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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Jul 2026 11:41:43 +0000</lastBuildDate>
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		<title>AICEP chega a cerca de 7.000 empresas no primeiro semestre e reforça capacitação para a internacionalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal registou um forte crescimento da sua atividade de capacitação empresarial durante o primeiro semestre de 2026, alcançando cerca de 7.000 empresas portuguesas, um aumento superior a 400% face ao mesmo período do ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal registou um forte crescimento da sua atividade de capacitação empresarial durante o primeiro semestre de 2026, alcançando cerca de 7.000 empresas portuguesas, um aumento superior a 400% face ao mesmo período do ano passado. Os resultados refletem o reforço da estratégia da agência para preparar as empresas nacionais para competir nos mercados internacionais, através de ações de formação orientadas para as principais áreas ligadas à internacionalização.</p>
<p>Entre janeiro e junho, a Academia AICEP promoveu 70 ações de capacitação, mais do triplo das realizadas no período homólogo de 2025. Os programas abrangeram temas considerados estratégicos para a atividade exportadora, nomeadamente comércio internacional, branding, acesso a novos mercados, acordos comerciais, inovação e setores prioritários da economia portuguesa. Para Paulo Rios, administrador da AICEP responsável pela Academia, &#8220;estes resultados demonstram que as empresas portuguesas procuram cada vez mais conhecimento especializado para responder aos desafios da internacionalização&#8221;, acrescentando que &#8220;a Academia AICEP tem vindo a afirmar-se como um parceiro estratégico das empresas, disponibilizando formação prática, orientada para resultados e alinhada com as exigências dos mercados internacionais&#8221;.</p>
<p>Entre as iniciativas que reuniram maior adesão destaca-se a sessão dedicada ao Acordo de Comércio entre a União Europeia e o Mercosul, que envolveu 1.623 empresas e 1.928 participantes. Seguiram-se o Programa de Capacitação para o Setor dos Vinhos, que contou com a participação de 1.258 empresas e 1.589 participantes, e o programa Criar Marcas com Reconhecimento Internacional, igualmente frequentado por 1.258 empresas, reunindo 1.465 participantes. A AICEP sublinha ainda que a qualidade da oferta formativa continuou a evoluir, registando uma avaliação média de 4,77 pontos pelos participantes, um resultado superior ao obtido no período homólogo.</p>
<p>Na segunda metade do ano, a Academia AICEP prevê alargar a sua oferta formativa com novos programas focados nas necessidades emergentes das empresas exportadoras. Entre as principais novidades estão o lançamento de um Programa de Inteligência Artificial para a Exportação, uma nova edição do Programa de Capacitação em ESG, a continuidade da formação em Economia de Defesa e um conjunto de Master Classes dedicadas à captação de investimento. Paulo Rios considera que &#8220;a forte adesão aos programas confirma que as empresas procuram respostas concretas para desafios muito específicos, desde a diversificação de mercados até à incorporação da inteligência artificial, da sustentabilidade ou da gestão de cadeias de abastecimento&#8221;, acrescentando que &#8220;o nosso objetivo é antecipar essas necessidades e transformar conhecimento em capacidade de ação para as empresas portuguesas&#8221;.</p>
<p>Apesar dos resultados positivos, a AICEP identifica como um dos principais desafios para os próximos meses a recuperação da sua base histórica de contactos empresariais, na sequência da renovação dos consentimentos exigida pelo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD). A agência encontra-se atualmente a desenvolver uma campanha destinada à obtenção dessas autorizações, considerando que este processo será determinante para garantir que um número crescente de empresas continua a receber informação sobre as ações de capacitação e as oportunidades disponibilizadas pela Academia AICEP no âmbito da internacionalização.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788495]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Operadora Telefónica na Alemanha prepara corte de mais de 1.000 empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora de telecomunicações Telefónica na Alemanha está a discutir com os representantes dos trabalhadores um plano de reestruturação que poderá implicar a eliminação de mais de 1.000 postos de trabalho, cerca de 15% da força laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A operadora de telecomunicações Telefónica na Alemanha está a discutir com os representantes dos trabalhadores um plano de reestruturação que poderá implicar a eliminação de mais de 1.000 postos de trabalho, cerca de 15% da força laboral.</p>
<p>&#8220;Estamos a elaborar uma transformação integral da empresa para garantir a competitividade e viabilidade a longo prazo&#8221;, referiu a operadora em comunicado.</p>
<p>A empresa confirmou hoje estar a analisar várias medidas para reforçar a competitividade e assegurar a viabilidade a longo prazo, mas recusou comentar números, impactos concretos ou prazos, alegando respeito pelas negociações em curso com sindicatos e trabalhadores.</p>
<p>A imprensa alemã diz estar em causa a eliminação de mais de 1.000 postos de trabalho, dos cerca de 6.800 atuais, tendo a empresa já fechado acordos para saídas voluntárias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788544]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>De Zurique para os EUA: FIFA não abandona Miami após o Mundial e mantém operação com 700 trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[fifa]]></category>
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		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão representa uma mudança no modelo tradicional de organização dos campeonatos do mundo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando terminar o Mundial masculino de 2026, a FIFA não deverá simplesmente desmontar a operação criada nos Estados Unidos e regressar a Zurique. A organização pretende manter aberto o escritório de Miami e usá-lo como base para preparar os próximos grandes eventos desportivos nas Américas.</p>
<p>A decisão representa uma mudança no modelo tradicional de organização dos campeonatos do mundo. Em vez de depender de uma estrutura local criada para cada torneio e dissolvida depois da final, a FIFA quer conservar as equipas, os contactos e o conhecimento acumulados durante a competição, segundo avança o &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>O plano começou com a transferência de cerca de 50 trabalhadores experientes da sede de Zurique para Miami. Esse núcleo contratou posteriormente novos profissionais e serviu de base ao crescimento da operação, explicou ao &#8216;POLITICO&#8217; um consultor sénior da organização.</p>
<p>Inaugurado em 2023, o escritório da FIFA em Miami conta atualmente com mais de 700 trabalhadores a tempo inteiro. Durante o Mundial, funcionou como centro operacional da competição, acolhendo vários responsáveis de topo, incluindo o secretário-geral da organização, Heimo Schirgi.</p>
<p>A dimensão da estrutura poderá diminuir depois da final, mas a presença da FIFA no sul da Florida deverá manter-se. A equipa terá como prioridade os próximos torneios e eventos internacionais realizados no continente americano.</p>
<p>O Brasil recebe o Mundial feminino em 2027, enquanto a FIFA participará na gestão das competições de futebol dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028. Em 2030, apesar de Portugal, Espanha e Marrocos concentrarem a maioria dos jogos do Mundial masculino, Uruguai, Argentina e Paraguai vão acolher uma partida inaugural cada um, numa homenagem ao centenário da competição.</p>
<p>No ano seguinte, os Estados Unidos deverão receber o Mundial feminino de 2031, garantindo à FIFA outro grande evento em território americano pouco depois da competição masculina de 2026.</p>
<p>Segundo o &#8216;POLITICO&#8217;, a organização acredita que a experiência reunida durante o maior Mundial de sempre poderá tornar-se um ativo permanente. A estratégia acompanha a crescente importância da América do Norte como mercado para o futebol e reforça a intenção da FIFA de manter uma presença mais próxima dos patrocinadores, adeptos e organizadores da região.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788529]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rede Floresta do Futuro alerta para pior início de época de incêndios desde 2017 e acusa Governo de abandonar o mundo rural</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rede-floresta-do-futuro-alerta-para-pior-inicio-de-epoca-de-incendios-desde-2017-e-acusa-governo-de-abandonar-o-mundo-rural/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Floresta do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 30 mil hectares de área ardida até aos primeiros dias de julho fazem deste o pior início de época de incêndios em Portugal desde 2017, alerta a Rede de Resposta a Incêndios Floresta do Futuro, que acusa o Governo de não responder aos problemas estruturais da floresta e do mundo rural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 30 mil hectares de área ardida até aos primeiros dias de julho fazem deste o pior início de época de incêndios em Portugal desde 2017, alerta a Rede de Resposta a Incêndios Floresta do Futuro, que acusa o Governo de não responder aos problemas estruturais da floresta e do mundo rural. Em comunicado, a organização sustenta que o cenário atual era previsível e considera que os próximos meses poderão ser ainda mais graves, face às condições existentes no território.</p>
<p>Segundo a rede, só no início de julho arderam mais de 15 mil hectares, tornando o incêndio de Vouzela num dos maiores mega-incêndios da história recente do país. A organização afirma que esta evolução não foi inesperada, apontando como principais fatores as tempestades de janeiro, que deixaram grandes quantidades de madeira derrubada no terreno, o calor extremo associado à crise climática e o fenómeno Super El Niño, que, segundo refere, já começou. A organização acrescenta ainda que Portugal continua a apresentar cerca de um milhão de hectares de eucaliptal — que descreve como a maior área relativa de eucalipto do mundo —, mantendo extensas áreas sem gestão e um mundo rural marcado pelo abandono.</p>
<p>A Rede Floresta do Futuro considera que a resposta política tem sido insuficiente e critica o que classifica como uma estratégia de agravamento do abandono do território. Citada no comunicado, Sílvia Carreira, da organização, afirma que &#8220;perante esta realidade, a resposta é permitir que o abandono se agrave e criar condições para uma exploração cada vez mais intensiva dos solos, dos recursos naturais e das populações&#8221;, acrescentando que &#8220;a política pública é extremamente simples: deixar queimar e promover o abandono que embaratece a exploração dos solos, dos recursos e das pessoas que ainda resistem no interior&#8221;.</p>
<p>No mesmo comunicado, a organização dirige críticas ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, referindo que, enquanto o país enfrentava incêndios, calor extremo e vítimas associadas às elevadas temperaturas e à inalação de fumo, o chefe do Governo se deslocou aos Estados Unidos para assistir ao Mundial de Futebol. Para a Rede Floresta do Futuro, esta deslocação simboliza &#8220;o distanciamento entre o poder político e a realidade vivida pelas populações&#8221;, defendendo que &#8220;o abandono do país e em particular das regiões rurais é absoluto, intencional e que já nem sequer é escondido&#8221;. A organização acrescenta que &#8220;o povo está entregue a si mesmo e os governos completamente divorciados de quem supostamente representariam&#8221;.</p>
<p>Perante este cenário, a Rede de Resposta a Incêndios Floresta do Futuro garante que continuará a acompanhar a evolução da época de fogos e rejeita a ideia de que os incêndios florestais sejam inevitáveis. A organização defende uma transformação profunda da gestão do território, baseada na redução da dependência do eucalipto, na descarbonização da economia através da diminuição efetiva das emissões provenientes dos combustíveis fósseis, na rejeição de soluções assentes em megaprojetos energéticos sem ordenamento do território e numa maior democratização da gestão dos recursos naturais, considerando que só alterações estruturais poderão reduzir a repetição de tragédias como as que voltam a marcar o verão de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788449]]></sapo:autor>
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		<title>Detidos dos No Name Boys ficam em prisão preventiva</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/detidos-dos-no-name-boys-ficam-em-prisao-preventiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os 10 detidos da claque benfiquista No Name Boys, suspeitos de terem agredido um adepto do Sporting perto do pavilhão leonino antes do dérbi de futsal de 19 de fevereiro, ficaram em prisão preventiva, anunciou hoje a PSP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os 10 detidos da claque benfiquista No Name Boys, suspeitos de terem agredido um adepto do Sporting perto do pavilhão leonino antes do dérbi de futsal de 19 de fevereiro, ficaram em prisão preventiva, anunciou hoje a PSP.</p>
<p>Em comunicado, a PSP explicou que os detidos foram presentes a primeiro interrogatório, tendo sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva a todos os elementos da claque No Name Boys.</p>
<p>Em causa estão suspeitas dos crimes de tentativa de homicídio, ofensas à integridade física qualificada, participação em rixa e danos qualificados antes de um jogo de futsal entre o Sporting e o Benfica.</p>
<p>Os 10 suspeitos foram detidos no dia 09 de julho pela PSP na Área Metropolitana de Lisboa, no âmbito da operação KICKOFF, durante a qual foram ainda cumpridos 11 mandados de busca domiciliária para recolha de prova.</p>
<p>O caso aconteceu quando o grupo se dirigiu, fora do cordão policial, às instalações da claque sportinguista Juve Leo, no Estádio José Alvalade, tendo, alegadamente, acabado por agredir um adepto leonino, precisou o comissário Tiago Costa, da Divisão de Investigação Criminal da PSP de Lisboa à Lusa.</p>
<p>A rixa resultou na detenção pela PSP de 124 adeptos dos dois clubes, libertados no dia seguinte e sujeitos a termo de identidade e residência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788534]]></sapo:autor>
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		<title>Corrida ao Eliseu: Adversários de Le Pen mudam estratégia e classificam-na como &#8220;candidata de esquerda&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O regresso de Marine Le Pen à corrida às eleições presidenciais francesas de 2027 está a obrigar os seus principais adversários a redefinir a estratégia política.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O regresso de Marine Le Pen à corrida às eleições presidenciais francesas de 2027 está a obrigar os seus principais adversários a redefinir a estratégia política. Depois de a líder da União Nacional ter recuperado a possibilidade de concorrer, na sequência de uma decisão judicial favorável em recurso, o antigo primeiro-ministro Edouard Philippe decidiu centrar os ataques no programa económico da rival, procurando apresentá-la como defensora de políticas tradicionalmente associadas à esquerda e incompatíveis com uma gestão rigorosa das finanças públicas.</p>
<p>A mudança de rumo surge depois de Philippe ter lançado oficialmente a sua candidatura, em maio, com a promessa de apresentar aos franceses um programa conservador &#8220;massivamente otimista&#8221;. Agora, o foco passa por desmontar as propostas económicas da líder da extrema-direita. Nathalie Loiseau, eurodeputada que integra a campanha de Philippe, sintetizou essa estratégia ao afirmar que &#8220;Marine Le Pen tem um programa largamente de esquerda&#8221;, procurando afastar da candidata a imagem de representante de uma direita economicamente liberal.</p>
<p>Embora esta crítica não seja inédita — setores da direita francesa acusam há vários anos a União Nacional de incoerência económica —, a equipa de Philippe considera que o contexto mudou significativamente. Durante o período em que Marine Le Pen esteve impedida de concorrer, após a condenação por desvio de fundos públicos e a consequente proibição de exercer cargos públicos durante cinco anos, Jordan Bardella assumiu o papel de candidato natural do partido. O jovem dirigente procurou então aproximar-se de posições mais favoráveis às empresas e a uma gestão orçamental mais conservadora, alargando o eleitorado potencial da extrema-direita. Contudo, a decisão do tribunal que permitiu a Le Pen regressar à disputa presidencial faz regressar ao centro da campanha a sua visão de um Estado mais interventivo e de maior proteção social.</p>
<p>Apesar de reconhecerem que Marine Le Pen será uma adversária mais experiente e potencialmente mais difícil de derrotar do que Bardella, os aliados de Edouard Philippe acreditam que o seu programa oferece várias fragilidades. O deputado Frédéric Valletoux, apoiante do antigo primeiro-ministro, considera que &#8220;Marine Le Pen é mais experiente e provavelmente uma adversária mais difícil, mas o seu programa não faz sentido em vários aspetos&#8221;. Segundo a estratégia delineada pelo partido Horizons, a campanha procurará explorar aquilo que considera serem incoerências de um programa &#8220;altamente estatista&#8221;, sobretudo no que diz respeito à intenção de reverter reformas estruturais e prometer menos anos de trabalho aos franceses.</p>
<p>Uma das principais linhas de confronto deverá centrar-se precisamente na reforma das pensões. Marine Le Pen continua a defender o regresso da idade mínima da reforma aos 62 anos, anulando a polémica reforma aprovada pelo Presidente Emmanuel Macron em 2023, que prevê um aumento gradual para os 64 anos. Jordan Bardella tinha admitido rever essa posição devido às preocupações com o agravamento das finanças públicas francesas, numa altura em que a dívida pública deverá aumentar de 115,5% do produto interno bruto para 203% até 2050, segundo projeções da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Em sentido contrário, Edouard Philippe chegou mesmo a admitir a possibilidade de elevar ainda mais a idade da reforma, procurando conquistar o eleitorado conservador preocupado com a sustentabilidade das contas públicas.</p>
<p>Para Gilles Boyer, codiretor da campanha de Philippe, esta diferença poderá revelar-se decisiva nas eleições presidenciais. &#8220;Um eleitor de direita que valoriza a livre iniciativa e uma forma de prudência orçamental e fiscal terá menos tendência para votar em Marine Le Pen do que em Jordan Bardella. Edouard Philippe poderá conquistá-lo&#8221;, afirmou. A candidatura do antigo primeiro-ministro aposta, assim, em captar os eleitores conservadores que poderiam sentir-se mais confortáveis com a linha económica anteriormente defendida por Bardella, transformando a política económica e a credibilidade orçamental num dos principais campos de batalha da corrida ao Palácio do Eliseu em 2027.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788498]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresa europeia fabricante de satélites instala-se em Portugal e cria “centro de excelência” em Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/empresa-europeia-fabricante-de-satelites-instala-se-em-portugal-e-cria-centro-de-excelencia-em-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A ICEYE, empresa europeia especializada em inteligência espacial baseada em tecnologia de radar de abertura sintética (SAR), anunciou a criação da ICEYE Portugal e a abertura de um centro de excelência em Lisboa, reforçando a sua presença no país e o investimento no desenvolvimento de tecnologia espacial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ICEYE, empresa europeia especializada em inteligência espacial baseada em tecnologia de radar de abertura sintética (SAR), anunciou a criação da ICEYE Portugal e a abertura de um centro de excelência em Lisboa, reforçando a sua presença no país e o investimento no desenvolvimento de tecnologia espacial.</p>
<p>A nova estrutura será liderada por Rui Costa, que assume o cargo de CEO da ICEYE Portugal. Segundo a empresa, a aposta representa um compromisso de longo prazo com o ecossistema espacial português, após dois anos de colaboração com a Força Aérea Portuguesa e outros parceiros nacionais.</p>
<p>O centro de excelência em Lisboa irá concentrar atividades de investigação e desenvolvimento nas áreas de software, integração de sistemas e inteligência artificial, com o objetivo de desenvolver soluções de inteligência espacial e criar emprego altamente qualificado. A ICEYE refere ainda que irá recrutar talento local e colaborar com universidades, centros de investigação e empresas do setor.</p>
<p>O projeto complementa o desenvolvimento da capacidade nacional de montagem, integração e testes (AIT) de satélites, atualmente em curso através da CTI Aeroespacial em parceria com a Força Aérea Portuguesa, da qual a ICEYE é parceira tecnológica.</p>
<p>A empresa destaca também a evolução de Portugal na área da tecnologia espacial. Até ao momento, o país adquiriu quatro satélites da ICEYE, dois dos quais já foram lançados, no âmbito da criação de uma constelação destinada ao acompanhamento do domínio marítimo atlântico e da Zona Económica Exclusiva. Portugal integra ainda o grupo de sete países europeus que recorreram à tecnologia da empresa para desenvolver capacidades próprias de inteligência espacial.</p>
<p>Além da atividade ligada ao espaço, a ICEYE pretende expandir em Portugal as suas soluções de monitorização e resposta a catástrofes naturais para bancos, seguradoras e entidades de proteção civil. Em 2025, a empresa analisou mais de 390 catástrofes naturais em todo o mundo. Durante as cinco tempestades atlânticas que afetaram Portugal e Espanha entre janeiro e fevereiro deste ano, captou 630 imagens de satélite que cobriram uma área inundada de 4.657 quilómetros quadrados, permitindo disponibilizar informação às autoridades e seguradoras poucas horas após os eventos.</p>
<p>Citado em comunicado, o CEO e cofundador da ICEYE, Rafal Modrzewski, afirma que Portugal é atualmente &#8220;uma das nações mais avançadas da Europa em termos de capacidade espacial soberana&#8221; e considera que a instalação do novo centro em Lisboa reforça tanto as capacidades nacionais como a resiliência europeia.</p>
<p>Já Rui Costa sublinha que Portugal reúne &#8220;a geografia, o talento e a ambição&#8221; para desempenhar um papel relevante no desenvolvimento da capacidade espacial europeia, defendendo que a nova empresa pretende trabalhar em conjunto com universidades, instituições de investigação, parceiros industriais e entidades nacionais para desenvolver tecnologia crítica a partir de Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788520]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas altera lista de produtos abrangidos pelo regulamento da desflorestação da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:26:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia adotou hoje novas medidas para aplicar o regulamento da União Europeia (UE) contra a desflorestação, alterando a lista de produtos abrangidos e introduzindo simplificações no sistema informático das empresas, visando uma implementação mais eficaz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia adotou hoje novas medidas para aplicar o regulamento da União Europeia (UE) contra a desflorestação, alterando a lista de produtos abrangidos e introduzindo simplificações no sistema informático das empresas, visando uma implementação mais eficaz.</p>
<p>Em comunicado, o executivo comunitário refere que as novas orientações e perguntas frequentes, a disponibilizar nos próximos dias em todas as línguas oficiais da UE, visam proporcionar &#8220;maior segurança jurídica e previsibilidade&#8221; às empresas e aos Estados-membros, tendo em conta a aplicação a partir do final de 2026.</p>
<p>Através de um ato delegado, a instituição reviu a lista de produtos abrangidos pelo Regulamento da Desflorestação da UE, lei comunitária que pretende impedir a colocação no mercado europeu de produtos associados à desflorestação e à degradação florestal, obrigando as empresas a demonstrar que as suas cadeias de abastecimento não contribuíram para esses fenómenos.</p>
<p>Após ouvir as partes interessadas, a Comissão Europeia decidiu retirar do âmbito da legislação peles e couros de bovino, pneus recauchutados, sementes de soja para sementeira, determinados artigos de borracha vulcanizada, correias transportadoras e de transmissão e bancos para aeronaves e veículos automóveis.</p>
<p>Em sentido inverso, passam a integrar a lista o café solúvel, determinados derivados do óleo de palma e línguas de bovino congeladas.</p>
<p>Estes novos produtos apenas ficarão sujeitos às regras a partir de 30 de dezembro de 2027, para permitir um período de adaptação às empresas.</p>
<p>O ato delegado será agora analisado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da UE antes de entrar em vigor.</p>
<p>A Comissão Europeia aprovou igualmente um ato de execução que atualiza o funcionamento do sistema de informação associado ao regulamento, introduzindo simplificações operacionais, nomeadamente declarações simplificadas para micro e pequenas empresas e melhorias técnicas que facilitam a integração automática de dados.</p>
<p>O sistema informático está novamente disponível desde junho de 2026, permitindo às empresas familiarizarem-se com as novas funcionalidades e começarem a introduzir informação antes da entrada em aplicação das regras, estando previstas novas atualizações durante o verão.</p>
<p>Citada no comunicado, a comissária europeia para o Ambiente, Resiliência Hídrica e Economia Circular Competitiva, Jessika Roswall, indica que estas medidas visam assegurar &#8220;a clareza e a previsibilidade&#8221; necessárias para que empresas, Estados-membros e parceiros internacionais se preparem para a aplicação do regulamento no final de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788523]]></sapo:autor>
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		<title>IL quer descentralizar sistema de proteção civil e clarificar competências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:26:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[ A Iniciativa Liberal apresentou hoje um projeto de revisão da Lei de Bases da Proteção Civil para descentralizar e clarificar o exercício de competências dentro do sistema, dar prioridade à prevenção e introduzir a dimensão das infraestruturas críticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Iniciativa Liberal apresentou hoje um projeto de revisão da Lei de Bases da Proteção Civil para descentralizar e clarificar o exercício de competências dentro do sistema, dar prioridade à prevenção e introduzir a dimensão das infraestruturas críticas.</p>
<p>Estes foram alguns dos princípios defendidos pela presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, em conferência de imprensa, no Parlamento, durante a qual alertou para o facto de a Lei de Bases da Proteção Civil ter já 20 anos e &#8220;estar desatualizada, sem que sucessivos governos do PS e PSD tivessem a iniciativa de a rever&#8221;.</p>
<p>Na apresentação desta iniciativa legislativa, a presidente da IL considerou que a tragédia dos incêndios de Pedrógão Grande em 2017, o apagão de dimensão nacional e o recente comboio de tempestades mostraram os limites do atual sistema.</p>
<p>&#8220;A lei que nos devia proteger está desenhada para um país que já não existe e não responde aos riscos que enfrentamos todos os anos. O sistema atual é demasiado reativo, só se tomam medidas após as tragédias acontecerem&#8221;, criticou.</p>
<p>Em vez de um sistema &#8220;demasiado centralizado, no qual se tomam decisões longe de quem conhece o terreno&#8221;, Mariana Leitão defendeu a evolução para um modelo de maior proximidade e baseado na prevenção.</p>
<p>&#8220;É mais eficaz do ponto de vista social, porque permite salvar vidas, e é mais racional do ponto de vista financeiro, porque prevenir custa sempre menos do que remediar&#8221;, declarou, antes de se referir em concreto aos principais eixos subjacentes ao projeto da IL.</p>
<p>&#8220;A avaliação permanente do risco passa a ser a base de todas as políticas públicas nesta área, a par da prioridade no sentido de se proteger as infraestruturas críticas e os serviços essenciais: energia, água, comunicações, saúde, abastecimento alimentar. O apagão e a depressão mostraram-no de forma brutal&#8221;, observou.</p>
<p>Segundo Mariana Leitão, estes serviços essenciais e infraestruturas críticas devem representar a &#8220;espinha dorsal, mas estão hoje completamente ausentes da lei em vigor&#8221;.</p>
<p>&#8220;A reforma que a IL propõe define-os, protege-os e cria o conceito de rutura crítica para as falhas sistémicas&#8221;, salientou, antes de falar na mudança de um conceito em que o cidadão &#8220;deixa de ser objeto passivo da ação do Estado e passa a ser reconhecido como agente ativo de proteção civil&#8221;.</p>
<p>&#8220;Consagramos o direito à informação verdadeira, atempada e acessível sobre os riscos que nos rodeiam. Uma informação que se pretende adaptada à idade, à língua, à literacia e à situação de cada pessoa. E queremos atualizar a lei para os riscos do século XXI, porque hoje a lei conhece apenas dois conceitos: acidente grave e catástrofe&#8221;, referiu.</p>
<p>Outro objetivo classificado como prioritário pela IL é o de colocar o município na primeira linha de emergência. Depois, o nível intermunicipal responde aos riscos que atravessam concelhos.</p>
<p>&#8220;O Estado deve assumir uma função estratégica, mas complementar. Quem está mais perto e mais bem preparado atua primeiro, sem nunca impedir o apoio de quem está acima quando é preciso&#8221;, advogou.</p>
<p>Mariana Leitão frisou ainda a exigência de clareza de responsabilidades entre as diferentes entidades de proteção civil, já que &#8220;numa emergência a pior coisa que pode acontecer é ninguém saber quem decide&#8221;.</p>
<p>&#8220;A reforma separa com nitidez a direção política, a coordenação estratégica, o comando operacional e a responsabilidade institucional. Quem decide, decide. Quem coordena, coordena. Quem executa, executa. E quem falha, responde&#8221;, acentuou.</p>
<p>A presidente da IL considerou ainda essencial que a vertente da recuperação seja mesmo concretizada, sendo definida como uma fase própria da proteção civil.</p>
<p>&#8220;A proteção civil não termina quando as câmaras de televisão vão embora e a emergência sai do noticiário. É muitas vezes depois desse momento que as populações ficam mais sozinhas, famílias desalojadas, serviços por repor, danos por reparar, apoios impossíveis de perceber&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788522]]></sapo:autor>
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		<title>Euro NCAP endureceu os testes — e o novo Zeekr 7GT conquistou a nota máxima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:22:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Zeekr 7GT]]></category>
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					<description><![CDATA[A metodologia deste ano foi profundamente revista e é descrita pela organização como a alteração mais significativa desde 2009. Os testes procuram aproximar-se mais das condições reais de utilização e passam a analisar quatro áreas distintas: proteção em caso de colisão, segurança pós-colisão, prevenção de acidentes e condução segura]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Zeekr 7GT alcançou a classificação máxima de cinco estrelas nos testes de segurança do Euro NCAP, tornando-se um dos primeiros automóveis avaliados ao abrigo dos novos protocolos introduzidos em 2026.</p>
<p>A metodologia deste ano foi profundamente revista e é descrita pela organização como a alteração mais significativa desde 2009. Os testes procuram aproximar-se mais das condições reais de utilização e passam a analisar quatro áreas distintas: proteção em caso de colisão, segurança pós-colisão, prevenção de acidentes e condução segura.</p>
<p>O Zeekr 7GT obteve a melhor pontuação na segurança pós-colisão, com 95%, seguindo-se a proteção em caso de acidente, com 93%. O modelo alcançou ainda 89% na prevenção de colisões e 79% na condução segura.</p>
<p>Os novos critérios incluem uma avaliação mais ampla de diferentes perfis de ocupantes, entre os quais crianças e pessoas idosas. No caso dos automóveis elétricos, passaram também a ser analisados aspetos específicos como o isolamento da bateria de alta tensão depois de um embate.</p>
<p>Segundo a Zeekr, os resultados refletem tanto a resistência estrutural do modelo como a eficácia dos sistemas de segurança ativa. A marca entregou mais de 70 relatórios técnicos ao Euro NCAP para demonstrar que o desempenho obtido é repetível em diferentes condições de utilização.</p>
<p>Aled Williams, diretor de Programa do Euro NCAP, considera que os novos protocolos reforçam o rigor dos testes ao avaliarem a segurança antes, durante e depois de um acidente. O responsável classificou o resultado do 7GT como excecional, sobretudo por ter sido alcançado numa das primeiras avaliações realizadas com as regras de 2026.</p>
<p>Para Lothar Schupet, presidente executivo da Zeekr Europe, a classificação constitui um marco para o modelo e demonstra aos clientes europeus o nível de segurança que a marca pretende oferecer no segmento premium.</p>
<p>O Zeekr 7GT começou a chegar às estradas europeias depois do lançamento realizado em junho. A entrada no mercado português está prevista para o verão, com preços a partir de 55.450 euros, IVA incluído, estando o modelo já disponível para pré-reserva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788488]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comissão Europeia nomeia vice-presidente para acompanhar reunificação de Chipre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:20:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia anunciou hoje ter nomeado o vice-presidente executivo Raffaele Fitto como representante especial da instituição para Chipre, visando apoiar o processo de reunificação da ilha no âmbito das Nações Unidas, dada a ocupação turca desde 1974.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia anunciou hoje ter nomeado o vice-presidente executivo Raffaele Fitto como representante especial da instituição para Chipre, visando apoiar o processo de reunificação da ilha no âmbito das Nações Unidas, dada a ocupação turca desde 1974.</P><br />
<P>Em comunicado, o executivo comunitário indicou que Raffaele Fitto, que detém a pasta da Coesão e Reformas na instituição, irá trabalhar em &#8220;estreita cooperação&#8221; com a enviada pessoal do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para Chipre, María Ángela Holguín Cuéllar, procurando preparar o reinício das conversações e apoiar uma &#8220;solução abrangente, funcional e viável&#8221; para a divisão da ilha.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Europeia, a nomeação traduz o &#8220;forte compromisso&#8221; da União Europeia (UE) com a reunificação de Chipre, em conformidade com as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e com os princípios, valores e legislação da UE.</P><br />
<P>No exercício das novas funções, o vice-presidente executivo terá contactos com todas as partes e interlocutores relevantes para promover medidas de criação de confiança e facilitar os esforços diplomáticos destinados a alcançar um acordo considerado funcional e viável.</P><br />
<P>Na mesma nota informativa, a instituição sublinhou que Raffaele Fitto traz para o cargo uma &#8220;vasta experiência em governação europeia, cooperação regional e diálogo institucional&#8221;, que deverá reforçar o contributo do executivo comunitário para o processo de resolução da questão cipriota.</P><br />
<P>Chipre permanece dividido desde 1974, na sequência da intervenção militar da Turquia após um golpe de Estado apoiado pela junta militar então no poder na Grécia.</P><br />
<P>A República de Chipre, Estado-membro da União Europeia desde 2004, exerce controlo apenas sobre a parte sul da ilha, enquanto o norte é administrado pela autoproclamada República Turca do Norte de Chipre, reconhecida apenas por Ancara.</P><br />
<P>As negociações para a reunificação, conduzidas sob os auspícios das Nações Unidas, permanecem suspensas desde o fracasso da conferência de Crans-Montana, na Suíça, em 2017.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788504]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: PS acusa Governo de transformar &#8220;crise geopolítica numa oportunidade fiscal&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O PS acusou hoje o Governo de ter transformado uma "crise geopolítica numa oportunidade fiscal" e de ter "aumentado os impostos sobre os combustíveis", considerando que o executivo está a "ganhar dinheiro com a inflação".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS acusou hoje o Governo de ter transformado uma &#8220;crise geopolítica numa oportunidade fiscal&#8221; e de ter &#8220;aumentado os impostos sobre os combustíveis&#8221;, considerando que o executivo está a &#8220;ganhar dinheiro com a inflação&#8221;.</p>
<p>Em conferência de imprensa na sede do PS, em Lisboa, André Moz Caldas, membro do Secretariado Nacional do partido, referiu que &#8220;hoje os combustíveis voltam a aumentar de forma significativa&#8221;, o que &#8220;agrava ainda mais o custo de vida dos portugueses&#8221;, acusando o Governo de continuar &#8220;totalmente insensível&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas há uma coisa mais grave, uma coisa que o Governo tem omitido e escondido dos portugueses. O Governo da AD aumentou os impostos sobre os combustíveis e mantém esse aumento hoje ao fim de cinco meses de agravamento dos preços&#8221;, acusou.</p>
<p>Segundo o dirigente do PS, o Governo liderado por Luís Montenegro &#8220;recusa alterar as suas projeções para a inflação&#8221; e &#8220;limita-se a esperar, passivamente, que o conflito no Médio Oriente termine e que o problema se resolva por si&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Governo transformou uma crise geopolítica numa oportunidade fiscal. O Estado não pode ser o único que ganha quando todos os outros perdem&#8221;, criticou.</p>
<p>Recordando que os socialistas já levaram ao parlamento mais do que uma vez propostas para reduzir os impostos sobre os combustíveis, que foram rejeitadas, Moz Caldas defendeu que &#8220;é ao Governo que cabe agir neste momento&#8221;.</p>
<p>&#8220;O PS não exclui, contudo, retomar iniciativas na frente parlamentar se o Governo continuar a não responder aos problemas do aumento do custo de vida com que os portugueses e as portuguesas se confrontam&#8221;, disse.</p>
<p>O membro da direção do PS referiu que, nos combustíveis, &#8220;o Governo limita-se a não agir, mantém os impostos que os portugueses pagam por litro exatamente no mesmo valor do início da crise em março deste ano&#8221;.</p>
<p>&#8220;Hoje, os portugueses pagam mais cerca de 6,2 cêntimos de impostos por cada litro de gasolina e mais 9,7 cêntimos de impostos por cada litro de gasóleo do que pagavam quando este Governo iniciou funções em 2024&#8221;, contabilizou, referindo que &#8220;os portugueses estão pior, mas o Governo está a ganhar cada vez mais dinheiro com os impostos sobre os combustíveis&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788503]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O valor começa antes da entrega</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-valor-comeca-antes-da-entrega/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[valor]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Ana Barros, CEO da Martech Digital]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Ana Barros, CEO da Martech Digital</strong></em></p>
<p>Nas relações entre empresas e parceiros, há uma ideia que continua a ser pouco discutida: nos serviços profissionais, o valor não está apenas no entregável final. Está também no conhecimento, no tempo, no método e na equipa necessários para o produzir.</p>
<p>Um plano de conteúdos não começa quando chega ao email do cliente. Um artigo não nasce no momento da aprovação. Uma ação de assessoria de imprensa não acontece apenas quando surge uma notícia publicada. Antes disso, há análise, pesquisa, enquadramento estratégico, revisão e coordenação. Grande parte deste trabalho não é visível, mas é o que dá consistência e relevância à entrega final.</p>
<p>No mercado B2B, esta questão torna-se ainda mais evidente. As relações são mais longas, os processos envolvem vários interlocutores e os projetos dependem de calendários, aprovações, contributos internos e articulação entre equipas. Quando uma etapa fica pendente, uma decisão é adiada ou a comunicação deixa de acontecer, o impacto raramente fica limitado a esse momento. Afeta o planeamento, as prioridades e o ritmo do projeto.</p>
<p>Naturalmente, todas as empresas lidam com ausências, mudanças de prioridade e imprevistos. O problema não está na ausência em si, mas na falta de gestão dessa ausência e na expectativa de que o serviço do lado do parceiro fique suspenso sem impacto ou consequência.</p>
<p>Quando uma empresa contrata um serviço especializado, não está apenas a comprar uma tarefa isolada. Está a mobilizar capacidade intelectual, experiência, disponibilidade e acompanhamento contínuo. Essa capacidade é planeada, reservada e gerida. Por isso, quando uma aprovação atrasa, uma decisão fica bloqueada ou um projeto entra em pausa sem alinhamento prévio, há consequências na organização do trabalho.</p>
<p>É aqui que muitas relações cliente-parceiro precisam de evoluir. Durante muito tempo, a palavra “fornecedor” foi usada quase como sinónimo de executor. Mas em muitos serviços B2B, como marketing, comunicação, tecnologia, consultoria ou formação, essa visão é redutora. O valor não está apenas em executar, mas também em pensar, orientar, antecipar e transformar conhecimento em solução.</p>
<p>Pausar um projeto pode ser necessário, rever prioridades também e ajustar timings faz parte de qualquer relação profissional. Mas uma pausa deve ser uma decisão de gestão, não uma consequência do silêncio. Há uma diferença clara entre alinhar uma suspensão temporária e deixar aprovações pendentes, reuniões por marcar ou entregáveis bloqueados, esperando que tudo retome com a urgência inicial.</p>
<p>Quando os processos ficam suspensos sem alinhamento, os prazos comprimem-se, as equipas reorganizam-se, as horas planeadas perdem eficiência e o trabalho acumula-se. A qualidade pode acabar pressionada por decisões que não foram tomadas a tempo e, muitas vezes, espera-se que o parceiro compense atrasos com mais rapidez, flexibilidade e disponibilidade.</p>
<p>A flexibilidade é essencial, mas não pode ser confundida com elasticidade infinita. Uma relação saudável exige responsabilidade de ambos os lados. Do parceiro espera-se rigor, transparência e capacidade de adaptação. Do cliente espera-se clareza, feedback em tempo útil, respeito pelos calendários acordados e consciência de que a sua disponibilidade faz parte do sucesso do projeto.</p>
<p>Num mercado B2B onde tanto se fala de confiança, parceria e criação de valor, talvez seja tempo de olhar com mais seriedade para a forma como estas relações são operacionalizadas. A confiança constrói-se também durante o processo, na comunicação, na previsibilidade e na forma como cada parte respeita o trabalho da outra.</p>
<p>No fim, o trabalho que não se vê é, muitas vezes, o que sustenta aquilo que o cliente valoriza quando finalmente recebe. Se queremos relações B2B mais estratégicas, temos de deixar de tratar serviços especializados como tarefas que se ligam e desligam sem consequência. Porque por trás de cada entrega há pessoas, conhecimento e tempo. E isso também é valor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Ana Barros, CEO da Martech Digital]]></sapo:autor>
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		<title>AEP leva dez empresas portuguesas ao Canadá para reforçar negócios num dos mercados mais competitivos do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Empresarial de Portugal (AEP) iniciou uma nova missão empresarial ao Canadá com o objetivo de reforçar a internacionalização das empresas portuguesas e criar novas oportunidades de negócio num dos mercados mais desenvolvidos e competitivos do mundo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Empresarial de Portugal (AEP) iniciou uma nova missão empresarial ao Canadá com o objetivo de reforçar a internacionalização das empresas portuguesas e criar novas oportunidades de negócio num dos mercados mais desenvolvidos e competitivos do mundo. A iniciativa decorre entre os dias 12 e 18 de julho, no âmbito do projeto BOW – Business on the Way, reunindo dez empresas nacionais que, ao longo da semana, participarão em reuniões de negócios em Montreal e Toronto com potenciais clientes, distribuidores, importadores e outros parceiros locais.</p>
<p>A missão contempla um programa intensivo de encontros business-to-business (B2B), previamente preparados e ajustados ao perfil e aos objetivos de cada empresa participante. O propósito passa por facilitar a entrada ou consolidação das empresas portuguesas no mercado canadiano, criando contactos comerciais concretos e potenciando novas parcerias empresariais. Segundo a AEP, esta abordagem personalizada procura maximizar as oportunidades de negócio num mercado caracterizado pela elevada exigência, estabilidade económica e forte abertura ao comércio internacional.</p>
<p>Para o presidente do Conselho de Administração da AEP, Luís Miguel Ribeiro, o Canadá reúne condições particularmente favoráveis para as empresas portuguesas que pretendem expandir a sua atividade além-fronteiras. &#8220;O Canadá é um dos países mais desenvolvidos do mundo. É estável e aberto ao comércio internacional, oferecendo às empresas oportunidades estratégicas. Beneficiando do Acordo Económico e Comercial Global entre a União Europeia e o Canadá (CETA), as empresas podem explorar as vantagens de um mercado diversificado, rico e dinâmico&#8221;, afirma. O responsável acrescenta que a entrada em vigor do CETA reforçou significativamente a atratividade do mercado canadiano para as empresas europeias, ao reduzir barreiras comerciais, facilitar o acesso ao mercado e criar condições mais favoráveis para o aprofundamento das relações económicas bilaterais.</p>
<p>Esta é a 11.ª missão empresarial organizada pela AEP no Canadá, dando continuidade a uma estratégia de longo prazo de apoio à internacionalização das empresas portuguesas naquele país. Desde a primeira missão, realizada em 2010, a associação promoveu já 12 iniciativas no mercado canadiano, entre as quais dez missões empresariais e duas participações em feiras internacionais. Segundo a AEP, este trabalho continuado permitiu reforçar a presença das empresas nacionais num mercado reconhecido pelo elevado poder de compra, pela estabilidade económica, pela abertura ao investimento estrangeiro e pelo ambiente favorável aos negócios.</p>
<p>Décima maior economia mundial e membro do G7, o Canadá destaca-se por uma economia robusta, competitiva e fortemente integrada nas cadeias globais de comércio. O país ocupa posições de destaque nos principais indicadores internacionais de competitividade e facilidade de fazer negócios, dispondo de um mercado interno sofisticado, elevado rendimento disponível e um consumo privado sustentado, características que continuam a atrair empresas exportadoras de diversos setores.</p>
<p>A comitiva portuguesa integra empresas de áreas distintas, refletindo o caráter multissetorial da missão. Participam a ALLCOST – Têxteis para Hotelaria, a ARROW4D – Consultores de Engenharia e Geofísica, a Balanças Marques, a Cabelte Cabos Elétricos, a Neiper Home, a Comfort and Innovations, a Lumatex – Indústria Têxtil, a Mi Casa Es Tu Casa, a Rosacel Têxteis e a Têxteis DA – Domingos Almeida. A maioria pertence ao setor dos têxteis-lar, mas a delegação inclui igualmente empresas ligadas à engenharia, geofísica, automação industrial, equipamentos de pesagem e fabrico de cabos elétricos, numa demonstração da diversidade da oferta portuguesa que procura conquistar espaço no mercado canadiano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788472]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: UE mobiliza 883 ME para financiar reconstrução da Faixa de Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia mobilizou hoje 883,6 milhões de euros para a reconstrução da Faixa de Gaza, no âmbito de uma nova iniciativa, intitulada "Equipa Gaza", que junta 13 governos, entre os quais o Japão, Reino Unido, Espanha e França.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia mobilizou hoje 883,6 milhões de euros para a reconstrução da Faixa de Gaza, no âmbito de uma nova iniciativa, intitulada &#8220;Equipa Gaza&#8221;, que junta 13 governos, entre os quais o Japão, Reino Unido, Espanha e França.</P><br />
<P>Esta iniciativa foi lançada no âmbito da reunião do Grupo de Doadores para a Palestina, que se está a realizar hoje em Bruxelas, organizada pela União Europeia e a Autoridade Palestiniana e que conta com a participação de 65 delegações internacionais.</P><br />
<P>Em comunicado, a Comissão Europeia refere que, durante a reunião, ficou acordado que são necessários &#8220;esforços internacionais coordenados para providenciar um maior apoio financeiro aos esforços de reconstrução de Gaza&#8221;.</P><br />
<P>Nesse âmbito, a comissária europeia para o Mediterrâneo, Dubravka Suica, anunciou o lançamento da &#8220;Iniciativa Equipa Gaza&#8221;, que mobiliza &#8220;883,6 milhões de euros em apoio financeiro para apoiar ações de recuperação precoce em diversos setores, em benefício da população civil de Gaza&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Participam nesta iniciativa os governos de Espanha, Dinamarca, Reino Unido, Alemanha, Noruega, Finlândia, Itália, Países Baixos, França, Japão, Suíça, Suécia e Bélgica, juntamente com a Comissão Europeia, o Banco Europeu de Investimento e o Banco Mundial. Outros países, incluindo a Austrália e o Canadá, manifestaram igualmente interesse e prevê-se que venham a aderir&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>O executivo comunitário refere que estes fundos visam &#8220;coordenar projetos de recuperação precoce em Gaza, com o objetivo de restabelecer os serviços básicos à população&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tal inclui a recuperação de infraestruturas de abastecimento de água e saneamento, a gestão e remoção de escombros e de resíduos sólidos, bem como o restabelecimento dos sistemas de saúde, energia, agricultura e alimentação&#8221;, refere a Comissão Europeia. </P><br />
<P>A Comissão Europeia indica que, quando Dubravka Suica visitou recentemente Israel, em 22 de junho, &#8220;chegou a acordo com as autoridades israelitas sobre as próximas etapas para a implementação de dois grandes projetos nas áreas da gestão de resíduos e da água em Gaza&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A reunião de hoje incluiu uma primeira troca de pontos de vista e um alinhamento relativamente a estes projetos&#8221;, refere-se.</P><br />
<P>Além destes fundos destinados à Faixa de Gaza, a UE, em conjunto com outros 11 países europeus, entre os quais Portugal, comprometeu-se também na reunião de hoje a mobilizar mais 41,7 milhões de euros em apoio financeiro à Autoridade Palestiniana.</P><br />
<P>Durante a reunião, a Autoridade Palestiniana apresentou &#8220;os progressos que tem feito na adoção de reformas&#8221;, incluindo &#8220;melhorias significativas nos domínios das finanças públicas, reformas da governação pública e medidas destinadas a melhorar o ambiente empresarial, a digitalização dos serviços públicos, bem como uma modernização substancial das redes de gestão da água e da eletricidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, a Autoridade Palestiniana apresentou as medidas adicionais adotadas para reformar o seu sistema de proteção social e modernizar o seu sistema educativo&#8221;, indica o executivo comunitário.</P><br />
<P>O Grupo de Doadores para a Palestina foi lançado pela Comissão Europeia em setembro de 2025 e visa angariar fundos para relançar a economia palestiniana e reconstruir a Faixa de Gaza. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788493]]></sapo:autor>
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		<title>Mogadouro investe 450 mil euros na construção de creche para 25 crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O município de Mogadouro vai avançar com a construção de uma creche, no montante de 450 mil euros, com capacidade para 25 crianças, devendo as obras arrancar ainda este mês, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O município de Mogadouro vai avançar com a construção de uma creche, no montante de 450 mil euros, com capacidade para 25 crianças, devendo as obras arrancar ainda este mês, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara.</P><br />
<P>Segundo António Pimentel, o investimento nesta nova creche será de 450 mil euros, após a revisão do projeto inicial.</P><br />
<P>&#8220;Dentro da urgência possível, o município decidiu avançar com a construção de uma nova creche municipal em Mogadouro. Foi elaborado um projeto para implementar junto à Escola Básica do 1.º Ciclo e avançou-se com o concurso público, com o valor de 360 mil euros, que ficou deserto, devido à subida dos custos dos materiais de construção e mão de obra&#8221;, explicou o autarca social-democrata do distrito de Bragança.</P><br />
<P>Após este vazio concursal, o equipamento foi de novo colocado a concurso por 450 mil euros, devendo as obras terem o seu início ainda durante mês, havendo um prazo de conclusão previsto de meio ano.</P><br />
<P>&#8220;Espero que o prazo de meio ano seja cumprido e que não atinja sequer o meio ano previsto, dada a necessidade de lugares em creche no concelho de Mogadouro&#8221;, disse António Pimentel.</P><br />
<P>De acordo com o autarca de Mogadouro, distrito de Bragança, &#8220;há muitos pais que têm dificuldades em deixar os seus filhos para poderem ir trabalhar por falta de lugares em creches, mesmo depois do apoio dado pelo município para a ampliação do equipamento da Santa Casa da Misericórdia e apoiar em 400 euros as amas sociais&#8221;, disse.</P><br />
<P>A nova creche municipal de Mogadouro vai ser construída num terreno anexo à Escola do 1.º Ciclo, sendo aproveitadas duas salas deste equipamento educativo, servindo de ampliação, sempre em linha com as obrigatoriedades que este tipo de equipamento exige.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788490]]></sapo:autor>
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		<title>Corredor ferroviário China-Europa expande-se e poderá beneficiar Portugal através de Sines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:01:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A rede ferroviária China-Europe Railway Express (CRE) multiplicou por quase 12 o número anual de viagens na última década, consolidando-se como um dos principais corredores logísticos entre a Ásia e a Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rede ferroviária China-Europe Railway Express (CRE) multiplicou por quase 12 o número anual de viagens na última década, consolidando-se como um dos principais corredores logísticos entre a Ásia e a Europa.</p>
<p>Em 2025, os comboios de mercadorias realizaram 20.022 viagens, face às 1.702 registadas em 2016, ligando atualmente 129 cidades chinesas a 236 cidades distribuídas por 26 países europeus.</p>
<p>Criada em 2016 para reunir sob uma única marca vários serviços ferroviários transfronteiriços entre cidades chinesas e europeias, a rede expandiu-se rapidamente e tornou-se um dos pilares da cooperação no âmbito da iniciativa Belt and Road, segundo uma análise divulgada pela Xinhua.</p>
<p>O crescimento da infraestrutura permitiu reduzir significativamente os tempos de transporte entre a China e a Europa. Um exemplo é a ligação entre Estugarda, na Alemanha, e Chongqing, no sudoeste da China, onde um automóvel que anteriormente demorava entre 35 e 40 dias a chegar por via marítima pode agora ser transportado por ferrovia em cerca de 15 dias, a um custo equivalente a um terço do transporte aéreo.</p>
<p>Também várias cidades europeias beneficiaram da crescente utilização do corredor ferroviário. Duisburgo, na Alemanha, tornou-se um dos principais destinos da rede e concentra atualmente cerca de 30% do volume total de mercadorias transportadas pelo China-Europe Railway Express. Segundo Markus Teuber, responsável pelos assuntos da China na cidade, o número de empresas chinesas instaladas em Duisburgo aumentou de 40 para mais de 120 na última década, criando mais de 20 mil postos de trabalho ligados à cadeia logística.</p>
<p>Na Polónia, a atividade de movimentação e transbordo de contentores também aumentou em cidades como Łódź, acompanhando o crescimento do tráfego ferroviário entre os dois continentes.</p>
<p>Além do impacto económico, a ferrovia ganhou importância estratégica num contexto de crescente instabilidade geopolítica. Os conflitos regionais e as perturbações em corredores marítimos internacionais aumentaram a procura por alternativas de transporte mais previsíveis e resilientes.</p>
<p>Um dos exemplos é o corredor trans-Cáspio, que liga Xi&#8217;an, na China, a Baku, no Azerbaijão, através do Cazaquistão e do Mar Cáspio. Desde a criação de um serviço diário regular, em julho de 2024, a procura aumentou significativamente. Entre janeiro e março deste ano, a rota movimentou 85 ligações ferroviárias e marítimas, mais 150% do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>A evolução da rede foi também sustentada por uma maior coordenação entre os países envolvidos. Em 2017, as autoridades ferroviárias da China, Bielorrússia, Alemanha, Cazaquistão, Mongólia, Polónia e Rússia assinaram um acordo para harmonizar normas operacionais, facilitar procedimentos aduaneiros e reforçar a cooperação ao longo do corredor.</p>
<p>Portugal não integra a rede ferroviária China-Europa, mas poderá beneficiar da melhoria das ligações ferroviárias no continente. Com a nova linha de mercadorias entre o porto de Sines e a fronteira espanhola, os produtos que chegam a Portugal por via marítima poderão seguir mais rapidamente de comboio para o resto da Europa, tornando o país uma porta de entrada mais competitiva para o comércio internacional.</p>
<p>Atualmente, além de facilitar a chegada de produtos chineses aos mercados europeus, o China-Europe Railway Express permite igualmente um fluxo crescente de máquinas industriais, produtos agrícolas e bens de consumo europeus para a China, reforçando a integração económica entre os dois continentes. Segundo operadores do setor, a rede deixou de ser vista apenas como uma alternativa ao transporte marítimo para se afirmar como uma solução consolidada nas cadeias internacionais de abastecimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788484]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A sazonalidade já não é o que era: adaptar a gestão às novas realidades do mercado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-sazonalidade-ja-nao-e-o-que-era-adaptar-a-gestao-as-novas-realidades-do-mercado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[euromaster]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Vítor Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha</p>
<p>A atividade do pós-venda automóvel continua a ser marcada por períodos de maior procura ao longo do ano, mas a tradicional sazonalidade tornou-se mais diluída. A diversidade crescente do parque automóvel, a introdução de novas tecnologias e a alteração nos padrões de utilização dos veículos fazem com que os picos de trabalho das oficinas se distribuam de forma menos concentrada e mais difícil de antecipar.</p>
<p>A conjugação de fatores como condições climáticas mais instáveis e a convivência entre veículos tradicionais, híbridos e elétricos altera não apenas o volume, mas também o tipo de serviços procurados em cada momento. Para os gestores de oficinas, a nova realidade exige uma gestão flexível, capaz de adaptar recursos e processos a diferentes níveis de procura.</p>
<p>Redes com presença nacional, como a Euromaster, acompanham de perto estas mudanças e apoiam os centros oficinais com formação contínua, ferramentas de monitorização e suporte técnico. Esta abordagem permite reagir de forma ágil, garantindo que os serviços se mantêm consistentes e de elevada qualidade, independentemente da distribuição dos picos de procura.</p>
<p>Mais do que lidar com flutuações de volume, a sazonalidade fragmentada desafia as oficinas a antecipar necessidades, organizar equipas de forma eficiente e otimizar a disponibilidade de peças e equipamentos. Quando bem gerida, esta flexibilidade transforma a variabilidade da procura numa oportunidade para reforçar a confiança dos clientes e consolidar a reputação das oficinas.</p>
<p>No fundo, gerir a sazonalidade deixou de ser apenas uma questão de calendário. Passou a ser um exercício estratégico, em que a capacidade de adaptação e a organização se tornam determinantes para manter a qualidade do serviço e a segurança dos veículos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: 91% da área ardida em 2025 causada por 44 fogos, combate deve ser focado, indica relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:58:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Poucos fogos florestais consumiram 91% da área ardida em 2025, um ano quente com poucas ignições, mostrando que o combate se deve concentrar em "incêndios extremos", refere um relatório do Sistema Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR), hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Poucos fogos florestais consumiram 91% da área ardida em 2025, um ano quente com poucas ignições, mostrando que o combate se deve concentrar em &#8220;incêndios extremos&#8221;, refere um relatório do Sistema Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR), hoje divulgado.</P><br />
<P>&#8220;Sendo um dos anos meteorologicamente mais severos das últimas décadas, registaram-se cerca de 271 mil hectares de área ardida, o quarto valor mais elevado desde 2001&#8221;, com &#8220;44 incêndios responsáveis por aproximadamente 91% da área ardida nacional&#8221;.</P><br />
<P>O que demonstra que &#8220;o principal desafio do sistema reside atualmente na prevenção e gestão de incêndios de grande dimensão e elevada complexidade&#8221;, segundo o relatório a que a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>Em 2025, &#8220;Portugal registou 8.252 incêndios rurais, o terceiro valor mais baixo desde 2001&#8221;, apesar de &#8220;ter sido o quinto ano meteorologicamente mais severo&#8221; do século, &#8220;com 29 dias consecutivos de perigo &#8216;Máximo&#8217;, &#8216;Extremo&#8217; ou &#8216;Excecional'&#8221;, pode ler-se no documento.</P><br />
<P>O relatório menciona também as &#8220;alterações climáticas&#8221; para defender &#8220;a necessidade de acelerar a adaptação dos territórios rurais, aumentar a sua resiliência e reforçar a capacidade operacional para responder a eventos extremos&#8221;.</P><br />
<P>Segundo os dados, 84% da área ardida ocorreu em zonas de perigosidade alta ou muito alta e 73% concentrou-se na região centro, o que reforça &#8220;a urgência de direcionar recursos e investimento preventivo para as Áreas Prioritárias de Prevenção e Segurança&#8221;.</P><br />
<P>Em 2025, morreram seis pessoas por causa dos fogos rurais, menos 10 do que em 2024, e &#8220;as emissões de carbono atingiram cerca de 3,6 milhões de toneladas, representando aproximadamente o dobro da média histórica observada desde 2003&#8221;. </P><br />
<P>De acordo com o relatório, &#8220;as perdas económicas diretas associadas aos espaços florestais, agrícolas e aos serviços dos ecossistemas ascenderam a cerca de 85 milhões de euros&#8221;.</P><br />
<P>No que diz respeito ao combate, a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) &#8211; cuja missão é fazer o planeamento, coordenação estratégica e avaliação do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais &#8211; reconhece que houve falhas no controlo dos reacendimentos, embora tenha existido &#8220;uma capacidade de resposta operacional elevada, com 93,4% dos incêndios dominados em ataque inicial&#8221;. </P><br />
<P>Em 2025, &#8220;a taxa de reacendimentos, embora com valores mais baixos do que antes de 2017, foi de 8%, superior à meta de 1%&#8221; e as &#8220;análises dos incêndios mais complexos reforçam a necessidade de evoluir para um modelo mais antecipatório baseado na avaliação do risco e no planeamento prospetivo&#8221;. </P><br />
<P>Para os autores, a &#8220;crescente concentração da área ardida em poucos incêndios exige uma aposta continuada na qualificação, na interoperabilidade dos sistemas e na utilização de técnicas especializadas de supressão&#8221;.</P><br />
<P>Após os incêndios de 2017, que causaram várias mortes em todo o país, foi feita uma reforma da gestão dos incêndios, promovida pela AGIF, que reforça a cooperação entre estruturas locais, regionais e nacionais. </P><br />
<P>&#8220;Esta evolução confirma a consolidação de uma tendência estrutural de redução das ignições, particularmente associada ao uso negligente do fogo&#8221;, graças às campanhas de sensibilização e reforço da vigilância, patrulhamento e fiscalização, além dos apoios à &#8220;realização segura de queimas e queimadas&#8221;, refere o relatório, entregue ao parlamento e ao Governo no final de junho de 2026.</P><br />
<P>Para a organização, o relatório mostra que &#8220;a reforma iniciada após 2017 continua a produzir resultados consistentes, mas demonstra igualmente, com transparência, que persistem desafios estruturais na prevenção dos incêndios rurais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O impacto médio da área ardida no período pós-2017 continua 43% inferior ao registado antes da reforma&#8221;, mas hoje o &#8220;principal desafio do sistema deixou de ser o elevado número de ocorrências e passou a concentrar-se na prevenção e gestão de um número reduzido de incêndios extremos&#8221;. </P><br />
<P>No balanço da estratégia, em 2025, 53% do plano de ação do SGIF foi executado, com &#8220;196 mil hectares de gestão de combustível, ultrapassando a meta anual&#8221; e estavam &#8220;em execução 62 operações integradas de gestão da paisagem, abrangendo aproximadamente 100 mil hectares e um investimento superior a 180 milhões de euros&#8221;. </P><br />
<P>Além disso, os programas Aldeia Segura Pessoas Seguras e Condomínio de Aldeia, que fazem parte do plano passaram a abranger 2.386 aglomerados.</P><br />
<P>&#8220;O investimento global do SGIFR atingiu 600 milhões de euros, o segundo valor mais elevado desde o início do Programa Nacional de Ação, sendo 54% da despesa aplicada em prevenção, confirmando a mudança estrutural do sistema&#8221;, refere o relatório. </P><br />
<P>Os autores do documento salientam que é necessário acelerar &#8220;a transformação do território e a valorização económica dos espaços rurais, com incentivos financeiros, também fiscais, que premeiem quem gere&#8221;. </P><br />
<P>Além disso, defendem a &#8220;recuperação de áreas ardidas e a expansão da silvicultura preventiva, do pastoreio extensivo e do uso do fogo bom&#8221; para limitar as zonas combustíveis, a par da &#8220;qualificação dos meios especializados para responder aos incêndios de comportamento extremo&#8221;, entre outras matérias. </P></p>
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		<title>Ucrânia faz tiro ao alvo na “frota fantasma” de Putin: 105 navios atingidos em oito dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques mais recentes atingiram sete petroleiros, cinco navios de carga, um ferry e dois rebocadores. O comandante não esclareceu, contudo, a extensão dos danos provocados em cada embarcação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia afirmaram ter atingido 15 embarcações ligadas à chamada “frota fantasma” russa durante a última noite, elevando para 105 o número de navios atacados desde 6 de julho.</p>
<p>A informação foi divulgada esta segunda-feira por Robert Brovdi, comandante daquela unidade ucraniana, numa publicação no Telegram citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;. Conhecido pelo nome de guerra “Madyar”, o responsável garantiu que a operação vai prosseguir no mar de Azov.</p>
<p>Segundo Brovdi, os ataques mais recentes atingiram sete petroleiros, cinco navios de carga, um ferry e dois rebocadores. O comandante não esclareceu, contudo, a extensão dos danos provocados em cada embarcação.</p>
<p>O responsável ucraniano afirmou ainda que a infraestrutura de transbordo da Crimeia ocupada tem sido atacada todas as noites, que o tráfego no estreito de Kerch foi interrompido e que as operações de descarga foram reduzidas ao mínimo. Estas alegações não foram confirmadas de forma independente.</p>
<p>A ofensiva terá incluído também uma operação contra o sistema elétrico da península. De acordo com o comandante, as forças ucranianas atingiram nove subestações elétricas de diferentes capacidades na Crimeia e noutros territórios ocupados.</p>
<p>Entre os alvos estaria uma estação estratégica da ponte energética Kuban-Crimeia, que liga a península ocupada ao território russo. Brovdi afirmou que a instalação foi atacada pela segunda vez em 48 horas.</p>
<p>O comandante alegou ainda que quatro meios de defesa aérea russos foram destruídos, incluindo um lançador S-400 Triumf, um sistema Tor e dois complexos de radar.</p>
<p>Kiev tem defendido os ataques contra a chamada “frota fantasma” russa com o argumento de que os navios que transportam petróleo ajudam a financiar a guerra de Moscovo e podem, por isso, ser considerados alvos militares legítimos.</p>
<p>Numa carta enviada à Organização Marítima Internacional, o vice-primeiro-ministro ucraniano, Oleksiy Kuleba, rejeitou as acusações russas de que a Ucrânia estaria a realizar ataques “terroristas” contra a navegação comercial.</p>
<p>Kuleba sustentou que a frota paralela tem um papel central na manutenção das receitas petrolíferas russas e acusou Moscovo de ter atacado 59 navios mercantes desde o início da invasão em grande escala.</p>
<p>A ofensiva ucraniana surge numa altura em que vários países europeus reforçam as medidas contra a frota utilizada pela Rússia para contornar as sanções ocidentais. Segundo a estimativa citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, esta rede poderá incluir mais de 1.500 petroleiros.</p>
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