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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 09:56:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Universidade de Évora reforça ponte científica entre Portugal e a China para preservação do património cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:51:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade de Évora acolheu um encontro entre as instituições parceiras do Laboratório Conjunto China-Portugal para as Ciências da Conservação do Património Cultural, reforçando o papel da academia alentejana como elo de ligação entre Portugal e a China na investigação e preservação do património cultural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Évora acolheu um encontro entre as instituições parceiras do Laboratório Conjunto China-Portugal para as Ciências da Conservação do Património Cultural, reforçando o papel da academia alentejana como elo de ligação entre Portugal e a China na investigação e preservação do património cultural.</p>
<p>Integrada no programa chinês &#8220;Uma Faixa, Uma Rota&#8221;, a iniciativa deu destaque ao trabalho desenvolvido pelo consórcio internacional desde a sua criação, em 2018, e procurou fortalecer a cooperação científica e institucional entre os parceiros.</p>
<p>O Laboratório Conjunto China-Portugal resulta da colaboração entre a Universidade de Évora, a Soochow University e a City University of Macau, promovendo projetos de investigação nas áreas da conservação, restauro e valorização do património cultural.</p>
<p>A sessão de abertura contou com a participação do reitor António Candeias, do diretor do laboratório, Wu Yao, da vereadora da Câmara Municipal de Évora, Carmen Carvalheira, e do embaixador da República Popular da China em Portugal, Yang Yirui.</p>
<p>O programa incluiu ainda uma visita guiada à exposição &#8220;Youth and Traditional Building Craftsmanship: Outstanding Case Exhibition&#8221;, dedicada ao contributo das novas gerações para a preservação das técnicas tradicionais de construção.</p>
<p>O laboratório foi criado em 2018 e tem-se afirmado como uma plataforma de excelência na investigação aplicada à conservação do património e na projeção internacional da Universidade de Évora nesta área.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787358]]></sapo:autor>
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		<title>Ibersol reduz capital social para 40 ME com extinção de quase 900.000 ações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, anunciou hoje que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros, passando agora para um valor de 40 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, anunciou hoje que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros, passando agora para um valor de 40 milhões de euros.</p>
<p>Em comunicado enviado hoje ao mercado, a Ibersol anunciou que, &#8220;em cumprimento da deliberação aprovada na assembleia-geral de acionistas de 20 de maio de 2026, tal como oportunamente divulgado, foi cumprida a inscrição, junto da Conservatória do Registo Comercial, mostrando-se concluído, em 08 de julho de 2026, o respetivo registo, da redução do capital social da sociedade&#8221;.</p>
<p>Com esta alteração, a Ibersol extinguiu 899.126 ações próprias para libertação de excesso de capital.</p>
<p>&#8220;Consequentemente, o capital social da Ibersol, SGPS S.A. é de 40.000.000 euros, sendo representado por 40.000.000 ações ordinárias, cada uma com o valor nominal de um euro&#8221;, explica a Ibersol.</p>
<p>A Ibersol lançou um programa de recompra de ações em 2024 com o objetivo de extinguir um máximo de 4.151.481 ações ordinárias.</p>
<p>Em junho de 2025, a empresa definiu que até final de novembro de 2026 poderá gastar mais 41 milhões de euros na recompra de ações próprias com vista à redução do seu capital social.</p>
<p>O plano decorre até 29 de novembro de 2026, exceto se antes dessa data for atingido o limite de ações ou o montante pecuniário máximo definido no programa de recompra.</p>
<p>No passado dia 29 de junho, a Ibersol comunicou ao mercado que tinha realizado mais uma série de compra de ações próprias e que já detinha 3% do capital social da empresa.</p>
<p>A Ibersol opera diversos restaurantes de marcas alimentares internacionais. Além da Pizza Hut e KFC, também explora Pans &amp; Company, Taco Bell, Pret a Manger, entre outras.</p>
<p>A maioria do capital da Ibersol pertence à empresa ATPS, de António Pinto de Sousa e Alberto Teixeira.</p>
<p>As ações da Ibersol sobem 0,11% para 9,45 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787356]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CBRE assessora venda de resort Reserva do Paiva no Brasil ao Grupo Vila Galé</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cbre-assessora-venda-de-resort-reserva-do-paiva-no-brasil-ao-grupo-vila-gale/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação foi conduzida através de uma coordenação entre as equipas de hotelaria da CBRE em Portugal e no Brasil, no âmbito da plataforma LATAM da consultora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A CBRE assessorou, em regime de exclusividade, a venda do antigo hotel Sheraton na Reserva do Paiva, em Recife, no estado brasileiro de Pernambuco, ao Grupo Vila Galé Hotéis. A unidade, que estava sob gestão de uma instituição bancária portuguesa, deverá reabrir em outubro, depois de um processo de reposicionamento e remodelação do conceito atual.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação foi conduzida através de uma coordenação entre as equipas de hotelaria da CBRE em Portugal e no Brasil, no âmbito da plataforma LATAM da consultora. Esta estrutura foi criada para apoiar investidores ibéricos em processos de expansão na América Latina e, em sentido inverso, acompanhar capital latino-americano interessado em oportunidades na Península Ibérica.</p>
<p><strong>Antigo Sheraton tem 298 quartos e sete pisos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O empreendimento localiza-se em frente à Praia do Paiva e conta com sete pisos, 298 quartos e suítes, além de uma infraestrutura vocacionada para turismo, lazer, conferências e eventos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O resort situa-se a cerca de 25 minutos do Aeroporto Internacional do Recife, posicionando-se como uma unidade orientada tanto para turismo de lazer como para viajantes de negócios.</p>
<p class="isSelectedEnd">O hotel operou sob a marca Sheraton até ao início da pandemia, altura em que encerrou. Segundo a informação divulgada, o estado de preservação do edifício permitiu uma transição mais rápida, estando a estrutura pronta para retomar a atividade.</p>
<p><strong>Resort terá restaurantes, beach club, spa e centro de eventos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O complexo ocupa uma área construída de 28.000 metros quadrados e deverá oferecer três restaurantes, dois bares, beach club exclusivo, piscina para adultos e piscina para crianças com parque aquático.</p>
<p class="isSelectedEnd">A unidade contará ainda com ginásio, spa com 600 metros quadrados e piscina interior, além de uma estrutura dedicada a eventos corporativos e sociais. No total, estão previstas 13 salas, sendo que a maior terá capacidade para acolher 1.100 pessoas sentadas.</p>
<p><strong>CBRE destaca expansão internacional dos operadores ibéricos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Gilberto Martins, Investment Properties Hotels Director da CBRE Portugal, afirma que a operação demonstra o dinamismo dos operadores hoteleiros ibéricos nos seus planos de expansão internacional e a confiança no mercado brasileiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável sublinha que a venda do resort Reserva do Paiva mostra como a especialização setorial e a presença global da CBRE podem criar valor em processos complexos. Segundo Gilberto Martins, a plataforma LATAM permite ligar a colocação de ativos no mercado às estratégias de expansão dos grandes grupos hoteleiros, assegurando uma transição fluida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Danilo Monteiro, vice-presidente da CBRE Brasil, considera que a venda do Reserva do Paiva representa mais do que uma transação imobiliária. Para o responsável, a operação reflete a confiança de investidores internacionais no potencial de longo prazo do mercado brasileiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Danilo Monteiro, o processo contou com concorrência de vários players e evidencia a capacidade da CBRE para atuar como ponte entre capitais globais e oportunidades locais, combinando conhecimento de mercado, especialização setorial e uma plataforma internacional.</p>
<p><strong>Operação reforça papel da plataforma LATAM</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para a CBRE, a conclusão desta transação no início de julho valida a eficácia dos mandatos em regime de exclusividade geridos através de plataformas transfronteiriças.</p>
<p class="isSelectedEnd">A consultora considera que a operação reforça o seu papel na assessoria a grandes ativos hoteleiros à escala internacional e demonstra a capacidade da sua rede global para aproximar investidores e oportunidades entre as duas margens do Atlântico.</p>
<p>Com a aquisição pelo Grupo Vila Galé, o antigo Sheraton da Reserva do Paiva prepara-se para regressar ao mercado hoteleiro brasileiro, num projeto que combina turismo, lazer, eventos e expansão internacional de um operador ibérico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787353]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cantora Bonnie Taylor morreu aos 75 anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-cantora-bonnie-taylor-morreu-aos-75-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:42:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A cantora galesa Bonnie Tyler, conhecida por êxitos dos anos 1980 como "Total Eclipse of The Heart" ou "It´s a Heartache", morreu quarta-feira à noite, aos 75 anos, anunciou a família num comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cantora galesa Bonnie Tyler, conhecida por êxitos dos anos 1980 como &#8220;Total Eclipse of The Heart&#8221; ou &#8220;It´s a Heartache&#8221;, morreu quarta-feira à noite, aos 75 anos, anunciou a família num comunicado.</p>
<p>&#8220;A família e a equipa da Bonnie estão de coração partido ao anunciar que a Bonnie faleceu inesperadamente ontem à noite num hospital em Portugal, em consequência da doença para a qual estava a ser tratada&#8221;, pode ler-se num comunicado publicado na conta do Facebook da cantora, noticiado pelas agências noticiosas AP, France Presse e EFE.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787352]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O novo mal-estar no trabalho: burnout, quiet quitting e resenteeism preocupam empresas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-novo-mal-estar-no-trabalho-burnout-quiet-quitting-e-resenteeism-preocupam-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Estas dinâmicas têm impacto direto na motivação, no bem-estar, no desempenho das equipas e na capacidade das organizações para reter talento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O mundo do trabalho continua a mudar, impulsionado por novas expectativas dos profissionais, modelos laborais mais flexíveis e uma atenção crescente ao bem-estar. Neste contexto, surgem fenómenos que ajudam a explicar a forma como muitos colaboradores se relacionam hoje com as empresas, a carreira e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Olisipo, empresa portuguesa especializada em recrutamento, outsourcing e formação na área das tecnologias de informação, identifica quatro tendências que estão a marcar o mercado de trabalho: burnout, boreout, quiet quitting e resenteeism.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas dinâmicas têm impacto direto na motivação, no bem-estar, no desempenho das equipas e na capacidade das organizações para reter talento.</p>
<p><strong>Burnout: quando a pressão leva à exaustão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O burnout é caracterizado por um estado de exaustão física, emocional e mental, muitas vezes associado a níveis elevados de exigência, pressão constante e dificuldade em separar a vida profissional da vida pessoal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para as empresas, a prevenção passa por criar uma cultura que valorize o equilíbrio, o acompanhamento próximo das equipas e uma gestão sustentável das cargas de trabalho. A capacidade de identificar sinais de desgaste antes de se tornarem críticos pode ser determinante para proteger colaboradores e organizações.</p>
<p><strong>Boreout: a desmotivação causada pela falta de desafios</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O boreout surge quando os profissionais sentem ausência de desafios, poucas oportunidades de aprendizagem ou falta de propósito nas funções que desempenham.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando um colaborador sente que o seu potencial está subaproveitado, podem surgir sinais de desmotivação e afastamento progressivo em relação à organização. Para contrariar este fenómeno, a Olisipo aponta a criação de percursos de desenvolvimento e a atribuição de novos desafios como medidas relevantes.</p>
<p><strong>Quiet quitting: cumprir apenas o essencial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O quiet quitting descreve a decisão de cumprir apenas as responsabilidades previstas, sem assumir tarefas adicionais ou demonstrar envolvimento extra com a empresa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta tendência mostra a importância de ambientes de trabalho onde os colaboradores se sintam valorizados, reconhecidos e alinhados com os objetivos da organização. Mais do que uma recusa direta do trabalho, o fenómeno pode revelar quebra de ligação emocional com a empresa.</p>
<p><strong>Resenteeism: ficar na empresa apesar da insatisfação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O resenteeism refere-se a colaboradores que permanecem na organização apesar de se sentirem insatisfeitos, frustrados ou sem perspetivas de evolução.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta realidade pode afetar o desempenho individual, o compromisso e o ambiente dentro das equipas. A comunicação transparente e a criação de oportunidades de crescimento são apontadas como formas de prevenir este tipo de afastamento silencioso.</p>
<p><strong>Bem-estar, reconhecimento e propósito ganham peso</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Paula Peixoto, diretora de People and Culture da Olisipo, afirma que estas tendências demonstram uma mudança na relação entre profissionais e organizações.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Hoje, os colaboradores valorizam cada vez mais fatores como bem-estar, reconhecimento, desenvolvimento contínuo e sentido de propósito”, refere. A responsável sublinha que cada profissional tem o seu próprio perfil, pelo que as lideranças devem manter um acompanhamento próximo, compreender necessidades individuais e atuar de forma preventiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787347]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fundo VALOR PRIME compra plataforma logística de 16.000 m2 na Trofa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fundo-valor-prime-compra-plataforma-logistica-de-16-000-m2-na-trofa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O imóvel encontra-se totalmente ocupado e conta com um contrato de arrendamento de longo prazo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Cushman &amp; Wakefield concluiu a venda de uma plataforma logística com cerca de 16.000 m2, localizada na Trofa, no distrito do Porto. O imóvel encontra-se totalmente ocupado e conta com um contrato de arrendamento de longo prazo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação foi realizada em representação do vendedor. O ativo foi adquirido pelo Fundo VALOR PRIME, gerido pela Montepio Gestão de Activos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A plataforma logística vendida pela Cushman &amp; Wakefield está situada numa zona estratégica do Grande Porto e integra o segmento industrial e logístico, uma área que tem continuado a atrair o interesse de investidores institucionais em Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O facto de o imóvel estar 100% ocupado e associado a um contrato de arrendamento de longo prazo reforça o perfil de rendimento estável do ativo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diogo Lopo, Head of Industrial &amp; Logistics Investment na Cushman &amp; Wakefield, afirma que a transação reflete o bom desempenho do mercado industrial e logístico em Portugal e o interesse contínuo dos investidores por ativos de qualidade, bem localizados e com rendimento previsível.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Esta transação evidencia a excelente performance que o mercado industrial e logístico tem vindo a registar, e o contínuo interesse de investidores institucionais pelo setor logístico em Portugal”, refere o responsável.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diogo Lopo acrescenta que a Cushman &amp; Wakefield está satisfeita por ter participado na operação, alinhando os interesses do vendedor e do comprador e contribuindo para a dinamização do setor a nível nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">José Dias de Jesus, diretor de Investimentos Imobiliários da Montepio Gestão de Activos, considera que a aquisição está alinhada com a estratégia do fundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o responsável, o imóvel corresponde ao perfil de ativos estrategicamente localizados procurados para o portefólio e representa mais um passo no reforço da política de investimento em ativos logísticos de qualidade, com rendimento estável e de longo prazo.</p>
<p>Com esta operação, o Fundo VALOR PRIME reforça a exposição ao segmento logístico, num mercado que continua a ganhar relevância no investimento imobiliário em Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787342]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mota-Engil abre programa de estágios em Portugal, Angola, Brasil e mais 13 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:30:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Mota-Engil lançou a 13.ª edição do Start@ME, o programa corporativo de estágios da empresa, que este ano disponibiliza 270 vagas distribuídas por 16 países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mota-Engil lançou a 13.ª edição do Start@ME, o programa corporativo de estágios da empresa, que este ano disponibiliza 270 vagas distribuídas por 16 países.</p>
<p>A iniciativa pretende atrair jovens licenciados e mestres para diferentes áreas de formação, com o objetivo de desenvolver futuros quadros e líderes com carreiras de dimensão internacional.</p>
<p>As oportunidades abrangem Portugal e mercados como Angola, Arménia, Brasil, Colômbia, Costa do Marfim, Espanha, Etiópia, Guiné, Mali, México, Moçambique, Peru, Ruanda, Senegal e Uganda. Do total de vagas, 140 destinam-se a candidatos recrutados a partir de Portugal — nove das quais com mobilidade internacional —, enquanto as restantes 130 serão preenchidas por recrutamento local.</p>
<p>O programa procura candidatos com formação em áreas como Arquitetura, Engenharia Civil, Engenharia Eletrotécnica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Minas, Engenharia Geológica, Engenharia do Ambiente, Engenharia e Gestão Industrial, Tecnologias de Informação, Recursos Humanos, Economia, Gestão, Contabilidade, Relações Internacionais, Direito, Logística e Comunicação e Marketing.</p>
<p>Segundo a empresa, o Start@ME já integrou mais de 1.250 jovens nas 12 edições anteriores, registando uma elevada taxa de retenção dos participantes, um indicador que, refere o grupo, demonstra a aposta na captação, desenvolvimento e retenção de talento.</p>
<p>O programa desenvolve-se ao longo de três fases. A primeira, @Campus, é dedicada ao processo de identificação e seleção de candidatos. Segue-se a fase @Mota-Engil, focada na integração dos trainees na cultura e nos valores da empresa. Por fim, a fase @Business Units permite aos participantes desenvolver competências profissionais e pessoais durante um estágio de 12 meses, acompanhados por um tutor responsável por apoiar a sua integração e evolução.</p>
<p>As candidaturas decorrem até ao final de agosto, estando toda a informação disponível nos canais oficiais da Mota-Engil.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Glovo adota Revolut Pay em Portugal e mais seis mercados europeus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:29:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o lançamento, os clientes que pagarem encomendas da Glovo através do Revolut Pay vão poder acumular mais RevPoints.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Glovo passou a disponibilizar o Revolut Pay em sete mercados europeus, incluindo Portugal. A integração permite aos utilizadores pagar encomendas com um clique através da aplicação da Revolut, sem necessidade de introduzir manualmente os dados do cartão ou recorrer a um cartão físico.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova opção de pagamento está disponível em Portugal, Espanha, Polónia, Roménia, Itália, Bulgária e Croácia. A parceria foi anunciada pela Revolut, aplicação financeira global com mais de 75 milhões de clientes em todo o mundo, e pela Glovo, uma das principais plataformas digitais e tecnológicas da Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo as empresas, o Revolut Pay foi integrado para tornar o checkout mais rápido, simples e seguro, recorrendo a autenticação biométrica avançada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com o lançamento, os clientes que pagarem encomendas da Glovo através do Revolut Pay vão poder acumular mais RevPoints.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a campanha inicial, de duração limitada, os utilizadores recebem cinco vezes mais RevPoints em todas as compras feitas na Glovo com este método de pagamento. Depois do fim da campanha, continuarão a acumular o dobro dos RevPoints nas compras realizadas na plataforma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os RevPoints podem ser trocados por recompensas de viagem, alojamento, experiências e descontos em compras futuras, estando sujeitos aos termos e condições do programa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A parceria surge numa altura em que os pagamentos em plataformas digitais continuam a ganhar peso entre os utilizadores da Revolut. Em Portugal, os clientes da aplicação gastaram mais de 60 milhões de euros em plataformas digitais em 2025, um crescimento de 67% em relação ao ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Glovo surge entre as marcas mais populares nesta categoria, num contexto em que as encomendas de refeições, compras de supermercado e produtos de conveniência se tornaram hábitos frequentes para muitos consumidores europeus.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Revolut defende que esta integração acompanha a forma como os clientes usam cada vez mais a aplicação para gerir diferentes aspetos da vida financeira diária.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alex Codina, General Manager of Acquiring da Revolut, afirma que encomendar comida, compras de supermercado e produtos essenciais passou a ser uma das compras digitais mais comuns.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Ao trazer o Revolut Pay para a Glovo, estamos a tornar essas compras mais rápidas, mais seguras e mais recompensadoras. Os clientes podem fazer o checkout com um único clique e acumular RevPoints sempre que pagam”, refere.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável acrescenta que o objetivo do Revolut Pay é tornar-se uma das formas preferidas de pagamento no quotidiano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Adrian Mayans, diretor-geral da Glovo Portugal, sublinha que a integração do Revolut Pay reforça o compromisso da plataforma em chegar a diferentes tipos de utilizadores e em tornar a experiência de pagamento mais rápida, segura e atual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o responsável, esta solução permite aos utilizadores fazer pedidos de restauração, lojas, supermercados e outros serviços, beneficiando ao mesmo tempo de vantagens adicionais nas compras diárias.</p>
<p>Com esta parceria, a Revolut expande a presença do Revolut Pay em plataformas de consumo amplamente usadas na Europa, enquanto a Glovo passa a disponibilizar uma opção de pagamento mais direta e associada a recompensas para milhões de clientes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787334]]></sapo:autor>
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		<title>Vendas da Porsche caem 16% no primeiro semestre para 122.306 veículos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Porsche vendeu 122.306 veículos até junho, menos 16% do que no ano passado, devido à queda nas vendas em todas as regiões, informou hoje a fabricante alemã de carros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porsche vendeu 122.306 veículos até junho, menos 16% do que no ano passado, devido à queda nas vendas em todas as regiões, informou hoje a fabricante alemã de carros.</p>
<p>De acordo com a empresa, as principais causas desta queda incluem o fim da produção dos modelos Cayman e Boxster 718 com motor de combustão em outubro de 2025, o facto de a procura pelo modelo Macan elétrico no ano passado ter sido muito forte e o fim dos incentivos fiscais nos Estados Unidos da América (EUA) para a compra de veículos elétricos ou híbridos.</p>
<p>A marca deixou de produzir os modelos Cayman e Boxster 718 com motor de combustão devido à regulamentação de cibersegurança da União Europeia (UE).</p>
<p>A Porsche registou uma redução nas vendas no primeiro semestre na Alemanha para 14.938 unidades (-6%), na América do Norte para 37.712 unidades (-13%), na China para 14.501 unidades (-32%) e na Europa (excluindo a Alemanha) para 24.877 unidades (-18%).</p>
<p>Ainda assim, o responsável de vendas e &#8216;marketing&#8217; da marca, Matthias Becker, afirmou que apesar da queda no primeiro semestre, os resultados estão conforme as expectativas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787336]]></sapo:autor>
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		<title>Ter mais um quarto pode custar até mais 100 mil euros na compra de casa em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Num contexto em que muitas famílias procuram adaptar a casa às suas necessidades, a passagem para uma tipologia superior pode tornar-se decisiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Ganhar mais um quarto na compra de casa pode representar um esforço financeiro adicional de até 100 mil euros em Portugal. Segundo dados do Imovirtual, passar de um T3 para um T4 é atualmente o maior salto de preço entre tipologias, com uma diferença média de 100 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A análise, que compara os preços médios dos apartamentos no mercado primário nos últimos três meses com o mesmo período do ano anterior, mostra também que passar de um T1 para um T2 exige mais 84.999 euros. Já trocar um T2 por um T3 representa, em média, um custo adicional de 70.001 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O custo de subir de um T1 para um T2 aumentou cerca de 15 mil euros em relação ao mesmo período de 2025. Em sentido contrário, a diferença entre um T2 e um T3 diminuiu no mesmo valor. Ainda assim, os dados confirmam que ganhar espaço continua a pesar de forma significativa no orçamento de quem procura comprar casa.</p>
<p><strong>T2 foi a tipologia que mais valorizou</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre todas as tipologias analisadas, os T2 registaram a maior valorização homóloga. O preço médio passou de 295.000 euros para 324.999 euros, uma subida de 10,2%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos restantes segmentos, os aumentos foram mais moderados. Os T1 valorizaram 6,7%, atingindo os 240.000 euros. Os T3 subiram 3,9%, para 395.000 euros, enquanto os T4 aumentaram 3,1%, fixando-se nos 495.000 euros. Já os apartamentos T5 ou superiores cresceram 5,3%, chegando aos 790.000 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual, os dados mostram que cada quarto adicional representa hoje um esforço relevante para quem quer comprar casa. A responsável sublinha que a diferença entre tipologias passou a ser um fator determinante na decisão de compra, obrigando muitas famílias a equilibrar espaço, localização e orçamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a mesma responsável, o forte crescimento dos T2 confirma que esta continua a ser uma das tipologias que melhor responde às necessidades de muitos compradores, sobretudo num contexto em que as famílias ajustam a habitação às diferentes fases da vida.</p>
<p><strong>Lisboa mantém preço médio mais alto, apesar da descida</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nível regional, Lisboa continua a apresentar o preço médio mais elevado, com 560.250 euros, apesar de uma correção anual de 6,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Algarve destaca-se entre os principais distritos pelo maior crescimento, com uma valorização de 17,0%, atingindo os 510.000 euros. A Madeira mantém-se nos 500.000 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Porto, o preço médio desceu ligeiramente, com uma quebra de 1,7%, para 379.900 euros. Já Setúbal registou uma subida de 2,8%, fixando-se nos 365.000 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os mercados com maiores valorizações surgem Beja, com um aumento de 35,1%, e Viseu, com uma subida de 29,3%, sinalizando maior dinamismo em várias zonas fora dos principais centros urbanos.</p>
<p><strong>Diferenças regionais aumentam nas casas maiores</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As diferenças de preço tornam-se mais evidentes nas tipologias de maior dimensão. Em Lisboa, um T5 ou superior atinge um preço médio de 1.100.000 euros. No Algarve e no Porto, a mesma tipologia fixa-se nos 860.000 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos T4, Lisboa também lidera, com um preço médio de 615.000 euros. Seguem-se o Algarve, com 535.000 euros, e o Porto, com 499.900 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas tipologias mais pequenas, as diferenças entre regiões são menos acentuadas. Um T2 custa, em média, 390.000 euros em Lisboa, 285.000 euros no Porto, 245.000 euros em Aveiro, 230.000 euros em Coimbra e 210.000 euros em Braga.</p>
<p><strong>Cada quarto adicional pesa mais na decisão de compra</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Mais do que mostrar a diferença de preço entre tipologias, os dados do Imovirtual revelam quanto custa, na prática, ganhar espaço no mercado imobiliário português.</p>
<p>Num contexto em que muitas famílias procuram adaptar a casa às suas necessidades, a passagem para uma tipologia superior pode tornar-se decisiva. O orçamento disponível, a localização e o número de quartos passam a pesar cada vez mais na escolha final de quem pretende comprar casa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787330]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quanto precisa de poupar por mês? Novo simulador ajuda a planear casa, reforma ou fundo de emergência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:21:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Doutor Finanças lançou um novo Simulador de Poupança, uma ferramenta gratuita que permite calcular quanto é necessário poupar mensalmente para atingir diferentes objetivos financeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Doutor Finanças lançou um novo Simulador de Poupança, uma ferramenta gratuita que permite calcular quanto é necessário poupar mensalmente para atingir diferentes objetivos financeiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Disponível no site da fintech, o simulador foi desenvolvido para ajudar os portugueses a transformar metas de poupança em planos concretos, indicando o esforço mensal necessário com base no valor pretendido, no montante já acumulado, no prazo definido e numa taxa média anual de retorno estimada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ferramenta pode ser usada para vários objetivos, como preparar a entrada para a compra de uma casa, criar ou reforçar um fundo de emergência, constituir um complemento de reforma ou planear despesas futuras, como uma viagem ou uma compra de maior valor.</p>
<h2>Ferramenta permite comparar diferentes cenários</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Simulador de Poupança permite ajustar variáveis como o prazo, o montante pretendido, a taxa de retorno e a capitalização dos rendimentos. Desta forma, o utilizador pode comparar diferentes cenários e perceber como pequenas alterações ao plano podem influenciar o valor mensal a poupar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para utilizar a ferramenta, basta indicar o valor que se pretende alcançar, o capital já disponível para esse objetivo, o número de anos até à meta, a taxa média anual de retorno e se os rendimentos serão reinvestidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com estes dados, o simulador apresenta o valor mensal necessário, o capital total investido e a parcela do objetivo que poderá resultar dos rendimentos gerados ao longo do período.</p>
<h2>Exemplos: entrada para casa e complemento de reforma</h2>
<p class="isSelectedEnd">O Doutor Finanças apresenta dois exemplos práticos para demonstrar o funcionamento da ferramenta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma pessoa que já tenha 5.000 euros e queira juntar 30.000 euros para a entrada de uma casa, num prazo de dez anos, terá de poupar cerca de 173,01 euros por mês, considerando um retorno médio anual de 2,7% e capitalização anual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já quem pretenda alcançar um complemento de reforma de 150.000 euros em 30 anos, partindo de 3.000 euros e assumindo um retorno médio anual de 4,6%, terá de poupar 185,92 euros por mês.</p>
<h2>Objetivo é tornar o planeamento financeiro mais acessível</h2>
<p class="isSelectedEnd">Sérgio Cardoso, Chief Education Officer do Doutor Finanças, afirma que a poupança é muitas vezes vista como uma intenção difícil de concretizar, sobretudo quando os objetivos parecem distantes ou exigentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Com este simulador, queremos ajudar cada pessoa a perceber, de forma simples e realista, quanto precisa de poupar todos os meses para chegar à sua meta. Ao transformar objetivos em números concretos, tornamos o planeamento financeiro mais acessível e ajudamos os portugueses a tomar decisões mais conscientes e ajustadas ao seu orçamento”, refere.</p>
<p>Com o lançamento desta ferramenta, o Doutor Finanças reforça a aposta na literacia financeira em Portugal, disponibilizando soluções práticas para ajudar os consumidores a planear melhor o futuro, tomar decisões informadas e gerir o orçamento familiar com maior consciência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787325]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>XLVIII BARÓMETRO: Empresas recuperam fôlego e a IA entra na fase da maturidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[Após meses de incerteza, o tecido empresarial português recupera confiança e volta a apostar no crescimento, enquanto a inteligência artificial começa a demonstrar resultados concretos nas organizações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O fecho do primeiro semestre de 2026 marca uma inversão de tendência no tecido empresarial português. Se o ano começou com um forte optimismo (46.º Barómetro de Fevereiro), a realidade de Abril (47.º Barómetro) impôs maior prudência. Em Junho (48.º Barómetro), os sinais apontam novamente para uma recuperação assente no crescimento e numa visão mais pragmática da tecnologia, em particular da Inteligência Artificial (IA). Esta evolução evidencia a resiliência do tecido empresarial perante a actual instabilidade geopolítica e os desafios estruturais internos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dinamismo e prioridades estratégicas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os resultados do último Barómetro da Executive Digest, o desempenho das empresas no primeiro semestre de 2026 apresenta sinais claros de vitalidade, com a grande maioria das organizações a indicar um crescimento na sua actividade. Assim, 72% das empresas registaram um aumento no volume de negócios face ao período homólogo, destacando-se 17% que atingiram crescimentos superiores a 20%.</p>
<p style="text-align: justify;">Este cenário de recuperação reflecte-se directamente nas metas anuais: 75% dos gestores antecipam fechar o ano de 2026 com resultados positivos face a 2025, sendo que a maioria (58%) prevê um aumento entre 5% e 20%.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta tendência de crescimento dita uma mudança nas prioridades para a segunda metade do ano. A «Expansão de mercado e crescimento económico » consolidou-se como a principal prioridade estratégica para 53% das organizações, superando largamente o foco na digitalização e IA (19%) ou na eficiência operacional e redução de custos (17%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Investimento e IA: do entusiasmo ao pragmatismo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os planos de investimento também reflectem esta mudança de sentimento. Em Fevereiro, 56% das empresas planeavam aumentar o investimento face ao ano transacto. Com a incerteza de Abril, esse valor caiu para 39%, com a maioria (53%) a optar pela mera manutenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Junho, assiste-se a uma retoma, com 50% das organizações a planearem novamente um aumento do investimento para o resto do ano face a 2025.</p>
<p style="text-align: justify;">No campo da inovação, a Inteligência Artificial começa a traduzir-se em ganhos mensuráveis para as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente, 67% das empresas já reportam ganhos de produtividade reais derivados da implementação de IA. No entanto, para a maioria (33%), estes ganhos situam-se ainda num patamar inicial de até 5%, indicando que a tecnologia está a ser integrada de forma gradual na estrutura operacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Geopolítica: o cansaço da incerteza e a aposta nos biocombustíveis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O impacto do conflito no Irão foi um Energia e Combustíveis (78%) e Logística e Transportes Internacionais (58%) continuam a ser as mais vulneráveis a estes choques geopolíticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como resposta estratégica à crise energética, existe agora um forte consenso (69%) entre os gestores nacionais de que Portugal deve acelerar o investimento em biocombustíveis, para além da electrificação, como forma de garantir competitividade nesta área.</p>
<p style="text-align: justify;">O cepticismo estrutural e a urgência na(s) reforma(s) do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Institucionalmente, o pessimismo estrutural quanto ao futuro de Portugal mantém-se enraizado. Apenas 6% dos gestores avaliam como boa ou muito boa a preparação do país para os desafios da próxima década (face aos 10% que tinham uma visão positiva no início do ano), com a esmagadora maioria (91%) a considerar a preparação «Moderada» (50%) ou «Insuficiente» (41%). Este cepticismo, já demonstrado em Barómetros anteriores, é reforçado pela percepção de que as reformas essenciais não avançam ao ritmo desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a agenda de reformas desejada é constante: a desburocratização afirmou-se como a prioridade absoluta em Abril (56%) e mantém-se exactamente no mesmo nível em Junho (56%). A principal novidade do 48.º Barómetro é o reforço da urgência atribuída à diminuição do IRS, que subiu de 36% em Abril para 42%, superando a celeridade da Justiça (31%) e a descida do IRC (28%).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-780472 aligncenter" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-900x450.png" alt="" width="900" height="450" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-900x450.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-300x150.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-768x384.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio-600x300.png 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/Bar.-jun-inicio.png 1200w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p><img decoding="async" class="size-large wp-image-780461 aligncenter" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-900x450.png" alt="" width="900" height="450" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-900x450.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-300x150.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-768x384.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN-600x300.png 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-JUN.png 1200w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p><img decoding="async" class="size-large wp-image-780459 aligncenter" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-900x450.png" alt="" width="900" height="450" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-900x450.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-300x150.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-768x384.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM-600x300.png 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/06/BAR.-FIM.png 1200w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Este Barómetro conta também com a análise dos especialistas:</p>
<p style="text-align: justify;">– Ana Trigo Morais, CEO / Sociedade Ponto Verde</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>– </strong>Francisco Teixeira, CEO /WPP Media</p>
<p style="text-align: justify;">– João Pinto, Dean / Católica Porto Business School</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>– </strong>José Borralho, Presidente executivo &amp; fundador/ Consumerchoice Europe</p>
<p style="text-align: justify;">– Nelson Pires, General Manager / Jaba Recordati</p>
<p style="text-align: justify;">– Nuno Moreira da Cruz, Dean / Executive Education</p>
<p style="text-align: justify;">– Pedro Carvalho, CEO / Generali Tranquilidade</p>
<p style="text-align: justify;">– Raul Neto, CEO / Randstad Portugal</p>
<p style="text-align: justify;">– Rui Lopes Ferreira, CEO / Super Bock Group</p>
<p style="text-align: justify;">– Sílvia Barata, Head of Country Portugal &amp; Iberia Retail Operations manager/ BP Portugal</p>
<p style="text-align: justify;">– Vítor Ribeirinho, CEO / Senior Partner da KPMG Portugal</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Artigo publicado na Revista Executive Digest n.º 243 de Junho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780415]]></sapo:autor>
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		<title>MEO: O maior desafio da transformação digital continua a ser humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[MEO]]></category>
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					<description><![CDATA[A transformação digital assume hoje um papel central nas decisões estratégicas das organizações.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a aceleração da inteligência artificial, a crescente dependência de infra-estruturas digitais e a necessidade de responder a mercados cada vez mais exigentes, as empresas são chamadas a repensar processos, modelos operativos e a própria forma como criam valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Luís Calado Pereira, director de Gestão de Oferta ICT da MEO, esta evolução exige uma abordagem integrada, que combine conectividade, dados, cloud, cibersegurança e inteligência artificial. Em entrevista à Executive Digest, o responsável defende que a tecnologia só produz impacto quando acompanhada por liderança, mudança cultural e capacidade de execução, destacando o papel das infra-estruturas digitais como base para a competitividade futura das organizações.</p>
<p style="text-align: justify;">A própria MEO encontra-se num processo de transformação que procura reposicionar a empresa para responder às novas exigências do mercado. Segundo Luís Calado Pereira, a ambição passa por evoluir de operador de telecomunicações para uma organização tecnológica com uma oferta mais abrangente. Como explica, a empresa pretende tornar-se «uma plataforma integrada de serviços digitais que combina conectividade, tecnologia, dados e Inteligência Artificial», assumindo um papel mais relevante na economia digital nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Este reposicionamento assenta em três eixos principais: a consolidação da liderança em conectividade e infra-estruturas críticas, o alargamento do ecossistema de serviços e uma transformação interna focada na eficiência, agilidade e proximidade ao cliente. Neste contexto, a área empresarial assume um papel particularmente importante, procurando afirmar- -se como parceiro tecnológico das organizações portuguesas nos seus processos de modernização.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre os principais obstáculos enfrentados pelas empresas portuguesas, Luís Calado Pereira identifica dois grandes desafios. O primeiro é estrutural e está relacionado com a existência de sistemas antigos, processos fragmentados e dificuldades de integração tecnológica. O segundo é de natureza cultural e prende- -se com a necessidade de alterar formas de trabalho e processos de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua opinião, a transformação digital só produz resultados quando é assumida pela gestão de topo como uma prioridade estratégica. Por isso, considera que o sucesso não depende exclusivamente da tecnologia adoptada, mas sobretudo da capacidade das organizações para promover mudanças internas consistentes e sustentadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A importância da conectividade para a nova economia digital</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os factores que estão a acelerar a digitalização das empresas, Luís Calado Pereira destaca a evolução das infra-estruturas de conectividade. Na sua visão, a relação entre conectividade e inteligência artificial é hoje indissociável.</p>
<p style="text-align: justify;">«Se olharmos para a inteligência artificial como cérebro da economia digital, a conectividade será o sistema nervoso. Sem redes robustas e resilientes, não há dados. Sem dados, não há IA. E sem IA, não há escala verdadeiramente transformadora», afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste cenário, a fibra óptica continua a desempenhar um papel fundamental, garantindo largura de banda, fiabilidade e baixos níveis de latência para aplicações cada vez mais exigentes. Paralelamente, o desenvolvimento do 5G está a abrir novas possibilidades para as empresas, permitindo configurar redes adaptadas a diferentes necessidades operacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">O responsável destaca particularmente o potencial do 5G Standalone, que possibilita níveis superiores de eficiência e segurança, criando condições para aplicações em áreas como a automação industrial, logística, telemedicina e cidades inteligentes. A cloud surge como complemento natural deste ecossistema, permitindo às organizações aceder a recursos computacionais escaláveis sem a necessidade de investimentos pesados em infra-estrutura própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos avanços registados nos últimos anos, Luís Calado Pereira considera que o principal desafio já não está tanto na disponibilidade das infra-estruturas, mas na velocidade de adopção das tecnologias que estas permitem.</p>
<p style="text-align: justify;">A inteligência artificial constitui outra das áreas que mais atenção tem vindo a concentrar. Na MEO, explica, esta tecnologia é encarada como uma responsabilidade estratégica e não apenas como uma ferramenta operacional.</p>
<p style="text-align: justify;">«Na MEO, encaramos a inteligência artificial como uma responsabilidade estratégica, integrando-a com segurança, rigor e visão de longo prazo em áreas de valor mensurável», refere.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação de um centro dedicado à inteligência artificial permitiu estruturar esta abordagem e acelerar o desenvolvimento de casos de utilização com impacto directo na actividade da empresa e na experiência dos clientes. Entre as aplicações já em funcionamento encontram-se soluções destinadas a melhorar o apoio ao cliente, reduzir pedidos relacionados com facturação e reforçar os mecanismos de auto-serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">No segmento empresarial, a inteligência artificial encontra-se integrada em diferentes ofertas, incluindo soluções capazes de antecipar erros, optimizar processos e reduzir custos em sectores como banca, saúde, hotelaria e retalho. O responsável destaca ainda o contributo da IA generativa para o aumento da produtividade nas organizações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modernização gradual e cibersegurança como prioridade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das preocupações mais comuns das empresas continua a ser a coexistência entre sistemas legacy e novas plataformas digitais. Luís Calado Pereira reconhece que este é um dos desafios mais complexos da transformação digital, defendendo que não existem soluções universais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua opinião, o primeiro princípio deve ser a gradualidade. Em vez de substituições abruptas, as organizações devem optar por processos de modernização faseados, focados nas áreas de maior impacto e suportados por uma gestão rigorosa do risco.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo princípio passa pela integração. Muitas vezes, explica, o valor pode ser criado através da ligação entre sistemas existentes e novas soluções, recorrendo a API, middleware e plataformas de dados sem necessidade de substituições totais. É precisamente nesta lógica que a MEO procura responder com soluções modulares e adaptáveis ao grau de maturidade digital de cada organização.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que a digitalização avança, cresce também a preocupação com a segurança. Para Luís Calado Pereira, a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão tecnológica para assumir uma dimensão estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;">«Hoje, é um factor crítico de competitividade, confiança e continuidade &#8211; um investimento com retorno real, e não apenas um custo», afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o responsável, as organizações mais avançadas são aquelas que incorporam a segurança desde a fase de concepção dos projectos, adoptando uma abordagem de gestão contínua do risco. Na MEO, a cibersegurança é tratada de forma transversal, através de soluções de monitorização permanente, protecção avançada e mecanismos de resposta a incidentes.</p>
<p style="text-align: justify;">No contexto específico da inteligência artificial, a empresa concentra-se em três áreas consideradas essenciais: governação, gestão de identidades e segurança dos dados. A monitorização contínua dos sistemas e a capacidade de análise e correlação de eventos completam esta abordagem.</p>
<p style="text-align: justify;">A evolução da experiência do cliente constitui outra consequência directa da digitalização. Luís Calado Pereira observa que os consumidores e utilizadores empresariais passaram a comparar qualquer experiência com os padrões definidos pelas grandes plataformas digitais globais, elevando significativamente o nível de exigência.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, a hiperpersonalização, a omnicanalidade e a proactividade assumem um papel crescente. O responsável explica que a MEO tem vindo a investir em mecanismos capazes de antecipar problemas e resolver anomalias de forma automática, reduzindo tempos de resposta e melhorando a experiência global dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">«O objectivo é uma relação cada vez mais “invisível”: antecipar necessidades, reduzir fricção e criar mais valor», resume.</p>
<p style="text-align: justify;">A transformação para modelos de smart business é outra tendência que já se faz sentir em diversos sectores de actividade. Luís Calado Pereira identifica a indústria, logística, banca, seguros e saúde entre os sectores mais avançados na adopção de tecnologias como Internet das Coisas, análise de dados, automação e 5G.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, áreas como o comércio tradicional, construção e agricultura continuam a apresentar maior margem de evolução, muitas vezes devido a limitações de recursos ou competências. Ainda assim, considera que a democratização tecnológica está a tornar esta transformação mais acessível.</p>
<p style="text-align: justify;">«Hoje, tecnologias como IoT, cloud, IA generativa e 5G tornam a transformação mais acessível, permitindo a qualquer empresa avançar de forma concreta para o smart business», sublinha.</p>
<p style="text-align: justify;">No plano internacional, Luís Calado Pereira considera que Portugal apresenta vantagens competitivas relevantes, nomeadamente ao nível das infra-estruturas de conectividade. Destaca a densidade da rede de fibra e a existência de infra-estruturas críticas capazes de posicionar o País como um hub tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, admite que subsistem desafios estruturais importantes. A predominância de pequenas e médias empresas, frequentemente com menor capacidade de investimento, continua a limitar a velocidade da transformação digital. Acresce a necessidade de reforçar a literacia digital, criar mecanismos de financiamento adequados e aumentar a capacidade de atracção e retenção de talento qualificado.</p>
<p style="text-align: justify;">Luís Calado Pereira acredita que, no futuro, tecnologias como Internet das Coisas, edge computing e inteligência artificial irão convergir numa nova arquitectura digital que permitirá às organizações operar de forma mais eficiente e inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">«O IoT, o edge computing e a IA devem ser vistos como camadas complementares de uma nova arquitectura digital que permite às organizações serem mais inteligentes, eficientes e ágeis», afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em particular, considera que a evolução da IA generativa para modelos de Agentic AI poderá ter um impacto transversal na produtividade e nos processos empresariais. Contudo, alerta que o principal desafio não será tecnológico, mas estratégico e organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">«O principal desafio para as empresas será estratégico, cultural e de governação: integrar estas tecnologias com dados de qualidade e liderança preparada será decisivo para garantir uma vantagem competitiva saudável », refere.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o responsável, a capacidade de adaptação cultural continuará a distinguir as organizações mais bem-sucedidas. Defende que a tecnologia, apesar de essencial, representa apenas uma parte da equação.</p>
<p style="text-align: justify;">«Na transformação digital, a tecnologia é a parte mais fácil, sendo que o maior desafio é cultural, envolvendo pessoas, processos e formas de decisão», afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, destaca a importância de lideranças capazes de promover experimentação, aprendizagem contínua e desenvolvimento de competências. Como resume, «quanto mais inteligente é a tecnologia, mais humana deve ser a liderança».</p>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos anos, Luís Calado Pereira antecipa um período de forte transformação impulsionado por duas grandes tendências. A primeira será a generalização da Agentic AI e da automação inteligente, capazes de executar tarefas complexas e apoiar decisões com níveis crescentes de autonomia. A segunda será a afirmação da resiliência digital e da cibersegurança como prioridades estratégicas de topo.</p>
<p style="text-align: justify;">As organizações que conseguirem combinar inteligência artificial, segurança, governação robusta e equipas preparadas estarão melhor posicionadas para competir num ambiente onde o digital deixou de ser apenas um suporte da actividade para se tornar a própria infraestrutura sobre a qual assenta a criação de valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “Transformação Digital”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781053]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalho opcional e dinheiro irrelevante? A previsão de Elon Musk para a era da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Elon Musk acredita que, dentro de 10 a 20 anos, o trabalho poderá deixar de ser uma obrigação e passar a ser uma escolha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Elon Musk acredita que, dentro de 10 a 20 anos, o trabalho poderá deixar de ser uma obrigação e passar a ser uma escolha. O empresário defendeu que os avanços da inteligência artificial e da robótica poderão transformar profundamente a economia, ao ponto de o dinheiro perder relevância no futuro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A visão foi apresentada durante a intervenção de Musk no Fórum de Investimento EUA-Arábia Saudita, realizado em Washington. O dono da Tesla, da X, da SpaceX e da Neuralink afirmou que a automação poderá criar uma era de abundância, na qual trabalhar será algo comparável a praticar desporto, jogar videojogos ou cultivar legumes por gosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Trabalhar será opcional. Será como praticar desporto ou jogar videojogos ou algo desse género”, afirmou Musk.</p>
<p class="isSelectedEnd">O debate sobre o impacto da inteligência artificial no emprego divide líderes empresariais e especialistas. Há quem veja a tecnologia como uma ameaça a funções repetitivas, manuais e administrativas, mas também quem defenda que a IA poderá abrir caminho a uma nova fase de produtividade e prosperidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Musk posiciona-se entre os mais otimistas. Para o empresário, a combinação entre inteligência artificial avançada e robôs capazes de executar tarefas físicas permitirá substituir grande parte do trabalho humano necessário à produção de bens e serviços.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente executivo da Tesla argumentou que a automação já tem sido essencial para aumentar a eficiência e reduzir custos nas suas empresas. Na sua perspetiva, esta tendência deverá acelerar nas próximas décadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Musk comparou o trabalho futuro à decisão de comprar legumes numa loja ou cultivá-los no próprio jardim. Cultivar dá mais trabalho, explicou, mas algumas pessoas fazem-no porque gostam. Da mesma forma, no futuro, trabalhar poderá ser uma escolha pessoal, e não uma necessidade económica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A previsão de Musk levanta uma questão central: se o trabalho deixar de ser necessário, como serão distribuídos rendimentos e recursos?</p>
<p class="isSelectedEnd">Na visão do empresário, o dinheiro deixará de ser um problema, porque a inteligência artificial será capaz de produzir o necessário para a vida das pessoas. Musk já tinha defendido anteriormente que a IA poderá eliminar, de alguma forma, a necessidade do dinheiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Será uma era de tanta abundância que não será preciso trabalhar. Tudo será muito fácil”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, esta visão depende de um modelo económico profundamente diferente do atual. O próprio Musk reconheceu que, num cenário desse tipo, os governos teriam de intervir para criar uma regulação justa e garantir que todos teriam meios para viver e usufruir da vida.</p>
<p><strong>Economistas questionam se a riqueza gerada pela IA será para todos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As declarações de Musk também levantam dúvidas entre economistas. Segundo a informação citada pela Fortune, Samuel Solomon, professor da Universidade de Temple, questiona se a riqueza criada pela inteligência artificial será distribuída de forma inclusiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">“A IA já gerou muita riqueza e continuará a fazê-lo. Mas penso que uma pergunta essencial é: será inclusiva? Gerará prosperidade inclusiva? Gerará crescimento inclusivo? Todos beneficiarão?”, afirmou Solomon.</p>
<p class="isSelectedEnd">A discussão central deixa, assim, de ser apenas tecnológica. A capacidade da inteligência artificial para automatizar tarefas é cada vez menos contestada. A questão mais difícil está em saber quem ficará com os benefícios económicos dessa automação e que papel terão os governos na redistribuição da riqueza produzida por máquinas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do otimismo de Musk, a substituição total do trabalho humano ainda não é uma realidade. A inteligência artificial já começa a transformar várias profissões e a executar tarefas antes feitas por pessoas, mas continua longe de substituir todos os trabalhadores em todos os setores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, há consenso entre líderes empresariais de que a IA terá impacto profundo no mundo laboral. Para alguns, esse impacto poderá significar perda de empregos e pressão sobre salários. Para outros, poderá inaugurar uma fase de maior produtividade, novas funções e mais tempo livre.</p>
<p>A previsão de Musk leva essa visão otimista ao limite: um futuro em que o trabalho deixa de ser indispensável, o dinheiro perde importância e a produção fica nas mãos de sistemas inteligentes e robôs.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787322]]></sapo:autor>
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		<title>Abreu Advogados entre as mais inovadoras da Europa para o Financial Times</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[abreu advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Financial Times]]></category>
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					<description><![CDATA[A Abreu Advogados foi nomeada em duas categorias dos Financial Times Innovative Lawyers Awards Europe 2026, reforçando o reconhecimento internacional da sociedade nas áreas de inovação jurídica, formação em inteligência artificial e operações de private capital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Abreu Advogados foi nomeada em duas categorias dos Financial Times Innovative Lawyers Awards Europe 2026, reforçando o reconhecimento internacional da sociedade nas áreas de inovação jurídica, formação em inteligência artificial e operações de private capital.</p>
<p>De acordo com a shortlist divulgada pelo <em>Financial Times</em>, a sociedade portuguesa é finalista nas categorias Innovative Lawyers in Private Capital e Innovation in Training and Change Management.</p>
<p>Na área de private capital, a nomeação resulta da assessoria prestada à Generali Asset Management numa operação obrigacionista multijurisdicional. A Abreu Advogados redesenhou uma estrutura inicialmente concebida em Espanha, ultrapassando constrangimentos identificados e transferindo para Portugal o centro da operação de financiamento, assumindo o papel de <em>lead counsel</em>.</p>
<p>A operação destacou-se pela criação de uma solução jurídica considerada inovadora num contexto de elevada complexidade. A sociedade estruturou uma emissão única de obrigações com duas séries distintas – uma das quais <em>sustainability-linked</em> –, envolvendo vários subscritores, um mecanismo de pagamento diferido através de <em>capital calls</em> e um pacote de garantias transfronteiriço com possibilidade de substituição. Segundo a Abreu Advogados, esta configuração não tinha precedentes documentados no mercado português com as instituições envolvidas.</p>
<p>Já na categoria Innovation in Training and Change Management, a candidatura assenta num projeto desenvolvido pelo Instituto de Conhecimento da Abreu, em conjunto com as direções de Transformação Digital e de Recursos Humanos, focado na formação sobre a regulamentação europeia da inteligência artificial.</p>
<p>O programa reuniu academia, clientes e equipas jurídicas num modelo de formação concebido para acelerar a adoção responsável da IA e desenvolver competências no setor jurídico e empresarial. Entre as iniciativas destacam-se os cursos &#8220;Direito e Prática da Inteligência Artificial&#8221;, organizado em parceria com a Universidade Católica Portuguesa e o Instituto Superior Técnico, e &#8220;Data Science for Lawyers&#8221;, desenvolvido com a Universidade NOVA, além de programas dirigidos a empresas, entidades públicas e à própria sociedade de advogados.</p>
<p>Os vencedores dos Financial Times Innovative Lawyers Awards Europe 2026 serão anunciados a 24 de setembro, numa cerimónia que decorrerá no Museu de História Natural, em Londres, reunindo algumas das sociedades de advogados mais inovadoras da Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787319]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Abanca reforça negócio em Portugal após integração do EuroBic e já obtém 17% das receitas no país</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/abanca-reforca-negocio-em-portugal-apos-integracao-do-eurobic-e-ja-obtem-17-das-receitas-no-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:09:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Embora a instituição tenha presença noutros mercados europeus, Portugal tornou-se, em poucos anos, o segundo grande eixo da atividade da entidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Abanca consolidou a sua presença em Portugal depois da integração total do EuroBic, transformando o mercado português num dos principais motores de crescimento do grupo galego. Embora a instituição tenha presença noutros mercados europeus, Portugal tornou-se, em poucos anos, o segundo grande eixo da atividade da entidade, adianta o ElEconomista.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entrada da Abanca no mercado português aconteceu em março de 2018, com a compra da banca comercial e pessoal do Deutsche Bank em Portugal. Em 2023, o grupo deu um passo decisivo com a aquisição do EuroBic, operação que lhe permitiu tornar-se o décimo maior banco do país. Em novembro de 2025, a entidade anunciou a conclusão da integração jurídica e tecnológica desse negócio, com a criação da Abanca Portugal.</p>
<p><strong>Crédito novo duplicou em Portugal</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução da atividade em Portugal tem sido marcada pelo aumento do crédito concedido a empresas e particulares. A própria Abanca reconhece que as novas formalizações de crédito no mercado português duplicaram em relação ao ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">O crescimento é expressivo quando comparado com o início do processo. Em 2022, o novo crédito formalizado ascendia a 600 milhões de euros. No último ano, esse valor subiu para 3.848 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este avanço fez com que Portugal liderasse o crescimento dos empréstimos europeus da Abanca fora de Espanha. No arranque de 2026, esse volume atingia 8.596,8 milhões de euros, quando dois anos antes rondava os 4.670 milhões. O peso deste crédito no total do grupo passou, assim, de 10% para 15,4%.</p>
<p><strong>Portugal torna-se o segundo pulmão europeu da Abanca</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de a estatística europeia incluir outros mercados onde a Abanca está presente, como a Suíça, através de uma sucursal em Genebra, e escritórios de representação na Alemanha, França e Reino Unido, o peso dominante vem de Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O mercado espanhol continua a ser, de forma destacada, o principal negócio da Abanca. Ainda assim, a expansão portuguesa criou uma situação relevante: a quota de mercado da entidade é agora de 3,2% tanto em Espanha como em Portugal, segundo os registos do grupo. Embora o mercado português seja menor, esta aproximação reforça a dimensão ibérica da instituição.</p>
<p><strong>Receitas em Portugal já representam 17,1% do grupo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto da operação portuguesa é particularmente visível nas receitas da Abanca. O margem bruta gerada em Portugal passou de 81 milhões de euros em 2022 para 238,9 milhões em 2024. Em 2025, atingiu já 368 milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com estes valores, Portugal representa 17,1% das receitas totais do grupo Abanca. Essa proporção manteve-se no primeiro trimestre de 2026.</p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo período, os juros provenientes de Portugal e, em menor escala, dos restantes mercados europeus fora de Espanha chegaram a 158 milhões de euros, num total de 571 milhões. Ou seja, mais de 27% das receitas por juros do grupo tiveram origem nestes mercados, com Portugal a assumir o maior peso.</p>
<p><strong>Integração do EuroBic ficou concluída em 2025</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Abanca comprou o EuroBic em novembro de 2023. A operação seguiu depois um processo gradual, concluído em julho de 2024, altura em que terminou a transação, ainda sem data definida para a tomada de controlo plena.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante esse período, apesar de já pertencer ao grupo galego, o banco português continuou a operar como marca independente. Essa fase terminou em novembro de 2025, com a criação da Abanca Portugal e a conclusão da integração jurídica e tecnológica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A aposta no mercado português começou em 2018, com a compra do negócio do Deutsche Bank em Portugal por 6.500 milhões. A partir daí, a Abanca iniciou uma estratégia de expansão peninsular, com Portugal a assumir o papel de segundo grande mercado do grupo.</p>
<p><strong>Portugal é mercado estratégico</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O plano estratégico da Abanca para 2025-2027 coloca a diversificação por linhas de negócio e por geografia como uma das prioridades. Nesse objetivo de criar fontes alternativas de crescimento, Portugal surge definido como “mercado estratégico” para o grupo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, a Abanca pretende reduzir a dependência dos seus territórios tradicionais em Espanha. Galicia, Extremadura, León e Asturias continuam a concentrar 52% do volume de negócio da entidade, mas o banco tem assumido a vontade de crescer noutras regiões espanholas.</p>
<p>Com a integração do EuroBic e o crescimento do crédito e das receitas em Portugal, a Abanca reforça a sua posição como banco ibérico, com o mercado português a ganhar um peso cada vez mais relevante na estratégia do grupo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787316]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSI em alta com BCP a subir quase 2% e Teixeira Duarte a cair 1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:01:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o BCP a liderar os ganhos e a subir 1,61% para 1,04 euros e a Teixeira Duarte a cair 1% para 0,50 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o BCP a liderar os ganhos e a subir 1,61% para 1,04 euros e a Teixeira Duarte a cair 1% para 0,50 euros.</p>
<p>Cerca das 09:40 em Lisboa, o PSI avançava 0,27% para 9.109,35 pontos, com 11 empresas a subir e cinco a descer a cotação.</p>
<p>Às ações do BCP seguiam-se as dos CTT, Sonae e Jerónimo Martins, que subiam 0,95% para 5,82 euros, 0,72% para 2,09 euros e 0,56% para 16,27 euros.</p>
<p>A Ibersol, Semapa e Altri também se valorizavam, designadamente 0,53% para 9,49 euros, 0,49% para 20,50 euros e 0,42% para 4,78 euros.</p>
<p>A Navigator e a Mota-Engil subiam 0,37% para 3,29 euros e 0,31% para 4,56 euros e as outras duas empresas que se valorizavam eram a Corticeira Amorim (0,16% para 6,33 euros) e EDP Renováveis (0,07% para 13,77 euros).</p>
<p>Em sentido contrário, além da Teixeira Duarte, a NOS e a REN recuavam 0,70% para 4,84 euros e 0,40% para 3,74 euros.</p>
<p>A EDP e a Galp também desciam, 0,27% para 4,47 euros e 0,05% para 19,74 euros.</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, depois das quedas significativas de quarta-feira, perante a possibilidade de um novo acordo para alcançar a paz no Irão.</p>
<p>Os mercados estão animados depois de Teerão ter comunicado com Washington para alcançar um novo acordo de paz e de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter declarado que a trégua entre ambas as partes tinha terminado.</p>
<p>O euro subia 0,21% para 1,143 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Os futuros norte-americanos, que na quarta-feira terminaram com uma subida de 0,20% para o Nasdaq e uma queda de 1,09% para o Dow Jones, avançam 0,64% e 0,16%, respetivamente.</p>
<p>Depois da forte subida dos preços do petróleo na quarta-feira, com o Brent a subir mais de 6% e a alcançar 80 dólares por barril na sequência da quebra da trégua com o Irão por parte de Trump, a possibilidade de novas negociações entre Teerão e Washington levou o Brent a uma queda.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, recua 0,90% para 77,32 dólares.</p>
<p>Os investidores estão a reagir nesta sessão à publicação das atas da Reserva Federal dos EUA (Fed) da última reunião de junho, quando as taxas de juro se mantiveram entre 3,50% e 3,75%.</p>
<p>As atas destacaram a divisão interna entre os membros, já que nove funcionários do banco central consideraram a possibilidade de um aumento de taxas em 2026 durante essa reunião.</p>
<p>Na agenda de hoje destacam-se os novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA e as vendas de casas em segunda mão naquele país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787314]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: INEM com mais de 5.200 chamadas por dia e procura deve manter-se</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número médio de chamadas diárias recebidas pelo INEM na primeira semana de julho aumentou 6,6% face ao mesmo período de 2025 devido aos efeitos do calor, que devem prolongar-se por mais uns dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número médio de chamadas diárias recebidas pelo INEM na primeira semana de julho aumentou 6,6% face ao mesmo período de 2025 devido aos efeitos do calor, que devem prolongar-se por mais uns dias.</p>
<p>Entre 01 e 07 de julho, os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) receberam 36.512 chamadas, o que corresponde a uma média diária de 5.216 contactos telefónicos, adiantou hoje à Lusa o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</p>
<p>Este valor representa, em média, mais 349 chamadas por dia de cidadãos para as centrais telefónicas que coordenam o socorro pré-hospitalar do que no mesmo período de 2025.</p>
<p>Em 06 de julho foram recebidas 5.834 chamadas, o valor diário mais elevado deste período, adiantou o instituto</p>
<p>O INEM salientou ainda que se tem verificado um aumento da procura devido aos efeitos do calor na saúde da população, adiantando que, entre as situações mais frequentes, estão casos de desidratação, de exaustão e de golpes de calor, mas também o agravamento ou descompensação de doenças crónicas, como as respiratórias e cardiovasculares.</p>
<p>Reconheceu, porém, não ser possível quantificar as chamadas diretamente relacionadas com o calor, uma vez que os sintomas associados às temperaturas elevadas são enquadrados em diferentes protocolos de triagem clínica e não constituem uma categoria autónoma de registo.</p>
<p>O instituto alertou ainda que os efeitos das ondas de calor não se esgotam com a descida das temperaturas, sendo expectável que nas pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças e doentes crónicos, o seu impacto na saúde se prolongue durante cerca de 10 dias após o episódio de calor extremo.</p>
<p>Por essa razão, o INEM adiantou que mantém uma monitorização permanente da atividade e os reforços operacionais implementados e apelou ao cumprimento das recomendações das autoridades de saúde para a adequada hidratação, a permanência em locais frescos durante as horas de maior calor e uma especial atenção às pessoas mais vulneráveis.</p>
<p>Para responder a este aumento da procura, que se regista desde o início de junho, o instituto garantiu que tem aumentado progressivamente a sua capacidade de resposta, com medidas específicas de reforço da capacidade operacional, em particular nas regiões onde se verifica um aumento significativo da população, como é o caso do Algarve.</p>
<p>Além disso, os postos de trabalho dos quatro CODU de Lisboa, Porto, Coimbra e Algarve &#8220;encontram-se totalmente preenchidos&#8221;, assegurou o INEM, avançando que está assim garantida a capacidade de atendimento e orientação das chamadas de emergência que recebe.</p>
<p>As duas últimas ondas de calor provocaram 123 óbitos em excesso, um valor abaixo das previsões do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa), revelou a diretora-geral da Saúde.</p>
<p>Numa entrevista ao jornal Público e à Rádio Renascença, Rita Sá Machado disse que será preciso esperar para perceber qual o impacto da mais recente onda de calor, mas que os dados até 06 de julho apontam para valores inferiores aos inicialmente previstos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787312]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo chinês escolhe construtora bracarense dst para construir empreendimento turístico de 52 milhões no Alentejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:51:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O dstgroup foi escolhido pelo grupo chinês CALB para construir um novo empreendimento turístico em Vila Nova de Santo André, num investimento de 52 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dstgroup foi escolhido pelo grupo chinês CALB para construir um novo empreendimento turístico em Vila Nova de Santo André, num investimento de 52 milhões de euros.</p>
<p>Segundo avança o <em>Negócios</em>, a CALB é o investidor internacional responsável pelo projeto, que terá capacidade para acolher cerca de 1.200 hóspedes distribuídos por 339 unidades de alojamento.</p>
<p>A empreitada será executada através da ZETHAUS, a marca do dstgroup dedicada à construção industrializada, num projeto que representa uma das maiores aplicações deste modelo construtivo no setor turístico em Portugal.</p>
<p>O empreendimento pretende reforçar a oferta de alojamento no litoral alentejano, uma região que tem registado um forte crescimento da atividade económica, empresarial e turística, contribuindo para aumentar a capacidade de resposta à procura.</p>
<p>Para a execução da obra, a ZETHAUS recorrerá a soluções de industrialização 2D e 3D, combinando elementos pré-fabricados de betão produzidos pelo grupo com módulos industrializados totalmente equipados, incluindo instalações sanitárias e kitchenettes (PODS). Segundo a empresa, esta metodologia permite reduzir tempos de construção, aumentar a eficiência, melhorar o controlo de qualidade e assegurar maior previsibilidade na execução da obra.</p>
<p>Citado em comunicado, Sérgio Xisto, administrador comercial do dstgroup, considera que o projeto demonstra a maturidade que a construção industrializada já atingiu em Portugal.</p>
<p>&#8220;Este projeto demonstra que a construção industrializada já não é, do ponto de vista da escala e da concretização, uma ficção, mas sim uma realidade capaz de responder a necessidades concretas e a projetos de elevada complexidade&#8221;, afirma o responsável, acrescentando que a escolha da solução ZETHAUS representa &#8220;um reconhecimento muito relevante da capacidade que temos vindo a construir&#8221;.</p>
<p>A obra envolverá várias empresas do grupo, incluindo a dst, responsável pela coordenação global da empreitada, a ZETHAUS, a prelabt, que produzirá os elementos pré-fabricados de betão, e a dte, encarregue das especialidades técnicas.</p>
<p>A conclusão do empreendimento está prevista para o verão de 2028.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787306]]></sapo:autor>
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		<title>Operação &#8220;Kickoff&#8221;: Cerca de dez elementos dos No Name Boys detidos por suspeitas de homicídio tentado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 08:46:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está uma investigação relacionada com suspeitas de agressões ocorridas antes do jogo de futsal entre Sporting e Benfica, disputado a 19 de fevereiro deste ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A PSP deteve esta quinta-feira dez elementos da claque não oficial do Benfica, No Name Boys, durante uma operação policial realizada na Área Metropolitana de Lisboa. Em causa está uma investigação relacionada com suspeitas de agressões ocorridas antes do jogo de futsal entre Sporting e Benfica, disputado a 19 de fevereiro deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação foi conduzida pela Divisão de Investigação Criminal do Comando Metropolitano de Lisboa e teve início às 7h00. Segundo a PSP, tratou-se de uma ação “de grande envergadura” no âmbito de um inquérito dirigido pela 11.ª Secção do DIAP de Lisboa.</p>
<p class="isSelectedEnd">No total, foram cumpridos 11 mandados de busca domiciliária e efetuadas dez detenções. A PSP mobilizou vários elementos para a operação, envolvendo meios das áreas de investigação criminal e de ordem pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a polícia, os alvos da operação são elementos do grupo organizado de adeptos No Name Boys, suspeitos de envolvimento em agressões antes do dérbi de futsal entre Sporting Clube de Portugal e Sport Lisboa e Benfica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A PSP informou ainda que, durante as buscas domiciliárias, foi apreendida diversa prova material, que será integrada no inquérito em curso.</p>
<p>A investigação incide sobre a eventual prática de crimes associados à violência no desporto, no contexto dos incidentes registados antes do jogo de futsal entre os dois clubes lisboetas.</p>
]]></content:encoded>
					
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