A Empresa Municipal da Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), que suspendeu a sua atividade de fiscalização no dia 16 de março, contabiliza já um prejuízo expressivo: Cerca de 10 milhões de euros.
“A principal questão prende-se com a suspensão da tarifação na rua e a ausência de receitas nos parques da empresa, cujos valores são mais expressivos nas receitas globais da EMEL. Estaremos a falar de um valor que rondará os 10 milhões de euros. Tudo dependerá, no entanto, da forma e celeridade com que a retoma acontecer”, afirma Luís Natal Marques, presidente da EMEL, citado pelo Diário de Notícias.
O responsável não avança com uma data concreta para o regresso à atividade fiscalizadora nos parquímetros e parques sob sua gestão. “A data será alinhada com a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e quando se mostrar pertinente o regresso à atividade, o que estará dependente da celeridade com que as atividades económicas regressarem à normalidade e as questões inerentes à mobilidade se voltarem a colocar no espaço urbano”, acrescenta.
Luís Natal Marques acredita que a empresa retomará a sua atividade normal, mal existam condições de segurança para tal, mantendo inalterado o projeto de alargar a sua presença a todas as juntas de freguesia de Lisboa.







