<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 04:44:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Japão reafirma compromisso com princípios antinucleares no aniversário de Hiroshima</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/japao-reafirma-compromisso-com-principios-antinucleares-no-aniversario-de-hiroshima/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/japao-reafirma-compromisso-com-principios-antinucleares-no-aniversario-de-hiroshima/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 04:44:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/japao-reafirma-compromisso-com-principios-antinucleares-no-aniversario-de-hiroshima/</guid>

					<description><![CDATA[A primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, comprometeu-se hoje a garantir que o Japão não possua, não produza nem permita armas nucleares, por ocasião do 81.º aniversário do lançamento da bomba atómica pelos Estados Unidos sobre Hiroshima.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, comprometeu-se hoje a garantir que o Japão não possua, não produza nem permita armas nucleares, por ocasião do 81.º aniversário do lançamento da bomba atómica pelos Estados Unidos sobre Hiroshima.</P><br />
<P>&#8220;O Governo mantém-se firme na posição política de respeitar os Três Princípios Não Nucleares. Nessa base, a missão do nosso país, a única nação que sofreu bombardeamentos atómicos, é liderar os esforços da comunidade internacional rumo a uma sociedade livre de armas nucleares, garantindo que uma tragédia de tal magnitude nunca mais se repita&#8221;, afirmou a líder nipónica a partir de Hiroshima.</P><br />
<P>Takaichi, que minutos antes se reuniu com sobreviventes das bombas atómicas (&#8216;hibakusha&#8217;) para ouvir testemunhos, reafirmou numa conferência de imprensa a &#8220;determinação categórica de nunca mais repetir a tragédia ocorrida&#8221; a 06 de agosto de 1945 em Hiroshima e, três dias depois, em Nagasaki.</P><br />
<P>No entanto, quando questionada sobre a conferência de revisão do Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares, que se realiza em novembro na ONU, declarou que é &#8220;necessário avaliar a situação tendo em conta as tendências internacionais e o panorama de segurança cada vez mais complexo&#8221; na região.</P><br />
<P>A primeira participação na cerimónia como chefe do Governo ocorre num momento em que o Executivo se prepara para rever os principais documentos de segurança nacional, o que levanta questões sobre se os princípios nucleares vão manter-se intactos, especialmente depois de o ministro da Defesa, Shinjiro Koizumi, ter proposto um debate nuclear &#8220;sem tabus&#8221;.</P><br />
<P>A primeira-ministra reuniu-se com os &#8216;hibakusha&#8217;, familiares das vítimas e representantes locais e estrangeiros no Parque Comemorativo da Paz de Hiroshima, onde permaneceram em silêncio um minuto às 08:15 (00:15 em Lisboa), momento em que a bomba explodiu sobre a cidade.</P><br />
<P>O embaixador dos Estados Unidos no Japão, George Glass, ausentou-se pela primeira vez desta cerimónia, tendo informado que também não participa na de Nagasaki &#8212; eventos em que Washington vai ser representada este ano pelo número dois da missão diplomática, Aaron Snipe.</P><br />
<P>Sem apresentar qualquer motivo para a ausência, Glass afirmou em comunicado que Hiroshima e Nagasaki &#8220;não são apenas símbolos inspiradores de paz e esperança para o mundo, mas também um lembrete de que a aliança entre os Estados Unidos e o Japão nunca pode abrandar na missão de preservar a paz e proteger a liberdade em toda a região&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, no dia em que se assinala o primeiro bombardeamento, o presidente da câmara de Hiroshima deixou críticas às grandes potências por travarem guerras, exortando-as a deixar de justificar a posse de armas nucleares como método de dissuasão.</P><br />
<P>&#8220;Minimizar a desumanidade das armas nucleares e aceitar o uso da força para alcançar a própria prosperidade acarreta o risco de ciclos de retaliação violenta que, em última análise, podem resultar noutra Hiroshima ou Nagasaki&#8221;, afirmou o presidente da câmara, Kazumi Matsui.</P><br />
<P> Vários líderes políticos consideram a dissuasão nuclear uma abordagem realista e legitimam a violência, o que &#8220;simplesmente afasta ainda mais a possibilidade de um mundo sem armas nucleares&#8221;, indicou Matsui na declaração de paz durante a cerimónia.</P><br />
<P>O número de sobreviventes diminuiu para 91.105, cerca de um quarto do número original, com a idade média a ultrapassar os 86 anos. Estes têm manifestado frustração e preocupação face ao crescente apoio da comunidade internacional, incluindo o Japão, à posse de armas nucleares para fins de dissuasão.</P><br />
<P>O bombardeamento de Hiroshima destruiu a cidade e matou 140 mil pessoas, tendo a segunda bomba em Nagasaki matado 70 mil pessoas. O Japão rendeu-se em 15 de agosto, pondo fim à Segunda Guerra Mundial e a quase meio século de agressão nipónica na Ásia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/japao-reafirma-compromisso-com-principios-antinucleares-no-aniversario-de-hiroshima/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798127]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China intensifica cobrança retroativa de impostos sobre património no estrangeiro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-intensifica-cobranca-retroativa-de-impostos-sobre-patrimonio-no-estrangeiro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/china-intensifica-cobranca-retroativa-de-impostos-sobre-patrimonio-no-estrangeiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 04:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/china-intensifica-cobranca-retroativa-de-impostos-sobre-patrimonio-no-estrangeiro/</guid>

					<description><![CDATA[A China intensificou a cobrança de impostos sobre ativos detidos no estrangeiro por cidadãos de elevado património, em alguns casos com efeitos retroativos até 2000, visando reforçar as receitas públicas e apertar o controlo sobre a saída de capitais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China intensificou a cobrança de impostos sobre ativos detidos no estrangeiro por cidadãos de elevado património, em alguns casos com efeitos retroativos até 2000, visando reforçar as receitas públicas e apertar o controlo sobre a saída de capitais.</P><br />
<P>Segundo o jornal britânico Financial Times, que cita responsáveis estrangeiros, banqueiros chineses e gestores de patrimónios familiares (&#8216;family offices&#8217;), as autoridades fiscais estão a analisar ganhos obtidos no estrangeiro com investimentos em imobiliário, ações, metais preciosos, criptomoedas e outros ativos.</P><br />
<P>O FT refere que bancos chineses e outras instituições financeiras receberam instruções para rever os investimentos internacionais de clientes de elevado património e verificar se os respetivos rendimentos foram declarados às autoridades fiscais chinesas.</P><br />
<P>O professor de Economia Política Chinesa na Universidade da Califórnia em San Diego, Victor Shih, afirmou ao jornal que a motivação da campanha é &#8220;claramente fiscal&#8221;.</P><br />
<P>Em alguns casos, as instituições financeiras estarão a colaborar com as autoridades fiscais para congelar contas bancárias até que os contribuintes regularizem o pagamento de impostos e eventuais coimas sobre mais-valias obtidas com ativos, contas e estruturas fiduciárias (&#8216;trusts&#8217;) no estrangeiro. </P><br />
<P>Um banqueiro do sul da China, que não foi indicado, disse ao FT que &#8220;essas pessoas ricas pagam imediatamente, em dinheiro, os impostos e as coimas para reativar as contas&#8221;.</P><br />
<P>Segundo fontes citadas pelo jornal, o período abrangido pelas inspeções varia. Um gestor de um &#8216;family office&#8217; em Shenzhen indicou que alguns clientes foram chamados a pagar impostos sobre ganhos obtidos entre 2017 e 2022, enquanto outras investigações remontam ao início da década de 2000.</P><br />
<P>A ofensiva ocorre num contexto de crescente pressão sobre as finanças públicas chinesas. As receitas orçamentais, fortemente dependentes da arrecadação fiscal, diminuíram 1,7%, para 21,6 biliões de yuan (cerca de 2,7 biliões de euros), em 2025, enquanto as receitas provenientes da venda de terrenos, tradicionalmente uma importante fonte de financiamento dos governos locais, caíram para 4,15 biliões de yuan (532 mil milhões de euros), menos de metade do pico registado em 2021.</P><br />
<P>No mês passado, Pequim anunciou novas regras para as estruturas fiduciárias (&#8216;trusts&#8217;) constituídas no estrangeiro, eliminando um mecanismo frequentemente utilizado por famílias ricas para diferir ou reduzir o pagamento de impostos.</P><br />
<P>Ao abrigo das novas regras, os rendimentos gerados por esses veículos passam a estar sujeitos a uma taxa de 20% em diferentes fases, uma medida que, segundo um banqueiro sediado em Singapura citado pelo FT, &#8220;chocou&#8221; os seus clientes.</P><br />
<P>&#8220;Durante o período em que as ofertas públicas iniciais eram muito frequentes, uma estrutura fiduciária adequada permitia reduzir a carga fiscal. A nova regra acabou com essa vantagem&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Na quarta-feira, órgãos de comunicação chineses noticiaram também que as autoridades começaram a cobrar um imposto de 20% sobre dividendos e juros provenientes de apólices de seguros contratadas no exterior. A notícia levou as ações da seguradora britânica Prudential, muito exposta ao mercado asiático, a cair até 13% na bolsa de Londres, enquanto o banco HSBC chegou a perder mais de 6% durante a sessão, antes de recuperar parcialmente.</P><br />
<P>As medidas aproximam o regime fiscal chinês do modelo norte-americano, que tributa os residentes pelos rendimentos obtidos em todo o mundo.</P><br />
<P>Além do reforço da cobrança fiscal, a campanha insere-se numa estratégia mais ampla de Pequim para reforçar o controlo sobre as saídas de capitais, num momento em que procura travar a transferência de património para o exterior.</P><br />
<P>Advogados e consultores citados pelo FT afirmam que a utilização crescente de ferramentas de inteligência artificial está a permitir às autoridades chinesas analisar de forma mais rápida grandes volumes de informação financeira, acelerando a identificação de potenciais incumprimentos fiscais. </P><br />
<P>O advogado David Lesperance afirmou ao jornal que a inteligência artificial permitiu às autoridades analisar os registos de investimento &#8220;muito mais rapidamente e a um custo muito inferior ao anterior&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/china-intensifica-cobranca-retroativa-de-impostos-sobre-patrimonio-no-estrangeiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798126]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Volta: Johansen parte líder para primeira etapa com final &#8216;traiçoeiro&#8217; em Queluz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/volta-johansen-parte-lider-para-primeira-etapa-com-final-traicoeiro-em-queluz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/volta-johansen-parte-lider-para-primeira-etapa-com-final-traicoeiro-em-queluz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 04:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/volta-johansen-parte-lider-para-primeira-etapa-com-final-traicoeiro-em-queluz/</guid>

					<description><![CDATA[A primeira etapa em linha da 87.ª Volta a Portugal em bicicleta realiza-se hoje entre Lourinhã e Queluz, com potencial para chegada em pelotão compacto ou em grupos mais reduzidos, com Julius Johansen (UAE Emirates) na liderança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A primeira etapa em linha da 87.ª Volta a Portugal em bicicleta realiza-se hoje entre Lourinhã e Queluz, com potencial para chegada em pelotão compacto ou em grupos mais reduzidos, com Julius Johansen (UAE Emirates) na liderança.</P><br />
<P>O ciclista dinamarquês, de 26 anos, venceu o prólogo da corrida, na quarta-feira, em Lisboa, e lidera a classificação geral à partida para a tirada de 157,1 quilómetros, que inclui três metas volantes e duas contagens de montanha de terceira categoria nos últimos 50 quilómetros, antes de um troço final &#8216;traiçoeiro&#8217; e da meta, localizada junto ao Palácio Nacional de Queluz, no concelho de Sintra.</P><br />
<P>Com partida real marcada para as 13:40, na Praça José Máximo da Costa, na Lourinhã, os 119 ciclistas cruzam a primeira meta volante ao quilómetro 46,4, em Silveira, no concelho de Torres Vedras, e dois sprints intermédios separados por 400 metros, ao quilómetro 109, que atravessa o Palácio Nacional de Mafra.</P><br />
<P>As principais dificuldades da tirada estão guardadas para os últimos 50 quilómetros com os corredores a terem de superar duas contagens de montanha de terceira categoria já no concelho de Sintra, em Montelavar, e em São Pedro de Sintra, a 19 quilómetros da meta, &#8216;palco&#8217; de eventuais ataques que inviabilizem a chegada em pelotão compacto.</P><br />
<P>Em caso de chegada ao &#8216;sprint&#8217;, o português Rui Oliveira (UAE Emirates), que é segundo da geral, a quatro segundos de Johansen, e ambiciona vencer uma etapa na Volta, tem hipóteses de vestir a camisola amarela, mas vários corredores e diretores desportivos já admitiram que os últimos quilómetros podem &#8216;partir&#8217; a corrida e formar grupos mais pequenos.</P><br />
<P>O português Rafael Reis (Anicolor-Campicarn) fecha o pódio, a sete segundos do camisola amarela, enquanto o bicampeão da prova, o russo Artem Nych (Anicolor-Campicarn) é quinto, a 14 segundos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/volta-johansen-parte-lider-para-primeira-etapa-com-final-traicoeiro-em-queluz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798125]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Comboio da ponte&#8221; revolucionou mobilidade entre margens do Tejo &#8212; Fertagus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/comboio-da-ponte-revolucionou-mobilidade-entre-margens-do-tejo-fertagus/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/comboio-da-ponte-revolucionou-mobilidade-entre-margens-do-tejo-fertagus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 04:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/comboio-da-ponte-revolucionou-mobilidade-entre-margens-do-tejo-fertagus/</guid>

					<description><![CDATA[A Ponte 25 de Abril é o troço icónico do trajeto dos comboios da Fertagus, empresa que inaugurou a travessia ferroviária naquela infraestrutura e que transportou 560 milhões de passageiros desde 1999, mais do que a população da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ponte 25 de Abril é o troço icónico do trajeto dos comboios da Fertagus, empresa que inaugurou a travessia ferroviária naquela infraestrutura e que transportou 560 milhões de passageiros desde 1999, mais do que a população da União Europeia.</P><br />
<P>Inaugurada em 06 de agosto de 1966 para ligar as cidades de Lisboa e Almada, a Ponte 25 de Abril (com o nome inicial de Ponte Salazar), a primeira a ser construída sobre o estuário do Tejo, completa hoje 60 anos, mas só mais de 30 anos depois é que os comboios começariam a fazer a travessia entre as duas margens, revolucionando a mobilidade entre a margem sul do rio Tejo e a capital.</P><br />
<P>&#8220;Para a Fertagus, a relação com a Ponte de 25 de Abril é muito forte, nós quando precisamos de explicar quem é a Fertagus, [dizemos que] a Fertagus é o comboio da ponte&#8221;, disse à Lusa Clara Esquível, administradora na Fertagus, a primeira empresa privada a realizar transporte ferroviário de passageiros no país e também a inaugurar a travessia da ponte com este modo de transporte. </P><br />
<P>O início da operação ferroviária na ponte, em 27 de julho de 1999, &#8220;veio, de facto, trazer uma grande rapidez nas deslocações&#8221;, apontou a responsável da transportadora que começou por fazer a ligação entre Fogueteiro (concelho do Seixal, distrito de Setúbal) e Entrecampos (Lisboa), servindo sete estações e com um tempo de percurso de 27 minutos. </P><br />
<P>Em 2003, a ligação estendeu-se a Roma-Areeiro (Lisboa) e, em 2004, completou-se a extensão a Setúbal, passando a ligar aquela cidade à capital em 57 minutos.</P><br />
<P>Nos últimos anos, a empresa, que transportou 3,5 milhões de passageiros no primeiro ano em operação, tem sentido um crescimento da procura, devido sobretudo à redução dos preços dos passes, no âmbito do Programa de Apoio à Redução Tarifária criado em 2019, e ao aumento da população na margem sul do Tejo.</P><br />
<P>&#8220;Nós crescemos, de 2018 para 2025, 50% da nossa procura, passámos de 21 milhões de passageiros para 31,8 milhões de passageiros, portanto é muito significativo este crescimento e este impacto que os títulos Navegante trouxeram para o serviço da Fertagus&#8221;, realçou Clara Esquível.</P><br />
<P>Só no primeiro semestre deste ano já foram contabilizados 15,6 milhões de passageiros.</P><br />
<P>Este aumento trouxe desafios à operação da transportadora, que admite que necessita de reforçar a oferta em horas de ponta, o que &#8220;nem sempre é fácil num curto espaço de tempo&#8221;, até porque o processo é muito mais complexo do que simplesmente ir comprar mais comboios.</P><br />
<P>&#8220;Julgamos que o reforço de oferta será possível, o Governo está a trabalhar em medidas e julgamos que, durante o próximo ano, já poderão haver medidas que irão melhorar esta situação&#8221;, afirmou a administradora.</P><br />
<P>Aliado à rapidez, a Fertagus considera que a complementaridade com outros serviços de transporte e a fiabilidade do serviço são também razões para a preferência pelo comboio na travessia do rio Tejo.</P><br />
<P>&#8220;O nosso serviço é extremamente fiável, nós, desde sempre, realizamos mais de 99% dos nossos horários, ainda em 2025 nós tivemos uma taxa de realização de horários de 99,3%, isto é um valor extremamente elevado, não só a nível nacional, como uma referência também a nível internacional&#8221;, enfatizou Clara Esquível.</P><br />
<P>Adicionalmente, apontou, a Fertagus foi pioneira na criação de parques de estacionamento nas estações da margem sul, que os clientes podem usar com o mesmo título de transporte, contando atualmente com mais de 6.500 lugares, e foi a primeira empresa a contratar mulheres para a condução dos comboios, logo desde 1999, tendo hoje em dia uma mulher chefe de maquinistas.</P><br />
<P>Segundo dados da empresa, são transportados diariamente nos seus comboios mais de 133 mil passageiros, em média, o que permitiu, em 27 anos de operação, retirar da Ponte 25 de Abril mais de 95 milhões de automóveis e evitar a emissão de mais de um milhão de toneladas de dióxido de carbono (CO2).</P><br />
<P>Desde 1999, os comboios da Fertagus já percorreram cerca de 58 milhões de quilómetros, o equivalente a 1.450 voltas à Terra.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/comboio-da-ponte-revolucionou-mobilidade-entre-margens-do-tejo-fertagus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798122]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Manutenção da Ponte 25 de Abril custa em média cerca de 1,6 milhões de euros por ano &#8211; IP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/manutencao-da-ponte-25-de-abril-custa-em-media-cerca-de-16-milhoes-de-euros-por-ano-ip/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/manutencao-da-ponte-25-de-abril-custa-em-media-cerca-de-16-milhoes-de-euros-por-ano-ip/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 04:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/manutencao-da-ponte-25-de-abril-custa-em-media-cerca-de-16-milhoes-de-euros-por-ano-ip/</guid>

					<description><![CDATA[A manutenção e inspeção da Ponte 25 de Abril, que celebra hoje 60 anos, custa em média cerca de 1,6 milhões de euros por ano à Infraestruturas de Portugal (IP), que assegura os "mais elevados padrões de segurança".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A manutenção e inspeção da Ponte 25 de Abril, que celebra hoje 60 anos, custa em média cerca de 1,6 milhões de euros por ano à Infraestruturas de Portugal (IP), que assegura os &#8220;mais elevados padrões de segurança&#8221;.</P><br />
<P>A Ponte 25 de Abril, que liga Lisboa a Almada, &#8220;é objeto de inspeção e manutenção permanentes&#8221;, garantiu a IP, em resposta à agência Lusa, detalhando que existe &#8220;uma equipa interna exclusivamente dedicada&#8221; a estas funções.</P><br />
<P>&#8220;Estas atividades representam um investimento médio anual de cerca de 1,6 milhões de euros, abrangendo inspeções, manutenção, materiais consumíveis e equipamentos, bem como estudos, projetos e serviços de consultoria&#8221;, adiantou a empresa pública gestora das redes rodoviárias e ferroviárias.</P><br />
<P>Inaugurada em 06 de agosto de 1966, esta ponte suspensa é uma referência internacional da engenharia, com um tabuleiro com mais de dois quilómetros (km) de comprimento, 74.196 km de fio de aço e 72.600 toneladas de aço utilizadas na construção.</P><br />
<P>As suas torres principais elevam-se 196 metros acima do nível da água e o pilar sul atinge uma profundidade de 80 metros abaixo do nível da água.</P><br />
<P>Para a sua manutenção, a IP conta ainda com o apoio de entidades especializadas, como o ISQ &#8212; Instituto de Soldadura e Qualidade e o LNEC &#8212; Laboratório Nacional de Engenharia Civil, responsável pela monitorização estrutural da ponte, &#8220;incluindo o acompanhamento do comportamento global da estrutura, a monitorização geodésica e a implementação de planos de instrumentação, entre outros trabalhos especializados destinados a verificar o comportamento da infraestrutura em exploração face aos critérios adotados na sua conceção&#8221;.</P><br />
<P>Também o projetista original da ponte, a empresa norte-americana Parsons, continua a acompanhar o comportamento da estrutura e as principais intervenções nela realizadas, em articulação com a IP, apontou a entidade.</P><br />
<P>A mais recente empreitada de reabilitação e reforço estrutural foi concluída em março de 2024 e, atualmente, estão em desenvolvimento estudos para o projeto de pintura geral da ponte, para &#8220;assegurar a preservação e a durabilidade desta infraestrutura&#8221;, revelou a IP.</P><br />
<P>Em setembro de 2025, o eleito do Chega em Lisboa Bruno Mascarenhas afirmou, numa reunião da Assembleia Municipal, que a ponte &#8220;está num estado preocupante em termos da sua sustentação&#8221;.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa, a IP garantiu que as atividades de inspeção, monitorização e manutenção realizadas &#8220;asseguram que a Ponte 25 de Abril continua a responder aos mais elevados padrões de segurança, fiabilidade e desempenho, preservando uma infraestrutura emblemática que, todos os dias, garante a travessia do rio Tejo a centenas de milhares de pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Atualmente, de acordo com a IP, a ponte é utilizada diariamente por cerca de 150 mil veículos e 174 comboios, servindo, nas suas valências rodoviária e ferroviária, mais de 100 milhões de utilizadores por ano.</P><br />
<P>Além desta infraestrutura, em 1998 foi inaugurada uma segunda ponte sobre o Tejo em Lisboa, a Ponte Vasco da Gama, estando atualmente prevista a construção de uma nova travessia rodoferroviária entre Chelas e Barreiro e uma ligação rodoviária entre Algés e Trafaria.</P><br />
<P>Relativamente à Terceira Travessia do Tejo, a IP disse que se encontra &#8220;a desenvolver, por incumbência do Governo, os estudos técnicos, económicos e ambientais necessários à concretização do projeto da nova travessia rodoferroviária&#8221;, prevendo-se a submissão do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) durante o terceiro trimestre deste ano, ou seja, até setembro.</P><br />
<P>Segundo a IP, a ligação rodoviária entre Algés e Trafaria é identificada como &#8220;projeto prioritário&#8221; pelo atual Governo, estimando-se que o concurso do Estudo Prévio e Estudo de Impacte Ambiental seja lançado até final do ano.</P><br />
<P>No âmbito dos 60 anos da Ponte 25 de Abril, a agência Lusa solicitou uma entrevista à IP, bem como uma visita a esta infraestrutura, mas apenas obteve uma resposta escrita.</P><br />
<P></P><br />
<P>SSM/MPE // VAM</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/manutencao-da-ponte-25-de-abril-custa-em-media-cerca-de-16-milhoes-de-euros-por-ano-ip/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798124]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Com 60 anos, Ponte 25 de Abril continua a preferida na travessia entre Lisboa e margem sul do Tejo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/com-60-anos-ponte-25-de-abril-continua-a-preferida-na-travessia-entre-lisboa-e-margem-sul-do-tejo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/com-60-anos-ponte-25-de-abril-continua-a-preferida-na-travessia-entre-lisboa-e-margem-sul-do-tejo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/com-60-anos-ponte-25-de-abril-continua-a-preferida-na-travessia-entre-lisboa-e-margem-sul-do-tejo/</guid>

					<description><![CDATA[A Ponte 25 de Abril celebra hoje seis décadas a ligar Lisboa e Almada. Já não é a única ponte sobre o Tejo na capital portuguesa, depois da Ponte Vasco da Gama, mas continua a ser a mais movimentada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ponte 25 de Abril celebra hoje seis décadas a ligar Lisboa e Almada. Já não é a única ponte sobre o Tejo na capital portuguesa, depois da Ponte Vasco da Gama, mas continua a ser a mais movimentada.</P><br />
<P>&#8220;Um dia histórico: inaugurou-se a Ponte&#8221;, noticiava em agosto de 1966 o Diário Popular, indicando que &#8220;a inauguração da grande ponte sobre o Tejo atraiu milhares e milhares de pessoas a todos os pontos altos de Lisboa e de Almada, desejosas de assistirem a esse momento histórico&#8221;.</P><br />
<P>Construída em pleno regime do Estado Novo, a primeira ponte sobre o Tejo em Lisboa foi inaugurada com o nome de Ponte Salazar, embora, segundo o livro &#8220;A Ponte Inevitável&#8221;, de Luís F. Rodrigues, o ditador não querer dar o seu nome à infraestrutura, tendo cedido à pressão &#8220;do ministro das Obras Públicas, engenheiro Arantes e Oliveira, corroborado pelo Presidente da República, Américo Thomaz&#8221;.</P><br />
<P>Com início de construção em novembro de 1962, a obra ficou concluída em menos de quatros anos, seis meses antes do prazo previsto, com um custo final de 4,49 milhões de contos, cerca de 22,39 milhões de euros.</P><br />
<P>A semelhança com a ponte Golden Gate, em São Francisco, não é uma coincidência já que ambas foram construídas pela empresa norte-americana American Bridge Company, mas, apesar de as duas serem pontes suspensas por cabos de aço em torres metálicas de cor alaranjada, a infraestrutura portuguesa tem já dois tabuleiros, tendo sido preparada para receber tráfego de comboios, o que só viria a acontecer cerca de três décadas após a inauguração.</P><br />
<P>Considerada &#8220;a maior obra pública&#8221; realizada até à data em Portugal, a construção envolveu cerca de 3.000 trabalhadores diariamente, 14 empresas de construção civil, das quais 11 portuguesas, e dezenas de milhares de toneladas de aço, fazendo desta infraestrutura uma referência internacional da engenharia.</P><br />
<P>A ponte destaca-se por ter um vão principal com mais de um quilómetro, uma distância entre amarrações que ultrapassa os dois quilómetros e torres principais que se elevam a 196 metros acima do nível da água, com o pilar sul a atingir cerca de 80 metros de profundidade abaixo do nível do rio.</P><br />
<P>Apesar das vantagens que trouxe à mobilidade entre as duas margens do Tejo, a sua construção não ficou livre de críticas devido ao impacto social em milhares de moradores do Vale de Alcântara que foram desalojados para a instalação dos acessos e pilares.</P><br />
<P>À época, o arquiteto Nuno Teotónio Pereira criticou o regime de Salazar pelas condições desumanas em que levou a cabo o processo de desocupação dos bairros de barracas, comuns em Lisboa nessa altura, bem como os realojamentos que denunciou terem sido apressadamente executados e mal planeados, provocando situações dramáticas.</P><br />
<P>No folheto clandestino sobre a transferência de populações do Vale de Alcântara para a Musgueira, o arquiteto apontou que, quando se começou a aproximar a data de inauguração, as operações de desalojamento assumiram a finalidade confessa de &#8220;limpar&#8221; paisagisticamente a envolvente da ponte.</P><br />
<P>Ao longo dos 60 anos da existência da ponte, o tráfego rodoviário foi aumentando, ano após ano, permanecendo 2005 como o ano recorde, com a circulação de mais de 57 milhões de viaturas, com uma média diária de 156 mil veículos, o que é justificado com a forte expansão demográfica e imobiliária da Península de Setúbal, como Almada, Seixal e Barreiro.</P><br />
<P>Os anos de pandemia da covid-19, nomeadamente 2020 e 2021, foram os que registaram menor tráfego rodoviário na Ponte 25 de Abril, com uma média diária de 115 mil e 124 mil, respetivamente, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) entre 1998 e 2024.</P><br />
<P>Em março de 1998 é inaugurada a segunda ponte sobre o Tejo na capital, a Ponte Vasco da Gama, ligando o município de Alcochete a Lisboa e Sacavém, no entanto a 25 de Abril continua a ser a mais movimentada, com mais do dobro do tráfego.</P><br />
<P>Atualmente, de acordo com a Infraestruturas de Portugal (IP), a ponte é utilizada diariamente por cerca de 150 mil veículos e 174 comboios, servindo, nas suas valências rodoviária e ferroviária, mais de 100 milhões de utilizadores por ano.</P><br />
<P>Desde a inauguração em 1966, foram aplicadas tarifas aos condutores para atravessar a ponte, inicialmente 10 escudos para um veículo de classe 1, tendo-se verificado sucessivos aumentos até aos atuais 2,25 euros, sendo que entre 1996 e 2010 não se pagou portagens no mês de agosto.</P><br />
<P>Esta medida surge na sequência do famoso &#8220;buzinão&#8221; em 1994 contra o aumento de 50% do valor das portagens, bem como do acordo de concessão com a Lusoponte, que explora a infraestrutura rodoviária desde janeiro de 1996.</P><br />
<P>Ainda este ano, houve um &#8220;buzinão&#8221; de protesto contra o aumento de 2,29% das portagens, organizado pela associação de utentes da ponte, que reivindicam o fim do pagamento.</P><br />
<P></P><br />
<P>SSM/MPE // VAM</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/com-60-anos-ponte-25-de-abril-continua-a-preferida-na-travessia-entre-lisboa-e-margem-sul-do-tejo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798123]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Polícia sul-coreana faz buscas na federação de futebol relacionadas com nomeação de selecionador</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/policia-sul-coreana-faz-buscas-na-federacao-de-futebol-relacionadas-com-nomeacao-de-selecionador/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/policia-sul-coreana-faz-buscas-na-federacao-de-futebol-relacionadas-com-nomeacao-de-selecionador/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 03:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/policia-sul-coreana-faz-buscas-na-federacao-de-futebol-relacionadas-com-nomeacao-de-selecionador/</guid>

					<description><![CDATA[A polícia sul-coreana anunciou ter realizado buscas hoje nas instalações da federação nacional de futebol, no âmbito de um inquérito sobre as condições de nomeação do selecionador da equipa masculina, eliminada na primeira fase do Mundial 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia sul-coreana anunciou ter realizado buscas hoje nas instalações da federação nacional de futebol, no âmbito de um inquérito sobre as condições de nomeação do selecionador da equipa masculina, eliminada na primeira fase do Mundial 2026.</P><br />
<P>A polícia levou a cabo &#8220;operações de busca e apreensão&#8221; nos escritórios da federação sul-coreana de futebol, disse um porta-voz da polícia à agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>As forças de segurança procuram determinar se ocorreu uma &#8220;obstrução&#8221; ao normal decorrer do processo de nomeação de Hong Myung-bo em 2024, acrescentou o porta-voz.</P><br />
<P>Segundo a imprensa local, as autoridades estão a tentar apurar se altos responsáveis da federação intervieram indevidamente na sua designação, possivelmente em violação das regras da organização. Contactada pela AFP, a federação não quis prestar declarações.</P><br />
<P>Hong, de 57 anos, colocou termo ao segundo mandato à frente da seleção sul-coreana no final de junho, no seguimento de um novo fracasso pesado num campeonato do mundo de futebol como selecionador, tal como já tinha acontecido no Mundial 2014.</P><br />
<P>No final de julho, Hong afirmou a uma comissão parlamentar que assumia a &#8220;total responsabilidade&#8221; por esta eliminação.</P><br />
<P>O Presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, atribuiu o insucesso às &#8220;pessoas incompetentes&#8221; promovidas a cargos de direção, numa declaração a aludir ao &#8220;sectarismo&#8221; que estaria a manchar o recrutamento ao mais alto nível da modalidade.</P><br />
<P>Após uma vitória promissora frente à República Checa (2-1), a equipa sul-coreana acabou por ser derrotada pelo México e pela África do Sul, em ambos os jogos por 1-0, terminando com um saldo de três pontos insuficiente para passar à próxima ronda da competição.</P><br />
<P>Antigo capitão da seleção, Hong Myung-bo é considerado um dos melhores jogadores da história do país. No Mundial 2002, disputado em casa e em que a Coreia do Sul alcançou as meias-finais, o defesa conquistou a Bola de Bronze, que distingue o terceiro melhor jogador do torneio.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/policia-sul-coreana-faz-buscas-na-federacao-de-futebol-relacionadas-com-nomeacao-de-selecionador/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798121]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Brasil quer emitir dívida em yuan todos os anos para atrair investidores chineses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/brasil-quer-emitir-divida-em-yuan-todos-os-anos-para-atrair-investidores-chineses/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/brasil-quer-emitir-divida-em-yuan-todos-os-anos-para-atrair-investidores-chineses/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 03:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/brasil-quer-emitir-divida-em-yuan-todos-os-anos-para-atrair-investidores-chineses/</guid>

					<description><![CDATA[O Brasil pretende emitir obrigações em yuan na China todos os anos para criar uma referência de mercado que facilite o financiamento de empresas brasileiras junto de investidores chineses, afirmou hoje um alto responsável do Tesouro do país sul-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Brasil pretende emitir obrigações em yuan na China todos os anos para criar uma referência de mercado que facilite o financiamento de empresas brasileiras junto de investidores chineses, afirmou hoje um alto responsável do Tesouro do país sul-americano.</P><br />
<P>O vice-secretário da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Francisco Segundo, afirmou, num seminário organizado pelo Conselho Empresarial Brasil-China, que o objetivo da primeira emissão, prevista para antes do final do ano, é sobretudo estratégico e não de financiamento.</P><br />
<P>&#8220;Tendo em conta a dimensão da nossa economia, trata-se muito mais de uma operação qualitativa do que quantitativa&#8221;, disse o responsável. &#8220;É obviamente um recurso bem-vindo e tende a ser barato, mas o mais importante é abrir portas a novos investidores&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo explicou que o Governo brasileiro pretende estabelecer uma curva de rendimentos soberana na moeda chinesa, inexistente até agora, para servir de referência às empresas brasileiras que pretendam captar financiamento no mercado chinês.</P><br />
<P>&#8220;Em todos os mercados onde concluímos que há sucesso e potencial, temos de estar presentes. Temos de ir uma vez, duas, três vezes. Temos de estar lá todos os anos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>As chamadas &#8220;obrigações panda&#8221; são títulos de dívida emitidos por entidades estrangeiras no mercado obrigacionista chinês, denominados em yuan e destinados a investidores locais. Desde dezembro de 2022, quando as autoridades chinesas eliminaram a obrigação de manter os fundos obtidos dentro da China, este instrumento tornou-se mais atrativo para emissores estrangeiros.</P><br />
<P>Dados da agência Bloomberg indicam que as emissões de entidades estrangeiras registaram este ano uma taxa média de cupão de 1,97%, bastante abaixo dos custos de financiamento em dólares, que rondam entre 4,5% e 5,5%.</P><br />
<P>O Brasil formalizou, em junho, o pedido para emitir obrigações panda, quando o ministro das Finanças, Dario Durigan, entregou uma carta de intenções ao governador do Banco Popular da China (banco central), Pan Gongsheng, que manifestou disponibilidade para facilitar a operação.</P><br />
<P>Se avançar, o Brasil tornar-se-á o primeiro Estado soberano da América Latina a emitir obrigações panda, seguindo exemplos recentes de países como Cazaquistão, Paquistão, Eslovénia e Indonésia.</P><br />
<P>Portugal tornou-se, em 2019, o primeiro país da zona euro a emitir obrigações panda, ao colocar dois mil milhões de yuan (cerca de 260 milhões de euros à taxa de câmbio da altura) em títulos com maturidade de três anos, numa operação destinada a diversificar a base de investidores e reforçar a presença no mercado financeiro chinês.</P><br />
<P>O montante da emissão pelo Brasil permanece, contudo, indefinido. Em junho, Durigan apontou para um valor até cinco mil milhões de yuan (cerca de 641 milhões de euros), enquanto o secretário do Tesouro brasileiro, Daniel Leal, referiu em julho um objetivo próximo de 10 mil milhões de yuan (1,2 mil milhões de euros). Caso se confirme o valor mais elevado, a operação ultrapassará o recorde estabelecido pela Indonésia, que emitiu sete mil milhões de yuan (quase 900 milhões de euros) em julho.</P><br />
<P>Francisco Segundo indicou que a candidatura já foi aprovada pelas autoridades chinesas e que apenas restam procedimentos técnicos, incluindo a contratação de uma agência chinesa de notação financeira para avaliar a dívida soberana brasileira.</P><br />
<P>Apesar de manter como objetivo concluir a emissão ainda este ano, o responsável admitiu que não existe garantia de que a operação seja realizada antes do final de 2026.</P><br />
<P>A decisão de regressar regularmente ao mercado chinês resulta também da experiência europeia. O Brasil emitiu dívida em euros em 2014, permaneceu mais de uma década afastado desse mercado e regressou apenas em abril deste ano com uma emissão de cinco mil milhões de euros, a maior da sua história em moeda europeia.</P><br />
<P>Segundo afirmou que essa ausência prolongada prejudicou a curva de rendimentos da dívida brasileira em euros, reduzindo a sua utilidade como referência para empresas privadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/brasil-quer-emitir-divida-em-yuan-todos-os-anos-para-atrair-investidores-chineses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798120]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Província chinesa de Zhejiang retira mais de 10.000 pessoas devido ao tufão Dolphin</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/provincia-chinesa-de-zhejiang-retira-mais-de-10-000-pessoas-devido-ao-tufao-dolphin/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/provincia-chinesa-de-zhejiang-retira-mais-de-10-000-pessoas-devido-ao-tufao-dolphin/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 03:03:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/provincia-chinesa-de-zhejiang-retira-mais-de-10-000-pessoas-devido-ao-tufao-dolphin/</guid>

					<description><![CDATA[A província chinesa de Zhejiang (leste) retirou preventivamente mais de 10.000 habitantes de algumas das suas ilhas devido à aproximação do tufão Dolphin, que se dirige para o mar do Leste da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A província chinesa de Zhejiang (leste) retirou preventivamente mais de 10.000 habitantes de algumas das suas ilhas devido à aproximação do tufão Dolphin, que se dirige para o mar do Leste da China.</P><br />
<P>O Dolphin, o 13.º tufão da temporada segundo a classificação chinesa, encontrava-se às 05:00 locais de hoje (22:00 de quarta-feira em Lisboa) a cerca de 1.360 quilómetros a leste da cidade costeira de Wenzhou, com ventos máximos de 42 metros por segundo, informou o Centro Meteorológico Nacional.</P><br />
<P>O organismo prevê que o sistema, classificado como tufão forte, avance para oeste a uma velocidade entre 15 e 20 quilómetros por hora, mantendo uma intensidade estável ou ligeiramente superior.</P><br />
<P>Segundo a previsão oficial, o Dolphin atravessará na sexta-feira as ilhas Ryukyu e entrará depois no mar do Leste da China, aproximando-se gradualmente da costa da China.</P><br />
<P>A evolução surge após as autoridades chinesas terem delineado esta semana duas possíveis trajetórias: uma chegada à costa entre as províncias de Zhejiang e Fujian, no sudeste do país, por volta da próxima segunda-feira, ainda como tufão ou tufão forte, ou uma mudança de direção para norte, com um eventual impacto já enfraquecido entre o estuário do rio Yangtsé e a península de Shandong.</P><br />
<P>Zhejiang ativou na noite de quarta-feira um alerta de nível três para tufões nas águas costeiras da província.</P><br />
<P>As autoridades retiraram mais de 10.000 pessoas das ilhas, enquanto várias ligações marítimas da província deverão ser suspensas a partir de hoje devido ao vento, informou na quarta-feira à noite a televisão estatal CCTV.</P><br />
<P>Na província de Cantão, no sudeste da China, a Administração Marítima anunciou controlos ao tráfego de navios a partir da tarde de hoje para as embarcações que naveguem para norte pela entrada sul do estreito de Taiwan.</P><br />
<P>O Dolphin chega num verão marcado na China por tufões, chuvas torrenciais, cheias e deslizamentos de terras, que já provocaram dezenas de mortos e a retirada preventiva de centenas de milhares de pessoas em várias províncias.</P><br />
<P>Os ministérios chineses das Finanças e da Gestão de Emergências atribuíram na quarta-feira 330 milhões de yuan (cerca de 42,3 milhões de euros) do fundo central de auxílio a catástrofes naturais a oito regiões afetadas por inundações: Heilongjiang, Liaoning e Jilin, no nordeste, Chongqing, Sichuan, Guizhou e Yunnan, no sudoeste, e Shaanxi, no noroeste do país.</P><br />
<P>As verbas destinam-se a operações de busca e salvamento, retirada e reinstalação de desalojados, resposta de emergência, eliminação de riscos, prevenção de desastres secundários e reparação de habitações danificadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/provincia-chinesa-de-zhejiang-retira-mais-de-10-000-pessoas-devido-ao-tufao-dolphin/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798119]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Meta entra em mercado da programação IA dominado pela Anthropic e OpenAI</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/meta-entra-em-mercado-da-programacao-ia-dominado-pela-anthropic-e-openai/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/meta-entra-em-mercado-da-programacao-ia-dominado-pela-anthropic-e-openai/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 02:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/meta-entra-em-mercado-da-programacao-ia-dominado-pela-anthropic-e-openai/</guid>

					<description><![CDATA[A Meta lançou esta quarta-feira o Muse Code, uma ferramenta de inteligência artificial (IA) capaz de programação de forma autónoma, entrando assim no segmento mais lucrativo da IA generativa, dominado pela Anthropic e pela OpenAI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Meta lançou esta quarta-feira o Muse Code, uma ferramenta de inteligência artificial (IA) capaz de programação de forma autónoma, entrando assim no segmento mais lucrativo da IA generativa, dominado pela Anthropic e pela OpenAI.</P><br />
<P>A assistência à programação é hoje o principal mercado onde a IA gera receitas concretas, para lá dos modelos de linguagem como o ChatGPT ou o Gemini.</P><br />
<P>A Microsoft foi a pioneira com o GitHub Copilot, antes do surgimento de uma nova geração de ferramentas ditas &#8220;agênticas&#8221;, capazes de encadear sozinhas várias tarefas complexas: o Claude Code na Anthropic, o Codex na OpenAI ou ainda o Cursor, cuja aquisição pela SpaceX, o grupo de Elon Musk, está em fase de finalização.</P><br />
<P>O líder da Meta, Mark Zuckerberg, explicou na sua rede social Threads, que Muse Code não é um simples gerador e corretor de código informático, mas que planeia a realização de um projeto, divide-o em tarefas, escreve o código e verifica o resultado, além de poder delegar tarefas a vários &#8220;subagentes&#8221; a trabalhar em paralelo.</P><br />
<P>A ferramenta, em versão de teste, vai ser faturada por uso e não por subscrição, com tarifas inferiores às da concorrência, numa estratégia assumida para conquistar o mercado.</P><br />
<P>A Meta propõe mesmo, por defeito, uma tarifa cerca de dez vezes inferior aos utilizadores que aceitem partilhar os seus dados de utilização para melhorar os seus produtos.</P><br />
<P>As receitas da gigante das redes sociais, que detém o Facebook, Instagram, e WhatsApp, dependem quase na totalidade da publicidade, procura assim rentabilizar diretamente os seus modelos de IA, sob a pressão de investidores preocupados com a dimensão dos seus gastos.</P><br />
<P>O Muse Code baseia-se na última versão do Muse Spark, o modelo apresentado em abril, primeiro fruto da reformulação completa da IA na Meta, cujos modelos anteriores eram considerados em desvantagem face à concorrência.</P><br />
<P>A meio de 2025, Mark Zuckerberg desembolsou mais de 14 mil milhões de dólares (12,1 mil milhões de euros) para adquirir 49% da Scale AI e colocar o seu líder, Alexandr Wang, à frente de uma nova entidade, a Meta Superintelligence Labs, ao mesmo tempo que contratava a peso de ouro quadros da OpenAI, da Anthropic e da Google.</P><br />
<P>O multimilionário rompeu também nessa altura com a tradição da casa dos modelos abertos de acesso livre e gratuito, defendida pelo investigador francês Yann LeCun, que deixou o grupo no final de 2025 para criar a própria &#8216;startup&#8217;.</P><br />
<P>Os controlos de segurança de inteligência artificial (IA) que o Governo dos Estados Unidos pretende aplicar irão visar os modelos fechados da OpenAI, Google e Anthropic, poupando os modelos abertos da Meta ou da chinesa DeepSeek, noticiaram esta semana &#8216;media&#8217; norte-americanos.</P><br />
<P>Os modelos fechados de IA permanecem alojados nos servidores do seu criador, que mantém o controlo sobre o seu uso sem revelar a programação. Pelo contrário, o utilizador de um modelo aberto de IA pode descarregá-lo e modificá-lo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/meta-entra-em-mercado-da-programacao-ia-dominado-pela-anthropic-e-openai/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798117]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra do Brasil doa medicamentos a Cuba</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/movimento-dos-trabalhadores-rurais-sem-terra-do-brasil-doa-medicamentos-a-cuba/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/movimento-dos-trabalhadores-rurais-sem-terra-do-brasil-doa-medicamentos-a-cuba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 02:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/movimento-dos-trabalhadores-rurais-sem-terra-do-brasil-doa-medicamentos-a-cuba/</guid>

					<description><![CDATA[O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Brasil entregou uma doação de mais de sete toneladas de medicamentos ao hospital Hermanos Ameijeiras, em Havana, para atenuar a escassez de material médico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Brasil entregou uma doação de mais de sete toneladas de medicamentos ao hospital Hermanos Ameijeiras, em Havana, para atenuar a escassez de material médico.</P><br />
<P>A remessa, que inclui antibióticos, foi entregue na quarta-feira e vai ser distribuída por várias instituições do sistema de saúde da ilha, informou a Agência Cubana de Notícias (ACN).</P><br />
<P>&#8220;É uma ajuda muito significativa neste momento&#8221;, afirmou o subdiretor do centro hospitalar de Havana, Reynaldo Denis de Armas, que, ao receber o apoio, agradeceu a contribuição para a continuidade dos serviços de assistência.</P><br />
<P>A entrega foi efetuada pelo diretor nacional do MST brasileiro, Gene Santos, e pelo representante desse movimento em Cuba, Marcelo Durao, juntamente com outros membros da organização.</P><br />
<P>Santos afirmou que, para o MST, é &#8220;uma honra&#8221; acompanhar o povo cubano e contribuir para o sistema de saúde do país, deixando críticas ao bloqueio económico, comercial e financeiro que o Governo dos Estados Unidos impõe à ilha.</P><br />
<P>Da mesma forma, o ativista Durao afirmou que &#8220;esta não é a última doação, nem a próxima será a última&#8221;.</P><br />
<P>A doação faz parte da campanha &#8220;Ajuda a Cuba&#8221;, lançada pela organização brasileira em 2025 para angariar fundos que permitam enviar medicamentos para a ilha, em colaboração com o Ministério da Saúde Pública (Minsap) cubano.</P><br />
<P>A iniciativa do MST mobilizou doadores de todas as regiões do Brasil, incluindo trabalhadores rurais e urbanos, estudantes, professores, profissionais de saúde, ativistas e cidadãos comuns.</P><br />
<P>Anteriormente, o MST enviou para Cuba 4,6 toneladas de medicamentos e material médico para apoiar a recuperação das províncias orientais afetadas pela passagem do furacão Melissa no final de 2025, e essa remessa incluiu também recursos destinados ao Instituto de Endocrinologia e ao hospital ortopédico Frank País, em Havana.</P><br />
<P>Esta ação junta-se a outras, como a da organização não-governamental espanhola Open Arms, que, em julho, enviou sete toneladas de ajuda humanitária destinadas a um hospital pediátrico em Havana, e ao Convoy Nuestra América, flotilha que transportou 14 toneladas de alimentos, medicamentos e painéis solares para aliviar a grave crise energética e o impacto do embargo norte-americano na ilha.</P><br />
<P>Cuba atravessa uma profunda crise energética desde meados de 2024, agravada desde janeiro pelo cerco petrolífero imposto pelos EUA e pelas sanções adicionais, que agravaram a crise económica que assola a ilha há seis anos.</P><br />
<P>A economia estatal está praticamente paralisada e estima-se que venha a contrair-se este ano pelo menos 6,5%, após uma queda acumulada de mais de 15% nos cinco anos anteriores. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/movimento-dos-trabalhadores-rurais-sem-terra-do-brasil-doa-medicamentos-a-cuba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798116]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>ONG exige libertação de 40 estrangeiros presos por motivos políticos na Venezuela</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ong-exige-libertacao-de-40-estrangeiros-presos-por-motivos-politicos-na-venezuela/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ong-exige-libertacao-de-40-estrangeiros-presos-por-motivos-politicos-na-venezuela/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ong-exige-libertacao-de-40-estrangeiros-presos-por-motivos-politicos-na-venezuela/</guid>

					<description><![CDATA[A organização não governamental venezuelana Foro Penal (FP) denunciou esta quarta-feira que 40 cidadãos com nacionalidade estrangeira continuam presos por motivos políticos na Venezuela, exigindo que sejam libertados de imediato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização não governamental venezuelana Foro Penal (FP) denunciou esta quarta-feira que 40 cidadãos com nacionalidade estrangeira continuam presos por motivos políticos na Venezuela, exigindo que sejam libertados de imediato.</P><br />
<P>&#8220;A 03 de agosto de 2026, registávamos 40 pessoas com nacionalidade estrangeira privadas de liberdade por motivos políticos na Venezuela&#8221;, afirmou a FP na sua conta da X.</P><br />
<P>Na mesma rede social a FP diz ainda exigir &#8220;que sejam imediatamente libertados e o pleno respeito pelos seus direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Chega de usar os presos políticos estrangeiros como moeda de troca&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Segundo a ONG, o maior número de estrangeiros detidos é de cidadãos da vizinha Colômbia (11) e o mesmo número de de cidadãos com dupla nacionalidade colombiana e venezuelana.</P><br />
<P>Entre os cidadãos com dupla nacionalidade, segundo a FP, e sem precisar se são do sexo masculino ou feminino, estão também detidos cinco cidadãos hispano-venezuelanos, cinco italo-venezuelanos, um luso-venezuelano, um chileno-venezuelano, e um cipriota-venezuelano, além de cidadãos da Argentina, Cuba, Guiana, Líbano, e de Trindade e Tobago.</P><br />
<P>Segundo informação obtida pela Lusa junto a fontes da comunidade lusófona local, na Venezuela estão detidos pelo menos três cidadãos portugueses e lusodescendentes por razões políticas.</P><br />
<P>Em abril, fonte oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, disse à Lusa, que Manuel Menezes, um dos quatro presos de nacionalidade portuguesa que estavam presos na Venezuela, passou a regime de prisão domiciliária deixando de estar em estabelecimento prisional.</P><br />
<P>A mesma fonte indicou que a embaixada portuguesa em Caracas tem estado a acompanhar de perto esta situação, continuando a trabalhar para a libertação de todos os portugueses presos por razões políticas.</P><br />
<P>Segundo o Fórum Penal em 03 de agosto de 2026 estavam detidas 382 pessoas por motivos políticos na Venezuela, 356 homens e 26 mulheres. Do total de detidos, 222 são civis e 160 militares, todos adultos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ong-exige-libertacao-de-40-estrangeiros-presos-por-motivos-politicos-na-venezuela/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798115]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Erupção de vulcão do Fogo na Guatemala chega ao fim</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/erupcao-de-vulcao-do-fogo-na-guatemala-chega-ao-fim/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/erupcao-de-vulcao-do-fogo-na-guatemala-chega-ao-fim/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:44:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/erupcao-de-vulcao-do-fogo-na-guatemala-chega-ao-fim/</guid>

					<description><![CDATA[A erupção do vulcão do Fogo, na Guatemala, que obrigou à retirada de mais de 1.700 pessoas, chegou ao fim na quarta-feira após 50 horas de atividade, confirmou o Instituto Nacional de Vulcanologia do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A erupção do vulcão do Fogo, na Guatemala, que obrigou à retirada de mais de 1.700 pessoas, chegou ao fim na quarta-feira após 50 horas de atividade, confirmou o Instituto Nacional de Vulcanologia do país. </P><br />
<P>Com o regresso do vulcão aos níveis normais de atividade, após uma erupção que começou na manhã de segunda-feira, as autoridades guatemaltecas deram luz verde para o regresso seguro às casas dos habitantes de 18 comunidades.</P><br />
<P>No entanto, a Coordenação Nacional para a Redução de Desastres (CONRED) alertou para a necessidade de manter a cautela, uma vez que a precipitação provocada por uma onda tropical vinda de leste pode desencadear fluxos de lama vulcânica e rochas potencialmente fatais, conhecidos como lahares. </P><br />
<P>Além disso, persistem ameaças relacionadas com a dispersão de cinzas, o que levou a agência a recomendar precauções acrescidas para o tráfego aéreo.</P><br />
<P>A responsável da CONRED, Claudinne Ogaldes, confirmou numa conferência de imprensa que, perante a diminuição visível da atividade eruptiva, o regresso dos residentes era &#8220;seguro&#8221;. Algumas famílias que se encontravam em abrigos temporários já tinham começado a voltar voluntariamente às suas habitações antes do anúncio oficial.</P><br />
<P>Durante o pico da erupção, na madrugada de terça-feira, o Fogo expeliu torrentes de lava e colunas de gás e cinzas que atingiram centenas de metros de altura, desencadeando alertas vermelhos, a interrupção do tráfego numa estrada principal e a suspensão das aulas em três regiões. Não foram registadas vítimas nem danos materiais.</P><br />
<P>O vulcão do Fogo, um dos mais ativos da América Central, eleva-se a 3.763 metros de altitude e situa-se a cerca de 35 quilómetros da capital da Guatemala, na fronteira entre as regiões de Escuintla, Chimaltenango e Sacatepéquez.</P><br />
<P>O histórico do vulcão justifica os receios. Em junho de 2025, cerca de 800 pessoas já tinham sido preventivamente retiradas devido a erupções. </P><br />
<P>O evento mais devastador ocorreu a 03 de junho de 2018, quando uma erupção violenta gerou fluxos de lava que arrasaram uma comunidade inteira, provocando 215 mortos, quase duas centenas de desaparecidos e afetando cerca de 1,7 milhões de pessoas.</P><br />
<P></P><br />
<P>NCM // CAD</P><br />
<P>Lua/Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/erupcao-de-vulcao-do-fogo-na-guatemala-chega-ao-fim/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798114]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Região na Bolívia pede intervenção militar do Governo após &#8220;vaga de violência extrema&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/regiao-na-bolivia-pede-intervencao-militar-do-governo-apos-vaga-de-violencia-extrema/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/regiao-na-bolivia-pede-intervencao-militar-do-governo-apos-vaga-de-violencia-extrema/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/regiao-na-bolivia-pede-intervencao-militar-do-governo-apos-vaga-de-violencia-extrema/</guid>

					<description><![CDATA[O Governo de Santa Cruz (leste), região mais povoada da Bolívia, pediu às autoridades que acione uma "intervenção militar conjunta" perante uma "vaga de violência extrema", após vários homicídios, emboscadas a polícias e uma recente fuga de reclusos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Santa Cruz (leste), região mais povoada da Bolívia, pediu às autoridades que acione uma &#8220;intervenção militar conjunta&#8221; perante uma &#8220;vaga de violência extrema&#8221;, após vários homicídios, emboscadas a polícias e uma recente fuga de reclusos.</P><br />
<P>O secretário de Segurança Cidadã do Governo Regional de Santa Cruz, Jorge Santistevan, disse na quarta-feira aos meios de comunicação que estes recentes acontecimentos &#8220;revelam a presença de organizações criminosas com elevadas capacidades que estão acima das forças da ordem e do próprio Estado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É nosso dever convocar e recomendar ao Governo nacional que, perante a vigência do Estado de exceção, aplique (&#8230;) a imediata intervenção militar conjunta, o apoio às forças da ordem para combater e desarticular, se necessário, grupos criminosos de grande escala&#8221;, afirmou Santistevan.</P><br />
<P>O governante pediu que o Governo nacional que autorize a força militar a &#8220;fazer uso das suas armas de regulamento isenta de responsabilidade criminal para uma intervenção eficaz e não decorativa ou dissimulada&#8221;.</P><br />
<P>Para Santistevan, estes acontecimentos &#8220;não são isolados&#8221; e não comprometem apenas &#8220;uma população ou o departamento de Santa Cruz, mas são ações que comprometem&#8221; todo o país.</P><br />
<P>O pedido surge horas após o homicídio de um cidadão estrangeiro em pleno centro da cidade de Santa Cruz, contra quem dois alegados criminosos dispararam várias vezes, segundo a imprensa local.</P><br />
<P>Dois reclusos brasileiros escaparam do estabelecimento prisional de Palmasola, o mais povoado e considerado o mais conflituoso do país, situado em Santa Cruz, aproveitando um corte de energia num dos pavilhões.</P><br />
<P>A Polícia publicou nas redes sociais os retratos de Alex Heleno Da Silva, detido por homicídio, e de Junior Da Silva Fernando, que cumpria pena por uma acusação de alegado tráfico de armas, e ativou um plano de &#8220;busca e recaptura&#8221;.</P><br />
<P>No fim de semana, um cidadão brasileiro também foi morto a tiro no município de San Ignacio de Velasco, em Santa Cruz, e a Polícia acredita que se tratou de um ajuste de contas.</P><br />
<P>A estes acontecimentos soma-se o homicídio de quatro pessoas por parte de um grupo de criminosos que, na quarta-feira, invadiu uma herdade na localidade de San Matías, fronteiriça com o Brasil.</P><br />
<P>Um dia depois, um grupo de pessoas armadas emboscou agentes de investigação que se dirigiam a San Matías para investigar o incidente na herdade. Um dos polícias foi baleado mortalmente e os atacantes levaram o corpo do agente, abandonando-o mais tarde numa pista clandestina.</P><br />
<P>O Governo de Paz assegurou que os acontecimentos em San Matías estão vinculados às organizações criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), que mantêm uma disputa pelas rotas do narcotráfico na fronteira da Bolívia com o Brasil, o que gerou uma vaga de violência nessa zona.</P><br />
<P>Desde a tomada de posse, em novembro do ano passado, do Governo do Presidente de centro-direita, Rodrigo Paz, 17 chefes de organizações criminosas internacionais foram detidos e posteriormente expulsos do país.</P><br />
<P>O Ministério do Interior boliviano anunciou que a Polícia Federal do Brasil abrirá brevemente uma delegação permanente na Bolívia para reforçar o combate às organizações criminosas e facilitar a troca de informação.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/regiao-na-bolivia-pede-intervencao-militar-do-governo-apos-vaga-de-violencia-extrema/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798113]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Famílias realizam vigília há sete meses para pedir a libertação de presos políticos na Venezuela</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/familias-realizam-vigilia-ha-sete-meses-para-pedir-a-libertacao-de-presos-politicos-na-venezuela/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/familias-realizam-vigilia-ha-sete-meses-para-pedir-a-libertacao-de-presos-politicos-na-venezuela/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:13:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/familias-realizam-vigilia-ha-sete-meses-para-pedir-a-libertacao-de-presos-politicos-na-venezuela/</guid>

					<description><![CDATA[Familiares de presos políticos venzuelanos estão há sete meses a realizar uma vigília permanente junto da prisão de El Rodeo I, a 50 quilómetros a leste de Caracas, para reclamar pelas detenções e pedir que sejam libertados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Familiares de presos políticos venzuelanos estão há sete meses a realizar uma vigília permanente junto da prisão de El Rodeo I, a 50 quilómetros a leste de Caracas, para reclamar pelas detenções e pedir que sejam libertados.</P><br />
<P>A vigília, segundo o Comité pela Libertação dos Presos Políticos (Clippve), começou a 08 de janeiro de 2026 e rapidamente se converteu num espaço de solidariedade e resistência pacífica que se estendeu a outras prisões venezuelanas como Guaicaipuro, Ramo Verde, Tocorón e Tocuyito, entre outras.</P><br />
<P>Com velas que acesas desenham em número a contagem dos dias em vigília, e com cartazes e jornadas de oração, os familiares tentam dar visibilidade às centenas de casos de presos políticos. Este protesto também se fez sentir junto da Embaixada dos Estados Unidos em Caracas, onde, desde junho último, têm sido submetidas cartas solicitando a intervenção norte-americana pela libertação dos detidos.</P><br />
<P>Representantes do Clippve têm denunciado a jornalistas que apesar de as detenções arbitrárias terem acontecido desde há meses, em alguns casos desde há anos, o duplo sismo de 24 de junho de 2024 revelou a ausência de protocolos de evacuação, a falta de informação verificável sobre as pessoas detidas e a necessidade de avaliações técnicas, independentes, dos centros prisionais.</P><br />
<P>Os familiares exigem que o Estado venezuelano implemente medidas eficazes para proteger a vida, a saúde e integridade dos presos políticos e também a implementação de protocolos de emergência.</P><br />
<P>Pedem também que seja autorizado o acesso de organismos internacionais especializados aos centros de detenção, e que haja garantia de verdade, justiça e responsabilização, face a alegadas detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados, mortes sob custódia e outras violações dos direitos humanos.</P><br />
<P>&#8220;Quando as suas vidas estão em risco sob custódia do Estado, a liberdade também é uma medida humanitária de proteção&#8221;, afirma o Clippve na campanha &#8216;A liberdade também salva-vidas&#8217;, que propõe a liberdade como resposta humanitária perante situações em que, afirma, &#8220;a vida e integridade estão em risco&#8221;.</P><br />
<P>Para assinalar os sete meses de vigília, a ONG Programa Venezuelano de Educação e Ação em Direitos Humanos (PROVEA), convocou para 07 de agosto, uma concentração frente ao Ministério de Relações Exteriores, que terá ainda como motivo exigir que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos e outros organismos possam verificar a situação dos presos políticos.</P><br />
<P>Segundo a Provea, &#8220;a crise dos direitos humanos que afeta a Venezuela agravou-se na sequência do duplo sismo de 24 de junho, com famílias que continuam sem resposta por parte do Estado e com pessoas privadas de liberdade em condições que ninguém conseguiu verificar de forma independente&#8221;.</P><br />
<P>Dados divulgado pela ONG Fórum Penal dão conta que em 03 de agosto de 2026 estavam detidas 382 pessoas por motivos políticos na Venezuela, 356 homens e 26 mulheres. Do total de detidos, 222 são civis e 160 militares, todos adultos. Entre os detidos encontram-se 40 cidadãos com nacionalidade estrangeira.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/familias-realizam-vigilia-ha-sete-meses-para-pedir-a-libertacao-de-presos-politicos-na-venezuela/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798112]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 1,31%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-perder-131/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-perder-131/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 00:22:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-perder-131/</guid>

					<description><![CDATA[A Bolsa de Tóquio abriu hoje a perder, com o principal índice, o Nikkei, a cair 1,31% para os 65.434,58 pontos na abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Bolsa de Tóquio abriu hoje a perder, com o principal índice, o Nikkei, a cair 1,31% para os 65.434,58 pontos na abertura da sessão.</P><br />
<P>Por outro lado, o segundo indicador, o Topix, subiu 0,23% para 4,055.49 pontos, às 09:18 locais (01:18 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-perder-131/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798111]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ex-primeira-ministra Hasina anuncia regresso ao Bangladesh em dezembro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ex-primeira-ministra-hasina-anuncia-regresso-ao-bangladesh-em-dezembro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ex-primeira-ministra-hasina-anuncia-regresso-ao-bangladesh-em-dezembro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:55:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ex-primeira-ministra-hasina-anuncia-regresso-ao-bangladesh-em-dezembro/</guid>

					<description><![CDATA[A ex-primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, exilada na Índia, revelou que vai regressar ao seu país em dezembro, mesmo que isso signifique ser presa, defendendo que "o medo não pode ditar o seu "dever para com o povo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, exilada na Índia, revelou que vai regressar ao seu país em dezembro, mesmo que isso signifique ser presa, defendendo que &#8220;o medo não pode ditar o seu &#8220;dever para com o povo&#8221;.</P><br />
<P>Hasina, de 78 anos, transmitiu a sua decisão num mensagem de áudio divulgada na quarta-feira pelos meios de comunicação social indianos no segundo aniversário da queda do seu regime, em 05 de agosto de 2024, por uma revolta estudantil.</P><br />
<P>&#8220;Não posso ficar de braços cruzados enquanto os meus queridos compatriotas sofrem&#8221;, acrescentou a antiga líder, condenada à morte no Bangladesh pela violenta repressão da revolta que levou à sua queda em 2024.</P><br />
<P>No poder desde 2009, Hasina fugiu do seu palácio na capital, Daca, para escapar às multidões enfurecidas que protestavam contra o seu governo.</P><br />
<P>Segundo as Nações Unidas, pelo menos 1.400 pessoas, a maioria manifestantes, foram mortas na repressão dos protestos.</P><br />
<P>Em novembro, Hasina foi considerada por um tribunal de Daca culpada de crimes contra a humanidade e condenada, à revelia, à morte por enforcamento, por ter ordenado à polícia que abrisse fogo.</P><br />
<P>Daca solicitou formalmente a extradição de Hasina, um pedido que Nova Deli afirmou estar &#8220;em análise&#8221;.</P><br />
<P>Hasina declarou que deseja regressar ao Bangladesh em dezembro, mês que marca a independência do país, em 1971.</P><br />
<P>As suas declarações provocaram indignação em Daca, onde os manifestantes queimaram uma imagem da antiga governante.</P><br />
<P>Dezenas de milhares de pessoas acompanharam as suas declarações, que foram transmitidas &#8216;online&#8217;.</P><br />
<P>As autoridades do Bangladesh proibiram os meios de comunicação locais de transmitir o seu discurso.</P><br />
<P>No final de julho, numa entrevista escrita à agência France-Presse (AFP), Hasina já tinha afirmado a sua determinação em regressar ao país antes do final do ano, apesar dos riscos para a sua vida.</P><br />
<P>&#8220;Estou plenamente consciente do meu destino&#8221;, insistiu no e-mail enviado à AFP.</P><br />
<P>O governo do Bangladesh garantiu que a ex-líder terá direito a um julgamento justo em todos os processos contra si, caso decida regressar.</P><br />
<P>As organizações de defesa dos direitos humanos acusaram o regime de Hasina de abusos como o assassínio de rivais, a repressão dos partidos da oposição, a manipulação dos tribunais e eleições viciadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ex-primeira-ministra-hasina-anuncia-regresso-ao-bangladesh-em-dezembro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798110]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Helicóptero de Trump e avião comercial aproximaram-se demasiado em Washington</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/helicoptero-de-trump-e-aviao-comercial-aproximaram-se-demasiado-em-washington/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/helicoptero-de-trump-e-aviao-comercial-aproximaram-se-demasiado-em-washington/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/helicoptero-de-trump-e-aviao-comercial-aproximaram-se-demasiado-em-washington/</guid>

					<description><![CDATA[Um helicóptero que transportava o Presidente norte-americano Donald Trump aproximou-se demasiado de um avião comercial na terça-feira em Washington, incidente sob investigação do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um helicóptero que transportava o Presidente norte-americano Donald Trump aproximou-se demasiado de um avião comercial na terça-feira em Washington, incidente sob investigação do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).</P><br />
<P>&#8220;O NTSB está a investigar um alegado incidente de perda de separação entre o helicóptero Marine One e um avião comercial que descolou do Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington, D.C.&#8221;, indicou a agência na rede social Facebook na quarta-feira, sem fornecer mais detalhes.</P><br />
<P>Kush Desai, porta-voz da Casa Branca, declarou em comunicado que os voos do Marine One eram pilotados por alguns dos melhores pilotos do mundo e que &#8220;o Presidente nunca esteve em perigo&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) explicou que, segundo a sua análise preliminar de segurança, houve uma perda momentânea de separação, após a qual cada aeronave continuou a afastar-se da outra.</P><br />
<P>&#8220;O controlador de tráfego aéreo manteve contacto com o piloto do avião comercial e com o piloto do helicóptero Marine One durante esta perda de separação&#8221;, referiu ainda a FAA, garantindo também que Trump esteve sempre em segurança.</P><br />
<P>O organismo regulador especificou que continuará a investigar as circunstâncias do incidente e que implementará todas as medidas corretivas adequadas, com base nas suas conclusões.</P><br />
<P>Segundo o Wall Street Journal, as medidas de segurança nestas circunstâncias exigem uma separação de pelo menos 2,4 km na horizontal e 150 metros na vertical.</P><br />
<P>O jornal, indicando que o incidente ocorreu por volta das 14:30 de terça-feira (19:30 de terça-feira em Lisboa), especificou que o Embraer E-170 da American Airlines, operado pela sua subsidiária Envoy Air, em descolagem, aproximou-se do helicóptero, que seguia para a Base Aérea de Andrews, onde o Presidente embarcou para a Califórnia no avião presidencial.</P><br />
<P>A FAA reforçou drasticamente as medidas de segurança em torno do Aeroporto Ronald Reagan desde a colisão entre um avião comercial em aproximação e um helicóptero Black Hawk do Exército, que matou 67 pessoas em janeiro de 2025.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/helicoptero-de-trump-e-aviao-comercial-aproximaram-se-demasiado-em-washington/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798109]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trump oferece recompensa de 22 ME por alegado lider do mais poderoso cartel do México</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trump-oferece-recompensa-de-22-me-por-alegado-lider-do-mais-poderoso-cartel-do-mexico/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/trump-oferece-recompensa-de-22-me-por-alegado-lider-do-mais-poderoso-cartel-do-mexico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/trump-oferece-recompensa-de-22-me-por-alegado-lider-do-mais-poderoso-cartel-do-mexico/</guid>

					<description><![CDATA[O Departamento de Estado norte-americano ofereceu uma recompensa de 25 milhões de dólares (21,6 milhões de euros) em troca de informações sobre o procurado Juan Carlos González, cidadão dos Estados Unidos e alegado líder do cartel mais poderoso do México.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento de Estado norte-americano ofereceu uma recompensa de 25 milhões de dólares (21,6 milhões de euros) em troca de informações sobre o procurado Juan Carlos González, cidadão dos Estados Unidos e alegado líder do cartel mais poderoso do México. </P><br />
<P>A recompensa por González foi aumentada de 5 milhões para 25 milhões de dólares e, no total, o executivo de Donald Trump ofereceu 100 milhões de dólares por informações sobre vários líderes do Cartel Jalisco Nueva Generación, ou CJNG, e restringiu os vistos de familiares e parceiros de membros daquele grupo do crime organizado.</P><br />
<P>O Departamento de Estado afirmou na quarta-feira que a medida visa &#8220;paralisar a liderança da organização&#8221;, cujo alegado chefe é González (&#8220;Pelón&#8221;).</P><br />
<P>Trump também tem intensificado a pressão sobre o México e outras nações da América Latina para prosseguir a sua agenda de segurança.</P><br />
<P>O CJNG está entre os oito cartéis mexicanos designados como organização terrorista estrangeira. </P><br />
<P>O grupo sofreu um duro golpe em fevereiro, quando o líder Nemesio Rubén Oseguera Cervantes (&#8220;El Mencho&#8221;) foi morto pelo exército mexicano. </P><br />
<P>Os Estados Unidos deram informações para a operação, que resultou num surto de violência no estado de Jalisco. </P><br />
<P>González, enteado de Oseguera Cervantes e cidadão do México e dos Estados Unidos, é apontado como novo líder do cartel, que está envolvido em todo o tipo de atividades, desde a produção de abacate até ao tráfico de drogas. </P><br />
<P>O executivo Trump impôs recentemente sanções a 50 indivíduos e empresas ligadas ao cartel, incluindo González, congelando ativos e bloqueando transações financeiras com os citados.</P><br />
<P>O cartel é considerado o maior do México, com presença em 21 dos 32 estados. As suas operações também se estenderam a vários países, incluindo aos Estados Unidos. </P><br />
<P>A administração Trump aumentou a pressão sobre o governo da Presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, para combater os cartéis de forma mais intensa, chegando a ameaçar com uma ação militar contra os grupos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/trump-oferece-recompensa-de-22-me-por-alegado-lider-do-mais-poderoso-cartel-do-mexico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798108]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela: Opositora Dinorah Figuera regressa a Caracas para diálogo com regime</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-opositora-dinorah-figuera-regressa-a-caracas-para-dialogo-com-regime/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-opositora-dinorah-figuera-regressa-a-caracas-para-dialogo-com-regime/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 23:29:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-opositora-dinorah-figuera-regressa-a-caracas-para-dialogo-com-regime/</guid>

					<description><![CDATA[A ex-deputada venezuelana da oposição Dinorah Figuera, que defende a continuidade da Assembleia Nacional (AN) eleita em 2015, regressou quarta-feira ao país para continuar o diálogo iniciado com o regime chavista com apoio dos Estados Unidos, noticiou a agência EFE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-deputada venezuelana da oposição Dinorah Figuera, que defende a continuidade da Assembleia Nacional (AN) eleita em 2015, regressou quarta-feira ao país para continuar o diálogo iniciado com o regime chavista com apoio dos Estados Unidos, noticiou a agência EFE.  </P><br />
<P>A opositora chegou ao Aeroporto Internacional General José Antonio Anzoátegui, no leste do país, vinda de Espanha e acompanhada de uma comissão de ex-deputados da AN de 2015, e espera-se que esteja nas próximas horas na capital, Caracas, disse à EFE fonte próxima de Figuera.  </P><br />
<P>Após a sua chegada, Figuera reiterou à imprensa local que a agenda de trabalho dos próximos dias estará focada na resposta às consequências dos sismos de 24 de junho, que deixaram mais de 6.000 mortos, 16.740 feridos e quase 18.000 desalojados.  </P><br />
<P>&#8220;Isto vai ter uma agenda prioritária que significará o reconhecimento da zona, o impacto desta tragédia, como as vítimas desta situação serão acompanhadas e o que estamos comprometidos a proporcionar&#8221;, afirmou Figuera ao El Diario. </P><br />
<P>A ex-deputada informou também que a comissão irá abordar questões como a recomposição do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), para o tornar &#8220;credível e fiável&#8221;, a institucionalização do Supremo Tribunal de Justiça (TSJ) e a &#8220;garantia de direitos políticos e civis&#8221;.</P><br />
<P>Figuera disse ainda ao canal de televisão privado Televen que este processo levará tempo e decorrerá &#8220;até dezembro de 2026&#8221;, quando &#8220;todo o produto&#8221; da obra será &#8220;formalmente apresentado&#8221;, e agradeceu ao chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, o apoio na elaboração da agenda de trabalho. </P><br />
<P>O Departamento de Estado norte-americano confiou a Figuera a tarefa de dialogar com o regime chavista num contexto de transição no país, após a captura do ex-líder Nicolás Maduro em janeiro passado por tropas norte-americanas em Caracas. </P><br />
<P>Desde então, Delcy Rodríguez exerce o cargo de Presidente interina do país. </P><br />
<P>Este novo diálogo começou no sábado, com uma chamada telefónica entre Figuera e o presidente do Parlamento e principal negociador do Governo, Jorge Rodriguez, irmão da presidente interina. </P><br />
<P>O processo não conta com a participação dos líderes da oposição María Corina Machado e Edmundo González Urrutia (ex-candidato presidencial), que disseram esperar que esta aproximação conduza a eleições presidenciais.  </P><br />
<P>A acompanhar Figuera estão os ex-deputados da oposição Marco Aurelio Quiñones, Ramón López, Jorge Millán, Juan Miguel Matheus e Sergio Vergara, enquanto pelo Governo estão Rodríguez, a ministra da Educação Universitária, Ana María Sanjuán; o primeiro vice-presidente do Parlamento, Pedro Infante; e os deputados América Pérez, Génesis Garvett e Jorge Arreaza. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-opositora-dinorah-figuera-regressa-a-caracas-para-dialogo-com-regime/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798107]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
