Os Estados Unidos estão prontos para apoiar a entrada da Ucrânia na NATO em breve: segundo o jornal francês ‘Le Monde’, as autoridades americanas “não têm mais nenhuma objeção a um simples convite”. “Se Kamala Harris for eleita, poderíamos imaginar Biden a mover-se nessa direção durante o período de transição”, salientou a publicação, citando uma fonte diplomática europeia anónima.
A poucas semanas das eleições presidenciais dos EUA, que colocarão frente a frente Harris e o ex-presidente Donald Trump, Kiev renovou os seus apelos para se tornar membro da aliança militar. A NATO tem defendido que o futuro de Kiev está com a aliança militar, apesar de não haver um cronograma claro para trazer a Ucrânia para a aliança.
“Há uma guerra a acontecer. Acho que temos de resolver isso, temos de restaurar a soberania da Ucrânia sobre os seus territórios e, então, garantir que o caminho para a NATO esteja aberto”, salientou o congressista Gerry Connolly, chefe da Assembleia Parlamentar da NATO, à emissora ‘Radio Free Europe/Radio Liberty’, este domingo. “Entendo uma certa pressa e impaciência por parte dos ucranianos.”
O responsável democrata disse acreditar que “o presidente Biden era — e ainda é — simpático às aspirações ucranianas, incluindo a adesão à NATO”. Mas não é possível que o presidente dos EUA tome quaisquer “ações específicas sem consultar outros aliados”, sublinhou.














