem desconhecer ainda em que plataforma terão de trabalhar e que procedimentos deverão seguir, sublinhando que, até ao final de terça-feira, continuavam sem receber o guião operacional prometido pelo ministério.</p>
<p>A necessidade de inserir manualmente milhares de registos preocupa os responsáveis escolares, sobretudo porque coincide com um período de intensa atividade administrativa. Citado pelo JN, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas, Filinto Lima, alerta que este será &#8220;trabalho acrescido para as escolas, para as equipas diretivas, para o secretariado de exames ou para os vice-administrativos&#8221;, acrescentando que caberá a cada diretor encontrar recursos humanos disponíveis para cumprir a tarefa &#8220;num prazo muito curto, muito rápido&#8221;. Ao final do dia de terça-feira, o Ministério da Educação informou apenas que as associações de diretores já tinham recebido informações gerais e garantiu que as escolas receberiam um documento com todas as orientações necessárias.</p>
<p>Entretanto, os problemas associados ao processo de classificação continuam a acumular-se. Na terça-feira, último dia inicialmente previsto para a correção dos exames, o Governo prolongou o prazo por mais 24 horas devido à necessidade de voltar a digitalizar algumas provas e de reclassificar itens anteriormente avaliados, permanecendo cerca de 2% das respostas ainda por corrigir. Cristina Mota, porta-voz do movimento Missão Escola Pública, denunciou que continuavam a ser convocados professores classificadores e referiu a existência de novas falhas, incluindo exames sem indicação da versão realizada, obrigando o Júri Nacional de Exames a solicitar essa informação às escolas para permitir a classificação automática das perguntas de escolha múltipla.</p>
<p>As sucessivas dificuldades alimentam também receios quanto ao número de pedidos de reapreciação. A Federação Nacional da Educação já alertou para um possível aumento excecional destes processos, preocupação igualmente manifestada por vários professores classificadores. Cristina Mota considera que o sistema de classificação &#8220;está a trazer bastantes constrangimentos&#8221; e rejeita a ideia de que se trate de problemas pontuais, afirmando que, além da pressão e do desgaste sentidos pelos docentes, existe uma crescente incerteza relativamente à avaliação externa dos alunos. Perante este cenário, vários professores defendem mesmo o adiamento da segunda fase dos exames nacionais para setembro, numa altura em que faltam apenas dois dias para a divulgação oficial das pautas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789429]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em baixa com Sonae a liderar quedas e a cair 1,42%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:38:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Sonae a liderar as quedas e a ceder 1,42% para 2,09 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Sonae a liderar as quedas e a ceder 1,42% para 2,09 euros.</p>
<p>Cerca das 09:10 em Lisboa, o PSI baixava 0,39% para 9.091,40 pontos, com 13 empresas a descer e três a subir a cotação.</p>
<p>Às ações da Sonae seguiam-se as dos CTT, NOS e Jerónimo Martins, que desciam 1,23% para 5,61 euros, 1,01% para 4,89 euros e 0,97% para 16,28 euros.</p>
<p>A EDP Renováveis, Altri e Corticeira Amorim também se desvalorizavam, designadamente 0,79% para 13,87 euros, 0,75% para 4,66 euros e 0,63% para 6,34 euros.</p>
<p>A REN, Mota-Engil e Ibersol cediam 0,41% para 3,64 euros, 0,27% para 4,49 euros e 9,22% para 9,09 euros.</p>
<p>As outras três empresas que desciam de cotação eram a Navigator (-0,19% para 3,11 euros), BCP (-0,14% para 1,05 euros) e a Galp (-0,13% para 19,40 euros).</p>
<p>Em sentido contrário, a EDP, Semapa e Teixeira Duarte avançavam 0,46% para 4,59 euros, 0,25% para 20,25 euros e 0,21% para 0,48 euros, respetivamente.</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, depois da divulgação de um dado da inflação homóloga nos EUA melhor do que o esperado, que foi de 3,5% em junho, contra 4,2% em maio.</p>
<p>Na sessão de hoje, destaca-se em Espanha o dado da inflação homóloga depois do de terça-feira nos EUA, que se manteve em 3,2% em junho, apesar do aumento do IVA do gás e da eletricidade para 21%.</p>
<p>Na zona euro, será conhecida a variação mensal de maio da produção industrial ajustada, enquanto nos EUA será publicado o Livro Bege, que servirá para preparar a próxima reunião da Reserva Federal dos EUA (Fed) no próximo dia 29 de julho, na qual começa a ser descartada a possibilidade de um aumento de 0,25 pontos percentuais das taxas de juro diretoras, tendo em conta o bom dado da inflação em junho nos EUA.</p>
<p>Neste contexto, o presidente da Fed, Kevin Warsh, na sua primeira aparição na terça-feira perante o Comité de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes, e que hoje repetirá perante o Senado, assinalou que a Fed &#8220;não tem tolerância&#8221; para uma inflação persistentemente elevada, evitou dar qualquer orientação sobre o que acontecerá nas reuniões de julho ou setembro e limitou-se a assinalar que a inflação de junho é &#8220;apenas um dado isolado&#8221; que não deve ser sobreinterpretado.</p>
<p>De qualquer forma, as tensões EUA-Irão levam os investidores nesta sessão a continuar a vigiar as pressões inflacionistas.</p>
<p>Na terça-feira soube-se que, finalmente, o bloqueio naval dos EUA se limitará aos navios que vão para e a partir de portos iranianos e que não imporá a tarifa de 20% sobre toda a carga que transite o estreito com proteção norte-americana, sob pressão dos seus aliados do Golfo.</p>
<p>Entretanto, continuaram os ataques mútuos, com Trump a ameaçar bombardear centrais elétricas e infraestruturas civis iranianas na próxima semana se as negociações não forem retomadas.</p>
<p>Isto leva o preço do petróleo a registar novos aumentos, embora mais moderados.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 1,38% para 85,90 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789445]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crédito Agrícola mantém-se entre as instituições financeiras com melhor desempenho nas reclamações</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/credito-agricola-mantem-se-entre-as-instituicoes-financeiras-com-melhor-desempenho-nas-reclamacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[reclamações]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Crédito Agrícola voltou a destacar-se entre as instituições financeiras com menor volume de reclamações, ao apresentar rácios inferiores à média do setor tanto na atividade bancária como seguradora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Crédito Agrícola voltou a destacar-se entre as instituições financeiras com menor volume de reclamações, ao apresentar rácios inferiores à média do setor tanto na atividade bancária como seguradora, de acordo com os mais recentes relatórios do Banco de Portugal e da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), referentes a 2025.</p>
<p>Segundo o Relatório de Supervisão Comportamental do Banco de Portugal, o Crédito Agrícola registou um dos melhores desempenhos nos principais produtos bancários analisados. Nos depósitos à ordem, as Caixas de Crédito Agrícola Mútuo integradas no SICAM apresentaram o rácio mais baixo do setor, com 0,19 reclamações por cada mil contas, face à média de 0,37.</p>
<p>Também no crédito à habitação e hipotecário, o grupo liderou este indicador, registando 0,44 reclamações por cada mil contratos, um valor substancialmente inferior à média do mercado, que se fixou em 1,20 reclamações por mil contratos.</p>
<p>O desempenho estende-se igualmente à área seguradora. De acordo com o Relatório de Regulação e Supervisão da Conduta de Mercado 2025 da ASF, a CA Seguros apresentou o menor rácio de reclamações no ramo Automóvel entre as seguradoras não vida, com 0,10 reclamações por cada mil veículos seguros, cerca de oito vezes abaixo da média do mercado, situada em 0,80.</p>
<p>Já a CA Vida registou um rácio de apenas 0,05 reclamações por cada mil pessoas seguras, um resultado três vezes inferior à média do setor, de 0,15 reclamações por mil segurados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789442]]></sapo:autor>
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		<title>XLVIII BARÓMETRO: José Borralho, CONSUMERCHOICE EUROPE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:35:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de José Borralho, Presidente executivo &#038; fundador da Consumerchoice Europe]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de José Borralho, Presidente executivo &amp; fundador da Consumerchoice Europe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dos dados apresentados neste barómetro ressalta a enorme carga burocrática com que os empresários ainda continuam a lidar. Quando 56% dos líderes empresariais portugueses colocam a desburocratização acima da saúde, da habitação, dos salários ou até da carga fiscal como prioridade máxima para o país, talvez esteja na altura de aceitarmos uma verdade incómoda: Portugal não bloqueia por falta de talento, mas sim pelo próprio sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Continuamos a viver num país onde abrir, crescer, investir, contratar, licenciar, aprovar ou transformar exige quase sempre mais resistência psicológica do que visão estratégica e é perigosamente incompatível com o mundo atual.</p>
<p style="text-align: justify;">A lentidão administrativa, a complexidade dos processos, a dificuldade de execução e a morosidade da justiça tornaram-se custos invisíveis da economia portuguesa. Custos que não aparecem diretamente nos orçamentos, mas que roubam tempo, energia, inovação e competitividade. Num mercado global onde a velocidade é uma vantagem estratégica, Portugal continua demasiadas vezes preso a uma lógica de autorização, validação, parecer e espera.</p>
<p style="text-align: justify;">E os dados deste estudo são quase irónicos. As empresas querem crescer (mais de 70% antecipam crescimento em 2026), metade planeia aumentar investimento, a prioridade estratégica dominante é expansão de mercado e a burocratização do estado trabalha no sentido inverso.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas estão cansadas de processos que andam à velocidade de um fax num mundo que já funciona em tempo real. Cansadas de reuniões para marcar reuniões. Cansadas de sistemas onde a regulação é cada vez mais um entrave competitivo, em particular com indústrias fora da UE.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a própria Inteligência Artificial expõe essa contradição. Apesar de toda a discussão em torno da IA, os ganhos reais de produtividade continuam relativamente modestos para a maioria das empresas. E talvez isso aconteça porque a transformação tecnológica não depende apenas de ferramentas. Depende da capacidade do sistema acompanhar a velocidade da mudança.</p>
<p style="text-align: justify;">No fundo, os empresários portugueses parecem estar a dizer algo muito simples: o país não precisa apenas de mais incentivos. Precisa sobretudo de deixar de dificultar. Porque talvez o verdadeiro desafio de Portugal já não seja criar potencial. Seja finalmente permitir que ele aconteça. Talvez por isso o maior risco para Portugal já não seja a falta de investimento, nem a ausência de capacidade empresarial. Talvez o maior risco seja continuarmos a institucionalizar a lentidão como se fosse prudência. E chamarmos “processo” àquilo que, muitas vezes, é apenas medo de mudar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780511]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Siemens : IA industrial: a inteligência artificial que transforma o mundo real</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/siemens-ia-industrial-a-inteligencia-artificial-que-transforma-o-mundo-real/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Siemens Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A inteligência artificial entrou no dia a dia dos cidadãos e das organizações de formas que se tornaram quase imperceptíveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Está nas recomendações que surgem nas plataformas de streaming, nos filtros das redes sociais ou nos assistentes de voz que respondem às nossas perguntas. Mas existe uma dimensão desta transformação que vai muito além desses exemplos &#8211; uma dimensão mais profunda, mais exigente e com um potencial de impacto incomparavelmente maior: a inteligência artificial aplicada à indústria. É nesta área que a Siemens concentra a sua aposta estratégica, com um ecossistema de soluções concebido para responder aos desafios concretos da indústria: da produção às cadeias de abastecimento, das infraestruturas às redes de energia. Para a empresa, é neste domínio que a próxima grande revolução industrial se vai decidir.</p>
<p style="text-align: justify;">A visão da Siemens, que está presente em Portugal há mais de 120 anos, é clara: desenvolver tecnologia com o propósito de melhorar o dia-a-dia e tornar as indústrias mais eficientes e resilientes. Para alcançar estes objectivos, a IA Industrial assume um papel imprescindível. Mas não se trata de qualquer IA: falamos de sistemas treinados com dados reais da indústria, com conhecimento profundo sobre processos e com a integração de domínios tão diversos quanto a física, a química, a termodinâmica e a engenharia de produção.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado da integração da IA nos processos industriais, garante a empresa, traduz-se em indicadores concretos &#8211; mais produtividade, menos desperdício, redução significativa das emissões de CO₂, ciclos de desenvolvimento mais curtos e uma transição de operações reactivas para preditivas.</p>
<p style="text-align: justify;">E os efeitos práticos já se fazem sentir em múltiplas dimensões da actividade industrial, assegura a Siemens. «A IA industrial já está a permitir conceber produtos de forma mais rápida e inteligente, adaptar fábricas em tempo real a novas condições de mercado, antecipar falhas antes mesmo de ocorrerem e utilizar recursos cada vez mais escassos com níveis de eficiência nunca alcançados», afirma Luís Bastos, responsável pela Digital Industries na Siemens Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Do chão de fábrica ao mundo digital: onde a siemens faz a diferença</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A posição da Siemens nesta área resulta de décadas de presença activa no chão de fábrica e de uma compreensão profunda dos processos industriais e das suas exigências. A empresa está hoje capacitada para fazer aquilo que poucas organizações no mundo conseguem: integrar, de forma coerente e escalável, o mundo real e o mundo digital. Das máquinas às infraestruturas, dos processos produtivos às redes de energia, a Siemens combina IT e OT &#8211; tecnologias de informação e tecnologias operacionais &#8211; numa abordagem que transforma dados, até agora dispersos, em inteligência aplicada. Esta integração exige, naturalmente, padrões rigorosos de cibersegurança industrial, uma área em que a Siemens tem investido de forma contínua para garantir que a digitalização não compromete a integridade dos sistemas e dos dados. É precisamente nesta combinação entre o virtual e o físico que a IA ganha significado real e se converte em vantagem competitiva tangível para as organizações que a adoptam.</p>
<p style="text-align: justify;">Projectos como os de armazenamento de energia e gestão de microrredes que a Siemens implementou na ilha Terceira ou no parque industrial da Lempäälän Energia, na Finlândia, são exemplos concretos dos benefícios desta tecnologia. Apesar de recorrerem a portefólios tecnológicos distintos, ambos os projectos permitem, com recurso a IA, monitorizar em tempo real os sistemas eléctricos, fazer previsões mais precisas da produção e consumo de energia para vários dias e horas, com base em previsões meteorológicas e dados históricos. No caso da Ilha Terceira, este sistema permite maximizar a integração de energias renováveis, mantendo níveis elevados de qualidade, fiabilidade e continuidade no abastecimento eléctrico da ilha. Já no caso de Lempäälän, o sistema permite ainda vender a energia excedente ou comprar energia à rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As ferramentas que estão a transformar a indústria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para além destes projectos, a Siemens tem vindo a desenvolver um portefólio mais amplo de soluções que tornam a IA Industrial acessível e escalável. Muitas destas soluções fazem parte da Siemens Xcelerator, uma plataforma aberta de negócio digital que reúne hardware, software e serviços digitais num ecossistema acessível a empresas de todas as dimensões.</p>
<p style="text-align: justify;">O Siemens Industrial Copilot, desenvolvido em parceria com a Microsoft, é um dos exemplos mais emblemáticos. Trata-se de um assistente de IA generativa que melhora a colaboração entre pessoas e máquinas ao longo de todo o ciclo de vida industrial, desde a fase de concepção e engenharia até à operação e manutenção. Esta solução tem um impacto directo na forma como as equipas trabalham no dia a dia: reduz as tarefas repetitivas, melhora o desempenho operacional e ajuda as organizações a fechar lacunas que o mercado de trabalho, por si só, já não consegue colmatar.</p>
<p style="text-align: justify;">Num patamar mais avançado, o Eigen Engineering Agent representa uma nova geração de ferramentas: a da IA agentiva. Este sistema é capaz de planear, executar e validar tarefas de engenharia de automação de forma autónoma, com ganhos de eficiência que podem atingir os 50% e melhorias de qualidade até 80% superiores face aos processos tradicionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o RapidMiner foi desenvolvido para responder a um dos problemas mais persistentes nesta área: a fragmentação e o subaproveitamento de dados. Nas fábricas e nos sistemas industriais existem hoje enormes volumes de informação &#8211; sobre equipamentos, processos, consumos, falhas e condições de operação. Mas esses dados continuam, em grande medida, por explorar, dispersos em silos que comunicam mal entre si. A plataforma liga esses dados numa única camada de inteligência, integrando análise de dados, machine learning e simulação para transformar cada processo num sistema de aprendizagem contínua. Esta solução é particularmente relevante, uma vez que modelos alimentados por dados incompletos, desactualizados, enviesados ou mal estruturados dificilmente produzirão resultados fiáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O propósito destas soluções, sublinha a Siemens, não é a substituição do engenheiro, mas sim libertá-lo de tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, permitindo que dedique as suas capacidades analíticas e criativas a desafios de maior complexidade e impacto. É uma reconfiguração do trabalho humano e não uma redução do seu papel, assegura a empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">A dimensão das parcerias estratégicas da Siemens é igualmente reveladora da escala desta aposta. É exemplo a colaboração com a NVIDIA para desenvolver um sistema operativo para a IA Industrial, que permitirá reinventar toda a cadeia de valor.</p>
<p style="text-align: justify;">A par destas soluções e parcerias, os digital twins, réplicas digitais de fábricas ou linhas de produção inteiras, ocupam também um lugar cada vez mais central na estratégia da Siemens. Estas simulações permitem testar, optimizar e validar processos em ambiente virtual, antes de qualquer implementação física, antecipando problemas que de outra forma só seriam detectados depois de causarem impactos operacionais e identificando oportunidades de melhoria que permaneceriam invisíveis. Não se trata de um cenário utópico: em Singapura, a Siemens já está a recorrer a esta tecnologia para simular fábricas digitais completas e validar sistemas autónomos, optimizando processos e acelerando a inovação antes mesmo da construção de qualquer estrutura física.</p>
<p style="text-align: justify;">A dimensão da aposta da Siemens na IA Industrial traduz-se em números expressivos. A Siemens anunciou um investimento de mil milhões de euros a nível global para escalar a Inteligência Artificial ao longo dos próximos três anos &#8211; um compromisso que sinaliza, de forma inequívoca, que esta não é uma tendência passageira. É uma transformação estrutural e permanente. A mensagem que a empresa transmite ao mercado é clara, como sublinha Luís Bastos: «A IA tem de estar integrada nas operações reais, com os padrões de fiabilidade e segurança que a indústria exige. A adopção de IA nos fluxos de trabalho passou a ser uma condição de competitividade, independentemente da dimensão da empresa ou do sector em que opera.» Neste âmbito, a Siemens tem trabalhado para que estas soluções não sejam exclusivas de grandes grupos industriais, oferecendo modelos escaláveis e modulares que permitem a empresas de menor dimensão iniciar o seu percurso de transformação digital de forma progressiva e sustentada.</p>
<p style="text-align: justify;">As soluções existem, mas, para que esta transformação seja bem- -sucedida, a Siemens identifica, além do acesso a dados industriais de qualidade, duas premissas igualmente relevantes: o conhecimento profundo e especializado de cada sector e a criação de ecossistemas colaborativos robustos, onde empresas, parceiros, academia e talento trabalham de forma articulada e estratégica. É esta combinação, defende, que permite transformar a inteligência artificial em impacto económico, ambiental e social concreto e duradouro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pessoas no centro da transformação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas tudo isto só é possível se existirem colaboradores capacitados &#8211; outro dos pontos fulcrais na estratégia da Siemens para esta área. A posição é clara: a adopção bem-sucedida da IA não depende apenas de algoritmos, mas também da cultura organizacional, da liderança e da capacidade de mobilizar as equipas para esta jornada transformadora. A actualização e requalificação de competências são, por isso, pilares centrais da estratégia da empresa. Em Portugal, a Siemens disponibilizou 169 mil horas de formação, o que representa uma média de 50,9 horas de formação por colaborador. A convicção que sustenta este investimento é simples. «Nas grandes transições tecnológicas, são as organizações que acreditam e investem nas pessoas que transformam a disrupção em progresso e constroem vantagens competitivas duradouras», afirma Luís Bastos.</p>
<p style="text-align: justify;">A Siemens não tem dúvidas de que a IA Industrial será o motor da próxima revolução industrial e identifica em Portugal um conjunto de condições favoráveis que posicionam o País de forma promissora para tirar partido desta transformação: uma localização geográfica estratégica, riscos geoestratégicos e de segurança comparativamente reduzidos, liderança consolidada na produção de energia renovável, um sistema de ensino superior de reconhecida qualidade e capital humano altamente qualificado. Estes são activos que, combinados com a ambição certa, podem colocar Portugal numa posição de relevo na reindustrialização europeia.</p>
<p style="text-align: justify;">A evolução e o impacto da IA acontecem, contudo, a uma velocidade sem precedentes, sendo imperativo agir de forma célere para que todo o potencial de transformação se concretize.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, a Siemens não se posiciona apenas como fornecedora de tecnologia, mas como parceira activa na construção de um futuro industrial mais competitivo, mais eficiente e mais sustentável. É um compromisso que se mede em décadas: hoje, como nos últimos 120 anos em Portugal, a empresa continua a desenvolver projectos que impulsionam a reindustrialização sustentável do País e da Europa. Esse compromisso estende-se também à promoção de uma economia mais circular, em que os recursos são utilizados de forma mais inteligente e os ciclos de produção geram cada vez menos desperdício. A convicção que orienta esta trajectória mantém-se inalterada: a Siemens acredita que a tecnologia é uma resposta decisiva para os grandes desafios do nosso tempo &#8211; das alterações climáticas às demográficas, da urbanização à escassez de recursos. E desenvolvê-la com propósito claro e impacto real é o caminho mais determinante para a construção de um futuro melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “Transformação Digital”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781190]]></sapo:autor>
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		<title>A água nunca é da torneira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:33:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Carlos Lourenço]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Carlos Lourenço, Professor do ISEG.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A gestão camarária da crise da água em Almada falhou em pelos menos duas dimensões. Falhou — e falha — naquilo que é uma competência sua, porque uma percentagem muito elevada da água — algures nos 35% — é perdida por deficiências na rede e, ao que parece, há anos. Isto é desperdiçar água. E falhou na comunicação, porque decidiu dar ralhetes aos munícipes. Os cortes de água, e como estes foram comunicados, foram sentidos como os castigos, sem eficácia, que os pais dão aos filhos “que se portam mal”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas estes falhanços revelam talvez um problema mais profundo: uma incompreensão sobre a própria natureza da água. É que a água não é sempre o mesmo bem económico. A água existente num aquífero é um bem comum. A água que chega à torneira é um bem privado. Enquanto esta distinção não for compreendida, será difícil gerir eficazmente períodos de escassez.</p>
<p style="text-align: justify;">A água num aquífero pode facilmente ser confundida com um bem público, talvez porque, frequentemente, são empresas públicas que asseguram a sua captação, distribuição e comercialização, como acontece com o SMAS em Almada ou com a EPAL em Lisboa. Mas não é um bem público. É um bem comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto bem comum, a água é rival. Dito de forma simples, “o que vai para um, não vai para outro”. Se a Câmara de Almada fizer um furo para extrair água do aquífero, essa água deixa de poder ser extraída por qualquer outro furo, seja de um proprietário de um terreno localizado em Almada, seja de um município vizinho, como o Seixal — a água no subsolo não conhece fronteiras administrativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, a água subterrânea é também não-excludente. É muito difícil impedir que particulares extraiam água através de furos ou das chamadas “puxadas”. E, quando um aquífero se estende por vários municípios, essa exclusão torna-se, na prática, impossível de levar a cabo.</p>
<p style="text-align: justify;">É precisamente esta combinação de rivalidade e não exclusão que faz da água subterrânea um bem comum e que a torna vulnerável à chamada “tragédia dos comuns”. Não porque essa tragédia seja inevitável, como sugeriu Garrett Hardin no final da década de 1960, ressuscitando o pessimismo malthusiano, mas porque pode ocorrer sempre que as regras de gestão privilegiam o interesse individual em detrimento do interesse colectivo. Dito de outra forma, para que um aquífero seja sustentável são necessárias instituições adequadas e uma disposição dos utilizadores para pensar não apenas em si próprios, mas também nos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema é que essa mesma água acaba por aparecer nas torneiras. E aí a sua natureza económica muda.</p>
<p style="text-align: justify;">A água a que nos habituámos a chamar “água da da torneira” é um bem privado, tal como um automóvel ou um par de sapatos. Continua a ser rival — uma vez bebida por alguém, já não pode ser bebida por mais ninguém — mas passa também a ser excludente: quem não paga a factura vê o abastecimento interrompido.*</p>
<p style="text-align: justify;">Como qualquer outro bem privado, a forma mais imediata de regular o consumo é através do preço. O problema é que o preço médio da água continua provavelmente a ser percebido como relativamente baixo por muitos consumidores, domésticos e não domésticos. E essa percepção será tanto mais forte quanto maiores forem os seus rendimentos, algo particularmente relevante num concelho com desigualdades económicas tão marcadas como Almada, onde coexistem realidades tão distintas como o Pragal, o Monte de Caparica, o Laranjeiro ou a Charneca de Caparica, e dentro destas freguesias há ainda diferenças abissais entre bairros praticamente vizinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante esta realidade, é compreensível que quem paga pela água se revolte quando deixa de a ter. É também por isso que discursos moralizadores dirigidos aos consumidores são pouco eficazes e podem mesmo produzir um perigoso efeito boomerang. Mais grave ainda quando esses discursos são acompanhados de cortes no abastecimento, facilmente percebidos como uma forma de punição. Por mais que isso nos desagrade, quem paga por cada metro cúbico de água pode legitimamente argumentar que tem o direito de encher a piscina as vezes que entender.</p>
<p style="text-align: justify;">Preços significativamente mais elevados poderiam, porventura, desencorajar alguns consumos. Mas, enquanto houver disponibilidade para pagar, qualquer preço corre o risco de transformar aquilo que deveria ser um dever cívico na compra de um direito (o que chamamos em economia um <em>crowding out</em>). Quando o preço deixa de reflectir adequadamente a escassez do recurso e os custos que lhe estão associados, desaparece um importante mecanismo de coordenação social. E sem esse mecanismo surgem inevitavelmente conflitos: como pedir a alguém que tome um duche de cinco minutos quando o vizinho do lado lava o carro à mangueira?</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez a solução comece pelas crianças. Ainda imunes à contradição entre a psicologia de um bem privado — são os seus cuidadores que pagam a água, não elas — e a realidade ecológica de um bem comum, são as crianças que podem lembrar os adultos de fechar a torneira. Porque a água nunca é da torneira.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Continua a existir, felizmente, uma norma social segundo a qual “a água não se recusa a ninguém”. É por isso que ainda encontramos, em muitos cafés, um jarro de água acompanhado de copos, disponível para quem a quiser beber. Embora seja consumida maioritariamente pelos clientes, nomeadamente para acompanhar uma bica, dificilmente se recusará um copo de água a quem não o seja.</em></p>
<p><em> </em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Carlos Lourenço, Professor do ISEG]]></sapo:autor>
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		<title>TAP: Privatização não deve confinar-se a preço e exige &#8220;ponderação e descrição&#8221;, afirma Pinto Luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, sublinhou hoje que o processo de venda de parte da TAP não deve ser confinado ao preço e exige "ponderação e descrição".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, sublinhou hoje que o processo de venda de parte da TAP não deve ser confinado ao preço e exige &#8220;ponderação e descrição&#8221;.</p>
<p>&#8220;Uma proposta desta natureza é, obviamente, complexa e com muitos vetores de indispensável análise. Trata-se de uma decisão estratégica, que não deve ser confinada ao preço e que, por isto, exige ponderação e descrição&#8221;, disse Miguel Pinto Luz na abertura da audição regimental, no parlamento.</p>
<p>O ministro acrescentou que haverá novos desenvolvimentos neste processo &#8220;até ao final do mês&#8221;, com a entrega de propostas vinculativas até 29 de julho.</p>
<p>&#8220;É mais um passo importante neste processo, também ele fruto de consenso interpartidário, de moderação e pragmatismo&#8221;, defendeu.</p>
<p>Admitindo que este é &#8220;um dossier que gera grande interesse&#8221;, o ministro garantiu que o executivo o irá continuar &#8220;a gerir com muita calma e tranquilidade&#8221;.</p>
<p>Sobre o novo aeroporto de Lisboa, Pinto Luz acrescentou que a ANA irá entregar, na sexta-feira, o relatório técnico &#8212; o terceiro dos cincos relatórios de candidatura.</p>
<p>&#8220;Trata-se de um projeto completo, técnico e de engenharia, onde já estará definido, com detalhe, o que será o novo aeroporto: as pistas, os sistemas de &#8216;taxyway&#8217;, &#8216;stands&#8217; ou terminais&#8221;, acrescentou.</p>
<p>&#8220;Depois deste relatório, receberemos em janeiro, o relatório financeiro e passado um ano a proposta final&#8221;, referiu o ministro.</p>
<p>O processo de privatização parcial da TAP, relançado pelo Governo em 2025, prevê a venda de até 49,9% do capital da companhia, mantendo o Estado como acionista maioritário.</p>
<p>Na fase atual do processo, permanecem na corrida os grupos Air France-KLM e Lufthansa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789437]]></sapo:autor>
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		<title>Inflação, petróleo e guerra: o que esperar dos mercados na segunda metade de 2026?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:29:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[mercados]]></category>
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					<description><![CDATA[Os investidores terão de avaliar se o maior impacto da guerra será uma desaceleração do crescimento económico ou um prolongamento das pressões inflacionistas, num contexto em que o petróleo deverá manter-se estruturalmente acima dos níveis registados antes do conflito, mesmo que as tensões geopolíticas diminuam.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dívida pública continua a oferecer oportunidades de investimento em 2026, apesar da volatilidade provocada pelo conflito entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>A conclusão é de Marco Giordano, diretor de investimento, e Martin Harvey, gestor de carteiras de rendimento fixo da Wellington Management, que defendem uma abordagem mais flexível à exposição às taxas de juro perante um contexto marcado por inflação persistente, preços da energia elevados e crescente divergência entre economias.</p>
<p>Segundo os especialistas, o cenário atual é substancialmente diferente do vivido em 2022. Embora as yields das obrigações soberanas tenham voltado a subir, os níveis de remuneração são hoje significativamente mais elevados, permitindo que o rendimento gerado pelos títulos compense parte da volatilidade dos preços. Por isso, consideram que a perspetiva para o rendimento total da dívida pública permanece positiva durante o resto do ano.</p>
<p>Na análise da gestora, os mercados atravessam um momento decisivo. Os investidores terão de avaliar se o maior impacto da guerra será uma desaceleração do crescimento económico ou um prolongamento das pressões inflacionistas, num contexto em que o petróleo deverá manter-se estruturalmente acima dos níveis registados antes do conflito, mesmo que as tensões geopolíticas diminuam.</p>
<p>A Wellington Management acredita que este cenário coloca os bancos centrais perante um desafio particularmente complexo, obrigando-os a equilibrar políticas monetárias e orçamentais que respondam simultaneamente à inflação e ao abrandamento da atividade económica, sem agravar a situação das finanças públicas.</p>
<p>Apesar do aumento recente das yields, os especialistas admitem que este movimento pode representar uma oportunidade para aumentar gradualmente a exposição a obrigações de longo prazo, sobretudo em mercados como o Reino Unido. Caso as tensões geopolíticas diminuam ou os mercados passem a privilegiar os riscos para o crescimento económico, as taxas de juro poderão recuar, favorecendo a valorização destes ativos.</p>
<p>A gestora antecipa ainda que a segunda metade de 2026 será marcada por uma crescente divergência entre países, à medida que os efeitos do choque energético deixem de ser homogéneos. A dependência de importações de energia, a resiliência dos mercados de trabalho e a capacidade de adaptação de cada economia deverão ditar trajetórias distintas para as taxas de juro.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Wellington Management continua a prever um crescimento acima da tendência, apoiado por estímulos orçamentais, consumo resiliente e pelo investimento em inteligência artificial, ainda que acompanhado por uma inflação persistente. Já no Reino Unido, considera que a recente correção das obrigações pode criar um ponto de entrada atrativo, caso o risco político estabilize.</p>
<p>Na Zona Euro, o cenário é visto como mais incerto, dependendo da capacidade do setor industrial para manter o dinamismo económico apesar das pressões inflacionistas. No Japão, por outro lado, a gestora considera provável um ajustamento da política monetária, com potenciais efeitos nos mercados globais de taxas de juro e cambiais.</p>
<p>Perante este enquadramento, os especialistas defendem que uma gestão ativa e flexível será determinante para aproveitar as oportunidades no mercado obrigacionista, num período em que as diferenças entre economias e políticas monetárias deverão criar novas fontes de retorno para os investidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789434]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em baixa depois de inflação nos EUA desacelerar em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, depois de ser conhecido que a inflação homóloga nos EUA teve em junho um resultado melhor do que o esperado, 3,5% no mês passado, contra 4,2% em maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, depois de ser conhecido que a inflação homóloga nos EUA teve em junho um resultado melhor do que o esperado, 3,5% no mês passado, contra 4,2% em maio.</p>
<p>Às 08:45 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 0,17% para 640,99 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,61%, 0,48% e 0,98%, bem como as de Madrid e Milão, que baixavam 0,90% e 0,54%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,58% para 9.074,02 pontos.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,03% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1423 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Na sessão de hoje, destaca-se em Espanha o dado da inflação homóloga depois do de terça-feira nos EUA, que se manteve em 3,2% em junho, apesar do aumento do IVA do gás e da eletricidade para 21%.</p>
<p>Na zona euro, será conhecida a variação mensal de maio da produção industrial ajustada, enquanto nos EUA será publicado o Livro Bege, que servirá para preparar a próxima reunião da Reserva Federal dos EUA (Fed) no próximo dia 29 de julho, na qual começa a ser descartada a possibilidade de um aumento de 0,25 pontos percentuais das taxas de juro diretoras, tendo em conta o bom dado da inflação em junho nos EUA.</p>
<p>Neste contexto, o presidente da Fed, Kevin Warsh, na sua primeira aparição na terça-feira perante o Comité de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes, e que hoje repetirá perante o Senado, assinalou que a Fed &#8220;não tem tolerância&#8221; para uma inflação persistentemente elevada, evitando dar qualquer orientação sobre o que acontecerá nas reuniões de julho ou setembro.</p>
<p>Kevin Warsh limitou-se a assinalar que a inflação de junho é &#8220;apenas um dado isolado&#8221; que não deve ser sobreinterpretado.</p>
<p>De qualquer forma, as tensões EUA-Irão levam os investidores nesta sessão a continuar a vigiar as pressões inflacionistas.</p>
<p>O preço do petróleo continua a registar novos aumentos, embora mais moderados.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 1,38% para 85,90 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), avança 1,31% para 80,35 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 2,33% para 54,195 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Na Ásia, o Kospi sul-coreano disparou 6,24%, o Nikkei da bolsa de Tóquio subiu 1,49%, o índice de referência da bolsa de Xangai caiu 0,29%, o parque de Shenzhen perdeu 0,97% e o Hang Seng de Hong Kong subia 1,40% a minutos do final da sessão.</p>
<p>Os futuros de Wall Street apontam uma descida de 0,07% para o Dow Jones e uma subida de 0,67%.</p>
<p>Na terça-feira, o Dow Jones e o Nasdaq terminaram com ganhos, respetivamente de 0,02% e 0,90%.</p>
<p>Por sua vez, o preço do ouro cede 0,77% e a onça está a ser negociada a 4.021,80 dólares, enquanto a onça de prata baixa 1,12% para 58,0444 dólares.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avança para 3,141%, depois de ter fechado em 3,112% na sessão anterior.</p>
<p>A bitcoin sobe 0,37% para 64.727 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789431]]></sapo:autor>
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		<title>Lítio: Savannah concluiu Estudo Definitivo de Viabilidade da mina em Boticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Savannah concluiu o Estudo Definitivo de Viabilidade da mina de lítio em Boticas, que confirma uma vida útil inicial de 14 anos para o projeto e uma reserva provável de 20 milhões de toneladas de minério.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Savannah concluiu o Estudo Definitivo de Viabilidade da mina de lítio em Boticas, que confirma uma vida útil inicial de 14 anos para o projeto e uma reserva provável de 20 milhões de toneladas de minério.</p>
<p>&#8220;Estamos muito satisfeitos por publicar os principais resultados do Estudo Definitivo de Viabilidade da primeira fase de produção do projeto. Este é mais um marco muito importante para o desenvolvimento do projeto lítio do Barroso e o culminar de muitos anos de um trabalho realizado pela nossa equipa e por alguns dos mais experientes consultores internacionais do setor&#8221;, afirmou, citado em comunicado, o diretor executivo (CEO) da Savannah, Emanuel Proença.</p>
<p>A empresa prevê o início da construção em 2027, no concelho de Boticas, distrito de Vila Real, deste projeto que obteve a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023. O projeto é contestado por moradores, autarcas e ambientalistas.</p>
<p>Segundo divulgou, o estudo confirma uma vida útil inicial de 14 anos para o projeto, suportada por uma reserva provável JORC (código usado na indústria mineira) inicial de 20 milhões de toneladas de minério.</p>
<p>Durante este período prevê-se a produção de aproximadamente 2,56 milhões de toneladas de concentrado de espodumena, matéria-prima suficiente para mais de sete milhões de baterias para veículos elétricos.</p>
<p>E, segundo a empresa, &#8220;aponta-se ainda caminho para uma possível extensão da vida útil do projeto para mais de 40 anos no futuro&#8221;.</p>
<p>A Savannah considerou que &#8220;os resultados obtidos demonstram igualmente uma forte competitividade a nível internacional&#8221;, concluindo ainda que &#8220;é mais competitivo do que mais de 50% dos projetos hoje em operação no mundo inteiro&#8221;.</p>
<p>O projeto deverá ainda gerar cerca de 500 postos de trabalho permanentes na fábrica, escritórios e mina, e mais de 1.000 empregos indiretos e induzidos.</p>
<p>O estudo estima ainda uma contribuição de aproximadamente 720 milhões de euros em impostos, taxas e &#8216;royalties&#8217; para Portugal, mas a Savannah disse que os &#8220;benefícios para a região do Barroso vão além da atividade económica direta&#8221;, lembrando que, no último ano, celebrou mais de 10 memorandos de entendimento e outros acordos de cooperação com entidades locais, abrangendo áreas sociais, culturais, educativas e económicas.</p>
<p>Nesse sentido, acrescentou que a futura Fundação Savannah &#8220;permitirá desenvolver ainda mais iniciativas de interesse comunitário e reforçar o apoio ao desenvolvimento regional de longo prazo&#8221;.</p>
<p>A empresa referiu ainda que o plano de exploração foi desenvolvido para &#8220;cumprir ou superar os requisitos legais portugueses e europeus&#8221;, destacando a &#8220;utilização de um sistema de armazenamento de rejeitados a seco (&#8216;dry stack&#8217;), eliminando a necessidade de barragem convencional para o efeito, ou a implementação de um sistema autónomo de abastecimento e reciclagem de água, reduzindo em mais de 70% o seu consumo na operação&#8221;.</p>
<p>Em 2025, a mina do Barroso foi classificada pela União Europeia como projeto estratégico e, em Portugal, a empresa assinou um contrato de investimento com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), que prevê apoio financeiro até 110 milhões de euros.</p>
<p>Para a Savannah, a conclusão do estudo representa &#8220;um dos marcos mais relevantes no processo de desenvolvimento de qualquer projeto mineiro&#8221;, pelo que coloca o &#8220;projeto numa posição privilegiada para avançar para as etapas seguintes&#8221;.</p>
<p>&#8220;A conclusão do estudo representa a validação técnica, económica, ambiental e operacional do projeto aos olhos de investidores, bancos e parceiros comerciais, fornecendo um nível de detalhe sem precedentes sobre os custos de construção, operação e produção ao longo da vida útil da mina e da sua fábrica&#8221;, explicou.</p>
<p>Posiciona ainda, acrescentou, o projeto lítio do Barroso entre os &#8220;mais promissores da Europa, posicionando-o para ser o 2.º de larga escala a operar na Europa, no seguimento do projeto Keliber na Finlândia, que já iniciou produção&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789430]]></sapo:autor>
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		<title>Escalada dos combustíveis vai continuar e preços podem subir mais de 5 cêntimos/litro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços dos combustíveis em Portugal poderão voltar a sofrer um agravamento significativo na próxima semana, depois de o petróleo e os seus derivados terem disparado nos mercados internacionais na sequência da escalada do conflito no Médio Oriente e do novo bloqueio do estreito de Ormuz. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços dos combustíveis em Portugal poderão voltar a sofrer um agravamento significativo na próxima semana, depois de o petróleo e os seus derivados terem disparado nos mercados internacionais na sequência da escalada do conflito no Médio Oriente e do novo bloqueio do estreito de Ormuz. A valorização registada desde o início da semana aponta para aumentos superiores a cinco cêntimos por litro tanto no gasóleo como na gasolina, caso a tendência se mantenha até ao fecho das cotações.</p>
<p>Segundo cálculos avançados pelo <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/escalada-aponta-para-subidas-de-mais-de-cinco-centimos-nos-combustiveis" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, com base em dados da Bloomberg, as atuais cotações deixam margem para um agravamento na ordem dos cinco cêntimos por litro em ambos os combustíveis. A publicação explica que o fim do cessar-fogo e os novos ataques dos Estados Unidos ao Irão, que terão atingido cerca de 140 instalações iranianas, seguidos da resposta iraniana, voltaram a pressionar o mercado petrolífero. A este cenário juntou-se ainda a proposta de Donald Trump de aplicar uma taxa de 20% aos navios que atravessem o estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio mundial de petróleo, contribuindo para impulsionar ainda mais os preços.</p>
<p>O Brent voltou a negociar acima dos 85 dólares por barril, enquanto gasolina e gasóleo registam valorizações próximas de 8% face à semana anterior, atingindo máximos de um mês nos mercados internacionais. Apesar de ainda faltar conhecer uma parte significativa das cotações desta semana, a evolução dos preços reforça a expectativa de novos aumentos nos postos de abastecimento nacionais, embora o impacto final possa ainda depender de uma eventual nova intervenção do Governo através do reforço do desconto aplicado no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), mecanismo utilizado para compensar parte da receita fiscal adicional gerada pelo aumento do preço do petróleo.</p>
<p>Os consumidores já sentiram esta semana um agravamento expressivo dos preços. O gasóleo simples aumentou cerca de 5,6 cêntimos por litro, já considerando o reforço do desconto no ISP, enquanto a gasolina simples de 95 octanas subiu aproximadamente 2,1 cêntimos por litro. Com estas atualizações, os preços médios de venda ao público situam-se em cerca de 1,851 euros por litro para o gasóleo e 1,919 euros por litro para a gasolina.</p>
<p>Caso o atual comportamento dos mercados se confirme até ao final da semana, o gasóleo poderá aproximar-se da fasquia dos 1,90 euros por litro, enquanto a gasolina voltará a ficar muito perto dos dois euros por litro. De acordo com os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), a gasolina simples de 95 octanas mantém-se abaixo dos dois euros desde o final de maio, mas a nova escalada das cotações internacionais poderá colocar um ponto final nessa tendência já na próxima atualização semanal dos preços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789424]]></sapo:autor>
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		<title>O papel dos dados e da inteligência artificial na climatização doméstica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:16:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ricardo Silva, KAM HVAC Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os equipamentos que mais influenciam a fatura energética das famílias, os sistemas de climatização assumem um papel cada vez mais relevante, tornando-se um dos principais focos de eficiência e inovação. O aumento dos custos da energia, a necessidade de utilizar os recursos de forma mais eficiente e a crescente preocupação com a sustentabilidade levaram as famílias a olhar para a tecnologia com outros olhos. Se, durante muito tempo, a inovação foi valorizada sobretudo pelo conforto e pela conveniência que proporcionava, hoje espera-se que seja também uma aliada na redução do desperdício e na promoção de um consumo mais consciente.</p>
<p>É neste contexto que os dados e a inteligência artificial (IA) ganham relevância. A questão já não passa só por consumir menos, mas por compreender melhor como consumimos. A informação gerada pelos equipamentos domésticos e pelos sistemas de climatização que utilizamos diariamente permite identificar padrões, antecipar necessidades e apoiar decisões mais informadas, transformando a gestão da casa numa tarefa cada vez mais eficiente e adaptada às necessidades de cada família.</p>
<p>Este princípio já está a chegar às nossas casas. A nova geração de eletrodomésticos consegue interpretar padrões de utilização, ajustar automaticamente o seu funcionamento e recomendar práticas mais eficientes. A inteligência artificial permite, por exemplo, otimizar temperaturas ou adaptar consumos em função das necessidades reais de cada instalação, evitando desperdícios sem exigir um esforço adicional por parte dos consumidores.</p>
<p>No entanto, o verdadeiro impacto desta evolução não está na automatização das tarefas domésticas. Está na mudança de paradigma que representa. Pela primeira vez, a tecnologia deixa de ser uma ferramenta de execução para assumir também um papel de apoio à decisão. Em vez de sermos nós a adaptar-nos aos equipamentos, são os equipamentos que aprendem com os nossos hábitos e procuram responder de forma mais eficiente, equilibrando o conforto térmico e a eficiência energética.</p>
<p>Esta mudança ganha especial relevância num contexto marcado pelo aumento dos custos da energia e pela crescente preocupação com a utilização responsável dos recursos naturais. Num país onde as famílias procuram cada vez mais formas de controlar as despesas mensais, pequenos ajustes automáticos na temperatura, nos horários de funcionamento ou mesmo na gestão da ocupação dos espaços podem traduzir-se em poupanças significativas ao longo do tempo. A inteligência artificial não resolve, por si só, os desafios da eficiência energética, mas pode ajudar a identificar desperdícios que muitas vezes passam despercebidos e incentivar hábitos de consumo mais conscientes.</p>
<p>A integração de sensores de temperatura, humidade, qualidade do ar e até previsões meteorológicas permite que os sistemas tomem decisões mais inteligentes e ajustadas às condições reais de utilização, reduzindo consumos sem comprometer o conforto.</p>
<p>Importa, contudo, evitar uma visão excessivamente otimista da tecnologia. A inteligência artificial não substitui o papel dos consumidores nem elimina a necessidade de escolhas responsáveis. A sustentabilidade continua a depender das decisões humanas. A tecnologia pode recomendar, antecipar ou automatizar processos, mas cabe sempre às pessoas decidir de que forma utilizam os recursos disponíveis.</p>
<p>Há igualmente um desafio que não pode ser ignorado: a confiança. À medida que os equipamentos recolhem mais informação sobre os hábitos domésticos, cresce também a responsabilidade das empresas em garantir a proteção desses dados, a transparência na sua utilização e elevados padrões de cibersegurança. O futuro da casa inteligente dependerá tanto da inovação tecnológica como da confiança que os consumidores nela depositarem.</p>
<p>Nos próximos anos, é provável que deixemos de avaliar um sistema de climatização apenas pela sua potência, capacidade ou classificação energética. A sua capacidade para interpretar dados, otimizar consumos e adaptar-se às necessidades de cada família será, cada vez mais, um fator diferenciador. A inteligência artificial deixará de ser encarada como uma funcionalidade adicional para passar a integrar a própria definição de eficiência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Ricardo Silva, KAM HVAC Portugal]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Luís Neves sob pressão: Alegado tanque é afinal uma piscina que não foi comunicada à Câmara de Odemira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A polémica em torno das obras realizadas numa propriedade da família do ministro da Administração Interna, Luís Neves, em São Teotónio, concelho de Odemira, ganhou um novo capítulo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A polémica em torno das obras realizadas numa propriedade da família do ministro da Administração Interna, Luís Neves, em São Teotónio, concelho de Odemira, ganhou um novo capítulo. Depois de o governante ter referido que tinha construído um tanque, imagens divulgadas pela CMTV mostram que a estrutura corresponde, afinal, a uma piscina. Tratando-se de uma obra urbanística, esta intervenção exige comunicação prévia junto da Câmara Municipal de Odemira. Contudo, segundo fonte oficial da autarquia citada pelo <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/tanque-afinal-e-uma-piscina-ministro-luis-neves-nao-comunicou-obras-em-monte-da-familia-a-autarquia-de-odemira" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, &#8220;não foi possível encontrar qualquer processo de licenciamento ou comunicação de obras&#8221; relativo ao monte que o ministro pretende converter em Alojamento Local.</p>
<p>O caso surgiu depois de o Nascer do Sol revelar que o empreiteiro responsável pelas obras, João dos Santos Carvalho, realizou trabalhos para a Polícia Judiciária entre 2020 e 2025, período em que Luís Neves era diretor nacional daquela força policial. O ministro afirmou ao semanário que apenas tinha efetuado obras num dos montes da família, mas a TVI noticiou entretanto que existem equipamentos da empresa Construbarcelos em, pelo menos, duas propriedades. O Correio da Manhã questionou ainda a Procuradoria-Geral da República sobre a eventual abertura de um inquérito, mas não obteve resposta.</p>
<p>As obras, iniciadas em 2024 e ainda por concluir, já custaram 27.483 euros à empresa unipessoal da mulher de Luís Neves, segundo dados do portal e-Fatura citados pelo Observador. O governante apresentou apenas duas faturas, no valor total de cinco mil euros, justificando que &#8220;são cinco mil euros que eu lhe fui dando aos fins de semana, quando ele ia lá, para pequenas despesas, para fundo de maneio&#8221;, sem, contudo, divulgar os respetivos comprovativos de pagamento. Em resposta, o gabinete do ministro afirmou que &#8220;a intervenção na propriedade em causa ainda se encontra em curso e, uma vez concluída, será reunida e disponibilizada toda a documentação final que se revele pertinente&#8221;, acrescentando que até essa altura &#8220;não serão feitos mais comentários sobre este assunto&#8221;.</p>
<p>A notícia recorda ainda que a sede da Construbarcelos fica em Barcelos, a mais de 550 quilómetros de São Teotónio, e refere que, segundo o Nascer do Sol, nenhuma outra entidade pública além da Polícia Judiciária contratou a empresa. O mesmo jornal adianta que João dos Santos Carvalho terá sido investigado pela PJ, em 2017, por alegados crimes de falsificação de documentos e insolvência dolosa relacionados com outra empresa que detinha, embora a Construbarcelos tenha sido validada pelo Gabinete Nacional de Segurança para participar em concursos públicos da Polícia Judiciária.</p>
<p>Além da controvérsia sobre a contratação do empreiteiro, a construção da piscina poderá ter também implicações fiscais. Segundo a notícia, este tipo de infraestrutura aumenta o valor patrimonial tributário do imóvel e, consequentemente, o montante do IMI, competindo ao proprietário atualizar a caderneta predial junto da Autoridade Tributária. As imagens divulgadas pela CMTV indicam que a piscina já estará concluída, apesar de Luís Neves a ter descrito anteriormente como sendo apenas um tanque.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789398]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estado da nação: Montenegro abre último debate político antes das férias com exames no centro da polémica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estado-da-nacao-montenegro-abre-ultimo-debate-politico-antes-das-ferias-com-exames-no-centro-da-polemica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 08:05:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro abre na quinta-feira o último debate político antes das férias parlamentares, uma discussão que deverá ficar marcada pela polémica à volta dos exames nacionais do ensino secundário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro abre na quinta-feira o último debate político antes das férias parlamentares, uma discussão que deverá ficar marcada pela polémica à volta dos exames nacionais do ensino secundário.</p>
<p>O debate do estado da nação tem uma duração aproximada de quatro horas e será aberto com uma intervenção de Luís Montenegro, de até 30 minutos, sendo igualmente encerrado pelo Governo. Seguem-se pedidos de esclarecimento dos partidos, a começar pelo Chega, e depois PSD, PS, IL, Livre, PCP, CDS-PP, BE, PAN e JPP.</p>
<p>Os problemas nas correções dos exames, no ano de estreia da correção digital das provas feitas em papel, levaram o Governo a adiar o prazo de afixação das notas para sexta-feira e a um coro de críticas da oposição, entre propostas de comissões de inquérito (BE) e pedidos de um debate de urgência (Chega e PCP) com o ministro da Educação, Fernando Alexandre, precisamente para sexta-feira, ainda não agendado.</p>
<p>O primeiro-ministro assegurou na segunda-feira que mantém a confiança no ministro da Educação, e falou até num aproveitamento da situação da parte de quem deseja que as coisas corram mal.</p>
<p>Na terça-feira à noite, na qualidade de líder do PSD e perante militantes do distrito de Setúbal, Luís Montenegro disse &#8220;pôr a cabeça no cepo&#8221; pelo objetivo geral da &#8220;guerra à burocracia&#8221; e, quanto aos exames, admitiu que pode ter havido &#8220;alguma falha dos responsáveis políticos e dos serviços&#8221;, mas apontou igualmente à resistência de alguns professores, que &#8220;perturba o processo&#8221;, ressalvando que &#8220;a grande maioria está com este passo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós ousamos a transformação que traz mais transparência, mais fidedignidade, mais rapidez (&#8230;) e estamos aqui para responder com toda a humildade, de forma genuína, mas também com muita convicção, que este caminho é para percorrer. Este caminho é para percorrer e nós vamos ser capazes de o percorrer sem causar nenhum prejuízo a ninguém&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Chega já prometeu repetir no debate as críticas que tem feito ao ministro da Administração Interna, não só de ameaças ao líder do partido, mas também de um &#8220;eventual conflito de interesses&#8221; por ter contratado, a título particular, um empreiteiro que fazia obras para a Polícia Judiciária, quando Luís Neves dirigia esta instituição.</p>
<p>No debate parlamentar deverá entrar também a situação económica mais incerta do que há um ano &#8212; o Governo já admitiu poder ter em 2026 um pequeno défice devido à guerra no Médio Oriente e às tempestades que atingiram o país no inverno -, depois de a oposição ter apresentado propostas para voltar ao IVA zero nos bens alimentares ou para regular o preço dos combustíveis.</p>
<p>Por outro lado, a discussão sobre o estado da nação realiza-se cerca de um mês depois da derrota do Governo na revisão da legislação laboral: após meses de negociações infrutíferas na concertação social e algumas semanas na Assembleia da República com o Chega &#8212; que pretendia como contrapartida uma descida da idade da reforma -, o diploma acabou chumbado por todos os partidos.</p>
<p>PSD e CDS-PP governam em coligação desde abril de 2024, em dois executivos liderados por Luís Montenegro, com uma interrupção para eleições legislativas antecipadas em maio de 2025, na sequência do chumbo de uma moção de confiança apresentada pelo Governo após semanas de críticas da oposição sobre a vida patrimonial e pessoal do primeiro-ministro e a empresa Spinumviva.</p>
<p>Nessas eleições, a coligação AD (PSD/CDS-PP) voltou a vencer sem maioria, aumentando o número de deputados que suportam o Governo de 80 para 91. As eleições resultaram na subida do Chega a segunda força parlamentar, ultrapassando o PS.</p>
<p>Desde então, Montenegro tem insistido na tese da equidistância entre PS e Chega e que não tem um parceiro preferencial para a aprovação de diplomas e, sobretudo após o chumbo da legislação laboral, tem acusado os dois maiores partidos &#8212; que já aprovaram juntos várias iniciativas contra a vontade de PSD e CDS-PP &#8211; de &#8220;decisões imponderadas e irresponsáveis&#8221; e de &#8220;falta de coragem&#8221; para mudar e reformar.</p>
<p>Há exatamente um ano, o debate ficou marcado pelo anúncio, logo no arranque, de que o Governo iria aprovar um novo suplemento extraordinário entre 100 e 200 euros para todas as pensões até 1.567,50 euros e uma proposta de lei de redução do IRC para 19% em 2026, 18% em 2027 e 17% em 2028.</p>
<p>Nessa altura, o XXV Governo estava em funções há pouco mais de um ano e Montenegro abriu o debate defendendo que &#8220;o país está melhor e a vida dos portugueses está melhor&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789405]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Israel: Três pessoas mortas num ataque israelita na Faixa de Gaza</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/israel-tres-pessoas-mortas-num-ataque-israelita-na-faixa-de-gaza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos três pessoas, incluindo uma menina de 6 anos, foram mortas hoje num ataque do exército israelita na Faixa de Gaza, apesar do acordo de cessar-fogo assinado em outubro entre o grupo islamita Hamas e Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos três pessoas, incluindo uma menina de 6 anos, foram mortas hoje num ataque do exército israelita na Faixa de Gaza, apesar do acordo de cessar-fogo assinado em outubro entre o grupo islamita Hamas e Israel.</P><br />
<P>Fontes médicas citadas pela agência de notícias palestiniana Wafa indicaram que as vítimas eram membros da mesma família &#8212; um casal e uma das suas filhas &#8211;, cuja casa foi atingida em Deir al-Balah, na região central da Faixa de Gaza. </P><br />
<P>O Ministério da Saúde de Gaza informou na terça-feira que 1.110 pessoas foram mortas e 3.599 ficaram feridas em ataques israelitas desde o cessar-fogo, acrescentando que 800 corpos também foram recuperados de áreas onde as tropas israelitas se retiraram.</P><br />
<P>As autoridades de Saúde afirmaram que desde o início da ofensiva israelita, que fizeram aproximadamente 1.200 mortos e quase 250 sequestrados em Israel, foram registadas 73.233 mortes e 173.707 pessoas feridas, embora tenha sublinhado que continuam a ser encontrados corpos nas ruas e entre os escombros de edifícios bombardeados.</P><br />
<P>Os ataques do Hamas ocorreram a 07 de outubro de 2023, sucedendo-se depois a ofensiva israelita.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789396]]></sapo:autor>
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		<title>Dia de caos nos transportes em Espanha: Mais de 300 comboios cancelados devido à greve da Renfe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os passageiros que viajam esta quarta-feira na rede ferroviária espanhola enfrentam uma nova jornada de perturbações devido à greve convocada pelo Sindicato Ferroviário espanhol. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os passageiros que viajam esta quarta-feira na rede ferroviária espanhola enfrentam uma nova jornada de perturbações devido à greve convocada pelo Sindicato Ferroviário. A Renfe confirmou o cancelamento de 328 comboios de Alta Velocidade, Longa Distância e Média Distância, numa paralisação que coincide com um dos períodos de maior procura do ano, devido às férias de verão.</p>
<p>Segundo a resolução dos serviços mínimos aprovada pelo Ministério dos Transportes espanhol, deixam de circular 94 comboios de Alta Velocidade e Longa Distância, de um total de 343 previstos para hoje. Também foram suprimidos 234 serviços de Média Distância, dos 650 inicialmente programados. Apesar da greve, a circulação não será totalmente interrompida, uma vez que foram definidos serviços mínimos destinados a garantir a mobilidade dos passageiros.</p>
<p>Assim, a Renfe manterá em circulação 249 comboios de Alta Velocidade e Longa Distância, o equivalente a 73% da oferta habitual, a mesma percentagem aplicada durante a anterior greve. Nos serviços de Média Distância, circularão 426 comboios, correspondendo a 66% da operação prevista, um ponto percentual acima dos serviços mínimos definidos na paralisação realizada no final de junho.</p>
<p>Também os serviços suburbanos Cercanías serão afetados, embora com uma oferta parcialmente assegurada. Durante as horas de maior procura, os comboios funcionarão com 75% da frequência habitual, reduzindo para 50% durante o restante período do dia. Estas limitações abrangem os principais núcleos urbanos de Madrid, Astúrias, Cantábria, Galiza, Castela e Leão, Sevilha, Cádis, Málaga, Valência, Múrcia e Saragoça, mantendo-se os mesmos níveis de serviços mínimos definidos na primeira jornada de greve.</p>
<p>A paralisação foi convocada pelo Sindicato Ferroviário, que acusa o Ministério dos Transportes de incumprir os acordos alcançados em novembro de 2023 com os representantes dos trabalhadores. Entre as principais críticas está a alegada intenção do Governo de promover o &#8220;abandono premeditado&#8221; da atividade de mercadorias da Renfe, favorecendo a sua transferência para a Medway, empresa pertencente ao grupo logístico MSC.</p>
<p>Esta é a segunda greve promovida este ano por esta estrutura sindical, depois da paralisação realizada a 29 de junho, mantendo-se as reivindicações relacionadas com o futuro do transporte ferroviário de mercadorias e com o cumprimento dos compromissos assumidos entre o Executivo e os trabalhadores.</p>
<p>Perante os constrangimentos, a Renfe recomenda aos passageiros que verifiquem previamente o estado da viagem antes de se deslocarem às estações ferroviárias. Os clientes com bilhetes para comboios cancelados poderão recorrer às alternativas disponibilizadas pela operadora, incluindo mudanças de viagem e outras soluções previstas pela companhia.</p>
<p>A greve volta, assim, a afetar milhares de passageiros em Espanha numa altura em que o tráfego ferroviário regista um dos níveis mais elevados do ano, devido ao aumento das deslocações associadas às férias de verão e às viagens de lazer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789197]]></sapo:autor>
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		<title>Organizações ambientais entregam hoje carta ao Governo a pedir cidades adaptadas ao calor extremo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Doze organizações ligadas ao ambiente e à sustentabilidade entregam esta quarta-feira uma carta aberta ao Governo e aos municípios portugueses, apelando a um compromisso urgente de adaptação das cidades ao calor extremo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doze organizações ligadas ao ambiente e à sustentabilidade entregam esta quarta-feira uma carta aberta ao Governo e aos municípios portugueses, apelando a um compromisso urgente de adaptação das cidades ao calor extremo. O documento apresenta seis propostas concretas, entre as quais a criação de uma rede nacional de refúgios climáticos acessíveis à população durante episódios de temperaturas elevadas.</p>
<p>A carta será entregue no Dia Europeu das Vítimas da Crise Climática Mundial, assinalado a 15 de julho, e tem como destinatários o primeiro-ministro, os ministros do Ambiente e Energia, da Saúde e das Infraestruturas e Habitação, bem como o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses. Os subscritores defendem que Portugal precisa de acelerar a implementação de medidas de adaptação climática, considerando que o calor extremo constitui &#8220;uma emergência de saúde pública&#8221;.</p>
<p>Entre as propostas apresentadas, as organizações defendem que todos os municípios devem identificar e disponibilizar, desde já, espaços públicos e privados acessíveis — como bibliotecas, piscinas, jardins e outros equipamentos — onde qualquer pessoa possa encontrar proteção durante ondas de calor. As autarquias deverão também elaborar e divulgar anualmente um plano de implementação das medidas de adaptação ao calor, bem como fazer um balanço das ações previstas nos Planos Municipais de Ação Climática.</p>
<p>O documento pede ainda que os municípios identifiquem e apoiem grupos particularmente vulneráveis, como pessoas idosas isoladas, pessoas em situação de sem-abrigo e trabalhadores expostos a temperaturas elevadas. Os subscritores consideram igualmente prioritária a renovação energética dos edifícios e, quando adequado, a instalação de equipamentos de climatização ativa em creches, infantários, centros de dia, lares e unidades de cuidados continuados.</p>
<p>As organizações defendem também um aumento significativo das áreas verdes urbanas e do sombreamento, sobretudo junto de escolas, parques infantis, paragens de transportes públicos e zonas de grande circulação pedonal. Propõem ainda a adaptação de edifícios e do espaço público para reduzir as temperaturas nas cidades, através de soluções como coberturas verdes e investimentos em eficiência energética.</p>
<p>Embora reconheçam que Portugal já dispõe de legislação e de planos municipais de adaptação climática, os subscritores consideram que o principal problema é &#8220;a velocidade da implementação&#8221;. Por isso, pedem ao Governo a criação de uma linha de apoio específica para que os municípios possam concretizar as medidas previstas. A carta sublinha ainda que as ondas de calor são o evento climático mais mortal na Europa.</p>
<p>O documento cita dados segundo os quais a mais recente onda de calor terá causado mais de 1.300 mortes na Europa e recorda que Portugal já registou seis ondas de calor este ano. Para além do impacto na saúde pública, as organizações alertam também para os custos económicos significativos associados a estes fenómenos extremos.</p>
<p>Na carta, os subscritores afirmam que &#8220;cada árvore plantada, rua sombreada ou escola adaptada é uma intervenção para salvar vidas&#8221;. E deixam um aviso direto: &#8220;Não podemos aceitar que, verão após verão, continuemos a contabilizar mortes evitáveis enquanto as soluções permanecem adiadas&#8221;.</p>
<p>Entre as entidades que subscrevem o documento encontram-se associações como a Geota, Quercus, Zero, Greenpeace Portugal, WWF Portugal e a Rede Portuguesa de Embaixadores do Pacto Climático Europeu.</p>
<p>A entrega da carta será acompanhada por uma ação de sensibilização junto da sede do Governo, promovida pela Rede Portuguesa de Embaixadores do Pacto Climático Europeu. Sob o lema &#8220;Lisboa não é uma sauna!&#8221;, os participantes irão envolver-se em toalhas e erguer cartazes com essa mensagem, associando-se à campanha europeia #citiesnotsaunas, promovida pela CAN Europe (Climate Action Network Europe), que pretende exigir cidades mais resistentes às ondas de calor.</p>
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		<title>Bolsa de Lisboa abriu a cair 0,07%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,07%, para 9.120,10 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,07%, para 9.120,10 pontos.</P><br />
<P>Na terça-feira, a bolsa fechou em queda, de 0,08%, para 9.126,85 pontos, em contraciclo com o resto da Europa, e com a Galp a liderar as perdas, recuando 2,22%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789394]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Ursula von der Leyen em Kiev para apoiar indústria de defesa ucraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 07:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, vai anunciar hoje em Kiev novas iniciativas relacionadas com a indústria de defesa do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, vai anunciar hoje em Kiev novas iniciativas relacionadas com a indústria de defesa do país.</P><br />
<P>&#8220;Acabo de chegar a Kiev para a minha décima primeira visita à Ucrânia em tempo de guerra. É um momento especial. A Ucrânia ganhou um impulso militar significativo. A situação está a mudar&#8221;, afirmou Von der Leyen numa mensagem publicada nas redes sociais após a chegada a Kiev.</P><br />
<P>Ursula Von der Leyen acrescentou que as novas iniciativas relativas ao setor da defesa vão permitir produzir mais quantidade de equipamento de forma mais rápida, acrescentando que também vai abordar o processo de adesão da Ucrânia ao bloco europeu.</P><br />
<P>A visita a Kiev ocorre um dia depois de a União Europeia ter aberto um segundo grupo de capítulos de negociação com a Ucrânia &#8212; concretamente o Capítulo 6, que trata da política externa &#8212;, apenas um mês após o início das negociações formais de adesão.</P></p>
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