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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mortes por acidente de trabalho recuam 11,8% em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[acidentes de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de acidentes de trabalho aumentou 1,3% em 2024, face a 2023, sendo que houve 120 mortes resultantes desses acidentes, um recuo de 11,8%, em termos homólogos, segundo a síntese elaborada do GEP hoje divulgada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de acidentes de trabalho aumentou 1,3% em 2024, face a 2023, sendo que houve 120 mortes resultantes desses acidentes, um recuo de 11,8%, em termos homólogos, segundo a síntese elaborada do GEP hoje divulgada.</p>
<p>Em 2024, foram registados 187.018 acidentes de trabalho em Portugal, mais 2.411 face aos 184.607 (o equivalente a uma subida de 1,3%) face aos 184.607 registados em 2023.</p>
<p>Deste total, 120 resultaram em vítimas mortais, isto é, um decréscimo de 11,8% face aos 136 registados em igual período do ano anterior, de acordo com síntese elaborada pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.</p>
<p>Isto significa que a taxa de incidência foi de 2,3%, inferior aos 2,7% registados em 2023 e aos 2,9% em 2022.</p>
<p>&#8220;Apesar disso, no total dos acidentes assistimos a um crescimento do número total de dias de trabalho perdidos em 4,3% o que resultou no aumento da média de dias de trabalho perdidos por acidente de trabalho (39,8)&#8221;, lê-se.</p>
<p>No que respeita à atividade económica, cerca de um quinto (22,2%) dos acidentes de trabalho ocorreram na indústria transformadora e cerca de um terço (32,5%) dos acidentes mortais ocorreram na construção.</p>
<p>Face à população exposta ao risco, o setor onde a sinistralidade teve maior impacto foi o da captação, tratamento e distribuição de água; saneamento, gestão de resíduos e despoluição com 8.437,7 acidentes por cada 100.000 trabalhadores e o da construção &#8220;com 8.362,0 acidentes por cada 100.000 trabalhadores&#8221;.</p>
<p>Os dados revelam ainda que a maioria dos acidentes de trabalho, bem como das mortes associadas a esses acidentes aconteceram em empresas com entre um e 49 trabalhadores (45,6% e 64,3%, respetivamente).</p>
<p>&#8220;No interior do estabelecimento ocorreram 69,7% do total de acidentes e 55,8% dos acidentes com consequência mortal no exterior do estabelecimento&#8221;, aponta ainda a síntese.</p>
<p>Do total dos mais de 187 mil acidentes de trabalho registados em 2024, quase metade (46,2%) provocaram feridas e lesões superficiais, enquanto 36,1% provocaram lesões nas extremidades superiores.</p>
<p>Já no que toca aos acidentes com consequência mortal, 57,1% provocaram lesões múltiplas, enquanto 65% provocaram lesões no corpo inteiro.</p>
<p>Por faixa etária, dos &#8220;sinistrados para os quais se conhece a idade à data do acidente, 48,7% tinham entre os 35 e os 54 anos, sendo o escalão mais afetado o do 45 aos 54 anos&#8221;, enquanto nos que toca especificamente às vítimas mortais 47,9% tinham entre 45 e 64 anos, sendo o escalão mais afetado o do 45 aos 54 anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783846]]></sapo:autor>
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		<title>Euro cai mas segura-se na barreira dos 1,14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Euro]]></category>
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					<description><![CDATA[O euro caiu hoje face ao dólar, mas ficou na barreira dos 1,14 dólares, no dia em que o ex-Presidente dos EUA Barack Obama considerou que o país está no mesmo ponto que antes da guerra com o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O euro caiu hoje face ao dólar, mas ficou na barreira dos 1,14 dólares, no dia em que o ex-Presidente dos EUA Barack Obama considerou que o país está no mesmo ponto que antes da guerra com o Irão. </P><br />
<P>Às 18:00 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1415 dólares, quando na segunda-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1426 dólares. </P><br />
<P>O euro também recuou em comparação com a libra, mas cresceu face ao iene. </P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio de referência do euro em 1,1394 dólares.</P><br />
<P>Na sessão de hoje, o euro oscilou entre 1,1383 e 1,1420 dólares.</P><br />
<P>O antigo presidente norte-americano Barack Obama considerou hoje que o país está no mesmo ponto de antes da guerra com o Irão, &#8220;ou até um pouco pior&#8221;, defendendo o acordo nuclear alcançado no seu mandato.</P><br />
<P>Numa entrevista à rede norte-americana NBC, Obama lamentou que Washington continue no mesmo ponto relativamente à questão nuclear do Irão, apesar de os Estados Unidos terem gasto &#8220;milhares de milhões de dólares e sujeitado as Forças Armadas a uma enorme pressão&#8221;, numa guerra em que &#8220;muitas pessoas morreram&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Dá a impressão de que regressámos ao ponto em que estávamos antes do início da guerra, embora talvez numa situação ainda ligeiramente pior&#8221;, argumentou o antigo líder democrata.</P><br />
<P>Obama mostrou-se ainda expectante quanto aos acordos que poderão ser alcançados nos 60 dias de trégua estabelecidos pelo memorando assinado pelos Estados Unidos e pelo Irão a 18 de junho.</P><br />
<P></P><br />
<P></P><br />
<P>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..segunda-feira</P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1,1415&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.1,1426</P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;0,86143&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86207</P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.185,66&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.185,04</P><br />
<P> </P><br />
<P>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;162,63&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.161,75</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783851]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismos: Resgatada com vida criança de 3 anos ao sexto dia de buscas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:25:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma criança de 3 anos foi hoje resgatada, ao fim de quase seis dias presa sob os escombros na Venezuela, na sequência dos dois sismos de quarta-feira passada, anunciou o Ministério da Comunicação venezuelano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma criança de 3 anos foi hoje resgatada, ao fim de quase seis dias presa sob os escombros na Venezuela, na sequência dos dois sismos de quarta-feira passada, anunciou o Ministério da Comunicação venezuelano.</P><br />
<P>O resgate ocorreu num edifício da zona de Los Corales, no estado de La Guaira, no norte do país, a região mais afetada pelos sismos, que causaram pelo menos 1.719 mortos e 5.034 feridos, de acordo com os dados mais recentes avançados pelo Governo venezuelano.</P><br />
<P>&#8220;As operações de salvamento foram realizadas pela missão de equipas de resgate da Jordânia&#8221;, precisou o Ministério da Comunicação, quando já tinham passado quase 140 horas desde os sismos, um de 7,2 e outro de 7,5 na escala de Richter.</P><br />
<P>Na segunda-feira, outra criança foi retirada com vida dos escombros de um edifício também em La Guaira, disse o Governo.</P><br />
<P>Numa publicação nas redes sociais, o Ministério da Comunicação venezuelano indicou que o resgate esta madrugada ocorreu no setor de Caribe, em La Guaira, onde numerosas construções ruíram devido aos fortes abalos.</P><br />
<P>Mais de 3.300 operacionais de busca e salvamento enviados por 27 países, sob coordenação das Nações Unidas, encontram-se na Venezuela para apoiar as operações de localização de sobreviventes sob os escombros, anunciou a Presidente interina, Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>Os dois sismos causou ainda pelo menos 15.866 desalojados e afetou 855 edifícios, dos quais 189 ruíram totalmente, de acordo com dados oficiais.</P><br />
<P>Uma primeira avaliação preliminar realizada pela agência espacial norte-americana NASA, com base em imagens de satélite, indicou que os dois sismos podem ter danificado ou destruído cerca de 58.870 edifícios em toda a região afetada.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 56 portugueses e lusodescendentes e 91 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>Os sismos ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, indicou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783850]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Paz no papel, guerra no terreno: Netanyahu mantém bombardeamentos no sul do Líbano após acordo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hezbollah]]></category>
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		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com dados do Ministério da Saúde libanês citados pelo jornal espanhol, os bombardeamentos já provocaram mais de 4.200 mortos e deslocaram mais de um milhão de pessoas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A paz continua distante no sul do Líbano. Apesar do acordo-quadro assinado na passada sexta-feira entre Israel e o Governo libanês, com mediação dos Estados Unidos, os bombardeamentos israelitas prosseguiram em território libanês, mantendo a população sem sinais concretos de alívio.</p>
<p>Segundo o ‘El País’, o acordo começa com uma declaração de intenção clara: “Israel e Líbano declaram a sua intenção de pôr fim definitivo ao conflito.” Mas, no terreno, a realidade permanece marcada por ataques, deslocações forçadas e destruição.</p>
<p>A ofensiva israelita no sul do Líbano aproxima-se do quarto mês. De acordo com dados do Ministério da Saúde libanês citados pelo jornal espanhol, os bombardeamentos já provocaram mais de 4.200 mortos e deslocaram mais de um milhão de pessoas.</p>
<p>Desde a assinatura do acordo, meios árabes relataram ataques de drones e artilharia israelita contra localidades como Mayfadoun, Taybe, Hadatha e Nabatiyeh. Esta última é uma das cidades mais importantes do sul do Líbano e tem estado no centro da tentativa israelita de consolidar posições naquela que é já a invasão mais profunda do país em décadas.</p>
<p>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justifica os ataques com a necessidade de combater o Hezbollah e destruir a infraestrutura militar da milícia libanesa pró-iraniana.</p>
<p>Na noite deste domingo, Netanyahu afirmou que Israel tinha informado previamente o Governo libanês e os Estados Unidos antes de destruir um túnel subterrâneo onde, segundo Telavive, o Hezbollah escondia armas.</p>
<p>“Os comandantes e combatentes do Exército permanecerão na zona de segurança no sul do Líbano e continuarão a destruir a infraestrutura terrorista, eliminar as ameaças às comunidades do norte e garantir a segurança dos cidadãos israelitas”, declarou Netanyahu, numa nota também assinada pelo ministro da Defesa, Israel Katz.</p>
<p>O problema é que o novo acordo nasce já sob forte ceticismo. Nos últimos meses, Netanyahu foi acusado de violar repetidamente cessar-fogos anunciados pelos Estados Unidos, mesmo quando essas ruturas podiam comprometer negociações sensíveis com o Irão.</p>
<p>Ainda assim, o primeiro-ministro israelita procurou apresentar o entendimento como uma vitória política. O acordo foi negociado em várias rondas em Washington, sem participação do Hezbollah, e Netanyahu classificou-o como “uma vitória” para Israel e “um duro golpe” para o Irão.</p>
<p>“Isto também é um grande golpe para o Irão. O Irão está a tentar forçar-nos a retirar à força do sul do Líbano. E, de facto, Israel, Líbano e os Estados Unidos estão a dizer-lhes que isto não lhes diz respeito”, afirmou Netanyahu.</p>
<p>O resultado, porém, é um documento de 14 pontos considerado ambíguo. O texto não esclarece como nem quando ocorrerá a retirada das tropas israelitas do sul do Líbano. Refere apenas que essa retirada será “gradual” e condicionada ao desarmamento do Hezbollah.</p>
<p>A milícia libanesa já rejeitou o acordo e recusou implementá-lo, a menos que o Exército libanês esteja disposto a provocar uma guerra civil ao tentar impor o seu desarmamento.</p>
<p>“Israel e Líbano já assinaram diversos acordos no passado, e todos fracassaram. É importante lembrar que este é um acordo entre dois Estados que não estão em conflito armado; o conflito é com o Hezbollah”, explicou ao ‘El País’ o analista político Tal Elovits.</p>
<p>A retirada israelita é o ponto central do acordo, mas também o mais indefinido. O documento não apresenta datas, prazos ou detalhes concretos. Apenas prevê que, antes de uma retirada gradual, as tropas israelitas transfiram o controlo para o Exército libanês em duas “zonas piloto”.</p>
<p>Na prática, porém, não há sinais de recuo iminente. Na segunda-feira, fontes militares disseram ao jornal israelita ‘Haaretz’ que, por enquanto, a ordem dada às tropas é permanecerem no terreno.</p>
<p>Israel Katz foi ainda mais claro. “Não devemos aguardar ansiosamente notícias sobre onde Israel se retirará em seguida no Líbano, porque isso não acontecerá até que o Hezbollah seja desarmado. Não temos ambições territoriais no Líbano, mas enquanto o Hezbollah não for desarmado, não recuaremos um centímetro sequer”, afirmou o ministro da Defesa.</p>
<p>A ambiguidade é reforçada por informações divulgadas pelo &#8216;Canal 12&#8217; israelita, segundo as quais o acordo inclui um anexo de segurança confidencial, a pedido do Governo libanês. Esse anexo concederia às forças israelitas total liberdade de ação e estabeleceria que a retirada não será automática.</p>
<p>A confirmar-se, esta cláusula deixaria em aberto a continuação dos ataques israelitas numa zona bombardeada quase diariamente há cerca de quatro meses.</p>
<p>Para a população do sul do Líbano, o acordo ainda não trouxe qualquer mudança visível. O texto fala em fim definitivo do conflito, mas as bombas continuam a cair. E, enquanto Israel condicionar a retirada ao desarmamento do Hezbollah, e a milícia rejeitar esse cenário, a paz continuará mais próxima do papel do que do terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783847]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Acionistas da Ercros aprovam saída de bolsa após compra pela Bondalti</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acionistas-da-ercros-aprovam-saida-de-bolsa-apos-compra-pela-bondalti/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:10:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A assembleia geral da Ercros aprovou hoje a saída de bolsa da empresa após a Oferta Pública de Aquisição (OPA) feita pela empresa portuguesa Bondalti, que adquiriu 77,23% do seu capital em março.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A assembleia geral da Ercros aprovou hoje a saída de bolsa da empresa após a Oferta Pública de Aquisição (OPA) feita pela empresa portuguesa Bondalti, que adquiriu 77,23% do seu capital em março. </P><br />
<P>Os acionistas aprovaram também o lançamento de uma oferta pública de aquisição obrigatória pela Bondalti para aquisição das restantes ações que ainda não controla, ao preço de 3,505 euros por ação.</P><br />
<P>Durante a assembleia, o presidente Antón Valero afirmou que a operação proporcionará aos acionistas uma oportunidade de liquidez antes da exclusão de bolsa da Ercros, avisando que aqueles que não aceitarem a oferta do grupo português ficarão com uma participação numa empresa não cotada, sem liquidez e sem perspetiva de distribuição de dividendos.</P><br />
<P>Entre as propostas aprovadas esteve também a nova composição do Conselho de Administração, que passará a ser composto por sete em vez dos anteriores oito membros. </P><br />
<P>Segundo um comunicado da empresa, foi ratificada a nomeação de Antón Valero Solanellas como administrador não executivo, e de João Maria Guimarães José de Mello e de André Cabral Côrte-Real de Albuquerque como administradores executivos.</P><br />
<P>Os acionistas também aprovaram a nomeação de Luís Rebelo da Silva e de Agustín Franco Blasco como administradores executivos. Já as administradoras independentes Carme Moragues e Lourdes Vega continuarão a integrar a administração da Ercros. </P><br />
<P>Foi ainda aprovada a revogação da política de remuneração dos acionistas, em resposta à nova estrutura societária e em conformidade com o processo de saída de bolsa. </P><br />
<P>A assembleia geral contou com a presença de 54 acionistas representativos de 87,274% do capital subscrito.</P><br />
<P>Em março, o grupo português Bondalti, controlado pela &#8216;holding&#8217; José de Mello, assumiu o controlo da Ercros ao adquirir 77,23% do capital da química catalã, no âmbito de uma OPA no valor de cerca de 329 milhões de euros.</P><br />
<P>Inicialmente, o Conselho de Administração da empresa tinha emitido um parecer &#8220;desfavorável&#8221; à OPA da Bondalti, mas sem que a decisão tivesse sido tomada por unanimidade. </P><br />
<P>O grupo português argumentou que, apesar de um relatório indicar que nas duas últimas assembleias gerais os acionistas da Ercros manifestaram de forma maioritária a sua opinião desfavorável à OPA, &#8220;não há registo de que tenha havido qualquer votação a este respeito&#8221;.</P><br />
<P>A Bondalti defendeu ainda que tinha sido emitido &#8220;um grave juízo de valor ao insinuar que a Ercros ficaria diluída e perderia a sua relevância num conglomerado muito maior cujo negócio principal não é o químico, quando tal não corresponde à realidade&#8221;, reiterando que &#8220;a indústria química tem sido o negócio fundador do Grupo José de Mello desde a sua criação em 1898&#8221;.</P><br />
<P>A Bondalti é o maior produtor português e um dos principais operadores ibéricos no setor de químicos industriais, com unidades fabris em Estarreja (Portugal) e Torrelavega (Espanha). </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783842]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia leva guerra às comunicações espaciais e atinge alvo estratégico perto de Moscovo&#8230; pela segunda vez</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-leva-guerra-as-comunicacoes-espaciais-e-atinge-alvo-estrategico-perto-de-moscovo-pela-segunda-vez/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:08:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataque foi confirmado pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, numa mensagem publicada no Telegram]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia anunciou ter atingido, pela segunda vez, uma importante instalação russa de comunicações espaciais localizada perto de Moscovo, num ataque que terá visado um sistema de satélites usado para reconhecimento, comando e coordenação militar.</p>
<p>Segundo o ‘Kyiv Post’, o ataque foi confirmado pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, numa mensagem publicada no Telegram. O líder ucraniano descreveu o alvo como uma instalação especial de comunicações por satélite utilizada pelas forças russas nas operações contra a Ucrânia.</p>
<p><script async src="https://telegram.org/js/telegram-widget.js?24" data-telegram-post="V_Zelenskiy_official/19682" data-width="100%"></script></p>
<p>A infraestrutura fica a mais de 500 quilómetros da fronteira estatal ucraniana, de acordo com Zelensky, e será o maior complexo terrestre de comunicações por satélite da Rússia.</p>
<p>O presidente ucraniano afirmou que a instalação desempenha um papel central nas comunicações militares russas, incluindo no controlo de retransmissores por satélite usados pelo Ministério da Defesa russo para comando, reconhecimento e coordenação de tropas.</p>
<p>Zelensky acrescentou que as forças ucranianas já tinham atingido anteriormente quatro instalações russas semelhantes, incluindo nas regiões de Moscovo e Vladimir.</p>
<p>“Estamos a implementar gradualmente o nosso plano de sanções de longo alcance e a tornar o mais difícil possível para o Estado agressor conduzir operações agressivas contra a Ucrânia e ocupar os nossos territórios”, escreveu Zelensky, sem especificar os danos provocados pelo ataque mais recente.</p>
<p>O presidente ucraniano afirmou ainda que Kiev está a preparar novas operações contra infraestruturas russas semelhantes.</p>
<p>Robert “Madyar” Brovdi, comandante das Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia, confirmou também o envolvimento da unidade na operação, numa mensagem irónica publicada após o ataque.</p>
<p>“Pela segunda vez numa semana, as aves das Forças de Sistemas Não Tripulados chegaram a uma estação de comunicações espaciais em Moscovo. O assinante está fora de alcance”, escreveu Brovdi.</p>
<p>O ataque enquadra-se numa campanha ucraniana mais ampla contra infraestruturas militares russas de longo alcance. Nos últimos meses, Kiev tem procurado atingir instalações associadas a comunicações, produção militar, logística e capacidade de ataque em profundidade.</p>
<p>Antes deste novo ataque, o Estado-Maior ucraniano tinha divulgado os resultados de uma operação anterior contra o Centro de Comunicações Espaciais de Dubna. Segundo Kiev, a análise confirmou danos no complexo técnico e de hardware de uma antena MARK-IV de 32 metros, usada para comunicações por satélite.</p>
<p>O Estado-Maior afirmou ainda que o ataque danificou um edifício técnico adjacente e atingiu o principal edifício administrativo e de produção da instalação, incluindo a destruição parcial de uma parede.</p>
<p>De acordo com a Ucrânia, a infraestrutura alberga equipamentos centrais de comunicação, sistemas de controlo terrestre e o painel principal de controlo da rede de satélites.</p>
<p>Do lado russo, as autoridades afirmaram que as defesas aéreas intercetaram 419 drones ucranianos durante uma vaga de ataques transfronteiriços em larga escala. Segundo Moscovo, 56 drones foram abatidos quando se aproximavam da capital russa.</p>
<p>O presidente da Câmara de Moscovo, Sergei Sobyanin, disse que as unidades de defesa aérea começaram a intercetar drones dirigidos à capital por volta das quatro da manhã, hora local. Mais tarde, afirmou que 56 aparelhos tinham sido destruídos antes de chegarem a Moscovo e não comunicou vítimas ou danos na cidade.</p>
<p>Os ataques obrigaram ao encerramento temporário dos aeroportos de Domodedovo e Zhukovsky, em Moscovo.</p>
<p>Na região de Moscovo, o governador Andrei Vorobyov afirmou que a queda de um drone na localidade de Yegoryevsk provocou um incêndio numa casa particular e causou a morte de uma criança de seis meses. Duas crianças e dois adultos foram hospitalizados.</p>
<p>O Ministério da Defesa russo afirmou que, no total, 419 drones ucranianos foram abatidos durante a noite em 18 regiões e na Crimeia ocupada pela Rússia.</p>
<p>Moradores relataram também explosões em várias cidades, incluindo Tula, Novorossiysk e Ryazan.</p>
<p>A nova vaga de ataques ocorreu poucos dias depois de Moscovo ter afirmado que abateu 660 drones ucranianos entre quinta e sexta-feira, um dos números mais elevados comunicados pela Rússia desde o início da guerra.</p>
<p>Para Kiev, os ataques a infraestruturas de comunicações espaciais têm um objetivo claro: degradar a capacidade russa de coordenar operações, recolher informação e comandar forças no terreno. Para Moscovo, representam mais um sinal de que a guerra se estende cada vez mais a alvos estratégicos longe da linha da frente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783841]]></sapo:autor>
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		<title>Ações de empresa policial dispararam após contrato do ICE. Trump tinha comprado milhões semanas antes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/acoes-de-empresa-policial-dispararam-apos-contrato-do-ice-trump-tinha-comprado-milhoes-semanas-antes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[ICE]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente dos EUA comprou, a 10 de fevereiro, ações da Axon avaliadas entre um e cinco milhões de dólares, cerca de 878 mil a 4,4 milhões de euros, de acordo com declarações financeiras federais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump comprou ações da Axon, empresa de tecnologia policial conhecida pelas câmaras corporais usadas por agentes e pelas pistolas elétricas Taser, semanas antes de o Immigration and Customs Enforcement (ICE) propor um contrato federal de até 220 milhões de dólares, cerca de 193 milhões de euros, que poderá beneficiar a empresa.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, o presidente dos EUA comprou, a 10 de fevereiro, ações da Axon avaliadas entre um e cinco milhões de dólares, cerca de 878 mil a 4,4 milhões de euros, de acordo com declarações financeiras federais.</p>
<p>Duas semanas depois, o ICE anunciou que pretendia comprar quase 18 mil armas elétricas para reforçar o seu stock de Tasers, no âmbito de um contrato que poderá durar até cinco anos e atingir 220 milhões de dólares.</p>
<p>Na semana seguinte ao anúncio do concurso, as ações da Axon subiram mais de 34%, segundo uma análise da &#8216;CNBC&#8217; citada pelo jornal britânico. Essa valorização poderá ter gerado ganhos de centenas de milhares de dólares para Trump, caso tenha mantido parte da posição durante a subida.</p>
<p>O caso levanta novas questões sobre potenciais conflitos de interesses entre os investimentos do presidente e as decisões da sua própria administração. A Axon é uma empresa diretamente exposta à expansão de políticas de segurança pública e controlo migratório, áreas em que a Casa Branca tem apostado de forma marcada.</p>
<p>“A preocupação é que Trump tenha investido numa empresa cujo negócio pode crescer se a sua própria administração expandir a fiscalização migratória”, afirmou Jordan Libowitz, da organização Citizens for Responsibility and Ethics in Washington.</p>
<p>As declarações financeiras mostram que Trump continuou a comprar e vender ações da Axon ao longo de fevereiro e março. Os documentos, que cobrem os primeiros três meses de 2026, indicam ainda que o presidente poderá ter mantido uma participação de pelo menos seis dígitos na empresa.</p>
<p>A Casa Branca rejeita a existência de conflito de interesses, sublinhando que o contrato ainda não foi atribuído. Anna Kelly, porta-voz da administração, afirmou ao ‘The Independent’ que esta é “a mesma narrativa cansada” que os democratas têm usado contra Trump, a sua família e a sua administração há uma década.</p>
<p>“Trump atua apenas no melhor interesse do público americano”, defendeu a porta-voz.</p>
<p>A Casa Branca remeteu ainda para uma declaração anterior de Eric Trump, filho do presidente, segundo a qual os ativos de Trump são mantidos em contas discricionárias geridas por instituições financeiras independentes.</p>
<p>“Nem o presidente Trump, nem a sua família, nem a Trump Organization têm qualquer papel na seleção, direção, aprovação, influência ou solicitação de investimentos específicos”, afirmou Eric Trump numa publicação feita em maio.</p>
<p>No primeiro trimestre deste ano, Trump declarou operações bolsistas avaliadas em pelo menos 220 milhões de dólares, cerca de 193 milhões de euros. Críticos consideram estas transações inadequadas e eticamente problemáticas, tendo em conta o peso das decisões da Casa Branca sobre várias empresas cotadas.</p>
<p>Entre as empresas em que Trump terá negociado ações estão Oracle, Meta, Nvidia e Apple, cujos negócios são fortemente influenciados por políticas comerciais, tecnológicas e regulatórias da administração.</p>
<p>Ao mesmo tempo, algumas dessas empresas, ou os seus principais executivos, fizeram donativos para projetos associados ao presidente, incluindo a tomada de posse, o novo salão de baile da Casa Branca e as celebrações dos 250 anos dos Estados Unidos.</p>
<p>As relações entre Trump e a família Ellison, ligada à Oracle, têm sido particularmente escrutinadas. Larry Ellison, cofundador da empresa, doou cerca de 45 milhões de dólares a grupos que apoiaram a campanha de Trump em 2024, segundo o ‘The Wall Street Journal’, e a Oracle patrocinou a organização Freedom 250, alinhada com o universo político do presidente.</p>
<p>A administração Trump escolheu também a Oracle como parceira-chave num projeto de centros de dados de inteligência artificial avaliado em 500 mil milhões de dólares, cerca de 439 mil milhões de euros.</p>
<p>O Departamento de Justiça aprovou ainda a operação que permite a David Ellison, filho de Larry Ellison e presidente executivo da Paramount Skydance, avançar com a compra da Warner Bros. Discovery, num negócio de 81 mil milhões de dólares, cerca de 71 mil milhões de euros.</p>
<p>O caso Axon junta-se a outras críticas sobre a proximidade entre decisões governamentais, contratos federais e interesses económicos ligados ao presidente, à sua família ou a figuras próximas da administração.</p>
<p>Segundo uma análise do ‘New York Times’ citada pelo ‘The Independent’, as famílias Trump e Lutnick têm ligações financeiras a pelo menos 14 empresas que colaboram ativamente com o Governo federal em negócios ligados à mineração, potencialmente beneficiados por mais de 8,9 mil milhões de dólares, cerca de 7,8 mil milhões de euros, em apoio público.</p>
<p>O jornal britânico refere ainda o crescimento do império de criptomoedas associado a Trump e à sua família, descrito como opaco, e que terá contribuído para aumentar o património líquido do presidente em 1,4 mil milhões de dólares, cerca de 1,2 mil milhões de euros, desde o seu regresso à Casa Branca.</p>
<p>Para os críticos, o problema não está apenas na legalidade formal das operações, mas na perceção de que decisões da administração podem afetar diretamente empresas nas quais o presidente, a sua família ou aliados têm interesses financeiros. A Casa Branca insiste que não há interferência direta de Trump nas decisões de investimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783836]]></sapo:autor>
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		<title>Operação Marquês: Estado português não deve pagar indemnização a José Sócrates, defende Ventura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:56:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
		<category><![CDATA[José Sòcrates]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Marquês]]></category>
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					<description><![CDATA[André Ventura falava em conferência de imprensa na sede do partido, depois de uma reunião com os deputados do Chega da Comissão de Assuntos Constitucionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Chega defendeu hoje que o Estado português não deve pagar qualquer indemnização a José Sócrates, mesmo que a tal seja condenado em última instância, assegurando que se for primeiro-ministro não o fará.</p>
<p>André Ventura falava em conferência de imprensa na sede do partido, depois de uma reunião com os deputados do Chega da Comissão de Assuntos Constitucionais a propósito da decisão judicial de condenar o Estado português a indemnizar o antigo primeiro-ministro José Sócrates em 15 mil euros &#8220;por má administração da justiça no processo Operação Marquês&#8221;.</p>
<p>Na mesma ocasião, o presidente do Chega anunciou que o partido entregará dez diplomas que classificou como &#8220;um dos maiores, senão o maior pacote anticorrupção em Portugal&#8221; para que &#8220;não se repitam&#8221; casos como o que envolve o antigo primeiro-ministor.</p>
<p>Questionado se uma eventual decisão política de não cumprir uma determinação judicial não viola o princípio de separação de poderes, André Ventura considerou que &#8220;há momentos&#8221; em que a justiça se deve sobrepor à lei.</p>
<p>&#8220;Os tribunais aplicam a justiça em nome do povo, esse mesmo povo estará indignado com esta indemnização&#8221;, disse.</p>
<p>Caso se esgotem todos os recursos, nacionais e internacionais, Ventura disse que, se for primeiro-ministro, dará instruções à administração pública para não pagar essa indemnização e, se for líder da oposição, exortará o Governo em funções a não o fazer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783811]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal deverá enfrentar onda de calor por oito a 10 dias, alerta IPMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[IPMA]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O tempo quente que afeta Portugal dará origem a uma onda de calor que se prolongará por oito a 10 dias e atingirá praticamente todo o país, estimou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tempo quente que afeta Portugal dará origem a uma onda de calor que se prolongará por oito a 10 dias e atingirá praticamente todo o país, estimou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). </P><br />
<P>A exceção serão alguns locais na zona litoral oeste e sul.</P><br />
<P>&#8220;Em relação às ondas ocorridas em 2026, podemos destacar a duração máxima de 14 dias, na onda ocorrida em março, e de 13 nas ondas de calor de abril, maio e junho&#8221;, indicou o IPMA, em resposta a questões colocadas pela agência Lusa sobre o histórico destes fenómenos. </P><br />
<P>Desde o início do ano, a equipa do IPMA estima que tenham ocorrido 59 dias em onda de calor, sendo que em 2023 foram registados 80 dias em onda de calor e em 2024 os dados apontam para 74 dias. Porém, é no período estival que o impacto é mais sentido. </P><br />
<P>A onda calor &#8220;mais impactante&#8221; em Portugal continental no período do verão foi a registada em julho/agosto de 2003, &#8220;não só pela sua extensão espacial como temporal&#8221;, tendo sido batidos vários recordes de temperatura do ar, que ainda hoje se mantém, sublinhou o IPMA. </P><br />
<P>Naquele ano, registaram-se 47,3 graus centígrados na Amareleja, concelho de Moura (Alentejo).</P><br />
<P>Nos registos do IPMA, constam igualmente oito ondas de calor em 2024 e sete ondas de calor, com diferente extensão territorial no continente, nos seguintes anos: 2009, 2015, 2017, 2020 e 2023. </P><br />
<P>A situação que está a afetar Portugal tem origem &#8220;numa ação conjunta&#8221; de um anticiclone centrado a noroeste da Península Ibérica, a estender-se em crista até às ilhas Britânicas, e de uma depressão no norte de África que, &#8220;na sua circulação conjunta&#8221;, transportam ar muito quente e seco do norte de África até ao território continental.</P><br />
<P>&#8220;Salienta-se que além dos valores muito elevados de temperatura máxima, que irão atingir entre 35 e 44 graus na generalidade do território, durante a noite as temperaturas mínimas não descerão dos 20°C, podendo mesmo situar-se entre 25 e 28°C em algumas regiões&#8221;, incluindo a Grande Lisboa, especificou o IPMA. </P><br />
<P>&#8220;A excecionalidade deste episódio de tempo quente está essencialmente na sua duração temporal bastante prolongada&#8221;, de acordo com o Instituto.</P><br />
<P>Os distritos de Évora, Beja e Portalegre vão estar a partir de quarta-feira sob aviso laranja por causa do calor, que se estende na quinta-feira a outras regiões.</P><br />
<P>A onda de calor que atinge grande parte da Europa já provocou mais de 1.300 mortes desde 21 de junho, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), enquanto vários países da Europa Central e Oriental enfrentam temperaturas recorde.</P><br />
<P>A OMS apelou aos países europeus para reforçarem os planos de prevenção e resposta às temperaturas extremas, sublinhando a necessidade de integrar estas medidas nas estratégias de adaptação às alterações climáticas.</P><br />
<P>Em Portugal, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, admitiu preocupações com a vaga de calor que se avizinha e admitiu que as temperaturas venham a ter impacto na mortalidade à semelhança de outros países.</P><br />
<P>A Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores, por seu lado, alertou para o aumento do risco de afogamento nos próximos dias, devido à subida prevista das temperaturas e apelou às autoridades para incluírem este risco nas mensagens de aviso à população.</P><br />
<P>Quase 20 concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro enfrentam hoje um perigo de incêndio máximo e todos os distritos do interior têm concelhos em perigo muito elevado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783814]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Fogo em Murça avança em duas frentes e mobiliza 200 operacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Murça]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Murça, Vila Real, 30 jun (Lusa) -- O incêndio que lavra hoje em Murça avançava pelas 17:30 em duas frentes, ardia com intensidade e mobilizava cerca de 200 operacionais e seis meios aéreos, segundo fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O incêndio que lavra hoje em Murça avançava pelas 17:30 em duas frentes, ardia com intensidade e mobilizava cerca de 200 operacionais e seis meios aéreos, segundo fonte da Proteção Civil.</p>
<p>O segundo comandante sub-regional do Douro, José Requeijo, disse à agência Lusa que o incêndio deflagrou num local de difícil acesso e que, pelas, 17:00, tinha duas frentes ativas e estava a arder ainda com bastante intensidade.</p>
<p>De acordo com a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o alerta para o fogo foi dado às 12:51 e pelas, 17:30, estavam mobilizados para o combate 206 operacionais, apoiados por 58 viaturas e seis meios aéreos.</p>
<p>&#8220;Já reforçámos com meios terrestres e meios aéreos e estamos neste momento na fase de combate a tentar dominar o mais rápido possível&#8221;, realçou, salientando que os trabalhos que estão em curso &#8220;estão a ser favoráveis&#8221;.</p>
<p>O segundo comandante explicou que, após o alerta, se verificou de imediato uma grande projeção de meios para o local para tentar &#8220;debelar o mais rápido possível o incêndio&#8221;.</p>
<p>No entanto, referiu que as frentes &#8220;já têm alguma distância&#8221;, não havendo, para já, aldeias em risco.</p>
<p>O fogo lavra em zona de alguma floresta, mato e ainda de terrenos agrícolas.</p>
<p>No terreno, para além dos acessos difíceis, também o calor intenso e o vento dificultam o combate.</p>
<p>Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, por causa da persistência de valores elevados da temperatura máxima, estão hoje sob aviso amarelo, o menos grave, os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real e Bragança, assim como Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Setúbal.</p>
<p>O aviso laranja estende-se, entre as 00:00 e as 10:00 de sexta-feira, aos distritos de Braga, Coimbra, Aveiro, Viana do Castelo, Vila Real, Guarda, Porto, Viseu e Bragança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783818]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EDP vende portefólio eólico e solar em Itália por 150 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[PTL Energia]]></category>
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					<description><![CDATA[O portefólio tem uma capacidade de 68 megawatts e inclui cinco projetos já contratados e em operação, localizados nas regiões de Puglia, Basilicata e Campânia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP assinou um acordo para vender à PLT Energia um portefólio eólico e solar em Itália por um valor estimado de 150 milhões de euros, anunciou hoje a empresa.</p>
<p>Em comunicado enviado hoje à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP explica que a operação será feita através da EDP Renováveis, participada em 71,4%, e envolve a venda de 100% de um conjunto de ativos renováveis no sul de Itália.</p>
<p>O portefólio tem uma capacidade de 68 megawatts e inclui cinco projetos já contratados e em operação, localizados nas regiões de Puglia, Basilicata e Campânia.</p>
<p>Quatro destes projetos são eólicos, com uma capacidade total de 60 megawatts, e têm uma idade média de 11 anos. O quinto é um projeto solar, com cerca de 8 megawatts, que entrou em operação há menos de um ano.</p>
<p>Segundo a empresa, os ativos beneficiam de contratos de longo prazo: os projetos eólicos têm contratos por diferença (CfD) com duração de 20 anos, enquanto o projeto solar tem um contrato de compra de energia por 10 anos.</p>
<p>A conclusão da operação ainda depende da verificação de condições habituais neste tipo de transação, incluindo autorizações regulatórias, &#8220;estando prevista ocorrer ainda durante o ano de 2026&#8221;.</p>
<p>A EDP refere que o valor final da transação poderá ser ajustado até à conclusão da venda.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783819]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Estas mortes pesam na vossa consciência”: Verdes atacam Governo francês com moção de censura após onda de calor mortal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa dificilmente deverá derrubar o Governo minoritário do primeiro-ministro Sébastien Lecornu sem o apoio de outros partidos da oposição, como o Rassemblement National, de extrema-direita, ou os socialistas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O partido ecologista francês anunciou que vai apresentar uma moção de censura contra o Governo, acusando o Executivo de má gestão da onda de calor recorde que atingiu França na semana passada.</p>
<p>Segundo o ‘POLITICO’, a iniciativa dificilmente deverá derrubar o Governo minoritário do primeiro-ministro Sébastien Lecornu sem o apoio de outros partidos da oposição, como o Rassemblement National, de extrema-direita, ou os socialistas.</p>
<p>Até agora, os socialistas não apoiaram nenhuma das seis moções de censura apresentadas contra Lecornu desde que assumiu o cargo de primeiro-ministro, no ano passado.</p>
<p>Ainda assim, a pressão política sobre o Governo francês aumentou depois de França continental ter registado, durante três dias consecutivos, a temperatura média diária mais elevada de sempre. Em várias grandes cidades, os termómetros ultrapassaram várias vezes os 40 graus.</p>
<p>A crise expôs também a vulnerabilidade do país perante episódios de calor extremo. França, tal como vários outros países europeus, não tem uma cobertura generalizada de ar condicionado nem infraestruturas de arrefecimento comparáveis às de países mais habituados a temperaturas extremas.</p>
<p>Uma sondagem realizada pela &#8216;Elabe&#8217; na segunda e terça-feira, dois dos dias mais quentes da vaga de calor, mostrou que dois terços dos inquiridos consideram que a administração de Lecornu geriu mal a crise. Ao mesmo tempo, 53% disseram acreditar que França “não está de todo preparada” para enfrentar este tipo de onda de calor.</p>
<p>No domingo, a agência nacional de saúde francesa divulgou dados preliminares que estimam cerca de mil mortes adicionais durante a onda de calor, em comparação com o mês anterior.</p>
<p>A ministra da Saúde, Stéphanie Rist, afirmou que será necessário mais tempo para estabelecer um balanço preciso, uma vez que os certificados de óbito podem demorar vários dias a ser processados e algumas mortes podem ter ocorrido nos dias posteriores ao pico de calor.</p>
<p>Durante o debate parlamentar desta terça-feira, Cyrielle Chatelain, líder dos Verdes na Assembleia Nacional, acusou o Governo de ter responsabilidade política pelas mortes e criticou o primeiro-ministro por seguir políticas que, no entender dos ecologistas, aprofundam desigualdades.</p>
<p>“Estas mortes pesam na vossa consciência”, afirmou Chatelain, num confronto tenso com o chefe do Governo.</p>
<p>Lecornu respondeu de forma dura, acusando os Verdes de estarem a “dar um tiro no próprio pé” ao tentarem fabricar uma polémica “puramente política”.</p>
<p>Mais tarde, o gabinete do primeiro-ministro acusou a líder ecologista de instrumentalizar os mortos para obter ganhos políticos.</p>
<p>A moção de censura surge num momento de forte debate em França sobre a preparação do país para eventos climáticos extremos. A onda de calor não só provocou pressão nos serviços de saúde e nas infraestruturas, como também reacendeu a discussão sobre adaptação urbana, proteção dos mais vulneráveis e responsabilidade política perante fenómenos que se tornam mais frequentes e intensos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783825]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hyundai IONIQ 3: o novo elétrico compacto para a Europa chega com IA e tecnologia de smartphone</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Hyundai IONIQ 3]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelo reforça a gama IONIQ e foi desenvolvido para responder às necessidades da utilização diária, com uma proposta mais acessível a um público alargado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Hyundai Motor Europe apresentou o novo IONIQ 3, um compacto 100% elétrico que combina design exterior distinto, habitáculo personalizável e tecnologias de conectividade de nova geração.</p>
<p>O modelo reforça a gama IONIQ e foi desenvolvido para responder às necessidades da utilização diária, com uma proposta mais acessível a um público alargado. Segundo a marca, o IONIQ 3 foi concebido desde o início tendo em conta as características dos clientes europeus, os seus padrões de utilização e as infraestruturas disponíveis no continente.</p>
<p>No centro da identidade do novo Hyundai IONIQ 3 está a filosofia de design “Art of Steel”, uma linguagem minimalista e depurada, expressa através da silhueta “Aero Hatch”. Esta abordagem procura combinar eficiência aerodinâmica, presença visual e aproveitamento do espaço interior.</p>
<p>A versão IONIQ 3 N Line apresenta uma imagem mais dinâmica e musculada, com jantes de 19 polegadas e um ambiente interior mais orientado para o condutor. Já as restantes versões privilegiam superfícies mais elegantes e sofisticadas, com jantes entre as 16 e as 18 polegadas e diferentes combinações de cores claras para o habitáculo.</p>
<p>A personalização é um dos pontos destacados pela Hyundai. As várias opções de jantes e ambientes interiores permitem adaptar o estilo do veículo às preferências dos clientes, conciliando eficiência aerodinâmica com propostas visuais mais expressivas.</p>
<p>No interior, o IONIQ 3 segue o conceito “Furnished Space”, uma abordagem inspirada no design contemporâneo de mobiliário. Em vez de uma arquitetura automóvel mais tradicional, o habitáculo organiza os seus elementos como um espaço de bem-estar, com superfícies suaves, materiais agradáveis ao toque e uma apresentação visual limpa.</p>
<p>Elementos como as saídas de ventilação e o ecrã central foram integrados de forma harmoniosa, procurando reforçar a perceção de qualidade e facilitar a utilização. As combinações de cores disponíveis permitem criar ambientes mais luminosos e amplos ou configurações mais envolventes e sofisticadas.</p>
<p>A versão N Line mantém uma abordagem mais orientada para a condução, enquanto as restantes versões procuram uma atmosfera mais acolhedora e relaxada, diferenciando as várias propostas dentro da gama.</p>
<p>O novo IONIQ 3 será também o primeiro modelo da Hyundai na Europa equipado com o sistema de infotainment PLEOS Connect, uma nova plataforma digital desenvolvida para oferecer uma experiência de utilização mais simples, intuitiva e personalizada.</p>
<p>Baseado no sistema operativo Android Automotive OS, o PLEOS Connect apresenta uma interface inspirada nos smartphones, com acesso a aplicações integradas e funcionalidades que poderão ser alargadas ao longo do tempo.</p>
<p>Consoante a versão, o sistema integra um ecrã central de 12,9 ou 14,6 polegadas, complementado por um painel de informação dedicado ao condutor, de dimensões reduzidas. O objetivo é apresentar os dados essenciais de forma clara e reduzir distrações durante a condução.</p>
<p>O PLEOS Connect introduz ainda o PLEOS App Market, uma plataforma que permitirá aceder a aplicações desenvolvidas por parceiros externos. No lançamento comercial estarão disponíveis cerca de dez aplicações, incluindo serviços de música em streaming, entretenimento e produtividade. A Hyundai prevê que este número ultrapasse as 30 aplicações até ao final do ano.</p>
<p>Outra novidade é o Gleo AI, o novo assistente de voz inteligente da Hyundai. A tecnologia foi desenvolvida para permitir interações mais naturais e conversacionais, facilitando o acesso a funcionalidades do veículo através de comandos de voz mais intuitivos.</p>
<p>O desenvolvimento do IONIQ 3 teve especial enfoque no mercado europeu. A marca refere que as dimensões compactas, a otimização do espaço interior e a versatilidade do modelo foram pensadas para responder tanto à mobilidade urbana como a viagens de maior distância.</p>
<p>Os testes realizados na Europa permitiram afinar a suspensão, a direção e o conforto de rolamento de acordo com as diferentes condições das estradas europeias. As equipas europeias participaram desde as primeiras fases do projeto, contribuindo para a definição do design, do desenvolvimento do produto e do comportamento dinâmico.</p>
<p>A produção será realizada na fábrica da Hyundai Motor Türkiye, em İzmit, integrada na rede europeia de produção da marca. Para a Hyundai, esta localização permite uma logística mais eficiente e reforça a capacidade de resposta às necessidades do principal mercado deste modelo.</p>
<p>As especificações finais, equipamentos e versões para o mercado nacional serão anunciados no momento do lançamento em Portugal, previsto para o último quadrimestre de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783812]]></sapo:autor>
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		<title>Espanha recebeu mais de um milhão de pedidos de regularização. Agora o Supremo pode travar tudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A medida, apresentada como uma forma de reconhecer direitos e deveres a pessoas que já vivem no país, enfrenta agora dúvidas jurídicas no Supremo espanhol, que admite questionar a sua compatibilidade com as regras da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Mais de um milhão de migrantes em situação irregular pediram a regularização em Espanha, no âmbito de um processo lançado pelo Governo de Pedro Sánchez que superou largamente as previsões iniciais. A medida, apresentada como uma forma de reconhecer direitos e deveres a pessoas que já vivem no país, enfrenta agora dúvidas jurídicas no Supremo espanhol, que admite questionar a sua compatibilidade com as regras da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O programa tinha sido lançado em abril e estimava-se que pudesse abranger cerca de 500 mil pessoas, sobretudo oriundas da América Latina. No entanto, no último dia para apresentação de pedidos, o Governo espanhol anunciou que o número de candidaturas ultrapassou um milhão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pedro Sánchez defendeu, em Madrid, que o volume de pedidos mostra a necessidade da regularização. O primeiro-ministro espanhol tem sustentado que a imigração é essencial para a economia, para o Estado social e para o sistema de pensões, num país marcado pelo envelhecimento da população e pela desertificação de várias regiões rurais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Sánchez defende direitos e integração</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A regularização extraordinária tornou-se uma das marcas da política migratória do Governo espanhol, num momento em que vários países europeus estão a endurecer as regras de imigração, em resposta à pressão de partidos de direita e extrema-direita.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sánchez afirmou que condenar uma pessoa à invisibilidade torna o país pior e que o objetivo do Executivo é oferecer uma oportunidade e um futuro aos migrantes. O primeiro-ministro defendeu ainda que Espanha deve ser vista como um país que respeita, protege e defende os direitos humanos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A regularização não significa, contudo, que todos os pedidos venham a ser aprovados. Os candidatos têm de provar que não têm cadastro criminal e que permaneceram em Espanha durante pelo menos cinco meses consecutivos antes de 1 de janeiro. As autoridades dispõem agora de três meses para analisar os processos e decidir se concedem uma autorização de trabalho e residência válida apenas em território espanhol.</p>
<p class="isSelectedEnd">O processo atraiu longas filas desde abril, com homens, mulheres e crianças a procurarem documentos e marcações presenciais, além dos pedidos submetidos online.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Empresas apoiam medida, oposição fala em incentivo à imigração irregular</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo espanhol tem associado a regularização a um argumento económico. Sánchez defende que a imigração ajuda setores que precisam de mão de obra, como a construção, e contribui para sustentar a economia e a Segurança Social.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alguns migrantes que se candidataram ao programa veem a medida como uma oportunidade para trabalhar legalmente, descontar e escapar a empregadores que exploram a vulnerabilidade de quem vive em situação irregular, pagando salários baixos, retirando direitos ou até não pagando.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os empresários espanhóis receberam de forma positiva a iniciativa, mas a oposição conservadora e a extrema-direita criticam duramente a política, alegando que poderá incentivar mais imigração irregular. Sánchez reconheceu que existem tensões e desafios ligados à imigração e à integração, mas acusou a direita de alimentar o medo e discursos xenófobos que, no seu entender, não resolvem qualquer problema.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Supremo espanhol pondera levar caso à Justiça europeia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O processo de regularização enfrenta agora uma frente judicial. O Supremo espanhol abriu a porta a uma eventual paralisação da medida, ao levantar dúvidas sobre a sua compatibilidade com o direito da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A questão surge no âmbito de recursos apresentados pelos governos regionais de Aragão e da Comunidade Valenciana, ambos liderados pelo Partido Popular. Numa providência, o Supremo pediu às partes que se pronunciem sobre a possibilidade de apresentar uma questão prejudicial ao Tribunal de Justiça da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão não suspende, por agora, o decreto de regularização. No entanto, uma suspensão poderá vir a ser determinada mais tarde através de um auto, o que criaria um cenário de incerteza, sobretudo porque muitos processos já estão a ser analisados e alguns pedidos começaram a produzir efeitos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Dúvidas sobre regularização geral e regras da UE</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As dúvidas do Supremo prendem-se com a possibilidade de a regularização extraordinária colidir com o Pacto Europeu de Migração e Asilo e com a Diretiva Europeia de Retorno.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tribunal questiona se um Estado-membro pode aprovar uma norma que reconhece residência temporária com caráter geral a pessoas em situação irregular, sem uma avaliação individualizada de cada caso e sem aplicar uma ordem de retorno, salvo nas exceções previstas pelo direito comunitário.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro ponto sensível é o eventual impacto sobre os restantes países da União Europeia e do espaço Schengen. Os migrantes que obtenham autorização de residência em Espanha podem circular durante 90 dias no espaço Schengen, o que levanta dúvidas sobre a coordenação prévia com os restantes Estados-membros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na leitura do Supremo, um processo de regularização não é feito apenas no interesse do Estado que o aplica, mas também no interesse conjunto dos países da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Governo espanhol tenta tranquilizar candidatos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério da Inclusão, Segurança Social e Migrações procurou transmitir uma mensagem de tranquilidade aos candidatos, garantindo que a norma foi elaborada com atenção à sua compatibilidade com o direito comunitário.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Supremo já tinha recusado, em maio, medidas cautelares urgentes para travar a entrada em vigor do decreto, pedidas por Vox e pelo Governo regional de Madrid. Na altura, os magistrados valorizaram argumentos humanitários, económicos, demográficos, culturais e sociais, além da proteção de menores e do respeito pelos direitos humanos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foi destacado que a integração plena destas pessoas no sistema administrativo e económico poderia fortalecer a Segurança Social, melhorar a receita fiscal e contribuir para um mercado laboral mais transparente e eficiente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um mês depois, porém, a posição dentro do Supremo parece ter evoluído. O tribunal quer agora ouvir as partes sobre a possível violação do direito europeu e deixa em aberto a hipótese de levar o caso ao Tribunal de Justiça da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Regularização entra numa fase decisiva</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Com o prazo de candidaturas encerrado e mais de um milhão de pedidos em cima da mesa, começa agora o período de análise administrativa. As autoridades espanholas têm três meses para decidir sobre os processos e conceder, ou não, autorizações de trabalho e residência.</p>
<p class="isSelectedEnd">A dimensão do programa coloca Espanha em contraciclo face à tendência dominante na Europa, onde vários governos têm endurecido as políticas migratórias. Ao mesmo tempo, a intervenção do Supremo introduz incerteza jurídica num processo que o Governo apresenta como necessário para retirar milhares de pessoas da invisibilidade e integrá-las no mercado de trabalho.</p>
<p>O desfecho dependerá agora de duas frentes paralelas: a capacidade administrativa para avaliar os pedidos e a decisão do Supremo sobre uma eventual consulta à Justiça europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783813]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Juros voltam a dividir o BCE: fórum de Sintra expõe fissuras na estratégia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O fórum anual do Banco Central Europeu em Sintra, perto de Lisboa, está a revelar divergências internas sobre a necessidade de uma nova subida das taxas de juro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O fórum anual do Banco Central Europeu em Sintra, perto de Lisboa, está a revelar divergências internas sobre a necessidade de uma nova subida das taxas de juro. Enquanto Christine Lagarde e Philip Lane defendem a decisão tomada em junho e mantêm as preocupações com a inflação, outros membros do Conselho de Governo mostram reservas quanto a novos aumentos do preço do dinheiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A reunião decorre num momento em que o BCE tenta preservar a imagem de unidade depois da subida dos juros aprovada este mês. No entanto, dentro da instituição surgem sinais de desacordo, com responsáveis menos mediáticos a colocarem em causa a necessidade de repetir o movimento nos próximos meses.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Lagarde defende subida de junho</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A presidente do BCE, Christine Lagarde, procurou defender a decisão tomada no passado dia 11, afirmando que se tratou de uma “decisão contundente” e que nada do que foi observado desde então põe em causa essa avaliação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Lagarde rejeitou a ideia de que a subida dos juros tenha sido apenas uma medida “por precaução”. A presidente do BCE afirmou ainda que a instituição poderá agora fazer “ajustes moderados” nas taxas, adaptados aos choques enfrentados pela economia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, admitiu que o banco central já não precisa de combater a inflação com a mesma intensidade observada em 2022 e 2023.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Philip Lane mantém alerta sobre inflação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O economista-chefe do BCE, Philip Lane, manteve também uma posição cautelosa. Em declarações à Bloomberg Television em Sintra, defendeu que a crise inflacionista provocada pela guerra no Irão ainda não pode ser considerada encerrada, mesmo depois de as hostilidades terem abrandado em grande medida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Lane afirmou que o BCE tem de analisar de que forma os quatro meses de aumento dos custos energéticos se refletem na inflação alimentar e nos serviços.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora não tenha pedido de forma explícita novas subidas dos juros, insistiu no risco de efeitos de segunda ronda, nomeadamente o contágio da inflação a outras áreas da economia, como os salários.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Dúvidas crescem dentro do Conselho do BCE</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As reservas surgem numa altura em que a inflação na Alemanha, em França e em Itália mostrou algum alívio em junho, com poucas evidências de efeitos de segunda ronda.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pierre Wunsch, membro belga do Conselho do BCE, afirmou que a necessidade de uma segunda subida dos juros já não é tão evidente. Depois do acordo entre os Estados Unidos e o Irão, o responsável considera que a origem do choque praticamente desapareceu.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Podemos precisar de outra subida, que é naturalmente o que o mercado está a descontar, mas não tanto como pensávamos em junho”, afirmou Wunsch, em declarações à Bloomberg TV em Sintra.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável acrescentou que, caso o BCE conclua que é necessária nova subida, preferiria atuar rapidamente, embora tenha sublinhado que isso não significa necessariamente uma decisão já em julho.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>“Não há pressa”, defende Martins Kazaks</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Também Martins Kazaks, membro do Conselho de Governo do BCE, defendeu uma abordagem mais prudente. Em entrevista à Econostream, citada pela Bloomberg, o responsável letão afirmou que “não há pressa” e que o banco central pode “esperar para ver” antes de tomar novas decisões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Kazaks sustentou que o BCE pode antecipar os dados e que não existe necessidade urgente de uma reação apressada ou enérgica neste momento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o responsável, a recente desescalada do conflito no Médio Oriente reduziu de forma significativa os riscos de efeitos inflacionistas de segunda ronda associados ao encarecimento da energia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Kazaks, a necessidade de uma resposta agressiva diminuiu claramente, permitindo ao BCE avançar passo a passo enquanto avalia a evolução da inflação e da atividade económica.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Mercados ainda esperam nova subida este ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar das dúvidas internas, os mercados continuam a antecipar uma subida de um quarto de ponto percentual ainda este ano, embora tenham reduzido as expectativas depois da descida dos preços do petróleo.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades do BCE também têm sinalizado que novas medidas poderão ser necessárias. Ao mesmo tempo, analistas preveem que os preços no consumidor tenham aumentado 3% este mês.</p>
<p class="isSelectedEnd">A questão central é saber se a trégua entre os Estados Unidos e o Irão continuará a aliviar a pressão sobre os preços da energia e se isso será suficiente para evitar novas subidas dos juros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Subida de junho foi criticada por analistas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão do BCE de aumentar os juros em junho foi recebida com reservas por vários analistas, que a consideraram pouco eficaz ou até desnecessária.</p>
<p class="isSelectedEnd">Patrick Artus, assessor económico sénior da Ossiam, afiliada da Natixis IM, afirmou que a subida aprovada a 11 de junho foi provavelmente contraproducente ou desnecessária.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o economista, um aumento de 25 pontos base é claramente insuficiente para moderar os salários ou reduzir a inflação atual. Além disso, defende que a zona euro sofre de subinvestimento crónico e que agravar essa situação pode acabar por ser inflacionista.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Analistas defendem juros estáveis até final do ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Sebastian Paris Horvitz, diretor de análise da LBP AM, acionista maioritário da LFDE, considera que a descida dos preços da energia deverá devolver rapidamente a inflação a uma trajetória descendente, tanto no Reino Unido como na zona euro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na sua leitura, o diagnóstico dos responsáveis mais ortodoxos do BCE sobre os efeitos indiretos da inflação está errado, sobretudo tendo em conta o enfraquecimento da procura na região.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por isso, defende que o BCE deve manter os juros inalterados até ao final do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Debate em aberto no “bunker” de Sintra</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O fórum de Sintra, tradicionalmente visto como uma oportunidade para reforçar o consenso entre bancos centrais, está assim a expor divisões sobre o futuro da política monetária na zona euro.</p>
<p>Depois da subida de junho, a questão já não é apenas saber se a inflação continua acima da meta de 2%, mas se o BCE deve arriscar nova subida dos juros num contexto de menor pressão energética, economia enfraquecida e dúvidas crescentes dentro do próprio Conselho de Governo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783806]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha em baixa em contraciclo com resto da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje em baixa, com o índice PSI a cair 0,29% para 9.132,59 pontos, contrariando a tendência positiva da restante Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa encerrou hoje em baixa, com o índice PSI a cair 0,29% para 9.132,59 pontos, contrariando a tendência positiva da restante Europa.</p>
<p>Das 16 cotadas que fazem parte do PSI, 12 desceram e quatro subiram.</p>
<p>A liderar as descidas ficou a Jerónimo Martins, que cedeu 3,68% para 16,76 euros.</p>
<p>No resto da Europa, Frankfurt progrediu 1,50%, Madrid 0,44%, Paris outros 0,44% e Londres 0,12%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783804]]></sapo:autor>
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		<title>“Passam a noite à espera de uma voz”: equipas de resgate descrevem cenário devastador após sismos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[La Guaira]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Após o duplo sismo da passada quarta-feira, que provocou pelo menos 1.450 mortos, os socorristas descrevem uma missão marcada pela exaustão, pela destruição generalizada e pela diminuição das hipóteses de encontrar pessoas com vida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As equipas de resgate destacadas em La Guaira, na Venezuela, continuam a procurar sobreviventes entre os escombros, mas o cenário no terreno é cada vez mais difícil. Após o duplo sismo da passada quarta-feira, que provocou pelo menos 1.450 mortos, os socorristas descrevem uma missão marcada pela exaustão, pela destruição generalizada e pela diminuição das hipóteses de encontrar pessoas com vida.</p>
<p>“Há poucos sobreviventes. Na maioria dos edifícios que revistamos, só encontramos pessoas mortas”, afirmou ao ‘El País’ Víctor de Vega, paramédico sevilhano da Fundação SAMU, destacado em La Guaira.</p>
<p>O jovem socorrista, de 19 anos, já tinha participado em missões na Florida, nos Estados Unidos, e na Jamaica, onde esteve durante três meses. Por isso, os colegas não ficaram surpreendidos quando, poucas horas depois da catástrofe, fez as malas e partiu para a Venezuela.</p>
<p>No terreno, a situação continua instável. De Vega relata que as equipas sentiram esta segunda-feira uma forte réplica, que voltou a abalar a zona de intervenção. Apesar disso, mantiveram os trabalhos de busca.</p>
<p>“A catástrofe é uma realidade angustiante onde as necessidades superam cruelmente todas as capacidades”, descreve Carlos Álvarez Leiva, médico, chefe da missão e presidente da Fundação SAMU. Em La Guaira, acrescenta, há familiares de vítimas que chegaram de várias zonas da Venezuela e dormem nos passeios, à espera de ouvir sinais vindos dos edifícios desabados.</p>
<p>“Passam a noite à espera de uma voz”, afirma o responsável, descrevendo noites marcadas pelo silêncio, apenas interrompido por apelos ocasionais vindos dos escombros.</p>
<p>As condições de trabalho são extremas, tanto a nível físico como psicológico. De Vega explica que continua a ser necessário apoio, sobretudo equipamento pesado, para remover estruturas colapsadas. “Ainda precisamos de ajuda aqui. Ainda precisamos de equipamento pesado. Estamos a fazer tudo o que podemos”, afirma.</p>
<p>A equipa da Fundação SAMU chegou à Venezuela após uma viagem de cerca de 30 horas desde Sevilha. No primeiro dia, com a ajuda dos cães Gio, Homero e Aquiles, treinados para localizar vítimas com vida, conseguiu identificar três sobreviventes.</p>
<p>O processo de busca exige silêncio absoluto. Quando um cão fareja algo ou quando é detetado algum ruído, a zona é isolada. Carros e motas param, geradores são desligados e todos permanecem em silêncio. Depois, um elemento da equipa grita: “Equipa de resgate, equipa de resgate! Se alguém me ouvir, faça barulho ou bata duas vezes.” O procedimento é repetido várias vezes.</p>
<p>Nos três casos identificados no primeiro dia, os resgates eram particularmente complexos e podiam demorar entre seis e oito horas. Por isso, a equipa espanhola cedeu o local a uma equipa americana com maquinaria pesada. “É preciso escoramento, pessoal especializado, arquitetos”, explica De Vega.</p>
<p>Noutras situações, já não há sinais de vida. “O cheiro é muitas vezes o que nos guia até aos corpos”, admite o paramédico. Quando é localizado um cadáver, as equipas abrem uma rota de acesso entre os escombros, escoram estruturas e removem detritos com apoio de máquinas. O procedimento é semelhante ao de um resgate de sobreviventes, mas termina com a entrega do corpo à polícia forense, responsável pela identificação.</p>
<p>Depois de revistados, edifícios e zonas de busca são marcados com tinta spray, usando símbolos reconhecidos internacionalmente para facilitar a coordenação entre as várias equipas no terreno.</p>
<p>De Vega diz ter ficado impressionado com a dimensão da destruição em La Guaira, onde quase todos os prédios de apartamentos ruíram ou sofreram danos graves. “É muito chocante ver edifícios, talvez com 10 andares, em que o sexto andar está ao nível do solo”, afirma.</p>
<p>A instabilidade sísmica continua a afetar a população. Segundo o paramédico, esta segunda-feira foi registada uma réplica de magnitude 4,5, que voltou a abalar tudo. Muitas pessoas passaram a viver e dormir em parques, canteiros centrais e ruas, por medo de regressar a edifícios danificados.</p>
<p>Nos dois primeiros dias de missão, a equipa dormiu menos de três horas no total. O descanso é feito no chão da mesma tenda onde os feridos são estabilizados antes de serem transferidos para centros médicos locais.</p>
<p>A higiene é quase inexistente, devido à falta de recursos. Ainda assim, os socorristas mantêm-se o mais perto possível da zona de catástrofe, enquanto houver possibilidade de resgatar sobreviventes ou enquanto a sua presença for necessária noutras tarefas.</p>
<p>Entre os relatos mais marcantes está o de um homem que sobreviveu por acaso. Tinha saído de casa para fumar um cigarro, apesar de estar proibido de fumar por recomendação médica, enquanto via um jogo de basebol na televisão com a companheira. Nesse momento, ocorreu o terramoto. A mulher ficou dentro de casa e é uma das pessoas que as equipas continuam a procurar nos escombros.</p>
<p>Carlos Álvarez Leiva descreve a zona de catástrofe como um “tsunami de pessoas”, numa fase em que familiares, equipas de emergência, forças de segurança e voluntários se concentram no mesmo território destruído. Mas admite que essa presença irá diminuir gradualmente à medida que terminar a fase de resgate e começar a reconstrução.</p>
<p>O médico reconhece ainda que, como acontece noutras grandes catástrofes, surgiram relatos de saques e até de roubo de crianças órfãs. A prioridade, porém, continua a ser procurar sinais de vida enquanto ainda for possível.</p>
<p>“Os prazos estão a ser inexoravelmente cumpridos. A vida tem os seus limites”, afirma o presidente da Fundação SAMU, lembrando que, com o passar dos dias, cada hora reduz as hipóteses de encontrar sobreviventes.</p>
<p>Em La Guaira, a missão avança entre réplicas, edifícios instáveis, falta de descanso e a angústia das famílias. O silêncio pedido pelas equipas antes de cada chamada para os escombros tornou-se um dos sons mais duros da catástrofe: todos esperam uma resposta, mas ela chega cada vez menos vezes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783792]]></sapo:autor>
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		<title>Lagarde questiona responsabilização da inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente do Banco Central Europeu (BCE) questionou hoje a responsabilização dos agentes de inteligência artificial (IA) em casos como roubos, numa conferência com o economista chefe da OpenAI, que defendeu a criação de um quadro legal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente do Banco Central Europeu (BCE) questionou hoje a responsabilização dos agentes de inteligência artificial (IA) em casos como roubos, numa conferência com o economista chefe da OpenAI, que defendeu a criação de um quadro legal.</p>
<p>Aaron Chatterji, economista-chefe da OpenAI, que detém o ChatGPT, e professor na Duke University, esteve presente no Fórum BCE, em Sintra, para uma conversa com Philip Lane, membro do Conselho Executivo do banco central, sobre a IA.</p>
<p>No final da conversa, houve espaço para perguntas do público e Christine Lagarde colocou uma questão, &#8220;à advogado e não à economista&#8221;, sobre a responsabilização da IA no que toca a ações criminosas como o roubo de dinheiro.</p>
<p>&#8220;Se roubar o meu dinheiro, é legalmente responsável e eu vou processá-lo. Se um agente IA, desenhado e desenvolvido pela OpenAI, fizer a mesma coisa, por causa da melhoria recursiva, ou porque é mentiroso e encobre a situação, quem é responsável?&#8221;, questionou a presidente do BCE.</p>
<p>Existem várias pessoas e entidades envolvidas neste processo, como o designer, o &#8216;developer&#8217; e o proprietário, notou.</p>
<p>Aaron Chatterji considerou, em resposta, que não deveria ser uma decisão tomada empresa a empresa, mas sim que se deveria &#8220;construir um quadro legal para abordar a questão&#8221;.</p>
<p>O responsável recordou que nas últimas inovações, por exemplo no setor financeiro com as empresas de cartões de crédito, foi necessário um conjunto de regulações que se desenvolveram à volta disso e habitualmente hoje em dia, quando um cartão é roubado é possível que o dinheiro seja devolvido.</p>
<p>&#8220;Acredito que algumas das empresas posicionadas nessa área vão aplicar isto para o mundo dos agentes&#8221;, indicou, ainda que reforçando que &#8220;não devia ser uma empresa que decide, devia ser uma decisão institucional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Para a integridade de mercados e câmbios, temos de ter isto bem acertado&#8221;, defendeu.</p>
<p>O Fórum é um evento anual organizado pelo Banco Central Europeu e realizado em Sintra, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.</p>
<p>Este ano, tem como tema &#8220;Moldar o futuro da Europa: inovação, crescimento e estabilidade&#8221; e decorre de 29 de junho a 01 de julho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783791]]></sapo:autor>
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		<title>INEM passa a pagar aos bombeiros 10.800 euros por cada ambulância a partir de quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[bombeiros]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SIEM]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 420 associações de bombeiros vão começar a receber, a partir de quarta-feira, 10.800 euros mensais por cada ambulância de socorro pré-hospitalar, o que representa um aumento de 2.000 euros, anunciou hoje o INEM.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 420 associações de bombeiros vão começar a receber, a partir de quarta-feira, 10.800 euros mensais por cada ambulância de socorro pré-hospitalar, o que representa um aumento de 2.000 euros, anunciou hoje o INEM.</P><br />
<P>O presidente do instituto adiantou à Lusa que os novos valores a pagar aos parceiros do Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) &#8212; os corpos de bombeiros e a Cruz Vermelha Portuguesa &#8212; entram em vigor na quarta-feira, depois de assegurado o reforço orçamental com esse objetivo.</P><br />
<P>&#8220;O reforço orçamental já está feito&#8221;, assegurou Luís Mendes Cabral, avançando que em causa estão 30 milhões de euros para garantir o acréscimo do subsídio a pagar aos bombeiros a partir de julho, mas também para acomodar nas contas do INEM os aumentos que já tinham sido feitos em 2025.</P><br />
<P>Em causa está um subsídio mensal fixo para compensar a disponibilidade e os encargos com a tripulação de cada ambulância, chamadas de Postos de Emergência Médica (PEM), disponíveis 24 horas e que asseguram cerca de 90% do socorro pré-hospitalar prestado no país.</P><br />
<P>Em 2025, este subsídio aos bombeiros e à Cruz Vermelha passou de 6.690 euros para 8.760 euros por mês por cada ambulância, um acréscimo de despesa que o INEM não tinha conseguido acomodar com as verbas próprias até ser concretizado o reforço orçamental de 30 milhões. </P><br />
<P>Este ano, o valor do subsídio voltou a aumentar para os 10.800 euros mensais por cada uma das 520 ambulâncias que integram o SIEM.</P><br />
<P>Além do aumento do subsídio fixo, os restantes subsídios variáveis previstos nos protocolos estabelecidos entre o INEM e as associações de bombeiros, destinados a pagar despesas como os quilómetros percorridos e o material disponível nas ambulâncias, serão atualizados de acordo com a inflação, adiantou Luís Mendes Cabral.</P><br />
<P>O presidente do instituto disse ainda que a parte financeira já está fechada com a Liga dos Bombeiros Portugueses, faltando acertar alguns pontos de natureza técnica, prevendo que o acordo entre as duas partes possa ser assinado em breve, seguindo-se, depois, o processo de atualização dos protocolos com cada associação de bombeiros que integra o SIEM.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783766]]></sapo:autor>
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		<title>Centeno pede paciência ao PS e diz que medidas inalcançáveis alimentam populismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Centeno]]></category>
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		<category><![CDATA[ps]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-ministro das Finanças Mário Centeno avisou hoje que a &#8220;paciência é a coisa mais escassa nas sociedades modernas&#8221;, considerando que medidas com objetivos não alcançáveis alimentam frustrações das pessoas, que são depois aproveitadas pelos populistas.</p>
<p>&#8220;Não vamos conseguir ultrapassar esta situação com sucesso &#8211; como ultrapassámos a pandemia (&#8230;) e a questão inflacionista &#8211; se não conseguirmos colocar na nossa agenda e na agenda das pessoas esta dimensão de entendimento de que isto não é para resolver apenas num mês ou apenas num ano&#8221;, disse Mário Centeno na sua intervenção durante o último dia das jornadas parlamentares do PS, na Amadora, em Lisboa.</p>
<p>Para o antigo governador do Banco de Portugal, todos os políticos têm de ter &#8220;muito presente&#8221; que &#8220;a paciência é a coisa mais escassa nas sociedades modernas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós tornamos muitas vezes e muito facilmente as utopias em distopias e transformamos objetivos que são absolutamente legítimos de uma forma que dá a sensação de que são de tal maneira inalcançáveis que geram o pior dos sentimentos para o nosso trabalho, mas o melhor dos sentimentos para os populistas, que é a frustração&#8221;, avisou.</p>
<p>Centeno pediu por isso que não se insista &#8220;em objetivos inalcançáveis&#8221;, dando neste momento como exemplo a questão dos médicos de família.</p>
<p>&#8220;Nós só vamos gerar distopias onde tínhamos antes coisas que todos podemos concordar. É evidente que os médicos de família são um desses casos. Nós transformamos uma discussão positiva numa coisa que apenas gera sangramento político e discussão que não tem nenhum sentido. Nunca vai acontecer, acreditem no que eu estou a dizer&#8221;, defendeu.</p>
<p>Também na habitação há este risco, de acordo com o ex-ministro dos governos de António Costa.</p>
<p>&#8220;É uma das causas, consequências, resultados da crise financeira que hoje ainda vivemos. Nós destruímos o setor da construção, aniquilámos o setor da construção e depois esperávamos que quando tivéssemos rendimento para comprar a casa, as casas aparecessem. Isso não vai nunca acontecer&#8221;, alertou.</p>
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