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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Semana começa com sol e temperaturas a subir, mas o tempo pode mudar a meio de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:10:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre esta segunda-feira e quarta-feira, os modelos apontam para uma diminuição gradual da instabilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana vai começar com o calor a ganhar terreno em Portugal continental, depois de vários dias mais frescos e de um fim de semana já marcado pela recuperação das temperaturas. Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a fase positiva da Oscilação do Atlântico Norte, conhecida como NAO+, deverá manter-se dominante até cerca de 11 de junho, favorecendo tempo mais estável, seco e soalheiro na Península Ibérica.</p>
<p>Entre esta segunda-feira e quarta-feira, os modelos apontam para uma diminuição gradual da instabilidade. O anticiclone dos Açores deverá reforçar-se e expandir a sua influência para leste, limitando os efeitos das depressões ainda ativas no Atlântico Norte e permitindo uma recuperação progressiva das temperaturas.</p>
<p>O interior deverá ser a região onde o calor se fará sentir com maior intensidade. As previsões já apontavam para uma subida gradual, com valores que poderão atingir, durante a semana, 37ºC em Évora, 36ºC em Beja e Castelo Branco, e 33ºC em Santarém, Braga e Bragança. No litoral, a influência atlântica, a nortada e eventuais neblinas matinais deverão manter as temperaturas mais moderadas.</p>
<p>Em Lisboa, o &#8216;Tempo.pt&#8217; previa máximas em torno dos 26ºC entre segunda e quarta-feira, com mínimas entre 14ºC e 15ºC. A partir de quinta-feira, os valores poderão voltar a subir, num cenário de tempo mais quente e maioritariamente seco.</p>
<p>A partir de 11 de junho, porém, o padrão atmosférico poderá começar a mudar. Os cenários de médio prazo indicam a possibilidade de instalação de um bloqueio escandinavo, com altas pressões persistentes sobre o norte da Europa. Quando isso acontece, as depressões atlânticas podem ser desviadas para latitudes mais baixas, aproximando-se da Península Ibérica, de França ou do Mediterrâneo ocidental.</p>
<p>Ainda assim, essa mudança não significa, para já, que Portugal vá entrar num período instável. O próprio &#8216;Tempo.pt&#8217; sublinha que, durante o verão, a presença simultânea de um anticiclone dos Açores forte pode travar a progressão das depressões e manter o tempo seco e quente.</p>
<p>Para a noite da véspera de Santo António, 12 de junho, a informação disponível não aponta, por agora, para precipitação. O cenário mais provável é, assim, de uma semana com calor em progressão, sobretudo no interior, e com uma incerteza crescente a partir de meados da semana sobre a aproximação de alguma instabilidade atlântica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772761]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro da Defesa de Taiwan denuncia patrulhas chinesas como ato de provocação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa de Taiwan, Wellington Koo, afirmou hoje que a intensificação das patrulhas marítimas chinesas em águas a leste da ilha constitui um "ato de provocação" e de "guerra cognitiva".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa de Taiwan, Wellington Koo, afirmou hoje que a intensificação das patrulhas marítimas chinesas em águas a leste da ilha constitui um &#8220;ato de provocação&#8221; e de &#8220;guerra cognitiva&#8221;.</P><br />
<P>Em declarações citadas pela agência de notícias CNA, Koo afirmou que, ao declarar as águas orientais da ilha como uma &#8220;zona de aplicação da lei&#8221;, a China causa um &#8220;grave prejuízo&#8221; à &#8220;soberania nacional&#8221; de Taiwan, território autogovernado que Pequim considera parte inalienável do seu território.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que o ministério da Defesa e a Administração da Guarda Costeira (CGA) vão partilhar informações de inteligência &#8220;de forma estreita&#8221; e coordenar &#8220;minuciosamente&#8221; a divisão de tarefas para &#8220;salvaguardar permanentemente a soberania nacional e a segurança marítima&#8221;.</P><br />
<P>As declarações surgem dois dias depois de o Governo chinês ter lançado uma &#8220;operação especial de controlo marítimo&#8221; em águas situadas a leste de Taiwan, em resposta ao início das negociações entre o Japão e as Filipinas para delimitar as respetivas zonas económicas exclusivas e plataformas continentais naquela região.</P><br />
<P>Segundo Pequim, a operação visa exercer plenamente a &#8220;jurisdição administrativa de controlo marítimo&#8221; da China na área, reforçar as capacidades de patrulhamento em águas profundas e de controlo do tráfego em &#8220;zonas marítimas estratégicas&#8221;, garantir a segurança da navegação e &#8220;salvaguardar os interesses nacionais&#8221;.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no domingo, a CGA de Taiwan sublinhou que a China &#8220;não possui qualquer direito soberano sobre as águas situadas a leste de Taiwan&#8221; e que a sua atuação viola o direito internacional.</P><br />
<P>A autoridade marítima taiwanesa indicou que quatro embarcações chinesas &#8212; o &#8220;Haixun 06&#8221;, o &#8220;Haixun 08&#8221;, o &#8220;Haixun 09&#8221; e o &#8220;Donghaijiu 113&#8221; &#8212; entraram em &#8220;águas restritas&#8221; a sudoeste do cabo Eluanbi, no extremo sul de Taiwan, cerca das 14:05 (07:05 em Lisboa) de domingo.</P><br />
<P>Segundo a versão taiwanesa, os navios foram acompanhados por embarcações da Guarda Costeira de Taiwan e os dois lados envolveram-se numa troca verbal sobre a soberania das águas em questão.</P><br />
<P>&#8220;Ambos os lados do Estreito pertencem a uma só China; estas são águas sob jurisdição chinesa; a nossa flotilha de aplicação da lei marítima está a executar uma missão especial de controlo do tráfego marítimo; não interfiram com as nossas funções&#8221;, afirmaram os guardas costeiros chineses, segundo a transcrição divulgada por Taiwan.</P><br />
<P>Os seus homólogos taiwaneses responderam: &#8220;A China não possui qualquer direito soberano sobre as águas situadas a leste de Taiwan. Entraram nas nossas águas sem autorização, violando o direito internacional e afetando a ordem e a segurança das nossas águas. Alterem imediatamente o rumo e abandonem as nossas águas o mais rapidamente possível&#8221;.</P><br />
<P>Após várias horas de impasse, os quatro navios chineses abandonaram as águas reivindicadas por Taiwan pelas 03:20 de hoje (20:20 de domingo, em Lisboa), segundo a CGA.</P><br />
<P>A autoridade prometeu adotar &#8220;todos os meios necessários&#8221; para &#8220;salvaguardar plenamente a soberania nacional e a segurança das águas&#8221; sob controlo de Taipé.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773163]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato dos Registos e Notariado começa hoje uma semana de greve: o que está em causa?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sindicato-dos-registos-e-notariado-comeca-hoje-uma-semana-de-greve-o-que-esta-em-causa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 05:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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		<category><![CDATA[STRN]]></category>
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					<description><![CDATA[STRN acusou o Governo de “manter uma situação considerada ilegal, injusta e insustentável no setor dos registos”, uma vez que continua a recusar o acordo defendido pelo sindicato, decidindo deixar “o setor à beira do colapso”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado (STRN) decidiu avançar com uma greve nacional que começa esta segunda-feira &#8211; e estende-se até dia 13 de junho.</p>
<p>Em comunicado, o STRN acusou o Governo de “manter uma situação considerada ilegal, injusta e insustentável no setor dos registos”, uma vez que continua a recusar o acordo defendido pelo sindicato, decidindo deixar “o setor à beira do colapso”.</p>
<p>O sindicato que representa os trabalhadores dos registos e notariado acrescentou ainda que existe uma “ausência de soluções para os problemas estruturais que afetam os serviços de registo em todo o país”.</p>
<p>No pré-aviso de greve, já entregue ao Governo, o STRN faz 11 reivindicações, que incluem “um recrutamento-choque do número de conservadores de registos e de oficiais de registos que se encontram em falta” e o cumprimento da recomendação da Provedoria da Justiça para eliminação de assimetrias salariais.</p>
<p>A crise de recursos humanos é, para o STRN, grave, com 279 conservadores de registos e 2.731 oficiais de registos em falta – o equivalente a 38% e 55%, respetivamente, do efetivo necessário.</p>
<p>A greve pretende dar um alerta para a degradação do serviço público que é prestado por “falta de investimento e inação do Governo”, referiu, também em comunicado, o presidente do STRN, Arménio Maximino, dizendo que este sindicato se opõe à “continuidade da degradação acentuada que se tem vindo a verificar bem como ao facto de os cidadãos não serem atendidos com privacidade, o que ocorre em clara violação ao RGPD [Regulamento Geral sobre Proteção de Dados]”.</p>
<p>O STRN apontou ainda que o Governo quer eliminar a categoria de oficial de registos especialista, “apesar de o PSD, atualmente no poder, ter denunciado em 2023 a mesma prática que agora procura consolidar”, lê-se no comunicado.</p>
<p>Além desta mudança, denunciou o sindicato, o Governo pretende “manter um modelo de poupança à custa dos direitos dos cidadãos e trabalhadores”, uma vez que as medidas reivindicadas pelo STRN representam 0,49% da receita anual do IRN.</p>
<p>“Esta circunstância é incompatível com um serviço público minimamente funcional. O STRN alerta que esta falta de profissionais tem provocado atrasos significativos na disponibilização dos serviços no âmbito dos registos predial, comercial, automóvel e civil, bem como na nacionalidade”, lê-se ainda no comunicado.</p>
<p>Em abril, o STRN já tinha dado dez dias ao Governo para estudar as propostas de acordo, sem descartar, já na altura, avançar para greve se não houvesse um entendimento e alertou para o agravamento dos atrasos nos registos e notariado já durante o verão, tendo apresentado um plano de contingência para a recuperação de atrasos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772534]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente chinês chega à Coreia do Norte para visita de dois dias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-chines-chega-a-coreia-do-norte-para-visita-de-dois-dias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês, Xi Jinping, chegou hoje a Pyongyang para uma visita de Estado de dois dias à Coreia do Norte, a primeira em sete anos, durante a qual deverá reunir-se com o líder norte-coreano, Kim Jong-un.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês, Xi Jinping, chegou hoje a Pyongyang para uma visita de Estado de dois dias à Coreia do Norte, a primeira em sete anos, durante a qual deverá reunir-se com o líder norte-coreano, Kim Jong-un.</P><br />
<P>Será o primeiro encontro entre os dois líderes desde setembro passado, quando se reuniram em Pequim à margem de um desfile militar que contou também com a presença do Presidente russo, Vladimir Putin, e de outros líderes estrangeiros.</P><br />
<P>A agência de notícias oficial chinesa Xinhua informou que Xi chegou esta manhã à capital norte-coreana, acompanhado pela primeira-dama, Peng Liyuan, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, e por Cai Qi, um dos mais altos responsáveis do Partido Comunista Chinês.</P><br />
<P>Nenhuma agenda detalhada para a visita foi divulgada.</P><br />
<P>Analistas internacionais consideram, contudo, que o encontro poderá ter implicações importantes para as relações bilaterais, numa altura em que Pequim e Pyongyang procuram reforçar a sua aliança tradicional perante as respetivas tensões com os Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773162]]></sapo:autor>
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		<title>Fujimori diz que respeitará resultados de eleições no Peru</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fujimori-diz-que-respeitara-resultados-de-eleicoes-no-peru/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A candidata de direita Keiko Fujimori afirmou no domingo que respeitará os resultados das eleições presidenciais do Peru, depois de saber que resultados preliminares colocam Roberto Sánchez, de esquerda, à sua frente por uma pequena margem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata de direita Keiko Fujimori afirmou no domingo que respeitará os resultados das eleições presidenciais do Peru, depois de saber que resultados preliminares colocam Roberto Sánchez, de esquerda, à sua frente por uma pequena margem.</P><br />
<P>&#8220;Encontramo-nos num empate técnico, até ao momento não há nenhum vencedor nesta disputa, por essa razão, serão dias longos até conhecê-lo. Seria irresponsável definir o resultado com base numa amostra de contagem rápida, que utiliza aproximadamente 1.000 atas das 90.000 existentes a nível nacional&#8221;, declarou Fujimori num breve pronunciamento.</P><br />
<P>A candidata, a quem as projeções da Ipsos Perú atribuem 49,7% contra 50,3% de Sánchez, garantiu que respeitará os resultados eleitorais quando a contagem chegar a 100% e incentivou Sánchez a fazer o mesmo.</P><br />
<P>&#8220;Quero dizer ao povo peruano para não perder a esperança, precisamos de calma e serenidade e vamos esperar com muita fé o resultado final&#8221;, afirmou a dirigente de direita, entre aplausos de membros do seu partido, Fuerza Popular.</P><br />
<P>Fujimori reiterou ainda que o trabalho dos observadores da sua formação, que segundo disse chegam a 95.000 pessoas, é &#8220;duplamente importante&#8221;, pois devem contar um a um os boletins de voto para respeitar a &#8220;vontade popular&#8221;.</P><br />
<P>Nas eleições de 2021, Fujimori não aceitou os resultados que davam como vencedor o ex-presidente Pedro Castillo, que a derrotou por cerca de 40.000 votos, denunciando sem provas sólidas um alegado fraude contra si, ao ponto de tentar anular milhares de votos para reverter os resultados.</P><br />
<P>Este domingo, outra sondagem realizada pela empresa Datum, com uma margem de erro de 1,9%, colocou Sánchez com 50,14% e Fujimori com 49,86%. Mas resultados anteriores tinham posicionado Fujimori ligeiramente à frente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773161]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Líder de Hong Kong vai poder classificar casos criminais como ligados à segurança da China</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lider-de-hong-kong-vai-poder-classificar-casos-criminais-como-ligados-a-seguranca-da-china/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Hong Kong anunciou hoje que o líder do território poderá classificar qualquer caso criminal como envolvendo a segurança nacional da China, permitindo assim a condenação à pena perpétua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Hong Kong anunciou hoje que o líder do território poderá classificar qualquer caso criminal como envolvendo a segurança nacional da China, permitindo assim a condenação à pena perpétua.</P><br />
<P>As autoridades divulgaram propostas para alterar a lei de segurança nacional, quase seis anos depois de o Governo Central chinês ter imposto esta legislação à região semiautónoma.</P><br />
<P>As mudanças incluem a criação de um mecanismo que permite ao chefe do Executivo de Hong Kong, através de um certificado, classificar casos como envolvendo &#8220;crimes que põem em perigo a segurança nacional&#8221;.</P><br />
<P>Quaisquer outros crimes de que um arguido seja acusado no mesmo processo seriam também automaticamente classificados como envolvendo a segurança nacional.</P><br />
<P>Como tal, os julgamentos estariam a cargo de juízes nomeados especificamente pelo Governo de Hong Kong, poderiam decorrer à porta fechada e os suspeitos sujeitos a fianças mais elevadas.</P><br />
<P>As alterações vão ser enviadas para o Conselho Legislativo, através do chamado &#8220;processo de aprovação prévia&#8221;, que dá ao parlamento apenas 28 dias para discutir, alterar ou rejeitar as propostas.</P><br />
<P>As comissões parlamentares da Segurança e dos Assuntos Legais e Judiciários vão realizar já hoje uma reunião conjunta para começar a analisar as propostas.</P><br />
<P>De acordo com a imprensa local, as autoridades afirmaram que pretendem concluir o processo e implementar as mudanças &#8220;o mais rapidamente possível&#8221;, sem especificar um calendário.</P><br />
<P>Em março, o Governo de Hong Kong introduziu uma outra revisão da legislação, para punir quem se recusar a desbloquear dispositivos eletrónicos em casos ligados à segurança nacional.</P><br />
<P>A revisão autoriza os agentes das forças policiais, com mandados judiciais, a exigir que uma pessoa sob investigação forneça uma palavra-passe ou método de desencriptação para dispositivos.</P><br />
<P>Qualquer pessoa que conheça a palavra-passe ou o método de desencriptação, que esteja autorizada a aceder ao dispositivo ou que o detenha, controle ou utilize, fica obrigada a cumprir a exigência policial.</P><br />
<P>Caso alguém se recuse a desbloquear os dispositivos, pode enfrentar uma multa máxima de 100 mil dólares de Hong Kong (cerca de 11 mil euros) ou uma pena de prisão de até um ano.</P><br />
<P>O documento estipula que esta obrigação se impõe mesmo nos casos onde exista &#8220;obrigação de sigilo ou qualquer outra restrição à divulgação de informações&#8221;, incluindo jornalistas, médicos e advogados.</P><br />
<P>As autoridades de Hong Kong afirmam que a lei de segurança nacional restaurou a ordem, após os protestos contra a lei de extradição para a China continental, em 2019, com milhões de participantes e reivindicações por sufrágio universal.</P><br />
<P>Mas as organizações de defesa dos direitos humanos e os governos ocidentais têm acusado as autoridades locais e de Pequim de usar a lei como uma ferramenta para esmagar qualquer dissidência política.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773160]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ligações fluviais com horários reforçados entre Cacilhas, Barreiro e Lisboa a partir de hoje</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:02:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os horários nas ligações fluviais entre o Barreiro e Cacilhas (margem sul do Tejo) e Lisboa vão ser reforçados a partir de hoje, uma medida que, segundo a Transtejo Soflusa (TTSL), visa responder às necessidades dos passageiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os horários nas ligações fluviais entre o Barreiro e Cacilhas (margem sul do Tejo) e Lisboa vão ser reforçados a partir de hoje, uma medida que, segundo a Transtejo Soflusa (TTSL), visa responder às necessidades dos passageiros.</P><br />
<P>Segundo a transportadora, no caso da ligação de Cacilhas, concelho de Almada, para Lisboa, o transporte vai iniciar-se mais cedo e terminar mais tarde nos dias úteis, passando a realizar-se a partir das 05:00, em vez das 05:20, e a terminar às 02:30, em vez das 01:40.</P><br />
<P>Aos fins de semana e feriados, o reajuste dos horários resulta na realização de mais quatro ligações diárias.</P><br />
<P>Nas carreiras do Barreiro, as alterações incidem num reajuste do horário nas primeiras horas da manhã, sendo reforçada a resposta do serviço, com o acrescento de duas carreiras diárias. </P><br />
<P>Aos fins de semana e feriados não há alterações.</P><br />
<P>A Transtejo Soflusa (TTSL) é responsável pelas ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas, Barreiro e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, e Lisboa.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773159]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Cine-Teatro Scala procura apoios para chegar ao centenário como referência cultural de Maputo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Egídio Mazuze (texto), Fernando Cumaio (vídeo) e Luísa Nhantumbo (fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Egídio Mazuze (texto), Fernando Cumaio (vídeo) e Luísa Nhantumbo (fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Maputo, 08 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Cine-Teatro Scala, o primeiro a dar voz ao cinema em Moçambique e dos últimos ainda em atividade em Maputo, resiste e procura apoios para uma reabilitação que permita festejar o centenário, em 2031, ainda como referência cultural.</P><br />
<P>&#8220;É um marco histórico porque o Scala em si é um património, e já é considerado património da cidade do Maputo. É um sítio histórico como vocês podem ver. É um dos cinemas resistentes que ficou e continua a praticar atividades culturais como cinema, teatro, dança&#8221;, explicou à Lusa a presidente da associação que gere cine-teatro, Marieta Manjate.</P><br />
<P>Construído em 1931 na baixa de Maputo, e ainda hoje mantendo a traça original de estilo &#8216;Art Déco&#8217;, a sala foi a primeira exibir filmes sonoros em Moçambique.</P><br />
<P>O Scala foi a primeira sala de cinema audiovisual em Moçambique e ainda hoje é considerado um dos marcos do património arquitetónico e cultural moçambicano. Com capacidade para cerca de 1.000 espetadores, o edifício continua a acolher sessões de cinema, teatro, dança, festivais e outras iniciativas artísticas, apesar dos desafios associados à conservação de uma infraestrutura com quase um século de existência.</P><br />
<P>A presidente da Associação Cultural Scala, entidade responsável pela gestão do espaço desde 2015, considerou que a sobrevivência do edifício representa também a preservação de uma parte importante da memória cultural da capital moçambicana.</P><br />
<P>Segundo Marieta Manjate, também produtora de cinema, o Scala ultrapassa ainda hoje a função tradicional de sala de espetáculos, desenvolvendo igualmente atividades ligadas à pesquisa, preservação da memória coletiva e valorização do património cultural.</P><br />
<P>&#8220;O Scala não é só a parte da cultura como sala, mas também temos pesquisas de história oral e somos apologistas de gestão no património de espaços públicos e privados. Então, o caminho de 100 anos para nós é gratificante&#8221;, diz.</P><br />
<P>Além das exibições regulares de cinema moçambicano através do projeto &#8220;Cine das Quintas&#8221;, realizado quinzenalmente, o espaço acolhe mostras internacionais, festivais de cinema, espetáculos de dança, teatro e outras iniciativas culturais. Recentemente, o Scala recebeu uma mostra dedicada à memória e identidade que reuniu produções de Moçambique, Angola, Brasil, Cabo Verde, Cuba, Portugal e Argentina.</P><br />
<P>Marieta Manjate explicou que a gestão procura recuperar gradualmente o hábito de frequentar salas de cinema, particularmente entre os jovens, numa altura em que o consumo audiovisual ocorre cada vez mais através de dispositivos digitais.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos jovens perderam o hábito de ir ao cinema&#8221;, lamenta, ao mesmo tempo que recorda que naquela sala já se viu quase tudo, mas o papel sempre foi &#8220;socializar&#8221;: &#8220;Como eu dizia, conectar, e ser um sítio de ver o filme e pensar, ver o filme e aprender, no espaço próprio para isso, estamos a voltar a cultivar&#8221;.</P><br />
<P>Apesar da redução da frequência regular das salas de cinema nos últimos anos, a responsável assinala sinais de recuperação do público. Segundo dados da associação, as sessões habituais quinzenais recebem entre 100 e 150 espectadores por exibição, enquanto eventos especiais têm conseguido aproximar-se da lotação máxima do recinto.</P><br />
<P>&#8220;Nessa mostra de cinema que fizemos durante uma semana [em maio], tivemos entre 150 e 200 pessoas&#8221;, explica, sem esconder o entusiasmo de numa das sessões a sala ter até esgotado, como no passado.</P><br />
<P>&#8220;Sala toda cheia, aqui por baixo da plateia e no balcão. Isso para nos foi uma alegria e tanto (&#8230;), estamos a trabalhar nisso e acho que estamos a ir num caminho certo, porque as coisas estão a voltar devagar&#8221;, reconhece.</P><br />
<P>Marieta Manjate rejeitou ainda a ideia de que o Scala tenha deixado de exibir cinema comercial, explicando que as mostras internacionais realizadas recentemente resultaram de parcerias com Embaixada de Itália e outras instituições culturais.</P><br />
<P>&#8220;O Cine das Quintas é cinema comercial. Nós cobramos bilhetes e, para os estudantes, praticamos preços bonificados para incentivar a participação. Queremos que as pessoas valorizem o cinema e o trabalho que está por trás destas produções, mesmo pagando um valor simbólico&#8221;, refere a gestora, reconhecendo que outro tipo de conteúdo internacional implica pagar direitos de autor, que não estão ao alcance.</P><br />
<P>A poucos anos do centenário, a principal preocupação da gestão centra-se na necessidade de reabilitar o edifício. O piso, as cadeiras originais, o sistema de iluminação, o equipamento sonoro, a tela de projeção e outros componentes da infraestrutura necessitam de intervenção para garantir melhores condições de funcionamento.</P><br />
<P>&#8220;O edifício precisa de uma reabilitação. O edifício precisa de uma reforma. Dinheiro que é bom, nós não temos, mas vamos pedindo apoio. Agora temos um pequeno apoio do Instituto Nacional das Indústrias Criativas para apetrechar um bocado. Não é muito dinheiro, mas vai fazer alguma diferença&#8221;, afirma Marieta Manjate.</P><br />
<P>A associação conta com o apoio de algumas embaixadas e instituições culturais, mas reconheceu que os recursos disponíveis continuam insuficientes para responder às necessidades de conservação de um edifício daquela dimensão.</P><br />
<P>Sem avançar um orçamento definitivo para as obras, Marieta Manjate admitiu que serão necessários investimentos significativos para modernizar o espaço sem comprometer as suas características históricas, incluindo a preservação das cadeiras originais e dos elementos arquitetónicos que distinguem o Scala.</P><br />
<P>A celebração dos 100 anos surge, por isso, como uma oportunidade para revitalizar o espaço, reforçar a programação cultural e atrair novos públicos.</P><br />
<P>&#8220;Nós iremos comemorar os 100 anos do Scala (&#8230;) e eu acredito que iremos conseguir apoio até lá para podermos colocar o Scala nos 100 anos que merece, com atividades condignas&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Para a presidente da Associação Cultural Scala, a continuidade do espaço representa mais do que a sobrevivência de uma sala de espetáculos: simboliza a preservação de um património histórico que continua a desempenhar um papel relevante na vida cultural de Maputo e de Moçambique.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773158]]></sapo:autor>
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		<title>Fujimori ligeiramente à frente na segunda volta das presidenciais no Peru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A candidata de direita às presidenciais no Peru, Keiko Fujimori, surgia este domingo com ligeira vantagem sobre o rival de esquerda Roberto Sanchez, após uma eleição muito renhida que irá designar o nono presidente do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata de direita às presidenciais no Peru, Keiko Fujimori, surgia este domingo com ligeira vantagem sobre o rival de esquerda Roberto Sanchez, após uma eleição muito renhida que irá designar o nono presidente do país.</P><br />
<P>As sondagens à saída das urnas atribuíam à filha do antigo chefe de Estado Alberto Fujimori (1990-2000) cerca de um ponto de vantagem sobre o adversário. </P><br />
<P>Os resultados oficiais pareciam, no entanto, dar-lhe uma margem mais confortável, com 52,6% dos votos contra 47,4% para Sanchez, após a contagem de 36% dos boletins de voto.</P><br />
<P>&#8220;Este resultado traduz a divisão do país, mas revela também que nenhuma força política é hegemónica&#8221;, disse à agência France-Press (AFP) o analista Paulo Vilca, do Instituto de Estudos Peruanos (IEP).</P><br />
<P>Quase 27 milhões de peruanos votaram ao longo de uma jornada sem incidentes de maior, ao contrário da primeira volta, marcada por falhas e acusações de fraude. </P><br />
<P>Nenhum dos dois candidatos obteve apoio expressivo no sufrágio de 12 de abril, que contou com um recorde de 35 concorrentes. Todos os candidatos junto recolheram menos de 30% dos votos.</P><br />
<P>Muitos eleitores afirmaram ter escolhido &#8220;o menos mau&#8221; dos dois, num escrutínio marcado por forte desconfiança em relação à classe política e pelo cansaço face ao aumento da criminalidade.</P><br />
<P>&#8220;Foi preciso escolher o menor dos males. A história repete-se. Estamos numa crise que dura há mais de uma década&#8221;, disse à AFP Renzo Masa, estudante de 23 anos.</P><br />
<P>Keiko Fujimori, de 51 anos, candidata-se pela quarta vez consecutiva, reivindicando o legado controverso do pai, apontado pelos apoiantes como responsável pela estabilização da economia e pela derrota das guerrilhas dos anos 1980 e 1990, mas condenado por corrupção e crimes contra a humanidade.</P><br />
<P>&#8220;Votei em Keiko porque representa estabilidade. Infelizmente, não lhe demos oportunidade de governar&#8221;, afirmou Luis Bernaola, técnico de eletrónica de 44 anos.</P><br />
<P>Roberto Sanchez, ex-ministro de 57 anos, concorre pela primeira vez, apoiado por forte base nas regiões andinas que se sentem abandonadas pelo poder central em Lima. </P><br />
<P>Um juiz remeteu-o recentemente à justiça por alegadas irregularidades financeiras no partido, sem impacto na segunda volta.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de mudança. O equilíbrio de poderes é importante. Keiko assusta-me mais do que Sanchez&#8221;, declarou à agência francesa Juan Salas, comerciante de 32 anos.</P><br />
<P>Seja qual for o vencedor, herdará um país mergulhado numa crise política persistente, com oito presidentes desde 2016.</P><br />
<P>A insegurança é outra grande preocupação dos eleitores, com cerca de 70% dos peruanos a esperar que o combate à criminalidade seja prioridade do próximo presidente, segundo uma sondagem recente.</P><br />
<P>Lima registou 23 homicídios por 100.000 habitantes em 2025, três vezes mais do que cinco anos antes.</P><br />
<P>A candidata de direita promete mobilizar o exército em apoio à polícia, desmantelar redes de extorsão e expulsar estrangeiros em situação irregular condenados por crimes. </P><br />
<P>Apresenta-se como a candidata da prosperidade e alerta para o perigo do &#8220;comunismo&#8221;. &#8220;Nós representamos o progresso, eles o retrocesso&#8221;, afirmou recentemente.</P><br />
<P>Roberto Sanchez defende uma abordagem distinta, com o combate à criminalidade a passar pelo restabelecimento da confiança nas instituições, reforço do sistema judicial e reforma da polícia. </P><br />
<P>Durante a campanha, Sanchez usou o chapéu camponês oferecido pelo ex-presidente detido Pedro Castillo, cujo legado político reivindica.</P><br />
<P>O antigo professor está detido desde a tentativa falhada de dissolver o Parlamento em 2022. Sanchez prometeu conceder-lhe indulto se vencer.</P><br />
<P>Inicialmente apoiado por movimentos ultranacionalistas, o candidato moderou o discurso ao longo da campanha, sublinhando o consenso, a estabilidade e o respeito pelas instituições.</P><br />
<P>Nenhum dos dois dispõe de maioria parlamentar. O futuro presidente terá de formar alianças para concluir o mandato, que começa a 28 de julho.</P><br />
<P></P><br />
<P>NCM // CAD</P><br />
<P>Puta/Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773157]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Japão mantém em 0,5% crescimento do PIB entre janeiro e março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 03:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Japão manteve em 0,5% o crescimento do produto interno bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, em comparação com o período anterior, mas reviu em baixa a taxa de crescimento anualizada, anunciou hoje o Governo nipónico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Japão manteve em 0,5% o crescimento do produto interno bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, em comparação com o período anterior, mas reviu em baixa a taxa de crescimento anualizada, anunciou hoje o Governo nipónico. </P><br />
<P>O consumo privado, que representa cerca de 60% da economia japonesa, manteve o crescimento de 0,3% registado inicialmente, encadeando o seu quinto trimestre consecutivo de crescimento, de acordo com os dados revistos publicados hoje pelo Governo japonês. </P><br />
<P>Além disso, o crescimento das exportações nos três primeiros meses do ano, que nos dados preliminares publicados em maio registaram um aumento de 1,7%, subiram efetivamente 1,8%, embora as importações tenham diminuído, passando de um aumento de 0,5% para 0,4% após a revisão dos dados.</P><br />
<P>O investimento empresarial passou a registar uma redução de 0,7% em relação ao último trimestre do ano anterior, contra um aumento de 0,3% registado no relatório de maio.</P><br />
<P>O investimento público, em contrapartida, passou a registar um aumento de 1,5%, contra os 1,4% inicialmente reportados.</P><br />
<P>Em termos anualizados, a economia japonesa registou um crescimento de 1,8%, três pontos percentuais abaixo do valor indicado no relatório preliminar.</P><br />
<P>Os dados surgem depois de o Governo da primeira-ministra conservadora, Sanae Takaichi, ter aprovado, no final da semana passada, um orçamento adicional de 3,11 biliões de ienes (cerca de 16.700 milhões de euros) para fazer face ao aumento dos preços da energia devido à guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.</P><br />
<P>Os planos de estímulo ambiciosos de Takaichi deixaram os investidores nervosos devido à dependência do Japão da emissão de dívida e contribuíram para elevar o rendimento das obrigações japonesas a níveis nunca vistos desde a década de 1990.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773156]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Xi visita Coreia do Norte para reforçar influência chinesa sobre Pyongyang &#8212; analistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A visita do Presidente chinês à Coreia do Norte, que começa hoje, deverá servir para reafirmar a influência de Pequim sobre Pyongyang e reforçar uma aliança que ambos os países consideram cada vez mais importante, segundo analistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A visita do Presidente chinês à Coreia do Norte, que começa hoje, deverá servir para reafirmar a influência de Pequim sobre Pyongyang e reforçar uma aliança que ambos os países consideram cada vez mais importante, segundo analistas.</P><br />
<P>Xi Jinping inicia uma visita de dois dias à Coreia do Norte, a primeira desde 2019, durante a qual se reunirá com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. Será o primeiro encontro entre ambos desde setembro passado, quando Kim participou em Pequim num desfile militar ao lado do Presidente russo, Vladimir Putin, e de outros líderes estrangeiros.</P><br />
<P>Embora não tenha sido divulgada uma agenda oficial, especialistas consideram que a deslocação poderá ter implicações significativas para a relação bilateral e para o equilíbrio estratégico no nordeste asiático.</P><br />
<P>&#8220;Um líder chinês não visita simplesmente a Coreia do Norte porque chegou a altura de o fazer. A viagem de Xi terá implicações reais para as relações entre a China e a Coreia do Norte&#8221;, afirmou Leif-Eric Easley, professor da Universidade Ewha, em Seul, citado pela agência Associated Press.</P><br />
<P>A visita ocorre semanas depois de Xi ter recebido em Pequim o Presidente norte-americano, Donald Trump, e Putin. O líder chinês deverá voltar a encontrar-se com Trump durante uma visita prevista aos Estados Unidos em setembro.</P><br />
<P>Para Kwak Gil Sup, diretor do portal especializado One Korea Center, Xi procurará demonstrar a influência da China na Península Coreana e afirmar um papel de liderança regional num contexto de competição estratégica crescente com Washington.</P><br />
<P>A China continua a ser o principal parceiro comercial e aliado diplomático da Coreia do Norte. Pequim é frequentemente apontada como responsável por suavizar o impacto das sanções internacionais sobre o regime norte-coreano, através do comércio transfronteiriço e de apoio económico.</P><br />
<P>Este ano assinala-se o 65.º aniversário do tratado de defesa mútua assinado entre os dois países.</P><br />
<P>Nos últimos anos, porém, surgiram dúvidas sobre a proximidade entre Pequim e Pyongyang, à medida que Kim aprofundou a cooperação com a Rússia, fornecendo tropas e armamento para apoiar a guerra na Ucrânia em troca de assistência económica e militar.</P><br />
<P>Segundo vários analistas, recuperar uma influência mais exclusiva sobre a Coreia do Norte poderá oferecer a Xi uma carta adicional nas negociações com Trump, que tem manifestado interesse em retomar contactos diplomáticos com Kim.</P><br />
<P>Num artigo publicado hoje no jornal oficial norte-coreano Rodong Sinmun, Xi apelou ao reforço da cooperação estratégica entre os dois países e à oposição conjunta à &#8220;hegemonia e à política de coerção&#8221;, defendendo uma ordem mundial multipolar.</P><br />
<P>Os especialistas preveem que Pequim possa anunciar novas formas de apoio económico, incluindo fornecimentos de arroz e fertilizantes, o regresso de grupos turísticos chineses à Coreia do Norte e projetos conjuntos de desenvolvimento económico.</P><br />
<P>&#8220;A Coreia do Norte não pode depender apenas da Rússia. Precisa de se alinhar com a China&#8221;, afirmou Kwak.</P><br />
<P>A visita acontece poucos dias depois de Kim ter inaugurado uma instalação destinada à produção de materiais para armas nucleares e prometido reforçar as capacidades nucleares do país &#8220;a um ritmo exponencial&#8221;.</P><br />
<P>No domingo, Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano e uma das principais responsáveis do regime, classificou os apelos dos Estados Unidos à desnuclearização da Coreia do Norte como um &#8220;sonho anacrónico&#8221;.</P><br />
<P>Analistas consideram que um dos objetivos de Kim será obter de Pequim uma aceitação tácita do estatuto da Coreia do Norte como potência nuclear, reduzindo a pressão chinesa sobre a questão da desnuclearização.</P><br />
<P>&#8220;Kim parece querer que Xi aceite a Coreia do Norte como um vizinho dotado de armas nucleares&#8221;, afirmou Easley.</P><br />
<P>Desde o fracasso das negociações com Trump em 2019, Kim rejeitou ofertas de diálogo por parte dos Estados Unidos e da Coreia do Sul e concentrou-se na expansão e modernização do arsenal nuclear norte-coreano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773155]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Israel anuncia ataques contra vários &#8220;alvos militares&#8221; iranianos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-israel-anuncia-ataques-contra-varios-alvos-militares-iranianos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:38:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças armadas israelitas informaram hoje ter atacado "alvos militares" no oeste e no centro do Irão, horas depois de Teerão ter lançado mísseis contra Israel em retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> As forças armadas israelitas informaram hoje ter atacado &#8220;alvos militares&#8221; no oeste e no centro do Irão, horas depois de Teerão ter lançado mísseis contra Israel em retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano. </P><br />
<P>A televisão estatal iraniana informou que se ouviram sons de explosões em Isfahan, Tabriz e Teerão, sem fornecer mais detalhes de imediato.</P><br />
<P>Uma testemunha em Teerão, citada mas não identificada pela AP, relatou ter ouvido pelo menos uma forte explosão algures a oeste da capital do país. O Irão fechou o espaço aéreo em torno do Aeroporto Internacional Imam Khomeini, em Teerão, o principal aeroporto do país, na sequência dos ataques israelitas.</P><br />
<P>As autoridades iranianas não forneceram detalhes sobre os alvos atingidos, nem informações sobre os danos causados. A Guarda da Revolução Islâmica, força paramilitar do Irão, afirmou que Israel utilizou mísseis balísticos lançados do ar no ataque desta madrugada, sem acrescentar pormenores.</P><br />
<P>As forças armadas israelitas emitiram, ao amanhecer no Irão, um breve comunicado pouco depois dos ataques terem início: &#8220;Há pouco tempo, a Força Aérea Israelita atacou alvos militares pertencentes ao regime terrorista iraniano no oeste e no centro do Irão&#8221;, relatou o comunicado, igualmente, sem adiantar outra informação.</P><br />
<P> A Casa Branca não comentou os ataques, incluindo a questão de se saber se estes foram realizados em coordenação com os Estados Unidos, avançou a AP.</P><br />
<P>Durante dias, as negociações entre o Irão e os Estados Unidos sobre o frágil cessar-fogo na guerra ficaram paralisadas devido aos combates entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah. Israel ocupa agora o sul do Líbano e avançou para áreas do país que não controlava há um quarto de século &#8212; o que suscitou receios de que alargasse ainda mais a campanha militar no país vizinho.</P><br />
<P>No domingo, Israel lançou ataques aéreos nos subúrbios do sul de Beirute. O Irão retaliou com um ataque a Israel, o que levou agora ao ataque de Israel ao Irão esta madrugada.</P><br />
<P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse este domingo à Fox News que queria que os iranianos parassem de disparar mísseis e regressassem à mesa de negociações. Também afirmou que os ataques de Israel no Líbano no início do domingo não foram coordenados com os Estados Unidos. &#8220;Não estou contente com isso&#8221;, sublinhou Trump.</P><br />
<P>Um alto funcionário norte-americano citado pela AP, afirmou que Trump tinha ligado ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para o exortar a não retaliar imediatamente ao ataque com mísseis iraniano. O funcionário, que falou sob condição de não ser identificado para descrever uma conversa telefónica privada, disse que Trump acreditava ter convencido Netanyahu a esperar.</P><br />
<P>Trump &#8220;conseguiu que Bibi [Netanyahu] adiasse a resposta por enquanto&#8221;, afirmou o funcionário, que não revelou outros detalhes sobre o telefonema. </P><br />
<P>Não houve qualquer comentário imediato por parte do gabinete de Netanyahu.</P><br />
<P>Os ataques ameaçam ainda mais os esforços para alcançar um cessar-fogo permanente na guerra entre o Irão e os Estados Unidos e aumentam a possibilidade de um regresso a combates intensos, complicando os esforços de mediação para pôr fim à guerra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773154]]></sapo:autor>
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		<title>Chuvas intensas obrigam à retirada de cerca de 10 mil pessoas no centro da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:29:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Chuvas "excecionalmente intensas" registadas durante o fim de semana na província chinesa de Guizhou, no centro do país, provocaram inundações e levaram à retirada de cerca de 10 mil pessoas, informou hoje a agência noticiosa oficial Xinhua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Chuvas &#8220;excecionalmente intensas&#8221; registadas durante o fim de semana na província chinesa de Guizhou, no centro do país, provocaram inundações e levaram à retirada de cerca de 10 mil pessoas, informou hoje a agência noticiosa oficial Xinhua.</P><br />
<P>As áreas mais afetadas foram as cidades de Qianxi e Zunyi e a vila de Changshun, segundo a agência.</P><br />
<P>As autoridades locais ativaram operações de emergência permanentes e retiraram até ao momento 1.377 residentes de 491 famílias, além de terem resgatado mais de 50 pessoas que ficaram cercadas pelas águas.</P><br />
<P>Em Changshun, mais de três mil habitantes de cerca de mil habitações situadas a jusante da barragem de Bancong foram transferidos para zonas seguras, após uma falha de energia ter afetado o funcionamento da infraestrutura e provocado o seu transbordo.</P><br />
<P>O Ministério dos Recursos Hídricos e a Administração Meteorológica da China emitiram no domingo à tarde um alerta vermelho, o nível mais elevado do sistema chinês, devido ao risco de enxurradas em áreas do sudeste de Guizhou entre domingo e hoje.</P><br />
<P>Em resposta, as autoridades reforçaram a vigilância em 27 rios e mobilizaram milhares de elementos das equipas de controlo de cheias.</P><br />
<P>Até à noite de domingo, quase cinco mil residentes foram retirados preventivamente na prefeitura autónoma de Qiandongnan, enquanto prosseguia a retirada de outras cerca de 22 mil pessoas.</P><br />
<P>As chuvas afetam também outras regiões do sul da China.</P><br />
<P>A província de Guangdong ativou na noite de sábado um plano de resposta de emergência devido à previsão de precipitação intensa, tempestades localizadas e possíveis cheias acima dos níveis de alerta em rios de pequena e média dimensão.</P><br />
<P>Em Nanning, capital da região autónoma de Guangxi, as autoridades elevaram o nível de alerta para precipitação em vários distritos, perante a previsão de novos aguaceiros acompanhados por trovoadas, rajadas de vento e risco de inundações urbanas.</P><br />
<P>Desde meados de maio, a China enfrenta uma sucessão de episódios de chuva intensa no centro e sul do país, com inundações e deslizamentos de terras em várias províncias.</P><br />
<P>Os serviços meteorológicos chineses atribuíram o adiantamento da época das chuvas a sistemas atmosféricos anómalos.</P><br />
<P>Todos os anos, a China enfrenta fenómenos de precipitação extrema, inundações repentinas e deslizamentos de terras durante a estação das chuvas.</P><br />
<P>Nos últimos anos, o país foi afetado pelas inundações de Pequim em 2023, que causaram mais de 30 mortos, pelas ondas de calor e secas de 2022 e pelas cheias na província central de Henan em 2021, que provocaram mais de 300 vítimas mortais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773153]]></sapo:autor>
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		<title>Cinco pessoas esfaqueadas em estação ferroviária de Nova Iorque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco pessoas foram esfaqueadas na estação Penn Station, em Nova Iorque, na véspera do primeiro jogo da final da NBA na cidade e a poucos dias do Mundial2026 de futebol, informou a agência France-Press (AFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cinco pessoas foram esfaqueadas na estação Penn Station, em Nova Iorque, na véspera do primeiro jogo da final da NBA na cidade e a poucos dias do Mundial2026 de futebol, informou a agência France-Press (AFP).</P><br />
<P>&#8220;O presumível autor dos factos foi detido&#8221;, indicaram as autoridades da cidade, acrescentando que o ataque resultou em cinco feridos &#8211; incluindo um grave &#8211; que foram todos transportados para um hospital na cidade.</P><br />
<P>As motivações do agressor permanecem desconhecidas.</P><br />
<P>Um fotógrafo da AFP que se deslocou ao local após o ataque encontrou compressas, luvas médicas e sangue no chão.</P><br />
<P>O organismo que gere as emergências na cidade pediu ao público para evitar a zona, alertando para possíveis &#8220;engarrafamentos, encerramentos de estradas e perturbações nos transportes públicos&#8221;.</P><br />
<P>Apesar disso, a atividade na estação retomou o curso normal durante a noite, de acordo com o fotógrafo da AFP.</P><br />
<P>Esta estação, que recebe em média cerca de 600.000 passageiros por dia, situa-se nas imediações do Madison Square Garden, onde Donald Trump prevê assistir hoje ao terceiro jogo entre os New York Knicks e os San Antonio Spurs.</P><br />
<P>Durante o Campeonato do Mundo de futebol, a Penn Station vai servir também o MetLife Stadium, em Nova Jersey, que acolhe oito jogos, incluindo a final, a 19 de julho.</P><br />
<P>O Mundial2026 vai decorrer entre 11 de junho e 19 de julho, com os Estados Unidos a voltar, 32 anos depois, a receber a competição internacional de futebol.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773152]]></sapo:autor>
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		<title>Xi declara que amizade entre Pequim e Pyongyang &#8220;perdurará para sempre&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:11:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês defendeu hoje a continuidade da aliança entre China e Coreia do Norte e apelou ao reforço da coordenação face "à hegemonia" e "política de força", num artigo no jornal norte-coreano Rodong Sinmun.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês defendeu hoje a continuidade da aliança entre China e Coreia do Norte e apelou ao reforço da coordenação face &#8220;à hegemonia&#8221; e &#8220;política de força&#8221;, num artigo no jornal norte-coreano Rodong Sinmun.</P><br />
<P>O texto, divulgado também pela agência de notícias estatal chinesa Xinhua, foi publicado por ocasião da viagem de Xi Jinping à Coreia do Norte, a primeira em sete anos, e no ano em que se comemora o 65.º aniversário do Tratado de Amizade, Cooperação e Assistência Mútua entre os dois países. </P><br />
<P>Xi afirmou que a relação bilateral se encontra num &#8220;novo ponto de partida histórico&#8221; e sustentou que Pequim pretende &#8220;impulsionar o desenvolvimento&#8221; dos laços com Pyongyang.</P><br />
<P>Isto após anos em que as relações arrefeceram devido aos ensaios nucleares norte-coreanos e num momento em que Pequim procura preservar a influência face à crescente aproximação da Coreia do Norte à Rússia. </P><br />
<P>O líder chinês salientou que a &#8220;amizade tradicional&#8221; entre os dois países &#8220;perdurará para sempre&#8221; e recordou que se reuniu seis vezes com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, nos últimos anos. </P><br />
<P>Xi defendeu também que Pequim e Pyongyang preservem o sistema internacional centrado nas Nações Unidas e a ordem baseada no direito internacional, ao mesmo tempo que se opõem &#8220;à hegemonia&#8221; e à &#8220;política da força&#8221; .</P><br />
<P>O dirigente chinês condenou ainda qualquer tentativa de &#8220;reavivar o militarismo&#8221;, uma expressão que as autoridades chinesas têm usado de forma reiterada nos últimos meses em referência ao Japão.</P><br />
<P>O artigo não menciona a desnuclearização da Coreia do Norte, um assunto que Pyongyang voltou a descartar no domingo, ao afirmar que o estatuto nuclear do país é irreversível. </P><br />
<P>A visita do líder chinês ocorre em pleno reatamento dos contactos entre Pequim e Pyongyang, após uma reunião que Xi e Kim mantiveram em setembro de 2025 em Pequim, uma visita do ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, à Coreia do Norte em abril e o reinício, em março, das ligações ferroviárias e aéreas de passageiros entre ambos os países, após seis anos de suspensão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773151]]></sapo:autor>
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		<title>Um morto e quatro feridos em sismo no sul das Filipinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 01:38:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 7,8, com epicentro perto da costa sul das Filipinas, causou hoje pelo menos um morto e quatro feridos, e provocou o desabamento de vários edifícios no arquipélago, informou a polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 7,8, com epicentro perto da costa sul das Filipinas, causou hoje pelo menos um morto e quatro feridos, e provocou o desabamento de vários edifícios no arquipélago, informou a polícia.</P><br />
<P>&#8220;Vários edifícios ruíram. Algumas casas também desabaram&#8221;, declarou Robert Dagon, um responsável da polícia de General Santos, cidade da ilha de Mindanau, sobre o sismo, que ocorreu às 07:37 (00:37 em Lisboa).</P><br />
<P>O epicentro situou-se a 13 quilómetros a sudoeste de General Santos e teve uma profundidade de 10 quilómetros, de acordo com o Instituto e Vulcanologia e Sismologia das Filipinas.</P><br />
<P> O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico informou que ondas de tsunami de até três metros são uma possibilidade em algumas zonas da costa das Filipinas. Também existe a possibilidade de ondas de até um metro possíveis em algumas zonas da costa da Indonésia e da Malásia, e de ondas menores em Taiwan, Japão, Guam, Papua-Nova Guiné e várias nações insulares e territórios no Pacífico ocidental.</P><br />
<P> Os residentes sentiram tremores nas províncias de Celebes do Norte e Maluku do Norte, na Indonésia.</P><br />
<P> Seguiram-se réplicas com magnitude até 6,1 na escala de Richter, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P> As Filipinas, um dos países mais propensos a catástrofes do mundo, são frequentemente atingidas por sismos e erupções vulcânicas devido à localização no &#8220;Anel de Fogo&#8221; do Pacífico, um conjunto de falhas sísmicas em torno do oceano.</P><br />
<P>O arquipélago é também assolado por cerca de 20 tufões e tempestades tropicais todos os anos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773150]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Zimbabué repatriou 74 cidadãos devido a violência xenófoba na África do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 00:14:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um primeiro grupo de 74 cidadãos do Zimbabué chegou ao seu país domingo, após ter sido repatriado da África do Sul devido à onda de ataques xenófobos que tem abalado aquele país, confirmou o Governo zimbabueano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um primeiro grupo de 74 cidadãos do Zimbabué chegou ao seu país domingo, após ter sido repatriado da África do Sul devido à onda de ataques xenófobos que tem abalado aquele país, confirmou o Governo zimbabueano.</P><br />
<P>Segundo explicou à agência espanhola EFE o ministro dos Negócios Estrangeiros, Amon Murwira, os repatriados chegaram de autocarro ao posto fronteiriço de Beitbridge, numa viagem organizada pela Embaixada do Zimbábue em Pretória.</P><br />
<P>&#8220;O Governo do Zimbabué está a acompanhar de perto os acontecimentos que estão a ocorrer na África do Sul, com ataques xenófobos contra cidadãos estrangeiros, e aconselha os seus nacionais a contactarem a nossa Embaixada caso se encontrem em perigo ou desejem regressar a casa&#8221;, declarou o ministro.</P><br />
<P>Após a chegada, os repatriados estão a ser assistidos pelo Departamento de Assistência Social, antes de se reunirem com as famílias, explicou, referindo que o Governo do Zimbábue está em contacto com o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa.</P><br />
<P>Nos últimos meses, um movimento anti-imigração sul-africano convocou protestos, por vezes violentos, contra migrantes irregulares, a quem atribui a culpa pelos problemas económicos do país, pela prestação deficiente de serviços públicos ou pelas elevadas taxas de criminalidade.</P><br />
<P>Grupos anti-imigração exigiram mesmo que certos grupos de estrangeiros abandonassem o país antes do próximo dia 30 de junho e chegaram ao ponto de impedir que migrantes africanos tivessem cuidados de saúde e educação em instalações públicas. </P><br />
<P> Esta situação levou o Gana, no passado dia 07 de maio, a solicitar à União Africana (UA) que abordasse os ataques xenófobos e enviasse uma &#8220;missão de investigação&#8221; à África do Sul.</P><br />
<P>Com a chegada domingo de 169 cidadãos moçambicanos, incluindo 16 menores, provenientes das localidades de Mossel Bay e Hermanus, na província do Cabo Ocidental, Moçambique fez já o repatriamento de 714 cidadãos na sequência de ataques xenófobos na vizinha África do Sul.</P><br />
<P>Já o Governo nigeriano informou que cerca de 130 compatriotas solicitaram ser repatriados após os ataques.</P><br />
<P>Tal como a Nigéria, também a Guiné-Bissau convocou o embaixador sul-africano no seu território.</P><br />
<P>Também o Gana e o Maláui repatriaram centenas de cidadãos, enquanto o Quénia, o Maláui e o Lesoto emitiram alertas de segurança para os seus cidadãos na África do Sul, cujo Governo condenou estes ataques, embora tenha reivindicado o seu direito de travar a imigração irregular.</P><br />
<P>As tensões xenófobas são um problema recorrente na África do Sul, que acolhe quase três milhões de estrangeiros, dos quais 90% são originários de outros países africanos. </P><br />
<P>Esta circunstância tem dado origem a ondas de protestos violentos, especialmente nos bairros mais vulneráveis, tendo os mais graves ocorrido no final de 2019, com 18 estrangeiros mortos, segundo dados da ONG Human Rights Watch (HRW).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773149]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Processo quer impedir combates de organização de artes marciais na Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 00:13:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cidadãos norte-americanos apresentaram este fim de semana um processo para impedir que o Presidente, Donald Trump, celebre o seu aniversário com combates da organização de artes marciais UFC na Casa Branca, classificando-os como "um esquema corrupto".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cidadãos norte-americanos apresentaram este fim de semana um processo para impedir que o Presidente, Donald Trump, celebre o seu aniversário com combates da organização de artes marciais UFC na Casa Branca, classificando-os como &#8220;um esquema corrupto&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a ação judicial, os combates da organização Ultimate Fighting Championship (UFC) já se encontram agendados para o dia 14 de junho, em que Trump completa 80 anos, na residência presidencial dos Estados Unidos.</P><br />
<P>No processo, apresentado em Washington, D.C., por um veterano da guerra do Vietname e uma ativista, sustenta-se que o evento viola a lei federal, ao utilizar recursos públicos para que uma promotora desportiva obtenha lucros, indicou o Public Integrity Project, organização que representa os autores da ação.</P><br />
<P>Alega-se ainda que Trump e o presidente da UFC, Dana White, vão lucrar financeiramente com os combates, afirmando que o Presidente comprou 50 mil dólares (cerca de 43 mil euros) em ações da empresa que gere a liga e que esta está a vender pacotes VIP por 1,5 milhões de dólares (1,3 milhões de euros) para quem quiser assistir aos combates.</P><br />
<P>Além disso, argumenta que a estrutura metálica instalada na Casa Branca para os combates do UFC viola as normas do Serviço Nacional de Parques (NPS), que exigem a aprovação do Congresso, por estar localizada num parque federal, e que as reparações no jardim custarão pelo menos 700 mil dólares (cerca de 600 mil euros).</P><br />
<P>Os autores da ação, do estado da Virgínia, são o sargento reformado Paul Romano, veterano do Vietname, originário da cidade de Springfield, e a ativista Susan Douglas, de Alexandria, que afirmam procurar &#8220;preservar os espaços monumentais de Washington&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este é um esquema profundamente corrupto para enriquecer o Presidente e os seus amigos. Se se permitir que este combate se realize, será apenas o início, e os nossos monumentos nacionais tornar-se-ão oportunidades de ostentação para os ricos&#8221;, defendeu Brendan Ballou, fundador do Public Integrity Project, num comunicado.</P><br />
<P>Donald Trump anunciou em outubro passado que iria realizar um evento de artes marciais mistas no âmbito das celebrações do seu aniversário e para dar início às comemorações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Antes da sua incursão na política, Trump promoveu combates de boxe em Nova Iorque nas décadas de 1980 e 1990.</P><br />
<P>O atual chefe de Estado norte-americano tem, além disso, uma longa relação com a World Wrestling Entertainment (WWE), a maior empresa de promoção de luta livre dos Estados Unidos, em cujo salão da fama foi incluído em 2013.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773148]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 1,75%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-cair-175/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 00:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,75% para 65.423,98 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,75% para 65.423,98 pontos, pouco depois da abertura da sessão. </P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, caía 1,12% para 3.904,78 pontos, às 09:05 locais (01:05 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Ucrânia: Paris, Londres e Berlim apoiam proposta de Zelensky de &#8220;diálogo direto&#8221; com Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 22:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes francês, alemão e britânico apoiaram hoje a proposta do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de um "diálogo direto" entre a Ucrânia e a Rússia, "com a participação ativa dos Estados Unidos e da Europa".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os líderes francês, alemão e britânico apoiaram hoje a proposta do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de um &#8220;diálogo direto&#8221; entre a Ucrânia e a Rússia, &#8220;com a participação ativa dos Estados Unidos e da Europa&#8221;.</P><br />
<P>No final de uma reunião com o líder ucraniano em Londres, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o Presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, &#8220;saudaram o apelo emitido pelo Presidente Zelensky para o fim da guerra, negociado através dos canais diplomáticos&#8221;, depois de este ter proposto encontrar-se diretamente com o homólogo russo, Vladimir Putin, numa carta aberta que lhe endereçou na quinta-feira.</P><br />
<P>Putin respondeu não ver &#8220;qualquer interesse&#8221; num tal encontro enquanto não for previamente negociado um acordo para pôr fim à guerra.</P><br />
<P>Paris, Londres e Berlim &#8220;expressaram o seu apoio à proposta de diálogo direto entre a Ucrânia e a Rússia &#8212; com a participação ativa dos Estados Unidos e da Europa &#8212; a fim de alcançar um cessar-fogo e apoiar a continuação das negociações&#8221;, segundo o comunicado do encontro, também assinado por Kiev.</P><br />
<P>&#8220;A atual linha da frente deve servir de ponto de partida para as negociações. As fronteiras internacionais não devem ser alteradas pela força&#8221;, sublinharam os quatro dirigentes.</P><br />
<P>Também &#8220;sublinharam a necessidade urgente de aumentar a escala de produção de intercetores e desenvolver conjuntamente capacidades de defesa antimíssil balístico e de ataque em profundidade&#8221;, depois de novos ataques aéreos russos terem matado cinco pessoas e causado danos em instalações nucleares na Ucrânia.</P><br />
<P>Um ataque com um &#8216;drone&#8217; russo &#8220;destruiu parcialmente&#8221; um edifício num depósito de combustível nuclear utilizado na zona de exclusão da central nuclear de Chernobyl, no norte da Ucrânia, indicou a operadora nuclear estatal ucraniana Energoatom na plataforma digital Telegram.</P><br />
<P>A empresa precisou que o edifício estava vazio no momento do ataque e que os níveis de radiação se mantinham normais.</P><br />
<P>O diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, afirmou que &#8220;o incidente é profundamente preocupante, uma vez que ocorreu num local que contém grandes quantidades de material nuclear&#8221;, segundo um comunicado da agência também divulgado no Telegram.</P><br />
<P>Zelensky, que anunciou que irá encontrar-se com o rei Carlos III na segunda-feira, tinha instado na rede social X, antes da reunião de hoje, a &#8220;uma maior cooperação para a segurança de toda a Europa na área da defesa aérea&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano quer envolver mais os aliados europeus na procura de uma solução diplomática para o conflito iniciado em fevereiro de 2022 com a invasão russa da Ucrânia, enquanto a atenção do Presidente norte-americano, Donald Trump, se virou para a guerra no Irão.</P><br />
<P>O chefe de Estado ucraniano foi calorosamente recebido por Keir Starmer, que o abraçou em frente ao número 10 de Downing Street, cuja fachada estava adornada com as bandeiras dos quatro países, e onde tinham chegado meia hora antes Macron e Merz, para a reunião em formato &#8220;E3&#8221; com o primeiro-ministro britânico.</P></p>
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