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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>NOTA AOS CLIENTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 23:04:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O serviço da agência Lusa pode sofrer perturbações durante o dia de hoje devido a uma greve dos trabalhadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O serviço da agência Lusa pode sofrer perturbações durante o dia de hoje devido a uma greve dos trabalhadores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765075]]></sapo:autor>
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		<title>Google lança modelos de IA mais rápidos e agente disponível 24 horas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:57:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A gigante tecnológica Google lançou hoje os seus novos modelos de inteligência artificial (IA), Gemini 3.5 Flash e Gemini Omni, juntamente com um agente virtual integrado capaz de operar de forma autónoma 24 horas por dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante tecnológica Google lançou hoje os seus novos modelos de inteligência artificial (IA), Gemini 3.5 Flash e Gemini Omni, juntamente com um agente virtual integrado capaz de operar de forma autónoma 24 horas por dia.</P><br />
<P>A principal inovação divulgada durante a sua conferência anual para programadores, o Google I/O 2026, é o Gemini 3.5 Flash, um modelo concebido para a programação de agentes e fluxos de trabalho do mundo real.</P><br />
<P>De acordo com o CEO da Alphabet, Sundar Pichai, este novo modelo é &#8220;muito capaz e verdadeiramente comparável aos melhores modelos, mas é notavelmente rápido&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, o modelo oferece a capacidade de gerar interfaces &#8216;web&#8217; e gráficos mais completos e interativos, e representa um avanço significativo na programação de agentes de IA úteis, superando o Gemini 3.1 Pro em testes de codificação e de agentes, segundo a Google.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa antes do evento, Pichai destacou que os programadores da Google estão a utilizar o Flash 3.5 internamente no Antigravity 2.0, a sua plataforma de desenvolvimento centrada em agentes, o que &#8220;acelerou drasticamente a forma como a Google desenvolve&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com os dados da empresa, esta versão supera o modelo anterior, 3.1 Pro, em quase todas as métricas e processa os &#8216;tokens&#8217; de saída quatro vezes mais rápido do que os seus concorrentes diretos, reduzindo os custos em mais de metade.</P><br />
<P>Paralelamente, foi apresentado o Gemini Omni, um modelo nativamente multimodal para as suas entradas (aceitando texto, áudio, imagens e vídeo) que gera inicialmente saídas de vídeo, com saídas de áudio e imagem a serem adicionadas em breve.</P><br />
<P>O CEO e cofundador da Google DeepMind, Demis Hassabis, enfatizou durante o evento que este novo modelo é capaz de &#8220;alcançar um novo nível de compreensão do mundo, da multimodalidade e da edição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Modelos como o Leo, o Nano, o Banana e o Genie (todos da Google) são capazes de criar vídeos, imagens e simulações interativas extremamente realistas. Embora não sejam perfeitos, já demonstram capacidades intuitivas impressionantes. Com o Omni, demos um passo mais além. Representa uma mudança radical na simulação de fenómenos como a energia cinética e a gravidade&#8221;, explicou Hassabis na apresentação.</P><br />
<P>O Gemini Omni e o Flash 3.5 já estão disponíveis, e a Google planeia lançar a versão 3.5 Pro no próximo mês.</P><br />
<P>Também lançado hoje, o Gemini Spark é um assistente pessoal que opera 24 horas por dia, 7 dias por semana, em máquinas virtuais dedicadas na nuvem (cloud, em inglês).</P><br />
<P>O Spark pode automatizar projetos de investigação, gerar relatórios através do cruzamento de dados de várias aplicações e gerir agendas de forma autónoma, sem a necessidade de manter o dispositivo ligado.</P><br />
<P>&#8220;Sim, pode usá-lo com o computador fechado&#8221;, vincou Pichai.</P><br />
<P>Entre os vários lançamentos de hoje relacionados com a IA, um novo assistente chamado Daily Brief também se destacou. </P><br />
<P>Recolhe informações das aplicações que o utilizador ligou ao Gemini, a IA do Google.</P><br />
<P>Uma das suas funções é enviar ao utilizador um resumo diário do seu dia todas as manhãs, com base nos próximos eventos da agenda e nas atualizações recebidas no Gmail.</P><br />
<P>Esta funcionalidade estará disponível para os subscritores do Google AI Plus, Pro e Ultra nos Estados Unidos a partir de hoje.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765074]]></sapo:autor>
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		<title>Pobreza baixa para 15,4%, mas desigualdades persistem em Portugal &#8211; Relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 19 mai 2026 -- O risco de pobreza caiu de 17% para 15,4% em dois anos e o poder de compra aumentou 25,2% na última década, mas persistem "fortes desigualdades" sociais, regionais, salariais e habitacionais, segundo o "Portugal, Balanço Social 2025".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 19 mai 2026 &#8212; O risco de pobreza caiu de 17% para 15,4% em dois anos e o poder de compra aumentou 25,2% na última década, mas persistem &#8220;fortes desigualdades&#8221; sociais, regionais, salariais e habitacionais, segundo o &#8220;Portugal, Balanço Social 2025&#8221;.</P><br />
<P>A taxa de risco de pobreza desceu de 17% em 2023 para 15,4% em 2025, mantendo a tendência de redução iniciada no ano anterior, indica o relatório, elaborado por investigadores da Nova SBE, que sublinha, contudo, que continuam a existir &#8220;fragilidades estruturais&#8221; em vários domínios.</P><br />
<P>O estudo mostra que o rendimento médio disponível aumentou de 9.856 euros em 2014 para 14.951 euros em 2024, correspondendo a um crescimento real do poder de compra de 25,2%, depois de descontada a inflação.</P><br />
<P>Os maiores ganhos relativos ocorreram entre os rendimentos mais baixos, com aumentos superiores a 30% nos primeiros cinco decis da distribuição.</P><br />
<P>Apesar da melhoria dos indicadores médios, a pobreza continua particularmente elevada entre desempregados (42,6%), famílias monoparentais (35,1%) e pessoas com menor escolaridade. </P><br />
<P>Em 2024, havia cerca de 301 mil crianças pobres e 541 mil pessoas com mais de 65 anos em situação de pobreza.</P><br />
<P>O relatório conclui também que os 10% mais ricos continuam a concentrar quase oito vezes mais rendimento do que os 10% mais pobres, enquanto os 25% mais ricos detêm 46,5% do rendimento nacional.</P><br />
<P>No capítulo dedicado à privação infantil, os investigadores concluem que quase 30% das crianças pobres vivem em situação de privação material e social. </P><br />
<P>Entre estas, cerca de metade não participa regularmente em atividades extracurriculares ou de lazer e mais de um terço vive em habitações sobrelotadas.</P><br />
<P>Os investigadores destacam também o papel das transferências sociais na redução da pobreza.</P><br />
<P>Sem apoios sociais, a taxa de pobreza subiria para 40,3%, refere o documento, que aponta ainda para a existência de 214 mil beneficiários do Rendimento Social de Inserção em 2025, dos quais quase um terço são menores de idade.</P><br />
<P>As desigualdades regionais permanecem significativas. O Alentejo registava a taxa de pobreza mais elevada do país, com 17,9%, enquanto a Grande Lisboa apresentava a mais baixa, com 12,2%. Já os Açores e a Madeira destacavam-se pelos níveis mais elevados de privação material e social.</P><br />
<P>A privação material e social afetava 10,2% da população nacional em 2025, sendo quase seis vezes mais frequente entre pessoas pobres. Entre os agregados economicamente vulneráveis, um terço suportava encargos excessivos com habitação e quase 40% não conseguiam manter a casa confortavelmente fresca durante o verão.</P><br />
<P>Na saúde, as dificuldades de acesso permanecem mais expressivas entre os mais pobres, sobretudo na medicina dentária, área em que mais de um terço reportou não conseguir obter cuidados necessários.</P><br />
<P>O mercado de trabalho apresenta melhorias, com a taxa de desemprego nos 6% em 2025, mas persistem diferenças salariais entre homens e mulheres. Segundo o estudo, por cada euro recebido por um homem, uma mulher ganha entre 57 e 72 cêntimos, consoante o nível de escolaridade.</P><br />
<P>O estudo conclui que as dificuldades económicas têm igualmente impacto na perceção social e política, indicando que as pessoas com maiores dificuldades financeiras demonstram menor confiança nas instituições e maior pessimismo em relação ao futuro económico do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765073]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Carneiro não acompanha comissão de inquérito sobre Lajes e acusa Rangel de nervosismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:54:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder do PS rejeitou hoje uma comissão de inquérito sobre a Base das Lajes, mas quer explicações no parlamento do ministro dos Negócios Estrangeiros, que acusa de nervosismo, para esclarecer as declarações do secretário de Estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do PS rejeitou hoje uma comissão de inquérito sobre a Base das Lajes, mas quer explicações no parlamento do ministro dos Negócios Estrangeiros, que acusa de nervosismo, para esclarecer as declarações do secretário de Estado norte-americano.</P><br />
<P>&#8220;Considerando que países aliados de Portugal &#8211; o Reino Unido, a Alemanha, a França e a Itália &#8211; atuaram de forma diferente daquela que foi a atuação do Governo português, o PS tem um dever porque aquilo que nos foi transmitido não corresponde àquilo que foi transmitido pelo Secretário de Estado norte-americano&#8221;, respondeu José Luís Carneiro esta noite, em entrevista ao NOW, sobre a polémica em torno do uso da Base das Lajes.</P><br />
<P>Na perspetiva do secretário-geral do PS, o dever do seu partido é exigir &#8220;o escrutínio no Parlamento, nomeadamente na Comissão dos Negócios Estrangeiros&#8221;, audição do ministro Paulo Rangel que os socialistas já pediram no parlamento.</P><br />
<P>&#8220;No nosso entender, não é necessária uma comissão de inquérito, porque é normal, é regular que o ministro dos Negócios Estrangeiros responda às perguntas que lhe são feitas pelos deputados&#8221;, disse, quando questionado sobre a comissão de inquérito que PCP e BE já pediram.</P><br />
<P>Para José Luís Carneiro, a &#8220;pergunta é simples&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se aquilo que disse o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, não corresponde à verdade daquilo que se passou, o senhor ministro dos Negócios Estrangeiros transmite essa mensagem em sede própria e com certeza que as questões ficam esclarecidas&#8221;, desafiou.</P><br />
<P>Sobre Paulo Rangel, o líder do PS disse compreender &#8220;o desconforto&#8221;, mas considerou que &#8220;não justifica tanto nervosismo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro contactou-me no dia 27 de fevereiro para perguntar a posição do PS sobre o uso da Base das Lajes. (&#8230;)  E aquilo que eu disse foi que nós éramos contrários a uma intervenção militar feita à margem das Nações Unidas&#8221; e do direito internacional, referiu, enfatizando que já tinha dito o mesmo no parlamento perante Luís Montenegro.</P><br />
<P>Segundo o secretário-geral do PS, o Governo transmitiu que &#8220;colocou três condições em relação ao uso da base das lajes&#8221; e os socialistas consideraram que &#8220;essa justificação era uma justificação válida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O uso da Base das Lajes seria feito não para atos de guerra, mas para operações de logística e para apoio logístico a ações de retaliação, desde que fundamentadas, justificadas e proporcionais e nunca contra alvos civis. Nós concordamos com estas condições que o Governo colocou e dissemo-lo na Assembleia da República&#8221;, disse.</P><br />
<P>No entanto, de acordo com Carneiro, aquilo que Marco Rubio veio &#8220;afirmar, para todo o mundo, é que Portugal que disponibilizou a utilização sem perguntar para que efeito&#8221;.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros escusou-se hoje a &#8220;falar mais&#8221; sobre o uso da base das Lajes pelos Estados Unidos nos ataques ao Irão, argumentando que já foi &#8220;muito claro&#8221; e &#8220;o tempo da clareza agora é para outros&#8221;.</P><br />
<P>Rangel insistiu que não vai &#8220;falar mais sobre isso&#8221;, convidando a fazê-lo &#8220;quem lançou a confusão&#8221;, sem nunca mencionar explicitamente o PS, cuja posição sobre esta matéria o ministro condenou &#8220;veementemente&#8221; na véspera.</P><br />
<P>Os pedidos do PS para audição de Rangel e do PCP e BE para uma comissão de inquérito surgiram na sequência de declarações do secretário de Estado norte-americano na quinta-feira, quando elogiou Portugal por aceitar o pedido dos Estados Unidos para utilizar a base das Lajes no conflito com o Irão.</P><br />
<P>Em entrevista à Fox News, Marco Rubio disse que essa autorização foi dada ainda antes de Portugal saber qual seria o pedido.</P><br />
<P>No mesmo dia, o ministério esclareceu em comunicado que &#8220;o pedido a Portugal para utilização da Base das Lajes só foi feito já depois do ataque ao Irão, sendo que o Governo português só autorizou mediante condições que foram logo tornadas públicas e que são conhecidas&#8221;.</P><br />
<P>Segunda-feira, Rangel condenou a posição do PS sobre este tema, garantindo que o partido foi &#8220;informado e consultado previamente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765072]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 30 armas de fogo apreendidas em casas de suspeitos de ataque a mesquita nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:33:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 30 armas de fogo foram apreendidas em residências em San Diego ligadas aos dois adolescentes suspeitos do ataque à maior mesquita da cidade no estado norte-americano da Califórnia, que fez cinco mortos, anunciaram hoje as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 30 armas de fogo foram apreendidas em residências em San Diego ligadas aos dois adolescentes suspeitos do ataque à maior mesquita da cidade no estado norte-americano da Califórnia, que fez cinco mortos, anunciaram hoje as autoridades. </P><br />
<P>Mark Remily, agente especial responsável pela delegação da agência federal de investigação criminal (FBI) em San Diego, afirmou em conferência de imprensa que foram realizadas buscas em duas residências ligadas aos dois atacantes, de 17 e 18 anos, e que além de pistolas, armas automáticas e uma besta, foram encontrados equipamentos táticos, munições e dispositivos eletrónicos.  </P><br />
<P>As autoridades recuperaram ainda um manifesto relacionado com o ataque, que pode esclarecer o que motivou os dois adolescentes, que mataram três pessoas na segunda-feira numa mesquita de San Diego, antes de se suicidarem. </P><br />
<P>Ambos conheceram-se online e partilhavam um &#8220;ódio generalizado&#8221; contra diferentes religiões e raças, disse Remily, recusando-se a especificar quais as ideologias ou opiniões que foram expressas pelos atiradores. </P><br />
<P>Remily disse que as autoridades ainda estão a tentar descobrir se os atiradores tinham planos mais vastos. </P><br />
<P>De acordo com o comandante da polícia, Scott Wahl, horas antes do ataque, a polícia estava à procura dos dois adolescentes, depois de a mãe de um deles ter relatado que o seu filho tinha tendências suicidas e tinha fugido de casa com armas e o seu veículo.  </P><br />
<P>Duas horas após a chamada, o tiroteio começou no Centro Islâmico de San Diego, que também alberga uma escola. </P><br />
<P>O tiroteio foi o mais recente de uma série de ataques a locais de culto e ocorre num contexto de aumento das ameaças e crimes de ódio contra as comunidades muçulmana e judaica desde o início da guerra no Médio Oriente, o que levou ao reforço da segurança. </P><br />
<P>As autoridades ainda não identificaram publicamente os adolescentes, mas segundo a imprensa local os investigadores revistaram a casa de um estudante do último ano do ensino secundário em San Diego, Cain Clark. </P><br />
<P>Não houve nenhuma ameaça específica contra o centro islâmico, a maior mesquita de San Diego, mas as autoridades descobriram que os suspeitos se envolveram numa &#8220;retórica de ódio generalizada&#8221;, disse Wahl. </P><br />
<P>Entre os mortos estava um segurança que, segundo as autoridades, impediu os atacantes de entrarem na mesquita. </P><br />
<P>O imã Taha Hassane identificou as vítimas como Abdullah, Mansour Kaziha e Nader Awad. Kaziha, conhecido como Abu Ezz, &#8220;era tudo&#8221; para o Centro Islâmico, desde &#8220;cozinheiro&#8221; a &#8220;zelador&#8221;, disse Hassane. </P><br />
<P>Abdullah trabalhava na mesquita há mais de uma década e &#8220;queria defender os inocentes, por isso decidiu tornar-se segurança&#8221;, disse o xeique Uthman Ibn Farooq, que conversou com o filho de Abdullah. </P><br />
<P>Todos os alunos e pessoal do Centro Islâmico foram retirados em segurança. </P><br />
<P>A mesquita fica num bairro residencial com centros comerciais, restaurantes e mercados.    </P><br />
<P>Na sequência do ataque em San Diego, a presidente da Câmara de Los Angeles, Karen Bass, anunciou que vai aumentar a segurança e a vigilância nos centros islâmicos. </P><br />
<P>&#8220;Conversei com líderes da comunidade muçulmana em Los Angeles para oferecer a minha ajuda e ordenei ao Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) que mobilize recursos adicionais para proteger as mesquitas da cidade&#8221;, afirmou Bass nas redes sociais. </P><br />
<P>&#8220;Os locais de culto devem ser verdadeiros santuários onde o ódio e a violência não têm lugar&#8221;, insistiu a autarca da maior cidade do estado da Califórnia. </P><br />
<P>A medida, que visa conter o risco de um &#8220;efeito de contágio&#8221;, surge poucas semanas antes do início do campeonato mundial de futebol, do qual Los Angeles é uma das principais cidades-sede.  </P><br />
<P>Seleções como a do Irão estão entre as que vão disputar os seus jogos da fase de grupos no SoFi Stadium, na área metropolitana de Los Angeles.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765071]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente do Banco Central do Brasil compara banco Master a equipa da terceira divisão do futebol</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/presidente-do-banco-central-do-brasil-compara-banco-master-a-equipa-da-terceira-divisao-do-futebol/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:23:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Banco Central (BC) do Brasil, Gabriel Galípolo, afirmou hoje que o Master não representa risco ao sistema financeiro e comparou o banco a uma equipa da terceira divisão do futebol brasileiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Banco Central (BC) do Brasil, Gabriel Galípolo, afirmou hoje que o Master não representa risco ao sistema financeiro e comparou o banco a uma equipa da terceira divisão do futebol brasileiro.</P><br />
<P>Galípolo voltou a reafirmar que a liquidação do banco de Daniel Vorcaro, feita pela BC em novembro de 2025, ocorreu por conta de indícios de irregularidades.</P><br />
<P>&#8220;Concordo que isso está consternando as pessoas (&#8230;) Mas o que foi feito com o dinheiro. Um banco S3, espero que os outros bancos S3 não se ofendam &#8211; da terceira divisão do futebol que é o sistema financeiro brasileiro&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Em seguida disse que o Master é um banco que não oferece risco, porque &#8220;é menos de 0,5%&#8221; do património total do sistema financeiro. </P><br />
<P>&#8220;Parece-me &#8211; tomando uma liberdade aqui (&#8230;) que talvez não caiba ao presidente do Banco Central &#8211; que o que tem chamado a atenção das pessoas é o que se fazia com o dinheiro que estava no Banco Master, é isso&#8221;, afirmou</P><br />
<P>&#8220;É menos um problema de você entender que existe um risco sistémico para o sistema financeiro e mais o que se fazia com aquele dinheiro&#8221;, completou durante audiência da Comissão de Assuntos Económicos do Senado.</P><br />
<P>Na última semana, o portal The Intercept Brasil mostrou que o então banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar o filme &#8220;Dark Horse&#8221;, cinebiografia do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>Áudios do senador Flávio Bolsonaro e pré-candidato à Presidência do Brasil nas eleições mostram que ele pediu e cobrou Vorcaro pelo pagamento das parcelas, e o banqueiro chegou a pagar 64 milhões de reais (10,9 milhões de euros).</P><br />
<P>Operações deflagradas pela Polícia Federal do Brasil nas últimas semanas também mostra que Vorcaro custeava gastos de luxo de um senador brasileiro e de um ex-presidente de um banco estatal, em troca de apoio político e institucional. </P><br />
<P>A Polícia brasileira também tem feito várias operações mirando servidores e gestores de fundos de previdência de cidades brasileiras, por suspeita de fraudes e corrupção ao pegarem os recursos de aposentados e aplicarem no Banco Master. </P><br />
<P>Atualmente, Daniel Vorcaro segue preso em Brasília acusado de cometer fraudes contra o sistema financeiro e por crimes de corrupção. </P><br />
<P>O pai e um primo do ex-banqueiro também foram detidos recentemente por serem, segundo as autoridades policiais, um dos operadores do esquema criminoso coordenado por Vorcaro, inclusive de uma milícia digital.</P><br />
<P>Dois diretores do Banco Central também foram afastados suspeitos de receberem imóveis e recursos para favorecerem o Master. </P><br />
<P>Ainda na audiência do Senado, Galípolo disse que o BC agiu rápido no caso Master ao vetar a venda do banco de Vorcaro ao Banco de Brasília (BRB), atualmente investigado e em crise pelo rombo multimilionário. </P><br />
<P>Na sequência, o presidente do BC cobrou dos senadores reforço estrutural da autoridade monetária por estar sem recursos para investir em tecnologia e com &#8216;deficit&#8217; de mil servidores.  </P><br />
<P>&#8220;O que vai começar a acontecer é o Banco Central, ciente de que o cobertor é curto, ter que escolher o que a gente cobre e o que a gente não cobre&#8221;, disse. </P><br />
<P>&#8220;A gente vai ter que começar a fazer uma gestão de risco dizendo assim: &#8216;Não há cobertor para cobrir tudo. O que é mais sistêmico vamos passar a analisar'&#8221;, frisou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765070]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Hezbollah relata confrontos com soldados israelitas no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:23:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Hezbollah reportou hoje confrontos entre os seus combatentes e soldados israelitas no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo na guerra entre o movimento xiita pró-Irão e Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Hezbollah reportou hoje confrontos entre os seus combatentes e soldados israelitas no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo na guerra entre o movimento xiita pró-Irão e Israel.</P><br />
<P>O movimento indicou, em comunicado, que os seus combatentes &#8220;entraram em confronto com forças armadas inimigas israelitas que tentavam avançar em direção aos arredores da praça central da cidade de Haddatha&#8221;.</P><br />
<P>O grupo pró-iraniano acrescentou que os confrontos &#8220;ainda estavam em curso&#8221; no momento da divulgação do comunicado.</P><br />
<P>Já o Exército israelita anunciou hoje a morte em combate de um reservista de 27 anos no sul do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;O oficial na reserva Itamar Sapir, de 27 anos, natural de Maali, vice-comandante do Batalhão 7008 (&#8230;) foi morto em ação no sul do Líbano&#8221;, referiu o Exército numa breve nota.</P><br />
<P>Com a sua morte, o número de soldados israelitas mortos no sul do Líbano desde o cessar-fogo estabelecido em meados de abril sobe para oito, e para 21 desde a intensificação das hostilidades no meio das tensões com o Irão, em 02 de março.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, expressou as suas condolências pela &#8220;grande perda&#8221; sofrida pela família de Sapir e transmitiu as suas &#8220;mais profundas condolências&#8221; após a sua morte em combate no sul do Líbano.</P><br />
<P>De acordo com o Ministério da Saúde libanês, os ataques aéreos israelitas no sul do país causaram hoje 19 mortos.</P><br />
<P>&#8220;Um ataque aéreo israelita na cidade de Deir Qanoune al-Nahr, no distrito de Tiro, resultou num número inicial de 10 mortos, incluindo três crianças e três mulheres, além de três feridos, entre eles uma criança&#8221;, indicou o ministério em comunicado, classificando o ataque como um massacre.</P><br />
<P>Uma mulher estava entre as nove pessoas mortas noutros ataques no sul do país, que fizeram 29 feridos, incluindo seis mulheres e uma criança.</P><br />
<P>Israel e o Hezbollah continuam os seus confrontos apesar do cessar-fogo, e o Exército israelita já realizou ataques para lá da &#8220;Linha Amarela&#8221;, uma zona com aproximadamente dez quilómetros de profundidade no sul do Líbano, onde os soldados israelitas continuam as suas operações, afirmando proteger a população do norte de Israel dos ataques do movimento pró-Irão.</P><br />
<P>Desde o início da guerra, os ataques israelitas provocaram a morte a mais de três mil pessoas no Líbano, segundo as autoridades libanesas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765069]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street baixa com subida dos rendimentos obrigacionistas e medo da inflação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:05:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, no seguimento da subida dos rendimentos obrigacionistas e dos receios da inflação e sem notícias positivas da situação decorrente da guerra ao Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, no seguimento da subida dos rendimentos obrigacionistas e dos receios da inflação e sem notícias positivas da situação decorrente da guerra ao Irão. </P><br />
<P>Os resultados da sssão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average perdeu 0,65%, o tecnológico Nasdaq cedeu 0,84% e o alargado S&amp;P500 baixou 0,67%.</P><br />
<P>&#8220;O rendimento das obrigações a 30 anos atingiu o seu máximo de 19 anos, fazendo cair as ações pela terceira sessão consecutiva&#8221;, especificou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Os títulos com este prazo atingiram um máximo desde 2007 e a crise económico-financeira de então, atingindo até 5,19% durante a sessão, depois dos 5,12% da véspera e dos 4,61% antes dos primeiros ataques israelo-norte-americanos ao Irão, em 28 de fevereiro. </P><br />
<P>Já estes títulos da dívida federal a 10 anos conheceram um movimento pouco frequente, atingindo os 4,69% &#8211; um máximo desde o início de 2025 -, depois dos 4,59% no fecho da sessão de segunda-feira. Antes dos ataques israelo-norte-americanos o rendimento oferecido estava nos 3,94%.</P><br />
<P>Em causa: &#8220;os receios legados à inflação&#8221; perante o impasse diplomático no Médio Oriente, apontou Sam Burns, da Mill Street Research, em declarações à AFP.</P><br />
<P>&#8220;Para mais, o Estreito de Ormuz continua fechado&#8221;, acentuou. </P><br />
<P>Com a inflação a corroer o valor do capital emprestado, os credores exigem taxas superiores. </P><br />
<P>Durante os dois primeiros meses da guerra ao Irão, Wall Street ignorou estas inquietações, graças a uma boa época de resultados empresariais e ao vigor dos conglomerados tecnológicos. </P><br />
<P>Mas esta época está a acabar e &#8220;os rendimentos retêm agora mais a atenção dos investidores&#8221; disse Burns.</P><br />
<P>Face às pressões inflacionistas, os investidores aguardam que a Reserva Federal comece a ser mais restritiva.</P><br />
<P>Uma subida da taxa de juro de referência poderia crispar a praça bolsista.</P><br />
<P>Por outro lado, os investidores aguardam a publicação na quarta-feira dos resultados da Nvidia, valor emblemático da inteligência artificial. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765068]]></sapo:autor>
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		<title>Homem detido após efetuar disparos e barricar-se em casa em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 22:05:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um homem com cerca de 60 anos foi hoje detido após alegadamente ter efetuado disparos num prédio na Ajuda, em Lisboa, e barricar-se na sua habitação, adiantou à Lusa fonte da PSP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem com cerca de 60 anos foi hoje detido após alegadamente ter efetuado disparos num prédio na Ajuda, em Lisboa, e barricar-se na sua habitação, adiantou à Lusa fonte da PSP. </P><br />
<P>As forças policiais foram acionadas ao final da tarde de hoje após relatos de disparos dentro de um prédio, referiu fonte oficial do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa (COMETLIS).</P><br />
<P>Ao chegarem ao local, os agentes constataram que haviam vestígios do impacto dos projéteis e que o suspeito estava dentro da sua residência, sem efetuar qualquer comunicação.</P><br />
<P>Para o local foram acionados elementos do Grupo de Operações Especiais (GOE), com os negociadores a tentarem o contacto com o suspeito, que acabou por sair da residência e foi detido, indicou fonte do COMETLIS.</P><br />
<P>A mesma fonte referiu à Lusa que o homem estava na posse de uma caçadeira, a arma que terá sido utilizada para efetuar os disparos, que atingiram a porta de uma habitação vizinha e uma parede.</P><br />
<P>O suspeito foi conduzido ao Hospital S. José para avaliação psiquiátrica, acrescentou a fonte policial, sublinhando que o homem terá sofrido uma descompensação.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765067]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Áustria investiga dois suspeitos de caçarem pessoas em Sarajevo na década de 90</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:52:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A justiça austríaca está a investigar duas pessoas suspeitas de terem disparado sobre civis como atiradores durante o cerco de Sarajevo na Guerra da Bósnia (1992-1995), em operações conhecidas como "safari humano", também investigadas pela Procuradoria de Milão (Itália).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A justiça austríaca está a investigar duas pessoas suspeitas de terem disparado sobre civis como atiradores durante o cerco de Sarajevo na Guerra da Bósnia (1992-1995), em operações conhecidas como &#8220;safari humano&#8221;, também investigadas pela Procuradoria de Milão (Itália).</P><br />
<P>A informação foi hoje avançada por dois jornais vienenses, com base numa resposta do Ministério da Justiça austríaco a uma pergunta parlamentar da ex-titular do cargo, a deputada do Partido Verde, Alma Zadic.</P><br />
<P>&#8220;Desde 25 de abril de 2026 que uma procuradoria austríaca conduz uma investigação contra um cidadão austríaco e outro indivíduo, ainda não identificado, em ligação com o seu possível envolvimento nas chamadas &#8216;rotas de atiradores&#8217; em Sarajevo durante a Guerra da Bósnia&#8221;, respondeu o ministério, citado pelo jornal Der Standard.</P><br />
<P>Trata-se de uma investigação formal do Ministério Público, o que implica a existência de suspeitas bem fundamentadas de que os dois indivíduos sob investigação pagaram para que civis fossem fuzilados durante a Guerra da Bósnia.</P><br />
<P>Zadic realçou em comunicado que as alegações apontam para &#8220;crimes de guerra extremamente graves&#8221; que devem ser investigados minuciosamente.</P><br />
<P>&#8220;É difícil imaginar que pessoas tenham alegadamente pago para que civis, incluindo crianças, fossem deliberadamente fuzilados, dada a sua crueldade&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Mais de 11.000 pessoas, incluindo 5.500 civis e 1.600 crianças, foram mortas durante o cerco de quatro anos a Sarajevo pelas milícias sérvias da Bósnia e pelos paramilitares sérvios, que estavam sediados nas colinas em redor da cidade.</P><br />
<P>Os rumores de que os estrangeiros ricos pagaram grandes somas para participar nesta &#8220;caça ao homem&#8221; ressurgiram depois de o escritor e jornalista italiano Ezio Gavazzeni ter apresentado uma queixa ao Ministério Público de Milão, em novembro.</P><br />
<P>O crime que está a ser analisado pela Procuradoria de Milão é o homicídio múltiplo com as agravantes de &#8220;motivos abjetos&#8221; e &#8220;crueldade&#8221;.</P><br />
<P>O Ministério da Justiça austríaco afirmou que as investigações no país não se baseiam nas descobertas de Gavazeni e, segundo o jornal Der Standard, a pista partiu de outra fonte dentro da Áustria.</P><br />
<P>Embora os líderes sérvios da Bósnia, Radovan Karadzic e Ratko Mladic, tenham sido condenados em Haia a prisão perpétua por genocídio e crimes de guerra, incluindo os relacionados com o cerco de Sarajevo, nenhum dos atiradores que perpetraram os massacres foi ainda condenado em tribunais bósnios ou internacionais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765066]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Livro &#8220;Taiwan Travelogue&#8221; de taiwanesa Yáng Shuang-zi vence Booker Internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O livro "Taiwan Travelogue", da taiwanesa Yáng Shuang-zi, traduzido do mandarim por Lin King, venceu a edição deste ano do prémio literário Booker Internacional, anunciou hoje a organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O livro &#8220;Taiwan Travelogue&#8221;, da taiwanesa Yáng Shuang-zi, traduzido do mandarim por Lin King, venceu a edição deste ano do prémio literário Booker Internacional, anunciou hoje a organização.</P><br />
<P>O livro, publicado pela editora britânica And Other Stories (que também foi responsável pelo vencedor de 2025), passa-se em 1938 e é uma &#8220;história agridoce do amor entre duas mulheres, acomodada numa habilidosa exploração de linguagem, história e poder&#8221;, segundo a sinopse do prémio.</P><br />
<P>Publicado originalmente em mandarim em 2020, o livro foi uma &#8220;sensação&#8221;, tendo vencido o prémio Golden Tripod, a que se seguiram, já na tradução para inglês, o National Book Award para literatura traduzida, nos EUA, e o primeiro prémio Baifang Schell da Asia Society. A obra torna-se na primeira escrita em mandarim a ser premiada com o Booker Internacional.</P><br />
<P>No discurso de agradecimento, na cerimónia que teve lugar na Tate Modern, em Londres, a autora Yáng Shuang-zi sublinhou acreditar que a literatura não se pode dissociar do solo em que cresce e, por consequência, da política.</P><br />
<P>&#8220;Ao olhar para a história moderna da literatura de Taiwan, é aparente que nós, escritores, temos estado a colocar as mesmas questões ao longo do último século: que tipo de futuro quer o povo de Taiwan? Que tipo de nação quer o povo de Taiwan?&#8221;, questionou a escritora, num discurso traduzido por Lin King.</P><br />
<P>Para além de &#8220;Taiwan Travelogue&#8221;, os finalistas deste ano foram a tradução para inglês, por Padma Viswanathan, de &#8220;Assim na Terra como embaixo da Terra&#8221;, da escritora e argumentista brasileira Ana Paula Maia, &#8220;The Nights Are Quiet in Tehran&#8221;, da alemã Shida Bazyar, traduzido por Ruth Martin, &#8220;She Who Remains&#8221;, da búlgara Rene Karabash, traduzido por Izidora Angel, &#8220;The Director&#8221;, do alemão Daniel Kehlmann, traduzido por Ross Benjamin, e &#8220;The Witch&#8221;, da francesa Marie NDiaye, traduzido por Jordan Stump.</P><br />
<P>O prémio Booker Internacional distingue uma obra literária traduzida para inglês, publicada no Reino Unido ou na Irlanda.</P><br />
<P>As seis obras finalistas vão receber um prémio de cinco mil libras, a repartir entre autor e tradutor. O livro vencedor terá um prémio de 50 mil libras, igualmente dividido entre autor e tradutor.</P><br />
<P>O vencedor da edição de 2025 do Prémio Booker Internacional foi o livro de contos &#8220;Heart Lamp&#8221;, da escritora indiana Banu Mushtaq, traduzido por Deepa Bashthi.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765065]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo dos EUA concorda abandonar reivindicações fiscais contra Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo dos Estados Unidos vai abandonar definitivamente reivindicações fiscais contra o Presidente do país, segundo um acordo para resolver o processo de 10 mil milhões de dólares (11,6 mil milhões de euros) de Trump contra a Receita Federal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O governo dos Estados Unidos vai abandonar definitivamente reivindicações fiscais contra o Presidente do país, segundo um acordo para resolver o processo de 10 mil milhões de dólares (11,6 mil milhões de euros) de Trump contra a Receita Federal.</P><br />
<P>Como parte do acordo, os EUA estão &#8220;para sempre impedidos e excluídos&#8221; de examinar ou processar Donald Trump, os seus filhos e os atuais assuntos fiscais da organização Trump, segundo um documento de uma página publicado hoje no site do Departamento de Justiça norte-americano.  </P><br />
<P>O acordo, que marca um uso extraordinário do poder executivo, vai além da resolução de litígios e efetivamente ajuda a proteger o presidente de um maior exame das suas finanças e conduta legal.  </P><br />
<P>A medida surge depois de a administração Trump ter anunciado na segunda-feira a criação de um fundo de quase 1,8 mil milhões de dólares para compensar aliados do presidente republicano que acreditam ter sido investigados e processados injustamente, um arranjo que democratas e órgãos de fiscalização do governo ridicularizaram, como &#8220;corruptos&#8221; e inconstitucionais. </P><br />
<P>O &#8220;Fundo Anti-Armação&#8221; de 1,776 mil milhões de dólares permitirá que pessoas que acreditam ter sido alvo de processos por motivos políticos, incluindo por parte do Departamento de Justiça da administração Biden, possam candidatar-se a pagamentos, criando o que o procurador-geral interino Todd Blanche chamou de &#8220;um processo legal para que as vítimas de &#8216;lawfare&#8217; e de instrumentalização sejam ouvidas e possam tentar a indemnização.&#8221; </P><br />
<P>Blanche, que foi questionado hoje pelos legisladores no Capitólio, não descartou a possibilidade de que pessoas que praticaram violência durante o motim de 06 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA possam ser consideradas para receber pagamentos do novo fundo.</P><br />
<P>Legisladores democratas e órgãos de fiscalização de ética criticaram a criação do fundo, dizendo que era corrupto, opaco e tinha potencial para se tornar um &#8220;fundo de manobra&#8221; para o presidente e seus aliados. </P><br />
<P>O senador Ron Wyden, D-Ore disse que os democratas pretendem &#8220;combater cada elemento deste acordo de auto serviço.&#8221; </P><br />
<P>&#8220;Isto não é apenas mais um hediondo corrupto da administração mais corrupta da história, é claramente uma violação da lei que proíbe a interferência de funcionários do poder executivo nas auditorias do IRS&#8221;.</P><br />
<P> O fundo foi anunciado depois de Trump, os seus filhos Eric Trump e Donald Trump Jr., e a Organização Trump concordarem em desistir do seu processo contra o IRS e o Departamento do Tesouro. </P><br />
<P>O processo alegava que uma fiscalização de registos fiscais confidenciais lhes causou danos reputacionais e financeiros e afetou negativamente a sua posição pública, entre outras alegações. </P><br />
<P>De acordo com um acordo de liquidação separado, publicado no site do Departamento de Justiça na segunda-feira, Trump receberá um pedido formal de desculpas do governo dos EUA, mas &#8220;não receberá qualquer pagamento monetário ou indemnização de qualquer tipo&#8221; do acordo. </P><br />
<P>Trump disse aos jornalistas na Casa Branca na segunda-feira que o fundo é dedicado a &#8220;reembolsar pessoas que foram horrivelmente tratadas.&#8221; </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765064]]></sapo:autor>
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		<title>AM Lisboa vai instar Governo a clarificar traçado da Linha Circular do Metro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:33:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) decidiu hoje instar o Governo PSD/CDS-PP a clarificar qual o traçado para a Linha Circular do Metro de Lisboa, projeto apresentado pelo executivo PS em 2017, defendeu a "circulação em laço".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) decidiu hoje instar o Governo PSD/CDS-PP a clarificar qual o traçado para a Linha Circular do Metro de Lisboa, projeto apresentado pelo executivo PS em 2017, defendeu a &#8220;circulação em laço&#8221;.</P><br />
<P>Por proposta do grupo municipal da IL, com os votos contra do PS e abstenção de Livre e BE, os deputados da AML pedem ao Governo que assegure que &#8220;o investimento muitíssimo elevado que esta obra acarreta&#8221;, com uma derrapagem de 80% face à previsão inicial, atingindo já o valor de 380 milhões de euros (ME), &#8220;permita a circulação em laço, como opção alternativa à previsível má solução da linha circular&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está o projeto da Linha Circular do Metropolitano de Lisboa, que pretende ligar a estação do Rato ao Cais do Sodré, com duas novas estações &#8211; Estrela e Santos -, numa extensão de dois quilómetros, bem como criar um anel circular na Linha Verde, implicando com o trajeto na Linha Amarela a partir do Campo Grande.</P><br />
<P>Na apresentação da moção &#8220;Pelo Laço da Linha Circular do Metro de Lisboa&#8221;, o deputado da IL Pedro Bugarin reforçou que o traçado da Linha Circular tem sido contestado pela população, devido ao transbordo na estação do Campo Grande, cortando assim um acesso direto ao centro de Lisboa por parte dos passageiros provenientes das estações a norte, nomeadamente dos municípios de Odivelas e Loures.</P><br />
<P>Defendendo que a linha deve ser &#8220;em laço&#8221;, assegurando a ligação até Odivelas, o eleito da IL apelou ao Governo PSD/CDS-PP que &#8220;esclareça, de uma vez por todas, qual a decisão sobre a Linha Circular&#8221;, e salientou que este &#8220;é, inequivocamente, um projeto do PS, que &#8220;ficou sozinho&#8221; na defesa de um traçado circular.</P><br />
<P>&#8220;Quando faltam menos de 12 meses para a inauguração da Linha Circular e as contas desta obra atingem já o valor de 380 milhões de euros e 80% de derrapagem face à previsão inicial [&#8230;], parece que a solução que permita a circulação em laço está a ser deixada para momento ulterior, o que não se compreende nem se poderá aceitar por contrário ao interesse público&#8221;, criticou a IL.</P><br />
<P>Do PS, Carlos Castro frisou que &#8220;foi por responsabilidade dos Governos do PS que o Metro mais avançou&#8221; e concordou com a transparência no processo decisório sobre a Linha Circular, afirmando que o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carlos Moedas (PSD), apoia &#8220;um sistema misto&#8221;.</P><br />
<P>Américo Vitorino, do PSD, citou declarações de Carlos Moedas a defender a &#8220;linha em laço&#8221; e saudou a &#8220;sintonia total da IL com o entendimento do PSD&#8221;.</P><br />
<P>Criticando a opção &#8220;profundamente errada&#8221; de construir a Linha Circular, a deputada do PCP Sofia Lisboa, defendeu que &#8220;a melhor opção é uma linha em laço&#8221;, posição também assumida pela eleita do PEV Cláudia Madeira.</P><br />
<P>Também o deputado do BE Rodrigo Machado defendeu o traçado &#8220;em laço&#8221;, apontando como &#8220;caricato&#8221; que se tenha investido num projeto &#8220;megalómano&#8221; quando &#8220;em 2019 nem o próprio PS defendeu a Linha Circular&#8221;, considerando que &#8220;a opção circular transforma o Metro num carrossel para turistas&#8221;.</P><br />
<P>Em representação da CML, a vereadora Joana Baptista (independente indicada pelo PSD) afirmou que a Linha Circular &#8220;é um dos temas mais nefrálgicos&#8221; da mobilidade na cidade, ressalvou que &#8220;foi uma opção tomada por PS&#8221; e sublinhou que o executivo municipal defende, desde 2021, sob presidência de Carlos Moedas, o traçado &#8220;em laço&#8221;.</P><br />
<P>Com os votos contra de PSD e CDS-PP, a AML aprovou ainda uma recomendação do PS sobre o prolongamento da Linha Vermelha do Metropolitano até a Alcântara, sugerindo que a Câmara dirija ao Governo &#8220;uma posição institucional&#8221; a exigir o financiamento da obra, após perda de verbas europeias do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), bem como o cumprimento do calendário de execução projeto.</P><br />
<P>Nesta reunião, o PEV apresentou moções dirigidas ao Governo para a reposição de comboios na estação ferroviária de Alcântara-Terra aos fins de semana e feriados e para a requalificação e paragem de comboios na estação ferroviária de Marvila, tendo ambas sido remetidas para apreciação da 5ª Comissão Permanente da AML de Mobilidade e Transportes, após proposta do PSD.</P><br />
<P> </P><br />
<P>SSM/MPE // RBF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765063]]></sapo:autor>
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		<title>e-CAR: o novo elétrico barato da Stellantis que quer travar a ofensiva chinesa na Europa</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:15:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Futuro modelo será produzido a partir de 2028 na fábrica de Pomigliano d’Arco, perto de Nápoles, em Itália. A unidade industrial monta atualmente o Fiat Panda, cuja produção com motor de combustão deverá continuar até, pelo menos, 2030]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Stellantis vai lançar um novo projeto para desenvolver uma geração de carros elétricos pequenos e acessíveis para o mercado europeu, avança o &#8216;Motor1&#8217;. O programa, designado e-CAR, pretende responder à crescente procura por veículos elétricos de menor custo, numa altura em que a indústria automóvel europeia enfrenta a pressão dos fabricantes asiáticos e as metas de descarbonização definidas pela União Europeia.</p>
<p>O futuro modelo será produzido a partir de 2028 na fábrica de Pomigliano d’Arco, perto de Nápoles, em Itália. A unidade industrial monta atualmente o Fiat Panda, cuja produção com motor de combustão deverá continuar até, pelo menos, 2030.</p>
<p>Com esta decisão, a Stellantis procura manter atividade industrial relevante no sul de Itália, ao mesmo tempo que prepara a transição para uma gama cada vez mais eletrificada. O grupo ainda não revelou as especificações técnicas do novo veículo, mas apresenta o projeto como a base de um carro elétrico pequeno, “revolucionário e acessível”.</p>
<p>O objetivo é colocar no mercado um modelo compacto, produzido na Europa e vendido a um preço competitivo, capaz de chegar a uma base de clientes mais ampla. Para isso, a Stellantis deverá apostar em parcerias industriais, redução dos custos de desenvolvimento e simplificação de processos, de forma a acelerar a chegada do modelo ao mercado.</p>
<p>A estratégia surge num momento de forte pressão sobre os fabricantes europeus. O segmento dos carros compactos, historicamente importante no continente, tem sido afetado pelo aumento dos custos associados à eletrificação, às novas normas ambientais e à necessidade de integrar mais tecnologia de segurança e conectividade.</p>
<p>Nos últimos anos, várias marcas europeias têm procurado recuperar este território com propostas elétricas mais acessíveis. A própria Stellantis já avançou nesse sentido com o Citroën ë-C3, apresentado como um dos primeiros elétricos acessíveis produzidos na Europa, com preço de entrada de 23.300 euros.</p>
<p>A Fiat também tem reforçado a aposta em modelos urbanos eletrificados, incluindo propostas como o Topolino, orientadas para deslocações curtas e utilização em cidade. Ao mesmo tempo, o grupo mantém a cooperação com a chinesa Leapmotor, numa tentativa de acelerar a chegada de veículos elétricos de menor custo ao mercado europeu.</p>
<p>Essa parceria mostra como a Stellantis procura equilibrar produção europeia, controlo de custos e acesso a soluções tecnológicas mais competitivas. A pressão chinesa tornou-se um dos principais desafios para os fabricantes tradicionais, sobretudo no segmento dos elétricos mais baratos.</p>
<p>O projeto e-CAR surge, por isso, como uma peça importante na estratégia da Stellantis para os próximos anos. O grupo quer posicionar-se num segmento que poderá ser decisivo para a massificação do carro elétrico: modelos pequenos, urbanos, eficientes e com preços menos afastados da realidade dos consumidores europeus.</p>
<p>Num mercado ainda marcado por dúvidas sobre preço, autonomia e infraestrutura de carregamento, os elétricos acessíveis poderão ter um papel central na transição energética. Para a Stellantis, o desafio será conseguir lançar um modelo competitivo, produzido na Europa e suficientemente barato para enfrentar a nova concorrência asiática sem perder relevância industrial no continente.</p>
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		<title>Governo brasileiro defende inconstitucionalidade de lei que reduz pena de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:08:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasília 19 mai 2026 (Lusa) - O Governo brasileiro defendeu hoje a inconstitucionalidade e suspensão da lei que reduz as penas dos réus condenados pelos atos golpistas do 8 de janeiro de 2023, entre eles o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 19 mai 2026 (Lusa) &#8211; O Governo brasileiro defendeu hoje a inconstitucionalidade e suspensão da lei que reduz as penas dos réus condenados pelos atos golpistas do 8 de janeiro de 2023, entre eles o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. </P><br />
<P>A manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, foi realizado pela Advocacia-Geral da União (AGU), órgão federal que defende os interesses do governo federal nos tribunais, e foi assinada pelo Presidente brasileiro Lula da Silva. </P><br />
<P>Em dezembro, o Congresso Nacional brasileiro aprovou a proposta que reduz penas de condenados por tentativa de golpe de Estado, conhecida como &#8220;PL da Dosimetria&#8221;, que foi vetada integralmente por Lula da Silva no dia 08 de janeiro</P><br />
<P>A Lei da Dosimetria foi promulgada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em 08 de maio, após o Congresso Nacional derrubar o veto presidencial do texto, numa derrota para Lula.</P><br />
<P>Um dia depois, o juiz Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a aplicação da lei até que o plenário da Corte analise ações que questionam a validade da regra da dosimetria das penas.</P><br />
<P>O parecer da AGU atendeu um pedido de Moraes, ao analisar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e de quatros partidos de esquerda que questionam a validade da Lei da Dosimetria.</P><br />
<P>No documento, Advocacia-Geral da União afirmou que a lei promulgada pelo Congresso brasileiro é &#8220;um retrocesso institucional&#8221; e listou manobras regimentais do presidente do Senado para fatiar o veto presidencial e, assim, garantir maioria dos votos. </P><br />
<P>Quem atualmente comanda a AGU é o ministro Jorge Messias, indicado por Lula da Silva a juiz no Supremo, mas teve o nome rejeitado em abril pelo Congresso Nacional brasileiro, num episódio que não ocorria há 132 anos. </P><br />
<P>Na segunda-feira, a advocacia do Congresso Nacional brasileiro manifestou ao Supremo que a Lei da Dosimetria foi aprovada dentro de regras constitucionais e que &#8220;é lícito ao legislador realizar as escolhas&#8221; sobre política criminal.</P><br />
<P>Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito e tentativa de golpe de Estado.</P><br />
<P>A Lei Dosimetria beneficia Bolsonaro no prazo para progressão de pena e, atualmente, o político de extrema-direita tem de cumprir cinco anos e 11 meses para passar para o regime semiaberto.</P><br />
<P>Alexandre de Moraes é o juiz relator dos inquéritos que investigam a atuação de uma organização criminosa voltada a planear um golpe de Estado, atos antidemocráticos ocorridos no Brasil.</P><br />
<P>O plano dos golpistas incluía o assassinato de várias autoridades brasileiras, entre elas Moraes e Lula. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765062]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ONU baixa previsão de crescimento global para 2,5% devido à guerra no Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/onu-baixa-previsao-de-crescimento-global-para-25-devido-a-guerra-no-medio-oriente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 20:58:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia global vai crescer 2,5% em 2026, menos dois décimos de ponto percentual do que projetado em janeiro, segundo o último relatório de perspetivas da ONU, que atribui a queda ao impacto do conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A economia global vai crescer 2,5% em 2026, menos dois décimos de ponto percentual do que projetado em janeiro, segundo o último relatório de perspetivas da ONU, que atribui a queda ao impacto do conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>Numa atualização das suas previsões económicas publicada hoje, a organização prevê que o crescimento global atinja 2,5% em 2026, menos dois décimos de ponto percentual do que a estimativa de janeiro.</P><br />
<P>Para 2027, a ONU prevê uma ligeira recuperação para 2,8%, num contexto em que &#8220;um mercado de trabalho forte, a procura dos consumidores e o investimento ligado à inteligência artificial em algumas economias oferecerão algum suporte, embora insuficiente para inverter a deterioração das perspetivas globais&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o relatório, o principal impacto da crise centra-se no setor energético, com restrições de abastecimento, aumento dos preços do petróleo e elevação dos custos de transporte e seguros, que afetam as cadeias de abastecimento e aumentam os custos de produção em todo o mundo.</P><br />
<P>A ONU alertou ainda que a guerra travou a tendência de desinflação iniciada em 2023 e que, nas economias avançadas, a inflação subirá de 2,6% em 2025 para 2,9% em 2026, enquanto nos países em desenvolvimento o aumento será mais acentuado, de 4,2% para 5,2%, devido ao maior custo da energia, dos transportes e das importações.</P><br />
<P>Um dos riscos mais significativos concentra-se no setor alimentar, segundo a ONU, devido às interrupções no fornecimento de fertilizantes, que podem reduzir as colheitas e pressionar os preços agrícolas para cima.</P><br />
<P>A organização sublinhou ainda que os bancos centrais enfrentam um dilema: aumentar as taxas de juro para conter a inflação ou mantê-las para evitar maiores prejuízos no crescimento.</P><br />
<P>Nos mercados financeiros, a ONU sublinhou no relatório que, embora o impacto inicial tenha sido limitado até à data, o aumento dos preços da energia elevou as expectativas de inflação e pressionou em alta os rendimentos da dívida.</P><br />
<P>De acordo com uma declaração do subsecretário-geral da ONU para os Assuntos Económicos e Sociais, Li Junhua, a crise no Médio Oriente intensificou as tensões nas economias em desenvolvimento, aumentando os custos dos empréstimos e o risco de vulnerabilidades da dívida.</P><br />
<P>O relatório não fornece dados específicos por país desta vez, mas destaca que o Médio Oriente sofrerá a maior queda no crescimento, enquanto os Estados Unidos manterão uma relativa resiliência, a Europa sofrerá uma maior exposição ao setor energético e a Ásia apresentará um desempenho mais forte, com a China e a Índia ainda em expansão, embora a um ritmo mais lento.</P><br />
<P>Em África e na América Latina, o impacto é misto, com os exportadores de energia a beneficiarem dos preços elevados e os países importadores a enfrentarem maiores pressões fiscais.</P><br />
<P>A ONU concluiu que a crise ameaça inverter os ganhos de desenvolvimento e sublinha a necessidade de uma maior cooperação multilateral para manter o comércio aberto, reforçar o financiamento concessional e apoiar os países mais vulneráveis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765059]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Situação &#8220;extremamente preocupante&#8221; após ataque a central nuclear de Barakah &#8211; AIEA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 20:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica (AEIA), Rafael Grossi, descreveu hoje uma "situação extremamente preocupante" após o ataque junto à Central Nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos, frisando que as consequências "podem ser muito graves".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica (AEIA), Rafael Grossi, descreveu hoje uma &#8220;situação extremamente preocupante&#8221; após o ataque junto à Central Nuclear de Barakah, nos Emirados Árabes Unidos, frisando que as consequências &#8220;podem ser muito graves&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A situação é extremamente preocupante. Este é um local nuclear no Médio Oriente, onde as consequências de um ataque podem ser muito graves. Trata-se de uma central nuclear em funcionamento e, como tal, alberga milhares de quilogramas de material nuclear no núcleo dos reatores, tanto combustível novo como combustível irradiado&#8221;, frisou Grossi, numa reunião do Conselho de Segurança da ONU.</P><br />
<P>&#8220;Quero deixar absolutamente claro: em caso de ataque à Central Nuclear de Barakah, um impacto direto poderia resultar numa libertação demasiado elevada de radioatividade para o ambiente&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Um impacto que desativasse as linhas de fornecimento de energia elétrica à central poderia aumentar a probabilidade de fusão dos núcleos dos reatores, o que poderia resultar numa elevada libertação de radioatividade, explicou. </P><br />
<P>No pior dos cenários, disse Grossi, seriam necessárias ações de proteção, como evacuações e abrigo da população ou a necessidade de ingestão de iodo estável, com um alcance que varia entre alguns e várias centenas de quilómetros.</P><br />
<P>Os Emirados Árabes Unidos (EAU) denunciaram no domingo o impacto de um aparelho não tripulado que provocou um incêndio num gerador que alimentava a central nuclear de Barakah, na região de al-Dhafra, que abrange grande parte do oeste do país.</P><br />
<P>Os EAU declararam hoje que os drones que visaram essa instalação nuclear partiram do Iraque, onde grupos apoiados pelo Irão têm dirigido ataques contra países vizinhos desde o início da guerra no Golfo.</P><br />
<P>Entretanto, a AIEA confirmou o restabelecimento do fornecimento de energia à central nuclear de Barakah após o ataque, &#8220;um passo importante para a segurança nuclear&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765057]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Paga mais de um milhão por um McLaren, vê o carro arder e pede 2,1 milhões: tribunal rejeita indemnização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 20:30:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[David Kyte sofreu queimaduras na cabeça e no rosto quando o carro, pelo qual tinha pago mais de um milhão de libras, cerca de 1,15 milhões de euros, se incendiou numa estrada perto do aeroporto de Heathrow, em outubro de 2017]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um promotor imobiliário milionário que reclamava mais de 2 milhões de libras, cerca de 2,31 milhões de euros, depois de o seu McLaren P1 de edição limitada ter ficado destruído num incêndio viu o processo ser rejeitado por um juiz do High Court, no Reino Unido, avança o &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>David Kyte sofreu queimaduras na cabeça e no rosto quando o carro, pelo qual tinha pago mais de um milhão de libras, cerca de 1,15 milhões de euros, se incendiou numa estrada perto do aeroporto de Heathrow, em outubro de 2017.</p>
<p>O empresário, residente em Kingston-upon-Thames, conseguiu sair do veículo em segurança, mas o McLaren P1 Coupé 3.8 V8, com 903 cavalos e velocidade máxima de cerca de 349 km/h, ficou totalmente destruído pelas chamas.</p>
<p>Depois do incêndio, Kyte avançou com uma ação no High Court contra a McLaren Automotive Limited e contra a Stratstone Sports Cars Limited, reclamando cerca de 2,42 milhões de euros em indemnização.</p>
<p>O empresário responsabilizava a McLaren, que tinha reconstruído o carro após um acidente anterior, e a Stratstone, que realizou trabalhos de manutenção, assistência e reparação em diferentes momentos. No entanto, o juiz Justice Eyre rejeitou o processo após pedidos apresentados pelas duas empresas.</p>
<p>Na decisão, o magistrado considerou que Kyte não especificou adequadamente as acusações contra a McLaren e a Stratstone, classificando algumas alegações como “irremediavelmente vagas”.</p>
<p>O tribunal ouviu que Kyte, cuja fortuna foi avaliada em cerca de 51,9 milhões de euros, em 2008, comprou o McLaren P1 à Stratstone em maio de 2015 por cerca de 1,19 milhões de euros. O empresário alegava que, no momento em que ficou destruído, o carro valeria 2,1 milhões de libras.</p>
<p>O P1 combina um motor V8 biturbo de 3,8 litros com um motor elétrico, produzindo uma potência total de 903 cavalos. O modelo é capaz de acelerar dos 0 aos 60 milhas por hora, cerca de 97 km/h, em apenas 2,8 segundos.</p>
<p>Após um acidente anterior, em junho de 2015, Kyte contratou a McLaren para reconstruir o veículo, que, segundo alegou, deveria passar a ser essencialmente um carro “novo”. Depois disso, a Stratstone realizou trabalhos de manutenção e assistência em várias ocasiões.</p>
<p>O carro acabou por ficar completamente destruído quando se incendiou, em 20 de outubro de 2017, enquanto era conduzido pelo proprietário. Kyte sustentava que o fogo terá provavelmente sido causado por uma fuga de fluido inflamável ou pela ignição de componentes combustíveis no interior do veículo, algo que, defendia, não deveria ter acontecido.</p>
<p>Antes de o caso chegar a julgamento, a McLaren e a Stratstone pediram que a ação fosse rejeitada devido a falhas na forma como a acusação tinha sido apresentada. Os advogados das empresas argumentaram que Kyte não expôs os factos essenciais necessários para sustentar a causa de pedir e que as alegações eram insuficientemente claras para permitir às empresas perceber que caso tinham de responder.</p>
<p>O juiz deu razão às duas empresas. Na decisão, afirmou que Kyte teria de ter identificado um defeito relevante, explicado de que forma esse defeito causou o incêndio e demonstrado como uma ação ou omissão da McLaren ou da Stratstone teria provocado esse problema.</p>
<p>“Não é suficiente que o autor alegue simplesmente uma causa potencial para o incêndio”, afirmou o juiz, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;. “Tem de ir mais longe e explicar a base para dizer que essa causa foi consequência de uma violação contratual ou de negligência por parte do réu em questão.”</p>
<p>O magistrado acrescentou que uma ação devidamente apresentada teria de especificar em que aspetos o veículo era considerado inseguro depois dos trabalhos realizados.</p>
<p>Kyte tentou apoiar-se numa doutrina jurídica segundo a qual o próprio incêndio poderia ser visto como indício de negligência. No entanto, o juiz considerou que isso não resolvia as falhas existentes nos documentos da ação.</p>
<p>O tribunal sublinhou ainda o tempo já decorrido: dois anos desde o início do processo, mais de oito anos e meio desde o incêndio, mais de nove anos desde os últimos trabalhos realizados pela Stratstone e dez anos e meio desde que a McLaren concluiu a reconstrução e devolveu o carro ao proprietário.</p>
<p>“Nestas circunstâncias, é demasiado tarde para dar ao autor uma nova oportunidade de apresentar uma ação devidamente especificada”, concluiu o juiz.</p>
<p>Com esta decisão, os pedidos da McLaren e da Stratstone foram aceites e a ação de David Kyte foi rejeitada, deixando o empresário sem indemnização pelo incêndio que destruiu o superdesportivo de edição limitada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764876]]></sapo:autor>
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		<title>Arsenal sagra-se campeão inglês de futebol pela 14.ª vez após empate do City</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 20:29:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Arsenal sagrou-se hoje campeão inglês de futebol, pela primeira vez desde 2004 e 14.ª no seu historial, beneficiando do empate do Manchester City na visita ao Bournemouth, em jogo da 37.ª e penúltima jornada da Liga.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Arsenal sagrou-se hoje campeão inglês de futebol, pela primeira vez desde 2004 e 14.ª no seu historial, beneficiando do empate do Manchester City na visita ao Bournemouth, em jogo da 37.ª e penúltima jornada da Liga.</P><br />
<P>O empate 1-1 do City, num jogo com golos de Junior Kroupi (39 minutos) e Erling Haaland (90+5), permitiu à equipa orientada pelo espanhol Mikel Arteta, que na segunda-feira venceu por 1-0 o já despromovido Burnley, chegar à última jornada, agendada para domingo e na qual visita o Crystal Palace, já com o título assegurado.</P><br />
<P>O Arsenal, que não conquistava o título de campeão inglês há 22 anos, e que sucede no palmarés da prova ao Liverpool, soma 82 pontos, mais quatro do que o Manchester City, segundo classificado.</P><br />
<P>Os londrinos, que em 30 de maio disputam a final da Liga dos Campeões frente aos franceses do Paris Saint-Germain, garantiram o 14.º título de campeão inglês do seu palmarés, registo só superado pelo Liverpool e Manchester United, ambos com 20 troféus.</P></p>
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		<title>Vance insta europeus a assumirem segurança do continente excluindo retirada total dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 19:57:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente norte-americano, JD Vance, excluiu hoje uma retirada total do pessoal militar do seu país destacado na Europa, admitindo uma redistribuição segundo os seus interesses de segurança e incentivando os europeus a assumirem mais responsabilidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente norte-americano, JD Vance, excluiu hoje uma retirada total do pessoal militar do seu país destacado na Europa, admitindo uma redistribuição segundo os seus interesses de segurança e incentivando os europeus a assumirem mais responsabilidades.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos a falar de retirar todas as tropas norte-americanas da Europa. Estamos a falar de redistribuir alguns recursos para maximizar a segurança norte-americana. Não creio que isso seja mau para a Europa; pelo contrário, incentiva a assumir mais responsabilidade&#8221;, disse Vance.</P><br />
<P>Falando aos jornalistas na Casa Branca, Vance insistiu que o seu país &#8220;não pode ser o polícia do mundo&#8221; e que está a tentar ser &#8220;um bom aliado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente (Donald Trump) não disse &#8211; embora pudesse ter dito &#8211; que vai retirar todas as tropas da Europa; no entanto, a Europa precisa de se sustentar a si própria&#8221;, disse Vance sobre a ordem de Trump para retirar 5.000 soldados da Alemanha.</P><br />
<P>O anúncio da retirada foi interpretado como uma reação às críticas do chanceler alemão, Friedrich Merz, à falta de estratégia norte-americana no conflito com o Irão e ao resultado &#8220;humilhante&#8221; deste para Washington.</P><br />
<P>Trump afirmou que esta redução poderia ser maior e anunciou, no início deste mês, que ponderava retirar tropas também de Itália, após a primeira-ministra Giorgia Meloni ter defendido o Papa Leão XIV dos ataques do líder norte-americano.</P><br />
<P>Responsáveis do governo de Trump também têm aludido a uma possível retirada de bases em Espanha, que proibiu o uso das instalações norte-americanas no país no contexto da guerra contra o Irão. </P><br />
<P>Questionado sobre a movimentação de tropas na Polónia, Vance indicou que não houve uma redução da presença militar no país europeu, mas sim que o destacamento de tropas foi &#8220;adiado&#8221;, o que &#8220;não constitui uma redução, mas simplesmente um atraso de rotina na rotação&#8221; de tropas.</P><br />
<P>Trump tem criticado duramente os membros da NATO, acusando-os de não apoiarem Washington na guerra contra o Irão, iniciada pelos Estados Unidos e Israel sem consulta prévia aos seus aliados.</P><br />
<P> A NATO assegurou hoje que a retirada prevista de cerca de 5.000 militares norte-americanos da Europa não compromete as capacidades de dissuasão e defesa da Aliança.</P><br />
<P>&#8220;Gostaria de realçar que esta decisão não afeta a viabilidade dos nossos planos regionais&#8221;, declarou o Comandante Supremo Aliado na Europa (SACEUR), o general norte-americano Alexus G. Grynkewich, após uma reunião do Comité Militar da NATO, em Bruxelas. </P><br />
<P>Segundo Grynkewich, a redistribuição das forças norte-americanas integra a nova Estratégia de Defesa Nacional dos EUA e enquadra-se no conceito informalmente designado como &#8220;NATO 3.0&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;À medida que o pilar europeu da aliança se fortalece, isso permite aos EUA reduzir a sua presença na Europa e limitar-se a fornecer apenas as capacidades críticas que os aliados ainda não podem oferecer&#8221;, explicou Grynkewich.</P><br />
<P>O comandante norte-americano acrescentou que será &#8220;expectável&#8221; uma redistribuição gradual das forças norte-americanas &#8220;ao longo do tempo&#8221;, à medida que os aliados europeus reforcem as suas capacidades militares e cumpram os compromissos de investimento assumidos na cimeira da NATO realizada em Haia no ano passado. </P><br />
<P>Atualmente, os Estados Unidos mantêm mais de 36.000 militares destacados na Alemanha, distribuídos por várias instalações estratégicas, incluindo a base aérea de Ramstein, o quartel-general em Wiesbaden e os centros de treino de Grafenwohr e Hohenfels, na Baviera.</P><br />
<P>Grynkewich explicou que os 5.000 militares a retirar pertencem sobretudo a uma brigada blindada destacada na Europa desde 2022, bem como a um batalhão de artilharia de longo alcance cujo envio chegou a ser anunciado, mas acabou por não avançar.</P><br />
<P>O general argumentou que a situação estratégica da NATO mudou significativamente desde então, lembrando o reforço das capacidades militares dos países bálticos, da Polónia e de outros aliados europeus e destacando a brigada multinacional da NATO na Letónia, liderada pelo Canadá, bem como o reforço militar alemão na Lituânia.  </P></p>
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