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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 15:44:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Não era o superiate principal, mas roubou as atenções: barco de apoio da herdeira da Walmart parou Marbella</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:42:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação obrigou a interromper temporariamente o tráfego marítimo e transformou-se num espetáculo improvisado, com dezenas de pessoas a filmarem o momento com os telemóveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os turistas que passeavam por Puerto Banús, em Marbella, assistiram a uma manobra pouco comum: um barco de 67 metros a sair lentamente do porto de marcha-atrás. A operação obrigou a interromper temporariamente o tráfego marítimo e transformou-se num espetáculo improvisado, com dezenas de pessoas a filmarem o momento com os telemóveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa estava o Kalm, o navio de apoio da multimilionária norte-americana Nancy Walton Laurie, herdeira do império Walmart. O tamanho da embarcação tornava impossível a manobra de rotação dentro do porto, obrigando a tripulação a recuar até chegar a águas abertas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Uma manobra de alta precisão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A saída do Kalm chamou a atenção de visitantes e curiosos nos cais de Puerto Banús. Durante vários minutos, o barco recuou pelo estreito canal de saída do porto, ocupando a única via navegável disponível e obrigando as restantes embarcações a aguardar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vista de terra, a manobra parecia apenas aparatosa. Mas, do ponto de vista náutico, tratou-se de uma operação complexa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Conduzir um barco com mais de 67 metros em marcha-atrás é muito mais exigente do que fazê-lo em marcha normal. A direção responde de forma diferente e elementos como a grande superestrutura, a plataforma para helicópteros e a grua instalada no convés aumentam o efeito do vento sobre a embarcação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, os propulsores laterais e as hélices gémeas permitiram à tripulação concluir a saída em segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Um barco que trabalha para o luxo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Ao contrário de muitos superiates que costumam atrair atenções pelo luxo a bordo, o Kalm não foi construído para alojar convidados. A sua função é apoiar o gigantesco superiate Kaos, também propriedade de Nancy Walton Laurie e avaliado em cerca de 300 milhões de dólares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto o Kaos está sobretudo orientado para o alojamento e lazer dos convidados, o Kalm transporta os meios que tornam possível esse nível de luxo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A bordo seguem helicópteros, embarcações auxiliares, motos de água, equipamento de mergulho, oficinas de manutenção, combustível, peças sobresselentes e parte da tripulação especializada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Um gigante de 67 metros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Construído em 2014 pelo estaleiro neerlandês Damen Shipyards Group, o Kalm mede 67,15 metros de comprimento. O casco é fabricado em aço e a superestrutura combina aço e alumínio, garantindo resistência e capacidade operacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A embarcação é movida por quatro motores diesel MTU, cada um com cerca de 3.000 cavalos de potência, suficientes para alcançar velocidades próximas dos 22 nós.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Kalm tem ainda uma autonomia aproximada de 8.700 milhas náuticas, o que lhe permite realizar longas travessias sem necessidade de reabastecimento frequente.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Heliporto, centro médico e câmara de descompressão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O equipamento do Kalm aproxima-o mais de uma base logística flutuante do que de um iate tradicional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as instalações estão um heliporto certificado para aeronaves até cinco toneladas, sistemas de reabastecimento para helicópteros, uma grua de grande capacidade para embarcar lanchas, veículos ou submersíveis, um centro profissional de mergulho, uma câmara hiperbárica de descompressão e uma unidade médica preparada para responder a emergências em alto-mar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas características tornam o navio capaz de apoiar expedições prolongadas longe de qualquer porto.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Já pertenceu a Gabe Newell e Mark Zuckerberg</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A história do Kalm também passou por outros nomes conhecidos. Quando saiu do estaleiro, foi batizado como Dapple e prestou serviço ao iate do empresário Gabe Newell, cofundador da Valve Corporation.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais tarde, foi adquirido por Mark Zuckerberg, que lhe deu o nome Wingman. Nessa fase, acompanhou o superiate Launchpad em viagens pelo Mediterrâneo, pelo Ártico e pela Polinésia Francesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2025, passou a integrar a frota de Nancy Walton Laurie, recebendo o nome atual.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>O parceiro discreto do megaiate Kaos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A existência do Kalm acompanha uma tendência cada vez mais comum entre os proprietários dos maiores superiates do mundo. Em vez de aumentarem ainda mais o tamanho do barco principal, muitos optam por acrescentar uma segunda embarcação para transportar equipamento técnico e meios de lazer.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dessa forma, o Kaos, com 110 metros de comprimento, pode reservar praticamente todo o espaço para os convidados. O megaiate inclui suites para 31 hóspedes, piscina, spa, ginásio, cinema, salão de beleza, clube de praia e um bar inspirado nos clubes londrinos.</p>
<p>Normalmente, é o Kaos que atrai as atenções nos portos onde atraca. Desta vez, porém, foi o Kalm que ficou no centro das atenções, ao sair de marcha-atrás de Puerto Banús numa manobra que bloqueou o porto e se tornou um dos momentos mais comentados entre os visitantes de Marbella.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784760]]></sapo:autor>
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		<title>Calor extremo chega à frente de combate na Ucrânia e obriga tropas a adaptar operações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de uma vaga de calor mortal ter atingido vários países da Europa Ocidental, as temperaturas extremas chegaram também à linha da frente na Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Depois de uma vaga de calor mortal ter atingido vários países da Europa Ocidental, as temperaturas extremas chegaram também à linha da frente na Ucrânia. Em algumas zonas de combate, os termómetros atingiram os 37 ºC esta terça-feira, um contraste acentuado com os valores negativos de até -20 ºC registados poucos meses antes.</p>
<p class="isSelectedEnd">As tropas ucranianas, que operam em tanques soviéticos de aço que se transformam em autênticas armadilhas de calor durante o dia, estão a adaptar horários e estratégias para lidar com as temperaturas elevadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das dificuldades, comandantes ucranianos afirmam que o calor poderá também ser usado como vantagem tática, nomeadamente através de ataques às rotas de abastecimento russas e da tentativa de limitar o acesso a água, alimentos e outros recursos essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Calor aumenta pressão sobre logística militar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Emil Kastehelmi, analista militar do centro de estudos finlandês Black Bird Group, considera improvável que o calor altere de forma dramática a dinâmica da linha da frente. Ainda assim, admite que as temperaturas extremas podem provocar mudanças locais se uma das partes tentar explorar esse fator, atacando a logística adversária.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mesma leitura é feita pelo vice-comandante da unidade ucraniana NC13 Unmanned Ground Systems Strike Unit, identificado pelo indicativo “Nats”. Segundo o responsável, em períodos de calor extremo, a pressão sobre a logística e a sustentação das forças aumenta de forma significativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O calor afeta diretamente a intensidade das operações militares tanto da Rússia como da Ucrânia. O risco de exaustão pelo calor, golpe de calor e fadiga física aumenta, ao mesmo tempo que cresce a necessidade de água, alimentos e outros recursos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Nats, interromper as rotas logísticas do inimigo tem impacto direto na capacidade de combate na linha da frente. A forma mais eficaz de o fazer passa por limitar o acesso a água, alimentos e mantimentos essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Frente sul entre as zonas mais afetadas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas mais intensas deverão atingir as regiões mais a sul da Ucrânia. Na linha da frente em Kherson e Zaporíjia, os termómetros chegaram aos 37 ºC esta terça-feira, sem alívio previsto até que a massa de ar quente avance para leste durante o fim de semana.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo nas zonas mais a norte da frente de combate, como a região de Kharkiv, onde está instalada a unidade NC13, as temperaturas poderão chegar aos 35 ºC.</p>
<p class="isSelectedEnd">Kastehelmi sublinha que, em muitas zonas da linha da frente, a água tem de ser transportada a pé ou por drones, uma vez que não é possível circular com veículos. Se o abastecimento de água for seriamente interrompido, sobretudo em áreas de posições defensivas, os soldados podem rapidamente ficar em dificuldades.</p>
<p class="isSelectedEnd">“As pessoas não conseguem sobreviver muito tempo com calor acima dos 30 graus sem água, e o desempenho cai muito depressa quando há desidratação”, alerta o analista.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Tanques soviéticos tornam-se armadilhas de calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os tanques T-72 de fabrico soviético, usados por forças ucranianas, agravam o impacto das temperaturas elevadas durante as operações na linha da frente. Estes veículos, que podem pesar entre 41 e 45 toneladas, aquecem rapidamente depois de cumprirem missões.</p>
<p class="isSelectedEnd">“O veículo fica muito quente depois de completar a missão. A temperatura no interior pode tornar-se realmente elevada”, afirmou o sargento-chefe de um batalhão de tanques da 65.ª Brigada Mecanizada Separada, identificado pelo indicativo “Sympatiaha”.</p>
<p class="isSelectedEnd">O militar explicou ainda que, ao contrário dos tanques Abrams, Challenger e Leopard fornecidos por parceiros ocidentais, o T-72 não tem ar condicionado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para tentar arrefecer, soldados ucranianos foram vistos sentados no topo de um tanque, a molhar o rosto com água de uma garrafa.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Operações mais intensas passam para a manhã ou noite</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As tropas ucranianas já enfrentaram temperaturas semelhantes em anos anteriores, mas Nats sublinha que o impacto do calor depende da combinação de vários fatores: tempo passado nas posições, tipo de operações, esforço físico e qualidade do apoio logístico.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, as unidades estão a ajustar rotinas e a concentrar as tarefas mais exigentes nas horas mais frescas, sobretudo de manhã cedo ou durante a noite.</p>
<p class="isSelectedEnd">O objetivo é reduzir o risco de sobreaquecimento e manter a capacidade operacional, ao mesmo tempo que se tenta impedir que os ataques russos comprometam as próprias rotas de abastecimento ucranianas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Calor agrava pressão sobre a rede elétrica ucraniana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Longe da linha da frente, a combinação entre a vaga de calor e quatro anos de guerra também está a ser sentida pela população civil ucraniana.</p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas elevadas já provocaram cortes de eletricidade em várias zonas do país, numa altura em que a rede energética, repetidamente atacada pela Rússia durante o inverno, enfrenta novas dificuldades.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades impuseram cortes de emergência na segunda e terça-feira, abrangendo indústria e habitações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Kyiv, as temperaturas chegaram aos 33 ºC. Na capital ucraniana, jovens procuraram refrescar-se no rio Dnipro, na ilha de Trukhaniv.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sergii Kovalenko, presidente executivo da empresa de energia Yasno, afirmou que o calor representa um “teste sério” para equipamentos que funcionam em condições de guerra há mais de quatro anos e que resistiram a numerosos ataques.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como o verão é normalmente o período usado para reparar a rede energética depois dos ataques russos do inverno, a infraestrutura está já a operar “no limite das suas capacidades”.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Europa também sofre com temperaturas extremas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A vaga de calor atinge também países vizinhos da Ucrânia. Eslováquia e Hungria registaram temperaturas superiores a 40 ºC, enquanto várias zonas da Europa Ocidental enfrentaram dias consecutivos de calor extremo.</p>
<p class="isSelectedEnd">França, Alemanha e Reino Unido bateram recordes de temperatura para junho. Em algumas regiões, os termómetros mantiveram-se acima dos 40 ºC durante vários dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Organização Mundial da Saúde afirmou que, desde 21 de junho, foram registadas mais de 1.300 mortes em excesso associadas às “altas temperaturas na Europa”. Em França, o Ministério da Saúde indicou que houve cerca de 1.000 mortes acima do esperado desde quarta-feira.</p>
<p>Na Ucrânia, a chegada do calor extremo acrescenta uma nova camada de pressão a uma guerra já marcada pela destruição de infraestruturas, pela exigência logística e pela necessidade constante de adaptação no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784752]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Corrida ao ar condicionado em França: onda de calor provoca filas de madrugada, confrontos e intervenção da polícia. Veja as imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[França internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Corrida começou esta quinta-feira, logo nas primeiras horas do dia, com clientes a chegarem ainda de madrugada para tentar garantir um dos aparelhos disponíveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vaga de calor que atinge França está a provocar não só problemas de saúde pública e mortes por afogamento, mas também cenas de caos em lojas. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram consumidores a disputar aparelhos de ar condicionado e ventiladores em supermercados, depois de a Lidl ter anunciado a venda de milhares de equipamentos a preços promocionais.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, a corrida começou esta quinta-feira, logo nas primeiras horas do dia, com clientes a chegarem ainda de madrugada para tentar garantir um dos aparelhos disponíveis. A &#8216;BFMTV&#8217; relatou que, em Nanterre, na região metropolitana de Paris, mais de uma centena de pessoas aguardava a abertura de uma loja Lidl, marcada para as 8h00.</p>
<p>A pressão dos consumidores foi tal que as portas de entrada acabaram por ceder. De acordo com um jornalista da &#8216;BFMTV&#8217; presente no local, começaram depois confrontos entre clientes que disputavam os cerca de dez aparelhos de ar condicionado disponíveis naquela unidade, obrigando à intervenção da polícia.</p>
<p>A promoção tinha sido preparada pela Lidl com a venda de cerca de 200 mil equipamentos, entre aparelhos de ar condicionado e ventiladores, mas a procura superou rapidamente a capacidade disponível em várias lojas. A cadeia explicou à rádio &#8216;RMC Conso&#8217; que estas campanhas são planeadas com meses de antecedência e distribuídas ao longo de várias semanas, mas reconheceu que ofertas deste tipo podem provocar uma corrida às compras em períodos de calor extremo.</p>
<p>As imagens de clientes a empurrar-se, a correr para as prateleiras e a disputar os últimos equipamentos tornaram-se rapidamente virais, ilustrando a pressão que a vaga de calor está a exercer sobre o quotidiano dos franceses. A imprensa internacional já tinha relatado episódios semelhantes em lojas francesas, com consumidores a esgotarem aparelhos de ar condicionado e ventiladores em poucos segundos.</p>
<p>Cenas parecidas foram registadas também em lojas das redes Action e Darty. Enrique Martinez, diretor executivo da Darty, descreveu a situação como uma “sequência caótica”, explicando que havia pessoas à espera à porta das lojas desde as 4h00 e que algumas chegaram a envolver-se em confrontos físicos. “Estávamos numa situação de emergência”, afirmou.</p>
<p>O fenómeno reflete a intensidade da vaga de calor que tem atingido França e outros países europeus. O país registou recentemente temperaturas acima dos 40 graus Celsius e, segundo o ‘The Guardian’, enfrentou o seu dia mais quente de sempre, com valores que chegaram aos 44,3 graus em Pissos, no departamento das Landes.</p>
<p>A crise também está a ter consequências graves nas zonas balneares, rios e lagos. Segundo o texto citado pelo ‘20 Minutos’, o Governo francês elevou para mais de 90 o número de mortos por afogamento desde 19 de junho, depois de um balanço anterior que apontava para 74 vítimas. “Desde 19 de junho, lamentamos mais de 90 afogamentos. O número é preocupante”, afirmou a ministra dos Desportos e da Juventude, Marina Ferrari, à rádio RMC.</p>
<p>As autoridades francesas têm associado este aumento ao facto de mais pessoas procurarem rios, praias e zonas de água para se refrescarem durante os dias de calor extremo. Relatos anteriores já indicavam uma subida acentuada dos afogamentos em França durante esta vaga de calor, sobretudo em zonas de banho não vigiadas.</p>
<p>O calor extremo obrigou ainda ao encerramento ou condicionamento de escolas, afetou transportes e levou vários pontos turísticos a adaptarem horários. O ‘Guardian’ noticiou que França e Espanha enfrentam agora o risco de uma nova fase de calor intenso, com temperaturas que poderão voltar a aproximar-se dos 44 graus em algumas regiões nos próximos dias.</p>
<p>As temperaturas começaram a descer em algumas zonas no final da semana, mas o episódio deixou claro o impacto crescente das vagas de calor na vida quotidiana. Em França, a procura por ar condicionado deixou de ser apenas uma questão de conforto: tornou-se um sinal visível de um país a tentar adaptar-se a temperaturas cada vez mais extremas.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Clashes erupt as Parisians scramble to buy fans and air conditioners amid the French heatwave.</p>
<p>Follow Press TV on Telegram: <a href="https://t.co/h0eMpigtxM">https://t.co/h0eMpigtxM</a> <a href="https://t.co/WaBVhFCoaC">pic.twitter.com/WaBVhFCoaC</a></p>
<p>&mdash; PressTV Extra (@PresstvExtra) <a href="https://x.com/PresstvExtra/status/2072701831399219699?ref_src=twsrc%5Etfw">July 2, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="pt" dir="ltr">A corrida aos aparelhos de ar condicionado baratos provocou confusão em vários supermercados Lidl em França. Centenas de pessoas tentaram comprar equipamentos por 179 euros. <a href="https://t.co/4L6S1jxgr6">pic.twitter.com/4L6S1jxgr6</a></p>
<p>&mdash; Mundo Vivo (@mundo__vivo) <a href="https://x.com/mundo__vivo/status/2072697447256592388?ref_src=twsrc%5Etfw">July 2, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨Heatwaves continue to grip France, with people queuing up to buy air conditioners and fans <a href="https://t.co/cKixyy4qYA">pic.twitter.com/cKixyy4qYA</a></p>
<p>&mdash; The Page Z (@ThePageZ_) <a href="https://x.com/ThePageZ_/status/2072694281832104273?ref_src=twsrc%5Etfw">July 2, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="pt" dir="ltr">Na França, onde a temperatura ultrapassou 40 graus, as &quot;pessoas&quot; estão brigando no supermercado por um ventilador, um resfriador ou um ar-condicionado! As pessoas sufocadas pelo calor estão se batendo umas nas outras apenas por uma brisa leve&#8230; <a href="https://t.co/lKXNucdeYX">pic.twitter.com/lKXNucdeYX</a></p>
<p>&mdash; Sarzuelas (@sarzuelas) <a href="https://x.com/sarzuelas/status/2071686513893548277?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784738]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tesla supera previsões no 2.º trimestre e aumenta vendas em 25% para 480.126 veículos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:21:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tesla entregou 480.126 veículos no segundo trimestre de 2026, um número superior às previsões, que tinham estabelecido uma meta de 406.600 unidades, e que representa um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tesla entregou 480.126 veículos no segundo trimestre de 2026, um número superior às previsões, que tinham estabelecido uma meta de 406.600 unidades, e que representa um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2025.</p>
<p>No mesmo período do ano passado, a Tesla tinha entregado 384.122 veículos em todo o mundo, enquanto no primeiro trimestre de 2026 o número foi de 358.023 unidades.</p>
<p>A empresa liderada por Elon Musk informou hoje que, entre abril e junho, produziu 451.758 veículos, um número inferior ao volume de entregas, e instalou 13,5 gigawatts-hora (GWh) de sistemas de armazenamento de energia elétrica.</p>
<p>A Tesla entregou 467.762 unidades dos Model 3 e Y e produziu 442.936 veículos dessas duas gamas. Os restantes modelos totalizaram 12.364 entregas e 8.822 unidades produzidas.</p>
<p>As entregas são o indicador mais próximo das vendas que a Tesla publica, embora a empresa alerte que não devem ser interpretadas como valores definitivos de faturação, uma vez que parte dos veículos está sujeita a contratos de locação operacional.</p>
<p>A empresa norte-americana enfrenta a pressão de fabricantes chineses como a BYD, a Nio e a Xiaomi, além de concorrentes tradicionais como a Hyundai e a Volkswagen, que reforçaram a oferta de veículos elétricos com modelos mais acessíveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784748]]></sapo:autor>
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		<title>AD vai insistir na perda de nacionalidade como sanção acessória mas para menos crimes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:16:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[PSD e CDS-PP anunciaram hoje que vão apresentar uma terceira versão do decreto que cria a pena acessória de perda de nacionalidade, reduzindo o leque de crimes em relação à anterior versão, declarada inconstitucional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>PSD e CDS-PP anunciaram hoje que vão apresentar uma terceira versão do decreto que cria a pena acessória de perda de nacionalidade, reduzindo o leque de crimes em relação à anterior versão, declarada inconstitucional.</p>
<p>O anúncio foi feito em conferência de imprensa pelos deputados António Rodrigues (PSD) e João Almeida (CDS-PP).</p>
<p>&#8220;Para ultrapassar a questão do veto, PSD e CDS-PP apresentam uma proposta de alteração, que dá uma dimensão diferente ao elenco de crimes, tirando um conjunto deles, e fixando com grande enfoque aqueles em que o Estado é gravemente ferido&#8221;, afirmou António Rodrigues.</p>
<p>Além dos crimes contra o Estado e terrorismo &#8212; que os deputados consideram já validados pelo Tribunal Constitucional -, o PSD e CDS-PP insistem na perda de nacionalidade para quem, tendo obtido a nacionalidade, seja condenado por homicídio qualificado, violação qualificada e associação criminosa, mas apenas quando estes crimes tenham &#8220;uma expressão aterrorizante&#8221; na sociedade e opinião pública.</p>
<p>&#8220;Não queremos afrontar o Tribunal Constitucional, não queremos de modo algum afrontar o Presidente da República&#8221;, justificou.</p>
<p>Para ser aprovada, esta proposta necessita de maioria qualificada, por a nacionalidade ser matéria de Lei orgânica, o que implica o voto favorável do PS ou do Chega além dos dois partidos que apoiam o Governo.</p>
<p>O Chega já tinha anunciado que pretende confirmar o diploma sem alterações, o que exigiria uma maioria de dois terços dos deputados presentes, uma opção que os sociais-democratas já tinham excluído, assim como a IL.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784739]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: Igrejas de Matosinhos abertas das 11:00 às 18:00 para acolher população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:12:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[As igrejas de Matosinhos estarão abertas das 11:00 às 18:00 como forma de acolher a população durante a onda de calor que Portugal continental atravessa até domingo, anunciou hoje a autarquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As igrejas de Matosinhos estarão abertas das 11:00 às 18:00 como forma de acolher a população durante a onda de calor que Portugal continental atravessa até domingo, anunciou hoje a autarquia.</p>
<p>Em comunicado, a Câmara Municipal de Matosinhos refere que ativou um conjunto de medidas preventivas destinadas à proteção da população, com especial atenção aos grupos mais vulneráveis.</p>
<p>Entre as medidas preventivas está a abertura das igrejas, entre as 11:00 e as 18:00, bem como os centros comerciais do concelho e as bibliotecas disponibilizarem acolhimento à população que procure melhores condições térmicas, acrescenta.</p>
<p>&#8220;Os técnicos do município já procederam a um reforço da monitorização da população mais vulnerável, nomeadamente idosos isolados, pessoas com deficiência e pessoas em situação de sem-abrigo&#8221;, afirma, acrescentando que &#8220;foi ainda efetuado o contacto telefónico e acompanhamento dos utentes sinalizados através do serviço municipal de teleassistência, sensibilizando-os para as medidas de autoproteção e para a necessidade de manterem uma hidratação adequada&#8221;.</p>
<p>Segundo a autarquia do distrito do Porto liderada pela socialista Luísa Salgueiro, o município está em contacto permanente com lares, IPSS e outras instituições de apoio social, para se inteirar das respetivas condições de climatização e conforto térmico.</p>
<p>&#8220;Foram ainda reforçadas as ações de proximidade da Polícia Municipal junto dos grupos vulneráveis, através das equipas já afetas aos programas de acompanhamento e segurança de proximidade&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Quanto à população em situação de sem-abrigo, &#8220;as equipas municipais procederam ainda à distribuição de água e realizaram ações de sensibilização&#8221;.</p>
<p>&#8220;O município continuará a acompanhar permanentemente a evolução da situação meteorológica e adotará todas as medidas consideradas necessárias para salvaguarda da população&#8221;, garante.</p>
<p>O aviso vermelho devido ao calor foi alargado até domingo em 10 distritos do litoral e do interior sul do país, anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Segundo o IPMA, o aviso vermelho, o mais grave numa escala de três, está hoje ativo nos distritos de Portalegre, Évora e Beja, assim como em Santarém e Lisboa, sendo que os últimos dois distritos passam a laranja (o segundo nível) às 23:00 de sexta-feira.</p>
<p>Na sexta-feira, estarão também sob aviso vermelho por causa do calor outros 10 distritos: Viana do Castelo, Porto, Braga, Coimbra, Aveiro, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora e Beja. Em todos os casos este nível permanece ativo até às 06:00 de domingo.</p>
<p>O aviso vermelho surge numa altura em que Portugal continental atravessa num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</p>
<p>Na quarta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou recomendações aos municípios para protegerem as populações das temperaturas elevadas e ondas de calor, alegando o &#8220;papel de proximidade essencial&#8221; que desempenham na preparação e resposta a esses fenómenos.</p>
<p>Segundo a DGS, as autarquias devem garantir, em parceria com várias entidades, a sinalização de pessoas mais vulneráveis, mantendo atualizada essa listagem, assim como realizar contactos preventivos e promover, sempre que possível, visitas domiciliárias.</p>
<p>Já ao nível das medidas comunitárias, a direção-geral aconselha que sejam abertos locais de abrigo temporário (zonas de arrefecimento) e disponibilizada água potável, garantindo o bom funcionamento dos bebedouros públicos, assim como recomenda o prolongamento dos horários de bibliotecas, piscinas e equipamentos climatizados de proximidade.</p>
<p>Para os espaços públicos, é sugerido que sejam reforçadas as zonas de sombra, instaladas estruturas temporárias de sombreamento e arrefecimento, e adaptados os horários dos trabalhos municipais realizados no exterior.</p>
<p>Por causa da onda de calor, os hospitais ativaram o nível mais baixo dos planos de contingência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784736]]></sapo:autor>
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		<title>Consumo de eletricidade atinge valor recorde no 1.º semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/consumo-de-eletricidade-atinge-valor-recorde-no-1-o-semestre-ren/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O consumo de eletricidade em Portugal atingiu os 27.200 gigawatts hora (GWh) no primeiro semestre, um valor 3,5% acima do período homólogo, o "mais elevado de sempre" registado no sistema nacional, de acordo com dados da REN.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de eletricidade em Portugal atingiu os 27.200 gigawatts hora (GWh) no primeiro semestre, um valor 3,5% acima do período homólogo, o &#8220;mais elevado de sempre&#8221; registado no sistema nacional, de acordo com dados da REN.</p>
<p>Segundo a empresa, com correção de temperatura e dias úteis, este aumento foi de 3,3%.</p>
<p>Para este período é &#8220;o consumo mais elevado de sempre registado no sistema nacional, ultrapassando em cerca de 900 GWh o máximo anterior, verificado em 2025&#8221;, destacou.</p>
<p>De acordo com os mesmos dados, em junho o consumo de energia elétrica manteve esta tendência de crescimento &#8220;com uma subida homóloga de 3,0% (2,5% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis)&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, no total do primeiro semestre, &#8220;o índice de produtibilidade hidroelétrica registou 1,19, o de produtibilidade eólica 1,03 e o de produtibilidade solar 0,79 (médias históricas de 1)&#8221;, sendo que neste período, &#8220;a produção renovável abasteceu 71% do consumo, repartida pela hidroelétrica com 29%, eólica com 26%, fotovoltaica com 11% e biomassa com 5%&#8221;.</p>
<p>Já a produção a partir de gás natural abasteceu 14% do consumo e os restantes 15% corresponderam ao saldo importador.</p>
<p>A REN indicou que no mês de junho, &#8220;as condições foram desfavoráveis para a produção hidroelétrica, com o índice de produtibilidade a não ultrapassar os 0,54 (média histórica de 1), apesar de os armazenamentos se manterem elevados&#8221;.</p>
<p>Por sua vez, nas eólicas registou-se um índice de produtibilidade de 1,08, enquanto nas solares o índice se situou em 0,93 (médias históricas de 1).</p>
<p>Na produção solar &#8220;atingiu-se mesmo a ponta mais elevada de sempre com cerca de 3.800 MW [megawatts], registados no dia 29 de junho&#8221;.</p>
<p>Assim, no conjunto, a produção renovável abasteceu 55% do consumo, a produção não renovável 12% e a energia importada 33%.</p>
<p>Por fim, o &#8220;mercado de gás natural registou em junho uma quebra homóloga de 9%, por efeito da contração de 33% no segmento de produção de energia elétrica&#8221;.</p>
<p>No segmento convencional, que abrange os restantes consumidores, houve este mês uma evolução homóloga positiva de 5%.</p>
<p>&#8220;Em junho o terminal de GNL de Sines abasteceu integralmente o sistema nacional, com origem na Nigéria, 55%, EUA, 29% e Rússia, 16%&#8221;, disse a REN.</p>
<p>Já no conjunto dos primeiros seis meses, &#8220;o consumo acumulado anual de gás natural registou um aumento global de 6,1%&#8221;, com a Nigéria e Estados Unidos a manterem-se como principais origens do gás consumido em Portugal, representando 56% e 33% do total, respetivamente.</p>
<p>Por fim, &#8220;8% do gás teve origem na Rússia, enquanto os restantes 7% entraram através da interligação por gasoduto com Espanha&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784735]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>MEO aposta em API de rede 5G para reforçar segurança digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[MEO]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora avança com um conjunto de interfaces de programação baseadas em standards globais para combater a fraude bancária e proteger transações críticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A operadora avança com um conjunto de interfaces de programação baseadas em standards globais para combater a fraude bancária e proteger transações críticas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A MEO está a dar um passo significativo na evolução da sua estratégia de segurança digital, apostando no desenvolvimento e disponibilização de API (Application Programming Interfaces) standard de rede móvel 5G. A iniciativa visa responder a um dos maiores desafios do ecossistema digital atual: garantir autenticação robusta, prevenir fraude e proteger transações críticas numa era em que os ataques informáticos são cada vez mais sofisticados.</p>
<p>As novas capacidades técnicas da operadora, que pertence ao grupo Altice Portugal, enquadram-se numa tendência global de utilização das redes de telecomunicações não apenas como infraestrutura de conectividade, mas como plataformas ativas de segurança para empresas e utilizadores finais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bancos e instituições financeiras na linha da frente</strong></p>
<p>O setor financeiro é um dos principais alvos desta estratégia. Num contexto em que a fraude bancária online continua a crescer em Portugal e na Europa, a MEO posiciona estas API como uma ferramenta determinante para reforçar os mecanismos de autenticação das instituições financeiras, sem comprometer a experiência dos utilizadores. “O nosso objetivo é simples: ajudar os nossos clientes empresariais a proteger melhor os seus clientes finais, reduzindo fraude e aumentando a confiança nas interações digitais, sem adicionar fricção à experiência.”, afirma Inês Ferreira, da Direção de Desenvolvimento de Oferta Telco da MEO Empresas. Através da integração destas interfaces nas aplicações de homebanking, os bancos passam a ter acesso a múltiplos fatores de segurança adicionais, como a verificação em tempo real do número de telemóvel associado à conta, a deteção de uma eventual troca de cartão SIM (técnica frequentemente usada em esquemas de fraude) ou ainda a validação da localização do dispositivo no momento de uma transação.</p>
<p>O que torna esta abordagem particularmente relevante é o facto de todo este processo ocorrer de forma silenciosa e não intrusiva para o cliente final. Ao contrário dos sistemas atuais, que assentam maioritariamente no envio de códigos por SMS, as API de rede permitem fazer esta verificação em segundo plano, sem exigir qualquer ação adicional ao utilizador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma oportunidade para os programadores de software</strong></p>
<p>Além do setor bancário, a disponibilização destas API abre novas possibilidade para empresas de desenvolvimento de software, permitindo criar soluções escaláveis e interoperáveis, preparadas para para diferentes mercados. Neste contexto, Inês Ferreira destaca que “através das API de rede móvel, estamos a colocar ao alcance das empresas ferramentas baseadas em standards que potenciam a inovação, a segurança e uma proposta de valor à escala global, num contexto digital cada vez mais exigente.”</p>
<p>Para as startups e empresas tecnológicas portuguesas, esta disponibilidade representa uma oportunidade de desenvolver produtos com funcionalidades avançadas de segurança integradas nativamente, sem depender de soluções proprietárias ou de infraestruturas próprias. O enquadramento em standards internacionais é, aliás, um fator crítico para quem pretende escalar para mercados europeus ou globais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Parcerias estratégicas para elevar o ecossistema</strong></p>
<p>A estratégia da MEO assenta também num modelo de inovação colaborativa, desenvolvido em conjunto com parceiros tecnológicos de referência como a Nokia, gigante das telecomunicações e infraestrutura de redes que se posiciona neste segmento com plataforma NaC (Network as a Code); a Infobip, plataforma de comunicações em nuvem com presença em dezenas de países; e a Aduna, especialista em API de telecomunicações para o mercado empresarial. Como sublinha Inês Ferreira, “O 5G, por si só, não é suficiente. É a facilidade de acesso e o trabalho em ecossistema que potenciam as suas capacidades e permitem fazer a diferença em operações críticas para as empresas e para os seus clientes.”</p>
<p>Estas parcerias refletem um modelo de inovação aberto, uma abordagem que a MEO tem vindo a adotar de forma crescente, reconhecendo que a complexidade dos desafios de segurança digital exige ecossistemas colaborativos em vez de soluções fechadas e verticais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O 5G como plataforma de segurança</strong></p>
<p>Subjacente a toda esta iniciativa está a crescente maturidade das redes 5G em Portugal. Se durante os primeiros anos de implementação o 5G foi sobretudo associado à velocidade e à latência reduzida, a MEO parece agora determinada a explorar uma dimensão menos visível, mas igualmente estratégica desta tecnologia: a capacidade de as redes de nova geração servirem como plataformas ativas de serviços digitais avançados.</p>
<p>A segurança surge, assim, como um dos casos de uso mais concretos e imediatos do 5G no mercado empresarial português, com a MEO a posicionar-se como parceiro de referência nesta transição; não apenas fornecendo conectividade, mas integrando-se ativamente nas arquiteturas de segurança das empresas que operam em Portugal.</p>
<p>Com esta aposta, a operadora reforça a sua ambição de ser um ator central na transformação digital do País, contribuindo para elevar os padrões de proteção, fiabilidade e resiliência das comunicações digitais num momento em que a cibersegurança se tornou uma prioridade estratégica para empresas, reguladores e cidadãos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784728]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Unbabel segue para liquidação com voto unânime dos credores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/unbabel-segue-para-liquidacao-com-voto-unanime-dos-credores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O encerramento e liquidação da tecnológica Unbabel foi hoje aprovado por unanimidade dos credores presentes na assembleia que decorreu no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O encerramento e liquidação da tecnológica Unbabel foi hoje aprovado por unanimidade dos credores presentes na assembleia que decorreu no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa.</p>
<p>De acordo com a juíza titular do proesso de insolvência, nenhum plano de recuperação foi apresentado para tentar salvar a Unbabel, cujas dívidas a três dezenas de credores ascendem a cerca de 15,5 milhões de euros.</p>
<p>A startup portuguesa Unbabel, especializada na área da tradução automática através de IA, foi declarada insolvente em 10 de março, após ter recebido 14,1 milhões de euros do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para o desenvolvimento de um projeto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784726]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Momento não de medo, mas de responsabilidade”: autoridades apelam à cautela perante risco extremo de incêndio. GNR já soma 131 detenções</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/momento-nao-de-medo-mas-de-responsabilidade-autoridades-apelam-a-cautela-perante-risco-extremo-de-incendio-gnr-ja-soma-131-detencoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[IPMA]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Responsável do IPMA sublinhou que o calor não se fará sentir apenas durante o dia. As noites também deverão ser muito quentes, com temperaturas mínimas superiores a 20 graus em vários pontos do país e, em alguns locais, acima dos 25 graus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades apelam à responsabilidade dos cidadãos nos próximos dias, perante um período considerado especialmente difícil, que junta temperaturas extremas, risco elevado de incêndio rural, noites muito quentes, vento forte e maior pressão sobre os meios de socorro.</p>
<p>A mensagem foi deixada por várias entidades, depois de o Governo ter declarado situação de alerta em todo o território continental entre as 00h00 desta sexta-feira e as 23h59 de segunda-feira. O objetivo é reduzir comportamentos de risco num período em que qualquer ignição pode ganhar rapidamente grandes proporções.</p>
<p>Jorge Verde, da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, sublinhou que este é um momento que exige responsabilidade individual e coletiva. “Este é um momento sério, não um momento para medo, mas para responsabilidade. É um momento para foco, responsabilidade nos comportamentos, respeito pelo fogo, pelas pessoas, pelos bombeiros”, afirmou.</p>
<p>O responsável da AGIF deixou um apelo direto aos cidadãos: “Peço que não façam uso do fogo, sob qualquer circunstância, nem usem maquinaria que possa dar origem a ignições.”</p>
<p>Jorge Verde insistiu que a situação exige cautela e cooperação de todos. “A meteorologia não atua sozinha, está nas mãos de todos nós. Apelamos à cautela e ao respeito muito grande pela situação que hoje vivemos”, afirmou.</p>
<p>Também a Liga dos Bombeiros Portugueses alertou para a complexidade dos próximos dias. O presidente da Liga, António Nunes, lembrou que os bombeiros terão de dividir recursos entre duas frentes: a resposta na área da saúde, por causa da onda de calor, e o combate a eventuais incêndios rurais.</p>
<p>“Estamos a viver um período de alguma complexidade, porque juntamos o risco de incêndio florestal com a onda de calor. Os bombeiros têm de dedicar os seus meios a duas áreas: a área da saúde e o combate aos incêndios”, afirmou António Nunes.</p>
<p>O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses sublinhou que as corporações estão habituadas a missões difíceis, mas admitiu que o cenário que se aproxima poderá envolver ocorrências exigentes. “Todos nós gostaríamos que daqui a oito dias não tivéssemos vítimas, não tivesse havido incêndios de elevada dimensão. Não vai ser assim, vamos ter teatros complexos, em que a entreajuda de várias entidades vai ser um desafio”, afirmou.</p>
<p>António Nunes deixou, ainda assim, “uma palavra de esperança”, apelando à cooperação entre entidades e cidadãos. “Que sejamos todos capazes de cooperar em cada um dos setores, elevando a capacidade de resposta. Em primeiro lugar estão os cidadãos”, declarou.</p>
<p>A GNR anunciou igualmente o reforço do dispositivo de vigilância e fiscalização, tendo em conta a fase considerada “muito complicada”. O objetivo é detetar precocemente ignições, prevenir comportamentos de risco e apoiar as operações de proteção e socorro.</p>
<p>Segundo a Guarda, foram mobilizados meios em todo o território, incluindo os 230 postos de vigia disponíveis, 147 torres de videovigilância e patrulhamento móvel. A operação será também apoiada por drones, que permitirão uma maior capacidade de observação e intervenção perante comportamentos de risco.</p>
<p>“Atendendo a esta fase muito complicada, a GNR reforçou o seu dispositivo. Mobilizámos um conjunto de meios de forma a identificar precocemente todas as ocorrências de incêndio”, indicou Ricardo Vaz Alves, coronel da GNR, salientando já terem sido realizadas &#8220;131 detenções pelo crime de incêndio florestal, ao qual associámos cerca de 800 cidadãos já identificados pelo crime de incêndio florestal. Manteremos este nível de atenção para evitar alguns comportamentos associados. Todos os olhares para a nossa floresta são poucos e por isso apelava a todos os populares que sempre que presenciem uma coluna de fumo &#8211; ou comportamentos suspeitos &#8211; possam alertar&#8221;.</p>
<p>A GNR apelou ainda a que todos os cidadãos adotem comportamentos de “máxima responsabilidade”, evitando qualquer ação que possa provocar ignições ou dificultar a resposta operacional.</p>
<p>O alerta das autoridades surge num contexto de agravamento meteorológico. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera confirmou que Portugal continental vai enfrentar dias de temperaturas muito elevadas, com valores na ordem dos 40 graus Celsius ou mesmo superiores em algumas regiões.</p>
<p>As noites também deverão ser muito quentes, com temperaturas mínimas superiores a 20 graus em vários locais e, em algumas zonas, acima dos 25 graus. O episódio deverá ser prolongado, sobretudo no interior, enquanto no litoral o alívio poderá chegar mais cedo.</p>
<p>Além do calor, o IPMA prevê humidade relativa muito baixa, mesmo durante a noite, e vento forte, sobretudo nas terras altas do Norte e Centro e nas serras algarvias. Esta combinação cria condições particularmente desfavoráveis ao combate a incêndios rurais.</p>
<p>Durante a situação de alerta, ficam proibidos o acesso, circulação e permanência em espaços florestais previamente definidos, as queimadas e queimas de sobrantes, o uso de fogo-de-artifício, o lançamento de balões com mecha acesa e vários trabalhos com maquinaria em espaços florestais e rurais.</p>
<p>As autoridades insistem que os próximos dias exigem mais do que meios no terreno. A prevenção dependerá sobretudo dos comportamentos individuais: não usar fogo, não utilizar maquinaria que possa provocar faíscas, respeitar as proibições em vigor e comunicar rapidamente qualquer sinal de incêndio.</p>
<p><strong>Situação de alerta até segunda-feira</strong></p>
<p>A situação de alerta aplica-se a todo o território continental e vai vigorar entre as 00h00 desta sexta-feira e as 23h59 de segunda-feira, devido ao “significativo agravamento do risco de incêndios rurais”, segundo o Ministério da Administração Interna. A decisão decorre da elevação do estado de alerta especial do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro e da necessidade de adotar medidas preventivas e especiais de reação ao risco de incêndio previsto pelo IPMA em grande parte do continente.</p>
<p>A declaração implica o reforço da prontidão operacional da GNR, da PSP, das equipas de emergência médica, saúde pública e apoio social, bem como das entidades das áreas das comunicações e energia. Ficam também mobilizados sapadores florestais, agentes florestais e vigilantes da natureza, estando previstas ações de patrulhamento e fiscalização aérea da GNR com meios das Forças Armadas. </p>
<p>Durante este período, ficam proibidos o acesso e permanência em determinados espaços florestais, queimadas e queimas, trabalhos com maquinaria em espaços florestais e rurais de risco, fogo-de-artifício e balões com mecha acesa, embora estejam previstas exceções para atividades essenciais e inadiáveis, desde que cumpridas regras de mitigação do risco.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784703]]></sapo:autor>
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		<title>Circulação na Linha do Minho suspensa entre Nine e Arentim devido a incêndio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:49:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação ferroviária na Linha do Minho entre Nine e Arentim está suspensa, devido a incêndio junto à via, informou hoje a Infraestruturas de Portugal (IP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A circulação ferroviária na Linha do Minho entre Nine e Arentim está suspensa, devido a incêndio junto à via, informou hoje a Infraestruturas de Portugal (IP).</p>
<p>Segundo a IP, a circulação foi suspensa cerca das 14:45.</p>
<p>A página da Proteção Civil dá conta de dois incêndios em edifícios degradados ou devolutos em Nine, concelho de Vila Nova de Famalicão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784719]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Portugal condena &#8220;ataques atrozes russos&#8221; com 21 mortos em Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:38:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo português condenou hoje "os atrozes ataques russos" na noite passada, que causaram pelo menos 21 mortos e 85 feridos na capital da Ucrânia, Kiev, segundo o mais recente balanço das autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo português condenou hoje &#8220;os atrozes ataques russos&#8221; na noite passada, que causaram pelo menos 21 mortos e 85 feridos na capital da Ucrânia, Kiev, segundo o mais recente balanço das autoridades locais.</p>
<p>&#8220;O Ministério dos Negócios Estrangeiros condena veementemente os atrozes ataques russos desta noite contra a Ucrânia. Reiteramos a nossa solidariedade com o povo e as autoridades ucranianas&#8221;, escreveu o ministério de Paulo Rangel na rede social X, identificando o chefe da diplomacia ucraniana, Andrii Sybiha.</p>
<p>&#8220;É imperioso pôr termo à agressão e repor o direito internacional&#8221;, defendeu, na mesma mensagem.</p>
<p>Portugal, acrescentou, &#8220;mantém o apoio inabalável à Ucrânia em defesa de uma paz justa e duradoura&#8221;.</p>
<p>Drones e mísseis russos atingiram Kiev durante a noite, matando pelo menos 21 pessoas e ferindo 85, no pior ataque à capital, segundo o presidente da câmara da capital ucraniana, enquanto o Kremlin (presidência russa) afirma que continuará a &#8220;aumentar a pressão&#8221; sobre a Ucrânia.</p>
<p>Na noite de quarta-feira, o país foi alvo de 496 drones e 74 mísseis de vários tipos, dos quais 476 e 48 foram intercetados, respetivamente, segundo a Força Aérea Ucraniana, citada pela agência francesa AFP.</p>
<p>Kiev foi a cidade mais fustigada, no ataque &#8220;mais massivo&#8221; sobre a capital desde o início da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022, disse o presidente da câmara, Vitali Klitschko, que declarou um dia de luto na sexta-feira.</p>
<p>Registaram-se explosões durante várias horas e o alerta de ataque aéreo durou mais de 11 horas seguidas.</p>
<p>Mais de 52 mil pessoas, incluindo cerca de 4.500 crianças, procuraram refúgio nas estações do metro de Kiev durante a última noite, o maior número registado desde o início da invasão russa.</p>
<p>&#8220;Este é o maior número de pessoas que procuraram refúgio no metro durante um ataque aéreo noturno nos últimos anos&#8221;, referiu a autarquia, citando dados do Metro de Kiev.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784705]]></sapo:autor>
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		<title>IGF deteta deficiências no controlo dos benefícios fiscais e pede resposta estrutural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:34:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O inspetor-geral de Finanças (IGF) afirmou hoje no parlamento que Portugal tem deficiências no controlo dos benefícios fiscais e pediu uma resposta estrutural a este problema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O inspetor-geral de Finanças (IGF) afirmou hoje no parlamento que Portugal tem deficiências no controlo dos benefícios fiscais e pediu uma resposta estrutural a este problema.</p>
<p>O controlo dos incentivos fiscais &#8220;é uma exigência de boa governação das finanças públicas&#8221;, disse o inspetor-geral de Finanças, António Ferreira dos Santos, numa audição no grupo de trabalho para a avaliação dos benefícios fiscais, que funciona na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública (COFAP).</p>
<p>A IGF é o serviço público que tem a responsabilidade de fazer o controlo estratégico da administração financeira do Estado, através das auditorias e outras ações de fiscalização que é chamada a realizar aos serviços públicos (como a autoridade tributária e aduaneira), às autarquias ou às empresas públicas.</p>
<p>Com base nas auditorias realizadas pela IGF à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), o inspetor-geral entende que &#8220;as deficiências identificadas não são conjunturais, refletem vulnerabilidades transversais ao modelo de controlo dos benefícios fiscais e, portanto, implicam uma resposta também ela estrutural&#8221;.</p>
<p>Ao todo, o serviço de inspeção do Estado identificou 42 milhões de euros em benefícios atribuídos de forma irregular ou que representavam casos &#8220;potencialmente abusivos&#8221;, e detetou &#8220;fragilidades sistémicas&#8221;.</p>
<p>As auditorias &#8220;permitem concluir, de uma forma transversal, pela ausência de estratégias de análise de risco ou metodologias adequadas por parte da AT, pela inexistência de contas correntes dos benefícios que permitam acompanhar os saldos, prazos de caducidade e interpretações utilizadas, pela falta de articulação entre as entidades intervenientes da respetiva atribuição e/ou fiscalização, e pela insuficiência dos modelos declarativos para efeitos de controlo&#8221;, elencou.</p>
<p>Para a IGF, a resposta implica adotar recomendações já feitas por si e por tomar &#8220;medidas que reforcem os mecanismos de controlo e que assegurem que na criação de novos benefícios fiscais seja assegurada a clareza dos objetivos a atingir, dos impactos e custos previsionais, isto bem como, uma avaliação &#8216;ex-ante&#8217;, que a sua concessão seja condicionada à verificação efetiva dos requisitos legais, que seja o objeto de contínua monitorização ao longo de todo o período de utilização e que seja sujeita a avaliações &#8216;ex post&#8217; e à demonstração dos resultados que o justificam&#8221;.</p>
<p>Isso implica que a Unidade Técnica de Avaliação de Políticas Tributárias e Aduaneiras (U-TAX) continue a aprofundar o trabalho no acompanhamento dos benefícios fiscais, frisou.</p>
<p>Ferreira dos Santos referiu, com base nos dados da IGF, que dos 540 benefícios fiscais existentes no ordenamento jurídico português, &#8220;28,9% não foram quantificados e dos 384 que foram objeto de quantificação, 33,3%, um terço, correspondem a benefícios fiscais cuja despesa associada excedeu um milhão de euros&#8221;.</p>
<p>O inspetor-geral lembrou que &#8220;a despesa fiscal associada a estes benefícios era de 10.724 milhões de euros em 2015 e foi de 20.395 milhões em 2024, ou seja, o valor do quase duplicou em nove anos, atingindo 7,2% do PIB [Produto Interno Bruto] em 2024, o que compara com 6% em 2015&#8221;.</p>
<p>De acordo com os dados mais recentes da Conta Geral do Estado de 2025, a despesa fiscal totalizou cerca de 21.000 milhões de euros, o correspondente a 6,8% do PIB português, segundo referiu hoje, numa audição no mesmo grupo de trabalho, a juíza conselheira do Tribunal de Contas (TdC) Ana Furtado.</p>
<p>O inspetor-geral referiu que o centro de competências que na IGF se ocupa do controlo tributário (das auditorias ao fisco) conta com 11 técnicos, quatro dos quais em período experimental, e disse que nos últimos cinco anos a instituição procurou reforçar esta área depois de uma fase em que, disse, perdeu competências de saber.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784704]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Homem resgatado pelos operacionais portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[ Hernán Gil, de cerca de 40 anos, foi retirado dos escombros ao fim de oito dias soterrado e depois de três dias de uma operação que contou com socorristas, militares e paramédicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem foi hoje retirado dos escombros de um edifício em Catia La Mar, a cidade venezuelana mais afetada pelos sismos de 24 de junho, pela Força Operacional Conjunta (FOCON) portuguesa.</p>
<p>Hernán Gil, de cerca de 40 anos, foi retirado dos escombros ao fim de oito dias soterrado e depois de três dias de uma operação que contou com socorristas, militares e paramédicos.</p>
<p>O momento foi recebido com aplausos dos operacionais e populares que se aproximaram para assistir ao momento, sete dias depois dos sismos que devastaram a cidade.</p>
<p>Os aplausos prosseguiram até que Hernán Gil entrou na ambulância para ser transportado para um hospital.</p>
<p>Os elementos da Força Operacional Conjunta (FOCON) portuguesa abraçaram os colegas dos Estados Unidos da América e do Chile e os membros da Cruz Vermelha venezuelana entoaram várias vezes o nome do país.</p>
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		<title>Ministra diz que nova interligação elétrica com Espanha protege contra apagões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:28:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[apagão]]></category>
		<category><![CDATA[Maria da Graça Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra do Ambiente e Energia disse hoje que a nova interligação elétrica com Espanha vai dar "mais resiliência à rede" e proteger os países "contra os apagões".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra do Ambiente e Energia disse hoje que a nova interligação elétrica com Espanha vai dar &#8220;mais resiliência à rede&#8221; e proteger os países &#8220;contra os apagões&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Dá-nos maior resiliência, de um lado e de outro, podemos aumentar a capacidade de produzir energias renováveis, dá segurança do abastecimento e menos probabilidade de um apagão&#8221;, explicou Maria da Graça Carvalho aos jornalistas em Pontevedra, Galiza, Espanha. </P><br />
<P>A ministra falava após a inauguração simbólica da ligação de alta tensão entre a rede portuguesa e a rede espanhola, através das subestações de Ponte de Lima (distrito de Viana do Castelo), Fontefría e Beariz, num investimento de 70 milhões de euros do lado português para reforçar as trocas de eletricidade entre os dois países e a integrar mais energias renováveis.</P><br />
<P>De acordo com a governante, Portugal atingiu já a meta definida pela União Europeia para 2030 de alcançar 15% de interligações entre Portugal e Espanha.</P><br />
<P>&#8220;Para ter um sistema elétrico eficiente e sustentável é preciso ter produção, armazenamento e rede. O objetivo é termos uma rede mais forte, tanto em cada um dos países como na interligação entre países&#8221;, explicou.</P><br />
<P>No discurso, a ministra destacou o &#8220;trabalho redobrado de rendilhado&#8221; da nova interligação, necessário para responder às reivindicações de autarcas e reduzir o impacto &#8220;no ambiente, na paisagem, nas pessoas e valores culturais&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Do lado de Portugal a linha atravessa o Parque Nacional da Peneda Gerês. Isso levou a um trabalho redobrado de rendilhado para que tivesse o menor impacto&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Devido à contestação de autarcas, houve a &#8220;necessidade de relocalizar alguns postos&#8221; e fazer &#8220;um redesenho parcial do traçado&#8221;, disse, referindo também as indemnizações da REN &#8212; Rede Elétrica Nacional aos municípios portugueses afetados.</P><br />
<P>De acordo com a REN, a nova ligação permitirá atingir de forma sustentada uma capacidade comercial mínima de interligação de 3.000 megawatts nos dois sentidos, conforme acordado em cimeira ibérica entre os governos de Portugal e Espanha.</P><br />
<P>Segundo informação disponível no site da REN, o projeto permite aumentar a capacidade de interligação entre Portugal e Espanha, em linha com os objetivos do Mercado Ibérico de Eletricidade (MIBEL) e com as metas europeias de capacidade transfronteiriça.</P><br />
<P>Na prática, a nova infraestrutura deverá permitir mais trocas de eletricidade entre os dois países, reduzir situações de congestionamento nas redes e facilitar a integração de produção renovável no sistema elétrico.</P><br />
<P>A nova ligação entra em serviço pouco mais de um ano depois do apagão ibérico de 28 de abril de 2025, que afetou Portugal e Espanha e reforçou o debate sobre a necessidade de redes elétricas mais robustas. </P><br />
<P>A interligação faz parte de um novo eixo entre Beariz e Fontefría, em Espanha, e a zona do Porto, passando, em Portugal, pelas subestações de Ponte de Lima e Vila Nova de Famalicão.</P><br />
<P>O projeto contempla uma linha aérea dupla de 400 kV entre Beariz, Fontefría e Ponte de Lima, com uma extensão total estimada de 90 quilómetros, dos quais 18 em Espanha e 72 em Portugal.</P><br />
<P>Numa fase inicial, o troço transfronteiriço entre Fontefría e Ponte de Lima terá apenas um circuito instalado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784683]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: ENSE aponta refinação e armazenagem como fatores na descida lenta dos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:28:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[ENSE]]></category>
		<category><![CDATA[Entidade Nacional para o Setor Energético]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[ENSE indicou que os preços de custo dos produtos refinados aumentaram entre 25%, no caso do gasóleo, e 35%, no caso da gasolina, desde o início da crise de Ormuz]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) apontou os custos fixos da refinação e a escassez de armazenagem na Europa como fatores para explicar uma redução mais lenta dos preços dos combustíveis face à descida da matéria-prima.</p>
<p>Questionada pela Lusa, na sequência das declarações da ministra do Ambiente e Energia, que disse ter pedido à ENSE para analisar a evolução dos preços dos combustíveis, a entidade não concretizou se já existe uma análise específica em curso, limitando-se a referir que acompanha semanalmente os Preços de Venda ao Público (PVP) e os Preços de Referência (PR) dos combustíveis.</p>
<p>&#8220;A ENSE acompanha semanalmente a evolução dos designados Preços de Venda a Público (PVP) e Preços de Referência (PR) dos combustíveis, para apoio nomeadamente ao regulador com competências em preços, a ERSE [Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos]&#8221;, respondeu a entidade.</p>
<p>Segundo a ENSE, os aspetos avaliados são a evolução dos custos do produto refinado no mercado internacional, incluindo o preço CIF &#8211; que agrega custo, seguro e frete &#8211; e o transporte primário/frete marítimo, os custos de bioenergia, nomeadamente biocombustíveis, e a evolução fiscal, incluindo o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) e o IVA.</p>
<p>Questionada sobre se existe alguma conclusão preliminar quanto às razões pelas quais os preços não estarão a descer ao mesmo ritmo a que subiram, a ENSE indicou que os preços de custo dos produtos refinados aumentaram entre 25%, no caso do gasóleo, e 35%, no caso da gasolina, desde o início da crise de Ormuz.</p>
<p>A entidade, que tem competências de fiscalização e supervisão no setor energético, incluindo na área dos combustíveis, acrescentou que a carga fiscal permitiu reduzir o impacto daquela evolução, por se ter mantido &#8220;praticamente&#8221; nos mesmos níveis durante o período em causa.</p>
<p>&#8220;A redução de preços na cadeia de valor, com especial destaque na área da refinação é por definição mais lenta que as reduções de preços de matéria-prima (Crude/Brent), pois refletem duas componentes menos voláteis, que são os elevados custos fixos de produção e a escassez de armazenagem na Europa, sustentou a entidade.</p>
<p>Na terça-feira, no parlamento, a ministra do Ambiente e Energia anunciou que o Governo pediu à ENSE para &#8220;olhar&#8221; para a evolução dos preços dos combustíveis, por considerar que estes não estavam a descer ao mesmo ritmo a que tinham subido.</p>
<p>A evolução dos preços dos combustíveis passou a estar sob maior atenção depois da subida registada na sequência dos ataques dos EUA e Israel ao Irão, em 28 de fevereiro, e dos receios de perturbações no abastecimento internacional de petróleo relacionados com o estreito de Ormuz.</p>
<p>&#8220;Nós já pedimos à ENSE para olhar para esta questão&#8221;, disse Maria da Graça Carvalho, numa audição na Comissão de Ambiente e Energia, requerida pelo PCP, sobre o negócio Galp/Moeve.</p>
<p>Na ocasião, a governante afirmou que a evolução dos preços dos combustíveis não acompanhar a queda da cotação do petróleo &#8220;não tem razão de ser&#8221; e que o executivo quer perceber &#8220;exatamente porque é que isso está a acontecer&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784691]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hantavírus: OMS declara fim do surto ligado ao navio de cruzeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:28:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[surto]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou hoje o fim do surto de hantavírus ocorrido no navio de cruzeiro MV Hondius, que causou três mortes e gerou grande preocupação a nível internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou hoje o fim do surto de hantavírus ocorrido no navio de cruzeiro MV Hondius, que causou três mortes e gerou grande preocupação a nível internacional.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, a última pessoa que teve contacto com alguém exposto ao hantavírus a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius completou o período de quarentena, testou negativo e regressou a casa. Não foram relatados mais casos desde 25 de maio. Por isso, temos o prazer de anunciar que a OMS considera o surto de hantavírus terminado&#8221;, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus numa conferência de imprensa em Genebra.</P><br />
<P>Segundo a OMS, foram reportados um total de 13 casos de hantavírus ligados ao cruzeiro.</P><br />
<P>O Hondius zarpou em 01 de abril de Ushuaia, no sul da Argentina, para atravessar o Atlântico Sul com 147 passageiros e tripulantes de diferentes nacionalidades a bordo. Durante a viagem, três pessoas morreram e outras quatro apresentaram sintomas de infeção. </P><br />
<P>Na sequência do surto foram identificados e monitorizados em 33 países 650 contactos dos passageiros afetados.</P><br />
<P>A origem deste surto de hantavírus ainda é desconhecida, mas, segundo a OMS, a primeira contaminação deverá ter ocorrido antes do início da expedição a 01 de abril, pois o primeiro passageiro a morrer, um holandês de 70 anos, apresentou sintomas já a 06 de abril.</P><br />
<P>O período de incubação do vírus situa-se entre uma a seis semanas e não existe vacina nem tratamento específico contra este vírus, que pode provocar uma síndrome respiratória aguda.</P><br />
<P>A OMS tinha indicado antes que vai continuar a investigar a origem do surto, assim como o hantavírus, alegando que esse trabalho é importante para o desenvolvimento de diagnósticos, de tratamentos e de vacinas.</P><br />
<P>Os hantavírus são vírus zoonóticos (podem ser transmitidos entre animais e humanos) caracterizados por infetar roedores e diferentes espécies circulam na Europa, na Ásia e no continente americano. Apenas algumas das espécies estão associadas a infeção humana, caso em que podem causar doença grave.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784682]]></sapo:autor>
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		<title>Mau Tempo: 99% das comunicações repostas e 4,2 mil milhões de euros mobilizados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 14:26:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Fernandes]]></category>
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					<description><![CDATA[O coordenador da Estrutura de Missão Reconstrução da Região Centro do País, Paulo Fernandes, revelou hoje que a reposição das comunicações nos territórios afetados pelo mau tempo ronda os 99% e que os apoios mobilizados atingem 4,2 mil milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O coordenador da Estrutura de Missão Reconstrução da Região Centro do País, Paulo Fernandes, revelou hoje que a reposição das comunicações nos territórios afetados pelo mau tempo ronda os 99% e que os apoios mobilizados atingem 4,2 mil milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;Estamos perto dos 99%, mas ainda há 01% que está a ser difícil de fechar&#8221;, afirmou Paulo Fernandes, aludindo às cerca de 2.600 ligações fixas que permanecem por restabelecer.</P><br />
<P>Numa audição que decorreu ao início da tarde de hoje, no âmbito da Comissão Eventual para a Resiliência Nacional, Prevenção de Catástrofes Naturais e acompanhamento do PTRR &#8211; Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência, Paulo Fernandes recordou que, nos primeiros dias da emergência, cerca de 500 mil utilizadores ficaram sem acesso a comunicações, dos quais aproximadamente 300 mil em redes móveis e 200 mil em redes fixas.</P><br />
<P>Apesar da evolução positiva, o coordenador da Estrutura de Missão destacou que o objetivo passa por garantir que nenhum cidadão continue sem acesso aos serviços de telecomunicações.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto houver uma pessoa que não tenha comunicações fixas, há uma preocupação. Ninguém pode ficar para trás&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Ao longo da sua intervenção inicial, o antigo presidente da Câmara Municipal do Fundão evidenciou que, para além da reposição dos serviços, a sua preocupação passa por dar um caráter definitivo e resiliente às intervenções.</P><br />
<P>&#8220;Há muita coisa a funcionar, mas ainda com caráter provisório. O que importa agora é transformar esse provisório em definitivo e, depois, torná-lo resiliente&#8221;, afirmou, apontando o período entre o outono e o final do ano como horizonte para a conclusão da maioria dos trabalhos de consolidação, embora alguns processos possam prolongar-se devido à sua complexidade.</P><br />
<P>Paulo Fernandes lembrou ainda que foram registadas 206 mil participações de sinistros, das quais cerca de 170 mil correspondem a habitações, aproximadamente 20 mil a empresas, sendo as restantes relativas a veículos e outros bens danificados.</P><br />
<P>No programa destinado a apoiar famílias com prejuízos até 10 mil euros, foram registadas cerca de 36 mil candidaturas.</P><br />
<P>&#8220;Só estes números permitem perceber a verdadeira dimensão da calamidade&#8221;, observou.</P><br />
<P>Já sobre o relatório remetido por Portugal à Comissão Europeia, indicou que aponta para prejuízos globais estimados em 5,3 mil milhões de euros, valor que serviu de base ao pedido de apoio ao Fundo de Solidariedade da União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Esse é o relatório que enviámos à Comissão Europeia e que sustenta a expectativa de se receber cerca de 250 milhões de euros do fundo europeu de emergência&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Paulo Fernandes aproveitou ainda para partilhar que a recuperação florestal continua a ser uma das áreas mais críticas, com a área afetada a ascender a cerca de 900 mil hectares.</P><br />
<P>No que toca aos valores aprovados, pagos ou provisionados, o coordenador da Estrutura Missão informou que rondam atualmente os 4,2 mil milhões de euros, envolvendo seguradoras, programas públicos, Banco Português de Fomento, Segurança Social e diversas áreas governativas.</P><br />
<P>Deste montante, cerca de 3,6 mil milhões de euros já foram efetivamente pagos ou colocados à disposição dos beneficiários.</P><br />
<P>Em relação aos seguros, no setor habitacional existem cerca de 173 mil processos que correspondem a aproximadamente 500 milhões de euros já pagos pelas seguradoras.</P><br />
<P>Permanecem ainda 143 milhões de euros provisionados para pagamentos futuros.</P><br />
<P>&#8220;Relativamente às casas, os seguros estão a andar muito mais depressa. Relativamente às empresas, a situação é um pouco mais difícil&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784685]]></sapo:autor>
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		<title>Produção mundial de azeite está a recuperar mas preço depende do mercado, indicam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[COI]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Lillo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor executivo do Conselho Oleícola Internacional disse à Lusa que a produção mundial de azeite está a recuperar, tal como o consumo, mas depende do tempo, e sublinhou que o preço é da responsabilidade dos intervenientes no mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor executivo do Conselho Oleícola Internacional disse à Lusa que a produção mundial de azeite está a recuperar, tal como o consumo, mas depende do tempo, e sublinhou que o preço é da responsabilidade dos intervenientes no mercado.</p>
<p>&#8220;As alterações climáticas estão a afetar a produção e, assim, temos assistido uma variação crescente de ano para ano. É difícil prever o que vai acontecer porque depende muito das condições meteorológicas&#8221;, assinalou o diretor executivo do Conselho Oleícola Internacional (COI), Jaime Lillo, que falava à Lusa, em Lisboa, à margem do Congresso Mundial do Azeite, que decorre em Lisboa, até sexta-feira.</p>
<p>Conforme recordou, há dois anos, e pela primeira vez, houve uma descida na produção mundial de azeite, com repercussões no preço.</p>
<p>Desde aí, o mercado tem estado a recuperar a sua capacidade de produção.</p>
<p>Na campanha de 2024/2025, a produção mundial de azeite atingiu um recorde de 3,5 milhões de toneladas.</p>
<p>Contudo, Lillo defendeu que este é um número ainda &#8220;moderado&#8221;, tendo em conta o potencial de crescimento deste mercado, uma vez que o azeite representa 2% dos óleos consumidos.</p>
<p>Por sua vez, o consumo está a crescer, sobretudo, em mercados como EUA, Brasil e China.</p>
<p>&#8220;Estamos numa fase de recuperação da nossa capacidade de produção. Consideramos que este vai ser um ano normal e estamos ansiosos por ver como vai ser a colheita e as condições meteorológicas para a próxima época&#8221;, insistiu.</p>
<p>Questionado sobre se os preços para o consumidor vão aumentar este ano, o diretor executivo do COI sublinhou que o mercado do azeite é livre e que a decisão depende dos seus intervenientes.</p>
<p>Ainda assim, sublinhou que existe uma &#8220;forte procura internacional&#8221; e que o preço estará dependente da produção registada este ano.</p>
<p>O azeite virgem extra ficou mais caro 0,25 euros por litro para o consumidor português entre janeiro e abril, face ao aumento de 0,10 euros na fase de produção, segundo os últimos dados disponíveis no Observatório de Preços.</p>
<p>Em 26 de janeiro, um litro de azeite virgem extra, na fase de consumo, custava 6,52 euros, enquanto em 20 de abril já estava nos 6,77 euros.</p>
<p>No entanto, em comparação com o final de 2025, houve uma descida de 0,05 euros por litro, segundo dados consultados pela Lusa no Observatório de Preços.</p>
<p>Já na fase de produção, também nos primeiros quatro meses do ano, o preço do azeite encareceu 0,10 euros por litro, passando de 6,36 euros para 6,46 euros, quase em linha com o valor registado em 29 de dezembro de 2025 (6,47 euros).</p>
<p>Portugal recebe, entre hoje e sexta-feira, o &#8216;Olive Oil World Congress&#8217; (OOWC), o maior evento dedicado ao setor do azeite, que vai reunir investigadores, produtores e empresas de vários países.</p>
<p>O evento, organizado pela Agrifood Comunicación, tem lugar no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, depois de uma primeira edição realizada em Madrid, em 2024.</p>
<p>O programa inclui o debate de temas como o futuro do setor, incluindo a adaptação às alterações climáticas, a digitalização e a aplicação da inteligência artificial.</p>
<p>Segundo dados avançados pelo Governo, para a campanha de 2025/2026 estima-se uma produção de cerca de 179.000 toneladas, um valor semelhante ao ano anterior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784674]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 79 o número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 13:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[diáspora portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 79, havendo ainda 64 desaparecidos, segundo o mais recente balanço hoje divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 79, havendo ainda 64 desaparecidos, segundo o mais recente balanço hoje divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>De acordo com o MNE, entre os 79 mortos, 69 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 14 crianças e 65 adultos.</P><br />
<P>O anterior balanço dava conta de 75 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela no dia 24 de junho.</P><br />
<P>O número de mortos no país devido a estes sismos subiu esta quarta-feira 2.295, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 11.267 feridos.</P><br />
<P>O presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, indicou a existência de 12.841 pessoas afetadas pelos sismos de 24 de junho, durante a atualização do balanço de vítimas, que era anteriormente de 1.943 mortos e 10.571 feridos.</P><br />
<P>Antes da divulgação dos novos dados oficiais, a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou sete dias de luto nacional.</P><br />
<P>Para ajudar o país, onde estão já socorristas portugueses, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, anunciou quarta-feira que dois aviões da força aérea portuguesa estão prontos para arrancar com ajuda à Venezuela e deverão partir até terça-feira, podendo no regresso trazer pessoas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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