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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Brexit deixou Obama horrorizado: a frase privada de poucas letras que agora veio a público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:39:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Kim Darroch]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Relato é feito por Kim Darroch, antigo embaixador britânico em Washington, que ocupava o cargo em 2016, ano do referendo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reação privada de Barack Obama à vitória do Brexit foi revelada pela primeira vez e terá sido bem mais dura do que a diplomacia pública deixou perceber. De acordo com excertos do livro “The Brexit Effect”, de Anthony Seldon, o então presidente americano considerou que o Reino Unido se tinha “lixado” (&#8220;f***ed&#8221;) ao votar pela saída da União Europeia.</p>
<p>O relato é feito por Kim Darroch, antigo embaixador britânico em Washington, que ocupava o cargo em 2016, ano do referendo, indicou o jornal britânico &#8216;The Independent&#8217;. Segundo Darroch, figuras próximas da administração Obama ficaram “horrorizadas” com o resultado e não compreendiam por que razão o Governo britânico convocara uma consulta popular que não era obrigado a realizar sem ter garantias de vitória.</p>
<p>A frase terá sido transmitida ao embaixador por uma pessoa do círculo próximo de Obama, dois dias depois da vitória do “Leave”. Questionado sobre como o presidente tinha visto o desfecho, esse interlocutor respondeu que Obama achava que os britânicos se tinham “completamente lixado”. A mesma fonte terá acrescentado: “O que acontece agora, depois de se terem feito explodir?”</p>
<p><strong>A frase que ficou guardada em Washington</strong></p>
<p>A revelação ganha peso porque Obama já tinha sido uma figura controversa na campanha do referendo. Semanas antes da votação, o presidente americano avisara que, se deixasse a União Europeia, o Reino Unido ficaria no “fim da fila” para negociar um acordo comercial com os Estados Unidos.</p>
<p>A intervenção foi vista na altura como uma tentativa de ajudar David Cameron a manter o Reino Unido dentro da União Europeia, mas acabou por alimentar críticas entre os defensores do Brexit. Agora, o relato de Darroch mostra que, nos bastidores, a avaliação em Washington era ainda mais negativa.</p>
<p>O antigo embaixador descreve o Brexit como um “ato flagrante de automutilação” que deixou o Reino Unido “diminuído e isolado”. Segundo escreve no livro citado pelo &#8216;The Independent&#8217;, várias figuras de topo americanas partilhavam essa leitura e reagiam ao resultado com perplexidade.</p>
<p><strong>“O que fizeram?”</strong></p>
<p>Darroch recorda que, nos dias que se seguiram ao referendo, sentiu em Washington um misto de choque e incredulidade. Várias pessoas olhavam para ele como se perguntassem: “O que fizeram?”</p>
<p>Um amigo no Departamento de Estado ter-lhe-á dito que alguns responsáveis americanos se interrogavam sobre qual seria o papel do Reino Unido depois de sair da União Europeia. Para muitos em Washington, a perceção era a de que o país tinha perdido parte da sua utilidade estratégica enquanto ponte entre os Estados Unidos e o bloco europeu.</p>
<p>Darroch escreve ainda que ele e os colegas da embaixada britânica eram questionados várias vezes por dia sobre o que se estava a passar em Londres. Um alto responsável do Departamento de Estado ter-lhe-á confessado que os Estados Unidos estavam habituados a colapsos governativos e caos político em alguns países europeus, mas que julgavam que os britânicos eram “os sensatos”.</p>
<p><strong>Reputação britânica abalada</strong></p>
<p>Para o antigo embaixador, o Brexit danificou uma reputação construída ao longo de séculos, associada a estabilidade governativa, funcionamento parlamentar ordeiro e respeito por tradições institucionais. Na sua leitura, essa imagem perdeu-se com o processo de saída da União Europeia.</p>
<p>Darroch considera que o Reino Unido ficou numa posição mais frágil, obrigado a negociar com os Estados Unidos e com a própria União Europeia a partir de uma situação de menor força. O antigo diplomata critica em particular o facto de o acordo de saída ter criado uma fronteira rígida com o maior parceiro comercial britânico, apesar da tradição histórica do país como defensor do comércio livre.</p>
<p>A crítica surge num momento em que o &#8216;The Independent&#8217; está a lançar uma campanha dedicada à reconstrução das ligações entre o Reino Unido e a Europa, com notícias, análises, entrevistas e eventos sobre o impacto do Brexit e o futuro da relação com o continente.</p>
<p>O desabafo atribuído a Obama sintetiza, assim, uma leitura que muitos responsáveis americanos terão feito logo em 2016: para Washington, o Brexit não foi apenas uma escolha europeia dos britânicos, mas uma decisão que reduziu a influência internacional do Reino Unido e complicou a sua relação com os principais aliados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773436]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pneumologistas condenam promoção de bolsas de nicotina no Primavera Sound Porto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pneumologistas-condenam-promocao-de-bolsas-de-nicotina-no-primavera-sound-porto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas de nicotina]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Primavera Sound Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Pneumologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) condenou hoje "a promoção aberta" de bolsas de nicotina no festival Primavera Sound Porto, alertando que estes produtos provocam forte dependência e podem incentivar o consumo de nicotina entre os mais jovens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) condenou hoje &#8220;a promoção aberta&#8221; de bolsas de nicotina no festival Primavera Sound Porto, alertando que estes produtos provocam forte dependência e podem incentivar o consumo de nicotina entre os mais jovens.</p>
<p>A Comissão de Trabalho de Tabagismo da SPP alerta em comunicado que &#8220;as bolsas de nicotina não são inócuas&#8221;, contendo substâncias químicas perigosas e uma carga altamente aditiva.</p>
<p>&#8220;Promovê-las num ambiente de festa e lazer é um retrocesso lamentável na saúde pública e uma total falha de responsabilidade social por parte da organização do festival&#8221;, critica o coordenador da Comissão de Trabalho de Tabagismo, Daniel Coutinho.</p>
<p>Por estes motivos, a SPP manifesta sua &#8220;profunda preocupação e total repúdio&#8221; perante a associação comercial e a atribuição de &#8216;naming rights&#8217; de um dos palcos principais do festival de música à marca de bolsas de nicotina oral ZYN.</p>
<p>&#8220;O Primavera Sound Porto é um dos maiores acontecimentos culturais do país, atraindo anualmente dezenas de milhares de jovens. É, por isso, com grande perplexidade que os especialistas em saúde respiratória assistem à promoção aberta e desinibida de um produto que induz uma forte dependência e que serve, comprovadamente, como porta de entrada para o consumo de outros produtos de nicotina ou tabaco entre as gerações mais novas&#8221;, salienta.</p>
<p>Os especialistas observam que este patrocínio surge &#8220;num momento crítico&#8221; em que o Governo português se encontra a finalizar o processo legislativo para proibir a publicidade destas bolsas de nicotina, precisamente com o intuito de salvaguardar a saúde pública e proteger os menores.</p>
<p>A SPP alerta para esta estratégia de marketing da indústria, que usa &#8220;os grandes eventos de massas para normalizar e expandir o consumo destes produtos aditivos antes que a lei entre em vigor, contrariando o esforço nacional de combate à dependência de nicotina&#8221;.</p>
<p>A Comissão de Trabalho de Tabagismo refere que contactou formalmente a organização do Primavera Sound Porto por via eletrónica, pedindo esclarecimentos sobre &#8220;a posição oficial do festival e os critérios éticos subjacentes à aceitação deste patrocínio&#8221;, mas, até à data, ainda não obteve qualquer resposta.</p>
<p>&#8220;Não podemos aceitar que marcas associadas à dependência e à indústria do tabaco ganhem este palco de destaque junto de uma população tão vulnerável&#8221;, critica a SPP.</p>
<p>Os especialistas apelam a &#8220;uma reflexão urgente&#8221; por parte das promotoras de eventos culturais em Portugal e reitera a sua total disponibilidade para colaborar com as entidades públicas e privadas na sensibilização para os perigos reais das novas formas de consumo de nicotina.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773403]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro destaca SNS como esteio para garantir a todos cuidados de saúde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/montenegro-destaca-sns-como-esteio-para-garantir-a-todos-cuidados-de-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
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		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro afirmou hoje que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) é o esteio para garantir a todos a prestação de cuidados de saúde, mas considerou que se deve aproveitar as capacidades dos setores privado e social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro afirmou hoje que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) é o esteio para garantir a todos a prestação de cuidados de saúde, mas considerou que se deve aproveitar as capacidades dos setores privado e social. </P><br />
<P>&#8220;O SNS é o esteio do sistema de saúde, a trave-mestra, a base e a estrutura na qual assenta a garantia de cumprirmos o que está inscrito na Constituição da República Portuguesa, de garantirmos a acessibilidade de todos a cuidados de saúde. Mas não somos daqueles que têm uma visão fechada de que essa é a única via e é, digamos, passível de desperdiçar numa sociedade a capacidade instalada no setor privado e social&#8221;, disse Luís Montenegro. </P><br />
<P>O chefe do executivo, que falava na inauguração da unidade de ressonância cardíaca e do heliporto da Unidade Local de Saúde (ULS) de Vila Nova de Gaia/Espinho, no distrito do Porto, referiu que o país deve aproveitar com &#8220;espírito aberto&#8221; as capacidades destes setores.</P><br />
<P>&#8220;Devemos fazê-lo com o espírito aberto, com o espírito de boa gestão dos recursos públicos e de aproveitamento também das capacidades que é a iniciativa privada e o setor social porque são os três grandes pilares do sistema de saúde, sempre com a centralidade no SNS, é certo, mas aproveitar a potencialidade dos três&#8221;, insistiu. </P><br />
<P>Neste momento, assinalou Montenegro, o Governo está a conjugar, hierarquizar e priorizar intervenções com a obrigação que tem de garantir a sustentabilidade financeira. </P><br />
<P>&#8220;O Governo está atento, o Governo tem que conciliar hoje um ciclo de investimentos muito significativo porque nos anos que precederam a entrada em funções deste Governo, eu não quero aqui partidarizar ou politizar a análise, mas é um dado objetivo, não foi construído um único hospital novo&#8221;, vincou. </P><br />
<P>E atualmente, acrescentou, está em construção o novo Hospital de Todos os Santos em Lisboa que é &#8220;essencialíssimo&#8221; para a prestação de cuidados de saúde naquela região.</P><br />
<P>Segundo o primeiro-ministro, além deste hospital, é preciso construir um novo no Algarve, que é &#8220;absolutamente essencial&#8221;, e requalificar a ULS Gaia/Espinho.</P><br />
<P>&#8220;E há outros, temos o Hospital do Oeste, também uma velha e premente ambição, temos o Hospital de Barcelos, numa região cada vez mais densa do ponto de vista populacional e desenvolvida do ponto de vista económico, e temos de conciliar todos estes investimentos&#8221;, explicou. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773423]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Embaixador dos EUA anuncia mais negociações entre Líbano e Israel</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-embaixador-dos-eua-anuncia-mais-negociacoes-entre-libano-e-israel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:28:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
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					<description><![CDATA[O embaixador norte-americano em Beirute anunciou hoje que as negociações entre Líbano e Israel deverão ser retomadas em Washington, apesar dos recentes ataques israelitas no sul da capital libanesa e da escalada militar que agravou as tensões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O embaixador norte-americano em Beirute anunciou hoje que as negociações entre Líbano e Israel deverão ser retomadas em Washington, apesar dos recentes ataques israelitas no sul da capital libanesa e da escalada militar que agravou as tensões.</P><br />
<P>Após uma reunião com o Presidente libanês, Josef Aoun, o diplomata Michel Issa afirmou que as conversações deverão prosseguir na capital norte-americana, sem indicar uma data para o encontro.</P><br />
<P>&#8220;Gostaria de felicitar a equipa de negociação libanesa, que é extremamente profissional e eficaz&#8221;, declarou o diplomata.</P><br />
<P>Segundo a presidência libanesa, Issa considerou que a situação atingiu um &#8220;ponto de não retorno&#8221;, sustentando que &#8220;o gelo foi quebrado&#8221; e que Washington está empenhado em impedir uma nova deterioração da situação regional.</P><br />
<P>&#8220;O que aconteceu envia uma mensagem política; nós, nos Estados Unidos, decidimos não permitir que as tensões aumentem ainda mais&#8221;, afirmou Issa.</P><br />
<P>O embaixador reuniu-se também com o primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, e assegurou que o Presidente norte-americano, Donald Trump, atribui &#8220;grande importância&#8221; à situação no Líbano.</P><br />
<P>Issa defendeu que as negociações poderão contribuir para aliviar a crise no país e avisou que o processo exigirá tempo.</P><br />
<P>&#8220;As negociações podem demorar, uma vez que não se espera que todas as questões sejam resolvidas numa única reunião&#8221;, afirmou o diplomata, acrescentando que a continuidade do diálogo terá um impacto positivo no Líbano e na região.</P><br />
<P>O anúncio surge após uma nova escalada militar desencadeada pelos ataques israelitas realizados durante o fim de semana nos arredores de Beirute, considerados por Teerão como uma violação do cessar-fogo renovado entre as partes.</P><br />
<P>Em resposta, o Irão lançou ataques contra alvos no norte de Israel, classificando a operação como uma medida defensiva e acusando os Estados Unidos de serem corresponsáveis pelas ações israelitas.</P><br />
<P>Teerão sustenta que as operações de Israel não podem ser dissociadas da política de Washington e responsabilizou os Estados Unidos pelas alegadas violações do acordo de cessar-fogo assinado em abril.</P><br />
<P>A escalada prosseguiu com novos ataques aéreos israelitas contra um complexo petroquímico na província iraniana do Khuzistão, no oeste do país, enquanto a Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter retaliado com ataques contra instalações industriais na cidade israelita de Haifa.</P><br />
<P>O Irão, principal aliado regional do movimento xiita Hezbollah, tem condicionado qualquer acordo de paz com os Estados Unidos ao fim das hostilidades no Líbano.</P><br />
<P>Israel, por seu lado, expandiu nas últimas semanas as suas operações militares no sul do Líbano, numa estratégia que descreve como consolidação de uma zona de segurança junto à fronteira norte.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773390]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Casas para arrendar sob pressão: procura cresce 256% e espalha-se pelo país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[arrendamento]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[Crescimento foi mais expressivo do que o registado no mercado de compra, onde a procura subiu 150,4%]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procura por casas para arrendar em Portugal aumentou 256,1% entre fevereiro e abril de 2026 face ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pelo Imovirtual. O crescimento foi mais expressivo do que o registado no mercado de compra, onde a procura subiu 150,4%, confirmando a pressão crescente sobre o arrendamento num contexto de rendas elevadas, oferta limitada e maior dificuldade de acesso à habitação própria.</p>
<p>O aumento manteve-se consistente ao longo dos três meses analisados, sem sinais de abrandamento. Fevereiro concentrou 35,9% da procura trimestral e registou uma subida homóloga de 299,7%, enquanto março representou 37,4% do total, com um crescimento de 282,5%. Abril fechou o período com 26,7% da procura trimestral e uma subida de 186,3% face ao mesmo mês de 2025.</p>
<p>Os dados mostram que Lisboa e Porto continuam a concentrar uma parte relevante da procura nacional, mas revelam também uma deslocação gradual do interesse para concelhos e distritos fora dos mercados tradicionalmente mais pressionados.</p>
<p><strong>Lisboa lidera, mas Braga ganha peso</strong></p>
<p>Lisboa mantém-se como o distrito mais procurado para arrendamento, representando 17% da procura nacional em 2026. O Porto surge em segundo lugar, com 9,2%. Ainda assim, ambos perdem ligeiramente peso relativo face ao ano anterior, num sinal de que a procura começa a distribuir-se por outras zonas do país.</p>
<p>Braga destaca-se como o único distrito do top 10 a ganhar quota no mercado nacional de arrendamento. Passou de 2,6% para 2,8% da procura e registou um crescimento homólogo de 280,8%, reforçando o peso de mercados alternativos aos grandes centros urbanos.</p>
<p>Ao nível concelhio, Lisboa continua a liderar, com 7,81% da procura nacional, seguida do Porto, com 4,04%, e de Sintra, com 1,80%. A maior surpresa entre os grandes concelhos é Cascais, que aumentou a sua quota de procura de 1,03% para 1,40% e registou uma subida homóloga de 381,7% no número de pesquisas.</p>
<p><strong>Cascais surpreende e procura alarga-se a novos concelhos</strong></p>
<p>Além de Cascais, também Matosinhos e Coimbra mostram sinais de crescimento. Matosinhos passou de 0,69% para 0,75% da procura nacional, enquanto Coimbra subiu de 1,14% para 1,18%. O Porto manteve praticamente a mesma quota, passando de 4,02% para 4,04%, acompanhando o ritmo geral do mercado.</p>
<p>Fora dos principais centros urbanos, o Imovirtual identifica ainda sinais de crescimento em concelhos com menor peso na procura nacional, como Benavente, Cinfães, Sobral de Monte Agraço, Lourinhã, Pombal, Vila Nova de Famalicão, Montijo e Évora.</p>
<p>Embora partam de volumes mais reduzidos, estes mercados mostram um interesse crescente por localizações alternativas, numa altura em que muitos arrendatários procuram soluções mais ajustadas em preço, localização e tipologia.</p>
<p>“Os dados mostram que o mercado de arrendamento continua sob forte pressão e cada vez mais competitivo. Lisboa e Porto mantêm um peso relevante na procura, mas vemos também um crescimento expressivo em concelhos próximos destes grandes centros, o que demonstra que muitos arrendatários estão a alargar o raio de pesquisa para encontrar soluções mais ajustadas”, afirma Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual.</p>
<p><strong>T2 continuam a liderar a procura</strong></p>
<p>As tipologias intermédias continuam a dominar o mercado de arrendamento. Os T2 lideram a procura nacional, representando 19,5% do total em 2026, acima dos 17,9% registados em 2025. Esta tipologia registou um crescimento homólogo de 288,9%.</p>
<p>Logo a seguir surgem os T3, que passaram de 12,2% para 13,5% da procura nacional e cresceram 293,1% face ao ano anterior. Ao contrário do mercado de compra, onde os T4 têm maior peso, o arrendamento mantém-se mais concentrado em T2 e T3.</p>
<p>Ainda assim, os T4 registaram o maior crescimento homólogo entre todas as tipologias, com uma subida de 417,0%, aumentando o seu peso relativo de 5,2% para 7,6%. Este crescimento sugere que mais famílias poderão estar a optar pelo arrendamento em alternativa à compra, num contexto de preços elevados no mercado habitacional.</p>
<p>Os T1 representaram 9,3% da procura total e cresceram 319,8%, reforçando a pressão associada a jovens profissionais, estudantes e modelos de habitação mais flexíveis.</p>
<p><strong>Mercado mais competitivo e geograficamente distribuído</strong></p>
<p>Para o Imovirtual, os dados revelam um mercado de arrendamento cada vez mais competitivo, diversificado e distribuído pelo território. A pressão continua elevada nos grandes centros urbanos, mas a procura está a alargar-se a concelhos periféricos e a localizações alternativas.</p>
<p>Num cenário de oferta limitada e rendas elevadas, a decisão de arrendar está cada vez mais condicionada pelo equilíbrio entre preço, localização e tipologia. A evolução registada entre fevereiro e abril mostra que o arrendamento continua a ganhar peso nas opções habitacionais dos portugueses, sobretudo perante as dificuldades no acesso à compra de casa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773413]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>&#8220;É mau, muito mau&#8221;: Indústria de transportes marítimos alerta para novo cenário de instabilidade sem fim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A indústria mundial do transporte marítimo está a alterar profundamente a forma como opera perante um cenário internacional cada vez mais marcado por conflitos armados, tensões geopolíticas e perturbações nas principais rotas comerciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria mundial do transporte marítimo está a alterar profundamente a forma como opera perante um cenário internacional cada vez mais marcado por conflitos armados, tensões geopolíticas e perturbações nas principais rotas comerciais. O que durante décadas foi encarado como uma sucessão de crises pontuais é agora visto pelos líderes do setor como uma realidade estrutural que poderá acompanhar o comércio global durante muitos anos.</p>
<p>A invasão russa da Ucrânia, os ataques dos rebeldes Houthis contra navios comerciais no Mar Vermelho, as perturbações registadas no Estreito de Ormuz e a crescente rivalidade entre grandes potências levaram os armadores e operadores marítimos a concluir que a instabilidade deixou de ser uma exceção para passar a fazer parte do quotidiano da navegação internacional.</p>
<p>A mudança de paradigma dominou os debates da conferência internacional Posidonia, realizada esta semana em Atenas, onde executivos e especialistas discutiram a necessidade de preparar o setor para um ambiente global cada vez mais imprevisível.</p>
<p>Para Tim Wilkins, diretor-geral da Intertanko, associação que representa os proprietários de navios-tanque, o principal desafio já não reside apenas nos conflitos regionais, mas na acumulação simultânea de múltiplas crises.</p>
<p>“O que está a acontecer agora é que existem múltiplos acontecimentos em curso — não apenas escaramuças regionais, mas todo o quadro regulatório global está a ser questionado”, afirmou Wilkins durante a conferência, citado pelo jornal Politico.</p>
<p>Segundo o responsável, a velocidade e a complexidade dos acontecimentos atuais representam algo sem precedentes para o setor.</p>
<p>“Este tipo de complexidade, com acontecimentos sobrepostos e a ocorrerem tão rapidamente, nunca tinha acontecido antes. É por isso que a indústria está a entrar numa nova fase, uma nova forma de fazer negócios”, acrescentou.</p>
<p><strong>Estreito de Ormuz obriga a novas orientações de segurança</strong><br />
Os receios dos armadores já se refletem em novas medidas práticas.</p>
<p>No final de maio, o Conselho Marítimo Internacional e do Báltico (BIMCO), a maior associação mundial do setor marítimo, divulgou orientações específicas para os navios que transitam pelo Estreito de Ormuz, uma das mais importantes passagens marítimas do mundo.</p>
<p>O documento inclui procedimentos para responder a ataques com mísseis e drones, interferências nos sistemas de navegação por satélite, ameaças de minas marítimas e tentativas de abordagem por forças hostis.</p>
<p>Jakob P. Larsen, diretor de segurança da BIMCO, explicou que as empresas estão a preparar-se para um cenário de risco prolongado.</p>
<p>“Penso que é bastante claro que os armadores receiam que esta situação se prolongue”, afirmou.</p>
<p>Segundo Larsen, as empresas procuram antecipar todos os cenários possíveis.</p>
<p>“Estão a tentar prever todas as situações potenciais que podem acontecer porque, se estivermos preparados, as probabilidades de minimizar perdas de tripulação, de navios e de tudo o resto são simplesmente maiores”, sublinhou.</p>
<p><strong>Oceanos tornam-se palco de rivalidades entre potências</strong><br />
Os responsáveis presentes em Atenas foram particularmente enfáticos ao descrever a transformação dos mares em zonas de confronto estratégico.</p>
<p>Svein Ringbakken, diretor executivo da Associação Norueguesa de Seguros de Riscos de Guerra para Armadores, considerou que o atual contexto ultrapassa largamente aquilo que o setor enfrentou no passado.</p>
<p>“O que estamos a ver hoje não tem nada a ver com o que vimos anteriormente”, afirmou.</p>
<p>Na sua perspetiva, os oceanos passaram a ser um dos principais palcos da competição entre grandes potências.</p>
<p>“Os oceanos tornaram-se a arena dos conflitos entre grandes potências. A indústria marítima tornou-se um alvo, desde o Ártico até ao Mar do Sul da China”, alertou.</p>
<p>A situação no Golfo Pérsico é encarada apenas como mais um capítulo de uma tendência mais ampla.</p>
<p>“É mau, é realmente muito mau. Mas esta é uma tendência contínua e, infelizmente, as perspetivas futuras não parecem positivas”, afirmou.</p>
<p><strong>“O novo normal” para o transporte marítimo</strong><br />
Também Nikos Triantafyllakis, diretor-geral da W Marine, considera que o setor entrou numa nova era.</p>
<p>“Estamos a atravessar uma reorganização muito violenta do poder mundial. Este é o novo normal”, afirmou.</p>
<p>Segundo o gestor, os próprios navios passaram a assumir uma dimensão estratégica que ultrapassa a sua função comercial.</p>
<p>“Os navios estão a ser transformados em armas e temos de estar preparados para lidar com isso”, declarou.</p>
<p><strong>Frota fantasma russa preocupa armadores</strong><br />
Além dos conflitos armados, o setor continua preocupado com o crescimento da chamada “frota fantasma” russa, composta por centenas de petroleiros que operam fora dos padrões de supervisão e regulamentação habitualmente aplicados à navegação internacional.</p>
<p>Tim Wilkins considera que esta realidade está a provocar efeitos duradouros no mercado.</p>
<p>“A frota fantasma desestabilizou verdadeiramente o setor dos navios-tanque e o sistema regulatório global”, afirmou.</p>
<p>Na sua opinião, as consequências desse fenómeno deverão prolongar-se muito para além de qualquer crise específica.</p>
<p>“As repercussões vão durar muito mais tempo do que qualquer acontecimento individual”, advertiu.</p>
<p><strong>Empresas entram em “modo de guerra”</strong><br />
Os líderes do setor admitem que a gestão das companhias marítimas passou a incorporar riscos que anteriormente eram considerados extraordinários.</p>
<p>James Lewis, vice-presidente de operações globais da Cargill Ocean Transportation, destacou a rapidez com que os cenários mudam.</p>
<p>“Não creio que tenhamos assistido a mudanças desta dimensão durante toda a minha memória”, afirmou.</p>
<p>Segundo o responsável, a flexibilidade tornou-se um elemento essencial da estratégia empresarial.</p>
<p>“Trata-se de responder rapidamente. Trata-se de construir flexibilidade na frota, nos processos de decisão e na tecnologia utilizada”, explicou.</p>
<p>Já Rolf Westfal-Larsen Jr., presidente da Intertanko e diretor executivo da Westfal-Larsen Management, sublinhou que os riscos geográficos sempre existiram na navegação, mas nunca numa escala tão abrangente.</p>
<p>“A mudança agora é que isto acontece à escala global. Estamos a assistir ao surgimento de barreiras comerciais entre países e o transporte marítimo está a ser utilizado ativamente como arma política”, afirmou.</p>
<p>O responsável recordou que vários marítimos perderam a vida em conflitos recentes.</p>
<p>“Anteriormente era um risco que podia ser calculado e avaliado através de protocolos. Mas quando falamos de riscos desta magnitude, temos simplesmente de aconselhar os nossos associados a manterem-se afastados, porque o risco é demasiado elevado”, acrescentou.</p>
<p><strong>Incerteza afeta investimentos e renovação de frotas</strong><br />
As tensões internacionais estão igualmente a influenciar as decisões de investimento.</p>
<p>Costas Delaportas, presidente e diretor executivo da DryDel Shipping, afirmou que as empresas são hoje obrigadas a considerar permanentemente riscos geopolíticos, sanções internacionais e potenciais falhas no abastecimento de combustível.</p>
<p>“Num único dia podemos assistir a alterações rápidas das regras”, afirmou.</p>
<p>“Apesar de termos feito tudo corretamente, podemos enfrentar mudanças de um dia para o outro”, acrescentou.</p>
<p>Por sua vez, Charis Plakantonaki, diretora de estratégia da Star Bulk Carriers, revelou que a empresa está a adotar uma postura mais cautelosa, adiando encomendas de novos navios e preservando liquidez até existir maior clareza sobre a evolução do mercado.</p>
<p><strong>Comissão Europeia alerta para os perigos da normalização da crise</strong><br />
Apesar de reconhecerem a necessidade de adaptação, responsáveis políticos europeus alertaram para o risco de aceitar a instabilidade como inevitável.</p>
<p>Na abertura da conferência Posidonia, o comissário europeu dos Transportes, Apostolos Tzitzikostas, advertiu que a comunidade internacional não pode encarar restrições à navegação como uma situação normal.</p>
<p>“Existe um perigo real de começarmos a considerar o encerramento do Estreito de Ormuz como o novo normal”, afirmou.</p>
<p>“Isso é profundamente problemático e, permitam-me dizê-lo, perigoso”, acrescentou.</p>
<p>O responsável alertou ainda que aceitar restrições, taxas impostas de forma coerciva ou limitações à circulação em águas internacionais poderá criar precedentes com consequências duradouras para o comércio mundial.</p>
<p>“Se recuarmos hoje, estaremos a criar um precedente muito perigoso, colocando em risco os próprios princípios da navegação que foram construídos ao longo de décadas”, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773407]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial 2026: Como EUA, Canadá e México se estão a preparar para travar o risco de surtos de Ébola?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A principal preocupação das autoridades sanitárias está relacionada com o surto de Ébola que afeta atualmente várias regiões da República Democrática do Congo.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A realização do Campeonato do Mundo de Futebol de 2026, organizado conjuntamente pelos Estados Unidos, Canadá e México, está a obrigar as autoridades de saúde pública a mobilizar recursos sem precedentes para prevenir surtos de doenças infecciosas durante um dos maiores eventos internacionais desde a pandemia de Covid-19.</p>
<p>Apesar de, quando apresentaram a candidatura conjunta à FIFA em 2018, os três países terem destacado a ausência de grandes doenças infecciosas endémicas nos seus territórios, o cenário global mudou significativamente. Hoje, o foco das autoridades está virado para ameaças como o Ébola, o hantavírus, o sarampo e outras doenças transmissíveis que podem circular entre milhões de visitantes provenientes de todos os continentes.</p>
<p><strong>Porque existe preocupação com o Ébola durante o Mundial?</strong><br />
A principal preocupação das autoridades sanitárias está relacionada com o surto de Ébola que afeta atualmente várias regiões da República Democrática do Congo.</p>
<p>A seleção congolesa tem jogos agendados em Houston, Atlanta e Guadalajara, o que levou os responsáveis de saúde pública a reforçarem os mecanismos de vigilância epidemiológica.</p>
<p>Embora o risco de transmissão em larga escala seja considerado controlável, a chegada de adeptos, equipas técnicas, jornalistas e outros visitantes provenientes de diversas partes do mundo cria um contexto que exige monitorização constante.</p>
<p>Segundo Anish Mahajan, diretor-adjunto dos serviços de saúde do condado de Los Angeles, a concentração de pessoas oriundas de múltiplos países representa inevitavelmente um risco acrescido.</p>
<p>&#8220;Vamos ter pessoas de todo o mundo a chegar à cidade e ao condado para estes jogos, e isso é ótimo. Mas também representa um enorme risco para várias infeções&#8221;, alertou.</p>
<p><strong>Como estão os Estados Unidos a monitorizar possíveis surtos?</strong><br />
A resposta está a ser coordenada pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), que assumiu um papel central na recolha e análise de dados epidemiológicos.</p>
<p>Nas últimas semanas, responsáveis do CDC realizaram reuniões semanais com os departamentos de saúde das 11 cidades norte-americanas que vão receber jogos do Mundial.</p>
<p>Além disso, equipas especializadas foram enviadas para o terreno para apoiar as autoridades locais na preparação e resposta a eventuais emergências sanitárias.</p>
<p>Uma das principais ferramentas será um sistema de vigilância sindrómica, capaz de identificar tendências de sintomas reportados em hospitais e serviços de urgência.</p>
<p>Os dados recolhidos pelas autoridades estaduais e locais serão integrados num painel específico dedicado ao Mundial, permitindo acompanhar em tempo real potenciais ameaças à saúde pública.</p>
<p><strong>O que são os &#8220;detetives de doenças&#8221; destacados para o Mundial?</strong><br />
O CDC mobilizou mais de uma dezena de especialistas conhecidos internamente como &#8220;detetives e detetores de doenças&#8221;.</p>
<p>Estes profissionais pertencem a programas especializados em epidemiologia e análise laboratorial e estão a apoiar estados como Texas, Kansas e Washington no reforço da monitorização de águas residuais e na ampliação das capacidades de teste laboratorial.</p>
<p>O objetivo é detetar precocemente qualquer sinal de circulação de agentes patogénicos antes que surjam surtos significativos.</p>
<p><strong>Porque estão as águas residuais dos estádios a ser analisadas?</strong><br />
Uma das iniciativas mais inovadoras está a decorrer em Los Angeles.</p>
<p>Pela primeira vez, as autoridades de saúde vão utilizar tecnologia desenvolvida durante a pandemia de Covid-19 para monitorizar um grande evento desportivo através da análise das águas residuais produzidas pelos espectadores.</p>
<p>O estádio SoFi, com capacidade para cerca de 70 mil pessoas e palco de oito partidas do Mundial, será alvo de recolhas antes, durante e após cada encontro.</p>
<p>As amostras serão analisadas em laboratório através de sequenciação genómica, permitindo identificar dezenas de agentes patogénicos diferentes, incluindo Covid-19 e sarampo.</p>
<p>Segundo Mahajan, esta capacidade simplesmente não existia há poucos anos.</p>
<p>O investimento federal realizado durante a pandemia permitiu criar infraestruturas laboratoriais e sistemas de vigilância que agora estão a ser reaproveitados para o Mundial.</p>
<p>Barbara Ferrer, diretora dos serviços de saúde do condado de Los Angeles, sublinhou que a pandemia alterou profundamente a forma como as autoridades encaram os riscos.</p>
<p>&#8220;Tudo no nosso trabalho é diferente desde a Covid&#8221;, afirmou.</p>
<p>A responsável acrescentou que, embora não seja esperado qualquer incidente grave durante o torneio, as autoridades já não consideram impossível a ocorrência de eventos sanitários de grande dimensão.</p>
<p><strong>Como estão os hospitais a preparar-se para um possível caso de Ébola?</strong><br />
Em Nova Iorque, os preparativos incluem exercícios extremamente detalhados que simulam cenários de alto risco.</p>
<p>No Hospital Bellevue, uma das principais unidades norte-americanas especializadas em agentes patogénicos perigosos, foi recentemente realizado um exercício em que um paciente diagnosticado com Ébola sofria uma paragem cardiorrespiratória.</p>
<p>O objetivo era testar simultaneamente a capacidade de salvar a vida do doente e proteger os profissionais de saúde contra a contaminação.</p>
<p>Durante o exercício, médicos e enfermeiros utilizaram equipamento de proteção individual completo, incluindo múltiplas camadas de luvas, fatos de proteção integral, proteção facial e sistemas de comunicação adaptados.</p>
<p>A estabilização do paciente simulado demorou cerca de 45 minutos.</p>
<p>No entanto, segundo os especialistas, o momento mais crítico não é o tratamento, mas sim a remoção do equipamento de proteção.</p>
<p>Um único erro durante esse processo pode provocar contaminações cruzadas.</p>
<p><strong>Porque estão os hospitais a realizar tantos simulacros?</strong><br />
Segundo Erin McGuire, diretora médica da Unidade de Agentes Patogénicos Especiais do Bellevue, estes exercícios fazem parte de uma rotina permanente e não surgiram apenas devido ao Mundial.</p>
<p>&#8220;É importante fazermos sempre estes exercícios, independentemente do que está a acontecer no resto do mundo&#8221;, explicou.</p>
<p>Nos últimos meses, os hospitais de Nova Iorque realizaram simulações relacionadas com surtos de sarampo, gripe suína, doenças respiratórias, falhas energéticas, ondas de calor extremas e até ataques biológicos com antraz.</p>
<p>Também foram ensaiados cenários envolvendo a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS).</p>
<p>Para Alister Martin, responsável pelo Departamento de Saúde e Higiene Mental da cidade de Nova Iorque, existe atualmente uma vantagem importante em relação ao início da pandemia.</p>
<p>&#8220;O mais importante que temos agora é tempo&#8221;, afirmou. &#8220;Não tivemos isso durante a Covid.&#8221;</p>
<p><strong>Os riscos limitam-se ao Ébola?</strong><br />
Não.</p>
<p>Na realidade, muitos especialistas consideram que os problemas mais prováveis são bastante mais comuns.</p>
<p>Questões relacionadas com segurança alimentar, intoxicações, doenças transmitidas por alimentos, stress térmico e gestão de multidões continuam a ser algumas das principais preocupações das autoridades.</p>
<p>Alister Martin considera que os riscos mais relevantes podem não estar associados a grandes surtos internacionais.</p>
<p>&#8220;As questões menos interessantes são muitas vezes as mais importantes&#8221;, afirmou. &#8220;Trata-se de saber se os alimentos consumidos pelas pessoas são seguros e se a forma como se juntam em grandes multidões é segura.&#8221;</p>
<p><strong>Como estão as cidades anfitriãs a preparar-se para esses desafios?</strong><br />
Na Florida, as autoridades acumularam equipamentos de emergência que incluem barreiras de segurança, sistemas de iluminação móvel, camiões de apoio logístico, reboques utilitários e meios para tratar pessoas afetadas pelo calor intenso do verão.</p>
<p>O Centro de Operações de Emergência da Florida funcionará com equipas reforçadas durante o torneio para garantir respostas rápidas a qualquer incidente.</p>
<p>Já em Los Angeles, quase metade dos profissionais de saúde destacados para o Mundial terá como missão fiscalizar vendedores ambulantes e garantir a segurança alimentar nas zonas de concentração de adeptos.</p>
<p>As autoridades estão também a divulgar campanhas de sensibilização dirigidas aos visitantes, incentivando práticas de consumo mais seguras e alertando para riscos associados ao consumo de substâncias ilícitas.</p>
<p><strong>O financiamento disponível é suficiente?</strong><br />
Apesar de muitos dos sistemas atualmente utilizados terem sido desenvolvidos graças aos investimentos feitos durante a pandemia, os responsáveis de saúde pública alertam para limitações financeiras significativas.</p>
<p>Os departamentos locais podem candidatar-se a verbas provenientes de um fundo federal de 625 milhões de dólares destinado ao Mundial, mas a concorrência entre estados e agências governamentais tem sido intensa.</p>
<p>Los Angeles, por exemplo, estima gastar mais de quatro milhões de dólares apenas nas operações de preparação e vigilância sanitária associadas ao torneio.</p>
<p>Contudo, recebeu recentemente uma confirmação de reembolso de apenas 961.424 dólares, menos de um quarto do valor previsto.</p>
<p>Barbara Ferrer admite que esta diferença poderá criar dificuldades futuras para os serviços de saúde locais, sobretudo numa altura em que o condado já foi obrigado a encerrar seis clínicas devido a cortes orçamentais federais.</p>
<p><strong>O Mundial 2026 pode transformar-se numa emergência sanitária?</strong><br />
As autoridades insistem que não existe qualquer indicação de que tal venha a acontecer.</p>
<p>No entanto, a experiência da pandemia alterou profundamente a forma como os riscos são avaliados.</p>
<p>Com milhões de adeptos a deslocarem-se entre três países e dezenas de cidades anfitriãs, o Mundial 2026 tornou-se também um enorme teste à capacidade dos sistemas de saúde pública modernos para detetar, monitorizar e conter ameaças sanitárias em tempo real.</p>
<p>A preparação passa por tecnologia avançada, vigilância epidemiológica reforçada, simulações hospitalares e coordenação internacional. Mas também por um desafio crescente: manter níveis elevados de prontidão num contexto em que os recursos financeiros disponíveis estão muito longe daqueles que existiam durante a pandemia de Covid-19.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773393]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lusa contrata consultor da família de assessor de Leitão Amaro por ajuste direto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A contratação de um consultor de comunicação pela agência noticiosa Lusa está a suscitar questões devido às ligações familiares entre o prestador de serviços escolhido e um elemento do gabinete do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A contratação de um consultor de comunicação pela agência noticiosa Lusa está a suscitar questões devido às ligações familiares entre o prestador de serviços escolhido e um elemento do gabinete do ministro da Presidência, António Leitão Amaro, responsável pela tutela governamental da empresa pública.</p>
<p>Em causa está um contrato celebrado a 5 de maio entre a Lusa e a empresa Miguel Guedes GMT, Lda., adjudicado por ajuste direto e com um valor de 16.200 euros para um período de seis meses.</p>
<p>Segundo informação <a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/lusa-contrata-tio-de-assessor-de-leitao-amaro" target="_blank" rel="noopener">avançada pela revista Sábado</a>, o objeto do contrato consiste na “aquisição de serviços de consultoria à comunicação interna e externa no âmbito da preparação e divulgação da celebração das comemorações dos 40 anos da Lusa”.</p>
<p>A formulação utilizada na descrição do serviço contratado tem sido apontada como pouco específica, uma vez que não detalha concretamente as tarefas a desempenhar nem os objetivos operacionais da consultoria.</p>
<p><strong>Empresa contratada pertence a consultor de comunicação</strong><br />
A empresa selecionada pertence a Miguel Guedes, consultor de comunicação que criou a sociedade em 2013.</p>
<p>De acordo com os dados disponíveis no Portal Base, plataforma pública que reúne informação sobre contratos públicos em Portugal, este é o primeiro contrato celebrado pela empresa com uma entidade pública desde a sua constituição.</p>
<p>A contratação foi efetuada através de ajuste direto, um mecanismo legal que permite a adjudicação sem concurso público, dentro dos limites e condições previstos na legislação da contratação pública.</p>
<p>Questionado sobre a forma como a empresa foi identificada e escolhida para prestar o serviço, o presidente do conselho de administração da Lusa, Joaquim Carreira, não esclareceu os critérios específicos que conduziram à seleção.</p>
<p>Em resposta, limitou-se a afirmar que a empresa foi “convidada pela sua experiência e competência”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773385]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fisco concluiu liquidação de 3,2 milhões de declarações de IRS até início de junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fisco-concluiu-liquidacao-de-32-milhoes-de-declaracoes-de-irs-ate-inicio-de-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério das Finanças afirma que o processo de validação das declarações de IRS dos rendimentos de 2025 está a decorrer com normalidade, tendo o fisco liquidado cerca de 3,2 milhões de declarações até início de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério das Finanças afirma que o processo de validação das declarações de IRS dos rendimentos de 2025 está a decorrer com normalidade, tendo o fisco liquidado cerca de 3,2 milhões de declarações até início de junho.</p>
<p>&#8220;A liquidação das declarações de IRS e os processamentos dos reembolsos do IRS estão a decorrer com toda a normalidade&#8221;, respondeu à Lusa fonte oficial do Ministério das Finanças, quando confrontada com as declarações da bastonária da Ordem dos Contabilistas Certificados, Paula Franco, que disse haver uma demora nas validações, com &#8220;milhares de declarações por liquidar&#8221; por parte da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).</p>
<p>Em entrevista ao programa Conversa Capital, da Antena 1 e do Jornal de Negócios, divulgada no domingo, a bastonária afirmou que se verificam atrasos nas validações das declarações, depois de, nos primeiros momentos da entrega das declarações, a partir de 01 de abril, ter havido &#8220;um reembolso rápido&#8221; sobretudo para os contribuintes que submeteram a declaração através da funcionalidade do IRS Automático.</p>
<p>&#8220;Para nós, contabilistas, causa imensos [constrangimentos] porque os nossos clientes estão sempre a pressionar para saber se efetivamente [a liquidação de rendimentos] já está [concluída]&#8221;, afirmou Paula Franco.</p>
<p>À Lusa, fonte oficial contrapõe que, até 03 de junho, a AT liquidou &#8220;mais de 3,2 milhões de declarações, das quais 1.948.160 com reembolso (mais 209 mil do que na mesma data de 2025) e pagos 1.814.589 reembolsos com um montante global superior a 1,7 mil milhões de euros, quando em 04 de junho de 2025 haviam sido pagos 1.608.797 reembolsos&#8221;.</p>
<p>As Finanças referem ainda que &#8220;os prazos médios de reembolsos são inferiores ao do ano passado, situando-se o prazo médio de reembolso do IRS automático atualmente em 11,6 dias (na mesma altura do ano passado este prazo estava em cerca de 13 dias)&#8221;.</p>
<p>As estatísticas apresentadas dizem respeito apenas a uma parte dos contribuintes, deixando de fora das contas os cidadãos que submetem a declaração de rendimentos pela via normal, sem o IRS Automático, o universo a que a bastonária dos Contabilistas se refere em particular.</p>
<p>Questionada pela Lusa sobre as razões da demora referida pela bastonária e sobre o universo de contribuintes em relação aos quais se regista maior tempo de espera, fonte oficial do ministério não respondeu.</p>
<p>Fonte do ministério também não especificou qual é, até ao momento, o tempo médio das liquidações e dos reembolsos dos contribuintes que têm exclusivamente rendimentos da categoria B (empresariais e profissionais), onde se incluem os trabalhadores que prestam serviços a recibos verdes.</p>
<p>No final de março, imediatamente antes do início da entrega das declarações, a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, afirmou à Lusa que a expectativa era &#8220;a de que os prazos médios de reembolso sejam próximos ou similares aos do ano passado&#8221;, num &#8220;período inferior a duas semanas&#8221; para os contribuintes do IRS Automático.</p>
<p>Em 2025, o tempo médio do IRS Automático &#8220;não chegou a duas semanas&#8221; e, no caso das &#8220;declarações mais complexas&#8221; (as entregues de acordo com a regra geral), a média foi &#8220;ligeiramente&#8221; superior, &#8220;de três semanas/três semanas e meia&#8221;, especificou então.</p>
<p>A submissão das declarações no Portal das Finanças termina em 30 de junho.</p>
<p>A entrega é feita totalmente de forma digital, já não sendo possível deixar a declaração Modelo 3 em papel numa repartição de Finanças. No entanto, os contribuintes sem acesso à Internet podem agendar uma ida a um serviço local para proceder ao preenchimento da declaração com o auxílio de um funcionário da AT.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773387]]></sapo:autor>
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		<title>De alvo do trumpismo a fenómeno digital: O surpreendente regresso de Hunter Biden</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Hunter Biden]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante anos, Hunter Biden foi uma das figuras mais polémicas da política norte-americana. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, Hunter Biden foi uma das figuras mais polémicas da política norte-americana. Filho do antigo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, viu a sua vida pessoal transformar-se num tema recorrente do debate político nacional, alimentando críticas, investigações, processos judiciais e ataques constantes por parte dos aliados de Donald Trump.</p>
<p>Associado a problemas de dependência, controvérsias relacionadas com negócios internacionais, investigações federais e ao famoso computador portátil que se tornou símbolo de inúmeras acusações políticas, Hunter Biden foi frequentemente apresentado pelos adversários da família Biden como a personificação dos privilégios, da decadência e do alegado duplo critério que, segundo os críticos, caracterizava a elite política norte-americana.</p>
<p>Agora, depois de anos de relativo silêncio, Hunter Biden reapareceu na rede social X com uma estratégia inesperada: em vez de tentar apagar ou minimizar o seu passado, decidiu utilizá-lo como instrumento de defesa e contra-ataque.</p>
<p><strong>Um regresso sem pedidos de desculpa</strong><br />
A reaparição de Hunter Biden nas redes sociais não foi marcada por um pedido de desculpas nem por uma tentativa de reconstrução da sua imagem pública através de uma narrativa de redenção convencional.</p>
<p>Pelo contrário, o filho do antigo presidente norte-americano optou por assumir publicamente os episódios mais controversos da sua vida, recorrendo frequentemente ao humor, ao sarcasmo e à provocação para responder aos críticos.</p>
<p>Após anos a ser um dos principais alvos do movimento político associado a Donald Trump, Hunter Biden decidiu entrar diretamente no debate público, respondendo a acusações e comentários que durante muito tempo circularam sem resposta da sua parte.</p>
<p>O regresso começou oficialmente a 19 de maio, quando publicou uma mensagem simples, mas carregada de significado: “Sou o Hunter Biden. Na verdade, nunca me ouviram.”</p>
<p>A frase foi interpretada por muitos observadores como um sinal de que pretendia assumir finalmente o controlo da narrativa sobre a sua própria vida.</p>
<p><strong>Sete anos de sobriedade</strong><br />
Um dos momentos mais relevantes desta nova fase ocorreu quando Hunter Biden assinalou sete anos sem consumir drogas.</p>
<p>Num breve vídeo publicado a partir de casa, agradeceu as mensagens recebidas e afirmou que a recuperação representa o maior feito da sua vida.</p>
<p>“Estou mais orgulhoso disto do que de qualquer outra coisa que tenha feito na minha vida”, declarou.</p>
<p>O que começou como uma mensagem sobre recuperação rapidamente se transformou num intenso confronto político nas redes sociais, com centenas de utilizadores ligados ao universo MAGA a responderem às suas publicações.</p>
<p>A partir desse momento, a atividade de Hunter Biden aumentou significativamente. Em poucos dias, publicou dezenas de mensagens e respostas, dirigidas tanto a críticos como a apoiantes, participando em debates políticos, respondendo a acusações antigas e demonstrando apoio a outras pessoas em processo de recuperação de dependências.</p>
<p><strong>O passado transformado em argumento</strong><br />
Grande parte da atenção gerada pelo seu regresso resulta precisamente da forma como utiliza os episódios mais controversos da sua biografia.</p>
<p>Um dos exemplos mais citados surgiu quando um utilizador o acusou de ser o proprietário da pequena quantidade de cocaína encontrada na Casa Branca em julho de 2023.</p>
<p>Hunter respondeu com sarcasmo: “Definitivamente não era minha. Eu nunca me esqueceria das minhas drogas.”</p>
<p>A resposta tornou-se viral porque não procurava negar a sua história de dependência química. Pelo contrário, utilizava-a como elemento central da resposta.</p>
<p>A investigação oficial sobre o episódio da cocaína terminou sem identificar qualquer suspeito. Na altura, Joe Biden e a família encontravam-se em Camp David. Ainda assim, durante anos, muitos críticos continuaram a associar simbolicamente o caso a Hunter Biden.</p>
<p>A nova estratégia do filho do antigo presidente assenta precisamente nesse princípio: retirar aos adversários o impacto das acusações, assumindo ele próprio os aspetos mais polémicos do seu passado.</p>
<p><strong>Condenações, processos e o polémico perdão presidencial</strong><br />
A justiça norte-americana acabou por atingir Hunter Biden durante a presidência do seu pai.</p>
<p>Em junho de 2024, foi considerado culpado de três crimes federais relacionados com a compra de uma arma em 2018, depois de ter mentido sobre o seu consumo de drogas num formulário oficial.</p>
<p>Poucos meses mais tarde, declarou-se culpado em nove acusações relacionadas com questões fiscais.</p>
<p>Durante muito tempo, Joe Biden garantiu publicamente que não utilizaria os seus poderes presidenciais para perdoar o filho. No entanto, antes de abandonar a Casa Branca, acabou por conceder um amplo perdão presidencial.</p>
<p>A medida gerou forte controvérsia política, uma vez que não abrangeu apenas os processos relacionados com armas e impostos, mas também quaisquer potenciais infrações federais que Hunter Biden pudesse ter cometido entre 1 de janeiro de 2014 e 1 de dezembro de 2024.</p>
<p>Para os apoiantes da família Biden, Hunter foi alvo de uma perseguição política sem precedentes. Já os críticos consideraram que o perdão presidencial confirmou precisamente as acusações de favoritismo que durante anos tinham dirigido à família.</p>
<p><strong>Jill Biden surge como figura central</strong><br />
O regresso de Hunter Biden coincidiu também com a publicação das memórias de Jill Biden, antiga primeira-dama dos Estados Unidos.</p>
<p>No livro, Jill aborda a dependência química de Hunter e descreve o impacto que a situação teve sobre toda a família.</p>
<p>Hunter, que habitualmente trata Jill Biden como mãe, saiu em sua defesa nas redes sociais quando a antiga primeira-dama foi criticada por comentadores e jornalistas.</p>
<p>Jill Biden reconhece nas suas memórias que ela e Joe Biden poderão não ter compreendido totalmente a gravidade dos problemas de dependência do filho após a morte de Beau Biden, o irmão mais velho de Hunter, falecido em 2015 devido a um cancro.</p>
<p>Segundo a própria família, a morte de Beau representou um momento decisivo no agravamento dos problemas pessoais de Hunter, que mais tarde descreveria esse período como anos perdidos da sua vida.</p>
<p>A antiga primeira-dama também defendeu publicamente o perdão concedido por Joe Biden, argumentando que a família acreditava que Hunter poderia tornar-se alvo prioritário da nova administração liderada por Donald Trump.</p>
<p><strong>Donald Trump entra na discussão</strong><br />
O regresso de Hunter Biden acabou por chegar também ao centro da política nacional norte-americana.</p>
<p>Questionado sobre uma hipotética candidatura presidencial de Hunter Biden em 2028, Donald Trump aproveitou a oportunidade para criticar o Partido Democrata.</p>
<p>A especulação surgiu após uma conta satírica nas redes sociais sugerir uma eventual candidatura de Hunter Biden, algo que o próprio respondeu de forma irónica.</p>
<p>Apesar de não existir qualquer intenção real de concorrer à Casa Branca, Trump utilizou o episódio para ridicularizar os democratas e questionar a credibilidade política do filho do antigo presidente.</p>
<p>A reação acabou, contudo, por reforçar a visibilidade de Hunter Biden, que voltou a ocupar espaço no debate político nacional sem ocupar qualquer cargo, liderar qualquer movimento político ou anunciar qualquer candidatura.</p>
<p><strong>Uma figura que continua a dividir opiniões</strong><br />
A reaparição pública de Hunter Biden demonstra como continua a ser uma das personalidades mais polarizadoras da política norte-americana.</p>
<p>Para os seus críticos, permanece associado aos escândalos, aos privilégios familiares e às controvérsias que marcaram os anos da presidência de Joe Biden.</p>
<p>Para os seus apoiantes, representa um caso raro de recuperação pessoal após anos de dependência, problemas judiciais e exposição pública intensa.</p>
<p>O próprio parece não estar interessado em alterar radicalmente nenhuma dessas perceções. Em vez de procurar reconstruir a imagem através da discrição, escolheu enfrentar diretamente os seus detratores, utilizando precisamente os episódios que durante anos foram usados contra si.</p>
<p>Depois de uma década marcada por vícios, investigações, julgamentos e polémicas, Hunter Biden regressou ao espaço público sem tentar apagar o passado. Pelo contrário: transformou-o no centro da sua nova identidade política e mediática.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773375]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chapéus de sol no areal voltam a gerar dúvidas: Polícia Marítima já fiscaliza no Algarve</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chapeus-de-sol-no-areal-voltam-a-gerar-duvidas-policia-maritima-ja-fiscaliza-no-algarve/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Atuação das autoridades está a gerar dúvidas neste arranque da época balnear e volta a colocar no centro da discussão a forma como deve ser usado o areal nas zonas concessionadas e nos espaços livres das praias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Marítima já está no terreno a fiscalizar banhistas que colocam chapéus de sol em frente às concessões em praias do município de Vila Real de Santo António, avança o &#8216;Correio da Manhã&#8217;. A atuação das autoridades está a gerar dúvidas neste arranque da época balnear e volta a colocar no centro da discussão a forma como deve ser usado o areal nas zonas concessionadas e nos espaços livres das praias.</p>
<p>Na Praia do Cabeço, em Castro Marim, está a ser seguido o modelo dos últimos anos. Um concessionário explicou ao &#8216;CM&#8217; que a Polícia Marítima tem procurado sensibilizar os banhistas para não ocuparem com equipamentos balneares a faixa de areia situada em frente aos apoios de praia, embora admita que há pessoas que mostram resistência.</p>
<p>O empresário defende que essa zona deve permanecer livre de chapéus de sol, tendas ou para-ventos. Na sua leitura, trata-se de uma área pública onde as pessoas podem circular e estar, mas não instalar equipamentos balneares.</p>
<p><strong>APA diz que praias são de acesso livre</strong></p>
<p>A fiscalização surge depois de a Agência Portuguesa do Ambiente ter esclarecido que os banhistas podem instalar chapéus de sol, para-ventos e outros equipamentos particulares fora das áreas concessionadas e das faixas de segurança.</p>
<p>A APA recordou que as praias são espaços de utilização pública e acesso livre, sublinhando que as zonas sem licença ou concessão podem ser usadas pelos banhistas. Ou seja, fora das áreas concessionadas e dos espaços reservados por razões de segurança, a utilização do areal não pode ser limitada de forma genérica.</p>
<p>Também a ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, reforçou esta posição durante uma visita à Praia da Fuzeta-Mar, em Olhão. A governante lembrou que cabe às câmaras municipais fazer as concessões e divulgar o plano de praia.</p>
<p><strong>Concessões têm limites legais</strong></p>
<p>Maria da Graça Carvalho recordou ainda que as concessões estão sujeitas a limites. Não podem ocupar mais de 30% da área útil da praia nem ultrapassar 50% da frente de praia.</p>
<p>As faixas de segurança variam consoante as características de cada praia e podem existir junto aos acessos, aos postos de nadadores-salvadores, às embarcações de salvamento ou junto à linha de água.</p>
<p>A ministra defendeu também que deve existir informação clara à entrada das praias, para que os banhistas saibam onde ficam as zonas concessionadas, as áreas de segurança e os espaços de utilização livre. Sobre eventual sinalética que encaminhe indevidamente os utentes para zonas específicas do areal, afirmou que essas situações devem ser corrigidas pelas autarquias.</p>
<p><strong>Vila Real de Santo António mantém modelo</strong></p>
<p>Apesar da posição da APA e do Governo, o município de Vila Real de Santo António continua a defender o modelo de organização seguido nos últimos anos nas praias do concelho.</p>
<p>A polémica fica assim entre duas leituras: por um lado, a necessidade de ordenar o areal junto às concessões e garantir zonas de circulação e segurança; por outro, o princípio de que as praias são espaços públicos de acesso livre e que os banhistas podem usar as áreas não concessionadas.</p>
<p>Com a época balnear a começar, a falta de sinalização clara e de informação uniforme pode aumentar os conflitos entre concessionários, autoridades e utentes. A questão central é simples: os banhistas podem montar chapéus de sol fora das concessões, mas não nas zonas licenciadas nem nas faixas de segurança definidas no plano de praia.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773373]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nova SBE Executive Education: &#8220;Aprender sem mudanças é entretenimento. não é formação&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-executive-education-aprender-sem-mudancas-e-entretenimento-nao-e-formacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE Executive Education]]></category>
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					<description><![CDATA[A capacidade de transformar aprendizagem em decisões concretas está no centro das novas abordagens à liderança]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A capacidade de transformar aprendizagem em decisões concretas está no centro das novas abordagens à liderança.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A formação executiva atravessa uma fase de transformação, impulsionada pela necessidade de responder a desafios complexos e a decisões com impacto directo nas organizações. Mais do que transmitir conhecimento, as instituições são hoje chamadas a garantir que a aprendizagem se traduz em acção e resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">A Nova SBE Executive Education tem reforçado a sua presença nos rankings internacionais com uma abordagem centrada na proximidade com as empresas e na construção de soluções ajustadas à realidade dos líderes. Em entrevista à Executive Digest, Pedro Brito, CEO &amp; Associate Dean, explica como a consistência, a personalização e a ligação ao contexto organizacional têm marcado esta evolução.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como interpreta o reforço da Nova SBE Executive Education nos rankings internacionais e o peso dos programas customizados nesse reconhecimento?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que interpretamos deste reconhecimento não é uma posição, é um padrão: consistência na forma como trabalhamos com as organizações ao longo do tempo. E esse padrão não se constrói apenas em sala de aula.</p>
<p style="text-align: justify;">Constrói-se na relação desenvolvida ao longo dos anos. As empresas com quem trabalhamos não são clientes ocasionais. São parceiros com quem criamos tensão produtiva. E isso implica cedências de ambos os lados: nós abdicamos de modelos fechados e confortáveis, eles abdicam de soluções rápidas e superficiais. Nós trazemos rigor e provocação, as empresas trazem contexto e consequência real para uma customização de elevado impacto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como avaliam o impacto da formação nas decisões das organizações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na minha opinião, aprender sem mudanças é entretenimento. Não é formação. Por isso, cada vez mais deixo de fazer a pergunta “gostaram?” para “o que mudou?”. E há dois sinais muito claros quando existe mudança. O primeiro é a clareza: quando um líder passa a compreender melhor o sistema em que opera, passa também a antecipar melhor as consequências das suas decisões. O segundo é a capacidade de execução: mais ferramentas, competências e estrutura na forma de pensar. Tudo isso se traduz em decisões mais eficazes, e são essas decisões que criam mais valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como asseguram um posicionamento distintivo num mercado cada vez mais competitivo na formação executiva?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A diferenciação da Nova SBE Executive Education resulta da consistência com que escolhe onde coloca o foco. A escola trabalha desafios reais da liderança, ajudando os líderes a gerir tensões como proximidade e exigência ou resultados imediatos e sustentabilidade. Ao mesmo tempo, aborda dimensões que influenciam directamente a tomada de decisão, como emoções, energia, relações e comportamento, integrando também a IA como parte do contexto actual de liderança.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isto é sustentado por investigação de ponta e por uma abordagem centrada na forma como os líderes pensam, sentem e decidem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que papel pode a formação executiva ter no desenvolvimento e retenção de talento?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A formação executiva torna-se estruturante quando deixa de estar à margem da estratégia e passa a fazer parte dela, ligando a aprendizagem às decisões estratégicas da organização. À medida que as empresas evoluem, o desafio deixa de ser a falta de conhecimento e passa a ser a gestão de tensões e complexidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Na retenção, o objectivo não deve ser “prender” pessoas, mas torná-las mais capazes, relevantes e preparadas para o mercado. Quando sentem que estão a crescer e a ser desafiadas, tendem a escolher ficar. Nesse sentido, a formação torna-se um instrumento central de gestão de talento, ao ligar desenvolvimento individual, desempenho organizacional e estratégia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como articulam programas abertos, soluções customizadas e experiências para equipas de liderança?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O portefólio da Nova SBE Executive Education é construído em função das necessidades reais das organizações. Os programas abertos, presenciais ou online, fazem sentido quando o objectivo é desenvolver competências individuais e trazer novas perspectivas. Já os programas customizados respondem a desafios estratégicos específicos, com soluções desenhadas à medida e orientadas para a implementação. Em contextos mais exigentes, focados na maturidade da liderança, são criadas experiências imersivas para trabalhar pressão, complexidade e tomada de decisão. A escolha da abordagem resulta sempre de um diagnóstico e não de um catálogo fechado.</p>
<p style="text-align: justify;">O portefólio da Nova SBE Executive Education é construído em função das necessidades reais das organizações. Os programas abertos, presenciais ou online, fazem sentido quando o objectivo é desenvolver competências individuais e trazer novas perspectivas. Já os programas customizados respondem a desafios estratégicos específicos, com soluções desenhadas à medida e orientadas para a implementação. Em contextos mais exigentes, focados na maturidade da liderança, são criadas experiências imersivas para trabalhar pressão, complexidade e tomada de decisão. A escolha da abordagem resulta sempre de um diagnóstico e não de um catálogo fechado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que experiências ajudam hoje líderes de topo a decidir em contextos complexos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os líderes de topo precisam menos de conteúdo e mais de condições para pensar melhor. Por isso, as experiências de desenvolvimento combinam perspectivas de gestão com contributos de áreas como saúde, sono ou performance mental, trabalhando a liderança também do ponto de vista emocional e físico.</p>
<p style="text-align: justify;">A abordagem passa por criar distância do contexto operacional, expor os líderes a cenários sem respostas certas e ajudá-los a lidar com paradoxos e pressão. O objectivo é transformar reflexão em decisões concretas e mais conscientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como contribui a aprendizagem experiencial para preparar líderes para decisões mais exigentes?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A aprendizagem experiencial permite testar a tomada de decisão em contextos próximos da realidade, marcados por pressão, ambiguidade e consequências concretas. Através de simulações e dramatizações, os líderes são colocados perante cenários com informação incompleta, pressão de tempo e trade-offs reais, desenvolvendo a capacidade de decidir fora da zona de conforto. Estas experiências decorrem muitas vezes em ambientes afastados do contexto habitual, favorecendo reflexão e novas formas de actuação, e valorizam também a aprendizagem entre pares, onde os próprios líderes assumem um papel de mentoria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma a diversidade internacional, geracional e sectorial enriquece a experiência de aprendizagem e a qualidade das decisões?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A diversidade funciona como um mecanismo de melhoria da decisão, porque cria “fricção produtiva” e obriga os líderes a pensar melhor. A interacção entre diferentes gerações é um exemplo disso. Em alguns contextos, alunos de mestrado entrevistam e desafiam líderes de topo, não numa lógica académica, mas de confronto construtivo. Esse processo obriga os líderes a explicar decisões, questionar pressupostos e sair da sua zona de conforto, promovendo uma lógica de mentoria reversa, onde quem está a começar traz perguntas que quem já lidera deixou de fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">A dimensão internacional acrescenta perspectiva. O contacto com especialistas e líderes de diferentes geografias não muda apenas o conteúdo, mas também a forma de olhar para os problemas e tomar decisões, ampliando referências e reduzindo o risco de visões fechadas. A isto junta-se ainda o contributo de mentores seniores, que trazem experiência, contexto e uma leitura crítica muitas vezes essencial para discutir temas desconfortáveis, mas relevantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num momento em que se discute o futuro das universidades e da aprendizagem ao longo da vida, como antecipa a evolução da formação executiva e o papel das instituições neste novo contexto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A formação executiva não está em crise; está a evoluir. E a IA está a acelerar essa evolução em todas as dimensões da aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o conhecimento está acessível em segundos, deixa de ser o factor diferenciador. O que passa a contar é a capacidade de pensar melhor, de criar, de agir.</p>
<p style="text-align: justify;">Menos transmissão, mais transformação. Menos foco no “saber”, mais foco no “saber fazer” e no “saber decidir”. Isso não diminui o papel das universidades, reforça-o.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mundo saturado de informação, a produção de conhecimento rigoroso, testado e relevante torna- se ainda mais crítica. A diferença está no que fazemos com esse conhecimento. Deixamos de ser apenas produtores para sermos também curadores: transformar investigação em experiências que ajudam a pensar, decidir e agir melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso acontece num equilíbrio novo: o melhor das relações humanas com o melhor da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia acelera, amplia, personaliza. Mas não substitui aquilo que continua a ser crítico: a relação, o confronto de ideias, a construção colectiva de sentido. É aqui que a comunidade ganha um papel central. A aprendizagem deixa de ser um momento isolado e passa a ser contínua, partilhada, construída em rede.</p>
<p style="text-align: justify;">No futuro, não serão as instituições com mais conteúdo que vão liderar. Serão aquelas que conseguem ligar conhecimento de ponta, experiência relevante e comunidade activa, criando ecossistemas onde as pessoas pensam melhor, criam mais, decidem com mais qualidade e evoluem de forma contínua.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “</em>MBA, Pós-graduações &amp; formação de executivos<em>”, publicado na edição de Maio (n.º 242</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765822]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal em risco de ter cortes no consumo de eletricidade ao longo do ano, alerta relatório da DGEG</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-em-risco-de-ter-cortes-no-consumo-de-eletricidade-ao-longo-do-ano-alerta-relatorio-da-dgeg/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:47:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal poderá enfrentar cortes no fornecimento de eletricidade durante várias horas por ano caso não sejam introduzidas melhorias significativas na operação do sistema elétrico nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal poderá enfrentar cortes no fornecimento de eletricidade durante várias horas por ano caso não sejam introduzidas melhorias significativas na operação do sistema elétrico nacional. O alerta consta de um relatório recente da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), citado pelo Expresso, que valida as simulações realizadas pela Rede Elétrica Nacional (REN) e conclui que o país não conseguirá cumprir os níveis mínimos de fiabilidade exigidos para a rede elétrica em nenhum dos cenários analisados para os próximos dez anos.</p>
<p>As conclusões surgem mais de um ano após o apagão de 28 de abril de 2025, um episódio que expôs fragilidades na infraestrutura elétrica nacional e que obrigou à recuperação progressiva da ligação à rede ao longo de cerca de 12 horas. Segundo o relatório, os problemas identificados nessa ocasião não desapareceram e continuam a representar um risco relevante para a segurança do abastecimento energético.</p>
<p>De acordo com o documento, a principal preocupação prende-se com a crescente dificuldade em garantir que a produção disponível consiga responder à procura de eletricidade, sobretudo num contexto em que o consumo energético continua a aumentar.</p>
<p>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) estabelece atualmente como referência um défice expectável máximo de 1,45 horas por ano entre a oferta e a procura de eletricidade. Contudo, as projeções analisadas pela DGEG apontam para um cenário bastante mais gravoso.</p>
<p>Segundo o relatório, o sistema elétrico português poderá já este ano registar um défice de 12,8 horas anuais, um valor quase nove vezes superior ao limite considerado aceitável pela regulação do setor. Na prática, isso significa que poderão existir períodos em que a energia disponível não será suficiente para satisfazer toda a procura, obrigando à adoção de medidas de gestão da rede que podem incluir cortes de consumo.</p>
<p><strong>Nenhum cenário cumpre os padrões mínimos de fiabilidade</strong><br />
Um dos aspetos mais preocupantes destacados pelo relatório é o facto de nenhum dos cenários avaliados permitir atingir os padrões mínimos de fiabilidade definidos para o sistema elétrico nacional ao longo da próxima década.</p>
<p>A análise contempla diferentes perspetivas de evolução do setor, desde uma trajetória mais conservadora até uma abordagem considerada mais ambiciosa. No entanto, mesmo nas hipóteses mais favoráveis, a DGEG conclui que persistem riscos significativos de insuficiência de capacidade para responder à procura elétrica futura.</p>
<p>Esta realidade reforça os alertas sobre a necessidade de acelerar investimentos e alterações operacionais que permitam aumentar a robustez da rede e garantir a segurança do abastecimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773366]]></sapo:autor>
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		<title>Irão anuncia fim dos ataques a Israel, mas ameaça resposta “mais severa” se houver nova agressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:44:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Declaração foi feita pelo comando militar de emergência Khatam al-Anbiya e surge num momento em que o frágil cessar-fogo no Médio Oriente volta a ser posto à prova por novas trocas de ataques entre Israel e o Irão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão anunciou a suspensão das operações militares contra Israel, mas avisou que poderá responder com medidas “mais severas e esmagadoras” se as ações militares israelitas continuarem, incluindo no sul do Líbano. A declaração foi feita pelo comando militar de emergência Khatam al-Anbiya e surge num momento em que o frágil cessar-fogo no Médio Oriente volta a ser posto à prova por novas trocas de ataques entre Israel e o Irão.</p>
<p>“A cessação das operações das forças armadas é anunciada”, refere o comunicado citado pelos media iranianos. A mesma nota acrescenta, porém, que, se a “agressão” e os “atos de malícia” continuarem, nomeadamente no sul do Líbano, Teerão avançará com medidas “muito mais severas e esmagadoras” do que as anteriores.</p>
<p>O anúncio surge depois de Donald Trump ter afirmado que Israel e Irão querem um cessar-fogo imediato. Numa publicação na &#8216;Truth Social&#8217;, o presidente americano apelou aos dois lados para que parassem imediatamente de “disparar” e afirmou que as negociações finais de paz continuam em curso, embora possam ser prejudicadas por “ignorância ou estupidez”.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116714035637911912/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p><strong>Trump mantém pressão sobre Teerão</strong></p>
<p>Apesar do apelo à desescalada, Trump deixou claro que o bloqueio contra o Irão continuará “em pleno vigor” até ser alcançado um acordo final. O presidente americano tem procurado apresentar-se como o principal mediador de uma saída para o conflito, numa altura em que as negociações com Teerão enfrentam dificuldades e a guerra tem sido impopular junto da opinião pública americana.</p>
<p>A tensão agravou-se este domingo, quando Israel lançou ataques aéreos no Líbano, uma frente que tem sido um dos pontos sensíveis nas negociações entre Washington e Teerão. O Irão respondeu com mísseis contra Israel, no primeiro ataque deste tipo em dois meses. Na segunda-feira, Israel voltou a atacar alvos no centro e oeste do Irão.</p>
<p>O Exército israelita afirmou ter atingido “alvos militares pertencentes ao regime terrorista iraniano”, mas não detalhou as estruturas visadas. A Casa Branca não respondeu às questões sobre se os ataques israelitas tiveram coordenação ou aprovação dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Líbano volta ao centro da crise</strong></p>
<p>A referência iraniana ao sul do Líbano mostra que esta frente continua a ser um dos principais pontos de risco. Teerão acusa Israel de prolongar a instabilidade regional através das operações militares naquele território, enquanto Israel insiste na necessidade de responder a ameaças ligadas a grupos apoiados pelo Irão.</p>
<p>O conflito reacendeu-se num momento em que o cessar-fogo alcançado em abril parecia cada vez mais frágil. Além dos ataques entre Israel e Irão, Israel afirmou ter detetado um míssil lançado a partir do Iémen, onde operam os rebeldes Houthi, também apoiados por Teerão. A Arábia Saudita chegou a acionar sirenes de alerta numa zona próxima de uma base com forças americanas, embora tenha indicado depois que o perigo tinha passado.</p>
<p>O risco para as negociações é evidente. Embora Trump tenha dito que os ataques iranianos não teriam impacto no acordo, outros sinais apontam para um processo diplomático em dificuldade. Um responsável iraniano ligado às conversações afirmou que, nesta fase, um acordo com Trump já não é viável, responsabilizando o presidente americano pela escalada e pela situação no Líbano.</p>
<p><strong>Cessar-fogo ainda preso por divergências</strong></p>
<p>As negociações continuam marcadas por várias divergências. Entre os pontos em aberto estão a sequência para reabrir o estreito de Ormuz, as exigências americanas sobre o programa nuclear iraniano e a reivindicação de Teerão para receber fundos congelados antes de fechar um entendimento.</p>
<p>Trump ameaçou manter o bloqueio aos portos iranianos e admitiu nova ação militar caso não haja acordo. O presidente americano também afirmou que os Estados Unidos poderiam agir contra urânio enriquecido iraniano, caso Teerão não o entregue, uma hipótese que especialistas consideram arriscada devido aos potenciais perigos de contaminação e à exposição de forças americanas.</p>
<p>Apesar disso, responsáveis da administração americana insistem que as conversações estão a avançar. Outros diplomatas regionais, pelo contrário, afirmam que o processo regrediu e que as trocas militares tornam cada vez mais difícil separar a negociação da possibilidade de retoma aberta da guerra.</p>
<p>A mensagem de Teerão procura, por isso, deixar duas ideias em simultâneo: o Irão aceita parar os ataques contra Israel, mas não abdica de responder se considerar que Israel continua a agir no Líbano ou contra interesses iranianos. O cessar-fogo mantém-se, mas continua dependente de um equilíbrio instável entre pressão militar, ameaças políticas e negociações ainda sem acordo final.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773367]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: UE liberta novo financiamento de 2,8 mil M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:35:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Verba hoje disponibilizada destina-se a apoiar as necessidades de financiamento de Kiev e manter a administração pública, enquanto o país continua a defender-se da guerra da Rússia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia (UE) libertou hoje quase 2,8 mil milhões de euros para a Ucrânia, a sétima parcela ao abrigo do Mecanismo para a Ucrânia que soma já 29,5 mil milhões de euros.</p>
<p>De acordo com um comunicado da Comissão Europeia, a verba hoje disponibilizada destina-se a apoiar as necessidades de financiamento de Kiev e manter a administração pública, enquanto o país continua a defender-se da guerra da Rússia.</p>
<p>Este é o sétimo desembolso ao abrigo do mecanismo, o principal instrumento da UE para apoiar a recuperação, a agenda de reformas e o progresso da Ucrânia na adesão à UE.</p>
<p>Com este último pagamento, o apoio total da UE à Ucrânia atinge os 29,5 mil milhões de euros, o equivalente a quase 77% da verba disponível para apoio direto ao orçamento do Estado.</p>
<p>O desembolso surge na sequência da aplicação bem-sucedida, por parte da Ucrânia, de reformas em vários setores estratégicos, incluindo a gestão das finanças públicas, o sistema judicial, os mercados financeiros, o capital humano, o ambiente de negócios, a energia, a agricultura, as matérias-primas críticas, a digitalização e a transição ecológica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773317]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Barril de Brent sobe perto de 5% após fogo cruzado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O barril de Brent para entrega em agosto, referência internacional, chegou hoje a ser negociado cerca de 5% acima do fecho anterior, aproximando-se dos 98 dólares, depois dos bombardeamentos cruzados entre Israel e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O barril de Brent para entrega em agosto, referência internacional, chegou hoje a ser negociado cerca de 5% acima do fecho anterior, aproximando-se dos 98 dólares, depois dos bombardeamentos cruzados entre Israel e o Irão.</p>
<p>Pelas 11:00, o crude do Mar do Norte, de referência na Europa, era negociado a 96,7 dólares ou 4,0%, depois de ter subido aos 97,9 dólares.</p>
<p>O Brent iniciou a semana em alta, depois de bombardeamentos cruzados entre Israel e Irão no fim de semana e uma queda significativa na bolsa de Nova Iorque na sexta-feira.</p>
<p>Na sequência da guerra no Irão, depois de bombardeamentos de Estados Unidos da América e Israel na república islâmica, o estreito de Ormuz encontra-se bloqueado.</p>
<p>Esta via navegável estratégica por onde passam 20% das exportações globais de petróleo.</p>
<p>O estreito está praticamente fechado desde 28 de fevereiro, impactando diretamente os preços do petróleo.</p>
<p>O fogo cruzado entre o Irão e Israel começou na noite de domingo, com um ataque iraniano em território israelita em retaliação pelo bombardeamento israelita de Beirute, horas antes.</p>
<p>Israel reportou ataques a zonas no oeste e centro do Irão, que por sua vez lançou uma série de mísseis na noite de domingo e mais três hoje de manhã contra território israelita, sem causar feridos.</p>
<p>Entretanto, os Huthis no Iémen lançaram um míssil em direção ao território israelita, que foi intercetado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773322]]></sapo:autor>
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		<title>Passageiros recuam no metro e barco e sobem por via aérea e ferroviária no 1.º trimestre, avança INE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:34:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[transportes]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de passageiros nos transportes diminuiu no primeiro trimestre, em termos homólogos, no metropolitano e por via fluvial, tendo aumentado no transporte aéreo e ferroviário, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de passageiros nos transportes diminuiu no primeiro trimestre, em termos homólogos, no metropolitano e por via fluvial, tendo aumentado no transporte aéreo e ferroviário, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Já no que se refere às mercadorias, registaram-se diminuições em todos os modos de transporte.</p>
<p>De acordo com as estatísticas da atividade dos transportes do INE, de janeiro a março viajaram por metropolitano 69,3 milhões de passageiros, o equivalente a uma diminuição homóloga de 2,2%, após a redução de 3,5% registada no trimestre anterior.</p>
<p>No mesmo período, o transporte ferroviário registou 57,6 milhões de passageiros, refletindo um crescimento de 0,8% (+6,7% no quarto trimestre de 2025).</p>
<p>Já os aeroportos nacionais movimentaram 14,5 milhões de passageiros no período, correspondendo a um crescimento homólogo de 3,9% (+4,7% no trimestre anterior), enquanto o transporte por via fluvial totalizou 5,1 milhões de passageiros, uma redução de 3,1% face ao mesmo trimestre de 2025 (-3,5% no quarto trimestre de 2025).</p>
<p>O Metro de Lisboa transportou 41,5 milhões de passageiros, menos 4,0% face ao mesmo período de 2025 (-5,4% no quarto trimestre de 2025), tendo o Metro do Porto movimentado 22,8 milhões de passageiros, registando um crescimento homólogo de 0,8% (+0,9%).</p>
<p>No Metro Sul do Tejo foram transportados 4,9 milhões de passageiros, uma diminuição de 0,6% (-6,3% no trimestre anterior).</p>
<p>Até março, a taxa de utilização do conjunto dos sistemas de metropolitano situou-se em 22,4%, mantendo-se inalterada face ao período homólogo de 2025 e diminuindo 0,8 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre anterior.</p>
<p>A taxa de utilização mais elevada foi registada no Metro do Porto (23,5%), seguindo-se o Metro de Lisboa (22,5%) e o Metro Sul do Tejo (14,0%).</p>
<p>No que se refere ao transporte ferroviário, o tráfego suburbano concentrou 83,3% do total de passageiros transportados, tendo movimentado 48,0 milhões pessoas (-0,3%; -0,03% no trimestre anterior).</p>
<p>O tráfego interurbano totalizou 9,6 milhões de passageiros, registando um crescimento homólogo de 6,9% (+58,1% no quarto trimestre de 2025), enquanto o tráfego internacional manteve a tendência de redução observada nos últimos trimestres, totalizando 14,2 mil passageiros, menos 15,8% do que no período homólogo (-15,6%).</p>
<p>Quanto ao transporte aéreo, o aeroporto de Lisboa concentrou 54,2% do total de passageiros movimentados, num total de 7,9 milhões, mais 3,1% face ao mesmo período de 2025 (+3,4% no quarto trimestre de 2025).</p>
<p>O aeroporto do Porto movimentou 3,5 milhões de passageiros, um crescimento homólogo de 8,3% (+8,1% no trimestre anterior), e o de Faro contabilizou 1,3 milhões, um aumento de 2,4%.</p>
<p>Por sua vez, o aeroporto da Madeira movimentou 1,2 milhões de passageiros (+3,6% do que no período homólogo), enquanto o de Ponta Delgada movimentou 422,0 mil passageiros, menos 6,2% face ao primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>De janeiro a março, o tráfego aéreo internacional movimentou 12,0 milhões de passageiros, correspondendo a um crescimento homólogo de 4,7% e representando 82,8% do tráfego total de passageiros.</p>
<p>Relativamente ao transporte por vias navegáveis, no rio Tejo foram transportados 4,9 milhões de passageiros, menos 3,0% face ao mesmo período de 2025 (-4,2% no quarto trimestre de 2025).</p>
<p>No transporte de mercadorias registaram-se diminuições em todos os modos de transporte: O transporte rodoviário registou a redução mais acentuada (-12,7%; -4,9% no quarto trimestre de 2025), seguido do transporte marítimo (-6,5%; -18,0% no trimestre anterior), ferroviário (-2,1%; +4,3%) e aéreo (-0,3%; -6,2%).</p>
<p>Por sua vez, o transporte por oleoduto aumentou 5,0% face ao período homólogo (+2,4% no quarto trimestre 2025), enquanto no transporte de gás por gasoduto se verificaram acréscimos mais acentuados tanto na entrada (+11,0%; +0,3% no trimestre anterior) como na saída (+11,7%; +0,4%).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773318]]></sapo:autor>
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		<title>BCE avança com plano para harmonizar estatísticas bancárias na zona euro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:32:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Zona Euro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) pretende harmonizar as estatísticas divulgadas pelos bancos da zona euro e, para tal, visa implementar um quadro de informação integrada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central Europeu (BCE) pretende harmonizar as estatísticas divulgadas pelos bancos da zona euro e, para tal, visa implementar um quadro de informação integrada.</p>
<p>O BCE anunciou hoje que realizará uma consulta pública sobre o projeto de harmonização na segunda metade de 2027, o que ajudará a dar forma à proposta legislativa final.</p>
<p>No segundo trimestre de 2030, terá início uma fase piloto de um ano e, a partir do segundo trimestre de 2031, os bancos deverão comunicar as estatísticas de acordo com o novo quadro.</p>
<p>O plano de implementação esclarece como serão modelados os requisitos específicos de cada país, de modo a serem consistentes com o modelo geral.</p>
<p>Este guia consolida os requisitos de informação estatística num quadro padronizado único que se aplicará diretamente aos bancos residentes na zona do euro.</p>
<p>Além disso, este quadro de informação cria uma base sólida para integrar mais dados na União Europeia (UE), segundo o BCE.</p>
<p>A longo prazo, a estratégia de divulgação de informação simplificará o volume de dados que os bancos devem apresentar aos reguladores.</p>
<p>Tendo em conta as atuais tensões geopolíticas, a implementação será realizada com base em tecnologia e bases de dados europeias, visando reforçar a soberania digital da Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773283]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lisboa e Leiria sob aviso amarelo na terça-feira devido ao vento forte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:32:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os distritos de Lisboa e Leiria vão estar na terça-feira sob aviso amarelo devido à previsão de vento forte de norte/noroeste, com rajadas até 80 quilómetros por hora, informou hoje o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os distritos de Lisboa e Leiria vão estar na terça-feira sob aviso amarelo devido à previsão de vento forte de norte/noroeste, com rajadas até 80 quilómetros por hora, informou hoje o IPMA.</p>
<p>De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o aviso amarelo vai estar em vigor entre as 12:00 e as 21:00 de terça-feira.</p>
<p>O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</p>
<p>O IPMA prevê para terça-feira no continente céu pouco nublado ou limpo, vento moderado a forte com rajadas na faixa costeira e nas terras altas e pequena subida da temperatura no interior.</p>
<p>A previsão do IPMA para terça-feira aponta para temperaturas mínimas a variar entre os 11 graus Celsius (em Viana do Castelo, Guarda e Braga) e os 18 (em Faro) e máximas entre os 20 (em Aveiro) e os 34 (em Faro).</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773277]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Euribor volta a subir a três meses para novo máximo desde abril de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:31:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Euribor subiu hoje a três e a seis meses, no prazo mais curto para um máximo desde abril de 2025, e desceu a 12 meses face a sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Euribor subiu hoje a três e a seis meses, no prazo mais curto para um máximo desde abril de 2025, e desceu a 12 meses face a sexta-feira.</p>
<p>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,351%, continuou abaixo das taxas a seis (2,586%) e a 12 meses (2,816%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou hoje, ao ser fixada em 2,586%, mais 0,002 pontos do que na sexta-feira.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a abril indicam que a Euribor a seis meses representava 39,56% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,53% e 24,55%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor recuou hoje, para 2,816%, menos 0,026 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>Em sentido contrário, a Euribor a três meses avançou hoje, ao ser fixada em 2,351%, mais 0,039 pontos que na sexta-feira e um novo máximo desde abril de 2025.</p>
<p>Esta semana realiza-se a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), que termina na quinta-feira e é a terceira depois do início da guerra com o Irão, e o mercado prevê que a entidade suba as taxas diretoras, pela primeira vez em quase três anos.</p>
<p>Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>A média mensal da Euribor subiu, de novo, nos três prazos em maio, mas de forma menos acentuada do que em abril.</p>
<p>Em maio, a média mensal da Euribor subiu 0,051 pontos para 2,226% a três meses.</p>
<p>Já a seis e a 12 meses, a média da Euribor avançou 0,082 pontos para 2,536% e 0,057 pontos para 2,804%, respetivamente.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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