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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Maioria das empresas quer investir mais em IA, mas só 7% estão preparadas, revela estudo da Deloitte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:59:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas estão a reforçar o investimento em inteligência artificial (IA), mas a grande maioria ainda não se sente preparada para acompanhar o ritmo da transformação em curso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas estão a reforçar o investimento em inteligência artificial (IA), mas a grande maioria ainda não se sente preparada para acompanhar o ritmo da transformação em curso.</p>
<p>Segundo o estudo “2026 Global Human Capital Trends – From tensions to tipping points: Choosing the human advantage”, da Deloitte, 85% das organizações reconhecem a necessidade de aumentar a sua capacidade de adaptação, mas apenas 7% consideram estar verdadeiramente preparadas para responder à velocidade da mudança.</p>
<p>O relatório aponta para uma mudança estrutural na forma como o trabalho é concebido e executado, num contexto em que a IA está a acelerar transformações que ultrapassam a capacidade de resposta de muitas empresas. Ainda assim, 7 em cada 10 líderes empresariais afirmam que a sua principal estratégia para os próximos três anos passa por ganhar rapidez e agilidade, de forma a acompanhar a evolução das necessidades do mercado.</p>
<p>A pressão sobre as organizações é visível no terreno. De acordo com o estudo, os profissionais enfrentam um ritmo de mudança cada vez mais intenso, com um terço dos inquiridos a afirmar ter passado por 15 alterações significativas no último ano. Apesar disso, apenas 27% dos líderes consideram que as suas organizações gerem bem os processos de mudança.</p>
<p>Perante este cenário, a Deloitte defende que as empresas precisam de passar de um modelo tradicional de gestão da mudança para uma lógica de adaptação contínua, incorporando aprendizagem, feedback e ajustamentos em tempo real diretamente no fluxo de trabalho.</p>
<p>A IA surge aqui como peça central, não apenas como ferramenta tecnológica, mas como elemento que obriga a repensar a própria organização do trabalho. Segundo o estudo, muitas empresas continuam a aplicar estas tecnologias sobre processos já existentes, sem redesenhar funções ou formas de colaboração entre pessoas e máquinas, o que limita o retorno do investimento.</p>
<p>Para Inês Vaz Pereira, Partner da Deloitte, está em curso uma transformação profunda na forma como o trabalho é pensado. “A rápida velocidade a que as mudanças económicas, sociais e tecnológicas acontecem tem exigido às organizações uma capacidade de adaptação fora do comum”, refere, sublinhando que o fator diferenciador não estará apenas na tecnologia, mas na forma como esta se combina com o talento humano.</p>
<p>A cultura organizacional é outro dos pontos críticos identificados. O estudo indica que 65% das empresas admitem que terão de alterar significativamente a sua cultura para acompanhar o impacto da IA. A Deloitte alerta ainda para o risco de “culture debt”, ou seja, efeitos negativos acumulados quando a dimensão cultural é desvalorizada durante processos de transformação.</p>
<p>Outro dos desafios passa pela confiança e pela forma como as decisões são tomadas num contexto cada vez mais automatizado. O relatório destaca a necessidade de maior transparência e responsabilização, sublinhando que a ausência de regras claras pode afetar a qualidade das decisões e a coesão interna das organizações.</p>
<p>Também a estrutura tradicional das empresas está sob pressão. Áreas como recursos humanos, tecnologia ou finanças, muitas vezes organizadas de forma estanque, revelam-se pouco adequadas às exigências atuais de agilidade e colaboração transversal.</p>
<p>O estudo identifica ainda um conjunto de práticas associadas às organizações mais avançadas, como a integração da aprendizagem contínua no dia a dia de trabalho, o reforço da confiança no uso da IA através da transparência, o redesenho de funções e processos para equilibrar objetivos de negócio e impacto humano, e a valorização da cultura como elemento central da transformação.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781565]]></sapo:autor>
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		<title>Geração Z quer sair de casa, mas o salário não deixa: 56% vivem com os pais e quase todos dizem que recebem pouco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Z]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Randstad Research]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo cruza dados oficiais do INE e do Eurostat, referentes ao primeiro trimestre de 2026 e ao ano de 2025, com um inquérito dirigido a pessoas nascidas entre 1997 e 2012]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de metade dos jovens da Geração Z em Portugal ainda vivem com os pais ou familiares e mais de nove em cada dez consideram que os salários praticados não são justos face ao custo de vida. A conclusão consta do mais recente relatório da Randstad Research, “A Geração Z no Mercado de Trabalho: Uma Redefinição do Sucesso Profissional”, que analisa a entrada destes jovens no mercado de trabalho e as novas prioridades que estão a alterar a forma como as empresas atraem e retêm talento.</p>
<p>O estudo cruza dados oficiais do INE e do Eurostat, referentes ao primeiro trimestre de 2026 e ao ano de 2025, com um inquérito dirigido a pessoas nascidas entre 1997 e 2012. O retrato mostra uma geração pressionada pela habitação, pelo poder de compra e por expectativas profissionais que já não se esgotam no salário.</p>
<p>De acordo com a Randstad Research, 93,4% dos jovens inquiridos dizem que as remunerações praticadas não são justas face ao custo de vida. O impacto é direto na autonomia financeira e na transição para a vida adulta: 56,2% ainda residem com os pais ou familiares.</p>
<p>A pressão da habitação é uma das principais explicações. Segundo o relatório, 55,8% dos inquiridos canalizam mais de 40% do salário líquido mensal para despesas de habitação, incluindo renda, prestação e utilidades. Quase um em cada quatro jovens, 24,5%, acumula duas ou mais fontes de rendimento.</p>
<p>A instabilidade financeira não impede, porém, que a Geração Z esteja a reordenar as prioridades no trabalho. O estudo mostra que 37,5% dos jovens mudaram de empregador nos últimos 12 meses, mas a principal razão para sair não foi o salário. A ausência de progressão na carreira foi apontada por 55% dos inquiridos como motivo de mudança, enquanto a insatisfação com a remuneração direta justificou 15% das saídas.</p>
<p>Este dado revela uma alteração relevante nas dinâmicas laborais. Para estes jovens profissionais, a evolução interna, o desenvolvimento de competências e a possibilidade de crescer dentro das organizações pesam cada vez mais nas decisões de carreira.</p>
<p>O relatório identifica também uma perceção elevada de subutilização dentro das empresas. Mais de metade dos jovens, 58,7%, afirmam ter capacidades para fazer mais do que aquilo que fazem atualmente nas suas funções. A este sentimento junta-se uma perceção de afastamento das chefias: 40,4% dizem que os seus managers não se preocupam genuinamente com o seu futuro profissional.</p>
<p>A preparação para o mercado de trabalho é outro ponto crítico. Segundo a Randstad Research, 73% dos jovens consideram que o sistema educativo não os preparou para os desafios práticos do ambiente laboral. O dado reforça a necessidade de maior ligação entre formação, competências aplicadas e realidade empresarial.</p>
<p>A flexibilidade tornou-se, entretanto, um fator decisivo. Mais de um quarto dos profissionais da Geração Z, 27,2%, afirmam que recusariam uma proposta com salário superior se a empresa não permitisse teletrabalho. O modelo híbrido ou remoto deixou, por isso, de ser apenas um benefício adicional e passou a ser um elemento crítico na atração de talento.</p>
<p>A adoção de tecnologia também marca esta geração. O relatório indica que 72,8% dos jovens utilizam ferramentas de Inteligência Artificial generativa nas rotinas diárias, e 69,9% destes utilizadores dizem sentir impacto direto na produtividade. Ainda assim, 44,1% afirmam nunca ter recebido formação formal em IA por parte dos empregadores, enquanto 21,3% desenvolveram competências nesta área de forma totalmente autodidata.</p>
<p>Para Isabel Roseiro, diretora de Marketing da Randstad Portugal, os resultados mostram uma mudança estrutural nas métricas de atração e retenção de talento. “A Geração Z tem um perfil altamente qualificado, mas as suas decisões de carreira são fortemente condicionadas por fatores macroeconómicos. Por isso, a remuneração isolada deixa de ser o único indicador competitivo”, afirma.</p>
<p>A responsável defende que as empresas terão de ajustar as suas propostas de valor para responder a este novo perfil de trabalhadores. “Para garantir a estabilidade das equipas e mitigar a rotatividade, as organizações necessitam de estruturar propostas de valor que integrem planos claros de progressão interna, modelos flexíveis de trabalho e investimento contínuo na capacitação digital, nomeadamente em Inteligência Artificial”, sublinha Isabel Roseiro.</p>
<p>A leitura da Randstad Research aponta, assim, para uma geração qualificada, tecnologicamente ativa e disposta a mudar de emprego quando não encontra espaço para crescer. Mas mostra também uma geração condicionada por salários que não acompanham o custo de vida, por dificuldades no acesso à habitação e por uma entrada no mercado de trabalho marcada por exigências diferentes das gerações anteriores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781555]]></sapo:autor>
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		<title>O sismo que voltou a acordar o fantasma de 1900: Venezuela já tinha vivido um desastre quase igual</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-sismo-que-voltou-a-acordar-o-fantasma-de-1900-venezuela-ja-tinha-vivido-um-desastre-quase-igual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Sismo de 1900 permanece como o maior já registado instrumentalmente na Venezuela e é o grande precedente para os tremores que voltaram agora a atingir com força a zona costeira de La Guaira, Caracas e outros estados do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito antes do sismo de magnitude 7,5 que atingiu a Venezuela esta quarta-feira, o país já tinha sido abalado por um tremor comparável. A 29 de outubro de 1900, às 4h42, um sismo estimado entre 7,6 e 7,7 devastou Caracas e grande parte da costa central, num episódio que ficou conhecido como o sismo de San Narciso, por ter ocorrido no dia de São Narciso, recorda o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<p>O abalo histórico continua a ser uma das principais referências para compreender o risco sísmico venezuelano. De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, citado pelo jornal espanhol, o sismo de 1900 permanece como o maior já registado instrumentalmente na Venezuela e é o grande precedente para os tremores que voltaram agora a atingir com força a zona costeira de La Guaira, Caracas e outros estados do país.</p>
<p>A Venezuela declarou o estado de emergência depois do novo terramoto, num cenário descrito como devastador. O paralelismo com 1900 tornou-se inevitável, não apenas pela magnitude do abalo, mas também pela memória de destruição deixada pelo sismo de San Narciso.</p>
<p>A Fundação Venezuelana de Investigação Sismológica atribui uma magnitude de 8,0 ao sismo de 1900, enquanto o Serviço Geológico dos Estados Unidos e vários estudos científicos mais recentes recalcularam o evento para uma magnitude entre 7,6 e 7,7. A diferença resulta da revisão moderna dos dados históricos, uma vez que, no início do século XX, a Venezuela ainda não tinha uma rede instrumental capaz de medir os sismos com os padrões atuais.</p>
<p>O sismo de San Narciso provocou 21 mortos e mais de 50 feridos, segundo a Funvisis e o relatório histórico utilizado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos. Em Caracas, os estragos foram extensos. A Catedral e as igrejas de São Francisco, Santa Capilla, San José, La Pastora, Las Mercedes, La Trinidad, Santa Teresa e Santa Rosalía ficaram gravemente afetadas, a par de numerosos edifícios públicos e casas particulares.</p>
<p>Na costa central, os efeitos também foram severos. Em Camurí, abriu-se uma fenda com cerca de 300 metros de comprimento. Em Naiguatá, a igreja ficou completamente destruída. Fortes ondas atingiram Macuto, as linhas telegráficas foram interrompidas e vários deslizamentos de terras danificaram a ferrovia entre Caracas e La Guaira.</p>
<p>Os danos estenderam-se ainda a outras localidades. Em Guatire, ruíram a igreja paroquial, o edifício do governo, o fórum, o registo civil e 237 casas. Em Guarenas, outras 72 habitações sofreram danos graves. O sismo foi sentido em Valência, Aragua de Barcelona, Barcelona, Píritu, Upata, El Callao, Ciudad Bolívar e San Fernando de Atabapo.</p>
<p>Os investigadores documentaram ainda numerosos efeitos geológicos associados à intensidade do abalo: deslizamentos de terra, quedas de rochas, avalanches sísmicas, ejeções de areia e água e outros fenómenos provocados pelo movimento violento do solo.</p>
<p>A dimensão do desastre demorou semanas a chegar ao resto do mundo. A 17 de novembro de 1900, o &#8216;New York Times&#8217; publicou um despacho recebido em Washington pelo encarregado de negócios da Venezuela, que resumia a destruição em termos claros: “Cerca de 300 edifícios ruíram; a torre da universidade e vários campanários ruíram, e os edifícios governamentais ficaram mais ou menos danificados. Grande parte da população vive agora em tendas.”</p>
<p>O jornal relatou ainda que a legação americana ficara inutilizável e que o então presidente venezuelano, Cipriano Castro, surpreendido pelo terramoto na Casa Amarela, saltou de uma janela e torceu um tornozelo. A história ficou na memória do país e foi também registada pela Funvisis.</p>
<p>A imprensa venezuelana deixou testemunhos igualmente fortes. O jornalista Armando Blanco escreveu, dias depois, no jornal &#8216;El Tiempo&#8217;, que “às 4h42 da manhã do dia 29, um súbito sismo atingiu a cidade e durou cerca de 25 segundos”. O tremor, acrescentou, foi “terrível, nunca antes sentido ou ouvido pelos atuais habitantes de Caracas”.</p>
<p>O desastre não terminou naquela manhã. A Funvisis documenta mais de 250 réplicas nos meses seguintes, o que obrigou muitos moradores a permanecer durante longos períodos em praças e terrenos baldios, com receio de novos desabamentos.</p>
<p>O sismo de San Narciso marcou também uma viragem científica na Venezuela. Até então, o país não dispunha de instrumentos sismológicos. Poucas semanas depois do terramoto, responsáveis do Observatório de Cagigal solicitaram ao governo a compra dos primeiros sismógrafos venezuelanos.</p>
<p>Os aparelhos, conhecidos como “Italiano” e “Inglês”, em referência aos fabricantes Agamennone e Ewing, foram adquiridos em 1901 e inauguraram a observação instrumental dos sismos na Venezuela, ainda que de forma rudimentar.</p>
<p>Desde então, o país sofreu outros sismos relevantes, como os de 1967, 1997 e 2018. Nenhum, porém, atingiu uma magnitude comparável à do sismo de San Narciso. Mais de um século depois, o novo terramoto volta a colocar esse episódio no centro da memória sísmica venezuelana e confirma-o como o grande marco histórico do risco geológico no país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781531]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Edifícios a ruir, pânico nas ruas e nuvens de poeira: as imagens que chocam o mundo após os sismos na Venezuela</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/edificios-a-ruir-panico-nas-ruas-e-nuvens-de-poeira-as-imagens-que-chocam-o-mundo-apos-os-sismos-na-venezuela/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[terramotos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dois fortes terramotos que abalaram a Venezuela na quarta-feira continuam a deixar imagens de enorme impacto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois fortes terramotos que abalaram a Venezuela na quarta-feira continuam a deixar imagens de enorme impacto. Enquanto as equipas de emergência prosseguem as operações de busca e salvamento, dezenas de vídeos partilhados nas redes sociais mostram edifícios destruídos, ruas cobertas de destroços e momentos de pânico vividos pela população durante os segundos que mudaram a vida de milhares de pessoas. Segundo as autoridades venezuelanas, citadas pelo jornal espanhol 20 Minutos, os sismos provocaram pelo menos 32 mortos e centenas de feridos.</p>
<p>As imagens começaram a circular poucas horas após os abalos sísmicos, registados com apenas 39 segundos de diferença. O principal terramoto atingiu magnitude 7,5, enquanto o primeiro movimento, inicialmente classificado como um sismo de magnitude 7,2, foi posteriormente identificado como um evento precursor. Os vídeos tornaram-se rapidamente virais por mostrarem em tempo real a violência dos abalos e os efeitos devastadores em várias zonas do país.</p>
<p>Entre os registos mais impressionantes encontram-se imagens captadas em Caracas, onde testemunhas filmaram o colapso de edifícios e enormes nuvens de poeira a invadir ruas e bairros inteiros. Num dos vídeos mais partilhados, um residente grava o momento em que várias estruturas cedem, relatando com evidente nervosismo que vários edifícios acabavam de ruir perante os seus olhos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="es" dir="ltr">ÚLTIMA HORA | Se registra poderoso terremoto de 7,1 de magnitud en Venezuela: reportan colapsos de varias edificaciones en Caracas <a href="https://t.co/vVhsFVi6Mi">https://t.co/vVhsFVi6Mi</a> <a href="https://t.co/Xi1BueJJit">pic.twitter.com/Xi1BueJJit</a></p>
<p>&mdash; AlbertoRodNews (@AlbertoRodNews) <a href="https://x.com/AlbertoRodNews/status/2069913754611966219?ref_src=twsrc%5Etfw">June 24, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Também no Aeroporto Internacional de Maiquetía, uma das áreas mais afetadas pela catástrofe, foram captadas cenas de grande tensão. As imagens mostram passageiros a correr em várias direções enquanto partes da infraestrutura sofrem danos e elementos das coberturas caem durante o sismo, gerando momentos de pânico generalizado.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">WATCH: Lights go out and debris falls inside Maiquetía Airport after a powerful earthquake (terremoto) struck Venezuela. <a href="https://t.co/FQVCqLqKBz">pic.twitter.com/FQVCqLqKBz</a></p>
<p>&mdash; Scope Report (@ScopeReport_) <a href="https://x.com/ScopeReport_/status/2069923354589434019?ref_src=twsrc%5Etfw">June 24, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Outro dos vídeos que mais atenção tem despertado foi gravado na zona de El Paraíso, em Caracas. As imagens mostram um edifício completamente destruído, reduzido a uma montanha de escombros, enquanto moradores observam, em choque, aquilo que restou da estrutura onde viviam ou trabalhavam.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="es" dir="ltr">ÚLTIMA HORA | Se registra poderoso terremoto de 7,1 de magnitud en Venezuela: reportan colapsos de varias edificaciones en la parroquia El Paraíso en Caracas <a href="https://t.co/vVhsFVi6Mi">https://t.co/vVhsFVi6Mi</a> <a href="https://t.co/A4x5uhuMdb">pic.twitter.com/A4x5uhuMdb</a></p>
<p>&mdash; AlbertoRodNews (@AlbertoRodNews) <a href="https://x.com/AlbertoRodNews/status/2069923810078253353?ref_src=twsrc%5Etfw">June 24, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>No estado de Miranda, mais concretamente em Guatire, surgiram igualmente vídeos que documentam os danos provocados pelos terramotos. Num dos registos é possível ver a fachada de um edifício severamente destruída, perante a incredulidade de pessoas que se encontravam na rua no momento da tragédia.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="es" dir="ltr">Terremoto Caracas 😩😱👇 <a href="https://t.co/hbjuDpZ8uF">pic.twitter.com/hbjuDpZ8uF</a></p>
<p>&mdash; Me dicen la Negra 🥰 🇻🇪 (@yeligamboa) <a href="https://x.com/yeligamboa/status/2069917523189911811?ref_src=twsrc%5Etfw">June 24, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>As imagens provenientes da capital venezuelana são particularmente impressionantes. Diversos vídeos mostram edifícios totalmente colapsados, ruas cobertas por detritos e densas nuvens de poeira que se espalham entre os bairros afetados. Em muitos casos, os residentes são vistos a abandonar as suas casas em pânico, receando novos desabamentos ou réplicas.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="es" dir="ltr">Edificaciones colapsadas tras terremoto en zona central de Venezuela.</p>
<p>Imágenes de Caracas a las 7:02pm. <a href="https://t.co/8uFFpo7Yql">pic.twitter.com/8uFFpo7Yql</a></p>
<p>&mdash; VVperiodistas (@VVperiodistas_) <a href="https://x.com/VVperiodistas_/status/2069919432894235129?ref_src=twsrc%5Etfw">June 24, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A destruição causada pelos sismos obrigou ainda muitas famílias a passarem a noite ao ar livre. Além das habitações que ficaram danificadas ou destruídas, o receio de novos abalos levou milhares de pessoas a permanecerem nas ruas, parques e espaços abertos, longe dos edifícios.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="es" dir="ltr">🇻🇪 | TERREMOTOS EN VENEZUELA &#8211; AHORA: Cientos de personas en Caracas pernoctan en las calles, ya sea por qué su edificio se encuentra dañado o por el temor a las constantes réplicas. <a href="https://t.co/0VO5vLiRAZ">pic.twitter.com/0VO5vLiRAZ</a></p>
<p>&mdash; Alerta News 24 (@AlertaNews24) <a href="https://x.com/AlertaNews24/status/2070034070893920709?ref_src=twsrc%5Etfw">June 25, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781497]]></sapo:autor>
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		<title>EDP integra programa com uma década que liga startups a gigantes da energia que já gerou 124 milhões em negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:29:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa internacional de inovação aberta Free Electrons assinala este ano uma década de atividade, com um impacto acumulado que já ultrapassa os 124 milhões de euros em negócios gerados. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa internacional de inovação aberta Free Electrons assinala este ano uma década de atividade, com um impacto acumulado que já ultrapassa os 124 milhões de euros em negócios gerados. Criado em 2016 por seis empresas do setor energético — entre as quais a EDP — o programa tornou-se uma das principais plataformas globais de ligação entre startups e utilities.</p>
<p>A 10.ª edição está agora a entrar numa nova fase com a realização do bootcamp presencial em Lisboa, que decorre entre 23 e 25 de junho. A EDP assume o papel de anfitriã desta etapa, que junta 30 startups selecionadas após um processo competitivo de candidaturas e avaliação. As sessões estão a decorrer no MAAT Central e no Palácio do Marquês de Tancos.</p>
<p>Durante o bootcamp, startups e utilities trabalham lado a lado em reuniões individuais e sessões colaborativas, com o objetivo de testar o alinhamento entre as soluções tecnológicas propostas e as necessidades reais do setor energético. A ideia é acelerar decisões, identificar oportunidades de pilotos e abrir caminho a futuras parcerias com impacto direto nas áreas de negócio.</p>
<p>No final desta fase serão escolhidas 15 startups para avançar no programa. Estas seguem depois para o Master Module, marcado para 14 de setembro no Reino Unido, onde será definido um plano mais concreto para potenciais projetos-piloto. A grande final terá lugar no Canadá, a 16 de novembro, incluindo um Open Day onde será eleita a startup do ano.</p>
<p>Ao longo de dez anos, o Free Electrons consolidou-se como uma das maiores iniciativas globais de open innovation no setor da energia. O programa já envolveu mais de 275 startups e deu origem a 340 colaborações, incluindo 274 pilotos, 37 implementações reais e 29 investimentos, reforçando o seu papel na aceleração da transição energética através de soluções desenvolvidas em conjunto entre startups e utilities.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781537]]></sapo:autor>
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		<title>O que nos ensinam as seleções campeãs sobre liderança empresarial?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Adelino Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Solfut - I HAVE THE POWER]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Adelino Cunha, CEO Solfut - I HAVE THE POWER]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adelino Cunha, CEO Solfut &#8211; I HAVE THE POWER</p>
<p>Durante o Campeonato do Mundo, milhões de pessoas observam os golos, os esquemas táticos e as decisões dos treinadores, mas existe um fator menos visível, e talvez mais decisivo, que distingue as equipas campeãs das restantes: a preparação mental. Hoje, ninguém questiona que um atleta de alta competição trabalhe com psicólogos, coaches, especialistas em visualização, treino emocional, concentração e resiliência. O curioso é que muitas empresas continuam a acreditar que os resultados dependem só de estratégia, processos ou tecnologia. A realidade é que as organizações são feitas de pessoas e pessoas em estados emocionais diferentes produzem resultados diferentes.</p>
<p><strong>O músculo invisível</strong></p>
<p>Quando observamos um penálti nos últimos minutos de um jogo decisivo, não estamos apenas perante uma demonstração de técnica, estamos perante uma demonstração de gestão emocional. Os jogadores que conseguem manter a calma sob pressão não são necessariamente os mais talentosos. São aqueles que treinaram a sua mente para responder em vez de reagir.</p>
<p>No mundo empresarial acontece exatamente o mesmo. Um comercial que perde um grande cliente, um líder que enfrenta uma crise inesperada, uma equipa sujeita a uma mudança organizacional, um CEO que tem de tomar decisões em ambientes de elevada incerteza. O que determina a diferença entre o sucesso e o fracasso não é apenas aquilo que sabem fazer, mas sobretudo o estado mental a partir do qual atuam.</p>
<p><strong>Não é a pressão que cria o carácter. É o treino.</strong></p>
<p>Nas últimas décadas, assistimos a investimentos extraordinários em inteligência artificial, automação e digitalização. No entanto, continuamos a verificar níveis recorde de stress, burnout, absentismo e falta de compromisso. Porque é que as empresas investem milhões em tecnologia e quase nada na capacidade mental das suas pessoas?</p>
<p>Paradoxalmente, enquanto um atleta de elite dedica centenas de horas ao treino psicológico, muitos profissionais são promovidos para funções de liderança sem qualquer preparação para gerir emoções, conflitos, pressão ou equipas. É como pedir a um jogador para disputar uma final do Mundial sem nunca ter treinado a componente mental. Esperar resultados extraordinários sem preparar as pessoas para os produzir é uma contradição estratégica.</p>
<p><strong>A vantagem competitiva</strong></p>
<p>A inteligência artificial irá democratizar o acesso ao conhecimento e a tecnologia tornará processos cada vez mais eficientes, mas existem competências que continuarão a ser exclusivamente humanas: adaptabilidade; inteligência emocional; capacidade de recuperação perante a adversidade; criatividade; influência; liderança inspiradora; e capacidade de manter a clareza em ambientes complexos.</p>
<p>As organizações vencedoras não serão aquelas que tiverem apenas mais tecnologia, mas sim as que conseguirem desenvolver seres humanos com maior capacidade de desempenho sob pressão, tal como acontece nas grandes seleções.</p>
<p><strong>A ciência já demonstrou aquilo que o desporto descobriu há décadas</strong></p>
<p>Os melhores atletas do mundo utilizam visualização mental, gestão das emoções, criação de hábitos, foco e treino da confiança. Vejamos alguns exemplos: Michael Phelps ensaiava mentalmente cada prova centenas de vezes; Novak Djokovic atribui uma parte significativa dos seus resultados ao trabalho psicológico; e Cristiano Ronaldo é um exemplo extraordinário de disciplina mental e capacidade de superação. Nenhum deles confia apenas no talento porque o talento ganha jogos, mas é a mentalidade que conquista campeonatos.</p>
<p>Acredito que uma das maiores lições do Campeonato do Mundo, e que deve ser seriamente considerada pelo tecido empresarial português, é que as equipas não vencem porque têm apenas os melhores jogadores. Vencem porque conseguem extrair o melhor de cada jogador nos momentos mais importantes. E esta é, precisamente, a missão da liderança moderna.</p>
<p>Mais do que gestores de tarefas, os líderes do futuro terão de ser treinadores de potencial humano. Terão de criar ambientes de confiança, desenvolver a resiliência, potenciar talentos e ajudar as pessoas a manterem-se emocionalmente fortes perante a mudança porque, no fim, as empresas não competem apenas através dos seus produtos, mas sim da qualidade das decisões que as suas pessoas são capazes de tomar. E essa qualidade das decisões depende sempre da qualidade do estado mental em que essas decisões são tomadas.</p>
<p>No futebol e nos negócios, os campeões não são aqueles que apenas treinam mais. São aqueles que treinam aquilo que os outros não veem e é precisamente aí que nasce a verdadeira vantagem competitiva.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Adelino Cunha, CEO Solfut - I HAVE THE POWER]]></sapo:autor>
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		<title>easyJet rejeita quarta proposta de aquisição do fundo americano Castlelake de 5.720 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea britânica de baixo custo easyJet rejeitou hoje uma quarta proposta preliminar de aquisição apresentada pelo fundo de investimento norte-americano Castlelake, avaliada em 4.930 milhões de libras (5.720 milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A companhia aérea britânica de baixo custo easyJet rejeitou hoje uma quarta proposta preliminar de aquisição apresentada pelo fundo de investimento norte-americano Castlelake, avaliada em 4.930 milhões de libras (5.720 milhões de euros).</p>
<p>A empresa explicou que a proposta, que ainda não constitui uma oferta firme, prevê a aquisição da totalidade das ações da easyJet a um preço de 6,50 libras (7,54 euros) por ação.</p>
<p>O Conselho de Administração da easyJet rejeitou por unanimidade a iniciativa, considerando que esta &#8220;subvaloriza significativamente&#8221; as perspetivas do grupo, ao mesmo tempo que mantém dúvidas quanto à viabilidade da operação.</p>
<p>No entanto, a easyJet aceitou conceder ao fundo acesso limitado a informações comerciais para facilitar uma eventual melhoria da proposta e solicitou uma prorrogação de nove dias do prazo estabelecido pela regulamentação britânica em matéria de aquisições.</p>
<p>Desta forma, o consórcio liderado pela Castlelake terá até às 17:00, hora local, do dia 05 de julho para decidir se apresenta uma oferta formal ou se retira o seu interesse.</p>
<p>A companhia aérea afirmou ainda que mantém reservas quanto à estrutura proposta, segundo a qual a operação seria articulada através de um consórcio controlado em 49% pela Castlelake e outros coinvestidores, e em 51% por investidores europeus, entre os quais os ex-dirigentes do setor aéreo Peter Bellew e Mark Breen.</p>
<p>A easyJet defendeu que se encontra numa posição de força, com uma sólida situação de tesouraria, e reiterou o seu objetivo de atingir um lucro antes de impostos superior a 1.000 milhões de libras (1.160 milhões de euros) a médio prazo.</p>
<p>Esta é a quarta proposta do fundo, que no início do mês avançou também com uma tentativa de aquisição da companhia britânica.</p>
<p>O presidente executivo da Air France-KLM, Benjamin Smith, afirmou que a empresa poderá estar interessada em adquirir alguns ativos da companhia aérea britânica easyJet, caso avance uma eventual compra da transportadora pelo fundo norte-americano Castlelake.</p>
<p>O responsável esclareceu, contudo, que o grupo não está envolvido em qualquer oferta pela easyJet e sublinhou que a Castlelake ainda não formalizou qualquer proposta.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781516]]></sapo:autor>
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		<title>Terramotos na Venezuela: plataformas digitais já ajudaram a localizar centenas de pessoas, mas há mais de 20 mil desaparecidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As operações de busca e salvamento continuam a decorrer na Venezuela na sequência dos dois fortes sismos registados a 24 de junho, enquanto aumenta o número de pessoas dadas como desaparecidas nas zonas mais afetadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As operações de busca e salvamento continuam a decorrer na Venezuela na sequência dos dois fortes sismos registados a 24 de junho, enquanto aumenta o número de pessoas dadas como desaparecidas nas zonas mais afetadas. Para ajudar a localizar vítimas e reunir famílias separadas pela catástrofe, foram criadas plataformas digitais colaborativas que já acumulam cerca de 20 mil registos de pessoas procuradas ou encontradas.</p>
<p>Duas das principais iniciativas são as plataformas <a href="https://venezuelatebusca.com/" target="_blank" rel="noopener">“Venezuela Te Busca”</a> e <a href="https://desaparecidosterremotovenezuela.com/" target="_blank" rel="noopener">“Desaparecidos Terramoto Venezuela”</a>, criadas para centralizar informações sobre desaparecidos na sequência dos abalos sísmicos de magnitude 7,1 e 7,5 na escala de Richter. As ferramentas permitem que familiares e amigos comuniquem desaparecimentos, consultem registos existentes e atualizem informações sempre que uma pessoa é localizada.</p>
<p>Os números divulgados pelas plataformas revelam a dimensão da crise humanitária. Na página “Desaparecidos Terramoto Venezuela”, que já reúne cerca de 10 mil registos, mais de 500 pessoas foram encontradas. Já na plataforma “Venezuela Te Busca”, o número de reencontros ultrapassa as 300 pessoas, demonstrando a importância destas ferramentas num contexto em que milhares de famílias continuam sem notícias dos seus familiares.</p>
<p>Uma das iniciativas partiu da empreendedora digital Julia Alessandra Mariano, que desenvolveu a plataforma colaborativa “Venezuela Te Busca” durante os trabalhos de emergência desencadeados após os terramotos. O objetivo passa por criar um ponto único de consulta para facilitar a troca de informações entre familiares, equipas de socorro e cidadãos que procuram desaparecidos.</p>
<p>Em declarações ao jornal venezuelano El Diario, Julia Alessandra Mariano explicou que a adesão à plataforma superou todas as expectativas. Segundo a responsável, o elevado volume de acessos provocou várias interrupções temporárias no funcionamento do sistema. “O sistema entrou em colapso em várias ocasiões, mas encontra-se operacional”, afirmou.</p>
<p>A plataforma funciona como um registo colaborativo online onde qualquer utilizador pode comunicar o desaparecimento de uma pessoa, consultar relatórios já existentes e indicar quando alguém foi localizado. O mesmo objetivo é partilhado pela plataforma “Desaparecidos Terramoto Venezuela”, que também continua a receber novos registos à medida que avançam as operações de resgate.</p>
<p>A tragédia provocada pelos sismos deixou dezenas de mortos confirmados, milhares de edifícios destruídos ou danificados e um número ainda indeterminado de desaparecidos. À medida que as equipas de emergência avançam para zonas mais isoladas e continuam a remover destroços, as autoridades admitem que o balanço de vítimas poderá aumentar.</p>
<p>Entretanto, as autoridades portuguesas acompanham a situação devido à presença de uma significativa comunidade luso-descendente no país sul-americano. Os consulados-gerais de Portugal em Caracas e Valência disponibilizaram contactos de emergência para apoiar cidadãos portugueses afetados pela catástrofe ou que necessitem de assistência consular.</p>
<p>Numa comunicação divulgada nas redes sociais, o Consulado-Geral de Portugal em Caracas informou que está a acompanhar permanentemente a evolução da situação e permanece atento a quaisquer emergências que possam envolver cidadãos portugueses.</p>
<p>Para a região de Caracas, os pedidos urgentes podem ser comunicados através do número +58 414-466.53.50 ou do endereço eletrónico cgcaracas@mne.pt. Já para a área de Valência, está disponível o número +58 412-040.55.65 e o endereço de correio eletrónico valencia@mne.pt.</p>
<p>Enquanto prosseguem os esforços de resgate no terreno, as plataformas digitais de procura de desaparecidos tornaram-se uma das principais ferramentas de apoio às famílias, permitindo acelerar a identificação de sobreviventes e facilitar o reencontro de milhares de pessoas separadas pela maior tragédia sísmica que a Venezuela enfrenta nos últimos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781496]]></sapo:autor>
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		<title>TVDE em Lisboa: Operadores rejeitam contingentes por zonas e propõem preço mínimo de 4,75 euros por viagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[câmara municipal de lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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		<category><![CDATA[TVDE]]></category>
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					<description><![CDATA[APTAD – Associação Portuguesa de Transportadores em Automóveis Descaracterizados reagiu à decisão com uma posição clara: aceita o diagnóstico, mas rejeita a solução de limites por zonas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação da moção “Regular o TVDE” pela Câmara Municipal de Lisboa abriu uma nova frente no debate sobre o futuro dos veículos descaracterizados na capital. A proposta, apresentada pelo PCP e aprovada esta quarta-feira, defende que o Governo e a Assembleia da República avancem com regimes de contingentação territorial da atividade, atribuindo aos municípios competências próprias para limitar o número de viaturas TVDE a operar em cada território.</p>
<p>A APTAD – Associação Portuguesa de Transportadores em Automóveis Descaracterizados reagiu à decisão com uma posição clara: aceita o diagnóstico, mas rejeita a solução de limites por zonas. “Criar um limite por zonas com base em números que não existem é arriscar errar na decisão”, alerta a associação, num comunicado divulgado esta quinta-feira.</p>
<p>A associação começa por sublinhar que “valoriza e saúda a atenção dada ao setor do TVDE e aos problemas que hoje enfrenta”. Para a APTAD, o reconhecimento de que existem veículos a mais no mercado, com efeitos diretos na rentabilidade das empresas e nas condições de trabalho dos motoristas, é um diagnóstico que partilha e para o qual diz ter alertado “de forma pública e repetida, há vários anos”.</p>
<p>“Há, por isso, acordo no diagnóstico”, afirma a associação. A divergência está nas soluções propostas e, sobretudo, na ideia de limitar a atividade por zonas geográficas. Para a APTAD, este caminho pode reduzir o serviço, tornar a oferta mais rígida e criar desigualdades entre territórios.</p>
<p>A moção aprovada pela Câmara de Lisboa parte de um diagnóstico duro sobre o impacto dos TVDE na cidade. O texto defende que o crescimento “ilimitado” do setor tem acumulado problemas no funcionamento do transporte de passageiros, no congestionamento das vias urbanas, na utilização abusiva de espaços de circulação e estacionamento e na degradação das condições de trabalho dos motoristas.</p>
<p>No documento, o PCP sustenta que o problema deixou de ser apenas uma questão de mobilidade e passou a ser “um problema urbano”, com efeitos no ordenamento do território, na qualidade de vida, na circulação dos transportes coletivos e na sustentabilidade do setor do táxi. A moção defende, por isso, a criação de contingentes de base territorial, de escala municipal ou intermunicipal.</p>
<p>A APTAD contesta precisamente esse modelo. “O TVDE é, por lei e na prática, um serviço de âmbito nacional”, defende a associação. Segundo o comunicado, os números disponíveis sobre veículos inscritos, motoristas, viagens e taxa de ocupação são contabilizados a essa escala, e não por município ou zona da cidade.</p>
<p>“Não há dados separados que permitam saber, com rigor, quantos veículos a mais existem especificamente em Lisboa”, acrescenta a APTAD. É por isso que a associação considera arriscado criar limites territoriais com base em informação que diz não existir de forma autónoma para a capital.</p>
<p>A crítica vai além da falta de dados. Para a APTAD, uma contingentação por zonas aproximaria o TVDE do regime do táxi e apagaria a diferença entre os dois serviços. A associação entende que qualquer medida deste tipo “acaba por reduzir o serviço, tornar a oferta mais rígida e criar desigualdades entre territórios”.</p>
<p>Outro risco apontado é o chamado problema das fronteiras e do regresso vazio. A associação alerta que um veículo que transporte um cliente para fora da sua zona poderia ser obrigado a regressar sem passageiro. “No TVDE, que trabalha com preços variáveis e depende de manter os carros ocupados, esse custo é impossível de suportar”, sustenta.</p>
<p>A moção aprovada também critica o acordo de colaboração anunciado entre a Câmara Municipal de Lisboa e as plataformas Uber e Bolt, por considerar que esse entendimento não toca na questão central: limitar o número de veículos TVDE a operar na cidade. O acordo previa restrições territoriais, locais de paragem dedicados e metas de descarbonização da frota até 2030, mas, segundo a moção, fica aquém da resposta necessária.</p>
<p>A APTAD não rejeita a necessidade de limitar o excesso de veículos. Pelo contrário, afirma que “não é contra limitar o excesso de veículos” e que defende essa limitação. A diferença está no critério. Para a associação, a solução deve passar pela “taxa de ocupação de cada plataforma”, e não por fronteiras geográficas.</p>
<p>Segundo a APTAD, a taxa de ocupação é “um indicador simples, claro e fácil de medir”, capaz de mostrar quantos veículos a mais cada plataforma tem. A associação considera que este modelo atua “sobre a verdadeira causa do problema, sem os efeitos negativos da divisão por zonas”.</p>
<p>Além desta proposta, a associação defende uma medida local que considera capaz de produzir efeitos imediatos: a criação de um preço mínimo por viagem de TVDE ligado ao valor do bilhete de transporte público. “Há, no entanto, uma medida verdadeiramente local que pode ter resultados imediatos”, afirma o comunicado.</p>
<p>A proposta da APTAD é que as câmaras e as áreas metropolitanas passem a exigir que cada viagem de TVDE tenha “um preço mínimo igual a 2,5 vezes o valor do bilhete de transporte público”. Em Lisboa, esse mínimo seria de 4,75 euros por viagem, tendo por base o bilhete de 1,90 euros.</p>
<p>A associação justifica esta medida com o impacto dos preços baixos na concorrência com os transportes públicos. “O excesso de veículos faz baixar os preços de forma artificial, levando o TVDE a competir de forma direta e injusta com os transportes públicos”, sustenta a APTAD.</p>
<p>O comunicado destaca ainda que “cerca de 50% das viagens de TVDE são feitas com um só passageiro”. Para a associação, trata-se de uma utilização pouco eficiente, que ocupa espaço na via pública e agrava o trânsito que a própria moção pretende combater. Um preço mínimo ligado ao transporte público poderia, segundo a APTAD, desincentivar viagens individuais em percursos onde os transportes coletivos servem melhor a procura.</p>
<p>A discussão surge num momento politicamente sensível para o setor. A APTAD recorda que os projetos de lei apresentados pelos grupos parlamentares estão agora a ser discutidos na especialidade na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação. “É aí que se vai decidir o futuro da regulação do setor”, sublinha a associação.</p>
<p>A APTAD reafirma, por isso, a sua disponibilidade para participar no debate e defender uma regulação “assente em dados, tecnicamente sólida” e capaz de respeitar “a forma como o TVDE realmente funciona”.</p>
<p>O ponto de partida parece comum: há veículos a mais, pressão sobre empresas e motoristas e impactos na cidade. A divergência está no caminho. A moção aprovada em Lisboa quer abrir a porta a contingentes territoriais; a APTAD responde que o excesso deve ser travado pela taxa de ocupação das plataformas e por preços mínimos ligados ao transporte público, não por fronteiras dentro do serviço.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781476]]></sapo:autor>
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		<title>Sonae celebra 40 anos de programa criado por Belmiro de Azevedo e vai recrutar 80 jovens talentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:00:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Belmiro de Azevedo]]></category>
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		<category><![CDATA[Sonae]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa Contacto, iniciativa de atração e desenvolvimento de talento jovem do grupo Sonae, assinalou 40 anos de existência com um encontro que reuniu mais de uma centena de jovens talentos e quadros de liderança, no âmbito do Dia Contacto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Contacto, iniciativa de atração e desenvolvimento de talento jovem do grupo Sonae, assinalou 40 anos de existência com um encontro que reuniu mais de uma centena de jovens talentos e quadros de liderança, no âmbito do Dia Contacto.</p>
<p>Este ano, o programa vai integrar cerca de 80 jovens de elevado potencial, que iniciarão em setembro o seu percurso profissional nas várias empresas do grupo, através de experiências em diferentes áreas de negócio e projetos multidisciplinares.</p>
<p>A CEO da Sonae, Cláudia Azevedo, sublinhou a importância das novas gerações para a evolução da organização. “O Programa Contacto é uma das ferramentas mais poderosas de renovação da Sonae. Não podemos ter uma visão estagnada do mundo e é cada vez mais importante compreendermos o que cada geração pode trazer”, afirmou, destacando o contributo dos jovens para desafiar a forma como o grupo pensa e atua.</p>
<p>Criado em 1986 por iniciativa de Belmiro de Azevedo, o Programa Contacto tornou-se uma das principais portas de entrada para jovens talentos no grupo, tendo já proporcionado oportunidades a cerca de dois mil participantes ao longo de quatro décadas. Muitos deles viriam a construir carreiras dentro da própria Sonae e em posições de liderança no mercado.</p>
<p>O programa distingue-se por um modelo de desenvolvimento que combina desafios reais, formação contínua, mentoria, networking e contacto direto com líderes das várias áreas do grupo. Este ano, a iniciativa reforça também a dimensão internacional, acompanhando a expansão global das empresas do ecossistema Sonae.</p>
<p>Entre as empresas envolvidas estão a MC, Worten, Sierra, Musti, BrightPixel, Sparkfood, Universo, Sonae Arauco, SC Investments e The Editory Hotels, entre outras unidades do grupo.</p>
<p>O processo de seleção incluiu várias etapas, desde candidaturas online até vídeo pitches, assessment days no Porto e em Lisboa e momentos de networking com líderes e equipas de recursos humanos. O modelo termina com entrevistas finais e uma fase de matching entre candidatos e necessidades das empresas.</p>
<p>Sob o mote “Own your journey”, o programa continua a apostar numa abordagem centrada nas competências, valorizando não apenas o percurso académico, mas também o potencial de aprendizagem, o pensamento analítico, a curiosidade e a capacidade de colaboração.</p>
<p>Os jovens selecionados iniciam funções em setembro de 2026 e terão acesso a um percurso estruturado de formação e acompanhamento, com o objetivo de acelerar a integração e potenciar a criação de soluções e projetos dentro do grupo.</p>
<p>Ao longo dos seus 40 anos, o Programa Contacto tornou-se uma referência nacional e internacional na área da gestão de talento, tendo sido distinguido em prémios como os HRO Today Awards EMEA e reconhecido pela Gartner pelas suas boas práticas na experiência do candidato.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781490]]></sapo:autor>
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		<title>Vai de férias? 6 erros que deve evitar para não gastar mais do que o previsto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Dr. Finanças]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Planear bem as férias não elimina os imprevistos, mas pode reduzir significativamente o seu impacto financeiro. Descubra quais são os erros mais comuns no planeamento das férias e o que pode fazer para aproveitar este período com toda a tranquilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As férias de verão estão aí e a forma como planeia este momento tão aguardado pode ter impacto não só no seu orçamento, mas também na forma como poderá lidar com eventuais imprevistos.</p>
<p>Fazer reservas de última hora, não verificar as condições de cancelamento, subestimar o custo real da viagem ou assumir que o seguro cobre qualquer situação podem parecer meros detalhes, mas são erros que podem sair caro. A boa notícia é que muitos deles podem ser evitados com um pouco de planeamento. Antes de partir, descubra quais são os erros mais comuns na preparação das férias e o que pode fazer para os prevenir.</p>
<p><strong>1. Reservar tudo à última hora</strong></p>
<p>Esperar por promoções de última hora é uma tática que nem sempre resulta. Embora possam existir oportunidades pontuais, deixar a marcação de voos, alojamento ou transporte para os dias que antecedem a viagem acaba por reduzir as opções disponíveis e, em muitos casos, aumenta os custos totais.</p>
<p>Reservar com antecedência permite não só comparar preços com mais calma, como também beneficiar de campanhas promocionais e distribuir os gastos ao longo de vários meses. Além disso, terá mais flexibilidade para escolher datas, horários e alojamentos que se ajustem ao seu orçamento.</p>
<p>Se já sabe que pretende viajar durante as férias de verão ou noutra época de elevada procura, começar a planear a viagem com alguns meses de antecedência pode valer-lhe uma poupança significativa.</p>
<p><strong>2. Escolher a opção mais barata sem analisar as condições</strong></p>
<p>Quando se procura reduzir custos, é natural privilegiar as ofertas mais económicas. No entanto, focar-se apenas no preço pode ser um erro. Um voo aparentemente barato pode incluir custos adicionais com bagagem, escolha de lugares ou alterações de reserva. O mesmo acontece com alguns alojamentos, que podem cobrar taxas adicionais ou aplicar regras mais restritivas em caso de cancelamento.</p>
<p>Assim, antes de concluir uma reserva, é muito importante que verifique aspetos como:</p>
<p>&#8211; Condições de cancelamento e reembolso;</p>
<p>&#8211; Custos associados à bagagem;</p>
<p>&#8211; Taxas adicionais não incluídas no preço apresentado;</p>
<p>&#8211; Possibilidade de alterar datas sem penalizações elevadas.</p>
<p>Ter alguma flexibilidade pode ser particularmente importante quando a viagem é marcada com vários meses de antecedência. Caso surja um imprevisto, poder cancelar ou alterar a sua reserva sem grandes penalizações pode protegê-lo de prejuízos indesejados.</p>
<p><strong>3. Fazer contas apenas ao custo da viagem</strong></p>
<p>Muitas pessoas planeiam as férias somente com base no preço da viagem e/ou do alojamento, esquecendo-se de todas as despesas que surgem durante a estadia. Alimentação, combustível ou transportes locais, visitas, atividades de lazer e pequenas despesas como cafés, snacks ou souvenirs podem representar uma parte significativa do orçamento.</p>
<p>Por isso, antes de viajar, procure fazer uma estimativa realista dos gastos totais. Uma forma simples de o fazer passa por criar um orçamento, atribuindo um valor máximo a cada categoria de despesa. Já nas férias, pode ir registando os gastos que for fazendo. Desta forma, consegue perceber se se mantém dentro do orçamento previsto e corrigir eventuais desvios.</p>
<p><strong>4. Viajar sem uma margem financeira para imprevistos</strong></p>
<p>Mesmo quando tudo parece cuidadosamente planeado, podem surgir situações inesperadas. Uma avaria no carro, um atraso no voo, uma despesa médica ou a necessidade de prolongar a estadia por mais um dia são exemplos de acontecimentos que podem gerar custos adicionais.</p>
<p>Por esse motivo, é aconselhável reservar uma pequena almofada financeira para emergências. Idealmente, este montante deve estar separado do orçamento previsto para as férias e ser utilizado apenas quando necessário. Ao criar esta margem de segurança, reduz a probabilidade de recorrer ao cartão de crédito ou a outras formas de financiamento para suportar despesas inesperadas.</p>
<p><strong>5. Desconhecer os custos associados aos meios de pagamento</strong></p>
<p>Os meios de pagamento são um aspeto frequentemente negligenciado durante a preparação das férias. Mas, quando viaja para o estrangeiro, conhecer as condições de utilização dos seus cartões é particularmente importante.</p>
<p>Dependendo do destino, poderá ter de suportar custos com levantamentos, pagamentos ou conversão cambial. Estas despesas tendem a ser mais avultadas quando viaja para países fora da Zona Euro.</p>
<p>Assim, antes de partir, confirme:</p>
<p>&#8211; Os custos de levantamentos; &#8211; As comissões bancárias aplicáveis ao seu cartão pela utilização no estrangeiro;</p>
<p>&#8211; As regras de conversão de moeda;</p>
<p>&#8211; Os limites diários de utilização;</p>
<p>&#8211; A validade dos cartões.</p>
<p><strong>6. Não verificar as condições e exclusões do seguro de viagem</strong></p>
<p>Contratar um seguro de viagem pode garantir uma proteção importante contra um sem número de imprevistos. No entanto, um dos erros mais comuns dos viajantes consiste em não verificar as condições da apólice para saberem, ao certo, o que está efetivamente coberto. Esta verificação é importante porque as apólices incluem limites, exclusões e condições específicas que variam de seguradora para seguradora.</p>
<p>Dependendo do contrato, podem existir restrições relacionadas com:</p>
<p>&#8211; Doenças preexistentes;</p>
<p>&#8211; Determinadas atividades desportivas;</p>
<p>&#8211; Cancelamentos por motivos específicos; &#8211; Destinos considerados de risco;</p>
<p>&#8211; Limites máximos de indemnização.</p>
<p>Por isso, antes de viajar, leia atentamente as condições do seguro e confirme se as coberturas são adequadas ao destino e ao tipo de férias que pretende realizar.</p>
<p>Outra dica importante: antes de contratar o seguro de viagem, verifique se, entre os seus outros seguros ou até por via do cartão de crédito, já tem proteção para situações como assistência em viagem, despesas médicas, repatriamento ou cancelamento da viagem. Dessa forma, evitará duplicar coberturas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780161]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: PM polaco pede respeito pela História para acabar com tensão entre Gdansk e Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, apelou hoje para que polacos e ucranianos construam o seu futuro comum com base na verdade e no respeito mútuo, de forma a pôr fim às tensões entre os dois países em relação à memória da II Guerra Mundial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, apelou hoje para que polacos e ucranianos construam o seu futuro comum com base na verdade e no respeito mútuo, de forma a pôr fim às tensões entre os dois países em relação à memória da II Guerra Mundial.</p>
<p>&#8220;Lembrai-vos, todos vós, sem exceção, (&#8230;) na Polónia, (&#8230;) na Ucrânia e entre os nossos amigos na Europa: só podemos construir o futuro sobre a verdade, o respeito mútuo e a compreensão da História&#8221;, afirmou Tusk na abertura da conferência anual para a reconstrução da Ucrânia, que teve hoje início em Gdansk, na Polónia, sem a presença do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>A primeira-ministra ucraniana, Yulia Svyrydenko, enviada à conferência para substituir Zelensky, cuja presença era esperada antes dos recentes atritos diplomáticos, elogiou o desejo do povo polaco de &#8220;construir um futuro comum&#8221;.</p>
<p>As relações diplomáticas entre a Ucrânia e a Polónia têm estado muito tensas desde que Zelensky batizou uma unidade das forças especiais do exército ucraniano com o nome de &#8220;Heróis do Exército Insurgente Ucraniano&#8221; (UPA).</p>
<p>O UPA foi um movimento da época da II Guerra Mundial (1939-1945) que lutou contra diversas frentes que ocupavam ou ameaçavam o território ucraniano, incluindo a Alemanha nazi, embora alguns elementos tenham tido uma cooperação tática inicial com os nazis.</p>
<p>Este movimento entrou em confrontos violentos com o Estado Subterrâneo Polaco (a resistência clandestina que operou na Polónia ocupada pelos nazis e soviéticos), tendo sido responsável pelos massacres de polacos na Volínia e na Galiza Oriental (regiões que hoje pertencem à Ucrânia), oficialmente reconhecidos pela Polónia como genocídio.</p>
<p>Em retaliação, o Presidente polaco, Karol Nawrocki, retirou a Zelensky a prestigiada Ordem da Águia Branca, que lhe tinha sido concedida em 2023 e, em solidariedade, vários responsáveis ucranianos, como o ministro dos Negócios Estrangeiros Andrii Sybiha, anunciaram a devolução das suas próprias condecorações polacas.</p>
<p>Em maio, Nawrocki tinha criticado a Ucrânia pelo repatriamento dos restos mortais do histórico líder ultranacionalista e colaborador nazi Andriy Melnik, pondo em causa as aspirações de Kiev à entrada na União Europeia.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, o Presidente Zelensky demonstrou que a Ucrânia tem uma mentalidade de glorificação de bandidos e assassinos do Exército Insurgente Ucraniano e não está pronta para fazer parte da família europeia&#8221;, disse Nawrocki na altura, defendendo que &#8220;não há lugar na família europeia para bandidos e assassinos que mataram mulheres e crianças, que assassinaram polacos&#8221;.</p>
<p>A Conferência sobre a Reconstrução da Ucrânia reúne anualmente governos, instituições financeiras e setor privado para mobilizar apoio político e económico para a estabilização e recuperação do país em guerra com a Rússia.</p>
<p>Zelensky participou e liderou as Conferências sobre a Reconstrução da Ucrânia que se realizaram em Berlim e Roma nos últimos dois anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781491]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugueses procuram cada vez mais casas abaixo dos 308 mil euros e mudam foco para novos concelhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A procura por habitação em Portugal continua a crescer de forma expressiva, mas os compradores estão cada vez mais atentos à acessibilidade dos preços e a direcionar as pesquisas para concelhos onde os valores procurados permanecem abaixo da média nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procura por habitação em Portugal continua a crescer de forma expressiva, mas os compradores estão cada vez mais atentos à acessibilidade dos preços e a direcionar as pesquisas para concelhos onde os valores procurados permanecem abaixo da média nacional. A conclusão resulta de uma análise divulgada pelo Imovirtual, que revela uma mudança gradual no comportamento dos utilizadores, com maior interesse por mercados situados fora dos principais centros urbanos.</p>
<p>De acordo com os dados do portal imobiliário, a procura nacional por apartamentos e moradias para compra aumentou 147% nos últimos três meses em comparação com o mesmo período do ano anterior. O número de pesquisas passou de cerca de 170 mil para 422 mil. Em simultâneo, o preço médio procurado pelos utilizadores subiu 14,2%, passando de 270.198 euros para 308.488 euros.</p>
<p>Segundo o comunicado do Imovirtual, é precisamente nos concelhos onde o preço médio procurado se mantém abaixo dos 308.488 euros que se observam alguns dos maiores aumentos de procura. Entre os mercados que mais cresceram destaca-se Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, que registou uma subida de 438% nas pesquisas. Neste concelho, o preço médio procurado situa-se nos 164.824 euros, valor cerca de 46,6% inferior à média nacional.</p>
<p>Também os Açores surgem entre os territórios com maior crescimento, apresentando uma subida de 432% nas pesquisas e um preço médio procurado de 290.714 euros, cerca de 5,8% abaixo da média nacional. Seguem-se Valença, com um crescimento de 356% e um preço médio procurado de 203.716 euros, e Paços de Ferreira, onde as pesquisas aumentaram 292%, para um valor médio procurado de 281.417 euros. Castelo de Paiva integra igualmente este grupo, com uma subida de 284% e um preço médio de 252.602 euros, aproximadamente 18% abaixo da média nacional.</p>
<p>Citada no comunicado, Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual, considera que o mercado está a revelar uma procura mais estratégica. Segundo a responsável, “a procura por casa continua muito ativa, mas também mais orientada por critérios de acessibilidade”. Acrescenta ainda que, numa altura em que o preço médio procurado a nível nacional já ultrapassa os 308 mil euros, os concelhos onde os compradores pesquisam imóveis abaixo desse valor estão a ganhar importância, demonstrando que muitas famílias procuram “maior equilíbrio entre preço, espaço e localização”.</p>
<p>A análise identifica igualmente vários concelhos que combinam crescimento elevado com um volume significativo de pesquisas. Guimarães destaca-se com 6.405 pesquisas, um aumento de 248% e um preço médio procurado de 255.856 euros, cerca de 17% abaixo da média nacional. Já Viana do Castelo registou 3.339 pesquisas, um crescimento de 236% e um valor médio procurado de 267.976 euros, aproximadamente 13% abaixo da referência nacional.</p>
<p>Na Área Metropolitana do Porto e zonas envolventes, Matosinhos mantém um forte dinamismo, contabilizando 12.618 pesquisas e uma subida de 222%. Apesar da elevada procura, o preço médio procurado situa-se nos 299.696 euros, permanecendo 2,9% abaixo da média nacional. Penafiel e Santo Tirso também registaram crescimentos superiores a 220%, com preços médios procurados de 285.244 euros e 281.349 euros, respetivamente.</p>
<p>Os dados revelam ainda que a procura abaixo da média nacional está fortemente associada a habitações familiares de maior dimensão. Em 15 dos 20 concelhos analisados pelo Imovirtual, a tipologia mais procurada é a moradia T4, um indicador de que muitos compradores estão a procurar mais espaço sem ultrapassar determinados limites orçamentais.</p>
<p>O interior do país continua igualmente a captar interesse de quem procura preços mais competitivos. Concelhos como Fornos de Algodres, Gavião e Figueiró dos Vinhos apresentam preços médios procurados entre cerca de 104 mil e 156 mil euros, valores que ficam entre 50% e 66% abaixo da média nacional registada no período analisado.</p>
<p>No conjunto, os dados do Imovirtual apontam para um mercado imobiliário em forte crescimento, mas também para uma mudança clara nas prioridades dos compradores. A procura continua intensa, porém cada vez mais orientada para concelhos onde seja possível encontrar um melhor equilíbrio entre orçamento disponível, espaço habitacional e localização, numa altura em que o acesso à habitação permanece um dos maiores desafios para muitas famílias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781464]]></sapo:autor>
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		<title>CTT levam inovação portuguesa ao palco internacional e são distinguidos com quatro galardões em Atenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CTT]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[prémio]]></category>
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					<description><![CDATA[Os CTT – Correios de Portugal foram distinguidos com quatro prémios nos World Post &#038; Parcel Awards, uma das mais relevantes competições internacionais do setor, reforçando a posição da empresa no processo de transformação e adaptação a um mercado logístico em rápida evolução.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os CTT – Correios de Portugal foram distinguidos com quatro prémios nos World Post &amp; Parcel Awards, uma das mais relevantes competições internacionais do setor, reforçando a posição da empresa no processo de transformação e adaptação a um mercado logístico em rápida evolução.</p>
<p>“Estes quatro prémios reconhecem uma transformação profunda dos CTT, que vai para além da reinvenção do modelo de negócio e assenta, também, na nossa capacidade de inovar e de integrar tecnologia para nos diferenciarmos na última milha e tornarmos a rede física e digital mais integrada e acessível. É o talento das nossas equipas que sustenta esta evolução e que afirma os CTT, em Portugal e internacionalmente, como um operador logístico de referência”, destacou o CEO dos CTT, Guy Pacheco, na respetiva cerimónia que decorreu em Atenas, na Grécia.</p>
<p>Entre os projetos premiados está a Rede de Entrega de Dupla Velocidade (DSD), vencedora na categoria de Melhor Solução Alternativa de Entrega. O modelo introduz uma lógica de níveis de serviço diferenciados, ajustados à urgência das encomendas, permitindo maior eficiência operacional através da otimização de rotas e da gestão mais flexível da capacidade de distribuição.</p>
<p>Na categoria de Melhor Estratégia de Inovação, foi distinguido o projeto Galaxy, que visa transformar a rede de retalho dos CTT num ecossistema digital integrado, mais fluido e centrado numa experiência omnicanal. Já o prémio de Melhor Solução Tecnológica foi atribuído ao Ecossistema Self-Service, uma plataforma disponível 24 horas por dia que evoluiu de um sistema de cacifos para uma rede urbana multifuncional, com serviços que vão da recolha e devolução de encomendas ao armazenamento refrigerado e serviços digitais.</p>
<p>A empresa recebeu ainda o galardão de Evolução Postal, que reconhece a sua capacidade de reinvenção ao longo do tempo, conciliando a sua história com uma estratégia contínua de inovação e modernização.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781472]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Entrámos na era da empresa agêntica&#8221; onde a IA está nas operações diárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A responsável ('country manager') da Google Cloud em Portugal, Sofia Marta, afirmou hoje que se entrou na era da empresa agêntica, onde a inteligência artificial (IA) está integrada nas operações diárias, acelerando a transformação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A responsável (&#8216;country manager&#8217;) da Google Cloud em Portugal, Sofia Marta, afirmou hoje que se entrou na era da empresa agêntica, onde a inteligência artificial (IA) está integrada nas operações diárias, acelerando a transformação.</p>
<p>&#8220;As organizações portuguesas já não estão apenas a explorar a IA, estão a construir com ela a uma escala sem precedentes&#8221;, disse a responsável, citada em comunicado, no dia em que decorre o evento Google Cloud AI Live Lisboa.</p>
<p>&#8220;Entrámos na era da empresa agêntica, onde a IA se integra perfeitamente no tecido das operações diárias&#8221;, referiu a responsável, adiantando que a tecnológica se reuniu hoje em Lisboa com os inovadores locais &#8220;que lideram esta mudança&#8221;.</p>
<p>Por exemplo, a Sonae MC fez uma parceria com a Google Cloud para desenvolver um Centro de Operações de Segurança (SOC) resiliente e de próxima geração, potenciado pelo Google SecOps e Gemini AI.</p>
<p>&#8220;Esta transição automatiza a deteção de ameaças, capacitando os analistas e troca o trabalho manual por investigações de segurança proativas e de alto valor&#8221;, explica a Google.</p>
<p>Já a NOS &#8220;está a colaborar com a Google Cloud para se transformar num líder de telecomunicações ágil e focado em dados (&#8216;data-first&#8217;), através da implementação de uma estrutura abrangente de &#8216;data mesh'&#8221;, e a Farfetch &#8220;está a evoluir a sua parceria com a Google Cloud para ser pioneira na aplicação prática de inteligência artificial avançada no setor global do retalho de luxo&#8221;, adianta a Google.</p>
<p>A Caixa Geral de Depósitos (CGD), por sua vez, está a usar a Google Cloud &#8220;para acelerar a sua transformação digital, tirando partido de capacidades de &#8216;cloud&#8217;, dados e inteligência artificial para exponenciar a eficiência operacional e reimaginar a experiência dos clientes&#8221;, segundo a tecnológica.</p>
<p>Entretanto, a Google Cloud anunciou recentemente novas funcionalidades de IA generativa para o Google Workspace, com suporte para a língua portuguesa como o Gemini 3.5 Live Translate no Google Meet.</p>
<p>Ou seja, &#8220;o Google Meet está a começar a disponibilizar o Gemini 3.5 Live Translate, o nosso mais recente modelo de áudio para tradução em tempo real de voz para voz&#8221;, suportando 70 idiomas, entre os quais o português.</p>
<p>&#8220;Todo o áudio gerado inclui uma marca de água com a tecnologia impercetível SynthID da Google para garantir que o conteúdo gerado por IA permaneça detetável. A partir deste mês, esta funcionalidade começa a ser disponibilizada em versão de avaliação privada (&#8216;private preview&#8217;) para clientes empresariais selecionados do Google Workspace&#8221;, adianta a tecnológica.</p>
<p>A Google também está a apostar na criação de vídeo de próxima geração com o Google Vids, que &#8220;está a introduzir novas capacidades criativas, incluindo avatares de IA de alta qualidade disponíveis e sem custos, potenciados pelo Nano Banana 2&#8221;.</p>
<p>A Google Cloud está a apoiar a capacitação em Portugal, tendo várias iniciativas, entre as quais, em parceria com a Católica-Lisbon SBE e a Kellogg School of Management, o programa &#8216;Shaping Tomorrow&#8217;, que proporciona imersão de executivos portugueses de cargos de liderança (C-level) no ecossistema de inovação de Silicon Valley, para os ajudar a liderar a transformação baseada em IA nas suas indústrias, e o &#8216;Impulso AI&#8217;, desenvolvido com a APDC.</p>
<p>Para preparar a próxima geração, &#8220;a Google.org atribuiu um financiamento de um milhão de dólares para proporcionar formação em competências avançadas de IA a mais de 7.000 estudantes universitários em todo o país&#8221;.</p>
<p>Também está a estabelecer uma parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL), para garantir que os futuros médicos estão preparados para tirar partido da IA.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781471]]></sapo:autor>
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		<title>Europa deve estar preparada para mais casos importados de ébola mesmo que risco seja &#8220;baixíssimo&#8221;, alerta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A confirmação do primeiro caso de ébola em território europeu está a levar as autoridades de saúde a reforçar a vigilância, embora os especialistas sublinhem que o risco de propagação na Europa permanece extremamente reduzido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A confirmação do primeiro caso de ébola em território europeu está a levar as autoridades de saúde a reforçar a vigilância, embora os especialistas sublinhem que o risco de propagação na Europa permanece extremamente reduzido. O caso foi identificado em França e envolve um médico humanitário que regressou da República Democrática do Congo, onde decorre desde maio um surto da variante Bundibugyo do vírus do ébola. O profissional de saúde foi colocado em isolamento numa unidade especializada e encontra-se estável.</p>
<p>Em declarações à <a href="https://www.sabado.pt/ciencia---saude/detalhe/caso-de-ebola-em-franca-paises-europeus-devem-estar-preparados-mas-risco-baixissimo" target="_blank" rel="noopener">revista Sábado</a>, a infecciologista Margarida Tavares considerou que o risco para a Europa é “baixíssimo”, recordando que esta não é a primeira vez que profissionais envolvidos em missões humanitárias são transferidos do Congo para países como Estados Unidos, Espanha ou Alemanha após infeção. Segundo a especialista, a transmissão nestes contextos é rara e a mortalidade entre profissionais evacuados é significativamente inferior à observada nas regiões afetadas pelo surto. As autoridades francesas iniciaram igualmente uma investigação para identificar eventuais contactos de risco, embora tenham assegurado que não existe motivo para alarme entre a população.</p>
<p>A especialista explicou que a variante Bundibugyo apresenta um período de incubação que pode variar entre dois e 21 dias e destacou que, de acordo com a evidência científica disponível, não existe transmissão da doença antes do aparecimento dos sintomas. Margarida Tavares atribui a rápida disseminação observada no Congo a fatores específicos daquela região, incluindo a demora na identificação inicial do surto, a escassez de equipamentos de proteção individual e determinados rituais fúnebres que envolvem contacto direto com pessoas falecidas, numa fase de elevada capacidade de transmissão do vírus. Para a médica, os países europeus devem manter sistemas de vigilância preparados, identificar profissionais que regressam de zonas afetadas e garantir que hospitais e equipas de saúde dispõem dos meios necessários para responder a eventuais casos importados.</p>
<p>Nos casos confirmados, os doentes devem permanecer isolados durante 21 dias sob acompanhamento especializado e com recurso a equipamentos de proteção adequados. Embora não existam vacinas ou medicamentos específicos dirigidos à variante em causa, a infecciologista sublinha que há tratamentos de suporte capazes de melhorar significativamente o prognóstico dos pacientes. O acompanhamento médico centra-se no controlo dos sintomas e na proteção de funções vitais, numa doença que pode evoluir de sintomas iniciais, como dores musculares e de cabeça, para vómitos, diarreia, desidratação grave e, nos casos mais severos, hemorragias internas e externas. A identificação e monitorização dos contactos de risco é igualmente considerada essencial para evitar novas cadeias de transmissão.</p>
<p>Entretanto, a situação epidemiológica continua a agravar-se na República Democrática do Congo. Segundo os dados mais recentes da Organização Mundial de Saúde, a variante Bundibugyo já provocou 1.048 infeções e 267 mortes, tendo sido registadas 112 recuperações. A província de Ituri concentra a maioria dos casos. A OMS associa a rápida propagação ao contexto humanitário e de conflito vivido na região, marcado por dificuldades de acesso a cuidados de saúde, água potável, alimentação e proteção básica. Também o Uganda registou infeções associadas ao surto, contabilizando até agora 20 casos e duas mortes. O ébola é uma febre hemorrágica grave, com uma taxa de mortalidade que pode variar entre 25% e 90%, sendo transmitido através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados, bem como por superfícies e objetos contaminados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781434]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da H&#038;M sobe 3% no 1.º semestre fiscal, mas vendas recuam 6,8%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O lucro líquido atribuível da Hennes&#38;Mauritz (H&#38;M) aumentou 3%, para 4.710 milhões de coroas (425 milhões de euros), entre dezembro de 2025 e maio de 2026, mas as vendas caíram 6,8%, anunciou hoje a cadeia têxtil sueca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O lucro líquido atribuível da Hennes&amp;Mauritz (H&amp;M) aumentou 3%, para 4.710 milhões de coroas (425 milhões de euros), entre dezembro de 2025 e maio de 2026, mas as vendas caíram 6,8%, anunciou hoje a cadeia têxtil sueca.</p>
<p>Nos primeiros seis meses do seu ano fiscal, a H&amp;M registou uma margem bruta de 53,8%, contra 52,3% do mesmo período do exercício anterior, enquanto o resultado operacional atingiu 7.425 milhões de coroas (670 milhões de euros), um aumento de 4,3%, com uma margem operacional de 7,1%, contra 6,4% no semestre homólogo.</p>
<p>As vendas líquidas da empresa escandinava ascenderam a 104.435 milhões de coroas (9.420 milhões de euros), 6,8% abaixo das receitas registadas no mesmo período do ano anterior, embora a queda em moedas locais se tenha limitado a um ponto percentual, incluindo um recuo de 1% nos países nórdicos, para 9.649 milhões de coroas (870 milhões de euros), e de 6% na Europa Ocidental, com 35.532 milhões de coroas (3.205 milhões de euros).</p>
<p>Na Europa de Leste, as vendas da cadeia sueca de moda totalizaram 9.408 milhões de coroas (849 milhões de euros), uma redução de 4%, enquanto na Europa do Sul diminuíram 3%, para 14.321 milhões de coroas (1.292 milhões de euros).</p>
<p>Já no mercado americano as receitas da H&amp;M caíram 10% no semestre, para 22.702 milhões de coroas (2.048 milhões de euros), tendo diminuído 12% na Ásia, Oceânia e África, para 12.823 milhões de coroas (1.157 milhões de euros).</p>
<p>Considerando apenas o segundo trimestre do seu ano fiscal, a cadeia têxtil registou um lucro líquido atribuível de 3.986 milhões de coroas suecas (360 milhões de euros), um aumento de 0,2% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas líquidas totalizaram 54 828 milhões de coroas (4 946 milhões de euros), uma descida de 3,3%.</p>
<p>O resultado do segundo trimestre fiscal incluiu um impacto adverso extraordinário de 679 milhões de coroas (61 milhões de euros) devido a custos de reestruturação, o que resultou num lucro operacional de 5.913 milhões de coroas (533 milhões de euros), em linha com o ano anterior, a que corresponde a uma margem operacional de 10,8%, mais quatro décimas.</p>
<p>A empresa prevê que as vendas do grupo H&amp;M em moeda local durante o mês de junho &#8220;sejam semelhantes&#8221; às do mesmo mês do ano anterior, enquanto espera continuar a sua expansão na América Latina através da abertura da primeira loja no Paraguai durante o segundo semestre de 2026 e na Argentina em 2027.</p>
<p>&#8220;As vendas do trimestre ficaram ligeiramente abaixo do previsto, enquanto a rentabilidade e os &#8216;stocks&#8217; evoluíram favoravelmente&#8221;, comentou o presidente executivo da H&amp;M, Daniel Ervér, sublinhando que o contexto internacional continua a caracterizar-se pela incerteza e pela mudança acelerada.</p>
<p>Segundo Daniel Ervér, na segunda metade do ano a empresa começará a atualizar a infraestrutura digital que irá &#8220;apoiar o seu desenvolvimento&#8221;, proporcionando um melhor apoio à tomada de decisões, processos mais rápidos e maior precisão no planeamento do nosso sortido e dos &#8216;stocks&#8217;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781462]]></sapo:autor>
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		<title>Nomeada comissão especial para acompanhar alienação de 100% da SATA Handling</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo Regional dos Açores nomeou hoje João Carlos Aguiar Teixeira, doutorado em Finanças, para presidir à comissão especial que acompanha o processo de alienação de ações representativas de 100% do capital social da SATA Handling.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo Regional dos Açores nomeou hoje João Carlos Aguiar Teixeira, doutorado em Finanças, para presidir à comissão especial que acompanha o processo de alienação de ações representativas de 100% do capital social da SATA Handling.</p>
<p>Segundo um despacho da Presidência do Governo (PSD/CDS-PP/PPM) publicado em Jornal Oficial, António Gabriel Fraga Martins Maio, presidente do Conselho de Administração da Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo, e Maria Teresa Pinheiro de Melo Borges Tiago, professora na Universidade dos Açores, são os outros elementos que compõem a comissão.</p>
<p>A comissão especial tem como competências &#8220;fiscalizar a estrita observância dos princípios e regras consagrados na lei, bem como da rigorosa transparência do processo&#8221; e elaborar os pareceres e relatórios que o Governo Regional entenda necessários sobre as matérias relacionadas com o processo.</p>
<p>Apreciar e submeter aos órgãos e entidades competentes quaisquer reclamações que lhes sejam submetidas e elaborar e publicar um relatório final das suas atividades, são outras das funções da comissão que acompanha o processo de alienação de ações representativas de 100% do capital social da SATA Handling, empresa que faz a assistência em escala.</p>
<p>De acordo com o despacho assinado pelo presidente do Governo açoriano, José Manuel Bolieiro, os membros da comissão, &#8220;por solicitação dos próprios, não auferem qualquer tipo de remuneração&#8221;.</p>
<p>O apoio logístico e administrativo ao funcionamento da comissão é da responsabilidade do gabinete do Secretário Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública.</p>
<p>O Conselho do Governo Regional determinou, em 22 de maio, que a SATA Holding desse início ao procedimento de alienação de ações representativas de 100% do capital social da SATA Handling.</p>
<p>O procedimento &#8220;decorre ao abrigo e em cumprimento da Decisão da Comissão Europeia C(2025) 9277, de 23 de dezembro de 2025, e da Decisão da Comissão Europeia C(2022)3816, de 07 de junho de 2022, que determinou a prorrogação do prazo para implementação das medidas incluídas no Plano de Reestruturação da SATA até 31 de dezembro de 2026&#8221;, salienta.</p>
<p>Em 22 de maio, o Governo dos Açores aprovou o início do procedimento de alienação da totalidade do capital social da SATA Handling, determinando que a SATA Holding desencadeie, &#8220;com a maior celeridade, todos os atos preparatórios, instrumentais e necessários à sua concretização, através de um processo de negociação particular&#8221;.</p>
<p>O executivo estabeleceu um conjunto de orientações ao conselho de administração da empresa, nomeadamente &#8220;assegurar que o procedimento decorra de forma aberta, transparente e não discriminatória, com definição prévia, em caderno de encargos a submeter a aprovação do Conselho do Governo, das condições essenciais da alienação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Foi igualmente determinado que o processo salvaguarde, de forma inequívoca, os interesses estratégicos da Região Autónoma dos Açores, incluindo a continuidade da prestação dos serviços de assistência em escala em todas as ilhas e a proteção dos direitos dos trabalhadores, em conformidade com o enquadramento legal e os instrumentos de regulamentação coletiva aplicáveis&#8221;, adiantou então o executivo.</p>
<p>O Conselho do Governo também definiu que o procedimento será acompanhado por um supervisor independente e que as secretarias regionais com tutela financeira e setorial &#8220;exercerão poderes de orientação e acompanhamento permanente&#8221;, cabendo ao conselho de administração da SATA Holding assegurar a condução do processo e submeter a decisão final de alienação à aprovação do executivo regional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781452]]></sapo:autor>
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		<title>Provedora de Justiça Europeia alerta para falta de transparência em leis urgentes da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:14:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Provedora de Justiça Europeia, Teresa Anjinho, considerou hoje que a resposta da Comissão Europeia às preocupações levantadas sobre a preparação de legislação urgente é "demasiado genérica" para garantir que futuros processos legislativos de emergência sejam transparentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Provedora de Justiça Europeia, Teresa Anjinho, considerou hoje que a resposta da Comissão Europeia às preocupações levantadas sobre a preparação de legislação urgente é &#8220;demasiado genérica&#8221; para garantir que futuros processos legislativos de emergência sejam transparentes.</p>
<p>Em comunicado hoje divulgado, a Provedoria de Justiça Europeia aponta que Teresa Anjinho &#8220;concluiu que a resposta da Comissão Europeia às suas conclusões relacionadas com a preparação de propostas legislativas urgentes é, no geral, construtiva, mas continua a ser demasiado genérica para lhe permitir determinar se a futura elaboração de legislação urgente será suficientemente transparente, baseada em provas e inclusiva&#8221;.</p>
<p>Na nota, a Provedoria anuncia o encerramento dos inquéritos relativos à preparação de três propostas legislativas urgentes, mas adverte que continuará a acompanhar a situação através de futuras queixas.</p>
<p>&#8220;Ao encerrar os seus inquéritos sobre a forma como a Comissão preparou três propostas legislativas urgentes, a Provedora observou que as medidas que a Comissão pretende adotar são descritas apenas em termos gerais e, muitas vezes, carecem de especificidade e de compromissos concretos&#8221;, indica.</p>
<p>A responsável manifesta, ainda, preocupação com o risco de os procedimentos de urgência se tornarem a forma predominante de produção legislativa da União Europeia, caso o conceito não seja claramente definido.</p>
<p>Acresce a ausência de informações detalhadas sobre as normas processuais que o executivo comunitário pretende aplicar em revisões limitadas da legislação comunitária, designadas por &#8220;iniciativas direcionadas&#8221;, acrescenta a nota.</p>
<p>Outra das reservas prende-se com a intenção da Comissão Europeia de recorrer a convites à apresentação de contributos durante processos legislativos acelerados, considerando que não está demonstrado que esse mecanismo assegure uma participação suficiente das partes interessadas.</p>
<p>Em novembro de 2025, a Provedora de Justiça Europeia identificou várias falhas processuais na elaboração de propostas legislativas aceleradas relacionadas com a diligência devida em matéria de sustentabilidade empresarial, a Política Agrícola Comum e o combate ao auxílio à imigração ilegal.</p>
<p>Na altura, a responsável portuguesa recomendou à Comissão Europeia que assegurasse uma aplicação previsível e coerente e que a preparação urgente de propostas legislativas respeitasse sempre os princípios da transparência, da fundamentação em provas e da inclusão.</p>
<p>Teresa Anjinho assumiu funções como Provedora de Justiça Europeia em 27 de fevereiro de 2025, após ter sido eleita pelo Parlamento Europeu em dezembro de 2024 para um mandato de cinco anos.</p>
<p>Advogada e especialista em direitos humanos, foi provedora-adjunta de Justiça em Portugal entre 2017 e 2022, secretária de Estado da Justiça em 2015 e deputada à Assembleia da República entre 2011 e 2015.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781450]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chega acelera &#8216;Lei da Burca&#8217; e quer aprovação final antes das férias parlamentares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 09:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega pretende acelerar a tramitação parlamentar da proposta que visa proibir a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designada como “Lei da Burca”, com o objetivo de garantir a sua aprovação final antes da interrupção dos trabalhos parlamentares para as férias de verão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega pretende acelerar a tramitação parlamentar da proposta que visa proibir a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designada como “Lei da Burca”, com o objetivo de garantir a sua aprovação final antes da interrupção dos trabalhos parlamentares para as férias de verão. A iniciativa, aprovada na generalidade em outubro passado, esteve vários meses sem avanços na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, mas o partido solicitou agora o agendamento da discussão e votação na especialidade.</p>
<p>Segundo informações avançadas <a href="https://expresso.pt/parlamento/2026-06-24-lei-da-burca-chega-pede-agendamento-e-quer-aprovacao-final-antes-das-ferias-parlamentares-4a1ad495" target="_blank" rel="noopener">pelo Expresso</a>, o pedido foi apresentado na reunião de mesa e coordenadores da comissão parlamentar competente, procurando viabilizar a conclusão do processo legislativo ainda durante a atual sessão. A presidente da comissão, Paula Cardoso, deputada do PSD, admitiu que o tema possa ser discutido já na próxima semana, embora o calendário dependa da eventual realização de audições, da apresentação de propostas de alteração ou de pedidos de adiamento por parte dos grupos parlamentares.</p>
<p>A responsável explicou que, caso não sejam requeridas audições nem introduzidas alterações ao texto, a proposta poderá mesmo seguir diretamente para votação. Já fonte do grupo parlamentar do Chega não esclareceu se o partido pretende ouvir entidades externas durante esta fase do processo. A proximidade do encerramento dos trabalhos parlamentares, previsto para daqui a cerca de duas semanas, sugere, contudo, uma tentativa de encurtar os prazos e acelerar a aprovação de uma das iniciativas mais controversas da legislatura.</p>
<p>A proposta foi aprovada na generalidade a 17 de outubro com os votos favoráveis de PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS. PAN e JPP optaram pela abstenção, enquanto PS, Livre, PCP e Bloco de Esquerda votaram contra. Além da oposição dos partidos à esquerda, a iniciativa recebeu pareceres negativos de várias entidades, incluindo o Ministério Público, o Conselho Superior do Ministério Público, a Ordem dos Advogados e a Associação de Mulheres Juristas. Estas instituições alertaram para potenciais conflitos com direitos e garantias constitucionalmente protegidos, nomeadamente a liberdade religiosa, a liberdade de culto, o direito à identidade pessoal e a proibição da discriminação, além de levantarem dúvidas sobre a proporcionalidade e eventual arbitrariedade das coimas previstas na proposta.</p>
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