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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Washington trava um plano radical para retirar tropas americanas da Europa — e a NATO respira por agora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Pete Hegseth]]></category>
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					<description><![CDATA[Pete Hegseth preparava-se para comunicar à NATO uma redução mais agressiva de tropas, mas a proposta acabou por ser bloqueada após intervenção de responsáveis seniores, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Altos responsáveis da administração americana terão travado um plano do secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, para avançar com cortes mais profundos na presença militar americana na Europa. Segundo o &#8216;The Kyiv Post&#8217;, que cita o &#8216;Wall Street Journal&#8217;, Hegseth preparava-se para comunicar à NATO uma redução mais agressiva de tropas, mas a proposta acabou por ser bloqueada após intervenção de responsáveis seniores, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio.</p>
<p>O plano iria além das decisões já controversas sobre a presença americana no flanco leste da NATO, incluindo o cancelamento de uma brigada blindada para a Polónia e a retirada anterior de uma brigada de infantaria da Roménia. Em vez de avançar de imediato com novos cortes, o Pentágono anunciou uma revisão de seis meses à postura militar americana na Europa.</p>
<p>Hegseth e o seu principal conselheiro para a política de defesa, Elbridge Colby, têm defendido uma redução substancial dos compromissos militares dos Estados Unidos fora da Ásia. O objetivo declarado é libertar recursos para o Indo-Pacífico e para a contenção da China, embora esse reposicionamento seja complicado pela guerra com o Irão e pela necessidade de manter capacidade de dissuasão na Europa.</p>
<p>A possibilidade de cortes mais profundos gerou preocupação entre aliados europeus e também no Congresso americano. Legisladores republicanos e democratas incluíram medidas para impedir que o Departamento da Defesa reduza o número de militares americanos na Europa abaixo dos 76 mil sem uma avaliação formal de risco e certificações por parte da liderança militar e do secretário da Defesa.</p>
<p>A revisão surge num momento particularmente sensível para a NATO, que se prepara para a cimeira de Ancara, marcada para 7 e 8 de julho. A presença militar americana na Europa, a pressão para que os aliados aumentem a despesa em defesa e a continuidade do apoio à Ucrânia deverão estar entre os temas centrais da reunião.</p>
<p>Além da eventual redução de tropas terrestres, Washington também pretende diminuir parte das capacidades de resposta em caso de crise na Europa, incluindo meios de ataque de longo alcance, aviação de combate, reabastecimento aéreo e outros ativos estratégicos. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou que os cortes em algumas capacidades disponibilizadas à NATO podem chegar a metade, aumentando a pressão sobre os aliados europeus para apresentarem planos que compensem essas lacunas.</p>
<p>Apesar da pressão para reduzir a pegada militar americana no continente, continuam as negociações sobre uma presença permanente dos Estados Unidos na Polónia. Varsóvia acolhe cerca de 10 mil militares americanos, sobretudo em regime rotativo, e tem defendido uma presença mais estável como garantia de segurança perante a ameaça russa.</p>
<p>O debate expõe uma tensão central dentro da aliança: os Estados Unidos querem que a Europa assuma mais responsabilidades pela sua própria defesa, mas muitos aliados receiam que uma retirada demasiado rápida crie falhas difíceis de substituir. Para a NATO, a revisão de seis meses do Pentágono será decisiva para perceber se Washington está apenas a redistribuir responsabilidades ou se se prepara para reduzir de forma estrutural o seu papel na segurança europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785265]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Portugal envia ajuda humanitária e duas ambulâncias, anuncia Paulo Rangel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo Rangel]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai enviar para a Venezuela, previsivelmente no início da próxima semana, dois aviões carregados de medicamentos e outros meios de assistência humanitária e duas ambulâncias, disse hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal vai enviar para a Venezuela, previsivelmente no início da próxima semana, dois aviões carregados de medicamentos e outros meios de assistência humanitária e duas ambulâncias, disse hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea Portuguesa &#8220;levarão seis toneladas de medicamentos, 15 toneladas de material de higiene, material de conforto e de saneamento e duas ambulâncias completamente equipadas para darem assistência naquilo que nós chamamos agora o médio prazo, enfim, é um curto médio prazo, mas esta era a operação de emergência e agora passamos para uma segunda fase&#8221;, disse o governante, à margem de uma visita do Presidente da República à sede da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, em Lisboa.</P><br />
<P>Nas declarações aos jornalistas sobre a ajuda à Venezuela, no seguimento do sismo que ocorreu naquele país com uma forte presença da comunidade portuguesa, Paulo Rangel acrescentou que as duas organizações não governamentais &#8220;Oikos e Cáritas vão fazer projetos de apoio a 1.500 famílias e, para isso, têm um orçamento de 400 mil euros&#8221;. </P><br />
<P>Para além disso, apontou, serão canalizados 250 mil euros para organizações locais prestarem assistência psicológica e de médio prazo, agora que está a terminar a fase de ajuda no salvamento.</P><br />
<P>&#8220;A situação anímica e psicológica de muitas pessoas e de muitas famílias é obviamente motivo de grande preocupação; portanto, há cuidados imediatos do ponto de vista físico, a nível da prevenção de doenças, a nível da alimentação, do alojamento, de cuidados médicos, nomeadamente pela escassez de medicamentos, mas há também uma dimensão psicológica muito, muito preocupante e, portanto, nós estamos já a trabalhar nestas várias frentes&#8221;, concluiu o governante.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 2.595 mortos e 12.400 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 81 portugueses e lusodescendentes, e outros 66 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785230]]></sapo:autor>
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		<title>Confirmação do decreto de perda de nacionalidade reprovada por ampla maioria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[perda da nacionalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento reprovou hoje, por ampla maioria, a confirmação do decreto requerida pelo Chega para criação da pena acessória de perda da nacionalidade, diploma antes considerado inconstitucional pelo Tribunal Constitucional e depois vetado pelo Presidente da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento reprovou hoje, por ampla maioria, a confirmação do decreto requerida pelo Chega para criação da pena acessória de perda da nacionalidade, diploma antes considerado inconstitucional pelo Tribunal Constitucional e depois vetado pelo Presidente da República.</P><br />
<P>Para ser confirmado pelo parlamento, este decreto teria de obter uma maioria de dois terços dos deputados presentes, mas apenas reuniu o apoio dos deputados das bancadas do Chega e do CDS, num total de 56.</P><br />
<P>Na sequência de uma votação eletrónica, num total de 208 deputados votantes, a confirmação do decreto teve 152 votos contra, provenientes dos deputados das bancadas do PSD, PS, Iniciativa Liberal, Livre, PCP, Bloco de Esquerda, PAN e JPP.</P><br />
<P>Se o PSD se demarcou do Chega na confirmação do diploma, o partido de André Ventura também não votou as alterações apresentadas pelos sociais-democratas e CDS ao decreto sobre perda da nacionalidade que reduziam o leque de crimes suscetíveis de perda da nacionalidade, limitando-o basicamente aos crimes contra o Estado e de terrorismo.</P><br />
<P>Além do Chega, votaram contra as alterações propostas pelo PSD/CDS, todas as bancadas da esquerda parlamentar. A Iniciativa Liberal absteve-se, apesar de o seu ex-presidente Rui Rocha ter votado ao favor, ao lado do PSD e CDS. </P><br />
<P>Em maio, por unanimidade, o Tribunal Constitucional chumbou o decreto que fora então aprovado pelo PSD, CDS e Chega, alegando violação dos princípios constitucionais da igualdade e da proporcionalidade.</P><br />
<P>Perante esta posição do Tribunal Constitucional, que reafirmava uma anterior decisão tomada em relação a esta matéria de perda de nacionalidade, o PSD decidiu demarcar-se da iniciativa do Chega de tentar confirmar o diploma na Assembleia da República, através de uma maioria de dois terços.</P><br />
<P>Face a esta posição do PSD, o presidente do Chega, André Ventura, declarou, hoje, durante o debate em plenário: &#8220;Quem tenta agradar à esquerda, fica com a esquerda&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785242]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura pede a PM que coordene combate a incêndios e dê &#8220;puxão de orelhas&#8221; na educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:49:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA["Nada foi feito durante um ano para evitar que os incêndios acontecessem", acusou líder do Chega]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Chega pediu hoje ao primeiro-ministro que &#8220;volte para Portugal&#8221; para que esteja presente na coordenação do combate aos incêndios e possa dar &#8220;um puxão de orelhas&#8221; ao ministro da Educação por causa dos exames nacionais.</p>
<p>&#8220;Nós estamos outra vez com incêndios no nosso país, nada foi feito durante um ano para evitar que os incêndios acontecessem e eu espero que o senhor primeiro-ministro não cometa o mesmo erro político do ano passado de estar ausente da coordenação dos esforços contra os fogos&#8221;, disse André Ventura, em declarações aos jornalistas, no parlamento.</p>
<p>Para o presidente do Chega, depois de Luís Montenegro ter estado em Toronto, no Canadá, a acompanhar o jogo de Portugal no Mundial de futebol de 2026 desta noite, é preciso que o chefe do executivo &#8220;volte para Portugal&#8221; e &#8220;assuma o combate contra os fogos como a grande prioridade deste momento&#8221;.</p>
<p>Já sobre a polémica em torno dos exames nacionais, Ventura espera que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, &#8220;consiga apurar a sua própria irresponsabilidade e perceber que este sofrimento às famílias, aos pais e aos alunos era absolutamente desnecessário&#8221;.</p>
<p>&#8220;E espero que o senhor primeiro-ministro, quando regresse, que penso que deverá acontecer hoje, consiga chamar e dar um puxão de orelhas ao senhor ministro da Educação pela incompetência que está a ter, sobretudo numa matéria tão importante como esta da educação&#8221;, apelou.</p>
<p>Na opinião de André Ventura, numa fase em que os exames estão a decorrer, &#8220;é importante que não haja criação de instabilidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;O que o ministro tem é que garantir que as condições existem para que os exames e estas fases de avaliação possam ser levadas a cabo&#8221;, reiterou, lamentando o que se está a passar sobre este tema.</p>
<p>Para o líder do Chega, este adiamento decidido hoje da segunda fase &#8220;não é apenas casual ou circunstancial&#8221;.</p>
<p>&#8220;Houve uma escolha política que este ministro da Educação levou a cabo para fazer nos serviços da educação uma reforma administrativa, uma remodelação que, na verdade, acabou por ser um desmantelamento, que está agora a verificar-se cruel e absolutamente consequente do ponto de vista negativo na vida das pessoas&#8221;, criticou.</p>
<p>Ventura considerou que &#8220;este adiamento de exames não é fruto de uma circunstância extraordinária, é fruto de erros consecutivos que o ministro da Educação levou a cabo&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Governo tem de deixar de pretender que fazer reformas é destruir aquilo que existe e colocar o incerto dentro do certo. A prova está aqui. Quiseram fazer uma reformulação qualquer dos serviços do Ministério da Educação e agora são os alunos que pagam e são os pais que pagam&#8221;, condenou.</p>
<p>A divulgação dos resultados e a segunda fase dos exames nacionais foram adiadas devido às falhas da avaliação eletrónica, havendo ainda professores sem receber os itens das provas para corrigir.</p>
<p>A decisão foi anunciada hoje pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) que reconhece &#8220;as dificuldades informáticas&#8221; do processo de classificação eletrónica dos Exames do ensino secundário, admitindo que ainda não está &#8220;concluída a distribuição dos itens para classificação&#8221; por todos os professores classificadores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785246]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento recomenda ao Governo que autonomize crimes de ódio no RASI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[RASI]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento aprovou hoje em votação final um projeto de resolução do PSD que recomenda ao Governo a autonomização dos crimes de ódio no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O parlamento aprovou hoje em votação final um projeto de resolução do PSD que recomenda ao Governo a autonomização dos crimes de ódio no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).</p>
<p>O projeto de resolução &#8212; sem força de lei &#8212; teve votos contra da bancada do Chega e a favor dos restantes partidos e deputados.</p>
<p>O texto dos sociais-democratas recomenda ao Governo que o RASI, nos dados desagregados sobre os crimes contra a identidade cultural e integridade pessoal, &#8220;passe a incluir a autonomização dos diversos tipos de crimes de ódio, designadamente os crimes de discriminação racial, religiosa, ou motivados pela cor, origem étnica ou nacional, ideologia, sexo, orientação sexual, condição social, física ou mental e outros que sejam enquadráveis no artigo 240º do Código Penal&#8221;.</p>
<p>O PSD recomenda ainda ao Governo que &#8220;sejam articuladas e concretizadas as medidas necessárias para que o Relatório Anual de Segurança Interna integre os dados respeitantes à presente recomendação da Assembleia da República&#8221;.</p>
<p>A 12 de junho, a Assembleia da República rejeitou um projeto de lei para reforçar o combate à discriminação e aos crimes de ódio, apresentado por um conjunto de cidadãos, o com os votos contra do PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS.</p>
<p>Um dos pontos do documento era o agravamento das penas para o crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, que contou, além dos votos contra da direita, com a abstenção do deputado socialista Filipe Neto Brandão.</p>
<p>Atualmente o Código Penal prevê uma pena de prisão entre os seis meses e os cinco anos e projeto de lei hoje votado pretendia o aumento da pena para entre os seis meses e os oito anos.</p>
<p>O objetivo do projeto de lei era, segundo o documento, &#8220;reforçar o combate à discriminação e aos crimes praticados em razão da origem étnico-racial, origem nacional ou religiosa, cor, nacionalidade, ascendência, território de origem, religião, língua, sexo, orientação sexual, identidade ou expressão de género ou características sexuais, deficiência física ou psíquica&#8221;.</p>
<p>O diploma do PSD hoje aprovado em votação final tinha baixado sem votação à comissão para discussão na especialidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785248]]></sapo:autor>
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		<title>O Alpine A110 vai mudar para sempre: o futuro elétrico estreia-se no maior festival automóvel do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alpine]]></category>
		<category><![CDATA[Goodwood Festival of Speed]]></category>
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					<description><![CDATA[A110 Future foi desenvolvido para testar a tecnologia que dará origem à próxima geração do desportivo da Alpine]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Alpine vai apresentar no Goodwood Festival of Speed o A110 Future, protótipo de desenvolvimento que antecipa a terceira geração do Alpine A110. O modelo estará em ação todos os dias, entre 9 e 12 de julho, no evento britânico, naquele que será o maior destaque da presença da marca em Goodwood.</p>
<p>O A110 Future foi desenvolvido para testar a tecnologia que dará origem à próxima geração do desportivo da Alpine. A marca afirma que este será o primeiro verdadeiro desportivo elétrico do mundo, assente na nova Alpine Performance Platform, uma arquitetura criada para preservar o ADN da Alpine e, ao mesmo tempo, competir com os melhores desportivos a combustão atuais.</p>
<p>A nova plataforma recorre a uma estrutura avançada em alumínio, pensada para garantir a resposta dinâmica característica da marca. O posicionamento das duas baterias foi definido para manter uma distribuição de peso de 40% à frente e 60% atrás, uma configuração associada aos desportivos de tração traseira.</p>
<p>A tecnologia elétrica inclui arquitetura “cell-to-pack” de 800V, com células de elevada densidade energética, concebida para reduzir o peso e encurtar os tempos de carregamento. O conjunto integra ainda um novo eixo elétrico traseiro 3 em 1, com dois motores elétricos e inversor SiC, destinado a assegurar binário elevado, desempenho imediato e respostas rápidas.</p>
<p>A suspensão totalmente em alumínio, juntamente com novos sistemas integrados de travagem e direção, completa a base técnica do protótipo. Com o A110 Future, a Alpine procura demonstrar que a transição para a eletrificação pode manter a leveza, a agilidade e o caráter desportivo que sempre definiram o A110.</p>
<p>A presença da marca no Festival of Speed servirá também para ligar passado, presente e futuro. Em Goodwood estarão vários modelos que marcaram a história do A110, desde os tempos dos ralis até à nova fase elétrica. A Alpine levará ainda o A290, descrito pela marca como o seu hot hatch elétrico mais vendido, e o A390 GTS, um fastback desportivo de cinco lugares com 470 cv.</p>
<p>Um dos momentos centrais acontecerá na quinta-feira, 9 de julho, com o chamado “Alpine Moment”. A parada da marca reunirá o A110 Future e vários modelos emblemáticos da família A110, numa demonstração que incluirá também o monolugar de Fórmula 1 E20.</p>
<p>A Alpine terá ainda uma presença reforçada fora da pista, com Pierre Gasly e Franco Colapinto entre os pilotos da BWT Alpine Formula One Team presentes no evento. A eles juntam-se elementos da Alpine Academy e pilotos de reserva, incluindo Nina Gademan, Paul Aron e Alex Dunne.</p>
<p>Ao longo dos quatro dias, o espaço da Alpine contará com simuladores interativos, palestras diárias com pilotos, sessões de autógrafos e atuações de DJ à hora de almoço. A marca pretende transformar a sua presença em Goodwood numa mostra completa da nova fase de crescimento e eletrificação.</p>
<p>Criado em 1993, o Goodwood Festival of Speed é um dos maiores eventos automóveis ao ar livre do mundo. Todos os anos, reúne mais de 600 carros e motos, cobrindo várias épocas da história do automobilismo e do desporto motorizado, com modelos históricos, protótipos, monolugares e alguns dos nomes mais conhecidos do setor.</p>
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		<title>Moscovo sob nova ameaça? Rússia diz ter intercetado míssil balístico ucraniano pela primeira vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:24:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataque está a ser analisado por especialistas militares como um possível sinal de mudança nas capacidades ucranianas de ataque de longo alcance]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia poderá ter usado, pela primeira vez desde o início da guerra, um míssil balístico de fabrico próprio numa operação dirigida à região de Moscovo. A informação ainda não foi confirmada por Kiev, mas foi admitida por fontes russas e está a ser analisada por especialistas militares como um possível sinal de mudança nas capacidades ucranianas de ataque de longo alcance.</p>
<p>O Ministério da Defesa russo afirmou esta semana que as suas defesas aéreas intercetaram um “míssil operacional-tático de longo alcance”, sem identificar o modelo nem dar detalhes sobre o local da interceção. A declaração foi acompanhada por relatos de canais militares russos e imagens divulgadas nas redes sociais que mostram sistemas antiaéreos S-300 e S-400 a atuar contra um alvo a grande altitude na região de Moscovo.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Earlier today, Russian S-300/400 air defence attempted to intercept unidentified Ukrainian projectiles over Moscow at high altitude. </p>
<p>Due to the missile alert issued for the region, and the high altitude in which the interceptions took place at, it is possible that Ukraine used… <a href="https://t.co/tEi5qw8UWt">pic.twitter.com/tEi5qw8UWt</a></p>
<p>&mdash; AMK Mapping 🇳🇿 (@AMK_Mapping_) <a href="https://x.com/AMK_Mapping_/status/2072081380541145189?ref_src=twsrc%5Etfw">June 30, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A altitude da alegada interceção levou vários analistas a considerar improvável que se tratasse de um drone ou de um míssil de cruzeiro, armas que habitualmente seguem perfis de voo diferentes. Alguns canais pró-russos sugeriram que o alvo poderia ser um míssil balístico ucraniano, hipótese que continua sem confirmação oficial e assenta, para já, em indícios visuais, relatos militares e informação não verificada de fonte aberta.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, a Rússia alegou ter intercetado um “míssil operacional-tático de longo alcance” e bloggers militares russos associaram o episódio a um alerta de míssil na região de Moscovo. A publicação sublinha, contudo, que Kiev não confirmou publicamente a utilização de qualquer míssil balístico neste ataque.</p>
<p>Uma das hipóteses apontadas é o FP-9, míssil balístico em desenvolvimento pela empresa ucraniana Fire Point. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou recentemente que a fabricante esperava iniciar testes de voo durante o verão com este sistema, descrito como capaz de transportar uma ogiva de 800 quilos até cerca de 850 quilómetros, alcance suficiente para colocar Moscovo dentro do raio de ação a partir de território controlado pela Ucrânia.</p>
<p>A própria Fire Point tinha indicado que o FP-9 ainda dependia da validação do motor e de testes antes de poder avançar para uma fase operacional. Esse detalhe é relevante: mesmo que tenha havido um lançamento experimental, isso não significa necessariamente que a Ucrânia já disponha de uma capacidade balística plenamente integrada e pronta para uso regular. O valor imediato de um lançamento deste tipo pode estar menos nos danos causados e mais na recolha de dados, na demonstração de alcance e na pressão psicológica sobre as defesas russas.</p>
<p>Outra possibilidade mencionada por analistas é o Sapsan, projeto balístico ucraniano desenvolvido pela KB Pivdenne e há muito apontado como uma das ambições de Kiev para reduzir a dependência de armamento estrangeiro. A diferença política é central: ao contrário de armas fornecidas por aliados, um míssil produzido internamente daria à Ucrânia maior margem para decidir alvos, calendário e utilização, sem depender diretamente de autorizações externas.</p>
<p>A eventual utilização de um míssil balístico também teria impacto militar diferente do uso de drones ou mísseis de cruzeiro. Os drones são mais baratos e podem saturar defesas, mas são mais lentos e vulneráveis. Os mísseis de cruzeiro podem voar a baixa altitude, mas dão mais tempo de reação. Um míssil balístico reduz a janela de deteção e interceção, obrigando Moscovo a concentrar sistemas de defesa aérea mais sofisticados em torno de alvos sensíveis.</p>
<p>A alegação surge num momento de intensificação dos ataques de ambos os lados. A Rússia lançou esta semana um dos ataques mais mortíferos contra a capital ucraniana desde o início da guerra, com drones e mísseis, enquanto a Ucrânia tem aumentado os ataques contra infraestruturas militares, energéticas e de comunicações em território russo.</p>
<p>Para a Ucrânia, a eventual entrada de uma capacidade balística própria teria uma dimensão estratégica: transformar a ameaça que durante anos pesou quase exclusivamente sobre as cidades ucranianas numa pressão também sentida por Moscovo. Para a Rússia, mesmo uma interceção bem-sucedida obrigaria a reconhecer que a profundidade do seu território pode estar a tornar-se mais vulnerável. Por enquanto, a cautela impõe-se: se confirmado, este episódio poderá marcar uma nova fase da guerra; se não for confirmado, mostra pelo menos que a expectativa em torno dos novos mísseis ucranianos já está a alterar a perceção de risco em Moscovo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785219]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Fogo que começou em Vouzela já queimou mais de sete mil hectares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[Vouzela]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio florestal que começou na madrugada de quinta-feira em Vouzela, distrito de Viseu, e se estendeu a mais três concelhos, já queimou mais de sete mil hectares de floresta e mato, revelam dados europeus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio florestal que começou na madrugada de quinta-feira em Vouzela, distrito de Viseu, e se estendeu a mais três concelhos, já queimou mais de sete mil hectares de floresta e mato, revelam dados europeus.</P><br />
<P>De acordo com o Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais (EFFIS), o fogo que eclodiu pelas 03:04 de quinta-feira em Vouzela e se estendeu, depois, a Oliveira de Frades e Tondela (Viseu) e Águeda (Aveiro), a área ardida situava-se, ao início do dia de hoje, nos 7.191 hectares, estando em expansão, já que o incêndio lavra há mais de 33 horas e permanece ativo.</P><br />
<P>Os mais de 7.000 hectares correspondem a cerca de 10.000 campos relvados de futebol de 11.</P><br />
<P>Os dados consultados pela agência Lusa pelas 12:00, sustentados na informação recolhida pelos sensores VIIRS e Modis (instalados a bordo de satélites que orbitam a Terra), permitem ainda estimar um perímetro de incêndio com mais de 50 quilómetros (km), que se desenvolveu para oeste e sudoeste (em direção ao município de Águeda, pela zona florestal do Préstimo) e também para sul e sudeste, para as vertentes da serra do Caramulo, já no concelho de Tondela.</P><br />
<P>Já as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para a zona onde o incêndio permanece ativo, indicavam, às 12:00, uma temperatura estimada de 29,3º centígrados e humidade relativa de 25,6%, segundo dados publicados na página fogos.pt.</P><br />
<P>De acordo com os mesmos dados, é expectável uma subida da temperatura do ar ao longo do dia (máxima de 34,8º às 18:00) e uma queda abrupta da humidade relativa para um valor mínimo de 13% pelas 19:00.</P><br />
<P>Ainda segundo o IPMA, a velocidade média estimada do vento cifrava-se, à mesma hora, em redor dos 18 quilómetros/hora (km/h) &#8211; com rajadas que poderiam chegar aos 43 km/h -, sendo, no entanto, de esperar uma redução da intensidade do vento ao longo do dia, voltando a aumentar a partir das 21:00.</P><br />
<P>No combate às chamas do incêndio que eclodiu em Vouzela estavam, pelas 12:40 de hoje, um total de 955 operacionais, apoiados por 308 viaturas e nove meios aéreos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785214]]></sapo:autor>
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		<title>Seguro promete empenho na CPLP e defende que organização não pode &#8220;perder o norte&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Chefe de Estado assumiu estas posições numa intervenção durante uma visita à sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa, numa sessão solene fechada à comunicação social]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, prometeu hoje empenho no reforço da CPLP e defendeu que esta organização não pode &#8220;perder o norte&#8221; e tem de promover, dentro e fora, os seus valores fundadores.</p>
<p>O chefe de Estado assumiu estas posições numa intervenção durante uma visita à sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Lisboa, numa sessão solene fechada à comunicação social, posteriormente divulgada no sítio oficial da Presidência da República na Internet.</p>
<p>&#8220;É com grande satisfação que visito hoje esta nossa casa da lusofonia. Fiz questão de realizar esta visita como sinal do compromisso inabalável de Portugal com a CPLP e do meu empenho pessoal no reforço da nossa comunidade assente na força dos laços históricos, culturais e económicos, na amizade e no diálogo que unem os nossos países e os nossos povos&#8221;, afirmou.</p>
<p>Numa altura em que a Guiné-Bissau está suspensa da CPLP, na sequência do golpe militar de novembro do ano passado, e foi substituída por Timor-Leste no exercício da presidência temporária da organização, António José Seguro deixou uma mensagem sobre &#8220;o pilar da concertação político-diplomática&#8221;, na parte final do seu discurso.</p>
<p>O Presidente da República descreveu o atual contexto global como &#8220;cada vez mais polarizado&#8221; e com crescentes ameaças aos &#8220;princípios básicos da ordem internacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em tempos de instabilidade e incerteza, é importante recordar de onde partimos e não perder o norte&#8221;, defendeu.</p>
<p>António José Seguro referiu que na Declaração Constitutiva da CPLP se pode ler, logo no início, que os seus fundadores estavam &#8220;imbuídos dos valores perenes da paz, da democracia e do Estado de direito, dos direitos humanos, do desenvolvimento e da justiça social&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não devemos esquecer nunca esses valores que nos unem. E não devemos esquecer nunca o poder que, juntos, temos de defender e promover esses valores dentro e fora das nossas fronteiras&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A CPLP tem nove Estados-membros: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial &#8212; cuja adesão, em 2014, criou polémica, e que ainda não exerceu a presidência rotativa da comunidade, o que tem motivado divergências entre os países fundadores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785217]]></sapo:autor>
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		<title>Livre, BE e PCP criticam &#8220;caos nos exames nacionais&#8221; e pedem responsabilidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:16:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Livre considerou hoje que o ministro da Educação deve "assumir a responsabilidade do caos" nos exames nacionais, o BE exigiu um pedido de desculpas e uma auditoria, enquanto o PCP criticou a "forma leviana" de atuação do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Livre considerou hoje que o ministro da Educação deve &#8220;assumir a responsabilidade do caos&#8221; nos exames nacionais, o BE exigiu um pedido de desculpas e uma auditoria, enquanto o PCP criticou a &#8220;forma leviana&#8221; de atuação do Governo.</P><br />
<P>Os três partidos reagiram, em declarações aos jornalistas no parlamento, à decisão hoje anunciada pelo Ministério da Educação de que a divulgação dos resultados e a segunda fase dos exames nacionais foram adiadas devido às falhas da avaliação eletrónica, havendo ainda professores sem receber os itens das provas para corrigir.</P><br />
<P>Pelo Livre, a deputada Filipa Pinto recordou que quando há dois dias esteve no parlamento, o ministro da Educação garantiu que &#8220;tudo correria bem e que se não corresse bem seriam retiradas as responsabilidades deste processo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O ministro terá de tirar as responsabilidades políticas desta situação e reconsiderar o que deve ser feito num caso em que todo o sistema educativo está a ser abalado. (&#8230;) Um responsável político tem de saber o momento em que as coisas estão a correr mal e não fazer aquele passa culpas habitual que o ministro tem feito&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Para Filipa Pinto, Fernando Alexandre tem que &#8220;assumir que a responsabilidade do caos que está instalado nas escolas e nas famílias é sua&#8221;.</P><br />
<P>Pelo BE, o deputado único Fabian Figueiredo afirmou que &#8220;a incompetência é a marca deste Governo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós há dois dias tivemos a ocasião de ouvir o senhor ministro aqui nesta mesma casa a dizer que o processo ia correr bem, que as denúncias dos problemas eram todas elas mentira. (&#8230;) Hoje o ministro teve de desmentir a si próprio, em pouco mais de 48 horas e isto acontece porque, uma vez mais, as obsessões ideológicas do Governo se sobrepõem à governação cuidadosa&#8221;, condenou.</P><br />
<P>Para os bloquistas, &#8220;o Governo deve-me pedir desculpas aos alunos, aos professores, a toda a comunidade académica e ao país&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que aconteceu exige apuramento das responsabilidades. Exige toda a transparência sobre a plataforma, sobre como ela foi contratada, o que é que falhou. Isto exige uma auditoria a sério&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Pelo PCP, a lider parlamentar Paula Santos criticou &#8220;o caos em torno dos exames nacionais que está montado&#8221; e recordou a audição recente do ministro.</P><br />
<P>&#8220;Toda esta situação é, de facto, um elemento que gera preocupação, que gera ansiedade, junto dos estudantes que este ano estão a fazer os exames. Como bem sabemos, os exames são um requisito para o acesso ao ensino superior e esta é também uma questão que certamente preocupará os estudantes, preocupará as famílias e isto só demonstra a forma, eu diria até, leviana como o Governo está a tratar toda esta questão&#8221;, criticou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785213]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Portugal-Croácia foi o mais visto do dia por mais de 2,4 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:15:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Croácia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal qualificou-se na quinta-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Croácia por 2-1, no 12.º jogo dos '16 avos', disputado em Toronto, no Canadá]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O quarto jogo da seleção de Portugal no Mundial de 2026, que a equipa das &#8216;quinas&#8217; venceu frente à Croácia, transmitido pela SIC, foi o programa mais visto do dia, de acordo com a CAEM/MediaMonitor.</p>
<p>Portugal qualificou-se na quinta-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a Croácia por 2-1, no 12.º jogo dos &#8217;16 avos&#8217;, disputado em Toronto, no Canadá.</p>
<p>O jogo registou &#8220;uma audiência média de 2.452.700 espectadores, apesar do avançado da hora&#8221;, refere a CAEM/MediaMonitor.</p>
<p>Em comparação com o quarto encontro de Portugal no Mundial 2022 do Qatar, transmitido pela RTP1, no dia 06 de dezembro de 2022, frente à Suíça, o jogo alcançou uma audiência média de 3.699.600 espectadores, sendo também o programa mais visto do dia.</p>
<p>Entretanto, em comunicado, a SIC adiantou que a vitória de Portugal registou um &#8220;total de 3 milhões 677 mil telespetadores, ou seja, 37% da população em Portugal&#8221;.</p>
<p>O momento mais visto do jogo aconteceu às 00:19, de acordo com a SIC.</p>
<p>&#8220;A partida entre Portugal e Cróacia liderou as audiências com 67% de share e uma audiência média de 24,4%&#8221;.</p>
<p>No total, já viram na SIC jogos do Mundial 6,7 milhões de espetadores.</p>
<p>&#8220;A SIC voltou ontem [quinta-feira] a ser o canal mais visto do dia com 23,4% de share no total do dia, contra os 10,4% da TVI e os 9,8% da RTP1&#8221;, refere a estação do grupo Impresa, que adianta que o &#8220;Jornal da Noite e Primeiro Jornal foram os noticiários mais vistos&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785203]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Bulgária manifesta reservas ao novo pacote de sanções da UE à Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-bulgaria-manifesta-reservas-ao-novo-pacote-de-sancoes-da-ue-a-russia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:14:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[bulgária]]></category>
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		<category><![CDATA[sançoes]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Bulgária mostrou hoje reservas em relação ao novo pacote de sanções da União Europeia (UE) contra a Rússia, devido aos potenciais prejuízos para setores estratégicos da economia búlgara, em especial o da energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Bulgária mostrou hoje reservas em relação ao novo pacote de sanções da União Europeia (UE) contra a Rússia, devido aos potenciais prejuízos para setores estratégicos da economia búlgara, em especial o da energia.</P><br />
<P>O primeiro-ministro búlgaro, Rumen Radev, considerado próximo de Moscovo, justificou a posição num discurso no Parlamento, afirmando que alguns dos nomes incluídos na lista de sancionados poderão ter um impacto direto na economia búlgara, sobretudo no setor energético.</P><br />
<P>Estas reservas visam &#8220;defender o interesse nacional da Bulgária&#8221;, afirmou Radev.</P><br />
<P>O abastecimento de combustíveis da Bulgária depende de uma refinaria situada em Burgas, a única do país, que esteve até 2025 nas mãos da empresa russa Lukoil Neftochim e que é considerada essencial para o mercado nacional.</P><br />
<P>Entre os aspetos mais controversos do novo pacote de sanções está a inclusão, na lista de sancionados, do patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, Cirilo I e de Vagit Alekperov, fundador do grupo energético Lukoil.</P><br />
<P>Radev considera que sancionar Alekperov seria contraproducente para a Bulgária, uma vez que a Lukoil poderá recorrer à arbitragem para reclamar uma indemnização de três mil milhões de euros pela nacionalização da refinaria, em 2025, decidida pelo anterior Governo, após sanções norte-americanas que impediram a sua atividade.</P><br />
<P>&#8220;A forma de evitar uma arbitragem não passa pelo confronto, mas pelo diálogo&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro búlgaro já tinha deixado claro, em junho, que também não concordava com a imposição de sanções ao patriarca da Igreja Ortodoxa Russa.</P><br />
<P>Radev, que chegou ao poder em maio com maioria absoluta e é considerado próximo da Rússia, tem insistido que a oposição a parte do pacote de sanções não coloca em causa a cooperação da Bulgária com os seus aliados na UE e na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785218]]></sapo:autor>
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		<title>PJ faz buscas na Junta das Avenidas Novas e recolhe documentação sobre contratos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:52:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Judiciária]]></category>
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					<description><![CDATA[Diligências começaram ao início da manhã e envolvem cerca de três dezenas de elementos das autoridades]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária está a realizar esta sexta-feira buscas na Junta de Freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, no âmbito de uma investigação relacionada com procedimentos internos realizados no ano passado.</p>
<p>Segundo avançou a &#8216;RTP&#8217;, em causa estarão atos ligados aos departamentos de licenciamento e contabilidade. O &#8216;Correio da Manhã&#8217; acrescenta que a investigação também abrange o aprovisionamento da junta de freguesia.</p>
<p>As diligências começaram ao início da manhã e envolvem cerca de três dezenas de elementos das autoridades. Durante as buscas, estarão a ser recolhidos documentos relacionados com contratos celebrados entre a Junta de Freguesia das Avenidas Novas e empresas privadas.</p>
<p>A investigação incide sobre procedimentos realizados em 2025, embora ainda não sejam conhecidos mais detalhes sobre o objeto concreto das diligências ou sobre eventuais suspeitos no processo.</p>
<p>A Polícia Judiciária terá já falado com o presidente da Junta de Freguesia das Avenidas Novas, Daniel Gonçalves da Silva, eleito pela coligação PPD/PSD, CDS-PP e IL.</p>
<p>As buscas decorrem ainda durante esta sexta-feira, não havendo, para já, informação sobre detenções ou constituição de arguidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785208]]></sapo:autor>
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		<title>Juros de renegociações e novos créditos para casa sobem para 2,89% entre abril e maio, indica BdP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:40:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de juro média das novas operações de crédito à habitação voltou a subir em cadeia em maio, para 2,89%, mas continuando abaixo do registado um ano antes, divulgou hoje o BdP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de juro média das novas operações de crédito à habitação voltou a subir em cadeia em maio, para 2,89%, mas continuando abaixo do registado um ano antes, divulgou hoje o BdP.</p>
<p>Segundo dados do Banco de Portugal (BdP) hoje divulgados, a taxa de juro média das novas operações de crédito à habitação, que inclui novos contratos e renegociações, atingiu em maio 2,89%, um valor que compara com 2,85% no mês anterior e 2,97% um ano antes.</p>
<p>Este valor tem oscilado entre um máximo de 2,89% em setembro de 2025 e 2,81% em março, depois de um período mais alto em 2023 &#8211; chegando aos 4,31%.</p>
<p>Por segmento, a taxa de juro média dos novos contratos avançou 0,05 pontos percentuais em cadeia, para 2,91%, e a das renegociações manteve-se em 2,83%. Em termos homólogos, a taxa era de, respetivamente, 2,91% e 3,23%.</p>
<p>Na área do euro, a taxa de juro média aumentou 0,02 pontos percentuais em cadeia, para 3,45%, tendo Portugal apresentado a quarta taxa de juro média mais baixa para as novas operações de empréstimos à habitação, atrás de Malta, Bulgária e Espanha.</p>
<p>Já a prestação média mensal do &#8216;stock&#8217; de empréstimos à habitação aumentou quatro euros face a abril, para 432 euros, pelo nono mês consecutivo, e atingiu o valor mais alto da série.</p>
<p>A taxa fixa apresentava a maior taxa de juro entre as novas operações (3,77%, mais 0,08 p.p. em cadeia), seguindo-se a taxa variável (3,05%, +0,07 p.p.) e a taxa mista (2,77%, +0,03 p.p.).</p>
<p>A Euribor a 12 meses, que foi a mais utilizada durante quase dois anos, até abril do ano passado, representou, no mês em análise, 33,9% do montante das novas operações com taxa variável, enquanto a Euribor a três meses subiu para 11,4%. As operações com Euribor a seis meses representaram 48,5%.</p>
<p>Em maio, 85,1% dos novos empréstimos à habitação foram contratados a taxa mista, 13,1% com recurso a taxa variável e 1,8% a taxa fixa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785193]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Duas aldeias evacuadas na serra do Caramulo em Tondela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:35:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Serra do Caramulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas aldeias de Tondela foram evacuadas, uma durante a noite, outra está a ser agora, disse à Lusa o comandante dos Bombeiros de Vale de Besteiros, pois o incêndio que deflagrou em Vouzela "está descontrolado" na encosta da serra do Caramulo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas aldeias de Tondela foram evacuadas, uma durante a noite, outra está a ser agora, disse à Lusa o comandante dos Bombeiros de Vale de Besteiros, pois o incêndio que deflagrou em Vouzela &#8220;está descontrolado&#8221; na encosta da serra do Caramulo.</p>
<p>&#8220;Estamos a defender as aldeias com os meios que estão lá alocados, mas os meios são poucos, há aldeias sem meios&#8221;, afirmou o comandante Miguel Santos, que tem um hangar da corporação em São João do Monte, &#8220;uma das freguesias mais expostas&#8221; à frente do fogo.</p>
<p>À agência Lusa, o responsável disse, pelas 11:45, que &#8220;durante a noite foi evacuada a aldeia de Matadagas e agora está a ser evacuada a aldeia de Mansores&#8221;, ambas na freguesia de São João do Monte, no concelho de Tondela, distrito de Viseu.</p>
<p>As pessoas estão a ser retiradas para a sede da freguesia, São João do Monte, que fica numa &#8220;envolvência, como se pode ver, de verde, a única diferença é a espécie das árvores, carvalho, eucalipto, pinheiro, é tudo verde&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nesta encosta está tudo em perigo, porque este flanco apanha a vertente norte da serra do Caramulo e não está controlado. Estamos a falar de cerca de 15 quilómetros de frente para oito veículos de combate&#8221;, salientou.</p>
<p>Miguel Santos disse à agência Lusa que &#8220;os reforços foram pedidos&#8221; e, na ocasião, sobrevoava &#8220;um helicóptero, mas não de combate, mas sim de coordenação&#8221; e, portanto, agora, &#8220;a esperança é chegarem [meios] de combate&#8221;.</p>
<p>A presidente da Câmara Municipal de Tondela, Carla Antunes Borges, já tinha dito à agência Lusa que da aldeia de Matadagas foram retiradas &#8220;três pessoas idosas e uma criança&#8221; e &#8220;dois cães&#8221;.</p>
<p>O incêndio teve início às 03:04 de quinta-feira em Tourelhe, freguesia de Cambra, Vouzela (distrito de Viseu). Pelas 12:15, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicava que estavam 960 operacionais no terreno, apoiados por 307 veículos e nove meios aéreos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785190]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Queda do preço dos cereais e do açúcar faz recuar índice alimentar da FAO em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:35:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços dos alimentos desceram ligeiramente em junho, com a queda dos cereais, açúcar e produtos lácteos a compensar a subida dos óleos vegetais e da carne, indicou a Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os preços dos alimentos desceram ligeiramente em junho, com a queda dos cereais, açúcar e produtos lácteos a compensar a subida dos óleos vegetais e da carne, indicou a Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).</P><br />
<P>Este índice, que regista as variações mensais dos preços internacionais de um cabaz de produtos alimentares comercializados a nível mundial, situou-se, em média, nos 130,3 pontos em junho, 0,3 pontos abaixo do valor registado em maio, mas 2,2 pontos acima do valor do ano anterior.</P><br />
<P>No mês passado, o preço dos cereais caiu 3,5% em relação a maio, devido à queda dos preços internacionais do milho e do trigo, mas manteve-se 2,7% acima do máximo do ano anterior.</P><br />
<P>Por sua vez, o preço do trigo registou uma queda de 4,4%, uma vez que as boas colheitas e as sólidas perspetivas de abastecimento na região do Mar Negro contrabalançaram as preocupações quanto às perspetivas na Austrália e nos Estados Unidos.</P><br />
<P>O preço mundial do milho caiu 6,2%, refletindo as perspetivas de uma oferta abundante nos países exportadores da América do Sul e uma menor procura de etanol.</P><br />
<P>Em contrapartida, o preço do arroz aumentou 3,2% em junho, devido à forte procura asiática de arroz, ao mesmo tempo que o preço dos óleos vegetais aumentou 3,8% em relação a maio.</P><br />
<P>As cotações mais elevadas do óleo de palma e da colza, apoiadas por uma maior procura de biocombustíveis e pela estabilidade geral dos preços do óleo de girassol, compensaram largamente a queda dos preços do óleo de soja.</P><br />
<P>No que diz respeito ao preço da carne, a FAO calculou um aumento de 0,5%, atingindo um novo máximo histórico.</P><br />
<P>Os preços internacionais da carne de porco sofreram um aumento, em parte devido a uma menor disponibilidade interna temporária resultante de ajustamentos na produção em resposta ao excesso de oferta anterior, enquanto os preços da carne de peru e de bovino diminuíram.</P><br />
<P>O índice de preços dos produtos lácteos caiu 1,5% em comparação com o mês anterior e o açúcar também registou uma descida de 5,7% em relação a maio, devido à queda dos preços internos do etanol no Brasil e à desvalorização do real brasileiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785183]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Líderes mundiais lançam comissão internacional para ampliar confiança e acesso na IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[AI for Good Global Commission]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnológica Salesforce, em conjunto com o presidente do Ruanda, Paul Kagame, e com a secretária-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Doreen Bogdan-Martin, anunciaram o lançamento da AI for Good Global Commission]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tecnológica Salesforce, em conjunto com o presidente do Ruanda, Paul Kagame, e com a secretária-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Doreen Bogdan-Martin, anunciaram o lançamento da AI for Good Global Commission.</P><br />
<P>Esta comissão conta com mais de 40 membros fundadores, incluindo chefes de Estado e de governo, presidentes executivos (CEO) e altos executivos do setor empresarial e dirigentes de agências da ONU, e visa ajudar a definir os caminhos &#8220;de reforço da confiança, ampliação do cesso e valorização do potencial da inteligência artificial (IA) na resolução de desafios do mundo real, à velocidade que a tecnologia exige&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>A comissão &#8220;ocupa uma posição singular no panorama global da IA, ao conectar líderes que desenvolvem e implementam tecnologia em larga escala com os que criam e moldam políticas e representam comunidades&#8221;. </P><br />
<P>A AI for Good Global Commission pretende ajudar a criar soluções de IA responsáveis em diversos setores e fronteiras, garantindo, ao mesmo tempo, a participação de países em desenvolvimento.</P><br />
<P>&#8220;Uma coisa é certa: a tecnologia deve ser uma força para o bem, e temos a responsabilidade de a utilizar de acordo com este princípio&#8221;, diz o Paul Kagame, copresidente da AI for Good Global Commission, citado em comunicado. </P><br />
<P>&#8220;Vamos trabalhar em conjunto para reduzir a desigualdade e permitir que cada vez mais cidadãos beneficiem do bem que a IA pode proporcionar a todos nós&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>A promessa da inteligência artificial &#8220;não se baseia apenas em oportunidades incríveis para o crescimento da nossa economia, mas também no alicerce de confiança necessário para o nosso sucesso conjunto&#8221;, diz, por sua vez Marc Benioff, copresidente da Comissão.</P><br />
<P>Com 2,2 mil milhões de pessoas ainda desligadas, um quarto da população mundial está à margem dos avanços da inteligência artificial. </P><br />
<P>Um dos principais focos da AI for Good Global Commission &#8220;será o de superar essas divisões digitais e ajudar a garantir que a IA se torna numa ferramenta para solucionar desafios à escala global, em vez de aprofundar desigualdades&#8221;.</P><br />
<P>Esta nova estrutura assenta no legado da Comissão de Banda Larga para o Desenvolvimento Sustentável da UIT/UNESCO, uma iniciativa multissetorial que ajudou a definir prioridades globais de conectividade, inclusão digital e desenvolvimento económico.</P><br />
<P>&#8220;Nenhuma organização consegue, sozinha, colocar a IA ao serviço de toda a humanidade. Será necessária uma liderança coletiva e a experiência conjunta de parceiros de diversos setores para garantir que a IA beneficia todas as pessoas, em todo o lado&#8221;, salienta Bogdan-Martin, vice-presidente da nova estrutura.</P><br />
<P>A AI for Good Global Commission vai ainda realizar a sua reunião inaugural durante a AI for Good Global Summit de 2026, organizada pela UIT (de 07 a 10 de julho), em Genebra, na Suíça. </P><br />
<P>A cimeira integra a Semana Digital, uma série de eventos sobre cooperação digital que terão lugar em Genebra de 06 a 10 de julho, incluindo também o primeiro Diálogo Global sobre a Governação da IA sob mandato da ONU (06 e 07 de julho) e o Fórum WSIS 2026 (06 a 10 de julho).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785172]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios mobilizam mais de 1.200 operacionais. MAI diz que país está preparado e aponta Vouzela como prioridade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna garantiu que Portugal tem meios preparados para responder aos incêndios em curso, numa altura em que quatro grandes ocorrências mobilizam 1.223 operacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O ministro da Administração Interna garantiu que Portugal tem meios preparados para responder aos incêndios em curso, numa altura em que quatro grandes ocorrências mobilizam 1.223 operacionais. Luís Neves colocou o foco no fogo que lavra em Vouzela, atualmente a situação que mais preocupa as autoridades, e disse esperar que a evolução do vento permita estabilizar a ocorrência durante a tarde.</p>
<p class="isSelectedEnd">A noite foi particularmente exigente no combate às chamas na zona Centro, devido às rajadas de vento que dificultaram o trabalho dos bombeiros. Segundo o ministro, esse cenário já estava previsto, mas as condições deverão tornar-se mais favoráveis ao longo do dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Luís Neves sublinhou que a estratégia passa por atacar rapidamente os focos de incêndio assim que são detetados, evitando que ganhem dimensão. O governante defendeu que essa resposta inicial tem tido resultados positivos, permitindo que a maioria das ignições seja dominada em pouco tempo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Vouzela concentra maior dispositivo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A ocorrência de Vouzela é, nesta altura, a mais pesada em termos de meios mobilizados. Estão no terreno 941 operacionais, apoiados por 290 veículos e 13 meios aéreos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O incêndio é também aquele que o Ministério da Administração Interna identifica como a principal preocupação operacional. A expectativa das autoridades é que a diminuição do vento ajude os bombeiros a consolidar o combate e a estabilizar as chamas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além de Vouzela, há outras três ocorrências relevantes no terreno. Em Barcelos, o fogo está a ser combatido por 104 operacionais, 32 meios terrestres e um meio aéreo. Em Cinfães, estão mobilizados 91 operacionais, 27 veículos e três aeronaves. Já em Castelo de Paiva, o dispositivo conta com 87 operacionais e 23 meios terrestres.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Dois suspeitos detidos após fogo que consumiu mais de 200 hectares</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto decorrem os combates em vários pontos do país, a Polícia Judiciária anunciou a detenção de dois homens, de 24 e 32 anos, suspeitos de terem ateado um incêndio florestal em Ligares, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, distrito de Bragança.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fogo ocorreu no domingo e destruiu mais de 200 hectares, sobretudo de mato e áreas agrícolas. De acordo com a PJ de Vila Real, os dois homens foram detidos fora de flagrante delito e estão fortemente indiciados pela prática de um crime de incêndio florestal.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação aponta para a utilização de chama direta numa zona rural com vegetação seca. Depois de atearem o foco de incêndio, os suspeitos terão abandonado o local. As chamas acabaram por alastrar a terrenos públicos e privados, colocando em perigo bens patrimoniais e populações próximas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Judiciária destaca que o incêndio só não teve consequências mais graves devido à intervenção rápida dos bombeiros e de vários meios aéreos. Ainda assim, as chamas apenas foram dominadas no dia seguinte, cerca das 22h50.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Um dos detidos também é suspeito de outro incêndio</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos homens detidos está igualmente indiciado por outro fogo ocorrido a 16 de junho, também em Ligares. Esse incêndio terá sido provocado da mesma forma, com recurso a chama direta, e consumiu cerca de meio hectare de mato e pinheiro-bravo, acabando por atingir uma zona agrícola de amendoeiras.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação contou com a colaboração do Grupo de Trabalho para a Redução das Ignições do Interior Norte e da GNR de Torre de Moncorvo.</p>
<p>Os dois suspeitos vão ser presentes a interrogatório judicial para aplicação de eventuais medidas de coação. A investigação continua sob direção do Ministério Público de Torre de Moncorvo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785181]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fecho de fábricas, milhares de empregos em risco e pressão chinesa: automóvel europeu enfrenta o maior teste em décadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Volkswagen]]></category>
		<category><![CDATA[XTB]]></category>
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					<description><![CDATA[Indústria automóvel europeia poderá estar perante um dos maiores processos de reestruturação da sua história moderna]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria automóvel europeia poderá estar perante um dos maiores processos de reestruturação da sua história moderna. A análise é da XTB, que alerta para o impacto dos recentes relatos de que a Volkswagen estará a avaliar o fecho de quatro fábricas na Alemanha e o corte de até 100 mil postos de trabalho.</p>
<p>Em causa estarão unidades em Hanover, Zwickau, Emden e a fábrica da Audi em Neckarsulm. A notícia provocou forte pressão nos mercados financeiros e arrastou as ações da Volkswagen para mínimos de 16 anos, num sinal da preocupação dos investidores com a dimensão da crise que atravessa o maior grupo automóvel europeu.</p>
<p>Segundo a XTB, os cortes que estarão a ser ponderados pelo presidente executivo da Volkswagen, Oliver Blume, superam em escala algumas das maiores reestruturações conhecidas no setor, incluindo a da General Motors durante a crise de 2009. Além da redução de postos de trabalho, a marca deverá também cortar em 15% o investimento em Investigação e Desenvolvimento nos próximos cinco anos.</p>
<p>A pressão sobre a Volkswagen não se explica apenas pelos elevados custos de produção na Alemanha ou pela rigidez laboral. Para a XTB, a causa central está na crise de vendas e na perda acelerada de quota de mercado, sobretudo na China, onde a marca alemã deixou de dominar e caiu para a terceira posição, atrás da BYD e da Geely.</p>
<p>Do ponto de vista técnico, a XTB assinala que as ações da Volkswagen já quebraram os mínimos registados em 2020 e caminham para uma zona considerada relevante, entre cerca de 61,30 e 66 euros. Essa área coincide com máximos registados no início dos anos 2000 e em 2006, bem como com mínimos de 2010, segundo a análise feita através da plataforma xStation5.</p>
<p>A dúvida que se coloca agora é se a crise da Volkswagen pode contagiar o resto da indústria automóvel europeia. A Stellantis, dona de marcas como Peugeot, Fiat e Citroën, continua a ser a segunda maior força na Europa, mas tem vindo a perder terreno. O grupo enfrenta dificuldades na transição para os veículos elétricos e uma procura mais fraca nos segmentos de combustão interna mais acessíveis.</p>
<p>A pressão competitiva tem obrigado a Stellantis a entrar numa guerra de preços que ameaça diretamente as margens operacionais. Segundo a XTB, a tendência técnica ascendente que vinha desde 2008 foi quebrada no primeiro trimestre de 2025, com as ações a registarem novos mínimos relativos desde então.</p>
<p>A BMW surge como uma das fabricantes mais resistentes, tendo conseguido contrariar parte da contração do setor e manter um crescimento sólido de registos na Europa. Ainda assim, a XTB sublinha que a marca não está imune às dificuldades atuais: apesar de cair com menor intensidade do que outras empresas do setor, permanece num processo lateral de longo prazo e registou recentemente novos mínimos relativos.</p>
<p>A Mercedes-Benz apresenta um comportamento semelhante ao da BMW. A marca continua a crescer em alguns mercados periféricos, incluindo Portugal, onde tem registado volumes de vendas fortes, mas também enfrenta riscos. A desaceleração económica na China já começou a pressionar as perspetivas de lucro no segmento premium, embora a XTB considere que Mercedes-Benz e BMW continuam entre as fabricantes europeias mais resilientes.</p>
<p>A Renault tem conseguido resistir melhor através da aposta em marcas de valor económico, como a Dacia, e em parcerias estratégicas na área dos motores híbridos. Ainda assim, o volume global do grupo na Europa permanece ameaçado pela entrada de marcas asiáticas nos segmentos mais acessíveis. Tecnicamente, a XTB nota que a Renault está próxima dos mínimos de 2022, que coincidem também com níveis registados entre 2008 e 2011.</p>
<p>A pressão sobre as fabricantes europeias não pode ser dissociada do crescimento dos concorrentes chineses. Marcas como BYD, Chery, SAIC e Leapmotor duplicaram a sua quota de mercado combinada na Europa em 2026, mesmo num contexto de tarifas aduaneiras e tensões geopolíticas.</p>
<p>A vantagem chinesa na cadeia de abastecimento de baterias continua a ser um dos principais fatores de desequilíbrio. Essa capacidade permite às marcas chinesas colocar no mercado veículos tecnologicamente avançados a preços que os fabricantes europeus têm dificuldade em replicar sem comprometer as suas margens.</p>
<p>Para a XTB, o caso da Volkswagen não deve ser visto como um episódio isolado, mas como o início de um “choque de realidade” para a indústria automóvel europeia. O setor, tradicionalmente valorizado pelos dividendos atrativos, terá agora de provar que consegue manter fluxos de caixa suficientes num contexto de quebra de vendas e pressão sobre margens.</p>
<p>Os investidores deverão acompanhar de perto a evolução do free cash flow das principais marcas e a capacidade de manter a remuneração aos acionistas. Ao mesmo tempo, a volatilidade no setor automóvel europeu poderá aumentar, em especial no índice alemão DAX, muito exposto a grupos como Volkswagen e BMW.</p>
<p>A XTB alerta ainda para o impacto das batalhas laborais que deverão surgir na Alemanha, nomeadamente com sindicatos como o IG Metall, perante eventuais fechos de fábricas e cortes de emprego. Para os mercados, a mensagem é clara: as fabricantes tradicionais, intensivas em capital e mais lentas nas reformas estruturais, estão a ser penalizadas, enquanto os investidores procuram cada vez mais setores ligados à tecnologia, inteligência artificial e eficiência de software.</p>
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		<title>Parlamento elege à segunda tentativa Luísa Neto para o cargo de provedora de Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento elegeu hoje, à segunda vez tentativa, a candidata indicada pelo PS, e apoiada pelo PSD, para o cargo de provedora de Justiça, Luísa Neto, eleição que requereu uma maioria de dois terços de aprovação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento elegeu hoje, à segunda vez tentativa, a candidata indicada pelo PS, e apoiada pelo PSD, para o cargo de provedora de Justiça, Luísa Neto, eleição que requereu uma maioria de dois terços de aprovação.</P><br />
<P>Num total de 218 deputados votantes, Luísa Neto teve 159 votos favoráveis, 29 brancos e 30 nulos. O anúncio do resultado pela mesa da Assembleia da República foi recebido com palmas por parte das bancadas do PSD e PS.</P><br />
<P>Em 12 de junho passado, Luísa Neto, atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração (INA), falhou na primeira tentativa de eleição para o cargo de provedora de Justiça, obtendo 131 votos favoráveis, insuficientes nessa altura para alcançar a necessária maioria de dois terços.</P><br />
<P>Dessa primeira vez, num universo de 207 deputados votantes, Luísa Neto teve então 58 brancos e 18 nulos. Para ser eleita, teria de chegar aos 138 votos, ou seja, mais sete do que os que obteve.</P></p>
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