Os Estados Unidos estão a considerar a retirada de cerca de 10 mil dos 20 mil soldados destacados pela Administração Biden na Europa depois da invasão da Rússia à Ucrânia: de acordo com a ‘NBC’, que ouviu seis responsáveis da Administração Trump, o Departamento de Defesa admitiu retirar metade do contingente, sendo que o número de soldados em concreto está ainda em discussão.
Recorde-se que os soldados americanos foram enviados em 2022, já depois da invasão russa, para a Polónia e Roménia. Segundo um responsável europeu, o avanço da proposta vai desencadear receio na Europa, que teme não vir a contar com os EUA caso o conflito saia além das fronteiras da Ucrânia.
Donald Trump já avisou que a Europa deve passar a ter mais responsabilidade na sua própria defesa, uma vez que a prioridade militar dos EUA está a focar-se noutras prioridades – a China e Irão. Segundo Pete Hegseth, secretário de Defesa americano, em declarações em Bruxelas, que “as realidades estratégicas impedem os Estados Unidos de estarem focados na segurança da Europa”.
Atualmente, os EUA têm mais de 80 mil soldados em território europeu, metade dos quais na Alemanha: estão também na Estónia e Lituânia.







