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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sat, 27 Jun 2026 15:13:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Venezuela/Sismo: PS defende &#8220;boa articulação&#8221; entre a proteção civil e ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, defendeu hoje que, a propósito do apoio à Venezuela, que o mais importante é uma "boa articulação" entre a proteção civil nacional, europeia e a Organização das Nações Unidas (ONU).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, defendeu hoje que, a propósito do apoio à Venezuela, que o mais importante é uma &#8220;boa articulação&#8221; entre a proteção civil nacional, europeia e a Organização das Nações Unidas (ONU). </P><br />
<P>&#8220;Nestas primeiras horas, o mais importante é a boa coordenação entre forças e serviços da proteção civil. Quer da proteção civil europeia, quer da nacional e sublinho, a articulação com as Nações Unidas&#8221;, defendeu José Luís Carneiro.</P><br />
<P>O líder do PS disse que a ONU tem &#8220;centenas de funcionários&#8221; em Caracas e, agora, &#8220;a grande questão está em garantir a boa integração de meios e de ser capaz de reforçar os meios à medida que as necessidades o vão justificando&#8221;.</P><br />
<P>Nesse sentido, disse que propôs esta sexta-feira ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, que &#8220;convocasse a comissão nacional de proteção civil para ele próprio, com autoridade política que tem, possa articular-se com os diferentes Ministérios&#8221;.</P><br />
<P>Ou seja, que Ministério dos Negócios Estrangeiros, que tem a responsabilidade diplomática, &#8220;possa articular-se com o da Defesa Nacional e o da Administração Interna.</P><br />
<P>&#8220;De forma a que todos articulados e devidamente coordenada, possam responder a esta crise que se abateu sobre um país que já vivia em tão grandes dificuldades&#8221;, disse.</P><br />
<P>O secretário-geral socialista apresentou &#8220;toda a disponibilidade do PS na Assembleia da República, no Parlamento Europeu, para apoiar as autoridades portuguesas a responderem de forma eficaz a esta necessidade e tragédia&#8221;.</P><br />
<P>Carneiro considerou que os números de vítimas conhecidos às primeiras horas dos sismos &#8220;eram, infelizmente, números que iriam subir, porque, os desaparecidos são muitos&#8221; em La Guaira e Caracas, particularmente Caracas que tem milhões de pessoas.</P><br />
<P>&#8220;A nossa comunidade portuguesa encontra-se muito em Caracas e em La Guaira e, ontem [sexta-feira] eram 28 e hoje já vai em mais de 30 e, infelizmente, lamentavelmente, vamos ver os números a crescer e, por isso, a minha palavra de profunda solidariedade e de fraternidade para todos os portugueses e lusodescendentes na Venezuela&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>José Luís Carneiro apresentou ainda &#8220;toda a disponibilidade do PS para apoiar as autoridades nacionais no esforço para projetar os recursos e meios necessários para apoiar a comunidade portuguesa&#8221; que se encontra na Venezuela e que diz conhecer &#8220;muito bem e com muita proximidade&#8221;.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 36 portugueses e lusodescendentes, e outros 91 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782705]]></sapo:autor>
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		<title>‘Jiu jitsu meteorológico’: a estranha técnica dos cientistas para desviar ondas de calor, furacões e cheias antes do desastre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 15:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia parece saída de ficção científica, mas está a ser estudada como possível resposta a fenómenos meteorológicos extremos: usar pequenas intervenções na atmosfera, feitas no momento certo, para desviar ou enfraquecer ondas de calor, furacões e rios atmosféricos antes de causarem estragos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia parece saída de ficção científica, mas está a ser estudada como possível resposta a fenómenos meteorológicos extremos: usar pequenas intervenções na atmosfera, feitas no momento certo, para desviar ou enfraquecer ondas de calor, furacões e rios atmosféricos antes de causarem estragos. De acordo com o &#8216;Daily Mail&#8217;, investigadores da Arizona State University defendem que esta técnica, chamada ‘Weather Jiu-Jitsu’, ou ‘jiu jitsu meteorológico’, poderia ajudar a empurrar sistemas meteorológicos para longe de trajetórias perigosas.</p>
<p>O princípio é simples na formulação e complexo na execução: em vez de tentar combater diretamente um fenómeno extremo quando já está no auge, os cientistas propõem pequenas operações de sementeira de nuvens nos dias anteriores ao pico do evento. A lógica do ‘jiu jitsu’ está precisamente aí: usar a própria dinâmica da atmosfera para redirecionar a força do sistema, em vez de tentar vencê-lo pela força bruta.</p>
<p>A sementeira de nuvens é uma técnica de geoengenharia usada para estimular a precipitação. Substâncias como iodeto de prata ou sal são libertadas nas nuvens, fazendo com que o vapor de água forme cristais de gelo ou gotículas maiores. Quando essas partículas crescem o suficiente, acabam por cair sob a forma de chuva ou neve, dependendo das condições meteorológicas.</p>
<p>A técnica pode ser aplicada a partir do solo, por aviões ou até através de mísseis e projéteis lançados para as nuvens. Já é usada em mais de 50 países, incluindo os Estados Unidos e os Emirados Árabes Unidos, sobretudo em operações locais destinadas a aumentar a precipitação. A proposta dos investigadores americanos vai mais longe: usar este tipo de intervenção para tentar alterar o comportamento de fenómenos extremos de grande escala.</p>
<p>No estudo, publicado na revista científica &#8216;PLOS Water&#8217;, a equipa recorreu ao Aurora, um modelo de inteligência artificial de larga escala concebido para prever o tempo com elevada resolução. As simulações testaram se pequenas operações de sementeira de nuvens, feitas com precisão temporal e geográfica, poderiam ter alterado o curso de eventos meteorológicos devastadores.</p>
<p>Os resultados sugerem cenários impressionantes. Segundo os investigadores, a técnica poderia ter desviado a trajetória do furacão Sandy, em 2012, em cerca de 483 quilómetros, o suficiente para evitar Nova Iorque. Também poderia ter aumentado a temperatura mínima durante a vaga de frio que atingiu o Texas em 2021 em cerca de 10 graus Celsius. Noutro caso, teria reduzido em cerca de 5% a precipitação associada a um rio atmosférico que provocou inundações na Califórnia em 2022.</p>
<p>Por agora, são apenas simulações. Ainda assim, os autores defendem que o ‘jiu jitsu meteorológico’ abre uma hipótese nova: intervir antes do desastre, com pequenos gestos calculados, em vez de depender apenas de barragens, diques, seguros ou medidas de resposta depois dos danos acontecerem.</p>
<p>A proposta surge num contexto em que as ondas de calor, cheias e tempestades extremas estão a tornar-se mais frequentes e mais destrutivas. No Reino Unido, onde a notícia foi publicada, as temperaturas podem chegar aos 40°C esta semana, reacendendo a pergunta sobre o que pode ser feito para proteger populações, infraestruturas e economias de eventos cada vez mais severos.</p>
<p>Mas a ideia está longe de ser consensual. A manipulação do tempo levanta dúvidas científicas, políticas e éticas. O meteorologista Johan Jaques, da KISTERS, já tinha alertado o &#8216;Daily Mail&#8217; para o risco de uma intervenção num país causar consequências graves noutro, lembrando que o clima não reconhece fronteiras nacionais.</p>
<p>Esse é um dos grandes problemas da geoengenharia meteorológica: quem decide quando intervir, onde intervir e quem responde se a intervenção provocar danos noutro território? Uma operação destinada a reduzir chuva numa região pode deslocar precipitação para outra. Uma tentativa de enfraquecer um fenómeno extremo pode ter efeitos inesperados na circulação atmosférica.</p>
<p>Os críticos temem ainda que o uso descontrolado destas tecnologias abra caminho a tensões diplomáticas, com países vizinhos a acusarem-se mutuamente de alterar chuva, seca, tempestades ou ondas de calor. A expressão ‘guerras meteorológicas’ pode parecer exagerada, mas resume uma preocupação real: a atmosfera é partilhada, e uma intervenção local pode ter consequências além-fronteiras.</p>
<p>O ‘jiu jitsu meteorológico’ junta-se assim a outras propostas controversas de geoengenharia, como a injeção de aerossóis na estratosfera para refletir parte da radiação solar e reduzir o aquecimento global. Essa técnica, por vezes descrita como uma tentativa de ‘escurecer o Sol’, também é estudada através de simulações, mas levanta fortes reservas sobre impactos ecológicos, alterações nos padrões de chuva e efeitos difíceis de prever.</p>
<p>A promessa é poderosa: usar pequenas intervenções para evitar grandes desastres. Mas o risco também é evidente. Se funcionar, o ‘jiu jitsu meteorológico’ poderia transformar a forma como as sociedades lidam com extremos climáticos. Se for mal usado, pode criar novos problemas num sistema que já é demasiado complexo para controlar com segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782013]]></sapo:autor>
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		<title>Final no Nacional de feminino de hóquei em patins retomada após uma hora de interrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:48:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Gulpilhares, Porto, 27 jun (2026) -- O segundo jogo da final do campeonato feminino de hóquei em patins, entre Gulpilhares e Benfica, foi hoje retomado, após uma hora de interrupção, aos 10 minutos, por desacatos na bancada do Pavilhão Municipal de Gulpilhares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Gulpilhares, Porto, 27 jun (2026) &#8212; O segundo jogo da final do campeonato feminino de hóquei em patins, entre Gulpilhares e Benfica, foi hoje retomado, após uma hora de interrupção, aos 10 minutos, por desacatos na bancada do Pavilhão Municipal de Gulpilhares.</P><br />
<P>O encontro foi retomado após a chegada das autoridades ao recinto, em Vila Nova de Gaia, após os incidentes que levaram à interrupção, na sequência das agressões entres adeptos na bancada.</P><br />
<P>Na altura, o Gulpilhares vencia por 2-1 ao Benfica, 12 vezes campeão nacional e que venceu o primeiro encontro da final, em casa, por 7-0.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782704]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Marcha do Orgulho LGBTI+ junta centenas no Porto e alerta para &#8220;retrocesso&#8221; de direitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:48:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A 21ª Marcha do Orgulho LGBTI+ do Porto juntou, na tarde de hoje, centenas de pessoas que quiseram "lembrar para não repetir" a morte de Gisberta Salce, assassinada em 2006, e alertar para "o retrocesso" nos direitos dos transexuais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A 21ª Marcha do Orgulho LGBTI+ do Porto juntou, na tarde de hoje, centenas de pessoas que quiseram &#8220;lembrar para não repetir&#8221; a morte de Gisberta Salce, assassinada em 2006, e alertar para &#8220;o retrocesso&#8221; nos direitos dos transexuais.</P><br />
<P>Sob o lema &#8220;Por Gisberta, Por um Abril que ainda não aconteceu!&#8221;, a marcha, que juntou, perto das 15:30 mais de 300 pessoas na Praça da República e vai percorrer as ruas do centro do Porto até ao Largo Amor de Perdição, pretende ser um &#8220;grito de alerta&#8221; para que não aconteçam &#8220;novas Gisbertas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta marcha tem uma parte feliz, que é assinalar os 20 anos da primeira marcha e uma menos feliz, mas importante, que é recordar a Gisberta Sales, lembrar para não repetir&#8221;, explicou à Lusa Luís Torres, da comissão organizativa da marcha.</P><br />
<P>Gisberta Sales era uma mulher transexual, de nacionalidade brasileira, em situação de sem-abrigo, que foi assassinada por um grupo de jovens, com idades entre os 12 e os 16 anos, no Porto, em 2006.</P><br />
<P>&#8220;A Gisberta morreu por ser como era. Apenas e só isso. Foi um crime de ódio, de ignorância, que não pode ser esquecido porque se for esquecido nada se vai aprender com ele e haverá mais Gisbertas&#8221;, disse à Lusa Ana Castro, participante na marcha.</P><br />
<P>Além de recordar Gisberta, a marca pretender ser &#8220;um grito de alerta&#8221; para aquilo que a organização considera ser &#8220;um retrocesso de direitos&#8221; para a comunidade LGBTI+: &#8220;Isto é preciso ser dito, é preciso fazer este alerta&#8221;, apontou Luis Torres.</P><br />
<P>&#8220;Têm sido aprovadas leis que são um retrocesso de direitos. E além destas leis há o contexto da crise da saúde, na habitação, que vão criar novas Gisbertas. Pessoas em situação frágil, sem apoios, sem acesso à saúde e em situação de sem-abrigo&#8221;, alertou.</P><br />
<P>Além da concentração e caminhada pela cidade, esta iniciativa conta com a presença de serviços de rastreio e prevenção de saúde sexual, artistas &#8216;queer&#8217;, música, e &#8220;muita animação garantida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Pode parecer uma festa, e é uma festa, mas é muito mais do que isso. Temos que encarar estas manifestações como chamadas de atenção e como prova de que todos têm o seu lugar na sociedade&#8221;, salientou à Lusa um dos marchantes, João Anjos.</P><br />
<P>Para aquele marchante, &#8220;orgulhosamente gay&#8221; este tipo de iniciativas é também &#8220;uma forma de educar&#8221; a sociedade: &#8220;Há muita ignorância, desconhecimento da realidade sexual, sobre o que são opções, manias ou taras. Não podemos voltar ao tempo em que tudo era tabu&#8221;, alertou.</P><br />
<P>A Marcha do Orgulho LGBTi+ do Porto íntegra &#8220;diversas associações e coletivos que se quiserem juntar e mostrar que ainda há muito para fazer&#8221;, segundo a organização.</P><br />
<P>&#8220;Este momento é aberto a todos que queiram participar, celebrar, refletir sobre este tipo de temáticas&#8221;, garante a organização.</P><br />
<P>Para alguns dos turistas que atravessavam a Praça da República perto do inicio da Marcha, foi &#8220;uma surpresa&#8221; depararem-se com este tipo de manifestação:&#8221;Ficamos surpreendidos porque não vimos nenhuma referência nos guias da cidade e uma marcha já com 20 anos devia ter destaque&#8221;, referiu à Lusa Carl, turista alemão.</P><br />
<P>&#8220;Este tipo de iniciativas é comum na Europa, não pensei que em Portugal também fosse e há tanto tempo&#8221;, admitiu.</P><br />
<P>Questionado sobre se conhecia a má sorte de Gisberta, Carl referiu que não e quis saber a história, que lhe foi contada por um grupo de manifestantes: &#8220;É muito triste uma morte causada pela ignorância de alguém. Infelizmente, não será caso único&#8221;, comentou.</P><br />
<P>A Marcha termina no Largo Amor de Perdição onde, pelas 18:00, haverá intervenções e momentos de animação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782703]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 36</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:17:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE avança também que estão desaparecidos ou incontactáveis 91 portugueses ou lusodescendentes, 49 dos quais homens e 42 mulheres.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes do MNE, entre os 36 mortos estão cinco crianças e 31 adultos, sendo que 29 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 14:00, dava conta de 32 portugueses ou lusodescententes entre as vítimas mortais. </P><br />
<P>O MNE indica também que já foram encontrados 44 portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros dá ainda conta que os dois aviões que transportam a missão portuguesa para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros já aterram em Maquetia, próximo de La Guaira, região mais afetada pelos sismos.</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea com os 64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM partiram de Beja na sexta-feira à noite de Beja.</P><br />
<P>Esta força conjunta reúne &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segunda uma nota do MNE de sexta-feira.</P><br />
<P>Seguiram também a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo &#8220;equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares&#8221;, para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, de acordo com o MNE.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa na sexta-feira, o segundo comandante nacional da ANEPC, José Ribeiro, afirmou que os elementos da missão têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos.</P><br />
<P>Segundo José Ribeiro, o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Segundo a ONU, estão mais de 50 mil pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782702]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Presidente do Parlamento Europeu em Cascais pede a jovens que defendam democracia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-do-parlamento-europeu-em-cascais-pede-a-jovens-que-defendam-democracia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:09:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, pediu hoje a uma plateia de cerca de dois mil novos graduados da Nova SBE, em Cascais, que defendam a democracia e os valores europeus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, pediu hoje a uma plateia de cerca de dois mil novos graduados da Nova SBE, em Cascais, que defendam a democracia e os valores europeus.</P><br />
<P>Metsola esteve hoje em Cascais, no distrito de Lisboa, numa visita que incluiu a Praia de Carcavelos e a Nova School of Business and Economics (Nova SBE), avançou a Câmara Municipal de Cascais (CMC), em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Na cerimónia de graduação da Nova SBE, perante cerca de dois mil novos diplomados de dezenas de nacionalidades, a presidente do Parlamento Europeu apelou aos jovens para que assumam um papel ativo na construção do futuro, defendendo a democracia, a liberdade, a participação cívica e os valores europeus, destacando a educação como um dos pilares essenciais para uma Europa mais forte, mais resiliente e mais preparada para os desafios do nosso tempo&#8221;, refere a mesma nota.</P><br />
<P>Antes, na Praia de Carcavelos, Roberta Metsola conheceu um projeto de surf adaptado, que pretende ser um exemplo de desporto como instrumento de integração, igualdade de oportunidades e cidadania.</P><br />
<P>Citado no mesmo comunicado, o presidente da CMC, Nuno Piteira Lopes, afirmou que a visita da representante europeia &#8220;representa o reconhecimento de uma comunidade que acredita na democracia vivida todos os dias, na proximidade, na inclusão e na construção de oportunidades para todos&#8221;.</P><br />
<P>O autarca agradeceu ainda o apoio da União Europeia e dos fundos europeus que têm permitido concretizar investimentos no concelho, nas áreas da habitação pública, da educação, da saúde e da coesão social.</P><br />
<P>A presidente do Parlamento Europeu foi recebida na sexta-feira pelo Presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar Branco, tendo assinalado em Portugal os 40 anos da adesão do país à Comunidade Económica Europeia (CEE).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782701]]></sapo:autor>
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		<title>Jogo da final no Nacional de feminino de hóquei em patins interrompido por desacatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Gulpilhares, Porto, 27 jun (2026) -- O segundo jogo da final do campeonato feminino de hóquei em patins, entre Gulpilhares e Benfica, foi hoje interrompido, ao minuto 10, devido a desacatos na bancada do Pavilhão Municipal de Gulpilhares, em Vila Nova de Gaia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Gulpilhares, Porto, 27 jun (2026) &#8212; O segundo jogo da final do campeonato feminino de hóquei em patins, entre Gulpilhares e Benfica, foi hoje interrompido, ao minuto 10, devido a desacatos na bancada do Pavilhão Municipal de Gulpilhares, em Vila Nova de Gaia.</P><br />
<P>Os incidentes ocorreram numa zona onde estavam os adeptos da equipa da casa, com agressões entres adeptos, levando à interrupção da partida.</P><br />
<P>Sem forças de segurança no pavilhão, foram os assistentes de recinto desportivo e outros adeptos a intervir na ocorrencia.</P><br />
<P>Na altura da interrupção, o Gulpilhares vencia por 2-1 ao Benfica, 12 vezes campeão nacional e que venceu o primeiro encontro da final, em casa, por 7-0.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782700]]></sapo:autor>
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		<title>O segredo mediterrânico para manter a casa fresca durante uma onda de calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 14:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Mediterrâneo]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Com ondas de calor cada vez mais frequentes, essas soluções antigas estão a ganhar novo interesse em países menos habituados ao calor extremo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, parecia uma imagem quase turística: casas brancas, pátios sombreados, janelas fechadas nas horas de maior calor e persianas a proteger os interiores do sol. Eram marcas da arquitetura mediterrânica, pensadas para viver com temperaturas altas muito antes de o ar condicionado se tornar uma resposta automática. Agora, com ondas de calor cada vez mais frequentes, essas soluções antigas estão a ganhar novo interesse em países menos habituados ao calor extremo.</p>
<p>Num artigo publicado no &#8216;The Independent&#8217;, a partir de um texto originalmente divulgado no &#8216;The Conversation&#8217;, Rosa Schiano-Phan, especialista em arquitetura e desenho ambiental na Universidade de Westminster, recorda um aviso que ouviu no final dos anos 90: dentro de 30 anos, o clima de Londres poderia parecer-se com o de Marselha. Na altura, a previsão parecia simultaneamente alarmante e até vagamente agradável. Hoje, escreve, deixou de ser uma hipótese distante.</p>
<p>A ideia central é simples: quando o clima muda, a forma como construímos e usamos as casas também tem de mudar. E uma das respostas mais acessíveis pode estar na cor. Superfícies brancas refletem a luz solar em vez de a absorverem. Estudos citados pela autora indicam que pintar telhados de branco ou aplicar revestimentos refletivos pode reduzir as temperaturas interiores em mais de 1°C e, em alguns casos, em mais de 4°C. Em zonas urbanas, estas soluções também podem ajudar a baixar a temperatura exterior envolvente até 2°C.</p>
<p>A diferença pode parecer pequena numa casa isolada, mas ganha peso quando aplicada a bairros inteiros. Nas cidades, o asfalto, o betão, as fachadas escuras e os telhados absorvem calor durante o dia e libertam-no lentamente à noite. É o chamado efeito de ilha de calor urbana, que faz com que as cidades sejam mais quentes do que as zonas rurais à volta. Telhados e fachadas mais refletivos podem ajudar a reduzir esse efeito.</p>
<p>Mas a pintura branca, por si só, não faz milagres. A autora sublinha que estas estratégias funcionam melhor quando combinadas. Um telhado branco é mais eficaz se as janelas forem mantidas fechadas nas horas de maior calor, com estores, portadas ou sombreamento exterior a impedir a entrada direta do sol. Abrir tudo a meio da tarde pode parecer intuitivo, mas muitas vezes só deixa entrar ar quente.</p>
<p>A ventilação noturna é outra peça importante. A lógica é aproveitar as horas em que a temperatura exterior desce para refrescar paredes, pavimentos e interiores. Casas com materiais mais pesados, capazes de armazenar frescura durante a noite e libertá-la ao longo do dia, tendem a aguentar melhor o calor. É uma das razões pelas quais muitas casas mediterrânicas tradicionais permanecem mais confortáveis durante mais tempo, mesmo em períodos quentes.</p>
<p>A questão torna-se mais difícil em cidades onde a noite já não arrefece o suficiente. Em locais com forte ilha de calor urbana, como Londres ou Manchester, a ventilação noturna pode ter menos efeito. Nesses casos, medidas como telhados refletivos e a redução do calor libertado por aparelhos de ar condicionado tornam-se ainda mais importantes.</p>
<p>Há, no entanto, uma dúvida recorrente: uma casa mais branca e refletiva não será pior no inverno? Segundo Rosa Schiano-Phan, o impacto tende a ser marginal, sobretudo se o telhado estiver bem isolado. Em climas do norte da Europa, a luz solar de inverno é mais fraca e muitas vezes bloqueada por nuvens. Para manter a casa quente, conta sobretudo a capacidade do edifício de reter o calor no interior, não a capacidade de absorver calor pelo exterior.</p>
<p>Quando há sol de inverno e se quer aproveitá-lo, a solução mais eficaz passa por deixar a luz entrar através de janelas bem isoladas, por exemplo com vidro duplo, em vez de depender de materiais escuros na cobertura ou na fachada. Ou seja, uma casa preparada para o calor não tem necessariamente de ser uma casa fria no inverno.</p>
<p>Do ponto de vista prático, pintar paredes exteriores de branco pode ser uma intervenção relativamente acessível quando comparada com os custos gerais de manutenção, aquecimento e arrefecimento de uma casa. Em telhados planos ou de baixa inclinação, podem ser aplicados revestimentos refletivos a custos relativamente contidos.</p>
<p>A situação é diferente nos telhados muito inclinados, sobretudo com telhas ou ardósia. Nesses casos, aplicar tinta pode não ser a melhor solução: a pintura desgasta-se, pode ficar visualmente degradada e exigir manutenção frequente. Além disso, telhados de telha precisam de respirar e libertar humidade; uma camada de tinta inadequada pode criar problemas de humidade. A alternativa passa por substituir materiais escuros por telhas mais refletivas, uma opção mais cara e demorada.</p>
<p>Segundo o artigo, no Reino Unido, a substituição por telhas refletivas pode começar em cerca de 148 euros por metro quadrado. Não é uma intervenção ligeira, mas pode fazer sentido em obras de renovação mais profundas, sobretudo em zonas cada vez mais expostas a calor extremo.</p>
<p>A conclusão é menos tecnológica do que se poderia imaginar. Perante ondas de calor mais frequentes e energia mais cara, algumas das respostas podem estar em soluções antigas: paredes claras, sombra exterior, janelas fechadas nas horas certas, ventilação noturna e materiais que ajudem a casa a respirar. A casa mediterrânica, tantas vezes associada a férias, pode estar a tornar-se um manual de sobrevivência climática para uma Europa cada vez mais quente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782028]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 36</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 13:54:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 36, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE avança também que estão desaparecidos ou incontactáveis 91 portugueses ou lusodescendentes, 49 dos quais homens e 42 mulheres.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes do MNE, entre os 36 mortos estão cinco crianças e 31 adultos, sendo que 29 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 14:00, dava conta de 32 portugueses ou lusodescententes entre as vítimas mortais. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782699]]></sapo:autor>
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		<title>Canoagem/Europeus maratonas: Portugal soma oito &#8216;metais&#8217;, com mais uma prata e dois bronzes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 13:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal conquistou hoje mais três medalhas, uma de prata e duas de bronze, no Europeu de canoagem em maratonas, a decorrer em Pitesti, na Roménia, elevando para oito os pódios na competição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal conquistou hoje mais três medalhas, uma de prata e duas de bronze, no Europeu de canoagem em maratonas, a decorrer em Pitesti, na Roménia, elevando para oito os pódios na competição.</P><br />
<P>Na prova longa de C1 sénior, Portugal garantiu dois lugares no pódio, com Rui Lacerda a sagrar-se vice-campeão europeu com o tempo de 01:48.51,08 horas, à frente de Ricardo Coelho, bronze, em 01:48.52,28.</P><br />
<P>Os canoístas lusos foram apenas superados pelo polaco Mateusz Borgiel, que venceu a regata em 01:47.53,33 horas.</P><br />
<P>A terceira medalha da jornada foi a de bronze alcançada pela dupla constituída por Beatriz Sá e Joana Peixoto, na final de K2 júnior, terminando o percurso em 01:27.41,05 horas, atrás das embarcações da Dinamarca, campeãs da Europa, e da Hungria, segundas classificadas.</P><br />
<P>Ainda no escalão júnior, Nuno Barros, que já tinha amealhado uma medalha de bronze na prova curta de K1 na passada quinta-feira, terminou na prova longa à beira do pódio, na quarta posição, em 01:41.30,44 horas.</P><br />
<P>A comitiva nacional poderá voltar a alargar o número de medalhas na sessão da tarde, com as participações de Francisco dos Santos e de José Ramalho na final de K1 sénior.</P><br />
<P>Com os três pódios alcançados durante a manhã de hoje, a seleção portuguesa eleva para oito o número total de medalhas conquistada em Pitesti.</P><br />
<P>Gabriel Fernandes conquistou a medalha de ouro na &#8216;short race&#8217; de C1 júnior), título ao qual juntou na prova longa a prata, metal também alcançado por Leonardo Barbosa (C1 sub-23) e Rui Lacerda (C1 sénior), enquanto Nuno Barros se quedou pelo bronze (K1 júnior).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782698]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>URGENTE Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 32</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 13:26:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 32 portugueses e lusodescendentes morreram devido aos sismos que atingiram a Venezuela e 96 estão desaparecidos ou incontactáveis, indicou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 32 portugueses e lusodescendentes morreram devido aos sismos que atingiram a Venezuela e 96 estão desaparecidos ou incontactáveis, indicou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Segundo o MNE, entre os 32 mortos estão três crianças e 29 adultos, sendo que 25 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>Dos 96 portugueses desaparecidos ou incontactáveis, 53 são homens e 43 são mulheres, avança ainda o MNE.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782697]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>‘Nostradamus dos Balcãs’, Mundial&#8217;2026 e uma ‘nova luz no céu’: a teoria que está a agitar a internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 13:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Baba Vanga]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma suposta profecia atribuída a Baba Vanga voltou a circular nas redes sociais, alimentando teorias sobre um alegado fenómeno celeste que poderia coincidir com um grande evento desportivo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mundial&#8217;2026 já está a concentrar atenções nos Estados Unidos, México e Canadá, mas nem todas as conversas em torno do torneio passam por favoritos, estrelas ou previsões desportivas. Nos últimos dias, uma suposta profecia atribuída a Baba Vanga voltou a circular nas redes sociais, alimentando teorias sobre um alegado fenómeno celeste que poderia coincidir com um grande evento desportivo.</p>
<p>O texto citado pelo &#8217;20 Minutos&#8217; sublinha desde logo uma cautela importante: a vidente búlgara, muitas vezes chamada de ‘Nostradamus dos Balcãs’, não terá feito qualquer referência direta ao Mundial de futebol. Ainda assim, vários utilizadores encontraram pontos de contacto entre a frase que lhe é atribuída e o torneio que junta seleções e adeptos de todo o mundo.</p>
<p>A suposta previsão fala de “uma nova luz” que apareceria no céu durante um grande evento desportivo e seria vista por pessoas em várias partes do planeta. A formulação vaga abriu espaço a interpretações, especulações e publicações virais, sobretudo num momento em que o Mundial&#8217;2026 ocupa a agenda global.</p>
<p>A ligação ao torneio é, por isso, uma construção feita nas redes sociais, não uma previsão explícita sobre a competição. A profecia atribuída a Baba Vanga não menciona a FIFA, o futebol, as seleções participantes nem os países anfitriões. O que existe é uma frase genérica, associada por alguns utilizadores a um evento desportivo de grande escala.</p>
<p>Mesmo assim, a teoria ganhou força porque encaixa num tipo de narrativa que costuma circular em torno de Baba Vanga: mensagens pouco concretas, reinterpretadas anos depois à luz de acontecimentos mediáticos. Neste caso, a ideia de uma luz no céu foi associada ao Mundial por ser um dos eventos mais vistos do planeta.</p>
<p>Entre os seguidores destas profecias, há quem relacione os alegados flashes no céu com fenómenos aéreos inexplicáveis. Outros vão mais longe e ligam a frase à possibilidade de contacto com vida extraterrestre, uma hipótese que tem aumentado a circulação da teoria nas redes sociais.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, esta leitura ganhou novo impulso depois de as autoridades americanas terem tornado públicos relatórios e documentos sobre fenómenos aéreos anómalos. Esse contexto ajudou a alimentar a associação entre a suposta profecia, o céu e o Mundial&#8217;2026.</p>
<p>A história deve, porém, ser lida pelo que é: uma especulação viral, não uma previsão comprovada. Baba Vanga continua a ser uma figura frequentemente recuperada sempre que há grandes acontecimentos mundiais, mas muitas das frases que lhe são atribuídas circulam sem contexto claro, sem data precisa ou sem confirmação documental sólida.</p>
<p>No meio da febre do Mundial, a suposta profecia cumpre todos os ingredientes de uma história de fim de semana: futebol, mistério, redes sociais, céu, possíveis fenómenos inexplicáveis e uma frase suficientemente ambígua para permitir várias interpretações. Mas, para já, a única certeza é que a competição está a decorrer na Terra — e que a alegada “nova luz” continua no campo das teorias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782049]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Plus Ultra retoma voos entre Venezuela e Espanha na terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Plus Ultra informou hoje que retoma na próxima terça-feira, 30 de junho, os voos entre a Venezuela e Espanha, depois de terem sido suspensos devido aos sismos que provocaram pelo menos 589 mortes e milhares de feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Plus Ultra informou hoje que retoma na próxima terça-feira, 30 de junho, os voos entre a Venezuela e Espanha, depois de terem sido suspensos devido aos sismos que provocaram pelo menos 589 mortes e milhares de feridos.</P><br />
<P>    Segundo informou a companhia, nas diferentes operações será utilizado o aeroporto Arturo Michelena da cidade de Valencia (Venezuela), onde os passageiros deverão estar quatro horas antes da descolagem.</P><br />
<P>A Plus Ultra voará de Madrid para a cidade venezuelana de Valencia nos dias 30 de junho, 2, 4, 7, 9 e 11 de julho, e voltará para a capital espanhola nos dias 1, 2, 5, 7, 9 e 12 de julho.</P><br />
<P>A companhia aérea conta com outra rota que une Valência e Tenerife, com voos previstos nos dias 5 e 12 de julho em ambos os casos. </P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 589 mortos e 2.980 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 15 portugueses e luso-descendentes.</P><br />
<P>Segundo a ONU, estão mais de 50 mil pessoas desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782696]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BE condena reunião entre Comissão Europeia e talibãs e quer saber se Portugal esteve presente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:32:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O BE entregou hoje um voto de protesto no Parlamento contra a reunião, em Bruxelas, entre a Comissão Europeia e uma delegação do regime talibã do Afeganistão, e questionou o Governo sobre se Portugal esteve representado no encontro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O BE entregou hoje um voto de protesto no Parlamento contra a reunião, em Bruxelas, entre a Comissão Europeia e uma delegação do regime talibã do Afeganistão, e questionou o Governo sobre se Portugal esteve representado no encontro.</P><br />
<P>Num voto de protesto entregue na Assembleia da República, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, propõe que o parlamento português condene a realização da reunião, considerando-a &#8220;um gesto político de profunda gravidade&#8221;, um mês depois de o Parlamento Europeu aprovar &#8220;uma resolução que qualifica o regime talibã como um sistema de apartheid de género e a sua atuação como um crime contra a humanidade&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está uma reunião realizada em 23 de junho, em Bruxelas, entre serviços da Comissão Europeia, representantes de Estados-membros e uma delegação do regime talibã sobre o regresso ao Afeganistão de pessoas que cometeram crimes graves ou que representam uma ameaça para a Europa.</P><br />
<P>No projeto, o Bloco defende que as instituições da União Europeia devem  cessar &#8220;qualquer negociação que vise conferir estatuto ou imunidades consulares a representantes de um regime cuja liderança é alvo de mandados de detenção do Tribunal Penal Internacional&#8221;.</P><br />
<P>O partido quer também que a Assembleia da República &#8220;reafirme a sua solidariedade para com as mulheres, raparigas e meninas afegãs e para com todos os que, no Afeganistão e no resto do mundo, resistem ativamente à perseguição imposta pelo regime talibã&#8221;, depois de ter já aprovado, em 2024, uma resolução de denúncia deste movimento fundamentalista que governa o Afeganistão.</P><br />
<P>Sobre a mesma matéria, o deputado bloquista dirigiu uma pergunta, por via parlamentar, ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e ao Ministério da Presidência para saber se Portugal esteve representado nesta reunião e, em caso afirmativo, qual o serviço, organismo ou representante que assegurou essa participação, bem como &#8220;em que termos foi transmitida a posição nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Qual a posição do Governo português, no quadro das instâncias da União Europeia, quanto à pretensão talibã de repor a rede consular afegã e retomar serviços consulares em solo europeu, tendo presente que tal implicaria conferir estatuto e imunidades diplomáticas a representantes de um regime cuja liderança é alvo de mandados de detenção do Tribunal Penal Internacional?&#8221;, questiona também Fabian Figueiredo.</P><br />
<P>O Bloco pergunta ainda que diligências foram tomadas pelo executivo desde a aprovação da resolução do Parlamento de 2024 sobre esta matéria e também como é que Portugal assegura que a eventual cooperação com o &#8220;regresso e readmissão respeita integralmente o princípio de &#8216;non-refoulement&#8217; [não-repulsão] e as obrigações de Portugal em matéria de direito de asilo e proteção internacional&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (TA) // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782695]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Canal Conta Lá manda trabalhadores para &#8216;lay-off&#8217; em processo de redução de custos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O canal de televisão Conta Lá, que transmite no cabo desde 2025, vai recorrer à suspensão temporária dos contratos de trabalho ou redução de horário ('lay-off'), numa restruturação para reduzir custos, em contexto de salários em atraso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O canal de televisão Conta Lá, que transmite no cabo desde 2025, vai recorrer à suspensão temporária dos contratos de trabalho ou redução de horário (&#8216;lay-off&#8217;), numa restruturação para reduzir custos, em contexto de salários em atraso.</P><br />
<P>Esta informação foi transmitida aos trabalhadores pelo presidente executivo, Sérgio Figueiredo, num email enviado na sexta-feira, a que a Lusa teve hoje acesso.</P><br />
<P>&#8220;Em setembro, com o dia 15 como referência, o projeto entra numa nova fase, conseguindo meios que nunca teve para acelerar investimentos e cumprir o Conta Lá tal qual ele foi pensado. [&#8230;] A questão é &#8216;como sobreviver até lá&#8217;? O que tem de ser feito para que o colapso não seja drástico e definitivo&#8221;, refere a missiva.</P><br />
<P>A comissão executiva adiantou que a solução que pretende implementar &#8220;imediatamente&#8221; é um processo de &#8216;lay-off&#8217;, por entender que &#8220;protege mais as pessoas e a empresa&#8221;, evita a &#8220;bomba atómica&#8221; do despedimento coletivo, mantém os trabalhadores vinculados e é reversível a qualquer momento.</P><br />
<P>&#8220;Reduzir a escala de custos é vital. Temos de voltar a ser menos, para voltarmos a ser mais&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O também ex-diretor de informação da TVI apontou que o atraso no pagamento dos salários de maio se deve à falta de &#8220;fundos suficientes para pagar a todos&#8221;, tendo sido possível regularizar a situação a cerca de 40 trabalhadores, &#8220;mas a maioria continua sem receber o que lhe é devido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Como não se comete segunda vez o mesmo erro (e apesar de novamente nos terem assegurado o pagamento até dia 7 de uma verba que permite liquidar todos os vencimentos e prestações de serviço do mês de maio), a única data possível de ser mencionada para o acerto das nossas contas é 31 de julho&#8221;, adiantou Sérgio Figueiredo, garantindo que a administração continua a &#8220;fazer de tudo para antecipar&#8221; essa data.</P><br />
<P>A empresa assegurou que vai cooperar com os trabalhadores que, em caso extremo de dificuldades financeiras, se queiram desvincular rapidamente para procurar uma alternativa de trabalho que garanta fonte de rendimento imediato e adiantou que nas próximas 12 semanas é &#8220;crítico&#8221; encontrar uma grelha de programas que, &#8220;de forma inteligente e a baixo custo, crie a sensação de que há sempre algo de novo a cada dia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tenho a noção de que uma empresa que não está a conseguir pagar às suas pessoas não pode exigir-lhes que trabalhem normalmente, sobretudo quando não existe uma certeza absoluta relativamente à data em que o primeiro pagamento acontecerá. O que vos estou a dizer é que estão isentos de cumprir as obrigações que o contrato de trabalho vos vincula, a partir de segunda-feira&#8221;, esclareceu o presidente executivo.</P><br />
<P>O &#8216;lay-off&#8217; consiste na redução temporária do horário de trabalho ou na suspensão dos contratos por iniciativa da empresa, em que o Estado assegura, através da Segurança Social, entre 60% e 70%)da remuneração dos trabalhadores afetados.</P><br />
<P>O Conta Lá é um canal de televisão por cabo, com uma programação direcionada para as regiões e jornalismo de proximidade.</P><br />
<P>A Lusa tentou contactar Sérgio Figueiredo, mas ainda não foi possível até ao momento.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782693]]></sapo:autor>
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		<title>PS pede ao ministro da Educação &#8220;palavra de tranquilidade&#8221; e garantias sobre exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS pediu hoje ao ministro da Educação que "não perca nem mais uma hora" e venha a público "dar uma palavra de tranquilidade" e garantias aos estudantes e famílias após as recentes polémicas sobre os exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 27 jun 2026 (Lusa) &#8211; O PS pediu hoje ao ministro da Educação que &#8220;não perca nem mais uma hora&#8221; e venha a público &#8220;dar uma palavra de tranquilidade&#8221; e garantias aos estudantes e famílias após as recentes polémicas sobre os exames nacionais.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o deputado socialistas Porfírio Silva sublinhou que o país está num período de exames em que &#8220;dezenas de milhares de famílias estão preocupadas com a sucessão de notícias que têm vindo a público sobre incidentes vários no processo de exames nacionais&#8221;.</P><br />
<P>O socialista disse que o Grupo Parlamentar do PS não quer, para já, &#8220;entrar no escrutínio&#8221; político do processo, remetendo essa avaliação para uma audição do ministro da Educação no parlamento, prevista para o dia 01 de julho, mas pediu a Fernando Alexandre que se pronuncie antes disso.</P><br />
<P>&#8220;O senhor ministro da Educação não pode perder nem mais uma hora para dar uma palavra de tranquilidade aos estudantes e às famílias sobre o processo dos exames de ensino secundário, que como sabemos implicam diretamente com o acesso ao ensino superior&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Porfírio Silva acrescentou que esta é uma fase da vida dos estudantes e das famílias em que &#8220;já há muita pressão&#8221; e &#8220;muita ansiedade&#8221;, sendo por isso necessário que o Governo transmita &#8220;uma palavra de tranquilidade sustentada e de garantia&#8221; de que o processo vai decorrer &#8220;sem mais perturbações e será concluído em devidas condições&#8221;.</P><br />
<P>O deputado socialista referiu ainda que o PS tem recebido mensagens &#8220;de todo o país&#8221; de pessoas preocupadas com o processo dos exames nacionais.</P><br />
<P>Questionado sobre que garantias concretas devem ser dadas, Porfírio Silva remeteu para o escrutínio na audição parlamentar da próxima semana do ministro, referindo também que não se sabe ainda &#8220;exatamente o que é que está a acontecer&#8221;, mas que há &#8220;muitos indicadores de que há várias coisas que não estão a correr como deviam&#8221;. </P><br />
<P>No início da polémica está o item de desenvolvimento no exame nacional do ensino secundário de Português que era igual ao de um manual publicado pela Leya em agosto de 2025 e que levou vários professores a alertar para o perigo de a situação poder favorecer os alunos que tiveram acesso ao manual.</P><br />
<P>Em 19 de junho, foi divulgado um parecer assinado pela presidente do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), Ana Cristina Cortesão Casimiro, que rejeita que essa pergunta tenha violado o princípio da equidade ou beneficiado os alunos que já a tinham treinado.</P><br />
<P>No entanto, o jornal Público noticia hoje que esse parecer, disponibilizado pelo Ministério da Educação, foi redigido à revelia dos conselheiros científicos do EduQA.</P><br />
<P>A somar a esta questão, a nova classificação digital dos exames tem registado constrangimentos, com professores a relatarem atrasos na distribuição das credenciais de acesso às provas, o que levou o Júri Nacional de Exames a ajustar o calendário para a correção.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782692]]></sapo:autor>
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		<title>Falta dois dias para cuidar do filho e perde 84 euros no salário. Agora a empresa terá de pagar 3.000 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[Mãe pediu uma licença remunerada para cuidar do filho, com base num relatório do Serviço de Saúde das Ilhas Canárias que indicava a necessidade de cuidados maternos durante três dias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha um bebé de 15 meses doente em casa e um relatório médico a dizer que a criança precisava dos cuidados da mãe durante três dias. Ainda assim, a empresa recusou a licença e disse-lhe que tinha de se apresentar ao trabalho, por considerar que o documento não indicava uma doença suficientemente grave. A trabalhadora decidiu ficar com o filho. Acabou penalizada no salário, mas o caso chegou ao tribunal — e a decisão foi contra a empresa.</p>
<p>O caso, relatado pelo &#8216;El Economista&#8217;, aconteceu nas Ilhas Canárias e expõe uma tensão comum entre regras laborais, necessidades familiares e a forma como algumas empresas interpretam o direito à conciliação entre trabalho e vida pessoal. A mãe pediu uma licença remunerada para cuidar do filho, com base num relatório do Serviço de Saúde das Ilhas Canárias que indicava a necessidade de cuidados maternos durante três dias.</p>
<p>A empresa recusou. Entendeu que o relatório não provava a existência de uma doença grave e, por isso, considerou que a trabalhadora tinha de comparecer ao serviço. Apesar da recusa, a mulher não foi trabalhar nos dias 10 e 11 de fevereiro para ficar com o bebé. Em consequência, foram-lhe descontados 84 euros do salário.</p>
<p>A trabalhadora contestou a decisão e o Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias deu-lhe razão. A empresa foi condenada a devolver os 84 euros descontados e a pagar uma indemnização de 3.000 euros por danos morais: 1.500 euros à mãe e 1.500 euros à criança.</p>
<p>No centro do caso esteve uma pergunta simples, mas decisiva: pode uma empresa exigir mais detalhes sobre a doença de uma criança para autorizar uma licença de cuidado familiar? Para os juízes, a resposta foi negativa. O relatório médico era suficiente para demonstrar que o bebé precisava de cuidados da mãe. A empresa não podia exigir informação sensível sobre a saúde da criança para decidir se autorizava ou não a ausência.</p>
<p>A decisão também chama a atenção para um erro frequente: avaliar a doença de uma criança pequena com critérios pensados para adultos. Uma situação que pode parecer ligeira num adulto pode exigir atenção constante num bebé de 15 meses, por maior fragilidade, dependência e menor capacidade de resposta do organismo.</p>
<p>É essa a leitura destacada pelo advogado Pere Vidal, citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, ao sublinhar que aquilo que é uma doença leve para um adulto pode exigir cuidados intensivos quando está em causa uma criança tão pequena. Para o tribunal, a autorização da licença devia basear-se na necessidade real de cuidado, não numa classificação rígida da doença feita pela empresa.</p>
<p>O enquadramento jurídico espanhol prevê uma licença remunerada de até cinco dias em caso de acidente ou doença grave do cônjuge, companheiro ou familiares até ao segundo grau, incluindo filhos, pais, avós, netos e irmãos. O objetivo é permitir que o trabalhador acompanhe situações familiares que exigem presença e cuidado.</p>
<p>Neste caso, os juízes entenderam que a interpretação da empresa foi demasiado restritiva e prejudicou direitos fundamentais da trabalhadora. O tribunal teve ainda em conta que o direito à conciliação entre vida profissional e familiar afeta de forma particular as mulheres e que, quando está em causa um bebé de 15 meses, deve prevalecer uma interpretação favorável à efetividade da licença e ao superior interesse da criança.</p>
<p>A decisão acabou por anular a atuação da empresa e confirmar que a proteção da família não pode depender apenas da leitura administrativa feita pelo empregador. Quando há um relatório médico a justificar a necessidade de cuidados, a empresa não pode exigir detalhes clínicos sensíveis nem tratar um bebé doente como se fosse um adulto com autonomia.</p>
<p>Mais do que uma disputa por 84 euros, o caso tornou-se um aviso às empresas: negar licenças familiares com base numa leitura estreita da gravidade da doença pode sair caro. E, para os trabalhadores, deixa uma mensagem igualmente clara: a necessidade de cuidar de um filho pequeno pode e deve ser protegida quando está devidamente comprovada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782041]]></sapo:autor>
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		<title>GNR deteve quatro pessoas e apreendeu duas embarcações com droga em Setúbal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR deteve hoje de madrugada, na zona de Setúbal, quatro pessoas e apreendeu cerca de quatro toneladas de fardos de haxixe e duas embarcações após a deteção da droga no mar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A GNR deteve hoje de madrugada, na zona de Setúbal, quatro pessoas e apreendeu cerca de quatro toneladas de fardos de haxixe e duas embarcações após a deteção da droga no mar.</P><br />
<P>O comandante de destacamento de Controlo Costeiro de Lisboa, Pedro Marujo, disse à Lusa que a Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF) da GNR deteve hoje de madrugada quatro homens com idades entre os 26 e os 66 anos que seguiam nas duas embarcações que foram apreendidas.</P><br />
<P>A Guarda Nacional Republicana apreendeu também 101 fardos de haxixe e 10 jerricãs, quatro deles ainda com combustível no seu interior.</P><br />
<P>Pedro Marujo explicou que o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC) detetou, na noite de sexta-feira, uma embarcação de alta velocidade a navegar em direção à barra de Setúbal, cujos movimentos foram permanentemente identificados, o que permitiu identificar um transbordo de carga entre esta embarcação e duas outras de menor dimensão.</P><br />
<P>O comandante de destacamento de Controlo Costeiro de Lisboa adiantou que este transbordo de carga indiciava o crime de tráfico de droga, pelo que foi iniciada uma ação policial para deteção das embarcações. </P><br />
<P>Em comunicado, a GNR refere que, &#8220;numa ação concertada entre as componentes marítima, terrestre e aérea da UCCF, foi possível intercetar uma das embarcações&#8221;, tendo sido detidos os dois ocupantes e apreendida a droga e o combustível que estava no interior. </P><br />
<P>A GNR indica que a segunda embarcação tentou a fuga, mas &#8220;os meios projetados conseguiram&#8221; intercetá-la junto à península de Tróia e deter os dois tripulantes e apreender a embarcação, bem como a droga e o combustível no interior.</P><br />
<P>Os quatro detidos, um deles em processo de expulsão do país, vão ser hoje apresentados ao Tribunal Judicial de Setúbal para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782691]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Vídeos descontextualizados circulam nas redes sociais após desastre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Conteúdos enganadores estão a circular nas redes sociais, atribuindo vídeos descontextualizados ou imagens de incidentes anteriores, sem relação com o duplo sismo que afetou a Venezuela na quarta-feira, um padrão comum após desastres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Conteúdos enganadores estão a circular nas redes sociais, atribuindo vídeos descontextualizados ou imagens de incidentes anteriores, sem relação com o duplo sismo que afetou a Venezuela na quarta-feira, um padrão comum após desastres.</P><br />
<P>Entre as publicações estão vídeos e imagens de alegadas explosões, tsunamis, derrocadas de edifícios e danos em infraestruturas como consequência do sismo, que, segundo a EFE Verifica, não têm qualquer relação com o desastre na Venezuela.</P><br />
<P>Um dos vídeos mais partilhados, com mais de 400 mil visualizações no Google, mostra uma alegada explosão no metro de Caracas provocada pelo sismo de 24 de junho, mas a gravação corresponde, na verdade, a uma explosão ocorrida em 2021 devido a uma falha no sistema de metro de Caracas. </P><br />
<P>Foi também partilhado um vídeo antigo de um grande cano de água rebentado no bairro El Cafetal, em Caracas, apresentado como se tivesse sido causado pelo duplo sismo, mas, na realidade, embora as imagens correspondam a El Cafetal, o incidente ocorreu no final de maio, devido ao rompimento de um cano principal de água de 72 polegadas.</P><br />
<P>Circula também nas redes sociais um vídeo que mostra um tsunami que terá atingido La Guaira (a zona mais afetada pelos sismos), mas na verdade trata-se de um tsunami que atingiu o Japão em 2011, e não a Venezuela. </P><br />
<P>Estes casos mostram um padrão frequente após desastres naturais, uma vez que, na ausência de imagens verificadas de um acontecimento tão recente, a necessidade de ilustrar a tragédia leva à disseminação de material chocante, muitas vezes real, mas descontextualizado.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 28 portugueses e luso-descendentes, e outros 85 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782690]]></sapo:autor>
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		<title>Estão em alimentos do dia a dia e podem fazer mal ao coração: os oito aditivos que alarmam os especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação analisou dados de mais de 100 mil pessoas e foi publicada no 'European Heart Journal']]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão em muitos alimentos processados, ajudam a conservar produtos, impedem a deterioração e fazem parte da alimentação quotidiana de milhões de pessoas. Mas um novo estudo feito em França, citado pelo &#8216;El Economista&#8217;, associa oito aditivos alimentares a um risco aumentado de hipertensão, uma das principais portas de entrada para problemas cardiovasculares.</p>
<p>A investigação analisou dados de mais de 100 mil pessoas e foi publicada no &#8216;European Heart Journal&#8217;. Os participantes forneceram informação sobre saúde, estilo de vida e alimentação, além de indicarem se desenvolveram problemas cardiovasculares ao longo do período estudado. A partir daí, os cientistas procuraram perceber se havia ligação entre determinados aditivos presentes na dieta e o aparecimento de hipertensão.</p>
<p>A conclusão não significa que estes compostos causem diretamente doença cardíaca, mas deixa um sinal de alerta. Os investigadores encontraram uma associação entre o consumo mais elevado de certos aditivos e um maior risco de desenvolver hipertensão. Como a tensão arterial elevada é um fator de risco importante para eventos cardiovasculares, os resultados reforçam as recomendações para limitar o consumo de alimentos ultraprocessados.</p>
<p>Os cientistas analisaram dois grandes grupos de aditivos: antioxidantes, usados para evitar a deterioração dos alimentos, e não antioxidantes, usados para travar o crescimento de bactérias e fungos. Entre os participantes que consumiram mais aditivos antioxidantes, o risco de hipertensão foi 22% superior ao observado entre os que consumiram menos. No caso dos aditivos não antioxidantes, o aumento do risco chegou aos 29%.</p>
<p>O estudo identificou oito compostos em particular: sorbato de potássio, metabissulfito de potássio, nitrito de sódio, ácido ascórbico, ascorbato de sódio, eritorbato de sódio, ácido cítrico e extratos de alecrim. São nomes pouco familiares para muitos consumidores, mas podem surgir em rótulos de produtos processados, conservas, carnes transformadas, refeições prontas, molhos, snacks ou outros alimentos com maior grau de transformação industrial.</p>
<p>Durante décadas, estes compostos foram usados com objetivos tecnológicos claros: prolongar a validade dos alimentos, preservar o sabor, manter a aparência e reduzir o risco de deterioração. O problema é que, nos últimos anos, alguns aditivos passaram a ser observados com maior atenção pela comunidade científica, sobretudo quando aparecem associados a padrões alimentares ricos em produtos processados.</p>
<p>A leitura prática para o consumidor não passa por entrar em pânico perante cada rótulo. Passa antes por perceber que a exposição repetida a vários compostos, dentro de uma dieta dominada por alimentos processados, pode ter impacto na saúde a longo prazo. O risco não está apenas num ingrediente isolado, mas no padrão alimentar em que esse ingrediente aparece com frequência.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; sublinha que os próprios investigadores defendem a necessidade de mais estudos para compreender melhor os efeitos destes compostos no organismo. A amostra é grande e os resultados são relevantes, mas a investigação ainda não fecha o debate sobre os mecanismos biológicos que podem explicar a associação encontrada.</p>
<p>Ainda assim, a mensagem encaixa nas recomendações de saúde pública já conhecidas: reduzir o peso dos alimentos processados na alimentação diária, privilegiar produtos frescos ou pouco transformados e olhar com mais atenção para os rótulos. Não se trata de eliminar todos os alimentos embalados, mas de evitar que se tornem a base da dieta.</p>
<p>Num tempo em que muitos produtos prometem conveniência, rapidez e longa duração, o estudo deixa uma pergunta simples no prato do consumidor: quantos ingredientes daquilo que comemos todos os dias reconhecemos realmente?</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782021]]></sapo:autor>
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