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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Jul 2026 09:32:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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		<title>FEP recebe reconhecimento internacional das Nações Unidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:31:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A FEP – Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto foi distinguida com o Recognition of Excellence in Reporting – 2025 Reporting Period, atribuído pelo Principles for Responsible Management Education (PRME).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A FEP – Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto foi distinguida com o Recognition of Excellence in Reporting – 2025 Reporting Period, atribuído pelo Principles for Responsible Management Education (PRME), iniciativa das Nações Unidas dedicada à promoção da sustentabilidade no ensino da gestão.</p>
<p>O reconhecimento internacional distingue a qualidade do relatório institucional da Faculdade, que evidencia a integração dos princípios do PRME e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na estratégia da instituição, abrangendo áreas como o ensino, a investigação, a relação com a sociedade, a gestão do campus e as parcerias.</p>
<p>A distinção é atribuída apenas às instituições cujos relatórios demonstram elevados níveis de transparência, qualidade e alinhamento com os princípios do PRME. Para o diretor da FEP, Óscar Afonso, este reconhecimento &#8220;reflete o compromisso consistente da Escola com uma educação de excelência&#8221; e reforça o posicionamento internacional da Faculdade, ao mesmo tempo que incentiva a formação de líderes preparados para responder aos desafios económicos, sociais e ambientais com soluções sustentáveis.</p>
<p>Nos últimos anos, a FEP tem reforçado a integração da sustentabilidade na sua missão através de iniciativas nas áreas do ensino, investigação, responsabilidade social, diversidade e inclusão, gestão ambiental e colaboração com organizações nacionais e internacionais.</p>
<p>Cláudia Ribeiro, presidente do Comité de Sustentabilidade da FEP, considera que a distinção reconhece um trabalho desenvolvido por toda a comunidade académica e constitui um incentivo para continuar a reforçar a transparência e o impacto positivo da instituição. A comunidade do PRME reúne atualmente mais de 800 escolas de economia e gestão de 96 países comprometidas com a promoção da responsabilidade social e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787866]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em baixa com Teixeira Duarte a cair mais de 1,5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Teixeira Duarte a descer 1,53% para 0,48 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Teixeira Duarte a descer 1,53% para 0,48 euros.</p>
<p>Cerca das 09:35 em Lisboa, o PSI baixava 0,32% para 9.095,22 pontos, com nove empresas a descer, seis a subir e uma a manter a cotação (Corticeira Amorim em 6,36 euros).</p>
<p>Às ações da Teixeira Duarte seguiam-se as dos CTT, EDP Renováveis e Jerónimo Martins, que desciam 1,11% para 5,80 euros, 1,09% para 13,60 euros e 0,97% para 16,31 euros.</p>
<p>A Mota-Engil, Sonae e REN também se desvalorizavam, designadamente 0,71% para 4,50 euros, 0,47% para 2,12 euros e 0,40% para 3,69 euros.</p>
<p>A EDP e a Altri desciam 0,23% para 4,43 euros e 0,11% para 4,73 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, a Galp, Semapa e Ibersol avançavam 0,97% para 19,79 euros, 0,96% para 20.95 euros e 0,53% para 9,41 euros.</p>
<p>As outras três empresas que se valorizavam eram a NOS (0,33% para 4,90 euros), a Navigator (0,30% para 3,31 euros e o BCP (0,05% para 1,04 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, atentas à evolução do conflito entre os EUA e o Irão e à estreia da sul-coreana SK Hynix no Nasdaq de Nova Iorque.</p>
<p>As bolsas europeias reagiram positivamente na quinta-feira depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter indicado que as autoridades iranianas estavam dispostas a retomar as negociações com o Irão, apesar de afirmar na quarta-feira que considerava encerrada a trégua.</p>
<p>A esta hora já se soube que a inflação homóloga na Alemanha se situou em 2,3% em junho, confirmando-se, assim, a estimativa preliminar e uma moderação em relação à verificada em maio, de 2,6%, enquanto a inflação homóloga em França desacelerou para 1,8% em junho, menos seis décimas que em maio, graças à desaceleração dos preços da energia e em particular dos produtos petrolíferos.</p>
<p>O euro sobe 0,09% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1440 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Depois do aumento das tensões no Médio Oriente, na quinta-feira a situação estabilizou-se com os EUA e o Irão num compasso de espera que favoreceu a queda do preço do petróleo, que nesta sexta-feira continua.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, recua 0,31% para 72,92 dólares.</p>
<p>Precisamente hoje, a Agência Internacional de Energia (AIE) publica o seu relatório mensal sobre o mercado do petróleo.</p>
<p>O gigante sul-coreano de chips de memória SK hynix começa hoje a ser negociado no índice norte-americano Nasdaq, com uma oferta de títulos avaliada em cerca de 28.000 milhões de dólares, com a qual espera financiar a construção de uma nova fábrica e outros investimentos.</p>
<p>Os futuros norte-americanos, que na quinta-feira terminaram em alta, registam uma queda de 0,42% para o Nasdaq e uma subida de 0,13% para o Dow Jones.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787858]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal junta-se a novo megafundo europeu que quer mobilizar 80 mil milhões para manter unicórnios na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:01:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal vai participar na segunda fase da European Tech Champions Initiative (ETCI), o megafundo criado pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) para reforçar o financiamento das empresas tecnológicas europeias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal vai participar na segunda fase da European Tech Champions Initiative (ETCI), o megafundo criado pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) para reforçar o financiamento das empresas tecnológicas europeias e evitar que procurem capital fora da Europa, sobretudo nos Estados Unidos.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo BEI, na sequência de uma reunião realizada em Bruxelas, à margem do Conselho Ecofin, que reuniu os ministros das Finanças da União Europeia. Além dos 27 Estados-membros, a nova fase da iniciativa contará também com a participação de investidores institucionais privados, num esforço conjunto para reforçar o ecossistema europeu de inovação.</p>
<p>Embora o montante da contribuição portuguesa ainda não tenha sido divulgado, a ETCI 2.0 pretende angariar até 15 mil milhões de euros, cerca de quatro vezes mais do que o objetivo definido para a primeira fase, lançada em 2023. A expectativa é que este capital permita mobilizar até 80 mil milhões de euros em investimento para apoiar mais de 1.500 empresas tecnológicas em fase de crescimento.</p>
<p>Segundo o BEI, a nova plataforma pretende colmatar uma das principais fragilidades do mercado europeu: a dificuldade das empresas inovadoras em obter financiamento nas fases mais avançadas de crescimento, levando muitas a recorrerem a investidores norte-americanos ou mesmo a transferirem a sua atividade para os EUA.</p>
<p>A primeira fase da ETCI apoiou a criação de 15 megafundos dedicados ao investimento em startups europeias e contribuiu para o desenvolvimento de 12 unicórnios — empresas tecnológicas avaliadas em mais de mil milhões de euros.</p>
<p>Agora, a segunda fase alarga significativamente o âmbito da iniciativa. Além dos megafundos, passará também a investir em fundos de crescimento de média dimensão, com mais de 300 milhões de euros sob gestão, devendo apoiar a criação de mais de uma centena de fundos de investimento, incluindo até 45 megafundos especializados em empresas tecnológicas de elevado potencial.</p>
<p>A presidente do Grupo BEI, Nadia Calviño, considera que a nova fase representa &#8220;uma parceria baseada na escala e na rapidez&#8221;, permitindo disponibilizar às empresas europeias &#8220;o capital de que necessitam para crescer&#8221;. A responsável sublinha ainda que esta é &#8220;uma etapa decisiva para reduzir o défice de financiamento das empresas em fase de expansão e garantir que as ideias e tecnologias desenvolvidas na Europa permanecem e prosperam no continente&#8221;.</p>
<p>O Ministro de Estado e das Finanças de Portugal, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou: &#8220;Portugal apoia a ETCI 2.0 enquanto iniciativa prática para aprofundar os mercados de capitais europeus, mobilizar investimento privado e ajudar as empresas inovadoras a ganharem escala e a competirem nos mercados internacionais&#8221;.</p>
<p>O fundo contará igualmente com o apoio de investidores privados de vários países europeus, entre os quais AltamarCAM, Azimut Holding, Banco Santander, BBVA, Danske Bank, Green Arrow Capital e Compagnia di San Paolo, estando prevista a entrada de novos parceiros numa fase posterior.</p>
<p>O Grupo BEI prevê investir até 1,25 mil milhões de euros na ETCI 2.0. O valor final do fundo será determinado durante o segundo semestre de 2026, quando forem concluídas as contribuições de todos os participantes.</p>
<p>Além do financiamento, a iniciativa irá criar uma plataforma pan-europeia de investimento destinada a aproximar investidores das empresas tecnológicas com maior potencial de crescimento, reforçando a integração dos mercados de capitais europeus e complementando iniciativas nacionais já existentes, como a francesa Tibi, a alemã WIN e o Scaleup Europe Fund.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787848]]></sapo:autor>
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		<title>Gasolina volta a ultrapassar os 1,90 euros por litro na próxima semana</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/gasolina-volta-a-ultrapassar-os-190-euros-por-litro-na-proxima-semana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A próxima semana arranca com más notícias para os condutores portugueses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A próxima semana começa com um novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal. A partir de segunda-feira, o gasóleo deverá ficar sete cêntimos mais caro por litro, enquanto a gasolina deverá aumentar três cêntimos, de acordo com a evolução das cotações dos produtos petrolíferos em euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mesma tendência deverá ser seguida pelos postos associados aos hipermercados. A subida surge depois de vários dias de discussão sobre a aparente demora na transmissão da descida do petróleo aos preços pagos pelos consumidores nas bombas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O barril de Brent segue a negociar próximo dos 76 dólares, depois de ter ultrapassado os 80 dólares durante a sessão de quarta-feira, na sequência de uma valorização próxima de 8%. A instabilidade internacional continua, assim, a refletir-se nas cotações dos produtos refinados e nos custos suportados pelos operadores.</p>
<p><strong>Gasóleo já subiu 26 cêntimos desde janeiro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Desde o início do ano, o gasóleo acumulou uma subida de 26 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 24 cêntimos mais cara. Num depósito de 60 litros, estas diferenças representam um encargo adicional de 15,60 euros no gasóleo e de 14,40 euros na gasolina comparativamente com a primeira semana de janeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia colocam o preço médio da gasolina em 1,893 euros por litro e o do gasóleo em 1,793 euros. Os valores praticados podem, contudo, variar entre postos, devido à concorrência local, à procura, à oferta disponível e aos custos de funcionamento de cada operador.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal apresenta a sétima gasolina mais cara da União Europeia. O preço nacional encontra-se nove cêntimos acima da média comunitária e 38 cêntimos acima do valor cobrado em Espanha. A fiscalidade explica grande parte da diferença, uma vez que, antes de impostos, a gasolina 95 é mais barata em Portugal do que no mercado espanhol.</p>
<p><strong>ERSE não encontra irregularidades nos preços</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos analisou o comportamento recente do mercado a pedido do Governo, depois de terem surgido dúvidas sobre a rapidez com que as subidas internacionais estavam a chegar aos postos. O regulador concluiu, para já, que não existem sinais de funcionamento anómalo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entidade explica que o valor da gasolina e do gasóleo não acompanha automaticamente a cotação do Brent. Entre o petróleo bruto e o preço apresentado nos postos existem custos de refinação, armazenamento, distribuição, transporte e comercialização, além da incorporação obrigatória de biocombustíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, pediu a análise por considerar preocupante que os combustíveis não estivessem a descer à mesma velocidade com que tinham subido. A governante mostrou-se, entretanto, confiante numa redução dos preços caso a situação internacional evolua de forma favorável.</p>
<p><strong>ENSE aponta pressão nos produtos refinados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nas conclusões preliminares da sua avaliação, a Entidade Nacional para o Setor Energético assinalou que os produtos refinados registaram fortes valorizações desde o início da crise no Estreito de Ormuz. O gasóleo terá aumentado cerca de 25% e a gasolina aproximadamente 35%, enquanto a carga fiscal se manteve praticamente inalterada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ENSE associa a descida mais lenta nas bombas ao conjunto de custos existentes ao longo da cadeia de valor. A capacidade limitada de armazenagem em Portugal e na Europa, juntamente com a refinação, a logística e o transporte, ajuda a explicar por que razão uma queda do crude não produz necessariamente uma redução imediata e proporcional nos postos.</p>
<p>A legislação permite que a ERSE proponha ao Governo a imposição temporária de margens máximas na venda de combustíveis simples e de gás de petróleo liquefeito engarrafado. Essa medida só poderá avançar perante sinais que a justifiquem e depois de consultada a Autoridade da Concorrência. Até ao momento, o regulador não identificou fundamentos para esse tipo de intervenção.</p>
<h3><strong>Os mais Económicos</strong></h3>
<p><strong>Gasolina simples 95</strong></p>
<p>Transforpel Combustíveis Chão de Sapo &#8211; 1,689 €/litro</p>
<p>Intermarché Vilar Formoso &#8211; 1,699 €/litro</p>
<p>Transforpel Combustíveis Moncarapacho &#8211; 1,709 €/litro</p>
<p>Transforpel Combustíveis Marinha Grande &#8211; 1,709 €/litro</p>
<p>Transforpel Combustíveis Calços Martingança &#8211; 1,709 €/litro</p>
<p><strong>Gasóleo simples</strong></p>
<p>Intermarché Arruda dos Vinhos- 1,649 €/litro</p>
<p>Intermarché Vilar Formoso &#8211; 1,659 €/litro</p>
<p>Bxpress Estarreja &#8211; 1,669 €/litro</p>
<p>Intermarché Figueiró dos Vinhos &#8211; 1,679 €/litro</p>
<p>Intermarché da Sertã &#8211; 1,679 €/litro</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787846]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Seguro envia condolências e solidariedade ao Rei de Espanha por incêndio em Almeria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje as vítimas mortais resultantes do incêndio florestal na província espanhola de Almeria e enviou uma mensagem de condolências e solidariedade ao Rei de Espanha, Felipe VI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, lamentou hoje as vítimas mortais resultantes do incêndio florestal na província espanhola de Almeria e enviou uma mensagem de condolências e solidariedade ao Rei de Espanha, Felipe VI.</p>
<p>Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, &#8220;o Presidente António José Seguro lamenta profundamente as vítimas mortais resultantes do grave incêndio florestal que deflagrou na noite desta quinta-feira na região de Almeria na comunidade da Andaluzia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em seu nome pessoal e no do povo português, o Presidente da República solidariza-se com o Rei de Espanha, a quem dirigiu uma mensagem de condolências, e com todo o povo espanhol&#8221;, lê-se na mesma nota.</p>
<p>António José Seguro &#8220;apresenta sentidas condolências às famílias das vítimas deste incêndio e faz votos de rápida recuperação a todos os feridos&#8221;.</p>
<p>Foram confirmados pelas autoridades espanholas 11 mortos no incêndio florestal em Los Gallardos, na província de Almeria, na comunidade autónoma da Andaluzia.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787845]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Explicador: Porque é que cada vez mais investidores apostam no mercado secundário de crédito?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:36:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mercado secundário de crédito privado está a ganhar um peso crescente nas estratégias de investimento institucionais, impulsionado pela maturidade do mercado e pela necessidade de responder a um contexto de menor liquidez e maior volatilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado secundário de crédito privado está a ganhar um peso crescente nas estratégias de investimento institucionais, impulsionado pela maturidade do mercado e pela necessidade de responder a um contexto de menor liquidez e maior volatilidade.</p>
<p>Segundo Marco Busca, Head of Indirect Private Debt da Generali Asset Management, esta classe de ativos deixou de representar uma oportunidade pontual para assumir um papel central na construção de carteiras mais resilientes.</p>
<p>De acordo com o especialista, o crescimento das alocações ao crédito privado, aliado ao abrandamento das saídas de investimento nos últimos anos, tornou mais difícil o reequilíbrio das carteiras. Neste contexto, as transações no mercado secundário permitem aos investidores adquirir portfólios já geradores de rendimento, ao mesmo tempo que oferecem uma via eficiente de desinvestimento aos vendedores.</p>
<p>Outra das vantagens apontadas passa pela diversificação imediata. Ao investirem em carteiras já constituídas, os investidores conseguem exposição a diferentes gestores, geografias, setores e mutuários, reduzindo o risco associado aos chamados <em>blind pools</em> — fundos cujo portefólio ainda não está totalmente construído — e beneficiando de fluxos de caixa mais rápidos e previsíveis.</p>
<p>A crescente volatilidade dos mercados também tem contribuído para aumentar a atratividade deste segmento. Segundo Marco Busca, os períodos de disrupção tendem a gerar mais oportunidades de aquisição de ativos de elevada qualidade a preços mais competitivos, proporcionando maior visibilidade sobre o desempenho esperado.</p>
<p>A evolução do mercado tem sido igualmente favorecida por uma maior disponibilidade de informação e por processos de análise mais padronizados, tornando estas operações mais escaláveis. O responsável da Generali Asset Management considera que o percurso é semelhante ao registado pelo mercado secundário de private equity há cerca de uma década, passando gradualmente de uma estratégia oportunista para uma alocação estrutural.</p>
<p>A análise sublinha, contudo, que o sucesso neste segmento depende cada vez mais da capacidade de seleção dos ativos. Com o aumento da dispersão entre gestores de crédito privado, os investidores mais experientes distinguem-se pela profundidade da análise realizada ao nível dos empréstimos subjacentes, avaliando fatores como a qualidade dos mutuários, a concentração setorial, a sustentabilidade dos fluxos de caixa e os riscos de incumprimento.</p>
<p>Além da análise dos ativos, a capacidade de executar operações complexas tornou-se um fator diferenciador. Investidores com maior experiência conseguem aceder a transações proprietárias, reestruturações lideradas por gestores e outras operações mais sofisticadas, onde a rapidez de execução e o conhecimento técnico são determinantes.</p>
<p>Marco Busca destaca ainda que os investimentos secundários apresentam diferenças relevantes face aos investimentos primários em crédito privado. Por serem adquiridos numa fase mais avançada do ciclo de vida dos ativos, oferecem maior transparência sobre o desempenho das carteiras, menor risco de investimento em ativos ainda por selecionar, menor duração e maior previsibilidade dos fluxos de caixa.</p>
<p>Em termos de rentabilidade, acrescenta, estas operações beneficiam não apenas do rendimento contratual dos empréstimos, mas também da possibilidade de adquirir ativos com desconto e de acelerar o retorno do capital investido, reduzindo os efeitos da denominada &#8220;J-curve&#8221;, típica dos investimentos privados.</p>
<p>Apesar das oportunidades, o especialista alerta para vários riscos que estão a aumentar à medida que o mercado se torna mais competitivo. A pressão sobre os preços tem reduzido os descontos praticados, tornando qualquer erro na avaliação dos ativos potencialmente mais penalizador. Acrescem os riscos associados a análises insuficientemente detalhadas, à execução de operações complexas e ao alargamento das estratégias para segmentos menos familiares, como dívida subordinada ou ativos em situação de incumprimento.</p>
<p>O responsável acredita ainda que as gestoras de ativos ligadas ao setor segurador deverão assumir um papel cada vez mais relevante neste mercado. O horizonte de investimento de longo prazo e a estabilidade da sua base de capital encaixam bem nas características dos ativos secundários, permitindo reforçar a rentabilidade sem comprometer a liquidez. Ainda assim, admite que requisitos regulatórios, como as regras de solvência, e processos internos de aprovação podem limitar a rapidez de atuação em algumas operações.</p>
<p>Para Marco Busca, o mercado secundário de crédito privado está a consolidar-se como uma componente estrutural das carteiras institucionais, oferecendo uma combinação de maior transparência, eficiência de capital e potencial de retorno, apesar da crescente complexidade inerente a este tipo de investimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787839]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em alta atentas à evolução do conflito entre Teerão e Washington</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas à evolução do conflito entre os EUA e o Irão e à estreia da sul-coreana SK Hynix no Nasdaq de Nova Iorque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas à evolução do conflito entre os EUA e o Irão e à estreia da sul-coreana SK Hynix no Nasdaq de Nova Iorque.</p>
<p>Às 08:50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,16% para 641,88 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 0,06%, 0,03% e 0,26%, bem como as de Madrid e Milão, que subiam 0,47% e 0,48%.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,18% para 9.108,80 pontos.</p>
<p>As bolsas europeias reagiram positivamente na quinta-feira depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter indicado que as autoridades iranianas estavam dispostas a retomar as negociações com o Irão, apesar de afirmar na quarta-feira que considerava encerrada a trégua.</p>
<p>A esta hora já se soube que a inflação homóloga na Alemanha se situou em 2,3% em junho, confirmando-se, assim, a estimativa preliminar e uma moderação em relação à verificada em maio, de 2,6%, enquanto a inflação homóloga em França desacelerou para 1,8% em junho, menos seis décimas que em maio, graças à desaceleração dos preços da energia e em particular dos produtos petrolíferos.</p>
<p>O euro sobe 0,09% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1440 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>A confirmação das leituras finais do IPC de junho na Alemanha e em França, de uma desaceleração sensível, consequência da queda dos preços da energia, deverão servir para tranquilizar os membros do Conselho de Governadores do Banco Central Europeu (BCE), que na última reunião de política monetária pareciam dispostos a continuar a aumentar as taxas de referência, depois do aumento efetuado em junho, segundo destacaram analistas da Link Securities citados pela Efe.</p>
<p>Depois do aumento das tensões no Médio Oriente, na quinta-feira a situação estabilizou-se com os EUA e o Irão num compasso de espera que favoreceu a queda do preço do petróleo, que nesta sexta-feira continua.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, recua 0,31% para 72,92 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), cede 0,85% para 71,47 dólares.</p>
<p>Precisamente hoje, a Agência Internacional de Energia (AIE) publica o seu relatório mensal sobre o mercado do petróleo.</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, descia 1,90% para 49,150 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio subiu hoje 1,2%, o Kospi sul-coreano 2,52%, impulsionados pelas empresas de semicondutores e as relacionadas com o setor de inteligência artificial (IA), a poucas horas da estreia da sul-coreana SK hynix no mercado norte-americano.</p>
<p>O gigante sul-coreano de chips de memória SK hynix começa hoje a ser negociado no índice norte-americano Nasdaq, com uma oferta de títulos avaliada em cerca de 28.000 milhões de dólares, com a qual espera financiar a construção de uma nova fábrica e outros investimentos.</p>
<p>A bolsa de Xangai cede 1%, a de Shenzhen, 2,29% e o Hang Seng de Hong Kong sobe 0,89% quando se aproxima o final da sessão.</p>
<p>Os futuros norte-americanos, que na quinta-feira terminaram com subidas de 1,30% para o Nasdaq e de 0,27% para o Dow Jones, registam uma queda de 0,42% para o primeiro e um aumento de 0,13% para o segundo.</p>
<p>O preço do ouro, por sua vez, cede 0,46%, e a onça está a ser negociada a 4.104,82 dólares, enquanto a onça de prata cai 0,18% para 59,8556 dólares.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos desce para 3,064%, depois de ter fechado em 3,081% na sessão anterior.</p>
<p>A bitcoin avançava 0,88% para 63.817,98 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787840]]></sapo:autor>
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		<title>Israel avisa Washington de alegada conspiração iraniana para matar Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:30:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel partilhou com os Estados Unidos informações sobre um alegado plano recente do Irão para assassinar Donald Trump, numa altura em que aumentam novamente as tensões entre Washington e Teerão e o cessar-fogo de 60 dias dá sinais de colapso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Israel partilhou com os Estados Unidos informações sobre um alegado plano recente do Irão para assassinar Donald Trump, numa altura em que aumentam novamente as tensões entre Washington e Teerão e o cessar-fogo de 60 dias dá sinais de colapso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN, uma das fontes com conhecimento do caso indicou que o aviso israelita chegou esta semana. Outra fonte afirmou que os serviços americanos já vinham a receber, nas últimas semanas, informações recorrentes sobre possíveis ameaças contra Trump, mas sublinhou que o alerta de Israel dizia respeito a um plano específico e até então desconhecido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os contornos da alegada operação não foram divulgados. Duas fontes explicaram que os Estados Unidos ainda não tinham confirmado de forma independente os dados enviados por Israel e que não acompanhavam esse plano antes de receberem o aviso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alguns responsáveis americanos admitem, contudo, que a informação transmitida por Israel possa também procurar influenciar as decisões de Trump, numa altura em que o presidente dos Estados Unidos pondera intensificar a ação militar contra o Irão. De acordo com a CNN, existe algum ceticismo dentro dos serviços de informações americanos em relação a determinados relatórios israelitas.</p>
<p><strong>Trump diz estar no topo das listas de alvos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Questionada sobre o alerta, a Casa Branca remeteu para declarações recentes de Trump sobre as intenções do Irão. O presidente afirmou aos jornalistas que Teerão pretende eliminar o líder dos Estados Unidos e garantiu estar incluído em várias listas de alvos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump disse também ter tomado conhecimento de uma nova lista que o colocaria como principal alvo iraniano. Não ficou claro se se referia às informações enviadas por Israel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os Estados Unidos têm alertado há vários anos para a possibilidade de o Irão tentar matar Trump como retaliação pelo ataque com drone que, em 2020, matou Qasem Soleimani, um dos mais importantes comandantes militares iranianos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante as cerimónias fúnebres do líder supremo iraniano, o ayatollah Ali Khamenei, morto no início da guerra, multidões no Irão apelaram à morte de Trump.</p>
<p><strong>Serviços americanos acompanham ameaças contra responsáveis</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Fontes com conhecimento das informações recolhidas pelos Estados Unidos afirmam que as autoridades acompanham vários intervenientes que discutiram possíveis ataques, embora não tenham ainda passado à ação. Os serviços americanos receiam que o Irão possa tentar atingir atuais e antigos altos responsáveis dos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O alerta israelita surge também num momento de divergências entre Trump e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. O governante israelita tem manifestado dúvidas quanto às tentativas de alcançar um acordo diplomático com Teerão e entrou em desacordo com Trump devido às operações militares de Israel no Líbano, que complicaram as negociações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump e Netanyahu falaram por telefone na quinta-feira e está prevista uma deslocação do primeiro-ministro israelita a Washington para se reunir com o presidente dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Diplomacia prossegue apesar da troca de ataques</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do regresso dos ataques e das ameaças entre Washington e Teerão, um responsável americano garantiu que continuam a decorrer contactos diplomáticos nos bastidores. Os dois países estarão a tentar alcançar um acordo sobre o programa nuclear iraniano até meados de agosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas diligências prosseguem mesmo depois de Trump ter declarado que o memorando de entendimento com o Irão estava terminado. Ainda assim, responsáveis americanos indicaram que preparativos para possíveis ataques na noite de quinta-feira foram suspensos para dar prioridade à via diplomática.</p>
<p>A bordo do porta-aviões USS Abraham Lincoln, as tripulações chegaram a carregar caças com armamento e os pilotos realizaram exercícios para o caso de serem chamados a atacar. O comandante do navio, Dan Keeler, avisou os milhares de militares a bordo de que a situação estava a tornar-se mais tensa, enquanto as operações defensivas de rotina continuavam durante o dia e a noite.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787830]]></sapo:autor>
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		<title>Casa Real espanhola manifestou pesar pelo incêndio que fez 12 mortos em Almeria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rei de Espanha, Filipe VI, manifestou hoje profundo pesar pela tragédia do incêndio de Los Gallardos, Almeria, transmitindo as condolências às famílias das vítimas e aos afetados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rei de Espanha, Filipe VI, manifestou hoje profundo pesar pela tragédia do incêndio de Los Gallardos, Almeria, transmitindo as condolências às famílias das vítimas e aos afetados.</p>
<p>&#8220;Expressamos a nossa tristeza e condolências às famílias e aos entes queridos dos falecidos, bem como a todos os afetados&#8221;, declarou a Casa Real numa mensagem divulgada através das redes sociais.</p>
<p>Segundo fonte da Agência France Presse morreram pelo menos 12 pessoas sendo que 19 continuam desaparecidas, no fogo que começou na quinta-feira.</p>
<p>O conselheiro de Saúde e Emergências do governo regional da Andaluzia, Antonio Sanz, disse hoje à EFE que tudo indica que &#8220;a maioria ou a totalidade&#8221; das vítimas mortais do incêndio florestal de Los Gallardos eram estrangeiras, aguardando-se a conclusão dos procedimentos oficiais de identificação.</p>
<p>O conselheiro disse ainda que as vítimas decidiram tentar escapar &#8220;por conta própria&#8221; através do leito seco de um rio &#8212; o que se revelou &#8220;uma verdadeira armadilha&#8221; &#8212; em vez de seguirem a ordem de permanência no local ou as rotas de evacuação indicadas pelos serviços de emergência.</p>
<p>As equipas de emergência encontraram as vítimas em dois locais distintos.</p>
<p>Quatro pessoas morreram dentro de um veículo e de acordo com as primeiras informações do conselheiro Antonio Sanz, eram provavelmente cidadãos de origem britânica, uma hipótese reforçada pelo facto de o carro destruído ter volante à direita.</p>
<p>A nacionalidade das pessoas que morreram num caminho secundária não é conhecida.</p>
<p>Mais de 150 bombeiros combatiam as chamas hoje de manhã, de acordo com fontes citadas pela agência EFE.</p>
<p>A delegada do governo regional da província de Almeria, Patricia Navarro, afirmou que mil pessoas foram retiradas dos locais de residência, por precaução, devido ao incêndio florestal.</p>
<p>A unidade militar de emergência de Espanha, deve juntar-se aos esforços de combate ao fogo nas próximas horas com 200 efetivos e 70 veículos.</p>
<p>As autoridades regionais da Andaluzia afirmaram também que se trata do incêndio &#8220;mais mortífero já registado na região&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787827]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal combate fogos com Canadair que não podem operar acima dos 38 graus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:08:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal contratou a uma empresa espanhola dois destes aviões pesados de combate aos fogos, além de uma terceira aeronave de reserva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os dois aviões Canadair integrados este ano no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais têm limitações de operação em dias de calor extremo. As aeronaves do modelo CL-215 não podem descolar nem voar quando a temperatura é igual ou superior a 38 graus.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/avioes-canadair-so-combatem-fogos-com-menos-de-38c" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, a Força Aérea confirmou que esta restrição consta do manual de voo do modelo. Portugal contratou a uma empresa espanhola dois destes aviões pesados de combate aos fogos, além de uma terceira aeronave de reserva.</p>
<p class="isSelectedEnd">A limitação obrigou recentemente à transferência dos dois Canadair que estavam estacionados no Centro de Meios Aéreos de Castelo Branco. As aeronaves chegaram a participar no combate ao incêndio que começou no concelho de Vouzela, mas acabaram por ser deslocadas para Ovar quando as temperaturas na região se aproximaram e ultrapassaram os 40 graus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, a Força Aérea considera habitual este tipo de ajustamento operacional. Sempre que as condições meteorológicas o exigem, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e o ramo militar podem decidir a relocalização temporária dos meios aéreos para preservar a capacidade de resposta e manter as aeronaves disponíveis.</p>
<p><strong>Calor reduz capacidade de descolagem</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Liga dos Bombeiros Portugueses explica que a subida da temperatura afeta a potência necessária para a descolagem, sobretudo quando os aviões transportam os depósitos de água cheios. O ar mais quente dificulta o desempenho da aeronave e torna a operação mais exigente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Eduardo Correia, vice-presidente da Liga dos Bombeiros, reconhece que todos os meios aéreos têm limitações técnicas e considera compreensível a utilização dos Canadair CL-215, uma vez que existem poucas alternativas disponíveis no mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável admite, contudo, que a transferência das aeronaves para outras bases reduz a sua autonomia operacional. Ainda assim, defende que essa mudança é necessária para garantir que os aviões conseguem continuar a participar no combate aos incêndios.</p>
<p class="isSelectedEnd">A gestão dos meios aéreos de combate aos fogos está nas mãos da Força Aérea desde uma resolução aprovada em Conselho de Ministros a 4 de outubro de 2018, durante o Governo liderado por António Costa. Até então, essa responsabilidade pertencia à Proteção Civil.</p>
<p>Portugal recorreu também ao mecanismo de proteção civil da União Europeia, tendo Espanha disponibilizado dois aviões Canadair para reforçar o dispositivo nacional. Entre 1 de junho e 30 de setembro, período correspondente às fases Charlie e Delta, o país conta com um total de 78 meios aéreos destinados ao combate imediato aos incêndios rurais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787820]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dezanove pessoas estão dadas como desaparecidas no incêndio no sul de Espanha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dezanove-pessoas-estao-dadas-como-desaparecidas-no-incendio-no-sul-de-espanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da autonomia espanhola da Andaluzia indicaram hoje que há 19 pessoas desaparecidas no incêndio em Los Gallardos, Almeria, que causou pelo menos 12 mortos e oito feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades da autonomia espanhola da Andaluzia indicaram hoje que há 19 pessoas desaparecidas no incêndio em Los Gallardos, Almeria, que causou pelo menos 12 mortos e oito feridos.</p>
<p>O presidente do governo regional da Andaluzia, Juan Moreno, disse hoje de manhã, à estação de rádio Canal Sur, que 19 pessoas continuam desaparecidas, &#8220;sem paradeiro conhecido&#8221;, acrescentando que a tragédia ocorreu porque o incêndio criou uma &#8220;espécie de ratoeira&#8221;.</p>
<p>O incêndio que deflagrou na quinta-feira pode ter sido provocado pela queda de uma linha de transporte de energia.</p>
<p>De acordo com a agência de notícias espanhola EFE, o incêndio já consumiu cerca de 3.150 hectares.</p>
<p>Este incêndio florestal transformou-se numa tragédia sem precedentes para a região do sul de Espanha, e num dos mais graves do país.</p>
<p>A maioria das vítimas foi encontrada numa aldeia pertencente ao município de Bédar, Los Gallardos.</p>
<p>Segundo as autoridades, quatro cidadãos britânicos &#8220;encurralados dentro de um veículo e sete pessoas morreram ao tentar fugir a pé&#8221;.</p>
<p>Antonio Sanz, conselheiro regional da Presidência, Saúde e Emergências, alertou que a mudança de rota para caminhos improvisados e não coordenados, no meio do fumo, agravou a tragédia, referindo que todas &#8212; ou a grande maioria &#8212; das vítimas mortais podem ser estrangeiras, sem fornecer mais detalhes.</p>
<p>Entretanto, a Unidade Militar de Emergência de Espanha (UME) mobilizou 200 efetivos e 70 viaturas de diversos tipos para auxiliar no combate ao incêndio em Los Gallardos, confirmou a ministra da Defesa, Margarita Robles.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787821]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>El Niño extremo pode levar a inflação alimentar aos dois dígitos em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O risco surge numa altura em que a produção agrícola já enfrenta constrangimentos provocados pela escassez de fertilizantes e por condições de cultivo mais adversas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um fenómeno El Niño particularmente intenso poderá provocar uma nova vaga de aumentos nos preços dos alimentos e empurrar mesmo a inflação alimentar para valores de dois dígitos em 2027. O risco surge numa altura em que a produção agrícola já enfrenta constrangimentos provocados pela escassez de fertilizantes e por condições de cultivo mais adversas.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/materias-primas/detalhe/super-el-nino-pode-empurrar-inflacao-alimentar-para-dois-digitos-em-2027" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, a Organização Meteorológica Mundial alerta para o desenvolvimento de águas anormalmente quentes no Pacífico tropical, uma situação que deverá alterar os padrões de temperatura e precipitação à escala global e aumentar a probabilidade de fenómenos meteorológicos extremos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A organização estima em 80% a possibilidade de o El Niño ocorrer durante julho e agosto, enquanto a probabilidade de se prolongar, pelo menos, até novembro chega aos 90%. Um episódio de elevada intensidade poderá agravar secas, precipitação extrema e ondas de calor, com consequências diretas para as colheitas e para os preços das matérias-primas agrícolas.</p>
<p><strong>Preços dos alimentos podem voltar a acelerar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma análise da Schroders citada pelo Jornal de Negócios aponta para a formação de um possível “Super El Niño” em 2026, capaz de alimentar pressões inflacionistas até 2027. A alteração da distribuição das chuvas, conjugada com perturbações no fornecimento de fertilizantes, poderá fazer com que a inflação alimentar do próximo ano atinja valores de dois dígitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os economistas David Rees e Sandeep Jaggi recordam que episódios anteriores afetaram o nível da água no Canal do Panamá, reduziram a produção hidroelétrica e provocaram secas e inundações fora das épocas habituais. Estas perturbações podem limitar a produção agrícola, dificultar o transporte de mercadorias e aumentar os custos suportados por produtores e consumidores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O cenário poderá ainda reforçar as tendências de estagnação económica combinada com inflação. Depois dos aumentos da energia, uma nova subida dos preços dos alimentos prolongaria a perda de poder de compra e poderia travar o consumo durante mais tempo.</p>
<p><strong>Subida de 50% no índice da FAO agravaria inflação no G7</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a análise referida pelo Jornal de Negócios, uma subida de 50% no índice de preços dos alimentos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura até ao final do ano poderia levar a inflação alimentar no G7 para dois dígitos em 2027. Esse movimento teria capacidade para acrescentar mais de um ponto percentual à inflação global.</p>
<p class="isSelectedEnd">O peso dos alimentos no índice de preços no consumidor varia entre regiões. Nas economias desenvolvidas, estes produtos representam geralmente entre 10% e 15% do cabaz, enquanto nos mercados emergentes podem corresponder a 25% ou mais. Por esse motivo, os países com rendimentos mais baixos poderão sentir de forma mais intensa uma nova escalada dos preços.</p>
<p class="isSelectedEnd">O índice da FAO recuou 0,3% em junho, para 130,3 pontos, devido à descida das cotações dos cereais, do açúcar e dos produtos lácteos. A redução foi parcialmente anulada pela subida dos óleos vegetais e da carne. Apesar da queda mensal, o indicador permaneceu 2,2% acima do valor registado no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>O El Niño tem um fenómeno climático oposto, conhecido como La Niña. Este caracteriza-se pela descida das temperaturas e por mudanças relevantes nos padrões de precipitação, podendo também prejudicar colheitas, sobretudo no Hemisfério Sul.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787810]]></sapo:autor>
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		<title>Avaliação digital avançou em pleno processo de substituição do sistema e ministro autoriza novos gastos de 500 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:42:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A correção digital dos exames nacionais arrancou este ano com recurso a sistemas que já tinham substituição anunciada e que acabaram por concentrar sucessivas falhas técnicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A correção digital dos exames nacionais arrancou este ano com recurso a sistemas que já tinham substituição anunciada e que acabaram por concentrar sucessivas falhas técnicas. Professores classificadores têm relatado dificuldades de acesso, respostas incompletas, folhas de continuação em falta, imagens ilegíveis e classificações que desaparecem da plataforma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o <a href="https://expresso.pt/educacao/2026-07-09-avaliacao-digital-avancou-em-pleno-processo-de-substituicao-do-sistema-33eab60e" target="_blank" rel="noopener">Expresso</a>, o atual sistema de classificação foi criado em 2018 e recebeu novas adaptações em 2023, através de contratos com a Blat Studio que totalizaram cerca de 50 mil euros. Paralelamente, a plataforma interna usada para preparar as provas digitalizadas também registou problemas que acabaram por afetar o trabalho de milhares de docentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo decidiu avançar com a digitalização generalizada apesar de já estar em desenvolvimento uma nova plataforma destinada a substituir várias das ferramentas atualmente utilizadas na avaliação externa. De acordo com o Expresso, o IAVE adjudicou em julho de 2025 à Axians, empresa do grupo Vinci, um contrato de aproximadamente 1,49 milhões de euros financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência.</p>
<p class="isSelectedEnd">A futura plataforma, designada GAEBS, deverá reunir num único sistema áreas como as inscrições, a organização das provas, a classificação, a divulgação dos resultados e a certificação dos percursos escolares. No entanto, a entrada em funcionamento está prevista apenas para 2027 e a solução não participa no atual processo de digitalização dos exames.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Blat afastou responsabilidades pelas operações que têm estado no centro das queixas, sustentando que não controla a digitalização, a submissão dos ficheiros, a gestão dos utilizadores ou a distribuição das respostas pelos professores. Já o Ministério da Educação reconheceu a existência de dificuldades tanto na preparação das provas como na plataforma de classificação.</p>
<p><strong>Ministro autoriza mais 500 mil euros para apoio técnico aos exames</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entretanto, Fernando Alexandre autorizou o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, o Eduqa, a realizar despesas até 500 mil euros para apoiar as soluções tecnológicas ligadas à digitalização e classificação das provas nacionais. Segundo o Público, o despacho permite contratar serviços, adquirir equipamentos e recorrer, em situações devidamente justificadas, a consultoria, estudos ou outros trabalhos especializados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Eduqa passa também a poder renovar contratos já existentes, escolher os procedimentos de contratação e designar os respetivos júris. De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/10/sociedade/noticia/ministro-autoriza-novos-gastos-500-mil-euros-classificacao-digital-exames-2181110?utm_source=notifications&amp;utm_medium=web&amp;utm_campaign=2181110" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, todas as decisões tomadas ao abrigo desta autorização terão de ser comunicadas mensalmente ao ministro através de uma listagem dos atos praticados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O despacho foi assinado numa altura em que os professores continuam a trabalhar sob forte pressão para concluir as classificações. O ministro indicou que 95% dos exames já tinham sido distribuídos e que 75% das provas entregues aos classificadores estavam corrigidas. O prazo para terminar o processo foi prolongado até 14 de julho, estando a publicação das notas prevista para dia 17.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os docentes, porém, continuam a relatar volumes de trabalho imprevisíveis. Há casos de professores que receberam centenas de novas respostas a poucos dias do prazo, provas com folhas em falta, itens já avaliados por outros classificadores e exercícios de disciplinas que não lecionam. Alguns admitem trabalhar durante os fins de semana e prolongar os horários para evitar consequências para os alunos.</p>
<p>Apesar dos problemas, antigos responsáveis do IAVE e alguns professores reconhecem vantagens na classificação eletrónica, como a redução de tarefas administrativas e a possibilidade de tornar o processo mais uniforme. Ainda assim, consideram que o modelo terá de ser estabilizado e defendem que o caminho deverá passar por provas realizadas diretamente em formato digital, evitando a complexidade de transformar exames em papel em milhares de ficheiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787804]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Funeral de Khamenei marca o fim de uma era no Irão. A próxima pode ser ainda mais dura?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ali Khamenei]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Vazio deixado pelo líder supremo não está a ser preenchido apenas pelo seu sucessor formal. Está também a abrir espaço a uma liderança mais coletiva, mais militarizada e cada vez mais dependente dos Guardas da Revolução]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de cinco dias de cerimónias fúnebres e de novos confrontos com os países que o mataram, o funeral de Ali Khamenei marca o fim de uma era na República Islâmica. Mas, no Irão, o vazio deixado pelo líder supremo não está a ser preenchido apenas pelo seu sucessor formal. Está também a abrir espaço a uma liderança mais coletiva, mais militarizada e cada vez mais dependente dos Guardas da Revolução.</p>
<p>Segundo a &#8216;Newsweek&#8217;, Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, já é apresentado como novo líder supremo, mas não apareceu no funeral do pai nem foi visto ou ouvido publicamente desde o ataque em que terá ficado ferido e no qual morreram vários membros da família. A ausência alimenta dúvidas sobre a sua real capacidade de exercer o poder, mesmo que, no plano formal, a estrutura do regime continue a funcionar em seu nome.</p>
<p>A primeira ideia a reter é esta: o Irão não parece caminhar para uma rutura imediata. Analistas ouvidos pela publicação admitem que a arquitetura oficial da República Islâmica deverá manter-se, com o poder concentrado no topo do sistema. Ainda assim, nos bastidores, vários centros de influência procuram ganhar margem, entre órgãos do Estado, fações políticas e, sobretudo, os Guardas da Revolução Islâmica.</p>
<p>Mojtaba Khamenei herda uma posição complexa. Tal como o pai em 1989, chega ao cargo com dúvidas sobre a legitimidade religiosa necessária para liderar um sistema construído em torno da figura do jurista islâmico. Mas parte de uma base ainda mais frágil: não tem o mesmo percurso revolucionário de Ali Khamenei, nem a experiência de ter sido presidente durante a guerra Irão-Iraque. A sucessão, feita em contexto de guerra e urgência, pode acelerar uma transformação que já estava em curso: a passagem de uma República Islâmica dominada por clérigos para um regime cada vez mais condicionado pelo aparelho militar.</p>
<p>É aqui que entram os Guardas da Revolução. Para vários especialistas citados pela &#8216;Newsweek&#8217;, a morte de Ali Khamenei reforça o peso do IRGC, que sai do conflito recente com maior capacidade para definir prioridades políticas e estratégicas. Mojtaba e o establishment clerical sabem que a sobrevivência do regime depende, em larga medida, da força dos Guardas da Revolução. O novo líder supremo pode manter o selo religioso e constitucional do poder, mas a máquina que sustenta esse poder parece cada vez mais militar.</p>
<p>A ausência pública de Mojtaba torna o cenário ainda mais invulgar. Um dos analistas compara a situação a uma espécie de “ocultação” política: um líder que existe como figura de autoridade, mas que não aparece, enquanto outros governam em seu nome. De acordo com essa leitura, o Irão estará a ser conduzido por uma liderança coletiva de cinco elementos, incluindo o presidente Masoud Pezeshkian, o presidente do Parlamento, Mohammed Bagher Qalibaf, o chefe do poder judicial, Gholam Hossein Mohseni Ejehi, o comandante dos Guardas da Revolução, Ahmad Vahidi, e um representante não identificado do Exército regular.</p>
<p>Esse modelo não significa necessariamente caos. Pelo contrário, a perceção de ameaça existencial vinda de Israel e dos EUA pode estar a unir fações que, noutro contexto, competiriam de forma mais aberta pelo poder. Ainda assim, há uma mudança importante: se Mojtaba Khamenei continuar ausente ou politicamente enfraquecido, a sua autoridade pode passar a funcionar mais como legitimação formal das decisões de outros do que como comando efetivo.</p>
<p>No plano interno, o novo Irão deverá manter uma linha dura. Mehrzad Boroujerdi, especialista em assuntos políticos e religiosos iranianos, antecipa que Mojtaba Khamenei continuará a abordagem autoritária do pai na política doméstica e tentará reanimar o chamado “Eixo da Resistência”, a rede de aliados e milícias apoiadas por Teerão no Médio Oriente. Mas há uma possível nuance: o novo poder poderá aliviar algumas restrições sociais e culturais, não por convicção liberal, mas por pragmatismo, para reduzir descontentamento e garantir a estabilidade do regime.</p>
<p>Essa distinção é essencial. Qualquer abertura limitada no plano social não significaria, necessariamente, democratização. Seria antes uma válvula de segurança. O regime pode tentar dar algum espaço à sociedade em áreas menos sensíveis, enquanto mantém controlo apertado sobre política, segurança, oposição e política externa.</p>
<p>A grande pergunta, depois do enterro de Ali Khamenei, é que tipo de República Islâmica vai emergir. Há três cenários que se sobrepõem. O primeiro é a continuidade institucional: o regime mantém as regras formais, com Mojtaba no topo. O segundo é a militarização: os Guardas da Revolução ganham poder real na definição da estratégia. O terceiro é uma liderança coletiva informal, em que várias figuras do Estado governam em nome de um líder supremo fragilizado ou ausente.</p>
<p>O contexto externo será decisivo. O conflito em curso com os EUA e Israel continua a moldar a transição. A ameaça de Donald Trump de romper o cessar-fogo, referida pela Newsweek, aumenta a pressão sobre Teerão e reduz o espaço para disputas públicas dentro do regime. Em tempo de guerra, a prioridade da elite iraniana tende a ser a sobrevivência do sistema, não a reforma profunda.</p>
<p>Por isso, o funeral de Ali Khamenei não fecha apenas um capítulo biográfico. Fecha a era de um líder que governou o Irão durante 37 anos e abre uma fase mais opaca, em que o poder pode estar menos visível, mas não necessariamente menos duro. O novo Irão que agora surge pode ter o nome de Mojtaba Khamenei no topo. Mas a força que o sustenta parece cada vez mais vir dos quartéis, dos serviços de segurança e dos homens que controlam a guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787507]]></sapo:autor>
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		<title>55,5 milhões de embalagens devolvidas e queixas de caos em Lisboa: o outro lado do sistema Volta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/555-milhoes-de-embalagens-devolvidas-e-queixas-de-caos-em-lisboa-o-outro-lado-do-sistema-volta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os números positivos de recolha e as queixas sobre lixo espalhado em Lisboa, o arranque do Volta mostra duas realidades: a adesão dos consumidores ao novo gesto de devolução e os desafios práticos de integrar o sistema no espaço urbano sem agravar problemas de higiene pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema Volta, criado para incentivar a devolução de garrafas e latas mediante o reembolso de dez cêntimos por embalagem, recolheu 55,5 milhões de embalagens nos primeiros três meses de funcionamento. Mas, em Lisboa, várias juntas de freguesia alertam para um efeito indesejado: contentores remexidos, lixo espalhado na via pública e mais pressão sobre a higiene urbana.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/10/azul/noticia/sistema-volta-recolheu-555-milhoes-embalagens-tres-meses-2181141" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, entre 10 de abril e 6 de julho foram devolvidas 55,5 milhões de embalagens de bebidas de uso único, incluindo garrafas e latas de plástico, metal e alumínio com capacidade inferior a três litros. Em média, cada transação envolve a devolução de 15 embalagens.</p>
<p>A entidade gestora do Sistema de Depósito e Reembolso, a SDR Portugal, faz um balanço “globalmente muito positivo” do arranque do Volta e interpreta estes números como sinal de adesão crescente dos consumidores. A gestora considera que a devolução das embalagens começa a entrar nas rotinas dos portugueses e que o sistema pode ajudar Portugal a cumprir metas europeias de recolha seletiva e economia circular.</p>
<p><strong>Adesão cresce, mas Lisboa sente efeitos na rua</strong></p>
<p>O retrato positivo da SDR Portugal contrasta com as queixas de várias juntas de freguesia da zona central de Lisboa. Segundo o Público, presidentes de junta confirmam que, em algumas áreas da capital, a procura por embalagens abrangidas pelo Volta tem levado pessoas a remexer contentores e papeleiras, deixando lixo espalhado no espaço público.</p>
<p>O fenómeno está a ser sentido em freguesias como Misericórdia, Santo António e Arroios, onde os autarcas relatam um agravamento da sujidade desde a entrada em funcionamento do sistema, em abril.</p>
<p>Na Misericórdia, freguesia que inclui zonas como Bairro Alto, Bica, Cais do Sodré, Príncipe Real e parte do Chiado, a presidente da junta, Carla Almeida, descreve um cenário diário de contentores revolvidos e resíduos espalhados junto a casas e estabelecimentos comerciais. A autarca afirma que a situação está a criar desconforto entre moradores e comerciantes e a dificultar o trabalho das equipas de higiene urbana.</p>
<p><strong>“Antes e depois” do Volta em algumas zonas da cidade</strong></p>
<p>Em Santo António, freguesia que abrange a Avenida da Liberdade, a Rua de São Bento, o Jardim das Amoreiras e a Colina de Santana, a presidente da junta, Filipa Veiga, também aponta uma mudança clara desde a introdução do Volta.</p>
<p>A autarca afirma que há agora mais pessoas a procurar embalagens nos caixotes do lixo para receber os dez cêntimos de reembolso por unidade. A situação tem motivado muitas reclamações por email, sobretudo em zonas como a Avenida da Liberdade e as ruas de São José e do Passadiço.</p>
<p>Filipa Veiga reconhece que o objetivo ambiental do sistema pode estar a ser cumprido, mas sublinha que há pessoas a verem na recolha de embalagens uma forma de rendimento, sem reporem depois os resíduos nos contentores.</p>
<p><strong>Arroios fala em “caça ao lixo” e alerta para problema social</strong></p>
<p>Em Arroios, João Jaime relata igualmente um agravamento visível da higiene urbana. O presidente da junta descreve pessoas a arrastar sacos pelas ruas e a passar de contentor em contentor à procura de embalagens com valor de reembolso.</p>
<p>O autarca contou ainda ter visto, perto da sede da junta, no Largo do Intendente, uma pessoa dentro de um ecoponto à procura de embalagens. A situação é também descrita por moradores como uma “caça ao lixo” diária, envolvendo pessoas em situação de grande vulnerabilidade social.</p>
<p>Ainda assim, os autarcas sublinham que o fenómeno não envolve apenas pessoas sem-abrigo ou toxicodependentes. Na Misericórdia, Carla Almeida afirma que têm sido observadas pessoas de diferentes estratos sociais a remexer nos contentores, algumas aparentemente a fazê-lo como forma de complementar rendimentos.</p>
<p><strong>Supermercados e máquinas de recolha também sob pressão</strong></p>
<p>O problema não se limita aos contentores na rua. Há relatos de confusão e tensão junto de espaços comerciais onde funcionam máquinas automáticas de recolha, como supermercados.</p>
<p>Em Arroios, João Jaime questiona se o modelo atual é adequado, tendo em conta a entrada constante de sacos com latas e embalagens sujas em estabelecimentos comerciais. O autarca defende que seria necessário encontrar uma solução mais digna, sobretudo numa zona da cidade com forte presença de pessoas em situação de sem-abrigo.</p>
<p>Na Misericórdia, Carla Almeida também recebeu relatos de episódios de violência entre pessoas que procuram embalagens, uma vez que cada unidade passou a ter um valor monetário associado.</p>
<p><strong>Câmara de Lisboa acompanha situação</strong></p>
<p>A Câmara Municipal de Lisboa reconhece estar a acompanhar o fenómeno. Segundo o Público, a autarquia admite ter registo de episódios em várias zonas da cidade, com impactos na higiene urbana provocados por contentores e papeleiras remexidos ou despejados na via pública por pessoas à procura de embalagens abrangidas pelo Volta.</p>
<p>Ainda assim, a câmara enquadra a situação numa fase inicial de implementação do sistema, em que considera expectável existir um período de adaptação por parte da população e dos vários intervenientes.</p>
<p>A autarquia garante que continuará a monitorizar a evolução do problema em articulação com as entidades responsáveis pelo Volta, avaliando a necessidade de medidas para reduzir impactos na higiene urbana e no espaço público. A Câmara de Lisboa afirma ainda que tem reforçado o investimento na fiscalização, incluindo o aumento da equipa de fiscais municipais.</p>
<p><strong>Dúvidas sobre reembolso e embalagens elegíveis</strong></p>
<p>Além das queixas em Lisboa, o arranque do Volta também tem levantado dúvidas entre consumidores. A Deco já tinha alertado, em junho, para falhas de informação no início do sistema e para incertezas sobre o reembolso e eventuais cobranças indevidas.</p>
<p>Segundo a associação de defesa do consumidor, parte da comunicação só chegou de forma mais consistente quando o mecanismo já estava em funcionamento. Isso contribuiu para que alguns consumidores interpretassem o sistema como mais uma taxa ou penalização, e não como um incentivo à reciclagem.</p>
<p>A SDR Portugal admite que ainda existe um período de aprendizagem, à semelhança do que aconteceu noutros países com sistemas semelhantes. As principais dúvidas estão relacionadas com a elegibilidade das embalagens, o processo de devolução e a forma de reembolso do depósito.</p>
<p><strong>Período de transição termina a 9 de agosto</strong></p>
<p>O sistema Volta arrancou a 10 de abril com mais de 2.500 pontos de devolução distribuídos pelo território continental e pelas regiões autónomas. Está atualmente em período de transição até 9 de agosto, fase em que coexistem no mercado embalagens com e sem o símbolo Volta.</p>
<p>Essa coexistência tem alimentado parte da confusão. A recomendação é que os consumidores confirmem se a embalagem tem o símbolo Volta, sobretudo em restaurantes ou outros locais onde possam suspeitar de uma cobrança indevida dos dez cêntimos.</p>
<p>A rede foi entretanto reforçada com quatro quiosques Volta em Albufeira, Barcelos, Ponta Delgada e Funchal. Estas estruturas foram pensadas para zonas urbanas de maior afluência e com forte presença de hotéis, restaurantes e cafés.</p>
<p>A ambição da SDR Portugal é chegar a 50 quiosques distribuídos por 38 municípios, estando ainda prevista a possibilidade de serem anunciadas em breve mais dez estruturas no país.</p>
<p><strong>Aplicações ajudam a localizar pontos de devolução</strong></p>
<p>A SDR Portugal tem também apostado em ferramentas digitais para apoiar o funcionamento do sistema. A aplicação Volta permite verificar se uma embalagem está abrangida, conhecer os critérios de aceitação e encontrar o ponto de devolução mais próximo.</p>
<p>Há ainda a aplicação volta€, pensada para recuperar o valor do depósito nos quiosques e em festivais, com possibilidade de transferir posteriormente o saldo acumulado para a conta bancária do utilizador.</p>
<p>Entre os números positivos de recolha e as queixas sobre lixo espalhado em Lisboa, o arranque do Volta mostra duas realidades em simultâneo: a adesão dos consumidores ao novo gesto de devolução e os desafios práticos de integrar o sistema no espaço urbano sem agravar problemas de higiene pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787799]]></sapo:autor>
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		<title>Novo balanço: Doze mortos no incêndio florestal no sul de Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:24:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos do incêndio florestal na região espanhola de Los Gallardos, em Almeria, autonomia da Andaluzia, subiu para 12, de acordo com as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortos do incêndio florestal na região espanhola de Los Gallardos, em Almeria, autonomia da Andaluzia, subiu para 12, de acordo com as autoridades locais.</p>
<p>Várias vítimas do incêndio em Los Gallardos foram encontradas dentro de veículos carbonizados.</p>
<p>Mais de 150 bombeiros combatiam as chamas hoje de manhã, de acordo com fontes citadas pela agência EFE.</p>
<p>A delegada do governo regional da província de Almeria, Patricia Navarro, afirmou que mil pessoas foram retiradas dos locais de residência, por precaução, devido ao incêndio florestal.</p>
<p>A unidade militar de emergência de Espanha, deve juntar-se aos esforços de combate ao fogo nas próximas horas.</p>
<p>As autoridades regionais da Andaluzia afirmaram também que se trata do incêndio &#8220;mais mortífero já registado na região&#8221;.</p>
<p>As causas do incêndio ainda não foram apuradas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787800]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A BYD quer conquistar Portugal dos elétricos aos híbridos plug-in. Pedro Cordeiro explica como</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:15:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Cordeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[COO falou à 'Executive Digest' para explicar como a marca chinesa quer crescer em Portugal sem pedir licença às marcas tradicionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, a expressão “carro chinês” carregou mais desconfiança do que desejo. Hoje, a conversa mudou. A BYD entrou em Portugal num momento de aceleração elétrica, ganhou notoriedade em pouco tempo e tornou-se, para muitos condutores, a marca chinesa mais facilmente reconhecível no meio de uma vaga crescente de fabricantes vindos da China.</p>
<p>Mas o desafio já não é apenas ser conhecida. É convencer o mercado de que não veio só vender carros, mas construir uma presença de longo prazo, com produto, rede, assistência e confiança. É neste ponto que Pedro Cordeiro, COO da BYD Portugal, coloca a marca: não como uma promessa exótica, mas como um protagonista da transformação da mobilidade.</p>
<p><strong>“O reconhecimento é consequência do trabalho”</strong></p>
<p>A BYD é hoje, para muitos portugueses, a marca chinesa que todos conseguem identificar. Quando questionado sobre se isso faz da marca uma espécie de “Ronaldo dos carros chineses” em Portugal, Pedro Cordeiro prefere responder sem metáforas, mas reconhece a responsabilidade acrescida.</p>
<p>“Aquilo que podemos afirmar é que a BYD conquistou, num curto espaço de tempo, um elevado nível de reconhecimento junto dos consumidores portugueses, fruto da consistência da sua estratégia e da qualidade da sua oferta”, afirma, à &#8216;Executive Digest&#8217;.</p>
<p>Essa posição, acrescenta, traz exigência. “Não apenas enquanto marca, mas também enquanto um dos protagonistas da transformação da mobilidade. O nosso compromisso é continuar a elevar os padrões da indústria, através da inovação, da qualidade, da segurança e de uma visão de longo prazo para o mercado português. O reconhecimento é uma consequência desse trabalho e não um objetivo em si mesmo.”</p>
<p><strong>O fim do preconceito contra o “carro chinês”</strong></p>
<p>Durante muito tempo, a origem chinesa foi vista como fragilidade. Hoje, a BYD quer discutir tecnologia, eficiência, segurança e custo total de utilização com marcas europeias históricas. Para Pedro Cordeiro, a mudança não aconteceu apenas no produto. Aconteceu também no olhar dos consumidores.</p>
<p>“A evolução mais relevante verificou-se na maturidade tecnológica e industrial dos fabricantes de novas energias, com particular destaque para empresas como a BYD, que hoje operam com um elevado nível de integração vertical e capacidade de desenvolvimento próprio em áreas críticas como baterias, sistemas elétricos e arquitetura eletrónica”, explica.</p>
<p>Ao mesmo tempo, diz, o mercado europeu tornou-se mais aberto à comparação objetiva. “A decisão de compra é hoje fortemente influenciada por critérios como eficiência, tecnologia, segurança e custo total de utilização. Essa evolução tem permitido que a avaliação das marcas seja cada vez mais baseada no produto e menos em perceções de origem.”</p>
<p><strong>Elétricos, sim — mas os híbridos plug-in entraram no jogo</strong></p>
<p>A BYD chegou à Europa associada ao carro 100% elétrico, mas está agora a reforçar a aposta nos híbridos plug-in. A marca chama-lhes Super Híbridos Plug-in DM-i e vê neles uma ponte entre dois mundos: a condução elétrica no dia a dia e a autonomia alargada para quem ainda não quer depender totalmente da rede de carregamento.</p>
<p>Pergunta: A BYD chegou à Europa como promessa elétrica, mas está cada vez mais a atacar também com híbridos plug-in. Isto é pragmatismo comercial ou é o reconhecimento de que a transição 100% elétrica está a avançar mais devagar do que se previa?</p>
<p>Resposta: “A estratégia da BYD mantém-se inalterada: liderar a transição para a mobilidade eletrificada. O que fazemos é adaptar a nossa oferta à realidade de cada mercado e às diferentes necessidades dos consumidores.</p>
<p>Em Portugal, tal como noutros mercados europeus, verificamos que a adoção da mobilidade elétrica evolui a ritmos distintos, influenciada por fatores como a infraestrutura de carregamento, os padrões de utilização ou as necessidades de cada cliente. Nesse contexto, a tecnologia Super Híbrida Plug-in DM-i assume-se como uma solução complementar aos veículos 100% elétricos, permitindo acelerar a eletrificação sem comprometer a flexibilidade de utilização.”</p>
<p>Essa estratégia já se traduz numa gama cada vez mais ampla. O novo BYD DOLPHIN G DM-i aponta ao segmento B, com até 105 quilómetros de autonomia em modo 100% elétrico e mais de 1.000 quilómetros de autonomia combinada. O ATTO 2 DM-i dirige-se a quem prefere um SUV compacto, enquanto o SEAL U DM-i, o SEAL 6 DM-i e o SEAL 6 DM-i Touring procuram famílias e clientes que valorizam espaço, conforto e longas distâncias.</p>
<p><strong>O Dolphin G DM-i quer ser pequeno por fora e grande na autonomia</strong></p>
<p>O DOLPHIN G DM-i surge como um modelo-chave para a BYD em Portugal. É compacto, mas promete autonomia de carro grande. É híbrido plug-in, mas tenta convencer quem quer fazer a maioria dos percursos em modo elétrico. E chega a um segmento onde preço, eficiência e confiança contam tanto como imagem ou tecnologia.</p>
<p>Pergunta: O novo DOLPHIN G DM-i chega num mercado muito competitivo. Quais são as três características que mais o distinguem para o cliente português?</p>
<p>Resposta: “O BYD DOLPHIN G DM-i introduz uma proposta diferenciadora no segmento B europeu, sobretudo pela forma como combina eficiência, tecnologia e versatilidade num formato compacto.</p>
<p>Em primeiro lugar, a eficiência da tecnologia DM 5.0, que otimiza a interação entre motor elétrico e motor térmico, resultando num consumo ponderado de cerca de 1,4 l/100 km em utilização combinada.</p>
<p>Em segundo lugar, a autonomia elétrica até 105 km, que permite realizar a maioria das deslocações diárias em modo exclusivamente elétrico, sem comprometer a flexibilidade em viagens longas.</p>
<p>Por último, a autonomia total até 1.040 km, que posiciona o modelo como uma solução particularmente versátil dentro do segmento dos compactos, respondendo a diferentes padrões de mobilidade.”</p>
<p>A resposta mostra bem o posicionamento da BYD: não vender apenas a ideia de eletrificação, mas uma promessa de uso simples. Em Portugal, onde o preço dos combustíveis, o custo total de utilização e a rede de carregamento pesam na decisão, a marca sabe que muitos clientes ainda querem a segurança psicológica de uma autonomia longa. A tecnologia DM-i é a forma encontrada para responder a essa hesitação sem abandonar a narrativa elétrica.</p>
<p><strong>A vantagem de fazer tudo em casa</strong></p>
<p>Outro trunfo que a BYD repete com frequência é a integração vertical. A marca desenvolve internamente componentes críticos como baterias, motores elétricos, semicondutores, sistemas de gestão térmica e arquitetura eletrónica. No discurso corporativo, isto é uma vantagem industrial. Para o cliente, Pedro Cordeiro traduz em benefícios concretos.</p>
<p>“A integração vertical é um dos principais fatores diferenciadores da BYD e faz parte do ADN da marca enquanto empresa tecnológica”, afirma. Ao controlar uma parte relevante da cadeia de valor, a marca consegue, diz, garantir “maior consistência na qualidade e na integração entre todos os sistemas do veículo”.</p>
<p>Na prática, esta abordagem permite acelerar a inovação, reduzir dependências de fornecedores externos, melhorar a eficiência produtiva e reforçar a disponibilidade de produto. Para o cliente, resume Pedro Cordeiro, significa “tecnologia desenvolvida de raiz pela própria marca, elevada qualidade de integração entre os diferentes componentes, inovação contínua e uma relação muito competitiva entre equipamento, desempenho, eficiência e custo total de utilização”.</p>
<p><strong>Portugal não se conquista só pelo preço</strong></p>
<p>Portugal é um mercado pequeno, mas muito atento ao preço, aos incentivos e aos custos de utilização. Ainda assim, Pedro Cordeiro rejeita a ideia de que a estratégia da BYD passe apenas por competir pelo preço.</p>
<p>“A estratégia da BYD em Portugal assenta numa abordagem equilibrada entre tecnologia, acessibilidade e construção de uma rede de suporte robusta”, explica. “Num mercado particularmente sensível ao custo total de utilização, o foco não está apenas no preço de aquisição, mas na proposta global do veículo, que inclui eficiência energética, autonomia, nível de equipamento e experiência de utilização.”</p>
<p>A ambição, diz, é consolidar uma presença sustentável, apoiada em produto tecnologicamente avançado e numa estrutura comercial e de pós-venda capaz de acompanhar o crescimento da marca.</p>
<p><strong>O verdadeiro teste começa depois da venda</strong></p>
<p>O crescimento rápido de uma marca automóvel traz dúvidas conhecidas: assistência, peças, tempos de espera, valor residual e capacidade da rede. A BYD sabe que este é o ponto onde uma marca nova ganha ou perde confiança.</p>
<p>Pergunta: O crescimento rápido também traz riscos: assistência, peças, tempos de espera, valor residual e confiança no pós-venda. Como é que a BYD quer convencer os portugueses de que não está apenas a vender carros, mas a construir uma presença de longo prazo no país?</p>
<p>Resposta: “A confiança no setor automóvel constrói-se através da continuidade operacional e da consistência da experiência do cliente.</p>
<p>A BYD tem vindo a reforçar a sua estrutura em Portugal ao nível da rede de concessionários oficiais, da capacitação técnica dos parceiros e da disponibilização de serviços de assistência e pós-venda.</p>
<p>Num modelo de mobilidade cada vez mais tecnológico, a relação com o cliente estende-se muito para além do momento da compra. O compromisso da BYD está precisamente em garantir que essa relação assenta em estabilidade, previsibilidade e suporte contínuo ao longo do ciclo de vida do veículo.”</p>
<p>É talvez a resposta mais importante da entrevista, porque toca no tema que separa crescimento rápido de consolidação real. Uma marca pode entrar no mercado com bons preços, boa tecnologia e curiosidade mediática. Mas só se torna uma referência quando consegue dar resposta depois da venda.</p>
<p><strong>Veio vender carros ou construir uma marca?</strong></p>
<p>Pedro Cordeiro enquadra a ambição nacional na estratégia global da BYD, centrada na liderança da mobilidade de novas energias. O crescimento em volume é assumido como consequência possível, mas não como o único objetivo.</p>
<p>“O projeto da BYD em Portugal insere-se na estratégia global da marca de liderança na mobilidade de novas energias”, afirma. A ambição passa por desempenhar “um papel relevante na democratização do acesso a tecnologias eletrificadas”, com modelos como o DOLPHIN G DM-i a servirem de exemplo dessa abordagem.</p>
<p>“O crescimento em volume será uma consequência natural da aceitação do produto e da maturação do mercado, mas o foco principal está na consolidação de uma presença consistente, tecnológica e de longo prazo”, acrescenta.</p>
<p>A frase ajuda a perceber o momento da BYD. A marca já não quer ser apresentada apenas como a maior novidade chinesa do mercado. Quer disputar o centro da conversa automóvel: tecnologia, eficiência, eletrificação, preço, rede e confiança.</p>
<p>Em Portugal, a BYD tem agora uma missão dupla. Por um lado, aproveitar o crescimento da procura por soluções eletrificadas. Por outro, provar que consegue acompanhar esse crescimento com estrutura, serviço e consistência. O DOLPHIN G DM-i será um dos primeiros testes desta nova fase: compacto, eletrificado, com autonomia longa e pensado para clientes que ainda querem flexibilidade.</p>
<p>A BYD não quer ser apenas a marca chinesa que todos reconhecem. Quer ser a marca que os portugueses colocam na lista quando pensam no próximo carro. E isso, no setor automóvel, é uma diferença muito maior do que parece.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787482]]></sapo:autor>
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		<title>EasyJet anuncia acordo de princípio com fundo Apollo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea easyJet anunciou hoje um "acordo de princípio" para aquisição pelo fundo americano Apollo, que avalia a empresa em 5.700 milhões de libras (6.700 milhões de euros), condições mais vantajosas do que as oferecidas pela Castlelake.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A companhia aérea easyJet anunciou hoje um &#8220;acordo de princípio&#8221; para aquisição pelo fundo americano Apollo, que avalia a empresa em 5.700 milhões de libras (6.700 milhões de euros), condições mais vantajosas do que as oferecidas pela Castlelake.</p>
<p>Esta nova oferta, 7,15 libras (8,38 euros) por ação, &#8220;oferece um resultado melhor para os acionistas da easyJet, proporcionando-lhes um valor em dinheiro superior à proposta da Castlelake, de 6,90 libras (8,08 euros) por ação&#8221;, sublinhou a companhia aérea britânica, acrescentando que já não está disposta a considerar a oferta anterior.</p>
<p>No início da semana, o fundo norte-americano Castlelake tinha chegado a um acordo preliminar para comprar a companhia aérea &#8216;low-cost&#8217; britânica, avaliada em cerca de 5.200 milhões de libras (cerca de 6.084 milhões de euros).</p>
<p>Esta era já a quinta oferta de aquisição apresentada pela Castlelake, depois de as anteriores terem sido rejeitadas pela easyJet, sendo que a empresa de investimento detém uma participação de 2,14% na companhia aérea através dos fundos que gere.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787795]]></sapo:autor>
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		<title>Livre reúne congresso em Sintra para escolher direção e abrir ciclo pós-Rui Tavares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião magna decorre até domingo, no Hockey Club de Sintra, embora este primeiro dia seja exclusivamente online]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Livre realiza, a partir desta sexta-feira, o seu 17º Congresso, em Sintra, num encontro que deverá marcar uma nova fase interna depois da saída de Rui Tavares do cargo de porta-voz. A reunião magna decorre até domingo, no Hockey Club de Sintra, embora este primeiro dia seja exclusivamente online, segundo a informação oficial do partido.</p>
<p>O congresso arranca presencialmente no sábado e vai eleger os órgãos nacionais para os próximos dois anos, incluindo o Grupo de Contacto, a direção do partido. Em disputa estarão três listas: uma associada à atual direção e duas críticas da estratégia seguida nos últimos anos.</p>
<p>A lista A é encabeçada por Isabel Mendes Lopes, atual porta-voz e líder parlamentar, tendo como número dois Jorge Pinto, deputado e antigo candidato presidencial. Ambos se propõem assumir o cargo de porta-voz em dupla. Rui Tavares, que deixa a liderança, mantém-se na lista, surgindo em terceiro lugar, segundo noticiou a Lusa.</p>
<p>A moção da lista A defende que o Livre deve deixar de ser visto apenas como partido de influência e passar a afirmar-se como força com ambição de governação. No texto estratégico, os proponentes sublinham que o partido é hoje a quinta força política no parlamento e o maior partido à esquerda do PS, considerando que o crescimento eleitoral dos últimos anos deve ser convertido em capacidade de governar.</p>
<p>A atual direção propõe aproveitar os próximos anos, sem eleições legislativas previstas, para consolidar a implantação do partido, reforçar os núcleos locais e preparar o ciclo eleitoral de 2029. A moção aponta ainda para a necessidade de formar quadros, desenvolver competências internas e promover uma reflexão sobre o modelo de primárias e a sua adequação a cada ato eleitoral.</p>
<p>No plano político, a lista A coloca a extrema-direita entre os principais alvos e critica o Governo por, no entender dos subscritores, ter transformado o “não é não” ao Chega num “veremos caso a caso”. A moção acusa ainda o PS de não clarificar a sua posição e aponta para um alinhamento crescente entre IL, Chega e opções estratégicas do executivo, o que, defende, aumenta a responsabilidade do Livre como força de oposição.</p>
<p>A lista S, liderada por Rodrigo Brito, parte de uma leitura diferente. Embora reconheça o resultado positivo das últimas legislativas, alerta que esse crescimento não está garantido e pede reflexão sobre outros momentos eleitorais menos conseguidos, como as europeias, a candidatura presidencial apoiada pelo Livre e a prestação autárquica.</p>
<p>Esta moção dedica particular atenção à democracia interna. Critica aquilo que considera ser um problema de liderança e contesta a existência de um sistema de porta-vozes que, na sua leitura, não está previsto nos estatutos. A lista S defende uma participação mais ampla dos membros e acusa a direção de um fechamento que empobrece o debate, reduz a transparência e fragiliza a legitimidade das decisões.</p>
<p>A terceira candidatura, a lista V, associada à corrente “Livretária”, é encabeçada por Tiago Mota. Esta corrente volta a apresentar-se ao congresso depois de um mandato marcado por críticas internas à direção. João Manso, que integrava este espaço político, demitiu-se em março da direção, acusando Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes de decisões unilaterais.</p>
<p>A lista V acusa a atual direção de concentrar poder e de hierarquizar processos políticos, defendendo mais horizontalidade, transparência e respeito pelos princípios fundadores do partido. Entre as críticas mais duras está a acusação de gestão financeira opaca, com referência à orçamentação de 50 mil euros em multas em 2025 e à alegada falta de apresentação atempada dos orçamentos.</p>
<p>O congresso surge, por isso, num momento de viragem para o Livre. Depois de anos de crescimento parlamentar, o partido discute agora se quer preparar-se para governar, como propõe a lista da continuidade, ou se deve antes recentrar-se numa reforma interna mais profunda, como defendem as candidaturas críticas.</p>
<p>Mais do que uma troca de nomes, a reunião de Sintra deverá funcionar como teste à capacidade do Livre para gerir a nova escala política que conquistou. Entre a ambição de governação, a sucessão de Rui Tavares e as críticas à concentração de poder, o partido entra no congresso com uma pergunta central: como crescer sem perder a identidade que o distinguiu desde a fundação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784364]]></sapo:autor>
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		<title>Os 12 trunfos de Jorge Jesus: novo selecionador é apresentado no dia em que Portugal celebra o Euro&#8217;2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:45:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O antigo técnico do Al Nassr sucede a Roberto Martínez, que deixou o cargo imediatamente após a derrota com Espanha, por 1-0, nos oitavos de final do Campeonato do Mundo. A eliminação abriu caminho ao fim do ciclo do treinador espanhol e ao início da “era Jorge Jesus” na equipa das quinas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge Jesus é o novo selecionador nacional. O treinador português, de 71 anos, assinou contrato com a Federação Portuguesa de Futebol válido por quatro anos, até 2030, e deverá ser apresentado esta sexta-feira, às 15h00, precisamente no dia em que se assinala o 10.º aniversário da conquista inédita do Europeu de 2016, em França.</p>
<p>O antigo técnico do Al Nassr sucede a Roberto Martínez, que deixou o cargo imediatamente após a derrota com Espanha, por 1-0, nos oitavos de final do Campeonato do Mundo. A eliminação abriu caminho ao fim do ciclo do treinador espanhol e ao início da “era Jorge Jesus” na equipa das quinas.</p>
<p>Livre desde maio, depois de deixar o Al Nassr, clube pelo qual se sagrou campeão saudita com Cristiano Ronaldo e João Félix no plantel, Jesus assume pela primeira vez na carreira o comando de uma seleção. O percurso como treinador começou em 1989/90, no Amora, e passou por clubes como Felgueiras, União da Madeira, Estrela da Amadora, Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Moreirense, União de Leiria, Belenenses, Sporting de Braga, Benfica, Sporting, Al Hilal, Flamengo e Fenerbahçe.</p>
<p>O contrato até 2030 coloca o novo selecionador perante um ciclo longo e exigente: Liga das Nações, Euro 2028 e Mundial 2030, competição que Portugal organizará em conjunto com Espanha e Marrocos. Para Jesus, trata-se também da concretização de uma ambição antiga, já várias vezes assumida ao longo da carreira.</p>
<p>A missão imediata será dar uma nova identidade à Seleção. Durante o Mundial, Bernardo Silva lamentou que Portugal não tivesse uma forma de jogar tão reconhecível como outras seleções, como Espanha ou Alemanha. Jesus quer precisamente preencher essa lacuna e criar uma ideia mais clara, mais agressiva e mais ofensiva para a equipa nacional.</p>
<p>Ao contrário do que marcou muitas das suas passagens por clubes, a Seleção não deverá partir de um 4x4x2 clássico. A ideia passa por reinventar o 4x2x3x1 usado com frequência nos últimos anos, tornando-o mais ofensivo do que aquele que se viu durante o ciclo de Roberto Martínez. A continuidade desse modelo pode também facilitar a ligação com os sub-21, onde Luís Freire tem recorrido ao 4x2x3x1, alternando-o com o 4x3x3.</p>
<p>Jesus terá, porém, um desafio que nunca enfrentou da mesma forma em clubes: pouco tempo de treino. Conhecido pela intensidade com que vive as sessões, pela repetição de movimentos e pela obsessão com o detalhe tático, o treinador terá agora de condensar ideias em períodos curtos de preparação antes dos jogos internacionais.</p>
<p>É aqui que entram os seus 12 trunfos. Dos 26 jogadores levados por Roberto Martínez ao Mundial, 11 já foram treinados por Jorge Jesus em algum momento da carreira. A eles junta-se João Palhinha, nome habitual nas contas da Seleção, que também conhece bem os métodos do técnico. Esta base poderá ajudar a acelerar a adaptação do grupo às novas exigências.</p>
<p>O foco inicial deverá estar na organização defensiva. Embora seja associado a equipas ofensivas, Jesus costuma construir a partir do posicionamento sem bola, procurando dar equilíbrio para que laterais, médios e avançados possam assumir mais riscos no ataque. Essa preocupação ajuda a explicar o interesse em integrar na equipa técnica um antigo defesa de referência da Seleção, com Ricardo Carvalho e Pepe entre os nomes avaliados.</p>
<p>A estreia deverá acontecer na Liga das Nações, no final de setembro, com jogos frente a País de Gales, Noruega e Dinamarca. Serão os primeiros testes de uma equipa que terá pouco tempo para assimilar novas ideias, mas que parte com vários jogadores já familiarizados com a forma de trabalhar do novo selecionador.</p>
<p>A médio prazo, o maior desafio será preparar duas seleções dentro da mesma Seleção. Parte da atual base ainda deverá chegar em condições ao Euro 2028, mas o Mundial 2030 exigirá renovação. Cristiano Ronaldo já anunciou que não voltará a disputar um Campeonato do Mundo, enquanto jogadores como José Sá, Rui Silva, Nélson Semedo, João Cancelo, Bernardo Silva e Bruno Fernandes chegarão a 2030 numa fase mais avançada da carreira.</p>
<p>A idade não significa, por si só, afastamento, mas obriga a preparar alternativas. Jesus terá de gerir a competitividade imediata e, ao mesmo tempo, abrir espaço a uma nova geração. Ao longo da carreira, nunca teve receio de lançar jovens e trabalhar talento em crescimento. Na Seleção, terá ainda uma vantagem que nunca teve nos clubes: nenhum rival poderá comprar-lhe os melhores jogadores.</p>
<p>A apresentação desta sexta-feira terá, por isso, um peso simbólico especial. Dez anos depois da maior conquista da história da Seleção, com Fernando Santos no banco e Portugal campeão europeu em Paris, a FPF inicia um novo ciclo com outro treinador português. Jorge Jesus chega para ganhar, mas também para tentar deixar uma marca: dar à equipa das quinas uma identidade própria antes do Mundial que Portugal ajudará a organizar em 2030.</p>
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