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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 07 May 2026 13:52:19 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Zelensky pressiona Washington: principal negociador ucraniano vai aos EUA enquanto Trump olha para o Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Rustem Umerov, secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, deixou Kiev rumo aos EUA esta quarta-feira e vai reunir-se com Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, e Jared Kushner, genro do presidente americano Donald Trump]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enviou o principal negociador de Kiev aos Estados Unidos para se reunir com representantes de Donald Trump, numa altura em que as negociações de paz entre a Ucrânia e a Rússia, mediadas por Washington, parecem estar num impasse.</p>
<p>Rustem Umerov, secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, deixou Kiev rumo aos EUA esta quarta-feira, disse ao &#8216;POLITICO&#8217; um alto responsável ucraniano, que pediu anonimato para discutir detalhes confidenciais da viagem.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, Umerov deverá reunir-se com Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, e Jared Kushner, genro do presidente americano Donald Trump.</p>
<p>“Ele vai reunir-se com representantes do presidente dos EUA para discutir questões diplomáticas e de segurança”, afirmou o responsável ucraniano.</p>
<p>A Casa Branca não divulgou, para já, qualquer informação oficial sobre o possível encontro.</p>
<p><strong>Kiev teme perder prioridade na agenda americana</strong></p>
<p>A deslocação acontece num momento sensível para Kiev. As autoridades ucranianas insistem que têm mantido contacto regular com Washington, mas Zelensky admitiu recentemente que a atenção dos Estados Unidos se desviou da Ucrânia para o Irão e para o Médio Oriente.</p>
<p>“O problema é que a prioridade dos Estados Unidos agora é o Médio Oriente”, afirmou Zelenskyy à Newsmax na semana passada.</p>
<p>Para o presidente ucraniano, essa mudança de foco enfraquece a pressão sobre Moscovo.</p>
<p>Como consequência, disse, “a Rússia não sentirá a coisa mais importante que os Estados Unidos nos podem dar: pressão sobre ela”.</p>
<p><strong>Donbass continua a bloquear negociações</strong></p>
<p>No centro do impasse continua a estar a questão territorial. O presidente russo, Vladimir Putin, exige que a Ucrânia se retire da região de Donbass, enquanto Kiev defende que qualquer solução para a guerra deve partir da atual linha de contacto.</p>
<p>Zelensky tem sido categórico ao rejeitar qualquer cedência territorial, sobretudo em zonas que Moscovo não conseguiu conquistar militarmente.</p>
<p>Essa divergência mantém bloqueadas as negociações, apesar dos esforços americanos para aproximar as partes.</p>
<p>Nos últimos três meses, Kiev enfrentou uma escolha difícil: aceitar o tratado de paz nos termos em que estava a ser apresentado ou continuar a combater, possivelmente durante anos, disse ao POLITICO uma fonte familiarizada com o processo.</p>
<p>Até agora, a Ucrânia decidiu continuar a resistir.</p>
<p><strong>Zelensky irritado com visitas a Moscovo</strong></p>
<p>A missão de Umerov aos EUA surge depois de meses de frustração em Kiev com o papel dos enviados de Trump.</p>
<p>As autoridades ucranianas aguardavam há meses uma visita de Jared Kushner e Steve Witkoff à Ucrânia. Zelensky mostrou-se particularmente incomodado com o facto de Witkoff ter visitado Moscovo oito vezes desde o início das negociações conduzidas pelos Estados Unidos no ano passado, sem fazer uma deslocação semelhante a Kiev.</p>
<p>O enviado americano reuniu-se com responsáveis ucranianos, mas apenas nos EUA ou noutros locais fora da Ucrânia.</p>
<p>“Estamos em contacto com eles. Mas acho que eles precisam dessa visita a Kiev mais do que nós”, afirmou Zelensky no mês passado.</p>
<p>O presidente ucraniano foi mais longe: “Não é nada respeitoso ir a Moscovo e não vir a Kiev. É simplesmente desrespeitoso.”</p>
<p><strong>Visita planeada para a Páscoa seria um ultimato</strong></p>
<p>Segundo uma fonte citada pelo &#8216;POLITICO&#8217; no mês passado, a visita de Witkoff e Kushner à Ucrânia, inicialmente planeada para a Páscoa, deveria funcionar como uma espécie de ultimato.</p>
<p>O plano passaria por apresentar uma troca de prisioneiros de guerra como sinal de progresso e, a partir daí, pressionar Kiev a aceitar um acordo.</p>
<p>“A visita de Witkoff e Kushner, planeada para a Páscoa, deveria ser um ultimato”, afirmou a fonte.</p>
<p>“O plano era trivial. Seria uma troca de prisioneiros de guerra na Páscoa. Eles deveriam vir à imprensa e dizer: ‘Conseguimos uma trégua de um dia e este milagre. Ela pode durar mais se vocês assinarem um tratado’”, acrescentou.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, os responsáveis americanos saberiam que Zelensky rejeitaria um ultimato público, o que lhes daria margem para abandonar o processo.</p>
<p><strong>Rússia também menos interessada nas negociações</strong></p>
<p>O impasse não se explica apenas pela posição ucraniana. De acordo com a fonte citada pelo &#8216;POLITICO&#8217;, o interesse da Rússia nas negociações também diminuiu.</p>
<p>No passado, Kiev conseguia enviar aos Estados Unidos listas de prisioneiros de guerra que pretendia libertar, e o Kremlin acabava por aceitar essas libertações. Hoje, esse mecanismo praticamente deixou de funcionar.</p>
<p>A deslocação de Umerov aos EUA surge, por isso, num momento em que Kiev tenta recuperar margem diplomática junto da administração Trump e garantir que a guerra na Ucrânia não fica secundarizada pela crise no Médio Oriente.</p>
<p>Para Zelensky, o essencial é manter a pressão americana sobre Moscovo. Sem essa pressão, teme Kiev, Putin terá menos incentivos para negociar e mais margem para prolongar a guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759766]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“O apetite pelo risco está em alta nos mercados, com as ações a subir, o petróleo a cair e o ouro a recuperar”, explica analista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:48:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[Os mercados financeiros globais registam um aumento do apetite pelo risco, num contexto em que as ações sobem, o petróleo recua e o ouro volta a ganhar força.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados financeiros globais registam um aumento do apetite pelo risco, num contexto em que as ações sobem, o petróleo recua e o ouro volta a ganhar força.</p>
<p>“O apetite pelo risco está em alta nos mercados, com as ações a subir, o petróleo a cair e o ouro a recuperar. A perspetiva de um possível acordo para terminar a guerra entre os EUA e o Irão aliviou os receios de um choque energético prolongado, reduzindo também o risco de inflação persistente e de taxas de juro elevadas durante mais tempo”, afirma Henrique Valente, analista da ActivTrades Europe.</p>
<p>Neste contexto, o Nasdaq mantém uma trajetória de ganhos, com os futuros a negociarem perto dos 28.660 pontos, acumulando uma subida de cerca de 3,5% ao longo da semana. O setor tecnológico norte-americano continua a ser o principal motor do desempenho positivo, sustentado por resultados empresariais sólidos, sobretudo nas áreas dos semicondutores e da inteligência artificial.</p>
<p>Entre os destaques mais recentes está a AMD, cujas ações dispararam cerca de 18% numa única sessão, após a empresa ter superado as expectativas dos analistas no último trimestre. O crescimento foi impulsionado por uma forte aceleração das receitas nos centros de dados, reforçando a confiança dos investidores no segmento de computação de alto desempenho e IA.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759767]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hantavírus: Ministra reafirma que risco de transmissão é muito baixo em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hantavirus-ministra-reafirma-que-risco-de-transmissao-e-muito-baixo-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Martins]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Saúde reafirmou hoje que o risco de transmissão do hantavírus é muito baixo para os residentes em Portugal, garantindo que as autoridades estão a acompanhar a evolução do surto hora a hora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Saúde reafirmou hoje que o risco de transmissão do hantavírus é muito baixo para os residentes em Portugal, garantindo que as autoridades estão a acompanhar a evolução do surto hora a hora.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a receber informação hora a hora, mas neste momento a Direção-Geral da Saúde (DGS) avalia o risco para residentes em Portugal como muito baixo, não se esperando qualquer transmissão generalizada&#8221;, afirmou Ana Paula Martins, em conferência de imprensa após o Conselho de Ministros.</P><br />
<P>Segundo a ministra, Portugal está a acompanhar a situação do surto do navio de cruzeiro, que já provocou três mortes, através da DGS, que é a autoridade de saúde nacional, mas também das autoridades internacionais sanitárias.</P><br />
<P>A governante recordou que a Organização Mundial da Saúde e o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) referem que o risco para a população em geral de &#8220;disseminação do surto do navio cruzeiro Hondius é muito baixo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Todas as autoridades de saúde estão em contacto e isso é permanente&#8221;, assegurou a ministra.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o ECDC admitiu como hipótese que alguns passageiros tenham sido expostos à estirpe Andes do vírus na Argentina antes de embarcar e podem ter transmitido o vírus para outros passageiros já a bordo do navio de cruzeiro.</P><br />
<P>O MV Hondius deixou as imediações do porto da Praia, Cabo Verde, na quarta-feira, prevendo-se que chegue às ilhas Canárias dentro de dois dias e que as pessoas a bordo sejam retiradas e repatriadas ao abrigo do mecanismo europeu de proteção civil, de acordo com o Governo de Espanha.</P><br />
<P>O navio fazia a rota entre Ushuaia, na Argentina, e as ilhas Canárias, durante todo o mês de abril, com paragens no Atlântico Sul para turismo de observação da vida selvagem.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759759]]></sapo:autor>
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		<title>Israel confirma primeiro caso de hantavírus: infeção terá ocorrido na Europa de Leste</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/israel-confirma-primeiro-caso-de-hantavirus-infecao-tera-ocorrido-na-europa-de-leste/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Doente realizou inicialmente um teste de anticorpos depois do aparecimento dos sintomas, que indicou exposição ao hantavírus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel diagnosticou o primeiro caso de hantavírus no país, avança o &#8216;Jerusalem Post&#8217;, citando informações do &#8216;Maariv&#8217;. O doente terá sido infetado durante uma estadia na Europa de Leste, há vários meses, e procurou assistência médica depois de desenvolver sintomas compatíveis com a doença.</p>
<p>Para já, não podem ser divulgados detalhes sobre a identidade do paciente, o local de residência ou a unidade hospitalar onde foi feito o diagnóstico.</p>
<p>De acordo com a informação conhecida, o doente realizou inicialmente um teste de anticorpos depois do aparecimento dos sintomas, que indicou exposição ao hantavírus. Posteriormente, um teste PCR confirmou a presença de material genético do vírus.</p>
<p>O estado clínico do paciente é considerado estável. Até ao momento, não precisou de cuidados intensivos nem de isolamento rigoroso, mas mantém-se sob observação médica. O caso foi comunicado ao Ministério da Saúde israelita.</p>
<p><strong>Infeção não está ligada à estirpe Andes do cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217;</strong></p>
<p>Apesar de ser raro em Israel, este não é o primeiro caso envolvendo cidadãos israelitas. Há cerca de uma década, vários israelitas foram suspeitos de infeção por hantavírus durante viagens pela América do Sul.<br />
A diferença agora é relevante: segundo o &#8216;Jerusalem Post&#8217;, o paciente diagnosticado em Israel foi infetado por uma estirpe europeia do vírus, e não pela estirpe Andes, que está associada ao surto no navio de cruzeiro &#8216;MV Hondius&#8217;.</p>
<p>A estirpe Andes, originária sobretudo da Argentina e do Chile, é considerada particularmente sensível porque há registos raros de transmissão entre pessoas, em situações de contacto próximo e prolongado.<br />
A maioria das restantes estirpes de hantavírus, incluindo as presentes na Europa e na Ásia, é transmitida principalmente de roedores para humanos.</p>
<p>Surto no &#8216;MV Hondius&#8217; continua sob vigilância internacional</p>
<p>O caso em Israel surge num momento em que o surto associado ao MV Hondius continua a preocupar autoridades de saúde em vários países.</p>
<p>Até agora, três passageiros morreram no surto ligado ao navio: um casal neerlandês e um cidadão alemão. No total, foram reportados oito casos confirmados ou suspeitos associados à viagem, incluindo um cidadão suíço hospitalizado em Zurique.</p>
<p>O navio transportava cerca de 147 passageiros e tripulantes de 23 países. Partiu de Ushuaia, no sul da Argentina, a 1 de abril, tendo passado pela Antártida e por ilhas remotas do Atlântico Sul, incluindo Geórgia do Sul, Tristão da Cunha, Santa Helena e Ascensão.</p>
<p>Depois de terem sido registados vários casos de doença respiratória grave a bordo, o navio ficou fundeado ao largo da Praia, em Cabo Verde, sem autorização para desembarque de passageiros.</p>
<p>Três doentes foram entretanto retirados do navio, dois deles em estado grave. A embarcação seguiu depois para as Ilhas Canárias, após Espanha ter anunciado que permitiria a atracagem por razões médicas e humanitárias.</p>
<p>Segundo as autoridades espanholas, o navio deverá chegar a Tenerife dentro de cerca de três dias. Caso as pessoas a bordo permaneçam sem sintomas, os passageiros estrangeiros deverão ser posteriormente repatriados.</p>
<p><strong>Não há tratamento antiviral específico</strong></p>
<p>A gravidade da doença varia consoante a estirpe, o nível de exposição e o estado geral de saúde do paciente.</p>
<p>O diagnóstico baseia-se na suspeita clínica, no historial de exposição e em testes laboratoriais. Os testes de anticorpos podem indicar contacto com o vírus, enquanto exames moleculares, como o PCR, permitem detetar o material genético viral.</p>
<p>Atualmente, não existe tratamento antiviral comprovado para a maioria dos casos de hantavírus. O tratamento é sobretudo de suporte e pode incluir vigilância médica, administração cuidadosa de líquidos, oxigénio, tratamento da pressão arterial baixa, apoio à função renal e, nos casos mais graves, internamento em cuidados intensivos e ventilação mecânica.</p>
<p>A principal forma de reduzir o risco é a prevenção: afastar roedores, selar aberturas, guardar alimentos em recipientes fechados e evitar varrer ou aspirar de forma seca excrementos de roedores, porque isso pode libertar partículas contaminadas para o ar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759750]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IBN &#8211; A  revolução indispensável nas redes das operadoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de António Valente, Manager no mercado de Telco na Minsait em Portugal, Indra Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por António Valente, Manager no mercado de Telco na Minsait em Portugal, Indra Group</strong></em></p>
<p>A gestão das redes em Portugal entrou numa fase em que a complexidade excede a capacidade dos modelos tradicionais. Entre 5G, cloud, data centers e milhões de dispositivos, configurar equipamentos “à mão” é lento, caro e propenso a erros. Por outro lado,  o setor das telecomunicações está também cada vez mais pressionado pela concorrência, margens reduzidas e pelas expectativas dos clientes, que são cada vez maiores. Para o setor, a forma como as redes são geridas tornou‑se um fator crítico de competitividade. É precisamente neste contexto que surge um novo paradigma: as redes baseadas em intenções, ou <em>Intent‑Based Networking</em> (IBN).</p>
<p>Apesar de ainda pouco discutida fora dos círculos técnicos, a IBN tem potencial para se tornar tão transformadora quanto a Software-Defined Networking (SDN) ou a automação. A sua lógica é simples: em vez de configurar manualmente milhares de elementos de rede, a operadora define o seu objetivo/intenção, e o sistema trata de converter/traduzir, automaticamente, essa intenção em ações técnicas, monitorizando continuamente o seu cumprimento. É a passagem de uma gestão orientada por comandos para uma gestão orientada por objetivos.</p>
<p>No fundo, a IBN permite que uma operadora diga: <em>“Quero garantir latência mínima neste serviço crítico”</em> ou <em>“Quero assegurar níveis de disponibilidade premium para este cliente empresarial”</em>. A rede interpreta, configura‑se, e verifica se se estão a cumprir os requisitos, corrigindo eventuais desvios. Este ciclo fechado de intenção, seguido de tradução, execução e garantia, pode parecer abstrato, mas responde diretamente a um problema real: a impossibilidade de gerir redes modernas com as ferramentas de ontem.</p>
<p>A automação avançada não é apenas uma questão de eficiência mas uma necessidade. A escala das redes 5G, a diversidade de tecnologias coexistentes e a procura por serviços personalizáveis, estão a levar as equipas de engenharia ao limite. A IBN tira a pressão das mãos humanas, reduz drasticamente o risco de erro e liberta tempo para tarefas que acrescentam valor, desde o desenho de novos serviços até à inovação comercial.</p>
<p>Outro ponto crítico é o da garantia da qualidade de serviço. Hoje, os clientes, empresariais e residenciais, são intolerantes a falhas. Serviços de cloud, gaming, videoconferência ou redes privadas 5G exigem níveis de desempenho cada vez mais granulares e dinâmicos. Com IBN, a rede deixa de reagir a incidentes, passando a atuar de forma preventiva. Assim é possível identificar desvios antes de se tornarem problemas, apenas quando a intenção está formalmente definida e continuamente validada.</p>
<p>Mas nem tudo é simples. A adoção de IBN também enfrenta desafios como integrar este modelo com redes legadas, confiar decisões críticas à automação e garantir que as intenções são corretamente traduzidas em políticas técnicas coerentes, requer maturidade organizacional, modelos de governação adequados e uma mudança cultural profunda dentro das equipas de engenharia e operação.</p>
<p>Importa ainda sublinhar o papel de enquadramentos conceptuais, como os do TM Forum, que fornecem modelos de dados e estruturas para definir intenções de forma consistente e interoperável. Sem estas bases, a IBN correria o risco de se tornar mais uma buzzword dependente de fornecedores, em vez de uma prática sustentável e transversal na indústria.</p>
<p>O que é claro é que a evolução para redes autónomas, que se configuram, otimizam e recuperam automaticamente, será impossível sem IBN. Esta abordagem é, de certa forma, o “cérebro” que permitirá às operadoras gerir a complexidade crescente, sem aumentar proporcionalmente os seus custos operacionais.</p>
<p>No final, a pergunta que as operadoras portuguesas devem fazer não é <em>“estamos preparados para adotar IBN?”</em>. A pergunta certa é: <em>“o nosso modelo atual de operação é sustentável num mercado onde a complexidade cresce mais rápido do que os recursos?”</em>. A resposta, para a maioria, será: <em>ainda não</em>.</p>
<p>Embora não seja visível, a IBN está por detrás de uma experiência digital mais rápida, segura, estável e inteligente, para qualquer cidadão. Ela melhora a internet em casa e nos serviços públicos, criando um ecossistema digital mais eficiente e confiável.</p>
<p>A IBN representa assim uma oportunidade estratégica para transformar redes em plataformas verdadeiramente inteligentes, reduzir custos, aumentar a resiliência e acelerar a inovação. É uma revolução silenciosa e indispensável. As primeiras operadoras  que atingirem este patamar vão colher benefícios inequívocos em eficiência, qualidade de serviço e capacidade de competir num mercado onde a diferenciação tecnológica será cada vez mais determinante.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de António Valente, Manager no mercado de Telco na Minsait em Portugal, Indra Group]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Conselho Nacional de Ética lamenta ausência em audições sobre lei de acesso de menores às redes sociais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/conselho-nacional-de-etica-lamenta-ausencia-em-audicoes-sobre-lei-de-acesso-de-menores-as-redes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Ética lamentou hoje não ter sido envolvido nas audições parlamentares ao diploma do PSD que limita o acesso de menores a redes sociais e plataformas digitais, apesar de já ter apresentado parecer sobre a matéria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Ética lamentou hoje não ter sido envolvido nas audições parlamentares ao diploma do PSD que limita o acesso de menores a redes sociais e plataformas digitais, apesar de já ter apresentado parecer sobre a matéria.</P><br />
<P>&#8220;Este tema tem uma fortíssima dimensão ética a qual tem que ser contemplada e o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida [CNECV] é o organismo próprio para se pronunciar sobre estas matérias e assessorar os senhores deputados em prol da robustez dos documentos legislativos e da qualificação das políticas públicas&#8221;, afirmou à agência Lusa a presidente do CNECV, Maria do Céu Patrão Neves.</P><br />
<P>O projeto de lei do PSD, em apreciação na especialidade na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, prevê que o acesso a plataformas como o Instagram, TikTok ou Facebook só seja permitido a partir dos 16 anos, admitindo entre os 13 e os 16 mediante consentimento parental expresso e verificado.</P><br />
<P>Maria do Céu Patrão Neves disse que enviou &#8220;em ocasião oportuna&#8221; o parecer conjunto do CNECV e do Comité de Bioética de Espanha sobre o impacto do uso excessivo das tecnologias digitais na saúde das crianças e dos adolescentes, integrando contributos vários de especialistas, associações de jovens e entidades cívicas. &#8220;É, pois, um documento inclusivo e abrangente&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;São recomendações muito amplas, concretas e exequíveis. Por isso, estou na expectativa de que os senhores deputados, apesar de não nos terem envolvido nas audições, tendo o documento consigo, tomem em devida conta as propostas apresentadas&#8221;, declarou.</P><br />
<P>A presidente explicou que o parecer não se centra apenas na proteção jurídica e técnica dos menores nem na redução do acesso de menores a riscos digitais, através de um controle regulatório e tecnológico. </P><br />
<P>Integra também a saúde pública, a ética do desenvolvimento infantil e jovem, &#8220;com o objetivo de promover um ecossistema digital saudável e eticamente responsável&#8221; numa perspetiva que &#8220;escapa à dicotomia de proibição ou educação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando há um documento em análise que se foca especificamente na dimensão proibitiva acaba por não dar a devida conta à dimensão educativa e as duas são rigorosamente necessárias&#8221;, disse, rematando: &#8220;Se nos focarmos só na dimensão proibitiva sem a educativa acabamos por promover mais cidadãos dominados do que cidadãos educados e até passamos uma mensagem errada à sociedade, além de comprometer a própria eficácia da proteção da geração mais jovem que se pretende&#8221;.</P><br />
<P>No passado mês de março, o CNECV havia tomado a iniciativa de propor uma audição conjunta sobre esta matéria à primeira Comissão e à Comissão de Educação, que não avançou por falta de disponibilidade de agenda.</P><br />
<P>O CNECV pretendia então, como hoje, que a sua mensagem chegasse aos deputados de forma mais ampla e explicativa do que apenas através do documento escrito. Não obstante, reiterou a confiança de que as recomendações feitas venham a ser consideradas e integradas, sublinhando tratar-se de um problema grave que a sociedade enfrenta.</P><br />
<P>&#8220;Espero que o nosso parecer seja tomado em devida conta e que haja mesmo ainda oportunidade para podermos ser ouvidos sobre a matéria, uma vez que a justificação das posições que tomámos é também importante&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O parecer emitido em fevereiro alerta que o uso excessivo de tecnologias digitais entre crianças e jovens é um problema complexo, que não pode ser tratado apenas com soluções regulatórias nem atribuído a uma única entidade.</P><br />
<P>As recomendações são dirigidas ao Estado, escolas, famílias, profissionais de saúde, empresas tecnológicas e sociedade civil, incluindo propostas como formação de profissionais para deteção precoce de dependências digitais e reforço da literacia digital.</P><br />
<P>Defende também que a compreensão dos algoritmos pode contribuir para uma utilização mais responsável. </P><br />
<P>O parecer procura apresentar &#8220;propostas muito concretas, verdadeiramente exequíveis para contribuir não apenas para o debate público, mas para a realização de políticas públicas que efetivamente se possam tornar eficazes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Organização Mundial de Saúde tem chamado a atenção para o forte impacto negativo do uso excessivo dos dispositivos na nova geração e somos todos responsáveis para prevenir os problemas de saúde mental, de saúde física e do atrofiamento das capacidades sociais&#8221;, acrescentou a presidente.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759732]]></sapo:autor>
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		<title>Famílias europeias deviam investir melhor as suas poupanças para a reforma, avisa BCE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As famílias europeias deviam investir melhor as suas poupanças, por exemplo, para complementar a pensão pública e garantir um nível de vida adequado na reforma, especialmente as mulheres, defendeu hoje o BCE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As famílias europeias deviam investir melhor as suas poupanças, por exemplo, para complementar a pensão pública e garantir um nível de vida adequado na reforma, especialmente as mulheres, defendeu hoje o BCE.    </P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) advertiu que as famílias na zona euro têm grande parte das suas poupanças em depósitos bancários de baixa rentabilidade e não investem em ações por desconhecimento e aversão ao risco, intensificada pela lembrança da crise financeira global de há quase vinte anos.</P><br />
<P>O BCE considera que a integração do mercado de capitais na zona euro diminuiu desde 2022 e parte significativa do investimento europeu em ações é canalizada para fora da União Europeia (UE), segundo o Relatório de Integração de 2026.</P><br />
<P>Isto impede que grande parte das economias dos europeus seja canalizada para investimentos produtivos que impulsionem o crescimento e a competitividade da Europa a longo prazo.</P><br />
<P>&#8220;A integração financeira é crucial para a prosperidade, estabilidade e competitividade da União Económica e Monetária&#8221;, disse o vice-presidente do BCE, Luis de Guindos.</P><br />
<P>Com um maior investimento das famílias em ações, as empresas poderão aceder com mais facilidade ao capital que precisam para financiar a inovação.</P><br />
<P>A Comissão Europeia (CE) tem como objetivo canalizar as elevadas poupanças da Europa de forma mais eficaz para o investimento produtivo.</P><br />
<P>O BCE diz que seria fundamental canalizar as poupanças para as pensões nos mercados de capitais da UE para enfrentar o envelhecimento da população.</P><br />
<P>Em 2025, a CE propôs impulsionar as pensões complementares para garantir rendimentos adequados na reforma.</P><br />
<P>Estas pensões não substituem as públicas, que são a base dos regimes de pensões de todos os países da zona euro.</P><br />
<P>Os sistemas públicos de pensões na Europa funcionam maioritariamente através de um sistema de repartição, no qual as contribuições dos trabalhadores financiam as pensões dos reformados, sem acumular ativos no mercado de capitais.</P><br />
<P>As contribuições para a segurança social não se acumulam numa conta individual para o futuro, são usadas para pagar as prestações atuais com o &#8220;contrato geracional&#8221;, princípio político de solidariedade, onde a população ativa sustenta a passiva.</P><br />
<P>Devido ao envelhecimento da população, as pensões públicas em muitos casos não serão suficientes para manter um nível de vida adequado, especialmente entre as pessoas vulneráveis e as mulheres, segundo a CE.</P><br />
<P>O chanceler alemão, o democrata-cristão Friedrich Merz, considerou recentemente necessária uma reforma do sistema público de pensões na Alemanha e dar mais relevância a instrumentos do mercado de capitais quando muitos &#8220;baby boomers&#8221;, a geração da explosão de natalidade posterior à Segunda Guerra Mundial, se estão a reformar. </P><br />
<P>Os europeus economizam uma grande parte dos seus rendimentos disponíveis e a taxa de poupança das famílias da zona euro é elevada em relação aos rendimentos disponíveis, 15% no primeiro trimestre de 2025, superior à taxa de investimento de 9%.</P><br />
<P>O BCE considera que uma parte destas economias poderia ser investida produtivamente em ações cotadas, que oferecem rendimentos mais elevados do que as obrigações e os depósitos bancários a longo prazo, ou em títulos corporativos.</P><br />
<P>O investimento num fundo de investimento de baixo custo teria dado uma rentabilidade anual de aproximadamente 6% nos últimos dez anos, segundo o BCE, semelhante à rentabilidade do índice bolsista europeu MSCI Europe.</P><br />
<P>Mas 32% das economias das famílias da zona euro estavam em depósitos bancários e divisas no segundo trimestre de 2025, número três vezes maior do que o dos EUA.</P><br />
<P>As ações cotadas que as famílias da zona euro mantêm diretamente representam apenas 5% da sua carteira, contra 31% nos EUA.</P><br />
<P>Participações em fundos de investimento, prestações de aposentadoria e produtos de seguros (incluindo seguros de vida), através dos quais as famílias também podem ter ações e outros ativos cotados, representam 38% da carteira. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759731]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente do Irão diz que esteve reunido com o líder supremo, mas não revela estado de saúde de Mojtaba Khamenei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou ter-se reunido pessoalmente com o novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, revelando que ambos mantiveram uma conversa prolongada durante cerca de duas horas e meia. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, afirmou ter-se reunido pessoalmente com o novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, revelando que ambos mantiveram uma conversa prolongada durante cerca de duas horas e meia. A declaração constitui a primeira confirmação pública de que um alto responsável do regime esteve frente a frente com o novo ayatollah desde a sua nomeação, há mais de dois meses, numa altura em que persistem intensas especulações sobre o seu verdadeiro estado de saúde.</p>
<p>A revelação foi feita por Pezeshkian durante um encontro com representantes sindicais e do comércio, mas o chefe de Estado iraniano não avançou detalhes sobre quando ou onde decorreu a reunião, nem revelou quais os temas discutidos ou quem mais esteve presente. Sublinhou apenas que se tratou de um encontro “completamente sem intermediários”, destacando a dimensão pessoal da conversa e a impressão que o novo líder lhe causou.</p>
<p>Sobre o encontro, Pezeshkian afirmou que aquilo que mais o marcou foi “a postura, a visão e o comportamento profundamente sincero e humilde” de Mojtba Khamenei, acrescentando que essa atitude “transformou o ambiente numa base de confiança, serenidade, empatia e diálogo directo”. As palavras do Presidente surgem num momento particularmente sensível para Teerão, em que aumentam as especulações sobre um eventual entendimento entre o Irão e os Estados Unidos, ao mesmo tempo que continuam por esclarecer muitas dúvidas em torno da condição física do novo líder supremo.</p>
<p>Mojtba Khamenei ascendeu ao topo da hierarquia política e religiosa da República Islâmica após ser nomeado pela Assembleia dos Peritos, na sequência da morte do seu pai, Ali Khamenei. O antigo líder morreu nos ataques norte-americanos e israelitas que marcaram a abertura do conflito iniciado a 28 de Fevereiro, uma ofensiva que alterou profundamente o equilíbrio interno do regime iraniano.</p>
<p>Apesar da nomeação, Mojtba Khamenei continua ausente da esfera pública. Desde que assumiu funções, não fez qualquer aparição oficial nem divulgou vídeos ou mensagens áudio, circunstância que alimentou rumores persistentes sobre a gravidade dos ferimentos sofridos durante os bombardeamentos. Ainda assim, vários comunicados atribuídos ao novo ayatollah têm sido lidos na televisão estatal iraniana, numa tentativa aparente de demonstrar continuidade institucional.</p>
<p>As dúvidas sobre a sua condição física ganharam força depois de o jornal The New York Times, citando quatro responsáveis iranianos, ter avançado que Mojtba Khamenei sofreu ferimentos graves nos ataques, foi submetido a múltiplas cirurgias aos braços e às pernas e apresenta dificuldades de fala devido a queimaduras severas no rosto e nos lábios. Também o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o líder iraniano ficou ferido e provavelmente “desfigurado”. Até ao momento, Teerão não confirmou oficialmente essas informações.</p>
<p>Nas últimas semanas, os rumores intensificaram-se ainda mais após a inauguração de um mural numa cidade iraniana onde Mojtba Khamenei surgia retratado ao lado de figuras descritas como mártires da República Islâmica, entre elas o seu pai e Qassem Soleimani, antigo comandante da Força Quds da Guarda Revolucionária, ambos já falecidos. A leitura simbólica da imagem levou muitos a questionarem se o novo ayatollah estaria vivo ou operacional.</p>
<p>A polémica aumentou quando a agência Tasnim News Agency, próxima da Guarda Revolucionária, se referiu a Mojtba Khamenei numa publicação como o “líder mártir da revolução”, antes de recuar e classificar essa designação como um erro editorial. O episódio reforçou a incerteza em torno do estado do novo líder e abriu novas interrogações sobre o funcionamento interno do regime.</p>
<p>Na mesma intervenção pública, Pezeshkian procurou recentrar o discurso em temas internos, apelando a uma gestão mais rigorosa do consumo energético e alertando contra gastos excessivos. O Presidente insistiu ainda na necessidade de unidade nacional, defendendo que a sociedade iraniana não deve ser fragmentada por acusações indiscriminadas. “As pessoas não devem ser simplesmente acusadas de corrupção, traição ou espionagem, criando falsas fronteiras entre diferentes sectores da sociedade”, afirmou.</p>
<p>Estas declarações surgem numa fase em que o sistema judicial iraniano acelerou a aplicação de penas severas, incluindo condenações à morte, desde o início da guerra e após o cessar-fogo subsequente. Nesse contexto, a confirmação do encontro entre Pezeshkian e Mojtba Khamenei representa um sinal político relevante, mas está longe de dissipar o mistério que continua a envolver o novo rosto máximo da República Islâmica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759723]]></sapo:autor>
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		<title>EUA destacam forte relação com a Santa Sé após encontro de Rubio com Papa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV e o chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, debateram hoje a situação no Médio Oriente, num encontro no Vaticano que "sublinhou a forte relação entre os Estados Unidos e a Santa Sé", anunciou Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Papa Leão XIV e o chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, debateram hoje a situação no Médio Oriente, num encontro no Vaticano que &#8220;sublinhou a forte relação entre os Estados Unidos e a Santa Sé&#8221;, anunciou Washington.</P><br />
<P>&#8220;O secretário de Estado Marco Rubio reuniu-se hoje com Sua Santidade o Papa Leão XIV para discutir a situação no Médio Oriente e temas de interesse mútuo no Hemisfério Ocidental&#8221;, indicou, num comunicado, um porta-voz do Departamento de Estado (equivalente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros).</P><br />
<P>O encontro de hoje, que decorreu após duras críticas do Presidente Donald Trump ao Papa, &#8220;sublinhou a forte relação entre os Estados Unidos (EUA) e a Santa Sé e o seu compromisso partilhado em promover a paz e a dignidade humana&#8221;, adiantou o porta-voz, Tommy Pigott.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759728]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Português devorado por crocodilo na África do Sul após ser arrastado por enxurrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:54:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um cidadão português de 59 anos morreu de forma trágica na África do Sul, depois de ter sido atacado e engolido por um crocodilo com mais de quatro metros e meio de comprimento, no rio Komati, situado no Parque Nacional Kruger. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um cidadão português de 59 anos morreu de forma trágica na África do Sul, depois de ter sido atacado e engolido por um crocodilo com mais de quatro metros e meio de comprimento, no rio Komati, situado no Parque Nacional Kruger. O incidente ocorreu na sequência de fortes chuvas que provocaram uma enxurrada, arrastando a vítima para as águas, onde acabou por desaparecer.</p>
<p>De acordo com as autoridades sul-africanas, o homem, identificado como Gabriel Batista, era proprietário de um hotel e terá sido surpreendido pela força da corrente enquanto atravessava um pontão submerso. Após o desaparecimento, foram desencadeadas buscas intensivas que se prolongaram por vários dias, até que a polícia conseguiu localizar o crocodilo suspeito.</p>
<p>O animal foi abatido pelas autoridades para permitir a recuperação dos restos mortais. O comandante da polícia, Johan Potgieer, explicou que o comportamento do crocodilo levantou suspeitas, sublinhando que “este exemplar de grandes dimensões não se mexia ao sol e apresentava sinais típicos de se ter alimentado recentemente, uma vez que tinha a barriga extremamente cheia e permanecia fora da água”. Acrescentou ainda que o animal não reagiu à presença de drones ou de um helicóptero, o que reforçou a convicção das autoridades de que se tratava do responsável pelo ataque.</p>
<p>Após a captura, o crocodilo foi transportado de helicóptero para a realização de uma necropsia em segurança. No interior do animal foram encontrados restos mortais do cidadão português, cuja identificação foi possível graças a um anel. Segundo informações avançadas pelo “The New York Post”, foram também encontrados pelo menos seis pares de sapatos no estômago do crocodilo, nenhum pertencente à vítima, levantando suspeitas de que o animal possa estar ligado a outros desaparecimentos na região.</p>
<p>As autoridades de Komatipoort estão agora a investigar a origem desses objetos e a possível ligação a outros casos não resolvidos. Recorde-se que, aquando do desaparecimento, o “Jornal da Madeira” já tinha identificado a vítima como sendo um cidadão português oriundo daquela região.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759717]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um dos polícias detidos no caso da esquadra do Rato já foi libertado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-dos-policias-detidos-no-caso-da-esquadra-do-rato-ja-foi-libertado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos 15 polícias detidos na terça-feira no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato foi libertado, confirmou hoje à Lusa a Procuradoria-Geral da República (PGR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um dos 15 polícias detidos na terça-feira no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato foi libertado, confirmou hoje à Lusa a Procuradoria-Geral da República (PGR). </P><br />
<P>O Ministério Público, explicou a PGR, &#8220;na sequência de diligências complementares que realizou na data da operação, procedeu à imediata libertação de um arguido por se terem alterado as circunstâncias que determinaram a sua detenção&#8221;. </P><br />
<P>Além deste arguido libertado, também outro detido deste processo &#8211; o único que não é polícia &#8211; foi hoje libertado, depois de o Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa ter aceitado o pedido de habeas corpus da sua defesa, considerando ilegal a detenção.</P><br />
<P>A informação sobre o pedido de habeas corpus foi avançada pelo advogado do arguido, Pedro Madureira, que explicou aos jornalistas, à porta do tribunal, ter feito um pedido de habeas corpus, alegando que a detenção não cumpriu os pressupostos legais.</P><br />
<P>A identificação dos detidos decorreu de manhã e durante a tarde de hoje decorrerá o interrogatório dos 14 arguidos que se encontram detidos no Comando Metropolitano de Lisboa da PSP.</P><br />
<P>Entre os 16 detidos na terça-feira, há 15 polícias &#8211; 13 agentes e dois chefes -, aumentando para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações a pessoas vulneráveis como toxicodependentes e sem-abrigo, na sua maioria estrangeiros, na esquadra do Rato, numa investigação denunciada pela PSP.</P><br />
<P>Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.</P><br />
<P>Na terça-feira, o Ministério Público e a PSP realizaram 30 buscas, domiciliárias e em esquadras, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, num inquérito que investiga a eventual prática de crimes como &#8220;tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas&#8221;, segundo um comunicado sobre um inquérito tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, relativo a factos ocorridos nas esquadras do Rato e do Bairro Alto.</P><br />
<P>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmou que os 15 polícias visados exercem funções e &#8220;de alguma forma poderão ter interagido com o comportamento desviante&#8221; ocorrido em 2024 e 2025 na esquadra do Rato.</P><br />
<P>Na primeira, foram detidos dois agentes da PSP, de 22 e 26 anos, e que vão ser julgados por crimes de tortura, violação e abuso de poder, entre outros, determinou em 27 de abril de 2026 o Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa.</P><br />
<P>Outros sete polícias foram detidos em março de 2026 e estão a aguardar em prisão preventiva o desfecho da investigação, que poderá ou não culminar numa acusação do Ministério Público pelos mesmos crimes.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759718]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China condena dois ex-ministros da Defesa à morte com pena suspensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal militar chinês condenou hoje à morte, com pena suspensa, os antigos ministros da Defesa Wei Fenghe e Li Shangfu por crimes de corrupção, noticiou agência estatal Xinhua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal militar chinês condenou hoje à morte, com pena suspensa, os antigos ministros da Defesa Wei Fenghe e Li Shangfu por crimes de corrupção, noticiou agência estatal Xinhua.</P><br />
<P>Trata-se das penas mais pesadas aplicadas a altas figuras militares no âmbito da campanha anticorrupção lançada pelo Presidente chinês, Xi Jinping, desde que assumiu o poder no final de 2012.</P><br />
<P>Após dois anos de suspensão, as penas de morte aplicadas a Wei e Li serão comutadas em &#8220;prisão perpétua, sem possibilidade de redução de pena ou liberdade condicional&#8221;, acrescentou a Xinhua, citada pela agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Wei Fenghe, 72 anos, foi ministro da Defesa entre 2018 e 2023.</P><br />
<P>Li Shangfu, 68 anos, sucedeu a Wei no Ministério da Defesa, mas só esteve em funções entre março e outubro de 2023, antes de deixar de ser visto em público até ser conhecida a acusação de corrupção.</P><br />
<P>Ambos foram conselheiros de Estado e membros da Comissão Militar Central, o órgão que controla o exército chinês.</P><br />
<P>O tribunal militar considerou Wei Fenghe culpado de aceitar subornos, enquanto Li Shangfu foi condenado por corrupção ativa e passiva.</P><br />
<P>A agência de notícias oficial não especificou o montante envolvido nas irregularidades.</P><br />
<P>Os dois antigos ministros foram ainda condenados à privação vitalícia de direitos civis e ao confisco de todos os bens pessoais.</P><br />
<P>Wei e Li já tinham sido expulsos do Partido Comunista Chinês (PCC) em 2024, por &#8220;graves violações da disciplina&#8221;, fórmula habitual para corrupção, segundo a agência de notícias espanhola EFE.</P><br />
<P>As condenações inserem-se numa ampla purga na cúpula militar chinesa, num contexto em que Xi Jinping exige lealdade e combate à corrupção, visando a modernização do Exército Popular de Libertação (EPL) para 2027. </P><br />
<P>Este cenário coincide com o anúncio, em março de 2026, de um aumento de 7% no orçamento da Defesa da China, refletindo a continuidade do investimento militar.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759702]]></sapo:autor>
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		<title>Governo aprova medidas para segurar médicos no SNS, reforçar urgências e nova lei para o INEM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo aprovou em Conselho de Ministros um conjunto de medidas estruturais para responder à pressão crescente sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS), com especial enfoque no funcionamento das urgências, na valorização do trabalho médico e na reorganização da resposta de emergência em Portugal. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo aprovou em Conselho de Ministros um conjunto de medidas estruturais para responder à pressão crescente sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS), com especial enfoque no funcionamento das urgências, na valorização do trabalho médico e na reorganização da resposta de emergência em Portugal. No centro das decisões anunciadas pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, está a criação de novos regimes laborais destinados a garantir maior estabilidade nas equipas médicas, reforçar a continuidade assistencial e travar um modelo que, segundo a governante, tem vindo a criar desigualdades e a incentivar a saída de profissionais do sistema público para regressarem depois em regime de prestação de serviços.</p>
<p>Na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, Ana Paula Martins explicou que foram aprovados dois regimes distintos, mas intimamente ligados entre si. O primeiro diz respeito ao regime de trabalho médico à tarefa, em prestação de serviços, dirigido especificamente ao SNS e às equipas que asseguram o funcionamento contínuo da rede nacional de urgências — sejam elas básicas, médico-cirúrgicas ou polivalentes — durante 24 horas por dia. O segundo constitui um novo modelo de incentivos destinado aos médicos do SNS que já asseguram trabalho suplementar para manter os serviços operacionais, procurando reconhecer financeiramente esse esforço acrescido e garantir uma maior previsibilidade na organização anual das escalas.</p>
<p>Segundo a ministra, o objetivo central da revisão do regime de prestação de serviços é claro: impedir que o próprio sistema continue a estimular a saída de médicos dos quadros permanentes para regressarem em condições contratuais mais vantajosas. “O que queremos é não promover que os médicos saiam do sistema para trabalhar no sistema”, afirmou Ana Paula Martins, sublinhando que esta lógica tem criado distorções remuneratórias, desequilíbrios de responsabilidade dentro das equipas e uma injustiça face aos profissionais que permanecem vinculados ao SNS. A governante referiu que o modelo anterior acabou por tornar mais atrativo, para recém-especialistas e médicos já integrados no sistema, desvincularem-se para regressarem como prestadores de serviços em condições mais favoráveis.</p>
<p>A nova regulamentação assenta em três pilares fundamentais. O primeiro é o princípio da necessidade: só haverá recurso a contratos de prestação de serviços quando essa necessidade estiver devidamente fundamentada. A ministra reconheceu que essa carência existe “há muitos e muitos anos” e admitiu que o SNS se tornou progressivamente dependente de um modelo que classificou como “não virtuoso”. O segundo eixo prende-se com a qualidade e excelência dos cuidados prestados, defendendo o Governo que a ausência de médicos residentes nas equipas de urgência compromete a articulação clínica, a continuidade assistencial e, em determinados períodos do ano, aumenta a dependência de profissionais menos diferenciados ou mesmo de médicos não especialistas. Embora o novo regime não exclua a contratação destes últimos, essa possibilidade ficará sujeita a condições específicas.</p>
<p>O terceiro vetor introduz um regime de incompatibilidades mais apertado. Entre as situações abrangidas estão os casos de médicos recém-especialistas que, tendo vagas abertas para ingresso no SNS, optem por não concorrer e pretendam depois ser contratados como prestadores de serviços. Também os médicos já vinculados ao SNS que recusem assegurar trabalho suplementar nas suas unidades poderão ver limitada a possibilidade de exercer funções como prestadores externos noutras unidades próximas, em condições distintas. Ana Paula Martins sintetizou esta lógica ao afirmar que “se não estão disponíveis para fazer este serviço de continuidade na urgência no seu hospital ou na sua unidade local de saúde, não faz muito sentido poderem fazê-lo como prestadores com condições diferentes” numa unidade vizinha.</p>
<p>Paralelamente, o Executivo aprovou um novo regime de valorização do trabalho suplementar dos médicos do SNS, concebido como incentivo à permanência no sistema e à disponibilidade adicional já hoje demonstrada por muitos profissionais. A ministra recordou que Portugal conta com cerca de 168 serviços de urgência nestas três tipologias e que, atualmente, muitos médicos já ultrapassam largamente os limites de 250 horas de trabalho suplementar. O novo modelo prevê escalões progressivos de incentivo organizados em blocos de 48 horas, com majorações crescentes à medida que aumenta o volume de disponibilidade prestada. A intenção, explicou, é criar um planeamento anual de escalas que permita estabilizar a resposta hospitalar, premiar o compromisso das equipas e assegurar previsibilidade tanto para profissionais como para utentes.</p>
<p>Para Ana Paula Martins, a meta é dupla: garantir à população que encontrará “médicos diferenciados” nos serviços de urgência ao longo de todo o ano e assegurar que as equipas do SNS são justamente compensadas por permanecerem no sistema público. A governante criticou o modelo herdado, considerando que “desvirtuava completamente” a qualidade do serviço, colocava por vezes em causa a sua continuidade e gerava desigualdades entre médicos. “Acabava por incentivar os médicos a sair do sistema para poderem de outra forma e por outra porta trabalhar no sistema”, resumiu.</p>
<p>Além das alterações ao regime laboral médico, o Conselho de Ministros aprovou ainda a nova lei orgânica do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), diploma que o Governo classificou como particularmente relevante no quadro da reorganização da resposta de emergência pré-hospitalar. Embora sem detalhar de imediato o conteúdo dessa reforma, a aprovação sinaliza uma reestruturação institucional do organismo responsável pelo socorro médico urgente em Portugal.</p>
<p>Foi também aprovado um projeto legislativo para regulamentar as bolsas de nicotina em território nacional, matéria que seguirá agora para apreciação na Assembleia da República. A iniciativa representa a intenção do Executivo de criar enquadramento legal específico para este tipo de produtos, num momento em que o seu consumo tem vindo a ganhar visibilidade no mercado.</p>
<p>Com este pacote legislativo, o Governo procura responder a três frentes simultâneas (fixação de médicos, estabilidade das urgências e reorganização da emergência médica), numa tentativa de reforçar a capacidade de resposta do SNS e de corrigir mecanismos que, segundo o Ministério da Saúde, penalizavam os profissionais que permanecem no sistema público e fragilizavam a continuidade dos cuidados prestados aos mais de 10 milhões de habitantes em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759660]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu militar paraquedista envolvido em queda em Tancos, confima Exército</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos militares paraquedistas envolvido numa queda durante uma ação de formação na terça feira, em Tancos, morreu hoje, anunciou o Exército.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um dos militares paraquedistas envolvido numa queda durante uma ação de formação na terça feira, em Tancos, morreu hoje, anunciou o Exército.</P><br />
<P>&#8220;O Exército Português comunica, com profundo pesar, o falecimento do furriel Ismael José Silva Lamela, natural de Barcelos, distrito de Braga, que se encontrava internado no Hospital de São José, em Lisboa&#8221;, lê-se numa nota enviada à imprensa. </P><br />
<P>O óbito do militar, que se encontrava em morte cerebral, foi declarado às 12:20. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759698]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky anuncia ataques contra infraestruturas russas a cerca de 2.000 km de distância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje terem sido realizados ataques ucranianos contra infraestruturas estratégicas russas localizadas a uma distância de "quase 2.000 quilómetros (km)" da fronteira com a Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje terem sido realizados ataques ucranianos contra infraestruturas estratégicas russas localizadas a uma distância de &#8220;quase 2.000 quilómetros (km)&#8221; da fronteira com a Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;Recentemente, houve resultados significativos em Chelyabinsk [um dos principais centros de indústrias pesadas da Rússia], a cerca de 1.800 quilómetros de distância, bem como em Ecaterimburgo [a quarta maior cidade do país], a cerca de 2.000 quilómetros de distância&#8221;, disse Zelensky, numa mensagem publicada nas suas redes sociais.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano relatou ainda um novo ataque feito hoje contra infraestruturas petrolíferas na cidade russa de Perm, &#8220;que fica a mais de 1.500 quilómetros da fronteira&#8221; com a Ucrânia.</P><br />
<P>Este novo ataque a Perm &#8212; onde a Ucrânia já tinha atacado infraestruturas petrolíferas nos últimos dias &#8212; foi também confirmado pelo chefe das forças de drones ucranianas, Robert Brovdi, mais conhecido por Madiar (&#8220;Magyar&#8221;), que especificou que o alvo era uma instalação de armazenamento pertencente à gigante energética russa Lukoil.</P><br />
<P>Zelensky destacou ainda que a Ucrânia realizou recentemente ataques bem-sucedidos contra outras infraestruturas em cidades russas como Novorossiysk, Krymsk e Tuapse, e em regiões como Samara e Nizhny Novgorod. </P><br />
<P>Estes ataques representam uma expansão significativa do alcance das operações ucranianas no interior da Rússia, atingindo regiões que anteriormente eram tidas como distantes do conflito.</P><br />
<P>Zelensky sublinhou que estas ações demonstram a capacidade da Ucrânia em fabricar armas capazes de contornar as defesas aéreas russas a grandes distâncias.</P><br />
<P>Os ataques contra refinarias e terminais de combustível já causaram perdas estimadas em mais de 7 mil milhões de dólares (cerca de 6 mil milhões de euros) à Rússia desde o início do ano.</P><br />
<P>Estas ofensivas acontecem na véspera do cessar-fogo de dois dias anunciado pela Rússia para as comemorações do Dia da Vitória (09 de maio) em Moscovo, que assinalam a derrota da Alemanha nazi na Segunda Guerra Mundial.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759696]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nova estratégia antiterrorista de Trump tem como alvos &#8220;extremistas violentos de esquerda&#8221; com &#8220;ideologia transgénero&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:21:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração de Donald Trump apresentou uma nova estratégia nacional de contraterrorismo que representa uma mudança profunda nas prioridades de segurança interna dos Estados Unidos, ao identificar os chamados “extremistas violentos de esquerda” e aquilo que descreve como “ideologia transgénero extremista”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A administração de Donald Trump apresentou uma nova estratégia nacional de contraterrorismo que representa uma mudança profunda nas prioridades de segurança interna dos Estados Unidos, ao identificar os chamados “extremistas violentos de esquerda” e aquilo que descreve como “ideologia transgénero extremista” como algumas das ameaças mais preocupantes para o país. O documento, o primeiro divulgado durante o segundo mandato presidencial de Trump, coloca estas ameaças ao lado dos “narcoterroristas” e dos “terroristas islamistas” como os três principais focos da política antiterrorista norte-americana.</p>
<p>A nova orientação marca uma clara rutura com a abordagem seguida pela anterior administração de Joe Biden, que concentrou grande parte da sua estratégia no combate ao extremismo de direita. Em 2023, Biden tinha mesmo classificado a supremacia branca como “a ameaça terrorista mais perigosa” enfrentada pelos Estados Unidos, uma leitura agora abandonada pela Casa Branca, que reposiciona o eixo das preocupações de segurança nacional.</p>
<p>Além da redefinição dos alvos prioritários, a estratégia agora anunciada amplia o foco sobre atividades domésticas online consideradas potencialmente mobilizadoras de violência. Esta vertente surge num contexto de aumento da violência política nos Estados Unidos, incluindo múltiplas tentativas de assassínio contra Trump e o homicídio de Charlie Kirk, episódio citado por responsáveis da administração como exemplo da escalada de radicalização e violência ideológica.</p>
<p>O principal rosto público desta nova doutrina foi Sebastian Gorka, responsável pela área de contraterrorismo na Casa Branca, que deixou clara a determinação da administração em agir com firmeza. “Vemos uma ameaça, responderemos a ela e esmagá-la-emos, quer sejam cartéis, jihadistas ou extremistas violentos de esquerda, como a antifa e como assassinos transgénero, não-binários e radicais de esquerda que mataram o meu amigo Charlie Kirk; enfrentá-los-emos de frente”, afirmou, numa declaração que espelha o endurecimento da retórica oficial.</p>
<p>Gorka sublinhou, no entanto, que a vigilância não se limitará a um único espectro ideológico, defendendo que a equipa de contraterrorismo está focada em todos os grupos online que estejam a “incitar violência contra indivíduos inocentes”, independentemente do posicionamento político. Ainda assim, acrescentou que o critério central passa também pelo conteúdo ideológico dessas correntes, afirmando: “Também tem a ver com a ideologia; se for contra a civilização ocidental, contra a América, contra a Constituição dos EUA, contra os nossos amigos, os nossos aliados ou contra a paz em geral, enquadra-se nesse quadro.”</p>
<p>No plano operacional, a administração promete recorrer a todos os instrumentos constitucionalmente disponíveis para identificar, cartografar e monitorizar redes consideradas radicais. Segundo Gorka, “as atividades nacionais de contraterrorismo irão dar prioridade à rápida identificação e neutralização de grupos políticos seculares violentos cuja ideologia seja antiamericana, radicalmente pró-género ou anarquista, como a antifa”, acrescentando que o objetivo passa por mapear a sua presença dentro dos Estados Unidos, identificar membros e rastrear eventuais ligações internacionais.</p>
<p>A referência à antifa ganha especial relevância porque a administração Trump formalizou, em Setembro, a designação desse movimento como organização terrorista. O termo, abreviatura de “antifascistas”, é geralmente utilizado como designação abrangente para grupos militantes de extrema-esquerda que se opõem a movimentos neonazis e supremacistas brancos em manifestações e outros eventos públicos. A sua inclusão explícita no novo quadro estratégico mostra que Washington pretende transformar o combate a estes grupos num dos pilares centrais da segurança interna norte-americana nos próximos anos.</p>
<p>Com esta reformulação, a Casa Branca não apenas altera o enquadramento das ameaças prioritárias, como redefine profundamente o debate político e securitário nos Estados Unidos, colocando o extremismo doméstico de esquerda e determinadas correntes ideológicas no centro da agenda nacional de combate ao terrorismo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759647]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BdP instaura 37 processos de contraordenação e aplica coimas de 545 mil euros até março</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bdp-instaura-37-processos-de-contraordenacao-e-aplica-coimas-de-545-mil-euros-ate-marco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) instaurou 37 processos de contraordenação e concluiu 82 no primeiro trimestre deste ano, tendo aplicado coimas de 545 mil euros, disse hoje o regulador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) instaurou 37 processos de contraordenação e concluiu 82 no primeiro trimestre deste ano, tendo aplicado coimas de 545 mil euros, disse hoje o regulador.</P><br />
<P>Entre os 37 processos instaurados, a maioria (19) diz respeito a infrações de natureza prudencial, sendo as infrações relacionadas com atividade financeira ilícita as segundas mais comuns neste período. </P><br />
<P>Com menos representação estiveram infrações a deveres relativos à prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo (seis) e a infrações às regras em matéria de recirculação de numerário (um).</P><br />
<P>Já entre os 82 processos concluídos, mais de metade (56) diziam respeito a infrações de natureza comportamental e 17 a infrações de natureza prudencial, refere a síntese da atividade sancionatória do banco central, hoje divulgada.</P><br />
<P>Entre janeiro e março foram ainda concluídos sete processos respeitantes a infrações relacionadas com atividade financeira ilícita e dois processos por infrações a deveres relativos à prevenção do branqueamento de capitais.</P><br />
<P>No âmbito dos processos concluídos, o BdP aplicou coimas que totalizaram 545.000 euros, dos quais 46.750 euros suspensos.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759694]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>História do burlão Alves dos Reis inspira filme britânico &#8220;O homem que roubou Portugal&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/historia-do-burlao-alves-dos-reis-inspira-filme-britanico-o-homem-que-roubou-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:17:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A história do burlão português Alves dos Reis, responsável "por uma das mais ousadas fraudes financeiras do século XX", inspirou um filme, do realizador britânico Thomas Napper, cujo projeto será apresentado este mês em Cannes, França.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A história do burlão português Alves dos Reis, responsável &#8220;por uma das mais ousadas fraudes financeiras do século XX&#8221;, inspirou um filme, do realizador britânico Thomas Napper, cujo projeto será apresentado este mês em Cannes, França.</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa Beta Cinema revela que &#8220;The Man Who Stole Portugal&#8221; é uma produção da britânica EMU Films, a partir do livro &#8220;O homem que roubou Portugal&#8221;, de Murray Teigh Bloom e já editado em Portugal, com a rodagem prevista para Portugal, Reino Unido e África do Sul.</P><br />
<P>&#8220;The Man Who Stole Portugal&#8221; é apresentado como um filme de assalto de época e de humor negro, cuja história parte do &#8220;glamour e agitação política da Lisboa dos anos 1920 para uma Angola colonial e para o mundo das gráficas de Londres&#8221;.</P><br />
<P>O elenco é encabeçado pelo ator britânico James Nelson Joyce, no papel de Artur Alves dos Reis (1896-1955), contando ainda com Richard E. Grant, Dominic West, Joel Fry, Herbert Nordrum, Kim Bodnia e Nia Towle, entre outros.</P><br />
<P>O filme &#8220;dará ao público a emoção de um grande filme de assaltos, mas com uma história verídica tão escandalosa que é difícil de acreditar que aconteceu mesmo. É divertido, elegante e cheio de ritmo&#8221;, afirmou o produtor Michael Elliott em nota de imprensa.</P><br />
<P>Artur Alves dos Reis ficou famoso por vários crimes de fraude e falsificação, nomeadamente notas de 500 escudos, contratos, cheques, assinaturas, diplomas de formação, para conseguir fazer fortuna.</P><br />
<P>Fez-se passar por engenheiro em Angola, forjou assinaturas de administradores do Banco de Portugal e conseguiu que uma casa britânica de impressão de papel-moeda imprimisse 200.000 notas de 500 escudos, que circulavam de forma ilegítima em Portugal e em Inglaterra. Esse dinheiro serviu para, em 1925, fundar o Banco de Angola e Metrópole.</P><br />
<P>&#8220;Burlas, falsificações e desfalques foram três crimes que Alves Reis cometeu para conseguir uma fortuna&#8221;, refere a biografia que o Banco de Portugal disponibiliza &#8216;online&#8217;, referindo que o burlão foi condenado em 1930 e libertado da prisão em 1945.</P><br />
<P>&#8220;Durante o julgamento, alegou que o seu objetivo era simplesmente desenvolver Angola. Morre a 09 de julho de 1955, aos 58 anos, sem fortuna, na sua casa em Lisboa&#8221;, refere o Banco de Portugal.</P><br />
<P>Para o produtor executivo do filme, Terry Smith (da Moviedrome), Alves dos Reis foi &#8220;um génio do crime que percebeu que falsificar um contrato para imprimir notas de banco era infinitamente mais fácil do que falsificar as próprias notas&#8221;.</P><br />
<P>A história também é &#8220;uma premonição notável: As ondas de choque que provocou na economia portuguesa e o colapso político que se seguiu ecoam na emissão de dinheiro dos bancos centrais durante a crise financeira de 2008/2009 e durante a pandemia da covid-19&#8221;, afirmou Terry Smith.</P><br />
<P>O projeto desta longa-metragem será apresentado no &#8220;Mercado do Filme&#8221;, que começa no dia 12 e é um dos eventos paralelos ao Festival de Cinema de Cannes.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>Lucro da companhia aérea Emirates sobe 3% para 5.250 ME no último ano fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Emirates registou um lucro após impostos de 21.000 milhões de dirhams dos Emirados Árabes Unidos (cerca de 5.250 milhões de euros) no ano fiscal de 2025-2026, um aumento homólogo de 3%, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Grupo Emirates registou um lucro após impostos de 21.000 milhões de dirhams dos Emirados Árabes Unidos (cerca de 5.250 milhões de euros) no ano fiscal de 2025-2026, um aumento homólogo de 3%, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Este valor foi acompanhado por resultados recorde tanto no lucro antes de impostos como nas receitas, com 24.400 milhões de dirhams (cerca de 5.644 milhões de euros) e 150.500 milhões de dirhams (cerca de 34.812,8 milhões de euros), respetivamente.</P><br />
<P>Para o presidente executivo (CEO), Ahmed bin Saeed Al Maktoum, estes resultados &#8220;notáveis&#8221;, apesar dos importantes desafios do último mês do exercício fiscal, reafirmam a &#8220;solidez&#8221; e a &#8220;resiliência&#8221; do modelo de negócio do grupo.</P><br />
<P>Além disso, a empresa dos Emirados Árabes Unidos declarou um dividendo de 3.500 milhões de AED (cerca de 809,5 milhões de euros) para o proprietário, a Corporação de Investimentos do Dubai.</P><br />
<P>Além disso, durante o exercício fiscal encerrado a 31 de março, o grupo investiu coletivamente 17.900 milhões de dirhams (cerca de 4.140 milhões de euros) em novos aviões, instalações, equipamentos e as mais recentes tecnologias para apoiar os planos de crescimento.</P><br />
<P>Ao longo do ano, a Emirates transportou 53,2 milhões de passageiros, uma redução de 1% em relação ao ano anterior, além de atingir uma taxa de ocupação de 78,4%, com uma descida de 0,5 pontos percentuais.</P><br />
<P>No final do ano, a frota total era composta por 277 aeronaves, com uma idade média de 10,8 anos.</P><br />
<P>Além disso, o programa de modernização da companhia aérea, avaliado em 5.000 milhões de dólares (cerca de 4.247 milhões de euros), prosseguiu a bom ritmo.</P><br />
<P>Por sua vez, o quadro de pessoal total cresceu 8%, atingindo os 130.919 funcionários.</P><br />
<P>Quanto às perspetivas para o novo ano fiscal de 2026-2027, Al Maktoum espera &#8220;uma resolução clara e rápida&#8221; do conflito no Médio Oriente, bem como &#8220;um regresso à estabilidade do mercado&#8221;.</P><br />
<P>No que diz respeito ao combustível, a Emirates salientou que conta com uma cobertura &#8220;sólida&#8221; até 2028-2029, além de colaborar com os fornecedores para garantir os volumes necessários para apoiar as operações atuais e a recuperação até atingir os níveis anteriores à interrupção.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a Emirates anunciou ter restabelecido 96% da rede global de transporte, após um período de perturbações, retomando progressivamente operações em várias regiões, incluindo Américas, Europa, África, Ásia e Médio Oriente. </P><br />
<P>Segundo informação divulgada pela empresa, a transportadora opera atualmente para 137 destinos em 72 países, assegurando mais de 1.300 frequências semanais, o equivalente a 75% da capacidade anterior às interrupções.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759692]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro apela à defesa da democracia e alerta para &#8220;o abismo&#8221; dos nacionalismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 12:13:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
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		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República apelou hoje à defesa da democracia também como condição de segurança e alertou para crescimento dos nacionalismos, afirmando que são "o caminho para o abismo e para a destruição coletiva".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p> O Presidente da República apelou hoje à defesa da democracia também como condição de segurança e alertou para crescimento dos nacionalismos, afirmando que são &#8220;o caminho para o abismo e para a destruição coletiva&#8221;.</P><br />
<P>Na cerimónia comemorativa do 50.º aniversário do Instituto Universitário Europeu, em Florença, Itália, António José Seguro fez um discurso em defesa da preservação da União Europeia como &#8220;o maior projeto de paz da História moderna&#8221;, considerando que esse é &#8220;um legado que hoje está em perigo&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o chefe de Estado, &#8220;para preservar a paz, a Europa tem de percorrer quatro caminhos em simultâneo: salvaguardar a democracia, como fundamento irrenunciável da vida em comum; aprofundar a integração política europeia, como garantia de solidariedade entre os seus povos; construir autonomia estratégica, como expressão de soberania e responsabilidade no mundo; estabelecer uma cultura política de confiança, como condição de êxito dos anteriores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A defesa da democracia é, simultaneamente, uma opção ideológica e uma exigência de segurança coletiva. Em tempos de recuo democrático e de perda da qualidade da democracia, torna-se imperativa a sua defesa, como método de seleção de governantes, como liberdade de expressão e de participação, como resposta às necessidades sociais, económicas e culturais das pessoas e, sublinho, como condição para a preservação da paz&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Num discurso de cerca de quinze minutos, feito em português, o chefe de Estado acrescentou que &#8220;os nacionalismos não são solução&#8221;, referindo que, &#8220;mais do que o amor aos próprios, são frequentemente o ódio aos outros&#8221; e que &#8220;estiveram na origem das duas guerras mundiais e de dezenas de milhões de mortos&#8221;.</P><br />
<P>António José Seguro alertou que, perante &#8220;o ressurgimento de retóricas idênticas em diferentes países europeus&#8221;, não se pode ficar indiferente: &#8220;Não podemos silenciar o alarme que a História nos desperta&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Patriotismo e nacionalismo não são sinónimos. Amar o país de onde se vem é uma emoção legítima e nobre. Transformar esse amor em arma contra os outros é o caminho para o abismo e para a destruição coletiva. E o século XX, demasiadas vezes, caiu nesse abismo&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O Presidente da República defendeu que &#8220;a Europa só terá futuro assente em regimes democráticos e com maior integração política&#8221; e que &#8220;recuar não é opção&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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