“Está na hora de voltar a abrir”. Suécia junta-se à Dinamarca e anuncia o fim de todas as restrições de combate à Covid-19

A partir da próxima quarta-feira, as regras de combate à Covid-19 deixam de se aplicar, com o país, por exemplo, a permitir novamente o regresso aos restaurantes sem limite de pessoas, de espaço, ou de horário de funcionamento.

Simone Silva

A Suécia foi esta quinta-feira o mais recente país europeu a anunciar o fim de todas restrições de combate ao coronavírus, de acordo com o ‘Los Angeles Times’.

“Está na hora de voltar a abrir”, disse a primeira-ministra Magdalena Andersson. “A pandemia ainda não acabou, mas entrou numa fase totalmente nova”, acrescentou em conferência de imprensa.

Isto significa, que a Covid-19 vai deixar de ser encarada pelo país como uma doença “crítica” para a população, à semelhança do que já se passa na Dinamarca.

Assim, a partir da próxima quarta-feira (9 de fevereiro), as regras de combate à Covid-19 deixam de se aplicar, com o país, por exemplo, a permitir novamente o regresso aos restaurantes sem limite de pessoas, de espaço, ou de horário de funcionamento.

Adicionalmente, a partir do mesmo dia, deixa de ser obrigatória a utilização do certificado digital para o acesso a espaços, bem como o uso de máscara nos transportes públicos. Os limites aos contactos sociais também deixam de se aplicar.

Continue a ler após a publicidade

Apesar do fim das restrições, a ministra dos Assuntos Sociais da Suécia, Lena Hallengren, sublinhou na mesma conferência de imprensa, que as autoridades “vão continuar atentas à forma como a pandemia evolui”.

Na terça-feira, a vizinha Dinamarca assumiu a liderança entre os estados-membros da União Europeia (UE) ao eliminar a maioria das restrições. Horas depois, a Noruega suspendeu a proibição de venda de álcool depois das 23h e o limite de 10 pessoas em aglomerados.

A razão para a mudança sueca é semelhante à da Dinamarca: embora haja um aumento nas taxas de infeção, isto não está a sobrecarregar os hospitais, de acordo com as autoridades de saúde.

Continue a ler após a publicidade

A par disto, as elevadas taxas de vacinação também dão mais esperança ao governo sueco de que é possível controlar a pandemia. Segundo a primeira-ministra, 80% da população com mais de 50 anos já recebeu o reforço da vacina contra a Covid-19.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.