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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>CTT alertam consumidores: Encomendas internacionais podem ficar mais difíceis de levantar com novas regras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 07:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os CTT alertam para “uma maior complexidade no processo de desalfandegamento” a partir de hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-vzmvzk" class="brxe-block">
<div id="brxe-okauic" class="brxe-post-excerpt">
<p>Os CTT alertam hoje para “uma maior complexidade no processo de desalfandegamento” devido ao facto de a partir de hoje também as encomendas até 150 euros que entrem na União Europeia passarem a pagar direitos aduaneiros.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-ueiyjj" class="brxe-block">
<div id="brxe-titetb" class="brxe-post-content">
<p>A União Europeia (UE) aplicou um direito aduaneiro fixo de três euros, e os CTT recomendam que se verifique, em encomendas feitas fora do bloco comunitário, se o valor dos direitos aduaneiros e o IVA estão incluídos no valor.</p>
<p>“Se não estiverem incluídos, ao custo dos direitos aduaneiros e do IVA acresce, em Portugal, o custo dos serviços de desalfandegamento dos CTT”, lê-se em comunicado.</p>
<p>“Os envios entre particulares de caráter não comercial (ofertas) mantêm a isenção, de pagamento de IVA e direitos aduaneiros, até 45 euros”, lê-se na mesma nota.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782273]]></sapo:autor>
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		<title>Irlanda assume presidência da UE e está focada em fechar orçamento plurianual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:55:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Presidência do Conselho da União Europeia (UE) é exercida em regime rotativo pelos Estados-Membros por períodos de seis meses. Durante cada semestre, a Presidência dirige as reuniões a todos os níveis do Conselho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header class="article-head fbg-container">
<div class="article-head-tools">A Irlanda assume hoje presidência semestral do Conselho da UE e pretende concluir, até final de 2026, as negociações para o próximo orçamento plurianual da União Europeia, priorizando ainda avanços no alargamento comunitário.</div>
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<p>“O trabalho da União exige uma base financeira sólida. Facilitar um acordo atempado sobre o orçamento da União para 2028-2034, através de um novo Quadro Financeiro Plurianual [QFP] que permita à UE enfrentar os desafios do futuro ao mesmo tempo que apoia políticas fundamentais já existentes — como a Política Agrícola Comum e a política de Coesão —, será uma prioridade transversal da presidência irlandesa”, refere Dublin no seu programa semestral.</p>
<p>Sob o mote “a força está na união”, a Irlanda promete que a sua presidência, que decorre de 1 de julho a 31 de dezembro de 2026, “será marcada pela ação e pela concretização de resultados”, numa altura crucial para as negociações entre países (no Conselho) e eurodeputados (no Parlamento) sobre o próximo orçamento plurianual. “A presidência irlandesa trabalhará de forma intensiva e ambiciosa para que os líderes da União Europeia possam tomar, em 2026, as decisões necessárias relativamente ao QFP para o período de 2028 a 2034”, assegura.</p>
<p>Em julho de 2025, a Comissão Europeia propôs um novo orçamento da UE a longo prazo, para 2028-2034 de dois biliões de euros, acima dos 1,2 biliões do atual quadro, que inclui mais contribuições nacionais e três novos impostos. Contudo, o Parlamento Europeu quer um orçamento mais ambicioso, defendendo contribuições nacionais equivalentes a 1,27% do rendimento nacional bruto (RNB) da UE, face aos 1,15% propostos pela Comissão Europeia, sem incluir os encargos associados ao reembolso da dívida dos Planos de Recuperação e Resiliência (0,11% do RNB). Ao todo, e mesmo sem incluir tais juros, o QFP proposto pelo Parlamento Europeu ronda os 2,014 biliões, o que se compara aos dois biliões propostos pelo executivo comunitário incluindo o reembolso da dívida, estando em causa um aumento de cerca de 10%.</p>
<p>A atual presidência do Conselho da UE, ocupada neste primeiro semestre por Chipre, apresentará nos próximos dias a sua proposta de negociação — um documento preliminar com os principais elementos políticos e financeiros —, que será discutida no Conselho Europeu da próxima semana. Depois, os colegisladores (eurodeputados e países) vão trabalhar nos documentos técnicos e nos processos negociais com vista a um acordo até final do ano.</p>
<p>Nesta que é a oitava vez que a Irlanda assume a presidência rotativa do Conselho, pretende ainda dar “continuidade a uma agenda ambiciosa, centrada nos temas fundamentais da competitividade, dos valores e da segurança”, de acordo com o programa. Face a um “contexto global instável e com desafios profundos”, Dublin quer uma UE “a agir de forma determinada” em questões como o alargamento comunitário.</p>
<p>“O alargamento constitui um investimento geoestratégico na paz, segurança, estabilidade e prosperidade do continente europeu. A presidência irlandesa trabalhará em estreita colaboração com todos os países candidatos e potenciais candidatos, apoiando-os no seu percurso rumo à adesão à União Europeia, em conformidade com o princípio do mérito individual”, refere o programa semestral.</p>
<p>A Irlanda quer, em concreto, impulsionar a adesão de Montenegro, avanço das negociações com a Ucrânia, Moldávia e Albânia, e promover os benefícios do alargamento face à desinformação externa. O alargamento da UE é o processo de entrada de novos países no bloco comunitário, após cumprirem os critérios políticos e económicos exigidos.</p>
<p>Membro da UE desde 1973 e situada no noroeste da Europa, a Irlanda sucede a Chipre (primeiro semestre de 2026) na presidência rotativa do Conselho e será seguida pela Lituânia (primeiro semestre de 2027).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783734]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil e São Tomé e Príncipe concorrem a sítios do Património Mundial &#8211; UNESCO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil e São Tomé e Príncipe estão entre os países de língua oficial portuguesa que concorrem a sítios do Património Mundial da UNESCO, cujo comité se reunirá para decidir, em Busan, Coreia do Sul, de 20 a 29 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasil e São Tomé e Príncipe estão entre os países de língua oficial portuguesa que concorrem a sítios do Património Mundial da UNESCO, cujo comité se reunirá para decidir, em Busan, Coreia do Sul, de 20 a 29 de julho.</P><br />
<P>O Brasil concorre à lista do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), na categoria Sítios Culturais, com os &#8220;Teatros da Amazónia&#8221;.</P><br />
<P>Na mesma categoria, São Tomé e Príncipe concorre com &#8220;As roças de São Tomé e Príncipe: Sistema colonial agrícola e migração forçada&#8221;. </P><br />
<P>Segundo a UNESCO, na 48.ª sessão do Comité do Património Mundial será examinada, entre outras questões, a inscrição de 30 novos sítios na lista do Património Mundial, assim como propostas relativas a três sítios já inscritos. Além disso, refere a UNESCO, &#8220;será avaliado o estado de conservação de 147 sítios já incluídos nesta lista&#8221;.</P><br />
<P>Na sua candidatura, o Brasil invoca que tanto o teatro Amazonas (teatro do Amazonas) como o teatro da Paz, construídos no final do século XIX e que estão localizados na Amazónia brasileira, nas cidades de Manaus e Belém, respetivamente, &#8220;são monumentos importantes situados nos dois maiores centros urbanos da região, símbolos do &#8216;boom&#8217; económico alcançado&#8221; e representado por um modelo de civilização europeia &#8220;reproduzido nos trópicos devido ao ciclo da borracha na América do Sul&#8221;.</P><br />
<P>Os responsáveis da candidatura brasileira referem que, em termos de autenticidade, &#8220;os teatros da Amazónia preservam, até aos dias de hoje, as suas características tipológicas e morfológicas referentes ao final do século XIX e início do século XX, mantendo ainda a sua posição de destaque na área urbana em que se encontram. Além disso, a profusão de elementos decorativos integrados e sumptuosos contribui para a magnificência de ambos os edifícios, podendo-se perceber o efeito deslumbrante que provocam&#8221;.</P><br />
<P>Por seu turno, São Tomé e Príncipe invoca, na sua candidatura, denominada &#8220;As roças de São Tomé e Príncipe: Sistema colonial agrícola e migração forçada&#8221;, que o período de implantação das roças no país começou com a introdução da monocultura do cacau e do café no século XIX. </P><br />
<P>Segundo a candidatura, esse período surgiu como um centro de produção agrícola histórico colonial, &#8220;semelhante ao sistema feudal, cujo processo de produção se realizava através do trabalho forçado, onde a mão-de-obra provinha de vários países da costa africana, nomeadamente Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, Cabo Verde, Benim, Congo e Serra Leoa&#8221;.</P><br />
<P>Para os responsáveis da candidatura são-tomense, a &#8220;roça&#8221;, que atingiu o seu auge no final do século XIX e início do século XX, refere-se a um sistema agrário e social de propriedade rural, marcado pela monocultura do cacau e do café. </P><br />
<P>Em termos de autenticidade, &#8220;em Sundy, Monte Café, Agua-lzé, as infraestruturas urbanas, arquitetónicas e sociais têm atributos como hospitais, creches, escolas, igrejas e infraestruturas recreativas que não foram recriadas ou recentemente construídas&#8221;. </P><br />
<P>Na lista das propostas de inscrição que serão analisadas na Coreia do Sul, Portugal concorre na categoria sítio cultural com as &#8220;Fortalezas bastiônicas da Raia&#8221;. </P><br />
<P>Também nessa categoria, concorrem, além de São Tomé e Príncipe, mais dois países africanos: a República Democrática do Congo, com o &#8220;Parque Nacional de Garamba&#8221;, e as Comores, com &#8220;As medinas dos Sultanatos históricos das Comores&#8221;. </P><br />
<P>Na categoria sítios naturais, o Sudão do Sul candidata-se com a &#8220;Paisagem Migratória Boma-Badingilo&#8221;. </P><br />
<P>Até à data, o Comité do Património Mundial inscreveu 1.248 sítios em 170 países na lista do Património Mundial. </P><br />
<P>Segundo a UNESCO, a classificação como Património Mundial permite reconhecer e proteger sítios de valor universal excecional &#8212; sejam eles naturais, culturais ou mistos &#8211; e &#8220;compromete os Estados membros a preservar estes locais emblemáticos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783956]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Federação apela à dádiva de sangue e lembra que alguns níveis estão abaixo do desejável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:49:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue (FEPODABES) apelou hoje à dádiva, lembrando que no verão é sempre mais baixa e que os níveis de alguns tipos de sangue já estão "abaixo do desejável".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue (FEPODABES) apelou hoje à dádiva, lembrando que no verão é sempre mais baixa e que os níveis de alguns tipos de sangue já estão &#8220;abaixo do desejável&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado em que lança a campanha de verão, a federação refere que os últimos dados de reservas mostram que as de alguns hospitais estão &#8220;próximo dos limites mínimos de segurança&#8221; e que todos os anos são necessárias entre 1.000 e 1.100 unidades de sangue para responder às necessidades.</P><br />
<P>Os dados divulgados pela FEPODABES indicam que a necessidade de doação imediata para as reservas do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) do tipo de sangue A+ e AB-.</P><br />
<P>Para o sangue B- e O+ o IPST tem reservas para um ou dois dias e para o sangue A-, B+ e O- tem para três a cinco dias.</P><br />
<P>A reserva nacional (nos hospitais) tem níveis normais e, por regiões, apenas no Algarve a reserva de sangue A+ tem margem para três a cinco dias.</P><br />
<P>Em Portugal, as reservas de sangue funcionam através de um sistema centralizado e gerido pelo IPST, que assegura a colheita, processamento e distribuição para os hospitais.</P><br />
<P>O presidente da federação, Alberto Mota, citado no comunicado, recorda que ter as reservas próximas dos limites de segurança pode dificultar a realização de transfusões, cirurgias e tratamentos indispensáveis para milhares de doentes.</P><br />
<P>Adianta que nos últimos anos se tem registado uma diminuição das dádivas de sangue, uma situação que representa &#8220;um desafio crescente&#8221; para os serviços de saúde e lembra que garantir reservas adequadas &#8220;é uma responsabilidade coletiva&#8221; e um gesto que pode salvar vidas.</P><br />
<P>&#8220;A dádiva de sangue é um gesto simples, seguro e solidário&#8221;, sublinha a FEPODABES, apelando a todos que, antes de partirem para férias, ou até mesmo durante o período de descanso, reservem uns minutos para doar sangue.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783955]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a ganhar 0,59%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:47:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,59% para 70.474,96 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,59% para 70.474,96 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, também encerrou a sessão a ganhar 0,42% para 4.011,5 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783954]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>António José Seguro reúne-se esta quarta-feira em Paris com Macron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:45:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, reúne-se esta quarta-feira em Paris com o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, para um almoço de trabalho, no âmbito de uma curta visita à capital francesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, reúne-se esta quarta-feira em Paris com o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, para um almoço de trabalho, no âmbito de uma curta visita à capital francesa.</p>
<p>O encontro entre António José Seguro e Emmanuel Macron está agendado para as 13:15 locais (12:15 de Lisboa) no Palácio do Eliseu, a residência oficial do Presidente da República francês, em Paris.</p>
<p>Este encontro com Emmanuel Macron esteve previsto para o início de maio &#8212; e seria a segunda deslocação de António José Seguro ao estrangeiro &#8211;, mas foi adiado por impossibilidade de conciliar a agenda dos dois presidentes, informou na altura fonte oficial da Presidência da República.</p>
<p>Após este almoço de trabalho, no qual não estão previstas declarações à imprensa, Seguro irá encontrar-se às 16:00 (15:00 de Lisboa) com cerca de duas dezenas de empresários portugueses na residência da embaixada de Portugal em Paris.</p>
<p>Esta será a sétima visita ao estrangeiro de António José Seguro enquanto chefe de Estado.</p>
<p>Cerca de mês e meio depois de ter tomado posse como Presidente da República, em 09 de março, António José Seguro deslocou-se a Madrid, onde foi recebido pelo Rei de Espanha, Felipe VI, e pelo chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez.</p>
<p>Depois, no início de maio, esteve em Itália, para uma cerimónia comemorativa do 50.º aniversário do Instituto Universitário Europeu, em Florença, e reuniu-se em Roma com o Presidente Sergio Mattarella.</p>
<p>No início de junho, esteve no Luxemburgo, numa visita oficial para comemorar o Dia de Portugal, com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, durante a qual foi recebido pelos grão-duques Guilherme V e Stéphanie.</p>
<p>A meio de junho, António José Seguro voltou a Itália, para participar no 19.º Encontro da Cotec Europa, em Veneza, onde esteve novamente com o Presidente italiano e com o Rei de Espanha.</p>
<p>Na semana passada esteve em Miami, nos Estados Unidos, onde assistiu ao jogo da seleção portuguesa de futebol contra a Colômbia, e entre hoje e quarta-feira está em Barcelona, onde irá marcar presença na cerimónia de entrega da Medalha de Ouro da União Internacional dos Arquitetos 2026 ao arquiteto Eduardo Souto Moura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783682]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Conflito em Myanmar fez mais de 100 mil mortos desde golpe de Estado há cinco anos &#8211; ONG</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/conflito-em-myanmar-fez-mais-de-100-mil-mortos-desde-golpe-de-estado-ha-cinco-anos-ong/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:37:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 mil pessoas foram mortas desde o início da guerra civil em Myanmar (antiga Birmânia), na sequência de um golpe de Estado militar em 2021, informou hoje uma organização especializada no acompanhamento de conflitos armados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 mil pessoas foram mortas desde o início da guerra civil em Myanmar (antiga Birmânia), na sequência de um golpe de Estado militar em 2021, informou hoje uma organização especializada no acompanhamento de conflitos armados.</P><br />
<P>Há cinco anos, o exército pôs fim a uma década de experiência democrática neste país do Sudeste Asiático, derrubando o Governo eleito de Aung San Suu Kyi e detendo a vencedora do Prémio Nobel da Paz.</P><br />
<P>As manifestações contra o golpe foram então reprimidas pelas forças de segurança, mas os ativistas pró-democracia abandonaram as cidades para combater a junta militar ao lado de movimentos armados de minorias étnicas há muito hostis ao poder central.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes da ONG norte-americana Acled (Armed Conflict Location and Event Data), que regista os incidentes relatados pelos meios de comunicação social, os confrontos causaram um total de 100.114 mortos em todos os lados envolvidos no conflito.</P><br />
<P>Não existe um balanço oficial e as estimativas variam consideravelmente, mas os analistas consideram este o conflito mais mortífero atualmente em curso na Ásia.</P><br />
<P>O líder dos militares golpistas, general Min Aung Hlaing, assumiu recentemente a Presidência do país na sequência de um processo eleitoral que foi qualificado no estrangeiro como uma manobra para prolongar o regime militar sob uma aparência de poder civil.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 3,7 milhões de pessoas estão deslocadas no interior do país e mais de uma em cada cinco pessoas encontra-se em situação de insegurança alimentar.</P><br />
<P>A maior cidade birmanesa, Rangum, vive uma relativa normalidade, mas a violência pode manifestar-se sob a forma de assassinatos esporádicos. Outras regiões são bombardeadas diariamente por ataques aéreos levados a cabo por aviões militares fornecidos pela Rússia e pela China.</P><br />
<P>A ACLED identificou mais de 1.200 grupos armados distintos nesta guerra civil, classificando-a como &#8220;o conflito mais fragmentado do mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O conflito espalhou-se por todo o país&#8221;, comentou Sun Mon Thant, analista da ACLED. &#8220;Estamos a assistir a mais massacres. O exército tem como alvo escolas, clínicas, prisões&#8230;&#8221;, continuou.</P><br />
<P>A dinâmica geográfica do conflito oscilou ao longo dos últimos cinco anos. Uma ofensiva conjunta de vários grupos rebeldes permitiu-lhes alcançar avanços espetaculares no final de 2023, aproximando-se de Mandalay, a segunda maior cidade do país.</P><br />
<P>Mas a situação voltou a inclinar-se a favor do exército no ano passado, segundo os analistas, depois de a China ter dado o apoio à liderança militar em Rangum e promovido a assinatura de tréguas com dois dos mais poderosos grupos armados étnicos.</P><br />
<P>O Estado-Maior birmanês instituiu, em fevereiro de 2024, o serviço militar obrigatório para reforçar as suas fileiras, recrutando à força cerca de 50 mil civis.</P><br />
<P>A guerra afetou indiretamente os países vizinhos, para onde fugiram muitos refugiados, acolhidos em campos na Tailândia e no Bangladesh.</P><br />
<P>Segundo observadores, grupos armados de todos os quadrantes financiam os esforços de guerra graças aos lucros do tráfico de drogas, como a heroína e a metanfetamina.</P><br />
<P>As zonas fronteiriças, com controlo reduzido, tornaram-se, além disso, um foco de centros de burlas online, que operam frequentemente a partir de complexos fortificados guardados por milícias.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783953]]></sapo:autor>
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		<title>Amália chega esta quarta-feira: Governo apresenta modelo português de inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:30:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O modelo, anunciado por Luís Montenegro durante a Web Summit, em novembro de 2024, era aguardado há vários meses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A versão final do Amália, o modelo português de inteligência artificial, será apresentada esta quarta-feira e depois disponibilizada a várias entidades da Administração Pública. O lançamento foi confirmado pelo gabinete do primeiro-ministro, em nota enviada às redações.</p>
<p>O modelo, anunciado por Luís Montenegro durante a Web Summit, em novembro de 2024, era aguardado há vários meses. A apresentação chegou a estar prevista para junho, depois de o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, ter afirmado que o projeto tinha alcançado “resultados muito positivos”, mas acabou por passar para o primeiro dia de julho.</p>
<p>O Amália, sigla de Assistente Multimodal Automático de Linguagem com Inteligência Artificial, é um modelo de linguagem em grande escala, ou LLM, capaz de processar, compreender e gerar texto em linguagem natural a partir de grandes volumes de dados. Segundo o Governo, trata-se do primeiro modelo deste tipo desenvolvido especificamente para o português de Portugal.</p>
<p>A ambição declarada pelo Executivo é criar uma tecnologia com maior rigor na língua e na cultura portuguesas, reduzindo a dependência de modelos estrangeiros e abrindo caminho à sua utilização por todos os países da lusofonia.</p>
<p>Após o lançamento, o Amália ficará disponível em regime de código aberto. Segundo o gabinete do ministro Adjunto e da Reforma do Estado, todos os modelos, dados e código produzidos serão disponibilizados em open source, permitindo que pessoas, empresas, universidades, centros de investigação e entidades públicas possam reutilizar, melhorar e desenvolver novas aplicações a partir desta infraestrutura.</p>
<p>Apesar de ser apresentado muitas vezes como uma espécie de “ChatGPT português”, o Amália não deverá funcionar como uma aplicação pública de conversa semelhante às plataformas comerciais já existentes. O projeto não prevê, nesta fase, uma aplicação “tipo chatbot” aberta ao público em geral.</p>
<p>Em vez disso, o modelo será disponibilizado como uma base tecnológica aberta, destinada a ser integrada em soluções desenvolvidas por entidades públicas, empresas, universidades ou investigadores.</p>
<p>Numa primeira fase, o Amália será disponibilizado a várias áreas da Administração Pública, incluindo educação, defesa, cultura, saúde e atendimento ao cidadão. Entre os projetos já identificados estão um assistente para visitas virtuais a museus e monumentos portugueses, uma ferramenta de apoio ao planeamento de aulas para professores, um assistente digital de atendimento ao cidadão e uma solução de apoio a operações e decisões críticas na Marinha.</p>
<p>A versão de testes do primeiro modelo de linguagem português de código aberto foi concluída em setembro de 2025, com entrega à Fundação para a Ciência e a Tecnologia. O modelo foi também apresentado no Brasil, no início de abril, durante o congresso PROPOR, dedicado ao processamento computacional da língua portuguesa. Segundo o Ministério da Reforma do Estado, a apresentação foi bem recebida pela comunidade científica lusófona e internacional.</p>
<p>O projeto representa um investimento inicial de 5,5 milhões de euros, financiado através do Plano de Recuperação e Resiliência. Deste valor, 2,475 milhões de euros foram atribuídos à Universidade Nova de Lisboa e 1 milhão de euros ao Instituto Superior Técnico.</p>
<p>As universidades do Porto, Minho e Coimbra recebem 375 mil euros cada, enquanto 900 mil euros serão executados diretamente pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. A estes montantes juntam-se sinergias com investimentos já feitos em Portugal, nomeadamente nos supercomputadores Deucalion e Mare Nostrum 5.</p>
<p>Embora seja apresentado como um modelo português de inteligência artificial, o Amália não foi desenvolvido integralmente de raiz. O projeto partiu de uma base tecnológica europeia já existente, o EuroLLM-9B, que foi depois reforçada pelas equipas portuguesas.</p>
<p>Segundo o Governo, o trabalho incluiu o reforço do pré-treino com mais dados em português europeu, o aumento da capacidade e do contexto do modelo, o afinamento com novos conjuntos de dados em português e o desenvolvimento de mecanismos de segurança, avaliação e otimização de desempenho. O modelo foi ainda adaptado para suportar texto e imagem, assumindo uma dimensão multimodal.</p>
<p>O consórcio responsável pelo desenvolvimento junta investigadores da Nova FCT, do Instituto Superior Técnico, da Universidade de Coimbra, da Universidade do Minho, da Universidade do Porto e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, envolvendo mais de 60 investigadores e alunos.</p>
<p>O financiamento da fase seguinte está assegurado até ao final de 2027, através da Agência para a Reforma Tecnológica do Estado e de fundos do PRR.</p>
<p>Com o lançamento oficial, o Governo quer transformar o Amália numa infraestrutura de inteligência artificial ao serviço do Estado, da academia, das empresas e da sociedade civil, com foco no português europeu, mas com potencial de utilização e melhoria em toda a lusofonia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783222]]></sapo:autor>
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		<title>Iene acentua queda face ao dólar sem intervenção das autoridades japonesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:18:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A moeda japonesa, o iene, acentuou hoje a queda face ao dólar, sendo negociada na faixa das 162 unidades por dólar, o nível mais baixo em quatro décadas, reforçando as análises de que Tóquio tenciona tolerar a desvalorização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A moeda japonesa, o iene, acentuou hoje a queda face ao dólar, sendo negociada na faixa das 162 unidades por dólar, o nível mais baixo em quatro décadas, reforçando as análises de que Tóquio tenciona tolerar a desvalorização.</P><br />
<P>Às 13:00, hora local (05:00 em Lisboa), o iene situava-se em 162,79 unidades por dólar, o nível mais baixo desde dezembro de 1986, continuando a queda durante as negociações na bolsa de Tóquio.</P><br />
<P>Um dos fatores que explicam a queda contínua da moeda nipónica são as expectativas de que a Reserva Federal (Fed) dos EUA opte por aumentar as taxas de juro na reunião de julho, reforçadas pela publicação, na terça-feira, de dados sobre as vagas de emprego disponíveis (inquérito Jolts) melhores do que o previsto.</P><br />
<P>As autoridades japonesas têm vindo a salientar nos últimos dias a intenção de tomar medidas &#8220;adequadas, a qualquer momento, e conforme necessário&#8221;, tal como reiterou ontem o principal porta-voz do Governo do Japão, Minoru Kihara. </P><br />
<P>Por seu lado, a ministra das Finanças japonesa, Satsuki Katayama, sublinhou, depois de se ter reunido na semana passada com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, que Tóquio tomará medidas no mercado cambial &#8220;sempre que for necessário&#8221;.</P><br />
<P>A ausência de medidas efetivas tem, no entanto, sido interpretada por alguns analistas como um indício de que as autoridades japonesas estão dispostas a aceitar uma maior desvalorização do iene face ao dólar.</P><br />
<P>&#8220;As autoridades japonesas reiteraram a disponibilidade para agir, caso fosse necessário, mas, uma vez que não foi tomada qualquer medida, só podemos concluir que não consideraram isso necessário», afirmou, numa análise, o diretor de estratégia de mercado da Bannockburn Capital Markets, Marc Chandler.</P><br />
<P>O Governo da primeira-ministra, Sanae Takaichi, e o Banco do Japão (BoJ) realizaram intervenções no mercado cambial entre abril e maio passados, o que provocou uma valorização da moeda japonesa de 160 unidades por dólar para 155 durante os primeiros dias de maio.</P><br />
<P>O efeito destas operações de estabilização, cujo montante ascendeu a 11,73 biliões de ienes (cerca de 63.000 milhões de euros), segundo o Ministério das Finanças japonês, foi, no entanto, reduzido, apesar de o BoJ ter aumentado, em meados de junho, as taxas de juro de referência de curto prazo para 1%, o nível mais elevado em mais de três décadas.</P></p>
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		<title>Corretora de criptoativos Binance suspende serviços na UE a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:15:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 300 milhões de utilizadores vão ser afetados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header class="entry__header">
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<div class="meta__group">
<div class="meta__block"></div>
</div>
</div>
<div class="social__follow">A Binance, a maior plataforma mundial de negociação de criptoativos, vai suspender parte dos serviços em vários países europeus a partir de hoje, dia 1 de julho, devido à impossibilidade de obter a tempo a autorização para operar na UE.</div>
</header>
<div class="entry__content">
<p>Segundo a agência AFP, a empresa disse que “já não está em condições de aceitar novos utilizadores e, a partir de 1 de julho de 2026, deixará de disponibilizar serviços relacionados com criptoativos em França”, de acordo com um <em>email </em>enviado aos clientes.</p>
<p>A partir dessa data, “as operações disponíveis ficarão limitadas às que permitam reduzir posições e levantar ativos”, esclarece a Binance France, acrescentando que nem ela nem “qualquer outra entidade do grupo” obterão a autorização necessária para prosseguir as suas atividades antes do prazo limite de 30 de junho.</p>
<p>“Isto não se limita à França; foram enviadas comunicações semelhantes aos utilizadores afetados noutros mercados da União Europeia”, precisou a Binance à AFP, afirmando ter fornecido aos clientes “as informações relevantes sobre a sua situação, incluindo os próximos passos e as opções disponíveis”.</p>
<p>Em vigor desde o final de 2024, o MiCA – Regulamento Europeu sobre o Mercado de Criptoativos estabelece um quadro harmonizado e impõe obrigações em matéria de proteção dos investidores, bem como de combate ao branqueamento de capitais, às entidades que exercem atividades relacionadas com criptoativos na União Europeia.</p>
<p>As empresas abrangidas são obrigadas a obter uma licença junto da autoridade reguladora de um Estado-membro até 30 de junho, sob pena de terem de organizar a cessação das suas atividades na União Europeia. Contudo, a maioria não conseguirá cumprir esse prazo ou nem sequer solicitou a respetiva autorização.</p>
<p>“A Binance retirou o seu pedido de licença MiCA na Grécia e solicitará autorização noutro Estado-membro da União Europeia”, anunciou a plataforma num comunicado divulgado na quarta-feira, sem especificar qual o país escolhido. O grupo afirmou ter tomado esta “decisão prudente” devido à “ausência de uma decisão formal” por parte das autoridades, numa altura em que o prazo limite se aproxima rapidamente.</p>
<p>Em França, continua em curso uma investigação à Binance, suspeita de não ter cumprido as suas obrigações de controlo da origem dos fundos dos clientes. O antigo presidente executivo da Binance, Changpeng Zhao, que foi condenado nos Estados Unidos em abril de 2024 por violação da legislação de combate ao branqueamento de capitais, foi amnistiado em outubro pelo Presidente norte-americano Donald Trump.</p>
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		<title>Elétrica moçambicana aponta manifestações e ciclones como fatores de pressão em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:12:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Eletricidade de Moçambique (EDM) admite que as manifestações pós-eleitorais impactaram receitas da empresa em 2025, pela destruição de infraestruturas produtivas, o mesmo acontecendo pelas consequências dos ciclones e outras intempéries na rede elétrica nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Eletricidade de Moçambique (EDM) admite que as manifestações pós-eleitorais impactaram receitas da empresa em 2025, pela destruição de infraestruturas produtivas, o mesmo acontecendo pelas consequências dos ciclones e outras intempéries na rede elétrica nacional.</P><br />
<P>No relatório e contas de 2025, consultado hoje pela Lusa, a empresa pública reconhece que o contexto que se seguiu às eleições gerais de outubro de 2024 &#8212; nomeadamente mais de cinco meses de violência, com 400 mortos e destruição de património público e privado &#8211; teve reflexos diretos na atividade, referindo que &#8220;impactaram receitas, causaram destruição de infraestruturas produtivas, cancelamento de clientes, redução de potências contratadas&#8221;.</P><br />
<P>A EDM acrescenta que as manifestações &#8212; que só cessaram após março de 2025 &#8211; e os atos de vandalismo tiveram &#8220;impacto direto na receita e atividade industrial&#8221;, incluindo &#8220;cancelamento&#8221; por clientes e &#8220;redução&#8221; do consumo de média tensão, segmento normalmente associado às empresas e ao setor produtivo.</P><br />
<P>Estes constrangimentos ocorreram num ano em que as receitas de vendas e prestação de serviços diminuíram para 58.730 milhões de meticais (775,3 milhões de euros), face aos 59.610 milhões de meticais (786,9 milhões de euros) registados em 2024. As vendas de energia recuaram para 52.820 milhões de meticais (697,3 milhões de euros), contra 53.240 milhões de meticais (702,8 milhões de euros) no exercício anterior.</P><br />
<P>As receitas provenientes de consumidores de alta e média tensão caíram para 7.710 milhões de meticais (101,8 milhões de euros), abaixo dos 8.120 milhões de meticais (107,2 milhões de euros) em 2024, tendência que a empresa associa à retração da atividade económica e industrial.</P><br />
<P>Paralelamente, a EDM reporta &#8220;intervenções de emergência para reposição de sistemas elétricos danificados por ciclones e outras intempéries&#8221;, realizadas em diferentes pontos da rede nacional.</P><br />
<P>A empresa refere igualmente a necessidade de reposição de infraestruturas e equipamentos, destacando a aquisição de materiais destinados à reparação de avarias, restabelecimento do fornecimento de energia e expansão das redes de distribuição. </P><br />
<P>Segundo o relatório, os fornecimentos e serviços de terceiros foram pressionados por despesas ligadas a intervenções de emergência, transporte de materiais, reforço de atividades de segurança e vigilância e ações associadas à recuperação da rede elétrica.</P><br />
<P>Além dos efeitos das manifestações e das intempéries, a EDM enfrentou limitações adicionais resultantes do défice hidrológico. A empresa assinala que as exportações de energia diminuíram porque &#8220;fatores hidrológicos limitaram geração interna&#8221; e reduziram a disponibilidade de eletricidade para venda aos mercados da África Austral.</P><br />
<P>As exportações de energia totalizaram 13.490 milhões de meticais (178 milhões de euros) em 2025, abaixo dos 15.300 milhões de meticais (202 milhões de euros) registados em 2024, uma queda de 11,8%.</P><br />
<P>O relatório refere ainda que a receita de vendas e exportações foi &#8220;impactada por retração industrial, eventos pós-eleitorais e abrandamento económico&#8221;, ao mesmo tempo que a indisponibilidade da Central Térmica de Maputo condicionou parte da produção própria baseada em gás natural.</P></p>
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		<title>Xi apresenta China como &#8220;construtora da paz&#8221; e defensora da ordem internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:12:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês e secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC), Xi Jinping, afirmou hoje que a China é "construtora da paz mundial", "contribuinte para o desenvolvimento global" e "defensora da ordem internacional".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês e secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC), Xi Jinping, afirmou hoje que a China é &#8220;construtora da paz mundial&#8221;, &#8220;contribuinte para o desenvolvimento global&#8221; e &#8220;defensora da ordem internacional&#8221;.</P><br />
<P>No discurso que assinalou o 105.º aniversário do Partido Comunista Chinês, no Grande Palácio do Povo, em Pequim, Xi afirmou que o PCC &#8220;esteve sempre do lado certo da História e do progresso da civilização humana&#8221; e sustentou que a &#8220;modernização chinesa&#8221; ampliou as vias de desenvolvimento para os países do Sul Global.</P><br />
<P>A declaração foi feita durante uma cerimónia marcada pela centralização do poder em torno de Xi, pela campanha de disciplina interna e pelas tensões entre Pequim, o Ocidente e Taiwan, território autogovernado cuja &#8220;reunificação&#8221; a China define como prioridade, sem excluir o recurso à força.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783950]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros da elétrica moçambicana caíram 16% para 95,4 ME em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:10:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os lucros da Eletricidade de Moçambique (EDM) caíram 16% em 2025, para 7.230 milhões de meticais (95,4 milhões de euros), influenciado pela quebra nas exportações de energia, segundo o relatório e contas, consultado hoje pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os lucros da Eletricidade de Moçambique (EDM) caíram 16% em 2025, para 7.230 milhões de meticais (95,4 milhões de euros), influenciado pela quebra nas exportações de energia, segundo o relatório e contas, consultado hoje pela Lusa.</P><br />
<P>De acordo com o documento, esse resultado líquido compara com os 8.619 milhões de meticais (113,8 milhões de euros) registados em 2024, enquanto as receitas de vendas e prestação de serviços totalizaram 58.726 milhões de meticais (775,3 milhões de euros), uma redução de 1,5% face ao exercício anterior.</P><br />
<P>&#8220;Os resultados de 2025 demonstram a resiliência da EDM perante um ambiente adverso. Apesar da redução dos lucros, conseguimos manter uma forte geração de caixa, avançar com projetos estruturantes para o setor elétrico e assegurar a continuidade do fornecimento de energia em todo o país&#8221;, afirma a administração da empresa pública, citada no relatório e contas.</P><br />
<P>As vendas de energia continuaram a representar a principal fonte de rendimento, ascendendo a 52.819 milhões de meticais (697,3 milhões de euros) em 2025.</P><br />
<P>A empresa atribui parte da pressão sobre os resultados à redução de 11,8% das exportações de energia, que totalizaram 13.485 milhões de meticais (178 milhões de euros), influenciadas pelo défice de energia disponível para venda ao exterior, num contexto de seca no país.</P><br />
<P>O ativo total da EDM situou-se em 289.806 milhões de meticais (3,83 mil milhões de euros) em 2025, enquanto o capital próprio recuou para 124.304 milhões de meticais (1,64 mil milhões de euros) e o passivo total aumentou para 165.502 milhões de meticais (2,18 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A carteira de clientes líquidos aumentou para 7.665 milhões de meticais (101,2 milhões de euros), ao mesmo tempo que a imparidade acumulada sobre créditos caiu para 2.786 milhões de meticais (36,8 milhões de euros), contra 4.543 milhões de meticais (60 milhões de euros) em 2024.</P><br />
<P>A empresa mantinha em 2025 investimentos em curso avaliados em 69.587 milhões de meticais (918,6 milhões de euros), destacando-se os projetos da interligação Moçambique-Maláui e da linha de transporte Chimuara-Nacala, ambos superiores a 12.659 milhões de meticais (167 milhões de euros).</P><br />
<P>A EDM terminou 2025 com 4.350 trabalhadores, mais 277 do que no ano anterior, e responsabilidades com o fundo de pensões avaliadas em 6.657 milhões de meticais (87,9 milhões de euros).</P><br />
<P>Nas contas, os auditores assinalam, contudo, que continua pendente a formalização legal do aumento de capital de 45.525 milhões de meticais (600,9 milhões de euros) da EDM, autorizado pelo Estado em 2021.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783949]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Chuva dá esperança a socorristas mexicanos depois das 72 horas &#8216;críticas&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** André Campos Ferrão, jornalista em serviço para a Lusa***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Catia La Mar, Venezuela, 01 jul 2026 (Lusa) &#8212; A chuva na madrugada de terça-feira deu alento aos socorristas que seis dias após os sismos que devastaram Catia La Mar procuram sobreviventes, já que a desidratação é o principal problema depois das 72 horas &#8216;críticas&#8217;.</P><br />
<P>Alejandro Méndez tem 45 anos, é natural da Cidade do México, e nos últimos 22 trabalhou como socorrista. A vocação e &#8220;o exemplo&#8221; vêm da família: &#8220;o meu tio é o &#8216;El Chino&#8217; e desde criança que ouvia as suas histórias, considero que isto é uma herança de família.&#8221;</P><br />
<P>Hector Méndez, conhecido como &#8220;El Chino&#8221; ou o &#8220;Topo Mayor&#8221;, é o socorrista mais famoso do México e foi o criador da brigada dos Topos Aztecas, uma equipa de voluntários especializados em resgates de vítimas de terramotos. O grupo foi criado depois do sismo de 1985 que dizimou a Cidade do México e, desde então, os Topos participaram em todas as operações depois dos sismos mais devastadores, incluindo na Turquia e na Síria, em 2023.</P><br />
<P>Falar dos Topos em Catia La Mar dá esperança à população. A Lusa ouviu de vários moradores que os Topos &#8220;são os melhores&#8221; nestas operações e &#8220;conseguem tudo a partir do bolso deles&#8221;, uma vez que as viagens e o equipamento são comprados com donativos e o próprio dinheiro dos elementos da brigada.</P><br />
<P>Seguindo o caminho trilhado pelo tio, Alejandro Méndez, que conversou com a Lusa sentado à sombra de uma tenda, para descansar &#8220;uns minutos&#8221;, seguiu com mais seis socorristas mexicanos para La Guaira um dia depois dos sismos de 24 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Sabíamos que aqui era onde tínhamos de estar&#8221;, disse Alejandro, considerando que a situação é dramática, mas há semelhanças com outras catástrofes: &#8220;Nestas circunstâncias, há sempre muita desorganização, é inevitável.&#8221;</P><br />
<P>Mas o socorrista acrescentou que é preciso compreender as pessoas e ser paciente: &#8220;Não podemos esquecer que estas pessoas perderam familiares, não têm cabeça para pensar em mais nada, só os querem encontrar. E a parte mais importante da nossa ajuda é tentar chegar a todos os lados.&#8221;</P><br />
<P>Sobre as operações de resgate em La Guaira, o &#8216;chilango&#8217; (expressão utilizada para descrever os cidadãos da Cidade do México) considerou que &#8220;o pior é o calor, dificulta muito as operações&#8221;.</P><br />
<P>Passaram seis dias desde que a Venezuela foi sacudida por dois terramotos em menos de dois minutos: o primeiro com uma magnitude de 7,2 na escala de Richter, o segundo de 7,5, de acordo com a informação agregada de vários serviços de monitorização geológica.</P><br />
<P>Depois das 72 horas iniciais, o chamado &#8216;período crítico&#8217;, a probabilidade de encontrar pessoas com vida diminui drasticamente. </P><br />
<P>Mas a experiência dá lugar à esperança, segundo Alejandro Méndez.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com a minha experiência, acho que ainda há possibilidades de encontrar pessoas. Ontem à noite [madrugada de terça-feira] houve uma tempestade e choveu muito. Isso é bom porque refresca as pessoas que podem estar soterradas, muitas pessoas morrem de desidratação e isto pode ajudar&#8221;, explicou o socorrista, enquanto vai limpando o suor no rosto que se mistura com o pó que impregna o ar.</P><br />
<P>Infelizmente, em Catia La Mar este grupo de socorristas ainda não encontrou pessoas com vida. O terreno é de difícil acesso, parte dos edifícios que ruíram estão construídos no areal, pelo que uma réplica ou até um movimento em falso pode piorar uma missão de resgate.</P><br />
<P>O tempo urge, mas é preciso saber que &#8216;chão se vai pisar&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de controlar as emoções, não deixámos de ser humanos, mas aqui temos de ser o mais profissionais possível, a vida das pessoas depende disso&#8221;, advogou Alejandro.</P><br />
<P>Não têm data de regresso ao México, vão ficar em Catia La Mar &#8220;até que já não haja mais por onde ajudar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Viemos pelos nossos próprios meios, conseguimos comprar um &#8216;drone&#8217; com câmaras térmicas e isso está a ajudar também&#8221;, revelou.</P><br />
<P>Alejandro Méndez diz que ninguém estorva: &#8220;Quantos mais vierem, melhor, há sempre coisas para fazer, aqui todas as mãos contam.&#8221;</P><br />
<P>A pausa foi curta, Alejandro e a equipa apressaram-se. &#8220;Vamos começar a cobrir aquela área, ali ainda não foi nenhuma equipa, oxalá tenhamos sorte&#8221;, disse, apontando para o que outrora foi uma área residencial.</P><br />
<P>A equipa recolhe o equipamento, tomam um último gole de água, guardam as garrafas, pegam em tudo e seguem, entre os escombros rumo a mais uma missão, esperando que desta vez o resultado seja razão para sorrir. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783948]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Perigo máximo em 60 concelhos do interior e muito elevado em mais de 100</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:04:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 60 concelhos dos distritos de Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro enfrentam hoje um perigo de incêndio máximo, no início de um período de subida das temperaturas em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 60 concelhos dos distritos de Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro enfrentam hoje um perigo de incêndio máximo, no início de um período de subida das temperaturas em Portugal.</P><br />
<P>Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), estão em risco muito elevado todo o interior do país, num total superior a 100 concelhos e que inclui alguns em distritos com território no litoral, como Viana do Castelo, Leiria, Setúbal e Faro.</P><br />
<P>O IPMA colocou ainda em risco elevado cerca de 40 concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Viseu, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro. </P><br />
<P>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P><br />
<P>No início da semana, o IPMA alertou para o aproximar de &#8220;um longo período com tempo quente e seco&#8221;, com a temperatura máxima a atingir valores entre 40 e 43°C no Vale do Tejo e no Alentejo a partir de hoje e que se estenderá a outras regiões do país ao longo da semana.</P><br />
<P>Face a estas previsões, o perigo de incêndio vai agravar-se e na quinta-feira e até dia 08 de julho o risco será máximo e muito elevado em praticamente todo o continente, de acordo com a previsão do IPMA.</P><br />
<P>Por causa do calor, os distritos de Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja estão já hoje sob aviso laranja (o segundo mais grave), que se vai estender a outras regiões do país e na sexta feira abrangerá todo o território.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão variar hoje entre os 16º (Viana do Castelo, Braga, Coimbra e Leiria) e os 25º (Castelo Branco) e as máximas entre os 26º (Sagres) e os 40º (Castelo Branco). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783947]]></sapo:autor>
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		<title>Novo regime de grupos de IVA: o que muda para as empresas a partir de hoje?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A declaração fiscal do novo regime de grupos de IVA vai aplicar-se pela primeira vez aos períodos de imposto que se iniciem a partir de hoje, dia 1 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A declaração fiscal do novo regime de grupos de IVA vai aplicar-se pela primeira vez aos períodos de imposto que se iniciem a partir de hoje, dia 1 de julho, segundo a portaria publicada em Diário da República (DRE).</p>
<p>O modelo da declaração periódica a entregar ao fisco pelas empresas que aderirem a este novo modelo de consolidação do pagamento de IVA ao Estado foi aprovado pelo Governo através de uma portaria publicada em DRE.</p>
<p>A portaria “é aplicável às declarações correspondentes a períodos de imposto com início em, ou após, 1 de julho de 2026”, refere o documento assinado pelo ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, em 25 de maio.</p>
<p>O regime de grupos de IVA foi criado no final do ano passado pela Lei n.º 62/2025, de 27 de outubro, e vai permitir aos grupos económicos que detêm várias empresas consolidarem os saldos de IVA, nos valores a pagar ou a recuperar junto do Estado.</p>
<p>A portaria prevê que a Autoridade Tributária e Aduaneira, “tendo por base a soma algébrica dos valores a crédito ou a débito apurados em cada uma das declarações periódicas das entidades que integram o grupo”, disponibilize “a declaração do grupo” já preenchida, para ser confirmada pela chamada “entidade dominante” do grupo empresarial até ao dia 20 do segundo mês seguinte àquele a que respeitam as operações (o prazo que se aplica à entrega da declaração periódica de IVA).</p>
<p>O documento “converte-se em declaração entregue pela entidade dominante quando”, no fim desse prazo, “esta não tenha procedido à respetiva confirmação”.</p>
<p>A portaria inclui ainda uma salvaguarda prevendo que a declaração do grupo tem de ser retificada se os serviços centrais de IVA da AT fizerem uma liquidação oficiosa do imposto ou se houver uma “alteração aos elementos das declarações periódicas das entidades que integram o grupo”, seja por iniciativa do fisco, seja da própria entidade empresarial.</p>
<p>Para os grupos económicos poderem aderir ao regime de grupos, é condição que as empresas do universo empresarial estejam unidas “por vínculos financeiros, económicos e organizacionais”, prevê a lei de 2025.</p>
<p>Para isso, “considera-se que a vinculação no plano financeiro se encontra preenchida quando a entidade dominante detenha uma participação, direta ou indireta, de pelo menos 75% do capital de outra ou de outras entidades ditas dominadas, desde que tal participação lhe confira mais de 50% dos direitos de voto”, especifica a legislação.</p>
<p>A proposta de lei foi aprovada no parlamento em votação final global em 17 de outubro de 2025, com os votos a favor do PSD, CDS-PP, Chega e IL.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783133]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump ganhou cerca de 1,2 mil milhões de dólares em criptomoedas em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, registou cerca de 1,2 mil milhões de dólares (1,05 mil milhões de euros) de rendimentos provenientes de atividades no setor das criptomoedas em 2025, segundo cálculos da agência France-Presse.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, registou cerca de 1,2 mil milhões de dólares (1,05 mil milhões de euros) de rendimentos provenientes de atividades no setor das criptomoedas em 2025, segundo cálculos da agência France-Presse.</P><br />
<P>Uma lei de 1978 obriga o Presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos a declarar os rendimentos, bem como ativos que lhes pertençam.</P><br />
<P>De acordo com um cálculo efetuado pela agência France-Presse (AFP) com base nas 927 páginas de documentos publicados na terça-feira pelo Gabinete de Ética Governamental (OGE), o chefe de Estado norte-americano recebeu cerca de 550 milhões de dólares (482 milhões de euros) decorrentes das ligações à &#8216;start-up&#8217; World Liberty Financial (WLF).</P><br />
<P>Esta plataforma de criptomoedas foi cofundada em setembro de 2024 pelos filhos de Donald Trump e pelo filho do enviado norte-americano para o Médio Oriente, Steve Witkoff.</P><br />
<P>A World Liberty Financial emitiu a sua própria criptomoeda, a WLFI, cuja venda inicial rendeu 550 milhões de dólares. Desde o início da sua cotação, em setembro de 2025, o valor caiu, no entanto, passando de 46 cêntimos por unidade para os atuais seis cêntimos.</P><br />
<P>As atividades do Presidente norte-americano no setor das criptomoedas são a principal razão para a quase triplicação do património pessoal, que passou de 2,3 para 6,5 mil milhões de dólares (2,02 para 5,7 mil milhões de euros) entre 2024 e 2026, de acordo com a revista Forbes.</P><br />
<P>Os Trump &#8212; Donald e os três filhos &#8212; também receberam, através de uma empresa intermediária, a DT Marks Defi, 22,5 mil milhões de WLFI adicionais, que valem atualmente cerca de 1,3 mil milhões de dólares (1,14 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Em abril de 2025, a WLF também lançou no mercado a sua &#8216;stablecoin&#8217;, uma moeda digital cujo valor é lastreado numa moeda tradicional, neste caso, o dólar.</P><br />
<P>A declaração de rendimentos de Donald Trump refere ainda, além da WLF, os direitos de autor recebidos ao abrigo de um acordo de licença relacionado com a criptomoeda que leva o seu nome, a $TRUMP, lançada apenas algumas horas antes da sua tomada de posse, em janeiro de 2025.</P><br />
<P>Este valor adicional ascendeu a 635 milhões de dólares (556,53 milhões de euros), de acordo com o documento publicado na terça-feira pelo OGE.</P><br />
<P>Donald Trump, um antigo promotor imobiliário, é regularmente acusado de conflitos de interesses, nomeadamente por ter investido na indústria das moedas eletrónicas, ao mesmo tempo que, desde a sua tomada de posse, tomou várias medidas para desregulamentar o setor, fazendo disparar o preço dos ativos.</P><br />
<P>A Casa Branca rejeitou quaisquer preocupações de natureza ética.</P><br />
<P>&#8220;Nem o Presidente nem a sua família se encontraram &#8212; nem se encontrarão &#8212; em situação de conflito de interesses&#8221;, declarou Anna Kelly, porta-voz adjunta da Administração norte-americana, num comunicado transmitido à AFP.</P><br />
<P>Donald Trump &#8220;transformou orgulhosamente os Estados Unidos na capital mundial das criptomoedas&#8221;, acrescentou a porta-voz, sublinhando que as ações do Presidente e as da sua Administração &#8220;são levadas a cabo no interesse superior do povo americano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os chamados &#8216;jornalistas&#8217; que afirmam o contrário limitam-se a reciclar a mesma narrativa falaciosa que os democratas e os meios de comunicação tradicionais vêm repetindo há uma década&#8221;, criticou Kelly.</P><br />
<P>Os rendimentos da primeira-dama, Melania Trump, também constam da declaração financeira do marido. Incluem mais de 10 milhões de dólares por um documentário que lhe é dedicado, transmitido na Amazon, e mais de 500.000 dólares (438,21 mil euros) pelo livro &#8220;Melania&#8221;.</P><br />
<P>Além dos rendimentos provenientes da WLF e da sua criptomoeda, Donald Trump também ganhou vários milhões de dólares graças às ações de várias empresas cotadas em bolsa, ativas no setor das criptomoedas, como a plataforma de câmbio Coinbase.</P><br />
<P>A isto acrescentam-se os ganhos provenientes de produtos com a marca Trump, que vão desde vestuário a autocolantes para para-choques &#8212; e mais de 208.000 dólares (182,3 mil euros) provenientes de bíblias vendidas em parceria com o cantor country Lee Greenwood.</P><br />
<P>Os ativos de Donald Trump estão depositados num fundo fiduciário administrado pelo filho, Donald Jr. No entanto, os estatutos do fundo preveem que a entidade possa ser dissolvida a qualquer momento, o que significa que o bilionário poderá retomar o controlo do mesmo, logo no final do segundo mandato, em 2029.</P><br />
<P>O vice-presidente JD Vance também viu os rendimentos aumentarem significativamente desde que se tornou o número dois da Administração Trump. Declarou direitos de autor no valor entre um milhão e cinco milhões de dólares (entre 880 mil e 4,38 milhões de euros) pelas suas memórias publicadas em 2016, &#8220;Hillbilly Elegy&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783945]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Receitas dos casinos em Macau com resultado mais baixo do ano em junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/receitas-dos-casinos-em-macau-com-resultado-mais-baixo-do-ano-em-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casinos de Macau faturaram mais de 18,5 mil milhões de patacas (1,96 mil milhões de euros) em junho, o valor mais baixo do ano e uma queda homóloga de 12,1%, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os casinos de Macau faturaram mais de 18,5 mil milhões de patacas (1,96 mil milhões de euros) em junho, o valor mais baixo do ano e uma queda homóloga de 12,1%, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>O mês registou também uma queda de 18% em relação aos 22,6 mil milhões de patacas (2,39 mil milhões de euros) registados em maio, de acordo com dados da Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ).</P><br />
<P>Mesmo com esta descida, na primeira metade do ano, a indústria do jogo no território arrecadou quase 126,9 mil milhões de patacas (13,4 mil milhões de euros), um aumento de 6,8% em termos anuais.</P><br />
<P>O banco de investimento Citigroup indicou numa avaliação anterior que o Mundial de futebol estava a ter um impacto nos resultados do jogo em Macau em junho, devido a uma menor disponibilidade de jogadores chineses para apostarem no território.</P><br />
<P>Para os analistas, as apostas no torneio &#8211; que decorre até 20 de julho no Canadá, Estados Unidos e México &#8211; estão a levar a uma redução do orçamento que os jogadores normalmente reservam para as mesas do território.</P><br />
<P>Segundo o Citigroup, a expansão do Mundial, que pela primeira vez conta com a participação de 48 equipas e com um total de 104 jogos, poderá ter um impacto maior no jogo de Macau face às edições anteriores, que duraram menos tempo e tiveram menos jogos.</P><br />
<P>Apostas desportivas não são permitidas no interior da China, mas muitos apostadores recorrem a plataformas online ilegais para apostar em eventos desportivos.</P><br />
<P>No mês passado, as autoridades de Hong Kong anunciaram a detenção de 19 pessoas, incluindo treinadores e jogadores, suspeitos de integrarem um esquema de manipulação de resultados de jogos de futebol e apostas ilegais.</P><br />
<P>A Sociedade de Lotarias e Apostas Desportivas de Macau (Macau Slot), que tem a única concessão para exploração de apostas em futebol e basquetebol no território, registou um total de 163 milhões de patacas (17,3 milhões de euros) em receitas brutas no primeiro trimestre deste ano, com mais de mil milhões de patacas (106 milhões de euros) em apostas realizadas no mesmo período.</P><br />
<P>Macau fechou o ano passado com receitas totais de jogo de 247,4 mil milhões de patacas (cerca de 26,3 mil milhões de euros), mais 9,1% do que no ano anterior (226,8 mil milhões de patacas ou 24,1 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Capital mundial do jogo, a cidade semiautónoma é o único local na China onde o jogo em casino é legal.</P><br />
<P>Operam no território seis concessionárias &#8212; MGM, Galaxy, Venetian, Melco, Wynn e SJM &#8212; que renovaram, em dezembro de 2023, o contrato de concessão para os dez anos seguintes e que entrou em vigor a 01 de janeiro de 2024.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783944]]></sapo:autor>
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		<title>Mitsubishi Fuso suspende hoje produção no Tramagal e coloca 267 trabalhadores em &#8216;lay-off&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Mitsubishi Fuso suspende hoje a produção na fábrica do Tramagal e coloca 267 trabalhadores em 'lay-off' durante o mês de julho, depois de entre 25 e 30 trabalhadores temporários terem terminado contrato na terça-feira, segundo fonte sindical.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Mitsubishi Fuso suspende hoje a produção na fábrica do Tramagal e coloca 267 trabalhadores em &#8216;lay-off&#8217; durante o mês de julho, depois de entre 25 e 30 trabalhadores temporários terem terminado contrato na terça-feira, segundo fonte sindical.</P><br />
<P>Segundo a comunicação aos trabalhadores, a medida prevê a suspensão dos contratos de trabalho e a redução dos períodos normais de trabalho dos 267 trabalhadores abrangidos, sendo justificada pela empresa com a necessidade de reduzir custos e assegurar a sustentabilidade económico-financeira da unidade, salvaguardando a sua viabilidade futura e a manutenção dos postos de trabalho.</P><br />
<P>Além dos trabalhadores abrangidos pelo &#8216;lay-off&#8217;, entre 25 e 30 trabalhadores temporários terminaram contrato a 30 de junho e deixaram de prestar funções na unidade industrial do Tramagal, em Abrantes, distrito de Santarém, confirmou fonte sindical à Lusa.</P><br />
<P>Paralelamente, a empresa mantém aberto um programa de saídas voluntárias, prevendo celebrar, até ao final de julho, acordos para a saída de cerca de 40 trabalhadores efetivos.</P><br />
<P>Após a paragem da produção durante o mês de julho, segue-se o habitual encerramento da fábrica para férias em agosto.</P><br />
<P>Na comunicação enviada aos trabalhadores, a administração enquadra a decisão numa &#8220;crise empresarial temporária&#8221;, resultante de profundas alterações legais e estruturais no setor automóvel e no grupo empresarial, considerando que o recurso ao &#8216;lay-off&#8217; constitui uma medida &#8220;adequada, necessária e proporcional&#8221; para permitir à empresa atravessar este período de transição.</P><br />
<P>A fábrica do Tramagal atravessa um processo de reestruturação associado à evolução da gama de veículos produzidos, com impacto no volume de produção.</P><br />
<P>A unidade deixará de fabricar para o mercado europeu as versões da Canter a gasóleo até 3.500 quilos, mantendo a produção dos modelos de maior dimensão e da versão elétrica eCanter.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a reorganização decorre da adaptação ao novo modelo europeu de encomendas e distribuição e da evolução do mercado automóvel, marcada pela transição para veículos de zero emissões e pelas novas exigências regulamentares.</P><br />
<P>O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE-CSRA) tem manifestado preocupação quanto ao futuro da unidade industrial, defendendo que a redução da produção resulta também da reorganização do grupo e das mudanças em curso na indústria automóvel europeia.</P><br />
<P>A empresa, por seu lado, sustenta que a fábrica do Tramagal continua integrada na sua rede industrial internacional e que, nesta fase, não estão previstas outras reduções estruturais além das medidas agora implementadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783943]]></sapo:autor>
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		<title>China endurece regras para investimentos no estrangeiro em nome da segurança nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China reforçou hoje o controlo sobre os investimentos no estrangeiro, com a entrada em vigor de novas regras destinadas a salvaguardar a "segurança nacional" em setores considerados sensíveis, num contexto de rivalidade tecnológica com os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China reforçou hoje o controlo sobre os investimentos no estrangeiro, com a entrada em vigor de novas regras destinadas a salvaguardar a &#8220;segurança nacional&#8221; em setores considerados sensíveis, num contexto de rivalidade tecnológica com os Estados Unidos.</P><br />
<P>As novas disposições, anunciadas inicialmente em 01 de junho, conferem às autoridades um quadro jurídico mais abrangente para orientar e controlar os fluxos de capitais e de trabalhadores qualificados da China para o exterior.</P><br />
<P>Pequim considera áreas como a inteligência artificial (IA), os semicondutores e as tecnologias verdes fundamentais do ponto de vista económico e estratégico, procurando acelerar o seu desenvolvimento no país.</P><br />
<P>Em simultâneo, as medidas visam &#8220;melhorar a qualidade e o nível dos investimentos no exterior&#8221;, segundo o regulamento divulgado pelo Governo chinês.</P><br />
<P>Os investimentos internacionais deverão respeitar o conceito de &#8220;segurança nacional global&#8221;, procurando simultaneamente &#8220;equilibrar as considerações nacionais e internacionais&#8221;, refere o documento.</P><br />
<P>Na prática, o novo quadro permite ao Governo submeter a escrutínio investimentos ou transferências suscetíveis de afetar a &#8220;segurança nacional&#8221;, numa altura em que Pequim mantém uma postura cautelosa em relação às transações transfronteiriças.</P><br />
<P>Em abril, o principal organismo de planeamento económico da China bloqueou a tentativa da empresa norte-americana Meta, proprietária do Facebook, de adquirir a &#8216;startup&#8217; de inteligência artificial Manus, criada por uma empresa fundada na China, apesar de esta estar atualmente sediada em Singapura.</P><br />
<P>Ao abrigo das novas regras, as restrições às transações internacionais deixam de abranger apenas a transferência de bens e dados, passando também a incluir a exportação de serviços, como o envio de especialistas técnicos para o estrangeiro ou a realização de ações de formação fora da China.</P><br />
<P>As medidas suscitaram preocupações entre alguns investidores, que receiam que o reforço do controlo limite a capacidade do setor tecnológico chinês de aceder aos mercados internacionais.</P><br />
<P>A Comissão de Revisão Económica e de Segurança Estados Unidos&#8211;China (US-China Economic and Security Review Commission) considerou, esta semana, nas redes sociais, que o endurecimento das regras &#8220;reforça uma tendência&#8221; que acompanha &#8220;há vários meses&#8221;.</P><br />
<P>Em maio, a comissão bipartidária norte-americana alertou que, &#8220;como acontece frequentemente com as leis chinesas relacionadas com a segurança nacional&#8221;, as autoridades dispõem de uma ampla margem para determinar o que constitui uma infração, aumentando os riscos para as empresas estrangeiras estabelecidas na China.</P></p>
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