O Governo prevê arrecadar 15 milhões de euros, no próximo ano, com a nova taxa de carbono sobre viagens aéreas e marítimas e mais 10 milhões com a contribuição sobre as embalagens, de acordo com os dados do quadro de políticas invariantes relativo a 2022 entregue pelo Governo no Parlamento há cerca de um mês, citados pelo jornal ‘Público’.
Estas medidas não são novas, estando inscritas no Orçamento de Estado para 2021, tendo a cobrança da taxa de carbono sido desencadeada a partir de julho. Já a a contribuição sobre as embalagens começará a ser paga em janeiro de 2022.
“Depois, em 2023, abrangerá também as de alumínio. O sector, no entanto, aguarda ainda a publicação da respetiva regulamentação, a elaborar por parte do Ministério das Finanças e do Ministério do Ambiente”, acrescenta o ‘Público’.
Esta semana, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (Ahresp) apresentou um pacote de 22 medidas para o OE 2022, sendo uma delas o “adiamento por mais um ano da aplicação da contribuição, já que a seu ver esta é “muito penalizadora”.




