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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 48</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:59:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 48, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 48, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE avança também que estão desaparecidos ou incontactáveis 83 portugueses ou lusodescendentes.</P><br />
<P>De acordo com os dados mais recentes do MNE, entre os 48 mortos, 41 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 17:00, referia 41 portugueses e lusodescendentes, incluindo seis crianças, entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos registados na Venezuela causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos na Venezuela será instalada na localidade de Catia la Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P></P><br />
<P>CMP/CFF // MCL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782731]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Processo de classificação digital dos exames nacionais &#8220;em fase de recuperação&#8221; &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:39:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Júri Nacional de Exames começa a distribuir a partir de segunda-feira, "de forma gradual", as respostas das provas dos exames nacionais aos professores classificadores, "após algumas dificuldades técnicas", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Júri Nacional de Exames começa a distribuir a partir de segunda-feira, &#8220;de forma gradual&#8221;, as respostas das provas dos exames nacionais aos professores classificadores, &#8220;após algumas dificuldades técnicas&#8221;, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no site do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), o Júri Nacional de Exames explica que o processo de preparação dos exames nacionais para a classificação digital está &#8220;em fase de recuperação, após algumas dificuldades técnicas&#8221;.</P><br />
<P>Este ano, uma das grandes novidades dos exames nacionais é a forma de avaliar as provas: Os alunos continuam a escrever as respostas à mão, mas as respostas são dadas em folhas específicas que são depois digitalizadas para que os professores corretores possam corrigir e avaliar na plataforma digital.</P><br />
<P>Fora deste novo modelo ficam apenas os exames de Geometria Descritiva A e de Desenho A, que não sofrem quaisquer alterações. </P><br />
<P>Na quarta-feira, a Federação Nacional de Professores tinha denunciado atrasos na atribuição de credenciais de acesso dos professores classificadores às provas do exame nacional de Português.</P><br />
<P>Em relação ao procedimento de classificação das provas, o Júri Nacional de Exames explica hoje que começa a distribuir respostas aos professores classificadores a partir de segunda-feira, &#8220;à medida que estas forem sendo processadas&#8221;.</P><br />
<P>A entidade assegura que &#8220;cada código de exame dispõe de um período de classificação equivalente ao habitual &#8212; tipicamente dez dias úteis &#8212;, mantendo-se o prazo final de classificação em 10 de julho&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Júri Nacional de Exames, as escolas e os professores envolvidos no processo de classificação &#8220;devem aguardar com tranquilidade novas informações relativas à disponibilização das respostas&#8221;.</P><br />
<P>A 1.ª fase dos exames nacionais decorreu entre 16 e 26 de junho, começando depois a 2.ª fase, entre 16 e 22 de julho.</P><br />
<P>As notas da 1.ª fase devem ser conhecidas a 14 de julho e, uma semana depois, a 20 de julho, começam as candidaturas para os alunos que pretendam prosseguir os estudos.</P><br />
<P>Os resultados das candidaturas serão divulgados a 23 de agosto.</P><br />
<P>As instituições de ensino superior públicas disponibilizaram, para o próximo ano letivo, 78.283 vagas, mais 1.465 do que no corrente.</P><br />
<P>Para o Regime Geral de Acesso estão reservadas 56.790 vagas, a que se somam as 21.493 disponibilizadas para os Regimes e Concursos Especiais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782730]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: Martínez &#8216;senta&#8217; João Neves e lança Rúben Neves frente à Colômbia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O selecionador Roberto Martínez vai apostar em Rúben Neves no 'onze' que Portugal vai hoje apresentar frente à Colômbia, no Mundial2026 de futebol, relegando João Neves para o banco, naquela que é a única alteração na equipa lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Miami, Estados Unidos, 27 jun 2026 (Lusa) &#8212; O selecionador Roberto Martínez vai apostar em Rúben Neves no &#8216;onze&#8217; que Portugal vai hoje apresentar frente à Colômbia, no Mundial2026 de futebol, relegando João Neves para o banco, naquela que é a única alteração na equipa lusa.</P><br />
<P>Após a goleada imposta ao Uzbequistão (5-0) na segunda jornada do Grupo K, Martínez optou apenas por mexer no meio-campo e vai lançar na partida o médio do Al Hilal, que ainda não somou qualquer minuto na competição.</P><br />
<P>João Neves foi titular nos dois primeiros jogos e até fez o golo de Portugal no empate com a República Democrática do Congo (1-1), na primeira ronda.</P><br />
<P>O selecionador mantém, assim, o avançado João Félix na equipa inicial e o médio Bernardo Silva no banco de suplentes, tal como já tinha acontecido com o Uzbequistão.</P><br />
<P>No Estádio Hard Rock, em Miami, no Estados Unidos, Portugal vai entrar em campo com Diogo Costa na baliza e um quarteto defensivo composto por João Cancelo na direita, Nuno Mendes na esquerda e Rúben Dias e Renato Veiga como dupla de centrais.</P><br />
<P>Rúben Neves, Vitinha e Bruno Fernandes formam o meio-campo da seleção nacional, com Félix e Pedro Neto a apareceram mais na alas, no apoio ao capitão Cristiano Ronaldo.</P><br />
<P>Portugal, já apurado para os 16 avos de final, está obrigado a vencer a partida da terceira e última jornada para terminar o Grupo K no primeiro lugar.</P><br />
<P>Do lado da Colômbia, também com &#8216;passaporte&#8217; garantido para a fase a eliminar e a precisar apenas de um empate para conquistar o grupo, o selecionador Néstor Lorenzo manteve James Rodríguez e Luís Diaz, ambos ex-FC Porto, na equipa inicial, mas optou por poupar Luis Suárez, avançado do Sporting que foi titular nos dois primeiros jogos, e o lateral Daniel Muñoz, que leva dois golos na prova.</P><br />
<P>O médio Richard Ríos, do Benfica, volta a iniciar este encontro no banco de suplentes, tal como sucedeu nas duas primeiras partidas.</P><br />
<P>Portugal defronta a Colômbia às 19:30 locais (00:30 de domingo em Lisboa), num jogo que será arbitrado pelo australiano Alireza Faghani.</P><br />
<P>À mesma hora, mas em Atlanta, a República Democrática do Congo e o Uzbequistão medem forças.</P><br />
<P>A Colômbia lidera o Grupo K com seis pontos, seguida de Portugal no segundo posto, com quatro, da RD Congo, que é terceira, com um, e do Uzbequistão, último e ainda a zero.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro alargado a 48 seleções, realiza-se até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782729]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: ONU instalou três hospitais de campanha em La Guaria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 22:14:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A ONU instalou três hospitais de campanha no estado de La Guaira para receber os feridos dos sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram aquela região da Venezuela na quarta-feira, anunciou hoje um responsável das Nações Unidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU instalou três hospitais de campanha no estado de La Guaira para receber os feridos dos sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram aquela região da Venezuela na quarta-feira, anunciou hoje um responsável das Nações Unidas.</P><br />
<P>Segundo o coordenador das Nações Unidas na Venezuela, Gianluca Rampolla, o objetivo é prestar cuidados de saúde imediatos aos mais afetados, uma vez que os centros de saúde de Caracas não têm capacidade de resposta para todos.</P><br />
<P>O responsável disse ainda à agência EFE que a ONU está a coordenar com as autoridades venezuelanas a instalação de &#8220;abrigos multi-serviços&#8221; &#8212; com casas de banho e refeitórios &#8212; para todos os que perderam as casas no sismo.</P><br />
<P>Estes abrigos serão colocados o mais próximo possível das comunidades afetadas, para que os residentes não tenham de percorrer distâncias longas, explicou.</P><br />
<P>Gianluca Rampolla disse ainda que já chegou à Venezuela um avião com 20 toneladas de ajuda humanitária, incluindo mantimentos e sistemas para purificação de água.</P><br />
<P>O coordenador das Nações Unidas na Venezuela descreveu a situação em La Guaira como grave e alertou que ainda têm de chegar a muitos edifícios para verificar se há sobreviventes presos nos escombros.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782728]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PR cabo-verdiano visita Portugal e será distinguido pela Universidade de Coimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 21:37:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente cabo-verdiano inicia segunda-feira uma visita de quatro dias a Portugal, durante a qual será distinguido com a Medalha da Universidade de Coimbra em reconhecimento pelo contributo para a consolidação da democracia e o desenvolvimento de Cabo Verde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente cabo-verdiano inicia segunda-feira uma visita de quatro dias a Portugal, durante a qual será distinguido com a Medalha da Universidade de Coimbra em reconhecimento pelo contributo para a consolidação da democracia e o desenvolvimento de Cabo Verde.</P><br />
<P>Segundo uma nota da Presidência da República, a atribuição da medalha, &#8220;raramente concedida&#8221;, foi aprovada por unanimidade pelo Senado da Universidade de Coimbra, em outubro de 2025, que destaca o papel de José Maria Neves &#8220;na história de Cabo Verde&#8221;, pela sua liderança na consolidação da democracia e na transformação socioeconómica do país.</P><br />
<P>A medalha será entregue no Colégio da Trindade, após a conferência &#8220;A Crioulidade e o Futuro da Humanidade&#8221;, que o chefe de Estado cabo-verdiano irá proferir no âmbito da 44.ª edição das Conversas da Casa da Lusofonia.</P><br />
<P>Antes da cerimónia, José Maria Neves será recebido pela presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa.</P><br />
<P>Na terça-feira, a agenda inclui uma visita à Figueira da Foz, onde será recebido pelo presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, e visitará o Porto da Figueira da Foz, o Miradouro da Bandeira e o Centro de Artes e Espetáculos.</P><br />
<P>Após a cerimónia em Coimbra, o Presidente desloca-se a Lisboa, onde condecorará o presidente da Cooperativa de Formação e Animação Cultural (COFAC), Manuel de Almeida Damásio, com a medalha de mérito de primeira classe.</P><br />
<P>A visita termina na quinta-feira, com a participação nas comemorações do 51.º aniversário da independência do arquipélago, no Centro Cultural de Cabo Verde, em Lisboa, que incluem a inauguração da exposição &#8220;Orgulho nacional: as equipas que levam Cabo Verde ao mundo&#8221;, dedicada à seleção cabo-verdiana de futebol.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782727]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dinamarca atinge temperatura recorde de 37 graus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dinamarca-atinge-temperatura-recorde-de-37-graus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 21:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Dinamarca registou hoje uma temperatura máxima de 37 graus, batendo um recorde desde que há registos, iniciados há mais de 150 anos, revelou o Instituto Meteorológico deste país nórdico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Dinamarca registou hoje uma temperatura máxima de 37 graus, batendo um recorde desde que há registos, iniciados há mais de 150 anos, revelou o Instituto Meteorológico deste país nórdico.</P><br />
<P>&#8220;Hoje atingimos os 37 graus, a temperatura mais elevada na história do tempo dinamarquês. É a temperatura mais alta registada na Dinamarca desde que começámos a fazê-lo de forma sistemática em 1874&#8221;, explicou aquele organismo na rede social X.</P><br />
<P>Nos últimos dias, vários países na Europa, nomeadamente França, Reino Unido, Alemanha, Itália e Países Baixos, estão a passar por elevadas temperaturas e a baterem recordes de tempo quente.</P><br />
<P>Um estudo publicado na sexta-feira pelo World Weather Attribution indica que 45% das cidades europeias bateram ou estão prestes a superar os máximos históricos de stress térmico durante a atual onda de calor no continente. </P><br />
<P>Os investigadores alertam que a combinação de temperaturas extremas e elevada humidade aumenta significativamente os riscos para a saúde, especialmente entre idosos, trabalhadores ao ar livre, crianças e pessoas vulneráveis.</P><br />
<P>Os cientistas atribuem a intensidade destes fenómenos ao impacto do aquecimento global, provocado pelas &#8220;emissões contínuas de combustíveis fósseis&#8221; para a atmosfera.</P><br />
<P>O secretário executivo da ONU para as alterações climáticas, Simon Stiell, afirma que o calor extremo que está a afetar a Europa é um sintoma de que as alterações climáticas &#8220;avançam sem controlo&#8221;, provocadas pelo &#8220;vício mundial da queima de carvão, petróleo e gás&#8221;, embora sublinhe que &#8220;as soluções são igualmente claras&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Stiell, é necessária &#8220;uma transição mais rápida para as energias limpas, que agora são muito mais baratas do que os combustíveis fósseis, bem como a proteção das florestas e a promoção da resiliência climática&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782726]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Base da missão portuguesa ficará em Cátia la Mar, La Guaira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 21:11:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos na Venezuela será instalada na localidade de Catia La Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos na Venezuela será instalada na localidade de Catia La Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>&#8220;A Base de Operações da FOCON de Portugal ficará sedeada no Centro Luso Venezuelano, em Catia La Mar, La Guaira. Nesta base ficará instalado o posto de coordenação e todas as estruturas de suporte logístico da Força&#8221;, de acordo com informação enviada à agência Lusa pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, pelas 16:00 locais (21:00 em Lisboa) teve início em Caracas uma reunião de coordenação de operações para definir os setores a atribuir às várias equipas que já se encontram na Venezuela para ajudar nas buscas, salvamento e primeiros socorros após o duplo sismo que, na quarta-feira, atingiu o país.</P><br />
<P>A Força Operacional Conjunta (FOCON) portuguesa chegou ao Aeroporto Internacional de Maiquetía Simón Bolívar, na Venezuela, em dois voos da Força Aérea Portuguesa.</P><br />
<P>O primeiro avião aterrou às 13:15 de Lisboa (08:15 hora local) e o segundo às 14:50 (09:50 hora local).</P><br />
<P>Os dois aviões da Força Aérea com os 64 elementos da Unidade Especial de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e do INEM partiram de Beja na sexta-feira à noite.</P><br />
<P>Esta força conjunta reúne &#8220;capacidades especializadas em operações de busca e salvamento, recuperação de vítimas, resposta a catástrofes e apoio médico de emergência&#8221;, segundo uma nota do MNE de sexta-feira.</P><br />
<P>Seguiram também a bordo cerca de 23 toneladas de ajuda humanitária, incluindo &#8220;equipamentos de proteção individual, material de busca e salvamento, equipamento médico, medicamentos, tendas, geradores, bens alimentares&#8221;, para apoiar as operações de socorro e assistência às populações afetadas, de acordo com o MNE.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P></P><br />
<P>CMP/CFF // MCL</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782725]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: ONU estima danos em cerca de 6,7 mil milhões de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 20:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ONU indicou hoje estimar em 6,7 mil milhões de dólares (5,8 mil milhões de euros) os danos em habitações e bens como veículos, edifícios e empresas devido aos dois sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU indicou hoje estimar em 6,7 mil milhões de dólares (5,8 mil milhões de euros) os danos em habitações e bens como veículos, edifícios e empresas devido aos dois sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e citado pela agência noticiosa espanhola EFE, a estimativa preliminar baseia-se em modelos sísmicos, imagens de satélite e dados populacionais, tendo sido realizada nas horas a seguir aos sismos que atingiram magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala de Richter e ocorreram perto da costa norte da Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos foram sentidos em áreas populosas e economicamente significativas, incluindo a capital venezuelana, Caracas, e os estados de La Guaira, Carabobo, Miranda, Yaracuy e Aragua, refere o PNUD, acrescentando que os dados sugerem também possíveis cortes de energia em partes de Carabobo, La Guaira, Caracas e Aragua.</P><br />
<P>A agência da ONU calcula que nas áreas afetadas existiam 1,7 milhões de estruturas.</P><br />
<P>O valor estimado dos danos não inclui os estragos nas infraestruturas da Venezuela, nem os custos devido às perturbações económicas mais amplas ou à reconstrução a longo prazo.</P><br />
<P>A estimativa do impacto total continuará a evoluir à medida que mais informação seja divulgada, alertando o PNUD que o impacto total é normalmente calculado entre 1,5 e três vezes o valor dos danos diretos, segundo a EFE.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos registados na Venezuela na quarta-feira causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782724]]></sapo:autor>
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		<title>Orçamento do Benfica para a época 2026/27 aprovado por 54,57%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 19:29:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os sócios do Benfica aprovaram hoje o orçamento para a temporada 2026/27, por uma maioria de 54,57% dos associados votantes, após deliberação em Assembleia-geral (AG) do clube.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os sócios do Benfica aprovaram hoje o orçamento para a temporada 2026/27, por uma maioria de 54,57% dos associados votantes, após deliberação em Assembleia-geral (AG) do clube.</P><br />
<P>Os associados do clube da Luz aprovaram, com um resultado de 54,57% votos a favor para 45,43% contra, o orçamento para despesas e receitas, o plano de investimentos e o parecer do Conselho Fiscal para o exercício 2026/27, que constituía o ponto único na ordem de trabalhos da segunda AG realizada hoje, relativa a Orçamento e Plano de Investimentos.</P><br />
<P>A sessão iniciou pela tarde com a intervenção do presidente do Benfica, Rui Costa, apresentando o orçamento para apreciação dos associados, no qual projetava um resultado positivo de 8,4 milhões de euros (ME) como &#8220;condição essencial&#8221; para &#8220;continuar a investir na competitividade&#8221;, seguido de Nuno Catarino, vice-presidente financeiro do emblema &#8216;encarnado&#8217;.</P><br />
<P>Seguiu-se um período para intervenções dos sócios, com 26 inscritos, entre os quais Mauro Xavier, que apresentou uma proposta à Mesa da AG, e João Diogo Manteigas, um dos candidatos derrotados nas últimas eleições para os órgãos sociais, e que antecedeu o período de votação, que se prolongou por mais de uma hora até ao apuramento de resultados.</P><br />
<P>Pela manhã, o Benfica já havia levado a cabo uma primeira reunião magna, denominada Planeamento, Gestão e Resultados Desportivos, que visou esclarecer os associados relativamente à última época desportiva.</P><br />
<P>O orçamento do clube para 2026/27 aponta para rendimentos de 70 ME e gastos de 61,6 ME, valores que permitem projetar um resultado positivo de 8,4 ME.</P><br />
<P>Esta previsão representa uma melhoria face aos 3,91 ME inscritos na época 2025/26 e supera igualmente os 7,65 ME registados no exercício de 2024/25.</P><br />
<P>Aprovados em março de 2025, os novos estatutos do Benfica introduziram um mecanismo que prevê a demissão automática da Direção caso o relatório de gestão e contas seja rejeitado duas vezes pela AG.</P><br />
<P>Contudo, os estatutos estabelecem igualmente que esse mecanismo apenas produz efeitos &#8220;a partir do segundo ano do exercício&#8221; de cada direção, pelo que não poderá ser aplicado à equipa liderada por Rui Costa nas primeiras contas apresentadas após a eleição, consumada em novembro último.</P><br />
<P>Estas reuniões magnas acontecem depois de, em junho de 2025, os associados terem chumbado o orçamento para 2025/26 com uma maioria expressiva de 73,80% de votos contra, num ato em que votaram 1.056 sócios e que antecedeu o ato eleitoral, no qual Rui Costa foi reconduzido.</P><br />
<P>O documento então apresentado pela Direção previa um resultado positivo de 5,5 ME.</P><br />
<P>A reprovação representou um agravamento da contestação interna à gestão do presidente &#8216;encarnado&#8217;, num ano marcado pela realização de eleições no clube.</P><br />
<P>Também em 2024, Rui Costa, que lidera o clube desde 2021, não obteve a maioria absoluta exigida pelo artigo 57.º dos estatutos à data em vigor para que o orçamento fosse aprovado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782723]]></sapo:autor>
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		<title>Baixa o volume para estacionar? Não é mania: é o cérebro a pedir ajuda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos condutores fazem-no quase sem pensar: quando chega o momento de estacionar, sobretudo num lugar apertado, baixam o volume da música]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos condutores fazem-no quase sem pensar: quando chega o momento de estacionar, sobretudo num lugar apertado, baixam o volume da música. O gesto pode parecer apenas uma mania ao volante, mas tem uma explicação ligada ao funcionamento do cérebro e à forma como este gere a atenção, explica a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;.</p>
<p>A lógica é simples: perante uma tarefa que exige mais precisão, o cérebro tenta reduzir distrações. Estacionar obriga a calcular distâncias, controlar espelhos, olhar para peões, outros carros, lancis e obstáculos próximos. Nesses momentos, a música deixa de ser apenas ambiente e passa a ser mais uma informação que o cérebro tem de processar.</p>
<p>Segundo Victoria Bayón, especialista brasileira em otimização cerebral, a capacidade do cérebro para tratar informação é limitada. Quando uma pessoa precisa de executar uma tarefa exigente, como estacionar num espaço estreito, tende a cortar estímulos considerados secundários. É por isso que a ideia de “baixar o volume para ver melhor” não é tão absurda como parece.</p>
<p>A música, sobretudo quando tem letra, ocupa espaço mental. O cérebro não está apenas a ouvir sons: está também a interpretar palavras, ritmo e estímulos auditivos enquanto tenta coordenar uma manobra que exige atenção visual, motora e espacial.</p>
<p>Quando o condutor se prepara para estacionar, a atenção tem de se concentrar na tarefa principal. A música, as conversas de fundo e outros ruídos competem pelos mesmos recursos cognitivos. Ao baixar o volume, o cérebro reduz carga e liberta capacidade para a manobra.</p>
<p>O mesmo pode acontecer noutras situações ao volante. Um condutor que circula a 100 km/h numa autoestrada e precisa de abrandar subitamente por causa de obras, trânsito ou uma portagem pode sentir o mesmo impulso de reduzir a música ou deixar de prestar atenção à conversa no carro.</p>
<p>A explicação assenta numa ideia estudada há anos pela psicologia cognitiva: a atenção é uma recurso limitado. O cérebro humano não é verdadeiramente multitarefa. Em vez de executar várias tarefas complexas ao mesmo tempo com igual eficácia, alterna rapidamente entre focos de atenção.</p>
<p>Essa alternância tem custos. Quando o cérebro muda constantemente entre a música, a conversa, o ruído exterior e a manobra do carro, a concentração perde qualidade. Numa tarefa simples e automática, esse efeito pode passar despercebido. Mas, numa manobra apertada, torna-se mais evidente.</p>
<p>Hal Pashler, professor de psicologia na Universidade da Califórnia em Berkeley, estudou as interferências que surgem quando o cérebro é forçado a dividir a atenção entre duas atividades simultâneas. A conclusão é que a capacidade de processamento fica limitada quando há excesso de estímulos.</p>
<p>Para o cérebro funcionar em modo multitarefa, pelo menos uma das tarefas tem de ser muito automática. Conduzir em linha reta numa estrada conhecida pode exigir menos esforço consciente. Já estacionar entre dois carros, fazer marcha-atrás ou encaixar o veículo num espaço reduzido obriga a atenção ativa.</p>
<p>A &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; compara este fenómeno com os videojogos. Jogar e conversar sobre outro tema ao mesmo tempo pode tornar-se muito mais difícil quando a partida exige concentração máxima. Numa fase complicada, num combate exigente ou num momento decisivo, o jogador tende a calar-se ou a ignorar a conversa.</p>
<p>Ao volante, o mecanismo é semelhante. O condutor não baixa o volume porque a música impeça fisicamente a visão, mas porque o cérebro tenta eliminar concorrência cognitiva. Menos som significa menos estímulos a disputar atenção.</p>
<p>Este reflexo mostra como pequenas decisões automáticas podem revelar a forma como o cérebro gere prioridades. Estacionar, apesar de parecer uma tarefa banal para muitos condutores, exige coordenação fina, perceção espacial e capacidade de resposta rápida. Quando a margem de erro diminui, o cérebro procura silêncio.</p>
<p>Por isso, baixar o volume antes de estacionar não é sinal de distração nem de falta de habilidade. Pelo contrário: pode ser uma estratégia instintiva para ajudar a mente a concentrar-se no essencial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781611]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo avança com Estratégia Industrial Verde para atrair investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo lançou a Estratégia Industrial Verde com o objetivo de posicionar Portugal como um "destino competitivo para o investimento industrial ligado à descarbonização, à transição energética e à inovação", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo lançou a Estratégia Industrial Verde com o objetivo de posicionar Portugal como um &#8220;destino competitivo para o investimento industrial ligado à descarbonização, à transição energética e à inovação&#8221;, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Num comunicado, o Governo indicou que pretende, através desta agenda económica projetada até 2040, identificar as medidas necessárias para ultrapassar os constrangimentos ao investimento, tirando proveito das &#8220;vantagens competitivas claras&#8221;, nomeadamente um preço enérgico 30% inferior à média da União Europeia. </P><br />
<P>&#8220;A Estratégia Industrial Verde, cujo despacho que determina a sua elaboração entrou em vigor a 25 de junho, irá identificar cadeias de valor prioritárias e do seu potencial de descarbonização e as oportunidades de investimento tecnológico, industrial e económico associadas à industrialização verde&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>O executivo pretende impulsionar novas cadeias de valor como as indústrias pesadas verdes, aço descarbonizado, a eletrificação da economia, o armazenamento de energia, gases renováveis, captura e a utilização de carbono, a mobilidade elétrica e baterias. </P><br />
<P>&#8220;Portugal reúne condições únicas para transformar a energia num verdadeiro ativo estratégico, estas condições colocam o país numa posição privilegiada na nova geografia industrial europeia&#8221;, afirma o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, citado no comunicado. </P><br />
<P>A prioridade é capturar o valor económico da transição energética, &#8220;tirando partido da vantagem energética para reduzir custos operacionais, aumentar a produtividade e reforçar a competitividade das empresas nacionais&#8221;, sendo que, segundo o Governo, &#8220;a energia deixa assim de ser apenas um fator de custo para se afirmar como um ativo estratégico central à criação de valor e à atração de investimento&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Esta Estratégia permitirá acelerar a substituição progressiva dos combustíveis fósseis através da eletrificação e da utilização de gases renováveis, ao mesmo tempo que promove tecnologias de captura, utilização e armazenamento de carbono nos setores em que as emissões são mais difíceis de eliminar&#8221;, afirmou a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, também citada no comunicado.</P><br />
<P>A proposta será desenvolvida por entidades como a Agência para a Energia (ADENE) e a Agência para a Competitividade e Inovação (IAPMEI), em colaboração com o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e a Direção-Geral da Economia (DGE), com forte articulação com o tecido empresarial e científico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782722]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Enviadas 2.600 toneladas de alimentos e água para estado de Guaira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 2.600 toneladas de alimentos e água potável foram distribuídos no estado venezuelano de Guaira a mais de 69 mil famílias afetadas pelos dois sismos ocorridos na quarta-feira, anunciou hoje o Governo da Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 2.600 toneladas de alimentos e água potável foram distribuídos no estado venezuelano de Guaira a mais de 69 mil famílias afetadas pelos dois sismos ocorridos na quarta-feira, anunciou hoje o Governo da Venezuela.</P><br />
<P>A informação foi divulgada na rede social X, com a presidente interina Delcy Rodríguez a supervisionar a saída dos mantimentos &#8212; incluindo proteína &#8212; de um armazém.</P><br />
<P>Delcy Rodriguez esteve ainda reunida com altos responsáveis da Força Armada Nacional Bolivariana, executivo, proteção civil e bombeiros para coordenar as operações de resgate de pessoas e mobilização de meios para Guaira.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a líder chavista informou que conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com o secretário de Estado daquele país, Marco Rubio, que reiteraram o seu apoio à Venezuela na sequência dos dois terramotos.</P><br />
<P>A Venezuela já recebeu mais de 1.600 socorristas internacionais para prestar assistência às vítimas dos sismos, nomeadamente de El Salvador, México, República Dominicana, Suíça, Equador, Espanha, Chile, Colômbia, Países Baixos, Itália e Estados Unidos.</P><br />
<P>Portugal enviou hoje equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Milhares de civis venezuelanos participam voluntariamente nos trabalhos de resgate nos edifícios afetados.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial. Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 portugueses ou lusodescendentes estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782721]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A pista da Roma Antiga que volta a alimentar a pergunta: Jesus Cristo existiu mesmo?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-pista-da-roma-antiga-que-volta-a-alimentar-a-pergunta-jesus-cristo-existiu-mesmo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[teologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Há fontes fora da Bíblia que apontem para a existência de um homem chamado Jesus, associado à Judeia, aos primeiros cristãos e à execução no tempo de Pôncio Pilatos?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parece o ponto de partida de um novo filme ao estilo ‘O Código Da Vinci’, mas a discussão é bem mais antiga do que qualquer thriller moderno: Jesus Cristo existiu como figura histórica? A fé cristã coloca-o no centro da sua narrativa religiosa, mas a pergunta que interessa aos historiadores é outra: há fontes fora da Bíblia que apontem para a existência de um homem chamado Jesus, associado à Judeia, aos primeiros cristãos e à execução no tempo de Pôncio Pilatos?</p>
<p>O &#8216;Unilad Tech&#8217; recupera uma análise publicada na &#8216;Biblical Archaeology&#8217; que volta a olhar para dois nomes fundamentais neste debate: Tácito e Flávio Josefo. O primeiro foi um dos mais importantes historiadores de Roma. O segundo foi um aristocrata e historiador judeu que viveu poucas décadas depois da morte atribuída a Jesus.</p>
<p>O detalhe relevante é que nenhum dos dois era cristão. Por isso, os seus textos são frequentemente usados por investigadores que procuram referências externas ao Novo Testamento, precisamente porque não nasceram dentro da tradição religiosa que viria a construir o cristianismo.</p>
<p>Tácito menciona ‘Christus’, associando-o à execução durante o reinado do imperador Tibério. Flávio Josefo refere Tiago como “o irmão de Jesus, chamado Messias”. Para os investigadores que defendem a historicidade de Jesus, estas passagens ajudam a colocar a figura de Jesus no contexto da Judeia do século I e da expansão inicial do cristianismo.</p>
<p>A nova leitura destes textos é assinada pelo estudioso bíblico Lawrence Mykytiuk, que analisou fontes romanas e judaicas antigas onde surge a referência a Jesus. O investigador defende que várias afirmações presentes no Novo Testamento encontram eco nas passagens de Tácito e Josefo.</p>
<p>Entre essas afirmações estão a ideia de que Jesus “existiu como homem”, que era chamado ‘Christos’ em grego e que foi executado durante o governo de Pôncio Pilatos na Judeia. Para Mykytiuk, estes elementos são relevantes porque surgem em fontes externas ao cristianismo primitivo.</p>
<p>A importância destes testemunhos não está em provar milagres, doutrinas religiosas ou a identidade divina atribuída a Jesus pela fé cristã. O ponto é mais limitado, mas também mais verificável: saber se houve uma figura histórica real por trás da tradição cristã.</p>
<p>É aqui que Tácito e Josefo ganham peso. A Bíblia continua a ser a principal fonte sobre a vida de Jesus, mas os críticos lembram que os textos cristãos não são neutros. Por isso, qualquer referência externa, escrita por autores não cristãos, torna-se particularmente relevante para historiadores.</p>
<p>Segundo Mykytiuk, Tácito e Josefo não tratam Jesus como uma personagem inventada, mas como alguém associado a acontecimentos e pessoas reconhecíveis no mundo antigo. O estudioso sublinha ainda que não há registo de autores antigos que tenham negado seriamente a existência histórica de Jesus.</p>
<p>A análise cita também Robert van Voorst, que recorda que pagãos e judeus que se opunham ao cristianismo não negavam a historicidade de Jesus nem a punham em causa. A controvérsia, portanto, não estaria tanto na existência de Jesus, mas no significado religioso atribuído à sua vida.</p>
<p>Esta distinção é essencial. Muitos historiadores aceitam que Jesus terá existido como pregador judeu do século I, mas isso não resolve o debate teológico sobre quem foi, o que fez ou se corresponde à figura messiânica descrita pelo cristianismo.</p>
<p>A discussão mantém-se viva porque a fronteira entre história, fé e interpretação continua a ser difícil de separar. As referências de Tácito e Josefo podem reforçar a leitura de que Jesus foi uma figura histórica real, mas não transformam automaticamente os relatos religiosos em prova científica de tudo o que a tradição cristã afirma.</p>
<p>Ainda assim, para quem procura sinais fora da Bíblia, estas fontes antigas têm um peso particular. Não contam a história completa, não eliminam dúvidas e não encerram o debate. Mas ajudam a explicar por que razão muitos especialistas consideram hoje mais plausível falar de Jesus como figura histórica do que como personagem puramente inventada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781623]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos sobe para 1.430</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 18:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Caracas, 27 jun 2026 (EFE) -- O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse hoje que 1.430 pessoas morreram devido aos dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na passada quarta-feira, enquanto 3.328 ficaram feridas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Caracas, 27 jun 2026 (EFE) &#8212; O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse hoje que 1.430 pessoas morreram devido aos dois sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na passada quarta-feira, enquanto 3.328 ficaram feridas.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento (&#8230;) estamos a contabilizar 1.430 irmãos e irmãs que morreram, infelizmente perderam a vida&#8221;, disse governante numa declaração transmitida pelo canal de televisão estatal VTV, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.</P><br />
<P>O anterior balanço oficial dava conta de 920 mortos e 3.360 feridos.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782720]]></sapo:autor>
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		<title>O carro é elétrico, mas o preço do extra parece de combustão: Porsche cobra 109 mil euros por kit de pista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:30:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A pergunta é inevitável: o que pode existir num extra de mais de 100 mil euros para um elétrico?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há extras caros. E depois há uma opção para um carro elétrico que custa praticamente tanto como outro Porsche Taycan novo. A Porsche passou para a Taycan Turbo GT o kit Manthey, até aqui mais associado aos modelos de combustão, sobretudo à 911 GT3 RS, e criou uma das opções mais exclusivas — e difíceis de justificar — do catálogo elétrico da marca.</p>
<p>O valor, avançado pela &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, impressiona por si só: em França, o kit Manthey para a Taycan Turbo GT custa 109.816 euros. É mais do que o preço de entrada de uma Taycan nova. Com esta opção instalada, a berlina elétrica da Porsche ultrapassa os 357 mil euros.</p>
<p>A pergunta é inevitável: o que pode existir num extra de mais de 100 mil euros para um elétrico?</p>
<p>A resposta começa no carbono. Muito carbono. O kit Manthey acrescenta um novo difusor dianteiro com afinação da força descendente, flaps laterais, lâmina dianteira em carbono visível, entradas de ar junto às cavas das rodas e lâminas laterais. Não são apenas peças decorativas para o habitáculo. São componentes estruturais, feitos em pequena série, com acabamento visual rigoroso e produzidos com muita intervenção manual.</p>
<p>Esse detalhe ajuda a explicar parte do preço. O carbono estrutural exige mão de obra qualificada, tempo e precisão. Não basta que a peça funcione: num Porsche deste nível, também tem de parecer perfeita. O alinhamento das fibras, o recorte e o acabamento contam quase tanto como a função aerodinâmica.</p>
<p>A traseira também muda. O banco traseiro desaparece e dá lugar a um espaço específico em carbono para guardar capacetes. A mensagem é clara: esta Taycan não foi pensada para levar a família ao jantar. Foi afinada para quem quer levar um elétrico de mais de 1.000 cv para circuito.</p>
<p>A Porsche trabalhou ainda as suspensões, instalou jantes ultraleves de 21 polegadas e travões compósitos específicos. Tudo foi orientado para maximizar a eficácia em pista, melhorar a aderência e extrair mais desempenho de uma berlina que já era, por si só, extrema.</p>
<p>Há também alterações no grupo motopropulsor. No modo ‘Attack’, a Porsche conseguiu ganhar até 41 cv adicionais, aumentando a amperagem máxima de saída da bateria para 1.300 A, contra 1.100 A na Taycan Turbo GT convencional.</p>
<p>Para apresentar o kit, a marca levou a Taycan Turbo GT equipada com o pacote Manthey ao Nürburgring e conseguiu um novo recorde. É o tipo de argumento que a Porsche domina: transformar uma opção caríssima num número de circuito, e um número de circuito numa peça de comunicação global.</p>
<p>Ainda assim, a comparação deixa perguntas. Segundo a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, o mesmo kit Manthey custa cerca de 30 mil euros menos na 911 GT3 RS. A Taycan recebe peças específicas, materiais caros e desenvolvimento próprio, mas a diferença continua a ser difícil de ignorar.</p>
<p>O caso também mostra como a eletrificação não tornou automaticamente os carros de luxo mais baratos. Em teoria, um elétrico tem menos peças do que um automóvel com motor de combustão. Na prática, entre baterias, potência, eletrónica, materiais leves e opções de performance, os preços no topo do mercado continuam a subir.</p>
<p>A Porsche Taycan vive ainda outro paradoxo. A berlina elétrica tem perdido força em alguns mercados importantes para os elétricos premium, mas recebe agora uma opção ultrarrara, ultracara e feita para clientes que procuram precisamente o contrário da racionalidade: exclusividade, tempo em pista e a sensação de ter algo que quase ninguém mais terá.</p>
<p>É possível achar o preço desmedido. Mas também é isso que este kit vende. Não apenas carbono, travões, jantes ou mais 41 cv. Vende a ideia de que um elétrico também pode entrar no território quase absurdo dos extras de seis dígitos — aquele lugar onde a lógica já não é transporte, mas estatuto, coleção e cronómetro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782046]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Governo da Madeira apela aos empresários que ajudem o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:17:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) apelou hoje às empresas da região para que apoiem a recuperação e a reconstrução da Venezuela, na sequência dos dois fortes sismos que atingiram o país na quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) apelou hoje às empresas da região para que apoiem a recuperação e a reconstrução da Venezuela, na sequência dos dois fortes sismos que atingiram o país na quarta-feira.</P><br />
<P>Em comunicado,  o secretário regional da Economia, José Manuel Rodrigues (CDS-PP), defende que &#8220;é obrigação do tecido empresarial da região apoiar, no que lhe for possível, as famílias e empresas que perderam tudo com a catástrofe provocada por estes sismos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Temos uma dívida de gratidão impagável para com a Venezuela, pela forma como acolheu milhares de madeirenses ao longo de décadas, num período difícil do nosso arquipélago, e pela forma como muitos desses emigrantes apoiaram com as suas remessas de dinheiro a Madeira e Portugal, a seguir ao 25 de Abril, quando não tínhamos divisas para comprar cereais e outros produtos essenciais&#8221;, sustenta o governante.</P><br />
<P>José Manuel Rodrigues acrescenta também que, recentemente, devido à situação de instabilidade na Venezuela, muitas pessoas instalaram-se na região, contribuindo positivamente para a economia do arquipélago.</P><br />
<P>&#8220;Não há uma família madeirense que não tenha uma ligação à Venezuela e por isso é nosso dever ajudar quem nos ajudou e quem está a sofrer uma dor inimaginável&#8221;, reforça.</P><br />
<P>O secretário regional refere que os apoios das empresas &#8220;podem ser canalizados para as várias associações de luso-venezuelanos existentes na região, como o têm feito muitos cidadãos, nos últimos dias, ou então através dos canais institucionais, para os Centros Portugueses e Casas da Madeira, assim como para as organizações humanitárias internacionais&#8221;.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 920 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<title>Sismo/Venezuela: Associações madeirenses mobilizam-se para enviar bens essenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:07:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As associações madeirenses ligadas à comunidade venezuelana estão a recolher bens essenciais em diversos pontos da ilha, até quarta-feira, que serão enviados na sexta-feira para aquele país, atingido recentemente por dois fortes sismos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As associações madeirenses ligadas à comunidade venezuelana estão a recolher bens essenciais em diversos pontos da ilha, até quarta-feira, que serão enviados na sexta-feira para aquele país, atingido recentemente por dois fortes sismos. </P><br />
<P>Além dos vários pontos de recolha espalhados por vários concelhos da Madeira, cerca de 10 voluntários estão hoje, até às 19:30, a recolher bens essenciais na Praça de Colombo, mais conhecida pelos locais como Praça Amarela, no centro do Funchal.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, a presidente da Associação da Comunidade de Imigrantes Venezuelanos na Madeira (Venecom), explicou que o local já estava autorizado para um encontro relacionado com os presos políticos do país. </P><br />
<P>No entanto, com os dois fortes sismos que atingiram o país na quarta-feira, foi decidido mudar o objetivo da iniciativa e recolher bens essenciais para a população na Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;O nosso objetivo agora é a Venezuela, por isso estamos aqui em representação de todos aqueles que estão a trabalhar. Temos pontos no Funchal, Machico, Ribeira Brava, Seixal&#8221;, destacou a responsável.</P><br />
<P>A recolha decorre até quarta-feira, numa primeira fase, e o envio para a Venezuela está previsto para sexta-feira, indicou Ana Cristina Monteiro.</P><br />
<P>As pessoas estão a entregar principalmente medicamentos, produtos de higiene e alimentos.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, nós estamos a preparar um inventário para sabermos o que mais temos e o que mais precisamos, para nestes últimos dias tentar pedir aquilo que estão a necessitar&#8221;, assinalou. </P><br />
<P>Ana Cristina Monteiro afirmou que tem havido uma adesão positiva ao apelo de ajuda, realçando que &#8220;as pessoas têm mostrado uma solidariedade imensa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A comunidade madeirense está muito ligada à comunidade venezuelana. Todos têm uma familiar onde sucederam os terramotos, são os locais onde há uma maior incidência de comunidade madeirense&#8221;, realçou.</P><br />
<P>&#8220;Mais que um apelo, o que nós temos é de agradecer a ajuda de todas as pessoas que se têm mobilizado porque realmente temos recebido bastante ajuda&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Mais de 80% da comunidade portuguesa na Venezuela é originária da Região Autónoma da Madeira.</P><br />
<P>Segundo o governo português, cerca de 220.000 pessoas estavam registadas nos serviços consulares na Venezuela em novembro do ano passado, mas este número não inclui os lusodescendentes, pelo que as autoridades calculam que a dimensão da comunidade &#8220;seja bastante superior&#8221;, tendo em conta que o registo consular não é obrigatório.</P><br />
<P>   Fontes da própria comunidade estimam que o número, incluindo os lusodescendentes, possa rondar os 1,2 milhões de pessoas.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 920 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 41 portugueses e lusodescendentes, e outros 87 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5  ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782717]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal tem preços abaixo da média, mas o poder de compra conta outra história: os países mais caros e mais baratos da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 17:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eurostat]]></category>
		<category><![CDATA[poder de compra]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Indicador usado pelo Eurostat mede os níveis de preços do consumo individual efetivo, incluindo não apenas aquilo que as famílias pagam diretamente, mas também serviços financiados pelo Estado, como saúde e educação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continua a ser mais barato do que a média da União Europeia no custo de bens e serviços de consumo, mas esse dado conta apenas uma parte da história. Segundo os dados do Eurostat citados pela &#8216;Euronews&#8217;, o mesmo cabaz que custa 100 euros em média na UE fica por 85,3 euros em Portugal. À primeira vista, o país surge numa posição relativamente favorável. Na prática, porém, a comparação só faz sentido quando se cruza o preço das coisas com os salários e o rendimento disponível das famílias.</p>
<p>O indicador usado pelo Eurostat mede os níveis de preços do consumo individual efetivo, incluindo não apenas aquilo que as famílias pagam diretamente, mas também serviços financiados pelo Estado, como saúde e educação. A escala é simples: 100 corresponde à média da União Europeia. Acima desse valor, o país é mais caro. Abaixo, é mais barato.</p>
<p>Portugal aparece nos 85,3 pontos, abaixo de países como Espanha, Eslovénia, Chipre, Malta, Estónia, Itália, França ou Alemanha. Também fica ligeiramente acima da Grécia, que regista 84 pontos, e claramente acima de países como Croácia, Hungria, Polónia, Bulgária ou Roménia. O dado coloca Portugal no grupo dos países com preços inferiores à média comunitária, mas longe dos valores mais baixos registados no leste e sudeste da Europa.</p>
<p>A comparação com Espanha é particularmente próxima para o consumidor português. O país vizinho surge nos 91,1 pontos, ou seja, o mesmo cabaz que custa 85,3 euros em Portugal custaria cerca de 91,1 euros em Espanha. A diferença é de 5,80 euros por cada 100 euros de referência europeia. Já face à Alemanha, onde o índice é de 109,1, o contraste é maior: esse mesmo cabaz custaria mais 23,8 euros do que em Portugal.</p>
<p>A posição portuguesa ajuda a perceber a armadilha destes rankings. Um país pode ter preços abaixo da média europeia e, ainda assim, muitas famílias sentirem dificuldade em acomodar despesas essenciais. O motivo está no poder de compra. Preços mais baixos não significam automaticamente vida mais acessível se os salários também forem mais baixos e se o rendimento disponível for limitado.</p>
<p>É essa a leitura defendida por Robert Inklaar, professor da Universidade de Groningen, ouvido pela &#8216;Euronews Business&#8217;. O economista sublinha que os números devem ser sempre analisados em conjunto com os rendimentos, porque o que conta para o nível de vida não é apenas o preço de um bem ou serviço, mas aquilo que um salário local consegue comprar localmente.</p>
<p>A partir de Portugal, o mapa europeu mostra uma divisão clara. O Norte e o Oeste da Europa concentram os países mais caros, enquanto a Europa Central, de Leste e do Sudeste permanece abaixo da média. Dentro da União Europeia, o Luxemburgo lidera a tabela, com um índice de 148. Isto significa que um cabaz que custa 100 euros em média na UE custaria 148 euros no Luxemburgo. No extremo oposto entre os Estados-membros está a Roménia, com 58,9 pontos. A diferença é expressiva: os preços no Luxemburgo são cerca de 2,5 vezes superiores aos da Roménia.</p>
<p>Quando a análise inclui países fora da União Europeia, o fosso aumenta. A Islândia é o país mais caro da lista, com 183,7 pontos, seguida da Suíça, com 181. Na prática, o cabaz médio europeu de 100 euros custaria 183,70 euros na Islândia e 181 euros na Suíça. No outro extremo está a Macedónia do Norte, onde o mesmo cabaz ficaria por 49,70 euros. A distância entre os dois extremos chega assim a quase quatro vezes.</p>
<p>Entre os países mais caros surgem ainda a Dinamarca, com 140,2 pontos, a Irlanda, com 139,6, e a Noruega, com 138,4. Suécia e Finlândia também estão bem acima da média europeia, com 128,4 e 126,1 pontos, respetivamente. Os Países Baixos, a Áustria e a Bélgica completam o grupo de países onde os consumidores pagam mais do que a média comunitária pelo mesmo conjunto de bens e serviços.</p>
<p>Entre as maiores economias da União Europeia, a Alemanha é a mais cara, com preços 9,1% acima da média da UE. França também fica acima da média, com 106,4 pontos. Itália surge ligeiramente abaixo, com 98, enquanto Espanha se situa nos 91,1. Isto significa que, entre estas quatro grandes economias, Espanha é a mais barata e a Alemanha a mais cara.</p>
<p>Na parte inferior da tabela, os valores mostram uma Europa bastante mais barata fora do centro económico do continente. A Macedónia do Norte regista 49,7 pontos, a Turquia 52,2, a Bósnia e Herzegovina 55,7, a Roménia 58,9 e a Bulgária 60. Seguem-se Montenegro, Sérvia, Albânia, Polónia e Hungria, todos claramente abaixo da média europeia.</p>
<p>A explicação para estas diferenças passa sobretudo pelos salários e pela produtividade. Segundo Robert Inklaar, nos países onde os trabalhadores são mais produtivos, os salários tendem a ser mais elevados, e esses salários entram diretamente no preço de bens e serviços produzidos localmente. Uma refeição num restaurante, uma renda, uma consulta, uma ida ao cabeleireiro ou uma creche não podem ser importadas de outro país, pelo que os custos acompanham a realidade salarial local.</p>
<p>Mesmo os bens vendidos em supermercado ou as peças de roupa têm uma forte componente local. O produto pode ser semelhante, mas a loja, os trabalhadores, o transporte, a renda do espaço, a distribuição e os impostos variam de país para país. Diferenças no IVA e noutros impostos sobre o consumo também ajudam a explicar porque o mesmo produto não custa o mesmo em toda a Europa.</p>
<p>Rainer Maurer, professor reformado da Universidade de Pforzheim, acrescenta que, nos países da zona euro, existe uma relação positiva entre níveis de preços e PIB per capita. Ou seja, os países mais caros tendem também a ser os mais ricos. A conclusão é menos simples do que parece: Portugal é mais barato do que a média europeia, mas a verdadeira pergunta para as famílias portuguesas não é apenas quanto custa o cabaz. É quanto sobra depois de o pagar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782006]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dezenas de milhares de pessoas na marcha do Orgulho LGBTQ+ em Budapeste</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dezenas-de-milhares-de-pessoas-na-marcha-do-orgulho-lgbtq-em-budapeste/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se para celebrar a 31.ª edição anual do Orgulho de Budapeste, a primeira marcha LGBTQ+ deste desde que o antigo primeiro-ministro Viktor Orbán foi destituído nas eleições de abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se para celebrar a 31.ª edição anual do Orgulho de Budapeste, a primeira marcha LGBTQ+ deste desde que o antigo primeiro-ministro Viktor Orbán foi destituído nas eleições de abril.</P><br />
<P>    A marcha teve início esta, quando as temperaturas atingiram pelo menos 38 graus celsius, no meio de uma onda de calor recorde que assola a maior parte da Europa. Os organizadores distribuíram garrafas de água aos participantes, e a empresa municipal de abastecimento de água abriu fontes ao longo do percurso.</P><br />
<P>    Os participantes partiram da Ópera de Budapeste e percorreram o centro da cidade antes de atravessarem a Ponte Erzsébet sobre o rio Danúbio. Membros da comunidade LGBTQ+ da Hungria e multidões de apoiantes dançaram ao som da música e agitaram bandeiras arco-íris.</P><br />
<P>    Luca Új, que participava no seu terceiro evento do Orgulho, disse que sentia que o ambiente na marcha estava mais descontraído agora que o governo de Orbán, que implementou inúmeras políticas anti-LGBTQ+ durante os seus 16 anos no poder, tinha sido derrotado.</P><br />
<P>    &#8220;Costumava haver muita tensão, mas agora vejo as pessoas de alguma forma mais felizes, e há também mais pessoas mais velhas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>    A marcha do Orgulho de sábado ocorreu pouco mais de um ano depois de o governo nacionalista de Orbán ter aprovado legislação e uma emenda constitucional para proibir o evento, o que suscitou críticas de grupos de direitos humanos e políticos de toda a União Europeia.</P><br />
<P>    No entanto, desafiando abertamente a proibição, a Marcha do Orgulho do ano passado decorreu conforme previsto e foi a maior da história da Hungria, com os organizadores a estimarem a afluência em mais de 350.000 pessoas. A enorme afluência à marcha, que o governo há meses insistia que já não seria permitida, foi vista como um grande golpe no prestígio de Orbán.</P><br />
<P>    Orbán foi derrotado nas eleições de abril por um adversário de centro-direita, o primeiro-ministro Péter Magyar e o seu partido Tisza. O novo governo da Hungria não revogou a legislação da era Orbán que proibia a Parada do Orgulho, mas este ano a polícia autorizou o evento e assegurou a segurança ao longo do percurso.</P><br />
<P>    Kristóf Györgyi, que participou pela primeira vez na Parada do Orgulho e viajou para Budapeste vindo da cidade de Szeged, no sul do país, afirmou ter grandes esperanças de que o novo governo da Hungria tome medidas para alargar aos grupos de minorias sexuais os direitos que já existem em muitos outros países europeus.</P><br />
<P>    O anterior governo da Hungria insistiu durante muito tempo que o Orgulho, uma celebração da visibilidade LGBTQ+ e da luta pela igualdade de direitos, constituía uma violação dos direitos das crianças ao desenvolvimento moral e espiritual &#8212; algo que os grupos de defesa dos direitos humanos e muitos especialistas rejeitaram.</P><br />
<P>    Em abril, o tribunal mais alto da UE decidiu que a legislação da era Orbán, de 2021, que proibia o acesso de menores a conteúdos LGBTQ+, viola a legislação da UE e infringe um tratado fundamental que garante o respeito pelos direitos humanos e pela igualdade.</P></p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 41</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 16:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 41, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos na Venezuela subiu para 41, segundo um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>O MNE indicou também que estão desaparecidos ou incontactáveis 87 portugueses ou lusodescendentes, 51 dos quais homens e 36 mulheres, tendo sido encontrados 49.</P><br />
<P>Os dados mais recentes do MNE dão conta que dos 41 mortos, 35 são adultos e seis crianças, sendo que 34 são lusodescendentes, seis são portugueses e um tem nacionalidade portuguesa por casamento. </P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado cerca das 15:00, referia 36 portugueses ou lusodescendentes entre as vítimas mortais. </P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 929 mortos e 3.360 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A equipa portuguesa, composta por 64 elementos, já chegou ao país e aguarda pela atribuição de missão pelas autoridades venezuelanas, segundo a Proteção Civil.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P><br />
<P></P><br />
<P>PAL / CMP // SF</P></p>
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