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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Governo lança hoje concurso de três milhões para garantir distribuição de jornais no interior: o que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Concurso, previsto no Plano de Ação para a Comunicação Social, terá um valor anual de um milhão de euros e será dividido em dois lotes: um para as regiões Norte e Centro e outro para Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vai lançar na terça-feira um concurso público internacional de três milhões de euros para assegurar a distribuição diária de jornais em papel nos territórios de baixa densidade nos próximos três anos, adiantou à Lusa fonte do Governo.</p>
<p>O concurso, previsto no Plano de Ação para a Comunicação Social, terá um valor anual de um milhão de euros e será dividido em dois lotes: um para as regiões Norte e Centro e outro para Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.</p>
<p>O Governo pretende, com este modelo, incentivar a entrada de novos operadores e promover a concorrência no sector da distribuição, através de uma medida destinada a garantir a chegada regular das publicações a todo o território continental e a evitar “desertos noticiosos”.</p>
<p>O executivo justificou a intervenção pública com a quebra das vendas em banca e a diminuição da população no interior do país, fatores que têm afetado a sustentabilidade da distribuição diária de jornais e têm conduzido à concentração da atividade num único operador.</p>
<p>De acordo com o Governo, a preparação do concurso foi “especialmente complexa” devido à existência de um único incumbente no mercado e a “problemas sérios” na informação partilhada por esse operador, situação que este “veio a reconhecer”.</p>
<p>O modelo de apoio assenta em dois pilares: o financiamento direto da distribuição através deste concurso e um apoio ao funcionamento de pontos de venda em territórios de baixa densidade, em parceria com os municípios.</p>
<p>Para este efeito, está em discussão um acordo-modelo entre a Portugal MediaLab e a Associação Nacional de Municípios Portugueses.</p>
<p>O apoio financeiro foi calculado com base nos custos da atividade, diferenças territoriais e evolução de despesas como combustíveis e salários.</p>
<p>Neste sentido, o concurso prevê o apoio à distribuição em 96 municípios de baixa densidade, com níveis de comparticipação diferenciados consoante a população e a densidade populacional de cada concelho, sendo que recebem maior comparticipação (125%) os 26 municípios portugueses com população inferior a cinco mil habitantes e menos de 18 pessoas por quilómetro quadrado.</p>
<p>Entre as obrigações do futuro adjudicatário está a garantia de pelo menos um ponto de venda em cada concelho do continente, o transporte não discriminatório de diferentes jornais e a prestação mensal de informação detalhada sobre vendas, custos e pontos de venda.</p>
<p>O aviso e o caderno de encargos do concurso serão publicados no dia 2 de Junho em &#8216;Diário da República&#8217; e no &#8216;Jornal Oficial&#8217; da União Europeia, estando prevista a apresentação de propostas durante 60 dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770677]]></sapo:autor>
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		<title>Pequim destina 12,2 mil milhões de euros a apoios à natalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo chinês anunciou hoje a atribuição de 99,9 mil milhões de yuan (12,2 mil milhões de euros) para financiar em 2026 subsídios à natalidade, numa tentativa de travar o declínio demográfico e incentivar os nascimentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo chinês anunciou hoje a atribuição de 99,9 mil milhões de yuan (12,2 mil milhões de euros) para financiar em 2026 subsídios à natalidade, numa tentativa de travar o declínio demográfico e incentivar os nascimentos.</P><br />
<P>O Ministério das Finanças da China informou que a verba representa um aumento de 10,6% face a 2025 e destina-se a apoiar o sistema nacional de subsídios à infância, através do qual as administrações locais atribuem apoios às famílias elegíveis.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado pelo ministério, a distribuição das ajudas previstas para 2026 está a decorrer de forma &#8220;estável e ordenada&#8221;, cabendo às autoridades de saúde a análise dos pedidos e a atribuição dos apoios.</P><br />
<P>O ministério assegurou ainda que continuará a trabalhar com a Comissão Nacional de Saúde para garantir a aplicação do programa, reforçar a fiscalização dos fundos e contribuir para a construção de uma &#8220;sociedade favorável à natalidade&#8221;.</P><br />
<P>Pequim suportará cerca de 90% do esforço financeiro total, uma vez que os 99,9 mil milhões de yuan atribuídos pelo Governo central representam a maior parte dos cerca de 110 mil milhões de yuan (13,4 mil milhões de euros) previstos para o programa em 2026.</P><br />
<P>A medida integra um conjunto de políticas destinadas a travar a quebra da população chinesa.</P><br />
<P>Em julho de 2025, as autoridades anunciaram um sistema nacional de subsídios à infância que prevê o pagamento de 3.600 yuan anuais (cerca de 430 euros) por cada criança com menos de três anos.</P><br />
<P>A China registou em 2022, 2023, 2024 e 2025 os primeiros quatro anos consecutivos de redução populacional desde o início da década de 1960.</P><br />
<P>Embora os nascimentos tenham aumentado ligeiramente em 2024, fenómeno parcialmente atribuído ao Ano do Dragão e a gravidezes adiadas durante a pandemia, os dados de 2025 voltaram a mostrar uma diminuição.</P><br />
<P>Nos últimos meses, Pequim acelerou outras medidas de apoio às famílias, incluindo a gratuitidade do último ano do pré-escolar, o reforço da rede de creches e planos para reduzir ou comparticipar os custos do parto através do seguro de maternidade.</P><br />
<P>As medidas surgem num contexto de baixa taxa de fecundidade, rápido envelhecimento da população e crescente relutância dos jovens chineses em casar e ter filhos, devido aos elevados custos da habitação, educação e cuidados infantis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770858]]></sapo:autor>
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		<title>Ricardo Salgado conhece hoje decisão sobre pena única nos processos EDP e Operação Marquês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Ricardo Salgado]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério Público defendeu uma pena única entre 10 e 11 anos de prisão, mas com execução suspensa devido ao estado de saúde do antigo presidente do Banco Espírito Santo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Central Criminal de Lisboa deverá decidir esta terça-feira o cúmulo jurídico das penas aplicadas a Ricardo Salgado nos processos que resultaram do caso EDP e da Operação Marquês, depois de o Ministério Público ter defendido uma pena única entre 10 e 11 anos de prisão, mas com execução suspensa devido ao estado de saúde do antigo presidente do Banco Espírito Santo.</p>
<p>Em causa estão duas condenações já aplicadas ao ex-banqueiro. No processo resultante do chamado caso EDP, Ricardo Salgado foi condenado, em 2024, a seis anos e três meses de prisão por ter corrompido o antigo ministro Manuel Pinho, para que este beneficiasse o Grupo Espírito Santo em processos urbanísticos, entre outros. No processo separado da Operação Marquês, foi condenado, em 2022, a oito anos de prisão por abuso de confiança, por ter desviado, em 2011, 10,7 milhões de euros do GES.</p>
<p>A audiência para determinar o cúmulo jurídico decorreu a 26 de maio, no Campus da Justiça, em Lisboa. Nessa sessão, o procurador Rui Batista defendeu que a pena única deverá ser fixada em 11 anos de prisão, mas sustentou que o cumprimento efetivo em meio prisional deve ser suspenso, por considerar que o atual estado clínico de Ricardo Salgado torna incompatível a execução da pena.</p>
<p>O Ministério Público baseou a sua posição numa perícia médico-legal do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, datada de 11 de maio, que concluiu que o antigo banqueiro, de 81 anos e doente de Alzheimer, está incapaz de compreender o significado e a finalidade de uma pena de prisão. O relatório admite que Salgado possa manter uma perceção muito genérica da existência de um processo judicial, mas apenas como “replicação mecânica”, sem verdadeira consciência da relação entre os factos praticados, a condenação aplicada e o motivo da punição.</p>
<p>Durante a audiência, Rui Batista afirmou que “seria um ato inútil condenar alguém a uma pena que não entende” e defendeu que obrigar Ricardo Salgado a cumprir prisão seria contrário ao princípio da dignidade da pessoa humana. Para o Ministério Público, bastaria que o ex-banqueiro apresentasse relatórios médicos semestrais ao tribunal durante o período de suspensão da pena.</p>
<p>A perícia descreve ainda um quadro de forte degradação cognitiva e motora. Segundo o relatório, Ricardo Salgado não estará em condições de gerir autonomamente o quotidiano num estabelecimento prisional, necessitando de apoio para várias atividades diárias, incluindo alimentação, higiene pessoal, escolha de roupa, deslocações e administração de medicação.</p>
<p>O perito concluiu também que não existem atualmente indícios de perigosidade criminal relativamente a crimes económico-financeiros, considerando “muito improvável” que o antigo líder do BES volte a praticar ilícitos desta natureza devido ao seu estado cognitivo.</p>
<p>Apesar da decisão sobre o cúmulo jurídico destas duas condenações, Ricardo Salgado continua a responder noutros processos judiciais, incluindo o megaprocesso BES/GES e a Operação Marquês, embora tenha sido dispensado de comparecer presencialmente nas audiências devido à sua condição clínica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770711]]></sapo:autor>
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		<title>Terça-feira traz ‘pausa’ no verão: temperaturas descem, vento aumenta e pode haver chuva fraca no litoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Calor vai dar um passo atrás esta terça-feira, com uma descida acentuada das temperaturas em Portugal continental, sobretudo no Norte e Centro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O calor vai dar um passo atrás esta terça-feira, com uma descida acentuada das temperaturas em Portugal continental, sobretudo no Norte e Centro. A previsão do &#8216;Tempo.pt&#8217; aponta para uma mudança clara no padrão dos últimos dias, depois de um período marcado por valores acima da média e pela influência de uma massa de ar quente vinda do Norte de África.</p>
<p>A descida será sentida de forma mais evidente no litoral Norte e Centro, onde o ar de influência marítima, associado a um fluxo predominante de noroeste, deverá empurrar a massa de ar quente para leste. O resultado será um dia menos quente, com mais vento junto à costa e temperaturas mais contidas em grande parte do país.</p>
<p>O IPMA prevê chuva fraca ou chuvisco no litoral Norte e Centro até ao final da manhã, com vento de norte moderado a forte, em especial na faixa costeira ocidental e nas terras altas. A previsão oficial aponta ainda para uma pequena descida da temperatura mínima e uma descida da máxima, mais acentuada no Norte e no Centro.</p>
<p>O &#8216;Luso Meteo&#8217; fala mesmo numa descida acentuada das temperaturas, que em alguns locais poderá chegar aos 6 a 8 graus, terminando a onda de calor nas regiões do interior onde os valores estavam acima do normal há cerca de oito dias ou mais. Ainda assim, esta mudança não significa frio fora de época: as temperaturas deverão regressar a valores mais próximos do habitual para o início de junho.</p>
<p><strong>Norte e Centro sentem maior alívio</strong></p>
<p>Esta terça-feira, o contraste entre litoral e interior deverá ser mais evidente. No Norte, o &#8216;Tempo.pt&#8217; prevê máximas entre os 17 ºC em Viana do Castelo e os 26 ºC em Miranda do Douro. No Centro, os valores deverão variar entre os 19 ºC em Aveiro, Figueira da Foz e Caldas da Rainha e os 26 ºC em Castelo Branco.</p>
<p>No Sul, a descida também será sentida, mas de forma menos marcada. Faro e Tavira poderão chegar aos 30 ºC, devendo estar entre as cidades mais quentes do país. O Baixo Alentejo e o Algarve serão, assim, as regiões onde a sensação de verão deverá resistir durante mais tempo.</p>
<p>Esta diferença ajuda a explicar a ideia de uma ‘pausa’ no verão, mais do que uma viragem definitiva para tempo instável. O calor forte perde força em quase todo o território, mas o Sul mantém temperaturas mais elevadas e o interior continuará, em muitos locais, com máximas de verão.</p>
<p><strong>Vento de norte e menos ambiente de praia</strong></p>
<p>Além da descida das temperaturas, o vento de norte deverá ter impacto na sensação térmica. O &#8216;Luso Meteo&#8217; prevê vento por vezes intenso, sobretudo junto ao mar, o que poderá fazer com que o ambiente pareça mais fresco do que os termómetros indicam.</p>
<p>O dia não deverá ser particularmente favorável para praia, sobretudo no litoral Norte e Centro. A combinação de nuvens, vento, possibilidade de chuva fraca ou chuvisco e descida da temperatura da água do mar deverá retirar conforto às zonas balneares. Segundo o &#8216;Luso Meteo&#8217;, a temperatura da água poderá ficar abaixo dos 15 ºC em algumas praias, com valores entre 15 ºC e 17 ºC na costa ocidental e cerca de 18 ºC na costa sul do Algarve.</p>
<p>Mais a sul, o cenário será diferente, com mais sol e temperaturas ainda agradáveis, embora também aí se note alguma descida dos termómetros. Na costa sul do Algarve, o mar deverá apresentar-se mais calmo do que na costa ocidental.</p>
<p><strong>O que esperar nos próximos dias</strong></p>
<p>A descida das temperaturas deverá prolongar-se ao longo dos próximos dias, com maior impacto no Norte e Centro. O &#8216;Tempo.pt&#8217; antecipa uma redução gradual dos termómetros até 6 de junho, podendo algumas cidades destas regiões não ultrapassar os 18 ºC a partir de quinta-feira, 4 de junho.</p>
<p>O &#8216;Luso Meteo&#8217; também aponta para uma fase mais fresca entre 2 e 6 de junho, com possibilidade de chuva fraca ou chuvisco, sobretudo no Norte. A mudança está associada a uma alteração do regime atmosférico, com o anticiclone a ganhar força no Atlântico e depressões a circularem mais a norte.</p>
<p>Apesar desta descida, não se trata de uma entrada de tempo frio fora do normal. Depois de vários dias com temperaturas muito acima da média, esta terça-feira deverá marcar sobretudo um regresso a valores mais típicos para a época: entre 15 ºC e 20 ºC no litoral e entre 25 ºC e 30 ºC nas regiões mais quentes do interior.</p>
<p><strong>Açores e Madeira com tempo mais estável</strong></p>
<p>Nas ilhas, o cenário será mais estável. O &#8216;Luso Meteo&#8217; prevê tempo calmo nos Açores, sob influência do anticiclone, com bastante sol e alguma nebulosidade ou nevoeiro nas ilhas ocidentais. O vento deverá ser fraco a moderado e o mar geralmente calmo.</p>
<p>Na Madeira, a previsão aponta para céu geralmente pouco nublado, bastante sol e temperaturas agradáveis, embora com vento mais intenso nas encostas norte e nas zonas montanhosas. O mar deverá manter-se calmo e a temperatura da água rondará os 20 ºC.</p>
<p>Para Portugal continental, a mensagem principal é clara: terça-feira interrompe o calor dos últimos dias, sobretudo no Norte e Centro, com mais vento, mais nuvens e possibilidade de chuva fraca no litoral. O verão climatológico começou, mas o tempo fará uma breve pausa antes de estabilizar novamente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770620]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taiwan condecora presidente do senado checo pelo &#8220;firme apoio&#8221; à ilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:13:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder de Taiwan condecorou hoje o presidente do Senado checo pelo "firme apoio" à ilha e pela "notável contribuição" para o aprofundamento das relações entre Taipé e Praga, apesar dos protestos de Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder de Taiwan condecorou hoje o presidente do Senado checo pelo &#8220;firme apoio&#8221; à ilha e pela &#8220;notável contribuição&#8221; para o aprofundamento das relações entre Taipé e Praga, apesar dos protestos de Pequim.</P><br />
<P>Numa cerimónia realizada na Presidência taiwanesa, William Lai Ching-te atribuiu a Milos Vystrcil a Ordem da Nuvem Propícia, a mais elevada condecoração civil de Taiwan, que, segundo o chefe de Estado, simboliza &#8220;o mais alto respeito e gratidão&#8221; do povo taiwanês para com o político europeu.</P><br />
<P>No discurso de entrega da distinção, Lai afirmou que tanto Taiwan como a República Checa viveram longos períodos sob &#8220;regimes autoritários&#8221;, razão pela qual ambas compreendem que a liberdade &#8220;não se conquista facilmente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No futuro, Taiwan e a República Checa continuarão a avançar lado a lado, do lado da liberdade e da democracia, contribuindo ainda mais para a paz, a estabilidade e a prosperidade do mundo&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Lai manifestou também o desejo de aprofundar a cooperação com Praga em áreas como medicina inteligente, cibersegurança e tecnologias emergentes.</P><br />
<P>Vystrcil chegou a Taiwan na segunda-feira para uma visita de quatro dias, acompanhado por uma delegação de cerca de 40 pessoas.</P><br />
<P>A Cidade do Vaticano é o único Estado europeu que mantém relações diplomáticas oficiais com Taiwan, mas vários países da Europa Central e de Leste têm reforçado os laços com a ilha nos últimos anos, sobretudo após a invasão russa da Ucrânia.</P><br />
<P>A China, que considera Taiwan uma parte inalienável do seu território e não exclui o recurso à força para assumir o controlo da ilha, já tinha manifestado no fim de semana a sua &#8220;firme oposição&#8221; à visita de Vystrcil.</P><br />
<P>Pequim considera que a deslocação do responsável checo &#8220;viola gravemente a soberania nacional e a integridade territorial&#8221; da China.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770857]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Plano nacional prevê quinhentos milhões por ano até 2030 para restaurar natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:11:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal vai investir até 2030 uma média de 500 milhões de euros por ano em restauro da natureza, tendo identificado necessidades de restauro em todos os setores, para os quais são propostas mais de 400 medidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal vai investir até 2030 uma média de 500 milhões de euros por ano em restauro da natureza, tendo identificado necessidades de restauro em todos os setores, para os quais são propostas mais de 400 medidas.</P><br />
<P>Os números fazem parte do Plano Nacional de Restauro da Natureza (PNRN), que é hoje apresentado pelo Governo e que prevê intervenções para restaurar ecossistemas terrestres, marinhos, fluviais, urbanos, agrícolas e florestais. </P><br />
<P>Portugal, com a apresentação de hoje, é um dos cinco Estados-Membros da União Europeia (UE) que já está na fase final da elaboração do seu PNRN, indica o Governo num comunicado.</P><br />
<P>No documento do PNRN, a que a Lusa teve acesso, Portugal compromete-se com a plantação de três milhões de árvores por ano até 2030, criando-se para tal uma rede de viveiros para o restauro, incluindo viveiros municipais e privados.</P><br />
<P>Nos ecossistemas terrestres, costeiros e de água doce há 260 quilómetros quadrados a precisar de restauro (a 0,3% do território nacional), segundo o documento. </P><br />
<P>Os grupos mais críticos em termos de necessidade de restauro são as zonas húmidas, os sistemas fluviais, lacustres, aluviais e ripícolas, e os habitats costeiros e dunares.</P><br />
<P>Segundo o documento a ser hoje apresentado, nos ecossistemas marinhos há uma grande falta de conhecimento, pelo que é preciso combinar restauro com cartografia e avaliação. Há quase 33 mil quilómetros quadrados em estado desconhecido.</P><br />
<P>Nos ecossistemas urbanos pretende-se chegar a 2030 sem perdas líquidas de espaços verdes e árvores nas cidades e a partir daí começar a crescer, tendo nomeadamente em conta os aumentos de temperatura e a forma como se fazem sentir nas cidades. </P><br />
<P>Numa primeira fase, como o Governo já tinha anunciado, Beja, Évora, Leiria, São João da Madeira e Vila Real vão avançar com projetos-piloto, em parques e corredores verdes, em coberturas e fachadas verdes, em arborização de ruas e praças, e também redes de abrigos climáticos para proteção das pessoas.</P><br />
<P>O PNRN engloba ainda programas já em curso, como o PRO-RIOS, que até 2030 tem o objetivo de recuperar 1.500 quilómetros de linhas de agua, incluindo remoção de barreiras. </P><br />
<P>Está também contemplado o restauro das populações de polinizadores e o restauro agrícola, a par de um programa de restauro em matas nacionais, e um programa de apoio para o montado, relevante como barreira à desertificação.</P><br />
<P>Nos ecossistemas florestais o PNRN propõe o restauro de 44.000 hectares até 2030.</P><br />
<P>Citada num comunicado, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, diz que o PNRN é, &#8220;mais do que uma obrigação&#8221; que vincula com metas e prazos concretos, &#8220;uma oportunidade&#8221; que permite repensar a gestão do território &#8220;e colocar Portugal na vanguarda de uma nova política ambiental europeia.&#8221;</P><br />
<P>Segundo o documento a ser apresentado, o PNRN assenta em quatro princípios orientadores: restaurar funções ecológicas, atuar de forma territorialmente diferenciada, combinar restauro ativo com gestão adaptativa, e articular políticas públicas, financiamento a atores.</P><br />
<P>Contempla 407 medidas especificas: 152 para os ecossistemas terrestres, costeiros e de água doce, 84 para os agrícolas, 83 para os rios, 28 para os polinizadores, 27 para os ecossistemas marinhos, 25 para os florestais e 8 para os urbanos. </P><br />
<P>O PNRN, que segue agora para consulta pública durante um mês e que até final de agosto deverá estar pronto, é essencial, diz o Governo, para reverter a perda de biodiversidade e para o combate e adaptação às alterações climáticas. </P><br />
<P>Resulta de um trabalho de várias equipas de quase dois anos. A lei europeia do Restauro da Natureza, frisa ainda o Governo, é um dos pilares fundamentais do desenvolvimento do próximo quadro financeiro plurianual (2028-2034).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770856]]></sapo:autor>
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		<title>Excesso de velocidade na mira da PSP e da GNR: nova campanha começa esta terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 05:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a GNR e a PSP iniciam a campanha “Viaje sem Pressa”, que decorre até 8 de junho e combina ações de sensibilização com operações de fiscalização em vários pontos do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O excesso de velocidade, a infração rodoviária mais registada em Portugal continental, volta a estar no centro da atenção das autoridades a partir desta terça-feira. A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a GNR e a PSP iniciam a campanha “Viaje sem Pressa”, que decorre até 8 de junho e combina ações de sensibilização com operações de fiscalização em vários pontos do país.</p>
<p>A iniciativa está integrada no Plano Nacional de Fiscalização de 2026 e é a sexta de 11 campanhas previstas até ao final do ano. O objetivo é alertar os condutores para os riscos da velocidade excessiva ou inadequada às condições da via, uma das principais causas de sinistralidade rodoviária grave.</p>
<p>Entre 1 de janeiro de 2022 e 31 de dezembro de 2024, a velocidade excessiva para as condições existentes esteve diretamente associada a 6824 acidentes com vítimas. No mesmo período, foram registadas 177 vítimas mortais, 588 feridos graves e 8396 feridos ligeiros.</p>
<p>As autoridades lembram que conduzir a uma velocidade superior à adequada reduz o tempo disponível para reagir a imprevistos, aumenta a distância necessária para travar e agrava as consequências dos acidentes.</p>
<p><strong>Mais de 60% das infrações em 2025 foram por excesso de velocidade</strong></p>
<p>Os dados mais recentes mostram que o problema continua a ter expressão significativa nas estradas portuguesas. Em 2025, o excesso de velocidade representou mais de 60% do total das infrações rodoviárias registadas em Portugal Continental, mantendo-se como a principal tipologia de contraordenação detetada pelas autoridades.</p>
<p>A campanha “Viaje sem Pressa” procurará, por isso, atuar em duas frentes. A componente pedagógica ficará a cargo da ANSR, através de ações de sensibilização dirigidas aos condutores. A GNR e a PSP reforçarão a presença no terreno com operações de fiscalização direcionadas para comportamentos de risco associados à velocidade.</p>
<p>As ações deverão concentrar-se em estradas e zonas onde têm sido identificados níveis mais elevados de sinistralidade ligada à velocidade.</p>
<p><strong>Velocidade inadequada também aumenta o risco</strong></p>
<p>A campanha não se dirige apenas a quem ultrapassa os limites legais. As autoridades alertam também para a velocidade excessiva face às condições climatéricas, ao estado da via ou à intensidade do trânsito.</p>
<p>Conduzir depressa demais para as condições existentes pode ser tão perigoso como exceder formalmente o limite legal. A redução das distâncias de segurança, as manobras bruscas e a dificuldade em controlar o veículo aumentam significativamente o risco de acidente grave.</p>
<p>A ANSR, a GNR e a PSP recordam que a velocidade adequada salva vidas e contribui para uma circulação mais segura para todos os utilizadores da estrada, incluindo automobilistas, motociclistas, ciclistas e peões.</p>
<p>A mensagem central da campanha é simples: chegar mais depressa não compensa quando a velocidade aumenta o risco de não chegar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770674]]></sapo:autor>
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		<title>Foxconn alia-se à francesa Bull para desenvolver infraestruturas de IA na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 04:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnológica taiwanesa Foxconn anunciou hoje uma parceria estratégica com a empresa francesa Bull para desenvolver infraestruturas de inteligência artificial (IA) e computação na nuvem destinadas ao mercado global a partir da Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tecnológica taiwanesa Foxconn anunciou hoje uma parceria estratégica com a empresa francesa Bull para desenvolver infraestruturas de inteligência artificial (IA) e computação na nuvem destinadas ao mercado global a partir da Europa.</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa de Taiwan indicou que o acordo, que prevê um investimento inicial superior a 120 milhões de euros, combinará a experiência da Bull na conceção, implementação e comercialização de sistemas de IA com a escala global e as capacidades logísticas da Foxconn.</P><br />
<P>A parceria visa facilitar o fornecimento de soluções de infraestrutura para IA, incluindo sistemas informáticos e componentes associados, recorrendo à fábrica da Bull em Angers, no oeste de França, e às instalações da Foxconn em Pardubice, na República Checa.</P><br />
<P>Segundo a empresa taiwanesa, a colaboração permitirá consolidar em França uma cadeia de abastecimento local para inteligência artificial e capacidade de computação, com o objetivo de criar um &#8220;ecossistema europeu de IA soberana&#8221;, num contexto marcado pela dependência europeia de fornecedores tecnológicos norte-americanos e asiáticos.</P><br />
<P>&#8220;Esta parceria com a Foxconn acelera a nossa transformação ao posicionar a Bull como um ator europeu de referência em sistemas de IA e computação na nuvem&#8221;, afirmou o diretor executivo da empresa francesa, Emmanuel Le Roux, citado no comunicado.</P><br />
<P>A Bull, que registou receitas de cerca de 720 milhões de euros em 2025, passou para controlo do Estado francês em março, no âmbito dos esforços de Paris para reforçar a soberania tecnológica do país.</P><br />
<P>A Foxconn é o maior fabricante mundial de equipamentos eletrónicos por contrato e possui fábricas e centros de investigação na China, Índia, Japão, Vietname e Estados Unidos, entre outros países.</P><br />
<P>Tal como outras empresas tecnológicas, a Foxconn beneficiou do forte interesse dos investidores pela inteligência artificial, tornando-se num dos principais fabricantes de servidores equipados com processadores da norte-americana Nvidia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770854]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil e China são &#8220;pilares de estabilidade no mundo atual&#8221; &#8211; MNE chinês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 04:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, afirmou que o Brasil e a China são "pilares de estabilidade no mundo atual", depois uma reunião em Pequim com o homólogo brasileiro, Mauro Vieira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, afirmou que o Brasil e a China são &#8220;pilares de estabilidade no mundo atual&#8221;, depois uma reunião em Pequim com o homólogo brasileiro, Mauro Vieira.</P><br />
<P>Segundo um comunicado da diplomacia chinesa, Wang sublinhou na segunda-feira que &#8220;a China sempre foi um amigo fiável dos países da América Latina e das Caraíbas&#8221; e destacou que Pequim e Brasília &#8220;cooperaram estreitamente no plano internacional, demonstrando responsabilidade e consolidando-se como pilares da estabilidade e da promoção do desenvolvimento no mundo atual&#8221;.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia chinesa acrescentou que &#8220;a influência global, estratégica e de longo prazo&#8221; dos dois países se tornou mais evidente, ao mesmo tempo que &#8220;a cooperação pragmática em diversos domínios se tem reforçado continuamente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Alterações não vistas num século estão a acelerar, e as expectativas da comunidade internacional em matéria de paz e estabilidade são cada vez mais urgentes&#8221;, disse Wang, defendendo que &#8220;China e Brasil devem reforçar a comunicação e a cooperação em mecanismos multilaterais como as Nações Unidas e os BRICS&#8221;.</P><br />
<P>Vieira, por seu lado, afirmou que &#8220;a relação entre Brasil e China é um referencial para que os países em desenvolvimento defendam a sua independência e autossuficiência&#8221;.</P><br />
<P>O ministro brasileiro acrescentou que &#8220;tanto o Brasil como a China são forças importantes que apoiam o multilateralismo e promovem o livre comércio&#8221;.</P><br />
<P>Vieira reuniu-se também com o ministro do Comércio chinês, Wang Wentao, para abordar a relação económica e comercial bilateral e o acesso de produtos brasileiros ao mercado chinês, informou o Ministério das Relações Exteriores do Brasil na rede social X, destacando que o comércio entre os dois países atingiu em 2025 um resultado &#8220;histórico&#8221;.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia brasileira foi igualmente recebido pelo vice-presidente chinês, Han Zheng, que manifestou a disponibilidade de Pequim para reforçar a coordenação estratégica bilateral. </P><br />
<P>Vieira sublinhou que a confiança política entre os dois países se consolidou nos últimos anos com os contactos entre os respetivos presidentes e que, perante um golpe &#8220;sem precedentes&#8221; ao multilateralismo, o Brasil está disposto a aprofundar a cooperação com a China, segundo a agência de notícias estatal chinesa Xinhua.</P><br />
<P>A China é o maior parceiro comercial do Brasil desde 2009 e o intercâmbio bilateral atingiu em 2025 um recorde de 171 mil milhões de dólares (146,9 mil milhões de euros), de acordo com dados do Governo brasileiro.</P><br />
<P>Em maio de 2025, o Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o homólogo chinês, Xi Jinping, realizaram em Pequim o terceiro encontro em dois anos, durante uma visita em que foram assinados novos acordos em áreas como economia digital, inteligência artificial e exploração espacial.</P><br />
<P>O Brasil foi ainda o país que mais investimentos chineses recebeu em 2025, num total de 6,1 mil milhões de dólares (5,2 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Em abril, as exportações chinesas de automóveis elétricos puros para o Brasil dispararam 221% em termos homólogos, tornando o país sul-americano no principal destino nesta área.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770853]]></sapo:autor>
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		<title>MNE inaugura na ONU exposição com exemplos de sucesso na proteção dos oceanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 03:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) inaugurou na segunda-feira na sede da ONU, em Nova Iorque, uma exposição da Fundação Oceano Azul com exemplos concretos de sucessos portugueses em matéria de proteção dos mares e oceanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) inaugurou na segunda-feira na sede da ONU, em Nova Iorque, uma exposição da Fundação Oceano Azul com exemplos concretos de sucessos portugueses em matéria de proteção dos mares e oceanos.</P><br />
<P>A inauguração, que antecede a eleição, quarta-feira, de cinco novos membros para o Conselho de Segurança da ONU, na qual Portugal é candidato, reuniu dezenas de diplomatas, que puderam refletir sobre o que significa uma ação significativa em matéria de oceanos, tendo como exemplo casos de sucesso de Portugal.</P><br />
<P>O ministro Paulo Rangel afirmou que Portugal quer usar esta exposição para reforçar a importância da agenda dos mares e oceanos, sublinhando que questões como a liberdade de navegação, a proteção ambiental, a preservação das espécies, as pescas e o combate ao tráfico de drogas e pessoas são também temas de segurança internacional.</P><br />
<P>Segundo o líder da diplomacia portuguesa, caso seja eleito para o Conselho de Segurança da ONU, Portugal pretende fazer da segurança marítima uma das prioridades.</P><br />
<P>&#8220;Há um conjunto enorme de questões ligadas aos mares e aos oceanos que são agenda de segurança e, portanto, tem lugar também muitas delas naquelas que são os debates e as decisões do Conselho de Segurança. O que nós queremos dizer é que tudo o que tem a ver com o mar e com a agenda oceânica será algo que Portugal, sendo eleito para o Conselho de Segurança, terá como uma prioridade política&#8221;, disse, em Nova Iorque.</P><br />
<P>Rangel destacou ainda o objetivo nacional de proteger 30% das áreas marinhas até 2030, apresentando-o como um exemplo concreto do compromisso português com a sustentabilidade e a governação dos oceanos.</P><br />
<P>&#8220;Aproveitamos para falar aqui deste projeto português, que é o &#8217;30&#215;30&#8242;, que é ter 30% de áreas protegidas no mar até 2030 e é algo que está perfeitamente ao nosso alcance. Já foi atingido nos Açores, pode ser atingido noutros lados do país, nomeadamente no centro-sul e Madeira e, portanto, quisemos dar esse exemplo prático para demonstrar que, para nós, a agenda da segurança marítima, da segurança dos mares, compreendida de uma forma muito abrangente &#8211; ambiental, criminal e também de circulação e navegação &#8211; será prioritária&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A exposição, que resulta de uma parceria entre a Missão Permanente de Portugal junto das Nações Unidas e a Fundação Oceano Azul, ficará disponível até ao dia 13 de junho, em Nova Iorque.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o diretor adjunto para Assuntos Internacionais da Fundação Oceano Azul, Sérgio Carvalho, explicou que a exposição pretende demonstrar que é possível cumprir a meta global de proteger 30% do oceano até 2030.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a mostra é uma celebração de histórias portuguesas de sucesso, evidenciando aquilo que é possível alcançar quando existe &#8220;um alinhamento entre vontade política, ciência e os interesses das comunidades&#8221;, gerando benefícios tanto para os ecossistemas marinhos como para as populações que dependem do mar.</P><br />
<P>O objetivo é também inspirar outros países a seguir modelos semelhantes de conservação.</P><br />
<P>&#8220;Queremos também inspirar outros países a olhar para estes exemplos, convencendo-os que é possível, que existem modelos de mudança, que foram testados, que geraram benefícios e, portanto, esperamos que esta exposição possa inspirar outros países a seguir o mesmo caminho e a criar a proteção para o oceano, beneficiando o oceano, mas também as comunidades, um pouco por esse mundo fora&#8221;, indicou Carvalho.</P><br />
<P>A exposição está estruturada em torno de duas narrativas interligadas.</P><br />
<P>A primeira &#8212; &#8220;Proteger o que Importa&#8221; &#8212; dá vida ao programa &#8216;Blue Azores&#8217; e a outras iniciativas de Áreas Marinhas Protegidas (AMP) em Portugal através de fotografias imersivas, mapas e visualizações de dados que traçam o percurso desde a avaliação científica ao envolvimento da comunidade até à designação formal de AMP, transmitindo tanto a importância ecológica do ambiente marinho, quanto a inovação na governação necessária para o proteger.</P><br />
<P>A segunda &#8212; &#8220;Capacitar a Próxima Geração&#8221; &#8212; apresenta perfis de antigos participantes do programa de bolsas &#8216;United Nations &#8212; Portugal Ocean Fellowship&#8217;, colocando rostos e histórias no centro das narrativas.</P><br />
<P>Portugal concorre ao Conselho de Segurança &#8211; um dos órgãos mais importantes das Nações Unidas, cujo mandato é zelar pela manutenção da paz e da segurança internacional e cujas decisões são vinculativas &#8211; sob o lema &#8220;Prevenção, Parceria, Proteção&#8221;.</P><br />
<P>A eleição para membro não permanente para o biénio 2027/2028 está agendada para a próxima quarta-feira.</P><br />
<P>Portugal tem como adversários diretos a Alemanha e a Áustria, numa disputa pelos dois lugares de membros não permanentes atribuídos ao grupo da Europa Ocidental e Outros Estados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770852]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Queda de aeronave militar durante exercício mata dois pilotos em Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 03:13:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um avião de treino da Força Aérea de Taiwan despenhou-se hoje durante um exercício que simulava uma falha de motor, provocando a morte dos dois pilotos a bordo, anunciou o ministério da Defesa da ilha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um avião de treino da Força Aérea de Taiwan despenhou-se hoje durante um exercício que simulava uma falha de motor, provocando a morte dos dois pilotos a bordo, anunciou o ministério da Defesa da ilha.</P><br />
<P>O acidente ocorreu às 08:08 (01:08 em Lisboa), quando uma aeronave militar de treino T-34 caiu junto à extremidade norte da pista da base aérea de Gangshan, na cidade de Kaohsiung, no sul de Taiwan, revelou o ministério em comunicado.</P><br />
<P>Os dois ocupantes foram identificados apenas pelos apelidos e patentes: tenentes-coronéis Lu e Guo.</P><br />
<P>Segundo as autoridades, o voo fazia parte de um exercício que simulava uma avaria no motor.</P><br />
<P>A Força Aérea criou uma equipa especial para investigar as causas do acidente.</P><br />
<P>Em janeiro, um caça F-16 da Força Aérea taiwanesa caiu no mar ao largo da costa leste da ilha durante uma missão de rotina. O piloto conseguiu ejetar-se, mas foi dado como desaparecido.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770851]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Novo movimento promove rota eleitoral para transição democrática na Venezuela</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/novo-movimento-promove-rota-eleitoral-para-transicao-democratica-na-venezuela/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 03:07:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Várias organizações da sociedade civil venezuelana apresentaram publicamente o Movimento Quero Eleger (MQE), para promover uma rota eleitoral para a transição democrática, a realização de eleições competitivas, verificáveis, e com garantias para todos os atores políticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Várias organizações da sociedade civil venezuelana apresentaram publicamente o Movimento Quero Eleger (MQE), para promover uma rota eleitoral para a transição democrática, a realização de eleições competitivas, verificáveis, e com garantias para todos os atores políticos.</P><br />
<P>A proposta foi divulgada através de um &#8220;manifesto cidadão&#8221; que defende que &#8220;a recuperação institucional do país passa por devolver aos venezuelanos a possibilidade de eleger livremente as suas autoridades mediante processos eleitorais autênticos e transparentes&#8221;.</P><br />
<P>O documento, divulgado na segunda-feira, sustenta que as mudanças políticas anunciadas nos últimos meses são insuficientes para dar resposta à crise de legitimidade, representação e confiança que a Venezuela enfrenta.</P><br />
<P>&#8220;A experiência acumulada ao longo de 27 anos deixou-nos lições que continuam atuais; por isso, não confiamos que os responsáveis pela destruição institucional, económica e social do país sejam os impulsionadores das mudanças de que a Venezuela necessita, mesmo que hoje mudem o discurso, entreguem antigos aliados ou pretendam que esqueçamos&#8221;, explica o manifesto.</P><br />
<P>Segundo o documento, &#8220;a dor do povo venezuelano exige verdade, justiça e reparação, mas também a construção de uma liderança legítima que possa ser eleita por todos através de um processo eleitoral fiável, justo e competitivo&#8221;.</P><br />
<P>O MQE explica que &#8220;eleger é um direito fundamental&#8221;, que para legitimar os poderes públicos é preciso uma eleição presidencial, um novo parlamento que nomeie magistrados para o Supremo Tribunal de Justiça, assim como o Controlador-Geral (responsável pela auditoria dos gastos públicos), o Procurador-Geral, o Provedor de Justiça, um novo Conselho Nacional Eleitoral.</P><br />
<P>O movimento recordou também que a Assembleia Nacional nomeia as direções do Banco Central e da empresa estatal Petróleos da Venezuela SA.</P><br />
<P>No manifesto as organizações convocam os venezuelanos radicados no país e no estrangeiro a assumirem o compromisso de defender o direito a eleger.</P><br />
<P>Instam ainda a população a organizar-se, participar e exigir condições. Aos atores políticos exigem que construam acordos que conduzam a uma eleição real o quanto antes possível e à comunidade internacional pedem que acompanhe uma rota eleitoral com garantias verificáveis.</P><br />
<P>Entre as organizações que apoiam a iniciativa encontram-se a Transparência Eleitoral, o Centro de Justiça e Paz, o Observatório Global de Comunicação e Democracia, o Laboratório da Paz, a Ideias pela Democracia e a Voto Jovem.</P><br />
<P>Em 03 de janeiro, os EUA realizaram uma operação militar em Caracas, que levou à captura do então Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e da mulher, Cília Flores, que estão atualmente detidos em Nova Iorque para responder a acusações de tráfico de droga. Ambos se declararam inocentes.</P><br />
<P>Em 5 de janeiro, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu as funções de presidente interina do país iniciando uma transição política tutelada pelos EUA.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770850]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Israel diz ter intercetado dois projécteis vindos do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 02:36:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O exército israelita anunciou hoje a interceção de dois projéteis lançados do Líbano, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter prometido que o movimento libanês pró-Irão Hezbollah e Israel iriam cessar as hostilidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército israelita anunciou hoje a interceção de dois projéteis lançados do Líbano, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter prometido que o movimento libanês pró-Irão Hezbollah e Israel iriam cessar as hostilidades.</P><br />
<P>&#8220;Após o soar das sirenes à 01:35 [23:35 de segunda-feira em Lisboa] em diversas zonas do norte de Israel, a força aérea israelita intercetou dois projéteis que entraram em território israelita vindos do Líbano&#8221;, escreveu o exército.</P><br />
<P>Na mesma mensagem, publicada na plataforma Telegram, as Forças de Defesa de Israel anunciaram ainda que um &#8220;alvo aéreo suspeito&#8221; foi identificado pouco depois e caiu no lado israelita da fronteira com o Líbano, sem causar ferimentos. </P><br />
<P>O Hezbollah reivindicou a autoria de um ataque contra um alvo israelita durante a madrugada, no sul do Líbano, bem como de outros ataques na noite de segunda-feira.</P><br />
<P>A agência de notícias oficial libanesa ANI informou ainda durante a madrugada que ataques israelitas atingiram as aldeias de Marwaniyeh, Sidiqine, Yater e Mansouri, no sul do país, e que se ouviu uma &#8220;explosão muito forte&#8221; em Debbine.</P><br />
<P>Na terça-feira, &#8220;à 01:00 da manhã [23:00 de segunda-feira em Lisboa], combatentes da Resistência Islâmica alvejaram um tanque Merkava (&#8230;) com um ataque direto de rockets&#8221;, o que levou à sua destruição, escreveu o Hezbollah no Telegram, afirmando que estava a lutar contra &#8220;o avanço das forças israelitas&#8221; em Hadatha, no sul do Líbano.</P><br />
<P>O movimento apoiado pelo Irão tinha declarado anteriormente que os seus membros visaram três tanques e soldados israelitas com barragens de rockets e fogo de artilharia na segunda-feira, após as 23:00 (21:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Hezbollah também afirmou ter atingido um tanque em Bayada com um míssil guiado.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, prometeu atacar Beirute se o seu país for visado pelo Hezbollah, ao mesmo tempo que mantém as operações militares no sul do Líbano.</P><br />
<P>Em simultâneo, disse que &#8220;as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Esta declaração surgiu pouco depois de Trump ter anunciado que obteve um compromisso do chefe do Governo israelita e do Hezbollah para uma suspensão dos confrontos.</P><br />
<P>A escalada militar no Líbano levou o Irão a suspender as conversações de paz com Washington sobre o conflito iniciado por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro contra a República Islâmica.</P><br />
<P>No domingo, Israel capturou a fortaleza de Beaufort, uma posição estratégica no sul do Líbano, a norte do rio Litani, anterior linha de demarcação dos militares israelitas, que, na semana passada, receberam ordens para atuar até ao rio Zahrani, a cerca de 40 quilómetros da fronteira entre os dois países.</P><br />
<P>Hezbollah e Israel têm continuado os ataques aéreos e confrontos terrestres no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770849]]></sapo:autor>
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		<title>Dirigentes militares da China e EUA discutem segurança marítima no Havai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 02:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dirigentes militares da China e dos Estados Unidos realizaram uma reunião do grupo de trabalho do Mecanismo de Consulta sobre Segurança Militar Marítima no arquipélago norte-americano do Havai, informou o Ministério da Defesa chinês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dirigentes militares da China e dos Estados Unidos realizaram uma reunião do grupo de trabalho do Mecanismo de Consulta sobre Segurança Militar Marítima no arquipélago norte-americano do Havai, informou o Ministério da Defesa chinês.</P><br />
<P>O ministério anunciou na segunda-feira que, no encontro, que decorreu quinta e sexta-feira, ambos os lados trocaram informações, de uma forma descrita como franca e construtiva, sobre a situação da segurança marítima e aérea dos dois países. </P><br />
<P>A China sublinhou que a reunião tomou como ponto de referência o &#8220;importante consenso&#8221; alcançado num encontro entre os líderes dos dois países, durante a visita de Donald Trump a Pequim, em maio.</P><br />
<P> O ministério disse que a meta é construir uma &#8220;relação de estabilidade estratégica construtiva entre a China e os EUA&#8221;, uma fórmula apresentada por Pequim como uma nova estrutura para orientar a relação bilateral nos próximos anos.</P><br />
<P>Esta expressão, discutida pelo líder chinês, Xi Jinping, e por Trump em Pequim, procura gerir a rivalidade entre as duas potências com base na cooperação, numa competição descrita como moderada, na gestão das diferenças e numa paz duradoura, de acordo com a formulação divulgada na altura pela imprensa estatal chinesa.</P><br />
<P>Na reunião no Havai, ambas as delegações avaliaram a implementação das &#8220;normas de conduta para encontros seguros&#8221; entre as forças navais e aéreas chinesas e norte-americanas desde a reunião anterior do mecanismo, realizada em 2025, e discutiram medidas para melhorar a segurança militar marítima.</P><br />
<P>As partes concordaram que a comunicação eficaz entre as duas forças armadas ajuda as unidades da linha da frente a executar as suas missões com mais profissionalismo, aumenta o entendimento mútuo e &#8220;evita mal-entendidos&#8221;, segundo a declaração chinesa.</P><br />
<P>Pequim acrescentou, no entanto, que se opõe &#8220;de forma firme&#8221; a qualquer violação da soberania e segurança chinesas sob o pretexto de liberdade de navegação ou de sobrevoo, bem como a atos que descreveu como de provocação e assédio contra a China.</P><br />
<P>O contacto ocorreu numa altura em que decorreu o Diálogo de Shangri-La em Singapura, ao qual o ministro da Defesa chinês, Dong Jun, não compareceu, pelo segundo ano consecutivo, ao contrário do homólogo norte-americano, Pete Hegseth.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770848]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 0,81%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 00:06:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,81% para 66.394,36 pontos, três minutos após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,81% para 66.394,36 pontos, três minutos após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, caía 1,05% para 3.899,39 pontos, às 09:03 locais (01:03 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Sondagem revela profunda divisão geracional sobre o amor e a IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 00:02:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quase metade dos jovens adultos de seis grandes potências económicas acredita que, dentro de dez anos, a inteligência artificial (IA) contribuirá para a felicidade de todos, oferecendo um apoio emocional genuíno, segundo um inquérito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quase metade dos jovens adultos de seis grandes potências económicas acredita que, dentro de dez anos, a inteligência artificial (IA) contribuirá para a felicidade de todos, oferecendo um apoio emocional genuíno, segundo um inquérito. </P><br />
<P>No entanto, este entusiasmo diminui significativamente com a idade, pois a proporção desce para 25% entre os maiores de 55 anos, segundo o inquérito de larga escala divulgado na segunda-feira e analisado em exclusivo pela agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Com os rápidos avanços na IA, muitos utilizadores da Internet estão a encontrar um confidente, ou até mesmo um parceiro romântico, nos assistentes virtuais, os agora famosos chatbots.</P><br />
<P>Entretanto, o progresso na robótica está a dar origem a bonecas sexuais cada vez mais sofisticadas.</P><br />
<P>Realizada pelo Instituto YouGov com 10.000 participantes dos Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, Indonésia e Hong Kong, esta investigação retrata um &#8220;cenário moral em constante transformação&#8221;.</P><br />
<P>Em geral, as gerações mais velhas demonstram um ceticismo significativamente maior.</P><br />
<P>O impacto psicológico dos chatbots em indivíduos vulneráveis está a ser minuciosamente examinado, após a morte de vários adolescentes ligada ao uso de IA pelas suas famílias.</P><br />
<P>Os resultados destacaram ainda &#8220;uma profunda divisão ideológica&#8221; entre o Ocidente e a Ásia. </P><br />
<P>O continente asiático parece estar muito mais aberto à aceitação da tecnologia para melhorar a vida amorosa e sexual.</P><br />
<P>A extensão destas disparidades surpreendeu a YouGov e a patrocinadora do estudo, a empresa de media japonesa Star X Gen, como destacaram à AFP.</P><br />
<P>Na Indonésia, por exemplo, metade dos inquiridos &#8212; em todas as faixas etárias &#8212; acredita que a IA pode melhorar as suas relações e o seu bem-estar sexual.</P><br />
<P>Este entusiasmo desce para 34% em Hong Kong e 24% no Japão, antes de cair a pique no Ocidente: 20% nos Estados Unidos, 15% na Alemanha e apenas 9% no Reino Unido.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto a opinião pública ocidental geralmente perceciona a intimidade artificial como uma ameaça à autenticidade das relações humanas, o público asiático parece cada vez mais disposto a abrir espaço para a IA nas suas vidas&#8221;, frisou Philippe Chan, da YouGov.</P><br />
<P>Embora o &#8216;flirt&#8217; ou ter interações sexuais com um chatbot esteja a tornar-se gradualmente mais comum, a transição para o mundo físico &#8212; através de robôs ou bonecas &#8212; ainda está nos seus estágios iniciais.</P><br />
<P>Em todo o inquérito, apenas 17% disseram estar dispostos a experimentar uma &#8220;boneca sexual com inteligência artificial&#8221;, enquanto a grande maioria (59%) rejeitou categoricamente a ideia.</P><br />
<P>Não surpreendentemente, a ideia atrai mais os jovens do que as gerações mais velhas, e no Japão e na Alemanha, a proporção de jovens adultos dispostos a experimentar é quase o dobro da média nacional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770846]]></sapo:autor>
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		<title>Redes sociais pagaram 23,2ME nos EUA para evitar processo de um distrito escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:59:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Meta, Snap, TikTok e YouTube concordaram em pagar cerca de 27 milhões de dólares (23,2 milhões de euros) a um distrito escolar americano para evitarem um processo piloto colocado por mais de mil comunidades educativas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Meta, Snap, TikTok e YouTube concordaram em pagar cerca de 27 milhões de dólares (23,2 milhões de euros) a um distrito escolar americano para evitarem um processo piloto colocado por mais de mil comunidades educativas. </P><br />
<P> Estas comunidades educativas acusavam aquelas empresas de terem prejudicado a saúde mental dos alunos e as empresas chegaram a acordos com elas, segundo documentos a que a agência de notícias francesa AFP teve acesso hoje.</P><br />
<P>A Meta, empresa-mãe do Facebook e do Instagram, concordou em pagar nove milhões de dólares. A Snap e ByteDance, proprietária do TikTok, pagarão oito milhões cada. O Google, proprietário do YouTube, é o único a pagar parcialmente em espécie a indemnização, com formações e licenças no valor de mais de 900.000 dólares, além de um pagamento em dinheiro de cerca de 2 milhões.</P><br />
<P>O acordo prevê assim que o grupo de Mountain View financie um formador para a utilização das suas ferramentas durante dois anos (uma formação com um valor estimado em 250.000 dólares), um programa de educação socioemocional ao longo de quatro anos (500.000), suporte técnico para a utilização das suas ferramentas Google Workspace (40.000) e assinaturas durante três anos da sua plataforma de inteligência artificial educativa (150.000). </P><br />
<P>O caso do Condado de Breathitt, distrito rural do Kentucky, tinha sido escolhido para servir de referência para os processos semelhantes movidos por 1.200 outras entidades locais encarregadas de administrar as escolas públicas americanas (cerca de 13.000 no país). </P><br />
<P>Este distrito reclamava mais de 60 milhões de dólares para fazer face à reparação dos efeitos nocivos nos seus alunos &#8211; como distúrbios do sono, distúrbios emocionais e conflitos &#8211; bem como um programa de saúde mental ao longo de quinze anos. </P><br />
<P>A Meta foi a última a ceder a um acordo, a 21 de maio, alguns dias depois dos outros réus, já em fase de plena preparação do julgamento, que se esperava que começasse em meados de junho perante um tribunal federal em Oakland, perto de São Francisco. </P><br />
<P>O demandante pedia também a modificação das funcionalidades consideradas viciantes (personalização algorítmica, rolagem infinita, etc). </P><br />
<P>As transações não implicam qualquer reconhecimento de responsabilidade. Elas também permitem evitar que as empresas vejam as suas documentações e comunicações internas.</P><br />
<P>Estes acordos, confidenciais, são assinados num clima judicial tenso para as plataformas nos Estados Unidos: em março, um júri de Los Angeles considerou a Meta e o Google responsáveis pelo caráter viciante do Instagram e do YouTube, pela primeira vez.</P><br />
<P>Na véspera, outro júri, no Novo México, tinha condenado a Meta a pagar 375 milhões de dólares por ter exposto menores a predadores sexuais. </P><br />
<P>Mais de trinta procuradores estaduais dos Estados Unidos estão, por sua vez, a processar a Meta num caso distinto, que poderá resultar num julgamento em agosto em Oakland.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770845]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Guiné-Bissau: Domingos Simões Pereira constituído suspeito e chamado ao Tribunal Militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:43:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>              *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 02 jun 2026 (Lusa) &#8212; O principal líder da oposição na Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, foi constituído suspeito numa alegada tentativa de golpe de Estado e convocado para comparecer no Tribunal Militar Superior, disse à Lusa fonte próxima do visado.</P><br />
<P>O presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) foi notificado, na segunda-feira, para comparecer no dia 04 de junho, quinta-feira, no Tribunal Militar Superior na qualidade de suspeito, como confirmou à Lusa Rute Monteiro.</P><br />
<P>A jurista guineense e diretora do gabinete de Simões Pereira, enquanto presidente da Assembleia Nacional Popular, indicou que o líder partidário foi também notificado do despacho judicial em que é constituído suspeito na alegada tentativa de golpe de Estado de 25 de outubro de 2025.</P><br />
<P>Domingos Simões Pereira foi detido um mês depois no golpe de Estado em que os militares tomaram o poder na Guiné-Bissau e que interrompeu as eleições gerais de 23 de novembro de 2025, em que, pela primeira vez, não participaram o histórico partido PAIGC e o líder, por decisão judicial.</P><br />
<P>Algumas semanas antes das eleições, o Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau anunciou a detenção de vários militares na sequência de uma alegada tentativa de golpe de Estado perpetrada, a 25 de outubro de 2025, por generais e oficiais de alta patente do Exército.</P><br />
<P>Um dos detidos foi o Brigadeiro-General Dabana Na Walna, que terá solicitado armas, veículos e coletes à prova de bala, aproveitando a sua posição de instrutor num centro de formação, para posteriormente os utilizar no alegado plano de golpe.</P><br />
<P>No despacho judicial conhecido nesta segunda-feira, e a que a Lusa teve acesso, Domingos Simões Pereira é declarado suspeito neste caso &#8220;por factos suscetíveis de integraram, em cumplicidade, a prática de crimes contra a segurança do Estado, atentando contra chefe de Estado e demais crimes conexos&#8221;.</P><br />
<P>O documento refere indícios de que Simões Pereira &#8220;terá prestado apoio material, financeiro e logístico aos autores da referida tentativa de golpe de Estado, incluindo alegada disponibilização de meios financeiros destinados a preparação e execução&#8221;.</P><br />
<P>Acrescenta que os indícios apontam para que tenha cedido o &#8220;seu domicílio para realização de encontros e reuniões&#8221;.</P><br />
<P>O despacho sustenta os indícios em &#8220;elementos probatórios até ao momento recolhidos, designadamente declarações de testemunhas, informações constantes dos autos e demais diligencias realizadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tais elementos tornam necessária a constituição formal do referido cidadão como suspeito, para garantia do exercício do contraditório e demais direitos processuais legalmente consagrados&#8221;, conclui.</P><br />
<P>Para Rute Monteiro, este despacho assenta &#8220;na violação flagrante de vários princípios do direito&#8221; e &#8220;alguma engenharia&#8221;, já que, segundo disse, baseia-se numa testemunha que terá dito que envolveu Simões Pereira numa confissão &#8220;sob tortura&#8221;.</P><br />
<P>Simões Pereira tinha sido ouvido, em fevereiro, na qualidade de declarante no mesmo Tribunal Militar que &#8220;considerou que não havia como validar qualquer ligação&#8221; do mesmo ao caso, segundo a jurista que continua a acompanhar o líder do PAIGC.</P><br />
<P>Rute Monteiro disse à Lusa que os magistrados que chegaram a essa conclusão foram afastados e substituídos por outros que garantam &#8220;uma decisão de acordo com a vontade de quem determina tudo isto&#8221; e que considera ser Umaro Sissoco Embaló, o antigo Presidente da República.</P><br />
<P>A jurista acrescenta que o Tribunal Militar não tem competência para julgar um civil e defende que Domingos Simões Pereira continua a ter imunidade parlamentar por ser deputado e presidente da Assembleia Nacional Popular, dissolvida em 2023 pelo então Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló.</P><br />
<P>Desde então, não houve eleições e o parlamento foi substituído por um Conselho Nacional de Transição com o golpe militar de novembro de 2025, que depôs o Presidente Embaló, e candidato a um segundo mandato nas eleições gerais em que a oposição reclamou vitória, mas os resultados oficiais não foram divulgados.</P><br />
<P>Depois do golpe militar, o presidente do PAIGC esteve na cadeia durante dois meses e continua detido em prisão domiciliária, uma figura que não existe no regime jurídico da Guiné-Bissau, como vincou Rute Monteiro, que já foi ministra da Justiça do PAIGC.</P><br />
<P>A análise que faz do que está a acontecer ao líder do partido é &#8220;uma vontade de impedir que Domingos Simões Pereira possa ser um cidadão livre, de trabalhar, de fazer política, de fazer a sua vida familiar, social, etc&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ele é perseguido porque o povo está com ele. Se ele tivesse condescendido com os seus valores e aquilo em que acredita, ele não estava a ser perseguido. Foi dos poucos líderes partidários que não se deixou vender&#8221;, afirmou.</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770844]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: ONU acusa Israel de violar soberania libanesa com a sua presença a norte da linha Azul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A subsecretária-geral da ONU para África acusou hoje Israel de violar a soberania libanesa com a sua presença militar a norte da Linha Azul, e alertou para a situação "profundamente alarmante" da intensificação dos confrontos com o Hezbollah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A subsecretária-geral da ONU para África acusou hoje Israel de violar a soberania libanesa com a sua presença militar a norte da Linha Azul, e alertou para a situação &#8220;profundamente alarmante&#8221; da intensificação dos confrontos com o Hezbollah. </P><br />
<P>Martha Ama Akyaa Pobee indicou numa reunião de urgência do Conselho de Segurança que Israel tem ampliado nos últimos dias a sua campanha militar com operações no sul do país, no vale do Beqá e nos arredores de Beirute, incluindo com ordens de retirada de populações que afetam amplas zonas do sul do Líbano, o que provocou novos deslocamentos de civis. </P><br />
<P>Segundo aquela responsável da ONU, o Exército israelita reforçou a sua presença a norte da Linha Azul, enquanto a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) registou &#8220;uma intensa atividade militar, com bombardeamentos, movimentos logísticos e demolições em áreas próximas da fronteira&#8221;. </P><br />
<P>Só no dia 30 de maio foram contabilizados 992 trajetórias de projéteis, o número mais alto desde o cessar-fogo de abril, referiu Pobee durante aquela sessão, convocada a pedido da França. </P><br />
<P>O próprio primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou na segunda-feira que a ocupação representa um &#8220;marco crucial&#8221; e uma &#8220;mudança radical na política&#8221; que Israel leva a cabo no país vizinho. </P><br />
<P>Benjamin Netanyahu transmitiu também esta segunda-feira ao Presidente norte-americano, Donald Trump, que atacará Beirute se o seu país for visado pelo grupo xiita Hezbollah, ao mesmo tempo que mantém as operações militares no sul do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Conversei com o Presidente Trump esta noite e disse-lhe que, se o Hezbollah não cessar os ataques às nossas cidades e cidadãos, Israel atacará alvos terroristas em Beirute. A nossa posição sobre este assunto mantém-se inalterada&#8221;, declarou Netanyahu em comunicado.</P><br />
<P>Em simultâneo, o primeiro-ministro israelita disse que &#8220;as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Esta declaração surge pouco depois de Trump ter anunciado que obteve um compromisso do chefe do Governo israelita e do Hezbollah para uma suspensão dos confrontos.</P><br />
<P>No entanto, o Governo do Líbano afirmou também na segunda-feira que o Hezbollah aceitou suspender o lançamento de ataques contra território israelita em troca de Israel parar a sua ofensiva nos subúrbios de Beirute. </P><br />
<P>Entretanto, a alta responsável da ONU sublinhou que a presença militar israelita a norte da Linha Azul constitui uma violação da soberania libanesa e da resolução 1701 do Conselho de Segurança, e reiterou a necessidade de que o Hezbollah e outros grupos armados não estatais se desarmem. </P><br />
<P>Pobee recordou que o Exército libanês deve ser a única força armada legítima no país e pediu um maior apoio internacional para reforçar as suas capacidades. </P><br />
<P>Desde 02 de março, pelo menos 3.412 pessoas morreram e mais de 10.000 ficaram feridas no Líbano, segundo dados do Ministério da Saúde libanês, ao mesmo tempo registaram-se vítimas em Israel e entre capacetes azuis da FINUL. </P><br />
<P>A subsecretária-geral alertou que a escalada ignora &#8220;gravemente&#8221; os esforços diplomáticos para consolidar a frágil trégua anunciada em abril e instou todas as partes à &#8220;máxima contenção&#8221; para evitar &#8220;repercussões regionais mais amplas&#8221;.</P></p>
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		<title>Alphabet vende ações no valor de 68,8MME para investir em IA</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A gigante tecnológica Alphabet, empresa-mãe da Google e do YouTube, anunciou hoje que planeia vender ações no valor de 80 mil milhões de dólares (68,8 mil milhões de dólares) para financiar o desenvolvimento de computação de inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante tecnológica Alphabet, empresa-mãe da Google e do YouTube, anunciou hoje que planeia vender ações no valor de 80 mil milhões de dólares (68,8 mil milhões de dólares) para financiar o desenvolvimento de computação de inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>&#8220;A IA está a impulsionar uma fase de expansão para a Alphabet. A empresa está a experimentar uma forte procura pelas suas soluções e serviços de IA por parte das empresas e dos consumidores, a níveis que excedem a oferta disponível&#8221;, justificou a gigante tecnológica em comunicado.</P><br />
<P>A Alphabet indicou que concordou em vender 10 mil milhões de dólares em ações à investidora Berkshire Hathaway, que em novembro anunciou um investimento de 4,3 mil milhões de dólares na empresa tecnológica.</P><br />
<P>Além desta venda, a Alphabet planeia realizar ofertas públicas de ações no valor de 30 mil milhões de dólares. Os restantes 40 mil milhões de dólares serão provenientes de um programa de oferta pública de ações que a empresa espera iniciar no terceiro trimestre de 2026.</P><br />
<P>Em abril, após ter divulgado os seus resultados trimestrais, a empresa anunciou que espera que os seus investimentos em 2026 se situem entre os 180 mil milhões e os 190 mil milhões de dólares, e prevê que estes valores aumentem significativamente em 2027.</P><br />
<P>A empresa realçou que a Google conta atualmente com mais de 8,5 milhões de programadores a criar &#8220;novas experiências&#8221; com os seus modelos de IA.</P><br />
<P>Nos primeiros três meses do ano, a Alphabet registou um aumento de receitas de 21% em comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo 109,896 mil milhões de dólares, impulsionado pelo forte desempenho do seu negócio de publicidade e pelo crescimento robusto da sua divisão de computação em &#8216;nuvem&#8217;.</P></p>
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