<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Jul 2026 09:39:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Especialistas questionam sigilo da PJ sobre contratos com empreiteiro ligado ao caso Luís Neves</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/especialistas-questionam-sigilo-da-pj-sobre-contratos-com-empreiteiro-ligado-ao-caso-luis-neves/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/especialistas-questionam-sigilo-da-pj-sobre-contratos-com-empreiteiro-ligado-ao-caso-luis-neves/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791769</guid>

					<description><![CDATA[A crescente polémica em torno da relação entre o ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o empreiteiro João Carvalho continua a ganhar novos contornos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crescente polémica em torno da relação entre o ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o empreiteiro João Carvalho continua a ganhar novos contornos. Dez dias depois de terem sido reveladas as ligações entre o governante e o empresário da Construbarcelos, especialistas em direito público, transparência e cibersegurança levantam agora dúvidas sobre o nível de confidencialidade aplicado pela Polícia Judiciária (PJ) aos contratos celebrados com aquela empresa. Em causa está o facto de a polícia de investigação não divulgar informação detalhada sobre a maioria das adjudicações efetuadas entre 2019 e 2025, alimentando questões sobre a transparência dos procedimentos públicos.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/21/sociedade/noticia/especialistas-questionam-secretismo-contratos-pj-empreiteiro-barcelos-2182432" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a Polícia Judiciária confirmou apenas que celebrou 17 contratos com a Construbarcelos, no valor global de 2,3 milhões de euros, limitando-se a indicar o montante total e o período em que os contratos foram celebrados. Apenas cinco dessas adjudicações, todas relacionadas com obras em instalações da PJ na Guarda, têm informação pública disponível sobre o respetivo objeto, regime de contratação e valor. Quanto às restantes 12, não existe qualquer detalhe no Portal Base, nem a instituição esclarece se esses contratos ainda estão em execução ou se já foram concluídos, justificando a ausência de informação com razões de confidencialidade.</p>
<p>Essa posição é contestada por vários especialistas ouvidos pelo jornal. O assistente convidado da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Tiago Serrão, reconhece que o Código dos Contratos Públicos prevê exceções para determinados contratos ligados à defesa e à segurança, mas considera difícil aceitar que esse enquadramento possa justificar o sigilo aplicado a empreitadas desta natureza. Na sua perspetiva, mesmo que alguns elementos processuais permanecessem reservados, nada impediria a divulgação de informação essencial, como o objeto de cada adjudicação ou o respetivo valor. O jurista lamenta, por isso, aquilo que descreve como uma persistente &#8220;cultura de opacidade&#8221; na Administração Pública. Também o especialista em cibersegurança Nuno Pires manifesta estranheza perante a inexistência de informação pública sobre 12 contratos, sublinhando que preocupações de segurança fazem sentido em áreas como a aquisição de tecnologia crítica, mas dificilmente justificam o mesmo nível de reserva em contratos de obras, salvo em casos muito específicos, como intervenções em infraestruturas sensíveis, situação que, tanto quanto é conhecido, não se verifica neste caso. Na mesma linha, Ana Coimbra, vogal da Transparência Internacional Portugal, considera que seria &#8220;normal e exigível&#8221; que os elementos essenciais das adjudicações fossem divulgados, recordando que o Portal Base foi criado precisamente para reforçar a transparência da contratação pública.</p>
<p>A Polícia Judiciária mantém, contudo, a mesma posição, afirmando que a escolha do procedimento aplicável é analisada caso a caso, tendo em conta fatores como a localização das intervenções, a natureza dos trabalhos e as exigências de segurança associadas a cada empreendimento. A instituição não concretiza, porém, quais foram os critérios específicos que justificaram a não divulgação da informação relativa à maioria dos contratos celebrados com a Construbarcelos.</p>
<p>Entretanto, a controvérsia alargou-se também ao desaparecimento de um atrelado apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga, que acabou por ser encontrado junto às instalações da empresa de João Carvalho. Um antigo juiz de instrução criminal alertou que tanto o reboque como os produtos químicos nele apreendidos constituem prova num processo judicial ainda pendente de julgamento, defendendo que a preservação rigorosa da cadeia de custódia é essencial para garantir a integridade da prova. O magistrado questiona, por isso, se os acontecimentos entretanto conhecidos poderão comprometer o valor jurídico desses elementos probatórios, uma preocupação que, segundo o Público, também já foi manifestada pelos advogados dos arguidos envolvidos no processo, que admitem invocar eventuais falhas na preservação da prova em benefício da defesa dos seus clientes.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/especialistas-questionam-sigilo-da-pj-sobre-contratos-com-empreiteiro-ligado-ao-caso-luis-neves/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791769]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Celfocus: O futuro da operação passa por uma base única</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/celfocus-o-futuro-da-operacao-passa-por-uma-base-unica/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/celfocus-o-futuro-da-operacao-passa-por-uma-base-unica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:28:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Celfocus]]></category>
		<category><![CDATA[Vodafone]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=781524</guid>

					<description><![CDATA[Programa de transformação Onex, da Vodafone: a simplificação tecnológica, a inteligência artificial e a integração de canais estão a redefinir a experiência de cliente e a eficiência operacional nas telecomunicações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A transformação digital está a redefinir a forma como as empresas se relacionam com os clientes, exigindo operações mais ágeis, integradas e capazes de responder em tempo real às expectativas do mercado. Neste contexto, a simplificação de processos, a automatização e a inteligência artificial assumem um papel central na construção de experiências mais consistentes e eficientes. Em entrevista à Executive Digest, Luísa Pestana, administradora da Vodafone Portugal responsável pela Transformação Comercial e Operações, e João Teixeira, CIO da Vodafone Portugal, explicam como o projecto OneX está a transformar a operação da empresa, os desafios ultrapassados e o impacto estratégico desta nova base tecnológica para o futuro da organização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num sector em que os clientes são cada vez mais exigentes em termos de rapidez e consistência, que desafios operacioCarranchonais foram identificados pela Vodafone Portugal para justificar o arranque do projecto OneX?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Luísa Pestana (LP):</strong> A Vodafone sempre foi conhecida por inovar e por ter o cliente no centro de tudo o que faz. O OneX é uma sequência natural dessa estratégia. Repare que hoje o cliente procura ter a mesma experiência em todos os canais de contacto com as empresas, e quer jornadas simples e muito rápidas. Nesta senda de evolução, adaptámo-nos proactivamente a estas exigências. E preparámos as novas jornadas com mecanismos mais avançados, para uma transformação que integra a inteligência artificial com componentes como a mesmo de sempre: servir o cliente da forma mais eficaz e rápida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>João Teixeira (JT):</strong> Essa transformação de que a Luísa fala exige que a arquitetura dos sistemas vá, por assim dizer, “de braço dado” com esta mudança. E temos de a projetar para acomodar futuras evoluções que sejam necessárias, de forma a não ficar limitada no futuro &#8211; por exemplo, em termos de segurança ou proteção de dados. No fundo, passamos de ter sistemas monolíticos para ter sistemas modulares. Ou seja, sistemas em que se vai construindo em blocos, com as funcionalidades pretendidas a cada momento e integrando o que faz mais sentido para o serviço que queremos prestar aos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX é apresentado como uma plataforma única para consolidar canais, processos e lógica de negócio. Que transformação está em causa relativamente ao modelo anterior?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> Hoje o negócio – com um cliente mais informado e mais exigente na relação com as empresas &#8211; requer uma capacidade de resposta diferente, e isso exige de todos uma flexibilidade acrescida. Este modelo que estamos a implementar na Vodafone é mais flexível e ágil, tem uma componente digital muito mais visível e que permite uniformizar os padrões nas transacções comerciais e de serviço, quer seja em canais assistidos ou não assistidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando se fala em uniformizar a experiência entre canais digitais e assistidos, quais eram os principais pontos de fricção que a Vodafone procurava resolver?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Os principais pontos de fricção estavam na descontinuidade da experiência entre os vários canais de contacto da Vodafone com o cliente. Um mesmo processo podia implicar jornadas diferentes e sistemas distintos e, muitas vezes, obrigava a repetir operações quando havia vários canais envolvidos. Ao consolidar sistemas e uniformizar a lógica de execução, o OneX está a garantir que a jornada é contínua e consistente, independentemente do canal que o cliente usa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os ganhos operacionais anunciados são significativos, desde a redução dos tempos de jornada comercial até à diminuição de erros operacionais. Que impacto prático têm estes resultados no dia-a-dia da operação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> O impacto é muito directo, sobretudo na dinâmica diária das equipas. Quando reduzimos os tempos de jornada para poucos minutos, aumentamos significativamente a capacidade de atendimento e melhoramos o tempo de resposta ao cliente. Ao mesmo tempo, reduzindo erros e a repetição de operações dá-nos maior fiabilidade e ficamos menos dependentes de correcções posteriores. O ganho final é claro: mais optimização operacional e maior consistência na execução das actividades comerciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX foi desenvolvido pela Celfocus para responder a desafios concretos da operação da Vodafone. O que pesou na escolha deste parceiro tecnológico para um projecto desta dimensão?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> A escolha da Celfocus esteve alinhada com a necessidade de endereçar um problema estrutural e não apenas tecnológico. A experiência da Celfocus em contextos de elevada complexidade e a sua abordagem orientada à simplificação foram determinantes. O projecto exigia capacidade de consolidar sistemas, eliminar redundâncias e desenhar uma arquitectura única com impacto mensurável no negócio. A cocriação entre as equipas da Celfocus e da Vodafone permitiu garantir que a solução respondia concretamente às necessidades da operação e não apenas a um exercício tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num programa com esta complexidade, que implicou transformação operacional e integração tecnológica, quais foram os maiores desafios do processo de implementação e que papel teve a Celfocus na sua superação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> O principal desafio passou por simplificar a base instalada, acumulada ao longo do tempo, sem comprometer a continuidade da operação. Isto implicou integrar sistemas, alinhar processos e redesenhar a forma como a organização executa as suas actividades. A Celfocus teve um papel central na estruturação desta transição, assegurando a convergência tecnológica e operacional e garantindo que a simplificação se traduzia em ganhos reais, e não ape- nas conceptuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Este tipo de transformação exige também adesão interna. Como foi gerida a adopção do OneX pelas equipas comerciais, de atendimento e outros utilizadores da organização?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Sejamos claros: sem adesão interna, não há transformação que se faça. Para colocar o OneX em marcha tivemos de evangelizar para a mudança, fazer o onboarding das equipas comerciais e envolver as equipas que iam beneficiar da transformação. Verdadeira transformação exige aculturação, exige tornar claros os benefícios que gera para o negócio. E tem de ser feita ao mesmo tempo que a organização continua em funcionamento, porque o negócio não para. No final do dia, não é só de alteração tecnológica que falamos: a transformação impacta de forma transversal na organização e na experiência do cliente, que é muito importante para o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A automatização surge como um dos pilares do projecto. Até que ponto esta evolução permite libertar as equipas para tarefas de maior valor acrescentado?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> A automatização e introdução de agentes de inteligência artificial têm um impacto estrutural na forma como o trabalho é distribuído. Ao automatizar até 90% dos processos, reduz-se significativamente a carga de tarefas repetitivas e operacionais. Isso permite às equipas focarem-se em actividades que exigem maior intervenção humana, como a interacção com o cliente, a personalização da oferta e a componente comercial, onde conseguem acrescentar mais valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX parece ir além de uma simples modernização tecnológica, tocando directamente a estratégia operacional da Vodafone Portugal. Em que medida este projecto mudou a forma como a organização pensa a gestão da experiência de cliente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> O OneX levou-nos a pensar a experiência do cliente de uma forma ainda mais integrada. Partimos da análise das necessidades actuais do cliente e do que ele procura quando interage com a Vodafone, seja em jornadas comerciais ou de serviço. E mobilizámos a organização para, com base nesses resultados, operar sobre uma base única. Dessa forma, a Vodafone passou a focar-se totalmente em garantir que toda e qualquer experiência do cliente é pensada de forma transversal para ser consistente em todos os canais com que ele possa vir a interagir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O facto de o OneX poder ser replicado noutros mercados do grupo Vodafone significa que este projecto vai além de uma necessidade local? Que significado estratégico tem isso para a organização?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> Esse carácter replicável do OneX que refere demonstra, de facto, que o projecto foi pensado desde o início como um activo estratégico e não apenas como uma solução local. Ao permitir a adaptação a outros mercados, criou-se uma base comum que pode ser escalada dentro do grupo Vodafone, acelerando processos de transformação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Num mercado onde o time-to-market é cada vez mais crítico, que vantagens competitivas existem em ter uma arquitectura mais simples e uma base tecnológica mais flexível?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>JT:</strong> Uma arquitectura simplificada reduz a dependência de sistemas legados e a complexidade técnica associada a alterações. Isso permite introduzir novos serviços, adaptar ofertas ou implementar mudanças com menor esforço e maior rapidez. Numa indústria onde o tempo de resposta é decisivo, esta agilidade na execução é uma mais-valia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O OneX criou uma nova base operacional para a Vodafone. Que oportunidades abre agora esta transformação em termos de inovação, novos serviços ou evolução da experiência de cliente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Com uma base única e reutilizável, a Vodafone passa a ter condições para evoluir de forma contínua sem reintroduzir complexidade. A capacidade de reaproveitar componentes acelera o desenvolvimento de novos serviços e permite uma evolução mais consistente da experiência de cliente. A evolução natural será fazer uma transição das jornadas comerciais para jornadas de serviço, ainda mais próximas das necessidades dos clientes, tirando partido, a um nível ainda mais expressivo, das potencialidades da inteligên- cia artificial.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/celfocus-o-futuro-da-operacao-passa-por-uma-base-unica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781524]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>XLVIII BARÓMETRO: Pedro Carvalho, Generali Tranquilidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xlviii-barometro-pedro-carvalho-catolica-porto-business-school/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/xlviii-barometro-pedro-carvalho-catolica-porto-business-school/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780655</guid>

					<description><![CDATA[A análise de Pedro Carvalho, CEO da Generali Tranquilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Pedro Carvalho, CEO da Generali Tranquilidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Num contexto ainda marcado pela incerteza decorrente do contexto externo, os resultados revelam um tecido empresarial globalmente resiliente, com as empresas a anteciparem crescimento e níveis de investimento superiores ao inicialmente previsto. Nas prioridades estratégicas, a inteligência artificial, associada à digitalização, é a segunda mais referida, mas ainda a uma distância significativa da primeira. Ainda assim, mais de metade dos empresários reporta ganhos de produtividade nulos ou inferiores a 5% decorrentes da IA. Este desfasamento sugere que a IA está presente na agenda estratégica da generalidade das empresas portuguesas, mas não se destaca ainda como uma aposta prioritária e de ganhos imediatos. Simultaneamente, antecipa-se uma pressão moderada sobre os custos, sobretudo nos setores da energia e da logística, no entanto, a perceção sobre o grau de preparação estrutural do país mantém-se cautelosa (41% considera-a insuficiente), o que pode indiciar vulnerabilidades na capacidade de adaptação ao contexto atual de incerteza e volatilidade, bem como um risco de desaceleração do investimento e do crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">No que respeita à atuação do Governo, a desburocratização destaca-se como prioridade evidente, refletindo a necessidade estrutural de maior eficiência e previsibilidade. A carga fiscal mantém relevância, mas com menor centralidade, o que sugere uma valorização crescente da estabilidade do sistema e da qualidade institucional, nomeadamente a nível da justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Em síntese, os dados revelam um tecido empresarial mais confiante e focado na execução, mas ainda com um otimismo moderado atendendo ao atual contexto internacional e posicionamento económico-estrutural português.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/xlviii-barometro-pedro-carvalho-catolica-porto-business-school/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780655]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nova SBE, BPI e Fundação &#8220;la Caixa&#8221; lançam nova edição de programa que liga gestores ao setor social</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-bpi-e-fundacao-la-caixa-lancam-nova-edicao-de-programa-que-liga-gestores-ao-setor-social/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-bpi-e-fundacao-la-caixa-lancam-nova-edicao-de-programa-que-liga-gestores-ao-setor-social/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BPI]]></category>
		<category><![CDATA[gestores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791767</guid>

					<description><![CDATA[A Nova SBE, o BPI e a Fundação "la Caixa" vão lançar, em outubro, a 13.ª edição do programa Liderança Social para Gestores, uma iniciativa que desafia executivos com mais de 15 anos de experiência a colaborar diretamente com organizações da economia social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova SBE, o BPI e a Fundação &#8220;la Caixa&#8221; vão lançar, em outubro, a 13.ª edição do programa Liderança Social para Gestores, uma iniciativa que desafia executivos com mais de 15 anos de experiência a colaborar diretamente com organizações da economia social.</p>
<p>Desenvolvido no âmbito da Iniciativa para a Equidade Social, o programa procura reforçar a capacidade estratégica das organizações sociais através da criação de conselhos consultivos compostos por gestores experientes. O objetivo passa por aproximar o setor empresarial da economia social, promovendo a partilha de conhecimento e a capacitação das instituições.</p>
<p>A edição de 2026 mantém o formato intensivo de três dias e meio de formação presencial, organizado em três etapas — <em>Learn, Apply</em> e <em>Engage</em>. Para além da componente formativa, os participantes são convidados a integrar Conselhos Consultivos e a acompanhar as organizações sociais de forma continuada, incentivando relações de longo prazo.</p>
<p>Desde a sua criação, o programa já envolveu mais de 270 participantes ao longo de 12 edições. Destes, cerca de 150 continuam ligados a organizações sociais, quer através dos Conselhos Consultivos, quer em processos de mentoria.</p>
<p>Uma das novidades da próxima edição é a criação de oito bolsas, no valor de mil euros cada, destinadas a profissionais do distrito de Setúbal. A iniciativa pretende incentivar a participação de talento local e reforçar o impacto do programa na região, promovendo uma colaboração mais próxima entre gestores e organizações sociais do território.</p>
<p>Para Miguel Pina e Cunha, diretor académico do programa, a iniciativa aproxima dois setores que têm benefícios mútuos a retirar desta colaboração. &#8220;Ao colocar gestores experientes ao serviço de quem trabalha todos os dias para causas sociais, criamos uma troca de conhecimento que fortalece as instituições e, ao mesmo tempo, transforma a forma como estes profissionais olham para a liderança&#8221;, afirma.</p>
<p>Também Célia Crato, participante e conselheira do programa, destaca o impacto da experiência, considerando que a participação foi &#8220;transformadora&#8221; e reforçou a convicção de que liderar passa por servir os outros e contribuir para uma sociedade melhor.</p>
<p>Já Rita Diniz, gestora do programa, sublinha que a iniciativa continua a criar ligações entre organizações sociais e profissionais do setor privado que dificilmente aconteceriam de outra forma. Segundo a responsável, esta partilha permite às instituições sociais reforçarem as suas competências de gestão, enquanto os gestores regressam às suas organizações com uma visão mais abrangente sobre liderança e impacto social.</p>
<p>Este ano, o programa reforça a aposta no distrito de Setúbal, através da atribuição de bolsas destinadas a profissionais da região.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nova-sbe-bpi-e-fundacao-la-caixa-lancam-nova-edicao-de-programa-que-liga-gestores-ao-setor-social/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791767]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Luís Neves mantém silêncio e resiste à pressão: Montenegro continua a defender ministro da Administração Interna</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/luis-neves-mantem-silencio-e-resiste-a-pressao-montenegro-continua-a-defender-ministro-da-administracao-interna/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/luis-neves-mantem-silencio-e-resiste-a-pressao-montenegro-continua-a-defender-ministro-da-administracao-interna/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791751</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, continua sem responder publicamente às mais recentes notícias relacionadas com a sua ligação ao empresário da construção civil João Santos Carvalho e às alegadas irregularidades em obras realizadas numa propriedade sua, no concelho de Odemira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, continua sem responder publicamente às mais recentes notícias relacionadas com a sua ligação ao empresário da construção civil João Santos Carvalho e às alegadas irregularidades em obras realizadas numa propriedade sua, no concelho de Odemira. Apesar da crescente pressão política e mediática, o governante mantém a confiança do primeiro-ministro, Luís Montenegro, que já garantiu publicamente confiar &#8220;plenamente&#8221; no ministro e não dá sinais de estar disposto a afastá-lo do Executivo, mesmo perante as sucessivas exigências da oposição para a sua demissão.</p>
<p>Segundo avança esta terça-feira o <a href="https://www.dn.pt/pol%C3%ADtica/lus-neves-mantm-silncio-e-conta-que-montenegro-fique-surdo-s-presses" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, Luís Neves aposta no silêncio como estratégia para enfrentar a polémica, contando que o apoio de Luís Montenegro seja suficiente para resistir às críticas. O ministro nega ter favorecido João Santos Carvalho, que assume ser seu amigo, na adjudicação de contratos públicos quando liderava a Polícia Judiciária, e rejeita igualmente qualquer irregularidade relacionada com as obras na sua propriedade. Paralelamente, enfrenta ainda um inquérito interno instaurado pela atual direção nacional da Polícia Judiciária para esclarecer as circunstâncias em que um atrelado apreendido numa operação de combate ao tráfico de droga acabou nas instalações da empresa Construbarcelos, pertencente ao empresário.</p>
<p>A pressão política tem sido liderada por André Ventura, que voltou a exigir a saída de Luís Neves do Governo. Depois de ter enviado uma carta ao primeiro-ministro a defender que o ministro não reúne condições para permanecer em funções, o líder do Chega reiterou as críticas numa conferência de imprensa, acusando o governante de estar envolvido em &#8220;suspeitas de atividades ilícitas e criminais, eticamente reprováveis e criminalmente relevantes, e de flagrante abuso de autoridade&#8221;. Ventura apelou igualmente ao Presidente da República, António José Seguro, para que intervenha junto do Governo, sustentando que Luís Neves deveria seguir o exemplo de Miguel Macedo, antigo ministro da Administração Interna que se demitiu durante o caso dos vistos gold, apesar de mais tarde ter sido ilibado pela Justiça. Ainda assim, o DN considera improvável que o chefe de Estado pressione Luís Montenegro a afastar qualquer membro do Executivo, recordando que o primeiro-ministro tem demonstrado uma postura consistente de apoio aos seus ministros quando enfrentam situações politicamente delicadas.</p>
<p>Embora mantenha o respaldo do líder do Governo, Luís Neves começa também a enfrentar críticas dentro do próprio PSD. O conselheiro nacional social-democrata Vitório Rosário Cardoso apelou, através das redes sociais, a um maior escrutínio sobre pessoas próximas do ministro, defendendo que o partido deve impedir qualquer tentativa de captura do Estado por interesses particulares. O dirigente, associado ao setor mais conservador do PSD, criticou ainda a nomeação de pessoas consideradas próximas de Luís Neves para cargos na Administração Interna e voltou a recordar posições anteriores em que desafiava o atual ministro a filiar-se no PSD, afirmando que tal nunca aconteceria devido à sua alegada &#8220;verticalidade socialista&#8221;. Estas declarações contrastam com a solidariedade que vários dirigentes sociais-democratas têm demonstrado relativamente a outros ministros, como Fernando Alexandre, na sequência da polémica dos exames nacionais.</p>
<p>A controvérsia em torno de Luís Neves intensificou-se ao longo das últimas semanas. A 10 de julho, o semanário Nascer do Sol revelou a relação pessoal e profissional entre o ministro e João Santos Carvalho, referindo que a Polícia Judiciária adjudicou contratos no valor de cerca de 1,9 milhões de euros à Construbarcelos durante o período em que Luís Neves dirigia aquela força policial. Dois dias depois, em entrevista à TVI, o ministro garantiu que as obras na sua propriedade se limitavam a intervenções de pequena dimensão, estimando um custo entre 20 e 30 mil euros e assegurando que os trabalhos foram devidamente pagos. No entanto, novas reportagens colocaram em causa esses valores e revelaram que a piscina existente no imóvel não teria o respetivo licenciamento municipal. A situação agravou-se novamente a 17 de julho, quando o Nascer do Sol noticiou que um atrelado apreendido pela Polícia Judiciária numa operação antidroga foi encontrado nas instalações da empresa de João Santos Carvalho, facto que motivou a abertura de um inquérito interno e aumentou a pressão política sobre o ministro, que continua, para já, a contar com o apoio inequívoco de Luís Montenegro.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/luis-neves-mantem-silencio-e-resiste-a-pressao-montenegro-continua-a-defender-ministro-da-administracao-interna/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791751]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal atinge máximo histórico de emprego, mas escassez de trabalhadores ameaça crescimento económico</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-atinge-maximo-historico-de-emprego-mas-escassez-de-trabalhadores-ameaca-crescimento-economico/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-atinge-maximo-historico-de-emprego-mas-escassez-de-trabalhadores-ameaca-crescimento-economico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791757</guid>

					<description><![CDATA[O mercado de trabalho português atingiu, no verão de 2025, o melhor desempenho dos últimos cinco anos, com a população empregada a ultrapassar os 5,3 milhões de pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho português atingiu, no verão de 2025, o melhor desempenho dos últimos cinco anos, com a população empregada a ultrapassar os 5,3 milhões de pessoas, o valor mais elevado desde que existem registos comparáveis. Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego recuou para 5,8%, o nível mais baixo desde 2020.</p>
<p>Os dados constam do relatório “Mercado de Trabalho em Portugal – Os cinco verões 2021-2025”, divulgado pela EGOR e elaborado com base em dados do INE, IEFP e Banco de Portugal. A análise revela que, entre 2021 e 2025, foram criados cerca de 455 mil empregos adicionais, num período em que a população ativa aumentou aproximadamente 465 mil pessoas.</p>
<p>Apesar da evolução positiva, o forte desempenho do mercado de trabalho está a colocar uma nova pressão sobre as empresas: a dificuldade crescente em encontrar trabalhadores disponíveis para responder às necessidades de recrutamento.</p>
<p>Segundo a EGOR, Portugal está a entrar numa nova fase em que a escassez de candidatos poderá assumir um caráter estrutural, sobretudo em funções operacionais e sazonais.</p>
<p><strong>Imigração perde força</strong></p>
<p>As perspetivas para 2026 e 2027 apontam para um agravamento da escassez de trabalhadores disponíveis, devido à combinação entre o menor crescimento da imigração e o envelhecimento demográfico.</p>
<p>Os dados analisados pela EGOR mostram que as saídas de trabalhadores estrangeiros aumentaram cerca de 40% em 2024, para aproximadamente 45 mil pessoas no total do ano, o valor mais elevado desde o início da série estatística, em 2015.</p>
<p>Em simultâneo, as entradas de novos trabalhadores estrangeiros diminuíram significativamente na segunda metade de 2024, passando de cerca de 20 mil para 12 mil entradas por mês. Como consequência, o saldo líquido migratório caiu de aproximadamente 17 mil para 7 mil trabalhadores por mês, uma redução de cerca de 59%.</p>
<p>A evolução assume particular relevância tendo em conta que o crescimento recente da população ativa portuguesa esteve fortemente apoiado pela imigração, nomeadamente em setores como a hotelaria, restauração, construção, logística, agricultura e indústria alimentar.</p>
<p><strong>Serviços concentram procura</strong></p>
<p>A descida do desemprego entre 2021 e 2025 ocorreu, assim, em simultâneo com o crescimento da população ativa, demonstrando a capacidade do mercado de trabalho para absorver um número significativo de novos trabalhadores.</p>
<p>No verão de 2025, destacou-se ainda a forte procura por profissionais ligados aos serviços, sobretudo nas áreas do comércio, transportes, alojamento e restauração. São setores diretamente relacionados com a atividade turística e que continuam a concentrar uma parte relevante das oportunidades de emprego.</p>
<p>Para a EGOR, a tendência dos próximos anos poderá traduzir-se numa maior competição entre empregadores, numa pressão crescente sobre os salários e em dificuldades acrescidas no preenchimento de vagas, sobretudo para funções operacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-atinge-maximo-historico-de-emprego-mas-escassez-de-trabalhadores-ameaca-crescimento-economico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791757]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro da farmacêutica Novartis cai 16% até junho para 5.612 ME</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-farmaceutica-novartis-cai-16-ate-junho-para-5-612-me/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-farmaceutica-novartis-cai-16-ate-junho-para-5-612-me/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791756</guid>

					<description><![CDATA[A Novartis registou um lucro líquido atribuído de 6.413 milhões de dólares (cerca de 5.612 milhões de euros) no primeiro semestre, uma queda de 16% relativamente aos lucros registados no período homólogo, informou hoje a farmacêutica suíça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Novartis registou um lucro líquido atribuído de 6.413 milhões de dólares (cerca de 5.612 milhões de euros) no primeiro semestre, uma queda de 16% relativamente aos lucros registados no período homólogo, informou hoje a farmacêutica suíça.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada, as vendas líquidas no semestre atingiram 27.521 milhões de dólares (cerca de 24.086 milhões de euros), com um crescimento homólogo de 1%.</p>
<p>As receitas fixaram-se nos 14.408 milhões de dólares (cerca de 12.609 milhões de euros) no segundo trimestre, o que representa um aumento de 3%.</p>
<p>Apenas entre abril e junho, a farmacêutica suíça registou um lucro líquido atribuído de 3.257 milhões de dólares (cerca de 2.850 milhões de euros), menos 19% do que no ano anterior, devido a impostos sobre o rendimento mais elevados e a maiores despesas com juros.</p>
<p>Apesar disso, a Novartis pretende aumentar as vendas líquidas, enquanto prevê uma diminuição nas receitas operacionais principais.</p>
<p>&#8220;Estamos no bom caminho para alcançar vários resultados importantes no segundo semestre e mantemos o rumo para cumprir as previsões para todo o ano e as perspetivas a médio prazo&#8221;, afirmou o presidente executivo (CEO), Vas Narasimhan.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-da-farmaceutica-novartis-cai-16-ate-junho-para-5-612-me/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791756]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Novobanco distinguido como Melhor Banco para PME em Portugal pela Euromoney</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/novobanco-distinguido-como-melhor-banco-para-pme-em-portugal-pela-euromoney/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/novobanco-distinguido-como-melhor-banco-para-pme-em-portugal-pela-euromoney/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Euromoney]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Novobanco]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791748</guid>

					<description><![CDATA[O novobanco foi distinguido pela revista Euromoney com o prémio Best Bank for SMEs in Portugal 2026, uma distinção que reconhece a sua oferta dirigida às PME.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novobanco foi distinguido pela revista Euromoney com o prémio Best Bank for SMEs in Portugal 2026, uma distinção que reconhece a sua oferta dirigida às pequenas e médias empresas, a proximidade ao tecido empresarial português e a capacidade de resposta às necessidades deste segmento.</p>
<p>Segundo o banco, o reconhecimento reflete a estratégia desenvolvida no apoio às PME, assente numa combinação entre proximidade comercial, conhecimento especializado dos diferentes setores de atividade, soluções financeiras e investimento na transformação digital da experiência bancária empresarial.</p>
<p>Nos últimos anos, o novobanco tem reforçado a sua atuação junto das empresas portuguesas, apoiando projetos nas áreas do investimento, inovação, internacionalização e transição sustentável. A instituição tem também desenvolvido soluções digitais destinadas a simplificar e agilizar a gestão das operações bancárias por parte das empresas.</p>
<p>“Receber esta distinção da Euromoney é um motivo de grande orgulho para o novobanco. Este prémio reconhece a confiança que as PME portuguesas depositam em nós e o trabalho desenvolvido pelas nossas equipas para apoiar o crescimento e a transformação das empresas”, afirma Mark Bourke, CEO do novobanco.</p>
<p>“Num contexto económico cada vez mais exigente, continuaremos focados em disponibilizar soluções competitivas, especializadas e inovadoras que contribuam para o desenvolvimento sustentável do tecido empresarial português”, acrescenta.</p>
<p>A distinção da Euromoney reforça, segundo o novobanco, o seu posicionamento enquanto parceiro financeiro das empresas em Portugal e o seu papel no apoio ao crescimento, competitividade e internacionalização da economia portuguesa.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/novobanco-distinguido-como-melhor-banco-para-pme-em-portugal-pela-euromoney/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791748]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Justiça trava liberdade do ‘rei Ghob’: homicida condenado por três mortes continua sem autorização para sair da prisão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/justica-trava-liberdade-do-rei-ghob-homicida-condenado-por-tres-mortes-continua-sem-autorizacao-para-sair-da-prisao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/justica-trava-liberdade-do-rei-ghob-homicida-condenado-por-tres-mortes-continua-sem-autorizacao-para-sair-da-prisao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[rei ghob]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791699</guid>

					<description><![CDATA[Francisco Leitão, conhecido como o "rei Ghob" ou "rei dos gnomos", continua sem autorização para beneficiar de saídas precárias da prisão, apesar de já ter cumprido metade da pena máxima de 25 anos a que foi condenado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Francisco Leitão, conhecido como o &#8220;rei Ghob&#8221; ou &#8220;rei dos gnomos&#8221;, continua sem autorização para beneficiar de saídas precárias da prisão, apesar de já ter cumprido metade da pena máxima de 25 anos a que foi condenado pelos homicídios de Tânia, Ivo e Joana, cometidos entre 2009 e 2010, em Carqueja, no concelho da Lourinhã. O homicida, condenado em março de 2012, solicita este regime de flexibilização da pena desde, pelo menos, 2023, mas a Justiça continua a negar-lhe essa possibilidade, mantendo-o em reclusão.</p>
<p>Segundo avança esta terça-feira o Correio da Manhã (CM), Francisco Leitão não obteve parecer favorável dos técnicos de reinserção social, apesar do comportamento considerado disciplinado durante o período de reclusão. Depois de ter estado detido no Estabelecimento Prisional da Carregueira, foi recentemente transferido para a prisão de Vale de Judeus, onde trabalha na lavandaria, tratando da roupa de outros reclusos. O homicida recebe apenas a visita da irmã, que permaneceu a viver na conhecida propriedade de Carqueja, apelidada de &#8220;castelo&#8221;, e, embora não seja considerado um preso problemático, também não participa de forma significativa nas atividades promovidas pela instituição prisional.</p>
<p>Os crimes que chocaram o país continuam envoltos em mistério. Francisco Leitão nunca revelou o destino dado aos corpos das três vítimas e a Polícia Judiciária também nunca conseguiu determinar de que forma Tânia, Ivo e Joana foram mortos. As famílias continuam, por isso, privadas da possibilidade de realizar os funerais dos jovens. De acordo com a condenação, Francisco Leitão matou Tânia e Joana — esta última com apenas 16 anos — por ciúmes, uma vez que ambas eram namoradas de rapazes com quem pretendia envolver-se sentimentalmente. Já Ivo foi assassinado depois de se recusar a retomar um relacionamento sexual com o homicida, após o desaparecimento de Tânia. Em 2017, Francisco Leitão voltou a ser condenado, desta vez a 17 anos de prisão, por centenas de crimes de violação.</p>
<p>Conhecido por afirmar que era bruxo, que comunicava com espíritos e que encarnava o diabo, Francisco Leitão utilizava essas alegadas capacidades para intimidar e controlar os jovens que frequentavam a sua propriedade em Carqueja. Segundo a investigação, aproveitava-se da vulnerabilidade das vítimas, oferecendo pequenos presentes e refeições antes de as manipular psicologicamente. Chamava-lhes &#8220;gnomos&#8221;, enquanto se autointitulava &#8220;rei&#8221;, comportamento que acabaria por dar origem à alcunha pela qual ficou conhecido.</p>
<p>Além das penas de prisão, Francisco Leitão foi condenado ao pagamento de 350 mil euros em indemnizações às famílias das vítimas, montante que, segundo o CM, permanece integralmente por liquidar. A mãe de Joana, Maria de Fátima, chegou mesmo a intentar uma ação contra o Estado, procurando obter compensação, mas essa iniciativa acabou por não produzir qualquer resultado. Entretanto, enquanto persistem as dúvidas sobre o paradeiro dos corpos das três vítimas, a Justiça continua a entender que não estão reunidas as condições para conceder ao homicida qualquer saída precária.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/justica-trava-liberdade-do-rei-ghob-homicida-condenado-por-tres-mortes-continua-sem-autorizacao-para-sair-da-prisao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791699]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSI em alta com BCP a liderar ganhos e a subir mais de 1,4%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-alta-com-bcp-a-liderar-ganhos-e-a-subir-mais-de-14/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-alta-com-bcp-a-liderar-ganhos-e-a-subir-mais-de-14/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791740</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o BCP a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 1,04 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   	A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o BCP a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 1,04 euros. </P><br />
<P>	Cerca das 09:25 em Lisboa, o PSI avançava 0,20% para 9.088,56 pontos, com oito empresas a subir e as outras oito a descer a cotação.</P><br />
<P>   	Às ações do BCP seguiam-se as da Teixeira Duarte, CTT e Navigator, que subiam 1,24% para 0,49 euros, 1,13% para 5,82 euros e 0,51% para 3,18 euros respetivamente.   </P><br />
<P>    A Mota-Engil e a EDP Renováveis também se valorizavam, designadamente 0,35% para 4,54 euros e 0,26% para 19,35 euros. </P><br />
<P>	As outras duas empresas que estavam eram a Galp e a Ibersol, que subiam 0,26% para 19,35 euros e 0,11% para 9,13 euros. </P><br />
<P>	Em sentido contrário, a NOS, a Jerónimo Martins e a Altri recuavam 0,99% para 4,82 euros, 0,66% para 16,56 euros e 0,64% para 4,64 euros. </P><br />
<P>	A Sonae, Semapa e EDP baixavam 0,49% para 2,05 euros, 0,24% para 20,60 euros e 0,20% para 5,54 euros. 	</P><br />
<P>	As outras duas empresas que desciam de cotação eram a Corticeira Amorim (-0,15% para 6,52 euros) e a REN (-0,14% para 3,62 euros). </P><br />
<P>	Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente que levou o preço do petróleo a ceder moderadamente, com o barril a alcançar novamente 89 dólares.</P><br />
<P>	O euro valoriza-se 0,07% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1422 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>	Hoje, o instituto alemão ZEW publicará os índices de julho, que medem a perceção que têm os grandes investidores e os analistas sobre a situação atual e as expectativas da economia da Alemanha.</P><br />
<P>	Analistas da Link Securities citados pela Efe afirmam que se espera que ambos os índices tenham voltado a melhorar ligeiramente em julho, embora acreditem que o aumento da tensão no Médio Oriente e os últimos aumentos dos preços da energia voltarão a afetar os indicadores em agosto.</P><br />
<P> 	O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, cai 0,77% para 88,53 dólares. </P><br />
<P>	Em sentido contrário, o gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 0,88% para 59,26 euros por megawatt-hora (MWh).     </P><br />
<P>	O preço da onça de ouro avança 1,56% para 4.070,61 dólares, enquanto o da de prata sobe 4,68% para 59,0649 dólares por onça. </P><br />
<P>	Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq, que na segunda-feira fecharam em terreno negativo, registam subidas de 0,31% e 1,16%. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/psi-em-alta-com-bcp-a-liderar-ganhos-e-a-subir-mais-de-14/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791740]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsas europeias em alta pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-alta-pendentes-de-um-novo-cessar-fogo-provisorio-no-medio-oriente/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-alta-pendentes-de-um-novo-cessar-fogo-provisorio-no-medio-oriente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791703</guid>

					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente que levou o preço do petróleo a ceder moderadamente, com o barril a alcançar novamente 89 dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, pendentes de um novo cessar-fogo provisório no Médio Oriente que levou o preço do petróleo a ceder moderadamente, com o barril a alcançar novamente 89 dólares.</P><br />
<P>Às 09:00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,13% para 640,41 pontos.                                                                                                     </P><br />
<P>As bolsas de Paris e Frankfurt avançavam 0,08% e 0,15%, bem como as de Madrid e Milão, que subiam 0,30% e 0,47%, respetivamente.</P><br />
<P>Londres era a exceção, já que descia 0,14%. </P><br />
<P>A bolsa de Lisboa invertia a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,06% para 9.075,74 pontos.    </P><br />
<P>O euro valoriza-se 0,07% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1422 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>Hoje, o instituto alemão ZEW publicará os índices de julho, que medem a perceção que têm os grandes investidores e os analistas sobre a situação atual e as expectativas da economia da Alemanha.</P><br />
<P>Analistas da Link Securities citados pela Efe afirmam que se espera que ambos os índices tenham voltado a melhorar ligeiramente em julho, embora acreditem que o aumento da tensão no Médio Oriente e os últimos aumentos dos preços da energia voltarão a afetar os indicadores em agosto.</P><br />
<P> O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, cai 0,77% para 88,53 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em setembro, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), baixa 0,28% para 82,25 dólares.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 0,88% para 59,26 euros por megawatt-hora (MWh).     </P><br />
<P>O preço da onça de ouro avança 1,56% para 4.070,61 dólares, enquanto o da de prata sobe 4,68% para 59,0649 dólares por onça. </P><br />
<P>Na Ásia, as bolsas fecharam com destacadas subidas, que são de 3,26% no caso do Nikkei de Tóquio, de 1,79% no de Xangai, de 4,81% no de Shenzhen e de 3,56% no caso do Kospi sul-coreano, enquanto o Hang Seng de Hong Kong fechou estável.</P><br />
<P>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq, que na segunda-feira fecharam em terreno negativo, registam subidas de 0,31% e 1,16%. </P><br />
<P>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos continuava a subir, designadamente para 3,157%, depois de ter fechado em 3,149% na sessão anterior.</P><br />
<P>A bitcoin sobe 1,04% para 66.002,60 dólares. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-alta-pendentes-de-um-novo-cessar-fogo-provisorio-no-medio-oriente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791703]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Governo da Jordânia diz que país foi alvo de drones iranianos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-governo-da-jordania-diz-que-pais-foi-alvo-de-drones-iranianos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-governo-da-jordania-diz-que-pais-foi-alvo-de-drones-iranianos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:21:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791702</guid>

					<description><![CDATA[As Forças Armadas da Jordânia disseram hoje que intercetaram cinco drones lançados pelo Irão que tinham como objetivo atingir o Reino, de acordo com a agência de notícias estatal jordana Petra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças Armadas da Jordânia disseram hoje que intercetaram cinco drones lançados pelo Irão que tinham como objetivo atingir o Reino, de acordo com a agência de notícias estatal jordana Petra.</P><br />
<P>Os militares jordanos afirmaram que a interceção não causou vítimas, nem danos.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária iraniana confirmou no seu portal Sepah News que realizou um ataque que visou um &#8220;complexo que alberga forças terroristas dos Estados Unidos na região de Rukban&#8221;, segundo a agência de notícias AFP.</P><br />
<P>A Jordânia, que tem no seu território forças militares norte-americanas, tem sido um alvo frequente do Irão desde o colapso do acordo de entendimento provisório entre os iranianos e Washington para encerrar a guerra no Médio Oriente, que teve início no final de fevereiro.</P><br />
<P>O Irão atacou hoje instalações norte-americanas de radares e defesa antiaérea em vários países do Golfo, advertindo Washington para &#8220;ataques ainda mais poderosos&#8221;, num conflito que ameaça alargar-se com o envolvimento dos rebeldes Huthis do Iémen.</P><br />
<P>Já o exército dos Estados Unidos anunciou ter concluído a décima noite consecutiva de bombardeamentos contra a República Islâmica, atingindo centros de comando militar e alvos marítimos, com o objetivo de &#8220;reduzir a capacidade do Irão de continuar a atacar navios comerciais que transitam no estreito de Ormuz&#8221;.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária afirmou ter intercetado dois petroleiros pelo estreito de Ormuz, ao largo de Omã, reclamando a autoria de &#8220;explosões que provocaram incêndios significativos a bordo&#8221;.</P><br />
<P>A agência britânica de segurança marítima UKMTO tinha relatado anteriormente que um navio tinha sido atingido por um &#8220;projétil não identificado&#8221; a cerca de 15 quilómetros a nordeste de Limah, em Omã, acrescentando depois que a tripulação abandonou a embarcação.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-governo-da-jordania-diz-que-pais-foi-alvo-de-drones-iranianos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791702]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Uma andorinha não faz a primavera: Generali avisa que a inflação ainda não está vencida</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/uma-andorinha-nao-faz-a-primavera-generali-avisa-que-a-inflacao-ainda-nao-esta-vencida/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/uma-andorinha-nao-faz-a-primavera-generali-avisa-que-a-inflacao-ainda-nao-esta-vencida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791700</guid>

					<description><![CDATA[A Generali Investments antecipa uma nova escalada das tensões geopolíticas, mas considera que os efeitos sobre a economia global deverão permanecer moderados. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Generali Investments antecipa uma nova escalada das tensões geopolíticas, mas considera que os efeitos sobre a economia global deverão permanecer moderados. A análise, assinada por Vincent Chaigneau, Head of Research da Generali Investments, surge na sequência de uma série de ataques entre os Estados Unidos e o Irão durante o fim de semana, que continua a pressionar os preços do petróleo.</p>
<p>O cenário central da gestora aponta para uma reescalada contida do conflito, que não deverá comprometer o crescimento global, que permanece estável. No entanto, a redução do tráfego através do Estreito de Ormuz poderá contribuir para manter a inflação acima dos objetivos durante mais tempo.</p>
<p>Neste contexto, a Generali Investments recomenda uma posição neutra na duração das obrigações em euros, mantendo simultaneamente uma pequena posição curta nos Estados Unidos. Para Vincent Chaigneau, a recente desaceleração da inflação nos EUA não é suficiente para alterar de forma significativa as perspetivas, uma vez que &#8220;uma andorinha — um CPI mais suave em junho — não faz a primavera&#8221;.</p>
<p>A análise considera ainda que os riscos de recessão permanecem reduzidos e que o crédito deverá manter-se resiliente, apoiado por fatores técnicos favoráveis, como a oferta limitada prevista para as próximas semanas.</p>
<p>Apesar deste cenário, a Generali Investments reduziu a sua exposição positiva aos mercados acionistas. A decisão não resulta apenas da expectativa de padrões sazonais menos favoráveis à medida que o verão avança, mas também dos sinais de fadiga observados nos mercados.</p>
<p>As ações globais registaram uma forte valorização em abril e maio, mas começam agora a evidenciar sinais de perda de força. Ao mesmo tempo, a dispersão entre ações aumentou significativamente, enquanto a rotação de mercado provocou uma forte queda nas estratégias de momentum durante este mês.</p>
<p>A principal mudança ocorreu no setor tecnológico, onde as empresas de semicondutores entraram num mercado bear após uma forte subida no segundo trimestre.</p>
<p>Para a Generali Investments, o aumento da dispersão não significa necessariamente que esteja iminente uma correção dos mercados. No entanto, tende a indicar uma maior vulnerabilidade e reforça a importância de uma diversificação mais ampla entre setores e geografias.</p>
<p><strong>Investimento em IA continua a suportar crescimento</strong></p>
<p>Entre os fatores positivos, a gestora destaca a continuidade dos planos de investimento em infraestruturas de inteligência artificial. Apesar das preocupações relacionadas com a capacidade de monetização dos grandes modelos de linguagem (LLM), a Generali Investments não identifica sinais de abrandamento no investimento em inteligência artificial, que continua a contribuir para o crescimento global.</p>
<p>A análise destaca ainda a tendência de flexibilização regulatória, apontando como exemplo a proposta da Comissão Europeia para reduzir os requisitos de capital dos bancos europeus, nomeadamente através do rácio de alavancagem, na sequência de movimentos semelhantes nos Estados Unidos e no Reino Unido.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/uma-andorinha-nao-faz-a-primavera-generali-avisa-que-a-inflacao-ainda-nao-esta-vencida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791700]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fisco acumula mais de 10 mil milhões de euros em dívidas incobráveis e bate novo recorde</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fisco-acumula-mais-de-10-mil-milhoes-de-euros-em-dividas-incobraveis-e-bate-novo-recorde/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fisco-acumula-mais-de-10-mil-milhoes-de-euros-em-dividas-incobraveis-e-bate-novo-recorde/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791690</guid>

					<description><![CDATA[A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) terminou 2025 com 10.445 milhões de euros em dívidas declaradas incobráveis, o valor mais elevado de sempre, prolongando uma tendência de crescimento que dura há uma década.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) terminou 2025 com 10.445 milhões de euros em dívidas declaradas incobráveis, o valor mais elevado de sempre, prolongando uma tendência de crescimento que dura há uma década. O montante representa um aumento de 681 milhões de euros, ou cerca de 7%, face ao ano anterior, sendo que uma parte significativa destas dívidas está concentrada num universo restrito de cerca de 20 mil grandes devedores, responsáveis por 63% do total declarado em falhas.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/-fisco-tem-10-mil-milhoes-de-euros-em-dividas-que-nao-consegue-cobrar/18107977" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, os dados constam do relatório sobre o combate à fraude e à evasão fiscais e aduaneiras, recentemente entregue no Parlamento. As dívidas são declaradas em falhas quando deixam de existir bens penhoráveis, quando o devedor é desconhecido ou quando se encontra em parte incerta. A Autoridade Tributária explica que o aumento dos montantes incobráveis também resulta de uma alteração na interpretação da lei que prolongou os prazos de suspensão da prescrição das dívidas fiscais. Como consequência, o valor das prescrições caiu de 290 milhões de euros, em 2024, para 114 milhões, em 2025, embora muitas dessas dívidas continuem sem possibilidade de cobrança por inexistência de património penhorável.</p>
<p>No relatório, a AT sublinha que, na maioria dos processos, tanto a dívida como o respetivo devedor são identificados atempadamente, mas a ausência de bens impede qualquer recuperação dos valores em falta. Por esse motivo, a administração fiscal esclarece que &#8220;a declaração da prescrição não revela ineficácia dos serviços&#8221;. Paralelamente, a dívida suspensa — que corresponde aos processos em litígio nos tribunais — ascendia a 8.343 milhões de euros no final de 2025, menos 141 milhões do que no ano anterior, enquanto a dívida ativa, ainda em fase normal de execução, aumentou 167 milhões de euros, fixando-se em 9.161 milhões.</p>
<p>Grande parte destas dívidas encontra-se concentrada nos chamados &#8220;devedores estratégicos&#8221;, categoria que abrangia 21.208 contribuintes no último ano e representava 61% da carteira total da dívida fiscal. Embora correspondessem a apenas 38% da dívida ativa, estes contribuintes concentravam 84% da dívida suspensa e 63% da dívida declarada em falhas, evidenciando uma maior propensão para processos judiciais ou para situações em que a cobrança se torna impossível. Entre os maiores devedores destacam-se empresas de dimensão média, muitas de âmbito regional, ligadas a setores como a indústria, o comércio de ouro, as finanças e a tecnologia, sendo que a maioria entrou entretanto em insolvência ou liquidação.</p>
<p>De acordo com os critérios da Autoridade Tributária, é considerado &#8220;devedor estratégico&#8221; quem acumule uma dívida superior a 500 mil euros numa única direção de Finanças ou superior a 250 mil euros distribuídos por mais do que uma direção de Finanças. Todas as empresas e contribuintes declarados insolventes com dívidas fiscais passam igualmente a integrar automaticamente esta lista, que concentra uma parte significativa dos créditos que o Estado já não consegue recuperar.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fisco-acumula-mais-de-10-mil-milhoes-de-euros-em-dividas-incobraveis-e-bate-novo-recorde/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791690]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sistema de depósito de embalagens Volta atinge os 100 milhões</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sistema-de-deposito-de-embalagens-atinge-os-100-milhoes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sistema-de-deposito-de-embalagens-atinge-os-100-milhoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791694</guid>

					<description><![CDATA[O Sistema de Depósito com Reembolso (SDR), chamado Volta, atingiu esta semana os 100 milhões de embalagens de bebidas de uso único devolvidas, com uma taxa de recolha nos 38%, informaram hoje os responsáveis pela infraestrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sistema de Depósito com Reembolso (SDR), chamado Volta, atingiu esta semana os 100 milhões de embalagens de bebidas de uso único devolvidas, com uma taxa de recolha nos 38%, informaram hoje os responsáveis pela infraestrutura.</P><br />
<P>Num balanço dos últimos três meses, a SDR Portugal, a entidade responsável pela implementação e gestão do sistema, destaca em comunicado a adesão rápida e crescente dos portugueses a um sistema que está a começar, mas que representa também uma grande mudança de hábitos.</P><br />
<P>No documento, a SDR refere-se também às notícias relacionadas com a higiene urbana em várias cidades do país, com os caixotes de lixo a serem vandalizados (e o lixo espalhado na rua) na procura de embalagens Volta.</P><br />
<P>A SDR Portugal diz estar disponível para trabalhar com os municípios, autoridades e operadores económicos no reforço da rede e adaptação das soluções de recolha, reconhece que são necessárias &#8220;respostas eficazes&#8221;.</P><br />
<P>E alerta que &#8220;problemas pontuais devem ser resolvidos com rapidez, mas não podem sustentar conclusões definitivas sobre uma política pública que acabou de arrancar&#8221;.</P><br />
<P>Casos idênticos ao que está a acontecer em Portugal com os contentores do lixo também foram registados no arranque do sistema em vários países europeus e foram diminuindo à medida que a infraestrutura se expandiu e a devolução da embalagem entrou no quotidiano dos cidadãos, diz.</P><br />
<P>E dá exemplos: Alemanha, Países Baixos, Letónia, Malta ou na Irlanda. Cada cidade optou por soluções diferentes, de sensibilização e adaptação da infraestrutura urbana ou até videovigilância. </P><br />
<P>A Alemanha criou suportes no exterior dos caixotes de lixo para as embalagens SDR, que assim ficam visíveis. E na Letónia a abertura de contentores foi considerada um problema nos primeiros dois anos mas diminuiu bastante com alterações na gestão dos resíduos urbanos.</P><br />
<P>Na Irlanda, o caso mais semelhante a Portugal, o problema tem sido a destruição de contentores e o lixo espalhado. Foram colocados suportes exteriores para embalagens com depósito mas só resolveram o problema em parte. Quase dois anos e meio depois de ter começado, a recolha já ultrapassa os 90% e o lixo urbano caiu para metade.</P><br />
<P>No comunicado, a SDR Portugal sublinha que a evidência científica demonstra que os sistemas contribuem para a redução do abandono dos resíduos e para uma gestão mais eficiente do espaço público. </P><br />
<P>E conclui que a vandalização de contentores é sobretudo um fenómeno urbano e localizado com tendência para diminuir e a comunicação é importante. </P><br />
<P>Vários países reforçaram a mensagem de que colocar embalagens no lixo indiferenciado é o principal fator que origina a procura delas nos contentores.</P><br />
<P>A associação SDR Portugal destaca também que o Volta está a acelerar o cumprimento de metas ambientais. Portugal não está a atingir os objetivos impostos por Bruxelas e nos últimos três anos já pagou multas de 600 milhões de euros, pagas pelo Orçamento do Estado. Dados do primeiro semestre indicam que a recolha para reciclagem estagnou.</P><br />
<P>Portugal foi o 19.º país da União Europeia a adotar o sistema. Atualmente há já mais de 2.500 Pontos volta automáticos, por exemplo em supermercados. A estes juntam-se pontos de recolha manual e uma rede de 50 quiosques.</P><br />
<P>O reforço desta rede é indispensável, diz a associação, apontando que 54% dos resíduos urbanos ainda acabam em aterro.</P><br />
<P>No comunicado, a SDR esclarece ainda que o Volta não usa dinheiros públicos. </P><br />
<P>O investimento inicial foi feito pelos produtores/embaladores e embaladores/distribuidores e o financiamento é assegurado pelas entidades privadas e pelas receitas dos materiais recolhidos.</P><br />
<P>Os depósitos não reclamados (10 cêntimos por embalagem) não constituem lucro para a SDR Portugal nem receita para o Estado. São reinvestidos na operação e melhoria do sistema.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sistema-de-deposito-de-embalagens-atinge-os-100-milhoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791694]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Armazém humanitário da UNICEF com danos graves após ataque russo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-armazem-humanitario-da-unicef-com-danos-graves-apos-ataque-russo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-armazem-humanitario-da-unicef-com-danos-graves-apos-ataque-russo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791692</guid>

					<description><![CDATA[O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou hoje que um armazém humanitário localizado na região de Kiev foi atingido no domingo durante um ataque do exército russo, destruindo mantimentos vitais destinados às famílias ucranianas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou hoje que um armazém humanitário localizado na região de Kiev foi atingido no domingo durante um ataque do exército russo, destruindo mantimentos vitais destinados às famílias ucranianas.</P><br />
<P>A organização declarou, num comunicado, que &#8220;um armazém contratado pela UNICEF em Bilogorodka sofreu danos graves em resultado de ataques das Forças Armadas russas&#8221;, sublinhando que &#8220;a extensão total dos danos ainda está a ser avaliada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No momento do ataque, o armazém continha mais de 106.000 artigos com um valor estimado em mais de 3,4 milhões de euros&#8221;, explicou.</P><br />
<P>&#8220;Entre os artigos estavam geradores, água potável, &#8216;kits&#8217; de higiene e tanques de armazenamento de água, essenciais para a resposta da UNICEF na Ucrânia, especialmente para crianças e famílias em áreas de combate e para o inverno que se aproxima&#8221;, referiu a organização.</P><br />
<P>A UNICEF lamentou que este ataque faça parte das noites horríveis que as crianças estão a passar sem dormir, durante as quais &#8220;sirenes de ataque aéreo e explosões prolongam-se durante várias horas em Kiev e na região circundante&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Há vítimas e danos em casas. A UNICEF e os seus parceiros continuam a prestar assistência às crianças e famílias afetadas&#8221;, acrescentou o comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A UNICEF está profundamente preocupada com as contínuas mortes e ferimentos de crianças na Ucrânia. Junho registou o maior número mensal de vítimas infantis desde 2022, com sete crianças mortas e 116 feridas&#8221;, disse a organização, referindo que mais duas crianças foram mortas e 50 ficaram feridas na semana passada.</P><br />
<P>Neste sentido, a UNICEF enfatizou que &#8220;os ataques constantes estão também a dificultar a resposta humanitária&#8221;, especificando que &#8220;os danos em depósitos humanitários e os ataques contra o pessoal humanitário estão a impedir a entrega de ajuda vital a crianças e famílias afetadas pelo conflito&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estes ataques precisam parar. As crianças e as instalações humanitárias precisam de ser protegidas. As crianças na Ucrânia, em particular, precisam de uma paz duradoura&#8221;, acrescentou a UNICEF, quando acontece uma escalada dos ataques russos contra Kiev e a falta de progressos na frente diplomática, com os contactos paralisados há várias semanas.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-armazem-humanitario-da-unicef-com-danos-graves-apos-ataque-russo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791692]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Maioria dos portugueses quer Orçamento do Estado para 2027 aprovado e rejeita nova crise política, revela sondagem</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/maioria-dos-portugueses-quer-orcamento-do-estado-para-2027-aprovado-e-rejeita-nova-crise-politica-revela-sondagem/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/maioria-dos-portugueses-quer-orcamento-do-estado-para-2027-aprovado-e-rejeita-nova-crise-politica-revela-sondagem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791687</guid>

					<description><![CDATA[Os dados indicam uma preferência clara pela estabilidade política, com mais de metade dos inquiridos a defender que a oposição deve permitir a aprovação do documento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Orçamento do Estado para 2027 deverá ser viabilizado para evitar uma nova crise política. Essa é a posição da maioria dos portugueses, de acordo com um novo barómetro, realizado numa altura em que faltam cerca de dois meses e meio para a apresentação da proposta orçamental e em que tanto PS como Chega continuam sem revelar qual será o sentido de voto. Os dados indicam uma preferência clara pela estabilidade política, com mais de metade dos inquiridos a defender que a oposição deve permitir a aprovação do documento.</p>
<p>Segundo um barómetro da Intercampus divulgado pelo <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas-publicas/orcamento-do-estado/detalhe/barometro-maioria-diz-que-oposicao-deve-deixar-passar-orcamento-para-2027" target="_blank" rel="noopener">Negócios, em parceria com o Correio da Manhã, a CMTV e a NOW</a>, 50,8% dos inquiridos consideram que os partidos da oposição devem viabilizar o Orçamento do Estado para 2027, enquanto 22% defendem que o documento deve ser chumbado. Mais de um quarto dos participantes respondeu que não sabe ou preferiu não responder. Quando questionados sobre qual dos dois maiores partidos da oposição — PS ou Chega — deverá viabilizar o diploma, os resultados revelam uma divisão praticamente equilibrada, embora exista uma ligeira inclinação para o Chega, liderado por André Ventura.</p>
<p>A indefinição mantém-se no plano político. Nas últimas semanas, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, afirmou que o partido ainda não tomou uma decisão sobre o OE 2027 e admitiu que um voto contra continua a ser uma possibilidade, embora tenha apontado como condições a defesa da Constituição, a salvaguarda das pensões e o reforço do investimento na Saúde. O contexto parlamentar também se alterou nos últimos meses, com o Chega a afastar-se do Governo ao inviabilizar alterações ao Código do Trabalho propostas pelo Executivo, enquanto o PS acabou por viabilizar a Prestação Social Única (PSU).</p>
<p>O estudo mostra ainda que os portugueses privilegiam claramente a estabilidade governativa caso o Orçamento venha a ser rejeitado. 65,1% dos inquiridos defendem que o Governo deverá apresentar uma nova proposta orçamental, enquanto apenas 20,4% consideram que o chumbo do documento deve conduzir à realização de eleições legislativas antecipadas, refletindo um receio generalizado de uma nova crise política.</p>
<p>O Governo da Aliança Democrática governa atualmente com 91 dos 230 deputados, longe dos 116 necessários para alcançar a maioria absoluta. No atual quadro parlamentar, o Chega é a segunda maior força política, com 60 deputados, à frente do PS, que conta com 58 parlamentares. Para garantir a aprovação do Orçamento do Estado para 2027, o Executivo terá de repetir uma solução semelhante à adotada este ano, obtendo a abstenção socialista, ou conseguir o apoio do Chega, cenário que permanece envolto em incerteza.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/maioria-dos-portugueses-quer-orcamento-do-estado-para-2027-aprovado-e-rejeita-nova-crise-politica-revela-sondagem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791687]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Eurodeputados iniciam visita à China para abordar tensões entre Pequim e Bruxelas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eurodeputados-iniciam-visita-a-china-para-abordar-tensoes-entre-pequim-e-bruxelas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/eurodeputados-iniciam-visita-a-china-para-abordar-tensoes-entre-pequim-e-bruxelas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791691</guid>

					<description><![CDATA[Uma delegação da Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu inicia hoje uma visita de três dias à China para discutir com responsáveis chineses os principais pontos de tensão entre Pequim e Bruxelas, incluindo comércio, Ucrânia ou direitos humanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma delegação da Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu inicia hoje uma visita de três dias à China para discutir com responsáveis chineses os principais pontos de tensão entre Pequim e Bruxelas, incluindo comércio, Ucrânia ou direitos humanos.</P><br />
<P>A delegação, composta por oito eurodeputados e chefiada pelo alemão David McAllister, começa a visita em Pequim, onde tem previsto um encontro hoje com o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi.</P><br />
<P>Segundo um comunicado da comissão parlamentar, as conversações irão centrar-se na evolução das relações bilaterais, marcadas por vários dossiês sensíveis, como os crescentes desequilíbrios económicos, a guerra na Ucrânia, a situação dos direitos humanos na China e a paz e estabilidade na região do Indo-Pacífico, onde Pequim mantém várias disputas territoriais.</P><br />
<P>O presidente da Delegação do Parlamento Europeu para as Relações com a China, Engin Eroglu, afirmou na rede social X que já se reuniu com o seu homólogo chinês, Fu Ziying, defendendo que o diálogo é &#8220;um requisito para o entendimento mútuo e para uma política responsável&#8221;.</P><br />
<P>Eroglu considerou ainda que a reunião entre a delegação do Parlamento Europeu e Wang Yi é pouco habitual e constitui &#8220;um sinal claro de que a parte chinesa também procura o diálogo e está interessada em melhorar as relações com a União Europeia (UE)&#8221;.</P><br />
<P>Pequim e Bruxelas comprometeram-se recentemente a manter um diálogo aberto, embora a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, tenha afirmado, no início deste mês, estar preparada para adotar &#8220;qualquer&#8221; medida contra a China na área comercial a partir do outono, quando termina o prazo definido pelas duas partes para resolver as disputas comerciais.</P><br />
<P>Os eurodeputados deverão também reunir-se, em Pequim, com outras autoridades chinesas e com representantes das missões diplomáticas da UE, seguindo depois para Xangai, no leste da China, onde os encontros se centrarão em temas tecnológicos, como a soberania tecnológica, a competitividade do setor e a governação global da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A visita ocorre após vários episódios que agravaram as tensões entre a China e a UE nos últimos anos, marcados por investigações comerciais recíprocas, um desequilíbrio comercial que Bruxelas considera &#8220;insustentável&#8221;, divergências sobre a guerra na Ucrânia e sanções impostas pela UE a empresas chinesas por alegada colaboração com a Rússia.</P><br />
<P>O mais recente episódio de fricção surgiu na segunda-feira, quando a Comissão Europeia anunciou uma multa de 550 milhões de euros à plataforma chinesa de comércio eletrónico AliExpress, acusando-a de não combater de forma &#8220;eficaz&#8221; a venda de produtos ilegais, incluindo artigos contrafeitos.</P><br />
<P>A empresa chinesa afirmou que &#8220;tem cumprido e continua empenhada em cumprir as suas obrigações para com os consumidores&#8221; e anunciou que irá recorrer da sanção, que considerou &#8220;desproporcionada&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/eurodeputados-iniciam-visita-a-china-para-abordar-tensoes-entre-pequim-e-bruxelas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791691]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sete anos de prisão para líder de rede de tráfico de bebés na Indonésia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sete-anos-de-prisao-para-lider-de-rede-de-trafico-de-bebes-na-indonesia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sete-anos-de-prisao-para-lider-de-rede-de-trafico-de-bebes-na-indonesia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791676</guid>

					<description><![CDATA[Um tribunal da cidade indonésia de Bandung condenou hoje uma mulher a sete anos de prisão, por dirigir uma rede de tráfico de bebés entre a Indonésia e Singapura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal da cidade indonésia de Bandung condenou hoje uma mulher a sete anos de prisão, por dirigir uma rede de tráfico de bebés entre a Indonésia e Singapura.</P><br />
<P>Lie Siu Luan, cidadã indonésia, foi considerada culpada pelo recrutamento, acolhimento, envio e transferência de vítimas &#8220;para fins de exploração&#8221;, declarou o juiz.</P><br />
<P>Outros membros da mesma rede devem começar a ser julgados esta semana em Bandung, na província de Java Ocidental.  </P><br />
<P>A acusação tinha pedido uma pena de 10 anos de prisão para a mulher de 70 anos, que admitiu ter enviado pelo menos 12 bebés para Singapura e liderado um grupo de 19 pessoas envolvidas na rede de tráfico desmantelada pelas autoridades indonésias no ano passado.</P><br />
<P>De acordo com a acusação, Lie Siu Lan iniciou a operação de tráfico para Singapura após um pedido, em 2022, de um residente da cidade Estado que desejava adotar uma criança sob pagamento de 17 mil dólares de Singapura (11.500 euros).</P><br />
<P>Outra arguida, Astri Fitrinika foi também considerada culpada de uma acusação semelhante e condenada a seis anos e sete meses de prisão.</P><br />
<P>As arguidas foram detidas no ano passado, depois de um dos pais ter denunciado à polícia, na província de Java Ocidental, o rapto do filho recém-nascido.</P><br />
<P>Os membros da rede desempenhavam papéis distintos: alguns eram responsáveis por encontrar os bebés, outros por cuidar das crianças e alguns tratavam dos documentos e dos passaportes.</P><br />
<P>A polícia resgatou vários bebés que estavam sob o controlo da rede na Indonésia antes de serem vendidos.</P><br />
<P>Outros bebés, rejeitados por potenciais clientes em Singapura, já tinham sido vendidos na Indonésia, incluindo a pais adotivos na capital, Jacarta.</P><br />
<P>O tráfico de pessoas é um problema recorrente na Indonésia, um vasto arquipélago composto por mais de 17 mil ilhas.</P><br />
<P>Num dos casos mais graves dos últimos anos, pelo menos 57 pessoas foram encontradas fechadas em jaulas numa plantação de óleo de palma na província de Sumatra do Norte, em 2022.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sete-anos-de-prisao-para-lider-de-rede-de-trafico-de-bebes-na-indonesia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791676]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Israel: Bombardeamento israelita mata família com quatro crianças em Gaza</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/israel-bombardeamento-israelita-mata-familia-com-quatro-criancas-em-gaza/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/israel-bombardeamento-israelita-mata-familia-com-quatro-criancas-em-gaza/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 07:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=791675</guid>

					<description><![CDATA[O exército israelita matou hoje um casal e quatro filhos, de 12, 11, nove e cinco anos, ao bombardear com um drone a casa onde viviam, na Cidade de Gaza, informou o Ministério da Saúde de Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército israelita matou hoje um casal e quatro filhos, de 12, 11, nove e cinco anos, ao bombardear com um drone a casa onde viviam, na Cidade de Gaza, informou o Ministério da Saúde de Gaza.</P><br />
<P>&#8220;As nossas equipas recuperaram os corpos de cinco mártires (uma mãe, um filho e três filhas) após um bombardeamento israelita atingir a casa da família Al Masri, em frente à Câmara de Comércio, no sul da Cidade de Gaza, ao amanhecer do dia de hoje&#8221;, indica um comunicado do serviço de emergência da Defesa Civil do enclave, embora o Ministério da Saúde indique um total de seis vítimas. </P><br />
<P>Segundo a informação prestada pelo Ministério da Saúde de Gaza à agência EFE, no total terão sido seis as vítimas mortais: Firas (pai) e Salsabil (mãe), ambos de 33 anos; Amira, de cinco anos; Salma, de nove anos; Ferial, de 11 anos, e Naim, de 12 anos.</P><br />
<P>De acordo com a Defesa Civil, os bombeiros estiveram no local para impedir que o incêndio de grandes proporções, provocado pelo bombardeamento, se alastrasse às casas vizinhas. </P><br />
<P>Contactado pela EFE, o exército israelita reconheceu o bombardeamento, mas enfatizou que o alvo era um membro do grupo islâmico palestiniano Hamas.</P><br />
<P>Este é o segundo ataque em poucos dias em que as forças armadas israelitas matam uma família e um grande número de crianças.</P><br />
<P>No sábado, o exército também matou cinco membros da família Nasman num outro ataque a uma casa na capital de Gaza. Nesse ataque, além dos pais, a filha de oito anos, Awa, e os filhos, Ibrahim e Yahya, de 15 e 17 anos, também foram mortos.</P><br />
<P>Israel divulgou hoje um comunicado alegando que Adham Nasman, pai das crianças, pertencia à Brigada de Gaza do Hamas.</P><br />
<P>Questionado sobre as mortes das três crianças e da mãe, um porta-voz do exército afirmou que haviam sido tomadas &#8220;medidas de precaução&#8221; para evitar baixas civis, como o uso de munições de precisão.</P><br />
<P>Na sexta-feira, Israel bombardeou um cortejo fúnebre no campo de refugiados de Nuseirat, matando sete pessoas. </P><br />
<P>Embora alegasse estar a investigar as &#8220;alegações&#8221; de baixas civis no ataque, o exército israelita divulgou um comunicado acusando uma das sete vítimas de pertencer à Jihad Islâmica.</P><br />
<P>Esses ataques seguem um padrão no qual Israel está a aumentar a frequência e a letalidade dos seus bombardeamentos em Gaza, tornando cada vez mais comum que os dias terminem com mais de uma dúzia de mortes, desrespeitando o cessar-fogo em vigor desde outubro de 2025. </P><br />
<P>Desde então, Israel matou mais de 1.150 pessoas em Gaza, segundo o Ministério da Saúde. </P><br />
<P>O número total de mortes subiu para quase 73.300 desde 07 de outubro de 2023, quando Israel lançou a sua ofensiva em retaliação ao ataque de milícias de Gaza no seu território, no qual 1.200 pessoas foram mortas e 251 sequestradas. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/israel-bombardeamento-israelita-mata-familia-com-quatro-criancas-em-gaza/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791675]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
