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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Jun 2026 06:50:08 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bolsa de Tóquio encerra com Nikkei a cair 1,89%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,89% para 64.179,27 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,89% para 64.179,27 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, fechou também a cair 1,25% para 3.847,6 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774206]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro admite dificuldades na contratação de docentes portugueses em Macau</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministro-admite-dificuldades-na-contratacao-de-docentes-portugueses-em-macau/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, reconheceu hoje dificuldades na contratação de docentes para instituições de ensino portuguesas em Macau devido a alterações nas autorizações de residência e, segundo disse, a melhores condições em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, reconheceu hoje dificuldades na contratação de docentes para instituições de ensino portuguesas em Macau devido a alterações nas autorizações de residência e, segundo disse, a melhores condições em Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Queremos obviamente que seja possível agilizar essas situações para garantir os recursos humanos necessários ao normal funcionamento do ano letivo. Sendo de facto interesse mútuo esta promoção da ligação entre Portugal e a China, espero que haja essa disponibilidade&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Desde agosto de 2023 que Macau não aceita novos pedidos de residência de portugueses para o &#8220;exercício de funções técnicas especializadas&#8221;, permitindo apenas justificações de reunião familiar ou anterior ligação ao território.</P><br />
<P>As novas orientações eliminam uma prática firmada após a transição de Macau, em 1999.</P><br />
<P>Como resultado das alterações, o número de portugueses a tornar-se residente de Macau caiu de 70 em 2023 para 23 no ano passado, muito longe do recorde máximo de 390 registado em 2013, de acordo com dados fornecidos à Lusa pela Direção dos Serviços de Identificação.</P><br />
<P>A diretora do Instituto Português do Oriente (IPOR) disse à Lusa que as restrições impostas por Macau aos pedidos de residência têm afastado docentes que estavam interessados em vir trabalhar para a região chinesa, preocupações também apontadas por outras instituições de ensino português no território.</P><br />
<P>A Escola Portuguesa de Macau tem registado um crescimento contínuo da procura, com mais de 800 alunos inscritos, o que tem colocado pressão sobre a contratação de professores e levado a pedidos de flexibilização das regras locais de residência e contratação.</P><br />
<P>O ministro reconheceu existirem restrições ligadas à fixação de residência de docentes portugueses em Macau e adiantou que o tema será abordado com o chefe do Executivo da região, Sam Hou Fai, num encontro agendado para hoje.</P><br />
<P>Fernando Alexandre encontra-se em Macau para as cerimónias oficiais do 10 de Junho, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, partindo para Pequim a dia 11.</P><br />
<P>O ministro sublinhou ter mantido contactos com o diretor da Escola Portuguesa de Macau, Acácio de Brito, e com o presidente da Fundação Escola Portuguesa de Macau, Jorge Neto Valente, para assegurar que o aumento do número de alunos seja acompanhado pelo reforço do corpo docente. </P><br />
<P>&#8220;Da parte do Governo Português, haverá toda a disponibilidade para autorizar os pedidos de mobilidade que foram solicitados&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Fernando Alexandre admitiu, contudo, que a melhoria das condições em Portugal também tornou &#8220;mais difícil atrair professores&#8221; para escolas fora do país.</P><br />
<P>&#8220;Hoje a situação em Portugal melhorou significativamente e é provavelmente também mais difícil atrair professores, mas isso são decisões individuais&#8221;, disse, acrescentando que o executivo português continuará a apoiar o ensino do português em Macau, tanto para famílias portuguesas como chinesas.</P><br />
<P>Em 10 de setembro do ano passado, o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, disse que &#8220;as coisas estarão encaminhadas&#8221; quanto a uma solução para as restrições à residência de portugueses em Macau.</P><br />
<P>Montenegro falava durante uma visita oficial à China e ao Japão, que incluiu uma passagem por Macau e um encontro com o líder do Governo da região semiautónoma chinesa.</P><br />
<P>O primeiro-ministro e Sam Hou Fai voltaram a encontrar-se em abril, em Lisboa, mas da visita não saíram quaisquer novidades sobre as restrições à residência de portugueses em Macau.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774205]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Aulas de condução com os pais? O que muda com as novas regras avançadas pelo Governo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aulas-de-conducao-com-os-pais-o-que-muda-com-as-novas-regras-avancadas-pelo-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[carta de condução]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova modalidade permite que o candidato pratique condução com um tutor que cumpra requisitos específicos de experiência e idoneidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo publicou um decreto-lei que cria a figura do tutor na aprendizagem da condução, permitindo que candidatos à carta de condução da categoria B possam realizar parte da formação prática acompanhados por um condutor experiente. A medida pretende tornar o processo mais flexível, sem afastar o papel das escolas de condução.</p>
<p>A nova modalidade permite que o candidato pratique condução com um tutor que cumpra requisitos específicos de experiência e idoneidade. Para assumir esta função, o tutor deve ter carta de condução da categoria B há pelo menos dez anos e um historial rodoviário compatível com as exigências previstas na lei.</p>
<p>A condução acompanhada já existia desde 2014, mas teve aplicação residual. O regime anterior era considerado pouco apelativo, devido a requisitos rígidos, custos de seguro elevados e procedimentos burocráticos. A nova versão simplifica o processo e procura aproximar Portugal de modelos usados noutros países europeus, onde a prática acompanhada por familiares ou condutores experientes faz parte da formação dos candidatos.</p>
<p><strong>Quem pode ser tutor?</strong></p>
<p>O tutor terá de possuir carta de condução há pelo menos dez anos e não poderá ter antecedentes rodoviários incompatíveis com a função. A nova lei passa também a aceitar cartas de condução emitidas noutros Estados-membros da União Europeia, desde que cumpram o período mínimo exigido.</p>
<p>No caso de cartas reconhecidas pelas autoridades portuguesas, será necessário que esse reconhecimento exista há pelo menos cinco anos, desde que a emissão original da carta tenha ocorrido há dez anos.</p>
<p>Uma das principais mudanças é a eliminação da obrigação de o tutor frequentar um módulo de segurança rodoviária. Esta exigência era vista como um dos grandes entraves ao regime anterior, por obrigar familiares ou amigos do candidato a deslocarem-se a uma escola de condução para receber formação específica. Ainda assim, o tutor não pode ser instrutor nem examinador de condução.</p>
<p><strong>Como começa a condução acompanhada?</strong></p>
<p>Antes de o candidato iniciar a condução com tutor, a escola de condução onde está inscrito comunica ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes, por via eletrónica, a identidade do tutor e a confirmação de que este cumpre os requisitos legais.</p>
<p>O procedimento passa a ser uma comunicação prévia, feita de forma digital, permitindo maior rastreabilidade e controlo por parte da entidade reguladora. A escola não valida formalmente o tutor, mas comunica ao IMT a opção do candidato e identifica a pessoa que o vai acompanhar.</p>
<p>O candidato continua, por isso, a estar inscrito numa escola de condução. A modalidade com tutor não substitui integralmente a escola, que mantém um papel no acompanhamento do processo e na ligação formal ao IMT.</p>
<p><strong>Candidato pode propor-se diretamente a exame</strong></p>
<p>Outra novidade relevante é a autopropositura a exame. Isto significa que, terminado o período de ensino prático com o tutor, o candidato pode propor-se diretamente ao exame de condução, sem depender exclusivamente da escola para esse passo.</p>
<p>Em alternativa, pode realizar na escola onde está inscrito um teste de aferição de competências práticas. Esse teste permite perceber se está preparado para o exame ou se precisa de horas complementares de formação com um instrutor profissional.</p>
<p>Há, contudo, limites temporais. O candidato só pode propor-se a exame pelo menos 90 dias depois da comunicação ao IMT. Se optar pela autopropositura direta e reprovar, terá de aguardar quatro meses para voltar a propor-se nessa modalidade.</p>
<p><strong>Responsabilidade e seguro também mudam</strong></p>
<p>O novo regime altera ainda a responsabilidade do tutor. Até agora, o tutor era responsável por todas as infrações cometidas pelo candidato durante a condução acompanhada. Com as novas regras, deixa de o ser quando os danos ou infrações resultem de desobediência às suas indicações.</p>
<p>No seguro, a simplificação também é relevante. Deixa de ser obrigatório contratar um seguro de responsabilidade civil específico ou uma extensão autónoma de cobertura. Passa a bastar que o seguro obrigatório do veículo, ou do condutor na qualidade de tutor, cubra os danos provocados pelo candidato.</p>
<p><strong>Onde se pode conduzir?</strong></p>
<p>A condução acompanhada por tutor terá restrições. Continua proibido transportar passageiros e circular em autoestradas ou vias equiparadas. Além disso, o tutor deve garantir que a prática não decorre em vias ou horários de maior volume de tráfego, adaptando o percurso e a hora às condições de segurança.</p>
<p>A Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana passam a poder fiscalizar esta obrigação e determinar o afastamento imediato do veículo em caso de incumprimento.</p>
<p>Os municípios também poderão aprovar regulamentos que identifiquem zonas onde a condução acompanhada não é permitida. O Governo poderá ainda definir, por portaria, outras vias excluídas desta prática, mediante proposta das forças de segurança, da Infraestruturas de Portugal ou dos municípios.</p>
<p><strong>Tutor não pode ensinar sem limite</strong></p>
<p>Para evitar que a figura do tutor se transforme numa alternativa informal ao ensino profissional da condução, a lei introduz um limite: cada tutor só pode acompanhar até cinco candidatos em cada período de dez anos.</p>
<p>A função também não pode ser remunerada. O objetivo é permitir uma aprendizagem mais flexível e informal, mas sem criar uma atividade paralela às escolas de condução.</p>
<p><strong>O que muda para as escolas de condução?</strong></p>
<p>As escolas de condução continuam a ser parte do processo. O candidato mantém o vínculo à escola, que comunica a opção pelo tutor ao IMT e pode propor o candidato a exame.</p>
<p>A escola pode ainda realizar um teste de aferição de competências práticas antes da ida a exame, permitindo identificar falhas e recomendar formação complementar. Na prática, o candidato passa a poder aprender com a escola e com o tutor, mas continua formalmente inscrito na escola de condução.</p>
<p>A revisão do regime pretende dar mais flexibilidade aos candidatos, aumentar a experiência prática antes do exame e reduzir obstáculos administrativos que impediram a aplicação efetiva da condução acompanhada desde 2014.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773809]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Diretor da Escola Portuguesa sai de Macau para Luanda</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/diretor-da-escola-portuguesa-sai-de-macau-para-luanda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, anunciou hoje que o atual diretor da Escola Portuguesa de Macau (EPM), Acácio de Brito, vai assumir a liderança da Escola Portuguesa de Luanda já no próximo ano letivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, anunciou hoje que o atual diretor da Escola Portuguesa de Macau (EPM), Acácio de Brito, vai assumir a liderança da Escola Portuguesa de Luanda já no próximo ano letivo.</P><br />
<P>Fernando Alexandre destacou que o Governo lançou &#8220;um grande desafio&#8221; a Acácio de Brito em Luanda, onde a Escola Portuguesa &#8220;enfrenta necessidades urgentes de direção&#8221;. </P><br />
<P>Tutelada pelo Ministério da Educação de Portugal, a escola está a ser gerida por uma comissão administrativa provisória liderada por Alexandre Lima.</P><br />
<P>Em novembro de 2025, os docentes da Escola Portuguesa de Luanda ameaçaram realizar uma greve, alegando que o Ministério da Educação português não estava a cumprir diplomas legais que garantem subsídios de deslocação e instalação.</P><br />
<P>Seria a segunda paralisação do ano, depois de, em março do mesmo ano, terem realizado uma greve de dois dias para exigir equidade salarial e melhores condições laborais.</P><br />
<P>&#8220;O Dr. Acácio de Brito irá liderar a Escola Portuguesa de Luanda. Já fez um trabalho em Timor, fez agora aqui em Macau, e agora terá este novo desafio&#8221;, disse, frisando que as escolas portuguesas no estrangeiro são &#8220;instituições importantíssimas&#8221; que o Governo tem vindo a valorizar.</P><br />
<P>Brito exerceu funções de diretor da Escola Portuguesa de Díli-CELP-Ruy Cinatti em Timor-Leste de setembro de 2015 a março de 2023, quando se tornou diretor da Escola Portuguesa de Macau.</P><br />
<P>O ministro sublinhou hoje que se trata de uma decisão estratégica e não relacionada com a &#8220;turbulência&#8221; inicial vivida na instituição.</P><br />
<P>Em 2024 a direção da EPM comunicou a pelo menos seis professores que não ia renovar o vínculo laboral com a instituição, alegando motivos de gestão, medida que gerou polémica, com uma petição pública iniciada contra a decisão e críticas por parte do conselho regional da Ásia e da Oceânia das Comunidades Portuguesas.</P><br />
<P>Os docentes são detentores de bilhete de residente e encontram-se no território ao abrigo de uma licença especial de Portugal para Macau, com a Direção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ) do território na altura a instar a EPM a respeitar as leis laborais.</P><br />
<P>A medida levou também a uma intervenção do Ministério da Educação português, que reverteu o afastamento.</P><br />
<P>&#8220;O professor Acácio de Brito fez um trabalho muito importante em Macau. Tivemos alguma turbulência no início, mas neste momento a escola está a funcionar de forma muito, muito bem&#8221;, afirmou o governante, acrescentando que a mudança resulta do percurso e das competências do responsável.</P><br />
<P>Sobre o futuro da Escola Portuguesa de Macau, o ministro garantiu que &#8220;ainda não há nomes&#8221; e está a ser trabalhada &#8220;outra solução&#8221; em articulação com o Conselho de Administração, assegurando continuidade e expansão. </P><br />
<P>&#8220;A escola tem vindo a crescer, já ultrapassou os 800 alunos, quando foi projetada para 400. Há procura e o compromisso do Governo português &#8211; e estou certo também do executivo da Região Administrativa Especial de Macau &#8211; é de consolidar e expandir este projeto&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A escola foi alvo recente de obras de ampliação, que aumentaram a capacidade para albergar entre 1.000 a 1.200 alunos, em conjunto com obras de melhoramento, aumento das salas, substituição dos elevadores, e renovação da fachada.</P><br />
<P>A EPM foi constituída em 1998 como herdeira de três instituições de ensino em língua portuguesa: a Escola Primária Oficial, a Escola Comercial e o Liceu de Macau.</P><br />
<P>No mesmo ano foi criada a Fundação Escola Portuguesa de Macau, que gere a escola, resultado da colaboração entre o Estado Português, a Fundação Oriente e a Associação Promotora da Instrução dos Macaenses.</P><br />
<P>Fernando Alexandre encontra-se em Macau por ocasião das celebrações do Dia de Portugal, com a agenda a incluir um acordo entre a Universidade de Coimbra e a Universidade Politécnica de Macau (MPU) para um novo campus conjunto na cidade vizinha de Zhuhai, e um encontro oficial com o Chefe do Executivo do território.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774204]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cheias cortam em 22% produção de carne bovina em Moçambique</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cheias-cortam-em-22-producao-de-carne-bovina-em-mocambique/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:18:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de carne bovina em Moçambique recuou 22% no primeiro trimestre, face ao mesmo período de 2025, para 3.611 toneladas, devido às consequências das cheias que afetaram o país em janeiro e fevereiro, segundo dados oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A produção de carne bovina em Moçambique recuou 22% no primeiro trimestre, face ao mesmo período de 2025, para 3.611 toneladas, devido às consequências das cheias que afetaram o país em janeiro e fevereiro, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>De acordo com dados de um relatório de execução do Governo, a que a Lusa teve hoje acesso, globalmente, a produção de carne no país cresceu 5%, para 34.716 toneladas neste período, mas representando apenas 16% do total previsto para todo o ano.</P><br />
<P>Apesar deste crescimento global, influenciado pela carne de frango, que aumentou 9% nos primeiros três meses, para 29.023 toneladas, a produção de carne bovina foi severamente afetada, recuando 22% em termos homólogos.</P><br />
<P>&#8220;Devido à influência negativa das cheias e inundações que tornaram intransitáveis as vias de acesso das zonas de criação para os principais centros de abate e comercialização de carnes (principalmente para a Cidade e Província de Maputo e Gaza, maiores produtores)&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>Acrescenta que &#8220;a restrição do movimento de animais devido a surtos de doenças&#8221; foi &#8220;outro fator negativo&#8221; que condicionou o setor nos primeiros três meses do ano.</P><br />
<P>Os criadores de gado moçambicanos pediram em fevereiro um programa de repovoamento animal, a impulsionar pelo Governo, após perderem centenas de cabeças de gado devido às inundações de janeiro, alertando para o risco de fome.</P><br />
<P>Segundo o mesmo relatório, Moçambique contava no final de março com um efetivo de 2.583.034 bovinos e 21.272.264 galinhas, o que corresponde a um crescimento de 5% e 7%, respetivamente, face a 2025.</P><br />
<P>O Governo moçambicano desativou na terça-feira o alerta vermelho, que vigorava desde 16 de janeiro, decretado então devido às cheias generalizadas que então provocaram pelo menos 43 mortos, mas mantendo o alerta laranja.</P><br />
<P>&#8220;O Conselho de Ministros desativou o alerta vermelho, mas mantém o alerta laranja por um período de dois meses, para fazermos esta monitoria da assistência humanitária e estabilizar as áreas afetadas&#8221;, anunciou, no final da reunião semanal daquele órgão, em Maputo, o porta-voz, Ussene Isse.</P><br />
<P>&#8220;A emergência é muito importante desativar, mas, por outro lado, estar atento, porque ainda há ajuda humanitária, a estabilização das áreas afetadas, principalmente nas províncias de Maputo e Gaza e outras regiões do país que precisamos de estar muito atentos&#8221;, apontou o porta-voz da reunião.</P><br />
<P>A última época das chuvas em Moçambique matou 314 pessoas, afetou mais de 1,078 milhões de pessoas e atingiu quase 260 mil casas, segundo atualização feita na terça-feira pelo Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD).</P><br />
<P>O balanço envolve a época das chuvas, que habitualmente decorre de outubro a abril, e corresponde a 249.053 famílias afetadas neste período em todo o país.</P><br />
<P>Há também registo de 19 pessoas ainda desaparecidas e 361 feridos.</P><br />
<P>Nesta época das chuvas, 211.655 casas foram inundadas, 15.616 casas foram totalmente destruídas e 31.081 parcialmente destruídas.</P><br />
<P>Só as cheias de janeiro, as mais violentas em vários anos, provocaram 43 mortos, 147 feridos e nove desaparecidos, afetando globalmente 715.716 pessoas.</P><br />
<P>Já a passagem do ciclone Gezani na província de Inhambane, em 13 e 14 de fevereiro, causou mais quatro mortos e afetou 9.040 pessoas, segundo os dados do INGD.</P><br />
<P>Os dados do INGD indicam ainda que 320.464 hectares de áreas agrícolas foram perdidos neste período, afetando 373.262 agricultores, e 532.985 animais morreram, entre bovinos, caprinos e aves.</P><br />
<P>Foram ainda afetados nesta época das chuvas 9.735 quilómetros de estradas, 52 pontes e 237 aquedutos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774203]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>10 Junho: Seguro discursa pela primeira vez nesta data em Angra do Heroísmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:02:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, discursa hoje pela primeira vez numa cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, discursa hoje pela primeira vez numa cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores.</P><br />
<P>António José Seguro escolheu o professor universitário açoriano Miguel Monjardino, especialista em relações internacionais, nascido em Angra do Heroísmo, para presidir às comemorações do 10 de Junho deste ano, as primeiras do seu mandato presidencial.</P><br />
<P>Na terça-feira, à chegada a Angra, questionado se escolheu comemorar o 10 de Junho na ilha Terceira também como forma de afirmação da soberania nacional, por causa da Base das Lajes, o Presidente da República respondeu que &#8220;todos os dias afirma a soberania de Portugal&#8221;, seja nos Açores ou &#8220;em qualquer canto&#8221; do país.</P><br />
<P>Questionado sobre a utilização da Base das Lajes no atual contexto de guerra contra o Irão e sobre uma eventual revisão do acordo de cooperação e defesa entre Portugal e os Estados Unidos da América &#8212; que defendeu em janeiro, enquanto candidato presidencial &#8211;, António José Seguro não quis comentar, nesta altura, essas questões.</P><br />
<P>&#8220;Não é o momento para falarmos dessas situações. Este é um momento para celebrarmos Portugal, é um momento de união do nosso país&#8221;, justificou o chefe de Estado e comandante supremo das Forças Armadas.</P><br />
<P>Sobre as relações com os Estados Unidos da América, referiu que as suas posições são conhecidas: &#8220;Eu sou um defensor da manutenção da NATO como organização de defesa e de segurança e considero que nós devemos ter boas relações com os Estados Unidos da América. Devemos aprofundar essas relações a todos os níveis, económico, comercial, de segurança&#8221;. </P><br />
<P>O Presidente da República acrescentou que é também conhecida a sua posição a favor da &#8220;autonomia estratégica da Europa, designadamente também em matéria de segurança e defesa&#8221;, e sustentou que &#8220;as duas dimensões são perfeitamente complementares&#8221;.</P><br />
<P>António José Seguro salientou que se cumprem 50 anos da consagração constitucional da autonomia regional dos Açores e da Madeira e disse que a sua preocupação com a unidade nacional foi uma das razões que o levou a comemorar esta data na ilha Terceira.</P><br />
<P>Hoje, a cerimónia militar comemorativa do Dia de Portugal terá lugar no Cerrado do Bailão, em Angra do Heroísmo, com início às 10:15 locais (11:15 em Lisboa). Haverá honras militares e uma homenagem aos mortos em combate, antes das intervenções do presidente das comemorações, Miguel Monjardino, e do Presidente da República, e depois um desfile militar.</P><br />
<P>A seguir, o programa do chefe de Estado inclui um almoço com a população, no Porto Judeu, uma cerimónia de condecoração da Universidade dos Açores e o arriar da bandeira nacional, que encerra as comemorações do Dia de Portugal.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Presidente da República teve um encontro com jovens que não estudam nem trabalham, na Praia da Vitória, sem comunicação social, e de noite assistiu a um concerto na Praça Velha e a um espetáculo de fogo de artifício na baía de Angra, e ainda se juntou momentaneamente a uma sessão de declamação de poesia num café-livraria, até perto da meia-noite.</P><br />
<P>Durante o concerto, em versos de cantorias ao desafio, António José Seguro foi descrito como &#8220;moderado nos desejos, porque está a substituir a presidência dos beijos&#8221;, e ouviu que &#8220;para que um Presidente se destaque nesta nação portuguesa não pode ir muito ao ataque nem pode ir muito à defesa&#8221;.</P><br />
<P>Na primeira fila da assistência estavam, além das autoridades regionais, o anterior Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e o ministro da Defesa Nacional e presidente do CDS-PP, Nuno Melo, que se deslocaram aos Açores para o 10 de Junho.</P><br />
<P>Também vão estar hoje na cerimónia militar do Dia de Portugal o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco. </P><br />
<P>Da lista de entidades presentes constam ainda, entre outros, o ministro da Presidência, o secretário-geral do PS, os líderes parlamentares do PSD, Chega, PS, CDS-PP e Livre, a porta-voz do PAN, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e os chefes dos três ramos militares, os presidentes do Tribunal Constitucional e do Supremo Tribunal Administrativo e o procurador-geral da República.</P><br />
<P>No fim de semana, antes das comemorações em território nacional, o Presidente da República celebrou o Dia de Portugal no estrangeiro, junto de emigrantes portugueses e lusodescendentes no Luxemburgo, onde esteve acompanhado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, no domingo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774202]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pacote laboral: &#8220;Governo está entre a espada e a parede&#8221; em negociações com o Chega e há risco de cair no horizonte, alerta politóloga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva à Executive Digest, a politóloga, docente universitária e investigadora do CIES-Iscte, Patrícia Calca, considera que o processo representa um teste importante para o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos dias da discussão e votação do novo pacote laboral do Governo, marcada para 18 de junho na Assembleia da República, e com uma reunião entre o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o líder do Chega, André Ventura, agendada para esta semana, o Executivo entra num dos momentos politicamente mais delicados desde o início da legislatura.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, a politóloga, docente universitária e investigadora do CIES-Iscte, Patrícia Calca, considera que o processo representa um teste importante para o Governo, embora rejeite classificá-lo como um momento necessariamente decisivo para a sua sobrevivência política.</p>
<p>“Não sei se é um teste final e decisivo, mas é um ponto muito importante”, afirma. Segundo a investigadora, a relevância da votação resulta não apenas do conteúdo das medidas laborais propostas, mas também da fragilidade parlamentar do Executivo, que continua dependente de apoios externos para fazer aprovar legislação estruturante.</p>
<p>“Estamos a falar de um governo que não tem uma maioria absoluta”, recorda.</p>
<p><strong>Governo enfrenta dificuldades num contexto político complexo</strong><br />
Para Patrícia Calca, o contexto em que surge esta discussão parlamentar torna o desafio ainda mais exigente para Luís Montenegro.</p>
<p>“Temos aqui uma agenda um bocadinho difícil, sobretudo se não conseguirem apoio no Parlamento”, observa, lembrando que os partidos à esquerda não parecem disponíveis para viabilizar o pacote.</p>
<p>A investigadora sublinha ainda que a reforma laboral surge num momento em que o Governo enfrenta outras dificuldades políticas.</p>
<p>“O que também temos estado a ver é que há uma série de escândalos relacionados, assim muito ao de cima, com situações mal esclarecidas que podem ir para escândalos do Governo”, refere, acrescentando que existem “uma série de notícias que parecem estar ligadas ao caso da Spinumviva”, embora admita não ser possível antecipar o desenvolvimento dessas situações.</p>
<p>Neste quadro, considera que existem “nuvens negras no horizonte para o Governo de Montenegro”, referindo-se à possibilidade de poder cair e levar o País a novas eleições, e que o período que se aproxima “não promete ser fácil”.</p>
<p><strong>Chega assume papel central nas negociações</strong><br />
Com o PS fora da equação e os partidos à esquerda a manifestarem oposição ao pacote laboral, o foco político deslocou-se para o Chega.</p>
<p>Patrícia Calca considera que a posição do partido liderado por André Ventura será determinante para o desfecho das negociações.</p>
<p>“Isto vai depender muito da reação do Chega”, afirma.</p>
<p>Na segunda-feira, André Ventura admitiu viabilizar algumas propostas do Governo, nomeadamente a criação da Prestação Social Única (PSU), desde que sejam introduzidas alterações defendidas pelo partido. Entre as exigências estão limitações no acesso de imigrantes a apoios sociais, cortes em determinados subsídios e novas regras de atribuição de prestações sociais.</p>
<p>O líder do Chega anunciou igualmente uma reunião com Luís Montenegro, que deverá realizar-se na quinta-feira, para uma discussão final sobre a reforma laboral.</p>
<p>Para Patrícia Calca, a estratégia seguida pelo Chega assenta sobretudo na procura de ganhos políticos junto da opinião pública.</p>
<p>“Vivemos um período em que os ganhos públicos são extremamente importantes”, explica.</p>
<p>A politóloga destaca que o partido procura garantir aquilo que, na ciência política, é conhecido como credit claiming.</p>
<p>“Esta capacidade dos partidos de reclamarem o crédito é muito relevante”, afirma. “Às vezes não são tanto as medidas em si; é aquilo que eu consigo dizer publicamente que foi alterado porque eu assim o decidi.”</p>
<p><strong>A batalha pelo crédito político</strong><br />
Segundo a investigadora, a questão central das negociações não passa apenas pela aprovação ou rejeição do pacote laboral.</p>
<p>“A consideração estratégica neste momento do Chega, e também da coligação do Governo, é até onde estão disponíveis para deixar que o outro partido tenha algum crédito numa potencial aprovação”, explica.</p>
<p>Na sua análise, o partido de André Ventura encontra-se numa posição particularmente favorável.</p>
<p>“O primeiro-ministro tem aqui uma posição difícil porque o partido que é mais pequeno do que a coligação em geral está numa posição de vantagem”, sustenta.</p>
<p>Essa vantagem decorre também da perceção pública sobre as propostas laborais.</p>
<p>“A maior parte da população não quer estas alterações”, afirma, considerando que isso permite ao Chega apresentar-se simultaneamente como força de influência e como partido responsável por evitar uma crise política.</p>
<p>“Eles podem dizer que estão a tentar manter isto estável, que estão a ver se não há crises, mas que, se algumas das coisas que consideram fundamentais não forem alteradas, não vão alinhar com o Governo”, observa.</p>
<p><strong>Montenegro entre a estabilidade e as concessões</strong><br />
Para Patrícia Calca, o Executivo encontra-se numa situação particularmente delicada.</p>
<p>“O Governo está aqui entre a rock and a hard stone”, resume, recorrendo à expressão inglesa equivalente a “entre a espada e a parede”.</p>
<p>Na sua perspetiva, Luís Montenegro terá de equilibrar dois objetivos difíceis de conciliar: aprovar a reforma laboral e, ao mesmo tempo, evitar a imagem de excessiva dependência do Chega.</p>
<p>Ainda assim, considera que o primeiro-ministro poderá continuar a utilizar o argumento da estabilidade governativa como instrumento negocial.</p>
<p>“Consegue ter alguma capacidade de negociação navegando nesta ideia da estabilidade”, afirma.</p>
<p>A investigadora nota que, neste momento, nenhum dos principais partidos parece particularmente interessado em provocar novas eleições.</p>
<p>“Ninguém parece querer ir já para eleições outra vez”, refere.</p>
<p>Contudo, alerta que essa margem de manobra tem limites.</p>
<p>“Podemos assistir a uma morte devagarinho do próprio Governo até que novas eleições antecipadas acabem por surgir”, avisa.</p>
<p><strong>O futuro do “não é não”</strong><br />
Questionada sobre a possibilidade de Luís Montenegro arriscar ver o pacote laboral chumbado para preservar a linha política do “não é não” ao Chega, Patrícia Calca mostra-se cética.</p>
<p>“Eu acho que ele pode arriscar ter o pacote laboral não aprovado, mas nunca será para manter o ‘não é não’”, afirma.</p>
<p>Na sua leitura, essa narrativa serviria sobretudo para aumentar a pressão sobre André Ventura.</p>
<p>“Isso seria sempre uma tentativa de encostar o Chega às cordas”, sustenta.</p>
<p>Aliás, considera que a própria evolução dos acontecimentos já demonstrou que a relação entre os dois partidos é mais complexa do que a fórmula política inicialmente apresentada.</p>
<p>“Na verdade, o ‘não é não’ não tem sido o ‘não é não’, tem sido uma coisa diferente, um nim”, afirma.</p>
<p><strong>A importância da narrativa política</strong><br />
Mais do que a negociação técnica das medidas, Patrícia Calca acredita que uma parte decisiva desta disputa será travada no plano da comunicação política.</p>
<p>“O que vai colar nas pessoas? É a narrativa que o Governo decide ou é a narrativa que o Chega vai tomar?”, questiona.</p>
<p>A investigadora considera que o partido de André Ventura tem demonstrado uma capacidade significativa para influenciar a agenda pública.</p>
<p>“A narrativa do Chega tem parecido direcionar a agenda”, observa.</p>
<p>Por essa razão, entende que o Governo enfrenta dificuldades acrescidas na tentativa de impor a sua própria leitura dos acontecimentos.</p>
<p>“Tem sido muito difícil demonstrar à população que a narrativa do Chega muitas vezes é só narrativa e não corresponde a uma realidade apalpável”, afirma.</p>
<p>Segundo Patrícia Calca, mesmo que existam negociações discretas ou compromissos alcançados longe dos holofotes, a perceção pública poderá seguir um caminho completamente diferente.</p>
<p>“A imagem pública e aquilo que as pessoas percebem pode ser uma coisa totalmente diferente”, alerta.</p>
<p><strong>Semana decisiva antes da votação de 18 de junho</strong><br />
A reunião prevista entre Luís Montenegro e André Ventura poderá revelar-se determinante para o desfecho do processo legislativo.</p>
<p>Ainda assim, Patrícia Calca admite que continua a existir um elevado grau de incerteza.</p>
<p>“As respostas absolutas só teremos quando votarem o pacote”, afirma.</p>
<p>E mesmo depois da votação, antecipa que a controvérsia política estará longe de terminar.</p>
<p>“Isto ainda vai ser uma &#8216;coboiada&#8217;, como se costuma dizer”, conclui com humor, numa expressão que sintetiza a expectativa de uma semana politicamente intensa, marcada por negociações, disputas narrativas e um equilíbrio parlamentar que poderá voltar a colocar o Governo à prova.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773961]]></sapo:autor>
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		<title>Queda de granizo destrói 892 casas e afeta mais de 3.100 pessoas em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 05:47:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Chuva intensa, ventos fortes e granizo destruíram 892 casas no distrito de Muembe, província do Niassa, norte de Moçambique, afetando 3.102 pessoas, incluindo nove feridos, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Chuva intensa, ventos fortes e granizo destruíram 892 casas no distrito de Muembe, província do Niassa, norte de Moçambique, afetando 3.102 pessoas, incluindo nove feridos, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>O episódio atípico, com vídeos de um manto branco a viralizarem nas redes sociais, ocorreu no sábado, na localidade de Chiuanjota, posto administrativo de Chiconono, e foi confirmado à Lusa pela delegada provincial do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) no Niassa, Maria Isabel Juiz Cavo, acrescentando que o levantamento atual aponta para 613 habitações parcialmente destruídas e 279 totalmente destruídas.</P><br />
<P>&#8220;Em relação às famílias afetadas, foram no número de 878, compostas por 3.102 pessoas&#8221;, disse a responsável.</P><br />
<P>Segundo Maria Isabel Juiz Cavo, os nove feridos sofreram lesões ligeiras e receberam assistência médica numa unidade sanitária local.</P><br />
<P>As autoridades indicaram que não foram criados centros de acomodação, uma vez que as famílias cujas casas ficaram totalmente destruídas foram acolhidas por familiares e vizinhos, enquanto outras já iniciaram trabalhos de reconstrução das habitações danificadas.</P><br />
<P>Além das casas, o fenómeno destruiu parcialmente infraestruturas públicas e comunitárias, incluindo o edifício da Secretaria Comum da localidade de Chiuanjota, uma unidade sanitária, cinco casas de culto &#8212; quatro mesquitas e uma igreja &#8212;, oito estabelecimentos comerciais e três moagens.</P><br />
<P>&#8220;Canalizámos assistência alimentar e rolos plásticos para cobertura das casas. Já articulámos com a direção regional norte do INGD para o envio de mais lona destinada a apoiar as famílias afetadas&#8221;, afirmou a delegada provincial.</P><br />
<P>O INGD acrescentou que prossegue o levantamento das necessidades para a recuperação das infraestruturas públicas danificadas na povoação, enquanto equipas técnicas acompanham a assistência às populações afetadas e os trabalhos de reposição das coberturas destruídas pelo temporal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774201]]></sapo:autor>
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		<title>Calor começa a subir esta quarta-feira em Portugal e perigo de incêndio agrava-se no interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 05:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia deverá manter-se estável, seco e predominantemente soalheiro, num cenário típico de verão, mas ainda com contrastes entre o litoral e o interior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta quarta-feira numa mudança gradual do estado do tempo, com a subida das temperaturas a começar a sentir-se sobretudo no interior Centro e Sul, em especial nas zonas mais próximas da fronteira com Espanha. A previsão da &#8216;Meteored&#8217; aponta para a chegada de uma crista africana, uma extensão de altas pressões que bloqueia a entrada de frentes frias e ajuda a transportar uma massa de ar mais quente e seco para a Península Ibérica.</p>
<p>O dia deverá manter-se estável, seco e predominantemente soalheiro, num cenário típico de verão, mas ainda com contrastes entre o litoral e o interior. A nortada deverá continuar a fazer-se sentir junto à costa, ajudando a manter valores mais contidos em algumas cidades litorais, enquanto as regiões do interior começam a receber de forma mais clara a influência do ar quente.</p>
<p>A subida das temperaturas deverá ser gradual, mas já visível face aos valores registados nos dias anteriores. A alteração será mais expressiva na Beira Interior e no Alentejo, sobretudo junto à fronteira espanhola, onde os termómetros deverão começar a refletir a entrada da massa de ar quente e seco.</p>
<p>No litoral Norte e Centro, o calor deverá ainda ser menos intenso. A nortada e a influência marítima continuarão a travar uma subida mais acentuada das máximas, mantendo diferenças relevantes entre cidades costeiras e zonas interiores.</p>
<p><strong>Dia seco e risco de incêndio em agravamento</strong></p>
<p>A subida das temperaturas chega num momento em que o perigo de incêndio rural já se encontrava elevado em vários pontos do país. De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o risco é calculado com base em fatores como temperatura do ar, humidade relativa, vento e precipitação registada nas 24 horas anteriores.</p>
<p>Com tempo seco, vento e aumento das temperaturas, o perigo de incêndio rural deverá agravar-se esta quarta-feira, sobretudo nas regiões do interior. O alerta é particularmente relevante para zonas onde o risco já se encontrava elevado ou muito elevado, incluindo áreas dos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Évora, Beja e Faro.</p>
<p>A conjugação de calor, baixa humidade e vento pode tornar o dia mais sensível para a ocorrência e propagação de incêndios rurais. Por isso, as autoridades recomendam especial atenção a comportamentos de risco, sobretudo em áreas florestais, agrícolas ou junto a vegetação seca.</p>
<p><strong>Feriado com sol, mas com contrastes</strong></p>
<p>Esta quarta-feira coincide com o feriado do Dia de Portugal, o que poderá aumentar as deslocações e atividades ao ar livre. O cenário meteorológico deverá ser favorável para quem procura tempo seco e céu limpo, mas a subida das temperaturas no interior obriga a cuidados adicionais com exposição solar, hidratação e esforço físico nas horas de maior calor.</p>
<p>Nas cidades do litoral, a sensação térmica deverá continuar mais moderada, sobretudo devido ao vento de norte. Já no interior Centro e Sul, o dia deverá marcar o início de uma fase mais quente, com máximas mais elevadas e ambiente progressivamente mais seco.</p>
<p>A principal nota meteorológica desta quarta-feira será, portanto, o arranque da subida térmica, ainda não homogénea em todo o país, mas já suficientemente evidente no interior para agravar o risco de incêndio rural.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773769]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Grupo rebelde M23 recrutou à força milhares de pessoas no leste da RDCongo &#8211; HRW</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/grupo-rebelde-m23-recrutou-a-forca-milhares-de-pessoas-no-leste-da-rdcongo-hrw/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 05:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Human Rights Watch (HRW) acusou hoje o grupo armado antigovernamental M23, apoiado pelo Ruanda, de recrutar à força milhares de pessoas no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), detendo-as em condições desumanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Human Rights Watch (HRW) acusou hoje o grupo armado antigovernamental M23, apoiado pelo Ruanda, de recrutar à força milhares de pessoas no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), detendo-as em condições desumanas.</P><br />
<P>O Movimento 23 de Março (M23) tomou, desde o seu ressurgimento em 2021, vastas áreas de território nas províncias do Kivu do Norte e Kivu do Sul, no leste da RDCongo, assolada por conflitos há mais de trinta anos, incluindo grandes cidades, como Goma e Bukavu, no início de 2025.</P><br />
<P>Após a tomada destas cidades, o grupo armado &#8220;levou a cabo campanhas de recrutamento forçado em grande escala&#8221;, detendo &#8220;milhares de soldados congoleses, membros de milícias e, cada vez mais, civis, a quem submeteu a tratamentos desumanos&#8221;, acusa a HRW num relatório, baseado em entrevistas com 102 ex-detidos e &#8220;dezenas de outras fontes&#8221;.</P><br />
<P>Testemunhas e ex-detidos descreveram à organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos como &#8220;pessoas raptadas na rua ou nas suas casas, reunidas em encontros, em igrejas ou escolas, foram depois detidas em centros de detenção improvisados, campos militares ou transferidas para locais desconhecidos&#8221;, segundo o relatório.</P><br />
<P>Uma parte destes detidos, &#8220;alguns com apenas 12 anos&#8221;, foi enviada para centros de treino ou campos militares com o pretexto de receberem ali formação ideológica e militar de vários meses.</P><br />
<P>Nesses centros, foram &#8220;detidos durante semanas ou meses em condições desumanas e sujeitos a espancamentos, graves maus-tratos e execuções sumárias&#8221;, e forçados a alistar-se no M23 &#8220;sob ameaça de morte&#8221;, segundo a HRW.</P><br />
<P>As testemunhas entrevistadas pela ONG afirmaram &#8220;ter visto dezenas de pessoas morrerem devido às condições de detenção&#8221; em celas onde são sujeitas a &#8220;superlotação extrema, desidratação e fome&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a HRW, &#8220;o número total de mortes nestes campos só poderá ser determinado com precisão se todas as valas comuns forem descobertas&#8221;, mas os &#8220;testemunhos de ex-detidos indicam que centenas de pessoas, ou mesmo mais, morreram devido às condições extremamente duras, às agressões físicas e às execuções&#8221; nestes campos.</P><br />
<P>Várias testemunhas também &#8220;identificaram a presença de oficiais superiores do M23&#8221; nestes centros e &#8220;afirmaram que muitos instrutores e guardas eram de nacionalidade ruandesa, alguns deles vestindo mesmo o uniforme das Forças de Defesa do Ruanda&#8221;, segundo o texto da HRW.</P><br />
<P>A RDCongo é palco de um conflito armado entre exercito e rebeldes do M23, apoiado pelo Ruanda, desde 2021, depois de vários anos adormecido. Este conflito agravou-se no final de janeiro de 2025, quando o M23 tomou o controlo de Goma, capital da província do Kivu do Norte e, semanas depois, de Bukavu, no Kivu do Sul, após combates com o exército congolês. </P><br />
<P>As duas províncias são ricas em minerais como o coltan, fundamentais para a indústria tecnológica no fabrico de telemóveis.</P><br />
<P>Não obstante a assinatura pelos presidentes congolês, Félix Tshisekedi, e ruandês, Paul Kagame, em Washington no passado dia 04 de dezembro, patrocinado pelo chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, ambas as partes acusaram-se mutuamente de violar o pacto desde então.</P><br />
<P>Desde 1998, o leste da RDCongo vive um conflito alimentado por grupos rebeldes e pelo exército, apesar do destacamento da missão da ONU na RDCongo (Monusco).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774200]]></sapo:autor>
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		<title>Coreia do Sul alerta para proposta inédita de Xi sobre cooperação militar com Pyongyang</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 05:33:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seul alertou hoje que a proposta de Xi Jinping para ampliar os intercâmbios militares com a Coreia do Norte não tem precedentes públicos conhecidos, após o líder chinês defender, em Pyongyang, maior cooperação na área da defesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Seul alertou hoje que a proposta de Xi Jinping para ampliar os intercâmbios militares com a Coreia do Norte não tem precedentes públicos conhecidos, após o líder chinês defender, em Pyongyang, maior cooperação na área da defesa.</P><br />
<P>&#8220;Foi o primeiro caso conhecido em que o tema é levantado publicamente&#8221;, afirmou o Ministério da Unificação sul-coreano, referindo-se às declarações de Xi durante a cimeira com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, divulgadas na segunda-feira pela agência de notícias oficial chinesa Xinhua.</P><br />
<P>De acordo com a Xinhua, Xi afirmou que Pequim e Pyongyang devem &#8220;intensificar os intercâmbios&#8221; em &#8220;assuntos militares&#8221;, além de áreas como a diplomacia e a aplicação da lei.</P><br />
<P>Embora os órgãos de comunicação estatais norte-coreanos também tenham dado ampla cobertura à visita de Estado de Xi, que terminou na terça-feira, não fizeram qualquer referência à proposta de cooperação militar.</P><br />
<P>A agência estatal norte-coreana KCNA publicou hoje uma carta de agradecimento de Xi a Kim, na qual o Presidente chinês refere que ambos alcançaram &#8220;uma série de importantes consensos&#8221;, sem especificar qualquer entendimento na área da defesa.</P><br />
<P>A presença do ministro da Defesa chinês, Dong Jun, durante a visita poderá constituir outro sinal das intenções de Pequim. Na anterior deslocação de Xi à Coreia do Norte, em 2019, o titular da pasta da Defesa não integrou a delegação, recordou na terça-feira um responsável do ministério da Unificação, citado pela agência sul-coreana Yonhap.</P><br />
<P>A deslocação foi interpretada como uma tentativa de Pequim reafirmar a influência sobre Pyongyang, num momento em que a Coreia do Norte aprofunda os laços com a Rússia, e decorreu sem qualquer referência ao tema da desnuclearização da península coreana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774199]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão anuncia ataques contra bases norte-americanas no Bahrein e Jordânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 04:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão anunciou hoje ataques contra bases norte-americanas no Bahrein e Jordânia, em resposta a ataques dos Estados Unidos, por sua vez justificados como retaliação contra o abate de um helicóptero norte-americano no estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão anunciou hoje ataques contra bases norte-americanas no Bahrein e Jordânia, em resposta a ataques dos Estados Unidos, por sua vez justificados como retaliação contra o abate de um helicóptero norte-americano no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os alvos dos ataques aéreos iranianos foram a Quinta Frota dos Estados Unidos, estacionada no Bahrein, e uma base aérea norte-americana na Jordânia, indicaram em comunicados separados a Guarda da Revolução Islâmica e o Exército iranianos, citados pela agência Fars. </P><br />
<P>O Irão utilizou mísseis e drones para atacar cerca de vinte alvos, entre os quais hangares de caças F-35 em território jordano e sistemas de radar no Bahrein, avançou a Fars.</P><br />
<P>Teerão advertiu para uma &#8220;resposta mais severa&#8221;, caso continue o que descreveu como &#8220;agressão&#8221; norte-americana, acrescenta a agência iraniana próxima da Guarda da Revolução.</P><br />
<P>O Exército do Kuwait indicou na rede social X que os seus sistemas de defesa aérea &#8220;estão a intercetar alvos hostis&#8221;, sem fornecer detalhes.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram novos ataques sobre solo iraniano às 17:00 de terça-feira em Washington, (21:00 TMG)), em retaliação pelo abate de um helicóptero norte-americano Apache no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha anunciado esta terça-feira que haveria represálias pelo ataque iraniano.</P><br />
<P>O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou hoje que concluiu uma série de ataques contra alvos iranianos por ordem de Trump, incluindo sistemas de defesa aérea, estações de controlo terrestres e radares de vigilância iranianos localizados perto do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O CENTCOM assegurou que a operação constituiu uma resposta &#8220;proporcional&#8221; aos recentes ataques contra forças norte-americanas e embarcações comerciais que transitam pelas águas da região, e afirmou que as suas tropas permanecem preparadas para responder a novas ações que considere agressões por parte do Irão.</P><br />
<P>Por seu lado, a Guarda da Revolução Islâmica referiu no comunicado que os ataques norte-americanos danificaram uma torre de telecomunicações e dois reservatórios de água na cidade portuária de Sirik, no sudeste do Irão, próxima do estreito.</P><br />
<P>O helicóptero que desencadeou esta nova escalada de tensões, supostamente atacado pelo Irão, caiu perto da costa de Omã e os dois tripulantes a bordo foram resgatados com vida pelas forças norte-americanas, como anunciou o próprio Trump ao início da madrugada de terça-feira em Nova Iorque, após um jogo da final da NBA.</P><br />
<P>Antes desta troca de ataques entre EUA e Irão, Israel e a República Islâmica visaram-se mutuamente com o lançamento de mísseis no domingo e na segunda-feira, o que levou Trump a exigir o fim &#8220;imediato&#8221; das agressões, incluindo pela parte do aliado israelita.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano afirmou na madrugada desta terça-feira que um acordo com o Irão estava em fase de &#8220;últimos esforços&#8221; e poderia ser assinado em &#8220;dois ou três dias&#8221;, mais um prazo que apresenta após várias semanas de negociações com a República Islâmica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774198]]></sapo:autor>
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		<title>Líder da oposição de Taiwan pede aos EUA e China que não usem ilha como &#8220;peão&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 03:48:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A líder do principal partido da oposição taiwanês apelou aos EUA e à China para não tratarem a ilha como um "peão", após Donald Trump sugerir que as vendas de armas a Taipé poderiam ser negociadas com Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A líder do principal partido da oposição taiwanês apelou aos EUA e à China para não tratarem a ilha como um &#8220;peão&#8221;, após Donald Trump sugerir que as vendas de armas a Taipé poderiam ser negociadas com Pequim.</P><br />
<P>&#8220;Taiwan nunca poderá tornar-se ou ser reduzida a um peão negociado à mesa pelas grandes potências&#8221;, afirmou Cheng Li-wun, presidente do Kuomintang (KMT), em entrevista ao Financial Times, antes de uma visita a Washington para reuniões com responsáveis e legisladores norte-americanos.</P><br />
<P>As declarações surgem semanas depois da cimeira entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, em Pequim, durante a qual o chefe de Estado norte-americano descreveu as vendas de armas a Taiwan como uma &#8220;boa ficha de negociação&#8221; com a China.</P><br />
<P>Cheng, considerada uma potencial candidata às presidenciais taiwanesas de 2028 e que assumiu a liderança do KMT em novembro, encontra-se nos Estados Unidos durante duas semanas numa tentativa de reforçar o apoio de Washington ao partido.</P><br />
<P>O KMT, atualmente na oposição, defende uma política de maior aproximação a Pequim do que a seguida pelo Presidente taiwanês, William Lai, o que tem gerado reservas entre responsáveis norte-americanos.</P><br />
<P>Questionada sobre a principal mensagem que pretende transmitir em Washington, Cheng respondeu: &#8220;Paz&#8221;.</P><br />
<P>A dirigente defendeu a retoma do diálogo entre Taipé e Pequim, argumentando que a ausência de contactos oficiais na última década contribuiu para o agravamento das tensões entre os dois lados do estreito de Taiwan.</P><br />
<P>&#8220;Não houve diálogo, por isso é possível ver que a situação está quase à beira da guerra&#8221;, afirmou, acrescentando que muitos taiwaneses receiam que a ilha se transforme na &#8220;próxima Ucrânia&#8221;.</P><br />
<P>Cheng considerou que o papel dos Estados Unidos na preservação da estabilidade regional é &#8220;indispensável&#8221; e manifestou a esperança de que Washington assuma uma função ainda mais ativa na promoção da paz no leste asiático e no estreito de Taiwan.</P><br />
<P>Em abril, a líder do KMT tornou-se a primeira dirigente do partido a visitar a China e a reunir-se com Xi Jinping em dez anos.</P><br />
<P>A aproximação a Pequim tem suscitado críticas em Washington, onde alguns responsáveis receiam que o reforço dos contactos possa enfraquecer a capacidade de dissuasão de Taiwan face à crescente pressão militar chinesa.</P><br />
<P>Cheng rejeitou essa interpretação, sustentando que a melhoria das relações através do estreito não implica abandonar a defesa da ilha.</P><br />
<P>&#8220;Melhorar as relações entre os dois lados do estreito não significa que Taiwan vá desistir da sua própria capacidade de dissuasão&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A dirigente procurou também responder às críticas de legisladores norte-americanos sobre a decisão da oposição de reduzir de 40 para 25 mil milhões de dólares (35 para 21,6 mil milhões de euros) o orçamento extraordinário de defesa proposto pelo Governo de William Lai.</P><br />
<P>Segundo Cheng, o KMT não se opõe ao financiamento de veículos aéreos não tripulados (&#8220;drones&#8221;) ou à modernização militar, atribuindo a controvérsia a disputas políticas internas.</P><br />
<P>Questionada sobre Xi Jinping, a líder do KMT afirmou que o dirigente chinês demonstrou &#8220;enorme boa vontade&#8221; durante o encontro de abril, o que interpretou como um sinal de que Pequim pretende procurar uma solução pacífica para a questão de Taiwan.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan parte integrante do território chinês e não exclui o recurso à força para alcançar a &#8220;reunificação&#8221;, enquanto o Governo de Taipé rejeita as reivindicações de soberania da China e defende que apenas os 23 milhões de habitantes da ilha podem decidir o seu futuro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774197]]></sapo:autor>
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		<title>China mantém inflação nos 1,2% em maio e preços industriais continuam a acelerar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 03:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O índice de preços no consumidor (IPC), principal indicador da inflação na China, aumentou 1,2% em maio, em termos homólogos, a mesma taxa registada em abril, enquanto os preços industriais continuam nos níveis mais elevados desde 2022.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O índice de preços no consumidor (IPC), principal indicador da inflação na China, aumentou 1,2% em maio, em termos homólogos, a mesma taxa registada em abril, enquanto os preços industriais continuam nos níveis mais elevados desde 2022.</P><br />
<P>O dado oficial do IPC, divulgado hoje pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE) da China, ficou ligeiramente abaixo das previsões mais consensuais dos analistas, que apontavam para uma aceleração até cerca de 1,3%.</P><br />
<P>Na comparação mensal, o IPC passou de uma subida de 0,3% em abril para uma descida de 0,1% em maio, embora os especialistas antecipassem uma contração mais acentuada, de 0,2%.</P><br />
<P>O analista do GNE Dong Lijuan atribuiu a evolução ao preço da gasolina. As oscilações provocadas pela guerra no Irão e pelo bloqueio do estreito de Ormuz fizeram com que o combustível passasse de uma subida mensal de quase 13% em abril para uma descida de 0,3% em maio, reduzindo o aumento dos custos energéticos de 5,7% para 0,1%.</P><br />
<P>Outro fator apontado pelo responsável foi a queda dos preços dos serviços, que passaram de uma subida de 0,5% em abril para uma descida de 0,1% em maio, devido à redução sazonal das viagens após o feriado do Dia do Trabalhador, um dos períodos de férias mais prolongados do ano para os trabalhadores chineses.</P><br />
<P>O GNE divulgou também o índice de preços no produtor (IPP), que mede os preços industriais e que aumentou 3,9% em maio, em termos homólogos, o valor mais elevado desde julho de 2022 pelo segundo mês consecutivo, após quase três anos e meio em terreno deflacionista.</P><br />
<P>O conflito no Médio Oriente explica grande parte da evolução do indicador, com os maiores aumentos de custos registados nas indústrias de extração de petróleo e gás (+35,7%) e nos setores dos metais não ferrosos, tanto na mineração e processamento (+36,5%) como na fundição e laminagem (+24%), após a forte subida dos preços internacionais do alumínio.</P><br />
<P>O panorama é, contudo, desigual, com alguns setores a aumentarem preços devido à conjuntura internacional, enquanto outros setores-chave, como a indústria automóvel, registaram uma descida homóloga de 2%.</P><br />
<P>Em termos mensais, os preços industriais desaceleraram de uma subida de 1,7% em abril para 0,5% em maio.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774196]]></sapo:autor>
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		<title>10 junho: Município venezuelano de Chacao elogia contributo da comunidade portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 03:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara Municipal de Chacao, município a este de Caracas, sublinhou na terça-feira à Lusa o contributo dos portugueses no desenvolvimento local e o carinho especial que os venezuelanos têm pela comunidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Câmara Municipal de Chacao, município a este de Caracas, sublinhou na terça-feira à Lusa o contributo dos portugueses no desenvolvimento local e o carinho especial que os venezuelanos têm pela comunidade.</P><br />
<P>&#8220;Uma das comunidades mais importantes de Chacao é a portuguesa. Junto com a italiana e a espanhola, criaram este município. Os comércios mais importantes deste município, o desenvolvimento do Centro Histórico de Chacao, e [da zona] de Los Palos Grandes, deve-se às comunidades estrangeiras, especialmente à portuguesa&#8221;, disse Gustavo Duque.</P><br />
<P>O responsável falava à agência Lusa à margem de uma cerimónia que marcou o início das celebrações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, da qual fez parte o içar das bandeiras de Portugal e da Venezuela, a apresentação de grupos folclóricos de ambos países e uma degustação de vinho e pasteis de nata.</P><br />
<P>&#8220;Por eles temos um carinho muito especial&#8221;, frisou o autarca que enviou também uma mensagem convidando os luso-venezuelanos que emigraram a regressar e visitar aquele município.</P><br />
<P>&#8220;Às vezes as notícias que chegam lá fora falam de um país [Venezuela] que está muito mal, mas, no fim de contas, é o povo quem faz o país. E devo dizer-vos que, em Chacao, vê-se uma realidade muito importante, dinâmica, com pessoas muito trabalhadoras, e que somos a tocha que se está a acender para mostrar como o país pode ser&#8221;, disse.</P><br />
<P>Duque sublinhou que a Venezuela &#8220;não vai parar&#8221; e que está &#8220;todos os dias a trabalhar arduamente&#8221;, e que espera de braços estendidos quem partiu, porque o país é também a pátria dessas pessoas.</P><br />
<P>Por outro lado, Gustavo Duque disse que &#8220;quando se fala de Portugal, também se fala da Venezuela&#8221; e que a maioria da população de Chacao &#8220;cresceu a conviver de perto com o que significa ser português, com os seus costumes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este município foi construído por estrangeiros. A comunidade portuguesa de Chacao é uma das mais importantes, uma das que mais contribuiu para que este município seja sempre uma referência. São pessoas de bem, trabalhadoras, que sempre vieram para ajudar e contribuir. Não é preciso dizer-vos que estão em casa, porque foram vocês que construíram esta casa. Não é preciso dizer-vos para se sentirem em casa, porque vocês são e sempre foram a casa&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Por outro lado, durante a intervenção, o novo embaixador de Portugal na Venezuela, Manuel Frederico Pinheiro da Silva, sublinhou os laços que unem os dois países.</P><br />
<P>Recordou a longa história de Portugal e disse que portugueses como Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, e Fernando Magalhães &#8220;definiram os limites e contornos do mundo tal como hoje é conhecido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal e os portugueses foram os autores, os criadores, nos séculos XV e XVI, da primeira globalização planetária, na história da Humanidade, unindo por mares todos os continentes&#8221;, disse, notando que Luís Vaz de Camões imortalizou a epopeia lusitana em &#8220;Os Lusíadas&#8221;.</P><br />
<P>O diplomata disse ainda que &#8220;Portugal é um país moderno, democrático, com alto nível de desenvolvimento humano, comprometido com a paz e a estabilidade internacional, com o estado de Direito e os Direitos Humanos, com o diálogo e a negociação como ferramenta universal para confrontar os grandes reptos existenciais da humanidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Uma nação como Portugal não se confina ao seu território delimitado pelas fronteiras políticas (&#8230;) é sobretudo a sua gente. A portugalidade inclui, sem reservas, todos os portugueses e lusodescendentes que vivem, trabalham e constroem em quase todos os países do planeta&#8221;, continuou.</P><br />
<P>O embaixador referiu que é possível encontrar portugueses em quase todas as regiões da Venezuela e sublinhou sentir-se orgulhoso ao ver a bandeira de Portugal ser hasteada.</P><br />
<P>&#8220;Porque esta bandeira não é só um símbolo nacional, é o estandarte de milhares e milhares de portugueses, que continuam a contribuir para o engrandecimento da Venezuela&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774195]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 0,98%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-cair-098/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 00:07:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,98% para 64.775,61 pontos, três minutos após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,98% para 64.775,61 pontos, três minutos após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, caía 0,2% para 3.888,22 pontos, às 09:03 locais (01:03 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774194]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Irão responderá a qualquer ataque ou ameaça &#8211; MNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 23:31:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou hoje que a República Islâmica "não deixará sem resposta qualquer ataque ou ameaça", após forças norte-americanas terem voltado a bombardear o país em retaliação pelo abate de um helicóptero.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou hoje que a República Islâmica &#8220;não deixará sem resposta qualquer ataque ou ameaça&#8221;, após forças norte-americanas terem voltado a bombardear o país em retaliação pelo abate de um helicóptero.</P><br />
<P>&#8220;As nossas poderosas Forças Armadas não deixarão sem resposta qualquer ataque ou ameaça&#8221;, afirmou o ministro Abbas Araghchi na rede social X.</P><br />
<P>Washington, adiantou Aragchi, está a &#8220;testar a determinação&#8221; de Teerão, &#8220;apesar das suas derrotas no campo de batalha&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Saiam da nossa região se quiserem estar em segurança&#8221;, acrescentou o ministro dos Negócios Estrangeiros da República Islâmica.</P><br />
<P>Após as forças norte-americanas anunciarem na noite de terça-feira um ataque de retaliação contra a República Islâmica, foram registadas explosões na ilha iraniana de Qeshm (sul) e na costa junto do Estreito de Ormuz, noticiaram os media locais, que deram conta do sobrevoo da zona por aviões de combate.</P><br />
<P>A agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária do Irão, reportou explosões na província de Hormozgan (sul) e na região de Sirik, além da ilha de Queshm.</P><br />
<P>A televisão estatal informou entretanto, pouco antes das 23:45 de Portugal continental, que o ataque foi interrompido, após uma série de bombardeamentos.</P><br />
<P>&#8220;A situação está agora calma&#8221;, relatou a televisão estatal, citada pela agência AFP.</P><br />
<P>O Comando Central das Forças Armadas norte-americanas (CENTCOM) anunciou esta noite, numa &#8220;resposta proporcional à agressão injustificada&#8221; da República Islâmica, o início de ataques &#8220;de autodefesa&#8221; contra o Irão, a partir das 17:00 do leste dos Estados Unidos (22:00 de Portugal continental). </P><br />
<P>Um responsável norte-americano citado pela AP confirmou na terça-feira que o helicóptero do Exército norte-americano que caiu ao largo da costa de Omã na véspera registou &#8220;uma colisão&#8221; com um &#8216;drone&#8217; iraniano.</P><br />
<P>As forças norte-americanas têm imposto no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais para o transporte de petróleo, um bloqueio aos portos iranianos.</P><br />
<P>Após o abate do helicóptero, o principal negociador iraniano e presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, recorreu à rede social X para referir que Teerão prefere a &#8220;linguagem da diplomacia&#8221;, mas que também fala &#8220;outras línguas com muito mais fluência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se não cumprires os teus compromissos, passaremos a usar aquilo que sabemos fazer melhor&#8221;, ameaçou Ghalibaf.</P><br />
<P>Estados Unidos e Irão trocaram alguns ataques desde o cessar-fogo acordado há dois meses, mas nos últimos dias o conflito escalou com trocas de ataques entre Israel e a República Islâmica, que mantém a ameaça à navegação de e para os portos de países vizinhos, impedidos de exportar petróleo por aquela via estratégica do Golfo Pérsico.</P><br />
<P>Os ataques diretos entre Israel e o Irão cessaram na segunda-feira, mas o cessar-fogo permanece, no entanto, frágil.  </P><br />
<P>Antes de serem conhecidas as causas da queda do helicóptero Apache, Trump afirmou que a diplomacia norte-americana se encontrava na fase dos &#8220;últimos esforços&#8221; para chegar a um acordo com o Irão para pôr fim ao conflito no Golfo, iniciado a 28 de fevereiro com o ataque israelita e norte-americano contra a República Islâmica.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a dar os últimos passos para o que será um acordo muito, muito bom&#8221;, afirmou Trump já esta madrugada, estimando um prazo de &#8220;dois a três dias&#8221; para que o acordo fosse concluído.</P><br />
<P>Os mediadores, liderados pelo Paquistão, têm vindo a tentar há semanas chegar a um acordo. No entanto, tanto o Irão como os Estados Unidos têm assumido posições intransigentes.</P><br />
<P>Washington quer que o Irão renuncie ao seu &#8216;stock&#8217; de urânio enriquecido, que se acredita ainda estar enterrado no país após os ataques aéreos nprte-americanos na guerra de 12 dias em 2025.</P><br />
<P>Teerão recusa-se a fazê-lo e exige o alívio das sanções. Também quer a libertação dos ativos congelados, antes mesmo de um acordo final entrar em vigor, o que Trump rejeita.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774193]]></sapo:autor>
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		<title>Anthropic lança a sua IA mais poderosa com acesso limitado por motivos de segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 23:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa norte-americana Anthropic disponibilizou terça-feira a versão mais poderosa da sua tecnologia de inteligência artificial (IA), limitando as suas capacidades em áreas sensíveis como a cibersegurança e, pela primeira vez, os riscos de ataques biológicos ou químicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa norte-americana Anthropic disponibilizou terça-feira a versão mais poderosa da sua tecnologia de inteligência artificial (IA), limitando as suas capacidades em áreas sensíveis como a cibersegurança e, pela primeira vez, os riscos de ataques biológicos ou químicos.</P><br />
<P>Denominado Fable 5, este modelo é o primeiro da classe Mythos, a linha mais avançada da Anthropic, apresentada em abril mas com acesso restrito por motivos de segurança, a ser disponibilizado ao público.</P><br />
<P>Estará, no entanto, reservado para clientes de &#8216;gama alta&#8217;, aqueles que podem pagar o preço &#8216;premium&#8217;.</P><br />
<P>Paralelamente, a &#8216;startup&#8217; sediada em São Francisco está a implementar o mesmo modelo numa versão sem restrições, o Claude Mythos 5, reservado a empresas e organizações que já têm acesso a esta família de IA, que se apresenta como capaz de detetar e explorar vulnerabilidades de segurança com uma velocidade e precisão sem precedentes.</P><br />
<P>No início de abril, a Anthropic anunciou simultaneamente a existência do Mythos e a sua decisão de limitar o acesso a parceiros de confiança para reforçar a sua cibersegurança.</P><br />
<P>O anúncio gerou acusações de &#8220;marketing do medo&#8221; e provocou uma considerável preocupação governamental, para se preparar para ameaças de IA a infraestruturas críticas, como bancos ou setor energético.</P><br />
<P>Desde então, várias empresas que tiveram acesso ao Mythos confirmaram as suas capacidades, e a administração Trump, apesar da sua longa disputa com a Anthropic, acabou por testá-lo.</P><br />
<P>Washington estabeleceu, então, um processo de avaliação voluntária para os modelos de IA norte-americanos mais poderosos antes do seu lançamento comercial.</P><br />
<P>A implementação do Mythos 5 e a seleção dos parceiros que podem aceder estão a ser feitas &#8220;em colaboração com o governo dos EUA&#8221;, detalhou a Anthropic.</P><br />
<P>Até então, a empresa justificava a restrição de acesso ao Mythos unicamente com base em riscos de cibersegurança. Com o Fable 5, ela estende essa vigilância à biologia e à química.</P><br />
<P>A Anthropic cita um salto em capacidade, permitindo-lhe realizar tarefas científicas. A empresa afirma ainda ter acelerado certas etapas do desenvolvimento de medicamentos em aproximadamente dez vezes e formulado novas hipóteses em biologia molecular.</P><br />
<P>Estas capacidades, alertou a empresa, poderão dar &#8220;um impulso&#8221; aos agentes maliciosos. </P><br />
<P>A Anthropic referiu o exemplo do desenvolvimento de vírus adeno-associados (AAV), que são potencialmente perigosos, mas também benéficos na terapia genética. </P><br />
<P>Por essa razão, a versão sem restrições estará disponível para investigadores selecionados.</P><br />
<P>De acordo com a empresa, as consultas sobre o Fable 5 relacionadas com cibersegurança, biologia ou química recebem uma resposta do modelo de nível inferior, Opus 4.8. </P><br />
<P>O mesmo se aplica às tentativas de &#8216;destilação&#8217;, ou seja, copiar o modelo para treinar concorrentes, algo que a Anthropic garantiu ter detetado em larga escala em &#8220;países autoritários&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774191]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: EUA instam Europa a reforçar restrições para evitar propagação a partir de África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 23:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo norte-americano alertou vários países europeus para a necessidade de maiores restrições nas chegadas de países africanos afetados pelo ébola, sugerindo que em caso contrário poderá condicionar entradas de viajantes europeus, incluindo para o Campeonato do Mundo de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O governo norte-americano alertou vários países europeus para a necessidade de maiores restrições nas chegadas de países africanos afetados pelo ébola, sugerindo que em caso contrário poderá condicionar entradas de viajantes europeus, incluindo para o Campeonato do Mundo de futebol.</P><br />
<P>O secretário de Estado, Marco Rubio, telefonou terça-feira à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para transmitir as preocupações norte-americanas e &#8220;discutir a coordenação e os esforços de resposta&#8221; de ambos os lados &#8220;ao surto de ébola na República Democrática do Congo e no Uganda&#8221;, afirmou o Departamento de Estado em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A maior prioridade e foco do departamento continuam a ser proteger a saúde do povo americano e impedir que este surto de Ébola chegue às nossas costas&#8221;, referiu o comunicado.</P><br />
<P>Um funcionário do Departamento de Estado citado pela AP adiantou que Washington &#8220;intensificou esforços&#8221; para enfrentar o surto e &#8220;agora o mundo precisa de fazer mais e também intensificar os seus esforços&#8221;.</P><br />
<P>A autoridade admitiu que, sem ações adicionais, as viagens transatlânticas podem ser afetadas, incluindo contribuições financeiras para combater a doença e &#8220;restrições sensatas a viagens a partir da área afetada&#8221;. </P><br />
<P>A delegação da União Europeia em Washington não se pronunciou de imediato sobre a chamada de Rubio a von der Leyen.</P><br />
<P>O Mundial começa na quinta-feira no México e prolonga-se por quase seis semanas, com os Estados Unidos a receberem a maioria dos jogos.</P><br />
<P>O governo de Donald Trump proibiu a entrada no país de viajantes que nas últimas três semanas tenham estado num dos países afetados e está a estabelecer procedimentos de quarentena para cidadãos norte-americanos afetados que regressem desses locais.</P><br />
<P>Existem relativamente poucos voos diretos entre África e os Estados Unidos, mas mais de 300 voos diretos diários entre a Europa e os Estados Unidos.</P><br />
<P>Washington afirma ter contribuído com mais de 200 milhões de dólares para os esforços de combate ao surto no Congo e no Uganda desde que este foi confirmado no mês passado.</P><br />
<P>A agência de saúde da União Africana (UA) anunciou hoje que a UE vai destinar 11,5 milhões de euros para combater a epidemia do Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo). </P><br />
<P>Em comunicado divulgado pela Comissão Europeia, o executivo comunitário refere que, no total, vai disponibilizar 16,5 milhões de euros para ajudar a República Democrática do Congo a combater a epidemia de Ébola: além dos cinco milhões de euros em equipamentos de teste e dos 6,5 milhões para a Iniciativa de Genómica de Patógenos da África, o pacote hoje anunciado inclui também outros cinco milhões para a Organização Mundial da Saúde (OMS), para &#8220;reforçar a vigilância e o acesso a materiais de saúde&#8221;.</P><br />
<P>Estes 16,5 milhões de euros hoje anunciados acrescem a outros 15 milhões que a Comissão Europeia já tinha disponibilizado em maio para apoiar a resposta humanitária de emergência na República Democrática do Congo e no Uganda perante a epidemia de Ébola.</P><br />
<P>A comissária europeia para a Preparação e Gestão de Crises, Hadja Lahbib, que anunciou a ajuda durante a sua visita à sede do Africa CDC em Adis Abeba, Etiópia, na segunda-feira, declarou que &#8220;parcerias sólidas salvam vidas&#8221;, acrescentando que este pacote vai fortalecer a resposta à epidemia ao equipar e treinar profissionais de saúde.  </P><br />
<P>De acordo com o mais recente relatório das autoridades da RDCongo, dos 550 casos da doença confirmados, houve 101 mortes e 19 recuperações.</P><br />
<P>A mais recente epidemia de Ébola, declarada primeiro como surto em 15 de maio, é provocada pelo raro vírus Bundibugyo, que não tem vacina ou tratamento aprovado, ao contrário do vírus Zaire, responsável pela maioria dos 16 surtos anteriores da doença no Congo.</P><br />
<P>A epidemia já se espalhou para o país vizinho, Uganda, onde foram detetados até ao momento 19 casos confirmados.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reduziu o risco para a saúde decorrente da epidemia de Ébola no continente africano de &#8220;alto&#8221; para &#8220;baixo&#8221;, com exceção da República Democrática do Congo, onde permanece &#8220;muito alto&#8221;, e países vizinhos.</P><br />
<P>O vírus do Ébola, que foi detetado pela primeira vez em 1976, junto ao rio com o mesmo nome, na RDCongo, é transmitido através do contacto direto com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, dores musculares, fraqueza, dores de cabeça, irritação da garganta, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P><br />
<P>O Ébola provoca uma febre hemorrágica mortal, mas o vírus, que causou mais de 15 mil mortes em África nos últimos 50 anos, é menos contagioso do que a covid-19 ou o sarampo, segundo a OMS.</P></p>
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		<title>Médio Oriente: Resposta dos EUA a abate de helicóptero pelo Irão será &#8220;muito forte&#8221; &#8211; Trump</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 22:58:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente Donald Trump afirmou hoje que a resposta norte-americana ao Irão por ter abatido um helicóptero Apache no Estreito de Ormuz será "muito forte e poderosa".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente Donald Trump afirmou hoje que a resposta norte-americana ao Irão por ter abatido um helicóptero Apache no Estreito de Ormuz será &#8220;muito forte e poderosa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A resposta deve ser muito forte, muito poderosa&#8221;, disse Trump, numa entrevista telefónica à ABC News.</P><br />
<P>Um responsável norte-americano citado pela AP confirmou esta noite que o helicóptero do Exército norte-americano que caiu ao largo da costa de Omã registou &#8220;uma colisão&#8221; com um &#8216;drone&#8217; iraniano.</P><br />
<P>Numa &#8220;resposta proporcional à agressão injustificada&#8221; da República Islâmica, o Comando Central das Forças Armadas norte-americanas (CENTCOM) anunciou esta noite o início de ataques &#8220;de autodefesa&#8221; contra o Irão, a partir das 17:00 do leste dos Estados Unidos (22:00 de Lisboa).</P></p>
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