«Em Portugal não vai ser o preço que vai definir a vacina que vamos utilizar», garante Graça Freitas

A diretora geral da saúde, Graça Freitas, garantiu esta segunda-feira que «em Portugal não vai ser o preço que vai definir a vacina que vamos utilizar».

Simone Silva

A diretora geral da saúde, Graça Freitas, garantiu esta segunda-feira que «em Portugal não vai ser o preço que vai definir a vacina que vamos utilizar», disse revelando que o país está em «variadíssimos mecanismos europeus para a aquisição de vacinas, bem como em outros para a adquirirmos por nossa conta».

«O primeiro-ministro já tinha referido que a vacinação seria universal, o que quer dizer que será administrada gratuitamente a todas as pessoas que tenham indicação para o fazer», indica Graça Freitas, acrescentando: a vacina tem que ser administrada a pessoas saudáveis, a segurança é um critério importantíssimo».

Para além disso, a diretora geral da saúde refere que as vacinas têm de ter «eficácia, quanto maior for melhor» e «no seu conjunto todos os seus componentes têm de ter qualidade e é por esse motivo que em Portugal o Infarmed acompanha o licenciamento de qualquer vacina, que venha a surgir no mercado, para que o cidadão tenha confiança de que aquela vacina passou por um crivo de entidades altamente especializadas»,.

«Depois temos a questão da disponibilidade das vacinas», que difere da aprovação, segundo Graça Freitas, que resume que quando houver uma vacina disponível o que a vai definir não será o preço, mas sim «a sua qualidade, eficácia, segurança e disponibilidade no mercado e as suas características que vão destinar-se a grupos populacionais diferentes», garante.

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