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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Luís Neves promete responder às acusações: &#8220;Vou esclarecer tudo, ponto por ponto&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 16:15:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Luís Neves assegurou que vai rebater todas as acusações de que tem sido alvo e disse estar a reunir documentação para responder &#8220;ponto por ponto&#8221;. &#8220;Nos últimos dias, tenho sido alvo de ataques que colocam em causa a minha honra e dignidade, os valores mais sagrados que uma pessoa tem. Estou a reunir todos os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Neves assegurou que vai rebater todas as acusações de que tem sido alvo e disse estar a reunir documentação para responder &#8220;ponto por ponto&#8221;. &#8220;Nos últimos dias, tenho sido alvo de ataques que colocam em causa a minha honra e dignidade, os valores mais sagrados que uma pessoa tem. Estou a reunir todos os documentos que entendo serem relevantes para, ponto por ponto, esclarecer tudo&#8221;, afirmou.</p>
<p>(em atualização)</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792071]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Ser polícia é um bocadinho doentio&#8221;: agentes da PSP esperam até 20 anos para voltar para casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:55:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lisboa continua a ser o destino de muitos agentes quando terminam a Escola Prática de Polícia, funcionando como um posto de passagem para quem pretende regressar mais tarde à sua região de origem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há agentes da PSP destacados para Lisboa que esperam até duas décadas por uma transferência que lhes permita regressar à região onde vivem as suas famílias. Pelo caminho, muitos dizem sentir-se mal pagos, desvalorizados e obrigados a manter uma vida dividida entre a capital e a terra natal, um desgaste que leva alguns a ponderar abandonar a profissão.</p>
<p>A realidade é retratada por mais de uma dezena de polícias ouvidos, sob anonimato, na investigação Fronteira do Medo, do podcast Fumaça e da revista digital Divergente, citado pelo &#8216;<a href="https://www.jn.pt/noticias-magazine/artigo/vivem-a-familia-em-part-time-um-quinto-dos-policias-espera-transferencia-que-pode-levar-decadas/18106769?utm_source=egoi&amp;utm_medium=push&amp;utm_term=18106769" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>&#8216;, que revela o impacto pessoal, familiar e financeiro de anos de serviço longe de casa.</p>
<p>Carlos, nome fictício, foi colocado nos arredores de Lisboa em meados dos anos 2000, a cerca de 200 quilómetros da família. Na altura acreditava que demoraria uma década a conseguir aproximar-se da região Centro. Afinal, continua à espera passados 20 anos.</p>
<p>&#8220;Estás 20 anos longe da família. Perdes o crescimento dos filhos, fins de ano, Natais, aniversários.&#8221;</p>
<p>Sem capacidade financeira para suportar o custo de um quarto em Lisboa, viveu durante anos numa camarata da PSP em Chelas, onde partilhava o quarto com sete a dez colegas, em beliches, conciliando horários e turnos rotativos.</p>
<p><strong>Um em cada cinco polícias espera por transferência</strong></p>
<p>Lisboa continua a ser o destino de muitos agentes quando terminam a Escola Prática de Polícia, funcionando como um posto de passagem para quem pretende regressar mais tarde à sua região de origem.</p>
<p>Contudo, as vagas disponíveis são escassas e as transferências dependem sobretudo da antiguidade e das necessidades do serviço.</p>
<p>Dados da PSP mostram que, no final de maio, 5.139 dos 23.091 elementos da corporação aguardavam transferência, o equivalente a cerca de um quinto do efetivo.</p>
<p>Pela primeira vez, a polícia revelou também quanto tempo demoraram as últimas transferências autorizadas para cada comando.</p>
<p>Os números mostram diferenças significativas. Em alguns destinos, como o Porto, a espera rondava os sete anos. Para Coimbra chegava aos 19 anos e, para Viseu, aos 24 anos. Em metade dos comandos, o tempo de espera ultrapassava uma década.</p>
<p>Marisa Dolores, agente, psicóloga e dirigente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, diz que muitos colegas vivem uma verdadeira &#8220;família em part-time&#8221;.</p>
<p>&#8220;Temos colegas a 300 e 400 quilómetros de casa que só veem os filhos e a mulher quatro dias em cada seis.&#8221;</p>
<p><strong>Salários que já não chegam</strong></p>
<p>Além da distância, os polícias apontam a perda de poder de compra como outro dos grandes problemas da profissão.</p>
<p>Com 15 anos de serviço, João, também nome fictício, recebia pouco mais de 1.300 euros líquidos por mês. Carlos, com mais de duas décadas de carreira, ganhava cerca de 1.440 euros.</p>
<p>Embora o salário médio na PSP ultrapasse atualmente os 1.600 euros mensais, a realidade é diferente para a maioria dos agentes, que representam cerca de 85% da corporação.</p>
<p>Segundo a investigação, um em cada cinco agentes permanece no primeiro escalão remuneratório, recebendo pouco mais de 1.100 euros.</p>
<p>Os entrevistados sublinham que, enquanto as rendas dispararam nos grandes centros urbanos, os salários deixaram de acompanhar esse aumento e aproximaram-se do salário mínimo nacional.</p>
<p>Para equilibrar as contas, muitos recorrem regularmente a serviços remunerados fora do horário normal.</p>
<p>Em 2024, cerca de dois terços dos polícias realizaram horas extraordinárias em eventos, superfícies comerciais ou outros serviços contratados à PSP.</p>
<p><strong>&#8220;Ser polícia é um bocadinho doentio&#8221;</strong></p>
<p>A investigação dedica também especial atenção ao impacto psicológico da profissão.</p>
<p>Marisa Dolores considera que o desgaste vai muito além das questões financeiras. &#8220;Ser polícia é um bocadinho doentio em termos familiares, económicos e sociais.&#8221;</p>
<p>Os turnos rotativos, o afastamento da família, o stress permanente e a sensação de desvalorização são apontados como fatores que contribuem para níveis elevados de desgaste emocional.</p>
<p>Vários agentes relatam episódios de burnout e dizem que pedir ajuda continua a ser visto como um sinal de fraqueza dentro da corporação.</p>
<p>Um dos entrevistados admite fazer psicoterapia semanalmente, mas apenas um colega conhece essa realidade.</p>
<p>&#8220;Diriam: &#8216;O gajo é maluquinho, é fraco da cabeça&#8217;.&#8221;</p>
<p>Outro descreve a ausência de acompanhamento depois de situações particularmente traumáticas.</p>
<p>&#8220;Vi colegas atravessarem situações muito complicadas e serem completamente negligenciados.&#8221;</p>
<p><strong>Mais suicídios do que mortes em serviço</strong></p>
<p>Os números revelados pela investigação ajudam a perceber a dimensão do problema. Nos últimos 25 anos, 193 elementos da PSP e da GNR morreram por suicídio, enquanto 33 perderam a vida em serviço.</p>
<p>Apesar destes dados, o grupo de trabalho anunciado pelo Governo em 2025 para estudar o fenómeno nunca chegou a avançar devido à queda do Executivo.</p>
<p>A Direção Nacional da PSP garante que o apoio à saúde mental é uma prioridade e destaca o trabalho desenvolvido pelo Departamento de Psicologia, que contava, em 2025, com 47 psicólogos e realizou mais de 22 mil reavaliações nos últimos sete anos.</p>
<p>A instituição assegura ainda que está a reforçar as respostas na área do apoio psicológico, gestão do stress e prevenção do suicídio, objetivos que integram a estratégia definida até 2027.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792054]]></sapo:autor>
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		<title>Israel pode estar a redesenhar Gaza: muralha de terra ameaça dividir a Faixa em duas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Exército confirmou a existência dos trabalhos, mas recusou esclarecer a extensão total da estrutura, limitando-se a invocar razões de segurança]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Forças Armadas de Israel estão a construir uma extensa barreira de terra ao longo da chamada Linha Amarela, numa operação que poderá acabar por dividir a Faixa de Gaza em duas e reduzir ainda mais o território disponível para cerca de dois milhões de palestinianos.</p>
<p>Imagens de satélite analisadas pela &#8216;Associated Press&#8217; revelam uma sucessão de montes de terra, ainda desconectados, que atravessam várias zonas sob controlo israelita. O Exército confirmou a existência dos trabalhos, mas recusou esclarecer a extensão total da estrutura, limitando-se a invocar razões de segurança.</p>
<p>Em alguns pontos, a barreira parece ultrapassar a própria Linha Amarela, a fronteira provisória para a qual as tropas israelitas recuaram após o cessar-fogo com o Hamas. Esse movimento deveria representar o primeiro passo de uma retirada completa da Faixa, mas as novas obras levantam dúvidas sobre as intenções de Israel.</p>
<p><strong>Dois quilómetros e meio em poucas semanas</strong></p>
<p>Os trabalhos têm avançado a um ritmo acelerado. Um dos troços no sul de Gaza passou de cerca de 500 metros, no início de julho, para quase dois quilómetros e meio em meados do mesmo mês.</p>
<p>A estrutura parte das ruínas de Rafah, atualmente controladas por Israel, e aproxima-se de Muwasi, onde se concentram numerosos campos que acolhem palestinianos deslocados pela guerra.</p>
<p>Este segmento poderá vir a ligar-se a outra barreira com aproximadamente 17 quilómetros, entre Khan Younis e a Cidade de Gaza. Mais a norte, nas proximidades de Beit Lahia, foram identificados novos troços isolados.</p>
<p>A &#8216;Associated Press&#8217; escreve ainda que as tropas criaram “zonas de segurança” em redor da Linha Amarela, apoiadas por tecnologia de vigilância e meios de informação destinados a proteger os militares e impedir alegadas infiltrações.</p>
<p><strong>Estradas e bases sobre comunidades destruídas</strong></p>
<p>A construção da barreira não é a única transformação em curso.</p>
<p>Israel está também a abrir novas estradas sobre os escombros de comunidades palestinianas arrasadas durante a ofensiva. Nos últimos meses, terão sido construídos mais de 23 quilómetros de vias, além de novas bases militares.</p>
<p>Estas alterações entram em choque com um dos pontos centrais do plano de paz acordado em 2025, que restringia a presença militar israelita ao lado oriental da Linha Amarela e previa a retirada gradual das tropas.</p>
<p>O plano contemplava igualmente a entrada de uma força internacional de segurança, mas essa componente continua por concretizar.</p>
<p>Nenhum dos organismos responsáveis por acompanhar a trégua se pronunciou até agora sobre as novas construções. Cresce, por isso, o receio de que a barreira deixe de ser uma estrutura temporária e se transforme numa nova fronteira dentro da Faixa.</p>
<p><strong>Uma linha que já é mortal</strong></p>
<p>O cessar-fogo alcançado em outubro de 2025 dividiu Gaza em duas áreas, embora sem uma delimitação inteiramente clara no terreno.</p>
<p>Desde então, militares israelitas têm disparado sobre palestinianos que se aproximam ou atravessam a Linha Amarela, alegando que representam uma ameaça. Entre as vítimas encontram-se também crianças.</p>
<p>O &#8216;El Español&#8217; recorda que Israel continuou a destruir áreas urbanas sob o seu controlo com explosivos e escavadoras, apesar da trégua. Mais de 1.100 palestinianos terão sido mortos desde a entrada em vigor do acordo destinado a pôr fim às hostilidades iniciadas em outubro de 2023.</p>
<p><strong>Acordo continua bloqueado</strong></p>
<p>A aplicação do cessar-fogo permanece num impasse, com Israel e o Hamas a acusarem-se mutuamente de violar o compromisso.</p>
<p>Israel exige que o grupo desarme. O Hamas responde que não entregará as armas enquanto as tropas israelitas permanecerem na Faixa.</p>
<p>O movimento anunciou, entretanto, que aceita transferir a administração de Gaza para um comité de tecnocratas palestinianos, uma das medidas previstas no plano de paz.</p>
<p>Khalil al-Hayya, que liderou a delegação do Hamas nas negociações do cessar-fogo, foi entretanto escolhido para dirigir o grupo. A mudança ocorre numa altura em que a trégua se mantém formalmente em vigor, mas o terreno parece aproximar-se cada vez mais de uma divisão duradoura de Gaza.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792046]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portuguesa Tekever lança drone autónomo capaz de transportar 200 quilos ao longo de 500 quilómetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tekever]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tekever entrou num novo segmento de mercado com o lançamento da família AR6, uma nova geração de sistemas autónomos destinados ao transporte de cargas pesadas, com aplicações militares e civis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tekever entrou num novo segmento de mercado com o lançamento da família AR6, uma nova geração de sistemas autónomos destinados ao transporte de cargas pesadas, com aplicações militares e civis.</p>
<p>Apresentado durante o Farnborough International Airshow, no Reino Unido, o AR6 foi desenvolvido em parceria com pequenas e médias empresas britânicas e deverá começar a ser produzido até ao final de 2026, na fábrica da Tekever em Swindon.</p>
<p>De acordo com a empresa portuguesa, o novo sistema foi concebido para transportar, pelo menos, 200 quilos de carga útil ao longo de 500 quilómetros, procurando posicionar-se num mercado onde predominam atualmente plataformas VTOL elétricas, normalmente limitadas a cargas de até 100 quilos e a distâncias de apenas um a cinco quilómetros.</p>
<p>Para alcançar esta capacidade, a Tekever recorreu a tecnologias especializadas nas áreas da hidráulica e da propulsão. A empresa afirma ainda que as plataformas da família AR6 foram desenhadas para operar em condições extremas, incluindo ambientes de calor e frio intensos, com baixos custos de manutenção.</p>
<p>A nova família de sistemas autónomos pretende responder a necessidades tanto no mercado civil como no militar. Entre as aplicações civis estão o transporte logístico, operações offshore, apoio médico, missões de busca e salvamento e resposta a catástrofes.</p>
<p>No setor da defesa, o AR6 poderá ser utilizado em missões de evacuação de feridos, logística avançada e operações conjuntas com aeronaves tripuladas. A TEKEVER destaca, neste contexto, um projeto britânico que prevê operações articuladas com helicópteros Apache no âmbito do Project Nyx.</p>
<p>A variante militar do AR6 deverá incluir capacidade de operação totalmente autónoma sem depender de sistemas GNSS, além de funcionalidades como operações em enxame entre várias plataformas, cooperação entre sistemas tripulados e não tripulados e mecanismos reforçados de sobrevivência em ambientes operacionais.</p>
<p>&#8220;O AR6 representa a próxima evolução da nossa capacidade autónoma&#8221;, afirmou Ricardo Mendes, CEO da Tekever. &#8220;Durante anos, ajudámos os clientes a transportar informação. Hoje, estamos a alargar essa capacidade ao transporte físico do que é mais importante.&#8221;</p>
<p>Para Karl Brew, responsável pela operação da Tekever no Reino Unido, o novo sistema permite à empresa aplicar a experiência adquirida em operações na Ucrânia e noutros mercados a um conjunto mais alargado de missões.</p>
<p>Com o lançamento do AR6, a TEKEVER pretende expandir a sua atividade para além das plataformas autónomas de informação estratégica, vigilância e reconhecimento (ISR), entrando no mercado do transporte autónomo de cargas pesadas e reforçando a sua presença nas áreas da defesa, segurança e aplicações civis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792049]]></sapo:autor>
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		<title>Irão ameaça bombardear o próprio território para travar uma invasão dos EUA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-ameaca-bombardear-o-proprio-territorio-para-travar-uma-invasao-dos-eua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Kuwait]]></category>
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					<description><![CDATA[Declaração foi feita pelo general de brigada Mohammad Akrami-Nia, porta-voz do Exército iraniano, numa entrevista à televisão estatal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão admitiu, pela primeira vez desde o início da atual escalada militar com os Estados Unidos, que poderá bombardear o próprio território caso forças americanas consigam ocupar parte do país durante uma eventual ofensiva terrestre.</p>
<p>A declaração foi feita pelo general de brigada Mohammad Akrami-Nia, porta-voz do Exército iraniano, numa entrevista à televisão estatal, numa altura em que os bombardeamentos americanos entram no décimo dia consecutivo e Washington continua a avaliar os próximos passos do conflito.</p>
<p>&#8220;Se os Estados Unidos ocuparem o nosso território, chegaremos ao ponto de bombardear o nosso próprio território. Esta é a lógica da guerra&#8221;, afirmou o responsável militar.</p>
<p>As declarações representam um novo endurecimento da posição de Teerão e surgem num momento em que, segundo o &#8216;Washington Post&#8217;, o Pentágono está a estudar diferentes cenários para operações terrestres limitadas no Irão, que poderão envolver milhares de militares e prolongar-se durante semanas ou mesmo meses.</p>
<p>A Casa Branca garante, contudo, que nenhuma decisão foi ainda tomada por Donald Trump.</p>
<p><strong>Deputados defendem captura de militares dos EUA</strong></p>
<p>O discurso beligerante não se ficou pelos responsáveis militares.</p>
<p>Vários deputados iranianos defenderam igualmente uma resposta mais agressiva caso Washington avance para uma operação terrestre.</p>
<p>O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros Manouchehr Mottaki, atualmente deputado, afirmou que o Irão deveria deixar de limitar a resposta a ataques contra bases militares e passar a capturar soldados americanos.</p>
<p>&#8220;Tenho defendido há muito tempo uma guerra em terra. Devemos tomar uma das bases americanas na região, capturar as suas forças e trazê-las para o nosso país&#8221;, afirmou.</p>
<p>Já o deputado Ahmad Bakhshayesh Ardestani admitiu que Teerão poderá lançar ataques terrestres contra o Kuwait e o Bahrain caso os Estados Unidos invadam território iraniano.</p>
<p>Segundo o parlamentar, mesmo que Washington consiga ocupar temporariamente a estratégica ilha petrolífera de Kharg, dificilmente conseguirá mantê-la sob controlo devido ao alcance dos mísseis iranianos.</p>
<p><strong>Kuwait volta a surgir no centro das preocupações</strong></p>
<p>A possibilidade de uma escalada regional também voltou a colocar o Kuwait no centro das atenções.</p>
<p>Nos últimos dias têm circulado especulações sobre uma eventual operação iraniana contra a ilha de Bubiyan, situada no norte do Golfo Pérsico e onde existem interesses estratégicos relevantes.</p>
<p>Algumas figuras políticas iranianas e várias contas nas redes sociais sugerem que o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica poderá recorrer às suas forças especiais e a aliados regionais para responder a uma eventual ocupação americana de Kharg.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; sublinha, contudo, que os relatos sobre alegados movimentos de tropas iranianas junto à fronteira kuwaitiana não puderam ser confirmados de forma independente.</p>
<p><strong>Conflito continua a escalar</strong></p>
<p>O clima de tensão agravou-se depois de Donald Trump ter advertido que qualquer ataque iraniano contra militares dos EUA terá uma resposta desproporcionada.</p>
<p>&#8220;Sempre que o Irão matar um soldado americano, pagará muitas vezes por essa morte&#8221;, escreveu o presidente americano na rede social Truth Social.</p>
<p>De acordo com as forças armadas dos EUA, 15 militares americanos morreram desde o início da guerra, no final de fevereiro.</p>
<p>Entretanto, continuam os ataques aéreos americanos contra alvos iranianos, enquanto cresce a possibilidade de o conflito evoluir para uma operação terrestre de maiores dimensões, um cenário que poderá alargar a guerra a vários países do Golfo Pérsico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792026]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Número de empregadores em &#8216;lay-off&#8217; recua 30% em 2025 para 943</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:13:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro de Relações Laborais]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de empregadores em 'lay-off' recuou 30,2% em 2025, em termos homólogos, para 943, invertendo a tendência de subida dos últimos anos, segundo o relatório sobre emprego e formação profissional, hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de empregadores em &#8216;lay-off&#8217; recuou 30,2% em 2025, em termos homólogos, para 943, invertendo a tendência de subida dos últimos anos, segundo o relatório sobre emprego e formação profissional, hoje divulgado.</P><br />
<P>No ano passado, &#8220;943 entidades empregadoras estiveram em situação de &#8216;lay-off&#8217;, o que correspondeu a uma diminuição de cerca de 30% face ao período homólogo&#8221;, aponta o relatório do Centro de Relações Laborais (CRL). </P><br />
<P>Deste modo, o recuo de 30,2% representa menos 408 entidades face às 1.351 registadas em 2024, ano que em se registou o valor mais alto da série em análise, isto é, desde 2021. </P><br />
<P>&#8220;Em 2025, inverteu-se a tendência de acréscimo que se vinha registando nos últimos anos&#8221;, aponta ainda o documento com base nos dados disponibilizados pela Segurança Social, onde é possível constatar que o número de entidades empregadoras em &#8216;lay-off&#8217; tem vindo a aumentar consecutivamente desde 2023, inclusive.  </P><br />
<P>Por outro lado, verificou-se ainda uma redução do número de beneficiários com prestações de &#8216;lay-off&#8217; (menos 17,3%, &#8220;o que correspondeu a cerca de menos 4,5 mil beneficiários&#8221;. </P><br />
<P>As mulheres continuam a representar mais de metade dos beneficiários (54,2% de mulheres face a 45,8% de homens, em 2025). </P><br />
<P>Segundo o relatório, o regime de suspensão temporária de trabalho abrangeu cerca de 11,3 mil beneficiários em 2025, menos 12% face ao ano anterior, enquanto o regime de redução de horário de trabalho abrangeu 12,9 mil (o equivalente a um recuo de 14,6%). </P><br />
<P>O &#8216;lay-off&#8217; consiste na redução temporária dos períodos normais de trabalho ou suspensão dos contratos de trabalho efetuada por iniciativa das empresas, durante um determinado tempo, devido a motivos de mercado, motivos estruturais ou tecnológicos ou catástrofes ou outras ocorrências que tenham afetado gravemente a atividade normal da empresa.</P><br />
<P>Ainda no que toca ao mercado de trabalho, o documento revela ainda que em 2025 foram &#8220;comunicados 552 despedimentos coletivos que abrangeram um total de cerca de 6,5 mil trabalhadores despedidos (mais 10,3% face ao período homólogo)&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Relativamente ao ano anterior, em 2025, verificou-se um aumento de 11,1% do número de despedimentos coletivos comunicados, o que correspondeu a mais 55 despedimentos&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Entre 2024 e 2025, o número de contratos de trabalho registados na Segurança Social subiu 3,3% para 7.213,1 mil contratos, sendo que destes 1.936,3 mil, ou seja 26,8%, eram novos contratos. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792015]]></sapo:autor>
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		<title>Drone ucraniano atinge caça MiG-29 e sistema antiaéreo em base militar russa: veja o vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[MiG-29]]></category>
		<category><![CDATA[Pantsir-S1]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação foi conduzida pela 15ª Brigada Independente de Reconhecimento de Artilharia "Chorny Forest"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As forças ucranianas afirmam ter atingido um caça MiG-29 e um sistema de defesa antiaérea Pantsir-S1 durante um ataque com drones contra o aeródromo militar de Khalino, na região russa de Kursk.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, que cita um comunicado do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, a operação foi conduzida pela 15ª Brigada Independente de Reconhecimento de Artilharia &#8220;Chorny Forest&#8221;.</p>
<p>O aeródromo de Khalino, situado a cerca de sete quilómetros da cidade de Kursk, serve simultaneamente de base militar e de aeroporto civil. As operações comerciais encontram-se suspensas desde o início da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">At the Khalino airfield in Russia’s Kursk region, a MiG-29 fighter jet and a Pantsir-S1 anti-aircraft system were hit, according to Ukraine’s General Staff. <a href="https://t.co/PRaAi3vaLM">pic.twitter.com/PRaAi3vaLM</a></p>
<p>&mdash; Visegrád 24 (@visegrad24) <a href="https://x.com/visegrad24/status/2079535749821513896?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Prejuízo estimado em 45 milhões de dólares</strong></p>
<p>O Estado-Maior ucraniano indica que o ataque atingiu um caça MiG-29 e um sistema Pantsir-S1, avaliando o prejuízo total em cerca de 45 milhões de dólares (aproximadamente 39 milhões de euros).</p>
<p>Segundo a mesma fonte, o MiG-29 tem um valor estimado de 25 milhões de dólares, enquanto o sistema antiaéreo ronda os 20 milhões.</p>
<p>As autoridades ucranianas não esclareceram, contudo, se os dois equipamentos foram totalmente destruídos ou apenas danificados.</p>
<p><strong>Vídeo mostra momento do ataque</strong></p>
<p>O Estado-Maior divulgou também imagens captadas por drones durante a operação.</p>
<p>Nas gravações, um drone de ataque parece embater diretamente num dos dois caças MiG-29 estacionados na base, enquanto outro atinge um sistema Pantsir-S1 responsável pela proteção do aeródromo contra drones e mísseis de cruzeiro.</p>
<p>Segundo o portal especializado Militarnyi, os MiG-29 estacionados em Khalino poderão estar a ser utilizados para intercetar drones kamikaze ucranianos de longo alcance que atacam infraestruturas militares em território russo.</p>
<p><strong>Base já foi alvo de outros ataques</strong></p>
<p>Não é a primeira vez que o aeródromo de Khalino é atacado.</p>
<p>Em 2025, forças ucranianas anunciaram a destruição de um depósito de armamento aeronáutico na mesma base. Já em 2023, o complexo militar tinha sido atingido por drones kamikaze.</p>
<p><strong>MiG-29 continua a ser um dos principais caças da guerra</strong></p>
<p>Desenvolvido ainda durante a União Soviética, o MiG-29 continua a ser um dos caças de quarta geração mais utilizados no mundo e permanece em serviço tanto na Rússia como na Ucrânia.</p>
<p>Desde o início da invasão em grande escala, em fevereiro de 2022, o aparelho tem desempenhado um papel importante nos dois lados do conflito, destacando-se nas operações em torno do aeroporto de Hostomel e na defesa aérea ucraniana, que deu origem à lenda do chamado &#8220;Fantasma de Kyiv&#8221;.</p>
<p>O ataque agora anunciado acontece cerca de um mês depois de a Direção Principal de Informações da Ucrânia (HUR) ter reivindicado a destruição de outro MiG-29 russo durante uma operação com drones contra a base aérea de Belbek, na Crimeia ocupada, onde terá sido igualmente destruída uma unidade de alimentação elétrica utilizada para apoiar a aeronave.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792000]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pequim perde a paciência: fábricas de automóveis chinesas vão ser alvo de inspeções surpresa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pequim-perde-a-paciencia-fabricas-de-automoveis-chinesas-vao-ser-alvo-de-inspecoes-surpresa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:33:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo é travar aquilo que as autoridades classificam como uma "concorrência irracional", num mercado onde as vendas começam a desacelerar e onde dezenas de fabricantes disputam agressivamente a preferência dos consumidores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra de preços entre os fabricantes automóveis chineses está a preocupar o próprio Governo. Depois de anos de crescimento explosivo, produção em massa e lançamento contínuo de novos modelos, Pequim decidiu apertar a fiscalização às marcas nacionais, receando que a corrida pelas vendas esteja a comprometer a qualidade e a segurança dos veículos.</p>
<p>Segundo avança a &#8216;L&#8217;Automobile Magazine&#8217;, o Ministério da Indústria da China vai realizar inspeções surpresa aos automóveis logo à saída das linhas de montagem, reforçando os controlos sobre os veículos, componentes e sistemas de assistência à condução.</p>
<p>O objetivo é travar aquilo que as autoridades classificam como uma &#8220;concorrência irracional&#8221;, num mercado onde as vendas começam a desacelerar e onde dezenas de fabricantes disputam agressivamente a preferência dos consumidores.</p>
<p><strong>Mais qualidade e menos pressa</strong></p>
<p>Numa reunião com os principais construtores chineses, o Ministério da Indústria deixou um aviso claro: o ritmo acelerado de lançamentos não pode comprometer a qualidade.</p>
<p>As marcas foram instadas a garantir maior consistência na produção e a cumprir padrões mais exigentes de fiabilidade e durabilidade, sob pena de enfrentarem sanções caso não reforcem os mecanismos internos de controlo.</p>
<p>As futuras inspeções vão incidir sobretudo sobre os sistemas de assistência ao condutor e as tecnologias de condução autónoma, áreas consideradas particularmente sensíveis devido à sua crescente complexidade.</p>
<p><strong>Carros quase &#8220;descartáveis&#8221;</strong></p>
<p>A preocupação das autoridades prende-se também com a rapidez com que os automóveis estão a ser substituídos na China.</p>
<p>Segundo a &#8216;L&#8217;Automobile Magazine&#8217;, a idade média da frota de veículos elétricos é de apenas 1,8 anos, um valor muito inferior ao registado na Europa e que alimenta dúvidas sobre a durabilidade dos modelos mais recentes.</p>
<p>Num mercado dominado por consumidores jovens e muito recetivos à tecnologia, os automóveis começam a ser vistos quase como produtos de consumo de curta duração, impulsionando uma sucessão constante de novos modelos.</p>
<p><strong>Fornecedores também estão a pagar a fatura</strong></p>
<p>As consequências da guerra comercial não se limitam aos consumidores.</p>
<p>Pequim já tinha alertado, em 2025, para os riscos da competição excessiva entre fabricantes, considerando que esta ameaça a sustentabilidade da indústria automóvel chinesa.</p>
<p>Para conseguirem reduzir os preços sem sacrificar as margens de lucro, algumas marcas têm atrasado pagamentos aos fornecedores, levando o Governo a exigir o cumprimento atempado dessas obrigações.</p>
<p>Esta pressão criou situações paradoxais. Desde 2019, a China produz mais automóveis do que consegue absorver internamente e tem vindo a exportar parte desse excedente como veículos usados, ao mesmo tempo que enfrenta dificuldades no fornecimento de peças de substituição para automóveis já vendidos.</p>
<p><strong>Publicidade enganosa também está na mira</strong></p>
<p>Além da qualidade dos veículos, o Ministério da Indústria quer pôr fim às campanhas publicitárias consideradas exageradas ou potencialmente enganosas.</p>
<p>As autoridades entendem que, perante a desaceleração da procura, algumas marcas passaram a recorrer a estratégias comerciais demasiado agressivas para conquistar clientes.</p>
<p>Se as novas orientações forem aplicadas de forma rigorosa, acredita o Governo chinês, os consumidores poderão beneficiar de automóveis mais fiáveis, seguros e consistentes, num dos mercados mais competitivos do mundo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791942]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>António José Seguro exige rigor, igualdade e respostas rápidas após caos nos exames nacionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/antonio-jose-seguro-exige-rigor-igualdade-e-respostas-rapidas-apos-caos-nos-exames-nacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, manifestou esta terça-feira preocupação com os problemas registados nas últimas semanas no processo de realização e classificação dos exames nacionais, considerando que a situação provocou "uma compreensível preocupação e ansiedade entre milhares de alunos, famílias e professores". ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, manifestou esta terça-feira preocupação com os problemas registados nas últimas semanas no processo de realização e classificação dos exames nacionais, considerando que a situação provocou &#8220;uma compreensível preocupação e ansiedade entre milhares de alunos, famílias e professores&#8221;. Numa mensagem divulgada pela Presidência da República, o chefe de Estado sublinha que este representa um momento decisivo para o percurso académico de milhares de jovens e lembra que &#8220;o Estado tem o dever de assegurar que os procedimentos decorram com rigor, previsibilidade e confiança&#8221;. Acrescenta ainda que, &#8220;quando surgem falhas ou atrasos, é essencial que sejam reconhecidos, explicados e resolvidos com a maior celeridade e ponderação&#8221;, frisando que esse tem sido o seu entendimento desde o início deste processo.</p>
<p>Na sequência das várias reuniões e contactos mantidos nos últimos dias, incluindo o encontro semanal realizado esta segunda-feira com o primeiro-ministro, António José Seguro reafirma &#8220;o sentido de exigência que deve pautar todo o processo&#8221;, defendendo a &#8220;obrigatória salvaguarda do princípio de igualdade entre todos os alunos e a normalidade e previsibilidade de todo o sistema&#8221;, especialmente no que respeita ao concurso nacional de acesso ao Ensino Superior. O Presidente considera igualmente que a situação deve servir de aprendizagem para o futuro, sustentando que importa &#8220;retirar desta situação as devidas lições&#8221;, para que os processos de inovação tecnológica sejam acompanhados por &#8220;mecanismos de prevenção e resposta capazes de evitar a repetição de constrangimentos desta natureza&#8221;, designadamente durante a realização da segunda fase dos exames nacionais.</p>
<p>Apesar dos problemas verificados, o chefe de Estado reafirma a sua &#8220;confiança na qualidade das escolas portuguesas e no empenho dos professores e demais profissionais da educação&#8221;, considerando que o trabalho desenvolvido por estes profissionais &#8220;tem sido essencial para ultrapassar as dificuldades verificadas&#8221;. António José Seguro dirige ainda &#8220;uma palavra de confiança e de solidariedade a todos os estudantes que aguardam a conclusão deste processo&#8221;, reafirmando que &#8220;nenhum aluno pode ser prejudicado por dificuldades de natureza técnica ou administrativa alheias ao seu esforço e mérito&#8221;.</p>
<p>Na parte final da mensagem, o Presidente da República lembra que, para muitos estudantes e respetivas famílias, este constitui um momento particularmente importante, marcado por anos de dedicação e de sacrifícios com o objetivo de garantir um futuro melhor. Por isso, defende que a conclusão do processo dos exames nacionais tem de decorrer &#8220;com justiça, rigor e respeito por todos&#8221;, assegurando que nenhum candidato seja penalizado por problemas técnicos ou administrativos que escapam ao seu controlo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791993]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Filho de Bolsonaro recebe residência permanente nos EUA e diz que só regressa ao Brasil com amnistia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/filho-de-bolsonaro-recebe-residencia-permanente-nos-eua-e-diz-que-so-regressa-ao-brasil-com-amnistia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal e filho do antigo Presidente brasileiro Jair Bolsonaro, anunciou esta segunda-feira que recebeu o 'green card', documento que lhe concede residência permanente nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal e filho do antigo Presidente brasileiro Jair Bolsonaro, anunciou esta segunda-feira que recebeu o &#8216;green card&#8217;, documento que lhe concede residência permanente nos Estados Unidos. O político, que vive em território norte-americano desde o início de 2025, revelou que a autorização foi atribuída ao abrigo da categoria EB-1A, destinada a pessoas com &#8220;habilidades extraordinárias&#8221; em áreas como ciência, artes, negócios ou desporto, acrescentando que o processo para obtenção do documento teve início há cerca de um ano.</p>
<p>Segundo o Público, Eduardo Bolsonaro encontrava-se já autorizado a trabalhar nos Estados Unidos antes de obter a residência permanente. O ex-deputado afirmou ainda que não pretende regressar ao Brasil enquanto não lhe for concedida amnistia, justificando a decisão com a alegada perseguição judicial de que diz ser alvo. &#8220;Pelo menos aqui estou livre&#8221;, declarou.</p>
<p>A situação de Eduardo Bolsonaro surge depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) o ter condenado, por unanimidade, em junho, a uma pena de quatro anos e dois meses de prisão. Os juízes consideraram-no culpado pelos crimes de lobbying e coação relacionados com o julgamento do pai, Jair Bolsonaro, que respondia na justiça por tentativa de golpe de Estado destinada a reverter o resultado das eleições presidenciais de 2022, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva. O antigo chefe de Estado acabou condenado a mais de 27 anos de prisão e cumpre atualmente a pena em regime de prisão domiciliária.</p>
<p>De acordo com a acusação, Eduardo Bolsonaro desenvolveu contactos nos Estados Unidos para exercer pressão sobre o sistema judicial brasileiro em benefício do pai. O antigo deputado rejeita essa interpretação, sustentando que a sua atuação teve apenas como objetivo defender-se daquilo que classifica como uma &#8220;perseguição injusta&#8221; promovida pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>A condenação representa também um novo revés político para a família Bolsonaro numa altura em que Flávio Bolsonaro, irmão de Eduardo e senador, prepara a candidatura às eleições presidenciais deste ano. A pré-campanha tem sido marcada por várias polémicas, entre elas a associação de Flávio ao banqueiro Daniel Vorcaro durante a investigação ao escândalo do Banco Master, o conflito público com Michelle Bolsonaro, mulher de Jair Bolsonaro, que o acusa de machismo e maus-tratos, e ainda a alegada violação das condições da prisão domiciliária do antigo Presidente, após uma carta sua ter sido lida por Flávio durante uma transmissão em direto para manifestar apoio à candidatura do filho.</p>
<p>Os dois irmãos têm igualmente sido alvo de críticas por parte dos adversários políticos, que os acusam de atuar nos Estados Unidos contra os interesses do Brasil. Segundo os críticos, essa atuação terá contribuído para o agravamento das relações comerciais entre Washington e Brasília e para a imposição de tarifas norte-americanas sobre produtos brasileiros. Está prevista a entrada em vigor de uma taxa de 25% sobre algumas importações provenientes do Brasil, embora tanto Eduardo como Flávio Bolsonaro rejeitem ter solicitado aos Estados Unidos a aplicação dessas medidas.</p>
<p>Eduardo Bolsonaro tinha anunciado, em março de 2025, a suspensão temporária do mandato parlamentar para se fixar nos Estados Unidos. Na altura, justificou a decisão com a alegada perseguição política e judicial de que dizia ser alvo no Brasil, afirmando que pretendia dedicar-se &#8220;integralmente&#8221; à procura de sanções contra aquilo que considerava serem violações dos direitos humanos. Agora, com a obtenção da residência permanente norte-americana, reforça a intenção de permanecer nos Estados Unidos e condiciona qualquer regresso ao Brasil à eventual concessão de uma amnistia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791977]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Assembleia da República celebra Constituição com exposição de arte contemporânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:06:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Obras de Ângela Ferreira, Fernanda Fragateiro e Hugo Canoilas fazem parte de uma exposição dedicada aos direitos e valores da Constituição da República Portuguesa, a inaugurar na quinta-feira, na Assembleia da República, para assinalar os 50 anos da Lei Fundamental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Obras de Ângela Ferreira, Fernanda Fragateiro e Hugo Canoilas fazem parte de uma exposição dedicada aos direitos e valores da Constituição da República Portuguesa, a inaugurar na quinta-feira, na Assembleia da República, para assinalar os 50 anos da Lei Fundamental.  </P><br />
<P>&#8220;A Palavra é o Lugar: A Constituição da(s) Comunidade(s)&#8221; dá título a esta mostra que ficará patente em Lisboa até 30 de novembro, ocupando os espaços exteriores da assembleia e da Casa do Parlamento &#8212; Centro Interpretativo, com obras de artistas e escritores portugueses e estrangeiros em torno das palavras gravadas na Constituição Portuguesa, anunciou a organização em comunicado.</P><br />
<P>Com curadoria de Filipa Oliveira, Francisca Listopad e Paulo Pires do Vale, a exposição parte do texto fundador da democracia portuguesa para explorar a forma como a palavra participa na construção da vida coletiva, através de obras de arte contemporânea que dialogam com excertos da Lei Fundamental e propõem novas leituras sobre princípios como a igualdade, a liberdade, a habitação, a criação cultural, a participação democrática e o direito de resistência.</P><br />
<P>No mesmo percurso expositivo, palavras retiradas da Constituição irão ganhar presença física, acompanhadas por textos inéditos escritos para esta ocasião por autores como Lídia Jorge, David Erlich, Alice Neto de Sousa, António Brito Guterres, Sofia Pinto Basto, Francisco Mota SJ e Maria Inácia Rezola, comissária executiva da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 50 Anos de 25 de Abril, que co-organiza a mostra com a Assembleia da República. Estes textos propõem diferentes leituras contemporâneas dos princípios constitucionais.</P><br />
<P>Segundo a organização, a iniciativa pretende afirmar a Constituição como um património comum, cuja vitalidade depende da apropriação quotidiana dos direitos, liberdades e responsabilidades que consagra, sublinha.</P><br />
<P>Distribuída pelo jardim e pelos espaços exteriores da Assembleia da República e pela Casa do Parlamento &#8212; Centro Interpretativo, a exposição reúne ainda obras de Emília Nadal, Dora García, Agnès Thurnauer, João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, Ana Hatherly, Maria José Oliveira, Binelde Hyrcan, Sara &amp; André e Nuno Nunes-Ferreira, entre outros artistas.</P><br />
<P>Integrado igualmente no projeto está &#8220;Four Flags Lisboa&#8221;, concebido por Luiza Teixeira de Freitas, que reunirá bandeiras criadas por mais de três dezenas de artistas ao longo do período da mostra.</P><br />
<P>A programação inclui também cinco residências artísticas participativas promovidas pela Oficina Arara em diferentes localidades do país. </P><br />
<P>Através de oficinas dirigidas a públicos de várias idades, a iniciativa visa aproximar a Constituição das comunidades e promover a participação cívica através da criação artística, indica o comunicado.</P><br />
<P>Organizada pela Assembleia da República e pela Comissão Comemorativa 50 Anos 25 de Abril, &#8220;A Palavra é o Lugar: A Constituição da(s) Comunidade(s)&#8221; poderá ser visitada gratuitamente a partir de quinta-feira, até 30 de novembro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791975]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Autarca diz que Alvaiázere está numa &#8220;situação insustentável&#8221; em matéria de comunicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:04:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Alvaiázere, Leiria, 21 jul 206 (Lusa) - O presidente da Câmara de Alvaiázere, João Paulo Guerreiro, disse à agência Lusa que o concelho está "numa situação insustentável" em matéria de comunicações, quase seis meses após a depressão Kristin ter atingido gravemente o território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Alvaiázere, Leiria, 21 jul 206 (Lusa) &#8211; O presidente da Câmara de Alvaiázere, João Paulo Guerreiro, disse à agência Lusa que o concelho está &#8220;numa situação insustentável&#8221; em matéria de comunicações, quase seis meses após a depressão Kristin ter atingido gravemente o território.</P><br />
<P>&#8220;Já passaram seis meses, já seria tempo mais do que suficiente para estarmos noutro patamar da resolução do problema (&#8230;) Estamos numa situação insustentável e constrangedora. Não podemos encher a boca com palavras que levam a crer que se pretende que exista coesão, quando estes territórios, em que a densidade [populacional] é menor, não são tratados de forma adequada e com a discriminação positiva que também deveriam ter estes casos&#8221;, afirmou João Paulo Guerreiro.</P><br />
<P>O autarca adiantou ter noção de que &#8220;as infraestruturas foram bastante afetadas&#8221;, mas são necessárias respostas para os munícipes.</P><br />
<P>&#8220;Estamos numa situação má, inadequada para aquilo que são os dias de hoje e exigimos que haja uma resposta mais robusta por parte dos operadores e da entidade reguladora [Anacom]&#8221;, declarou.</P><br />
<P>João Paulo Guerreiro assegurou que o concelho, no distrito de Leiria, tem &#8220;várias centenas de munícipes&#8221; sem comunicações fixas, o mesmo sucedendo com empresas, que têm &#8220;a sua vida afetada por falta de ligação, uma ligação estável e com a qualidade necessária para exercerem a sua atividade económica ou para usufruir daquilo que são os serviços essenciais hoje em dia&#8221;.</P><br />
<P>O presidente da Junta de Pussos São Pedro, no concelho de Alvaiázere, relatou à Lusa que há seis meses que não tem telefone fixo, nem televisão nem Internet em casa, em Maçãs de Dona Maria, e que a sua empresa só recuperou Internet há três meses e, depois, tornou a ficar sem rede por duas semanas.</P><br />
<P>Em Pussos São Pedro, Paulo Sá Oliveira explicou que no lugar de Outeiro da Cotovia, com cerca de 15 a 20 casas, está &#8220;sem nada&#8221; de comunicações fixas, problema geral no norte desta freguesia.</P><br />
<P>&#8220;Há desertificação porquê? É assim que resolvem o problema?&#8221;, questionou Paulo Sá Oliveira ao referir-se à saída de pessoas que estavam em teletrabalho na freguesia para outros concelhos com comunicações restabelecidas.</P><br />
<P>O presidente da junta alertou ainda para uma &#8220;situação grave&#8221;, cabos de telecomunicações caídos em fazendas nas quais a vegetação, entretanto, cresceu.</P><br />
<P>&#8220;Os tratoristas recusam-se a fazer limpeza dos terrenos porque os cabos embrulham-se nas máquinas e provocam danos&#8221;, referiu, descrevendo haver &#8220;cabos e cabos e cabos pelo chão&#8221;.</P><br />
<P>No final de junho, a Assembleia Municipal de Alvaiázere aprovou, por unanimidade, uma moção, apresentada pelo PSD, a pedir à Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) &#8220;um acompanhamento específico das situações verificadas no concelho&#8221;, assim como o apuramento de responsabilidades e a promoção, com a maior celeridade possível, de medidas corretivas adequadas, adiantou o presidente da Câmara.</P><br />
<P>&#8220;Que a Anacom faça aquilo que é a sua função, que é exigir às operadoras a apresentação de um calendário concreto para a resolução das situações pendentes no concelho&#8221;, identificando as intervenções, prazos e localidades abrangidas, explicou o autarca.</P><br />
<P>Também em junho, a Assembleia Municipal de Ansião, também no distrito de Leiria, aprovou uma moção, apresentada pelos sociais-democratas, &#8220;pela reposição integral e reforço das infraestruturas de telecomunicações&#8221; no concelho.</P><br />
<P>Sob proposta do PS, a Assembleia Municipal da Marinha Grande (Leiria), igualmente no mês passado, aprovou uma moção a exigir a reposição urgente dos serviços de telecomunicações e a remoção das infraestruturas danificadas na sequência da depressão Kristin.</P><br />
<P>As diferentes moções foram enviadas a várias entidades, incluindo Anacom, parlamento e Governo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791970]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Cerca de 1.600 clientes ainda sem serviços fixos de comunicações, indica Anacom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:04:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 1.600 clientes, a maioria da região de Leiria, ainda não têm serviços fixos de comunicações, quase seis meses após a depressão Kristin ter atingido gravemente este território, informou hoje a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 1.600 clientes, a maioria da região de Leiria, ainda não têm serviços fixos de comunicações, quase seis meses após a depressão Kristin ter atingido gravemente este território, informou hoje a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).</P><br />
<P>&#8220;Segundo os dados comunicados recentemente pelos operadores, existem cerca de 1.600 acessos fixos ainda afetados na sequência da depressão Kristin (menos de 1% dos acessos fixos inicialmente afetados), sendo a região de Leiria que concentra o maior número destas situações&#8221;, revelou a entidade responsável pela regulação do setor das comunicações e das atividades espaciais.</P><br />
<P>Em 24 de abril, eram cerca de 20 mil os clientes nesta situação.</P><br />
<P>A Anacom adiantou que a previsão é de que grande parte dos acessos afetados seja recuperada nas próximas duas semanas.</P><br />
<P>Quanto a reclamações escritas relacionadas com os eventos meteorológicos extremos do início do ano, a Anacom recebeu, até ao dia 15, cerca de 2.200 (em abril último, o número era na ordem das 1.200).</P><br />
<P>&#8220;Os motivos mais frequentes de reclamação prendem-se com a demora na reposição dos serviços e a reincidência de falhas após reparação, com dificuldades no contacto com os operadores, com a faturação do período de indisponibilidade e com o agendamento de intervenções técnicas&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A Anacom referiu que &#8220;assegurou o tratamento da quase totalidade das reclamações diretamente recebidas sobre esta matéria, numa proporção próxima de 99%&#8221;, sendo que &#8220;as restantes situações correspondem a solicitações mais recentes, que se encontram ainda em tratamento&#8221;.</P><br />
<P>Questionada se abriu algum procedimento contraordenacional às operadoras de telecomunicações relacionado com o mau tempo, o regulador, presidido por Sandra Maximiano, esclareceu que &#8220;as equipas da Anacom estiveram presentes no terreno e puderam constatar que as empresas de comunicações eletrónicas e as entidades detentoras de infraestruturas mobilizaram, de forma imediata, meios humanos e técnicos para os trabalhos de recuperação&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, dada a &#8220;enorme extensão territorial e severidade dos danos, foi necessária uma priorização dos referidos trabalhos&#8221;, sendo que &#8220;primeiro foi reposto o &#8216;backbone&#8217; das redes, de forma a garantir a conectividade às principais localidades, de seguida foram recuperadas as redes móveis e, por fim, a rede fixa, cujos trabalhos ainda decorrem&#8221;.</P><br />
<P> A entidade reguladora assinalou que &#8220;a recuperação da rede fixa é mais demorada do que a da rede móvel uma vez que é necessário reconstruir, em grande medida, toda a capilaridade da rede de acesso&#8221;, habitação a habitação, estabelecimento a estabelecimento, exemplificou.</P><br />
<P>De acordo com a Anacom, &#8220;subsistem ainda diversos postes por repor e quilómetros de cabos junto ao solo, encontrando-se em curso os trabalhos de reposição destas infraestruturas físicas&#8221;, mesmo após a recuperação do serviço, &#8220;pelo que o processo de recuperação está ainda em desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;(&#8230;) Os operadores têm vindo a alertar para a ocorrência de inúmeras situações de cabos reparados que voltam a ser danificados/cortados na sequência de trabalhos de limpeza de terrenos, apelando para que se evitem manipular e pisar até que os trabalhos de recuperação estejam concluídos&#8221;, observou.</P><br />
<P>A entidade reguladora acrescentou que &#8220;submeteu ao Governo propostas legislativas visando o reforço da capacidade de resposta e resiliência das redes, envolvendo, designadamente, propostas relativas à coordenação das intervenções para limpeza e reparação de danos, às intervenções em propriedade privada e em espaços sob gestão de concessionárias, bem como à priorização de clientes para efeitos de reposição de serviços de energia elétrica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi também apresentada uma proposta legislativa incluindo medidas relativas a &#8216;roaming&#8217; nacional temporário&#8221; e &#8220;formulou ainda diversas recomendações com vista à simplificação de procedimentos para a instalação de infraestruturas&#8221;, adiantou o regulador, observando que, no plano legislativo, foi publicado um diploma que estabelece um regime excecional e temporário de simplificação administrativa e financeira destinado à reconstrução e reabilitação de património e das infraestruturas localizadas nos concelhos afetados pela depressão Kristin.</P><br />
<P>À pergunta se pode garantir que, em termos de comunicações, o sistema é mais resiliente, a Anacom notou que os elementos disponíveis &#8220;não permitem concluir, de forma inequívoca, que o sistema de comunicações eletrónicas seja hoje mais resiliente do que era antes da depressão Kristin&#8221;, em 28 de janeiro.</P><br />
<P>&#8220;Pode, contudo, afirmar-se que o país dispõe atualmente de um conhecimento mais aprofundado das vulnerabilidades evidenciadas por este evento, dos pontos críticos das redes, dos impactos sofridos, dos constrangimentos verificados na reposição dos serviços, da dependência das redes de comunicações eletrónicas face ao fornecimento de energia elétrica, da vulnerabilidade dos traçados aéreos e da necessidade de reforçar a coordenação operacional&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Ainda segundo o regulador, &#8220;os operadores têm vindo a realizar investimentos destinados ao reforço da robustez e da resiliência das suas redes, procurando aumentar a sua capacidade de resposta a fenómenos meteorológicos extremos e a outras situações de emergência&#8221;, sustentando que a depressão Kristin &#8220;veio, certamente, reforçar a importância de conceber de raiz e desenvolver redes robustas e resilientes capazes de fazer face a este tipo de incidentes que têm ocorrido com cada vez maior frequência&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791969]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Nova Iorque abre a subir impulsionada por empresas de IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negoceia a subir no início da sessão com as empresas de semicondutores e de armazenamento de dados a liderarem os ganhos, impulsionado o mercado apesar da tensão crescente no Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa em Wall Street negoceia a subir no início da sessão com as empresas de semicondutores e de armazenamento de dados a liderarem os ganhos, impulsionado o mercado apesar da tensão crescente no Irão.</P><br />
<P>Pelas 14:46 (hora de Lisboa) o industrial Dow Jones avançava 0,22% para 51.951,37 pontos, enquanto o agregado S&amp;P 500 ganhava 0,50% para 7.480,68 pontos.</P><br />
<P>O tecnológico Nasdaq subia 0,78% para 25.706,79 pontos.</P><br />
<P>A Nvidia, empresa de referência no setor da inteligência artificial (IA), subiu 1,3%, depois de ter anunciado que adquiriu uma participação de 9% na empresa holandesa de computação em nuvem Nebius.</P><br />
<P>Fora do setor tecnológico, a General Motors subiu 1,7% depois de a fabricante automóvel ter superado as previsões de Wall Street relativas às vendas e aos lucros do segundo trimestre e ter revisto em alta as suas previsões.</P><br />
<P>As empresas de armazenamento de dados SanDisk e Western Digital continuaram a sua tendência predominantemente ascendente, registando ambas um aumento superior a 7% no início da sessão de negociação. </P><br />
<P>As fabricantes de chips Marvell Technology e Intel, que também têm vindo a acompanhar as oscilações do setor da inteligência artificial, subiram 6,2% e 5,7%, respetivamente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791961]]></sapo:autor>
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		<title>As férias do Papa: Leão XIV escolhe o Palácio Apostólico para descansar e reverte decisão histórica de Francisco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:54:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV decidiu recuperar uma das mais antigas tradições do papado ao passar o período de férias de verão em Castel Gandolfo, nos Castelli Romani, a cerca de 30 quilómetros de Roma, voltando a utilizar o histórico Palácio Apostólico como residência oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Papa Leão XIV decidiu recuperar uma das mais antigas tradições do papado ao passar o período de férias de verão em Castel Gandolfo, nos Castelli Romani, a cerca de 30 quilómetros de Roma, voltando a utilizar o histórico Palácio Apostólico como residência oficial. A estadia, iniciada a 5 de julho e prevista até 27 de julho, marca uma mudança simbólica relativamente aos últimos anos, já que o edifício tinha deixado de servir de residência papal durante o pontificado de Francisco, que optou por permanecer em Roma e transformou o palácio num espaço museológico aberto ao público.</p>
<p>Segundo o El Confidencial, a deslocação do pontífice norte-americano implica também uma redução significativa da sua agenda oficial durante o mês de julho. Durante as três semanas de descanso ficam suspensas todas as audiências gerais, privadas e especiais, mantendo-se apenas a oração dominical do Ângelus como compromisso público regular. Em vez da tradicional janela do Palácio Apostólico do Vaticano, a celebração decorre excecionalmente na Praça da Liberdade, em Castel Gandolfo. De acordo com o calendário divulgado pela Prefeitura da Casa Pontifícia, as audiências públicas no Vaticano só deverão ser retomadas a 5 de agosto, embora permaneça em aberto a possibilidade de o Papa realizar visitas espontâneas a paróquias da região ou regressar pontualmente ao Vaticano para as celebrações da Assunção, a 15 de agosto, à semelhança do que aconteceu no ano anterior.</p>
<p><strong>Regresso ao Palácio Apostólico marca mudança simbólica</strong><br />
A principal novidade deste verão reside precisamente na escolha da residência. Embora Leão XIV já frequentasse regularmente as Villas Pontifícias às terças-feiras, dia habitualmente reservado ao seu descanso, e tenha passado parte das férias do ano anterior na Villa Barberini, desta vez decidiu instalar-se nos aposentos oficiais do Palácio Apostólico. Trata-se das mesmas dependências privadas utilizadas durante décadas por pontífices como São João Paulo II e Bento XVI, devolvendo ao edifício a função residencial que desempenhou historicamente.</p>
<p>O Palácio Apostólico foi originalmente transformado na residência estival dos papas por iniciativa de Urbano VIII, que confiou ao arquiteto Carlo Maderno a adaptação do edifício para esse efeito. Contudo, durante o pontificado de Francisco, a tradição foi interrompida. O antigo Papa preferiu permanecer em Roma durante os meses de verão e, em 2016, abriu o complexo aos visitantes como museu, alterando profundamente a utilização do espaço.</p>
<p><strong>Obras devolveram ao edifício a função residencial</strong><br />
Para permitir o regresso da residência papal, o museu encerrou definitivamente as suas portas a 30 de junho. Desde então, decorreram trabalhos intensivos de adaptação das instalações, com equipas de operários a procederem à remodelação das áreas que tinham sido convertidas em percurso museológico. O objetivo passou por devolver ao edifício as condições necessárias para acolher novamente um pontífice, garantindo um ambiente privado, confortável e funcional.</p>
<p>Esta decisão representa não apenas uma alteração logística, mas também um gesto carregado de simbolismo, ao restituir ao Palácio Apostólico a utilização para a qual foi concebido há vários séculos e que tinha sido interrompida durante quase uma década.</p>
<p><strong>Descanso, leitura e preparação para os próximos desafios</strong><br />
O próprio Leão XIV explicou que pretende aproveitar este período para combinar descanso com trabalho intelectual e espiritual. &#8220;As férias são, no fundo, um pouco de descanso, muita leitura, reflexão e preparação para o que vem a seguir. Há sempre trabalho também&#8221;, afirmou o Papa, descrevendo um programa que inclui momentos de repouso, estudo e preparação de futuros documentos do magistério.</p>
<p>Além da atividade intelectual, o pontífice deverá aproveitar as semanas em Castel Gandolfo para passear pelos jardins monumentais das Villas Pontifícias e manter a prática de exercício físico, recorrendo ao campo de ténis e à piscina construída durante o pontificado de São João Paulo II, infraestruturas que Leão XIV já tinha utilizado anteriormente durante alguns dos seus dias de descanso.</p>
<p><strong>Castel Gandolfo recupera o seu papel histórico</strong><br />
O complexo pontifício de Castel Gandolfo constitui uma vasta propriedade extraterritorial da Santa Sé, integrando o Palácio Apostólico, a Villa Barberini, a Villa Cybo, estufas, vinhas, uma exploração agrícola própria e ainda o histórico Observatório Astronómico Specola Vaticana. O Papa visitou parte deste complexo no verão passado, incluindo o observatório e um lar de idosos situado nas proximidades.</p>
<p>Ao longo das últimas décadas, Castel Gandolfo assumiu um papel de grande relevância na história recente da Igreja Católica. São João Paulo II descrevia-o carinhosamente como o &#8220;segundo Vaticano&#8221;, enquanto Bento XVI ali permaneceu após a sua renúncia ao pontificado, formalizada em 28 de fevereiro de 2013.</p>
<p>Com a decisão de Leão XIV de voltar a instalar-se no Palácio Apostólico, o histórico refúgio de verão dos papas recupera plenamente a sua vocação original, voltando a ser o local onde o líder da Igreja Católica encontra um ambiente de serenidade, reflexão e preparação antes de retomar, em agosto, a intensa atividade da Santa Sé.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791953]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Microsoft e Mistral assinam acordo de &#8220;vários mil milhões&#8221; em parceria estratégica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnológica norte-americana Microsoft assinou um acordo de "vários mil milhões" de dólares com a Mistral, líder francesa em inteligência artificial (IA), com o objetivo de utilizar a capacidade de computação das suas infraestruturas na Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tecnológica norte-americana Microsoft assinou um acordo de &#8220;vários mil milhões&#8221; de dólares com a Mistral, líder francesa em inteligência artificial (IA), com o objetivo de utilizar a capacidade de computação das suas infraestruturas na Europa.</P><br />
<P>Este acordo, cujo valor exato não foi revelado, &#8220;reforça a capacidade da Microsoft na Europa&#8221; e permitirá à Mistral desenvolver as suas infraestruturas na Europa, de acordo com o comunicado conjunto. </P><br />
<P>Esta parceria alarga a abordagem &#8220;Sovereign Cloud&#8221; (&#8216;Cloud&#8217; soberana) da Microsoft, combinando os modelos de ponta da Mistral plataforma da Microsoft.</P><br />
<P>&#8220;A Europa deve ter acesso à IA mais avançada do mundo sem comprometer o controlo sobre os seus dados, operações ou futuro digital&#8221;, afirmou o presidente da Microsoft, Brad Smith. </P><br />
<P>&#8220;Ao integrar os modelos europeus de vanguarda da Mistral no nosso portfólio de nuvem soberana e ao torná-los disponíveis em ambientes de nuvem pública, ligados à nuvem e totalmente desligados, estamos a honrar os Compromissos Digitais Europeus que assumimos e a proporcionar aos clientes uma base fiável para a IA, que podem operar nos seus próprios&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O acordo reforça a infraestrutura de IA da Europa, ao mesmo tempo que ajuda a Microsoft a satisfazer a crescente procura por serviços na nuvem e de IA.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791950]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo da Madeira vai comparticipar até 60% investimentos de microempresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:45:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) vai criar um novo sistema de incentivos para microempresas, que contemplará apoios até 60% para investimentos entre 25 mil e 300 mil euros, indicou hoje a Secretaria Regional da Economia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) vai criar um novo sistema de incentivos para microempresas, que contemplará apoios até 60% para investimentos entre 25 mil e 300 mil euros, indicou hoje a Secretaria Regional da Economia.</P><br />
<P>Em comunicado, a Secretaria da Economia, tutelada por José Manuel Rodrigues (CDS), salienta que este instrumento financeiro está a ser preparado e deverá estar operacional em setembro, destinando-se a &#8220;microempresas que enfrentam dificuldades no acesso a programas comunitários e a outros sistemas de apoio já existentes para pequenas, médias e grandes empresas&#8221;.</P><br />
<P>As comparticipações são para empresas que façam investimentos entre os 25 mil e os 300 mil euros, podendo ascender até 50% e majoradas em 10 pontos percentuais para empresas sediadas no norte da ilha e no Porto Santo.</P><br />
<P>A medida abrange diversos setores económicos, indica a Secretaria da Economia, salientando que no caso do Porto Santo, existirá &#8220;um apoio específico ao transporte de matérias-primas para a ilha, visando atenuar a subida de preços de matérias-primas para a indústria transformadora, como a panificação&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a Secretaria Regional, a Madeira tem cerca de 36 mil microempresas, que empregam mais de 100 mil trabalhadores, correspondendo a 96% do tecido empresarial regional.</P><br />
<P>Estas medidas foram hoje apresentadas ao presidente da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME), Jorge Pisco, numa audiência com José Manuel Rodrigues.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791951]]></sapo:autor>
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		<title>Aves associadas aos meios agrícolas em declínio há duas décadas, denuncia relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:41:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As aves nos meios florestais e urbanos têm uma evolução positiva, mas as associadas aos meios agrícolas estão em declínio desde 2004, indica um relatório divulgado hoje pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As aves nos meios florestais e urbanos têm uma evolução positiva, mas as associadas aos meios agrícolas estão em declínio desde 2004, indica um relatório divulgado hoje pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA).</P><br />
<P>Relativo ao período 2004-2025, o relatório hoje divulgado, com dados dos censos do continente, Madeira e Açores, também identifica &#8220;tendências preocupantes&#8221; em espécies como a laverca, a andorinha-das-chaminés, o cuco ou o picanço-barreteiro.   </P><br />
<P>O relatório do censo das aves (SPEA/BirdLife) combinou as tendências populacionais de várias espécies representativas de cada habitat e deixou &#8220;um alerta claro&#8221;, o do que &#8220;a biodiversidade dos meios agrícolas continua sob forte pressão&#8221;, diz no comunicado Hany Alonso, coordenador nacional do Censo de Aves Comuns e técnico superior de ciência da SPEA.</P><br />
<P>&#8220;A evolução positiva dos indicadores florestal e urbano é um bom sinal, mas não compensa a perda de biodiversidade nos meios agrícolas e os declínios de espécies como a laverca, a andorinha-das-chaminés ou o cuco&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Nos meios agrícolas, 10 das 23 espécies avaliadas regularmente apresentam um declínio moderado no período (2004-2025), entre elas a andorinha-das-chaminés, o mocho-galego e o abelharuco, a par de espécies como o peneireiro, o cartaxo e o pardal.   </P><br />
<P>Nos meios florestais, cinco das 20 espécies analisadas estão em declínio moderado: o picanço-barreteiro, o cuco, a rola-brava, a cotovia-dos-bosques e o chapim-real.   </P><br />
<P>Segundo o censo, a laverca e a águia-caçadeira apresentam declínios acentuados, e a perdiz-comum, o chasco-ruivo e o rouxinol-grande-dos-caniços mostram tendências negativas.   </P><br />
<P>Outras espécies como a felosa-poliglota, o peneireiro-cinzento e a alvéola-cinzenta apresentam declínios moderados. </P><br />
<P>Os resultados mostram, segundo a SPEA/BirdLife, que o declínio das aves é transversal a diferentes ecossistemas e a diferentes grupos funcionais (insetívoras, granívoras, carnívoras), mas que é nos meios agrícolas que o declínio é mais expressivo, afetando tanto espécies residentes como migradoras.   </P><br />
<P>Os autores do trabalho salientam que houve recentemente maior participação nos censos, o que reforça o conhecimento sobre as aves</P><br />
<P>Nos Açores o censo abrangeu as nove ilhas. Foram calculadas tendências para 17 espécies, com destaque para o aumento acentuado da rola-turca e para as tendências negativas da toutinegra-dos-Açores e do milhafre.  </P><br />
<P>Para a Madeira, não se estimaram tendências. As espécies mais abundantes dos últimos censos são o canário-da-terra, o melro-preto e a toutinegra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791949]]></sapo:autor>
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		<title>PJ deteta indícios de abuso de poder no caso do atrelado ligado a Luís Neves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) detetou indícios da eventual prática dos crimes de abuso de poder e descaminho na sequência das averiguações realizadas à deslocação de um atrelado apreendido numa investigação por tráfico de droga, que acabou à guarda de um empreiteiro amigo de Luís Neves.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) detetou indícios da eventual prática dos crimes de abuso de poder e descaminho na sequência das averiguações realizadas à deslocação de um atrelado apreendido numa investigação por tráfico de droga, que acabou à guarda de um empreiteiro amigo de Luís Neves, atual ministro da Administração Interna e antigo diretor nacional da PJ. Os elementos recolhidos foram comunicados ao procurador-geral da República, Amadeu Guerra, que determinou a abertura imediata de um inquérito. Por envolver um ministro em funções, o processo terá de ser conduzido por um procurador-geral adjunto do Tribunal da Relação de Lisboa.</p>
<p>Segundo noticia o <a href="https://expresso.pt/sociedade/2026-07-21-caso-luis-neves-pj-encontrou-indicios-de-abuso-de-poder-e-descaminho-no-caso-do-atrelado-que-estava-a-guarda-de-empreiteiro-f62e0b11" target="_blank" rel="noopener">Expresso</a>, as diligências preliminares realizadas pela PJ afastaram, para já, a hipótese de o empreiteiro João Carvalho ter furtado o atrelado, conhecido como &#8220;galera&#8221;. O veículo encontrava-se armazenado num terreno da Autoridade Marítima utilizado pela PJ para guardar embarcações e outro material apreendido e continha milhares de litros de acetona, substância alegadamente destinada ao fabrico de droga. A Marinha terá solicitado a remoção do atrelado, mas a atual direção da PJ, liderada por Carlos Cabreiro, afirma que apenas teve conhecimento da deslocação no dia 14 de julho, tendo instaurado de imediato um inquérito para apurar as circunstâncias da movimentação, por considerar que poderiam estar em causa ilícitos criminais.</p>
<p>Luís Neves, citado anteriormente pelo Diário de Notícias, sustenta que todo o processo estava devidamente documentado e era do conhecimento da polícia. No entanto, a investigação preliminar da PJ concluiu existir fundamento para admitir a eventual prática dos crimes de abuso de poder e descaminho, cabendo agora ao Ministério Público confirmar ou afastar essas suspeitas. De acordo com as informações disponíveis, o ministro ainda não foi ouvido no âmbito do processo e, contactado através do seu gabinete, respondeu apenas que, &#8220;neste momento&#8221;, não tem comentários a fazer.</p>
<p>A investigação decorre também sobre os procedimentos adotados na guarda de bens apreendidos pela Polícia Judiciária. Regra geral, estes ficam armazenados em terrenos do Estabelecimento Prisional de Tires ou, quando necessário, em instalações alugadas, marinas ou espaços disponibilizados pela Marinha devido à falta de capacidade. Segundo uma fonte judicial, não é prática habitual nem considerada normal que bens apreendidos pela PJ sejam confiados à guarda de particulares, circunstância que está igualmente a ser analisada no âmbito do inquérito agora aberto pelo Ministério Público.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791940]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Líbano acusa Israel de disparar perto de tropas libanesas em zonas-piloto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Líbano acusou hoje as forças israelitas de dispararem "perto das suas tropas" no sul do Líbano, numa das zonas-piloto de onde o exército israelita se está a retirar para dar lugar às forças libanesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Líbano acusou hoje as forças israelitas de dispararem &#8220;perto das suas tropas&#8221; no sul do Líbano, numa das zonas-piloto de onde o exército israelita se está a retirar para dar lugar às forças libanesas.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto as unidades militares procediam à sua mobilização na localidade de Zawtar al Gharbiya, em Nabatieh, as forças de ocupação israelitas abriram fogo perto dessas unidades&#8221;, denunciou o exército libanês num comunicado.</P><br />
<P>As forças libanesas começaram a ocupar as posições anteriormente ocupadas pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) no âmbito do acordo mediado pelos Estados Unidos entre ambos os países.</P><br />
<P>Além disso, o Comando do Exército do Líbano, que nunca interveio na guerra entre Israel e o grupo xiita Hezbollah, limitando-se a realizar tarefas humanitárias e de socorro, confirmou que &#8220;este ataque vai dificultar a implementação das medidas de destacamento&#8221; nas zonas-piloto previstas no acordo.</P><br />
<P>Estas medidas estão a ser conduzidas em conjunto com o Grupo de Coordenação Militar para o Líbano (MCG4L), um mecanismo composto por representantes militares libaneses, israelitas e norte-americanos para supervisionar o acordo-quadro de cessar-fogo e a mobilização do exército após a retirada de Israel, disse o comando militar.</P><br />
<P>As Forças Armadas libanesas iniciaram a mobilização em Zawtar al Gharbiya, em coordenação com o MCG4L, ao mesmo tempo que apelaram à população para que não &#8220;se dirija à cidade até que a situação de segurança se estabilize&#8221;.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o exército libanês anunciou que se tinha deslocado para Froun e Srifa, as outras duas zonas de deslocamento condicionado e também situadas no sul, coincidindo com a declaração dos Estados Unidos sobre o início da execução desta operação de transferência de controlo.</P><br />
<P>De acordo com o texto do acordo-quadro assinado pelas três partes, as Forças Armadas libanesas vão assumir gradualmente a responsabilidade pela &#8220;segurança plena e efetiva&#8221; nas designadas zonas-piloto, de onde as tropas israelitas vão retirar gradualmente.</P><br />
<P>No entanto, a retirada israelita vai estar condicionada ao &#8220;desarmamento bem-sucedido dos grupos armados não estatais e ao desmantelamento da infraestrutura nessas zonas&#8221;, numa referência ao Hezbollah, de acordo com o texto do acordo.</P><br />
<P>O Presidente libanês, Joseph Aoun, vai reunir-se durante o dia com o homólogo norte-americano, Donald Trump, na Casa Branca, numa altura em que Washington pressiona Beirute a desarmar o Hezbollah, apoiado pelo Irão.</P><br />
<P>O Presidente libanês indicou que pretende pedir ao líder republicano que pressione Israel a retirar do sul.</P><br />
<P>No entanto, Israel recusa qualquer retirada até que o movimento xiita seja desarmado, uma medida também exigida por Washington.</P><br />
<P>No início de março, o Hezbollah arrastou o Líbano para uma nova guerra com Israel em solidariedade com o Irão.</P><br />
<P>Mais de 4.300 pessoas foram mortas desde então em ataques aéreos israelitas maciços. Israel lançou também uma ofensiva terrestre e ocupou grande parte do sul do Líbano.</P></p>
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