Esta é a maior gestora de centros de comerciais da Península Ibérica. Eis o segredo

A CBRE acaba de alcançar a meta dos 50 centros comerciais sob gestão e comercialização na Península Ibérica, revelou a empresa num comunicado enviado à Executive Digest.

Fábio Carvalho da Silva

A CBRE acaba de alcançar a meta dos 50 centros comerciais sob gestão e comercialização na Península Ibérica, revelou a empresa num comunicado enviado à Executive Digest.

Para a empresa “esta meta dos 50 centros comerciais é apenas possível pela simbiose estratégica entre áreas de grande expertise técnico, como são o marketing, a gestão técnica, o retail intelligence e a sustentabilidade”.

Ao serviço de gestão e comercialização dos 50 centros comerciais na Península Ibérica juntam-se também o serviço de acompanhamento técnico e faturação de mais de 70 contratos em ativos stand alone, perfazendo mais de 275 mil metros quadrados nesta tipologia de ativos e computando mais de 2,3 milhões de metros quadrados sob gestão em todo o portefólio ibérico.

Gonzalo Senra, Diretor de Retail da CBRE para o mercado ibérico, refere que “os números são o reflexo da criação de uma estrutura de gestão ibérica, que neste momento conta com uma equipa de Retail Property Management de mais de 250 especialistas e que traduz a confiança que os nossos clientes depositam na CBRE. São os nossos clientes que nos fazem melhorar todos os dias e trabalhar para demonstrar dinamismo e capacidade de adaptação a contextos tão hostis como o gerado pela pandemia”.

“Os mais de 2 milhões de metros quadrados que gerimos são visitados por cerca de 230 milhões de clientes anualmente. O footfall é evidentemente relevante, mas queremos mostrar que ele está intimamente ligado à visão da CBRE para o futuro do retalho, para o futuro dos centros comerciais como meeting places”, acrescenta a companhia.

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Soledad López-Cerón, Diretora de Property Management da CBRE para a Península Ibérica, acrescenta ainda que: “na CBRE temos uma forma muito própria de gerir ativos de retalho. Sabemos que são elementos centrais das comunidades em que estão inseridos e o nosso objetivo é colocar o foco nas pessoas: em quem vive o centro diariamente, as equipas que nele trabalham, os visitantes e, claro, os proprietários e lojistas. Este ecossistema não é complexo quando se trabalha em antecipação, mas também com generosidade e sentido de ação, com o objetivo de acrescentar sempre valor às pessoas e garantir que se age em tempo útil, com critério, e adaptando-nos às características de cada ativo e da sua zona de influência”.

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