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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Jun 2026 05:15:03 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sexta-feira fresca, sábado com chuviscos no Norte e domingo a aquecer: o tempo para o fim de semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão aponta para um fim de semana em duas fases: sábado ainda com alguma instabilidade no Noroeste e domingo já com sinais de subida das temperaturas, sobretudo no interior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental chega a esta sexta-feira ainda sob influência de uma circulação de norte e noroeste, com ambiente mais fresco no litoral, vento por vezes forte e temperaturas contidas para o início de junho. A previsão do &#8216;Tempo.pt&#8217; aponta para um fim de semana em duas fases: sábado ainda com alguma instabilidade no Noroeste e domingo já com sinais de subida das temperaturas, sobretudo no interior.</p>
<p>Para esta sexta-feira, não está prevista precipitação significativa em Portugal continental. O dia deverá ser marcado por tempo geralmente seco, embora com ambiente mais fresco nas zonas costeiras, em especial no litoral Norte e Centro, onde a nortada continuará a limitar a subida dos termómetros. Nas cidades do litoral, a sensação térmica deverá continuar mais moderada, com máximas abaixo dos valores mais quentes esperados no interior.</p>
<p><strong>Sexta-feira: tempo seco, mas sem grande calor no litoral</strong></p>
<p>A sexta-feira deverá ser o dia mais estável antes de uma nova passagem frontal enfraquecida prevista para sábado. Depois dos episódios de chuva fraca e chuvisco registados durante a semana, o &#8216;Tempo.pt&#8217; indica que esta sexta-feira não deverá ter ocorrência de precipitação, mantendo-se a influência atlântica e a circulação de norte.</p>
<p>O vento continuará a ser um dos elementos a ter em conta. A nortada deverá soprar com maior intensidade durante a tarde, sobretudo no litoral oeste, nas terras altas do Centro e Sul e no Barlavento Algarvio, podendo contribuir para uma sensação de tempo mais fresco junto à costa. No litoral Norte e Centro, as máximas deverão continuar, em geral, entre os 20 e os 25 ºC, enquanto no interior os valores serão mais elevados.</p>
<p><strong>Sábado: chuva fraca pode regressar ao Noroeste</strong></p>
<p>No sábado, a extremidade de uma nova frente fria enfraquecida deverá alcançar Portugal continental durante a madrugada e poderá manter influência até ao final da manhã ou início da tarde. A chuva, no entanto, deverá ser fraca, pouco frequente e concentrada sobretudo no Noroeste.</p>
<p>As zonas mais expostas serão o Minho, em particular os distritos de Viana do Castelo e Braga. Ainda assim, não estão excluídos chuviscos dispersos noutras áreas do Norte litoral e interior. De acordo com o &#8216;Tempo.pt&#8217;, Viana do Castelo deverá ser o distrito com mais precipitação acumulada até sábado, podendo chegar aos 7 milímetros, enquanto Braga deverá somar entre 2 e 4 milímetros. Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Vila Real e Viseu deverão registar valores mais baixos, entre 0,5 e 3 milímetros.</p>
<p>Apesar desta instabilidade fraca, o sábado já deverá marcar alguma recuperação gradual das temperaturas em parte do território. O tempo continuará mais condicionado junto ao litoral, mas o interior começará a sentir sinais de uma massa de ar mais quente e seca sobre a Península Ibérica.</p>
<p><strong>Domingo: o calor começa a ganhar força no interior</strong></p>
<p>O domingo deverá trazer uma mudança mais clara no estado do tempo. Não está prevista precipitação e a estabilidade atmosférica deverá reforçar-se, com o calor a intensificar-se sobretudo nas regiões do interior. O &#8216;Tempo.pt&#8217; antecipa que a mudança gradual comece precisamente a partir de domingo, com uma área mais alargada do país a sentir a subida das temperaturas.</p>
<p>A diferença entre litoral e interior deverá tornar-se mais evidente. Nas zonas costeiras, a influência atlântica e a nortada poderão continuar a travar a subida das máximas, mantendo cidades como Lisboa ou Porto com valores mais moderados. Já no interior, especialmente no Alentejo, vale do Tejo e interior Centro, as temperaturas deverão subir de forma mais expressiva, com máximas a aproximarem-se dos 30 ºC ou a superarem esse valor em alguns pontos.</p>
<p>Segundo a &#8216;Meteored&#8217;, o fim de semana deverá dar os primeiros sinais de uma alteração mais ampla da circulação atmosférica, com tempo mais ameno no sábado e maior intensificação do calor no domingo, antes de uma possível consolidação do calor na semana seguinte.</p>
<p><strong>Fim de semana pede atenção ao contraste entre litoral e interior</strong></p>
<p>Na prática, quem ficar pelo litoral deverá contar com um fim de semana relativamente ameno, algum vento e maior probabilidade de nebulosidade baixa nas manhãs. Para quem viajar para o interior, sobretudo a partir de domingo, o cenário será mais quente e seco, com temperaturas já mais próximas de um ambiente de verão.</p>
<p>A chuva, quando surgir, deverá ser fraca e localizada, com maior probabilidade no sábado de manhã no Noroeste. Para a maior parte do país, o fim de semana será sobretudo marcado pela transição entre uma sexta-feira fresca e seca, um sábado ainda com alguma instabilidade no Norte e um domingo mais quente no interior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771823]]></sapo:autor>
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		<title>Membros do Sindicato dos Atores ratificam novo contrato com mais proteções anti-IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os membros do Sindicato dos Atores ratificaram o novo contrato de quatro anos com os maiores estúdios de cinema e televisão, que inclui um aumento salarial e mais proteções contra o uso de inteligência artificial (IA). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os membros do Sindicato dos Atores ratificaram o novo contrato de quatro anos com os maiores estúdios de cinema e televisão, que inclui um aumento salarial e mais proteções contra o uso de inteligência artificial (IA). </P><br />
<P>Segundo um comunicado do sindicato SAG-AFTRA, 91,42% dos membros que entregaram os seus boletins votaram a favor do novo acordo com a Alliance of Motion Picture and Television Producers (AMPTP), que representa a Walt Disney, Warner Bros., Universal Pictures, Paramount Pictures, Sony Pictures, Netflix, Amazon Studios, Apple, ABC, CBS, FOX, NBC e centenas de produtoras mais pequenas. </P><br />
<P>&#8220;O novo contrato inclui ganhos significativos para várias categorias de membros, protegendo e celebrando a performance humana&#8221;, declarou o SAG-AFTRA (Screen Actors Guild &#8211; American Federation of Television and Radio Artists).</P><br />
<P>&#8220;Alarga as proteções anteriores contra a IA e réplicas digitais, incluindo novos termos que restringem ainda mais a utilização de [atores] sintéticos, dando proteções adicionais contra a substituição do trabalho dos membro por IA&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>O uso de IA pelos estúdios esteve na origem das greves que abalaram Hollywood em 2023 e um dos grandes objetivos do sindicato para esta ronda negocial era apertar as condições.</P><br />
<P>O negociador-chefe, Duncan Crabtree-Ireland, frisou que a meta foi cumprida e que o uso de atores sintéticos &#8220;vai manter-se a exceção, e não a regra, na nossa indústria&#8221;. </P><br />
<P>Os produtores só poderão usar atores sintéticos se eles trouxerem &#8220;um valor adicional significativo&#8221; em comparação com um ator humano ou com o avatar digital de um ator humano. Desta forma, considera o SAG-AFTRA, o uso de atores sintéticos e de réplicas será limitado a casos especiais. </P><br />
<P>Este acordo também aumenta os pagamentos residuais e outras formas de compensação, um ponto saliente na insatisfação dos atores em negociações anteriores. </P><br />
<P>&#8220;Mais importante ainda, este acordo posiciona os nossos membros para que modelem o futuro deste negócio enquanto protege o valor da performance e criatividade humanas&#8221;, referiu o responsável do sindicato, que representa mais de 160 mil profissionais de média, incluindo atores, locutores e modelos.</P><br />
<P>Críticos do acordo consideram que um contrato de quatro anos é muito longo numa altura em que a IA se desenvolve a grande velocidade. Mas era um objetivo dos estúdios conseguir um contrato mais prolongado, para evitar o tipo de instabilidade que aconteceu em 2023. </P><br />
<P>&#8220;Este acordo oferece melhorias significativas nos salários, benefícios de pensões e de saúde, direitos de autor e proteção dos artistas&#8221;, indicou a AMPTP, em comunicado, onde congratulou o sindicato pela ratificação. </P><br />
<P>O presidente do SAG-AFTRA, Sean Astin, também agradeceu aos membros e considerou que o contrato honra a luta dos atores em 2023.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos membros sempre compreenderam que proteger o futuro desta profissão significa preparar-se para a mudança antes que ela chegue&#8221;, afirmou. &#8220;Este acordo reflete esse compromisso e o poder coletivo deste sindicato&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O contrato, que começou a ser negociado entre o sindicato e os estúdios a 9 de fevereiro, entra em vigor a 01 de julho e será válido até 30 de junho de 2030.</P><br />
<P>Além da IA, estabelece condições para a fusão do plano de pensões dos produtores SAG e o fundo de reforma AFTRA, algo que ainda não tinha sido feito desde a fusão dos sindicatos, em 2012.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772252]]></sapo:autor>
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		<title>Cabaz alimentar interrompe três semanas de alívio e volta a pesar na carteira dos portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A subida confirma a pressão persistente sobre os alimentos, depois de vários meses em que este cabaz tem atingido valores recorde praticamente todas as semanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="85" data-end="343">O preço do cabaz alimentar voltou a subir na primeira semana de junho, interrompendo três semanas consecutivas de descidas. A cesta de bens essenciais monitorizada pela DECO PROteste aumentou 1,97 euros, o equivalente a 0,77%, e passou a custar 259,31 euros.</p>
<p data-start="345" data-end="608">A subida confirma a pressão persistente sobre os alimentos, depois de vários meses em que este cabaz tem atingido valores recorde praticamente todas as semanas. Desde o início do ano, o conjunto de produtos essenciais já encareceu 17,48 euros, uma subida de 7,2%.</p>
<p data-start="610" data-end="807">A comparação com 2022 mostra uma diferença ainda mais expressiva. A 5 de janeiro desse ano, comprar exatamente os mesmos produtos custava menos 71,61 euros, o que representa uma diferença de 38,2%.</p>
<p data-start="809" data-end="870"><strong>Atum, farinha e esparguete entre os produtos que mais subiram</strong></p>
<p data-start="872" data-end="1108">Na última semana analisada, entre 27 de maio e 3 de junho, os maiores aumentos percentuais foram registados no atum posta em óleo vegetal, que subiu 28%, na farinha para bolos, que aumentou 17%, e no esparguete, que ficou 16% mais caro.</p>
<p data-start="1110" data-end="1337">Quando a comparação é feita com a primeira semana do ano, a 7 de janeiro de 2026, o esparguete surge como o produto com a maior subida percentual, com um aumento de 32%. Seguem-se o tomate e a dourada, ambos com subidas de 28%.</p>
<p data-start="1339" data-end="1566">Já desde o início da monitorização, em janeiro de 2022, os produtos que mais encareceram foram a carne de novilho para cozer, com uma subida de 125%, os ovos, que aumentaram 84%, e o bacalhau graúdo, com uma valorização de 76%.</p>
<p data-start="1568" data-end="1630"><strong>Conflito no Médio Oriente pode pressionar ainda mais os preços</strong></p>
<p data-start="1632" data-end="1930">A evolução dos preços alimentares poderá continuar a ser condicionada pelo contexto internacional. Se o conflito no Médio Oriente se prolongar, os preços dos bens alimentares poderão subir ainda mais nos próximos meses, devido ao impacto nos combustíveis, na energia e nas cadeias de abastecimento.</p>
<p data-start="1932" data-end="2271">A situação tem semelhanças com os efeitos sentidos após o início da guerra na Ucrânia, quando a crise energética pressionou os custos de produção e distribuição. A estes fatores juntam-se ainda os prejuízos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro em Portugal, que poderão não estar totalmente refletidos nos preços ao consumidor.</p>
<p data-start="2273" data-end="2625">Outro fator de pressão está nos fertilizantes agrícolas. Alguns dos maiores produtores de fertilizantes e de matérias-primas usadas na sua produção estão localizados no Médio Oriente. Como grande parte destas mercadorias é transportada por via marítima através do estreito de Ormuz, o aumento dos custos pode acabar por chegar aos preços dos alimentos.</p>
<p data-start="2627" data-end="2661"><strong>Como é calculado o cabaz alimentar</strong></p>
<p data-start="2663" data-end="2932">Desde janeiro de 2022, a DECO PROteste acompanha semanalmente a evolução dos preços de um conjunto de 63 bens alimentares essenciais. A análise é feita todas as quartas-feiras, com base nos preços recolhidos no dia anterior nos principais supermercados com loja online.</p>
<p data-start="2934" data-end="3148">Para calcular o valor final do cabaz, é apurado o preço médio de cada produto nas lojas online onde está disponível. Depois, a soma desses preços médios permite obter o custo total da cesta alimentar para esse dia.</p>
<p data-start="3150" data-end="3194"><strong>Porque é que os alimentos ficaram mais caros</strong></p>
<p data-start="3196" data-end="3481">A subida dos preços alimentares nos últimos quatro anos começou a ganhar força com a invasão da Rússia à Ucrânia. Em 2022, a União Europeia e Portugal dependiam de uma parte significativa dos cereais provenientes da Ucrânia, o que colocou pressão adicional sobre o setor agroalimentar.</p>
<p data-start="3483" data-end="3788">O setor já enfrentava os efeitos da pandemia de covid-19 e da seca em Portugal. A limitação da oferta de matérias-primas, o aumento dos custos de produção, a subida dos fertilizantes e a energia mais cara acabaram por se refletir nos mercados internacionais e, depois, nos preços pagos pelos consumidores.</p>
<p data-start="3790" data-end="4128">Produtos como carne, hortofrutícolas, cereais de pequeno-almoço e óleo vegetal foram alguns dos bens afetados por este contexto. Em abril de 2023, o Governo avançou com a isenção de IVA num cabaz com mais de 40 alimentos. A medida ajudou inicialmente a travar a subida dos preços, mas o efeito acabou por perder força nos meses seguintes.</p>
<p data-start="4130" data-end="4430">Em 2024, depois da reposição do imposto, alguns produtos continuaram a encarecer. O azeite virgem extra foi um dos exemplos mais visíveis, tendo atingido o preço mais elevado em abril desse ano. Já em 2025, as maiores pressões sentiram-se em produtos como os ovos, o café torrado moído e o chocolate.</p>
<p data-start="4432" data-end="4467"><strong>Inflação mantém-se nos 3,3% em maio</strong></p>
<p data-start="4469" data-end="4715">A subida dos preços ao consumidor contribuiu para níveis historicamente elevados de inflação em 2022 e 2023. Em 2025, a taxa de inflação fixou-se nos 2,3%, abaixo dos 2,4% registados em 2024, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística.</p>
<p data-start="4717" data-end="4891">Em abril de 2026, a inflação acelerou para 3,3%, mais 0,6 pontos percentuais do que em março. Já em maio, de acordo com as estimativas do INE, deverá ter-se mantido nos 3,3%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772119]]></sapo:autor>
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		<title>Colisão entre ligeiro e pesado de mercadorias deixa um morto em Coimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma colisão entre um veículo ligeiro e um pesado de mercadorias causou hoje um morto e deixou o trânsito condicionado no IC2 em Coimbra, disse à Lusa a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma colisão entre um veículo ligeiro e um pesado de mercadorias causou hoje um morto e deixou o trânsito condicionado no IC2 em Coimbra, disse à Lusa a Proteção Civil.</P><br />
<P>Um porta-voz do Comando Sub-regional da Região de Coimbra da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil confirmou o acidente, na freguesia de Cernache, município de Coimbra.</P><br />
<P>A Proteção Civil recebeu o alerta sobre a colisão pouco antes das 04:20 e, cerca de uma hora depois, ainda estavam no local 22 operacionais, apoiados por sete veículos.</P><br />
<P>A mesma fonte disse que o trânsito permanecia condicionado no troço do IC2 onde ocorreu o acidente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772251]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento local de Nova Iorque aprova moratória de um ano a centros de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento do Estado de Nova Iorque, no nordeste dos EUA, aprovou um projeto de lei que impõe uma moratória de um ano na emissão de licenças para a construção de centros de dados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento do Estado de Nova Iorque, no nordeste dos EUA, aprovou um projeto de lei que impõe uma moratória de um ano na emissão de licenças para a construção de centros de dados.</P><br />
<P>Um porta-voz da senadora Liz Krueger, autora do projeto de lei que acabou por ser incorporado numa legislação mais ampla, confirmou à agência de notícias France-Presse que tanto a Câmara dos Representantes como o Senado votaram a favor, na quinta-feira.</P><br />
<P>O documento irá agora seguir para a governadora Kathy Hochul, que tem poder de veto.</P><br />
<P>Caso a governadora ratifique o projeto de lei, Nova Iorque tornar-se-á o primeiro Estado norte-americano a impor uma moratória a centros de dados.</P><br />
<P>Em abril, o parlamento do Maine, também no nordeste dos EUA, votou a suspensão de todos os novos projetos de grandes centros de dados, mas a governadora Janet Mills vetou a medida, argumentando que não incluía uma isenção para projetos locais.</P><br />
<P>Um número crescente de eleitores e de autoridades eleitas está a mobilizar-se a favor de uma proibição ou regulamentação mais rigorosa de centros de dados, que estão a proliferar pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Com o rápido desenvolvimento da Internet e da computação em nuvem, as instalações são muito procuradas pelas grandes empresas de inteligência artificial (IA), que necessitam delas para desenvolver e executar modelos de linguagem.</P><br />
<P>No entanto, os críticos destacam que os centros consomem uma quantidade significativa de electricidade e água potável, causam poluição sonora e criam um número limitado de empregos.</P><br />
<P>O projeto de lei aprovado pelo parlamento de Nova Iorque foi apresentado por Kristen Gonzalez, que pertence à Aliança Socialista Democrática, o partido do atual presidente da Câmara da cidade de Nova Iorque, Zoran Mamdani.</P><br />
<P>O texto estipula ainda que, após o termo da moratória, qualquer novo pedido deverá ser apresentado em reunião pública antes de a autorização poder ser concedida.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772250]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Taiwan cria fundo de 50 ME para impulsionar investimento na República Checa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taiwan-cria-fundo-de-50-me-para-impulsionar-investimento-na-republica-checa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan anunciou hoje a criação de um fundo de 50 milhões de euros para promover o investimento bilateral com a República Checa, no final de uma visita do presidente do Senado checo, Milos Vystrcil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Taiwan anunciou hoje a criação de um fundo de 50 milhões de euros para promover o investimento bilateral com a República Checa, no final de uma visita do presidente do Senado checo, Milos Vystrcil.</P><br />
<P>Em comunicado, o Conselho Nacional de Desenvolvimento (NDC, na sigla em inglês) taiwanês informou que vai cooperar com o ministério dos Assuntos Económicos para disponibilizar mais 50 milhões de euros ao projeto de expansão para a República Checa do Fundo de Investimento para a Europa Central e Oriental, para reforçar os intercâmbios e a cooperação entre as duas partes.</P><br />
<P>O presidente do NDC, Yeh Chun-hsien, afirmou que a República Checa tornou-se o principal parceiro comercial de Taiwan na Europa Central e Oriental, com as trocas bilaterais a atingir 1,8 mil milhões de euros em 2025.</P><br />
<P>Criado em 2022 pelo Governo taiwanês, o Fundo de Investimento para a Europa Central e Oriental já investiu 23,9 milhões de euros em cinco empresas checas.</P><br />
<P>Segundo Yeh, isso demonstra que os laços industriais entre Taiwan e a República Checa estão atualmente &#8220;mais estreitos do que no passado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O projeto apoiará empresas taiwanesas interessadas em entrar no mercado checo, empresas checas que pretendam entrar no mercado taiwanês e também empresas resultantes da cooperação entre ambas as partes&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que a iniciativa deverá contribuir para reforçar o investimento industrial em ambos os sentidos e os intercâmbios tecnológicos.</P><br />
<P>O anúncio foi feito após a visita de quatro dias a Taiwan do presidente do Senado checo, que liderou uma delegação de cerca de 40 pessoas e se reuniu com altos responsáveis taiwaneses, incluindo o Presidente da ilha, William Lai Ching-te.</P><br />
<P>A Cidade do Vaticano é o único Estado europeu que mantém relações diplomáticas oficiais com Taiwan. Ainda assim, vários países da Europa Central e de Leste aprofundaram os contactos com a ilha nos últimos anos, em particular após a invasão russa da Ucrânia.</P><br />
<P>Pequim, que considera Taiwan parte integrante do seu território e não exclui o uso da força para assumir o controlo da ilha, manifestou no fim de semana &#8220;firme oposição&#8221; à visita de Vystrcil.</P><br />
<P>O ministério dos Negócios Estrangeiros chinês acusou então a deslocação de &#8220;violar gravemente a soberania nacional e a integridade territorial&#8221; da China.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772248]]></sapo:autor>
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		<title>Homens armados raptam sete alunos de uma escola no noroeste da Nigéria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Homens armados invadiram um dormitório escolar no noroeste da Nigéria e raptaram sete estudantes, informou a polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Homens armados invadiram um dormitório escolar no noroeste da Nigéria e raptaram sete estudantes, informou a polícia.</P><br />
<P>O ataque ocorreu na madrugada de quarta-feira, na zona de Kaura Namoda, no estado de Zamfara, disse o porta-voz da polícia, Yazid Abubakar, em comunicado.</P><br />
<P>Um dos estudantes conseguiu escapar e está sob custódia.</P><br />
<P>O porta-voz da polícia disse que estavam a ser feitos esforços para resgatar os restantes seis alunos, mas que não havia até ao momento informações sobre para onde foram levados.</P><br />
<P>Zamfara tem sido um foco de grupos armados que realizam raptos para receber dinheiro de resgates, com a captura de estudantes a aumentar nos últimos anos em todo o país.</P><br />
<P>Um levantamento do jornal local Premium Times apurou que pelo menos 1.900 alunos foram levados de 20 escolas desde o rapto em massa de mais de 200 raparigas em Chibok, no estado de Borno, em 2014.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772247]]></sapo:autor>
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		<title>Jornalista norte-americano declara-se culpado de atuar como agente ilegal da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 03:50:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um jornalista norte-americano que vivia na China desde 2010 e trabalhou para vários órgãos de comunicação estatais chineses declarou-se culpado, num tribunal dos Estados Unidos, de atuar como agente ilegal do Governo chinês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um jornalista norte-americano que vivia na China desde 2010 e trabalhou para vários órgãos de comunicação estatais chineses declarou-se culpado, num tribunal dos Estados Unidos, de atuar como agente ilegal do Governo chinês.</P><br />
<P>Thomas Pauken II vai ser sentenciado em 01 de setembro num tribunal distrital dos EUA e enfrenta uma pena máxima de 10 anos de prisão, disse na quinta-feira o Departamento de Justiça norte-americano.</P><br />
<P>O jornalista escreve sob o nome Tom McGregor, para se distinguir do pai, antigo presidente do Partido Republicano no Texas na década de 1990 e candidato a governador daquele estado.</P><br />
<P>O caso é o mais recente de uma série de processos apresentados pelo Governo federal norte-americano contra pessoas suspeitas de trabalharem para a China sem o devido registo junto das autoridades dos EUA.</P><br />
<P>O advogado de defesa, Charles Burnham, afirmou em comunicado que Pauken &#8220;assumiu a responsabilidade por ter trabalhado como agente da República Popular da China sem preencher previamente determinados formulários exigidos pelo Governo dos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o advogado, Pauken esperava que o seu trabalho contribuísse para &#8220;promover relações pacíficas e fazer avançar a causa da liberdade religiosa na China&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a declaração juramentada apresentada no processo, Pauken via-se como um intermediário entre agentes chineses e potenciais fontes que pudessem fornecer informações confidenciais a Pequim.</P><br />
<P>As autoridades norte-americanas alegam que, pelo menos desde 2019, Pauken colaborava com agentes chineses, incluindo uma mulher identificada como &#8216;Cathy&#8217;, que o jornalista acreditava estar ligada aos serviços de segurança chineses.</P><br />
<P>Em janeiro de 2025, Pauken foi intercetado por agentes das Alfândegas e Proteção de Fronteiras dos EUA quando regressava ao país.</P><br />
<P>Em entrevistas com agentes daquela entidade e do FBI, afirmou que pretendia encontrar-se com uma pessoa candidata a um cargo na administração Trump e entregar-lhe um telemóvel Samsung com um cartão SIM, um computador portátil e 10 mil dólares (8.600 euros) em troca da elaboração de relatórios destinados a serem lidos pelo Presidente chinês, Xi Jinping.</P><br />
<P>Segundo a declaração juramentada, Pauken disse estar &#8220;80% certo&#8221; de que essa pessoa, caso fosse contratada, forneceria informações classificadas a Pequim.</P><br />
<P>As autoridades permitiram que Pauken prosseguisse os seus planos e monitorizaram os contactos.</P><br />
<P>A pessoa em questão afirmou posteriormente que Pauken lhe pediu informações de fonte aberta, mas indicou também que os seus clientes na China procuravam frequentemente dados mais sensíveis.</P><br />
<P>Segundo a acusação, essa pessoa nunca teve intenção de colaborar com o jornalista.</P><br />
<P>Um ano depois, Pauken regressou aos EUA para fazer uma nova abordagem à mesma pessoa, com quem retomara contacto no âmbito de um possível negócio petrolífero. Encontraram-se num restaurante em Washington, a 23 de fevereiro, e novamente dois dias depois num hotel, reunião que foi acompanhada pelo FBI.</P><br />
<P>As verificações efetuadas pelas autoridades concluíram que Pauken não se registou ao abrigo da Lei de Registo de Agentes Estrangeiros nem notificou o procurador-geral dos EUA de que atuava como agente da China.</P><br />
<P>O Departamento de Justiça afirmou ainda que Pauken vendeu relatórios a um grupo de indivíduos chineses da cidade de Wuhan, no centro da China, que procuravam informações sobre tecnologia e sobre o próprio Departamento de Justiça norte-americano, além de lhe terem pedido que encontrasse um especialista para os ajudar em atividades de ciberespionagem.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772245]]></sapo:autor>
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		<title>Xi Jinping visita Coreia do Norte na próxima semana pela primeira vez desde 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 03:28:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês, Xi Jinping, vai visitar a Coreia do Norte na próxima semana, naquela que será a primeira deslocação ao país vizinho em quase sete anos, anunciaram hoje os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês, Xi Jinping, vai visitar a Coreia do Norte na próxima semana, naquela que será a primeira deslocação ao país vizinho em quase sete anos, anunciaram hoje os dois países.</P><br />
<P>Xi estará na Coreia do Norte entre segunda e terça-feira, segundo breves comunicados divulgados pelos órgãos de comunicação estatais dos dois países. A última visita do líder chinês a Pyongyang ocorreu em junho de 2019.</P><br />
<P>O anúncio surge um dia depois de a Coreia do Norte ter revelado uma nova instalação destinada à produção de materiais para bombas nucleares.</P><br />
<P>Especialistas consideram que a divulgação da unidade sugere que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, pretende reforçar o estatuto do país como potência nuclear, antes da visita de Xi.</P><br />
<P>A deslocação ocorre poucas semanas depois de Xi ter recebido, separadamente, em Pequim, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Rússia, Vladimir Putin.</P><br />
<P>Nos últimos anos, Kim deu prioridade ao aprofundamento das relações com a Rússia, enviando tropas e armamento convencional para apoiar a invasão lançada por Moscovo na Ucrânia.</P><br />
<P>No entanto, o líder norte-coreano também tem procurado reforçar os laços com a China, principal parceiro comercial e maior fornecedor de ajuda económica da Coreia do Norte.</P><br />
<P>Xi e Kim encontraram-se em Pequim, em setembro, e comprometeram-se a reforçar a cooperação bilateral e o apoio mútuo. Kim deslocou-se então à capital chinesa para assistir a um desfile militar, ao lado de outros líderes estrangeiros, incluindo Putin.</P><br />
<P>As Forças Armadas da Coreia do Sul avaliaram a nova instalação nuclear como uma unidade de enriquecimento de urânio.</P><br />
<P>Durante uma visita ao local, Kim anunciou planos para reforçar as capacidades nucleares do país &#8220;a um ritmo exponencial&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772244]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Ativistas preparam-se para nova noite de protestos em centro de detenção em Newark</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 03:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Marta Moreira, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Newark, Estados Unidos, 05 jun 2026 (Lusa) &#8211; Dezenas de ativistas voltaram a reunir-se na quinta-feira junto a um centro de detenção na cidade norte-americana de Newark, para mais uma noite de protestos contra as condições &#8220;deploráveis&#8221; impostas aos imigrantes.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, uma das organizadoras da manifestação, que apenas aceitou falar sem ser identificada, explicou que a principal preocupação é sensibilizar a opinião pública para a situação dos detidos no centro Delaney Hall, que estão em greve de fome desde 22 de maio.</P><br />
<P>&#8220;A situação está a chegar a um ponto perigoso, com pessoas sem comer há cerca de duas semanas. As condições lá dentro são deploráveis. Os detidos querem reunir-se com a governadora [do estado de Nova Jérsia] Mikie Sherrill. Querem a libertação, especialmente dos jovens e dos idosos, assim como das pessoas com deficiência ou com necessidades médicas. E nós estamos aqui para defendê-los&#8221;, disse a ativista.</P><br />
<P>Mais de 300 mulheres e homens detidos em Delaney Hall alegam serem alvo de negligência médica, falta de saneamento básico, comida estragada, recusa de fiança e coerção para assinar documentos legais que resultam em deportação.</P><br />
<P>Dois dias após o autarca de Newark ter levantado a ordem de recolher obrigatório na zona, o ambiente continua a ser de grande tensão, após vários dias de protestos violentos e dezenas de detenções.</P><br />
<P>Os ativistas, sob o olhar atento de vários agentes da polícia, pediam a abolição do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) e apelavam ao fim das rusgas anti-imigração.</P><br />
<P>&#8220;Os imigrantes tornam as nossas comunidades mais fortes&#8221;, &#8220;Abolição do ICE, já!&#8221;, &#8220;Fechem Delaney Hall&#8221;, &#8220;ICE = Nazi Vibes&#8221;, &#8220;Nenhuma quantia de dinheiro vale a perda da nossa humanidade&#8221; eram algumas das frases que se podiam ler nos cartazes erguidos pelos manifestantes.</P><br />
<P>Ao som de música alta, um homem escrevia palavras de protesto no asfalto.</P><br />
<P>&#8220;Buzina se odeias o ICE&#8221;, escreveu no chão, com recurso a giz e em tom de apelo, recebendo em resposta buzinadelas de vários camionistas que iam passando no local.</P><br />
<P>Mais tarde, uma mulher colocou a cabeça de fora do carro onde seguia e atirou insultos aos manifestantes, que responderam no mesmo tom.</P><br />
<P>O fim de semana ficou marcado por confrontos entre manifestantes a favor e contra as políticas anti-imigração do Presidente norte-americano, Donald Trump, e a atuação do ICE.</P><br />
<P>Pelo menos 90 pessoas foram detidas durante os protestos violentos nas últimas duas semanas, segundo o jornal New York Times.</P><br />
<P>&#8220;Temos visto um aumento da violência pela parte do ICE, da Polícia do Estado de Nova Jérsia e da Polícia de Newark. E, com base em vídeos e provas, foram eles [agentes da autoridade] que incitaram esta violência&#8221;, alegou a ativista, em declarações à Lusa, na quinta-feira.</P><br />
<P>&#8220;A empresa privada que opera este centro de detenção está a lucrar milhões ao manter as pessoas como reféns por, talvez, terem cometido infrações civis. Eu realmente gostaria que a governadora Mikie Sherrill fosse corajosa agora. Ela precisa de ser criativa&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O estado de Nova Jérsia entrou com uma ação judicial na terça-feira contra a empresa privada que opera Delaney Hall, pedindo à justiça que conceda ao Departamento de Saúde estadual acesso ao centro devido a alegações de condições e tratamento desumanos no local.</P><br />
<P>Delaney Hall, o maior centro de detenção do ICE na costa leste norte-americana, com mais de mil vagas, é operado pelo GEO Group, ao abrigo de um contrato de 15 anos, no valor de mil milhões de dólares (861 milhões de euros).</P><br />
<P>Em 2025, a cidade de Newark já havia processado o GEO Group devido à administração de Delaney Hall, que está localizado numa área industrial a pouco quilómetros do bairro Ironbound, que acolhe uma significativa comunidade portuguesa.</P><br />
<P>De acordo com o líder da minoria na Câmara dos Representantes (câmara baixa do parlamento) dos Estados Unidos, o democrata Hakeem Jeffries, &#8220;a maioria dos detidos nesta unidade não possui antecedentes criminais&#8221;.</P><br />
<P>Desde o início da campanha de deportações em massa de Trump, o centro de detenção tem sido alvo de críticas por estar sobrelotado.</P><br />
<P>Pelo menos 17 imigrantes morreram sob custódia do ICE desde o início do ano, mas uma investigação recente da CNN refere que quase 50 detidos do ICE morreram desde que Trump assumiu a Presidência, o número mais elevado de mortes em pelo menos duas décadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772243]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Líder da Colômbia acusa Presidente dos EUA de apoiar &#8220;traficantes de droga&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 02:28:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder cessante da Colômbia, Gustavo Petro, acusou Donald Trump, que apoia o candidato de extrema-direita que venceu a primeira volta das presidenciais colombianas, de se ter aliado a "genocidas e traficantes de droga".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder cessante da Colômbia, Gustavo Petro, acusou Donald Trump, que apoia o candidato de extrema-direita que venceu a primeira volta das presidenciais colombianas, de se ter aliado a &#8220;genocidas e traficantes de droga&#8221;.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Presidente dos Estados Unidos anunciou o apoio &#8220;total e irrestrito&#8221; a Abelardo de la Espriella para a segunda volta das presidenciais na Colômbia, marcada para 21 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Os seus aliados na Colômbia vêm do regime narco-paramilitar; são genocidas traficantes de droga&#8221;, declarou Gustavo Petro, em entrevista à agência de notícias France-Press, na quinta-feira, no palácio presidencial de Bogotá. </P><br />
<P>A esquerda colombiana acusa regularmente grupos paramilitares de se envolverem no tráfico de droga e de terem cometido genocídio contra os movimentos de esquerda no auge do conflito que abalou o país nas décadas de 1980 e 1990.</P><br />
<P>&#8220;Lamento que os indivíduos e os governos que alegam combater o narcotráfico estejam a contribuir para levar o crime ao poder político na Colômbia&#8221;, acrescentou Petro, acusando Abelardo de la Espriella de representar o &#8220;fascismo mafioso&#8221;.</P><br />
<P>De la Espriella, empresário milionário e advogado, defendeu, nomeadamente, paramilitares acusados de tráfico de droga nos tribunais da Colômbia, o maior produtor mundial de cocaína.</P><br />
<P>O candidato, apelidado de &#8220;O Tigre&#8221;, acolheu com satisfação o apoio de Trump, prometendo estabelecer relações &#8220;como nunca antes&#8221; com os Estados Unidos, que &#8220;desempenha um papel decisivo na luta contra o crime e o narcoterrorismo&#8221;.</P><br />
<P>Petro alegou que Donald Trump não respeitou um acordo de não interferência nas eleições colombianas, que os dois teriam assinado durante uma visita à Casa Branca em fevereiro.</P><br />
<P>As relações entre o Petro e Trump estão tensas desde o regresso do magnata republicano à presidência.</P><br />
<P>Donald Trump chamou ao homólogo &#8220;barão do narcotráfico&#8221;, enquanto Gustavo Petro retorquiu que é a direita na Colômbia que &#8220;sempre esteve ligada ao narcotráfico&#8221;.</P><br />
<P>Tendo-se tornado o primeiro presidente de esquerda da história do país em 2022, Petro está constitucionalmente impedido de se candidatar a um segundo mandato.</P><br />
<P>Os Estados Unidos &#8220;estão a implementar uma política ideológica que divide o mundo entre aqueles que pensam como eles e aqueles que não pensam&#8221;, declarou o Presidente colombiano, segurando uma barra de chocolate feita por agricultores que substituíram os campos de coca, o principal componente da cocaína, por cacau.</P><br />
<P>Petro fez ainda questão de mostrar uma série de fotos que, segundo ele, comprovam os números que demonstram a diminuição da área de plantações de coca no país durante a sua presidência.</P><br />
<P>Antigo aliado da Venezuela, Petro, antigo guerrilheiro do movimento M-19, demarcou-se também do presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro, que está preso nos Estados Unidos após ser capturado em janeiro, durante uma operação militar norte-americana em Caracas.</P><br />
<P>&#8220;Conheci realmente [Hugo] Chávez&#8221; quando ele estava no poder, entre 1999 e 2013, mas &#8220;nunca mais voltei à Venezuela depois disso&#8221;, percebendo &#8220;um declínio político&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Gustavo Petro afirmou que falou com Maduro após a sua reeleição em 2024, que a oposição alega ter ganho e que não foi reconhecida por vários países.</P><br />
<P>&#8220;Eu disse-lhe pessoalmente: &#8216;Aprende a estar na oposição como nós estivemos durante 50 anos na Colômbia'&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772242]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sete pessoas detidas em Hong Kong no aniversário da repressão de Tiananmen</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sete-pessoas-detidas-em-hong-kong-no-aniversario-da-repressao-de-tiananmen/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 01:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polícia de Hong Kong deteve na quinta-feira sete pessoas por transportarem flores, fazerem gestos comemorativos ou vestirem roupas de luto no 37.º aniversário da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A polícia de Hong Kong deteve na quinta-feira sete pessoas por transportarem flores, fazerem gestos comemorativos ou vestirem roupas de luto no 37.º aniversário da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen.</P><br />
<P>Cinco homens e duas mulheres, com idades entre os 17 e os 79 anos, foram detidos temporariamente sob a acusação de perturbação da ordem pública perto do Parque Victoria.</P><br />
<P>Todos os identificados, incluindo o antigo presidente da extinta Liga dos Social-Democratas, Chan Po-ying, e a ativista Virginia Fung, foram libertados horas depois, sem serem acusados.</P><br />
<P>O dia foi marcado por uma forte presença policial.</P><br />
<P>Dezenas de polícias controlavam o acesso ao metro e ao perímetro do local onde, durante quase três décadas, até 180 mil pessoas se reuniram para a maior vigília à luz das velas do mundo em memória da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen.</P><br />
<P>As autoridades tinham avisado que iriam tomar medidas contra qualquer risco para a segurança nacional.</P><br />
<P>A operação começou na quarta-feira, quando um artista de Hong Kong, Chen Sanmu,  tentou amarrar um fio vermelho simbólico a um poste de sinalização em Causeway Bay, um movimentado bairro comercial, mas foi detido de imediato.</P><br />
<P>Na noite de quarta-feira, outra artista, Chan Mei-tung, que se encontrava em frente a uma zona comercial, segurava um balão em forma de ponto de interrogação, quando foi parada pela polícia, que a acompanhou de volta à estação de metro.</P><br />
<P>As ações policiais coincidem com o fim do julgamento da liderança da Aliança de Hong Kong em Apoio aos Movimentos Patrióticos e Democráticos da China, a plataforma que organizou a vigília histórica até à sua dissolução em 2021.</P><br />
<P>O advogado Chow Hang-tung e o ativista Lee Cheuk-yan declararam-se inocentes das acusações de &#8220;incitar à subversão do poder estatal&#8221; ao abrigo da lei de segurança nacional imposta por Pequim em 2020.</P><br />
<P>Um terceiro arguido, o ex-legislador Albert Ho, declarou-se culpado no julgamento, realizado perante três juízes nomeados pelo governo.</P><br />
<P>As três figuras da oposição estão em prisão preventiva desde 2021, aguardando o veredicto, previsto para julho, e enfrentam penas máximas de dez anos. </P><br />
<P>Em 04 de junho de 1989, o exército chinês avançou com tanques para dispersar protestos pacíficos liderados por estudantes, que pediam reformas democráticas para o país, causando um número de mortos que ainda hoje é objeto de discussão.</P><br />
<P>Estimativas chegam às dez mil vítimas, embora Pequim defenda que a repressão dos &#8220;tumultos contrarrevolucionários&#8221; tenha levado à morte de duas centenas de civis.</P><br />
<P>Durante três décadas, Hong Kong e Macau foram os únicos locais em solo chinês onde o 04 de junho em Pequim foi lembrado de forma pacífica, com vigílias anuais que, no caso de Hong Kong, reuniam dezenas de milhares de cidadãos. </P><br />
<P>A Polícia de Segurança Pública de Macau disse à Lusa não ter sido notificada sobre a organização de reuniões ou manifestações. </P><br />
<P>Em 2020, as autoridades proibiram, em Macau e Hong Kong, pela primeira vez em 30 anos, a realização da vigília em espaço público, numa decisão justificada com os trabalhos de prevenção da covid-19.</P><br />
<P>Já no ano seguinte, a PSP Macau citou pela primeira vez razões políticas para interditar a comemoração.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772241]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Parlamento dos EUA aprova apoio a Kiev e novas sanções à Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 01:27:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A câmara baixa do parlamento dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que poderá dar nove mil milhões de dólares em apoio à Ucrânia e impor sanções a setores-chave da economia da Rússia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A câmara baixa do parlamento dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que poderá dar nove mil milhões de dólares em apoio à Ucrânia e impor sanções a setores-chave da economia da Rússia.</P><br />
<P>A Câmara dos Representantes aprovou na quinta-feira, com 226 votos a favor a 195 contra, a proposta apresentada pelo democrata Gregory Meeks, apesar das objeções dos líderes republicanos que alertaram que iria prejudicar as negociações de paz.</P><br />
<P>O projeto iria dar mais de mil milhões de dólares (861 milhões de euros) em ajuda para a segurança e reconstrução da Ucrânia e mais oito mil milhões de dólares (6,9 mil milhões de euros) para a defesa do país, através de empréstimos.</P><br />
<P>A votação é um sinal de impaciência com a abordagem do Presidente norte-americano à guerra e representa a segunda grande divergência da Câmara com Donald Trump em matéria de política externa esta semana.</P><br />
<P>Na quarta-feira, a câmara baixa do Congresso aprovou, pela primeira vez, uma resolução sobre os poderes de guerra com o objectivo de travar a acção militar dos EUA contra o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Todos queremos que esta guerra termine&#8221;, disse Meeks.</P><br />
<P>&#8220;A questão é como. Vamos abandonar a Ucrânia e forçá-la a um acordo terrível? É com isto que [o Presidente russo] Vladimir Putin conta. Ou será que esta Câmara vai cumprir os compromissos que assumimos desde o início desta guerra?&#8221; questionou o democrata.</P><br />
<P>A grande maioria dos republicanos opôs-se à medida.</P><br />
<P>French Hill, presidente da Comissão de Serviços Financeiros da Câmara, alertou que a proposta prevê menos financiamento para a assistência de segurança à Ucrânia em comparação com o que o Congresso tinha acordado como parte da política de defesa deste ano.</P><br />
<P>Outra secção poderia levar a uma diminuição dos gastos com a defesa por parte de alguns membros da NATO, acrescentou.</P><br />
<P>No final, 18 republicanos, 207 democratas e um independente votaram a favor do projeto de lei. A democrata Ilhan Omar juntou-se a 194 republicanos e votou contra.</P><br />
<P>Os apoiantes esperam que a aprovação do projeto de lei sobre a Ucrânia pela Câmara pressione o Senado (câmara alta) a fazer o mesmo. Mas também sabem que o Senado provavelmente não concordará, a menos que Trump subscreva o projeto de lei.</P><br />
<P>A guerra que se seguiu à invasão em grande escala da Rússia ao país vizinho dura há mais de quatro anos, sem fim à vista. Nos últimos dias, ambos os lados procuraram vantagem lançando ataques com mísseis de longo alcance.</P><br />
<P>Os esforços de paz liderados pelos EUA perderam força à medida que a situação na Ucrânia se agravava.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, aceitou um cessar-fogo incondicional exigido por Trump, mas Putin recusou.</P><br />
<P>A discussão no Senado em relação à Ucrânia girou em torno de um projeto de lei que imporia tarifas abrangentes e sanções secundárias aos países que compram petróleo, gás, urânio e outras exportações à Rússia, que são cruciais para o financiamento das forças armadas russas. Mas o projeto de lei está parado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772240]]></sapo:autor>
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		<title>EUA reavaliam presença na Bósnia face a desacordo sobre novo Alto Representante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 01:09:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos vão rever a presença na Bósnia depois de Washington e a União Europeia não terem chegado a acordo para nomear um novo Alto Representante para supervisionar o acordo de paz no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos vão rever a presença na Bósnia depois de Washington e a União Europeia não terem chegado a acordo para nomear um novo Alto Representante para supervisionar o acordo de paz no país.</P><br />
<P>&#8220;A indecisão europeia e o facto de o PIC [sigla em inglês do Conselho de Implementação da Paz] estar a fugir às suas responsabilidades para com a Bósnia-Herzegovina obrigam os Estados Unidos a rever o seu papel na atual presença internacional na Bósnia-Herzegovina&#8221;, disse um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, num comunicado divulgado na quinta-feira.</P><br />
<P>O Comité Executivo do PIC estava reunido em Sarajevo desde quarta-feira, mas não conseguiu selecionar o novo Alto Representante, após a demissão, em maio, do alemão Christian Schmidt.</P><br />
<P>&#8220;Todos os participantes esperam que seja nomeado um candidato de consenso nos próximos dias, com vista a uma transição até ao final de junho&#8221;, disse Schmidt, num vídeo publicado nas redes sociais.</P><br />
<P>O antigo ministro da Agricultura alemão, de 68 anos, anunciou em maio, de forma inesperada, a saída do cargo, que o próprio atribuiu à pressão &#8220;enorme e inesperada&#8221; de Washington.</P><br />
<P>O presidente do Conselho Europeu, António Costa, declarou na segunda-feira que &#8220;é importante que o novo Alto Representante (&#8230;) represente a escolha da Bósnia-Herzegovina de continuar no caminho para a adesão à União Europeia&#8221;.</P><br />
<P>Schmidt foi nomeado em 2021 e envolveu-se numa longa disputa de poder com o líder sérvio-bósnio Milorad Dodik.</P><br />
<P>O Gabinete do Alto Representante foi criado após a guerra na Bósnia (1992-1995), que causou cerca de 100 mil mortos, forçando ainda milhões de pessoas a deslocarem-se.</P><br />
<P>O Alto Representante tem, desde então, a função de supervisionar a implementação dos acordos de paz de Dayton que puseram fim ao conflito.</P><br />
<P>Os poderes deste cargo são numerosos e discricionários, permitindo promulgar ou revogar leis e destituir funcionários eleitos, e o seu mandato não tinha limite temporal.</P><br />
<P>Desde o final da guerra em 1995, a Bósnia está dividida em duas entidades autónomas: a República Sérvia (49% do território) e a Federação da Bósnia e Herzegovina, ligadas por um frágil governo central.</P><br />
<P>À chegada de Schmidt, Milorad Dodik classificou-o imediatamente de &#8220;ilegítimo&#8221; e de &#8220;turista&#8221;, argumentando que não contava com a aprovação formal do Conselho de Segurança da ONU devido à oposição da Rússia e da China.</P><br />
<P>O líder sérvio-bósnio, que mantém laços estreitos com Moscovo, apresentou frequentemente Schmidt como uma ameaça para a República Sérvia.</P><br />
<P>Milorad Dodik, alvo de sanções norte-americanas durante anos, viu estas serem levantadas este ano e mantém laços com pessoas do círculo da família do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>Donald Trump Jr., um dos filhos do Presidente norte-americano, deslocou-se a Banja Luka, capital da República Sérvia, no âmbito de uma visita qualificada de &#8220;cordial&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772239]]></sapo:autor>
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		<title>Anthropic alerta para auto-melhoria da IA e sugere pausa no seu desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 00:25:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Anthropic alertou que a inteligência artificial será capaz de criar o "seu próprio sucessor" de forma totalmente autónoma nos próximos anos, sugerindo "uma pausa" no seu desenvolvimento para que a sociedade e a investigação possam "acompanhar o ritmo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Anthropic alertou que a inteligência artificial será capaz de criar o &#8220;seu próprio sucessor&#8221; de forma totalmente autónoma nos próximos anos, sugerindo &#8220;uma pausa&#8221; no seu desenvolvimento para que a sociedade e a investigação possam &#8220;acompanhar o ritmo&#8221;.</P><br />
<P>A empresa norte-americana revelou, numa publicação, quinta-feira, que delega cada vez mais o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) aos seus próprios sistemas de IA e, à medida que a capacidade computacional aumenta, aproxima-se a possibilidade da &#8220;auto-melhoria recursiva&#8221;, ou seja, que ela própria conceba e desenvolva o seu sucessor.</P><br />
<P>A autoaperfeiçoamento recursivo, que &#8220;não é inevitável&#8221; e &#8220;pode chegar antes que muitas instituições estejam preparadas&#8221;, pode ser benéfico para a ciência e a saúde, mas também &#8220;aumentar os riscos de os humanos perderem o controlo dos sistemas de IA&#8221;, salientou.</P><br />
<P>&#8220;Se os sistemas forem capazes de criar inteiramente os seus próprios sucessores, as formas de os tornar seguros, supervisioná-los e moldar o seu comportamento tornam-se muito mais importantes&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A empresa acredita que &#8220;provavelmente será benéfico&#8221; abrandar o desenvolvimento da IA para poder dedicar mais tempo a abordar as suas &#8220;imensas implicações&#8221;, e apelou à colaboração de empresas de todo o mundo com o seu departamento de investigação, o The Anthropic Institute, para estabelecer um quadro de referência.</P><br />
<P>&#8220;Acreditamos que seria bom para o mundo ter a opção de travar ou pausar temporariamente o desenvolvimento da IA de ponta, para permitir que as estruturas sociais e a investigação em alinhamento possam acompanhar o ritmo do avanço da tecnologia&#8221;, declarou.</P><br />
<P>A Anthropic propõe ajudar a construir os sistemas que essa pausa exigiria, com formas de &#8220;verificar&#8221; se os outros realmente param para evitar favorecer um &#8220;agente mal-intencionado&#8221;, e destacou que laboratórios &#8220;bem financiados&#8221; em vários países deverão &#8220;aceitar parar nas mesmas condições&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Uma pausa credível também tem de especificar o que a desencadeia, o que a levanta e quem a arbitra&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O texto, assinado pelo cofundador da Anthropic, Jack Clark, e pela diretora do The Anthropic Institute, Marina Favaro, descreve, utilizando dados internos, a rapidez com que os seus modelos avançados estão a melhorar, e prevê que, no futuro, agentes como o seu Claude poderão treinar-se sozinhos.</P><br />
<P>Por exemplo, explicou que hoje mais de 80% do código que a Anthropic incorpora na sua base de código foi criado pelo Claude, quando há pouco mais de um ano, em fevereiro de 2025, o número era inferior a 10%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772237]]></sapo:autor>
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		<title>Quarenta e nove nigerinos morreram de sede após avaria no deserto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 00:10:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quarenta e nove cidadãos do Níger morreram de sede no deserto, na zona fronteiriça entre a Argélia, o Níger e o Mali, após a avaria do camião que os transportava, disseram quinta-feira autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quarenta e nove cidadãos do Níger morreram de sede no deserto, na zona fronteiriça entre a Argélia, o Níger e o Mali, após a avaria do camião que os transportava, disseram quinta-feira autoridades locais.</P><br />
<P>As 49 pessoas &#8220;morreram de sede numa zona remota situada a mais de 80 quilómetros a oeste de Assamaka&#8221;, segundo as autoridades da província de Agadez, que administra a zona, precisando que os viajantes regressavam do Mali.</P><br />
<P>&#8220;Privados de água e incapazes de reparar o veículo, apesar dos esforços do motorista, dos seus ajudantes e dos passageiros, os viajantes viram-se presos no meio de um ambiente hostil, onde as temperaturas extremas e a ausência de pontos de abastecimento tornam a sobrevivência extremamente difícil&#8221;, explicou a administração provincial, acrescentando que as vítimas foram enterradas em valas comuns.</P><br />
<P>Segundo as autoridades, &#8220;duas pessoas sobreviveram a esta provação&#8221; e &#8220;percorreram mais de 50 quilómetros a pé antes de chegarem a uma poça de água e, posteriormente, a Assamaka, onde puderam dar o alarme&#8221;.</P><br />
<P>Esta zona desértica, evocada pelas autoridades locais como &#8220;um dos ambientes mais hostis do planeta&#8221;, ponto de passagem conhecido dos migrantes africanos que procuram chegar à Europa, é regularmente palco de tragédias deste tipo.</P><br />
<P>Em 2025, pelo menos 35 migrantes morreram no deserto do Níger, segundo relatou a organização não governamental Alarme Phone Sahara (APS).</P><br />
<P>Em outubro de 2013, 92 migrantes nigerianos (33 mulheres, 52 crianças e sete homens) morreram de sede no meio do deserto, no norte do Níger, perto da fronteira com a Argélia, depois de terem sido abandonados por traficantes na sequência de avarias nos veículos. Tentavam chegar à Argélia.</P><br />
<P>Mais de 34 mil migrantes foram expulsos da Argélia para o vizinho Níger em 2025, segundo a APS.</P><br />
<P>No final de março, a Argélia e o Níger, que partilham uma fronteira de 959 quilómetros no meio do deserto, reforçaram a cooperação na luta contra &#8220;a ameaça terrorista&#8221;, a criminalidade transfronteiriça e o aumento do comércio ilícito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772236]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 0,74%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-cair-074/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 00:06:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje mista, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,74% para 66.970,38 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje mista, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,74% para 66.970,38 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>No sentido contrário, o segundo indicador, o Topix, subia 0,15% para 3.957,82 pontos, às 09:03 locais (01:03 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772234]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Presidente cubano condena &#8220;agressividade e perversidade&#8221; dos EUA após novas sanções</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-cubano-condena-agressividade-e-perversidade-dos-eua-apos-novas-sancoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 00:03:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, condenou na quinta-feira a "agressividade e perversidade" dos Estados Unidos, após a imposição de novas sanções norte-americanas a si e à sua família e a vários elementos da família Castro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, condenou na quinta-feira a &#8220;agressividade e perversidade&#8221; dos Estados Unidos, após a imposição de novas sanções norte-americanas a si e à sua família e a vários elementos da família Castro.</P><br />
<P>&#8220;A agressividade e a perversidade do Governo ianque confrontar-se-ão com a nossa determinação de enfrentar os piores cenários e resistir ao ataque imperialista&#8221;, declarou o chefe de Estado cubano na rede social X.</P><br />
<P>Estas sanções &#8220;pretendem reforçar as medidas de embargo e o clima de conflito entre Cuba e os Estados Unidos&#8221;, acusou Díaz-Canel.</P><br />
<P>O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos impôs sanções financeiras a Díaz-Canel, à mulher, Lis Cuesta, ao enteado, Manuel Anido Cuesta, ao coronel Alejandro Castro Espin &#8211; filho do ex-presidente Raúl Castro &#8211; e ao seu filho, Raúl Alejandro Castro Calis.</P><br />
<P>O Governo do Presidente norte-americano, Donald Trump, impôs também sanções ao Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba e aos Comités de Defesa da Revolução (CDR), uma rede de comités de bairro criada para articular o apoio popular à revolução comunista.</P><br />
<P>A lista de entidades sancionadas é completada com o Instituto Cubano de Amizade com os Povos, a empresa mineira La Victoria e a agência de viagens Amistur.</P><br />
<P>As sanções proíbem transações financeiras e comerciais com as pessoas e entidades designadas, cujos bens sob jurisdição dos Estados Unidos ficam congelados.</P><br />
<P>Esta ronda de sanções faz parte da estratégia do Governo republicano de pressionar Cuba para forçar mudanças económicas e políticas na ilha caribenha, enquanto Trump repete que, devido à sua situação geográfica, a apenas 150 quilómetros da Florida, ela constitui &#8220;uma ameaça extraordinária à segurança nacional dos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>Desde a captura do então Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, num ataque militar norte-americano a 03 de janeiro deste ano na Venezuela, Trump impôs um embargo petrolífero a Cuba, o que agravou a crise económica do país, e tem repetidamente ameaçado &#8220;assumir o controlo&#8221; da ilha.</P><br />
<P>O Departamento de Justiça norte-americano apresentou também no mês passado uma acusação formal contra Raúl Castro por alegada responsabilidade na queda, em 1996, de dois aviões pertencentes a uma organização de exilados cubanos, que resultou na morte de quatro pessoas.</P><br />
<P>Neste contexto, Washington e Havana têm mantido negociações discretas nas quais Raúl Guillermo Rodríguez Castro, um dos netos de Raúl Castro, conhecido como &#8220;El Cangrejo&#8221; (&#8220;O Caranguejo&#8221;), terá atuado como um dos interlocutores cubanos.</P><br />
<P>O Governo de Cuba insiste que qualquer mudança no país deve ser decidida pelo povo cubano e denuncia que os Estados Unidos estão a preparar uma agressão militar à ilha.</P></p>
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		<title>Trump encabeçará abertura de festejos de 250 anos dos EUA após cancelamento de artistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 23:45:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na quinta-feira que encabeçará, a 24 de junho, um grande comício em Washington para dar início às comemorações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na quinta-feira que encabeçará, a 24 de junho, um grande comício em Washington para dar início às comemorações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos. </P><br />
<P>A alteração ao programa original do evento inaugural, batizado como &#8220;The Great American State Fair (A Grande Feira Estadual Americana)&#8221;, ocorreu após o cancelamento por vários artistas da sua participação, invocando tensões políticas. </P><br />
<P>Na sua rede social, Truth Social, Trump escreveu que será &#8220;o maior comício de todos os tempos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não queremos cantores sem talento mas com enormes honorários, que vos dão sono &#8212; dissemos-lhes a todos que ficassem em casa&#8221;, acrescentou o Presidente republicano, referindo-se aos artistas que compunham o cartaz inicialmente anunciado para o evento.</P><br />
<P>O chefe de Estado norte-americano precisou que será acompanhado de música que os norte-americanos &#8220;ouvem há anos&#8221; e confirmou que contará com a atuação de Lee Greenwood, sobretudo conhecido por interpretar &#8220;God Bless the U.S.A.&#8221;, uma canção patriótica lançada em 1984 que se tornou um hino frequente em comícios políticos, cerimónias militares e celebrações nacionais nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O tenor Christopher Dennis, cuja voz Trump comparou à de Luciano Pavarotti, também acompanhará o Presidente, com um repertório de canções religiosas.</P><br />
<P>O anúncio surge depois de diversos artistas terem cancelado a participação nos concertos previstos para inaugurar &#8220;The Great American State Fair&#8221;, o festival promovido pela organização Freedom 250 como parte das celebrações nacionais do aniversário da independência dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Entre os que abandonaram o cartaz, estão o cantor de &#8216;rock&#8217; Bret Michaels, vocalista da banda Poison, bem como as bandas Alabama, The Marshall Tucker Band, The Oak Ridge Boys e o músico &#8216;country&#8217; Mark Wills.</P><br />
<P>Os cancelamentos obrigaram os organizadores a repensar a programação da cerimónia de abertura de 24 de junho e de todo o festival estadual, que se estenderá até 10 de julho e contará com pavilhões de todos os 50 estados, exposições históricas e atividades culturais como parte das comemorações dos &#8220;250 anos da América&#8221;.</P></p>
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		<title>Cuba condena novas sanções financeiras dos EUA a Díaz-Canel e família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 23:09:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo cubano condenou hoje as sanções financeiras impostas pelos Estados Unidos ao Presidente, Miguel Díaz-Canel, e a familiares, afirmando que qualquer ação que vise "criar um cenário de conflito" está destinada ao fracasso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo cubano condenou hoje as sanções financeiras impostas pelos Estados Unidos ao Presidente, Miguel Díaz-Canel, e a familiares, afirmando que qualquer ação que vise &#8220;criar um cenário de conflito&#8221; está destinada ao fracasso.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodríguez, declarou nas redes sociais que a &#8220;vil inclusão&#8221; de Díaz-Canel, de parte da sua família e de outras pessoas e instituições cubanas na lista de sancionados é &#8220;o mais recente exemplo do plano intervencionista norte-americano&#8221; para retratar Havana &#8220;como uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cada ação norte-americana destinada a construir um cenário de conflito entre os dois países estará condenada ao fracasso. Cada ameaça à independência e soberania de Cuba será enfrentada com ainda mais unidade e determinação do nosso povo&#8221;, sublinhou o chefe da diplomacia cubana.</P><br />
<P>O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos impôs sanções financeiras a Díaz-Canel, à mulher, Lis Cuesta, ao enteado, Manuel Anido Cuesta, ao coronel Alejandro Castro Espin, filho do ex-presidente Raúl Castro, e ao seu filho, Raúl Alejandro Castro Calis.</P><br />
<P>O Governo do Presidente norte-americano, Donald Trump, impôs também sanções ao Ministério das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba e aos Comités de Defesa da Revolução (CDR), uma rede de comités de bairro criada para articular o apoio popular à revolução comunista.</P><br />
<P>A lista de entidades sancionadas é completada com o Instituto Cubano de Amizade com os Povos, a empresa mineira La Victoria e a agência de viagens Amistur.</P><br />
<P>As sanções proíbem transações financeiras e comerciais com as pessoas e entidades designadas, cujos bens sob jurisdição dos Estados Unidos ficam congelados.</P><br />
<P>Esta ronda de sanções faz parte da estratégia do Governo Trump de pressionar Cuba para forçar mudanças económicas e políticas na ilha caribenha.</P><br />
<P>Desde a captura do então Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, num ataque militar norte-americano a 03 de janeiro deste ano na Venezuela, Trump impôs um embargo petrolífero a Cuba, o que agravou a crise económica do país, e ameaçou repetidamente &#8220;assumir o controlo&#8221; da ilha.</P><br />
<P>O Departamento de Justiça norte-americano apresentou também no mês passado uma acusação formal contra Raúl Castro por alegada responsabilidade na queda, em 1996, de dois aviões pertencentes a uma organização de exilados cubanos, que resultou na morte de quatro pessoas.</P><br />
<P>Neste contexto, Washington e Havana têm mantido negociações discretas nas quais Raúl Guillermo Rodríguez Castro, um dos netos de Raúl Castro, conhecido como &#8220;El Cangrejo&#8221; (&#8220;O Caranguejo&#8221;), terá atuado como um dos interlocutores cubanos.</P><br />
<P>O Governo de Cuba insiste que qualquer mudança no país deve ser decidida pelo povo cubano e denuncia que os Estados Unidos estão a preparar uma agressão militar à ilha.</P></p>
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