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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>7000 quilómetros e 384 terabits por segundo: o novo cabo da Google que chega a Sines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Nuvem integra a expansão da rede internacional de cabos submarinos da Google e reforça a posição de Portugal nas ligações digitais entre os dois lados do Atlântico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Google concluiu a ligação do Nuvem, um novo cabo submarino com cerca de 7000 quilómetros que une os Estados Unidos a Portugal e pretende aumentar a capacidade de transmissão de dados entre a América do Norte e a Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apresentado em 2023, o cabo liga o estado da Carolina do Sul à cidade de Sines, passando pelas Bermudas e pelos Açores. A infraestrutura foi desenvolvida para responder ao crescimento da computação na nuvem e da inteligência artificial, duas áreas que exigem uma capacidade cada vez maior para transportar grandes volumes de informação.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o 20minutos, o Nuvem integra a expansão da rede internacional de cabos submarinos da Google e reforça a posição de Portugal nas ligações digitais entre os dois lados do Atlântico.</p>
<p><strong>Cabo pode transportar 384 terabits por segundo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O sistema é constituído por 16 pares de fibra e tem uma capacidade total projetada de cerca de 384 terabits por segundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta capacidade permitirá gerir um volume de dados muito superior e acompanhar o aumento da procura associado aos serviços digitais, à computação na nuvem e às aplicações de inteligência artificial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os cabos submarinos desempenham atualmente um papel central nas comunicações internacionais. Segundo o 20minutos, que cita dados da Reuters, estas infraestruturas transportam mais de 95% do tráfego mundial de dados entre continentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de a comunicação por satélite ser mais visível para o público, é através de redes instaladas no fundo dos oceanos que circula a maior parte da informação digital trocada em todo o mundo.</p>
<p><strong>Sines reforça importância nas ligações digitais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O nome Nuvem resulta da palavra portuguesa utilizada para designar a “cloud” e reflete o objetivo do projeto: aumentar a capacidade necessária para suportar o crescimento dos serviços baseados na nuvem.</p>
<p class="isSelectedEnd">A chegada do cabo a Sines faz também parte de uma estratégia mais ampla para reforçar Portugal como um dos principais centros de conectividade digital da Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O país já é ponto de chegada de outras duas infraestruturas submarinas de elevada capacidade. O Equiano, propriedade da Google, estabelece uma ligação a outras regiões através do Atlântico, enquanto o EllaLink liga Portugal ao Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a entrada em funcionamento do Nuvem, Portugal passa a assumir um papel ainda mais relevante na circulação de dados entre a Europa, os Estados Unidos e outros mercados internacionais.</p>
<p><strong>Cabos submarinos existem desde 1956</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro sistema telefónico transatlântico por cabo submarino, conhecido como TAT-1, começou a funcionar em 1956.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde então, estas redes multiplicaram-se e tornaram-se essenciais para o funcionamento da Internet, das plataformas digitais, dos serviços financeiros, das comunicações empresariais e das aplicações tecnológicas utilizadas diariamente.</p>
<p>O Nuvem representa uma nova geração destas infraestruturas, preparada para transportar quantidades de informação muito superiores e para responder às necessidades criadas pela rápida expansão da inteligência artificial e da computação na nuve</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797724]]></sapo:autor>
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		<title>Portuguesa Neuraspace capta 15,6 milhões de euros para conquistar o mercado espacial com IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 09:12:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Neuraspace]]></category>
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					<description><![CDATA[A Neuraspace, empresa portuguesa especializada em soluções de Vigilância Espacial e Gestão de Tráfego Espacial baseadas em inteligência artificial, captou 15,6 milhões de euros numa nova ronda de financiamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Neuraspace, empresa portuguesa especializada em soluções de Vigilância Espacial e Gestão de Tráfego Espacial baseadas em inteligência artificial, captou 15,6 milhões de euros numa nova ronda de financiamento. O montante será utilizado para acelerar a expansão internacional da empresa e reforçar as suas soluções comerciais e de defesa.</p>
<p>Do total angariado, 9,6 milhões de euros são provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), enquanto os restantes seis milhões correspondem a investimento privado. A ronda foi liderada pela Lince Capital, Explorer Investments e Armilar Venture Partners.</p>
<p>A empresa pretende canalizar os recursos para o desenvolvimento das suas capacidades comerciais e de defesa, com particular enfoque nas operações espaciais autónomas, em infraestruturas soberanas de deteção e na aplicação de inteligência artificial à segurança espacial.</p>
<p>Entre as prioridades está o reforço da plataforma de IA da Neuraspace, a expansão da sua rede própria de sensores óticos e o desenvolvimento da NeuraspaceDEF, uma oferta dual-use destinada a apoiar entidades governamentais e de defesa através de serviços de Vigilância Espacial.</p>
<p>“A Neuraspace afirmou-se como uma das mais promissoras empresas europeias de tecnologia espacial”, afirma Vasco Pereira Coutinho, CEO da Lince Capital, considerando que a empresa está “bem posicionada para se tornar uma referência europeia” em soluções de Vigilância Espacial e Gestão de Tráfego Espacial baseadas em inteligência artificial.</p>
<p>Fundada em 2020, a Neuraspace tem registado um crescimento acelerado. No último ano, as receitas aumentaram mais de 350% e, atualmente, a empresa monitoriza mais de 600 satélites operados por clientes comerciais e institucionais.</p>
<p>Entre os clientes estão a Spire Global, GEOSAT, NanoAvionics, Sidus Space, U-Space e a Agência Espacial Europeia (ESA). As soluções da empresa permitem aos operadores antecipar e prevenir colisões, reforçar a resiliência operacional e conduzir missões espaciais mais autónomas e seguras.</p>
<p><strong>Defesa ganha peso na estratégia</strong></p>
<p>A atividade da Neuraspace no setor da defesa tem também vindo a crescer, com contratos com a Força Aérea Portuguesa e a NATO. Mais recentemente, a empresa foi selecionada como parceiro principal por um Ministério da Defesa europeu, reforçando a sua posição enquanto fornecedor de serviços de Vigilância Espacial para aplicações civis e militares.</p>
<p>O novo investimento surge num contexto de crescente congestionamento e competição no espaço. Além do aumento do risco de colisões entre objetos e satélites, os operadores enfrentam ameaças como ciberataques, interferências de radiofrequência e ataques de spoofing e jamming a sinais GNSS.</p>
<p>A plataforma da Neuraspace cruza dados de sensores comerciais e soberanos com determinação orbital de elevada precisão, avaliação de risco e de ameaças baseada em inteligência artificial e apoio autónomo à tomada de decisão.</p>
<p>A tecnologia permite a operadores comerciais, entidades governamentais e organizações de defesa detetar, avaliar e responder mais rapidamente tanto a incidentes operacionais como a ameaças emergentes.</p>
<p>Para a empresa, a combinação de infraestrutura soberana de deteção, fusão de dados através de IA e automação operacional contribui ainda para reforçar a soberania tecnológica europeia e reduzir a dependência de capacidades externas de Vigilância Espacial.</p>
<p>“Quando a Neuraspace foi fundada, a nossa missão era tornar o espaço mais seguro. Essa missão evoluiu acompanhando a realidade operacional”, afirma Chiara Manfletti, CEO da empresa.</p>
<p>“Hoje, proteger satélites significa lidar tanto com riscos acidentais como com ameaças intencionais. Segurança operacional e proteção já não são desafios separados. São duas faces do mesmo problema operacional”, acrescenta.</p>
<p>Segundo a CEO, o financiamento marca “o início da próxima fase de crescimento da Neuraspace”, permitindo reforçar as capacidades soberanas europeias de Vigilância Espacial e disponibilizar serviços baseados em inteligência artificial para missões comerciais, institucionais e de defesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797725]]></sapo:autor>
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		<title>O valor estratégico da imitação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-valor-estrategico-da-imitacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[ISEG]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Miranda de Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Sandra Miranda de Oliveira, Professora de Gestão Estratégica e Marketing. ISEG – Lisbon School of Economics &#038; Management. Universidade de Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um recente artigo publicado no Journal of Marketing de autoria de Suyun Mah, da Singapore Management University, e de Neil A. Morgan, da University of Wisconsin-Madison, reexamina uma questão antiga da estratégia empresarial: o papel da imitação na construção de vantagem competitiva. À primeira vista, a ideia pode parecer pouco original. Afinal, a literatura sobre first-mover e second-mover advantages já demonstrou há décadas que os pioneiros nem sempre vencem e que os seguidores podem beneficiar de menores custos, menor incerteza e maior aprendizagem acumulada. Por exemplo, a Google entrou num mercado já bastante preenchido por motores de busca como o AltaVista, o Yahoo!, o Lycos, entre outros. Em vez de competir como mais um portal de internet com um écran cheio de informação, a Google apresentou uma página em branco com uma caixa que permitia a pesquisa pura, ajudando os utilizadores a encontrar rapidamente a informação que procuravam. Esta aposta na pesquisa pura, combinada com um sistema inovador de ranking de páginas baseado na relevância dos links, permitiu-lhe oferecer resultados significativamente superiores aos dos concorrentes e, em poucos anos, destronar os líderes estabelecidos. Outro bom exemplo é o Facebook. O Facebook não derrotou uma tecnologia nem criou um mercado novo. Derrotou empresas que já tinham provado que as redes sociais eram um negócio viável. O seu mérito não esteve em inventar o conceito de rede social, mas em perceber o que funcionava e o que não funcionava em cada uma das redes socias concorrentes. Por exemplo, a rede social Friendster destacou-se por introduzir a lógica das redes de amigos, mas nunca conseguiu resolver os problemas de lentidão à medida que a sua popularidade aumentava. O MySpace gerava elevados níveis de envolvimento e expressão pessoal, mas a experiência de utilização era frequentemente caótica e inconsistente. O Orkut conseguiu criar comunidades particularmente ativas e participativas, mas a sua influência permanecia limitada a alguns mercados geográficos, como o Brasil e a India. Ao observar as diversas plataformas concorrentes, o Facebook soube preservar aquilo que funcionava e corrigir aquilo que as limitava, transformando uma ideia já existente numa rede social mais simples, estável, escalável e adaptada à expansão global.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o mérito do artigo não está em defender que imitar pode funcionar. Isso já se sabia. O seu contributo reside antes em mostrar que, de um modo geral, as organizações têm tratado a imitação de forma demasiado estreita, associando-a sobretudo à cópia de produtos de concorrentes diretos. Os autores propõem uma visão mais ampla, na qual a imitação deve envolver processos, modelos de negócio, estratégias e práticas organizacionais observadas não apenas em concorrentes diretos, mas também em empresas de outras geografias e de outras indústrias. Veja-se o caso da Toyota que se tornou uma referência mundial através dos seus processos de produção lean posteriormente adotados por fabricantes como a Ford, a General Motors e a BMW, ou, num contexto totalmente diferente, os hospitais que passaram a estudar os procedimentos de pit stop da Ferrari para melhorar a coordenação das equipas cirúrgicas. Nenhum destes casos envolveu a cópia de produtos. Tratou-se antes da transferência de conhecimento organizacional entre contextos distintos. No caso da Toyota a transferência de conhecimento deu-se na mesma indústria, mas entre geografias distintas. No caso da sala de operações, a transferência de conhecimento deu-se entre diferentes indústrias.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta mudança de perspetiva é relevante porque desloca a discussão da simples oposição entre inovadores e seguidores para uma questão de como aprendem as empresas. Muitas das organizações mais bem-sucedidas não criaram necessariamente algo totalmente novo. Em vez disso, identificaram soluções bem-sucedidas noutros contextos, adaptaram-nas às suas capacidades e mercados, e desenvolveram propostas de valor superior. Desta forma, a imitação não deve ser entendida como o oposto da inovação. Pelo contrário, ambas podem coexistir e complementarem-se. Muitas vezes, aquilo que parece uma inovação radical resulta da adaptação inteligente de simples ideias já existentes. O exemplo da OYO Rooms é particularmente ilustrativo. A empresa inspirou-se em vários aspetos do modelo da Airbnb, mas adaptou-os ao mercado hoteleiro indiano, criando uma proposta de valor distinta que acabou por transformar um setor altamente fragmentado numa das maiores redes hoteleiras do mundo em número de quartos. Em vez de construir hotéis próprios, a OYO, padronizou hotéis existentes através de parcerias com dezenas de pequenos hotéis.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, mesmo quando uma empresa decide não copiar nenhuma ideia observada, a procura sistemática de oportunidades de imitação pode ajudá-la a identificar tendências emergentes, a acelerar a aprendizagem organizacional e a ampliar o conjunto de opções disponíveis. Em certa medida, o simples ato de procurar constitui já uma opção estratégica de valor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Sandra Miranda de Oliveira, Professora de Gestão Estratégica e Marketing]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Honda mais do que duplica lucro entre abril a junho para 2.500 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A fabricante automóvel Honda registou um lucro líquido de 450.915 milhões de ienes (cerca de 2.500 milhões de euros) entre abril a junho, um aumento de 129,3% em relação ao mesmo período de 2025, informou hoje a empresa japonesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fabricante automóvel Honda registou um lucro líquido de 450.915 milhões de ienes (cerca de 2.500 milhões de euros) entre abril a junho, um aumento de 129,3% em relação ao mesmo período de 2025, informou hoje a empresa japonesa.</p>
<p>No primeiro trimestre do ano fiscal da Honda, o lucro operacional duplicou e centrou-se nos 530.767 milhões de ienes (cerca de 2.900 milhões de euros), enquanto as receitas aumentaram 13,5% em termos homólogos, atingindo os 6,06 biliões de ienes (cerca de 33.330 milhões de euros).</p>
<p>Por regiões, a procura na América do Norte disparou 294,2%, enquanto na Europa registou uma queda de 69,6%.</p>
<p>Para o exercício fiscal em curso, que termina em março de 2027, a fabricante automóvel eleva a previsão de lucro líquido para 400.000 milhões de ienes (cerca de 2.200 milhões de euros) e de receitas para 24 biliões de ienes (cerca de 131.970 milhões de euros).</p>
<p>Ainda assim, os possíveis impactos no volume de vendas ou nos custos de materiais decorrentes da incerteza em torno da situação no Médio Oriente não sofreram alterações relativamente à previsão anterior, uma vez que a Honda considera &#8220;necessário avaliar cuidadosamente&#8221; estes riscos.</p>
<p>Além disso, salientou que o terramoto de magnitude 7,1 que abalou recentemente a cidade de Kumamoto, no sudoeste do Japão, afetou algumas das suas principais fábricas, onde as operações foram suspensas durante vários dias para monitorizar a situação e determinar medidas a tomar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797720]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSI em alta com Teixeira Duarte a liderar ganhos e a subir 1,4%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Teixeira Duarte a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 0,50 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com a Teixeira Duarte a liderar os ganhos e a subir 1,41% para 0,50 euros.</p>
<p>Cerca das 09:20 em Lisboa, o PSI avançava 0,30% para 9.196,39 pontos, com nove empresas a subir, cinco a descer e duas a manter a cotação (Altri em 4,79 euros e Corticeira Amorim em 6,69 euros).</p>
<p>Às ações da Teixeira Duarte seguiam-se as da Sonae, REN e EDP, que valorizavam 1,21% para 2,09 euros, 1,16% para 3,49 euros e 0,85% para 4,49 euros.</p>
<p>A Mota-Engil, EDP Renováveis e BCP subiam 0,65% para 4,64 euros, 0,52% para 13,53 euros e 0,41% para 1,09 euros.</p>
<p>As outras duas empresas que se valorizavam eram os CTT (0,24% para 6,20 euros) e a Galp (0,20% para 19,83 euros).</p>
<p>Em sentido contrário, a Semapa, Ibersol e NOS baixavam 0,74% para 20 euros, 0,52% para 9,64 euros e 0,29% para 4,81 euros.</p>
<p>A Jerónimo Martins e a Navigator também baixavam a cotação, designadamente 0,23% para 17,40 euros e 0,06% para 3,27 euros.</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta e com novos máximos em alguns dos índices, como o de Madrid, devido às maiores esperanças de que Washington e Teerão alcancem de forma iminente um acordo de paz.</p>
<p>O euro estava estabilizado, a valorizar-se 0,05% face ao dólar e a ser trocado a 1,1537 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>O preço do contrato genérico de petróleo Brent, de referência na Europa, sobe 0,95% para 80,11 dólares.</p>
<p>Devido ao otimismo dos investidores por um possível pacto no Médio Oriente, em Nova Iorque, o Dow Jones e o Nasdaq fecharam a valorizar 1,71% e 2,59%, enquanto os futuros registam subidas de 0,21% para o primeiro e de 0,14% para o tecnológico.</p>
<p>O Nasdaq subiu, impulsionado pela apresentação de resultados melhores do que o esperado da Palantir, e atento à SpaceX, que caiu quase 8% nas operações pós-encerramento de Wall Street, depois de ter apresentado resultados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797716]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Família Amorim vende participação no BLB e deixa banca brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:49:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Grupo Américo Amorim deixou de ser acionista do Banco Luso-Brasileiro (BLB), depois de ter reduzido a sua participação na instituição para 32,8% no ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Américo Amorim deixou de ser acionista do Banco Luso-Brasileiro (BLB), depois de ter reduzido a sua participação na instituição para 32,8% no ano passado. A posição foi entretanto alienada à RC Participações S.A. (Ruas e Cunha), que passou a concentrar 91,55% do capital do banco.</p>
<p>A saída da Amorim Aliança B.V., sociedade através da qual o grupo português detinha a participação, aconteceu no âmbito de uma decisão estratégica do próprio acionista. A informação consta do <a href="https://bancoluso.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INF901059118133062026.pdf" target="_blank" rel="noopener">relatório</a> do BLB relativo à atividade no primeiro semestre de 2026.</p>
<p>“A saída da Amorim Aliança B.V. do quadro acionário decorreu de decisão do próprio acionista, no âmbito de sua estratégia corporativa. A operação foi realizada em conformidade com a regulamentação aplicável, não implica descontinuidade das operações, nem afeta o cumprimento das obrigações do Banco perante clientes, parceiros e órgãos reguladores, permanecendo inalteradas a sua estrutura administrativa e a condução dos negócios”, pode ler-se</p>
<p>A operação ficou concluída em abril deste ano, depois de ter recebido a aprovação do Banco Central do Brasil (BACEN). A reorganização societária resultou na concentração do controlo do banco na RC Participações S.A., que passou a ser a única acionista controladora da instituição.</p>
<p>A saída do grupo português acontece cerca de um ano depois de este ter vendido 15,43 pontos percentuais da participação que então detinha no BLB ao grupo brasileiro Mônaco. Na altura, o Grupo Américo Amorim reduziu a sua posição de 49,23% para 32,8%.</p>
<p>Com a mais recente operação, esses 32,8% foram alienados à RC Participações elevando a participação desta sociedade para 91,55% do capital do banco. Ao mesmo tempo, a K2CR Holding Financeira, ligada ao grupo Mônaco, passou a deter 6,9% do capital, abaixo da posição que tinha anteriormente. A família fundadora do BLB mantém pouco mais de 1,5% da instituição.</p>
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		<title>IGAS arquiva caso de grávida que passou por cinco hospitais antes de perder o bebé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A IGAS concluiu que a morte, registada a 22 de junho de 2025, poderá ser enquadrada como um “acidente obstétrico súbito e imprevisível” e considerou que as unidades de saúde envolvidas cumpriram as regras aplicáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde arquivou o processo relacionado com a morte de um recém-nascido, ocorrida depois de a mãe ter recorrido a cinco hospitais ao longo de 12 dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A IGAS concluiu que a morte, registada a 22 de junho de 2025, poderá ser enquadrada como um “acidente obstétrico súbito e imprevisível” e considerou que as unidades de saúde envolvidas cumpriram as regras aplicáveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Correio da Manhã, o caso envolveu Edmizalda Conceição, então com 37 anos, que passou pelas urgências dos hospitais de Setúbal, Barreiro, Almada, Cascais e, por fim, Santa Maria, em Lisboa.</p>
<p><strong>Grávida recorreu a várias urgências nos dias anteriores ao parto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A 10 de junho, perto das 40 semanas de gestação, Edmizalda foi encaminhada pelo SNS24 para a Urgência de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Setúbal, devido a dores fortes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de realizar uma ecografia e uma cardiotocografia, teve alta e recebeu indicação para uma consulta de pré-parto no Hospital Garcia de Orta, em Almada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Seis dias depois, dirigiu-se à urgência do Barreiro, onde os exames realizados não detetaram sinais de gravidade. A 19 de junho, foi observada no Hospital Garcia de Orta, mas a unidade não tinha vagas para indução do parto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A grávida teve novamente alta, com indicação para contactar o SNS24 e ser encaminhada para um hospital com urgência aberta no dia 22.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, a 21 de junho, continuando com dores, voltou a ligar para o SNS24 e foi encaminhada para Cascais. Ficou medicada e sob vigilância, mas também não havia vagas para induzir o parto.</p>
<p><strong>Parto foi induzido em Santa Maria</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A mulher acabou por ser transferida para o Hospital de Santa Maria, onde a indução do parto começou pelas 17h00.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, a IGAS refere que, durante a noite, a grávida entrou em trabalho de parto e manteve registos de cardiotocografia considerados normais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Às 11h00 do dia seguinte, já se encontrava no período expulsivo. A equipa médica decidiu então avançar para uma cesariana.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos momentos finais do parto, ocorreu uma compressão aguda e imprevisível do cordão umbilical. O bebé nasceu com baixa oxigenação e batimentos cardíacos fracos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foram realizadas manobras de reanimação, mas o recém-nascido não resistiu.</p>
<p><strong>IGAS iliba hospitais de responsabilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No processo de esclarecimento, a IGAS considerou que a morte resultou de um evento obstétrico súbito e imprevisível e não encontrou elementos que justificassem a responsabilização dos hospitais envolvidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O processo administrativo foi, por isso, arquivado.</p>
<p>O caso continua, contudo, a ser investigado pelo Ministério Público, que abriu um inquérito para apurar eventuais violações de deveres deontológicos e profissionais por parte da equipa clínica que interveio no parto no Hospital de Santa Maria.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797710]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da farmacêutica Novo Nordisk sobe 25% entre janeiro e junho para 9.303 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A farmacêutica Novo Nordisk registou um lucro líquido de 69.546 milhões de coroas dinamarquesas (cerca de 9.303 milhões de euros) entre janeiro e junho, um aumento de 25% relativamente ao mesmo período de 2025, divulgou hoje a empresa dinamarquesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A farmacêutica Novo Nordisk registou um lucro líquido de 69.546 milhões de coroas dinamarquesas (cerca de 9.303 milhões de euros) entre janeiro e junho, um aumento de 25% relativamente ao mesmo período de 2025, divulgou hoje a empresa dinamarquesa.</p>
<p>As vendas líquidas ascenderam a 175.311 milhões de coroas (cerca de 23.450 milhões de euros), um aumento de 18% a taxas de câmbio constantes.</p>
<p>O resultado operacional líquido (EBIT) subiu 27%, para 86.679 milhões (cerca de 11.595 milhões de euros).</p>
<p>A farmacêutica dinamarquesa espera agora que tanto as vendas como o EBIT ajustado registem uma queda entre 0% e 6%, a taxas de câmbio constantes, em 2026, face a uma queda entre 4% e 12% na previsão anterior.</p>
<p>Apenas no segundo trimestre, a Novo Nordisk registou um lucro líquido de 20.989 milhões de coroas (cerca de 2.808 milhões de euros), uma redução de 21%, enquanto as vendas aumentaram 3%, para 78.488 milhões de coroas (cerca de 10.499 milhões de euros).</p>
<p>Hoje, após a apresentação dos resultados, a farmacêutica registou uma queda superior a 3% na Bolsa de Copenhaga.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797709]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: O que está a tornar as farmacêuticas mais atrativas para os investidores?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:29:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[farmacêutica]]></category>
		<category><![CDATA[Investidores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[Num contexto em que encontrar oportunidades de crescimento de longo prazo se tornou mais difícil, o setor farmacêutico pode estar a beneficiar dos resultados de anos de investimento em investigação e desenvolvimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A profundidade das pipelines de novos medicamentos permite às empresas reduzir a dependência de um único produto e criar novas fontes de crescimento.</p>
<p>A par da inovação, muitas farmacêuticas apresentam também uma forte capacidade de geração de cash flow, o que lhes permite manter dividendos, reforçar as respetivas pipelines ou avançar para aquisições estratégicas.</p>
<p>A AstraZeneca é um dos exemplos destacados por Noriko Chen, gestora de carteiras de ações da Capital Group. A farmacêutica britânica conta já com uma posição consolidada na área da oncologia, mas está também a desenvolver ativos direcionados para doenças cardiovasculares, problemas renais crónicos e doenças metabólicas.</p>
<p>Para a gestora, parte deste potencial de crescimento continua, contudo, a não estar totalmente refletido nas avaliações de mercado.</p>
<p>A exposição à China é outro dos fatores que Chen considera relevantes. “A China representa cerca de 13% das vendas”, afirma, destacando simultaneamente o potencial de inovação que está a emergir naquele mercado.</p>
<p>“Estamos entusiasmados com a inovação que está a surgir na China. Com a sua escala e as suas parcerias profundas, a AstraZeneca pode financiar tanto a sua pipeline como um dividendo saudável, o que pode tornar o negócio mais duradouro do que o mercado assume”, acrescenta.</p>
<p><strong>Dividendos continuam a ser uma aposta</strong></p>
<p>Para além do crescimento proporcionado pela inovação, as farmacêuticas apresentam outra característica que pode ganhar relevância num ambiente de maior incerteza: a capacidade de remunerar os acionistas.</p>
<p>“As empresas farmacêuticas têm demonstrado disciplina na gestão do seu cash, investindo no crescimento sem sacrificar o rendimento”, sublinha Noriko Chen.</p>
<p>Segundo a gestora, muitas empresas do setor seguem uma política de crescimento progressivo dos dividendos, apresentando atualmente yields consideradas atrativas. A Roche e a Novo Nordisk são dois exemplos apontados, com dividend yields superiores a 3%.</p>
<p>A combinação entre crescimento impulsionado pela inovação e capacidade de distribuição de dividendos pode, assim, contribuir para aumentar a resiliência das carteiras de investimento, mantendo simultaneamente o potencial de valorização associado ao desenvolvimento de novos medicamentos.</p>
<p>Num setor em que a inovação continua a alimentar novas oportunidades de negócio, a capacidade de financiar investigação, aquisições e dividendos a partir de uma geração robusta de cash flow poderá ser um dos principais fatores de diferenciação das farmacêuticas no longo prazo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797707]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias em alta otimistas face a acordo de paz no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:14:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta e com novos máximos em alguns dos índices, como o de Madrid, devido às maiores esperanças de que Washington e Teerão alcancem de forma iminente um acordo de paz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta e com novos máximos em alguns dos índices, como o de Madrid, devido às maiores esperanças de que Washington e Teerão alcancem de forma iminente um acordo de paz.</p>
<p>Às 08:55 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a subir 0,29% para 658,84 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt avançavam 0,35%, 0,15% e 0,60%, bem como as de Madrid e Milão, que subiam 0,47% e 0,50%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de alta da abertura, com o principal índice, o PSI, a avançar 0,28% para 9.194,87 pontos.</p>
<p>O euro estava estabilizado, a valorizar-se 0,05% face ao dólar e a ser trocado a 1,1537 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>O preço do contrato genérico de petróleo Brent, de referência na Europa, sobe 0,95% para 80,11 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), de referência nos Estados Unidos da América (EUA), avança 0,37% para 76,05 dólares.</p>
<p>No mesmo sentido, o contrato ativo de gás natural no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, recua 0,53% para 55,625 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Devido ao otimismo dos investidores por um possível pacto no Médio Oriente, em Nova Iorque, o Dow Jones e o Nasdaq fecharam a valorizar 1,71% e 2,59%, enquanto os futuros registam subidas de 0,21% para o primeiro e de 0,14% para o tecnológico.</p>
<p>O Nasdaq subiu, impulsionado pela apresentação de resultados melhores do que o esperado da Palantir, e atento à SpaceX, que caiu quase 8% nas operações pós-encerramento de Wall Street, depois de ter apresentado resultados.</p>
<p>Na Ásia, o principal índice da bolsa de Seul, o Kospi, valorizou-se 3,76%, o Nikkei de Tóquio, 3,66%, a bolsa de Xangai, 1,47%, enquanto o Hang Seng de Hong Kong soma 0,22%.</p>
<p>No mercado de matérias-primas, o preço do ouro sobe 2,15% e a onça está a ser negociada a 4.165,64 dólares, enquanto a onça de prata avança 3,71% para 61,7620 dólares.</p>
<p>No mercado da dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos descia para 3,093%, depois de ter fechado em 3,106% na sessão anterior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797704]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tribunal de Contas perdoou infrações financeiras atribuídas a Luís Neves na gestão da PJ</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-de-contas-perdoou-infracoes-financeiras-atribuidas-a-luis-neves-na-gestao-da-pj/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 08:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas identificou infrações financeiras em contratos de combustíveis e viagens celebrados quando Luís Neves dirigia a Polícia Judiciária, mas decidiu não aplicar sanções ao atual ministro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Tribunal de Contas identificou infrações financeiras em contratos de combustíveis e viagens celebrados quando Luís Neves dirigia a Polícia Judiciária, mas decidiu não aplicar sanções ao atual ministro da Administração Interna nem à então diretora nacional adjunta, Luísa Proença.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://observador.pt/especiais/auditoria-do-tribunal-de-contas-perdoou-a-luis-neves-infracoes-financeiras-com-viagens-e-combustiveis-na-pj/" target="_blank" rel="noopener">Observador</a>, as conclusões constam da auditoria às contas da PJ de 2023, que recebeu um parecer “favorável com reservas”. O tribunal identificou 11 aspetos problemáticos, incluindo falhas na contratação pública, situações irregulares na utilização de cartões de crédito e deficiências no controlo de bens e despesas.</p>
<p><strong>Contrato de combustível formalizado depois de começar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das infrações estava relacionada com um contrato com a Petrogal para o fornecimento de combustível no primeiro trimestre de 2023. O procedimento, no valor de 433.183,25 euros antes de IVA, foi autorizado em março, apesar de o serviço estar a ser prestado desde janeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">O contrato não continha uma cláusula de eficácia retroativa, o que, segundo o Tribunal de Contas, poderia configurar uma infração financeira punível com uma multa entre 2550 e 18.360 euros. Luís Neves e Luísa Proença reconheceram que a cláusula deveria ter sido incluída, mas invocaram a urgência e o interesse público.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os juízes concluíram que a falha resultou de negligência e decidiram relevar a responsabilidade financeira dos dois responsáveis.</p>
<p><strong>Despesas com viagens chegaram aos 694 mil euros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A auditoria analisou também os contratos com a agência Clube Viajar. Um primeiro ajuste direto, inicialmente fixado em 199.468,40 euros, foi aumentado para 299.202,60 euros através de uma adenda.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em outubro, a PJ assinou um novo contrato de 300 mil euros com a mesma empresa, posteriormente reforçado em mais 95 mil euros. No total, os contratos e respetivas alterações atingiram 694.202,60 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Observador, o Tribunal de Contas considerou que o recurso sucessivo a ajustes diretos e adendas acabou por prolongar prazos e aumentar os encargos com o mesmo fornecedor.</p>
<p class="isSelectedEnd">A direção da PJ justificou a situação com a natureza imprevisível e confidencial das investigações, que dificultaria o planeamento antecipado das viagens. O tribunal reconheceu essas limitações, mas sublinhou que não dispensavam o cumprimento das regras de contratação pública.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de manter as críticas e considerar que existiu uma ilegalidade, o organismo não encontrou indícios de uma intenção deliberada de desrespeitar a lei e voltou a classificar a atuação como negligente, afastando a aplicação de uma sanção.</p>
<p><strong>Cartão de crédito e outras falhas sob análise</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório levantou ainda dúvidas sobre a utilização de um cartão de crédito pessoal atribuído a Luís Neves, com um limite de 30 mil euros, que terá sido usado pelos serviços financeiros da PJ sem prova de autorização. Os pagamentos realizados em 2023 ascenderam a 14.309,04 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Tribunal de Contas criticou também a inexistência de um fundo próprio para viagens e alojamento, bem como falhas no registo de bens, na gestão da frota, do armamento e das munições e no controlo das despesas efetuadas com cartões de crédito.</p>
<p class="isSelectedEnd">A auditoria apontou igualmente insuficiências na fundamentação de alguns procedimentos de contratação excluída, utilizados pela PJ com argumentos relacionados com a segurança, a confidencialidade e a defesa dos interesses do Estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Polícia Judiciária invocou o elevado volume de trabalho, garantiu ter atuado de boa-fé e afirmou que os procedimentos não causaram prejuízo ao erário público.</p>
<p>No final, o Tribunal de Contas apresentou cerca de duas dezenas de recomendações, incluindo a revisão e uniformização das normas internas nas áreas da contabilidade, gestão de pessoal, receitas, inventários e controlo de ativos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797699]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Zelensky volta a pedir aos aliados sistemas de defesa após ataque com 17 mortos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-zelensky-volta-a-pedir-aos-aliados-sistemas-de-defesa-apos-ataque-com-17-mortos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a pedir aos seus aliados para fornecerem à Ucrânia intercetores de mísseis balísticos, que "poderiam ter salvado vidas", após os ataques russos de hoje que mataram pelo menos 17 pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a pedir aos seus aliados para fornecerem à Ucrânia intercetores de mísseis balísticos, que &#8220;poderiam ter salvado vidas&#8221;, após os ataques russos de hoje que mataram pelo menos 17 pessoas.</p>
<p>&#8220;Os intercetores de mísseis balísticos poderiam ter salvado as vidas daqueles que morreram hoje. É essencial que os nossos parceiros compreendam que os atrasos na entrega ou a relutância em fornecer sistemas antimísseis balísticos levam precisamente a estas perdas humanas&#8221;, afirmou Zelensky na rede social Telegram.</p>
<p>&#8220;Até ao momento, 44 pessoas ficaram feridas em consequência do ataque maciço russo a Kiev e à região. Infelizmente, 17 pessoas morreram. Os meus sentimentos às famílias e aos entes queridos&#8221;, declarou ainda Zelensky na rede social X.</p>
<p>Segundo o Presidente, foram utilizados 24 mísseis balísticos e 115 drones no ataque e os alvos foram sobretudo armazéns pertencentes a empresas civis. Houve também ataques a infraestruturas e a uma estação ferroviária.</p>
<p>&#8220;Estes estabelecimentos não têm qualquer relação com a guerra. Incluem uma cervejaria, um armazém de materiais de construção e um centro de logística&#8221;, disse o líder ucraniano.</p>
<p>Zelensky acrescentou que aqueles que não estão disponíveis para fornecer este tipo de armamento poderão contribuir na implementação de novas sanções.</p>
<p>&#8220;Uma fatia considerável da produção russa de mísseis ainda não está sujeita a sanções. São necessárias mais medidas por parte do G7, da União Europeia (UE) e de todos aqueles que apoiam a proteção da vida&#8221;, afirmou.</p>
<p>De acordo com o Serviço Estatal de Emergências da Ucrânia, equipas de socorro continuavam a trabalhar em várias localidades dos distritos de Brovary, Bucha e Fastiv, após o ataque com drones e mísseis.</p>
<p>Em Brovary, o ataque provocou incêndios de grande dimensão em armazéns da cidade e nas aldeias de Velyka Dymerka, Kvitneve e Peremoga.</p>
<p>No distrito de Bucha, bombeiros combatiam incêndios em instalações logísticas em Chayky e Sofiivska Borshchahivka. Todos os feridos foram encaminhados para unidades hospitalares.</p>
<p>A Força Aérea ucraniana detalhou hoje que a Rússia lançou um total de 115 drones e 28 mísseis de alta velocidade, incluindo 24 mísseis balísticos e quatro mísseis antinavio.</p>
<p>Embora as forças ucranianas tenham conseguido abater 98 dos drones, nenhum míssil foi intercetado. A Força Aérea do país admitiu ter sido incapaz de intercetar qualquer um dos mísseis russos disparados durante a ofensiva, evidenciando uma escassez grave de munições de defesa antiaérea.</p>
<p>Estes projeteis balísticos viajam a velocidades extremamente elevadas e só podem ser travados por sistemas de defesa como os norte-americanos Patriot, equipamento que Kiev possui em número reduzido.</p>
<p>Segundo dados oficiais, a Ucrânia consegue atualmente intercetar menos de um terço destes ataques.</p>
<p>Para tentar colmatar a falha de defesas, Zelensky deslocou-se à Casa Branca no final de julho para solicitar mais munições Patriot.</p>
<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, sugeriu inicialmente que poderia autorizar a Ucrânia a produzir estes intercetores em solo ucraniano, mas recuou na semana passada, afirmando que Washington precisa de ter &#8220;muita cautela&#8221; antes de tomar uma decisão final.</p>
<p>A escalada russa surge na sequência de novas operações anunciadas por Zelensky contra o território russo, após uma campanha de 40 dias iniciada a 25 de junho que visou centros logísticos e refinarias na Rússia.</p>
<p>Esses ataques ucranianos reduziram a capacidade de refinação russa para níveis de 2002 durante o mês de julho.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797700]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pais de aluno de Viseu dizem que exame enviado pelo Ministério não corresponde à prova realizada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os pais de Martim, aluno de Viseu cuja prova de Português esteve parcialmente desaparecida, colocam agora em causa a autenticidade do exame completo enviado pelo Ministério da Educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os pais de Martim, aluno de Viseu cuja prova de Português esteve parcialmente desaparecida, colocam agora em causa a autenticidade do exame completo enviado pelo Ministério da Educação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudante tinha recebido 4,3 valores, numa escala de 0 a 20, com base em cerca de um terço da prova. Os restantes dois terços terão permanecido em parte incerta até ao último sábado, depois de o Tribunal Administrativo de Viseu ter dado 48 horas ao Ministério da Educação para localizar o exame.</p>
<p class="isSelectedEnd">Caso o prazo não fosse cumprido, o aluno teria direito a uma compensação diária de 100 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/pais-poem-em-causa-a-veracidade-do-exame-de-aluno-de-viseu-entregue-pelo-ministerio-da-educacao" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, a prova completa foi enviada por email no sábado, às 18h50, ainda dentro do prazo fixado pelo tribunal.</p>
<p><strong>Pais dizem que PDF não corresponde à prova realizada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de o exame ter sido entregue, os encarregados de educação afirmam que o documento recebido não corresponde ao teste feito pelo aluno.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sofia Castro, mãe de Martim, garante que a prova enviada é diferente daquela que o filho realizou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Paulo Duarte, pai do estudante e advogado responsável pela providência cautelar, aponta várias irregularidades no PDF, entre as quais folhas sem a rubrica do aluno e problemas nas respostas de escolha múltipla.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, os pais comunicaram essas dúvidas à escola e ao Júri Nacional de Exames.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os encarregados de educação enviaram um email no domingo a relatar as anomalias detetadas e a pedir esclarecimentos sobre o documento recebido.</p>
<p><strong>Escola remete explicações para o Júri Nacional de Exames</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Miguel Borges, diretor da Escola Secundária Alves Martins, afirmou que a escola já prestou todos os esclarecimentos que estavam ao seu alcance.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável acrescentou que as restantes explicações terão agora de ser dadas pelo Júri Nacional de Exames.</p>
<p class="isSelectedEnd">Paulo Duarte considera que o prazo para pedir a reapreciação da prova não deve começar a contar enquanto persistirem dúvidas sobre o exame enviado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O pai defende que esse prazo deve ficar suspenso até ser esclarecido o que aconteceu e até existir certeza sobre a parte da prova que só agora foi entregue.</p>
<p><strong>Família calcula classificação de 14,1 valores</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Sofia Castro afirma que, com a ajuda de professores, chegou a uma estimativa de 14,1 valores para a nota final do filho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A mãe sublinha, contudo, que a família não pretende qualquer benefício indevido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais dizem aceitar uma classificação inferior, caso seja essa a nota correta, mas exigem que o processo seja esclarecido e tratado com justiça.</p>
<p><strong>Martim já se candidatou ao ensino superior</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Sem conhecer ainda a classificação final do exame, Martim apresentou esta terça-feira a candidatura à primeira fase do ensino superior.</p>
<p class="isSelectedEnd">A candidatura foi possível por decisão judicial.</p>
<p class="isSelectedEnd">A família decidiu concorrer ao curso de Educação Social da Escola Superior de Educação de Viseu e aguarda agora pelo resultado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso continua, assim, por resolver, apesar de o ministro da Educação, Fernando Alexandre, ter afirmado anteriormente que a situação do aluno estava ultrapassada.</p>
<p><strong>EduQA aceita duas respostas numa pergunta de Física e Química</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Noutro caso relacionado com os exames nacionais, o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação considera corretas duas respostas a uma pergunta de escolha múltipla da prova de Física e Química da segunda fase.</p>
<p class="isSelectedEnd">O item pedia aos alunos que identificassem a forma como a pressão e a temperatura influenciam o equilíbrio químico de uma mistura gasosa, visível através da sua cor.</p>
<p>Entretanto, a Federação Nacional dos Professores denunciou também que os docentes classificadores estão a ser pressionados para alterar os períodos de férias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797697]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O El Niño mais forte de sempre está a formar-se: o que pode acontecer nos próximos dois anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-el-nino-mais-forte-de-sempre-esta-a-formar-se-o-que-pode-acontecer-nos-proximos-dois-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O fenómeno já começou a influenciar os padrões meteorológicos globais e deverá marcar o clima em várias regiões durante os próximos um a dois anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um episódio de El Niño de intensidade excecional está a ganhar força rapidamente no Pacífico tropical e poderá tornar-se o mais intenso desde, pelo menos, 1950. O fenómeno já começou a influenciar os padrões meteorológicos globais e deverá marcar o clima em várias regiões durante os próximos um a dois anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A maioria dos modelos informáticos aponta para um evento recorde, mas os cientistas alertam que a expressão “o El Niño mais forte de sempre” não significa automaticamente que o mundo inteiro enfrentará tempestades, cheias ou secas sem precedentes ao mesmo tempo.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a CNN, a intensidade do fenómeno é medida sobretudo pela temperatura da água numa região específica do Pacífico tropical. Esse valor ajuda os cientistas a avaliar a força do El Niño, mas não permite, por si só, antecipar exatamente o que acontecerá em cada país.</p>
<p><strong>Um El Niño mais forte aumenta a probabilidade dos efeitos habituais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O El Niño caracteriza-se por temperaturas acima da média nas águas do Pacífico tropical central e oriental.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse aquecimento transfere grandes quantidades de energia para a atmosfera através da formação de nuvens e de episódios de precipitação intensa. As alterações resultantes propagam-se para outras regiões do planeta e modificam os padrões de chuva, temperatura e circulação atmosférica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jeffrey Shaman, investigador da Universidade de Columbia nas áreas do clima e da saúde pública, comparou este processo às ondas sonoras produzidas por um sino: a perturbação começa no Pacífico, mas os seus efeitos espalham-se para zonas muito distantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um evento mais intenso não implica necessariamente consequências mais graves do que um El Niño moderado. Significa, sobretudo, que aumenta a probabilidade de se verificarem os impactos normalmente associados ao fenómeno, conhecidos pelos cientistas como teleconexões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em algumas regiões, essas alterações podem traduzir-se em secas severas ou precipitação muito acima da média.</p>
<p><strong>Previsões sazonais tornam-se mais fiáveis</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">El Niño e La Niña são as principais fontes de previsibilidade climática a médio prazo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quanto mais forte for o sinal do El Niño, maior tende a ser a confiança nas projeções para as estações seguintes. É por esse motivo que os meteorologistas estão atualmente mais seguros sobre os possíveis impactos em diferentes partes do mundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN, estas previsões podem dar aos governos um aviso antecipado sobre vagas de calor, secas, inundações, escassez de água e possíveis perturbações no abastecimento alimentar.</p>
<p class="isSelectedEnd">A informação permite que as autoridades, os agricultores e as organizações humanitárias se preparem antes de os efeitos mais graves se fazerem sentir.</p>
<p><strong>Indonésia, Austrália e Índia podem ter menos chuva</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As projeções apontam para um risco acrescido de seca na Indonésia e na Austrália.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Índia, a monção de verão poderá ser mais seca do que o habitual, enquanto diferentes regiões de África poderão enfrentar realidades opostas, com algumas áreas sujeitas a secas e outras a precipitação acima da média.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos Estados Unidos, o El Niño costuma provocar um inverno mais ameno no Norte e condições mais chuvosas durante o outono e o inverno no Sul.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fenómeno tende também a reduzir a atividade dos furacões no Atlântico, embora normalmente favoreça uma época mais ativa de furacões e tufões no Pacífico tropical.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para os 48 estados continentais dos EUA, uma época atlântica menos intensa pode representar um dos efeitos potencialmente favoráveis do El Niño.</p>
<p><strong>Fenómeno deverá dominar outros padrões climáticos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nathaniel Johnson, especialista em previsões sazonais da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, considera que um El Niño particularmente forte terá maior probabilidade de se impor sobre outros padrões climáticos globais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isso significa que o fenómeno poderá tornar-se o principal fator a condicionar o tempo durante as próximas estações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um El Niño recorde também poderá produzir efeitos mais intensos do que o habitual em algumas regiões, embora os cientistas sublinhem que isso não está garantido.</p>
<p class="isSelectedEnd">O grau de concordância entre os modelos é considerado invulgar. Todas as projeções indicam que o El Niño forte ou muito forte continuará durante o inverno e poderá prolongar-se por boa parte de 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">Normalmente, alguns modelos antecipam um enfraquecimento do fenómeno ou uma passagem para La Niña. Desta vez, porém, as previsões mantêm o El Niño ao longo de todo o horizonte analisado.</p>
<p><strong>2026 e 2027 podem bater recordes de temperatura</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos efeitos habituais do El Niño é o aumento da temperatura média global.</p>
<p class="isSelectedEnd">O aquecimento provocado pelo fenómeno soma-se à tendência de longo prazo associada às alterações climáticas causadas pela atividade humana.</p>
<p class="isSelectedEnd">Perante a previsão de um pico recorde, cresce a probabilidade de 2026 e 2027 se tornarem os anos mais quentes desde que existem registos.</p>
<p class="isSelectedEnd">As temperaturas médias da superfície dos oceanos já se encontram em níveis recorde há pelo menos dois meses.</p>
<p class="isSelectedEnd">As previsões da Organização Meteorológica Mundial indicam que quase todas as regiões do planeta deverão registar temperaturas acima da média entre agosto e outubro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os cientistas associam grande parte desta projeção ao El Niño, embora considerem pouco provável que o fenómeno seja o principal responsável pelas cúpulas de calor que já provocaram vagas de calor mortais e incêndios nos Estados Unidos e na Europa neste verão.</p>
<p><strong>El Niño acrescenta calor a um planeta já aquecido</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante as previsões, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que o El Niño está a ganhar força e a acrescentar combustível a um planeta que já se encontra em chamas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável considerou que o mundo está a entrar num território desconhecido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jeffrey Shaman comparou o fenómeno a um grande queimador de fogão que aquece a atmosfera sobre uma extensa área do Pacífico e contribui para extremos de temperatura noutras regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se as atuais projeções se confirmarem, o impacto poderá ser particularmente relevante no próximo verão.</p>
<p><strong>Países têm uma janela para se prepararem</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os especialistas consideram que o aviso antecipado cria uma oportunidade importante para reduzir os danos.</p>
<p class="isSelectedEnd">As cidades podem preparar planos para vagas de calor e chuva intensa. Os agricultores podem escolher variedades de culturas mais adequadas ao risco de seca ou inundação. As organizações humanitárias podem posicionar alimentos e outros recursos junto das regiões mais vulneráveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas zonas que costumam tornar-se mais secas durante episódios de El Niño, a preparação para possíveis faltas de água deverá ser uma prioridade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com previsões tão consistentes e um nível elevado de confiança, os cientistas defendem que este é o momento de agir.</p>
<p>O El Niño não produzirá os mesmos efeitos em todos os locais, nem transformará cada tempestade ou seca num acontecimento recorde. Ainda assim, a sua intensidade aumenta a probabilidade de os padrões habitualmente associados ao fenómeno se concretizarem, num planeta que já se encontra mais quente e mais vulnerável a extremos climáticos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797694]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Milhões ficaram sem proteção “por decisão”: relatório confidencial expõe teste do TikTok com conteúdos nocivos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/milhoes-ficaram-sem-protecao-por-decisao-relatorio-confidencial-expoe-teste-do-tiktok-com-conteudos-nocivos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O TikTok terá mantido milhões de utilizadores, incluindo adolescentes, sem acesso a uma alteração do algoritmo criada para reduzir a exposição repetida a conteúdos potencialmente nocivos, revela um documento interno confidencial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O TikTok terá mantido milhões de utilizadores, incluindo adolescentes, sem acesso a uma alteração do algoritmo criada para reduzir a exposição repetida a conteúdos potencialmente nocivos, revela um documento interno confidencial.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida de segurança começou a ser aplicada em 2022 a 90% dos utilizadores nos Estados Unidos. Os restantes 10%, cerca de 15 milhões de pessoas, permaneceram num grupo de controlo destinado a medir se a alteração reduzia o tempo passado na aplicação e outros indicadores de envolvimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre esses utilizadores encontrava-se Chase Nasca, um adolescente de 16 anos cujo perfil recebeu milhares de vídeos relacionados com suicídio, automutilação, tristeza, solidão e falta de esperança nas semanas anteriores à sua morte.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Bloomberg Businessweek, o próprio relatório interno concluiu que as medidas destinadas a impedir a criação de bolhas de conteúdos repetitivos não foram ativadas naquela conta por esta integrar deliberadamente o grupo de controlo.</p>
<p><strong>Algoritmo colocou adolescente numa “bolha de filtro”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O documento, elaborado em março de 2023 por equipas de segurança e de algoritmos do TikTok, analisou em detalhe o histórico da conta de Chase.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação interna concluiu que o perfil tinha entrado numa chamada “bolha de filtro”, um circuito em que o sistema de recomendação apresenta sucessivamente conteúdos semelhantes àqueles que prevê que o utilizador queira ver.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas duas semanas anteriores à morte do jovem, o TikTok analisou 7563 vídeos que lhe tinham sido apresentados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cerca de 73% abordavam temas como dificuldades de saúde mental, testemunhos de sobreviventes, solidão, relações amorosas e tristeza, embora não violassem as regras da plataforma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quase 10% dos conteúdos infringiam as normas do TikTok, que proíbem a promoção ou normalização do suicídio e da automutilação. Incluíam mensagens relacionadas com depressão profunda, baixa autoestima, cansaço, isolamento e pensamentos suicidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório concluiu que a conta tinha recebido repetidamente conteúdos depressivos e relacionados com suicídio e automutilação, sobretudo nos dias que antecederam a morte.</p>
<p><strong>Experiência destinava-se a medir utilizadores ativos e envolvimento</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A alteração ao algoritmo tinha sido desenvolvida para interromper padrões excessivamente repetitivos de conteúdos que poderiam tornar-se problemáticos quando vistos em sequência.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, o TikTok decidiu não aplicar imediatamente a proteção a todos os utilizadores. Dez por cento das contas americanas foram mantidas com a versão anterior do sistema para que a empresa pudesse comparar resultados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento afirma que a decisão exigia um equilíbrio entre a segurança dos utilizadores e a capacidade de medir o impacto nos utilizadores ativos diários e noutras métricas centrais para a empresa.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Bloomberg Businessweek refere que o grupo de controlo fazia parte de um teste A/B, uma técnica usada para comparar duas versões de um produto e avaliar os efeitos de uma mudança.</p>
<p class="isSelectedEnd">A conta de Chase foi selecionada aleatoriamente para a experiência em 25 de janeiro de 2022. Cerca de um mês depois, o adolescente morreu.</p>
<p><strong>Relatório recomendou reduzir drasticamente o grupo de teste</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de analisar o caso, as equipas do TikTok propuseram duas alterações para evitar novos incidentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A primeira consistia em reduzir o grupo de controlo para menos de 1% dos utilizadores. A segunda passava por limitar a permanência das mesmas pessoas no teste a sete dias, em vez de períodos que podiam chegar a seis meses ou um ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma atualização incluída no documento alertava, contudo, que mesmo a redução para 1% deixaria pelo menos 1,8 milhões de utilizadores americanos sem a proteção e expostos ao risco de entrarem em bolhas de conteúdos repetitivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O TikTok afirmou que a experiência de 2022 era um teste rotineiro destinado a confirmar se as mudanças de segurança funcionavam como previsto. A empresa acrescentou que entretanto aperfeiçoou a forma como realiza este tipo de testes, sem fornecer mais detalhes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um antigo trabalhador da área de confiança e segurança considerou que a metodologia apresentava falhas. Na sua opinião, o grupo de controlo era demasiado grande e o teste deveria ter excluído menores e conteúdos perigosos relacionados com suicídio.</p>
<p><strong>TikTok diz estar empenhado na proteção dos utilizadores</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Questionada sobre o documento, a empresa afirmou estar profundamente comprometida com a segurança e o bem-estar dos utilizadores, especialmente dos adolescentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O TikTok referiu que continua a investir em sistemas de deteção e em equipas dedicadas à remoção antecipada de conteúdos que violam as regras da comunidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório interno foi elaborado depois de a Bloomberg Businessweek ter contactado a empresa, em março de 2023, durante a preparação de uma investigação sobre o impacto da plataforma nos adolescentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento, com 14 páginas, foi partilhado entre dez equipas internas, incluindo áreas jurídicas, de comunicação, políticas, segurança e pesquisa. Está atualmente protegido por uma ordem judicial de confidencialidade.</p>
<p><strong>Empresa negou ligação entre utilização da plataforma e suicídios</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Duas semanas depois da elaboração do relatório, o presidente executivo do TikTok, Shou Chew, prestou declarações perante o Congresso dos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a audição, afirmou que a segurança e o bem-estar dos adolescentes constituíam uma prioridade central da empresa e garantiu que o TikTok estava comprometido com a transparência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Após a audição, membros do Congresso enviaram perguntas adicionais à plataforma. Uma delas procurava saber quantos casos eram conhecidos em que utilizadores tinham morrido por suicídio depois de receberem vídeos tristes, depressivos ou promotores desse comportamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na resposta escrita, datada de maio de 2023, o TikTok afirmou não acreditar que a utilização da plataforma tivesse levado utilizadores a cometer suicídio.</p>
<p class="isSelectedEnd">A resposta foi enviada cerca de dois meses depois de a própria empresa ter concluído a análise interna à conta de Chase, na qual reconhecia a exposição repetida a conteúdos relacionados com suicídio e temas depressivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O TikTok também não mencionou ao Congresso a experiência que manteve parte dos utilizadores sem acesso às medidas destinadas a evitar bolhas de filtro.</p>
<p><strong>Conta continuou a receber conteúdos após a morte</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A mãe de Chase conseguiu posteriormente aceder à conta do filho e verificou que o algoritmo lhe tinha recomendado vídeos relacionados com suicídio.</p>
<p class="isSelectedEnd">O perfil permaneceu ativo depois da morte do adolescente. Um ano mais tarde, a família constatou que continuava a receber o mesmo tipo de conteúdos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando a Bloomberg Businessweek contactou a empresa, vários funcionários discutiram internamente a estratégia de comunicação para responder à investigação.</p>
<p class="isSelectedEnd">As mensagens mostram que o TikTok procurou preparar declarações públicas de empatia e acelerar o lançamento de uma funcionalidade que permitia aos utilizadores reiniciar as recomendações da página “Para Ti”, de modo a demonstrar progressos antes da publicação da reportagem.</p>
<p><strong>Milhares de processos contra plataformas sociais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O documento tornou-se conhecido no âmbito de processos judiciais movidos contra empresas de redes sociais nos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos últimos quatro anos, foram apresentados mais de quatro mil processos por danos pessoais, nos quais as plataformas são acusadas de prejudicar a saúde mental de crianças e adolescentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em março, um júri da Califórnia considerou o YouTube, da Google, e o Instagram, da Meta, negligentes por terem dirigido intencionalmente funcionalidades viciantes a menores. A indemnização fixada foi de seis milhões de dólares.</p>
<p class="isSelectedEnd">O TikTok e a Snap chegaram a acordo antes do início desse julgamento. Google e Meta anunciaram que pretendem recorrer.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a fase de recolha de prova desta litigância, as empresas entregaram mais de seis milhões de documentos internos. Foi nesse conjunto que surgiu a investigação à conta de Chase.</p>
<p class="isSelectedEnd">O TikTok concluiu também acordos em outros processos relacionados com alegações de dependência das redes sociais. A empresa resolveu todos os cinco casos de danos pessoais que deveriam chegar a julgamento durante este ano.</p>
<p><strong>Processo da família foi arquivado, mas há recurso pendente</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os pais de Chase apresentaram uma ação por morte indevida contra o TikTok em Nova Iorque.</p>
<p class="isSelectedEnd">O processo foi arquivado no ano passado depois de a empresa invocar uma norma americana que protege as plataformas de responsabilidade por conteúdos publicados por terceiros. A família recorreu da decisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">O gabinete do procurador-geral do Arkansas tentou posteriormente obter autorização para mostrar ao pai do adolescente vários documentos, incluindo aquele que revela a participação do filho na experiência.</p>
<p class="isSelectedEnd">O TikTok opôs-se, argumentando que o pai nunca tinha visto os documentos, desconhecia o respetivo conteúdo e que o material deveria permanecer confidencial por incluir discussões internas sensíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tribunal deu razão à empresa e rejeitou o pedido.</p>
<p class="isSelectedEnd">O uso de testes A/B com adolescentes foi entretanto referido noutra ação judicial apresentada no Delaware, relacionada com a morte de dois jovens alegadamente dependentes do TikTok e de outras plataformas.</p>
<p>A acusação compara este tipo de experiência à redução deliberada dos níveis de segurança de uma cadeira infantil para perceber se os consumidores continuariam a comprá-la, mesmo sabendo que algumas crianças poderiam sofrer danos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797692]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Se entrares, não voltas”: a desinformação que desencadeou a corrida a Ceuta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/se-entrares-nao-voltas-a-desinformacao-que-desencadeou-a-corrida-a-ceuta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:16:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A entrada em massa de migrantes em Ceuta começou com pequenos grupos, mas rapidamente ganhou uma dimensão sem precedentes depois de vídeos virais, mensagens enganosas e interpretações erradas de uma decisão judicial terem circulado nas redes sociais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A entrada em massa de migrantes em Ceuta começou com pequenos grupos, mas rapidamente ganhou uma dimensão sem precedentes depois de vídeos virais, mensagens enganosas e interpretações erradas de uma decisão judicial terem circulado nas redes sociais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento, que inicialmente envolvia apenas algumas dezenas de jovens, transformou-se numa travessia em larga escala. Na passada quinta-feira, dezenas de milhares de pessoas tentaram chegar a nado ao enclave espanhol situado no Norte de África.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Reuters, mais de 80 pessoas morreram afogadas ou esmagadas durante uma debandada, de acordo com os números oficiais.</p>
<p><strong>Decisão do Supremo foi interpretada de forma errada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos principais fatores que alimentou as tentativas de entrada foi uma decisão publicada pelo Supremo Tribunal de Espanha cerca de três semanas antes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tribunal estabeleceu que os migrantes intercetados no mar não poderiam ser imediatamente devolvidos na fronteira de Ceuta e Melilla.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão, contudo, não impedia que essas pessoas fossem posteriormente sujeitas a um processo de retorno sumário, explicaram especialistas jurídicos citados pela agência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas redes sociais começou, porém, a circular uma versão muito mais ampla e incorreta: a ideia de que qualquer pessoa que conseguisse chegar a Ceuta, por terra ou por mar, já não poderia ser enviada de volta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Num dos vídeos partilhados, um jovem marroquino gravado numa rua na Alemanha afirmava que quem entrasse em Ceuta não seria devolvido. A publicação original acabou por ser apagada, mas continuou a circular através de outras contas.</p>
<p><strong>Mensagens falsas anunciaram prazo de regularização</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A desinformação não se limitou à decisão do Supremo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde 7 de julho, várias publicações nas plataformas da Meta alegaram falsamente que o programa espanhol de regularização de imigrantes em situação irregular terminaria a 30 de julho. Uma dessas mensagens reuniu mais de 28 mil gostos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Informações semelhantes voltaram a circular durante as primeiras horas desse dia, aumentando a perceção de que existia uma janela curta para entrar em território espanhol.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na realidade, o programa abrangia pessoas que já se encontravam em Espanha havia pelo menos cinco meses antes do final de 2025. As candidaturas podiam ser apresentadas entre abril e 30 de junho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo espanhol recebeu mais do dobro dos 500 mil pedidos inicialmente esperados, mas nunca prolongou o prazo.</p>
<p><strong>Imagens de chegadas felizes incentivaram novas travessias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Até 23 de julho, cerca de cem pessoas tinham conseguido chegar a Ceuta, segundo o jornal local El Faro de Ceuta.</p>
<p class="isSelectedEnd">O meio de comunicação relacionou essas chegadas com a decisão do Supremo, uma interpretação posteriormente repetida por responsáveis espanhóis e marroquinos, que acusaram redes de tráfico de pessoas de explorar a informação falsa difundida online.</p>
<p class="isSelectedEnd">As imagens divulgadas pelo jornal tiveram, contudo, um efeito inesperado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vídeos de jovens a sorrir, a fazer sinais de vitória e a celebrar a chegada a Ceuta foram vistos por outros potenciais migrantes como uma demonstração de que a travessia era possível e de que seriam bem recebidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Reuters, migrantes entrevistados pela agência admitiram que essas imagens contribuíram para a decisão de centenas de pessoas tentarem atravessar a nado.</p>
<p><strong>Vídeo de duas mulheres ganhou grande circulação em Marrocos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento voltou a ganhar força a 28 de julho, depois de El Faro publicar uma nova reportagem com a mensagem “Ceuta não aguenta mais”.</p>
<p class="isSelectedEnd">As imagens mostravam duas jovens encharcadas, mas sorridentes, a caminhar pelas ruas da cidade depois de terem conseguido completar a travessia.</p>
<p class="isSelectedEnd">O vídeo foi amplamente visto em Marrocos e teve um impacto significativo entre pessoas que ponderavam fazer o mesmo percurso, segundo três migrantes ouvidos pela Reuters.</p>
<p class="isSelectedEnd">No dia seguinte, as redes sociais foram inundadas por novos conteúdos.</p>
<p><strong>Influenciadores filmaram-se a nadar para Ceuta</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Vários influenciadores com dezenas de milhares de seguidores começaram a publicar vídeos das próprias travessias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alguns usavam fatos de neoprene, boias e outros equipamentos para nadar até Ceuta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mounim Belhaj, tratador de cães e influenciador com 31 mil seguidores no Instagram, afirmou que decidiu avançar depois de ver reportagens sobre migrantes acolhidos no centro de receção da cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo explicou, os meios de comunicação espanhóis mostravam um tratamento positivo dado a quem chegava, o que terá incentivado outras pessoas a partir.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nem todos os vídeos correspondiam, contudo, à realidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das gravações, vista milhões de vezes, mostrava um jovem com um bastão para selfies a nadar em direção a terra. Algumas publicações afirmavam que se dirigia a Ceuta, mas as imagens tinham sido gravadas anteriormente numa cidade da costa atlântica de Marrocos.</p>
<p><strong>Mais de 70 mil pessoas entraram num só dia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na manhã seguinte, o número de pessoas a tentar atravessar aumentou de forma abrupta.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades espanholas indicaram que mais de 70 mil pessoas entraram irregularmente em Ceuta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os grupos de mensagens terão igualmente desempenhado um papel importante na mobilização.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um relatório do analista de segurança espanhol Chema Gil identificou dois grupos públicos de WhatsApp, administrados através de números de telefone argelinos, que reuniam cerca de 3700 membros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesses espaços eram partilhadas informações sobre percursos e conselhos para chegar a Ceuta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Algumas mensagens pressionavam os participantes a avançar rapidamente, alertando que quem não se deslocasse naquele dia acabaria por se arrepender.</p>
<p class="isSelectedEnd">O analista não conseguiu identificar os administradores e a Reuters não confirmou de forma independente a autenticidade dos grupos, que foram entretanto eliminados.</p>
<p><strong>Fome e hostilidade levaram milhares a regressar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na noite seguinte à entrada em massa, a maioria das pessoas começou a regressar a Marrocos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A falta de alimentos e o ambiente hostil em Ceuta contribuíram para essa decisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mounim Belhaj reconheceu posteriormente que a deslocação tinha sido um erro e afirmou que encontrou apenas fome.</p>
<p class="isSelectedEnd">Milhares de pessoas permanecem, no entanto, retidas na cidade, sobretudo migrantes provenientes da África subsaariana e menores não acompanhados, que não podem ser deportados de imediato.</p>
<p>A crise mostrou como uma combinação de informação falsa, vídeos descontextualizados, mensagens virais e interpretações erradas de decisões judiciais pode transformar pequenos movimentos migratórios numa mobilização de grande escala.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797689]]></sapo:autor>
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		<title>Vai viajar com o seu cão ou gato? Há regras que muitos condutores desconhecem (e a multa pode chegar aos 600 euros)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[animais de estimação]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Há normas que obrigam os condutores a garantir que o animal viaja em segurança — e o incumprimento pode resultar em coimas entre os 60 e os 600 euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Levar o cão ou o gato de férias já faz parte dos planos de muitas famílias portuguesas, mas nem todos sabem que existem regras específicas para o transporte de animais no automóvel. Embora o Código da Estrada não tenha um artigo exclusivamente dedicado a este tema, há normas que obrigam os condutores a garantir que o animal viaja em segurança — e o incumprimento pode resultar em coimas entre os 60 e os 600 euros.</p>
<p><strong>O que diz a lei?</strong></p>
<p>Em Portugal, salientou a <a href="https://caetano.pt/blog/viajar-com-animais-estimacao/" target="_blank" rel="noopener">&#8216;Caetano&#8217;</a>, os animais de companhia nunca podem viajar soltos dentro do habitáculo se isso comprometer a segurança da condução ou a visibilidade do condutor. A legislação enquadra-os nas regras gerais relativas à condução segura e à disposição da carga, obrigando a que sejam transportados de forma a não constituírem perigo para os ocupantes.</p>
<p>Além disso, a Convenção Europeia para a Proteção dos Animais de Companhia determina que o transporte deve assegurar condições adequadas de espaço, ventilação, temperatura e segurança.</p>
<p><strong>O que é permitido?</strong></p>
<p>Existem várias formas de transportar um animal em segurança, dependendo do seu porte e do tipo de veículo.</p>
<p>Para cães de pequeno e médio porte, a solução mais recomendada é uma transportadora rígida, devidamente fixa no banco traseiro ou na bagageira. Já os cães de maior dimensão podem viajar com um arnês de segurança homologado preso ao cinto ou numa bagageira separada do habitáculo por uma grelha divisória.</p>
<p>No caso dos gatos, a recomendação é clara: devem viajar sempre numa transportadora fechada, com boa ventilação e adequada ao tamanho do animal. Para reduzir o stress, pode ajudar cobrir parcialmente a transportadora com um pano e habituar o animal à caixa alguns dias antes da viagem.</p>
<p><strong>O que nunca deve fazer?</strong></p>
<p>O erro mais comum é deixar o animal circular livremente pelo carro.</p>
<p>Um cão ou gato que passe entre bancos, salte para o colo do condutor ou interfira com a condução pode originar uma contraordenação, com coimas entre 60 e 600 euros, dependendo da gravidade da situação. Em caso de acidente, esta circunstância poderá ainda influenciar a análise de responsabilidades pela seguradora.</p>
<p>Também não é recomendável transportar o animal no banco da frente. Se isso acontecer, deverá viajar obrigatoriamente numa transportadora rígida e com o airbag do passageiro desativado, para evitar ferimentos graves numa colisão.</p>
<p><strong>O maior perigo no verão</strong></p>
<p>Um dos alertas mais importantes diz respeito aos veículos estacionados.</p>
<p>Mesmo com temperaturas exteriores aparentemente moderadas, o interior de um automóvel pode transformar-se rapidamente numa armadilha. Segundo estudos citados pela Caetano, com 27 ºC no exterior, a temperatura dentro do carro pode atingir cerca de 49 ºC em apenas 30 minutos e aproximar-se dos 60 ºC ao fim de duas horas, valores suficientes para provocar um golpe de calor potencialmente fatal num animal.</p>
<p>Os sinais de alerta incluem respiração muito ofegante, salivação intensa, fraqueza, perda de coordenação ou colapso. Perante qualquer destes sintomas, o animal deve ser imediatamente retirado para um local fresco e observado por um médico veterinário.</p>
<p><strong>Como preparar uma viagem longa?</strong></p>
<p>Antes de partir, recomenda-se evitar alimentar o animal nas duas a três horas anteriores à viagem, reduzindo assim o risco de enjoo. Durante o percurso, é aconselhável fazer uma pausa a cada duas ou três horas para que possa beber água, passear um pouco e aliviar necessidades, aumentando essa frequência em dias de muito calor.</p>
<p>Também é importante garantir uma boa ventilação no habitáculo e habituar gradualmente o animal às viagens de carro, começando por percursos curtos antes de enfrentar deslocações mais longas.</p>
<p><strong>Em resumo</strong></p>
<p>Viajar com um animal de estimação exige mais do que conforto: exige cumprir regras de segurança. O cão ou gato deve viajar sempre devidamente preso — seja numa transportadora, com arnês homologado ou separado do habitáculo por uma grelha —, nunca solto no interior do veículo. No verão, a atenção deve ser redobrada, sobretudo quando o carro fica estacionado ao sol, já que poucos minutos podem ser suficientes para colocar a vida do animal em risco.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797611]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Professores recebem mais dois dias para concluir reapreciações dos exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguns professores responsáveis pela reapreciação dos exames nacionais da primeira fase estão a receber um novo prazo para terminar o trabalho, com a data limite a ser prolongada até 6 de agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Alguns professores responsáveis pela reapreciação dos exames nacionais da primeira fase estão a receber um novo prazo para terminar o trabalho, com a data limite a ser prolongada até 6 de agosto.</p>
<p class="isSelectedEnd">As convocatórias iniciais apontavam para esta terça-feira como o último dia tanto para concluir as reapreciações da primeira fase como para terminar a classificação dos exames da segunda fase.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Renascença, várias escolas estão agora a informar os professores relatores de que dispõem de mais dois dias para finalizar os processos de reapreciação.</p>
<p><strong>Pautas podem não estar todas afixadas a 7 de agosto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Mota, do movimento Missão Escola Pública, admite que o prolongamento possa impedir a afixação de todas as pautas na data prevista.</p>
<p class="isSelectedEnd">A responsável afirma que, se os professores tiverem até 6 de agosto para concluir as reapreciações, dificilmente todos os resultados estarão disponíveis no dia seguinte.</p>
<p class="isSelectedEnd">O novo prazo diz respeito, até ao momento, apenas aos pedidos de reapreciação dos exames da primeira fase.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso das provas da segunda fase, a dirigente diz não ter conhecimento de qualquer prolongamento. Os classificadores mantêm, assim, o final desta terça-feira como limite para terminar o trabalho.</p>
<p><strong>Plataforma terá dificultado classificação dos exames</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Renascença, novos itens foram disponibilizados aos professores classificadores nos últimos dias, apesar de o prazo estar próximo do fim.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Mota acrescenta que a plataforma informática esteve várias vezes indisponível, impedindo os docentes de continuar o processo de classificação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A dirigente considera, por isso, provável que alguns professores ainda estejam a concluir a avaliação dos exames da segunda fase nos próximos dias, mesmo sem existir uma indicação oficial de extensão do prazo.</p>
<p><strong>Ministro diz que 97% das respostas já estavam avaliadas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na segunda-feira à tarde, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, afirmou que 97% dos itens dos cerca de 90 mil exames da segunda fase já tinham sido classificados.</p>
<p class="isSelectedEnd">O governante adiantou também que mais de metade dos cerca de 20 mil pedidos de reapreciação da primeira fase estava concluída.</p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento Missão Escola Pública, contudo, manifesta dúvidas sobre estes números.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Mota recorda que dados anteriormente divulgados pelo Ministério da Educação acabaram por ser revistos e não corresponderam à situação posteriormente conhecida.</p>
<p><strong>Missão Escola Pública contesta dados oficiais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A dirigente refere como exemplo as declarações de Fernando Alexandre de 17 de julho, quando o ministro indicou que todas as classificações estavam terminadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos dias seguintes, segundo Cristina Mota, percebeu-se que o processo ainda não estava totalmente concluído.</p>
<p class="isSelectedEnd">A responsável considera que os números agora apresentados também não oferecem garantias suficientes, sobretudo porque foram divulgados na véspera da data inicialmente prevista para o fim dos trabalhos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para a Missão Escola Pública, ter 97% dos itens da segunda fase classificados e pouco mais de metade das reapreciações concluídas tão perto do prazo revela que o processo continua sob pressão.</p>
<p>A extensão concedida a alguns professores confirma que pelo menos parte das reapreciações não ficará terminada dentro do calendário inicialmente comunicado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797686]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Afinal, pode devolver uma compra e exigir o dinheiro? A DECO PROteste explica o maior mito sobre os direitos dos consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[direitos dos consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Soraia Franco Leite]]></category>
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					<description><![CDATA[Soraia Franco Leite, diretora de Relações Institucionais da DECO PROteste, desmonta alguns dos maiores mitos sobre devoluções]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias, milhares de portugueses entram numa loja convencidos de que, se mudarem de ideias, podem devolver o produto no prazo de 14 dias e recuperar o dinheiro. Mas essa é uma das maiores ideias erradas sobre os direitos dos consumidores.</p>
<p>Ao mesmo tempo, há também quem aceite um vale de compras sem saber que, em determinadas situações, a lei obriga mesmo a loja a devolver o dinheiro.</p>
<p>Para esclarecer onde termina a política comercial das empresas e onde começam os direitos garantidos por lei, a &#8216;Executive Digest&#8217; falou com Soraia Franco Leite, diretora de Relações Institucionais da DECO PROteste, que desmonta alguns dos maiores mitos sobre devoluções, explica quando um vale é legal, quando pode ser recusado pelo consumidor e deixa conselhos práticos para evitar problemas antes mesmo de fazer uma compra.</p>
<p><strong>&#8220;O maior mito é acreditar que existe um direito de devolver qualquer compra&#8221;</strong></p>
<p>Há cada vez mais consumidores a queixarem-se de lojas que recusam devolver o dinheiro e oferecem apenas vales. Estamos perante um abuso?</p>
<p>Soraia Franco Leite começa por desfazer uma ideia que considera estar profundamente enraizada entre os consumidores.</p>
<p>&#8220;A maior parte das dúvidas nasce porque muitas pessoas acreditam que existe um direito geral à devolução. Esse direito não existe nas compras realizadas em lojas físicas quando o produto não apresenta qualquer defeito&#8221;, explica.</p>
<p>Nesses casos, acrescenta, a decisão de aceitar ou não a devolução pertence ao comerciante. Se optar por aceitá-la, pode definir as respetivas condições — incluindo a emissão de um vale de compras em vez do reembolso — desde que essa política tenha sido comunicada previamente ao consumidor.</p>
<p><strong>Loja física e loja online: duas realidades completamente diferentes</strong></p>
<p>É precisamente aqui que surge um dos maiores equívocos.</p>
<p>Enquanto muitos consumidores acreditam que os famosos 14 dias se aplicam a qualquer compra, a responsável da DECO PROteste recorda que esse direito existe, em regra, apenas nas compras realizadas à distância, como online ou por telefone.</p>
<p>Nesses casos, o comerciante é obrigado a devolver o montante pago, não podendo substituir unilateralmente esse reembolso por um vale ou cartão de compras.</p>
<p><strong>Quando a loja é obrigada a devolver o dinheiro</strong></p>
<p>A situação muda completamente quando existe um defeito.</p>
<p>Segundo Soraia Franco Leite, sempre que um produto apresenta uma falta de conformidade, entram em vigor os direitos previstos na garantia legal.</p>
<p>Se o problema não puder ser resolvido através da reparação ou substituição, ou se essas soluções não forem adequadas, o consumidor pode resolver o contrato e exigir a devolução do valor pago.</p>
<p>Nesses casos, sublinha, a loja não pode substituir esse direito por um vale de compras.</p>
<p><strong>O caso do telemóvel recondicionado</strong></p>
<p>Um dos exemplos analisados pela &#8216;Executive Digest&#8217; foi o de um consumidor que comprou um telemóvel recondicionado e, no dia seguinte, descobriu que o ecrã estava a descolar.</p>
<p>Para a DECO PROteste, a resposta é clara.</p>
<p>Um telemóvel recondicionado beneficia da mesma garantia legal de três anos que um equipamento novo e, tratando-se de uma falta de conformidade detetada praticamente de imediato, presume-se que o defeito já existia no momento da entrega.</p>
<p>Durante os primeiros 30 dias, o consumidor pode mesmo optar diretamente pela resolução do contrato, recebendo o dinheiro de volta.</p>
<p>&#8220;Nestas situações, a loja não pode impor unilateralmente um vale de compras&#8221;, esclarece Soraia Franco Leite.</p>
<p><strong>E quando foi o vendedor que fez a promessa?</strong></p>
<p>Outro caso analisado foi o de um consumidor que comprou um ar condicionado depois de o vendedor lhe garantir que poderia devolvê-lo caso fizesse demasiado barulho.</p>
<p>Dias depois, quando tentou exercer essa possibilidade, a loja informou que apenas emitia um cartão de compras.</p>
<p>Segundo a responsável da DECO PROteste, uma promessa feita pelo vendedor pode integrar as condições do negócio e vincular a empresa.</p>
<p>O maior problema passa, porém, por conseguir demonstrar que essa promessa existiu.</p>
<p>Por isso, recomenda que qualquer condição especial seja pedida por escrito, através de um documento, e-mail, mensagem ou qualquer outro meio que permita provar posteriormente o compromisso assumido.</p>
<p><strong>O maior erro acontece&#8230; antes da compra</strong></p>
<p>Para a DECO PROteste, muitos conflitos poderiam ser evitados antes mesmo de o consumidor chegar à caixa.</p>
<p>O conselho é simples: perguntar antecipadamente quais são as condições de devolução, confirmar se a loja aceita devoluções, durante quanto tempo e se faz reembolso em dinheiro ou apenas através de um vale.</p>
<p>&#8220;Uma compra informada é muitas vezes a melhor forma de evitar problemas posteriores&#8221;, resume Soraia Franco Leite.</p>
<p><strong>Os três conselhos da DECO</strong></p>
<p>No final da entrevista, a responsável deixa três recomendações essenciais:</p>
<p>&#8211; Informar-se sobre a política de devoluções antes de comprar, sobretudo nas lojas físicas.<br />
&#8211; Guardar toda a documentação da compra, incluindo faturas, talões, e-mails, mensagens e fotografias.<br />
&#8211; Saber distinguir uma simples mudança de opinião de um verdadeiro defeito do produto, porque os direitos do consumidor são completamente diferentes em cada situação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797608]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Pelo menos 15 mortos em bombardeamentos russos de Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 06:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 15 pessoas morreram e 27 ficaram feridas na sequência de ataques noturnos intensos lançados pela Rússia contra a região de Kiev, com a Ucrânia a não conseguir intercetar nenhum míssil, segundo as autoridades ucranianas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 15 pessoas morreram e 27 ficaram feridas na sequência de ataques noturnos intensos lançados pela Rússia contra a região de Kiev, com a Ucrânia a não conseguir intercetar nenhum míssil, segundo as autoridades ucranianas.</P><br />
<P>De acordo com o Serviço Estatal de Emergências da Ucrânia, equipas de resgate continuavam a operar em várias localidades dos distritos de Brovary, Bucha e Fastiv, após o ataque com drones e mísseis.</P><br />
<P>Em Brovary, o ataque provocou incêndios de grande dimensão em armazéns da cidade e nas aldeias de Velyka Dymerka, Kvitneve e Peremoga. </P><br />
<P>No distrito de Bucha, bombeiros combatiam incêndios em instalações logísticas em Chayky e Sofiivska Borshchahivka. Todos os feridos foram encaminhados para unidades hospitalares.</P><br />
<P>No seu relatório diário publicado esta quarta-feira, a Força Aérea ucraniana detalhou que a Rússia lançou um total de 115 drones e 28 mísseis de alta velocidade, incluindo 24 mísseis balísticos e quatro mísseis antinavio. </P><br />
<P>Embora as forças ucranianas tenham conseguido abater 98 dos drones, nenhum míssil foi intercetado, com a força aérea do país a admitir ter sido incapaz de intercetar qualquer um dos mísseis russos disparados durante a ofensiva, evidenciando uma escassez grave de munições de defesa antiaérea.</P><br />
<P>Estes projeteis balísticos viajam a velocidades extremamente elevadas e só podem ser travados por sistemas de defesa como os Patriot americanos, equipamento que Kiev possui em número reduzido.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, alertou recentemente para a escassez crítica de mísseis PAC-3, numa altura em que a Rússia intensificou de forma substancial a utilização de armamento balístico, passando de cerca de 200 a 300 mísseis durante todo o ano de 2024 para cerca de 126 lançamentos só no mês de julho de 2026. </P><br />
<P>Segundo dados oficiais, a Ucrânia consegue atualmente intercetar menos de um terço destes ataques.</P><br />
<P>Para tentar colmatar a falha de defesas, Zelensky deslocou-se à Casa Branca no final de julho para solicitar mais munições Patriot. </P><br />
<P>O presidente norte-americano, Donald Trump, sugeriu inicialmente que poderia autorizar a Ucrânia a produzir estes intercetores em solo ucraniano, mas recuou na semana passada, afirmando que Washington precisa de ter &#8220;muita cautela&#8221; antes de tomar uma decisão final.</P><br />
<P>A escalada russa surge na sequência de novas operações anunciadas por Zelensky contra o território russo, após uma campanha de 40 dias iniciada a 25 de junho que visou centros logísticos e refinarias na Rússia. </P><br />
<P>Esses ataques ucranianos reduziram a capacidade de refinação russa para níveis de 2002 durante o mês de julho.</P><br />
<P>A Ucrânia atacou hoje outro centro logístico da Wildberries, o &#8220;Amazon russo&#8221;, na região de Tula, a 200 quilómetros ao sul de Moscovo, provocando um incêndio de grande dimensão, segundo as autoridades locais.</P><br />
<P>Segundo o Ministério da Defesa russo, durante a noite as defesas antiaéreas intercetaram e aniquilaram 475 drones ucranianos sobre 16 regiões russas, a Crimeia anexada e os mares Negro e de Azov.</P></p>
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