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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Jun 2026 19:47:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>China muda as regras dos híbridos plug-in. E as marcas ocidentais ficaram subitamente velhas&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Novas regras fiscais chinesas passaram a favorecer híbridos plug-in com autonomias elétricas muito mais longas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, os híbridos plug-in foram vendidos como o compromisso ideal: alguns quilómetros em modo elétrico para o dia a dia, um motor a combustão para as viagens longas e benefícios fiscais suficientes para tornar a fórmula atraente. Mas a China acabou de mudar o significado desse compromisso.</p>
<p>As novas regras fiscais chinesas passaram a favorecer híbridos plug-in com autonomias elétricas muito mais longas. O patamar que antes exigia cerca de 43 quilómetros em modo elétrico subiu para 100 quilómetros. Na prática, muitos modelos que ainda parecem competitivos na Europa deixaram de cumprir o novo padrão no maior mercado automóvel do mundo.</p>
<p>O resultado é uma mudança silenciosa, mas profunda. Os híbridos plug-in ocidentais, tradicionalmente assentes em baterias pequenas e autonomias elétricas modestas, passaram a parecer desatualizados ao lado dos modelos chineses. Alguns construtores locais já oferecem autonomias elétricas superiores a 160 quilómetros, enquanto outros começam a transformar veículos elétricos em híbridos de grande bateria, invertendo a lógica tradicional usada por muitas marcas europeias.</p>
<p><strong>O híbrido deixou de ser meia medida</strong></p>
<p>A diferença está na forma como a China redefiniu o produto. Para muitas marcas europeias, o híbrido plug-in nasceu como uma evolução do automóvel a combustão: acrescenta-se uma bateria, um motor elétrico e capacidade de carregamento externo. Para vários fabricantes chineses, o ponto de partida começa a ser outro: uma base elétrica forte, à qual se junta um motor a combustão como extensor ou complemento.</p>
<p>Essa mudança tem consequências diretas. Quando a autonomia elétrica passa a ser decisiva para benefícios fiscais, os modelos com baterias pequenas perdem atratividade. E quando o funcionamento a gasolina também passa a ser escrutinado com maior exigência, os híbridos plug-in de luxo, pesados e com motores grandes, ficam ainda mais expostos.</p>
<p>Segundo a &#8216;Carscoops&#8217;, marcas como Audi, BMW, Mercedes-Benz e Jaguar Land Rover reduziram fortemente ou eliminaram parte da oferta híbrida plug-in na China. O problema não é apenas regulamentar. É também tecnológico e comercial: o que antes era visto como solução sofisticada começa a parecer uma transição incompleta.</p>
<p><strong>O maior mercado do mundo não espera</strong></p>
<p>A pressão é ainda maior porque a China atravessa uma fase difícil no mercado automóvel. De acordo com a &#8216;Reuters&#8217;, as vendas de automóveis no país caíram 22,3% em maio, para 1,53 milhões de veículos, marcando o oitavo mês consecutivo de descida. Nos primeiros cinco meses do ano, a quebra foi de 19,7%.</p>
<p>Mesmo nesse contexto, os veículos elétricos e híbridos plug-in continuam a ter um peso enorme: representaram 62,2% das vendas em maio. Ou seja, a desaceleração do mercado não apaga a direção da indústria. Pelo contrário, reforça a competição dentro dos modelos eletrificados e torna mais dura a vida de quem chega atrasado.</p>
<p>A Volkswagen é um dos exemplos mais visíveis da pressão sobre os construtores estrangeiros. A marca está a tentar defender a sua posição histórica na China com uma estratégia elétrica mais localizada, incluindo uma parceria com a XPENG para acelerar o desenvolvimento de modelos com software, assistência à condução e arquitetura mais adaptados ao mercado chinês.</p>
<p><strong>A Europa pode ser a próxima frente</strong></p>
<p>O que acontece na China dificilmente ficará fechado na China. Marcas chinesas com híbridos plug-in de longa autonomia já começaram a olhar para a Europa, onde muitos consumidores continuam hesitantes em passar diretamente para um elétrico puro. Se conseguirem oferecer longas distâncias em modo elétrico, preços competitivos e motores a combustão como rede de segurança, estes modelos podem encontrar terreno fértil.</p>
<p>Isso coloca as marcas europeias perante um dilema desconfortável. Durante anos, o híbrido plug-in foi uma forma de cumprir metas, preservar motores tradicionais e tranquilizar clientes que ainda receavam a autonomia dos elétricos. Mas se a comparação passar a ser feita com modelos chineses capazes de circular quase toda a semana em modo elétrico, a velha fórmula perde força.</p>
<p>A questão deixa de ser apenas se um híbrido plug-in tem tomada. Passa a ser quanto consegue fazer sem acordar o motor a combustão, quanto consome quando a bateria acaba e se ainda faz sentido pagar mais por tecnologia que já não lidera.</p>
<p><strong>O atraso que se vê na autonomia</strong></p>
<p>A China não matou o híbrido plug-in. Fez algo mais incómodo para os rivais: mudou o patamar mínimo para que ele continue a ser levado a sério. Ao exigir mais autonomia elétrica e maior eficiência, empurrou o mercado para uma definição mais ambiciosa do que deve ser um carro de transição.</p>
<p>Para os fabricantes chineses, que cresceram rapidamente em baterias, software e eletrificação, esse novo padrão joga em casa. Para muitas marcas ocidentais, obriga a acelerar decisões que foram adiadas: baterias maiores, plataformas mais elétricas, motores a combustão menos dominantes e produtos pensados para mercados onde o consumidor já compara tecnologia, não apenas emblemas.</p>
<p>A consequência é simples: no país onde o automóvel elétrico mais avançou, o híbrido plug-in deixou de ser um plano B confortável. Passou a ser mais uma frente da corrida tecnológica. E, nessa corrida, muitas marcas ocidentais descobriram que a China já mudou de velocidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774563]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão não aprovou qualquer texto de acordo com Washington, avançam media iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão negou hoje ter aprovado qualquer texto relativo a um eventual acordo com os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano suspender os ataques anunciaram para esta noite, avançaram os meios de comunicação iranianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão negou hoje ter aprovado qualquer texto relativo a um eventual acordo com os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano suspender os ataques anunciaram para esta noite, avançaram os meios de comunicação iranianos.</p>
<p>&#8220;Não foi aprovado qualquer texto para um protocolo de acordo inicial com os Estados Unidos&#8221;, escreveu a Fars, citando uma fonte apresentada como bem informada e próxima da equipa de negociação iraniana.</p>
<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, tinha declarado pouco antes que &#8220;as negociações com a República Islâmica do Irão foram levadas ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovadas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu, na qualidade de Presidente dos Estados Unidos da América, cancelei os ataques aéreos e bombardeamentos previstos contra o Irão para esta noite&#8221;, escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.</p>
<p>&#8220;As discussões e os últimos pontos foram, tanto em conceito como em grande detalhe, aprovados por todas as partes envolvidas, incluindo os Estados Unidos, Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Turquia, Paquistão, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Egito e outros&#8221;, adianta na publicação, sem especificar a que se refere.</p>
<p>Trump acrescentou que &#8220;a hora e o local da assinatura serão anunciados em breve&#8221; e garantiu que o bloqueio naval norte-americano aos portos iranianos permanecerá vigor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774995]]></sapo:autor>
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		<title>Governo prolonga prazo para municípios decidirem sobre regulamento para alojamento local</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-prolonga-prazo-para-municipios-decidirem-sobre-regulamento-para-alojamento-local/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 19:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo aprovou hoje um decreto-lei para um regime excecional que prolonga até ao final do ano o prazo para os municípios com mais de mil alojamentos locais decidirem se pretendem elaborar um regulamento para a atividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo aprovou hoje um decreto-lei para um regime excecional que prolonga até ao final do ano o prazo para os municípios com mais de mil alojamentos locais decidirem se pretendem elaborar um regulamento para a atividade.</p>
<p>De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, foi aprovado &#8220;um decreto-lei que cria um regime excecional e temporário que prolonga até 31 de dezembro de 2026 o prazo para os municípios que atinjam mais de 1.000 alojamentos locais decidirem se pretendem elaborar um regulamento para esta atividade&#8221;.</p>
<p>O diploma, acrescenta-se, &#8220;permite também, de forma excecional, que os municípios prolonguem ou voltem a aplicar a suspensão de novos registos de alojamento local, apenas pelo tempo estritamente necessário para elaborarem regulamentos&#8221; para a atividade.</p>
<p>&#8220;A suspensão não afeta registos já existentes. Com este regime é reforçada a autonomia local e é assegurado o equilíbrio entre turismo e habitação, sem alterar estruturalmente o regime legal em vigor&#8221;, considera o executivo.</p>
<p>Os municípios podem, desde outubro de 2024, adotar um regulamento administrativo próprio que defina &#8220;os procedimentos e os meios de atuação&#8221; para o alojamento local no respetivo território.</p>
<p>Segundo um decreto-lei, que altera o regime jurídico da exploração dos estabelecimentos de alojamento local, nos municípios com mais de um milhar de estabelecimentos de alojamento local, &#8220;a assembleia municipal deve deliberar expressamente, no prazo máximo de 12 meses contados da data em que o município atinja os 1.000 registos, se exerce o poder regulamentar&#8221; que lhe é atribuído.</p>
<p>O Governo já tinha anunciado a intenção de descentralizar as competências em matéria de registo de alojamentos locais, voltando a remeter para as autarquias a decisão de pôr fim a alojamentos locais em edifícios de habitação ou, em alternativa, não decretar o cancelamento imediato do registo de alojamento local e &#8220;convidar os intervenientes à obtenção de um acordo&#8221;.</p>
<p>No caso do cancelamento do registo, o decreto-lei estabeleceu as &#8220;condições&#8221; em que pode ser feito, o que o anterior não especificava, nomeadamente a inexistência de seguro obrigatório válido, e a prática reiterada e comprovada de atos que perturbem a normal utilização do prédio urbano.</p>
<p>Os municípios, com base nesse diploma, passaram a dispor das &#8220;ferramentas jurídicas para decidir em matéria de atribuição, regulação, fiscalização e promoção de processos de intervenção nas unidades de alojamento local&#8221;.</p>
<p>Essa atribuição inclui, designadamente, definir &#8220;os procedimentos e os meios de atuação em regulamento próprio&#8221;, isto &#8220;sem prejuízo das competências da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e do Instituto do Turismo de Portugal&#8221;.</p>
<p>No decreto-lei, o Governo considerou que importava &#8220;criar condições para que a atividade do alojamento local se consolide de forma equilibrada com o ambiente habitacional, com respeito dos direitos de iniciativa privada, de propriedade privada e de habitação&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774993]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nem elétrico, nem SUV: há uma pera motorizada a atravessar os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 18:45:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Glubbey]]></category>
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					<description><![CDATA[Há carros que nascem para vencer corridas, outros para bater recordes de autonomia e outros para provar que a estrada ainda tem espaço para ideias completamente improváveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros que nascem para vencer corridas, outros para bater recordes de autonomia e outros para provar que a estrada ainda tem espaço para ideias completamente improváveis. O de Andrew Glubbey pertence ao terceiro grupo: é um ciclomotor transformado numa pera gigante sobre rodas, construído para atravessar os Estados Unidos de costa a costa.</p>
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<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Glubbey, escultor de Merritt Island, na Florida, decidiu levar a sua paixão pela fruta para a estrada. A base é uma Genuine Hooligan de 170 cc, mas quase nada no resultado final parece convencional. À volta do ciclomotor, o artista construiu uma estrutura em forma de pera com ripas de madeira e latas de alumínio, criando uma escultura rolante que tanto parece uma instalação artística como uma piada levada demasiado a sério.</p>
<p>A viagem começou na Florida e tem como destino o noroeste do Pacífico. Pelo caminho, o objetivo é atravessar milhares de quilómetros, parar em cidades diferentes e transformar cada etapa num pequeno espetáculo de rua. A pera não é apenas decorativa: a estrutura também serve para arrumação, dispensando malas laterais ou outros acessórios exteriores.</p>
<p><strong>Uma pera contra o preço da gasolina</strong></p>
<p>Por trás da imagem absurda há uma razão bastante prática. Glubbey já tinha feito viagens longas em veículos artísticos, incluindo uma carrinha personalizada, mas os custos de combustível levaram-no a procurar uma solução mais eficiente. A resposta foi trocar a escala de um automóvel por um ciclomotor e usar a forma de pera como assinatura visual.</p>
<p>O resultado é uma máquina lenta, estranha e difícil de ignorar. A velocidade máxima ronda os 88 km/h, suficiente para avançar com calma entre cidades, mas longe de qualquer ideia de viagem rápida. Essa lentidão, contudo, faz parte da experiência. Glubbey não está a tentar chegar primeiro; está a tentar ser visto, provocar sorrisos e transformar a estrada numa galeria em movimento.</p>
<p>A escolha da pera também não é acidental. O escultor já tinha trabalhado esta forma noutras obras e considera-a visualmente feliz, quase cómica. No ciclomotor, a silhueta encaixou com espaço suficiente para manter a condução possível e ainda criar uma espécie de casulo artístico à volta da máquina.</p>
<p><strong>O veículo mais simpático da estrada</strong></p>
<p>Uma das surpresas da viagem tem sido a reação das pessoas. Glubbey já conduziu outros veículos invulgares e nem sempre recebeu respostas positivas. Desta vez, segundo contou, a pera tem provocado buzinas amigáveis, sinais de aprovação e curiosidade.</p>
<p>Essa talvez seja a parte mais interessante da história. Num mundo automóvel cada vez mais dominado por potência, ecrãs, software, autonomia e carregamentos rápidos, uma pera motorizada consegue chamar a atenção por uma razão quase infantil: é divertida. Não promete eficiência revolucionária, não antecipa o futuro da mobilidade e não quer convencer ninguém de que é a próxima grande tendência.</p>
<p>Ainda assim, diz alguma coisa sobre a cultura automóvel. A estrada nunca foi apenas transporte. Também foi liberdade, exposição, excentricidade e desejo de fazer parte da paisagem. Glubbey levou essa ideia ao literal: fez de uma escultura um veículo e de um veículo uma conversa ambulante.</p>
<p><strong>O automóvel como objeto de imaginação</strong></p>
<p>A história também mostra como a mobilidade pode continuar a ser um território de criatividade, mesmo quando a indústria se torna cada vez mais racional. Enquanto marcas discutem plataformas, baterias, margens e software, um artista decidiu resolver o problema da gasolina cara com madeira, latas de alumínio e uma pera gigante.</p>
<p>Não é uma solução para o mercado, nem tem de ser. É uma peça visual, uma experiência e, acima de tudo, uma forma de lembrar que os veículos mais memoráveis nem sempre são os mais rápidos, caros ou sofisticados.</p>
<p>Andrew Glubbey não está apenas a atravessar os Estados Unidos. Está a fazê-lo dentro de uma pera motorizada, a menos de 90 km/h, enquanto transforma cada paragem numa pequena cena de espanto. E talvez seja precisamente por isso que esta seja uma das histórias automóveis mais improváveis do ano.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DY_IzfhPE_8/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774557]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ex-secretário-geral adjunto insiste em &#8220;beliscadura&#8221; na folha o presidente da empresa que gere o SIRESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 18:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro, insistiu hoje "que existe alguma beliscadura" na folha do atual presidente da empresa que gere o SIRESP, contra quem disse não ter "nada pessoal".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro, insistiu hoje &#8220;que existe alguma beliscadura&#8221; na folha do atual presidente da empresa que gere o SIRESP, contra quem disse não ter &#8220;nada pessoal&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em termos de gestor público, acho que a folha não se deve encontrar minimamente beliscada, e acho aqui que existe alguma beliscadura na folha do senhor general [Paulo Viegas Nunes] enquanto foi presidente da Siresp S.A.&#8221;, afirmou António Pombeiro, ouvido hoje na Assembleia da República, na sequência da sua demissão em maio do cargo, alegando &#8220;irregularidades graves&#8221; na gestão da Siresp S.A. durante a presidência de Viegas Nunes, de 2022 a 2024.</p>
<p>O pedido de demissão foi apresentado em 22 de maio de 2026, o mesmo dia em que Paulo Viegas Nunes regressou à liderança da empresa que gere o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774986]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Denúncias de maus-tratos em creches aumentam e levantam dúvidas sobre prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 18:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As denúncias de violência, abusos e maus-tratos em creches têm ganho visibilidade nos últimos meses, levantando dúvidas sobre os mecanismos de prevenção, supervisão e fiscalização destas instituições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="155" data-end="355">As denúncias de violência, abusos e maus-tratos em creches têm ganho visibilidade nos últimos meses, levantando dúvidas sobre os mecanismos de prevenção, supervisão e fiscalização destas instituições.</p>
<p data-start="357" data-end="703">A Sábado recorda o caso da Academia Sonhar e Crescer, em Carnide, Lisboa, onde pais e familiares impediram a entrada das crianças depois de denúncias de alegados maus-tratos físicos e psicológicos. A instituição, integrada no Programa Creche Feliz e com financiamento público, acabou por encerrar depois de as instalações terem sido vandalizadas.</p>
<p data-start="705" data-end="914">O caso chegou ao Parlamento e o presidente do Instituto da Segurança Social defendeu, numa audição em março, que “o Estado não falhou”, garantindo que o Ministério Público continuava a investigar as denúncias.</p>
<p data-start="916" data-end="1309">Outros casos chegaram entretanto às autoridades. Em maio, um auxiliar de ação educativa de uma escola de Lisboa foi detido pela Polícia Judiciária por alegado abuso sexual de quatro crianças. No mesmo mês, o Ministério Público acusou duas funcionárias por oito crimes de maus-tratos a oito crianças num jardim de infância em Amares, num caso relativo aos anos letivos de 2022-2023 e 2023-2024.</p>
<p data-start="1311" data-end="1347"><strong>Falhas podem estar antes da denúncia</strong></p>
<p data-start="1349" data-end="1666">Para Luís Ribeiro, presidente da Associação de Profissionais de Educação de Infância, o problema pode não estar num aumento real dos casos, mas na maior visibilidade das suspeitas. “Não acredito que haja mais casos”, afirmou à Sábado, defendendo que existe hoje mais consciência social e maior capacidade de denúncia.</p>
<p data-start="1668" data-end="2009">O responsável considera que a fragilidade está sobretudo “a montante”, nos mecanismos de prevenção, supervisão e organização pedagógica das creches. Mais de 90% das creches em Portugal são geridas por IPSS, instituições que, segundo Luís Ribeiro, prestam serviços educativos, mas não têm necessariamente uma natureza educativa na sua gestão.</p>
<p data-start="2011" data-end="2369">O presidente da APEI alerta ainda para diferenças na formação e preparação dos profissionais. Embora os educadores de infância tenham hoje qualificação elevada, com exigência de mestrado, a realidade dos auxiliares é mais variável. A falta de educadores é outro problema: “Há muitas IPSS que neste momento estão a funcionar sem educador de infância”, avisou.</p>
<p data-start="2371" data-end="2403"><strong>Fiscalizações aumentaram em 2025</strong></p>
<p data-start="2405" data-end="2580">Questionado pela Sábado, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social revelou que foram concluídos 121 processos de fiscalização a creches em 2024 e 199 em 2025.</p>
<p data-start="2582" data-end="2935">Desses processos resultaram 13 encerramentos administrativos em 2024 e 15 encerramentos em 2025, dos quais três foram considerados urgentes. Os motivos vão da falta de licenciamento à insuficiência de recursos humanos, falta de qualificação exigida por lei, problemas de salubridade ou deficiências graves nas condições de segurança, higiene e conforto.</p>
<p data-start="2937" data-end="3202">Em 2025, deram entrada no Instituto da Segurança Social 117 denúncias relativas a creches, na maioria relacionadas com condições das instalações e escassez de recursos. No mesmo ano, foram realizadas 1.532 visitas de acompanhamento técnico à resposta social creche.</p>
<p data-start="3204" data-end="3465">O ministério sublinha que todas as denúncias de maus-tratos são encaminhadas para o Ministério Público e que, quando existem indícios de perigo para a criança, são acionados os mecanismos de proteção, nomeadamente através das CPCJ e das autoridades competentes.</p>
<p data-start="3467" data-end="3763" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Num setor que acolhe crianças até aos três anos, a confiança das famílias depende não apenas da existência de vagas, mas também da qualidade das equipas, da supervisão pedagógica e da capacidade de detetar problemas antes de se transformarem em casos graves.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774978]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vai aos Santos? Metro de Lisboa aumenta oferta e prolonga horário na noite mais popular da cidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vai-aos-santos-metro-de-lisboa-aumenta-oferta-e-prolonga-horario-na-noite-mais-popular-da-cidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 18:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Metro de Lisboa vai reforçar significativamente a sua operação na noite de 12 para 13 de junho, prolongando o serviço em todas as linhas até às 03h00 da madrugada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Metro de Lisboa vai reforçar significativamente a sua operação na noite de 12 para 13 de junho, prolongando o serviço em todas as linhas até às 03h00 da madrugada para dar resposta ao aumento de passageiros esperado durante as celebrações de Santo António e das Festas de Lisboa.</p>
<p>A medida foi anunciada esta quinta-feira através de um comunicado do Metropolitano de Lisboa, que destaca o papel da empresa como principal solução de mobilidade para milhares de pessoas que se deslocam aos tradicionais arraiais espalhados pela capital.</p>
<p>Segundo a transportadora, o objetivo é garantir que os participantes nas festividades possam deslocar-se aos bairros históricos da cidade e regressar a casa com maior conforto e segurança.</p>
<p><strong>Serviço prolongado nas quatro linhas</strong><br />
De acordo com o comunicado, o serviço será prolongado em toda a rede até às 03h00 do dia 13 de junho, numa das noites de maior movimento do ano na cidade.</p>
<p>Para responder à procura acrescida, circularão comboios com seis carruagens em todas as linhas, estando previstos intervalos médios de aproximadamente 12 minutos.</p>
<p>O Metropolitano alerta, contudo, que os últimos comboios partirão às 03h00 de cada estação terminal, pelo que não será possível garantir correspondências após a realização desses serviços finais.</p>
<p><strong>Estação Avenida encerra mais cedo por razões de segurança</strong><br />
No âmbito do dispositivo especial preparado para a noite dos Santos Populares, a estação Avenida, na Linha Azul, encerrará às 19h30 por indicação da PSP e por razões de segurança.</p>
<p>Apesar do encerramento da estação ao público, a passagem pedonal subterrânea permanecerá aberta até às 03h00 da madrugada de dia 13 de junho, permitindo a circulação de peões naquela zona da cidade.</p>
<p>Alfama, Graça, Mouraria e Bica entre os destinos mais procurados</p>
<p>O Metro de Lisboa recorda que a noite de Santo António é uma das mais emblemáticas da capital, atraindo milhares de pessoas aos bairros tradicionais onde decorrem os principais arraiais.</p>
<p>Entre os locais que habitualmente registam maior afluência encontram-se Alfama, Bica, Graça, Mouraria, Madragoa e outras zonas históricas de Lisboa.</p>
<p>No comunicado, a empresa sublinha que o transporte subterrâneo constitui uma alternativa &#8220;cómoda, eficiente e sustentável&#8221;, permitindo evitar os habituais constrangimentos associados ao trânsito intenso e à escassez de estacionamento.</p>
<p><strong>Alameda e Cais do Sodré recebem animação especial</strong><br />
Além do reforço operacional, o Metro vai promover diversas iniciativas de animação nas estações Alameda e Cais do Sodré entre as 17h00 e as 20h00.</p>
<p>Segundo a empresa, a estação do Cais do Sodré, apontada como um dos principais pontos de partida para a noite de Santo António, será transformada com uma decoração inspirada nos Santos Populares, incluindo música ambiente, manjericos e flores.</p>
<p>Durante a ação, serão distribuídos gratuitamente manjericos e flores aos passageiros, estando também disponível um espaço fotográfico destinado a quem pretenda registar e partilhar momentos da celebração.</p>
<p>Em simultâneo, iniciativas semelhantes decorrerão na estação Alameda, levando o ambiente festivo a outro dos principais interfaces da rede.</p>
<p>O Metropolitano de Lisboa aproveita ainda para recordar que os clientes que não disponham de passe podem utilizar cartões bancários com tecnologia contactless para efetuar o pagamento das viagens.</p>
<p>A empresa considera que esta solução permite uma utilização mais rápida do sistema e ajuda a evitar filas nas máquinas de venda e nos pontos de atendimento, especialmente numa noite de elevada procura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774970]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump cancela ataques previstos contra o Irão e diz que &#8220;acordo será anunciado em breve”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou esta quinta-feira o cancelamento dos ataques militares que tinham sido planeados contra o Irão para a noite de hoje, numa reviravolta significativa face às declarações feitas horas antes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou esta quinta-feira o cancelamento dos ataques militares que tinham sido planeados contra o Irão para a noite de hoje, numa reviravolta significativa face às declarações feitas horas antes, quando tinha prometido uma ação militar contra a República Islâmica.</p>
<p>A decisão foi divulgada pelo próprio chefe de Estado norte-americano através da rede social Truth Social, onde justificou o recuo com os progressos alcançados nas conversações entre Washington e Teerão e com o envolvimento direto da liderança iraniana nas negociações em curso.</p>
<p>Segundo Trump, as discussões realizadas nas últimas horas atingiram um nível sem precedentes de entendimento entre as partes envolvidas.</p>
<p>&#8220;As discussões e os pontos finais foram, tanto em conceito como em detalhe, aprovados por todas as partes envolvidas&#8221;, escreveu o presidente norte-americano.</p>
<p>Na mesma publicação, Trump afirmou que os contactos diplomáticos realizados foram levados ao mais elevado patamar político da República Islâmica e receberam aprovação da liderança iraniana.</p>
<p>&#8220;Com base no facto de as discussões com a República Islâmica do Irão terem sido levadas ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovadas, eu, como presidente dos Estados Unidos da América, cancelei os ataques e bombardeamentos programados contra o Irão para esta noite&#8221;, declarou.</p>
<p>A mensagem representa uma mudança substancial de posição por parte do presidente norte-americano, que durante a manhã tinha anunciado a intenção de avançar com novos ataques contra alvos iranianos.</p>
<p><strong>Trump prevê acordo entre Washington e Teerão</strong><br />
Além de anunciar o cancelamento da operação militar, Trump mostrou-se confiante quanto à possibilidade de ser alcançado um entendimento entre os dois países num futuro próximo.</p>
<p>O presidente norte-americano garantiu que um acordo entre Washington e Teerão deverá ser concretizado em breve, embora não tenha revelado detalhes sobre os termos em discussão.</p>
<p>A decisão surge, segundo a informação divulgada, após contactos que terão contado não apenas com representantes dos Estados Unidos e do Irão, mas também com a participação de vários Estados da região.</p>
<p><strong>Bloqueio naval mantém-se em vigor</strong><br />
Apesar de ter suspendido os bombardeamentos previstos, Trump esclareceu que as medidas de pressão sobre o Irão não serão levantadas de imediato.</p>
<p>Na mesma publicação, o presidente indicou que o bloqueio naval continuará em vigor enquanto decorrem os últimos passos do processo negocial.</p>
<p>&#8220;O bloqueio naval manter-se-á em pleno vigor até que esta transação seja finalizada &#8211; a data e o local da assinatura serão anunciados em breve&#8221;, escreveu.</p>
<p>A manutenção dessa medida sugere que Washington pretende preservar instrumentos de pressão sobre Teerão durante a fase final das negociações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774953]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Era o diabo em pessoa&#8221;: Tio de padrasto das crianças abandonadas em Alcácer do Sal descreve historial de violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Novos testemunhos sobre o passado de Marc Ballabriga, o padrasto das duas crianças encontradas sozinhas numa zona florestal de Alcácer do Sal, revelam um historial de comportamentos considerados preocupantes pela própria família desde a juventude. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novos testemunhos sobre o passado de Marc Ballabriga, o padrasto das duas crianças encontradas sozinhas numa zona florestal de Alcácer do Sal, revelam um historial de comportamentos considerados preocupantes pela própria família desde a juventude. As declarações foram feitas pelo tio do suspeito ao jornal francês L&#8217;Indépendant, numa altura em que o caso continua a gerar forte indignação pública.</p>
<p>Marc Ballabriga e a companheira, Marine, mãe dos dois menores de três e cinco anos, ficaram sujeitos à medida de coação mais gravosa, prisão preventiva, depois de terem sido constituídos arguidos por alegadamente terem abandonado as crianças numa floresta, com os olhos vendados, sob o pretexto de participarem num jogo.</p>
<p>Além da suspeita de abandono e colocação em perigo dos menores, Marc Ballabriga enfrenta ainda uma acusação de ofensas à integridade física agravadas contra uma das crianças.</p>
<p><strong>Comportamento insólito perante a justiça</strong><br />
O comportamento do casal durante a chegada ao Tribunal de Setúbal chamou particularmente a atenção. Enquanto Marine saiu da carrinha a cantar, Marc dirigiu-se aos jornalistas e gritou &#8220;amo-vos&#8221;, numa atitude considerada por muitos observadores desligada da gravidade dos factos que lhes são imputados.</p>
<p>À medida que prosseguem as investigações, surgem agora relatos sobre o percurso pessoal de Marc Ballabriga e sobre episódios que, segundo familiares, levantaram preocupações ao longo de vários anos.</p>
<p><strong>&#8220;Foi aí que os problemas começaram&#8221;</strong><br />
Ao jornal francês, o tio Gilles recordou que os problemas remontam à infância do sobrinho.</p>
<p>Segundo explicou, o pai de Marc era professor de educação física e a mãe, irmã de Gilles, tinha apenas 18 anos quando o filho nasceu. Após a separação dos pais, Marc mudou-se com a mãe para a região de Aude, no sul de França, onde cresceu junto da restante família.</p>
<p>&#8220;Foi aí que os problemas começaram&#8221;, relatou Gilles.</p>
<p>O familiar descreve uma infância marcada por dificuldades comportamentais e uma adolescência particularmente complicada.</p>
<p>&#8220;Na escola era impossível de controlar. E, na adolescência, por volta dos 15 anos, criou-nos problemas enormes. Tornou-se insuportável. Na família, toda a gente tinha medo dele&#8221;, afirmou.</p>
<p>Perante os problemas vividos em casa, a entrada de Marc na Gendarmaria francesa foi inicialmente vista como uma oportunidade para alterar o rumo da sua vida.</p>
<p>&#8220;Pensámos: é o exército, vai ganhar disciplina, podemos respirar de alívio&#8221;, recordou o tio.</p>
<p>Contudo, os laços familiares acabaram por se deteriorar progressivamente.</p>
<p>Durante esse período, Marc integrou uma unidade de intervenção da Gendarmaria, iniciou uma relação amorosa e teve uma filha. Porém, segundo o relato do tio, essa relação terminou de forma conturbada.</p>
<p>Marc Ballabriga acabaria por ser condenado por violência doméstica e por ameaças de morte repetidas dirigidas à ex-companheira.</p>
<p><strong>Publicações nas redes sociais revelavam conflitos com a justiça</strong><br />
Nas redes sociais, Marc alegava ter sido alvo de perseguição e assédio por parte das autoridades judiciais.</p>
<p>De acordo com essas publicações, afirmava ter estado preso &#8220;duas vezes em 2017 e 2020&#8221; e ter sido internado &#8220;três vezes em hospitais psiquiátricos em 2020, 2021 e 2022&#8221;.</p>
<p>Essas referências surgem agora sob renovado escrutínio, numa altura em que também têm sido divulgadas informações sobre alegadas perturbações psiquiátricas do suspeito.</p>
<p><strong>Relatos de delírios e comportamentos estranhos</strong><br />
O último reencontro entre Gilles e o sobrinho ocorreu em 2021, quando Marc procurou restabelecer contacto com a família.</p>
<p>Segundo o tio, a tentativa rapidamente se transformou numa experiência perturbadora.</p>
<p>&#8220;[Marc] queria reaproximar-se da família e pensámos que podíamos tentar, mas ele dizia coisas completamente delirantes&#8221;, recordou.</p>
<p>Entre os episódios descritos, Gilles contou que o sobrinho falava frequentemente sobre o fim do mundo e protagonizou situações consideradas desconcertantes.</p>
<p>&#8220;Colocou as mãos sobre a cabeça do avô e disse-lhe: &#8216;estou a dar-te uma aura espiritual, vais viver até aos 200 anos&#8217;. Também dizia que conseguia olhar diretamente para o sol porque este não lhe queimava os olhos&#8221;, relatou.</p>
<p><strong>&#8220;Era o diabo em pessoa&#8221;</strong><br />
O encontro terminou de forma tensa, levando a família a procurar formas de afastar Marc da habitação.</p>
<p>Segundo Gilles, foi necessário recorrer à força para o fazer sair.</p>
<p>&#8220;Tínhamos dificuldade em fechar a porta. Era forte, violento, completamente louco. Era o diabo em pessoa. Foi a última vez que o vimos&#8221;, declarou.</p>
<p>O tio revelou ainda que, nesse mesmo dia, Marc terá tentado agredir fisicamente a própria irmã.</p>
<p>Após esse episódio, a família decidiu apresentar uma participação às autoridades.</p>
<p>&#8220;Apresentámos queixa na Gendarmaria. Dissemos: &#8216;atenção, ele é perigoso!&#8217;. Mas a queixa foi arquivada&#8221;, afirmou Gilles.</p>
<p>O familiar admite que durante algum tempo acreditou que parte da agressividade do sobrinho pudesse resultar de um sentimento de exclusão dentro do núcleo familiar.</p>
<p>Contudo, com o passar dos anos, mudou de opinião.</p>
<p>&#8220;Pensei que se sentia excluído da família e que havia uma enorme raiva dentro dele&#8221;, explicou.</p>
<p>Ainda assim, concluiu que o problema era mais profundo.</p>
<p>&#8220;Estava zangado com toda a gente, não apenas com os familiares&#8221;, afirmou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774949]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PRR: Plano desembolsa mais 101 ME na última semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:46:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) desembolsou mais 101 milhões de euros aos seus beneficiários na última semana, com o total de pagamentos a ascender agora a 12.927 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) desembolsou mais 101 milhões de euros aos seus beneficiários na última semana, com o total de pagamentos a ascender agora a 12.927 milhões de euros. </P><br />
<P>De acordo com o último relatório de monitorização, este valor corresponde a 58% do montante contratado e a 59% do aprovado.</P><br />
<P>Com os maiores valores recebidos estão as empresas (4.534 milhões de euros), as entidades públicas (2.680 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (2.015 milhões de euros). </P><br />
<P>Seguem-se as empresas públicas (1.404 milhões de euros), as escolas (633 milhões de euros), as instituições do ensino superior (534 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (442 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (362 milhões de euros) e, por último, as famílias (324 milhões de euros). </P><br />
<P>Por sua vez, as aprovações de projetos fixaram-se em 24.948 milhões de euros, abaixo dos 24.959 milhões de euros anteriormente reportados. </P><br />
<P>Destacam-se as empresas (8.450 milhões de euros), as entidades públicas (4.924 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (4.726 milhões de euros). </P><br />
<P>Aparecem depois as empresas públicas (2.740 milhões de euros), as instituições do ensino superior (1.006 milhões de euros), as escolas (992 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (894 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (736 milhões de euros) e, por último, as famílias (480 milhões de euros). </P><br />
<P>Até terça-feira, o PRR recebeu 516.371 candidaturas, sendo que 483.399 foram analisadas.  </P><br />
<P>Já as candidaturas aprovadas ascenderam a 383.751, menos 42. </P><br />
<P>O PRR pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico. </P><br />
<P>Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774948]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro diz que ainda há &#8220;caminho a percorrer&#8221; para viabilizar prestação social única</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou hoje que ainda há "um caminho a percorrer" para viabilizar a prestação social única (PSU), após uma reunião com o líder do Chega, André Ventura, admitindo também divergências "significativas" na legislação laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou hoje que ainda há &#8220;um caminho a percorrer&#8221; para viabilizar a prestação social única (PSU), após uma reunião com o líder do Chega, André Ventura, admitindo também divergências &#8220;significativas&#8221; na legislação laboral. </P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas na Feira Nacional de Agricultura (FNA), em Santarém, Montenegro indicou que a negociação em torno da PSU continua em curso, mas que o entendimento ainda não está fechado.</P><br />
<P>&#8220;Concluímos que há um caminho a percorrer ainda para haver a viabilização da prestação social única&#8221;, afirmou, sublinhando o alcance da medida ao nível da simplificação do sistema e do reforço do apoio social. </P><br />
<P>Segundo o primeiro-ministro, a PSU pretende concentrar apoios, reduzir a burocracia e combater a fraude, permitindo &#8220;ter ainda mais disponibilidade financeira para ajudar mais quem mais precisa&#8221;. </P><br />
<P>Questionado sobre a reunião com André Ventura, Montenegro indicou que o tema da legislação laboral também foi abordado, reconhecendo que persistem diferenças relevantes entre as partes.</P><br />
<P>&#8220;Temos à partida divergências, algumas das quais são muito significativas&#8221;, afirmou, acrescentando, no entanto, que existem &#8220;pontos de contacto&#8221; que justificam a continuação das negociações. </P><br />
<P>O primeiro-ministro apelou a uma maior concentração no &#8220;interesse nacional&#8221; e criticou o que classificou como excesso de &#8220;politiquice&#8221; no debate público, defendendo decisões centradas na melhoria das condições de vida e no desempenho da economia. </P><br />
<P>Sobre a reforma laboral, Montenegro voltou a sustentar que a prioridade do Governo é valorizar &#8220;o trabalho e aumentar a produtividade&#8221;, apontando a necessidade &#8220;de maior flexibilidade em setores como a agricultura&#8221;. </P><br />
<P>Sem se comprometer com cenários parlamentares concretos, Montenegro remeteu a evolução da lei laboral para a discussão na Assembleia da República, reconhecendo que o Governo precisa de apoio de partidos da oposição para aprovar diplomas.</P><br />
<P>&#8220;O que se impõe é humildade e capacidade de diálogo democrático&#8221;, disse, lembrando que o executivo não dispõe de maioria absoluta e depende da viabilização parlamentar, seja por voto favorável ou abstenção. </P><br />
<P>Nas declarações à comunicação sociall, o primeiro-ministro reiterou que o setor agrícola enfrenta um ano exigente, marcado pelos impactos das tempestades e pelo agravamento do conflito no Médio Oriente, que afetou os custos de produção.</P><br />
<P>Montenegro destacou medidas já adotadas, como apoios ao regadio, incentivos aos fertilizantes e linhas de financiamento através do Banco Português de Fomento, destinadas também a empresas agrícolas. </P><br />
<P>O chefe do Governo reafirmou ainda o caráter estratégico do setor primário, associando-o à competitividade económica, à coesão territorial e à autonomia alimentar do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774945]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente do Benfica suspenso 45 dias pelo Conselho de Disciplina da FPF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) suspendeu hoje por 45 dias o presidente do Benfica, Rui Costa, na sequência de uma queixa apresentada pela Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) suspendeu hoje por 45 dias o presidente do Benfica, Rui Costa, na sequência de uma queixa apresentada pela Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF). </P><br />
<P>Em causa estão as críticas dirigidas ao árbitro Gustavo Correia, depois do empate a dois golos em Famalicão, da 32.ª jornada da última edição da I Liga portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;Eu acredito, até porque fui jogador, que ninguém tem o direito de decidir quem ganha campeonatos e quem vai à Liga dos Campeões sem ser os jogadores e os treinadores dentro do campo. O que aconteceu aqui hoje não foi isso. O Benfica, infelizmente, já não pode ser campeão, já não tinha a capacidade de ser campeão, mas estava aqui e está aqui a lutar pela Liga dos Campeões. Aquilo que este senhor fez aqui hoje foi tentar impedir que o Benfica chegue à Liga dos Campeões&#8221;, afirmou Rui Costa, em 02 de maio, após o desfecho da partida.</P><br />
<P>Além da suspensão de 45 dias, o líder máximo dos &#8216;encarnados&#8217; foi multado em 7.650 euros pelo CD da FPF, que o castigou pela &#8220;prática de uma infração de lesão da honra e da reputação e denúncia caluniosa&#8221;. </P><br />
<P>Segundo o documento hoje divulgado pelo CD da FPF, o Benfica, que também foi alvo de uma queixa por parte da APAF, face a uma publicação nas redes sociais, em que oferecia o prémio de &#8216;homem do jogo&#8217; à equipa de arbitragem, liderada por Gustavo Correia, foi absolvido. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774944]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel anuncia controlo do vale estratégico de Wadi Saluki no sul do Líbano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-israel-anuncia-controlo-do-vale-estrategico-de-wadi-saluki-no-sul-do-libano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:32:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército israelita anunciou hoje que assumiu o "controlo operacional" da parte norte do vale de Wadi Saluki, no sul do Líbano, uma zona que Israel considera estratégica por ser alegadamente utilizada pelo Hezbollah para lançar ataques.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército israelita anunciou hoje que assumiu o &#8220;controlo operacional&#8221; da parte norte do vale de Wadi Saluki, no sul do Líbano, uma zona que Israel considera estratégica por ser alegadamente utilizada pelo Hezbollah para lançar ataques.</P><br />
<P>&#8220;Foi alcançado o controlo operacional da zona norte do vale de Saluki. A organização terrorista Hezbollah utiliza a zona do vale de Saluki para lançar drones explosivos e projéteis contra as forças das Forças de Defesa de Israel [IDF] que operam na zona&#8221;, indicou nas suas redes sociais o porta-voz em árabe do exército israelita, Avichai Adrai.</P><br />
<P>O anúncio surge num momento em que a agência libanesa NNA avançou que pelo menos seis pessoas foram mortas hoje em ataques israelitas, precisamente no sul do Líbano, elevando para mais de 3.700 os mortos desde o início das hostilidades no país.</P><br />
<P>Quatro pessoas morreram devido a bombardeamentos das tropas israelitas em Abasiya e outras duas em Deir Qanun al Nahr, ambas as localidades situadas no distrito de Tiro, acrescentou a NNA.</P><br />
<P>Por seu lado, o Ministério da Saúde libanês confirmou que 3.711 pessoas morreram e 11.483 ficaram feridas devido aos ataques do Exército israelita contra o seu território desde o passado dia 02 de março, data em que se retomaram os confrontos com o Hezbollah, após o início da ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão.</P><br />
<P>Na mensagem do exército, o porta-voz das IDF avançou que as tropas israelitas destruíram &#8220;centenas de infraestruturas terroristas&#8221;, mataram mais de 50 combatentes e encontraram material militar, incluindo &#8220;engenhos explosivos, mísseis antitanque e plataformas de lançamento de mísseis antitanque&#8221;.</P><br />
<P>Wadi Saluki situa-se entre três localidades localizadas nos distritos de Marjayún e Bint Jbeil e constitui um corredor estratégico, devido ao seu relevo, propício a emboscadas, segundo as informações do jornal libanês L&#8217;Orient-Le Jour.</P><br />
<P>Os governos de Israel e do Líbano chegaram a um acordo na semana passada sobre um mecanismo para aplicar um cessar-fogo, condicionado ao facto de o Hezbollah pôr fim aos seus ataques e retirar-se para o norte do rio Litani, algo que o grupo se recusou a fazer, uma vez que o referido acordo não prevê a retirada das tropas israelitas nem mecanismos de garantia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774933]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Eurodeputados negociadores rejeitam proposta da UE para orçamento plurianual até 2034</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A eurodeputada socialista Carla Tavares e o eurodeputado romeno Siegfried Mure?an, negociadores do Parlamento Europeu para o orçamento plurianual, rejeitaram hoje a proposta da presidência cipriota rotativa da União Europeia (UE) por não estar "adaptada às realidades atuais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A eurodeputada socialista Carla Tavares e o eurodeputado romeno Siegfried Mure?an, negociadores do Parlamento Europeu para o orçamento plurianual, rejeitaram hoje a proposta da presidência cipriota rotativa da União Europeia (UE) por não estar &#8220;adaptada às realidades atuais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Rejeitamos a proposta do Conselho, que simplesmente não está adaptada às realidades atuais. Não reflete nem as necessidades dos cidadãos europeus nem a posição do Parlamento Europeu, enquanto instituição democrática e orçamental da União&#8221;, reagem Carla Tavares e Siegfried Mure?an, numa posição hoje divulgada.</P><br />
<P>De acordo com os parlamentares, &#8220;a proposta do Conselho envia um sinal completamente errado&#8221;, já que, &#8220;ao reduzir em 2% a proposta global da Comissão, sugere, na prática, que os desafios da Europa exigem menos ação e não mais&#8221;.</P><br />
<P>A presidência cipriota do Conselho da UE apresentou hoje uma &#8220;versão revista e mais amadurecida&#8221; do orçamento plurianual comunitário, cortando em 32,8 mil milhões de euros a proposta da Comissão Europeia, mas preservando valores da coesão e agricultura.</P><br />
<P>Em causa está a chamada caixa de negociação, hoje publicada, que servirá de base para a discussão dos líderes da UE na reunião do Conselho Europeu da próxima semana, sendo o mote para negociações interinstitucionais nos próximos meses entre países (no Conselho da UE) e os eurodeputados (no Parlamento).</P><br />
<P>A proposta da presidência cipriota da UE prevê uma redução global moderada de cerca de 2% face ao orçamento apresentado pela Comissão Europeia, o equivalente a 32,8 mil milhões de euros.</P><br />
<P>A maior parte dos cortes incidirá sobre a competitividade, a defesa e a ação externa da UE sendo que, segundo Nicósia, mesmo com esta ligeira redução de 3,9%, os programas mantêm níveis significativamente superiores aos do período atual.</P><br />
<P>Ao todo, com esta revisão, o orçamento da União passaria a representar 1,23% do Rendimento Nacional Bruto (RNB) da UE, ou 1,13% se for excluído o reembolso associado ao fundo de recuperação pós-pandemia, que financia o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</P><br />
<P>A ideia é que as políticas de coesão, pescas e agricultura &#8211; que foram as únicas que sofreram reduções em termos reais na proposta da Comissão Europeia quando comparadas com o atual QFP 2021-2027 -, mantenham os seus valores.</P><br />
<P>Visando reforçar o apoio a países mais pobres e atenuar cortes na agricultura e pescas, é defendido mais apoio aos Estados-membros com RNB abaixo de 90% da média da UE dado que têm de investir mais em transportes e ambiente sem terem financiamento suficiente.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, propõe-se aumentar o orçamento das pescas para dois mil milhões de euros, uma vez que a Comissão Europeia previa um corte de quase 70% neste setor, mas mesmo com este reforço o financiamento das pescas continuará abaixo do nível do atual QFP (em cerca de 38,5% inferior).</P><br />
<P>Já na agricultura são sugeridos ajustamentos para dar mais flexibilidade à Política Agrícola Comum.</P><br />
<P>Em julho de 2025, a Comissão Europeia propôs um novo orçamento da UE a longo prazo, para 2028-2034 de dois biliões de euros, acima dos 1,2 biliões do atual quadro, que inclui mais contribuições nacionais e três novos impostos.</P><br />
<P>O Parlamento Europeu quer um orçamento mais ambicioso, defendendo contribuições nacionais equivalentes a 1,27% do RNB da UE, face aos 1,15% propostos pela Comissão Europeia, sem incluir os encargos associados ao reembolso da dívida dos Planos de Recuperação e Resiliência (0,11% do RNB).</P><br />
<P>Ao todo, e mesmo sem incluir tais juros, o QFP proposto pelo Parlamento Europeu ronda os 2,014 biliões, o que se compara aos dois biliões propostos pelo executivo comunitário incluindo o reembolso da dívida, estando em causa um aumento de cerca de 10%.</P><br />
<P>Os colegisladores (eurodeputados e países) vão trabalhar nos documentos técnicos e nos processos negociais com vista a um acordo até final do ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774932]]></sapo:autor>
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		<title>Chega sem entendimento com Governo sobre reforma laboral após reunião com PM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega afirmou hoje que não foi possível chegar a um entendimento com o Governo sobre a reforma laboral, depois de ter estado reunido com o primeiro-ministro, e reiterou que votará contra "se tudo se mantiver como está".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega afirmou hoje que não foi possível chegar a um entendimento com o Governo sobre a reforma laboral, depois de ter estado reunido com o primeiro-ministro, e reiterou que votará contra &#8220;se tudo se mantiver como está&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em relação à reforma laboral, que ocupou a grande parte da conversa que tivemos, não houve possibilidade de chegar a entendimento em relação a essa matéria. Há temas que continuam a dividir profundamente&#8221;, afirmou André Ventura, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.</P><br />
<P>O primeiro-ministro e o presidente do Chega estiveram hoje reunidos na residência oficial do chefe do executivo em São Bento, Lisboa, encontro que o gabinete de Luís Montenegro apenas confirmou como &#8220;reunião de trabalho&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com André Ventura, um dos temas fraturantes entre o seu partido e o Governo sobre as alterações à lei laboral continua a ser a descida da idade da reforma e a reposição de dias de férias.</P><br />
<P>&#8220;Se tudo se mantiver como está, se não houver alterações da parte do Governo em relação a temas essenciais, o Chega não acompanha esta reforma laboral&#8221;, acrescentou Ventura.</P><br />
<P>De acordo com o líder do Chega, ficou &#8220;acordado com o primeiro-ministro&#8221; que o partido voltará a &#8220;sistematizar as propostas&#8221; e a apresentá-las. </P><br />
<P>Interrogado sobre se haverá espaço para negociar, Ventura respondeu que &#8220;depende do Governo&#8221;.</P><br />
<P>Na quarta-feira, em declarações aos jornalistas, o presidente do Chega manifestou-se convicto de que a proposta do Governo de revisão das leis laborais será votada na generalidade, no parlamento, considerando &#8220;irracional&#8221; um cenário em que esse diploma baixe sem votação diretamente a especialidade.</P><br />
<P>A proposta de lei do executivo será debatida em plenário no próximo dia 18 e, em princípio, votada na generalidade no dia seguinte, 19 de junho.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774931]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente da República diz que condecorações atribuídas na Madeira honram todo o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, afirmou que as condecorações atribuídas hoje a uma personalidade e duas entidades na Madeira, no âmbito do Dia de Portugal, "honram todo país e refletem valores fundamentais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República, António José Seguro, afirmou que as condecorações atribuídas hoje a uma personalidade e duas entidades na Madeira, no âmbito do Dia de Portugal, &#8220;honram todo país e refletem valores fundamentais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estas distinções representam o reconhecimento de percursos, instituições exemplares que, ao criar respostas para o contexto da Madeira, honram todo o país, honram Portugal como um todo e refletem valores fundamentais como a solidariedade e o compromisso com o bem comum, através de respostas sociais e culturais&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>O chefe de Estado falava no Funchal, no decurso da cerimónia de imposição de insígnias a Eduardo Luis Mendes Rodrigues, presidente da Associação Teatro Experimental do Funchal (ATEF), à Banda Municipal de Santana e ao Centro da Mãe &#8212; Associação de Solidariedade Social. </P><br />
<P>&#8220;A todos os homenageados a nossa profunda gratidão e o nosso reconhecimento em nome do Presidente da República e em nome de Portugal&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>A cerimónia decorreu no Palácio de São Lourenço, residência oficial do representante da República para a Madeira, Paulo Barreto, inserida nas comemorações do Dia de Portugal, que se assinalou quarta-feira, e no âmbito da primeira visita oficial de António José Segurou à região autónoma da Madeira, que decorre até sexta-feira, tendo como foco a celebração dos 50 anos da autonomia e dos 40 anos da adesão de Portugal na União Europeia.</P><br />
<P>Eduardo Luis Mendes Rodrigues recebeu a insígnia de comendador da Ordem do Mérito, ao passo que a Banda Municipal de Santana, presidida por José Carlos Rodrigues de Abreu, e o Centro da Mãe, liderado por Cláudia Henriques, foram agraciados com a insígnia de membro honorário da Ordem de Mérito. </P><br />
<P>O Presidente da República considerou Eduardo Luis uma &#8220;figura maior do teatro madeirense&#8221;, sublinhando que a sua &#8220;dedicação de décadas&#8221; contribuiu para o desenvolvimento cultural da região e para a formação de novos talentos. </P><br />
<P>&#8220;O seu empenho permitiu levar o teatro a novos públicos, promover a formação de gerações de artistas e garantir a continuidade de uma das mais importantes instituições culturais da Madeira, o Teatro Experimental do Funchal&#8221;, disse. </P><br />
<P>Sobre a Banda Municipal de Santana, concelho da costa norte da ilha da Madeira, disse tratar-se de um &#8220;símbolo da identidade cultural e da formação de gerações através da música&#8221;, tendo desempenhado um &#8220;papel essencial na dinamização social e artística&#8221; ao longo de quase um século. </P><br />
<P>&#8220;Mais que uma instituição musical, a Banda Municipal de Santana é um espaço de formação e de inclusão, onde sucessivas gerações encontraram na música uma forma de expressão, crescimento pessoal e de participação cívica&#8221;, declarou, reforçando: &#8220;O seu contributo para a dinamização cultural em meio rural e para a valorização do talento local faz dela um exemplo vivo de perseverança, identidade e de coesão comunitária.&#8221;</P><br />
<P>António José Seguro realçou também o &#8220;trabalho ímpar&#8221; do Centro da Mãe no apoio a jovens mães e crianças em situação de vulnerabilidade, considerando que para esta a instituição é &#8220;um porto seguro no acolhimento, proteção e promoção da autonomia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A sua intervenção, marcada por uma abordagem individualizada e humanista, promove não apenas o apoio imediato, mas a construção de projetos de vida sustentada, baseados na autonomia, na responsabilidade e, não menos importante, na esperança&#8221;, disse, realçando ser &#8220;uma instituição de referência, única na região, cuja ação já transformou a vida de centenas de famílias&#8221; e, por isso, é um &#8220;exemplo de humanidade e de compromisso social&#8221;.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774930]]></sapo:autor>
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		<title>ICE, vistos e deportações: Como Trump conseguiu transformar o Mundial no &#8216;Campeonato do Medo&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[deportações]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos aguardaram mais de três décadas para voltar a receber um Campeonato do Mundo de futebol, mas o arranque da edição de 2026 está a ser acompanhado por uma controvérsia que ultrapassa largamente o desporto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos aguardaram mais de três décadas para voltar a receber um Campeonato do Mundo de futebol, mas o arranque da edição de 2026 está a ser acompanhado por uma controvérsia que ultrapassa largamente o desporto. Enquanto a FIFA procura promover o torneio como uma celebração global, as políticas migratórias da administração de Donald Trump estão a gerar preocupações entre adeptos, trabalhadores, organizações de defesa dos direitos civis e até algumas delegações participantes.</p>
<p>A poucos dias do início da competição, o debate centra-se nos vistos, nos controlos fronteiriços, na atuação das autoridades de imigração e no impacto que essas medidas poderão ter tanto na participação dos adeptos como no ambiente em torno do torneio.</p>
<p><strong>Los Angeles torna-se o primeiro foco de tensão</strong><br />
A cidade de Los Angeles, uma das principais sedes da competição, deveria ser uma das imagens de marca do Mundial. Contudo, transformou-se num dos primeiros centros da polémica.</p>
<p>A cidade vai receber oito encontros, incluindo dois jogos da seleção norte-americana e uma partida dos quartos-de-final. Porém, mais de 2.000 trabalhadores autorizaram uma possível greve devido a um conflito laboral com a empresa Legends Global, responsável pela restauração e serviços do estádio.</p>
<p>Os trabalhadores exigem melhores salários, limites à subcontratação e mais garantias de segurança laboral. Entre as reivindicações surge também uma exigência invulgar: que a FIFA assegure que agentes do Serviço de Imigração e Controlo Aduaneiro dos Estados Unidos (ICE) não realizem operações dentro ou nas imediações dos recintos durante o Mundial.</p>
<p>A preocupação não é considerada menor. Muitos dos trabalhadores envolvidos nos serviços de alimentação, limpeza, bares, cozinhas e hospitalidade pertencem a comunidades latinas, algumas das quais vivem em situações migratórias vulneráveis.</p>
<p><strong>Preocupações com dados pessoais e fiscalização migratória</strong><br />
O conflito abriu ainda uma nova frente relacionada com a proteção de dados.</p>
<p>O sindicato dos trabalhadores e a organização de direitos civis ACLU solicitaram às autoridades da Califórnia que investiguem se as acreditações emitidas para o Mundial poderão permitir a partilha de informação pessoal dos funcionários com o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.</p>
<p>Para muitos trabalhadores, o receio não se limita à eventual presença de agentes de imigração nos estádios. Existe também preocupação quanto à utilização dos seus dados pessoais e à possibilidade de esses registos serem utilizados em futuras ações de fiscalização migratória.</p>
<p>As autoridades locais tentaram reduzir a tensão. O xerife do condado de Los Angeles, Robert Luna, afirmou ter recebido indicações de responsáveis federais de que não estão previstas operações civis de imigração durante os jogos e eventos associados ao Mundial.</p>
<p>Ainda assim, agentes federais deverão integrar os dispositivos de segurança montados para o torneio, situação que continua a gerar dúvidas junto de parte da população.</p>
<p><strong>Comunidades latinas divididas entre a paixão pelo futebol e o receio</strong><br />
Para milhares de imigrantes e descendentes de imigrantes latino-americanos residentes nos Estados Unidos, o Mundial representa uma oportunidade única para assistir de perto a seleções como México, Argentina, Brasil, Colômbia ou Equador.</p>
<p>No entanto, para muitas famílias com estatutos migratórios distintos, a decisão de comparecer nos estádios tornou-se mais complexa.</p>
<p>Segundo o relato de organizações locais, existe receio de que eventuais fiscalizações ocorram em parques de estacionamento, transportes públicos, filas de acesso ou outros espaços associados aos eventos.</p>
<p>Em cidades como Dallas, grupos de apoio a imigrantes já ativaram redes de resposta rápida, disponibilizando informação jurídica, contactos de emergência e observadores para acompanhar situações relacionadas com a presença de autoridades migratórias.</p>
<p><strong>Adeptos enfrentam obstáculos para entrar nos Estados Unidos</strong><br />
As dificuldades não se limitam aos residentes em território norte-americano.</p>
<p>Vários países participantes, entre os quais Irão, Haiti, Senegal e Costa do Marfim, têm sido afetados pelas restrições migratórias impostas pela administração Trump.</p>
<p>Segundo o relato, os jogadores iranianos receberam vistos apenas dez dias antes da estreia da seleção, enquanto alguns membros da comitiva e equipa de apoio não obtiveram autorização para viajar.</p>
<p>A federação iraniana denunciou ainda a redução da quota de bilhetes destinada aos seus adeptos poucos dias antes do início da competição.</p>
<p>O problema também atingiu elementos oficiais da prova. O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, selecionado para dirigir jogos do Mundial, foi impedido de entrar nos Estados Unidos à chegada a Miami, apesar de possuir um visto válido.</p>
<p>As autoridades norte-americanas consideraram-no inadmissível por razões de segurança não especificadas, levando a FIFA a afastá-lo do torneio.</p>
<p><strong>Bilhete e visto não garantem entrada no país</strong><br />
Mesmo para os adeptos que conseguiram adquirir ingressos, a incerteza mantém-se.</p>
<p>A administração norte-americana anunciou exceções para alguns fãs que compraram bilhetes através dos canais oficiais da FIFA e utilizaram o sistema FIFA Pass para acelerar os procedimentos consulares.</p>
<p>Contudo, a própria FIFA tem alertado que possuir um bilhete para o Mundial não garante automaticamente a emissão de visto nem a entrada em território norte-americano.</p>
<p>Na prática, um adepto pode adquirir ingressos, obter um visto e ainda assim ficar sujeito à decisão final dos agentes fronteiriços no momento da chegada aos Estados Unidos.</p>
<p>Esta situação tem alimentado debates em fóruns de adeptos, onde as conversas já não se centram apenas nos jogos, seleções e cidades anfitriãs, mas também nos riscos de recusa de entrada, reembolsos e alterações de viagem.</p>
<p><strong>Impacto económico abaixo das expectativas</strong><br />
As preocupações relacionadas com a imigração parecem estar também a ter reflexos económicos.</p>
<p>O Mundial era visto como uma oportunidade para gerar receitas significativas nas onze cidades norte-americanas que recebem jogos da competição.</p>
<p>No entanto, a associação do setor hoteleiro dos Estados Unidos refere que a procura está abaixo do inicialmente previsto. Segundo os dados citados, quase oito em cada dez hotéis localizados nas cidades anfitriãs registam níveis de reservas inferiores às projeções feitas antes do torneio.</p>
<p>Entre os fatores apontados encontram-se as dificuldades na obtenção de vistos, a instabilidade geopolítica internacional e uma procura externa mais fraca do que o esperado.</p>
<p>Embora destinos tradicionalmente turísticos como Nova Iorque, Los Angeles ou Miami possam absorver melhor eventuais quebras, cidades como Kansas City, Dallas ou Houston contavam com o Mundial para impulsionar significativamente a atividade económica local.</p>
<p>Em alguns desses mercados, os níveis de reservas aproximam-se mais dos registados num verão habitual do que dos associados a um dos maiores eventos desportivos do mundo.</p>
<p><strong>FIFA promove festa global enquanto Casa Branca aposta na segurança</strong><br />
A poucos dias do apito inicial, o Mundial de 2026 encontra-se no cruzamento entre duas visões distintas.</p>
<p>Por um lado, a FIFA procura apresentar o torneio como uma celebração internacional do futebol, da diversidade e da circulação de pessoas.</p>
<p>Por outro, a administração de Donald Trump mantém uma política centrada no controlo das fronteiras, no reforço das medidas migratórias e na continuação das operações de detenção e deportação.</p>
<p>O resultado é um ambiente de incerteza que, para muitos adeptos, trabalhadores e comunidades migrantes, faz com que a principal questão antes do início da competição não seja apenas quem vencerá dentro das quatro linhas, mas também quem conseguirá efetivamente entrar, assistir e participar naquela que deveria ser uma festa global do futebol.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774924]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chega anuncia acordo com PSD para PSU seguir para especialidade sem votação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:17:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega anunciou hoje um acordo com o PSD para que a autorização legislativa do Governo sobre a Prestação Social Única (PSU) siga para a especialidade sem votação na generalidade, estabelecendo uma semana para possíveis alterações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega anunciou hoje um acordo com o PSD para que a autorização legislativa do Governo sobre a Prestação Social Única (PSU) siga para a especialidade sem votação na generalidade, estabelecendo uma semana para possíveis alterações.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, após uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, na residência oficial em São Bento, André Ventura adiantou que o Grupo Parlamentar do PSD terá aceitado seis das sete exigências do seu partido sobre a criação da Prestação Social Única.</P><br />
<P>Segundo o líder do Chega, o PSD não terá dado aval à exigência do partido de proibir que imigrantes que nunca tenham descontado em Portugal recebam esta prestação social.</P><br />
<P>Tendo em conta que os sociais-democratas terão aceitado seis das sete propostas do Chega, André Ventura afirmou que &#8220;ficou parcialmente acordado que, no sentido de trabalhar para se poder chegar ainda a esse entendimento de restrição, seja feita a baixa sem votação [na generalidade] deste projeto de Prestação Social Única&#8221; na sexta-feira.</P><br />
<P>Ventura acrescentou que ficou acordado que o processo de especialidade terá &#8220;o prazo de uma semana&#8221; para que &#8220;se possa chegar à fórmula que pretende estabelecer este princípio&#8221;, reiterando que o seu partido não abdica dele. </P><br />
<P>&#8220;Só ultrapassado este obstáculo, digamos assim, ou esta variante, é que se pode chegar à viabilização desta Prestação Social Única&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O líder do Chega afirmou que terá havido &#8220;vontade a abertura&#8221; por parte do primeiro-ministro e presidente do PSD para que nessa semana &#8220;se chegue à melhor fórmula que respeite a nossa Constituição, que respeite também algumas regras comunitárias que existem nessa matéria, mas que afirme este princípio&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quem vem de fora, sem nunca ter contribuído para Portugal, não pode receber subsídios em Portugal. Houve essa vontade, houve essa abertura, em princípio é isto que acontecerá em relação à prestação social única nos próximos dias&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Hoje, após o Conselho de Ministros, o ministro da Presidência admitiu que o Governo poderá fazer &#8220;aproximações&#8221; ao Chega para aprovar o diploma que cria uma Prestação Social Única (PSU), mas sem adiantar detalhes nem nunca referir o partido de André Ventura.</P><br />
<P>Na sexta-feira, em plenário, na Assembleia da República, será debatida e votada uma autorização legislativa do Governo que pretende criar a PSU no âmbito do subsistema de solidariedade, com o objetivo de juntar numa única prestação 13 atuais apoios.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774926]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Associações de táxis contestam novo regulamento tarifário por &#8220;matar o setor&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As associações representativas dos táxis contestam o novo regulamento do tarifário, publicado na terça-feira, que estabelece uma bandeirada mais baixa e tarifas variáveis, considerando que vai "matar o setor" e também não serve "o interesse do passageiro".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As associações representativas dos táxis contestam o novo regulamento do tarifário, publicado na terça-feira, que estabelece uma bandeirada mais baixa e tarifas variáveis, considerando que vai &#8220;matar o setor&#8221; e também não serve &#8220;o interesse do passageiro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não estamos nada de acordo [com o regulamento], isto vai matar o setor. Vamos pedir uma reunião urgente à AMT [Autoridade da Mobilidade e dos Transportes] e uma assembleia-geral a nível nacional e o setor que decida o que é que quer fazer&#8221;, adiantou à Lusa o presidente da Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), Florêncio de Almeida.</P><br />
<P>O presidente da Federação Portuguesa do Táxi (FPT), Carlos Silva, também disse não concordar com o novo regulamento para a simplificação do tarifário dos táxis, pois &#8220;tecnicamente não se adequa e tem divergências que são inultrapassáveis&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há questões que não salvaguardam nem o interesse do passageiro, nem o interesse do táxi&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Nesse sentido, a ANTRAL e a FPT vão reunir-se para acertar as medidas a tomar &#8220;em defesa do interesse público e das empresas&#8221; do setor, na sequência da publicação, na terça-feira, em Diário da República, do regulamento que estabelece as novas regras gerais de formação dos preços no serviço público de transporte de passageiros em táxi.</P><br />
<P>Em comunicado, as duas organizações representativas do setor do táxi qualificaram como &#8220;inesperada e inaceitável&#8221; a publicação do regulamento, considerando os seus &#8220;graves efeitos&#8221; em &#8220;desarticulação com as propostas que apresentou à AMT&#8221; desde 2024.</P><br />
<P>Remetendo uma apreciação mais concreta para depois do encontro com a FPT, Florêncio de Almeida considerou que o novo regulamento &#8220;é um mau serviço que se está a prestar ao público&#8221;, que &#8220;vai ficar sem transporte&#8221;, pois numa deslocação para percursos mais longos deixa de se poder cobrar o retorno.</P><br />
<P>&#8220;Há gente neste país que está mais interessada em matar o setor do táxi do que em resolver os problemas da população&#8221;, apontou, lamentando que a tutela prefira &#8220;resolver o problema das grandes multinacionais que levam o dinheiro&#8221; para fora do país e defendendo que os táxis &#8220;não podem ser equiparados a TVDE&#8221;.</P><br />
<P>Por seu lado, Carlos Silva, sem concretizar os motivos da contestação, que remeteu também para depois da reunião com a ANTRAL, considerou que o novo regulamento &#8220;está mal concebido&#8221; e &#8220;tecnicamente está mal redigido&#8221;, nomeadamente em relação ao valor máximo face às tarifas atuais.</P><br />
<P>A AMT, em comunicado, salientou que, &#8220;uma vez que o novo modelo tarifário poderia implicar aumentos tarifários significativos, foi definido um período transitório e um limite máximo de aumento de 9% no primeiro ano de aplicação (2026), que estará sujeito a monitorização próxima no sentido de avaliar a sua aplicação e impactos&#8221;.</P><br />
<P>O novo regulamento com as regras gerais de formação dos preços em função dos tipos de serviço, da autoria do regulador após consulta pública, entra em vigor 10 dias após a publicação (19 de junho) e surge depois do novo regime jurídico do transporte de passageiros em táxi (decreto-lei 101/2023) aplicável a todo o território nacional desde 01 de novembro de 2023.</P><br />
<P>Após a entrada em vigor, os operadores dispõem de um prazo máximo de 70 dias para adaptar os taxímetros ao novo tarifário, ou seja, até 28 de agosto.</P><br />
<P>A AMT considerou que o regulamento &#8220;visa assegurar um equilíbrio entre a sustentabilidade económica do setor táxi e a acessibilidade económica para os utilizadores, promovendo simultaneamente a modernização, transparência e equidade no sistema tarifário&#8221;.</P><br />
<P>O novo modelo tarifário introduz um novo sistema de cálculo que mantém a bandeirada a um preço inferior ao atual, mas à qual acresce a aplicação simultânea de valores consoante o tempo e a distância de toda a viagem.</P><br />
<P>Prevê também a criação de um tarifário que considera que nos dias feriados e datas festivas existe &#8220;um agravamento do preço por tempo de viagem&#8221;, além de tarifas sazonais, nas regiões com forte atração turística.</P><br />
<P>Os tarifários terão uma diferenciação consoante a capacidade dos veículos, reconhecendo custos mais elevados em táxis com maior capacidade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774925]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Negociador-chefe para a paz ameaça Estados Unidos com &#8220;atoleiro sem fim&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:12:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Parlamento iraniano e principal negociador nas conversações de paz com os Estados Unidos, Mohamad Qalibaf, ameaçou hoje que os Estados UNidos acabarão num "atoleiro sem fim" se continuarem a atacar o regime islâmico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Parlamento iraniano e principal negociador nas conversações de paz com os Estados Unidos, Mohamad Qalibaf, ameaçou hoje que os Estados UNidos acabarão num &#8220;atoleiro sem fim&#8221; se continuarem a atacar o regime islâmico.</P><br />
<P>&#8220;As estratégias erradas e as decisões impulsivas deitarão tudo por terra, provocarão o colapso das infraestruturas energéticas e dos mercados e criarão um atoleiro sem fim em que ficará preso durante anos&#8221;, disse numa mensagem nas redes sociais aparentemente dirigida ao Presidente norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>Ameaçou ainda que Washington enfrentará um &#8220;Irão diferente&#8221; se continuar a sua &#8220;estratégia de agressão&#8221;.</P><br />
<P>O político divulgou esta mensagem após Trump ter hoje ameaçado que os Estados Unidos vão voltar a atacar o Irão &#8220;com muita força&#8221; esta noite, além de assumir que quer controlar os mercados de petróleo e gás, tal como na Venezuela.</P><br />
<P>O chefe de Estado republicano ameaçou tomar &#8220;num futuro não muito distante&#8221; a &#8220;ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura petrolífera, assumindo o controlo total dos seus mercados de petróleo e gás&#8221;, tal como fez na Venezuela e que está, segundo Trump, &#8220;a funcionar brilhantemente&#8221; tanto para Caracas como para Washington. </P><br />
<P>Estas novas ameaças de Trump surgiram depois de Washington ter atingido pelo segundo dia consecutivo alvos no Irão, ao que Teerão respondeu com ataques contra bases norte-americanas no Kuwait, Jordânia e Bahrein e com o fecho do estreito de Ormuz, via estratégica para a circulação mundial de petróleo.</P><br />
<P>Foi a mais grave escalada militar entre os dois países desde o início de um cessar-fogo declarado a 08 de abril, após o que as negociações de paz em curso estagnaram sem qualquer resultado conseguido.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774921]]></sapo:autor>
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