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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Ministério prolonga prazo para classificar exames que não estejam concluídos até ao final do dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:44:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação prolongou até quarta-feira o prazo para classificar os exames nacionais que não estejam concluídos até ao final do dia de hoje, indicando que às 18:30 estavam classificadas 98% das provas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação prolongou até quarta-feira o prazo para classificar os exames nacionais que não estejam concluídos até ao final do dia de hoje, indicando que às 18:30 estavam classificadas 98% das provas.</P><br />
<P>&#8220;De forma a garantir todas as condições de rigor exigidas no processo de avaliação externa, na quarta-feira prosseguirá a classificação dos exames que não estejam classificados até ao final do dia de hoje&#8221;, refere a tutela em comunicado.</P><br />
<P>Os professores classificadores dos exames nacionais do ensino secundário tinham até às 23:59 de hoje para concluir a correção de todos os itens atribuídos.</P><br />
<P>Segundo o balanço do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), às 18:30 de hoje estavam classificadas 98% das respostas, percentagem que &#8220;terá ainda evolução ao longo das próximas horas&#8221;.</P><br />
<P>Com mais de 300 mil provas realizadas pelos alunos do 11.º e 12.º anos, estarão então por avaliar cerca de seis mil provas.</P><br />
<P>Citando o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), entidade responsável pelo processo de classificação dos exames nacionais, o MECI sublinha que a eventual conclusão das classificações na quarta-feira &#8220;não põe em causa a afixação das pautas&#8221;.</P><br />
<P>As notas deverão ser publicadas no dia 17 e, segundo a tutela, existe &#8220;margem temporal suficiente para executar as etapas necessárias entre o fecho do processo de classificação e a afixação dos resultados nas escolas na sexta-feira&#8221;.</P><br />
<P>Quanto às respostas ainda por classificar, o MECI explica que resultam, sobretudo, de novas digitalizações após detetadas falhas de digitalização, reclassificações de itens que já tinham sido avaliados, mas foi necessário corrigir a folha de enunciado ou de continuação, ou atrasos na entrega das provas por parte das escolas.</P><br />
<P>As falhas foram identificadas no âmbito de um processo de verificação e validação do sistema, que procurou, segundo o Ministério, &#8220;garantir que os itens entregues aos professores para classificação estavam completos, correspondendo às respostas dadas pelos alunos nos exames em papel&#8221;.</P><br />
<P>Depois de afixadas as pautas, os alunos terão acesso às respetivas provas em formato digital, uma novidade este ano justificada pelo MECI com a necessidade de assegurar a &#8220;confiança no rigor da avaliação externa&#8221; e a credibilidade do sistema.</P><br />
<P>&#8220;Esse acesso será concedido através das escolas, uma vez que o anonimato dos exames apenas pode ser quebrado nas escolas&#8221;, explica o Ministério, adiantando que, para esse efeito, será igualmente utilizada uma plataforma digital.</P><br />
<P>A poucas horas do fim do prazo para concluir o processo de classificação dos exames nacionais do secundário, ainda havia professores a serem convocados e, à hora de almoço, alguns ainda aguardavam os itens atribuídos, revelou o movimento Missão Escola Pública.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário estão a ser corrigidos em formato digital, mas o processo tem registado falhas técnicas desde o início e, devido aos constrangimentos, o MECI adiou os prazos inicialmente previstos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789324]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Ministério prolonga prazo para corrigir exames que não estejam concluídos até ao final do dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação prolongou até quarta-feira o prazo para classificar os exames nacionais que não estejam concluídos até ao final do dia de hoje, indicando que às 18:30 estavam classificadas 98% das provas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação prolongou até quarta-feira o prazo para classificar os exames nacionais que não estejam concluídos até ao final do dia de hoje, indicando que às 18:30 estavam classificadas 98% das provas.</P><br />
<P>&#8220;De forma a garantir todas as condições de rigor exigidas no processo de avaliação externa, na quarta-feira prosseguirá a classificação dos exames que não estejam classificados até ao final do dia de hoje&#8221;, refere a tutela em comunicado.</P><br />
<P>Os professores classificadores dos exames nacionais do ensino secundário tinham até às 23:59 de hoje para concluir a correção de todos os itens atribuídos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789323]]></sapo:autor>
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		<title>Nova linha da Unir liga aeroporto a Campanhã, Póvoa de Varzim e Vila do Conde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:28:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A rede UNIR dispõe, a partir de quarta-feira, da Linha 3535 que ligará o Aeroporto Francisco Sá Carneiro a Campanhã, Póvoa de Varzim e Vila do Conde, anunciou hoje a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A rede UNIR dispõe, a partir de quarta-feira, da Linha 3535 que ligará o Aeroporto Francisco Sá Carneiro a Campanhã, Póvoa de Varzim e Vila do Conde, anunciou hoje a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP). </P><br />
<P>A nova linha funcionará em horário alargado, das 05:00 até às 02:55, havendo ligações Aeroporto-Campanhã-Aeroporto praticamente a todas as horas, acrescenta o comunicado.  </P><br />
<P>A Linha 3535 assegura ligação direta entre a Estação de Campanhã, o Aeroporto, o Polo Universitário da Asprela, o Politécnico (Campus II), Vila do Conde e a Póvoa de Varzim, através da Autoestrada (A) 28, proporcionando uma solução de mobilidade mais eficiente para estudantes, trabalhadores, residentes e visitantes, destaca a empresa.</P><br />
<P>Segundo a TMP, a utilização da A28 permite reduzir os tempos de viagem, criando uma ligação rápida e cómoda entre o Aeroporto, o Polo Universitário e a Estação de Campanhã, reforçando a conectividade entre alguns dos principais polos de mobilidade, ensino, conhecimento científico e atividade económica da região.</P><br />
<P>O serviço da Linha 3535 é assegurado por autocarros modernos, equipados com bagageira para acomodação de malas, garantindo maior conforto aos passageiros, especialmente a quem viaja de ou para o aeroporto, assinala o comunicado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789322]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sporting vence pentacampeões escoceses do Celtic por 4-1 em jogo particular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:28:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sporting venceu hoje o pentacampeão escocês, Celtic Glasgow, por 4-1, no primeiro jogo particular dos 'leões' para a temporada futebolística de 2026/27, no Estádio Algarve.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting venceu hoje o pentacampeão escocês, Celtic Glasgow, por 4-1, no primeiro jogo particular dos &#8216;leões&#8217; para a temporada futebolística de 2026/27, no Estádio Algarve.</P><br />
<P>Depois do triunfo por 2-0 frente ao Torreense, da II Liga, na reedição, num jogo-treino, em Alcochete, da última final da Taça de Portugal, os vice-campeões nacionais impuseram-se com golos de Geny Catamo, aos 24 minutos, Daniel Bragança, aos 72 e 79, e Ricardo Mangas, aos 76, depois de o colombiano Camilo Durán (ex-Lusitânia, Estrela da Amadora e Portimonense) ter empatado para o Celtic, aos 69.</P><br />
<P>A formação comandada por Rui Borges volta a jogar no sábado, no Algarve, frente ao Estrasburgo, do treinador Hugo Oliveira, antes de defrontar os também franceses do Mónaco, no Troféu Cinco Violinos, em Lisboa, no dia 25, e de receber os ingleses do Nottingham Forest, seis dias depois.</P><br />
<P>O Sporting inicia a 93.ª edição da I Liga com a visita ao Estrela da Amadora, na primeira jornada, marcada para o fim de semana de 08 e 09 de agosto.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789321]]></sapo:autor>
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		<title>Hovione investe 200 ME em nova fábrica de medicamentos no Seixal até 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Hovione está a investir 200 milhões de euros numa nova unidade para o fabrico de medicamentos no Seixal, distrito de Setúbal, com abertura prevista para setembro de 2027, anunciaram hoje os responsáveis do grupo químico e farmacêutico português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Hovione está a investir 200 milhões de euros numa nova unidade para o fabrico de medicamentos no Seixal, distrito de Setúbal, com abertura prevista para setembro de 2027, anunciaram hoje os responsáveis do grupo químico e farmacêutico português. </P><br />
<P>À margem da inauguração de uma nova linha de produção no &#8216;campus&#8217; do grupo em Loures, última etapa de um ciclo de investimento de 40 milhões de euros, os co-CEO da Hovione revelaram que o desenvolvimento dos dois complexos industriais do grupo tem sido inteiramente financiado por capitais próprios. </P><br />
<P>&#8220;Estamos na região de Lisboa e somos uma grande empresa, por isso os fundos europeus não chegam até nós. É uma questão de legislação&#8221;, disse o co-CEO António Almeida.</P><br />
<P>Já o projeto do Seixal, apesar de se situar na Grande Lisboa, &#8220;vai ser abrangido pelo próximo quadro europeu, a partir de 2028, mas os pacientes não podem esperar&#8221;, acrescentou o mesmo responsável.</P><br />
<P>Apesar de não ter acesso aos fundos europeus, pelo menos na primeira fase do investimento, o Seixal foi escolhido para instalar o novo complexo industrial da Hovione porque &#8220;está perto de um aeroporto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos clientes são internacionais, exportamos toda a produção e queríamos estar perto de um centro onde pudéssemos exportar e facilmente receber visitas&#8221;, disse, por seu turno, o também co-CEO Marco Gil, acrescentando que outro fator que pesou na escolha foi a proximidade com o centro de Investigação e Desenvolvimento da Hovione localizado no Lumiar, em Lisboa. </P><br />
<P>&#8220;Quando pensamos estes investimentos, não pensamos a 10, 15, 20 anos, mas sim a 50, 60 anos. No Seixal, encontrámos um terreno que tinha as características industriais necessárias à nossa atividade, que nos permite acrescentar outras tecnologias, ter uma dimensão muito maior, e aceder ao talento na região de Lisboa mas também na margem sul&#8221;.</P><br />
<P>Com a extensão em 25% da área produtiva inaugurada hoje, a Hovione atingiu o limite físico do &#8216;campus&#8217; de Loures, pelo que o aumento da capacidade de produção irá passar pelo futuro complexo do Seixal. </P><br />
<P>A nova linha de desenvolvimento e produção de comprimidos vai adicionar 50 novos postos de trabalho qualificados ao &#8216;campus&#8217; de Loures, que emprega já cerca de 1.250 trabalhadores.</P><br />
<P>Com este investimento, o &#8216;campus&#8217; de Loures sai reforçado como principal centro industrial, científico e tecnológico da rede global da Hovione, que inclui entre os seus clientes 19 das 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo.</P><br />
<P>A maior parte da produção da Hovione é exportada para o exterior, tendo os EUA como principal destino. De acordo com os responsáveis do grupo, pelo menos um em cada dez medicamentos aprovados pelo regulador norte-americano FDA são produzidos pela Hovione para as farmacêuticas clientes. </P><br />
<P>Durante a cerimónia de inauguração, onde também estiveram os presidentes da AICEP, Madalena Oliveira e Silva, e da Câmara de Loures, Ricardo Leão, o ministro da Economia destacou o facto de a Hovione produzir para alguns dos mercados mais sofisticados do mundo e considerou que o setor farmacêutico &#8220;é um setor estratégico para Portugal&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;As perturbações nas cadeias de abastecimento internacionais evidenciaram a necessidade de reforçar a capacidade industrial europeia em áreas essenciais no domínio dos medicamentos e dos produtos de saúde. Foi com esta preocupação que o Governo integrou no PTRR medidas orientadas para o reforço do setor farmacêutico&#8221;, disse ainda. </P><br />
<P>O grupo químico e farmacêutico Hovione foi fundado há mais de seis décadas em Portugal por Ivan Villax e Diane Villax. Tem quatro fábricas nos EUA, Portugal, Irlanda e China e laboratórios de desenvolvimento em Lisboa, Portugal e Nova Jersey (EUA), empregando mais de 2.600 trabalhadores. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789320]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O Tesla familiar que pode substituir o Model X já está a ser testado na Europa: o que se sabe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Tesla]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo Model Y L já foi visto em testes na Alemanha, ainda parcialmente camuflado, indicando que a chegada ao mercado europeu poderá estar próxima]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tesla está a preparar o lançamento europeu de uma versão maior do Model Y, criada para transportar seis ocupantes em três filas e ocupar parte do espaço deixado pelo desaparecimento do Model X. O novo Model Y L já foi visto em testes na Alemanha, ainda parcialmente camuflado, indicando que a chegada ao mercado europeu poderá estar próxima.</p>
<p>Segundo a ‘Carwow’, o protótipo circulava com matrícula alemã e apresentava camuflagem nas secções dianteira e traseira. O veículo estava equipado com jantes Uberhelix de 20 polegadas, sem as coberturas aerodinâmicas habitualmente utilizadas pela Tesla.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">🔥 Video of the Tesla Model Y L with new 20” Uberhelix wheels testing on the Nürburgring in Germany!</p>
<p>It could launch in Europe as early as September or October.</p>
<p>For comparison, there was roughly a three-month gap between the Model Y Performance being spotted testing at the… <a href="https://t.co/loRvfGWHMG">pic.twitter.com/loRvfGWHMG</a></p>
<p>&mdash; The Tesla Newswire (@TeslaNewswire) <a href="https://x.com/TeslaNewswire/status/2075940247020433880?ref_src=twsrc%5Etfw">July 11, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Maior do que o Model Y e próximo do Model X</strong></p>
<p>A letra “L” identifica uma variante alongada e com maior distância entre eixos. O Model Y L mede 4,976 metros de comprimento, mais cerca de 18 centímetros do que o Model Y convencional, e tem uma distância entre eixos de 3,04 metros.</p>
<p>Estas dimensões aproximam-no do antigo Model X. Apesar de continuar a ser ligeiramente mais curto, o novo modelo deverá oferecer um habitáculo mais bem aproveitado e uma terceira fila menos limitada do que a opção de sete lugares anteriormente disponibilizada no Model Y convencional.</p>
<p>A configuração é também diferente: em vez de dois bancos dianteiros, três lugares na segunda fila e dois lugares traseiros apertados, o Model Y L adota uma disposição 2+2+2.</p>
<p>Isso significa que a segunda fila passa a ter dois bancos individuais, frequentemente designados por bancos de capitão, deixando um corredor central para facilitar o acesso aos dois lugares traseiros.</p>
<p><strong>Seis lugares e mais conforto nas filas traseiras</strong></p>
<p>As versões já comercializadas noutros mercados incluem bancos dianteiros aquecidos e ventilados, com extensão elétrica para apoio das pernas. Na segunda fila, os passageiros dispõem igualmente de aquecimento, ventilação, apoios de braços elétricos e um sistema que permite rebater os bancos com um único toque.</p>
<p>A terceira fila recebe bancos aquecidos, reclinação elétrica e pontos de fixação para cadeiras de criança. O habitáculo inclui ainda um ecrã central de 16 polegadas, outro de oito polegadas destinado aos passageiros traseiros e um sistema de som com 19 altifalantes.</p>
<p>A bagageira deverá ser uma das principais vantagens. Com todos os bancos rebatidos, as versões internacionais anunciam um volume próximo dos 2.520 litros, permitindo ao Model Y L competir com SUV familiares de dimensões superiores.</p>
<p>Apesar do aumento exterior, o desenho mantém as linhas gerais do Model Y atual. A camuflagem observada pela ‘Carwow’ poderá esconder apenas pequenas diferenças nos para-choques, elementos aerodinâmicos ou detalhes específicos da versão europeia.</p>
<p><strong>Bateria e autonomia ainda não estão confirmadas</strong></p>
<p>Um dos principais pontos por esclarecer é a bateria escolhida para a Europa. O Model Y L fabricado em Xangai utiliza uma unidade com cerca de 88 kWh, enquanto a versão produzida nos Estados Unidos terá uma bateria próxima dos 83 kWh.</p>
<p>Por esse motivo, não é ainda possível confirmar que o modelo europeu terá 88 kWh ou uma autonomia WLTP de 681 quilómetros. As estimativas mais prudentes apontam para um alcance próximo dos 600 quilómetros com as jantes de 19 polegadas, mas a homologação europeia ainda não foi divulgada.</p>
<p>A tração integral com dois motores deverá ser a configuração inicial. Nos mercados onde já foi apresentado, o Model Y L acelera dos zero aos 100 km/h em cerca de 4,5 segundos e atinge uma velocidade máxima próxima dos 201 km/h.</p>
<p>O modelo acrescenta ainda amortecedores controlados eletronicamente, com uma afinação orientada para o conforto familiar, e capacidade Vehicle-to-Load. Esta funcionalidade permite utilizar a bateria do automóvel para alimentar equipamentos elétricos externos.</p>
<p><strong>Pode tornar-se o Model Y mais caro da Europa</strong></p>
<p>A Tesla ainda não anunciou preços, versões ou uma data oficial para o lançamento europeu. Também não confirmou se o veículo será produzido na fábrica de Berlim ou importado de outra unidade.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a versão de lançamento ficou posicionada acima do Model Y Performance, o que sugere que a Tesla poderá adotar uma estratégia semelhante na Europa. Algumas estimativas colocam o preço de entrada próximo dos 67 mil euros, mas esse valor continua por confirmar.</p>
<p>O Model Y L nasceu na China e foi posteriormente levado para outros mercados asiáticos, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos. A sua aparição em testes na Alemanha reforça agora a possibilidade de a Europa ser a próxima região a recebê-lo.</p>
<p>Mais do que uma simples versão alongada, o novo modelo poderá tornar-se a principal proposta familiar da Tesla no continente. Oferece dimensões próximas das do antigo Model X, uma terceira fila mais utilizável e seis lugares de série, mas aproveita a plataforma e a escala comercial do Model Y.</p>
<p>Por enquanto, estão confirmados o maior comprimento, a distância entre eixos alargada, os seis bancos e os testes em solo europeu. Bateria, autonomia homologada, preço e calendário continuam a ser as grandes incógnitas antes da apresentação oficial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789314]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Isso chamava-se pirataria”: Lula arrasa plano de Trump para cobrar passagem em Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:55:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula da Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva acusou Donald Trump de tentar transformar os Estados Unidos numa potência “pirata”, depois de o presidente americano anunciar a intenção de cobrar 20% sobre toda a carga transportada através do Estreito de Ormuz]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Inácio Lula da Silva acusou Donald Trump de tentar transformar os Estados Unidos numa potência “pirata”, depois de o presidente americano anunciar a intenção de cobrar 20% sobre toda a carga transportada através do Estreito de Ormuz.</p>
<p>“Antigamente, isso chamava-se pirataria”, afirmou o presidente brasileiro durante um evento público em São Paulo, citado pela &#8216;Euronews&#8217;. Para Lula, Washington não poderia provocar uma nova escalada militar na região e exigir depois aos restantes países que pagassem pela proteção da rota marítima.</p>
<p>O plano de Trump previa manter o Estreito de Ormuz aberto a todo o tráfego internacional, com exceção de navios ligados ao Irão, ao mesmo tempo que os Estados Unidos cobrariam uma taxa de 20% para compensar os custos da operação militar.</p>
<p>O presidente dos EUA proclamou Washington como o novo “guardião do Estreito de Ormuz” e defendeu que os países dependentes daquela passagem deveriam reembolsar as forças americanas pela segurança proporcionada.</p>
<p>“Um Estado importante como os Estados Unidos, que durante muito tempo combateu a pirataria, não pode agora tornar-se pirata”, respondeu Lula. O chefe de Estado brasileiro sustentou ainda que a interrupção do tráfego não poderia ser atribuída apenas a Teerão.</p>
<p>Segundo Lula, o Estreito de Ormuz não se encontrava fechado antes da nova ofensiva americana contra o Irão. Por isso, considerou injustificável que Washington procurasse cobrar aos navios pela resolução de uma crise que teria ajudado a criar.</p>
<p><strong>Trump recuou poucas horas antes da taxa</strong></p>
<p>A proposta acabou por durar menos de um dia. Poucas horas antes da entrada em vigor da cobrança, Trump anunciou que desistia da taxa e que procuraria, em alternativa, acordos comerciais e de investimento com os países do Golfo.</p>
<p>O presidente americano justificou a alteração com “conversas altamente produtivas” com líderes do Médio Oriente, embora não tenha identificado os países envolvidos nem revelado o valor dos compromissos alegadamente assumidos.</p>
<p>A navegação internacional permaneceria livre da taxa, mas o bloqueio americano contra embarcações, mercadorias e portos iranianos seria mantido.</p>
<p>A Organização Marítima Internacional já tinha contestado a proposta, afirmando que não existia fundamento jurídico para impor uma portagem obrigatória num estreito utilizado pela navegação internacional.</p>
<p><strong>Ormuz voltou ao centro da guerra</strong></p>
<p>O Estreito de Ormuz é uma das rotas energéticas mais importantes do planeta. Antes do conflito, cerca de um quinto do petróleo e do gás comercializados mundialmente atravessava diariamente aquela passagem.</p>
<p>A tensão tinha diminuído em junho, depois de os Estados Unidos e o Irão terem alcançado um entendimento provisório para suspender os ataques, permitir a reabertura da navegação e iniciar negociações.</p>
<p>O acordo começou, porém, a desmoronar-se após Washington retomar os bombardeamentos contra posições iranianas e Teerão responder com ataques contra embarcações e instalações militares dos EUA e dos seus aliados.</p>
<p>Trump restabeleceu então o bloqueio à navegação iraniana e ameaçou assumir o controlo da segurança do estreito. Foi nesse contexto que apresentou a cobrança de 20%, posteriormente abandonada.</p>
<p><strong>Lula alerta para impacto nos alimentos e combustíveis</strong></p>
<p>O presidente brasileiro advertiu que a escalada militar está a provocar uma crise económica com consequências muito além do Médio Oriente.</p>
<p>Lula destacou o impacto sobre os preços do petróleo, dos combustíveis e dos alimentos, alertando para possíveis aumentos no custo de produtos essenciais no Brasil, entre os quais o arroz e o feijão.</p>
<p>A dependência do comércio mundial em relação ao Estreito de Ormuz significa que qualquer ameaça à navegação tende a fazer subir os preços da energia, com efeitos nos transportes, na agricultura e nas cadeias de abastecimento.</p>
<p>Os preços do petróleo reduziram parte dos ganhos depois de Trump recuar na taxa, mas permaneceram pressionados pelos ataques e pelo risco de novas interrupções no abastecimento.</p>
<p>O Governo brasileiro anunciou medidas destinadas a limitar o impacto da subida dos combustíveis. Lula afirmou que as receitas obtidas através de um imposto de 12% sobre as exportações de petróleo bruto estavam a ser usadas para atenuar os aumentos sentidos pelos consumidores.</p>
<p>Apesar de Trump ter retirado a proposta, a crítica brasileira mantém-se politicamente relevante. Lula não contestou apenas o valor da cobrança: acusou Washington de iniciar uma guerra, agravar a instabilidade numa passagem essencial ao comércio mundial e tentar depois transformar a proteção militar num negócio.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789310]]></sapo:autor>
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		<title>Azores Airlines reforça ligações entre Lisboa e as ilhas do Faial e Pico em agosto e setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea açoriana Azores Airlines vai reforçar a operação entre Lisboa e as ilhas do Faial e do Pico, nos períodos de maior procura dos meses de agosto e de setembro, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A companhia aérea açoriana Azores Airlines vai reforçar a operação entre Lisboa e as ilhas do Faial e do Pico, nos períodos de maior procura dos meses de agosto e de setembro, anunciou hoje a empresa.</P><br />
<P>A SATA adiantou em comunicado enviado às redações que na rota Lisboa &#8211; Pico serão disponibilizados voos adicionais nos dias 08 e 29 de agosto, enquanto na rota Lisboa &#8211; Horta (ilha do Faial), o reforço ocorrerá nos dias 15 de agosto e 05 de setembro. </P><br />
<P>Durante o pico da estação IATA (sigla em inglês da Associação Internacional de Transporte Aéreo) de verão, a Azores Airlines assegura regularmente 10 ligações semanais entre Lisboa e a Horta e seis ligações semanais entre Lisboa e a ilha do Pico. </P><br />
<P>&#8220;Com esta operação suplementar, a companhia acrescentará uma frequência adicional&#8221; em cada um destes destinos, &#8220;aumentando a oferta disponível para residentes e visitantes&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Ainda de acordo com a nota, a Azores Airlines &#8220;continuará a avaliar a evolução da procura e a ajustar a sua oferta sempre que as condições operacionais o permitam, procurando responder às necessidades de mobilidade dos seus passageiros&#8221;.</P><br />
<P>A companhia informa ainda que a comercialização destes voos extraordinários estará disponível a partir de quarta-feira.</P></p>
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		<title>De Lisboa a Paris. &#8220;É uma questão de tempo&#8221;: Zelensky alerta para mísseis russos com 5.000 quilómetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Zelensky defendeu que a Europa deve acelerar a criação de um sistema próprio de defesa contra mísseis balísticos, capaz de reduzir a atual dependência do Patriot americano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia poderá, em breve, dispor de mísseis balísticos com alcance suficiente para atingir praticamente qualquer capital europeia, alertou Volodymyr Zelensky. O presidente ucraniano considera que será apenas “uma questão de tempo” até Moscovo conseguir lançar este tipo de armamento a distâncias de 5.000 quilómetros.</p>
<p>Em declarações à estação francesa &#8216;BFMTV&#8217;, antes de partir para Paris, Zelensky defendeu que a Europa deve acelerar a criação de um sistema próprio de defesa contra mísseis balísticos, capaz de reduzir a atual dependência do Patriot americano.</p>
<p>“É verdade que a Rússia tem mísseis balísticos muito poderosos e que já possui, ou possuirá em breve, a capacidade de os lançar a distâncias de até 5.000 quilómetros”, afirmou o presidente ucraniano, citado pelo ‘Kyiv Post’.</p>
<p>Segundo Zelensky, armamento com este alcance colocaria qualquer cidade europeia sob ameaça direta. O aviso não significa que Moscovo tenha anunciado a intenção de atacar capitais da NATO, mas procura demonstrar que o desenvolvimento tecnológico russo está a transformar o risco enfrentado pelo continente.</p>
<p>“É por isso que a Europa precisa do seu próprio sistema de defesa antimíssil. Deve ser comparável ao Patriot, mas mais acessível”, sustentou.</p>
<p><strong>Um “Lego antimíssil” construído por vários países</strong></p>
<p>A resposta proposta por Kiev chama-se FREYJA e pretende reunir as capacidades industriais, tecnológicas e financeiras de vários países europeus num único sistema de defesa contra mísseis balísticos.</p>
<p>Zelensky comparou o projeto a um “Lego antimíssil”: cada país deverá fornecer uma peça essencial, desde os intercetores e radares até à capacidade de produção e ao financiamento.</p>
<p>O programa deverá envolver oito países. França, Suécia, Dinamarca, Itália e Noruega estão entre os parceiros mencionados pelo presidente ucraniano, embora a composição completa não tenha sido detalhada.</p>
<p>A reunião de lançamento juntou algumas das maiores empresas europeias de defesa, incluindo Thales, MBDA, Saab, Leonardo, Diehl Defence, Kongsberg, Safran e Eurosam.</p>
<p>A Ucrânia deverá contribuir com componentes de mísseis e com a experiência adquirida durante anos de ataques russos. Os parceiros europeus poderão acrescentar radares, sistemas de orientação, capacidade industrial e recursos financeiros.</p>
<p>O objetivo é criar uma alternativa mais barata e produzida em maior escala do que o Patriot, cujos intercetores são caros e continuam disponíveis em quantidades insuficientes para responder às necessidades ucranianas e europeias.</p>
<p>O ‘Kyiv Post’ refere que protótipos do sistema FREYJA já se encontram em fase de testes. Caso o desenvolvimento decorra como previsto, as primeiras interceções experimentais poderão ocorrer ainda em 2026, embora a entrada efetiva em serviço dependa dos resultados técnicos e da capacidade de produção.</p>
<p><strong>Falta de intercetores deixa uma brecha urgente</strong></p>
<p>O projeto surge num momento em que a Rússia combina ataques com mísseis balísticos e vagas de drones, procurando saturar as defesas aéreas ucranianas e obrigar Kiev a gastar intercetores muito mais caros.</p>
<p>O Patriot continua a ser um dos poucos sistemas capazes de enfrentar alguns dos mísseis mais rápidos e avançados utilizados por Moscovo. No entanto, a sua produção é lenta e as existências são disputadas por vários aliados dos Estados Unidos.</p>
<p>Washington está a aumentar a capacidade de fabrico e aceitou permitir que a Ucrânia participe na produção de sistemas Patriot, mas Zelensky alerta que os resultados não chegarão com rapidez suficiente para colmatar a necessidade imediata.</p>
<p>A FREYJA procura responder a esse intervalo, criando um sistema europeu que possa ser fabricado em maiores quantidades e a um custo inferior por interceção.</p>
<p>Zelensky afirmou recentemente que os mísseis balísticos representam a principal vantagem militar que a Rússia ainda conserva sobre a Ucrânia.</p>
<p>“Existem mísseis balísticos, existem ataques verdadeiramente trágicos e horríveis contra a nossa população civil, mas essa é a única vantagem que lhes resta”, declarou após a cimeira da NATO.</p>
<p>A afirmação reflete a confiança crescente de Kiev na utilização de drones, nos ataques de longo alcance e na capacidade de atingir a logística russa, mas não elimina a vulnerabilidade das cidades ucranianas aos projéteis que viajam a velocidades muito elevadas.</p>
<p><strong>Defesa da Ucrânia passa a ser defesa da Europa</strong></p>
<p>O argumento de Zelensky é que a ameaça já não deve ser encarada apenas como um problema ucraniano. Se a Rússia desenvolver mísseis com alcance de 5.000 quilómetros, grande parte do continente ficará dentro do raio de ação a partir do território russo.</p>
<p>A distância permitiria alcançar cidades muito para além do flanco oriental da NATO, aumentando a necessidade de uma rede integrada de radares, sistemas de alerta e baterias de interceção distribuídas por vários países.</p>
<p>A construção de uma defesa europeia comum poderá, contudo, enfrentar os mesmos problemas que têm atrasado outros projetos militares do continente: divergências entre governos, competição entre fabricantes, custos elevados e longos ciclos de desenvolvimento.</p>
<p>A proposta de Kiev tenta contornar essas dificuldades através da distribuição de componentes entre diferentes indústrias, evitando que um único país tenha de desenvolver sozinho todo o sistema.</p>
<p>Segundo o ‘Kyiv Post’, o programa pretende apresentar um sistema completo num prazo de 12 meses. Trata-se de uma meta particularmente ambiciosa para um equipamento destinado a detetar, acompanhar e destruir mísseis balísticos em voo.</p>
<p>Para Zelensky, porém, a urgência justifica o calendário. A Rússia continua a desenvolver armamento de maior alcance, enquanto a Europa permanece dependente de sistemas americanos cuja produção não acompanha a procura.</p>
<p>O aviso deixado em Paris resume essa pressão: o continente pode discutir durante anos como construir a sua autonomia militar, mas os mísseis de Moscovo não esperarão pelas decisões europeias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789301]]></sapo:autor>
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		<title>Mais poderoso do que Hitler, Mao ou Stalin? Por dentro da corte, das vinganças e das obsessões de Trump na Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
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		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Rodeado por um núcleo reduzido de colaboradores que alimentam as suas convicções e raramente o contradizem, o presidente dos Estados Unidos procura agora deixar uma marca histórica impossível de apagar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump regressou à Casa Branca mais desconfiado, vingativo e determinado a exercer o poder sem os limites que encontrou durante o primeiro mandato. Rodeado por um núcleo reduzido de colaboradores que alimentam as suas convicções e raramente o contradizem, o presidente dos Estados Unidos procura agora deixar uma marca histórica impossível de apagar.</p>
<p>É esse o retrato traçado por Maggie Haberman e Jonathan Swan, jornalistas do ‘The New York Times’, no livro ‘Regime Change: Inside the Imperial Presidency of Donald Trump’. A obra acompanha os primeiros 14 meses do segundo mandato e baseia-se em informações recolhidas junto de mais de mil fontes, oficiais e anónimas, além de uma entrevista presencial com o próprio Trump. O livro vendeu mais de 300 mil exemplares na primeira semana.</p>
<p>Segundo o ‘El País’, o ponto de viragem poderá ser encontrado no primeiro dia do regresso de Trump ao Salão Oval, a 20 de janeiro de 2025. Entre as ordens executivas então assinadas esteve o perdão concedido a centenas de apoiantes envolvidos no ataque ao Capitólio, quatro anos antes. Steve Bannon resumiu o momento numa frase: &#8220;Eis o puro Trump.&#8221;</p>
<p>O empresário que chegou quase inesperadamente à presidência em 2017 teria dado lugar a um político mais isolado e movido pelo ressentimento provocado pelos processos judiciais, pelas investigações e pela derrota eleitoral de 2020. No novo mandato, Trump reduziu o círculo de confiança e passou a exigir uma lealdade quase absoluta.</p>
<p>Essa fidelidade inclui a defesa da alegação, nunca provada, de que as eleições de 2020 lhe foram roubadas. Ao contrário do primeiro mandato, em que generais, juristas e altos funcionários procuravam limitar algumas das suas decisões, Trump está agora rodeado por pessoas que o encorajam a avançar.</p>
<p><strong>“Você é a única coisa que importa para mim”</strong></p>
<p>Uma das figuras centrais desta Casa Branca é Natalie Harp, assistente executiva responsável por publicar parte das mensagens de Trump na Truth Social e por preparar conteúdos destinados à conta do presidente.</p>
<p>Conhecida entre os funcionários como a “impressora portátil”, Harp acompanhava Trump nos campos de golfe, transportando um computador, uma pequena impressora e artigos elogiosos que lhe lia em voz alta. Segundo o livro, alimenta o presidente com um fluxo quase permanente de notícias positivas e comentários favoráveis publicados nas redes sociais.</p>
<p>A proximidade ultrapassaria a relação profissional habitual. Haberman e Swan relatam que Harp deixa bilhetes nos espaços privados do presidente. Num deles terá escrito: &#8220;Você é a única coisa que importa para mim.&#8221;</p>
<p>Harp, antiga apresentadora do canal conservador &#8216;One America News Network&#8217;, afirma que Trump lhe salvou a vida ao aprovar legislação que facilitou o acesso a um tratamento experimental contra o cancro. Tornou-se uma das colaboradoras mais devotadas do presidente e uma peça importante da bolha informativa construída à sua volta.</p>
<p><strong>Um Governo ao serviço das queixas do presidente</strong></p>
<p>Stephen Miller é outra das figuras com maior influência. O assessor, conhecido como o “guardião das queixas”, ganhou poder na política migratória, na remoção de obstáculos jurídicos e na ofensiva contra adversários pessoais e políticos de Trump.</p>
<p>O ‘El País’ relata uma reunião na Sala Oval, inicialmente destinada a preparar investigações contra responsáveis da administração de Joe Biden. Durante o encontro, Trump recordou um advogado que tinha confirmado a segurança das eleições de 2020 e perguntou quem era.</p>
<p>Miller encontrou rapidamente o nome e terá desencadeado uma investigação, mesmo sem receber uma ordem explícita do presidente. Para os autores, os recursos do Governo federal foram mobilizados contra um funcionário cujo delito, aos olhos de Trump, consistira em reconhecer a validade da eleição que o afastou do poder.</p>
<p>O episódio ilustra uma das principais teses do livro: a segunda administração transformou instrumentos do Estado em extensões das vontades, ressentimentos e interesses pessoais do presidente.</p>
<p><strong>Trump compara-se aos homens mais poderosos da História</strong></p>
<p>Durante a entrevista concedida aos autores, Trump foi questionado sobre se se considerava o homem mais poderoso da História. A resposta surgiu através de um documento que pediu a Natalie Harp.</p>
<p>“Donald Trump é, sem dúvida, o homem mais poderoso que o planeta já conheceu”, leu o presidente, citando uma lista que dizia ter sido elaborada por um historiador.</p>
<p>Entre as figuras com quem se comparava encontravam-se Adolf Hitler, Mao Tsé-Tung, Josef Stalin, Alexandre, o Grande, Átila, Gengis Khan, Napoleão e vários imperadores romanos.</p>
<p>Trump não estabeleceu distinções morais entre os nomes, alguns responsáveis por genocídios e massacres. Reduziu a comparação à notoriedade, ao alcance e ao exercício de poder, argumentando que nenhum daqueles líderes tinha disposto de uma influência verdadeiramente global.</p>
<p>A origem da lista era menos académica do que Trump inicialmente sugerira. Teria ouvido a teoria durante uma partida de golfe com o antigo jogador Gary Player, que lhe falou de um homem interessado em História. O alegado “historiador presidencial” seria, afinal, um caddie que gostava de ler livros sobre o tema.</p>
<p>Para Jonathan Swan, a obsessão de Trump com estas comparações revela a principal preocupação do segundo mandato. O presidente continua atento às sondagens, às bolsas e às eleições, mas quer sobretudo ser recordado como uma figura histórica.</p>
<p><strong>Pânico com os documentos de Epstein</strong></p>
<p>Outro dos episódios mais reveladores envolve os ficheiros de Jeffrey Epstein, o financista acusado de abuso sexual de menores e de dirigir uma rede de tráfico sexual.</p>
<p>Segundo o livro, a ordem do Congresso para divulgar documentos secretos da investigação causou pânico no círculo presidencial. Susie Wiles, chefe de gabinete, convocou uma reunião na Sala de Situação, habitualmente reservada a crises militares e de segurança nacional.</p>
<p>As sondagens mostravam que o caso estava a prejudicar Trump junto da própria base MAGA. “Este é um problema enorme”, terá reconhecido o vice-presidente, JD Vance.</p>
<p>Os participantes discutiram diferentes possibilidades, incluindo a hipótese de Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, testemunhar perante o Congresso em troca de um indulto presidencial. A solução foi considerada politicamente desastrosa pelo responsável pela comunicação da Casa Branca.</p>
<p>Noutra reunião, os assessores passaram horas a discutir se deveria ser publicado um documento com alegações de natureza sexual contra Trump. Um funcionário descreveu como “surreal” o facto de aquele debate decorrer na mesma sala onde Barack Obama acompanhou a operação que matou Osama bin Laden.</p>
<p>Haberman considera falsa a alegação frequente de Trump de que lidera “a administração mais transparente da História”. Pelo contrário, sustenta que o reduzido círculo presidencial se tornou particularmente eficaz a guardar segredos.</p>
<p><strong>“Não sou fã da Ucrânia, exceto pelas mulheres”</strong></p>
<p>O livro recupera também a discussão pública entre Trump e Volodymyr Zelensky na Sala Oval. Depois do encontro, o presidente dos Estados Unidos terá dito aos assessores que o confronto tinha sido “um ótimo programa de televisão”, melhor do que ‘O Aprendiz’, o concurso que o tornou famoso.</p>
<p>Noutra reunião, Trump terá afirmado: “Não sou um grande fã da Ucrânia, exceto pelas mulheres. Elas continuam a ganhar o Miss Universo.&#8221;</p>
<p>A observação é apresentada como exemplo de um presidente que reduz frequentemente decisões diplomáticas e militares a impressões pessoais, episódios televisivos ou referências à sua antiga atividade empresarial.</p>
<p>O livro descreve igualmente a decisão de apoiar um ataque ao Irão, apesar das reservas do vice-presidente e dos serviços de informações. Trump acreditava que a guerra terminaria rapidamente e não se deixou demover pelas avaliações mais pessimistas apresentadas pelos seus assessores.</p>
<p>Haberman e Swan defendem que esta forma de decidir — intuitiva, concentrada e pouco condicionada por instituições — alterou a própria natureza da presidência dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Vance e Rubio disputam a sucessão</strong></p>
<p>A corrida para suceder a Trump é outro dos temas da obra. Embora o vice-presidente seja tradicionalmente o candidato natural após dois mandatos presidenciais, Trump mantém uma competição entre JD Vance e o secretário de Estado, Marco Rubio.</p>
<p>Durante um jantar na Casa Branca com o magnata Rupert Murdoch, o presidente perguntou-lhe diretamente o que pensava de cada um. Murdoch respondeu que Vance tinha potencial para ser “ótimo”, mas classificou Rubio como “brilhante”.</p>
<p>Trump parece apreciar a incerteza e o conflito entre os dois possíveis sucessores. Ainda assim, a maioria dos elementos do seu círculo acredita que acabará por escolher Vance.</p>
<p>O ambiente interno é descrito como uma corte em que os colaboradores competem por atenção e procuram entreter o presidente. Pete Hegseth, secretário da Defesa, mostrar-lhe-ia vídeos de ataques de drones contra seres humanos, classificados por um funcionário como os “filmes snuff de Hegseth”.</p>
<p><strong>Árvores, ouro e supercola na Sala Oval</strong></p>
<p>Quando Haberman e Swan entrevistaram Trump para concluir o livro, encontraram a secretária presidencial coberta por fotografias de árvores. Apesar de existir uma guerra com impacto crescente na economia mundial, o presidente preferiu falar longamente sobre os bordos e carvalhos que queria plantar nos jardins da Casa Branca.</p>
<p>O interesse pela decoração estende-se ao interior da residência. Trump encheu a Sala Oval de ornamentos dourados e planeou remodelações de grande dimensão, incluindo um salão de baile e um arco triunfal em Washington.</p>
<p>Numa manhã, a porta-voz Karoline Leavitt encontrou-o com um tubo de supercola nas mãos, a tentar fixar pessoalmente aplicações douradas à lareira de mármore do Salão Oval.</p>
<p>O episódio não surpreendeu os colaboradores. Haberman e Swan escrevem que todos sabiam que Trump confiava mais no próprio gosto estético do que no trabalho de qualquer decorador.</p>
<p>A imagem resume o retrato construído pelo livro: um presidente que concentra decisões políticas, militares e decorativas, rodeado por um pequeno grupo de colaboradores e convencido de que só a sua vontade importa.</p>
<p>“Sofri um impeachment ilegal, fui alvo de processos e fui praticamente assassinado. Mas venci a eleição com uma margem esmagadora. Ninguém mais conseguiria”, afirmou Trump aos jornalistas.</p>
<p>No final da entrevista, deixou aquela que talvez seja a frase que melhor sintetiza a sua visão sobre o poder e o legado: “Basicamente, eu venço todas as vezes. Eu ganho sempre.”</p>
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		<title>Lucros da Parpública sobem 19,4% em 2025 para 233,4 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:04:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Parpública registou, em 2025, lucros atribuíveis a detentores de capital consolidados de 233,4 milhões de euros, um aumento de 19,4% em termos homólogos, adiantou, num comunicado hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Parpública registou, em 2025, lucros atribuíveis a detentores de capital consolidados de 233,4 milhões de euros, um aumento de 19,4% em termos homólogos, adiantou, num comunicado hoje divulgado.</P><br />
<P>De acordo com a nota, a empresa gestora das participações do Estado registou um volume de negócios consolidado de 1.368,9 milhões de euros, um crescimento de 10,4%, enquanto o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) consolidado atingiu 579,3 milhões de euros, correspondendo a um acréscimo de 2,3% face a 2024.</P><br />
<P>&#8220;A solidez financeira do grupo manteve-se robusta, com o ativo total consolidado a atingir 10.817,3 milhões de euros, o passivo total a fixar-se em 4.351,1 milhões de euros e o capital próprio consolidado a ascender a 6.466,1 milhões de euros&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Por sua vez, os rácios de autonomia financeira e de solvabilidade situaram-se, respetivamente, em 56% e 140%.</P><br />
<P>Já no que diz respeito às contas individuais da holding, &#8220;o resultado líquido atingiu 53,5 milhões de euros, superior em 8,7 milhões de euros ao registado em 2024, beneficiando do aumento dos dividendos recebidos e da redução do impacto das imparidades&#8221;. Já o volume de negócios ascendeu a 69,1 milhões de euros, refletindo um crescimento de 17,7% face a 2024. </P><br />
<P>No seu relatório e contas, divulgado no &#8216;site&#8217; da empresa, a Parpública revelou ainda que vai entregar 13,3 milhões de euros em dividendos ao Estado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789276]]></sapo:autor>
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		<title>Telefonema de Trump e castigo suspenso: Infantino alvo de queixa por alegada interferência no Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Gianni Infantino]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Organização de direitos humanos FairSquare acusa o presidente da FIFA de ter demonstrado repetidamente apoio político ao presidente dos Estados Unidos, comportamento que poderá contrariar a Carta Olímpica e o Código de Ética do Comité Olímpico Internacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gianni Infantino enfrenta uma queixa formal junto do Comité Olímpico Internacional por alegadas violações das regras de neutralidade política na relação mantida com Donald Trump. O caso mais recente envolve a controversa suspensão do castigo aplicado ao avançado dos Estados Unidos Folarin Balogun durante o Mundial.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, a organização de direitos humanos FairSquare acusa o presidente da FIFA de ter demonstrado repetidamente apoio político ao presidente dos Estados Unidos, comportamento que poderá contrariar a Carta Olímpica e o Código de Ética do Comité Olímpico Internacional.</p>
<p>Infantino é membro do Comité Olímpico Internacional desde 2020 e, nessa qualidade, está obrigado a agir de forma independente de interesses políticos e comerciais. A FairSquare identificou cinco alegadas violações claras das regras de neutralidade e pediu uma investigação a outros dois episódios que considera particularmente graves.</p>
<p>O principal foco da polémica é o caso de Folarin Balogun. O avançado americano tinha recebido um jogo de suspensão, mas a Comissão Disciplinar da FIFA decidiu suspender o castigo, permitindo-lhe disputar os oitavos de final do Mundial contra a Bélgica.</p>
<p>A decisão foi tomada depois de um telefonema entre Trump e Infantino, embora o dirigente suíço tenha sempre defendido que os órgãos disciplinares da FIFA atuam de forma independente.</p>
<p>De acordo com informações citadas pelo ‘The Independent’, Mohammad Al Kamali, presidente da Comissão Disciplinar, terá decidido sozinho suspender a pena de Balogun. A atuação contrastaria com outros processos disciplinares conhecidos, nos quais o responsável não tomou decisões sem a participação dos restantes membros.</p>
<p>A FIFA confirmou oficialmente que a suspensão do cartão vermelho permitiu ao avançado dos Estados Unidos estar disponível para o encontro com a Bélgica, mas não apresentou publicamente uma explicação detalhada para a alteração da sanção.</p>
<p>A ausência de esclarecimentos alimentou críticas devido ao tratamento dado a outros jogadores durante o mesmo Mundial.</p>
<p>O defesa inglês Jarell Quansah foi suspenso por dois jogos depois de ter sido expulso na vitória da Inglaterra sobre o México. O castigo impediu-o de voltar a jogar antes da final, caso a seleção inglesa consiga chegar ao encontro decisivo.</p>
<p>A França tentou igualmente contestar um cartão amarelo mostrado a Michael Olise no encontro dos oitavos de final contra o Paraguai, mas o recurso não foi aceite.</p>
<p>Para a FairSquare, estas diferenças justificam que o Comité Olímpico Internacional investigue se existiu pressão política no caso de Balogun e se Infantino permitiu que essa interferência influenciasse a aplicação das regras da FIFA.</p>
<p>A organização sublinha, contudo, que a queixa não prova que Trump tenha determinado a decisão disciplinar. O documento apresenta aquilo que classifica como indícios suficientes para justificar uma investigação independente.</p>
<p>A FairSquare acusa também Infantino de ter oferecido apoio político público a Trump em várias ocasiões. Entre os episódios mencionados está uma mensagem publicada depois da tomada de posse do presidente dos Estados Unidos, na qual o dirigente da FIFA utilizou uma adaptação da expressão política “Make America Great Again”.</p>
<p>A queixa sustenta que este tipo de declaração ultrapassa o relacionamento institucional esperado entre o presidente da FIFA e o chefe de Estado de um dos países anfitriões do Mundial.</p>
<p>Outro dos casos que a organização pede ao Comité Olímpico Internacional para investigar está relacionado com a promoção, por Infantino, de uma plataforma digital dirigida aos adeptos do Mundial. Segundo a denúncia, o site poderá ter integrado uma operação de recolha de dados associada a entidades ligadas a Trump.</p>
<p>A organização já tinha apresentado, em dezembro de 2025, uma queixa semelhante à Comissão de Ética da FIFA. O órgão confirmou a receção do documento, mas não forneceu mais informações sobre a eventual abertura de um processo.</p>
<p>A Federação Norueguesa de Futebol pediu, a 1 de junho, que as acusações fossem analisadas de acordo com as regras de boa governação. Mais tarde, a 29 de junho, 50 eurodeputados enviaram uma carta à FIFA exigindo uma resposta às alegações.</p>
<p>Os parlamentares consideraram que o processo poderia servir para a FIFA demonstrar compromisso com a neutralidade política, a transparência e a responsabilização.</p>
<p>A queixa ao Comité Olímpico Internacional aumenta a pressão sobre Infantino porque este organismo pode aplicar sanções aos seus membros quando considera que violaram o juramento ou prejudicaram os interesses e a reputação do movimento olímpico.</p>
<p>Ao tornar-se membro, Infantino comprometeu-se a respeitar a Carta Olímpica, cumprir o Código de Ética e agir independentemente de interesses políticos. As regras do Comité Olímpico Internacional permitem, em casos extremos, a expulsão de um membro que tenha violado essas obrigações.</p>
<p>Tanto a FIFA como o Comité Olímpico Internacional foram contactados pelo ‘The Independent’, mas não tinham respondido às acusações no momento da publicação.</p>
<p>O processo coloca agora duas questões no centro da polémica: se a relação próxima entre Infantino e Trump ultrapassou os limites institucionais e se um telefonema político poderá ter influenciado uma decisão disciplinar durante o Mundial.</p>
<p>Até que exista uma investigação ou uma explicação da FIFA, a ligação entre a chamada de Trump e a suspensão de Balogun permanece uma suspeita levantada pela FairSquare — mas suficiente para levar o presidente do futebol mundial perante as regras de ética do movimento olímpico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789279]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Kuwait diz estar a intercetar &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Kuwait]]></category>
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					<description><![CDATA[O Kuwait anunciou hoje estar a intercetar "mísseis e drones hostis", sem especificar a origem do ataque, ainda que na segunda-feira o país tenha sido alvo de bombardeamentos do Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Kuwait anunciou hoje estar a intercetar &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;, sem especificar a origem do ataque, ainda que na segunda-feira o país tenha sido alvo de bombardeamentos do Irão.</P><br />
<P>&#8220;As Forças Armadas estão atualmente a enfrentar ataques com mísseis e drones hostis&#8221;, indicaram as autoridades militares do Kuwait em comunicado, acrescentando que os sons de explosões que se podem escutar sobre o território &#8220;são o resultado dos abates efetuados pelos sistemas de defesa aérea&#8221;.</P><br />
<P>Até ao momento não foram divulgadas informações sobre o alvo destes ataques nem sobre a origem.</P><br />
<P>Além de ser visado por Teerão em ataques como represália pelos bombardeamentos norte-americanos, o Kuwait também tem sido alvo de ataques por parte de milícias pró-iranianas do Iraque, em apoio ao Irão.</P><br />
<P>Durante as últimas 24 horas, o Irão já lançou ataques contra dois navios dos Emirados Árabes Unidos que navegavam pelo estreito de Ormuz, causando a morte de um tripulante e oito feridos, e disparou mísseis e drones contra alvos dos Estados Unidos no Bahrein, no Kuwait e na Jordânia, na terceira noite consecutiva de ataques cruzados entre Washington e Teerão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789266]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Novo Nissan LEAF recupera estatuto de referência e é eleito Carro do Ano de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Nissan LEAF conquistou três distinções nos 'New Car Awards' de 2026, incluindo o título de Carro do Ano. A terceira geração do modelo elétrico foi também eleita o melhor compacto para empresas e o elétrico acessível do ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Nissan LEAF conquistou três distinções nos &#8216;New Car Awards&#8217; de 2026, incluindo o título de Carro do Ano. A terceira geração do modelo elétrico foi também eleita o melhor compacto para empresas e o elétrico acessível do ano.</p>
<p>O júri destacou a combinação entre autonomia, preço, conforto e eficiência. O novo LEAF anuncia até 622 quilómetros de autonomia no ciclo WLTP e está disponível com baterias de 52 kWh ou 75 kWh.</p>
<p>A distinção junta-se a outros prémios já recebidos pelo modelo no Reino Unido e internacionalmente, incluindo o título de Carro do Ano atribuído pelo jornal britânico ‘The Sun’ e a vitória absoluta nos Women’s Worldwide Car of the Year 2026.</p>
<p>O Nissan LEAF recebeu ainda o prémio de melhor compacto nessa competição internacional e foi distinguido com o título de escolha do editor nos &#8216;Autotrader Drivers’ Choice Awards&#8217;.</p>
<p>A autonomia e o custo de utilização foram apontados como argumentos particularmente relevantes para empresas e clientes de frotas, contribuindo para a vitória na categoria de melhor compacto empresarial.</p>
<p>Richard Ingram, editor-adjunto da ‘Auto Express’, considera que os concorrentes não conseguem superar a combinação entre a autonomia elevada e o preço competitivo oferecida pelo modelo.</p>
<p>O responsável destacou igualmente o equilíbrio entre desempenho e eficiência, a qualidade de condução, a precisão do comportamento em estrada e a organização do habitáculo.</p>
<p>“Se acrescentarmos uma qualidade de condução de gama alta, uma condução precisa e um interior que oferece espaço e uma disposição impressionantes, envoltos num design dinâmico, a vitória é amplamente merecida”, afirmou.</p>
<p>O novo LEAF foi concebido e é fabricado no Reino Unido, na unidade industrial da Nissan em Sunderland, responsável pela produção das três gerações do modelo.</p>
<p>James Taylor, diretor-geral da Nissan Motor GB, classificou os três prémios como um reconhecimento do trabalho desenvolvido para transformar a terceira geração no LEAF mais avançado até à data.</p>
<p>O responsável destacou ainda o papel da equipa da fábrica de Sunderland, que produziu as diferentes gerações do automóvel elétrico desde o lançamento do primeiro modelo.</p>
<p>Além da autonomia de até 622 quilómetros, o novo Nissan LEAF inclui um habitáculo mais espaçoso e tecnologias como os serviços Google integrados.</p>
<p>O modelo dispõe também das funções Vehicle-to-Grid e Vehicle-to-Load. A primeira permite utilizar a bateria para fornecer energia à rede elétrica, enquanto a segunda possibilita alimentar equipamentos externos diretamente a partir do automóvel.</p>
<p>Em Portugal, o novo Nissan LEAF está disponível nas versões Engage, Advance e Evolve. Os preços começam nos 29.990 euros, acrescidos de IVA, incluindo três anos de manutenção.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789264]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Notas dos exames por um fio: professores ganham mais 12 horas para concluir correções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida aumenta as dúvidas sobre a capacidade de cumprir o calendário, que já tinha sido revisto, com a divulgação das classificações a passar de 14 para 17 de julho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação terá prolongado até ao meio-dia desta quarta-feira o prazo concedido a alguns professores para concluírem a classificação dos exames nacionais, numa corrida contra o tempo para garantir a divulgação das notas na sexta-feira.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, ainda durante a tarde de terça-feira havia docentes a receber cem ou mais itens para corrigir, apesar de faltarem poucas horas para terminar o prazo oficial. O alargamento representa mais 12 horas para finalizar um processo já marcado por atrasos, falhas técnicas e sucessivas alterações.</p>
<p>A medida aumenta as dúvidas sobre a capacidade de cumprir o calendário, que já tinha sido revisto, com a divulgação das classificações a passar de 14 para 17 de julho. Para chegar a essa data, o Ministério depende agora de um último esforço intensivo dos professores classificadores.</p>
<p>O movimento SOS Escola Pública denunciou igualmente que alguns docentes foram convocados apenas nas últimas horas, enquanto outros continuavam a receber novos itens ou enfrentavam dificuldades de acesso à plataforma de classificação eletrónica.</p>
<p>A tensão aumentou com a notícia da saída de Salomé Augusto Branco do cargo de vice-presidente da Agência para a Gestão do Sistema Educativo. A demissão foi noticiada pela RTP, sem que tenham sido inicialmente reveladas as razões da decisão.</p>
<p>O Ministério da Educação afastou qualquer ligação entre a saída e os problemas dos exames. Segundo a tutela, Salomé Branco pediu a exoneração a 8 de julho, com efeitos a partir do dia 10, e não teve qualquer participação na preparação ou implementação da classificação eletrónica, responsabilidade atribuída ao Júri Nacional de Exames e ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789254]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ventura quer falar com Seguro sobre &#8220;regular funcionamento do Governo&#8221; e &#8220;falta de coordenação&#8221; do PM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega afirmou hoje que pretende falar com o Presidente da República, numa audiência marcada para quarta-feira, sobre o "regular funcionamento do Governo" e acusou o primeiro-ministro de "falta de coordenação brutal".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega afirmou hoje que pretende falar com o Presidente da República, numa audiência marcada para quarta-feira, sobre o &#8220;regular funcionamento do Governo&#8221; e acusou o primeiro-ministro de &#8220;falta de coordenação brutal&#8221;.</P><br />
<P>Minutos antes de uma conferência de imprensa convocada pelo partido Chega para o parlamento, a assessoria informou que a audiência solicitada &#8220;com caráter de urgência&#8221; ao Presidente da República vai realizar-se na quarta-feira, às 17:30.</P><br />
<P>A audiência foi requerida na sequência da denúncia do Chega de que o presidente do partido, André Ventura, foi ameaçado verbalmente pelo ministro da Administração Interna no último debate quinzenal, acusação negada por Luís Neves.</P><br />
<P>&#8220;O partido reafirmará junto do senhor Presidente da República a gravidade da situação e a necessidade de assegurar o pleno respeito pelos princípios do Estado de Direito, pelo regular funcionamento das instituições democráticas, pela fiscalização democrática e pela liberdade de atuação da oposição&#8221;, referiu o partido.</P><br />
<P>Questionado sobre se entende que está em causa o regular funcionamento das instituições &#8211; que constitui fundamento constitucional para o Presidente da República demitir o Governo -, André Ventura não respondeu diretamente, preferindo remeter para o final da audiência essa avaliação e que iniciativas irá tomar o partido.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro deve pedir ao ministro da Administração Interna esclarecimentos sobre o que está a acontecer, não deve ter nem receio nem hesitação de o fazer. Se eu fosse primeiro-ministro era o que faria de forma imediata&#8221;, disse, acrescentando que essas ameaças &#8220;são reais e efetivas&#8221;.</P><br />
<P>André Ventura disse ver &#8220;com muita, muita preocupação o estado atual em que o Governo se encontra, não só devido aos vários casos que envolvem os vários ministros, mas porque, a somar a todos eles, há uma falta de coordenação brutal&#8221; por parte do primeiro-ministro.</P><br />
<P>&#8220;Este primeiro-ministro habituou-se a aparecer quando lhe interessa e a desaparecer quando não quer tocar nos assuntos. Habituou-se a estar presente para situações simbólicas e a não estar presente quando o país precisa de coordenação e precisa de decisão&#8221;, criticou.</P><br />
<P>O líder do Chega considerou que Luis Montenegro &#8220;não conseguirá por muito mais tempo esconder-se da situação e das situações dos seus ministros&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Acho que não conseguirá por muito mais tempo ficar sem assumir a autoridade que tem que assumir enquanto primeiro-ministro e que não tem assumido neste caso&#8221;, afirmou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789247]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha em queda com Galp a liderar perdas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:14:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[galp]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, de 0,08%, para 9.126,85 pontos, em contraciclo com o resto da Europa, e com a Galp a liderar as perdas, recuando 2,22%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, de 0,08%, para 9.126,85 pontos, em contraciclo com o resto da Europa, e com a Galp a liderar as perdas, recuando 2,22%.</P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, nove desceram, cinco subiram e a Altri e a Mota-Engil mantiveram-se inalteradas, em 4,69 euros e 4,51 euros, respetivamente. </P><br />
<P>As principais praças europeias fecharam hoje &#8216;no verde&#8217;, com Londres a avançar 0,30%, Paris 0,03%, Frankfurt 0,13%, Madrid 0,11% e Milão 0,10%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789248]]></sapo:autor>
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		<title>A taxa de 20% durou menos de um dia: Trump muda de planos para o Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente dos Estados Unidos anunciou que procurará obter acordos comerciais e de investimento com os países do Golfo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump desistiu de cobrar uma taxa de 20% sobre toda a carga transportada através do Estreito de Ormuz, menos de um dia depois de ter apresentado o plano como forma de compensar os Estados Unidos pela proteção militar da passagem marítima.</p>
<p><iframe src="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump/116918941071241802/embed" class="truthsocial-embed" style="max-width: 100%; border: 0" width="600" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><script src="https://truthsocial.com/embed.js" async="async"></script></p>
<p>Em alternativa, o presidente dos Estados Unidos anunciou que procurará obter acordos comerciais e de investimento com os países do Golfo. A mudança foi comunicada menos de cinco horas antes da hora prevista para a entrada em vigor da polémica cobrança.</p>
<p>“Com base em conversas altamente produtivas com a liderança do Médio Oriente, decidi substituir a taxa de reembolso de 20% dos Estados Unidos por acordos comerciais e de investimento que os diversos Estados do Golfo farão com os Estados Unidos”, escreveu Trump na Truth Social, citado pela &#8216;Reuters&#8217;.</p>
<p>O presidente não identificou os países envolvidos, nem revelou o valor ou os termos dos investimentos alegadamente acordados. Limitou-se a garantir que os compromissos serão significativos e mais vantajosos no longo prazo do que a cobrança direta sobre a carga.</p>
<p>O Estreito de Ormuz continuará aberto ao tráfego comercial internacional, segundo Trump, mas os navios associados ao Irão, aos seus portos ou às suas mercadorias permanecerão sujeitos ao bloqueio americano.</p>
<p><strong>Uma “portagem” que durou poucas horas</strong></p>
<p>A proposta tinha sido apresentada esta segunda-feira, depois de Teerão anunciar o encerramento do estreito e as forças dos EUA iniciarem uma nova vaga de ataques contra o Irão.</p>
<p>Trump declarou então que Washington assumiria o papel de “guardião” de Ormuz e receberia 20% sobre toda a carga transportada, para recuperar os custos de manter a rota aberta e proteger os navios.</p>
<p>A decisão provocou dúvidas imediatas entre governos, empresas de transporte marítimo e organizações internacionais, tanto pela dimensão da taxa como pela ausência de explicações sobre a forma como seria calculada e cobrada.</p>
<p>Antes da guerra, cerca de um quinto do petróleo e do gás transportados no mundo passava diariamente pelo Estreito de Ormuz. Segundo os cálculos citados pela &#8216;Reuters&#8217;, uma cobrança de 20% poderia render aos Estados Unidos cerca de 240 milhões de dólares por dia, aproximadamente 210 milhões de euros.</p>
<p>A Organização Marítima Internacional, agência das Nações Unidas responsável pela navegação, manifestou-se contra a aplicação de taxas obrigatórias em estreitos utilizados pelo comércio internacional.</p>
<p>A organização considerou que não existia fundamento jurídico para transformar uma passagem marítima internacional numa via sujeita a portagem unilateral.</p>
<p><strong>Petróleo alivia após o recuo</strong></p>
<p>Os preços do petróleo reduziram parte dos ganhos depois de Trump anunciar que abandonaria a cobrança. Os mercados tinham reagido inicialmente com fortes subidas ao agravamento dos combates e ao risco de perturbação numa das principais rotas energéticas mundiais.</p>
<p>A ameaça da taxa, os ataques a navios e o restabelecimento do bloqueio americano à navegação iraniana tinham levado o petróleo a subir mais de 9% e a superar os 80 dólares por barril.</p>
<p>Mesmo com o recuo, o risco para o abastecimento permanece elevado. As forças americanas realizaram ataques contra alvos iranianos pela terceira noite consecutiva, enquanto Teerão respondeu com ofensivas contra posições militares dos EUA e dos seus aliados na região.</p>
<p>O Irão afirmou ter atacado uma base do Exército americano na Jordânia com mísseis balísticos. As autoridades jordanas disseram ter intercetado quatro projéteis.</p>
<p>O Bahrain, onde se encontra uma importante base naval dos Estados Unidos, anunciou igualmente ter repelido um ataque aéreo iraniano. Foram ouvidas explosões em Manama, a capital do país.</p>
<p><strong>Guerra ameaça acordo alcançado em junho</strong></p>
<p>A nova escalada colocou em causa o memorando de entendimento assinado em junho, que deveria suspender os combates, reabrir o Estreito de Ormuz e criar um período de 60 dias para negociações sobre o programa nuclear iraniano.</p>
<p>O entendimento não resolveu, contudo, a disputa fundamental sobre quem controla a passagem e em que condições os navios podem utilizá-la.</p>
<p>Trump já tinha previsto a possibilidade de uma cobrança americana. A 20 de junho, declarou que não haveria portagens durante ou depois da trégua, exceto se as negociações fracassassem e os Estados Unidos decidissem impor uma taxa.</p>
<p>Com a retoma dos ataques, Washington restabeleceu o bloqueio aos portos e à navegação iranianos. Trump argumentou que o Irão tinha violado o acordo ao voltar a ameaçar e atacar embarcações comerciais.</p>
<p>A substituição da taxa por investimentos dos países do Golfo representa um recuo na forma, mas não na estratégia. Os Estados Unidos continuam a pretender controlar a segurança da passagem, afastar o Irão do tráfego marítimo e fazer com que os aliados regionais contribuam financeiramente para a operação.</p>
<p>Em vez de cobrar diretamente a cada navio, Trump procura agora transformar a proteção de Ormuz em acordos económicos mais amplos com as monarquias do Golfo.</p>
<p>Falta saber que compromissos foram realmente assumidos, quanto dinheiro estará envolvido e se os países da região aceitaram pagar, através de investimento nos Estados Unidos, por uma missão militar que Washington apresenta como essencial para a segurança do comércio mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789244]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia faz história com primeiro ataque anfíbio realizado apenas por drones</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-faz-historia-com-primeiro-ataque-anfibio-realizado-apenas-por-drones/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:57:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Incursão na península de Kinburn, no sul da Ucrânia, é apresentada como a primeira operação anfíbia conhecida em condições de guerra realizada exclusivamente através de sistemas não tripulados nos domínios marítimo, terrestre e aéreo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um drone naval ucraniano atravessou o mar transportando um robô terrestre armado, aproximou-se de uma praia controlada pela Rússia e deixou-o avançar sozinho para atacar uma posição inimiga. No ar, outro aparelho acompanhava a operação. Nenhum soldado precisou de desembarcar.</p>
<p>A incursão na península de Kinburn, no sul da Ucrânia, é apresentada como a primeira operação anfíbia conhecida em condições de guerra realizada exclusivamente através de sistemas não tripulados nos domínios marítimo, terrestre e aéreo.</p>
<p>Segundo o ‘Naval News’, a missão terá sido executada pela 123ª Brigada de Defesa Territorial ucraniana contra posições russas na estreita faixa de terra situada entre o estuário do Dniepre e o mar Negro.</p>
<p>As imagens divulgadas pela unidade mostram uma embarcação de superfície não tripulada a aproximar-se da costa com um veículo terrestre sobre a plataforma. Quando chega à praia, baixa as rampas e permite que o robô armado avance para terra.</p>
<p>Depois de sair da embarcação, o veículo procura proteção entre a vegetação próxima. O drone naval afasta-se de seguida, enquanto um aparelho aéreo permanece sobre a zona para observar a progressão e transmitir imagens aos operadores.</p>
<p><strong>Um robô armado desembarcado por outro robô</strong></p>
<p>O veículo terrestre parece ser um modelo ucraniano Rys, desenvolvido pela Roboneers. A plataforma surge equipada com uma metralhadora de calibre 7,62 milímetros, embora a identificação exata não tenha sido confirmada oficialmente pela brigada.</p>
<p>A empresa ucraniana DevDroid confirmou que o módulo de combate remoto Wolly 7.62 foi utilizado na missão. O sistema foi instalado no robô terrestre transportado até à costa pela embarcação não tripulada.</p>
<p>Já em posição, o veículo terrestre é visto a disparar pelo menos três vezes contra um alvo situado a alguma distância. Parte dos projéteis parece atingir a areia diante da posição, o que poderá indicar que o sistema estava a operar próximo do alcance máximo da arma.</p>
<p>Não foram divulgadas imagens do alvo atingido, nem informações sobre eventuais danos ou baixas. Também não é possível confirmar se a posição estava ocupada por militares russos no momento dos disparos.</p>
<p>O vídeo não mostra igualmente se o robô terrestre foi posteriormente recuperado por outra embarcação ou se permaneceu na península depois de cumprir a missão.</p>
<p>Por isso, não é ainda claro se a incursão teve como objetivo destruir uma posição concreta, testar as defesas russas ou demonstrar uma capacidade que poderá ser utilizada em operações de maior dimensão.</p>
<p><strong>Primeira operação conhecida deste género</strong></p>
<p>O ‘Naval News’ descreve a missão como a primeira incursão anfíbia totalmente não tripulada conhecida em contexto de guerra. O mar foi usado para transportar o equipamento, a plataforma terrestre executou a ação armada e o drone aéreo assegurou a observação.</p>
<p>A operação não foi, porém, completamente autónoma. Os diferentes sistemas terão sido controlados à distância por operadores ucranianos, pelo que a novidade está na ausência de militares no local e na integração de máquinas que atuaram em diferentes ambientes.</p>
<p>A 123ª Brigada classificou a missão como uma nova forma de combinar sistemas terrestres e navais, permitindo entregar equipamento armado em áreas onde o risco para os soldados seria particularmente elevado.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Last week, Ukrainian forces conducted a completely unmanned amphibious landing on the Kinburn Spit, the first of its kind. </p>
<p>Seen here, a Ukrainian drone landing craft drops off a UGV to attack Russian positions along the beach. <a href="https://t.co/Dn5uui08I4">pic.twitter.com/Dn5uui08I4</a></p>
<p>&mdash; OSINTtechnical (@Osinttechnical) <a href="https://x.com/Osinttechnical/status/2076706679807193538?ref_src=twsrc%5Etfw">July 13, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Até agora, os drones navais ucranianos ficaram sobretudo conhecidos pelos ataques contra navios russos, instalações portuárias e infraestruturas no mar Negro. Nesta operação, a embarcação funcionou como uma pequena lancha de desembarque para outro robô.</p>
<p><strong>Porque é importante a península de Kinburn?</strong></p>
<p>A península de Kinburn está ocupada pelas forças russas desde 2022 e tem importância estratégica por se situar junto à entrada marítima do estuário do Dniepre.</p>
<p>A presença russa naquela zona ajuda a condicionar o acesso ao porto de Mykolaiv e permite vigiar parte da costa controlada pela Ucrânia. Recuperar a península poderia ser um primeiro passo para tentar reabrir essa passagem marítima.</p>
<p>A região tem sido alvo de crescente pressão ucraniana. As forças de Kiev têm atacado posições, vias de abastecimento e meios logísticos russos no sul do país, procurando dificultar a chegada de combustível, munições e alimentos às unidades destacadas na península.</p>
<p>Movimentos partidários ucranianos alegaram recentemente que algumas forças russas abandonaram posições no norte e no oeste de Kinburn devido a problemas de abastecimento. Essa informação não foi confirmada de forma independente.</p>
<p>A incursão robótica poderá ter servido para verificar até que ponto as defesas russas permanecem operacionais, obrigar os militares a revelar posições ou preparar futuras ações ucranianas na zona.</p>
<p><strong>Uma alternativa aos desembarques tradicionais</strong></p>
<p>As operações anfíbias convencionais estão entre as mais arriscadas numa guerra. Os navios aproximam-se lentamente da costa, os soldados ficam expostos durante o desembarque e a força invasora tem de garantir rapidamente uma cabeça de ponte.</p>
<p>O desenvolvimento de drones navais e aéreos tornou essas operações ainda mais perigosas. Embarcações de desembarque podem ser detetadas e atacadas antes de chegarem à praia, enquanto as tropas ficam vulneráveis a pequenos drones explosivos depois de alcançarem terra.</p>
<p>A experiência ucraniana sugere, contudo, que as mesmas tecnologias que ameaçam um desembarque podem também ser utilizadas para o tornar possível.</p>
<p>Robôs terrestres podem ser enviados primeiro para reconhecer a costa, identificar posições, colocar sensores, transportar explosivos ou abrir fogo contra as defesas. Só depois, caso existam condições, avançariam forças humanas.</p>
<p>Uma embarcação não tripulada pode ainda aceitar riscos que seriam considerados excessivos para um navio com militares a bordo. Caso seja destruída, perde-se equipamento, mas não fica uma unidade cercada ou ferida numa praia inimiga.</p>
<p><strong>Um conceito ainda por provar</strong></p>
<p>A operação em Kinburn representa uma demonstração importante, mas está longe de provar que grandes desembarques possam ser realizados desta forma.</p>
<p>O sistema poderá enfrentar dificuldades provocadas por interferências eletrónicas, perda das comunicações, obstáculos físicos, fogo inimigo ou problemas na coordenação entre as diferentes plataformas.</p>
<p>Também falta demonstrar que a Ucrânia consegue lançar vários veículos terrestres ao mesmo tempo, manter o seu abastecimento e transformar uma incursão limitada numa operação capaz de conquistar e conservar território.</p>
<p>Ainda assim, a missão abre uma nova possibilidade no campo de batalha. Em vez de enviar soldados para a fase mais perigosa do desembarque, Kiev colocou uma máquina armada numa praia controlada pela Rússia — transportada por outra máquina e observada por uma terceira.</p>
<p>A guerra na Ucrânia já transformou drones baratos em armas capazes de destruir carros de combate, navios e infraestruturas estratégicas. Agora, a península de Kinburn poderá ter mostrado o passo seguinte: robôs que atravessam o mar para colocar outros robôs em combate.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789237]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fábrica da Tabaqueira em Sintra reduz consumo de água para metade em apenas seis anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:41:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[fábrica]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tabaqueira]]></category>
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					<description><![CDATA[A fábrica da Tabaqueira, em Sintra, reduziu o consumo específico de água em 48,3% desde 2019, ano em que obteve pela primeira vez a certificação da Alliance for Water Stewardship (AWS), distinção internacional que reconhece boas práticas na gestão sustentável da água.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fábrica da Tabaqueira, em Sintra, reduziu o consumo específico de água em 48,3% desde 2019, ano em que obteve pela primeira vez a certificação da Alliance for Water Stewardship (AWS), distinção internacional que reconhece boas práticas na gestão sustentável da água.</p>
<p>Segundo a empresa, a unidade industrial foi a primeira fábrica em Portugal a receber esta certificação e tem renovado o reconhecimento de forma consecutiva desde então.</p>
<p>Em 2025, a Tabaqueira conseguiu reduzir em mais 1% o consumo específico de água, apesar de o consumo absoluto ter aumentado 8,15%, refletindo o crescimento da produção fabril. A empresa explica que este resultado foi possível graças à implementação de medidas de eficiência que reduziram a quantidade de água necessária tanto nos processos produtivos como em atividades de apoio, como a produção de vapor, os sistemas de climatização, as águas quentes sanitárias, as lavagens e a cantina.</p>
<p>No mesmo período, a estação de tratamento de águas residuais (ETAR) da fábrica tratou cerca de 27 mil metros cúbicos de água. A empresa acrescenta que realiza uma monitorização diária da qualidade da água utilizada nas instalações, bem como das descargas efetuadas na Ribeira do Marmelo.</p>
<p>A estratégia da unidade está alinhada com os objetivos globais da Philip Morris International (PMI), que pretende poupar 25 milhões de metros cúbicos de água até 2033, um volume equivalente à capacidade de cerca de 10 mil piscinas olímpicas.</p>
<p>Pedro Santos, Sustainability Manufacturing Manager da Tabaqueira, afirma que &#8220;a Tabaqueira tem vindo a investir em soluções que potenciem uma gestão sustentável da água&#8221;, mas reconhece que &#8220;o principal desafio&#8221; passa por continuar a melhorar a eficiência hídrica em paralelo com a expansão da atividade industrial.</p>
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