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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 04 Jun 2026 06:52:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Médio Oriente: Ministro israelita considera &#8220;erro grave&#8221; trégua no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:52:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben Gvir, qualificou hoje como um "grave erro" o acordo de cessar-fogo no Líbano negociado sob a égide dos Estados Unidos, aliado de Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben Gvir, qualificou hoje como um &#8220;grave erro&#8221; o acordo de cessar-fogo no Líbano negociado sob a égide dos Estados Unidos, aliado de Israel.</P><br />
<P>&#8220;O cessar-fogo com o Líbano é um grave erro e uma ilusão de conselheiros que arrastam o primeiro-ministro [Benjamin Netanyahu] para más decisões&#8221;, escreveu o ministro e dirigente da extrema-direita nas redes sociais, citado pela agência francesa AFP.</P><br />
<P>Israel e o Líbano concordaram na quarta-feira num cessar-fogo condicionado a uma &#8220;cessação completa&#8221; dos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah, segundo um comunicado conjunto divulgado após conversações lideradas pelos Estados Unidos em Washington.</P><br />
<P>A Agência Nacional de Informação (ANI) do Líbano noticiou hoje a ocorrência de ataques aéreos israelitas no sul do Líbano, com vítimas, poucas horas após o anúncio do acordo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771924]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo do Maláui injetou 16,2 ME no capital do ex- Ecobank Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo FDH, do Maláui, que passou a liderar o ex-Ecobank Moçambique, injetou quase 1.203,7 milhões de meticais (16,2 milhões de euros) no banco moçambicano, segundo o relatório de disciplina de mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo FDH, do Maláui, que passou a liderar o ex-Ecobank Moçambique, injetou quase 1.203,7 milhões de meticais (16,2 milhões de euros) no banco moçambicano, segundo o relatório de disciplina de mercado.</P><br />
<P>&#8220;No âmbito do processo de integração e fortalecimento da capacidade financeira do banco, o novo acionista procedeu à recapitalização da instituição, permitindo o reforço da sua base da capital e assegurando o cumprimento dos requisitos mínimos regulamentares estabecidos pelo Banco de Moçambique&#8221;, lê-se no documento a que a Lusa teve hoje acesso.</P><br />
<P>No documento acrescenta-se que, até à data de 01 de junho, os acionistas fizeram essa injeção em duas tranches, de 634 milhões de meticais (8,5 milhões de euros) em dezembro e de 569,7 milhões de meticais (7,7 milhões de euros) em janeiro último.</P><br />
<P>Desta forma, o capital social do FDH Bank Moçambique ascendia em janeiro de 2026 a 3.214,5 milhões de meticais (43,1 milhões de euros), 99,14% detido pelo grupo FDH Bank.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência da conclusão da transação acionista e da integração no grupo FDH, o banco alterou, em 2026, a sua designbação social de Ecobank Moçambique SA para FDH Moçambique SA, refletindo a nova identidade instituticional e acionista da instituição&#8221;, refere-se ainda no relatório de disciplina de mercado.</P><br />
<P>O FDH Bank confirmou no final de setembro ter concluído a aquisição do Ecobank Moçambique, que passa a liderar, então com uma quota de 98,87%, conforme informação enviada à bolsa de valores do Maláui.</P><br />
<P>De acordo com a informação, o banco FDH concluiu a compra da totalidade da participação do grupo pan-africano Ecobank na instituição, enquanto a posição minoritária restante de 1,13% continuava a ser detida pelo Fundo para o Fomento de Habitação, do Estado moçambicano (que entretanto se reduziu para 0,86%).</P><br />
<P>O processo de transição incluirá &#8220;uma mudança de nome e reformulação da marca, para garantir continuidade e estabilidade para clientes, funcionários e outras partes interessadas&#8221;, referia ainda.</P><br />
<P>&#8220;Esta aquisição representa um marco significativo na estratégia de crescimento regional do FDH Bank Plc e reafirma o forte compromisso do banco em investir na África Austral. Espera-se que ofereça benefícios estratégicos, incluindo expansão de mercado, diversificação de receita, sinergias operacionais e criação de valor a longo prazo&#8221;, lê-se ainda na informação anteriormente enviada à bolsa.</P><br />
<P>A intenção de vender a participação foi oficialmente anunciada em 05 de agosto pelo Ecobank, considerado principal grupo privado de serviços financeiros no continente, presente em 35 países da África subsaariana.</P><br />
<P>&#8220;Esta transação representa uma alteração estratégica na estrutura acionista e na gestão operacional, não se prevendo qualquer perturbação nas operações bancárias, ativos ou colaboradores&#8221;, referia então a instituição financeira pan-africana.</P><br />
<P>Sem adiantar detalhes do investimento envolvido &#8212; tal como não foi feito pelo FDH na informação à bolsa -, o grupo acrescentava que a transação &#8220;obteve todas as aprovações regulatórias necessárias&#8221;.</P><br />
<P>O Ecobank operava até com agências nas principais cidades de Moçambique, desde 2000, tendo sido inicialmente constituído como Novo Banco, adotando a designação atual em 2014, na sequência da aquisição então feita pelo grupo pan-africano.</P><br />
<P>Funcionam em Moçambique 15 bancos comerciais e 12 microbancos, além de cooperativas de crédito e organizações de poupança e crédito, entre outras.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771923]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Seguro de saúde: o que deve confirmar antes de contratar para evitar surpresas na fatura</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguro-de-saude-o-que-deve-confirmar-antes-de-contratar-para-evitar-surpresas-na-fatura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
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		<category><![CDATA[seguros]]></category>
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					<description><![CDATA[Escolher um seguro de saúde apenas pelo preço pode sair caro quando surge uma doença, uma cirurgia ou a necessidade de acompanhamento médico regular]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher um seguro de saúde apenas pelo preço pode sair caro quando surge uma doença, uma cirurgia ou a necessidade de acompanhamento médico regular. A <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/seguro-saude/dicas/seguro-saude-coberturas-fazem-diferenca-quando-precisa-cuidados-medicos" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a> alerta que as apólices podem variar muito nas coberturas, nos capitais anuais, nas exclusões, nas redes médicas e nos períodos de carência, pelo que a comparação deve ir além do valor do prémio.</p>
<p>Os seguros de saúde distinguem-se sobretudo pelo tipo de proteção que oferecem. Algumas apólices incluem apenas coberturas básicas, enquanto outras abrangem áreas como estomatologia, medicamentos, parto, próteses, ortóteses ou tratamentos no estrangeiro. Antes de contratar, o consumidor deve perceber exatamente o que está incluído, o que fica excluído e que parte da despesa poderá continuar a seu cargo.</p>
<p>A cobertura de hospitalização é uma das mais relevantes, por envolver despesas potencialmente elevadas, como cirurgias, internamentos, tratamentos oncológicos, honorários médicos, anestesistas, enfermeiros, exames e diária hospitalar. Embora não exista um capital ideal para todos os casos, capitais anuais demasiado baixos podem revelar-se insuficientes perante uma cirurgia complexa ou um internamento prolongado.</p>
<p><strong>Ambulatório é a cobertura mais usada no dia a dia</strong></p>
<p>Apesar de a hospitalização concentrar os riscos financeiros mais pesados, a cobertura de ambulatório tende a ser a mais utilizada no quotidiano. Normalmente, inclui consultas de clínica geral e especialidades, exames médicos, análises clínicas, tratamentos e pequenas cirurgias.</p>
<p>Esta cobertura pode ser especialmente relevante para pessoas que precisam de acompanhamento médico frequente, como doentes crónicos, e para famílias com crianças. Ainda assim, a DECO PROteste sublinha que há limitações comuns, como subcapitais para fisioterapia, limites anuais para consultas de psiquiatria, exclusões em psicologia fora da rede e copagamentos por ato médico.</p>
<p><strong>O que os seguros de saúde não cobrem</strong></p>
<p>Mesmo os seguros de saúde mais completos não cobrem tudo. Entre as exclusões mais frequentes estão tratamentos estéticos, doenças preexistentes, fertilidade e procriação medicamente assistida, alguns produtos de saúde, medicamentos de venda livre, vacinas, contracetivos, cosméticos, produtos de higiene e terapias alternativas.</p>
<p>As recusas de pagamento por parte das seguradoras podem acontecer por várias razões: a cobertura não foi contratada, o período de carência ainda está ativo, a despesa está excluída do contrato ou faltou uma pré-autorização exigida para determinados exames, tratamentos ou cirurgias.</p>
<p><strong>Seguro barato pode significar mais custos depois</strong></p>
<p>O preço do seguro está geralmente ligado ao número de coberturas, aos capitais contratados, às franquias, aos copagamentos e à dimensão da rede médica. Uma apólice mais barata pode ter menos coberturas, limites mais reduzidos, copagamentos mais elevados e uma rede de hospitais e clínicas mais limitada.</p>
<p>Pelo contrário, um seguro mais completo tende a oferecer capitais superiores, acesso a mais prestadores e menor despesa por ato médico, embora tenha um prémio anual mais elevado. A comparação deve, por isso, ter em conta o perfil de utilização do consumidor e não apenas o preço de entrada.</p>
<p><strong>Estomatologia pode compensar, mas nem sempre</strong></p>
<p>A cobertura de estomatologia pode ser uma mais-valia, sobretudo numa área em que o Serviço Nacional de Saúde tem uma resposta limitada. Pode compensar para quem faz limpezas regulares, tratamentos dentários frequentes ou para famílias com filhos que precisem de ortodontia.</p>
<p>Ainda assim, esta cobertura perde interesse quando o plafond anual é reduzido, quando existem muitas exclusões ou quando a rede da seguradora é limitada. Antes de acrescentar estomatologia à apólice, é importante confirmar que os atos mais relevantes estão abrangidos e que existem clínicas disponíveis na zona de residência.</p>
<p><strong>Períodos de carência impedem uso imediato</strong></p>
<p>Outro ponto essencial são os períodos de carência, que impedem a utilização imediata do seguro em determinadas coberturas. Em consultas e exames, a carência habitual situa-se entre 60 e 90 dias. Na hospitalização, ronda os 90 dias. No parto, pode chegar aos 540 dias.</p>
<p>Este último caso é particularmente relevante, porque o período de carência impede, por norma, que a cobertura seja usada quando a mulher já está grávida no momento da contratação. A cobertura de parto pode incluir parto natural, cesariana, interrupção espontânea de gravidez, diária hospitalar da mãe e do recém-nascido, honorários médicos, sala de operações e medicamentos administrados, mas exclui despesas particulares e com acompanhantes.</p>
<p><strong>Rede médica ou liberdade de escolha</strong></p>
<p>A possibilidade de escolher qualquer médico depende do contrato. Se o seguro funcionar apenas dentro da rede, o consumidor terá de recorrer aos profissionais, hospitais e clínicas convencionados. Nestes casos, os preços são previamente acordados entre a seguradora e o prestador, sendo mais baixos do que os praticados para clientes sem seguro.</p>
<p>Algumas apólices permitem também reembolso, o que dá maior liberdade de escolha. Nessa modalidade, o consumidor paga a totalidade da despesa no momento da consulta ou tratamento e depois apresenta a fatura à seguradora, que devolve a percentagem prevista no contrato. Regra geral, esta opção fica mais cara do que recorrer à rede convencionada.</p>
<p><strong>O que comparar antes de decidir</strong></p>
<p>Antes de contratar um seguro de saúde, o consumidor deve comparar os capitais anuais, exclusões, copagamentos, franquias, períodos de carência, redes médicas, limites de idade para contratação e permanência, cobertura no estrangeiro e necessidade de pré-autorizações.</p>
<p>Pequenas diferenças nas condições da apólice podem representar centenas ou milhares de euros em despesas futuras. Por isso, a escolha deve partir das necessidades reais de saúde do consumidor ou da família, e não apenas do valor mensal ou anual do seguro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771788]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carros usados até 5.000 euros: oito modelos baratos para quem procura poupar sem abdicar da fiabilidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/carros-usados-ate-5-000-euros-oito-modelos-baratos-para-quem-procura-poupar-sem-abdicar-da-fiabilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de o orçamento parecer limitado, há vários modelos no mercado que se destacam pelo consumo reduzido, manutenção acessível e utilização simples no dia a dia, sobretudo em cidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar um carro usado até 5.000 euros continua a ser possível para quem procura uma solução económica, prática e fiável. Apesar de o orçamento parecer limitado, há vários modelos no mercado que se destacam pelo consumo reduzido, manutenção acessível e utilização simples no dia a dia, sobretudo em cidade.</p>
<p>A seleção do <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/carros-usados-baratos" target="_blank" rel="noopener">ComparaJá</a> reúne oito opções de carros usados baratos que podem responder a diferentes perfis de condutor, desde pequenos citadinos fáceis de estacionar até modelos mais versáteis para quem precisa de maior conforto ou espaço. Smart ForTwo, Renault Clio, Peugeot 207, Seat Ibiza, Citroën C3, Renault Twingo, Toyota Aygo e Volkswagen Golf estão entre as alternativas apontadas para quem quer comprar um automóvel sem ultrapassar a barreira dos 5.000 euros.</p>
<p><strong>Citadinos pequenos continuam a ser aposta segura</strong></p>
<p>Entre os modelos mais práticos para uso urbano surge o Smart ForTwo, conhecido pelas dimensões reduzidas, facilidade de estacionamento e consumos entre 4 e 5 litros por cada 100 quilómetros. A proposta é especialmente indicada para quem circula sobretudo em cidade e valoriza agilidade, baixos custos de utilização e uma condução simples.</p>
<p>O Renault Twingo é outra opção orientada para a cidade. Lançado em 1993, tornou-se conhecido pelo formato compacto, interior surpreendentemente espaçoso e perfil utilitário. Com consumo médio de cerca de 5 litros por cada 100 quilómetros, surge como uma alternativa acessível para quem procura um carro pequeno, económico e fácil de usar no quotidiano.</p>
<p>Também o Toyota Aygo entra nesta lógica de poupança e mobilidade urbana. Produzido em parceria entre a Toyota e o grupo PSA Peugeot-Citroën, destaca-se pelo consumo médio de cerca de 4 litros por cada 100 quilómetros, pelo desenho jovem e pela facilidade nas deslocações diárias.</p>
<p><strong>Clio, Ibiza e C3 equilibram preço, conforto e utilização diária</strong></p>
<p>Para quem procura um carro usado barato, mas com maior versatilidade, o Renault Clio aparece como uma das opções mais populares. O modelo combina consumos moderados, conforto e equipamento, sendo possível encontrar versões de 2010 com motor 1.5 diesel por menos de 5.000 euros.</p>
<p>O Seat Ibiza também se destaca pela mecânica sólida, imagem mais desportiva e espaço suficiente para passageiros e bagagem. Algumas versões de 2009 apresentam potências na ordem dos 70 cv e consumos de cerca de 7,1 litros por cada 100 quilómetros, mantendo-se como uma presença frequente no mercado de usados.</p>
<p>Já o Citroën C3, sucessor do Saxo, aposta numa condução confortável e em consumos entre 4,3 e 4,7 litros por cada 100 quilómetros, dependendo da motorização. É uma opção a considerar para quem valoriza conforto, estilo e uma utilização equilibrada entre cidade e estrada.</p>
<p><strong>Peugeot 207 e Volkswagen Golf para quem quer mais robustez</strong></p>
<p>O Peugeot 207 continua a ser uma escolha comum entre os usados baratos, com linhas ainda atuais, condução agradável e consumos que podem rondar os 4 litros por cada 100 quilómetros em algumas versões. O modelo é fácil de encontrar no mercado e pode ser uma opção interessante para quem procura um utilitário com boa presença e custos controlados.</p>
<p>O Volkswagen Golf surge como a proposta mais robusta da lista. Conhecido pela durabilidade e fiabilidade, pode ser encontrado em versões de 2006, tanto a gasolina como a diesel. Com consumos médios em torno dos 5 litros por cada 100 quilómetros, continua a ser uma alternativa atrativa para quem procura um usado mais sólido e polivalente.</p>
<p><strong>Como financiar a compra de um carro usado</strong></p>
<p>Depois de escolhido o modelo, a forma de pagamento passa a ser decisiva. O crédito automóvel é uma das soluções mais usadas em Portugal para financiar a compra de carros usados, permitindo financiar até 100% do valor do veículo e pagar em prestações mensais. Em contrapartida, implica juros, encargos de abertura e uma dívida durante o período do contrato.</p>
<p>O crédito pessoal pode ser outra alternativa, embora, em regra, tenha taxas de juro mais elevadas do que o crédito automóvel. A vantagem está na maior liberdade de utilização do montante, uma vez que o financiamento não fica obrigatoriamente associado à compra do veículo.</p>
<p>O renting de usados permite utilizar o carro mediante o pagamento de uma mensalidade, com serviços como manutenção e reparações incluídos. No entanto, limita a escolha do veículo, dos extras e da quilometragem. Já o leasing permite usar o automóvel durante o contrato e comprá-lo no final mediante o pagamento do valor residual, embora o consumidor não seja proprietário da viatura durante esse período.</p>
<p><strong>Comprar em stand ou a particular: o que muda</strong></p>
<p>A compra em stand tende a ser mais cara, mas oferece maior proteção ao comprador, incluindo garantia legal obrigatória e um processo de transferência mais simples. Já a compra a particular pode permitir preços mais baixos, mas exige mais cuidado, porque não existe garantia legal obrigatória, salvo em casos de dolo ou ocultação deliberada de defeitos relevantes.</p>
<p>Para bens em segunda mão vendidos por profissionais, a garantia legal mínima é de três anos, podendo ser reduzida para 18 meses mediante acordo escrito. Durante os primeiros dois anos, presume-se que qualquer defeito já existia no momento da entrega, cabendo ao vendedor provar o contrário.</p>
<p>Antes de pagar sinal, o comprador deve verificar o historial do veículo, confirmar o Documento Único Automóvel, comparar matrícula, chassi e número de motor, consultar registos relevantes e levar o carro a um mecânico independente. Uma inspeção prévia pode custar entre 50 e 100 euros, mas pode evitar despesas muito superiores em reparações inesperadas.</p>
<p><strong>O preço do carro é só o primeiro custo</strong></p>
<p>Comprar um usado barato não significa olhar apenas para o valor pedido pelo vendedor. IUC, seguro automóvel, inspeção periódica, manutenção, pneus, possíveis reparações e combustível devem entrar nas contas antes da decisão final.</p>
<p>No caso de financiamento, a comparação da TAEG entre várias instituições pode fazer uma diferença relevante no custo total do crédito. A escolha mais acertada dependerá do orçamento disponível, do estado do veículo, do perfil de utilização e da importância dada à posse imediata do automóvel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771811]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Moçambique já recebeu 545 repatriados após ataques xenófobos na África do Sul</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mocambique-ja-recebeu-545-repatriados-apos-ataques-xenofobos-na-africa-do-sul/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:25:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Moçambique recebeu na terça-feira, através da fronteira de Ressano Garcia, 545 cidadãos repatriados da África do Sul na sequência dos recentes ataques xenófobos em Mossel Bay, divulgou hoje o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique recebeu na terça-feira, através da fronteira de Ressano Garcia, 545 cidadãos repatriados da África do Sul na sequência dos recentes ataques xenófobos em Mossel Bay, divulgou hoje o Governo.</P><br />
<P>Os cidadãos chegaram ao Posto Fronteiriço de Ressano Garcia, na província de Maputo, após serem retirados de Mossel Bay, no Cabo Ocidental, onde centenas de moçambicanos foram afetados por ações xenófobas registadas nos últimos dias.</P><br />
<P>&#8220;À sua chegada ao território nacional, os cidadãos foram submetidos aos procedimentos de registo migratório, triagem sanitária e assistência humanitária&#8221;, refere-se num comunicado do Gabinete de Informação (Gabinfo) divulgado hoje.</P><br />
<P>Segundo o Gabinfo, os repatriados beneficiaram ainda de refeição quente, distribuição de lanche para viagem e encaminhamento para meios de transporte com destino às respetivas zonas de origem. Dos 545 cidadãos recebidos, 337 seguem para a província de Gaza, 105 para a província de Maputo, 78 para Inhambane, 17 para a cidade de Maputo no sul de Moçambique e oito para a província de Manica, centro do país.</P><br />
<P>A operação de receção e encaminhamento envolveu os setores da migração, saúde, assistência social, gestão de riscos e emergências, bem como as missões diplomáticas e consulares moçambicanas na África do Sul. As autoridades indicaram igualmente que, dos 584 cidadãos inicialmente previstos para repatriamento, apenas 545 concluíram a viagem até ao território nacional devido a situações identificadas durante os procedimentos de triagem e controlo migratório.</P><br />
<P>Entre os casos pendentes encontrava-se uma criança retida pelas autoridades sul-africanas para verificação documental e alguns cidadãos que desistiram do processo antes da sua conclusão.</P><br />
<P>&#8220;As autoridades moçambicanas encontram-se a acompanhar os casos pendentes, em coordenação com as autoridades sul-africanas, prestando a necessária assistência consular e garantindo a proteção dos direitos dos cidadãos envolvidos&#8221;, acrescenta-se no comunicado.</P><br />
<P>O repatriamento ocorre depois de as autoridades moçambicanas terem anunciado que pelo menos sete cidadãos morreram e mais de 800 foram afetados por ataques xenófobos em Mossel Bay, mantendo o Governo o acompanhamento da situação e a assistência aos compatriotas afetados naquele país vizinho.</P><br />
<P>A África do Sul tem registado manifestações e tensões sociais visando migrantes, sendo que, no início do mês, uma marcha contra a imigração culminou em ataques a negócios de estrangeiros na província do Cabo Oriental, no este do país.</P><br />
<P>As tensões xenófobas são um problema recorrente na África do Sul. Inúmeras comunidades de imigrantes foram repatriadas pelos próprios países, como Moçambique ou a Nigéria, e a África do Sul foi alvo de críticas internacionais por xenofobia.</P><br />
<P>Os incidentes mais graves dos últimos tempos ocorreram no final de 2019, com 18 estrangeiros mortos, segundo dados da organização Human Rights Watch.</P><br />
<P>Moçambique possui cerca de 300.000 cidadãos residentes na África do Sul, com a Presidência tendo avançado antes, em comunicado, que &#8220;milhares&#8221; já regressaram ao país face à violência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771922]]></sapo:autor>
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		<title>China proíbe entrada de quatro deputados neozelandeses após visita a Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:19:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China proibiu a entrada no país de quatro deputados neozelandeses que visitaram Taiwan em maio, uma decisão que Wellington classificou como surpreendente e que Taipé condenou como uma tentativa de intimidação política.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China proibiu a entrada no país de quatro deputados neozelandeses que visitaram Taiwan em maio, uma decisão que Wellington classificou como surpreendente e que Taipé condenou como uma tentativa de intimidação política.</P><br />
<P>Os quatro parlamentares, pertencentes a diferentes partidos políticos da Nova Zelândia, deslocaram-se a Taiwan no início de maio, segundo a rádio pública neozelandesa RNZ.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros da Nova Zelândia, Winston Peters, disse ter ficado &#8220;surpreendido&#8221; com a decisão anunciada pela embaixada chinesa em Wellington e pediu aos diplomatas neozelandeses que abordassem o assunto junto das autoridades chinesas.</P><br />
<P>O gabinete de Peters sublinhou que a visita é compatível com a política de &#8220;Uma Só China&#8221; seguida por Wellington, segundo a qual a Nova Zelândia reconhece a posição de Pequim sobre Taiwan.</P><br />
<P>&#8220;Os membros do parlamento neozelandês são livres de tomar as suas próprias decisões sobre convites para deslocações ao estrangeiro, independentemente do Governo&#8221;, indicou um porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>Embora não mantenha relações diplomáticas com Taiwan, a Nova Zelândia continua a desenvolver intercâmbios comerciais, económicos e culturais com a ilha, acrescentou o ministério.</P><br />
<P>O Governo taiwanês condenou &#8220;firmemente&#8221; a medida chinesa, afirmando, em comunicado, que Taiwan e a China &#8220;não estão subordinados um ao outro&#8221;.</P><br />
<P>A presidência taiwanesa indicou que os deputados se reuniram durante a visita com a vice-presidente, Hsiao Bi-khim.</P><br />
<P>Uma das parlamentares alvo da proibição, Laura McClure, do partido ACT, classificou a decisão como &#8220;uma forma de intimidação&#8221; contra os representantes eleitos da Nova Zelândia.</P><br />
<P>&#8220;A Nova Zelândia é soberana. Os membros do parlamento têm o direito de representar os seus eleitores e de viajar livremente pelo mundo&#8221;, afirmou à RNZ.</P><br />
<P>Outro participante na visita, o deputado trabalhista Duncan Webb, revelou que os parlamentares tinham sido previamente avisados pela embaixada chinesa de que poderiam enfrentar sanções caso viajassem para Taiwan.</P><br />
<P>A ministra dos Negócios Estrangeiros da Austrália, Penny Wong, manifestou também preocupação com a decisão durante uma audição no Senado australiano.</P><br />
<P>A embaixada chinesa em Wellington afirmou que os quatro deputados ignoraram &#8220;repetidos avisos&#8221; e que a visita teve &#8220;graves consequências políticas&#8221;, constituindo uma &#8220;ingerência&#8221; nos assuntos internos da China.</P><br />
<P>Segundo a RNZ, a missão diplomática indicou ainda que a proibição poderá ser levantada caso os parlamentares apresentem um pedido de desculpas.</P><br />
<P>As relações entre Pequim e Wellington deterioraram-se nos últimos anos, à medida que a China reforçou a sua presença militar e diplomática no Pacífico e o Governo neozelandês, liderado por Christopher Luxon, aprofundou os laços com a Austrália e os Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771921]]></sapo:autor>
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		<title>Ainda sem programa para hoje? Cascais recebe esta tarde uma pedalada para crianças e famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Kidical Mass]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A iniciativa está marcada para este feriado, às 16h30, com partida junto à EB1 Lombos, no Jardim Constantino]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Kidical Mass regressa a Cascais para a sua 9ª edição, numa pedalada em família pensada para defender percursos mais seguros para as crianças, melhores condições para andar de bicicleta e uma mobilidade mais sustentável nas ruas da freguesia de Carcavelos e Parede.</p>
<p>A iniciativa está marcada para este feriado, às 16h30, com partida junto à EB1 Lombos, no Jardim Constantino, e chegada à EB1 de Carcavelos, perto da Santini. A participação é gratuita e aberta a todos, bastando levar bicicleta, trotinete, skate ou patins, além de capacete, água e energia para participar.</p>
<p><strong>Uma pedalada para crianças, famílias e comunidade</strong></p>
<p>A Kidical Mass é um movimento internacional que junta crianças, famílias e cidadãos em passeios de bicicleta pelas ruas, chamando a atenção para a importância de criar cidades mais amigas dos mais novos.</p>
<p>Em Cascais, o percurso será acompanhado pela polícia e passará por vários pontos da freguesia, incluindo o Externato Miguel Ângelo, o Colégio O Cantinho, a Escola de Santo António e a Estação de Comboios de Carcavelos.</p>
<p><strong>Mais segurança e autonomia para os mais novos</strong></p>
<p>A iniciativa, apoiada pela União das Freguesias de Carcavelos e Parede, pretende promover a autonomia das crianças, incentivar hábitos de mobilidade sustentável e criar um momento de convívio entre famílias, escolas e comunidade local.</p>
<p>Além da vertente de passeio, a Kidical Mass Cascais quer também deixar uma mensagem clara: as crianças devem poder deslocar-se de forma segura, ativa e independente, seja para a escola, para casa ou para os espaços de lazer.</p>
<p><strong>Final com encontro junto ao Mercado de Carcavelos e Santini</strong></p>
<p>Depois da pedalada, os participantes terminam o percurso junto ao Mercado de Carcavelos e à Santini. Quem participar terá ainda direito a um desconto na Santini Carcavelos, através de um código disponibilizado no próprio dia.</p>
<p>A organização incentiva os participantes a levarem cartazes, boa disposição e vontade de pedalar por ruas mais seguras. A palavra de ordem é simples: ocupar a cidade em família e mostrar que a mobilidade das crianças também deve contar.</p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fphoto.php%3Ffbid%3D1310834124519160%26set%3Da.274586161477300%26type%3D3&#038;show_text=true&#038;width=500" width="500" height="466" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771816]]></sapo:autor>
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		<title>Combates em Mogadíscio após fracasso nas negociações entre Presidente e oposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Confrontos eclodiram durante a madrugada em Mogadíscio, lançando colunas de fumo para o ar, enquanto a polícia da Somália anunciava uma operação em grande escala contra milícias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Confrontos eclodiram durante a madrugada em Mogadíscio, lançando colunas de fumo para o ar, enquanto a polícia da Somália anunciava uma operação em grande escala contra milícias.</P><br />
<P>&#8220;Uma operação de segurança em grande escala conduzida pelas forças de segurança da capital está a chegar ao fim. Esta operação visa neutralizar as milícias fortemente armadas que lançaram ataques com morteiros contra certos bairros da capital&#8221;, escreveu a polícia, em comunicado.</P><br />
<P>Trocas de tiros já tinham ocorrido em Mogadíscio na quarta-feira, com o ex-primeiro-ministro somali Hassan Ali Khaire a afirmar ter sido vítima de um ataque por parte de forças governamentais.</P><br />
<P>O porta-voz da polícia somali, Abdifatah Adan, por sua vez, afirmou que as forças de segurança foram &#8220;atacadas por milícias&#8221;.</P><br />
<P>A Somália voltou a mergulhar numa crise aberta duas semanas depois de o Presidente Hassan Sheikh Mohamud ter sido autorizado a permanecer no cargo, apesar de o mandato ter expirado.</P><br />
<P>Isto após as negociações para a transição do processo político com a oposição terem fracassado.</P><br />
<P>Os acontecimentos precipitaram-se quando a principal coligação da oposição, a Aliança para o Futuro da Somália, anunciou o fracasso das negociações de última hora com o Governo e com a comunidade internacional para tentar resolver a situação.</P><br />
<P>Num comunicado, a aliança denuncia o fracasso das negociações &#8220;devido à recusa&#8221; de Mohamud, já identificado como &#8220;ex-presidente&#8221;, e da sua administração &#8220;em alcançar um acordo político baseado num processo de transição inclusivo, no consenso nacional e na responsabilidade partilhada para ultrapassar o vazio constitucional resultante do fim do mandato presidencial em 15 de maio de 2026&#8221;.</P><br />
<P>Todos os esforços para convocar eleições até essa data fracassaram praticamente antes de começar, por múltiplas razões.</P><br />
<P>Estados separatistas como Puntland e Jubaland romperam o diálogo com o Governo por se oporem às alterações constitucionais promovidas pelo Presidente para incentivar eleições diretas num país que, segundo a oposição, estruturalmente não está preparado para tal.</P><br />
<P>Além disso, persiste a ameaça constante da violência de grupos armados como o al-Shabaab ou o Estado Islâmico. Outro estado separatista, a Somalilândia, foi recentemente reconhecido por Israel numa decisão sem precedentes.</P><br />
<P>Todos estes fatores colocaram o país à beira da fragmentação, enquanto o Presidente se mantém firme no argumento de que a revisão constitucional sob a qual o país funciona atualmente estabelece um novo limite de mandato de cinco anos que, em teoria, lhe permitiria continuar a governar legitimamente para além de meados deste mês.</P><br />
<P>&#8220;O meu mandato e o do Parlamento são de cinco anos. Esperemos até 15 de maio de 2027. A Constituição está em vigor e a eleição será de uma pessoa, um voto&#8221;, declarou Mohamud num fórum público, citado pelo jornal The Daily Somalia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771920]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Frentes frias trazem chuva fraca a Portugal esta quinta-feira: saiba onde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Instabilidade será provocada pela passagem de frentes frias enfraquecidas, associadas à entrada de ar frio de origem polar marítima]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta quinta-feira, deverá ficar marcada pelo regresso de chuva fraca ou chuviscos a várias zonas de Portugal continental, sobretudo no litoral Norte e Centro, de acordo com a previsão do &#8216;Tempo.pt&#8217;. A instabilidade será provocada pela passagem de frentes frias enfraquecidas, associadas à entrada de ar frio de origem polar marítima.</p>
<p>A precipitação não deverá ser intensa, mas poderá surgir em vários períodos do dia. Nas primeiras horas da madrugada, a frente fria que chegou na noite desta quarta-feira deverá continuar a produzir chuva fraca ou chuvisco nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra e Vila Real. Ao espalhar-se para leste, poderá também abranger zonas do interior de Aveiro e Coimbra, além de áreas do distrito de Viseu.</p>
<p><strong>Mais chuva a partir do meio da manhã</strong></p>
<p>A partir do meio da manhã desta quinta-feira, a previsão aponta para um reforço temporário da atividade frontal. Esta nova vaga deverá voltar a afetar o litoral Norte e Centro, mas poderá estender-se a algumas zonas do interior Norte e Centro.</p>
<p>Mais a sul, também poderão ocorrer períodos de chuva fraca ou chuviscos no litoral Oeste e na Área Metropolitana de Lisboa, incluindo zonas dos distritos de Leiria e Lisboa, relatou o &#8216;Tempo.pt&#8217;.</p>
<p>Apesar do regresso da chuva, os valores acumulados deverão ser baixos. A precipitação prevista é descrita como escassa e pouco frequente, afetando sobretudo as mesmas áreas: litoral Norte e Centro, com maior exposição no Minho.</p>
<p><strong>Norte e Centro com maior probabilidade de precipitação</strong></p>
<p>As regiões mais afetadas deverão ser o litoral Norte e Centro, em especial os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Coimbra. O interior Norte, nomeadamente Vila Real, e algumas zonas de Viseu também poderão registar chuva fraca ou chuviscos.</p>
<p>No conjunto do período entre quarta-feira e sábado, Viana do Castelo surge como o distrito com maior precipitação acumulada prevista, até 7 milímetros. Braga deverá somar entre 2 e 4 milímetros, enquanto Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Vila Real e Viseu deverão registar valores mais baixos, entre 0,5 e 3 milímetros.</p>
<p><strong>Nortada e descida de temperatura</strong></p>
<p>Além da chuva fraca, a quinta-feira deverá trazer vento de noroeste, com a nortada a intensificar-se temporariamente durante a tarde em várias zonas. As rajadas poderão chegar aos 55 ou 65 km/h no litoral Oeste a sul do Cabo Mondego, nas terras altas do Centro e Sul e no Barlavento Algarvio.</p>
<p>As temperaturas máximas também deverão descer para valores abaixo da média climatológica, devido à entrada de ar frio pós-frontal de origem polar marítima. Ainda assim, esta mudança será temporária, com a estabilidade atmosférica e o calor a ganharem força novamente nos dias seguintes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771759]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>DeepSeek prepara ronda de financiamento de 6,3 mil milhões de euros &#8212; Bloomberg</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A chinesa DeepSeek está a ultimar uma ronda de financiamento de até 7,4 mil milhões de dólares (6,3 mil milhões de euros), numa das maiores operações de capital de risco de sempre na China, segundo a Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A chinesa DeepSeek está a ultimar uma ronda de financiamento de até 7,4 mil milhões de dólares (6,3 mil milhões de euros), numa das maiores operações de capital de risco de sempre na China, segundo a Bloomberg.</P><br />
<P>De acordo com a agência noticiosa, que cita fontes anónimas, os principais investidores na operação são a gigante tecnológica chinesa Tencent e a fabricante de baterias para veículos elétricos CATL, contando ainda com o apoio de um fundo estatal chinês dedicado ao desenvolvimento da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, os investidores externos deverão injetar cerca de 30 mil milhões de yuan (3,8 mil milhões de euros), dos quais um terço será assegurado pela Tencent.</P><br />
<P>O fundador da DeepSeek, Liang Wenfeng, deverá contribuir com outros 20 mil milhões de yuan (2,5 mil milhões de euros), elevando o montante total da operação para cerca de 50 mil milhões de yuan (6,4 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A concretizar-se, a ronda atribuirá à empresa uma avaliação de aproximadamente 350 mil milhões de yuan (44,5 mil milhões de euros), colocando-a entre as mais valiosas empresas privadas do setor tecnológico chinês.</P><br />
<P>A Bloomberg adianta que a Alibaba participou nas negociações preliminares, mas acabou por não avançar com um investimento.</P><br />
<P>Segundo responsáveis da DeepSeek, a empresa pretende privilegiar a investigação em inteligência artificial em detrimento da rentabilização a curto prazo.</P><br />
<P>Liang Wenfeng afirmou que o objetivo da empresa é expandir as fronteiras da tecnologia e aproximar-se da chamada inteligência artificial geral (AGI), um conceito teórico que descreve sistemas capazes de igualar ou superar as capacidades cognitivas humanas.</P><br />
<P>A estratégia contrasta com a de outras empresas do setor, como a norte-americana OpenAI ou a Anthropic, que têm procurado novas fontes de receita e ponderam operações de mercado para financiar os elevados custos associados ao desenvolvimento da IA.</P><br />
<P>A notícia surge semanas depois de a DeepSeek ter apresentado a versão preliminar e de código aberto do modelo V4, que a empresa afirma oferecer um desempenho comparável ao de modelos norte-americanos em áreas como raciocínio, conhecimento geral e agentes autónomos.</P><br />
<P>A tecnológica ganhou notoriedade internacional no início de 2025 com o lançamento do modelo R1, que demonstrou capacidades semelhantes às de rivais norte-americanos a uma fração do custo.</P><br />
<P>O anúncio surge num contexto de forte concorrência no setor chinês da inteligência artificial, onde empresas como Tencent, Alibaba, ByteDance, MiniMax e Baidu aceleraram o desenvolvimento de novos modelos, impulsionadas pela rivalidade tecnológica entre China e Estados Unidos e pelos esforços de Pequim para reforçar a autossuficiência tecnológica.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771918]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Partido no poder vence a maioria das autarquias na Coreia do Sul mas perde Seul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido Democrático (PD), no poder na Coreia do Sul, venceu a maioria das disputas nas eleições locais, mas perdeu a câmara de Seul, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Partido Democrático (PD), no poder na Coreia do Sul, venceu a maioria das disputas nas eleições locais, mas perdeu a câmara de Seul, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Com quase todos os votos contados hoje de manhã, o liberal PD conquistou 12 dos 16 cargos de presidente da câmara e de governador provincial em disputa. O conservador Partido do Poder Popular (PPP) venceu quatro, incluindo a autarquia da capital.</P><br />
<P>O líder do PD, Jung Chung-rae, disse aos jornalistas que a derrota do partido na corrida a Seul foi dolorosa, embora tenha agradecido aos eleitores pelas vitórias noutras eleições de quarta-feira.</P><br />
<P>Os analistas afirmaram que, dado o cenário político favorável, o PD deveria ter ganho a disputa mais crucial, a presidente da Câmara de Seul, para reivindicar uma vitória absoluta nas eleições.</P><br />
<P>O principal rival, o PPP, continua afetado a destituição do ex-Presidente Yoon Suk-yeol, que foi condenado a prisão perpétua por ter brevemente imposto a lei marcial no final de 2024.</P><br />
<P>A agenda de política externa do Presidente Lee Jae-myung irá provavelmente permanecer inalterada. O PD também alargou a maioria parlamentar ao vencer nove das 14 eleições parlamentares suplementares de quarta-feira.</P><br />
<P>Mas ter mais aliados em cargos de presidente da câmara e de governador será também essencial para a governação de Lee, especialmente porque o PPP detém atualmente 14 dos 16 cargos de liderança regional.</P><br />
<P>Lee poderia implementar políticas regionais com mais facilidade e eficácia, o que ajudará os preparativos do partido para as eleições nacionais de 2028, disse Choi Jin, diretor do Instituto de Liderança Presidencial, com sede em Seul.</P><br />
<P>Muita atenção estava focada na corrida à presidência da Câmara de Seul.</P><br />
<P>As sondagens à boca das urnas e os primeiros resultados mostravam o candidato do Partido Democrático, Chong Won-o, à frente do atual presidente da Câmara Oh Se-hoon.</P><br />
<P>Mas Oh, do PPP, ultrapassou Chong dramaticamente esta manhã, à medida que mais votos eram contabilizados.</P><br />
<P>&#8220;O futuro de Seul tornou-se mais risonho&#8221;, disse Oh, no discurso de aceitação.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos cidadãos asseguraram que a República da Coreia não se inclinava excessivamente para um lado e preservaram Seul como a última salvaguarda da democracia&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa separada, Chong reconheceu a derrota, dizendo que aceita o resultado &#8220;com pesar e humildade&#8221;.</P><br />
<P>A disputa entre ambos desencadeou controvérsia na noite de quarta-feira, depois de a comissão eleitoral ter anunciado que a escassez de boletins de voto em algumas mesas de voto de Seul causou a suspensão temporária da votação.</P><br />
<P>O líder do PPP, Jang Dong-hyeok, afirmou que o incidente prejudicou seriamente o direito dos eleitores ao voto, exigindo que as autoridades realizem uma nova eleição dependendo dos resultados da investigação.</P><br />
<P>O PD rejeitou categoricamente as exigências do PPP, dizendo que &#8220;nem sequer merecem ser consideradas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771917]]></sapo:autor>
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		<title>China acusa OCDE de politizar relatório sobre subsídios industriais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:23:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China acusou hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de politizar um relatório sobre subsídios industriais, após o organismo concluir que as empresas chinesas recebem apoios estatais muito superiores aos dos países membros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China acusou hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de politizar um relatório sobre subsídios industriais, após o organismo concluir que as empresas chinesas recebem apoios estatais muito superiores aos dos países membros.</P><br />
<P>Em comunicado, o ministério do Comércio chinês defendeu que os subsídios constituem um instrumento de política económica amplamente utilizado por várias economias, incluindo pelos próprios membros da OCDE, e reiterou a disponibilidade para participar nas discussões sobre normas internacionais nesta matéria.</P><br />
<P>O Governo chinês assegurou ainda que as suas políticas de apoio à indústria cumprem &#8220;rigorosamente&#8221; as regras da Organização Mundial do Comércio e as respetivas obrigações de transparência.</P><br />
<P>Segundo o ministério, o relatório da OCDE recorre a conceitos &#8220;não definidos de forma rigorosa&#8221;, utiliza uma amostra &#8220;enviesada&#8221; e apresenta conclusões &#8220;parciais e arbitrárias&#8221;.</P><br />
<P>Pequim argumentou também que os apoios identificados pelo estudo não assentam em critérios de medição nem em metodologias estatísticas uniformes e afastam-se dos consensos alcançados em fóruns multilaterais, como a OMC.</P><br />
<P>As autoridades chinesas rejeitaram ainda que o aumento da quota de mercado global das empresas chinesas possa ser explicado apenas pelo apoio estatal, alegando que o relatório ignora fatores como economias de escala, eficiência produtiva e modernização tecnológica.</P><br />
<P>A China instou a OCDE a realizar investigações de forma &#8220;objetiva e neutra&#8221;, recolhendo opiniões de todas as partes e recorrendo a dados &#8220;completos, precisos e credíveis&#8221;, ao mesmo tempo que apelou ao organismo para evitar a &#8220;politização&#8221; e a &#8220;instrumentalização&#8221; dos seus relatórios.</P><br />
<P>A reação surge após a OCDE ter apresentado esta semana a base de dados MAGIC (Manufacturing Groups and Industrial Corporations), dedicada ao estudo dos apoios industriais.</P><br />
<P>Segundo o relatório, as empresas chinesas receberam entre 2005 e 2024 níveis de apoio público entre três e oito vezes superiores aos das empresas dos países membros da organização.</P><br />
<P>O estudo conclui ainda que esses subsídios explicam cerca de 60% do aumento da quota das empresas chinesas no mercado mundial durante o período analisado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771915]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ataques israelitas causam pelo menos oito mortos em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos oito pessoas morreram durante a madrugada em ataques aéreos israelitas na Cidade de Gaza, disse um porta-voz da Proteção Civil do território palestiniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos oito pessoas morreram durante a madrugada em ataques aéreos israelitas na Cidade de Gaza, disse um porta-voz da Proteção Civil do território palestiniano.</P><br />
<P>Cinco e duas pessoas morreram, respetivamente, em ataques a apartamentos no noroeste e sudoeste da Cidade de Gaza, e outra numa operação contra uma casa no campo de refugiados de Al-Shati, na zona oeste da cidade, disse Mahmoud Bassal.</P><br />
<P>Os ataques fizeram ainda pelo menos 15 feridos, acrescentou o porta-voz.</P><br />
<P>Apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro, a Faixa de Gaza continua a ser palco de violência, com ataques aéreos israelitas a ocorrerem quase diariamente.</P><br />
<P>Segundo o Ministério da Saúde do território, que está sob a autoridade do movimento islamista palestiniano Hamas, mais de 900 pessoas morreram desde que o cessar-fogo entrou em vigor, após dois anos de guerra que começou a 07 de outubro de 2023, com o ataque sem precedentes do Hamas contra Israel.</P><br />
<P>A primeira fase do cessar-fogo assistiu à libertação dos últimos reféns israelitas em Gaza, sequestrados pelo Hamas, em troca de palestinianos detidos por Israel.</P><br />
<P>Mas a transição para a segunda fase, que visava o desarmamento do Hamas e uma retirada gradual do exército israelita, parece ter estagnado por completo.</P><br />
<P>Na semana passada, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou ter ordenado ao exército que assumisse o controlo de 70% da Faixa de Gaza, em comparação com os 60% que controla atualmente.</P><br />
<P>No final de maio, o recém-nomeado chefe do braço armado do Hamas, Mohammed Odeh, foi morto por um ataque aéreo israelita, 11 dias após o assassínio do antecessor.</P><br />
<P>Também hoje, o exército israelita anunciou ter acionado alertas de ataque aéreo no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, devido a uma &#8220;infiltração hostil de uma aeronave&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Após o toque das sirenes há pouco, referentes à infiltração de uma aeronave hostil na área de Kfar Yuval, foi identificado um alvo aéreo suspeito&#8221;, escreveu o exército nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;O incidente terminou. Não houve feridos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O alerta tinha sido também acionado em Arab al-Aramshe, outra aldeia fronteiriça, pelo mesmo motivo.</P><br />
<P>O exército acabou por anunciar que tinha cometido um erro na identificação do alvo.</P><br />
<P>Israel e o Líbano acordaram na quarta-feira renovar o seu frágil cessar-fogo e criar várias zonas de segurança &#8220;piloto&#8221; dentro do Líbano, nas quais os militantes do movimento armado xiita Hezbollah estariam proibidos de permanecer.  </P><br />
<P>Num comunicado conjunto divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA, após uma quarta ronda de negociações, os dois lados afirmaram que o cessar-fogo &#8220;está condicionado à cessação completa de fogo do Hezbollah e à retirada de todos os operacionais do Hezbollah&#8221; das áreas a sul do rio Litani. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771914]]></sapo:autor>
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		<title>Taiwan insta China a reconhecer verdade sobre Tiananmen 37 anos após massacre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 04:26:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder de Taiwan, William Lai Ching-te, apelou hoje à China para que "reconheça a verdade" sobre o massacre de Tiananmen e abra caminho à "reconciliação e ao diálogo", no 37.º aniversário da repressão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder de Taiwan, William Lai Ching-te, apelou hoje à China para que &#8220;reconheça a verdade&#8221; sobre o massacre de Tiananmen e abra caminho à &#8220;reconciliação e ao diálogo&#8221;, no 37.º aniversário da repressão.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada na rede social Facebook, Lai afirmou esperar que a China &#8220;enfrente de frente o incidente de 4 de junho de há 37 anos&#8221;, permita à população expressar livremente as suas opiniões e promova uma maior participação dos cidadãos na vida pública.</P><br />
<P>O massacre de Tiananmen ocorreu na noite de 3 para 4 de junho de 1989, quando tropas e tanques do Exército chinês avançaram sobre a Praça Tiananmen e as áreas circundantes, em Pequim, onde estudantes e trabalhadores exigiam o fim da corrupção e reformas políticas.</P><br />
<P>As autoridades chinesas nunca divulgaram um número oficial de vítimas, estimado por diferentes fontes em centenas ou milhares de mortos.</P><br />
<P>Considerado por Pequim um separatista e um agitador, Lai afirmou que milhares de jovens foram então &#8220;abatidos e esmagados sem piedade&#8221; pelas forças militares chinesas.</P><br />
<P>&#8220;O que foi abatido e esmagado não foi apenas a vida e a juventude dos participantes no movimento democrático, mas também o desejo e o esforço de toda uma geração da China para alcançar a liberdade e a democracia&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Segundo o líder taiwanês, um país verdadeiramente grande não deve &#8220;adorar o poder militar&#8221; nem medir a sua força pela capacidade bélica, mas sim acolher opiniões divergentes e ter coragem para enfrentar os episódios mais dolorosos da sua história.</P><br />
<P>&#8220;Só um país que respeita o seu povo, protege a liberdade e pratica a democracia é verdadeiramente digno de respeito&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Atualmente, Taiwan é o único território de língua chinesa onde o massacre de Tiananmen continua a ser assinalado publicamente.</P><br />
<P>Está prevista para hoje uma vigília comemorativa no centro de Taipé, enquanto na China continental qualquer referência ao aniversário permanece sujeita a censura e as tradicionais vigílias realizadas em Hong Kong e Macau continuam proibidas pelas autoridades.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771913]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Maior empresa sul-coreana de defesa suspende produção após explosão mortal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 04:04:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A principal empresa de defesa da Coreia do Sul, a Hanwha Aerospace, suspendeu todas as operações de produção, hoje e sexta-feira, para investigar a segurança das instalações, após uma explosão que matou cinco pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A principal empresa de defesa da Coreia do Sul, a Hanwha Aerospace, suspendeu todas as operações de produção, hoje e sexta-feira, para investigar a segurança das instalações, após uma explosão que matou cinco pessoas.</P><br />
<P>&#8220;A segurança está em primeiro lugar, antes da produção&#8221;, explicou a subsidiária do gigante Grupo Hanwha, em comunicado, anunciando a paragem das nove fábricas da empresa em todo o país, &#8220;exceto para alguns processos essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Esta é a primeira suspensão geral das operações desde a fundação da gigante sul-coreana de defesa, embora já tenha relatado outras duas explosões fatais nas instalações na cidade sul-coreana de Daejeon em 2018 e 2019, de acordo com o jornal local The Korea Herald.</P><br />
<P>A paragem visa esclarecer as causas da explosão ocorrida na segunda-feira na fábrica de Daejeon, onde cinco pessoas morreram e duas ficaram feridas durante operações de desativação de explosivos.</P><br />
<P>A partir de hoje, a empresa vai realizar uma &#8220;inspeção especial&#8221; de segurança em todas as suas instalações no país, com especial atenção para a fábrica afetada e para as unidades em Boeun (nordeste) e Yeosu (sul), onde são manuseados explosivos.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo é reduzir os acidentes a zero nestas três fábricas&#8221;, afirmou a empresa, que anunciou também um programa de formação para os colaboradores sobre cenários de acidentes semelhantes, bem como a reestruturação dos planos de resposta a emergências.</P><br />
<P>Após o anúncio, as ações da empresa de defesa estavam a cair 2,62% na Bolsa de Seul às 11:20 (03:20 em Lisboa), uma queda superior à registada pelo principal índice da bolsa sul-coreana, o Kospi, que caía 2,1%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771911]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Ataque aéreo ucraniano mata três pessoas na Crimeia anexada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 03:10:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ataque aéreo ucraniano causou três mortos na Crimeia, anunciaram hoje as autoridades da península anexada pela Rússia, um dia após uma ofensiva contra São Petersburgo, onde estava a arrancar o principal fórum económico russo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ataque aéreo ucraniano causou três mortos na Crimeia, anunciaram hoje as autoridades da península anexada pela Rússia, um dia após uma ofensiva contra São Petersburgo, onde estava a arrancar o principal fórum económico russo.</P><br />
<P>&#8220;Segundo informações iniciais, três pessoas foram mortas e outras sete ficaram feridas num ataque aéreo inimigo contra edifícios não residenciais em Simferopol&#8221;, escreveu o chefe das autoridades da Crimeia, anexada em 2014.</P><br />
<P>&#8220;As equipas de emergência estão no local&#8221;, acrescentou Sergei Aksyonov, na plataforma de mensagens Telegram, sem adiantar mais pormenores.</P><br />
<P>O mais recente ataque ucraniano ocorre um dia depois de instalações energéticas e militares terem sido visadas por &#8216;drones&#8217; ucranianos, em São Petersburgo, no dia da abertura de um fórum económico.</P><br />
<P>O ataque ucraniano danificou &#8220;várias&#8221; infraestruturas na segunda maior cidade da Rússia, mas não fez vítimas, afirmou o governador local, Alexander Beglov. </P><br />
<P>O terminal petrolífero de São Petersburgo e a base militar de Kronstadt, nas proximidades, foram alvos dos &#8216;drones&#8217; ucranianos, segundo o Presidente Volodymyr Zelensky, que descreveu os ataques como &#8220;justificados&#8221;.</P><br />
<P>Os russos &#8220;devem saber que, se usarem &#8216;drones&#8217; e mísseis contra nós, faremos o mesmo&#8221;, declarou o Presidente ucraniano, que na quarta-feira recebeu em Kiev o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.</P><br />
<P>Os ataques interromperam as operações no principal aeroporto da antiga capital imperial russa.</P><br />
<P>O Kremlin prometeu &#8220;respostas sistemáticas&#8221; a estes ataques de Kiev, que ocorreram um dia depois de 23 pessoas terem sido mortas na Ucrânia num ataque russo em grande escala com mísseis e &#8216;drones&#8217;.</P><br />
<P>Os primeiros participantes do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo (SPIEF) chegaram no meio de um denso fumo ao fundo do centro de conferências.</P><br />
<P>O SPIEF, conhecido como o &#8220;Davos russo&#8221; e o principal evento da Rússia para atrair investidores e empresas estrangeiras, tem como ponto alto o discurso do Presidente russo, Vladimir Putin, agendado para sexta-feira.</P><br />
<P>Este ano, a lista de participantes inclui nomes de aliados da Rússia, entre os quais os presidentes do Uzbequistão e da Tanzânia, e ministros de Cuba, Bielorrússia, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.</P><br />
<P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, que na terça-feira condenou a onda de ataques russos contra a Ucrânia, é esperado em São Petersburgo e tem participação agendada num painel sobre o ambiente, na sexta-feira.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771910]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Familiares denunciam em vigília transferência de presos políticos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 03:01:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dezenas de familiares de presos políticos estão desde quarta-feira em vigília nas proximidades do El Helicoide, sede do Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN, serviços de informações) em Caracas, cárcere que os ativistas dizem ser um centro de tortura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dezenas de familiares de presos políticos estão desde quarta-feira em vigília nas proximidades do El Helicoide, sede do Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN, serviços de informações) em Caracas, cárcere que os ativistas dizem ser um centro de tortura.</P><br />
<P>A vigília tem lugar depois de os familiares denunciarem que foram suspensas as visitas devido à transferência em massa de detidos a lugares não especificados.</P><br />
<P>&#8220;Temos informações de que começaram a fazer transferências. Não sabemos de quem nem para onde, mas conseguimos ver, desde uma colina próxima deste centro de tortura, que os presos políticos começaram a ser transferidos&#8221;, denunciou Andreína Baduel do Comité pela Liberdade dos Presos políticos.</P><br />
<P>Aos jornalistas, Andreína Baduel explicou que a transferência tem lugar depois do secretário de Estado dos EUA, Marco Rúbio, afirmar, terça-feira, que o Helicoide tinha sido encerrado, situação que foi desmentida de imediato pelos familiares dos presos políticos e pelas organizações não governamentais.</P><br />
<P>&#8220;A resposta do regime foi começar transferências arbitrárias, reiterar as violações dos direitos humanos dos presos políticos e não dar respostas aos familiares&#8221;, disse.</P><br />
<P>Entretanto, foram divulgados nas redes sociais vídeos dos momentos em que a população gravava com telemóveis a passagem das viaturas onde alegadamente eram transportados os presos, a quem acenavam.</P><br />
<P>O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa denunciou que uma jornalista e dois operadores de câmara foram temporariamente detidos pela polícia, quando os protestos dos familiares.</P><br />
<P>A Rede de Ex-Presos pela Democracia (RED) emitiu um comunicado denunciando que a transferência de presos deixou a descoberto &#8220;o engano&#8221; que as autoridades venezuelanas &#8220;mantêm perante a própria tutela norte-americana&#8221;.</P><br />
<P>No documento denuncia ainda o silêncio das autoridades sobre o possível paradeiro dos presos políticos e exigem ao Ministério de Assuntos Penitenciários que estabeleça um mecanismo imediato de comunicação entre os familiares e os reclusos, e que fixe um calendário de visitas.</P><br />
<P>&#8220;Desta forma, poderão verificar o seu estado físico e mental [dos presos], além de que tal servirá como prova de vida&#8221;, sublinha a RED no comunicado.</P><br />
<P>Por outro lado, a organização não governamental Encontro, Justiça e Perdão (EJP), alertou que os movimentos inusitados e as possíveis transferências de presos políticos &#8220;suscitam sérias questões e reforçam a perceção de que estão a ser tomadas decisões de última hora para responder à pressão e ao escrutínio internacional, mais do que para corrigir genuinamente as violações denunciadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Perante esta situação, reiteramos que os 25 presos por motivos políticos que permanecem em El Helicoide devem ser libertados de imediato. A sua transferência para outro centro de detenção não constitui uma solução nem representa um avanço em matéria de direitos humanos. O que se impõe é a sua libertação total e incondicional&#8221;, explica a EJP na rede social X.</P><br />
<P>Em 30 de janeiro, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez propôs que o Helicoide, denunciado por organizações não-governamentais e membros da oposição como um centro de tortura, seja transformado num centro social e desportivo.</P><br />
<P>A proposta foi anunciada depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, com quem o Governo interino de Rodríguez mantém relações, ter falado sobre o encerramento de uma &#8220;câmara de tortura&#8221; na capital venezuelana.</P><br />
<P>Na Venezuela, segundo várias organizações não-governamentais , existem pelo menos 404 presos políticos, entre eles 39 estrangeiros, cinco deles portugueses.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771909]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mães de Tiananmen exigem que China preste contas 37 anos após massacre</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 02:50:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As Mães de Tiananmen exigiram hoje que as autoridades chinesas esclareçam quantas pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram na repressão militar de 1989, quando se assinala o 37.º aniversário do massacre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Mães de Tiananmen exigiram hoje que as autoridades chinesas esclareçam quantas pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram na repressão militar de 1989, quando se assinala o 37.º aniversário do massacre.</P><br />
<P>O grupo, que reúne familiares das vítimas da repressão de 04 de junho de 1989, apelou ao Governo chinês para que &#8220;enfrente honestamente&#8221; os acontecimentos, &#8220;reconheça os seus erros&#8221;, &#8220;revele a verdade&#8221; e &#8220;preste contas&#8221; às famílias e à sociedade chinesa.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado pela organização Human Rights in China (HRIC), fundada em 1989 por cidadãos chineses no estrangeiro, as Mães de Tiananmen lamentaram que continue sem existir um balanço oficial sobre o número de mortos, feridos e desaparecidos.</P><br />
<P>&#8220;Ainda hoje não existe um número claro de quantos morreram, quantos ficaram feridos ou quantos desapareceram durante a repressão&#8221;, afirmou o grupo.</P><br />
<P>O massacre ocorreu na noite de 3 para 4 de junho de 1989, quando tropas e tanques do Exército chinês avançaram sobre a Praça Tiananmen e as áreas circundantes, em Pequim, onde estudantes e trabalhadores se manifestavam há várias semanas contra a corrupção e a favor de uma maior abertura política.</P><br />
<P>As autoridades chinesas nunca divulgaram um número oficial de vítimas. Estimativas independentes apontam para centenas ou mesmo milhares de mortos.</P><br />
<P>No comunicado, o grupo denunciou que, apesar dos avanços tecnológicos registados nas últimas décadas, os relatos sobre a repressão continuam inacessíveis na China, onde o tema permanece sujeito a forte censura.</P><br />
<P>As Mães de Tiananmen afirmaram ainda que as homenagens privadas às vítimas têm sido alvo de vigilância ao longo dos anos, contribuindo para que muitos jovens chineses desconheçam os acontecimentos de junho de 1989.</P><br />
<P>O coletivo reiterou as suas reivindicações históricas, incluindo a divulgação integral dos factos, indemnizações para as vítimas e familiares e a responsabilização legal dos autores da repressão.</P><br />
<P>O grupo criticou também a evolução da narrativa oficial chinesa, que passou de referências a &#8220;distúrbios&#8221; e a uma &#8220;rebelião contrarrevolucionária&#8221; para a designação mais recente de &#8220;grave distúrbio político&#8221;.</P><br />
<P>Segundo as Mães de Tiananmen, estas formulações procuram ocultar o facto de o Governo ter mobilizado o Exército contra a própria população.</P><br />
<P>As autoridades chinesas continuam a rejeitar qualquer revisão oficial dos acontecimentos e sustentam que já existe uma conclusão definitiva sobre o episódio, que permanece um dos temas mais sensíveis da história contemporânea da China.</P><br />
<P>O grupo recordou ainda o general Xu Qinxian, então comandante do 38.º Exército, que recusou cumprir a ordem para mobilizar tropas contra os manifestantes.</P><br />
<P>Xu foi posteriormente condenado a cinco anos de prisão por um tribunal militar, expulso das forças armadas e afastado da vida pública até à sua morte, em 2021.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771908]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Estados Unidos atacam nova embarcação no Pacífico e matam dois tripulantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 02:37:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército dos Estados Unidos realizou um novo ataque aéreo contra uma embarcação de alegados traficantes de droga no leste do oceano Pacífico, matando dois homens, segundo autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército dos Estados Unidos realizou um novo ataque aéreo contra uma embarcação de alegados traficantes de droga no leste do oceano Pacífico, matando dois homens, segundo autoridades.</P><br />
<P>O ataque, anunciado na noite de quarta-feira, eleva para pelo menos 207 o número total de mortos, desde que a Administração do Presidente Donald Trump iniciou a ofensiva, em setembro.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada na rede social X, o Comando Militar dos EUA para a América Latina e as Caraíbas (Southcom, na sigla em inglês) declarou que &#8220;o navio navegava ao longo de rotas conhecidas de tráfico de droga no Pacífico Oriental e participava em operações de tráfico de droga&#8221;.</P><br />
<P>Imagens de vídeo a preto e branco que acompanhavam a mensagem mostravam um pequeno barco a deslocar-se em grande velocidade no alto mar antes de ser engolido por uma violenta explosão.</P><br />
<P>Este foi o segundo ataque deste tipo em menos de uma semana. O primeiro, no sábado, causou a morte de três homens, também no leste do Pacífico, disse o Soutcom.</P><br />
<P>A Administração de Donald Trump nunca apresentou provas concretas que permitissem afirmar que os navios visados estavam efetivamente envolvidos no tráfico.</P><br />
<P>Especialistas e responsáveis da ONU denunciaram estas execuções extrajudiciais.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram a missão em setembro na área de responsabilidade do Southcom, que foi ativada com o objetivo principal de aumentar a pressão sobre o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, capturado numa operação militar norte-americana em Caracas e extraído para Nova Iorque, no passado dia 03 de janeiro.</P><br />
<P>Em paralelo, Washington conduz desde então uma campanha de ataques no Pacífico e nas Caraíbas contra navios que são apresentados como participando em atividades de tráfico de droga, alegadamente destinada aos Estados Unidos.</P><br />
<P>Um órgão de supervisão interno do Pentágono irá investigar a legalidade destas operações, segundo noticiaram no final de maio os meios de comunicação norte-americanos.</P><br />
<P>O órgão pretende, em particular, verificar se os &#8220;ciclos conjuntos de seis fases de direcionamento&#8221; estão a ser seguidos corretamente. De acordo com uma fonte citada pela estação norte-americana NBC, os ciclos variam desde a designação do alvo até à avaliação do ataque, incluindo a análise de inteligência e a tomada de decisões finais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771907]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia de Hong Kong parou artista que tentava assinalar repressão de Tiananmen &#8211; AP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 02:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um artista de Hong Kong tentou homenagear as vítimas da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen, mas foi detido de imediato pela polícia do território semiautónomo, noticiou a agência norte-americana Associated Press (AP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um artista de Hong Kong tentou homenagear as vítimas da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen, mas foi detido de imediato pela polícia do território semiautónomo, noticiou a agência norte-americana Associated Press (AP).</P><br />
<P>Na quarta-feira, Chen Sanmu tentou amarrar um fio vermelho simbólico a um poste de sinalização em Causeway Bay, um movimentado bairro comercial próximo de um parque que, durante décadas, acolheu uma vigília anual à luz de velas, no dia 04 de junho, para homenagear as vítimas da repressão que pôs fim aos protestos liderados por estudantes em Pequim em 1989.</P><br />
<P>Chen disse que o fio tinha 6,4 metros de comprimento, numa aparente referência à data de 04 de junho.</P><br />
<P>Os agentes da polícia pararam Chen e revistaram a mala antes de o deixarem prosseguir. Quando questionado por um repórter sobre o gesto com o fio vermelho após a libertação, Chen disse que o objetivo era expressar as condolências pelos mortos.</P><br />
<P>&#8220;É anormal que as pessoas te vigiem quando estás a dizer ou a fazer algo&#8221;, declarou aos repórteres Chen, detido pelo menos duas vezes nos anos mais recentes.</P><br />
<P>Na noite de quarta-feira, outra artista, Chan Mei-tung, que se encontrava em frente a uma zona comercial, segurava um balão em forma de ponto de interrogação, quando foi parada pela polícia, que a acompanhou de volta à estação de metro.</P><br />
<P>De acordo com a AP, a polícia não comentou até ao momento as ações de quarta-feira.</P><br />
<P>Hoje faz 37 anos que o exército chinês avançou com tanques para dispersar protestos pacíficos liderados por estudantes, que pediam reformas democráticas para o país, causando um número de mortos que ainda hoje é objeto de discussão.</P><br />
<P>Estimativas chegam às dez mil vítimas, embora Pequim defenda que a repressão dos &#8220;tumultos contrarrevolucionários&#8221; tenha levado à morte de duas centenas de civis.</P><br />
<P>Durante três décadas, Hong Kong e Macau foram os únicos locais em solo chinês onde o 04 de junho em Pequim foi lembrado de forma pacífica, com vigílias anuais que, no caso de Hong Kong, reuniam dezenas de milhares de cidadãos. </P><br />
<P>A Polícia de Segurança Pública de Macau disse à Lusa não ter sido notificada sobre a organização de reuniões ou manifestações para hoje. </P><br />
<P>&#8220;Até ao momento, esta Corporação não recebeu qualquer aviso prévio de realização de manifestação ou reunião em 04 de Junho&#8221;, respondeu, na segunda-feira à noite por e-mail, a PSP de Macau que, por lei, tem de ser notificada da organização de qualquer protesto ou vigília no espaço público.</P><br />
<P>Em 2020, as autoridades proibiram, em Macau e Hong Kong, pela primeira vez em 30 anos, a realização da vigília em espaço público, numa decisão justificada com os trabalhos de prevenção da covid-19.</P><br />
<P>Já no ano seguinte, a PSP Macau citou pela primeira vez razões políticas para interditar a comemoração, alegando risco de violações do Código Penal, nomeadamente dos artigos sobre a &#8220;ofensa a pessoa coletiva que exerça autoridade pública&#8221; e o &#8220;incitamento à alteração violenta do sistema estabelecido&#8221;.</P><br />
<P>Uma decisão validada posteriormente pelo Tribunal de Última Instância, quando apresentado recurso da decisão das autoridades.</P></p>
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