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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Inflação na China abranda em junho e preços no produtor atingem máximo desde 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 03:34:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A inflação na China abrandou para 1% em junho, abaixo das previsões dos analistas, enquanto os preços no produtor subiram 4,1%, o valor mais elevado desde julho de 2022, mostram dados oficiais hoje divulgados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A inflação na China abrandou para 1% em junho, abaixo das previsões dos analistas, enquanto os preços no produtor subiram 4,1%, o valor mais elevado desde julho de 2022, mostram dados oficiais hoje divulgados.</P><br />
<P>O índice de preços no consumidor (IPC), principal indicador da inflação, aumentou 1% em termos homólogos em junho, desacelerando face aos 1,2% registados em maio, segundo dados divulgados pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE) da China.</P><br />
<P>O resultado ficou ligeiramente abaixo das previsões do mercado, que apontavam para uma inflação de cerca de 1,1%.</P><br />
<P>Já o índice de preços no produtor (IPP) subiu 4,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior, acelerando face aos 3,9% de maio e registando, pelo quarto mês consecutivo, a taxa mais elevada desde julho de 2022.</P><br />
<P>O indicador saiu da deflação em março, após quase três anos e meio de quedas, impulsionado sobretudo pela subida dos preços da energia na sequência do conflito entre o Irão e Israel.</P><br />
<P>Segundo o GNE, o aumento dos preços no produtor foi impulsionado pelos setores da extração de carvão, maquinaria elétrica, equipamentos eletrónicos e metalurgia.</P><br />
<P>Em termos mensais, porém, o IPP recuou 0,3%, refletindo a descida dos preços internacionais do petróleo após o cessar-fogo acordado entre os Estados Unidos e o Irão.</P><br />
<P>Os dados sugerem que a economia chinesa continua marcada por uma recuperação desigual. Enquanto as exportações e os setores tecnológicos beneficiam do forte investimento em inteligência artificial, o consumo interno permanece frágil, penalizado pela crise prolongada do imobiliário, pelo investimento moderado e pela procura doméstica ainda contida.</P><br />
<P>Embora a subida dos preços tenha melhorado a rentabilidade de alguns setores industriais e tecnológicos, muitas empresas orientadas para o mercado interno continuam a ter dificuldade em repercutir o aumento dos custos nos consumidores.</P><br />
<P>Esta situação evidencia os desafios enfrentados pelas autoridades chinesas para apoiar o emprego e reforçar a procura interna.</P><br />
<P>Também hoje, o regulador chinês do mercado reiterou a campanha contra a chamada &#8220;concorrência destrutiva&#8221;, procurando travar guerras de preços consideradas excessivas em setores como veículos elétricos, painéis solares, baterias de lítio, aço, cimento e entrega de refeições.</P><br />
<P>Analistas consideram que serão necessárias medidas adicionais de estímulo para reequilibrar uma economia ainda marcada pelo excesso de capacidade produtiva e pela debilidade do consumo interno, apesar do forte desempenho das exportações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787223]]></sapo:autor>
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		<title>China atribui milhões em novos apoios às zonas afetadas por tempestades mortais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 03:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A China atribuiu hoje dezenas de milhões de yuan em fundos adicionais para apoiar regiões afetadas por tempestades e deslizamentos de terras, depois de fenómenos meteorológicos extremos terem provocado milhares de desalojados e a morte de 21 pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China atribuiu hoje dezenas de milhões de yuan em fundos adicionais para apoiar regiões afetadas por tempestades e deslizamentos de terras, depois de fenómenos meteorológicos extremos terem provocado milhares de desalojados e a morte de 21 pessoas.</P><br />
<P>O Governo central disponibilizou 50 milhões de yuan (6,4 milhões de euros) para restaurar estradas, escolas e outras infraestruturas na província de Hubei (centro), bem como mais 20 milhões de yuan (2,5 milhões de euros) destinados à reconstrução de habitações e ao realojamento da população, noticiou a imprensa estatal.</P><br />
<P>Na segunda-feira à noite, tempestades violentas e tornados, um fenómeno raro na China, causaram 11 mortos e centenas de feridos naquela província.</P><br />
<P>Pequim atribuiu ainda 30 milhões de yuan (3,8 milhões de euros) à província de Gansu (noroeste), onde um deslizamento de terras soterrou 21 trabalhadores florestais.</P><br />
<P>Estas verbas somam-se aos 100 milhões de yuan (quase 13 milhões de euros) anunciados anteriormente para reparar escolas, hospitais, infraestruturas de transporte e outros equipamentos públicos na região autónoma de Guangxi (sul), atingida por inundações após chuvas intensas associadas a uma tempestade tropical.</P><br />
<P>Em Guangxi, a passagem da tempestade tropical Maysak provocou a rutura ou transbordo de reservatórios, inundando localidades e deixando habitantes isolados.</P><br />
<P>Segundo as autoridades regionais, seis pessoas morreram, cerca de 130 mil foram retiradas e mais de 8.000 operacionais, apoiados por cerca de 5.700 embarcações, participam nas operações de socorro.</P><br />
<P>Nas redes sociais multiplicam-se os pedidos de ajuda acompanhados por vídeos das zonas inundadas.</P><br />
<P>Alguns órgãos de comunicação locais avançaram, sem confirmação oficial, que centenas de serpentes escaparam de explorações de criação depois de terem sido arrastadas pelas cheias. O jornal Beijing News noticiou ainda a morte de uma mulher, alegadamente após ter sido mordida por uma cobra.</P><br />
<P>As autoridades de Guangxi reconheceram hoje, em comunicado, que &#8220;apareceram serpentes em algumas zonas inundadas&#8221; após várias aldeias do município de Hengzhou terem ficado submersas, sem especificar a origem dos animais.</P><br />
<P>O mesmo comunicado referiu que um hospital local reforçou as reservas de soro antiofídico para responder a eventuais casos de mordeduras.</P><br />
<P>O Centro Meteorológico Nacional indicou que Guangxi regista chuva intensa desde sábado, com precipitação acumulada entre 100 e 400 milímetros em algumas zonas e superior a 900 milímetros nas áreas mais afetadas.</P><br />
<P>Entretanto, o tufão Bavi deverá atingir o sudeste da China durante o fim de semana. Em Taiwan, alguns agricultores apressaram a colheita do arroz antes da chegada da tempestade, que seguia para oeste-noroeste sobre o mar das Filipinas.</P><br />
<P>O mau tempo afetou também outros países asiáticos. No sudeste do Bangladesh, deslizamentos de terras provocados pelas chuvas das monções mataram vários refugiados rohingya, incluindo cinco crianças. Na vizinha Índia, as chuvas intensas causaram igualmente mais de uma dezena de mortos nos últimos dias.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787222]]></sapo:autor>
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		<title>Youtube bloqueia acesso a vídeo de Mundial de Futebol pelo Senado do Paraguai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 02:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O YouTube bloqueou o acesso a um vídeo do Mundial de Futebol pelo Senado do Paraguai, que abordava numa sessão ordinária, entre outros assuntos, a polémica envolvendo a senadora Celeste Amarilla e o futebolista francês Kylian Mbappé.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O YouTube bloqueou o acesso a um vídeo do Mundial de Futebol pelo Senado do Paraguai, que abordava numa sessão ordinária, entre outros assuntos, a polémica envolvendo a senadora Celeste Amarilla e o futebolista francês Kylian Mbappé.</P><br />
<P>A Direção-Geral de Comunicação da Câmara Alta do Paraguai divulgou na rede social X o incidente, esclarecendo através de um comunicado que a medida não implicava &#8220;uma sanção ao canal institucional da Câmara dos Senadores&#8221;.</P><br />
<P>A sessão foi bloqueada &#8220;devido a uma reclamação de direitos de autor atribuída à FIFA, de acordo com o aviso emitido pela própria plataforma&#8221;, acrescentou o comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A título preliminar, a situação estaria relacionada com a deteção automática de conteúdo audiovisual protegido por direitos de autor, no âmbito do debate parlamentar durante a sessão de hoje [quarta-feira], no qual foram feitas referências ao Campeonato do Mundo de Futebol e exibidos excertos audiovisuais relacionados com esse evento&#8221;, acrescentou o Senado paraguaio.</P><br />
<P>Por esse motivo, explicou o comunicado, a equipa técnica do canal Senado TV e a Direção-Geral de Comunicação estão a verificar a reclamação, com vista a &#8220;identificar o segmento em questão e adotar as medidas necessárias para restabelecer a disponibilidade da gravação&#8221;.</P><br />
<P>O comunicado esclarece ainda que a programação e as transmissões previstas na agenda legislativa &#8220;continuarão a decorrer normalmente&#8221;.</P><br />
<P>A sessão plenária desta quarta-feira foi marcada pelo forte confronto entre Amarilla e Mbappé.</P><br />
<P>Amarilla desencadeou a polémica no sábado ao afirmar nas redes sociais que Mbappé &#8220;em vez do leite da mãe, chupou cocos e que a coisa mais culta que já ouviu na vida são os chimpanzés&#8221;, declarações que a ONU, a Federação Francesa de Futebol e o presidente da França, Emmanuel Macron, consideraram racistas.</P><br />
<P>A senadora reagiu daquela forma à eliminação do Paraguai nos oitavos de final do Mundial frente à França, com um resultado de 0-1, decidido precisamente por um golo de grande penalidade de Mbappé, que, segundo Amarilla, manteve uma atitude arrogante durante o jogo.</P><br />
<P>O futebolista respondeu, na mesma rede social, à legisladora, chamando-a de &#8220;mulher desprezível e indigna do cargo&#8221;.</P><br />
<P>Esta quarta-feira, após um debate de mais de cinco horas, o Senado paraguaio condenou &#8220;as expressões discriminatórias e racistas&#8221; de Amarilla contra Mbappé, com uma resolução aprovada por maioria, apesar do apoio de vários senadores à legisladora. </P><br />
<P>Na sessão plenária, a deputada voltou a elevar o tom e afirmou que o futebolista é um &#8220;filho da puta&#8221;, sublinhando que se recusou a cumprimentar o guarda-redes Orlando Gill no final do jogo.</P><br />
<P>Além disso, salientou que se recusa a referir-se à sua &#8220;sonhada&#8221; França como a &#8220;terra de Mbappé&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Recuso-me a reduzir esta história, toda essa enorme França, todo esse enorme legado cultural, artístico e democrático, a Mbappé&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A senadora não esteve sozinha nas críticas: a senadora Yolanda Paredes apoiou a posição de Amarilla e indicou que Mbappé foi &#8220;racista e xenófobo&#8221; contra os jogadores paraguaios, a quem, segundo ela, tentou &#8220;humilhar&#8221; durante o jogo.</P><br />
<P>Por outro lado, o presidente do Congresso, Basilio Núñez, do partido no poder, criticou as declarações de Amarilla e recomendou que se tornasse &#8220;dona do seu silêncio&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787221]]></sapo:autor>
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		<title>Junho foi o mais quente de sempre na Europa Ocidental &#8212; Copernicus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 02:02:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O mês de junho foi o mais quente de que há registo na Europa Ocidental e o segundo mais quente no mundo, tendo em conta as temperaturas registadas em terra e no mar, indicou hoje o Serviço Copernicus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O mês de junho foi o mais quente de que há registo na Europa Ocidental e o segundo mais quente no mundo, tendo em conta as temperaturas registadas em terra e no mar, indicou hoje o Serviço Copernicus.</P><br />
<P>A análise do Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas aponta para &#8220;temperaturas próximas dos recordes, impulsionadas pelas temperaturas da superfície do mar (TSM) mais elevadas alguma vez registadas para o mês&#8221;, segundo um comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A Europa foi atingida por um calor extremo em terra e no mar durante o mês, com grande parte da Europa Ocidental a sofrer uma onda de calor recorde e ondas de calor marinhas no Mediterrâneo Ocidental e ao longo das costas atlânticas&#8221;, adianta o estudo do Copernicus, implementado pelo Centro Europeu de Previsões Meteorológicas a Médio Prazo (ECMWF). </P><br />
<P>Na Europa Ocidental, registou-se uma temperatura média de 20,74 graus Celsius (°C), 3,05 °C acima da média de junho no período entre 1991-2020 e superando o anterior recorde estabelecido em junho de 2025.</P><br />
<P>A nível mundial, o mês passado registou uma temperatura média do ar à superfície de 16,54°C, 0,56°C acima da média de 1991-2020 para o mês e atrás de junho de 2024.</P><br />
<P>Já a TSM média mensal para o oceano extrapolar foi a mais elevada de sempre, atingindo os 20,86°C e ultrapassando o recorde estabelecido em junho de 2024 por 0,01ºC, &#8220;refletindo em parte o desenvolvimento de fortes condições de El Niño no Pacífico equatorial&#8221;. </P><br />
<P>O Copernicus assinala que &#8220;a onda de calor de junho bateu recordes mensais e históricos de temperatura em vários países europeus e contribuiu para graves impactos na saúde, incluindo mortes relacionadas com o calor&#8221;, tendo ocorrido &#8220;apenas algumas semanas após uma onda de calor particularmente intensa em maio&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a vice-diretora do serviço, &#8220;Junho de 2026 sublinhou a profundidade das alterações climáticas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Europa Ocidental registou o junho mais quente da sua história e manteve-se o aquecimento recorde no oceano global. Juntos, estes recordes refletem um sistema climático que continua a acumular calor. O resultado são ondas de calor cada vez mais intensas, um oceano persistentemente quente e riscos crescentes para as pessoas, ecossistemas e infraestruturas em toda a Europa e além&#8221;, observa Samantha Burgess, citada no comunicado.</P><br />
<P>Além de grande parte da Europa Ocidental, incluindo a Itália, grandes zonas da Europa central e oriental e o sul do Reino Unido registaram &#8220;condições mais secas do que a média, associadas à persistência de altas pressões e ondas de calor&#8221;, o que aumentou o risco de seca em partes da Europa de Leste e contribuiu para a ocorrência de incêndios florestais, particularmente na Península Ibérica.</P><br />
<P>Quanto ao gelo marinho, a extensão média mensal situou-se cerca de 5% abaixo da média no Ártico e cerca de 8% abaixo da média na Antártida, ocupando ambas as percentagens o sexto lugar entre as mais baixas para o mês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787220]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Líder pede a Carlos III libertação de ouro no Banco de Inglaterra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 01:44:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou ter enviado uma carta ao rei britânico, Carlos III, a solicitar a libertação do ouro "retido" no Banco de Inglaterra, com o objetivo de utilizar esses recursos na resposta aos recentes sismos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou ter enviado uma carta ao rei britânico, Carlos III, a solicitar a libertação do ouro &#8220;retido&#8221; no Banco de Inglaterra, com o objetivo de utilizar esses recursos na resposta aos recentes sismos.</P><br />
<P>&#8220;Esse ouro é do nosso povo e deve servir para enfrentar as consequências terríveis e trágicas deste duplo sismo&#8221;, afirmou numa transmissão da televisão estatal VTV.</P><br />
<P>Rodríguez voltou a exigir o fim das sanções contra a Venezuela e do bloqueio de recursos que, disse, são necessários para o processo de reconstrução e de &#8220;recuperação integral no emprego, no trabalho e na educação&#8221;.</P><br />
<P>A dirigente informou ainda ter mantido na terça-feira uma conversa com a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, sobre a libertação de &#8220;recursos bloqueados da Venezuela&#8221; naquela instituição.</P><br />
<P>&#8220;A Venezuela tem recursos para se recuperar e para se levantar&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Apesar do recente alívio de algumas sanções por parte dos Estados Unidos, persistem restrições estruturais e continuam congelados ou sob controlo de fundos e bens do Estado venezuelano no exterior, como reservas de ouro avaliadas em cerca de 2.000 milhões de dólares depositadas no Banco de Inglaterra ou ativos da Citgo, filial da petrolífera Pdvsa nos EUA.</P><br />
<P>O chefe humanitário da ONU, Tom Fletcher, declarou esta quarta-feira à EFE que as sanções à Venezuela devem ser flexibilizadas para não afetarem a chegada de ajuda e os planos de recuperação após o duplo sismo.</P><br />
<P>Na devastada região de La Guaira, adjacente a Caracas, Fletcher considerou que os sismos vão provocar uma &#8220;situação económica muito difícil&#8221;, que retirará &#8220;vários pontos ao PIB&#8221; nacional.</P><br />
<P>O número de mortos pelos sismos ocorridos há duas semanas na Venezuela subiu esta quarta-feira para 3.811, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o último balanço oficial.</P><br />
<P>Os dois sismos que atingiram a Venezuela em 24 de junho, de magnitude 7,2 e 7,5, na escala de Ritcher, provocaram uma das maiores tragédias naturais da história recente da América Latina.</P><br />
<P>O balanço mais recente do Ministério dos Negócios Estrangeiros português indicou que 100 portugueses e lusodescendentes morreram, registando-se ainda 59 cidadãos desaparecidos ou incontactáveis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787219]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 1,64%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-subir-164/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 00:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,64% para 67.915,55 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,64% para 67.915,55 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>Já o segundo indicador, o Topix, subia 0,21% para 4.015,01 pontos, às 09:23 locais (01:23 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Trump vai pedir ao Supremo que reconsidere a sua decisão sobre direito do solo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:50:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que vai pedir ao Supremo Tribunal que reexamine a decisão que consagrou o direito do solo na obtenção de cidadania pelos filhos dos imigrantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que vai pedir ao Supremo Tribunal que reexamine a decisão que consagrou o direito do solo na obtenção de cidadania pelos filhos dos imigrantes. </P><br />
<P>Os pedidos de reexame devem ser apresentados nos 25 dias subsequentes a uma decisão do Supremo e só muito raramente foram aceites. </P><br />
<P>Na sua rede social, Trump referiu-se criticamente na quarta-feira a &#8220;painéis e cartazes a elogiarem a obtenção da cidadania graças ao direito do solo&#8221; instalados, disse, &#8220;ao longo da fronteira sul, bem como no México&#8221;. </P><br />
<P>No texto, Trump anunciou: &#8220;Vou solicitar IMEDIATAMENTE um novo exame do assunto pelo Supremo Tribunal dos EUA&#8221;, classificando a decisão deste como &#8220;totalmente insensata&#8221;. </P><br />
<P>A maior instância jurídica dos EUA anulou na semana passada um decreto, assinado por Trump no primeiro dia do seu segundo mandato, em que suprimia o direito do solo para os filhos dos imigrantes em situação irregular, por considerar que é um incentivo à imigração clandestina. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787200]]></sapo:autor>
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		<title>E. Jean Carroll vai receber 5,8 milhões USD no caso de ataque sexual por Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:30:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova Iorque, 09 jul 026 (Lusa) -- A escritora norte-americana E. Jean Carroll vai poder receber 5,8 milhões de dólares que estavam guardados após um júri decidir há três anos que Donald Trump a atacou sexualmente em 1996 e a difamou quando revelou o caso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Nova Iorque, 09 jul 026 (Lusa) &#8212; A escritora norte-americana E. Jean Carroll vai poder receber 5,8 milhões de dólares que estavam guardados após um júri decidir há três anos que Donald Trump a atacou sexualmente em 1996 e a difamou quando revelou o caso. </P><br />
<P>A decisão foi tomada na quarta-feira pelo juiz federal Lewis A. Kaplan, em ordem que determina o pagamento daquela verba e dos juros entretanto vencidos. </P><br />
<P>Os advogados de Carroll requisitaram o pagamento depois de o Supremo Tribunal ter declinado receber um recurso da condenação de 2023. </P><br />
<P>Trump já tinha entregado a verba, que foi colocada em um fundo durante o processo de recurso, à espera de uma decisão judicial. </P><br />
<P>Trump voltou a difamar Carroll depois de os seus advogados considerarem solicitar ao Supremo que reconsiderasse a decisão. </P><br />
<P>O júri chegou ao veredicto em um julgamento no qual Trump não apareceu, depois de Carroll ter testemunhado o abuso sexual de que foi vítima em uma cabina de prova de roupa de uma loja de luxo, em Manhattan. </P><br />
<P>Carroll, que tem 82 anos, falou pela primeira vez sobre o ataque em 2019, quando Trump era presidente, em um livro de memórias. </P><br />
<P>Este negou repetidamente conhecer Carroll, com quem de resto garantiu que nunca se teria encontrado, acusando-a de querer vender livros à sua custa e ter motivos políticos. </P><br />
<P>Trump, entretanto, recorreu da sentença de pagar uma indemnização por difamação, no valor de 83 milhões de dólares, atribuída a Carrol por outro júri, depois de um julgamento, em janeiro de 2024, no qual Trump fez um testemunho curto.  </P><br />
<P>Neste julgamento, Kaplan requereu ao júri que aceitasse as conclusões do julgamento anterior e que determinasse quanto é que Trump deveria pagar a Carrol pelos comentários que fez sobre ela enquanto Presidente. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787189]]></sapo:autor>
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		<title>Serguei Lavrov garante apoio militar da Rússia aos estados do Sahel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:20:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, reuniu-se em Niamei com os chefes da diplomacia do Mali, Burkina Faso e Níger, a quem assegurou a continuação do apoio militar de Moscovo, segundo comunicado conjunto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, reuniu-se em Niamei com os chefes da diplomacia do Mali, Burkina Faso e Níger, a quem assegurou a continuação do apoio militar de Moscovo, segundo comunicado conjunto. </P><br />
<P>Membros da Aliança dos Estados do Sahel (AES), o Mali, o Níger e o Burkina Faso são governados por regimes militares que chegaram ao poder através de golpes de estado entre 2020 e 2023 e que se afastaram da antiga potência colonial francesa para se aproximarem da Rússia.</P><br />
<P>Os três países abandonaram a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) &#8212; que consideram subordinada à França &#8212; e formaram a AES.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado conjunto hoje publicado, Serguei Lavrov e os chefes da diplomacia dos três países da confederação realizaram na quarta-feira uma segunda ronda de consultas de &#8220;alto nível&#8221; em Niamei, capital do Níger, que &#8220;tinha como objetivo consolidar ainda mais as excelentes relações de amizade, solidariedade e cooperação que unem a AES e a Rússia&#8221;.</P><br />
<P>Durante o encontro, ambas as partes &#8220;reafirmaram a sua vontade comum de continuar a reforçar a sua cooperação nos domínios político, diplomático, de segurança, económico e social&#8221; e manifestaram igualmente a sua satisfação relativamente à &#8220;intensificação da sua cooperação militar e técnico-militar&#8221;, tendo a Rússia &#8220;confirmado a sua vontade de continuar a apoiar o reforço das capacidades operacionais das forças armadas dos estados-membros da AES&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>Esta ronda ocorre mais de um ano após a primeira, organizada a 01 de abril de 2025 em Moscovo.</P><br />
<P>A Rússia e a sua empresa privada de mercenários Wagner, que está a ser integrada no Africa Corps, estão a ajudar os países da AES a combater os grupos jihadistas que causaram dezenas de milhares de mortos na maior parte dos seus territórios.</P><br />
<P>Moscovo também assinou acordos de defesa com os três países, aos quais forneceu equipamento militar.</P><br />
<P>A Rússia coopera igualmente com a AES nos setores da energia e da mineração.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787182]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/sismo: Ajuda humanitária dos EUA atinge 377 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:09:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos (EUA) destinaram, até à data, mais de 386 milhões de dólares (377 milhões de euros) em ajuda humanitária para apoiar as vítimas dos sismos que assolaram a Venezuela há duas semanas, informou o Departamento de Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos (EUA) destinaram, até à data, mais de 386 milhões de dólares (377 milhões de euros) em ajuda humanitária para apoiar as vítimas dos sismos que assolaram a Venezuela há duas semanas, informou o Departamento de Estado.</P><br />
<P>A ajuda inclui cuidados médicos de emergência, alimentos, água potável, saneamento, abrigos temporários, proteção e apoio logístico às vítimas, canalizados através de organizações como a Cruz Vermelha, a UNICEF ou o Programa Alimentar Mundial, entre outras.</P><br />
<P>A administração norte-americana afirmou na quarta-feira já ter entregado mais de 400 toneladas métricas de material de emergência, incluindo &#8216;kits&#8217; de abrigo, higiene, lonas, baldes e equipamento de cozinha, com os quais estima ter ajudado cerca de 70.000 pessoas afetadas pelos sismos.</P><br />
<P>No âmbito desta operação, Washington anunciou a criação de uma ponte aérea humanitária entre os EUA e a Venezuela, coordenada pelo Departamento de Estado, pela organização Airlink e pela empresa Amazon e que, segundo explicou, permitirá transportar semanalmente suprimentos de Miami para Maiquetía &#8220;sem custos para as organizações humanitárias&#8221;.</P><br />
<P>A resposta norte-americana incluiu também o envio de equipas de busca e salvamento urbano. Mais de 2.400 membros de 60 equipas internacionais provenientes de 29 países, juntamente com quase 200 cães especializados, participaram nos trabalhos de resgate após os sismos.</P><br />
<P>As equipas norte-americanas enviadas da Virgínia, Califórnia e Flórida já regressaram às suas bases, após concluírem a sua missão, embora o Departamento de Estado assegure que ainda dispõe de pessoal no terreno para continuar a prestação de ajuda humanitária. </P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.685 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 100 portugueses e lusodescendentes, e outros 59 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787179]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Multidão homenageia Ali Khamenei nas cidades santas xiitas de Najaf e Kerbala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:03:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma multidão imensa invadiu as ruas das cidades santas xiitas de Najaf e Kerbala, no Iraque, para acompanhar o cortejo funerário de Ali Khamenei, antes de ser sepultado no seu país natal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma multidão imensa invadiu as ruas das cidades santas xiitas de Najaf e Kerbala, no Iraque, para acompanhar o cortejo funerário de Ali Khamenei, antes de ser sepultado no seu país natal.</P><br />
<P>Esta etapa iraquiana encerra uma homenagem que durou vários dias, reuniu milhões de iranianos e foi concebida como demonstração de força e unidade, depois de o ataque israelo-norte-americano o ter morto, no primeiro dia da guerra ao Irão, em 28 de fevereiro. </P><br />
<P>Em Naja, no sul do Iraque, onde os restos mortais do &#8216;ayatollah&#8217; tinham chegado na terça-feira à noite, as ruas estavam decoradas com grandes fotografias. </P><br />
<P>No santuário do imã Ali, genro do profeta Maomé, quarto califa do Islão e primeiro imã xiita, foram muitos os que se concentraram para procurar tocar no caixão, constataram os jornalistas da AFP. </P><br />
<P>Depois de Najaf, o caixão chegou à noite a Kerbala, mais ao norte, onde deve ser colocado para os santuários do imã Hussein e do seu irmão Abbas.</P><br />
<P>Na cidade, a multidão agitou bandeiras iranianas e fotografias do&#8217;ayatollah&#8217;, gritando palavras de ordem lançadas por altifalantes. </P><br />
<P>Água foi lançada sobre a multidão, por causa do calor. </P><br />
<P>Os corpos dos próximos de Khamenei, mortos com ele em Teerão &#8212; uma filha, um genro, uma nora e uma neta, com 14 meses -, não foram colocados na procissão.  </P><br />
<P>O general Esmaïl Qaani, responsável da Força Quds, dos Guardas da Revolução, saudou &#8220;a planificação minuciosa deste acontecimento histórico&#8221; pelos dirigentes de Bagdade, revelador, considerou, &#8220;do profundo laço espiritual que une as duas nações&#8221;. </P><br />
<P>Na homenagem no Iraque participaram, além deste chefe militar, o próprio Presidente iraniano e o ministro dos Negócios Estrangeiros. </P><br />
<P>Terminadas as homenagens fúnebres, a sepultura do corpo será feita na quinta-feira, em Machhad, cidade natal de Ali Khamenei, no nordeste iraniano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787175]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Potencial candidato Rahm Emanuel acusa Netanyahu de transformar Israel em pária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:00:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rahm Emanuel, um potencial candidato presidencial democrata norte-americano, afirmou hoje, na Universidade de Telavive, que Israel está cada vez mais isolado, por a sua liderança política o ter transformado em um "pária".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Rahm Emanuel, um potencial candidato presidencial democrata norte-americano, afirmou hoje, na Universidade de Telavive, que Israel está cada vez mais isolado, por a sua liderança política o ter transformado em um &#8220;pária&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Vocês não podem lutar indefinidamente contra um mundo que deixou de acreditar que vocês têm o direito a lutar&#8221;, disse Emanuel a um auditório cheio. </P><br />
<P>&#8220;Têm de encontrar um novo e sustentável caminho para a paz, a segurança e a prosperidade económica&#8221;, contrapôs. </P><br />
<P>Esta condenação da liderança israelita mostra o quanto os democratas centristas se afastaram do seu apoio histórico a Israel nos últimos três anos. </P><br />
<P> Cerca de 58% dos democratas entendem que os Estados Unidos &#8220;apoiam demais&#8221; Israel, segundo uma sondagem da The Associated Press-NORC Center for Public Affairs Research, acima dos 45% de janeiro de 2024.</P><br />
<P>Metade dos democratas considera mesmo que Israel está a cometer genocídio contra os palestinianos. </P><br />
<P>Para mais, os judeus adultos têm uma opinião mais favorável ao presidente da autarquia nova-iorquina, Zohran Mamdani, um forte crítico de Israel, do que a Benjamin Netanyahu, sobre quem aliás impende um mandado de captura do Tribunal Penal Internacional, emitido em 2024, por crimes de guerra e contra a Humanidade na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Entre as propostas que Rahm Emanuel fez está a do fim do financiamento pelos EUA do orçamento militar de Israel, argumentando que este deve pagar pela defesa proporcionado pelos EUA como qualquer outro aliado.   </P><br />
<P>Também pretende que os israelitas que atacam os palestinianos e os seus haveres sejam punidos, incluindo os políticos que os apoiam e incentivam nesta violência.</P><br />
<P>Acentuou, a propósito, que os EUA são responsáveis &#8220;pelo pior que a política interna (de Israel) tem&#8221;, ao ignorarem voluntariamente as injustiças israelitas. </P><br />
<P>O gabinete de Netanyhau recusou comentar o discurso. </P><br />
<P>Há uns anos, o agora primeiro-ministro classificou Emanuel como &#8220;um judeu que se odeia&#8221; depois de este ter condenado a expansão dos colonatos em 2009, quando era chefe de gabinete do Presidente Barack Obama. </P><br />
<P>Esta condenação motivou um conjunto de ativistas de extrema-direita a protestar contra a cerimónia da maioridade do seu filho em Jerusalém, no ano seguinte, alguns dos quais foram detidos.</P><br />
<P>Um destes ativistas detidos é o atual ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, de quem Emanuel notou, de forma seca, que representa o rumo político de Israel nos últimos 15 anos. </P><br />
<P>Antes do discurso, Emanuel realçou que constatou um forte sentimento, entre os seus interlocutores, de abandono a que se consideram sujeitos pelo governo, o que, confessou, o surpreendeu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787174]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Rússia critica &#8220;decisões irresponsáveis&#8221; da NATO sobre a invasão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia classificou hoje de "irresponsáveis" os compromissos assumidos pela NATO em favor da Ucrânia na sua última cimeira na Turquia, acusando ainda os estados europeus de se prepararem "para um conflito armado" com Moscovo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia classificou hoje de &#8220;irresponsáveis&#8221; os compromissos assumidos pela NATO em favor da Ucrânia na sua última cimeira na Turquia, acusando ainda os estados europeus de se prepararem &#8220;para um conflito armado&#8221; com Moscovo.</P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo criticou os países membros da Aliança Atlântica por tomarem &#8220;decisões irresponsáveis suscetíveis de conduzir a uma catástrofe&#8221; e por se concentrarem na &#8220;militarização do continente europeu&#8221;.</P><br />
<P>Os chefes de Estado e de Governo da NATO reiteraram hoje o seu &#8220;apoio inabalável&#8221; à Ucrânia e anunciaram um financiamento de 70 mil milhões de euros este ano, comprometendo-se a manter níveis &#8220;pelo menos equivalentes&#8221; em 2027.</P><br />
<P>&#8220;A Ucrânia contribui para a segurança transatlântica e os aliados permanecem unidos no nosso compromisso inabalável para a Ucrânia nos seus esforços para defender a sua liberdade, soberania e integridade territorial&#8221;, lê-se na declaração final da cimeira da NATO, que hoje terminou em Ancara (Turquia) e reuniu os líderes dos 32 Estados-membros da Aliança Atlântica.</P><br />
<P>Os líderes referem que os aliados europeus e o Canadá são quem está a &#8220;financiar a grande maioria da assistência em matéria de segurança prestada à Ucrânia por via bilateral e multilateral&#8221; e salientam que o apoio &#8220;deve ser equitativo, previsível e sustentável a longo prazo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para 2026, os Aliados comprometem-se a disponibilizar 70 mil milhões de euros em equipamento militar, assistência e formação para a Ucrânia e reafirmam os seus compromissos soberanos de manter, pelo menos, níveis equivalentes de apoio em 2027&#8221;, indicam no documento final da reunião de alto nível, saudando ainda o empréstimo da União Europeia (UE) de 90 mil milhões de euros à Ucrânia.</P><br />
<P>Os chefes de Estado e de Governo da NATO abordam também a guerra no Irão nesta declaração, mas com uma breve menção numa única frase.</P><br />
<P>&#8220;Os aliados reiteram que o Irão nunca deve ter uma arma nuclear e apelam ao Irão para respeitar plenamente a liberdade de navegação no estreito de Ormuz&#8221;, afirmam.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787173]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Moçambique quer reforçar combate à corrupção e redistribuir riquezas naturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:51:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Conferência Internacional sobre Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável de Moçambique terminou hoje com um apelo ao reforço de mecanismos de combate à corrupção e aceleração da transformação da economia, para assegurar que os recursos naturais melhoram a vida da população.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Conferência Internacional sobre Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável de Moçambique terminou hoje com um apelo ao reforço de mecanismos de combate à corrupção e aceleração da transformação da economia, para assegurar que os recursos naturais melhoram a vida da população.</P><br />
<P>Maura Martins, diretora-executiva da ONG Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (Fundação MASC), apresentou a Declaração de Maputo, que insta a avançar com o &#8220;reforço dos mecanismos de combate à corrupção no interesse do povo moçambicano em todos os setores, aplicar medidas coercivas para desestimular o uso abusivo dos bens públicos, o enriquecimento à custa do sofrimento do povo, os funcionários fantasmas e outros males que afetam a sociedade&#8221; do país africano.</P><br />
<P>Sob o lema &#8220;Do Balanço à Acção &#8212; Rumo ao Desenvolvimento Integrado do País&#8221;, a Conferência Internacional sobre Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável foi concebida pelo Ministério da Planificação e Desenvolvimento como uma plataforma de alto nível para avaliar o legado da Agenda 2025, retirar lições dos ciclos anteriores e construir convergências sobre as prioridades que deverão orientar a Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2025&#8211;2044, o Programa Quinquenal do Governo 2025&#8211;2029 e o horizonte &#8220;Pensar Moçambique 2050&#8221;.</P><br />
<P>O evento reuniu representantes de diferentes setores da sociedade moçambicana e parceiros internacionais, incluindo parceiros de cooperação, universidades, centros de investigação, organizações da sociedade civil e setor privado.</P><br />
<P>Segundo o documento final apresentado, Moçambique pretende acelerar a transformação estrutural da economia, devendo passar a focar-se na industrialização.</P><br />
<P>&#8220;Declaramos ser urgente acelerar a diversificação económica através da promoção da modernização da agricultura, da indústria transformadora e extrativa, infraestruturas logísticas e de serviços básicos, turismo, economia digital e serviços. São setores de alto potencial de dinamização da economia, absorção da mão-de-obra, ligação com a economia local, oferecendo vantagens competitivas para jovens na economia digital&#8221;, indicou a responsável.</P><br />
<P>O documento assume que o país vai fortalecer o setor privado como motor de economia, potenciando sobretudo as pequenas e médias empresas que geram mais empregos, além de avançar com medidas para acesso ao crédito para jovens.</P><br />
<P>Na declaração, assume-se ainda o compromisso de apostar no desenvolvimento do capital humano, estimulando a formação de profissionais qualificados e que apostem cada vez mais em tecnologias.</P><br />
<P>A par da prioridade melhorar a habitação, acesso à água, escolas e segurança pública, Moçambique quer também potencializar cada vez mais o ordenamento territorial com a distribuição de talhões e espaços infraestruturados.</P><br />
<P>&#8220;Enfatizar a modernização da rede de transporte de produtos agrários e industriais, maximizando os corredores de desenvolvimento, os parques industriais, as zonas francas e económicas especiais para a atração de investimentos, modernização de portos e caminhos-de-ferro para aumentar a sua competitividade no comércio internacional, potenciando infraestruturas de conectividade&#8221; é outra das metas, conforme indicou a diretora-executiva da Fundação MASC.</P><br />
<P>A declaração indica também que é preciso avançar com a modernização da administração pública, tornando-a transparente para acabar com as desigualdades territoriais e a pobreza.</P><br />
<P>&#8220;Assegurar que os recursos naturais, incluindo o gás natural, carvão, areias pesadas, grafite, ouro e outros sejam geridos de forma transparente, responsável e orientada para o benefício de gerações presentes e futuras. É fundamental que a exploração desses recursos reflita na vida dos cidadãos moçambicanos, gerando renda (rendimento), emprego e para a diversificação económica, redução da pobreza e desigualdades sociais e espaciais&#8221;, adiantou Martins.</P><br />
<P>Moçambique compromete-se, até 2050, reforçar a resiliência climática e ambiental face às perdas anuais devido às cheias e inundações e secas</P><br />
<P>&#8220;O pensar Moçambique 2050 visiona um país inclusivo, próspero, em paz e com foco na coesão nacional, justiça social e sustentabilidade. Assegurar a estabilidade em Cabo Delgado para a segurança das populações, a atração de investimentos, redução da pobreza e a consolidação da paz, funcionamento normal das instituições, retoma das atividades económicas, execução de grandes projetos estratégicos para a economia nacional e a coesão social&#8221;, faz também parte das metas assumidas na declaração.</P><br />
<P></P><br />
<P>PME/PDF // PDF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787168]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Trump ameaça Irão com ataques &#8220;muito piores&#8221; se voltar a atacar navios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:34:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje o Irão com ataques "muito piores", caso a República Islâmica volte a atacar navios mercantes no Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje o Irão com ataques &#8220;muito piores&#8221;, caso a República Islâmica volte a atacar navios mercantes no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Após as forças armadas norte-americanas anunciarem ter lançado uma série de ataques contra alvos no Irão, em retaliação por este país ter atingido navios mercantes em águas próximas de Omã, Trump recorreu às redes sociais para uma mensagem ameaçadora.</P><br />
<P>&#8220;Isto é em resposta ao bombardeamento iraniano de navios ontem (terça-feira). Se voltar a acontecer, será muito pior!&#8221;, publicou Trump na rede Truth Social, legendando uma foto que mostra um incêndio perto de uma cidade.</P><br />
<P>Trump tinha ameaçado hoje desencadear mais ações militares contra o Irão, após afirmar que os ataques iranianos contra navios civis assinalavam o fim do cessar-fogo em vigor, assinado em junho.</P><br />
<P>O Comando Central militar norte-americano (CENTCOM) adiantou nas redes sociais que, por ordem do Presidente Donald Trump, as forças norte-americanas &#8220;iniciaram ataques adicionais contra o Irão com o objetivo de reduzir ainda mais as suas capacidades de ameaçar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz&#8221;. </P><br />
<P>A vaga de ataques, pela segunda noite consecutiva, surge em resposta aos &#8220;recentes ataques injustificados&#8221; perpetrados pelo Irão no disputado Estreito de Ormuz &#8220;contra navios mercantes e as suas tripulações civis&#8221;, que &#8220;estavam a navegar livremente por esta via navegável internacional de importância estratégica&#8221;, adianta a mesma fonte.</P><br />
<P>A imprensa estatal iraniana confirmou explosões em vários pontos da costa iraniana.</P><br />
<P>A agência de notícias oficial iraniana IRNA relatou o sobrevoo de jatos de combate sobre a Ilha de Kish e várias explosões nas cidades portuárias de Bandar Abbas, Konarak e Chabahar, algumas das quais sofreram cortes de energia.</P><br />
<P>O CENTCOM confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O comando militar norte-americano indicou que mais de 60 pequenas embarcações dos Guardas da Revolução iranianos foram atacadas &#8220;para reduzir a capacidade do Irão de continuar a atacar o comércio internacional que flui através do corredor comercial internacional&#8221;.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução iraniana anunciou esta madrugada ter atingido 85 instalações militares norte-americanas no Kuwait e no Bahrein, em resposta a bombardeamentos dos Estados Unidos em território iraniano.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano emitiu uma &#8220;séria advertência sobre as consequências do incumprimento do acordo&#8221;.</P><br />
<P>Os últimos ataques lançados pelo Irão não causaram vítimas entre os militares norte-americanos nem danos significativos nas instalações, afirmou hoje um responsável militar dos Estados Unidos sob condição de anonimato à agência de notícias France-Presse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787160]]></sapo:autor>
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		<title>Cerca de 1.500 pessoas em protesto contra falta de água na Costa da Caparica, em Almada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Almada, Setúbal, 08 jul (Lusa) -- Cerca de 1.500 pessoas juntaram-se hoje num protesto contra a falta de água na Costa da Caparica em que exigiram soluções para o problema e pediram a demissão da presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Almada, Setúbal, 08 jul (Lusa) &#8212; Cerca de 1.500 pessoas juntaram-se hoje num protesto contra a falta de água na Costa da Caparica em que exigiram soluções para o problema e pediram a demissão da presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros.</P><br />
<P>A população tinha inicialmente convocado um cordão humano, mas o protesto acabou por assumir a forma de um desfile entre o Centro Comercial O Pescador e a rotunda de acesso ao IC21, sob vigilância de um forte dispositivo da GNR.</P><br />
<P>&#8220;Inês para a rua, Almada não e tua&#8221;, foi uma das muitas palavras de ordem dirigidas à presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros (PS), que os manifestantes responsabilizam pela falta de água no concelho do distrito de Setúbal.</P><br />
<P>Para João Paulo, morador em Santo António da Caparica, a falta de água nas últimas semanas tem sido &#8220;insuportável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando as pessoas têm de acordar cedo para ir trabalhar e chegam à torneira sem uma gota de água, isto torna-se insuportável. É revelador da incompetência da governação da Câmara Municipal de Almada&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O morador acusou ainda o município de não ter aproveitado fundos europeus destinados à melhoria da rede de abastecimento.</P><br />
<P>&#8220;A Câmara sabia que existiam meios da União Europeia para substituir e melhorar o sistema de distribuição de água e não o fez, por incúria ou incompetência&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Questionado sobre o que espera após o protesto, João Paulo defendeu que Inês de Medeiros já não tem condições para continuar no cargo.</P><br />
<P>&#8220;Que peça a demissão ou que o secretário-geral do Partido Socialista lhe tire a confiança política&#8221;, disse.</P><br />
<P>Márcia Tavares, residente há cerca de 30 anos na Costa da Caparica, admitiu que há situações pontuais de falta de água que são toleráveis, mas considera que a situação atual é inaceitável.  </P><br />
<P> &#8220;É uma vergonha. Tivemos dias seguidos sem água, com temperaturas de 30 e 40 graus, e ninguém dá uma explicação nem assume responsabilidades&#8221;, afirmou, assegurando que a falta de água se agravou nas últimas semanas.</P><br />
<P>&#8220;Há crianças, idosos e lares sem água. Só queremos uma solução. Não estamos a pedir nada de extraordinário, apenas água, que é um bem essencial&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Márcia Tavares criticou ainda a gestão do abastecimento de água, defendendo que, caso as interrupções fossem inevitáveis, deveriam ser distribuídas de forma faseada pelas diferentes freguesias do concelho.</P><br />
<P> Para Ana Paula Gonçalves, residente na Costa da Caparica, é um drama sair do trabalho sem saber se vai ter água para tomar banho em casa.</P><br />
<P>&#8220;Os canos estão degradados há muitos anos. Agora dizem que vão fazer furos, mas isso não resolve tudo. Se quisessem, pediam água a um concelho vizinho&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Já Maria Manuela, de 80 anos, residente desde sempre na Costa da Caparica, garante nunca ter vivido uma situação semelhante.</P><br />
<P>&#8220;Nunca passei por isto. Antes, quando havia uma rotura, reparavam-na e ao fim de cinco ou seis horas já tínhamos água. Agora é demasiado&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A idosa contou ainda que permanece acordada durante a noite &#8220;à espera de ouvir o autoclismo encher&#8221; e lamentou as dificuldades provocadas pela falta de abastecimento.</P><br />
<P>Presente na manifestação, o deputado do Livre eleito por Setúbal, Paulo Muacho, disse estar na Costa da Caparica para manifestar &#8220;solidariedade com a população e exigir esclarecimentos&#8221; às entidades responsáveis.</P><br />
<P>&#8220;Estas pessoas estão sem água há vários dias e precisam de uma resposta das entidades públicas. O problema tem de ser resolvido com urgência&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Paulo Muacho revelou ainda que o Livre já pediu audições parlamentares à presidente da Câmara Municipal de Almada, ao presidente dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada e à Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), para apurar as causas das sucessivas falhas no abastecimento.</P><br />
<P>Também presente no protesto, o deputado do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo manifestou solidariedade com a população afetada e considerou que a situação exige uma resposta rápida das entidades competentes.</P><br />
<P>O parlamentar defendeu ainda que é necessário apurar as causas das falhas no abastecimento, garantir transparência na informação prestada aos moradores e acelerar os investimentos necessários para assegurar que situações desta natureza não se repitam, sublinhando que o &#8220;acesso à água constitui um direito essencial&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787159]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha sem rumo entre tensão EUA-Irão e atração dos semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, crispada pelo agravamento da situação entre EUA e Irão, que suscitou o aumento das cotações do petróleo e dos rendimentos obrigacionistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, crispada pelo agravamento da situação entre EUA e Irão, que suscitou o aumento das cotações do petróleo e dos rendimentos obrigacionistas.  </P><br />
<P>O resultado da sessão indica que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average cedeu 1,09% e o alargado S&amp;P500 perdeu 0,28%, ao passo que, pelo contrário, o tecnológico Nasdaq avançou 0,20%, graças às compras a bom preço nos semicondutores.</P><br />
<P>&#8220;A escalada da tensão entre Washington e Teerão provoca turbulência em Wall Street, com Donald Trump a declarar que o cessar-fogo acabou&#8221;, resumiu Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Trump avisou hoje que os Estados Unidos se preparavam para atacar mais uma vez o Irão. </P><br />
<P>Depois destas afirmações, as cotações do petróleo subiram cerca de 5%, com o Brent a chegar mesmo a superar os 80 dólares em sessão pela primeira vez em duas semanas. </P><br />
<P>&#8220;Os investidores receiam uma subida generalizada dos custos&#8221; para as empresas e &#8220;uma inflação mais forte&#8221;, realçou Torres.</P><br />
<P>&#8220;Os valores sensíveis à conjuntura estão a sofrer&#8221;, apontou, mencionando o turismo (Airbnb -3,93%; Booking -4,21%) e os bancos (JPMorgan -2,54%; Bank of America -2,61%).</P><br />
<P>As petrolíferas beneficiaram do agravamento da situação, com a Chevron a ganhar 1,11%) e a ConocoPhillips 2,10%.</P><br />
<P>No setor tecnológico, &#8220;os valores dos semicondutores suscitaram algum interesse depois das perdas na véspera&#8221;, apontaram os analistas da Briefing.com, casos de Nvidia (3,65%), Micron (1,11%) e Broadcom (4,83%).</P><br />
<P>Por outro lado, a divulgação das minutas da última reunião do Comité Monetário da Reserva Federal não teve impacto relevante no mercado. </P><br />
<P>&#8220;Se se puder tirar alguma indicação prospetiva é a de o comité está a examinar um leque amplo de cenários e não vai decidir sem ter a clareza necessária&#8221;, interpretou Jeffrey Roach, economista-chefe do LPL Financial.</P><br />
<P>O mercado mantém a expectativa de uma subida da taxa de juro de referência em setembro, segundo o apanhado de previsões feitas pelo CME FedWatch.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787152]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Polo Museológico do Coliseu Micaelense reabre ampliado e remodelado para proporcionar &#8220;viagem no tempo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Polo Museológico do Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel (Açores), reabriu hoje ampliado e remodelado, após uma década encerrado, para proporcionar aos visitantes uma "verdadeira viagem no tempo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Polo Museológico do Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel (Açores), reabriu hoje ampliado e remodelado, após uma década encerrado, para proporcionar aos visitantes uma &#8220;verdadeira viagem no tempo&#8221;.</P><br />
<P>O espaço abriu as portas ao público pela primeira vez a 10 de maio de 2007, por ocasião da comemoração do 90.º aniversário da inauguração da &#8220;maior casa de espetáculos dos Açores&#8221; e fechou em 2016, segundo a presidente do conselho de administração do Coliseu Micaelense, Cila Simas. </P><br />
<P>Entre 2024 e 2025, foi efetuada uma investigação que permitiu &#8220;recolher mais de 600 documentos&#8221; sobre o complexo cultural, adiantou.</P><br />
<P>Assim, como a informação e as memórias do Coliseu &#8220;precisavam de uma casa estruturada&#8221;, o espaço museológico foi dividido em 14 secções distintas que levam o visitante &#8220;a uma verdadeira viagem no tempo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desde Ponta Delgada antiga, os nossos fundadores [do Coliseu], passando pela magia do cinema, do circo, do teatro, até aos icónicos grandes bailes de Carnaval e de Réveillon, sem esquecer as grandes figuras que pisaram o nosso palco&#8221;, disse Cila Simas.</P><br />
<P>No discurso inaugural, acrescentou que na renovação há espaços que &#8220;tocam de forma muito particular&#8221;, a começar pela primeira secção &#8220;inteiramente dedicada ao ator mais velho do mundo e ativo&#8221;, Rui de Carvalho, que ali apresentou a peça &#8220;Rui de Carvalho uma História de Vida&#8221;.</P><br />
<P>O Polo Museológico do Coliseu Micaelense também inclui, entre outras, secções dedicadas ao arquivo discográfico e literário (vinis e livros), &#8220;os primeiros tempos&#8221; (fotografias e objetos) e sobre os &#8220;grandes&#8221; atores e artistas que por ali passaram, destacando também José Pracana e a fadista Amália Rodrigues.</P><br />
<P>No espaço museológico que ocupa o último anel (a galeria) da sala principal do edifício, também existem zonas dedicadas ao cinema (fotos de artistas, antigas máquinas de projetar e bobines) e à história do edifício, com vários tipos de cadeiras antigas, onde as pessoas se podem sentar e visualizar um documentário.</P><br />
<P>O secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, que esteve na inauguração, valorizou o projeto por considerar &#8220;muito importante&#8221; perpetuar memórias.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, lembrou que a Cultura &#8220;define e demonstra como é que um povo se revê e reconhece ao longo de determinado tempo e ao longo da vida e de cada época&#8221;, salientando que &#8220;o ato de criação cultural em determinada época é diferente do ato de criação cultural numa outra época&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E, por isso, vermos aqui um polo museológico que faz esta retrospetiva, conta uma história &#8211; e uma história já mais do que centenária da vida desta instituição -, por onde passaram grandes artistas multidisciplinares, desde o teatro ao circo, à música, ao próprio convívio da população desta comunidade, eu acho que é, na verdade, uma decisão muito relevante da administração deste Coliseu&#8221;, disse.</P><br />
<P>Na sua opinião, o espaço vai permitir que, sobretudo as novas gerações, &#8220;possam conhecer a sua própria história [&#8230;] através da cultura das manifestações culturais&#8221; retratadas.</P><br />
<P>Já o presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, disse que o espaço, que reabriu ao público no ano em que Ponta Delgada é responsável pela organização da Capital Portuguesa da Cultura, é também &#8220;um gesto público de gratidão&#8221; a todos aqueles que ergueram o projeto do Coliseu Micaelense e o têm mantido em funcionamento.</P><br />
<P>&#8220;É um momento de gratidão, um momento de memória, de reconhecermos o trabalho indelével que foi feito ao longo de gerações, para que hoje possamos estar aqui no Coliseu Micaelense&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por sua vez, a diretora regional da Cultura, Judite Parreira, considerou que o itinerário permite &#8220;uma viagem pelo riquíssimo legado&#8221; de uma instituição de referência e uma &#8220;revisitação dos bens patrimoniais que contam a sua extraordinária história&#8221;.</P><br />
<P>As visitas ao novo espaço museológico realizam-se de segunda a sexta-feira mediante marcação prévia e são gratuitas até ao final do ano.</P><br />
<P>O Coliseu Micaelense, considerado &#8220;a maior casa de espetáculos dos Açores&#8221;, foi inaugurado em 10 de maio de 1917.</P><br />
<P>O equipamento cultural de Ponta Delgada tem capacidade para cerca de 1.300 espetadores sentados e, pela sua dimensão e características, assume-se como &#8220;o espaço coberto melhor adequado para os maiores eventos da Região Autónoma dos Açores&#8221;.</P></p>
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		<item>
		<title>Deputados criticam desinvestimento e &#8220;arrogância&#8221; da FLAD para com os Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os deputados ao parlamento dos Açores criticaram hoje a falta de investimento da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) no arquipélago e a "prepotência e arrogância" dos seus representantes, que se recusaram a comparecer a uma comissão parlamentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os deputados ao parlamento dos Açores criticaram hoje a falta de investimento da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) no arquipélago e a &#8220;prepotência e arrogância&#8221; dos seus representantes, que se recusaram a comparecer a uma comissão parlamentar.</P><br />
<P>&#8220;Os senhores tiveram uma atitude de prepotência e arrogância vergonhosa, e é lamentável para os Açores esta postura da FLAD&#8221;, criticou a deputada do Chega, Olivéria Santos, durante a discussão na sede do parlamento, na Horta, de uma proposta que recomenda ao Governo a promoção de diligências com vista ao reforço da presença institucional daquela fundação nas ilhas.</P><br />
<P>O Chega entende que a FLAD deveria ter uma representação efetiva nos Açores, com uma delegação permanente na região, e exige ainda que a fundação promova mais investimento no arquipélago, atendendo a que a origem da sua criação reside na Base das Lajes, infraestrutura militar utilizada pelos norte-americanos, sedeada na ilha Terceira.</P><br />
<P>Berto Messias, líder parlamentar do PS, criticou também a atitude dos responsáveis da FLAD, por não terem comparecido na comissão parlamentar, quando convocados pelos deputados, apontando o dedo ao açoriano Carlos Costa Neves, antigo líder do PSD/Açores, recentemente eleito para administrador daquela fundação.</P><br />
<P>&#8220;Acho que o doutor Carlos Costa Neves entrou com o pé esquerdo&#8221;, ironizou o parlamentar socialista, que lamentou também a ausência da FLAD na comissão de Política Geral da Assembleia Legislativa dos Açores, onde o assunto foi discutido antes de subir agora a plenário.</P><br />
<P>O secretário regional dos Assuntos Parlamentares, Paulo Estêvão, também entende que a FLAD tem de aumentar os seus investimentos nos Açores e nas comunidades açorianas radicadas nos Estados Unidos, apesar de não concordar, no entanto, com a forma como o Chega apresentou o assunto.</P><br />
<P>&#8220;O Governo dos Açores entende que a contribuição da FLAD nos Açores não é suficiente, nem adequada, nem responde à importância vital que os Açores têm no quadro desta relação entre os Estados Unidos e Portugal&#8221;, insistiu o governante.</P><br />
<P>Também João Bruto da Costa, líder parlamentar do PSD, considera que o Chega &#8220;comete um erro&#8221;, ao pegar no assunto pela &#8220;forma&#8221; e não pelo &#8220;conteúdo&#8221;, justificando assim os sociais-democratas não acompanharem, &#8220;na totalidade&#8221;, a recomendação apresentada em plenário.</P><br />
<P>João Mendonça, deputado do PPM, disse que &#8220;é desejável&#8221; que os Açores procurem &#8220;mais investimentos, mais cooperação e mais oportunidades&#8221;, no relacionamento entre Portugal e os Estados Unidos, mas recordou que esses objetivos já são também seguidos pelo executivo de coligação.</P><br />
<P>Mas António Lima, deputado do Bloco de Esquerda, considera que é &#8220;altamente imprudente&#8221;, que o parlamento dos Açores esteja a colocar este assunto &#8220;desta forma, em cima da mesa&#8221;, recordando que esta matéria devia ser discutida no âmbito de uma negociação do acordo bilateral entre Portugal e os Estados Unidos.</P><br />
<P>Nuno Barata, deputado da Iniciativa Liberal, também manifestou algumas reservas em relação à proposta do Chega, em especial no que se refere à criação de uma delegação da FLAD nos Açores: &#8220;fica a ideia de que a criação de mais uma estrutura vai criar mais despesas e não propriamente um ganho&#8221;.</P><br />
<P>Para Luís Silveira, deputado do CDS-PP, justifica-se que a FLAD &#8220;invista mais nos Açores&#8221;, na medida em que &#8220;se não houvesse região, nem Base das Lajes, também não havia FLAD&#8221;, considerando que é um &#8220;desrespeito para os Açores&#8221;, que aquela fundação só gaste 10 por cento das suas receitas no arquipélago.</P><br />
<P>A recomendação ao Governo Regional foi aprovada com os votos favoráveis do CH, PS, CDS e IL, os votos contra do Bloco e do PAN (que não interveio) e as abstenções do PSD e do PPM.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787147]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Lisboa aprova recondução de atual provedor dos Animais sob críticas da SOS Animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:25:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Lisboa aprovou a recondução de Pedro Emanuel Paiva como provedor municipal dos Animais, para um novo mandato de quatro anos, sob críticas da organização não-governamental SOS Animal quanto à ausência de "uma escolha participada e transparente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara de Lisboa aprovou a recondução de Pedro Emanuel Paiva como provedor municipal dos Animais, para um novo mandato de quatro anos, sob críticas da organização não-governamental SOS Animal quanto à ausência de &#8220;uma escolha participada e transparente&#8221;.</P><br />
<P>Em reunião privada do executivo municipal, a proposta da liderança PSD/CDS-PP/IL (que governa com maioria absoluta após integrar eleita do Chega) para reconduzir o atual provedor dos Amimais de Lisboa foi votada por escrutínio secreto, tendo reunido 10 votos a favor, dois contra e cinco abstenções, indicou à Lusa fonte oficial da autarquia.</P><br />
<P>Outro dos pontos da proposta prevê a contratação de Pedro Emanuel Paiva através de um procedimento de aquisição de serviços, nos termos do Código dos Contratos Públicos, &#8220;pelo valor total do mandato de quatro anos de 189.600 euros&#8221;, o que mereceu os votos contra do BE e abstenção de PS, Livre e PCP, informou a fonte da Câmara Municipal de Lisboa (CML).</P><br />
<P>Antes da votação, a SOS Animal enviou um &#8216;email&#8217; para a CML e também para a Assembleia Municipal sobre a proposta de recondução de Pedro Emanuel Paiva, manifestando &#8220;profunda preocupação e oposição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que uma Provedoria dos Animais poderia e deveria constituir um instrumento essencial de mediação, fiscalização, recomendação, acompanhamento e promoção de políticas públicas eficazes de proteção animal no município e sempre fomos a favor da existência dessa figura. O que está em causa é saber se a pessoa atualmente proposta para recondução demonstrou, no mandato que agora termina, capacidade, independência, competência técnica e impacto real suficientes para justificar nova nomeação por mais quatro anos&#8221;, lê-se no &#8216;email&#8217; a que Lusa teve acesso.</P><br />
<P>A SOS Animal sublinhou ainda que esta &#8220;não é uma preocupação nova, nem circunstancial&#8221;, uma vez que aquando da primeira nomeação do atual provedor, em 2022, várias associações de proteção animal manifestaram publicamente reservas quanto ao processo escolhido e quanto ao perfil indicado, &#8220;precisamente por a designação ter avançado sem concurso, sem processo transparente de auscultação prévia das organizações e sem debate público suficiente sobre o projeto para a Provedoria&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há avaliação, escrutínio, nada&#8221;, criticou, afirmando que o receio quanto a &#8220;uma Provedoria sem suficiente preparação técnica, sem verdadeira independência face ao executivo e sem ligação estruturada ao terreno, materializou-se numa função com fraco impacto prático na vida dos animais&#8221;, e defendendo que a recondução deveria ser precedida de avaliação independente, audição formal das associações e outras verificações.</P><br />
<P>Nesta reunião, a CML aprovou ainda, com os votos contra de PS, Livre e Chega, e abstenção de BE e PCP, um acréscimo de 1,4 milhões de euros (IVA incluído) à empreitada dos túneis de drenagem, para &#8220;trabalhos complementares&#8221;, modificando o contrato celebrado em abril de 2021, com o consórcio &#8220;MEEC/SPIE &#8211; Túneis de Drenagem de Lisboa&#8221;, constituído pela Mota-Engil, SA e pela Spie Batignolles International &#8211; Sucursal em Portugal, pelo montante global de 140,8 milhões de euros.</P><br />
<P>Com os votos contra do Chega, o executivo viabilizou também a continuidade e prorrogação da duração da Equipa de Projeto para o Plano Geral de Drenagem de Lisboa, por mais cinco anos.</P><br />
<P>Foi também aprovado, com os votos contra de Livre e BE, e abstenção de PS, PCP e Chega, a revogação do contrato para a empreitada da Unidade de Projeto da Avenida de Ceuta, com a anulação do saldo de 4,1 milhões de euros.</P><br />
<P>Por unanimidade, o executivo decidiu submeter a consulta pública, por 20 dias úteis, a distinção de oito novos estabelecimentos como Lojas com História, nomeadamente a loja de malas Cerimónia, a Ótica Miramon, os restaurantes Taverna Del Rey, Farta Brutos, Primavera do Jerónimo e Faz Figura, a mercearia Cabeceirense e o Templários Bar.</P><br />
<P>Com o voto contra do BE e abstenção do Livre, foi aprovado também submeter a consulta pública a decisão desfavorável quanto ao reconhecimento de outros dois espaços comerciais, a loja de artesanato Abdulla &amp; Comp e a loja de vestuário Armazéns de Paris, enquanto a proposta de retirada da distinção à retrosaria Marques Sequeira, por incumprimento dos critérios exigíveis, foi viabilizada com os votos contra de PS, Livre, BE e PCP.</P></p>
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