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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 May 2026 20:03:57 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Benfica apura-se para a final da Liga portuguesa de basquetebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica, tetracampeão nacional, apurou-se hoje para a final da Liga portuguesa de basquetebol, depois de vencer em casa da Oliveirense, por 86-78, no terceiro jogo das meias-finais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica, tetracampeão nacional, apurou-se hoje para a final da Liga portuguesa de basquetebol, depois de vencer em casa da Oliveirense, por 86-78, no terceiro jogo das meias-finais.</P><br />
<P>Depois de ter triunfado nos dois encontros em casa, o Benfica confirmou a qualificação para a final, a quinta consecutiva, depois de voltar a vencer a equipa de Oliveira de Azeméis, num encontro em que, ao intervalo, perdia por 46-38.</P><br />
<P>Os &#8216;encarnados&#8217;, recordistas de títulos, com 31 troféus, ficam à espera de adversário na final, que vai sair do confronto entre Sporting e FC Porto, que está empatado, com uma vitória para cada equipa, após os dois primeiros jogos em Lisboa.</P><br />
<P>Os &#8216;dragões&#8217; recebem o Sporting na sexta-feira, com as duas equipas a voltarem a encontrar-se no domingo, em dois encontros marcados para a Dragão Arena. Caso seja necessário, o quinto jogo está marcado para quarta-feira, no Pavilhão João Rocha.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769430]]></sapo:autor>
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		<title>A imagem que goza com o novo Ferrari elétrico: Toblerone promete “manter sempre os ângulos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari Luce]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Toblerone]]></category>
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					<description><![CDATA[Toblerone publicou nas redes sociais uma imagem a brincar com as formas arredondadas do novo Ferrari, transformando a sua famosa barra triangular numa espécie de chocolate sem ângulos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ferrari já esperava reações fortes ao apresentar o Luce, o seu primeiro modelo totalmente elétrico. Mas talvez não contasse que a polémica em torno do design chegasse ao ponto de uma marca suíça de chocolates se juntar às críticas. A &#8216;Carscoops&#8217; destaca que a Toblerone publicou nas redes sociais uma imagem a brincar com as formas arredondadas do novo Ferrari, transformando a sua famosa barra triangular numa espécie de chocolate sem ângulos.</p>
<p>A imagem mostra uma barra inspirada na Toblerone, mas sem os tradicionais picos triangulares que fazem parte da identidade visual da marca. Em vez disso, surge uma forma lisa, arredondada e pouco definida, pintada num tom azul-claro semelhante ao usado numa das versões de lançamento do Ferrari Luce.</p>
<p>A publicação vinha acompanhada da frase “isto não vai acontecer”, acrescentando que a Toblerone irá “manter sempre os ângulos”. A piada é direta: a marca suíça, associada precisamente às formas triangulares do seu chocolate, aproveitou a controvérsia em torno do novo Ferrari para sublinhar que não pretende seguir o mesmo caminho estético.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DY16g0OieDz/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
<div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DY16g0OieDz/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> </p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DY16g0OieDz/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Toblerone (@toblerone)</a></p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>O alvo da brincadeira é o design do Luce, que tem sido amplamente criticado nas redes sociais. Segundo a Carscoops, nos últimos dias o modelo foi comparado a vários objetos e automóveis inesperados, desde um rato recarregável da Apple até a um hatchback da Nissan. Também circularam vídeos gerados por inteligência artificial com Enzo Ferrari a “reagir” de forma explosiva ao novo modelo.</p>
<p>A crítica principal não parece estar apenas no facto de o Luce ser elétrico. O problema, para muitos utilizadores e comentadores, é que o carro não se parece com aquilo que normalmente se espera de um Ferrari. A marca italiana terá procurado deliberadamente uma linguagem visual diferente, mas o resultado está a dividir opiniões e a alimentar uma onda de memes.</p>
<p>A polémica ganhou ainda mais peso depois das declarações de Luca di Montezemolo, antigo presidente da Ferrari, que liderou a marca durante 23 anos. Visivelmente incomodado, o ex-dirigente afirmou que, se dissesse aquilo que realmente pensava, estaria a “magoar a Ferrari”.</p>
<p>Montezemolo foi mais longe e alertou para o risco de “destruição de uma lenda”, sugerindo que talvez a marca devesse retirar o emblema do cavallino rampante do modelo. Num comentário particularmente duro, acrescentou que a única vantagem do carro é que “nem os chineses” deverão tentar copiá-lo.</p>
<p>Apesar da receção controversa, o Ferrari Luce apresenta números de desempenho próprios de um superdesportivo. A marca afirma que o modelo debita 1.035 cv, ou 1.050 PS, a partir de quatro motores elétricos, com aceleração dos 0 aos 100 km/h em 2,5 segundos.</p>
<p>Esses valores tornam o Luce mais rápido do que alguns Ferrari com motor de combustão. Ao mesmo tempo, o modelo oferece espaço para cinco ocupantes e uma bagageira de grandes dimensões, afastando-se da imagem tradicional de um Ferrari mais baixo, agressivo e centrado no condutor.</p>
<p>O problema para a Ferrari é que, nesta fase, o debate não está a ser dominado pela potência ou pela aceleração. Está a ser dominado pela imagem. E quando até uma marca como a Toblerone entra na conversa para prometer que vai “manter os ângulos”, o Luce deixa de ser apenas o primeiro elétrico da Ferrari e passa a ser também um caso de cultura digital.</p>
<p>A reação mostra como a apresentação de um automóvel de uma marca tão simbólica já não se joga apenas entre imprensa especializada, clientes e concessionários. Joga-se também nas redes sociais, onde uma imagem irónica pode pesar tanto como uma ficha técnica. No caso do Luce, a Ferrari ganhou atenção mundial, mas não necessariamente pelos motivos que pretendia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769411]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Luso venezuelanos impedidos de receber SMS com códigos de validação bancária e da Chave Móvel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Luso venezuelanos queixaram-se hoje de estarem há várias semanas sem receber mensagens de texto (SMS) nos seus telemóveis com os códigos de validação, impossibilitando-os de aceder e realizar operações bancárias ou que requeiram autenticação via Chave Móvel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Luso venezuelanos queixaram-se hoje de estarem há várias semanas sem receber mensagens de texto (SMS) nos seus telemóveis com os códigos de validação, impossibilitando-os de aceder e realizar operações bancárias ou que requeiram autenticação via Chave Móvel.</P><br />
<P>A situação, segundo explicou à Lusa fonte do Conselho das Comunidades Portuguesas, está a criar constrangimentos aos clientes de bancos portugueses como o Millennium BCP e a Caixa Geral de Depósitos, impedindo-os inclusive de efetuar pagamentos de serviços, validar compras pela Internet e realizar transferências.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa, a CGD confirmou a situação, declarando estar a desenvolver soluções alternativas ao envio de códigos via SMS para a realização de operações nos seus canais digitais na Venezuela, depois de vários clientes terem reportado dificuldades.</P><br />
<P>&#8220;As pessoas necessitam mobilizar o seu dinheiro, inclusive por motivos de saúde e por emergências, e lamentavelmente não o conseguem fazer (&#8230;) queixam-se de que não recebem a confirmação através do &#8216;token&#8217; SMS para poder validar as operações&#8221;, disse o conselheiro, adiantando haver relatos de que &#8220;o acesso através da CaixaDireta está bloqueado e pessoas que nem sequem podem entrar na página web&#8221;.</P><br />
<P>Na resposta à Lusa, fonte oficial da Caixa disse que o banco público tinha conhecimento das dificuldades reportadas por clientes na Venezuela, mas que as falhas são alheias ao banco e resultam de limitações de operadoras de telecomunicações locais.</P><br />
<P>Para contornar estas limitações, a CGD está agora a desenvolver soluções alternativas ao envio de códigos via SMS para acabar &#8220;com a dependência de operadoras de comunicação locais&#8221; na realização de operações na sua aplicação digital.</P><br />
<P>A mesma fonte avançou que, desde domingo, 24 de maio, que é possível realizar várias operações no Caixadirecta &#8216;online&#8217;, como transferências ou pagamentos de serviços, sem a utilização de SMS.</P><br />
<P>A autenticação de segurança das operações está, nestes casos, a ser feita através da própria aplicação digital (app) do banco, disse.</P><br />
<P>O conselheiro ouvido pela Lusa alertou que &#8220;as pessoas estão longe e entram logo em crise&#8221;, apontando que &#8220;às vezes até querem apenas ver se o dinheiro delas está lá [na conta]&#8221; e que há quem precise das suas poupanças para coisas do dia-a-dia.</P><br />
<P>&#8220;Eu sou cliente do Millennium BCP e com os meus conhecimentos básicos de tecnologia vou conseguindo aceder, mas há pessoas de idade, que estão sozinhas, que, quando o acesso se bloqueia, ficam logo no ar&#8221;, disse, precisando que usa um aparelho comprado em Portugal que lê o cartão bancário e gera um código.</P><br />
<P>O conselheiro disse ter recebido queixas de comerciantes portugueses na Venezuela e instou os bancos portugueses a &#8220;encontrarem soluções&#8221;, sublinhando que &#8220;não é só captar clientes, depois há que dar-lhes a atenção necessária&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Hoje em dia, com a situação que estamos a viver na Venezuela, muitos comerciantes têm que recorrer aos aforros que têm em Portugal, ao dinheiro que têm fora, para poder, muitas vezes, cobrir as despesas diárias de operatividade e encontram-se com dificuldades, porque não podem nem pagar essas despesas mínimas&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Quanto às dificuldades com a aplicação governamental Chave Móvel, explicou que na semana passada foi tema de conversa na reunião do Conselho das Comunidades Portuguesas na Venezuela, que teve lugar na cidade de Puerto Ordáz.</P><br />
<P>&#8220;Falamos em promover o uso da Chave Móvel, mas ela funciona com um código enviado por SMS que não chega ao telefone das pessoas, por problemas com a rede local de telefonia, e, assim, a aplicação é totalmente ineficiente. Há que buscar uma solução, provavelmente através de uma App que gere os códigos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou que ele próprio tem conta em bancos de outros países do continente americano, que usam uma App Token que gera um código, sublinhando que os bancos portugueses têm de buscar rapidamente uma solução.</P><br />
<P>&#8220;A tecnologia muda constantemente e, por exemplo, os bancos deste lado do Atlântico, do Panamá, Estados Unidos, entre outros, já funcionam com tecnologias de &#8216;tokens&#8217; através de aplicações, que são muito mais fáceis de funcionar. Eu tenho conta no Panamá e uso a aplicação TrustTo, que gera um código que uso para validar as minhas operações, rapidamente, necessitando apenas de estar ligado à Internet&#8221;, disse.</P><br />
<P></P><br />
<P>FPG/JO // MLL</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769428]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente do ICA pede a autarquias que ajudem exibição de cinema português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:38:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), Luís Chaby Vaz, disse hoje que as autarquias têm de criar condições para exibir cinema português e fazê-lo chegar aos espectadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), Luís Chaby Vaz, disse hoje que as autarquias têm de criar condições para exibir cinema português e fazê-lo chegar aos espectadores.</P><br />
<P>Num debate no final da 11.ª edição dos Encontros de Cinema Português, hoje, em Lisboa, Luís Chaby Vaz pediu &#8220;uma interação mais profunda com as autarquias&#8221; para que a oferta de cinema tenha &#8220;outro tipo de calendários&#8221; e com mais espaço para filmes portugueses.</P><br />
<P>&#8220;A maior parte das autarquias tem de criar condições para que a exibição de cinema seja uma realidade. E uma exibição que faça sentido, num trabalho com escolas, que neste momento não é possível, e que exista uma interligação maior entre os Ministérios da Educação e da Cultura. É um trabalho em rede que vai demorar tempo, mas está em curso&#8221;, disse.</P><br />
<P>O apelo do presidente do ICA ao poder local surge semanas depois de terem sido divulgadas as conclusões do grupo informal de trabalho, pedido pelo governo, para avaliar e apresentar propostas de resposta ao aumento de fecho de salas de cinema em 2025 e 2026.</P><br />
<P>Entre as recomendações saídas desse grupo de trabalho está o envolvimento dos auditórios municipais da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP) para que capacitem os seus técnicos em mediação de cinema e tenham mais programação regular cinematográfica, sobretudo em locais onde há menor oferta.</P><br />
<P>O mesmo grupo de trabalho alertou ainda que a realidade nacional da exibição de cinema &#8220;é estruturalmente assimétrica&#8221;, com cinco capitais de distrito sem exibição regular: Beja, Bragança, Guarda, Portalegre e Viana do Castelo.</P><br />
<P>E há igualmente muitos concelhos sem exibição de cinema, pelo que &#8220;uma meta ambiciosa seria garantir exibição de cinema em todos os concelhos até 2027&#8221;, lê-se no relatório do grupo de trabalho.</P><br />
<P>Segundo Luís Chaby Vaz, o ICA está já num &#8220;processo interno de revisão&#8221; de procedimentos, que deverá passar igualmente pela aplicação do plano estratégico 2024-2028.</P><br />
<P>&#8220;Temos uma enorme preocupação. Temos de fazer um esforço extra para que o cinema chegue às pessoas, que as pessoas compreendam o cinema português, que as pessoas gostem e não gostem, porque isso faz parte desta dinâmica&#8221;, disse.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes do ICA, este ano &#8212; com estatísticas recolhidas até abril &#8212; estrearam-se 15 filmes portugueses nas salas de cinema, o que representa uma quota de 11% face ao total de obras estreadas nos cinemas.</P><br />
<P>Em termos de espectadores nesse mesmo período a quota situa-se em 1,4% (com 50.564 entradas), enquanto a quota de receita de bilheteira foi de 1%, totalizando cerca de 242.600 euros.</P><br />
<P>No debate, o produtor Paulo Branco lamentou que em Portugal não haja o mesmo esforço de países como Espanha e França, de colocar as artes, e em particular o cinema, nas escolas e no sistema educativo.</P><br />
<P>&#8220;Estamos sozinhos&#8221; no trabalho de exibição e divulgação do cinema português, constatou o produtor, dizendo que é &#8220;indispensável&#8221; o envolvimento dos municípios e igualmente da comunicação social.</P><br />
<P>No debate participaram ainda o investigador Manuel Damásio, da Universidade Lusófona, a responsável pela NOS Audiovisuais, Susana Barbato, e os produtores Luís Urbano e Rui Miranda, encerrando a 11.ª edição dos Encontros do Cinema Português, durante os quais foram apresentados mais de 40 projetos de cinema português em diferentes fases de produção, com expectativa de estreia nos cinemas nos próximos meses e em 2027.</P><br />
<P>No encontro, a NOS Audiovisuais apresentou o seu próprio estudo de mercado sobre hábitos de consumo dos portugueses e a relação com o cinema português, com base num inquérito &#8216;online&#8217; feito a 300 pessoas entre os 18 e os 64 anos, em Portugal continental.</P><br />
<P>Segundo este estudo, 41% dos inquiridos não viram um filme português no último ano e apenas 26% viram um ou dois filmes num ano.</P><br />
<P>Dos que responderam ao inquérito &#8216;online&#8217;, 45% têm &#8220;referências negativas&#8221; em relação ao cinema português &#8212; nomeadamente que é &#8220;chato/aborrecido&#8221; e tem &#8220;baixa qualidade&#8221;.</P><br />
<P>Quando questionados sobre o modo como viram cinema português, 45% dos inquiridos responderam que foi em canais televisivos, 24% em plataformas de &#8216;streaming&#8217; e 21% nas salas de cinema.</P><br />
<P>Sobre as razões apontadas para não verem mais cinema português, 36% reclamaram de falta de informação, 31% disseram que as histórias não lhes interessam, para 29% &#8220;não existem filmes suficientes para ver mais vezes&#8221; e 26% alegaram que &#8220;é aborrecido, lento e/ou demasiado intelectual&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769426]]></sapo:autor>
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		<title>Sociedade de Transporte de Energia quer privados a financiar infraestruturas em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:16:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Sociedade Nacional de Transporte de Energia (STE) moçambicano defendeu hoje a aposta no financiamento comercial, com envolvimento do setor privado, para a instalação de infraestruturas elétricas face aos desafios do setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Sociedade Nacional de Transporte de Energia (STE) moçambicano defendeu hoje a aposta no financiamento comercial, com envolvimento do setor privado, para a instalação de infraestruturas elétricas face aos desafios do setor.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a precisar de mais energia e temos que saber escolher estes parceiros de forma adequada&#8221;, disse Pedro Nguelume, durante um debate na segunda edição do Clube de Energia, em Maputo, referindo que é preciso começar a &#8220;incluir financiamento comercial&#8221; para expandir a rede elétrica.</P><br />
<P>O responsável considerou este tipo de financiamento &#8220;viável&#8221;, por ter um custo e devido enquadramento para a amortização da dívida do setor, quando comparado com o financiamento concessional ou donativos para garantir a instalação de infraestruturas elétrica.</P><br />
<P>Pedro Nguelume reconheceu desafios &#8220;extremamente complicados&#8221; para o setor relacionados com o transporte de energia, defendendo que é preciso buscar parcerias que vão assumir os riscos de investir no país, que pretende ser &#8216;hub&#8217; energético regional.</P><br />
<P>&#8220;É preciso começar a pensar como é que se vai meter financiamento concessional, comercial, numa equação em que antes nós estávamos habituados que não estivesse acima de 25 por cento. Hoje o desafio é muito grande&#8221;, disse.</P><br />
<P>O presidente da STE alertou para a mudança de paradigmas de financiamento no setor, que conta com cerca de 1.600 quilómetros de linha por conectar, unindo as províncias de Inhambane a Maputo, no sul de Moçambique, frisando que cabe ao setor saber encontrar soluções, mas também ao setor privado, banca, Governo e todos interessados em ajudar o país a alcançar a independência energética.</P><br />
<P>&#8220;Temos que incluir os privados. Isso exige que, de forma regulatória, estes saibam qual é o papel deles. Eles saibam como é que o retorno vai chegar, para que eles saibam, acima de tudo, com que instrumentos o nosso setor se regula e acho que é aqui que é importante nós percebermos e este era o desafio que eu estava a trazer&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Na mesma sessão, o presidente da Associação Moçambicana de Engenheiros Elétricos (Amelec), Dário Nhacassane, destacou o potencial do país em termo de recursos energéticos e minerais, além da localização estratégica e &#8220;privilegiada&#8221;, para se afirmar como um verdadeiro &#8216;hub&#8217; energético.</P><br />
<P>&#8220;Mas este potencial exige visão, planeamento de longo prazo, investimentos estruturantes e, acima de tudo, capital humano altamente qualificado, num momento em que o mundo discute transição energética, digitalização das redes Smart Grid, armazenamento, interligações regionais e segurança de abastecimento&#8221;, disse.</P><br />
<P>Dário Nhacassane acrescentou que, no atual contexto de transformações mundiais profundas, o país tem a responsabilidade histórica de acelerar o desenvolvimento das suas infraestruturas elétricas e garantir que &#8220;nenhum megawatt fique isolado por ausência de capacidade de transmissão&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769424]]></sapo:autor>
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		<title>Semapa aprova pagamento de quase 50 ME em dividendos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os acionistas da Semapa, reunidos em assembleia-geral, aprovaram as contas da empresa e a proposta de aplicação dos resultados de 2025, que prevê o pagamento de um valor total de quase 50 milhões de euros em dividendos, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os acionistas da Semapa, reunidos em assembleia-geral, aprovaram as contas da empresa e a proposta de aplicação dos resultados de 2025, que prevê o pagamento de um valor total de quase 50 milhões de euros em dividendos, foi anunciado. </P><br />
<P>Segundo um comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a proposta prevê que do lucro de 156.599.440,33 euros de 2025, 49.998.227,50 euros sejam dedicados a dividendos às ações em circulação. </P><br />
<P>Em causa está um dividendo bruto 0,626 euros, que será pago a partir de 17 de junho, precisou a empresa num outro comunicado enviado ao mercado.</P><br />
<P>Já os restantes 101.887.212,83 euros vão para as reservas livres.</P><br />
<P>Os acionistas decidiram atribuir ainda um voto de confiança à Administração e Fiscalização da Semapa.  </P><br />
<P>Foi ainda dada &#8216;luz verde&#8217; ao Conselho de Administração para comprar ou vender ações próprias.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Câmara de Serpa com serviços condicionados devido a ataque informático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:08:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O funcionamento dos serviços municipais da Câmara de Serpa está condicionado, na sequência de um ataque informático ocorrido na madrugada de quarta-feira, já em investigação pela Polícia Judiciária (PJ), revelou hoje o presidente da autarquia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O funcionamento dos serviços municipais da Câmara de Serpa está condicionado, na sequência de um ataque informático ocorrido na madrugada de quarta-feira, já em investigação pela Polícia Judiciária (PJ), revelou hoje o presidente da autarquia.</P><br />
<P>&#8220;Os serviços municipais estão condicionados&#8221;, disse à agência Lusa Francisco Picareta, presidente da Câmara de Serpa, no distrito de Beja, relatando que &#8220;o ataque informático aconteceu na madrugada de quarta-feira, entre as 04:00 e as 08:30&#8221;.</P><br />
<P>Quando os serviços camarários entraram em funcionamento, acrescentou, detetaram o ataque &#8220;e desligaram os servidores&#8221;.</P><br />
<P>Ainda segundo o presidente da autarquia, foi logo informada a PJ, que está a investigar a ocorrência, e apresentada &#8220;queixa ao Ministério Público&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado publicado hoje na rede social Facebook, o município adiantou ter também comunicado o &#8220;ataque externo&#8221; à sua &#8220;infraestrutura informática&#8221; a outras autoridades, como o Centro Nacional de Cibersegurança e a Comissão Nacional de Proteção de Dados.</P><br />
<P>Questionado pela Lusa sobre os constrangimentos provocados pelo ataque informático, Francisco Picareta exemplificou que, ao nível do condicionamento dos serviços, &#8220;o atendimento está a ser feito de forma mais tradicional, com computadores autónomos e desligados dos servidores&#8221;. </P><br />
<P>No comunicado, a autarquia realçou que o Serviço de Atendimento ao Público está a funcionar presencialmente apenas para prestar os esclarecimentos necessários.</P><br />
<P>&#8220;E há outros serviços condicionados também. Por exemplo, não se consegue pagar nada na tesouraria, mas está sempre lá um funcionário para atender os munícipes e explicar o que se passa&#8221;, acrescentou o presidente da câmara.</P><br />
<P>No comunicado na rede social, a autarquia também referiu que não existem comunicações fixas nem móveis.</P><br />
<P>Por outro lado, o presidente do município destacou que há serviços a funcionar normalmente, &#8220;como são os casos da limpeza urbana e dos operacionais que andam na rua&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o autarca, o ciberataque obrigou &#8220;a jogar abaixo&#8221; toda a infraestrutura informática do município e, como resultado, &#8220;a apagar e a refazer&#8221; o sistema.</P><br />
<P>&#8220;Já estamos, neste momento, a refazer a nossa infraestrutura informática e a instalar os programas de novo para que, nos próximos dias, possamos voltar à normalidade&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Prevê-se que &#8220;alguns serviços&#8221; retomem o funcionamento na segunda-feira, acrescentou o autarca, realçando, contudo, que só &#8220;entre quarta e sexta-feira&#8221;  da próxima semana é que a situação deverá regressar à normalidade &#8220;na sua plenitude&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Tínhamos um &#8216;background&#8217; de toda a informação feita até às 18:00 da passada terça-feira [dia 26] e, portanto, vamos conseguir recuperar toda a informação que tínhamos&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>De acordo com Francisco Picareta, continua a decorrer o processo de identificação da fonte do ataque, estando o município a colaborar com as autoridades competentes nesta matéria.</P><br />
<P></P><br />
<P>ASYS/RRL // VAM</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769422]]></sapo:autor>
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		<title>Açores vão refinanciar-se no mercado no valor de 335, 5 milhões de euros &#8212; Governo Regional</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acores-vao-refinanciar-se-no-mercado-no-valor-de-335-5-milhoes-de-euros-governo-regional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Açores vão refinanciar-se no valor de 335,5 milhões de euros no mercado, revelou hoje o secretário regional das Finanças, Duarte Freitas, salientando que "não se trata de qualquer novo endividamento".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Açores vão refinanciar-se no valor de 335,5 milhões de euros no mercado, revelou hoje o secretário regional das Finanças, Duarte Freitas, salientando que &#8220;não se trata de qualquer novo endividamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não vamos ao Governo da República, vamos aos mercados internacionais porque se têm demonstrados disponíveis e interessadíssimos na região, [&#8230;] mais de 10 entidades, bancos nacionais e internacionais já se disponibilizaram para este refinanciamento&#8221;, afirmou Duarte Freitas, na apresentação das conclusões do Conselho do Governo, em Ponta Delgada.</P><br />
<P>Segundo o secretário regional, a região vai refinanciar-se no valor de 335,5 milhões de euros no mercado, mas &#8220;não se trata de qualquer novo endividamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Com o endividamento líquido zero em 2026 e sem transformação de dívida comercial em financeira, esta operação não tem qualquer impacto no valor global da dívida pública&#8221;, salientou o governante.</P><br />
<P>Duarte Freitas fez ainda referência a declarações do líder do PS/Açores, Francisco César, que em março alertou para uma eventual necessidade de resgate financeiro do Estado português à região autónoma, sublinhando que os Açores tinham um problema de despesa que teria de ser resolvido muito rapidamente.</P><br />
<P>Hoje, o secretário regional das Finanças lembrou que, &#8220;não há muito tempo, um responsável político dos Açores disse que &#8216;a região não tinha capacidade para refinanciar a sua dívida pública, que vencia em 2026, por isso tinha que ir à República'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este responsável político, prejudicou os Açores extraordinariamente plantando notícias negativas na comunicação social nacional&#8221;, acusou, considerando que, agora, fica &#8220;absolutamente contraditado&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Puxar os Açores para baixo não teve resultado&#8221;, acrescentou, alertando, contudo, que &#8220;sujar o nome da região, mais tarde ou mais cedo pode ter consequências, porque as agências de notação têm motores de busca&#8221;. </P><br />
<P>Duarte Freitas anunciou ainda que o Conselho do Governo dos Açores aprovou também a anteproposta do quadro plurianual de programação orçamental para 2027-2030, estimando-se em cada ano um investimento público de 750 milhões de euros.</P><br />
<P>Foram entretanto disponibilizados sete milhões de euros no âmbito do Programa de Apoio ao Acesso aos Mercados, para 2026, visando &#8220;mitigar os custos decorrentes da insularidade e promover a competitividade e o escoamento da produção regional&#8221;.</P><br />
<P>Foi igualmente aprovado o modelo de gestão do património móvel dos Açores relativo aos veículos sujeitos e registo e autorizada a despesa de 4,9 milhões de euros para aquisição de manuais digitais para o sistema educativo.</P><br />
<P>O Conselho do Governo aprovou também um aval de 7,3 milhões de euros à Lotaçor &#8212; Serviço de Lotas dos Açores.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769421]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A Tesla pode ter criado o carro elétrico mais eficiente do mercado&#8230; e nem sequer tem volante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:00:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Robotáxi sem volante nem pedais da marca americana, registou um consumo homologado de apenas 10,25 kWh/100 km no ciclo americano EPA]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da corrida pela potência e pela autonomia, a Tesla pode ter aberto outra frente na mobilidade elétrica: a eficiência extrema. O Cybercab, o robotáxi sem volante nem pedais da marca americana, registou um consumo homologado de apenas 10,25 kWh/100 km no ciclo americano EPA, escreve a L’Automobile Magazine.</p>
<p>O valor coloca o Cybercab num patamar raro entre os elétricos de produção. Segundo a publicação francesa, trata-se do melhor consumo certificado para um veículo elétrico produzido em série, ainda que o resultado esteja diretamente ligado à filosofia radical do modelo: não é um carro familiar, não pretende ser versátil e foi pensado quase exclusivamente para transportar passageiros com o menor custo energético possível.</p>
<p>A diferença para alguns dos modelos mais eficientes do mercado é expressiva. Com 10,25 kWh/100 km, o Cybercab consome cerca de 28% menos energia do que um Lucid Air Pure Propulsion, apontado como uma das referências atuais em eficiência. Modelos como o Tesla Model 3 e o Hyundai Ioniq 6, frequentemente destacados pela aerodinâmica, ficam em torno dos 15 kWh/100 km.</p>
<p>A explicação está no desenho e na função. A Tesla retirou tudo o que não considera essencial para um serviço autónomo de transporte: não há volante, pedais ou coluna de direção. O habitáculo limita-se a dois lugares e a carroçaria adota uma silhueta estreita e muito aerodinâmica, com uma traseira afilada, mais próxima de protótipos experimentais do que dos automóveis convencionais.</p>
<p>Essa arquitetura permite reduzir peso, resistência ao ar, dimensão da bateria e custos de operação. De acordo com as estimativas iniciais divulgadas pela Tesla e citadas pela &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, o Cybercab deverá usar uma bateria com menos de 50 kWh e, ainda assim, aproximar-se dos 480 quilómetros de autonomia. O segredo não está numa bateria gigantesca, mas na quantidade reduzida de energia necessária para percorrer cada quilómetro.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Purpose-built for autonomy</p>
<p>Cybercab in production now at Giga Texas <a href="https://t.co/Y9qG3KyWBa">pic.twitter.com/Y9qG3KyWBa</a></p>
<p>&mdash; Tesla (@Tesla) <a href="https://x.com/Tesla/status/2047382786986975610?ref_src=twsrc%5Etfw">April 23, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Para uma frota de robotáxis, esse detalhe é decisivo. Uma bateria mais pequena tende a ser mais barata, exige menos matérias-primas e pode reduzir os tempos de carregamento. Num serviço que se pretende quase contínuo, cada minuto parado numa tomada representa perda de receita potencial.</p>
<p>A Tesla estima que, com o custo médio da eletricidade nos Estados Unidos, cerca de 0,16 dólares por kWh, aproximadamente 0,15 euros, o Cybercab teria um custo energético de cerca de 0,041 dólares por quilómetro, aproximadamente 0,038 euros. O valor compara com cerca de 0,06 dólares por quilómetro, aproximadamente 0,056 euros, para um Model 3, e quase 0,076 dólares, aproximadamente 0,071 euros, para um Hyundai Ioniq 5.</p>
<p>A longo prazo, esta diferença pode tornar-se relevante para operadores de mobilidade autónoma. O Cybercab foi concebido menos como um automóvel tradicional e mais como uma ferramenta de trabalho para reduzir o custo por quilómetro em larga escala.</p>
<p>Mas a grande questão continua por resolver: de que serve um carro sem volante se a condução totalmente autónoma ainda não estiver validada? A Tesla já confirmou o início da produção piloto na Gigafactory do Texas, e os primeiros modelos de pré-produção estarão a sair da linha há vários meses, mas a marca ainda não dispõe de um sistema autónomo sem supervisão humana aprovado para este tipo de operação.</p>
<p>O FSD da Tesla continua oficialmente classificado como um sistema de assistência à condução de nível 2 da SAE, o que implica supervisão permanente por parte do condutor. No caso do Cybercab, esse ponto torna-se particularmente sensível, porque o veículo elimina qualquer possibilidade de intervenção física direta.</p>
<p>Por isso, o recorde de eficiência é relevante, mas não resolve o obstáculo principal. O Cybercab pode mostrar até onde a Tesla consegue ir quando desenha um veículo em torno do consumo mínimo, mas o seu futuro depende menos dos 10,25 kWh/100 km e mais da capacidade da marca para ultrapassar barreiras técnicas e regulatórias na condução autónoma.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769338]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros consolidados do Grupo Montepio caíram 12,7% em 2025 para 134,7 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:58:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O resultado líquido consolidado do Grupo Montepio atribuível ao Montepio Geral - Associação Mutualista (MGAM) caiu 12,7% no ano passado, para 134,7 milhões de euros, face a 2024, adiantou, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O resultado líquido consolidado do Grupo Montepio atribuível ao Montepio Geral &#8211; Associação Mutualista (MGAM) caiu 12,7% no ano passado, para 134,7 milhões de euros, face a 2024, adiantou, em comunicado.</P><br />
<P>De acordo com MAGAM, este valor representa o quinto ano consecutivo de resultados positivos, com os proveitos operacionais a situarem-se em 1.537,6 milhões de euros, enquanto os gastos operacionais atingiram 1.349,6 milhões de euros, &#8220;traduzindo um desempenho operacional resiliente, que contou com o contributo positivo de todas as empresas do Grupo e que reflete a solidez dos modelos de negócio e a consistência da execução estratégica&#8221;.</P><br />
<P>A MGAM já tinha divulgado os resultados individuais de 2025, em março, com um resultado líquido de 231 milhões de euros, que representa um crescimento de 10%.</P><br />
<P>Já o ativo consolidado atingiu 23.569,7 milhões de euros, mais 8,1% que no ano anterior, adiantou hoje, &#8220;incorporando, em particular, o aumento do crédito a clientes, sobretudo no segmento de particulares, a dinâmica da atividade bancária, o crescimento da carteira de ativos financeiros e das aplicações em instituições de crédito&#8221;.</P><br />
<P>Contribuíram ainda para esta evolução os investimentos realizados pelas diversas empresas do grupo.</P><br />
<P>&#8220;O passivo ascendeu a 22.899,3 milhões de euros, evidenciando uma evolução consistente face ao ano anterior (+7,6%), resultado do crescimento dos recursos de clientes num contexto de reforço da confiança e de aumento da base de clientes, mas também da evolução das responsabilidades inerentes à atividade das diversas áreas de negócio&#8221;, referiu ainda. </P><br />
<P>O Montepio Geral Associação Mutualista encerrou 2025 com 612.412 associados, número que compara com 610.181 no final de 2024, indicou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769420]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Novo modelo de ação social avaliado anualmente durante os primeiros cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:52:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo modelo de ação social no ensino superior será avaliado anualmente durante os primeiros cinco anos e, posteriormente, a cada três anos, segundo a proposta de regulamento apresentada hoje pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo modelo de ação social no ensino superior será avaliado anualmente durante os primeiros cinco anos e, posteriormente, a cada três anos, segundo a proposta de regulamento apresentada hoje pelo Governo.</P><br />
<P>O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) apresentou hoje aos reitores, estudantes, e aos partidos Chega, PS e IL, a proposta de regulamento de atribuição de bolsas de estudo, no âmbito do novo modelo de ação social aprovado há uma semana em Conselho de Ministros.</P><br />
<P>De acordo com o documento, o executivo propõe uma avaliação anual de impacto durante os primeiros cinco anos de vigência, admitindo eventuais alterações.</P><br />
<P>A partir do sexto ano de vigência, o diploma deverá ser avaliado a cada três anos.</P><br />
<P>A proposta de regulamento foi hoje apresentada aos três maiores partidos da oposição, ao Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, à Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado e às associações académicas, que têm até quarta-feira para enviar os respetivos contributos à tutela.</P><br />
<P>Conforme anunciado na semana passada, uma das principais mudanças no novo modelo de ação social &#8211; que será aplicado já a partir do ano letivo 2026/2027 &#8211; é a fórmula de cálculo do valor da bolsa.</P><br />
<P>A partir do próximo ano, passarão a ser considerados o custo médio de estudar no ensino superior (estimado por concelho e incluindo despesas com propina, alimentação, transporte e alojamento) e o rendimento que o agregado familiar pode disponibilizar ao estudante.</P><br />
<P>No cálculo do &#8220;rendimento disponibilizável&#8221;, o MECI assume que uma família abaixo do limiar da pobreza não dispõe de verbas para que os filhos frequentem o ensino superior.</P><br />
<P>Segundo as estimativas do MECI, encontram-se nessa situação cerca de 22.500 estudantes, cerca de 27% do universo atual de bolseiros.</P><br />
<P>Nesses casos, é atribuída ao estudante a bolsa máxima, cujo valor varia consoante o contexto, podendo chegar aos 7.818 euros anuais para um aluno deslocado em Lisboa sem vaga numa residência pública.</P><br />
<P>Acima do limiar da pobreza, &#8220;a parcela disponibilizável cresce de forma progressiva com o rendimento&#8221;, refere a apresentação do MECI.</P><br />
<P>Quando o rendimento &#8216;per capita&#8217; do agregado familiar, deduzido o limiar do risco de pobreza, é positivo, mas inferior a 14 vezes o Indexante dos Apoios Sociais (atualmente fixado em 537,13 euros), o Governo considera que apenas uma parte desse valor é &#8220;disponibilizável&#8221;.</P><br />
<P>O valor da bolsa mínima mantém-se nos 872 euros anuais, que representam 125% da propina máxima de licenciatura, atualmente fixada nos 697 euros.</P><br />
<P>O novo modelo de ação social cria ainda uma bolsa adicional de incentivo, no valor de 1.075 euros, atribuída automaticamente no primeiro ano de frequência do curso a beneficiários do 1.º escalão do abono de família da segurança social, que ingressem pela primeira vez no ensino superior.</P><br />
<P>Inicialmente, o MECI tinha previsto que a bolsa de incentivo fosse atribuída ao longo de todo o curso, o ministro Fernando Alexandre justificou o &#8220;ajuste&#8221; explicando que, na altura, a tutela não tinha ainda estimado a percentagem de alunos em condições de receber a bolsa máxima.</P><br />
<P>&#8220;Como vamos ter mais de 25% dos alunos a receber a bolsa máxima, eu diria que estão todos na mesma condição a partir do segundo ano&#8221;, explicou, na terça-feira. </P><br />
<P>Relativamente ao alojamento, o novo regime garante prioridade de acesso às residências públicas e, nesses casos, os estudantes receberão um apoio de 160 euros mensais, mais 20% face à comparticipação atual para as instituições de ensino superior.</P><br />
<P>O regulamento prevê a atribuição de uma majoração a quem não tiver vaga em residência, correspondente ao valor estimado do custo do alojamento para o concelho, que varia entre 260 e 500 euros. </P><br />
<P>Segundo a proposta, a majoração &#8220;depende de comprovação da apresentação do pedido de alojamento em residência de estudantes e da não atribuição de lugar&#8221;, ficando excluídos os estudantes que rejeitem a vaga.</P><br />
<P>Aos bolseiros ao abrigo do atual regime, será aplicado um regime transitório com os dois modelos a funcionar em simultâneo, para que não sejam prejudicados.</P><br />
<P>Nesses casos, se a aplicação das novas regras resultar num valor inferior, o estudante mantém o valor da bolsa que recebe atualmente até à conclusão do curso.</P><br />
<P>A proposta do Governo revoga o Programa Mais Superior, que visa incentivar a frequência do ensino superior em regiões com menor procura e pressão demográfica, mas os estudantes abrangidos vão continuar a beneficiar dos apoios até à conclusão do ciclo de estudos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769419]]></sapo:autor>
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		<title>IMB vai investir 8,58 mil ME em computação quântica nos próximos 5 anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/imb-vai-investir-858-mil-me-em-computacao-quantica-nos-proximos-5-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:51:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A IBM planeia investir dez mil milhões de dólares (8,59 mil milhões de euros) no desenvolvimento da computação quântica nos próximos cinco anos, reforçando a sua confiança no lançamento do primeiro computador quântico comercial até 2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A IBM planeia investir dez mil milhões de dólares (8,59 mil milhões de euros) no desenvolvimento da computação quântica nos próximos cinco anos, reforçando a sua confiança no lançamento do primeiro computador quântico comercial até 2029.</P><br />
<P>A empresa, sediada em Armonk, Nova Iorque, é uma veterana no setor da computação (fundada em 1911) e tem vindo a esforçar-se há vários anos para se posicionar na vanguarda desta tecnologia.</P><br />
<P>A tecnológica afirma já ter implantado &#8220;mais computadores quânticos&#8221; do que os seus concorrentes juntos. </P><br />
<P>Estas máquinas, utilizadas para investigação, apresentam atualmente uma taxa de erro muito elevada para utilização em larga escala.</P><br />
<P>Os dez mil milhões de dólares (o equivalente a cerca de 8,59 mi milhões de euros à taxa de câmbio atual) anunciados hoje serão utilizados para investigação, infraestruturas, parcerias e potenciais aquisições, afirmou o grupo, num documento publicado no site da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC).</P><br />
<P>Esta iniciativa &#8220;reforça ainda mais a nossa confiança na perspetiva de desenvolver o primeiro computador quântico tolerante a falhas de grande capacidade até 2029&#8221;, segundo a IBM.</P><br />
<P>A divulgação desta decisão segue-se a um anúncio inicial na semana passada sobre a criação de uma nova subsidiária da IBM, a Anderson, dedicada ao fabrico de processadores quânticos, distintos dos chips convencionais.</P><br />
<P>A administração dos EUA contribuirá com mil milhões de dólares para esta nova empresa através de financiamento aprovado em 2022 pelo Presidente Joe Biden (a Lei CHIPS), enquanto a IBM contribuirá também com mil milhões de dólares.</P><br />
<P>Com a inclusão da especialista em processadores GlobalFoundries e de sete startups, a administração Trump vai alocar um total de 2 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>A computação quântica tornou-se uma prioridade estratégica para vários países, incluindo a França.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769418]]></sapo:autor>
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		<title>Pedro Lima fala em sonho realizado após assinar pelo Sporting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:33:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O médio brasileiro Pedro Lima assumiu hoje ter concretizado um sonho, ao chegar a um clube como o Sporting, com o qual assinou até 2031, realçando a oportunidade de disputar a Liga dos Campeões de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio brasileiro Pedro Lima assumiu hoje ter concretizado um sonho, ao chegar a um clube como o Sporting, com o qual assinou até 2031, realçando a oportunidade de disputar a Liga dos Campeões de futebol.</P><br />
<P>&#8220;É uma alegria imensa, um orgulho, chegar a este nível e representar um clube tão grande como o Sporting. Não vejo a hora de começar. Trabalhei desde criança para ter uma oportunidade destas e é um reconhecimento do que fiz desde lá. Chegar a este patamar é um sonho realizado&#8221;, assumiu, em declarações aos canais dos &#8216;leões&#8217;.</P><br />
<P>Adiantando que quer afirmar-se &#8220;dentro do grupo, ter oportunidades, aproveitá-las da melhor maneira, dar alegrias aos adeptos e à equipa, e lutar por títulos&#8221;, apontando a Liga dos Campeões como outro sonho.</P><br />
<P>&#8220;Sempre sonhei chegar a este patamar, trabalhei muito para isso e saber que na próxima época vou ter essa oportunidade é a realização de um sonho. É muito gratificante poder representar um clube deste tamanho na Liga dos Campeões&#8221;, disse.</P><br />
<P>Após uma temporada no AVS, o médio, de 23 anos, despertou a atenção do clube &#8216;leonino&#8217;, apesar da despromoção da equipa nortenha, ao serviço da qual disputou 29 jogos, com seis golos marcados, dois deles frente ao Sporting, no campeonato e na Taça de Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Foi um período de amadurecimento muito grande para mim, como pessoa também. Foram experiências que me acrescentaram muito para chegar aqui, ter esta oportunidade e estar o mais preparado possível&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Sobre o Sporting, o brasileiro diz que &#8220;é um clube incrível&#8221;, e lembrou a &#8220;atmosfera incrível&#8221; em Alvalade, onde jogou duas vezes esta temporada, garantindo ser um jogador polivalente.</P><br />
<P>&#8220;Já fiz qualquer uma das posições do meio-campo, vou dar o meu máximo em qualquer função. Podem esperar alguém que vai entregar-se durante todo o jogo e vai dar o máximo por esta camisola para trazer muitas alegrias para todos. Independentemente de onde esteja dentro de campo, vou batalhar e dar sempre o melhor&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>Antes de chegar a Portugal, Pedro Lima representou os croatas do Osijek e os ingleses do Norwich, sempre por empréstimo do Palmeiras, treinado pelo português Abel Ferreira, clube no qual fez a formação e chegou à equipa principal.</P><br />
<P>Depois da contratação do uruguaio Rodrigo Zalazar ao Sporting de Braga, os &#8216;leões&#8217; avançaram para nova aquisição no mercado interno, apostando no médio de 23 anos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769417]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Governo aprova plano de 5M€ de modernização da Lusa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:30:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo aprovou esta semana o plano de cinco milhões de euros de modernização da Lusa, dos quais três milhões são para tecnologia e dois milhões para reforço das delegações e novas qualificações de recursos humanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo aprovou esta semana o plano de cinco milhões de euros de modernização da Lusa, dos quais três milhões são para tecnologia e dois milhões para reforço das delegações e novas qualificações de recursos humanos.</P><br />
<P>O Plano de Investimento e Modernização da agência de notícias da Lusa está focado em duas vertentes, de acordo com fonte governamental.</P><br />
<P>A primeira visa a &#8220;aposta na modernização tecnológica, área onde serão aplicados três milhões de euros, incluindo o novo sistema editorial, a migração de bases de dados, reforço dos sistemas de informação, soluções de gestão de recursos humanos e investimento nas delegações&#8221;.</P><br />
<P>Inclui ainda a &#8220;realização de um investimento de dois milhões de euros na área dos recursos humanos, permitindo um processo de renovação e reforço de áreas estratégicas, nomeadamente a rede internacional, as áreas digitais e tecnológicas e a verificação de factos e combate à desinformação&#8221;, adiantou fonte do Governo.</P><br />
<P>Este plano &#8220;consubstancia, assim, a utilização do aumento de capital decidido e executado pelo Governo em 2025, orientando-o para a modernização tecnológica, digital e editorial da agência, bem como para o reforço da sua capacidade operacional num contexto mediático em transformação&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, o ministro da Presidência autorizou o Conselho de Administração a proceder à atualização salarial de todos os trabalhadores, nos termos aplicáveis ao setor empresarial do Estado.  </P><br />
<P>&#8220;Estas decisões dão execução a um processo mais amplo de reforço da Lusa realizado ao longo do último ano, surgindo num momento particularmente importante para a agência, antes da aprovação do Plano de Atividades e Orçamento para 2026 e das negociações salariais&#8221;, adianta a mesma fonte.</P><br />
<P>Entretanto, o Conselho de Administração (CA) da agência de notícias comunicou hoje aos sindicatos representativos dos trabalhadores que denunciou formalmente o atual Acordo de Empresa (AE) e propôs a negociação de um novo AE, &#8220;condicionando os futuros aumentos salariais à assinatura de um novo AE&#8221;, referem as estruturas sindicais, em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Através de um ato de gestão, a Administração confirmou a decisão do Governo em proceder a uma atualização salarial de 56,58 euros mensais em 2026, com efeitos retroativos a 01 de janeiro, paga já amanhã (29 de maio)&#8221;, adiantam os sindicatos.</P><br />
<P>&#8220;O CA disse estar disponível para fazer um aumento salarial em 2026 de 70 euros (isto é, 13,42 euros acima dos 56,58 euros agora processados), mas condiciona esse aumento adicional à assinatura do novo AE, que poderá levar vários anos a negociar, tendo em conta a grande complexidade do processo, por envolver várias matérias laborais estruturantes e difíceis de negociar&#8221;, advertem.</P><br />
<P>Os sindicatos salientam que, &#8220;ao colar a Lusa aos aumentos do Setor Empresarial do Estado [SEE] e ao denunciar o AE (quando poderia iniciar negociações de um novo AE sem denunciar o atual), o CA faz uma chantagem inaceitável sobre os trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>Esta estratégia, acusam, &#8220;visa condicionar aumentos a alterações do AE que podem durar anos, fingindo negociar um Caderno Reivindicativo quando, afinal, aplica a atualização mínima sem nunca dar conta disso aos sindicatos ou sem fazer qualquer negociação&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, o CA, em comunicado, adiantou que apresentou aos sindicatos &#8220;um novo Acordo de Empresa, que substitua o atual, considerado desatualizado e cuja redação se iniciou em 2006, tendo entrado em vigor em 2009&#8221;. </P><br />
<P>A informação &#8220;foi também partilhada com a Comissão de Trabalhadores, noutra reunião&#8221;, refere o CA da Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Entre as medidas previstas no documento, que entra agora em fase negocial, está o aumento anual de 70 euros ou 3,2% &#8211; quando mais vantajoso para o trabalhador &#8211; nos próximos quatro anos. O documento propõe ainda o aumento do subsídio de transporte para o equivalente ao valor do passe familiar (80 euros)&#8221;, acrescenta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769416]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Em direto: Cerimónia de entrega de Prémios Marketeer 2026</title>
		<link>https://marketeer.sapo.pt/acompanhe-aqui-os-premios-marketeer-2026-em-direto</link>
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		<dc:creator><![CDATA[gustavo_integration]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Estão a ser anunciadas as marcas, empresas e personalidades que fazem a diferença em Portugal, em diversos setores, e ainda as melhores agências de Comunicação, de Meios e de Branding e Publicidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estão a ser anunciadas as marcas, empresas e personalidades que fazem a diferença em Portugal, em diversos setores, e ainda as melhores agências de Comunicação, de Meios e de Branding e Publicidade.</strong></p>
<p>A 18ª edição de 2026 dos Prémios Marketeer está a acontecer, no Convento do Beato, em Lisboa. Serão anunciados as marcas, empresas e personalidades que fazem a diferença em Portugal, em diversos setores, e ainda as melhores agências de Comunicação, de Meios e de Branding e Publicidade.</p>
<p>A lista de nomeados – que pode conhecer <a href="https://marketeer.sapo.pt/ja-votou-nos-premios-marketeer-2026-tem-ate-dia-17-para-o-fazer/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a> – resultou de um cruzamento de avaliações por parte da redação e do Conselho Editorial da Marketeer.</p>
<p><strong>Acompanhe aqui em direto:</strong></p>
<div>
<p>A lista de nomeados resulta de um cruzamento de avaliações por parte da redacção e do Conselho Editorial da Marketeer. A par do trabalho desenvolvido pelas marcas, os Prémios Marketeer pretendem reconhecer também as melhores agências de Comunicação, de Meios e de Branding e Publicidade.</p>
</div>
<p>Os Prémios Marketeer acontecem com a contribuição dos patrocinadores e parceiros institucionais Central de Cervejas, Continente, Delta Q, Dental Light, Fidelidade, Jogos Santa Casa, L’Oréal, MOP, Recordati e Vodafone e com a Sociedade Ponto Verde como parceiro de sustentabilidade. Desafio Global, Imppacto, Culto da Imagem, Main Vision, Europalco, PMP, Slide Lab, Hello Movment são os Event Partners.</p>
<p>O evento conta também com o apoio de Beltrão coelho, Convento do Beato, Cocktail Team, El Maestro Nebur, ervideira, Fmédica, O Lisboeta, Manteigaria, Neurónio Criativo, Opção Global, Poke House, Rui Madeira, SAPO, Seno, Smile Together e VJ Sync.</p>
<div>
<h3 class="x_MsoNormal"><strong>Programa:</strong></h3>
<p class="x_MsoNormal">18h30 Welcome drink e ativação de marcas</p>
<p class="x_MsoNormal">19h30 Cerimónia de entrega de Prémios Marketeer 2026</p>
<p class="x_MsoNormal">21h00 Cocktail e ativação de marcas</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769402]]></sapo:autor>
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		<title>Bruce Springsteen anuncia festival de protesto contra administração Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os músicos Bruce Springsteen, Foo Fighters, Dave Matthews, Brittany Howard e Joan Baez são os cabeças de cartaz de um festival de protesto conta as políticas da administração Trump, marcado para Washington D.C., um mês antes das eleições intercalares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os músicos Bruce Springsteen, Foo Fighters, Dave Matthews, Brittany Howard e Joan Baez são os cabeças de cartaz de um festival de protesto conta as políticas da administração Trump, marcado para Washington D.C., um mês antes das eleições intercalares.</P><br />
<P>Bruce Springsteen e o guitarrista dos Rage Against the Machine, Tom Morello, anunciaram o festival na quarta-feira, enquanto atuavam juntos no Nationals Park, em Washington, durante a fase final da digressão americana Land of Hope and Dreams de Springsteen.</P><br />
<P>No concerto de quarta-feira, o autor de &#8220;Born in the USA&#8221; interpretou muitas das suas canções mais políticas, incluindo &#8220;American Skin (41 Shots)&#8221;, sobre um tiroteio fatal da polícia, e &#8220;Streets of Minneapolis&#8221;, em resposta às mortes de Renée Good e Alex Pretti por agentes federais de imigração (ICE, na sigla em inglês). </P><br />
<P>&#8220;As táticas da Gestapo deste presidente e desta administração não serão toleradas aqui&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Esta tragédia americana só pode ser travada pelo povo americano: vocês. Não vem ninguém salvar-nos. Temos de fazer isto nós mesmos. Por isso, juntem-se a nós e lutemos pela América que amamos. Estão a ouvir-me, Washington?&#8221;, apelou.</P><br />
<P>O festival Power to the People, com um dia de duração e dois palcos, está marcado para 03 de outubro no Merriweather Post Pavilion, em Columbia, Maryland, e está a ser promovido como um evento sobre &#8220;liberdade, justiça, igualdade e rock &#8216;n&#8217; roll&#8221;. </P><br />
<P>Parte das receitas de todos os bilhetes vendidos será destinada às organizações VoteRiders e HeadCount (organizações sem fins lucrativos que promovem o acesso ao </P><br />
<P>&#8220;Trata-se do poder que as pessoas comuns têm quando se unem através da música, da arte, da comunidade e da ação&#8221;, afirmou Morello em comunicado, acrescentando: &#8220;estamos honrados por trazer este alinhamento incrível para a área de DC num dia que celebra o espírito de ativismo, criatividade e esperança&#8221;.</P><br />
<P>O festival contará ainda com atuações dos Dropkick Murphys, Jack Black, Serj Tankian, Killer Mike, Taylor Momsen e das Linda Lindas, entre outros.</P><br />
<P>Bruce Springsteen critica há muito tempo o presidente Donald Trump, que, por sua vez, apelou ao boicote dos concertos do músico, chamando-lhe &#8220;um completo falhado que espalha ódio&#8221;.</P><br />
<P>Na quarta-feira, Bruce Springsteen liderou o público num coro de &#8220;ICE out!&#8221;, incentivando a audiência a fazer ouvir a sua voz até à Casa Branca.</P><br />
<P>&#8220;A nossa democracia, a nossa constituição e o nosso Estado de direito estão a ser desafiados neste momento como nunca antes por um presidente imprudente, racista, incompetente e traiçoeiro, e pela sua administração de tolos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Que Deus abençoe Alex Pretti, que Deus abençoe Renée Good, que Deus vos abençoe e que Deus abençoe a América&#8221;, declarou antes de iniciar a última música da noite, &#8220;Chimes of Freedom&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769410]]></sapo:autor>
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		<title>Médio brasileiro Pedro Lima é o segundo reforço do Sporting</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O médio brasileiro Pedro Lima é a segunda contratação do Sporting para a nova época, anunciou hoje o clube da I Liga de futebol, com o jogador que alinhava no AVS a assinar um contrato por cinco temporadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio brasileiro Pedro Lima é a segunda contratação do Sporting para a nova época, anunciou hoje o clube da I Liga de futebol, com o jogador que alinhava no AVS a assinar um contrato por cinco temporadas.</P><br />
<P>&#8220;Pedro Lima é reforço da equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal para a temporada 2026/27. O médio brasileiro de 23 anos assinou contrato válido até 2031, blindado por uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros&#8221;, explicou o Sporting em comunicado.</P><br />
<P>Depois da contratação do uruguaio Rodrigo Zalazar ao Sporting de Braga, os &#8216;leões&#8217; avançaram para nova aquisição no mercado interno, apostando no médio de 23 anos, que representou o despromovido AVS.</P><br />
<P>Antes de chegar a Portugal, Pedro Lima representou os croatas do Osijek e os ingleses do Norwich, sempre por empréstimo do Palmeiras, treinado pelo português Abel Ferreira, clube no qual fez a formação e chegou à equipa principal.</P><br />
<P>Na última época, a de estreia na I Liga, Pedro Lima disputou 29 jogos pelo AVS, com seis golos marcados, dois deles frente ao Sporting, no campeonato e na Taça de Portugal.</P><br />
<P>Apesar da despromoção do AVS, os desempenhos do médio chamaram a atenção da equipa orientada por Rui Borges, que avançou para a contratação com vista à nova época, depois de terminar 2025/26 sem qualquer troféu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769409]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: PR diz que tempestades ensinaram &#8220;com dureza&#8221; que é fundamental prevenir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Chefe de Estado salientou ser preciso integrar a adaptação climática no ordenamento do território, e "construir uma cultura de literacia para o risco nas famílias, nas empresas" e nas comunidades]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República afirmou hoje que as tempestades que atingiram o país no início do ano ensinaram &#8220;com dureza&#8221; que é fundamental prevenir, defendendo a necessidade de uma cultura de literacia para o risco.</p>
<p>&#8220;O que as tempestades deste ano nos ensinaram com dureza é que é fundamental prevenir&#8221;, afirmou António José Seguro, em Leiria, na 3.ª edição das &#8220;Conversas com Fomento&#8221;, uma organização do Banco Português de Fomento.</p>
<p>No dia em que se assinalam quatro meses da depressão Kristin, que atingiu gravemente o concelho de Leiria, o chefe de Estado salientou ser preciso integrar a adaptação climática no ordenamento do território, e &#8220;construir uma cultura de literacia para o risco nas famílias, nas empresas&#8221; e nas comunidades.</p>
<p>&#8220;No fundo, construir uma arquitetura estável de proteção contra catástrofes para que, quando a próxima crise chegar, não comecemos do zero&#8221;, declarou, para salientar que estas &#8220;são tarefas de todos, do Estado central, das autarquias, das empresas, das famílias&#8221; e de cada cidadão, pois &#8220;ninguém as consegue cumprir sozinho&#8221;.</p>
<p>Ao discursar perante cerca de 1.200 pessoas, sobretudo empresários, mas a que assistiu também o primeiro-ministro, Luís Montenegro, que falou na abertura da iniciativa, António José Seguro sustentou que o Estado tem a responsabilidade de liderar essas tarefas, &#8220;de criar as condições e garantir que a aprendizagem desta crise se traduz em políticas mais inteligentes e em comunidades mais preparadas&#8221;.</p>
<p>Antes, referiu-se ao relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, que fez entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades, explicando que se trata de &#8220;um documento que aponta, sobretudo, necessidades, respostas imediatas e também uma visão de mais longo prazo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Trata-se de um contributo que aponta ao futuro e à necessidade de, coletivamente, organizarmos melhor os nossos recursos&#8221;, prosseguiu, assinalando que &#8220;foi também nesse sentido que o Governo já apresentou e começou a executar o programa Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência e que tem no terreno, há já vários meses, uma Estrutura de Missão [para a Recuperação da Região Centro] competente, ativa e atenta&#8221;.</p>
<p>Para o Presidente da República, &#8220;uma crise desta dimensão resolve-se com o contributo de todos, com construção feita de forma inteligente, edificando melhor do que estava&#8221;, preparando com mais robustez, para se enfrentar &#8220;severidades atmosféricas futuras, indesejáveis, mas que podem, infelizmente, acontecer&#8221;, alertou.</p>
<p>&#8220;Reconstruir instalações mais resilientes, reforçar a autonomia estratégica das empresas, tornar as comunicações mais redundantes e mais seguras&#8221; são &#8220;algumas das lições que as tempestades&#8221; ensinaram e que não se pode ignorar, sendo que &#8220;o acompanhamento por parte de todas as entidades tem de continuar&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Reconhecendo que há &#8220;ainda muito por fazer&#8221;, o chefe de Estado disse acreditar que o país vai &#8220;melhorar e com a expectativa de que o Estado estará presente quando for necessário e nos moldes e no tempo que seja verdadeiramente útil&#8221;.</p>
<p>&#8220;Uma expectativa que envolve todas as estruturas do Estado, desde a freguesia ao Poder Central&#8221;, adiantou o Presidente da República.</p>
<p>Aos empresários que &#8220;não desistiram, que reinvestiram, que preservaram empregos, quando seria mais fácil fechar as portas&#8221;, António José Seguro expressou &#8220;gratidão em nome de Portugal e de todos os portugueses&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769387]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dirigente da ONU defende perdão de antigos conquistadores aos povos colonizados</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dirigente-da-onu-defende-perdao-de-antigos-conquistadores-aos-povos-colonizados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:09:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[escravatura]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Ángel Moratinos]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[O subsecretário-geral das Nações Unidas, Miguel Ángel Moratinos, defendeu hoje na capital cabo-verdiana a necessidade de um pedido de "perdão" por parte dos antigos conquistadores aos povos colonizados, para um futuro sem "amargura".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O subsecretário-geral das Nações Unidas, Miguel Ángel Moratinos, defendeu hoje na capital cabo-verdiana a necessidade de um pedido de &#8220;perdão&#8221; por parte dos antigos conquistadores aos povos colonizados, para um futuro sem &#8220;amargura&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vivemos noutro mundo, noutro momento da história: já chegou o tempo de esse passado colonial, esse passado negro, de um mundo que escravizou, de um mundo que conquistou, que colonizou, pedir perdão, expressar as suas desculpas pelo seu comportamento e começar-se uma nova etapa&#8221;, disse à Lusa, à margem do Encontro Internacional sobre a Crioulidade Atlântica, que decorre durante três dias na cidade da Praia.</P><br />
<P>Segundo referiu, &#8220;o continente africano precisa que a Europa e o mundo ocidental reconheçam o seu passado, o que fizeram&#8221;, porque, se tal não for feito, até podem nascer novas relações, &#8220;mas ficará sempre essa amargura, essa frustração&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O quanto antes pedirmos perdão, será melhor para todos. E olharmos juntos para o futuro&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O dirigente das Nações Unidas defendeu que a nova relação entre continentes deve ser construída &#8220;sem vingança, sem discriminação, com respeito&#8221;.</P><br />
<P>Moratinos considerou que a crioulidade demonstra a capacidade de transformação histórica do espaço atlântico, destacando Cabo Verde como um exemplo de cruzamento de culturas, religiões e identidades e como &#8220;referência&#8221; de convivência entre povos.</P><br />
<P>&#8220;Cabo Verde é um mundo de culturas, de cruzamento de experiências, de povos, de identidades, e, portanto, está entre os dois mundos&#8221; como &#8220;um modelo a seguir&#8221;.</P><br />
<P>O antigo ministro espanhol das relações exteriores e Alto Representante da Aliança das Civilizações da ONU (UNAOC) assinalou ainda a importância dos jovens em África.</P><br />
<P>&#8220;A juventude africana tem de dar-nos uma lição, aos ocidentais e outras civilizações&#8221;, de quem consegue evitar &#8220;os erros do passado&#8221; e apostar no futuro &#8220;de uma maneira diferente: podem olhar para aquilo que foi a sua história, cultura, e património identitário para alcançar isso&#8221;.</P><br />
<P>Ainda à margem do evento, a secretária executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Fátima Jardim, disse à Lusa que a crioulidade está ligada à história e aos valores culturais, sublinhando a importância de criar pontes entre países e agendas nacionais.</P><br />
<P>A responsável destacou o papel de Cabo Verde como &#8220;ator relevante na promoção de uma visão global e inclusiva&#8221;, assente na diversidade cultural, económica e social, defendendo uma maior centralidade das pessoas nas políticas e agendas internacionais.</P><br />
<P>Sublinhou ainda a importância da juventude, da solidariedade e da igualdade na construção de sociedades mais justas, bem como a necessidade de preservar a biodiversidade e os recursos naturais.</P><br />
<P>O Encontro Internacional sobre a Crioulidade Atlântica decorre até sábado na cidade da Praia e reúne responsáveis políticos, académicos e representantes de organizações internacionais para debater o papel da crioulidade nas sociedades contemporâneas.</P><br />
<P></P><br />
<P>KZR/RS/LFO // ANP</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769384]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal emitiu 3.000 M€ em operação sindicada a 20 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:09:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IGCP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações do Tesouro]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal emitiu 3.000 milhões de euros em obrigações do tesouro (OT), numa operação sindicada, a 20 anos, anunciou hoje a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal emitiu 3.000 milhões de euros em obrigações do tesouro (OT), numa operação sindicada, a 20 anos, anunciou hoje a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP).</P><br />
<P>De acordo com entidade foi assim fixado &#8220;com sucesso&#8221; o preço de uma nova emissão de OT no valor de 3.000 milhões de euros, com taxa de 3,875% e prazo de 20 anos, com vencimento a 15 de junho de 2046.</P><br />
<P>O IGCP lembrou que esta é a segunda operação sindicada de Portugal em 2026, na sequência da operação OT de 4.000 milhões de euros a 3,250% e 10 anos, lançada em janeiro de 2026.</P><br />
<P>O IGCP revelou que a &#8220;transação atraiu uma forte procura por parte dos investidores&#8221;, ultrapassando 18 vezes o valor, com uma carteira de ordens final que ultrapassou os 56,5 mil milhões de euros (incluindo 3,6 mil milhões de euros de interesse dos JLM) e foi composta por 353 investidores.</P><br />
<P>&#8220;Com esta transação, o IGCP concluiu aproximadamente 60% do programa de financiamento&#8221;, de 24 mil milhões de euros para 2026.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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