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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>UPorto sem responsabilidade criminal no processo &#8220;Nexus&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 19:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Porto revelou hoje que a acusação determinou o arquivamento da responsabilidade criminal da instituição no processo "Nexus", esquema fraudulento relacionado com projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) destinados a escolas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Universidade do Porto revelou hoje que a acusação determinou o arquivamento da responsabilidade criminal da instituição no processo &#8220;Nexus&#8221;, esquema fraudulento relacionado com projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) destinados a escolas.</P><br />
<P>&#8220;A acusação determina o arquivamento quanto à responsabilidade criminal da Universidade do Porto (UPorto) enquanto pessoa coletiva, por não terem sido imputados factos a órgãos, representantes ou pessoas em posição de liderança na instituição&#8221;, afirma em comunicado.</P><br />
<P>No processo no qual se constituiu como assistente, a UPorto &#8220;é, assim, identificada como parte ofendida, no contexto de um alegado esquema de cartelização entre empresas privadas em procedimentos de contratação pública&#8221;, adianta.</P><br />
<P>A Procuradoria Europeia no Porto deduziu acusação contra 12 pessoas, das quais quatro funcionários públicos, e três empresas por terem alegadamente participado num esquema fraudulento relacionado com projetos financiados pelo PRR destinados a escolas.</P><br />
<P>Em comunicado publicado hoje na sua página oficial de Internet, a Procuradoria Europeia indica que, destes 15 arguidos, dois estão em prisão preventiva &#8212; medida de coação mais gravosa.</P><br />
<P>Em causa estarão contratos públicos financiados por fundos do PRR para a aquisição de equipamentos informáticos e de cibersegurança por uma universidade pública e um agrupamento de escolas secundárias, assinalou.</P><br />
<P>Apesar de não referir a instituição do ensino superior em causa, fonte judicial avançou à Lusa tratar-se da Universidade do Porto.</P><br />
<P>A Procuradoria Europeia salientou que, de acordo com os elementos de prova recolhidos, os arguidos participaram num esquema criminoso organizado e sistemático, criado para obter informação privilegiada relativa a contratos públicos, com o objetivo de assegurar a adjudicação de procedimentos de contratação pública.</P><br />
<P>&#8220;Os procedimentos de aquisição de equipamentos informáticos eram sistematicamente concebidos de modo a satisfazer os interesses comerciais e os requisitos técnicos do fornecedor&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O esquema envolvia fornecedores e entidades adjudicantes, contando com o apoio de funcionários públicos.</P><br />
<P>Entre estes está um pró-reitor, que também é professor universitário, dois funcionários da UPorto e um docente de um agrupamento de escolas do Porto, revelou à Lusa a fonte judicial.</P><br />
<P>Segundo a Procuradoria Europeia, os arguidos são acusados de direcionar a adjudicação de contratos para empresas favorecidas em troca de interesses privados.</P><br />
<P>&#8220;Os contratos foram adjudicados a um grupo empresarial nacional e a empresas com ele relacionadas dedicadas à importação, exportação e comercialização de equipamento e programas informáticos&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Outras empresas são acusadas de ter participado nos procedimentos de contratação pública apenas para criar a aparência de uma concorrência efetiva, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo a Procuradoria Europeia, a conduta dos arguidos causou um prejuízo estimado para a União Europeia de mais de 3,5 milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;A fraude contribuiu igualmente para o aumento dos custos de aquisição, permitindo ao fornecedor obter lucros significativamente superiores aos habitualmente alcançados por distribuidores e integradores de sistemas&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Numa fase anterior da investigação foram decretadas medidas de garantia patrimonial sobre bens no valor de 1,3 milhões de euros, destinadas a assegurar a reparação do prejuízo estimado para o orçamento da União Europeia, assinalou.</P><br />
<P>A investigação foi realizada em colaboração com a Polícia Judiciária (PJ), através da secção regional de Investigação da Corrupção da Diretoria do Norte.</P><br />
<P></P><br />
<P>JFO/SVF/JGS // PDF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789329]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Odemira está a averiguar legalidade das obras em imóvel do MAI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 19:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Odemira, no distrito de Beja, disse hoje que está a verificar a legalidade das obras realizadas num imóvel particular do ministro da Administração Interna, Luís Neves, na freguesia de São Teotónio. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara de Odemira, no distrito de Beja, disse hoje que está a verificar a legalidade das obras realizadas num imóvel particular do ministro da Administração Interna, Luís Neves, na freguesia de São Teotónio. </P><br />
<P>Em resposta por escrito a questões colocadas pela agência Lusa, o município esclareceu que &#8220;não está em curso qualquer processo de licenciamento ou comunicação de obras nos prédios&#8221; localizados na freguesia de São Teotónio. </P><br />
<P>Perante as suspeitas de eventuais &#8220;operações urbanísticas irregulares&#8221;, a autarquia afirmou que está a desenvolver os procedimentos necessários para apurar a situação.</P><br />
<P>&#8220;Está o município a proceder em conformidade para verificar a legalidade destas mesmas operações urbanísticas efetuadas neste local&#8221;, avançou.</P><br />
<P>Na mesma resposta, a Câmara de Odemira garantiu que &#8220;tratará deste assunto de acordo com os trâmites legais para casos desta natureza&#8221;. </P><br />
<P>Na última sexta-feira, o semanário Nascer do Sol noticiou que o ministro da Administração Interna contratou para remodelar um imóvel que detém em Odemira uma empresa anteriormente responsável por obras na Polícia Judiciária (PJ) quando Luís Neves era diretor nacional.</P><br />
<P>Segundo a publicação, entre 2020 e 2025, a empresa Construbarcelos recebeu cerca de 1,9 milhões de euros em contratos públicos, valor confirmado hoje pelo ministro da Administração Interna, em entrevista à TVI/CNN.</P><br />
<P>Entretanto, o vereador do Chega na Câmara de Odemira, Manuel Matias, apresentou um requerimento a solicitar a convocação de uma reunião extraordinária do executivo municipal, com caráter de urgência, para analisar este caso.</P><br />
<P>No documento dirigido ao presidente da câmara, Hélder Guerreiro (PS), o vereador fundamentou o pedido com a &#8220;gravidade das notícias tornadas públicas&#8221; sobre as &#8220;obras realizadas na residência&#8221; do ministro.</P><br />
<P>Além de considerar que o assunto &#8220;suscitou forte preocupação pública e legítimas exigências de transparência e de apuramento de responsabilidades&#8221;, o autarca disse pretender &#8220;avaliar se existem implicações para o município de Odemira&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Designadamente quanto a contratos, procedimentos administrativos, relações institucionais ou outras matérias que justifiquem esclarecimentos perante o executivo municipal e os munícipes&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Questionado sobre o caso, Luís Neves esclareceu que durante mais de 70% do período em que a empresa trabalhou para a PJ, ainda não conhecia o empreiteiro, acrescentando que só o conheceu durante a inauguração de uma obra.</P><br />
<P>Relativamente à remodelação do imóvel particular, Luís Neves disse que começou por pedir uma opinião técnica ao amigo e acabou por contratá-lo para executar os trabalhos.</P><br />
<P>Afirmando estar de consciência tranquila, o governante garantiu não existir qualquer favorecimento no preço da empreitada e afirmou estar disponível para apresentar as faturas, registadas no e-faturas e declaradas à Autoridade Tributária, justificando que ainda não o fez por falta de oportunidade. </P><br />
<P>As obras abrangem, segundo explicou, &#8220;uma parede, uma casa de banho e um alpendre&#8221; onde foi instalado um tanque, devendo representar um custo entre &#8220;os 20 mil ou 30 mil euros&#8221;, a liquidar após a conclusão dos trabalhos.  </P><br />
<P>Questionado se se arrepende da contratação, Luís Neves respondeu: &#8220;Sabendo o que sei hoje, naturalmente o percurso teria sido diferente, sem nunca renegar a amizade&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789327]]></sapo:autor>
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		<title>Empresários pedem aposta na literacia digital para pequenos agricultores moçambicanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:53:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresários moçambicanos pediram hoje acesso a sistemas de informação e educação para os pequenos produtores, defendendo serem essenciais para facilitar a transformação digital no setor agrícola em Moçambique.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Empresários moçambicanos pediram hoje acesso a sistemas de informação e educação para os pequenos produtores, defendendo serem essenciais para facilitar a transformação digital no setor agrícola em Moçambique.</P><br />
<P>Mohamed Zameer Adam, do pelouro de Transformação Digital na Confederação das Associações Económicas de Moçambique, que falava hoje no painel sobre &#8220;Transformação Digital: fator para impulsionar a competitividade da cadeia de valor do agronegócio&#8221;, na 21.ª edição da Conferência Anual do Setor Privado, defendeu a introdução de serviços que melhorem a informação aos agricultores, nomeadamente sobre tempestades ou pragas, ou mesmo para sua educação.</P><br />
<P>Intervindo no maior fórum moçambicano de diálogo entre os setores privado e público, Mohamed Adam sugeriu a introdução de plataformas digitais no setor agrário, permitindo a digitalização e registo da atividade como produtor local.</P><br />
<P>&#8220;Isto vai permitir que depois os bancos ou agências de financiamento consigam dar financiamento a estes agricultores ou empresas de agricultura&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O presidente da Associação Moçambicana de &#8216;Fintech&#8217;, que congrega os sistemas financeiros, João Gaspar, admitiu desafios para os bancos concederem empréstimos aos pequenos produtores, por não possuírem mecanismos fiáveis para o reembolso.</P><br />
<P>&#8220;Não há estimativa de vendas, não têm registos eletrónicos na sua produção, não têm registos do próprio pagamento nem das compras que fazem quando compram os insumos e os seus produtos. Portanto, estão completamente fora do sistema de informação&#8221;, apontou João Gaspar.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto não trouxermos sistemas de informação para este agricultor, para ele poder estar, digamos, digitalizado em termos dos seus processos de fabrico e dos seus processos de produção, nós não ganhamos, de facto, aquilo que é a palavra-chave nisto, que é a confiança e a confiança é válida para tudo, é válida para quem compra e quem vende e é válida para os serviços financeiros poderem dar crédito&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Para o presidente da Fintech, se o país conseguir dispor de sistemas de informação e digitalizar o setor da agricultura poderá assegurar a confiança entre os pequenos produtores e os financiadores.</P><br />
<P>O presidente da Agência de Transformação Digital e Inovação , Adilson Gomes, citando dados do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas moçambicano, avançou que 70% da população moçambicana vive da agricultura, lamentando que o setor contribua somente com 25% para a economia nacional, o que associou à fraca capacidade de identificação dos cidadãos pelo Estado.</P><br />
<P>&#8220;Vinte e cinco milhões na nossa população não estão identificados. Então, precisamos de garantir a identidade dos nossos cidadãos. Precisamos de assegurar que toda a cadeia esteja ligada. Precisamos de garantir que ele consiga produzir, consiga saber aonde vender, como transportar e fazer toda esta cadeia&#8221;, disse.</P><br />
<P>O responsável da agência defendeu investimento na introdução de tecnologias acessíveis aos produtores locais no setor agrário, reconhecendo que, por si só, essa não será a solução para o &#8220;dilema&#8221; que afeta a agricultura moçambicana.</P><br />
<P>&#8220;Temos que colocar todas as &#8216;startups&#8217; criativas no mundo com soluções criativas. Se não tratarmos dessa parte, de como é que eu entrego um serviço digital ao cidadão que não sabe ler e escrever, nem lidar com aquela tecnologia, então ali é que está o nosso grande dilema&#8221;, concluiu.  </P><br />
<P> </P><br />
<P>VIYS/PME // MLL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789326]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tenista Jaime Faria vence Stan Wawrinka e segue para segunda ronda em Gstaad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista português Jaime Faria apurou-se hoje para a segunda ronda do torneio de Gstaad, na Suíça, ao bater o 'anfitrião' Stan Wawrinka em três sets, em vésperas de ambos participarem no Estoril Open.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Jaime Faria apurou-se hoje para a segunda ronda do torneio de Gstaad, na Suíça, ao bater o &#8216;anfitrião&#8217; Stan Wawrinka em três sets, em vésperas de ambos participarem no Estoril Open.</P><br />
<P>Faria, 92.º do ranking ATP, impôs-se por 6-7 (8-10), 6-4 e 6-4 ao experiente helvético, atual 117.º e antigo número três mundial, num encontro em terra batida que durou duas horas e 39 minutos.</P><br />
<P>Poucas semanas após terem sido afastados nas primeiras rondas de Wimbledon, os dois tenistas preparam-se para marcar presença no Estoril Open, cujo início está agendado para segunda-feira, sendo que ambos entram como convidados da organização (&#8216;wild cards&#8217;).</P><br />
<P>Em Gstaad, Jaime Faria terá agora pela frente o norueguês Casper Ruud, 13.º da hierarquia mundial e segundo pré-designado no torneio helvético, que também vai estar no torneio português.</P><br />
<P>Já Wawrinka, de 41 anos, está a cumprir a última temporada da sua carreira, durante a qual venceu três dos quatro &#8216;majors&#8217; &#8212; apenas não ergueu o troféu de Wimbledon.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789325]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério prolonga prazo para classificar exames que não estejam concluídos até ao final do dia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministerio-prolonga-prazo-para-classificar-exames-que-nao-estejam-concluidos-ate-ao-final-do-dia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:44:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação prolongou até quarta-feira o prazo para classificar os exames nacionais que não estejam concluídos até ao final do dia de hoje, indicando que às 18:30 estavam classificadas 98% das provas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação prolongou até quarta-feira o prazo para classificar os exames nacionais que não estejam concluídos até ao final do dia de hoje, indicando que às 18:30 estavam classificadas 98% das provas.</P><br />
<P>&#8220;De forma a garantir todas as condições de rigor exigidas no processo de avaliação externa, na quarta-feira prosseguirá a classificação dos exames que não estejam classificados até ao final do dia de hoje&#8221;, refere a tutela em comunicado.</P><br />
<P>Os professores classificadores dos exames nacionais do ensino secundário tinham até às 23:59 de hoje para concluir a correção de todos os itens atribuídos.</P><br />
<P>Segundo o balanço do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), às 18:30 de hoje estavam classificadas 98% das respostas, percentagem que &#8220;terá ainda evolução ao longo das próximas horas&#8221;.</P><br />
<P>Com mais de 300 mil provas realizadas pelos alunos do 11.º e 12.º anos, estarão então por avaliar cerca de seis mil provas.</P><br />
<P>Citando o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), entidade responsável pelo processo de classificação dos exames nacionais, o MECI sublinha que a eventual conclusão das classificações na quarta-feira &#8220;não põe em causa a afixação das pautas&#8221;.</P><br />
<P>As notas deverão ser publicadas no dia 17 e, segundo a tutela, existe &#8220;margem temporal suficiente para executar as etapas necessárias entre o fecho do processo de classificação e a afixação dos resultados nas escolas na sexta-feira&#8221;.</P><br />
<P>Quanto às respostas ainda por classificar, o MECI explica que resultam, sobretudo, de novas digitalizações após detetadas falhas de digitalização, reclassificações de itens que já tinham sido avaliados, mas foi necessário corrigir a folha de enunciado ou de continuação, ou atrasos na entrega das provas por parte das escolas.</P><br />
<P>As falhas foram identificadas no âmbito de um processo de verificação e validação do sistema, que procurou, segundo o Ministério, &#8220;garantir que os itens entregues aos professores para classificação estavam completos, correspondendo às respostas dadas pelos alunos nos exames em papel&#8221;.</P><br />
<P>Depois de afixadas as pautas, os alunos terão acesso às respetivas provas em formato digital, uma novidade este ano justificada pelo MECI com a necessidade de assegurar a &#8220;confiança no rigor da avaliação externa&#8221; e a credibilidade do sistema.</P><br />
<P>&#8220;Esse acesso será concedido através das escolas, uma vez que o anonimato dos exames apenas pode ser quebrado nas escolas&#8221;, explica o Ministério, adiantando que, para esse efeito, será igualmente utilizada uma plataforma digital.</P><br />
<P>A poucas horas do fim do prazo para concluir o processo de classificação dos exames nacionais do secundário, ainda havia professores a serem convocados e, à hora de almoço, alguns ainda aguardavam os itens atribuídos, revelou o movimento Missão Escola Pública.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário estão a ser corrigidos em formato digital, mas o processo tem registado falhas técnicas desde o início e, devido aos constrangimentos, o MECI adiou os prazos inicialmente previstos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789324]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>URGENTE: Ministério prolonga prazo para corrigir exames que não estejam concluídos até ao final do dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação prolongou até quarta-feira o prazo para classificar os exames nacionais que não estejam concluídos até ao final do dia de hoje, indicando que às 18:30 estavam classificadas 98% das provas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação prolongou até quarta-feira o prazo para classificar os exames nacionais que não estejam concluídos até ao final do dia de hoje, indicando que às 18:30 estavam classificadas 98% das provas.</P><br />
<P>&#8220;De forma a garantir todas as condições de rigor exigidas no processo de avaliação externa, na quarta-feira prosseguirá a classificação dos exames que não estejam classificados até ao final do dia de hoje&#8221;, refere a tutela em comunicado.</P><br />
<P>Os professores classificadores dos exames nacionais do ensino secundário tinham até às 23:59 de hoje para concluir a correção de todos os itens atribuídos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789323]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nova linha da Unir liga aeroporto a Campanhã, Póvoa de Varzim e Vila do Conde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-linha-da-unir-liga-aeroporto-a-campanha-povoa-de-varzim-e-vila-do-conde/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:28:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A rede UNIR dispõe, a partir de quarta-feira, da Linha 3535 que ligará o Aeroporto Francisco Sá Carneiro a Campanhã, Póvoa de Varzim e Vila do Conde, anunciou hoje a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A rede UNIR dispõe, a partir de quarta-feira, da Linha 3535 que ligará o Aeroporto Francisco Sá Carneiro a Campanhã, Póvoa de Varzim e Vila do Conde, anunciou hoje a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP). </P><br />
<P>A nova linha funcionará em horário alargado, das 05:00 até às 02:55, havendo ligações Aeroporto-Campanhã-Aeroporto praticamente a todas as horas, acrescenta o comunicado.  </P><br />
<P>A Linha 3535 assegura ligação direta entre a Estação de Campanhã, o Aeroporto, o Polo Universitário da Asprela, o Politécnico (Campus II), Vila do Conde e a Póvoa de Varzim, através da Autoestrada (A) 28, proporcionando uma solução de mobilidade mais eficiente para estudantes, trabalhadores, residentes e visitantes, destaca a empresa.</P><br />
<P>Segundo a TMP, a utilização da A28 permite reduzir os tempos de viagem, criando uma ligação rápida e cómoda entre o Aeroporto, o Polo Universitário e a Estação de Campanhã, reforçando a conectividade entre alguns dos principais polos de mobilidade, ensino, conhecimento científico e atividade económica da região.</P><br />
<P>O serviço da Linha 3535 é assegurado por autocarros modernos, equipados com bagageira para acomodação de malas, garantindo maior conforto aos passageiros, especialmente a quem viaja de ou para o aeroporto, assinala o comunicado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789322]]></sapo:autor>
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		<title>Sporting vence pentacampeões escoceses do Celtic por 4-1 em jogo particular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:28:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sporting venceu hoje o pentacampeão escocês, Celtic Glasgow, por 4-1, no primeiro jogo particular dos 'leões' para a temporada futebolística de 2026/27, no Estádio Algarve.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting venceu hoje o pentacampeão escocês, Celtic Glasgow, por 4-1, no primeiro jogo particular dos &#8216;leões&#8217; para a temporada futebolística de 2026/27, no Estádio Algarve.</P><br />
<P>Depois do triunfo por 2-0 frente ao Torreense, da II Liga, na reedição, num jogo-treino, em Alcochete, da última final da Taça de Portugal, os vice-campeões nacionais impuseram-se com golos de Geny Catamo, aos 24 minutos, Daniel Bragança, aos 72 e 79, e Ricardo Mangas, aos 76, depois de o colombiano Camilo Durán (ex-Lusitânia, Estrela da Amadora e Portimonense) ter empatado para o Celtic, aos 69.</P><br />
<P>A formação comandada por Rui Borges volta a jogar no sábado, no Algarve, frente ao Estrasburgo, do treinador Hugo Oliveira, antes de defrontar os também franceses do Mónaco, no Troféu Cinco Violinos, em Lisboa, no dia 25, e de receber os ingleses do Nottingham Forest, seis dias depois.</P><br />
<P>O Sporting inicia a 93.ª edição da I Liga com a visita ao Estrela da Amadora, na primeira jornada, marcada para o fim de semana de 08 e 09 de agosto.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789321]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Hovione investe 200 ME em nova fábrica de medicamentos no Seixal até 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Hovione está a investir 200 milhões de euros numa nova unidade para o fabrico de medicamentos no Seixal, distrito de Setúbal, com abertura prevista para setembro de 2027, anunciaram hoje os responsáveis do grupo químico e farmacêutico português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Hovione está a investir 200 milhões de euros numa nova unidade para o fabrico de medicamentos no Seixal, distrito de Setúbal, com abertura prevista para setembro de 2027, anunciaram hoje os responsáveis do grupo químico e farmacêutico português. </P><br />
<P>À margem da inauguração de uma nova linha de produção no &#8216;campus&#8217; do grupo em Loures, última etapa de um ciclo de investimento de 40 milhões de euros, os co-CEO da Hovione revelaram que o desenvolvimento dos dois complexos industriais do grupo tem sido inteiramente financiado por capitais próprios. </P><br />
<P>&#8220;Estamos na região de Lisboa e somos uma grande empresa, por isso os fundos europeus não chegam até nós. É uma questão de legislação&#8221;, disse o co-CEO António Almeida.</P><br />
<P>Já o projeto do Seixal, apesar de se situar na Grande Lisboa, &#8220;vai ser abrangido pelo próximo quadro europeu, a partir de 2028, mas os pacientes não podem esperar&#8221;, acrescentou o mesmo responsável.</P><br />
<P>Apesar de não ter acesso aos fundos europeus, pelo menos na primeira fase do investimento, o Seixal foi escolhido para instalar o novo complexo industrial da Hovione porque &#8220;está perto de um aeroporto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos clientes são internacionais, exportamos toda a produção e queríamos estar perto de um centro onde pudéssemos exportar e facilmente receber visitas&#8221;, disse, por seu turno, o também co-CEO Marco Gil, acrescentando que outro fator que pesou na escolha foi a proximidade com o centro de Investigação e Desenvolvimento da Hovione localizado no Lumiar, em Lisboa. </P><br />
<P>&#8220;Quando pensamos estes investimentos, não pensamos a 10, 15, 20 anos, mas sim a 50, 60 anos. No Seixal, encontrámos um terreno que tinha as características industriais necessárias à nossa atividade, que nos permite acrescentar outras tecnologias, ter uma dimensão muito maior, e aceder ao talento na região de Lisboa mas também na margem sul&#8221;.</P><br />
<P>Com a extensão em 25% da área produtiva inaugurada hoje, a Hovione atingiu o limite físico do &#8216;campus&#8217; de Loures, pelo que o aumento da capacidade de produção irá passar pelo futuro complexo do Seixal. </P><br />
<P>A nova linha de desenvolvimento e produção de comprimidos vai adicionar 50 novos postos de trabalho qualificados ao &#8216;campus&#8217; de Loures, que emprega já cerca de 1.250 trabalhadores.</P><br />
<P>Com este investimento, o &#8216;campus&#8217; de Loures sai reforçado como principal centro industrial, científico e tecnológico da rede global da Hovione, que inclui entre os seus clientes 19 das 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo.</P><br />
<P>A maior parte da produção da Hovione é exportada para o exterior, tendo os EUA como principal destino. De acordo com os responsáveis do grupo, pelo menos um em cada dez medicamentos aprovados pelo regulador norte-americano FDA são produzidos pela Hovione para as farmacêuticas clientes. </P><br />
<P>Durante a cerimónia de inauguração, onde também estiveram os presidentes da AICEP, Madalena Oliveira e Silva, e da Câmara de Loures, Ricardo Leão, o ministro da Economia destacou o facto de a Hovione produzir para alguns dos mercados mais sofisticados do mundo e considerou que o setor farmacêutico &#8220;é um setor estratégico para Portugal&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;As perturbações nas cadeias de abastecimento internacionais evidenciaram a necessidade de reforçar a capacidade industrial europeia em áreas essenciais no domínio dos medicamentos e dos produtos de saúde. Foi com esta preocupação que o Governo integrou no PTRR medidas orientadas para o reforço do setor farmacêutico&#8221;, disse ainda. </P><br />
<P>O grupo químico e farmacêutico Hovione foi fundado há mais de seis décadas em Portugal por Ivan Villax e Diane Villax. Tem quatro fábricas nos EUA, Portugal, Irlanda e China e laboratórios de desenvolvimento em Lisboa, Portugal e Nova Jersey (EUA), empregando mais de 2.600 trabalhadores. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789320]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O Tesla familiar que pode substituir o Model X já está a ser testado na Europa: o que se sabe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo Model Y L já foi visto em testes na Alemanha, ainda parcialmente camuflado, indicando que a chegada ao mercado europeu poderá estar próxima]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tesla está a preparar o lançamento europeu de uma versão maior do Model Y, criada para transportar seis ocupantes em três filas e ocupar parte do espaço deixado pelo desaparecimento do Model X. O novo Model Y L já foi visto em testes na Alemanha, ainda parcialmente camuflado, indicando que a chegada ao mercado europeu poderá estar próxima.</p>
<p>Segundo a ‘Carwow’, o protótipo circulava com matrícula alemã e apresentava camuflagem nas secções dianteira e traseira. O veículo estava equipado com jantes Uberhelix de 20 polegadas, sem as coberturas aerodinâmicas habitualmente utilizadas pela Tesla.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">🔥 Video of the Tesla Model Y L with new 20” Uberhelix wheels testing on the Nürburgring in Germany!</p>
<p>It could launch in Europe as early as September or October.</p>
<p>For comparison, there was roughly a three-month gap between the Model Y Performance being spotted testing at the… <a href="https://t.co/loRvfGWHMG">pic.twitter.com/loRvfGWHMG</a></p>
<p>&mdash; The Tesla Newswire (@TeslaNewswire) <a href="https://x.com/TeslaNewswire/status/2075940247020433880?ref_src=twsrc%5Etfw">July 11, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Maior do que o Model Y e próximo do Model X</strong></p>
<p>A letra “L” identifica uma variante alongada e com maior distância entre eixos. O Model Y L mede 4,976 metros de comprimento, mais cerca de 18 centímetros do que o Model Y convencional, e tem uma distância entre eixos de 3,04 metros.</p>
<p>Estas dimensões aproximam-no do antigo Model X. Apesar de continuar a ser ligeiramente mais curto, o novo modelo deverá oferecer um habitáculo mais bem aproveitado e uma terceira fila menos limitada do que a opção de sete lugares anteriormente disponibilizada no Model Y convencional.</p>
<p>A configuração é também diferente: em vez de dois bancos dianteiros, três lugares na segunda fila e dois lugares traseiros apertados, o Model Y L adota uma disposição 2+2+2.</p>
<p>Isso significa que a segunda fila passa a ter dois bancos individuais, frequentemente designados por bancos de capitão, deixando um corredor central para facilitar o acesso aos dois lugares traseiros.</p>
<p><strong>Seis lugares e mais conforto nas filas traseiras</strong></p>
<p>As versões já comercializadas noutros mercados incluem bancos dianteiros aquecidos e ventilados, com extensão elétrica para apoio das pernas. Na segunda fila, os passageiros dispõem igualmente de aquecimento, ventilação, apoios de braços elétricos e um sistema que permite rebater os bancos com um único toque.</p>
<p>A terceira fila recebe bancos aquecidos, reclinação elétrica e pontos de fixação para cadeiras de criança. O habitáculo inclui ainda um ecrã central de 16 polegadas, outro de oito polegadas destinado aos passageiros traseiros e um sistema de som com 19 altifalantes.</p>
<p>A bagageira deverá ser uma das principais vantagens. Com todos os bancos rebatidos, as versões internacionais anunciam um volume próximo dos 2.520 litros, permitindo ao Model Y L competir com SUV familiares de dimensões superiores.</p>
<p>Apesar do aumento exterior, o desenho mantém as linhas gerais do Model Y atual. A camuflagem observada pela ‘Carwow’ poderá esconder apenas pequenas diferenças nos para-choques, elementos aerodinâmicos ou detalhes específicos da versão europeia.</p>
<p><strong>Bateria e autonomia ainda não estão confirmadas</strong></p>
<p>Um dos principais pontos por esclarecer é a bateria escolhida para a Europa. O Model Y L fabricado em Xangai utiliza uma unidade com cerca de 88 kWh, enquanto a versão produzida nos Estados Unidos terá uma bateria próxima dos 83 kWh.</p>
<p>Por esse motivo, não é ainda possível confirmar que o modelo europeu terá 88 kWh ou uma autonomia WLTP de 681 quilómetros. As estimativas mais prudentes apontam para um alcance próximo dos 600 quilómetros com as jantes de 19 polegadas, mas a homologação europeia ainda não foi divulgada.</p>
<p>A tração integral com dois motores deverá ser a configuração inicial. Nos mercados onde já foi apresentado, o Model Y L acelera dos zero aos 100 km/h em cerca de 4,5 segundos e atinge uma velocidade máxima próxima dos 201 km/h.</p>
<p>O modelo acrescenta ainda amortecedores controlados eletronicamente, com uma afinação orientada para o conforto familiar, e capacidade Vehicle-to-Load. Esta funcionalidade permite utilizar a bateria do automóvel para alimentar equipamentos elétricos externos.</p>
<p><strong>Pode tornar-se o Model Y mais caro da Europa</strong></p>
<p>A Tesla ainda não anunciou preços, versões ou uma data oficial para o lançamento europeu. Também não confirmou se o veículo será produzido na fábrica de Berlim ou importado de outra unidade.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a versão de lançamento ficou posicionada acima do Model Y Performance, o que sugere que a Tesla poderá adotar uma estratégia semelhante na Europa. Algumas estimativas colocam o preço de entrada próximo dos 67 mil euros, mas esse valor continua por confirmar.</p>
<p>O Model Y L nasceu na China e foi posteriormente levado para outros mercados asiáticos, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos. A sua aparição em testes na Alemanha reforça agora a possibilidade de a Europa ser a próxima região a recebê-lo.</p>
<p>Mais do que uma simples versão alongada, o novo modelo poderá tornar-se a principal proposta familiar da Tesla no continente. Oferece dimensões próximas das do antigo Model X, uma terceira fila mais utilizável e seis lugares de série, mas aproveita a plataforma e a escala comercial do Model Y.</p>
<p>Por enquanto, estão confirmados o maior comprimento, a distância entre eixos alargada, os seis bancos e os testes em solo europeu. Bateria, autonomia homologada, preço e calendário continuam a ser as grandes incógnitas antes da apresentação oficial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789314]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Isso chamava-se pirataria”: Lula arrasa plano de Trump para cobrar passagem em Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:55:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva acusou Donald Trump de tentar transformar os Estados Unidos numa potência “pirata”, depois de o presidente americano anunciar a intenção de cobrar 20% sobre toda a carga transportada através do Estreito de Ormuz]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Inácio Lula da Silva acusou Donald Trump de tentar transformar os Estados Unidos numa potência “pirata”, depois de o presidente americano anunciar a intenção de cobrar 20% sobre toda a carga transportada através do Estreito de Ormuz.</p>
<p>“Antigamente, isso chamava-se pirataria”, afirmou o presidente brasileiro durante um evento público em São Paulo, citado pela &#8216;Euronews&#8217;. Para Lula, Washington não poderia provocar uma nova escalada militar na região e exigir depois aos restantes países que pagassem pela proteção da rota marítima.</p>
<p>O plano de Trump previa manter o Estreito de Ormuz aberto a todo o tráfego internacional, com exceção de navios ligados ao Irão, ao mesmo tempo que os Estados Unidos cobrariam uma taxa de 20% para compensar os custos da operação militar.</p>
<p>O presidente dos EUA proclamou Washington como o novo “guardião do Estreito de Ormuz” e defendeu que os países dependentes daquela passagem deveriam reembolsar as forças americanas pela segurança proporcionada.</p>
<p>“Um Estado importante como os Estados Unidos, que durante muito tempo combateu a pirataria, não pode agora tornar-se pirata”, respondeu Lula. O chefe de Estado brasileiro sustentou ainda que a interrupção do tráfego não poderia ser atribuída apenas a Teerão.</p>
<p>Segundo Lula, o Estreito de Ormuz não se encontrava fechado antes da nova ofensiva americana contra o Irão. Por isso, considerou injustificável que Washington procurasse cobrar aos navios pela resolução de uma crise que teria ajudado a criar.</p>
<p><strong>Trump recuou poucas horas antes da taxa</strong></p>
<p>A proposta acabou por durar menos de um dia. Poucas horas antes da entrada em vigor da cobrança, Trump anunciou que desistia da taxa e que procuraria, em alternativa, acordos comerciais e de investimento com os países do Golfo.</p>
<p>O presidente americano justificou a alteração com “conversas altamente produtivas” com líderes do Médio Oriente, embora não tenha identificado os países envolvidos nem revelado o valor dos compromissos alegadamente assumidos.</p>
<p>A navegação internacional permaneceria livre da taxa, mas o bloqueio americano contra embarcações, mercadorias e portos iranianos seria mantido.</p>
<p>A Organização Marítima Internacional já tinha contestado a proposta, afirmando que não existia fundamento jurídico para impor uma portagem obrigatória num estreito utilizado pela navegação internacional.</p>
<p><strong>Ormuz voltou ao centro da guerra</strong></p>
<p>O Estreito de Ormuz é uma das rotas energéticas mais importantes do planeta. Antes do conflito, cerca de um quinto do petróleo e do gás comercializados mundialmente atravessava diariamente aquela passagem.</p>
<p>A tensão tinha diminuído em junho, depois de os Estados Unidos e o Irão terem alcançado um entendimento provisório para suspender os ataques, permitir a reabertura da navegação e iniciar negociações.</p>
<p>O acordo começou, porém, a desmoronar-se após Washington retomar os bombardeamentos contra posições iranianas e Teerão responder com ataques contra embarcações e instalações militares dos EUA e dos seus aliados.</p>
<p>Trump restabeleceu então o bloqueio à navegação iraniana e ameaçou assumir o controlo da segurança do estreito. Foi nesse contexto que apresentou a cobrança de 20%, posteriormente abandonada.</p>
<p><strong>Lula alerta para impacto nos alimentos e combustíveis</strong></p>
<p>O presidente brasileiro advertiu que a escalada militar está a provocar uma crise económica com consequências muito além do Médio Oriente.</p>
<p>Lula destacou o impacto sobre os preços do petróleo, dos combustíveis e dos alimentos, alertando para possíveis aumentos no custo de produtos essenciais no Brasil, entre os quais o arroz e o feijão.</p>
<p>A dependência do comércio mundial em relação ao Estreito de Ormuz significa que qualquer ameaça à navegação tende a fazer subir os preços da energia, com efeitos nos transportes, na agricultura e nas cadeias de abastecimento.</p>
<p>Os preços do petróleo reduziram parte dos ganhos depois de Trump recuar na taxa, mas permaneceram pressionados pelos ataques e pelo risco de novas interrupções no abastecimento.</p>
<p>O Governo brasileiro anunciou medidas destinadas a limitar o impacto da subida dos combustíveis. Lula afirmou que as receitas obtidas através de um imposto de 12% sobre as exportações de petróleo bruto estavam a ser usadas para atenuar os aumentos sentidos pelos consumidores.</p>
<p>Apesar de Trump ter retirado a proposta, a crítica brasileira mantém-se politicamente relevante. Lula não contestou apenas o valor da cobrança: acusou Washington de iniciar uma guerra, agravar a instabilidade numa passagem essencial ao comércio mundial e tentar depois transformar a proteção militar num negócio.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789310]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Azores Airlines reforça ligações entre Lisboa e as ilhas do Faial e Pico em agosto e setembro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/azores-airlines-reforca-ligacoes-entre-lisboa-e-as-ilhas-do-faial-e-pico-em-agosto-e-setembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Azores Airlines]]></category>
		<category><![CDATA[Faial]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pico]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea açoriana Azores Airlines vai reforçar a operação entre Lisboa e as ilhas do Faial e do Pico, nos períodos de maior procura dos meses de agosto e de setembro, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A companhia aérea açoriana Azores Airlines vai reforçar a operação entre Lisboa e as ilhas do Faial e do Pico, nos períodos de maior procura dos meses de agosto e de setembro, anunciou hoje a empresa.</P><br />
<P>A SATA adiantou em comunicado enviado às redações que na rota Lisboa &#8211; Pico serão disponibilizados voos adicionais nos dias 08 e 29 de agosto, enquanto na rota Lisboa &#8211; Horta (ilha do Faial), o reforço ocorrerá nos dias 15 de agosto e 05 de setembro. </P><br />
<P>Durante o pico da estação IATA (sigla em inglês da Associação Internacional de Transporte Aéreo) de verão, a Azores Airlines assegura regularmente 10 ligações semanais entre Lisboa e a Horta e seis ligações semanais entre Lisboa e a ilha do Pico. </P><br />
<P>&#8220;Com esta operação suplementar, a companhia acrescentará uma frequência adicional&#8221; em cada um destes destinos, &#8220;aumentando a oferta disponível para residentes e visitantes&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Ainda de acordo com a nota, a Azores Airlines &#8220;continuará a avaliar a evolução da procura e a ajustar a sua oferta sempre que as condições operacionais o permitam, procurando responder às necessidades de mobilidade dos seus passageiros&#8221;.</P><br />
<P>A companhia informa ainda que a comercialização destes voos extraordinários estará disponível a partir de quarta-feira.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789303]]></sapo:autor>
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		<title>De Lisboa a Paris. &#8220;É uma questão de tempo&#8221;: Zelensky alerta para mísseis russos com 5.000 quilómetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Zelensky defendeu que a Europa deve acelerar a criação de um sistema próprio de defesa contra mísseis balísticos, capaz de reduzir a atual dependência do Patriot americano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia poderá, em breve, dispor de mísseis balísticos com alcance suficiente para atingir praticamente qualquer capital europeia, alertou Volodymyr Zelensky. O presidente ucraniano considera que será apenas “uma questão de tempo” até Moscovo conseguir lançar este tipo de armamento a distâncias de 5.000 quilómetros.</p>
<p>Em declarações à estação francesa &#8216;BFMTV&#8217;, antes de partir para Paris, Zelensky defendeu que a Europa deve acelerar a criação de um sistema próprio de defesa contra mísseis balísticos, capaz de reduzir a atual dependência do Patriot americano.</p>
<p>“É verdade que a Rússia tem mísseis balísticos muito poderosos e que já possui, ou possuirá em breve, a capacidade de os lançar a distâncias de até 5.000 quilómetros”, afirmou o presidente ucraniano, citado pelo ‘Kyiv Post’.</p>
<p>Segundo Zelensky, armamento com este alcance colocaria qualquer cidade europeia sob ameaça direta. O aviso não significa que Moscovo tenha anunciado a intenção de atacar capitais da NATO, mas procura demonstrar que o desenvolvimento tecnológico russo está a transformar o risco enfrentado pelo continente.</p>
<p>“É por isso que a Europa precisa do seu próprio sistema de defesa antimíssil. Deve ser comparável ao Patriot, mas mais acessível”, sustentou.</p>
<p><strong>Um “Lego antimíssil” construído por vários países</strong></p>
<p>A resposta proposta por Kiev chama-se FREYJA e pretende reunir as capacidades industriais, tecnológicas e financeiras de vários países europeus num único sistema de defesa contra mísseis balísticos.</p>
<p>Zelensky comparou o projeto a um “Lego antimíssil”: cada país deverá fornecer uma peça essencial, desde os intercetores e radares até à capacidade de produção e ao financiamento.</p>
<p>O programa deverá envolver oito países. França, Suécia, Dinamarca, Itália e Noruega estão entre os parceiros mencionados pelo presidente ucraniano, embora a composição completa não tenha sido detalhada.</p>
<p>A reunião de lançamento juntou algumas das maiores empresas europeias de defesa, incluindo Thales, MBDA, Saab, Leonardo, Diehl Defence, Kongsberg, Safran e Eurosam.</p>
<p>A Ucrânia deverá contribuir com componentes de mísseis e com a experiência adquirida durante anos de ataques russos. Os parceiros europeus poderão acrescentar radares, sistemas de orientação, capacidade industrial e recursos financeiros.</p>
<p>O objetivo é criar uma alternativa mais barata e produzida em maior escala do que o Patriot, cujos intercetores são caros e continuam disponíveis em quantidades insuficientes para responder às necessidades ucranianas e europeias.</p>
<p>O ‘Kyiv Post’ refere que protótipos do sistema FREYJA já se encontram em fase de testes. Caso o desenvolvimento decorra como previsto, as primeiras interceções experimentais poderão ocorrer ainda em 2026, embora a entrada efetiva em serviço dependa dos resultados técnicos e da capacidade de produção.</p>
<p><strong>Falta de intercetores deixa uma brecha urgente</strong></p>
<p>O projeto surge num momento em que a Rússia combina ataques com mísseis balísticos e vagas de drones, procurando saturar as defesas aéreas ucranianas e obrigar Kiev a gastar intercetores muito mais caros.</p>
<p>O Patriot continua a ser um dos poucos sistemas capazes de enfrentar alguns dos mísseis mais rápidos e avançados utilizados por Moscovo. No entanto, a sua produção é lenta e as existências são disputadas por vários aliados dos Estados Unidos.</p>
<p>Washington está a aumentar a capacidade de fabrico e aceitou permitir que a Ucrânia participe na produção de sistemas Patriot, mas Zelensky alerta que os resultados não chegarão com rapidez suficiente para colmatar a necessidade imediata.</p>
<p>A FREYJA procura responder a esse intervalo, criando um sistema europeu que possa ser fabricado em maiores quantidades e a um custo inferior por interceção.</p>
<p>Zelensky afirmou recentemente que os mísseis balísticos representam a principal vantagem militar que a Rússia ainda conserva sobre a Ucrânia.</p>
<p>“Existem mísseis balísticos, existem ataques verdadeiramente trágicos e horríveis contra a nossa população civil, mas essa é a única vantagem que lhes resta”, declarou após a cimeira da NATO.</p>
<p>A afirmação reflete a confiança crescente de Kiev na utilização de drones, nos ataques de longo alcance e na capacidade de atingir a logística russa, mas não elimina a vulnerabilidade das cidades ucranianas aos projéteis que viajam a velocidades muito elevadas.</p>
<p><strong>Defesa da Ucrânia passa a ser defesa da Europa</strong></p>
<p>O argumento de Zelensky é que a ameaça já não deve ser encarada apenas como um problema ucraniano. Se a Rússia desenvolver mísseis com alcance de 5.000 quilómetros, grande parte do continente ficará dentro do raio de ação a partir do território russo.</p>
<p>A distância permitiria alcançar cidades muito para além do flanco oriental da NATO, aumentando a necessidade de uma rede integrada de radares, sistemas de alerta e baterias de interceção distribuídas por vários países.</p>
<p>A construção de uma defesa europeia comum poderá, contudo, enfrentar os mesmos problemas que têm atrasado outros projetos militares do continente: divergências entre governos, competição entre fabricantes, custos elevados e longos ciclos de desenvolvimento.</p>
<p>A proposta de Kiev tenta contornar essas dificuldades através da distribuição de componentes entre diferentes indústrias, evitando que um único país tenha de desenvolver sozinho todo o sistema.</p>
<p>Segundo o ‘Kyiv Post’, o programa pretende apresentar um sistema completo num prazo de 12 meses. Trata-se de uma meta particularmente ambiciosa para um equipamento destinado a detetar, acompanhar e destruir mísseis balísticos em voo.</p>
<p>Para Zelensky, porém, a urgência justifica o calendário. A Rússia continua a desenvolver armamento de maior alcance, enquanto a Europa permanece dependente de sistemas americanos cuja produção não acompanha a procura.</p>
<p>O aviso deixado em Paris resume essa pressão: o continente pode discutir durante anos como construir a sua autonomia militar, mas os mísseis de Moscovo não esperarão pelas decisões europeias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789301]]></sapo:autor>
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		<title>Mais poderoso do que Hitler, Mao ou Stalin? Por dentro da corte, das vinganças e das obsessões de Trump na Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Rodeado por um núcleo reduzido de colaboradores que alimentam as suas convicções e raramente o contradizem, o presidente dos Estados Unidos procura agora deixar uma marca histórica impossível de apagar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump regressou à Casa Branca mais desconfiado, vingativo e determinado a exercer o poder sem os limites que encontrou durante o primeiro mandato. Rodeado por um núcleo reduzido de colaboradores que alimentam as suas convicções e raramente o contradizem, o presidente dos Estados Unidos procura agora deixar uma marca histórica impossível de apagar.</p>
<p>É esse o retrato traçado por Maggie Haberman e Jonathan Swan, jornalistas do ‘The New York Times’, no livro ‘Regime Change: Inside the Imperial Presidency of Donald Trump’. A obra acompanha os primeiros 14 meses do segundo mandato e baseia-se em informações recolhidas junto de mais de mil fontes, oficiais e anónimas, além de uma entrevista presencial com o próprio Trump. O livro vendeu mais de 300 mil exemplares na primeira semana.</p>
<p>Segundo o ‘El País’, o ponto de viragem poderá ser encontrado no primeiro dia do regresso de Trump ao Salão Oval, a 20 de janeiro de 2025. Entre as ordens executivas então assinadas esteve o perdão concedido a centenas de apoiantes envolvidos no ataque ao Capitólio, quatro anos antes. Steve Bannon resumiu o momento numa frase: &#8220;Eis o puro Trump.&#8221;</p>
<p>O empresário que chegou quase inesperadamente à presidência em 2017 teria dado lugar a um político mais isolado e movido pelo ressentimento provocado pelos processos judiciais, pelas investigações e pela derrota eleitoral de 2020. No novo mandato, Trump reduziu o círculo de confiança e passou a exigir uma lealdade quase absoluta.</p>
<p>Essa fidelidade inclui a defesa da alegação, nunca provada, de que as eleições de 2020 lhe foram roubadas. Ao contrário do primeiro mandato, em que generais, juristas e altos funcionários procuravam limitar algumas das suas decisões, Trump está agora rodeado por pessoas que o encorajam a avançar.</p>
<p><strong>“Você é a única coisa que importa para mim”</strong></p>
<p>Uma das figuras centrais desta Casa Branca é Natalie Harp, assistente executiva responsável por publicar parte das mensagens de Trump na Truth Social e por preparar conteúdos destinados à conta do presidente.</p>
<p>Conhecida entre os funcionários como a “impressora portátil”, Harp acompanhava Trump nos campos de golfe, transportando um computador, uma pequena impressora e artigos elogiosos que lhe lia em voz alta. Segundo o livro, alimenta o presidente com um fluxo quase permanente de notícias positivas e comentários favoráveis publicados nas redes sociais.</p>
<p>A proximidade ultrapassaria a relação profissional habitual. Haberman e Swan relatam que Harp deixa bilhetes nos espaços privados do presidente. Num deles terá escrito: &#8220;Você é a única coisa que importa para mim.&#8221;</p>
<p>Harp, antiga apresentadora do canal conservador &#8216;One America News Network&#8217;, afirma que Trump lhe salvou a vida ao aprovar legislação que facilitou o acesso a um tratamento experimental contra o cancro. Tornou-se uma das colaboradoras mais devotadas do presidente e uma peça importante da bolha informativa construída à sua volta.</p>
<p><strong>Um Governo ao serviço das queixas do presidente</strong></p>
<p>Stephen Miller é outra das figuras com maior influência. O assessor, conhecido como o “guardião das queixas”, ganhou poder na política migratória, na remoção de obstáculos jurídicos e na ofensiva contra adversários pessoais e políticos de Trump.</p>
<p>O ‘El País’ relata uma reunião na Sala Oval, inicialmente destinada a preparar investigações contra responsáveis da administração de Joe Biden. Durante o encontro, Trump recordou um advogado que tinha confirmado a segurança das eleições de 2020 e perguntou quem era.</p>
<p>Miller encontrou rapidamente o nome e terá desencadeado uma investigação, mesmo sem receber uma ordem explícita do presidente. Para os autores, os recursos do Governo federal foram mobilizados contra um funcionário cujo delito, aos olhos de Trump, consistira em reconhecer a validade da eleição que o afastou do poder.</p>
<p>O episódio ilustra uma das principais teses do livro: a segunda administração transformou instrumentos do Estado em extensões das vontades, ressentimentos e interesses pessoais do presidente.</p>
<p><strong>Trump compara-se aos homens mais poderosos da História</strong></p>
<p>Durante a entrevista concedida aos autores, Trump foi questionado sobre se se considerava o homem mais poderoso da História. A resposta surgiu através de um documento que pediu a Natalie Harp.</p>
<p>“Donald Trump é, sem dúvida, o homem mais poderoso que o planeta já conheceu”, leu o presidente, citando uma lista que dizia ter sido elaborada por um historiador.</p>
<p>Entre as figuras com quem se comparava encontravam-se Adolf Hitler, Mao Tsé-Tung, Josef Stalin, Alexandre, o Grande, Átila, Gengis Khan, Napoleão e vários imperadores romanos.</p>
<p>Trump não estabeleceu distinções morais entre os nomes, alguns responsáveis por genocídios e massacres. Reduziu a comparação à notoriedade, ao alcance e ao exercício de poder, argumentando que nenhum daqueles líderes tinha disposto de uma influência verdadeiramente global.</p>
<p>A origem da lista era menos académica do que Trump inicialmente sugerira. Teria ouvido a teoria durante uma partida de golfe com o antigo jogador Gary Player, que lhe falou de um homem interessado em História. O alegado “historiador presidencial” seria, afinal, um caddie que gostava de ler livros sobre o tema.</p>
<p>Para Jonathan Swan, a obsessão de Trump com estas comparações revela a principal preocupação do segundo mandato. O presidente continua atento às sondagens, às bolsas e às eleições, mas quer sobretudo ser recordado como uma figura histórica.</p>
<p><strong>Pânico com os documentos de Epstein</strong></p>
<p>Outro dos episódios mais reveladores envolve os ficheiros de Jeffrey Epstein, o financista acusado de abuso sexual de menores e de dirigir uma rede de tráfico sexual.</p>
<p>Segundo o livro, a ordem do Congresso para divulgar documentos secretos da investigação causou pânico no círculo presidencial. Susie Wiles, chefe de gabinete, convocou uma reunião na Sala de Situação, habitualmente reservada a crises militares e de segurança nacional.</p>
<p>As sondagens mostravam que o caso estava a prejudicar Trump junto da própria base MAGA. “Este é um problema enorme”, terá reconhecido o vice-presidente, JD Vance.</p>
<p>Os participantes discutiram diferentes possibilidades, incluindo a hipótese de Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, testemunhar perante o Congresso em troca de um indulto presidencial. A solução foi considerada politicamente desastrosa pelo responsável pela comunicação da Casa Branca.</p>
<p>Noutra reunião, os assessores passaram horas a discutir se deveria ser publicado um documento com alegações de natureza sexual contra Trump. Um funcionário descreveu como “surreal” o facto de aquele debate decorrer na mesma sala onde Barack Obama acompanhou a operação que matou Osama bin Laden.</p>
<p>Haberman considera falsa a alegação frequente de Trump de que lidera “a administração mais transparente da História”. Pelo contrário, sustenta que o reduzido círculo presidencial se tornou particularmente eficaz a guardar segredos.</p>
<p><strong>“Não sou fã da Ucrânia, exceto pelas mulheres”</strong></p>
<p>O livro recupera também a discussão pública entre Trump e Volodymyr Zelensky na Sala Oval. Depois do encontro, o presidente dos Estados Unidos terá dito aos assessores que o confronto tinha sido “um ótimo programa de televisão”, melhor do que ‘O Aprendiz’, o concurso que o tornou famoso.</p>
<p>Noutra reunião, Trump terá afirmado: “Não sou um grande fã da Ucrânia, exceto pelas mulheres. Elas continuam a ganhar o Miss Universo.&#8221;</p>
<p>A observação é apresentada como exemplo de um presidente que reduz frequentemente decisões diplomáticas e militares a impressões pessoais, episódios televisivos ou referências à sua antiga atividade empresarial.</p>
<p>O livro descreve igualmente a decisão de apoiar um ataque ao Irão, apesar das reservas do vice-presidente e dos serviços de informações. Trump acreditava que a guerra terminaria rapidamente e não se deixou demover pelas avaliações mais pessimistas apresentadas pelos seus assessores.</p>
<p>Haberman e Swan defendem que esta forma de decidir — intuitiva, concentrada e pouco condicionada por instituições — alterou a própria natureza da presidência dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Vance e Rubio disputam a sucessão</strong></p>
<p>A corrida para suceder a Trump é outro dos temas da obra. Embora o vice-presidente seja tradicionalmente o candidato natural após dois mandatos presidenciais, Trump mantém uma competição entre JD Vance e o secretário de Estado, Marco Rubio.</p>
<p>Durante um jantar na Casa Branca com o magnata Rupert Murdoch, o presidente perguntou-lhe diretamente o que pensava de cada um. Murdoch respondeu que Vance tinha potencial para ser “ótimo”, mas classificou Rubio como “brilhante”.</p>
<p>Trump parece apreciar a incerteza e o conflito entre os dois possíveis sucessores. Ainda assim, a maioria dos elementos do seu círculo acredita que acabará por escolher Vance.</p>
<p>O ambiente interno é descrito como uma corte em que os colaboradores competem por atenção e procuram entreter o presidente. Pete Hegseth, secretário da Defesa, mostrar-lhe-ia vídeos de ataques de drones contra seres humanos, classificados por um funcionário como os “filmes snuff de Hegseth”.</p>
<p><strong>Árvores, ouro e supercola na Sala Oval</strong></p>
<p>Quando Haberman e Swan entrevistaram Trump para concluir o livro, encontraram a secretária presidencial coberta por fotografias de árvores. Apesar de existir uma guerra com impacto crescente na economia mundial, o presidente preferiu falar longamente sobre os bordos e carvalhos que queria plantar nos jardins da Casa Branca.</p>
<p>O interesse pela decoração estende-se ao interior da residência. Trump encheu a Sala Oval de ornamentos dourados e planeou remodelações de grande dimensão, incluindo um salão de baile e um arco triunfal em Washington.</p>
<p>Numa manhã, a porta-voz Karoline Leavitt encontrou-o com um tubo de supercola nas mãos, a tentar fixar pessoalmente aplicações douradas à lareira de mármore do Salão Oval.</p>
<p>O episódio não surpreendeu os colaboradores. Haberman e Swan escrevem que todos sabiam que Trump confiava mais no próprio gosto estético do que no trabalho de qualquer decorador.</p>
<p>A imagem resume o retrato construído pelo livro: um presidente que concentra decisões políticas, militares e decorativas, rodeado por um pequeno grupo de colaboradores e convencido de que só a sua vontade importa.</p>
<p>“Sofri um impeachment ilegal, fui alvo de processos e fui praticamente assassinado. Mas venci a eleição com uma margem esmagadora. Ninguém mais conseguiria”, afirmou Trump aos jornalistas.</p>
<p>No final da entrevista, deixou aquela que talvez seja a frase que melhor sintetiza a sua visão sobre o poder e o legado: “Basicamente, eu venço todas as vezes. Eu ganho sempre.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789286]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da Parpública sobem 19,4% em 2025 para 233,4 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Parpública]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Parpública registou, em 2025, lucros atribuíveis a detentores de capital consolidados de 233,4 milhões de euros, um aumento de 19,4% em termos homólogos, adiantou, num comunicado hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Parpública registou, em 2025, lucros atribuíveis a detentores de capital consolidados de 233,4 milhões de euros, um aumento de 19,4% em termos homólogos, adiantou, num comunicado hoje divulgado.</P><br />
<P>De acordo com a nota, a empresa gestora das participações do Estado registou um volume de negócios consolidado de 1.368,9 milhões de euros, um crescimento de 10,4%, enquanto o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) consolidado atingiu 579,3 milhões de euros, correspondendo a um acréscimo de 2,3% face a 2024.</P><br />
<P>&#8220;A solidez financeira do grupo manteve-se robusta, com o ativo total consolidado a atingir 10.817,3 milhões de euros, o passivo total a fixar-se em 4.351,1 milhões de euros e o capital próprio consolidado a ascender a 6.466,1 milhões de euros&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Por sua vez, os rácios de autonomia financeira e de solvabilidade situaram-se, respetivamente, em 56% e 140%.</P><br />
<P>Já no que diz respeito às contas individuais da holding, &#8220;o resultado líquido atingiu 53,5 milhões de euros, superior em 8,7 milhões de euros ao registado em 2024, beneficiando do aumento dos dividendos recebidos e da redução do impacto das imparidades&#8221;. Já o volume de negócios ascendeu a 69,1 milhões de euros, refletindo um crescimento de 17,7% face a 2024. </P><br />
<P>No seu relatório e contas, divulgado no &#8216;site&#8217; da empresa, a Parpública revelou ainda que vai entregar 13,3 milhões de euros em dividendos ao Estado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789276]]></sapo:autor>
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		<title>Telefonema de Trump e castigo suspenso: Infantino alvo de queixa por alegada interferência no Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Gianni Infantino]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Organização de direitos humanos FairSquare acusa o presidente da FIFA de ter demonstrado repetidamente apoio político ao presidente dos Estados Unidos, comportamento que poderá contrariar a Carta Olímpica e o Código de Ética do Comité Olímpico Internacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gianni Infantino enfrenta uma queixa formal junto do Comité Olímpico Internacional por alegadas violações das regras de neutralidade política na relação mantida com Donald Trump. O caso mais recente envolve a controversa suspensão do castigo aplicado ao avançado dos Estados Unidos Folarin Balogun durante o Mundial.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, a organização de direitos humanos FairSquare acusa o presidente da FIFA de ter demonstrado repetidamente apoio político ao presidente dos Estados Unidos, comportamento que poderá contrariar a Carta Olímpica e o Código de Ética do Comité Olímpico Internacional.</p>
<p>Infantino é membro do Comité Olímpico Internacional desde 2020 e, nessa qualidade, está obrigado a agir de forma independente de interesses políticos e comerciais. A FairSquare identificou cinco alegadas violações claras das regras de neutralidade e pediu uma investigação a outros dois episódios que considera particularmente graves.</p>
<p>O principal foco da polémica é o caso de Folarin Balogun. O avançado americano tinha recebido um jogo de suspensão, mas a Comissão Disciplinar da FIFA decidiu suspender o castigo, permitindo-lhe disputar os oitavos de final do Mundial contra a Bélgica.</p>
<p>A decisão foi tomada depois de um telefonema entre Trump e Infantino, embora o dirigente suíço tenha sempre defendido que os órgãos disciplinares da FIFA atuam de forma independente.</p>
<p>De acordo com informações citadas pelo ‘The Independent’, Mohammad Al Kamali, presidente da Comissão Disciplinar, terá decidido sozinho suspender a pena de Balogun. A atuação contrastaria com outros processos disciplinares conhecidos, nos quais o responsável não tomou decisões sem a participação dos restantes membros.</p>
<p>A FIFA confirmou oficialmente que a suspensão do cartão vermelho permitiu ao avançado dos Estados Unidos estar disponível para o encontro com a Bélgica, mas não apresentou publicamente uma explicação detalhada para a alteração da sanção.</p>
<p>A ausência de esclarecimentos alimentou críticas devido ao tratamento dado a outros jogadores durante o mesmo Mundial.</p>
<p>O defesa inglês Jarell Quansah foi suspenso por dois jogos depois de ter sido expulso na vitória da Inglaterra sobre o México. O castigo impediu-o de voltar a jogar antes da final, caso a seleção inglesa consiga chegar ao encontro decisivo.</p>
<p>A França tentou igualmente contestar um cartão amarelo mostrado a Michael Olise no encontro dos oitavos de final contra o Paraguai, mas o recurso não foi aceite.</p>
<p>Para a FairSquare, estas diferenças justificam que o Comité Olímpico Internacional investigue se existiu pressão política no caso de Balogun e se Infantino permitiu que essa interferência influenciasse a aplicação das regras da FIFA.</p>
<p>A organização sublinha, contudo, que a queixa não prova que Trump tenha determinado a decisão disciplinar. O documento apresenta aquilo que classifica como indícios suficientes para justificar uma investigação independente.</p>
<p>A FairSquare acusa também Infantino de ter oferecido apoio político público a Trump em várias ocasiões. Entre os episódios mencionados está uma mensagem publicada depois da tomada de posse do presidente dos Estados Unidos, na qual o dirigente da FIFA utilizou uma adaptação da expressão política “Make America Great Again”.</p>
<p>A queixa sustenta que este tipo de declaração ultrapassa o relacionamento institucional esperado entre o presidente da FIFA e o chefe de Estado de um dos países anfitriões do Mundial.</p>
<p>Outro dos casos que a organização pede ao Comité Olímpico Internacional para investigar está relacionado com a promoção, por Infantino, de uma plataforma digital dirigida aos adeptos do Mundial. Segundo a denúncia, o site poderá ter integrado uma operação de recolha de dados associada a entidades ligadas a Trump.</p>
<p>A organização já tinha apresentado, em dezembro de 2025, uma queixa semelhante à Comissão de Ética da FIFA. O órgão confirmou a receção do documento, mas não forneceu mais informações sobre a eventual abertura de um processo.</p>
<p>A Federação Norueguesa de Futebol pediu, a 1 de junho, que as acusações fossem analisadas de acordo com as regras de boa governação. Mais tarde, a 29 de junho, 50 eurodeputados enviaram uma carta à FIFA exigindo uma resposta às alegações.</p>
<p>Os parlamentares consideraram que o processo poderia servir para a FIFA demonstrar compromisso com a neutralidade política, a transparência e a responsabilização.</p>
<p>A queixa ao Comité Olímpico Internacional aumenta a pressão sobre Infantino porque este organismo pode aplicar sanções aos seus membros quando considera que violaram o juramento ou prejudicaram os interesses e a reputação do movimento olímpico.</p>
<p>Ao tornar-se membro, Infantino comprometeu-se a respeitar a Carta Olímpica, cumprir o Código de Ética e agir independentemente de interesses políticos. As regras do Comité Olímpico Internacional permitem, em casos extremos, a expulsão de um membro que tenha violado essas obrigações.</p>
<p>Tanto a FIFA como o Comité Olímpico Internacional foram contactados pelo ‘The Independent’, mas não tinham respondido às acusações no momento da publicação.</p>
<p>O processo coloca agora duas questões no centro da polémica: se a relação próxima entre Infantino e Trump ultrapassou os limites institucionais e se um telefonema político poderá ter influenciado uma decisão disciplinar durante o Mundial.</p>
<p>Até que exista uma investigação ou uma explicação da FIFA, a ligação entre a chamada de Trump e a suspensão de Balogun permanece uma suspeita levantada pela FairSquare — mas suficiente para levar o presidente do futebol mundial perante as regras de ética do movimento olímpico.</p>
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		<title>Irão: Kuwait diz estar a intercetar &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:37:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Kuwait]]></category>
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					<description><![CDATA[O Kuwait anunciou hoje estar a intercetar "mísseis e drones hostis", sem especificar a origem do ataque, ainda que na segunda-feira o país tenha sido alvo de bombardeamentos do Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Kuwait anunciou hoje estar a intercetar &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;, sem especificar a origem do ataque, ainda que na segunda-feira o país tenha sido alvo de bombardeamentos do Irão.</P><br />
<P>&#8220;As Forças Armadas estão atualmente a enfrentar ataques com mísseis e drones hostis&#8221;, indicaram as autoridades militares do Kuwait em comunicado, acrescentando que os sons de explosões que se podem escutar sobre o território &#8220;são o resultado dos abates efetuados pelos sistemas de defesa aérea&#8221;.</P><br />
<P>Até ao momento não foram divulgadas informações sobre o alvo destes ataques nem sobre a origem.</P><br />
<P>Além de ser visado por Teerão em ataques como represália pelos bombardeamentos norte-americanos, o Kuwait também tem sido alvo de ataques por parte de milícias pró-iranianas do Iraque, em apoio ao Irão.</P><br />
<P>Durante as últimas 24 horas, o Irão já lançou ataques contra dois navios dos Emirados Árabes Unidos que navegavam pelo estreito de Ormuz, causando a morte de um tripulante e oito feridos, e disparou mísseis e drones contra alvos dos Estados Unidos no Bahrein, no Kuwait e na Jordânia, na terceira noite consecutiva de ataques cruzados entre Washington e Teerão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789266]]></sapo:autor>
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		<title>Novo Nissan LEAF recupera estatuto de referência e é eleito Carro do Ano de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Nissan LEAF conquistou três distinções nos 'New Car Awards' de 2026, incluindo o título de Carro do Ano. A terceira geração do modelo elétrico foi também eleita o melhor compacto para empresas e o elétrico acessível do ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Nissan LEAF conquistou três distinções nos &#8216;New Car Awards&#8217; de 2026, incluindo o título de Carro do Ano. A terceira geração do modelo elétrico foi também eleita o melhor compacto para empresas e o elétrico acessível do ano.</p>
<p>O júri destacou a combinação entre autonomia, preço, conforto e eficiência. O novo LEAF anuncia até 622 quilómetros de autonomia no ciclo WLTP e está disponível com baterias de 52 kWh ou 75 kWh.</p>
<p>A distinção junta-se a outros prémios já recebidos pelo modelo no Reino Unido e internacionalmente, incluindo o título de Carro do Ano atribuído pelo jornal britânico ‘The Sun’ e a vitória absoluta nos Women’s Worldwide Car of the Year 2026.</p>
<p>O Nissan LEAF recebeu ainda o prémio de melhor compacto nessa competição internacional e foi distinguido com o título de escolha do editor nos &#8216;Autotrader Drivers’ Choice Awards&#8217;.</p>
<p>A autonomia e o custo de utilização foram apontados como argumentos particularmente relevantes para empresas e clientes de frotas, contribuindo para a vitória na categoria de melhor compacto empresarial.</p>
<p>Richard Ingram, editor-adjunto da ‘Auto Express’, considera que os concorrentes não conseguem superar a combinação entre a autonomia elevada e o preço competitivo oferecida pelo modelo.</p>
<p>O responsável destacou igualmente o equilíbrio entre desempenho e eficiência, a qualidade de condução, a precisão do comportamento em estrada e a organização do habitáculo.</p>
<p>“Se acrescentarmos uma qualidade de condução de gama alta, uma condução precisa e um interior que oferece espaço e uma disposição impressionantes, envoltos num design dinâmico, a vitória é amplamente merecida”, afirmou.</p>
<p>O novo LEAF foi concebido e é fabricado no Reino Unido, na unidade industrial da Nissan em Sunderland, responsável pela produção das três gerações do modelo.</p>
<p>James Taylor, diretor-geral da Nissan Motor GB, classificou os três prémios como um reconhecimento do trabalho desenvolvido para transformar a terceira geração no LEAF mais avançado até à data.</p>
<p>O responsável destacou ainda o papel da equipa da fábrica de Sunderland, que produziu as diferentes gerações do automóvel elétrico desde o lançamento do primeiro modelo.</p>
<p>Além da autonomia de até 622 quilómetros, o novo Nissan LEAF inclui um habitáculo mais espaçoso e tecnologias como os serviços Google integrados.</p>
<p>O modelo dispõe também das funções Vehicle-to-Grid e Vehicle-to-Load. A primeira permite utilizar a bateria para fornecer energia à rede elétrica, enquanto a segunda possibilita alimentar equipamentos externos diretamente a partir do automóvel.</p>
<p>Em Portugal, o novo Nissan LEAF está disponível nas versões Engage, Advance e Evolve. Os preços começam nos 29.990 euros, acrescidos de IVA, incluindo três anos de manutenção.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789264]]></sapo:autor>
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		<title>Notas dos exames por um fio: professores ganham mais 12 horas para concluir correções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida aumenta as dúvidas sobre a capacidade de cumprir o calendário, que já tinha sido revisto, com a divulgação das classificações a passar de 14 para 17 de julho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação terá prolongado até ao meio-dia desta quarta-feira o prazo concedido a alguns professores para concluírem a classificação dos exames nacionais, numa corrida contra o tempo para garantir a divulgação das notas na sexta-feira.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, ainda durante a tarde de terça-feira havia docentes a receber cem ou mais itens para corrigir, apesar de faltarem poucas horas para terminar o prazo oficial. O alargamento representa mais 12 horas para finalizar um processo já marcado por atrasos, falhas técnicas e sucessivas alterações.</p>
<p>A medida aumenta as dúvidas sobre a capacidade de cumprir o calendário, que já tinha sido revisto, com a divulgação das classificações a passar de 14 para 17 de julho. Para chegar a essa data, o Ministério depende agora de um último esforço intensivo dos professores classificadores.</p>
<p>O movimento SOS Escola Pública denunciou igualmente que alguns docentes foram convocados apenas nas últimas horas, enquanto outros continuavam a receber novos itens ou enfrentavam dificuldades de acesso à plataforma de classificação eletrónica.</p>
<p>A tensão aumentou com a notícia da saída de Salomé Augusto Branco do cargo de vice-presidente da Agência para a Gestão do Sistema Educativo. A demissão foi noticiada pela RTP, sem que tenham sido inicialmente reveladas as razões da decisão.</p>
<p>O Ministério da Educação afastou qualquer ligação entre a saída e os problemas dos exames. Segundo a tutela, Salomé Branco pediu a exoneração a 8 de julho, com efeitos a partir do dia 10, e não teve qualquer participação na preparação ou implementação da classificação eletrónica, responsabilidade atribuída ao Júri Nacional de Exames e ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789254]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura quer falar com Seguro sobre &#8220;regular funcionamento do Governo&#8221; e &#8220;falta de coordenação&#8221; do PM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega afirmou hoje que pretende falar com o Presidente da República, numa audiência marcada para quarta-feira, sobre o "regular funcionamento do Governo" e acusou o primeiro-ministro de "falta de coordenação brutal".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega afirmou hoje que pretende falar com o Presidente da República, numa audiência marcada para quarta-feira, sobre o &#8220;regular funcionamento do Governo&#8221; e acusou o primeiro-ministro de &#8220;falta de coordenação brutal&#8221;.</P><br />
<P>Minutos antes de uma conferência de imprensa convocada pelo partido Chega para o parlamento, a assessoria informou que a audiência solicitada &#8220;com caráter de urgência&#8221; ao Presidente da República vai realizar-se na quarta-feira, às 17:30.</P><br />
<P>A audiência foi requerida na sequência da denúncia do Chega de que o presidente do partido, André Ventura, foi ameaçado verbalmente pelo ministro da Administração Interna no último debate quinzenal, acusação negada por Luís Neves.</P><br />
<P>&#8220;O partido reafirmará junto do senhor Presidente da República a gravidade da situação e a necessidade de assegurar o pleno respeito pelos princípios do Estado de Direito, pelo regular funcionamento das instituições democráticas, pela fiscalização democrática e pela liberdade de atuação da oposição&#8221;, referiu o partido.</P><br />
<P>Questionado sobre se entende que está em causa o regular funcionamento das instituições &#8211; que constitui fundamento constitucional para o Presidente da República demitir o Governo -, André Ventura não respondeu diretamente, preferindo remeter para o final da audiência essa avaliação e que iniciativas irá tomar o partido.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro deve pedir ao ministro da Administração Interna esclarecimentos sobre o que está a acontecer, não deve ter nem receio nem hesitação de o fazer. Se eu fosse primeiro-ministro era o que faria de forma imediata&#8221;, disse, acrescentando que essas ameaças &#8220;são reais e efetivas&#8221;.</P><br />
<P>André Ventura disse ver &#8220;com muita, muita preocupação o estado atual em que o Governo se encontra, não só devido aos vários casos que envolvem os vários ministros, mas porque, a somar a todos eles, há uma falta de coordenação brutal&#8221; por parte do primeiro-ministro.</P><br />
<P>&#8220;Este primeiro-ministro habituou-se a aparecer quando lhe interessa e a desaparecer quando não quer tocar nos assuntos. Habituou-se a estar presente para situações simbólicas e a não estar presente quando o país precisa de coordenação e precisa de decisão&#8221;, criticou.</P><br />
<P>O líder do Chega considerou que Luis Montenegro &#8220;não conseguirá por muito mais tempo esconder-se da situação e das situações dos seus ministros&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Acho que não conseguirá por muito mais tempo ficar sem assumir a autoridade que tem que assumir enquanto primeiro-ministro e que não tem assumido neste caso&#8221;, afirmou.</P></p>
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