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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Ligações fluviais com horários reforçados entre Cacilhas, Barreiro e Lisboa a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:02:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os horários nas ligações fluviais entre o Barreiro e Cacilhas (margem sul do Tejo) e Lisboa vão ser reforçados a partir de hoje, uma medida que, segundo a Transtejo Soflusa (TTSL), visa responder às necessidades dos passageiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os horários nas ligações fluviais entre o Barreiro e Cacilhas (margem sul do Tejo) e Lisboa vão ser reforçados a partir de hoje, uma medida que, segundo a Transtejo Soflusa (TTSL), visa responder às necessidades dos passageiros.</P><br />
<P>Segundo a transportadora, no caso da ligação de Cacilhas, concelho de Almada, para Lisboa, o transporte vai iniciar-se mais cedo e terminar mais tarde nos dias úteis, passando a realizar-se a partir das 05:00, em vez das 05:20, e a terminar às 02:30, em vez das 01:40.</P><br />
<P>Aos fins de semana e feriados, o reajuste dos horários resulta na realização de mais quatro ligações diárias.</P><br />
<P>Nas carreiras do Barreiro, as alterações incidem num reajuste do horário nas primeiras horas da manhã, sendo reforçada a resposta do serviço, com o acrescento de duas carreiras diárias. </P><br />
<P>Aos fins de semana e feriados não há alterações.</P><br />
<P>A Transtejo Soflusa (TTSL) é responsável pelas ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas, Barreiro e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, e Lisboa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773159]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Cine-Teatro Scala procura apoios para chegar ao centenário como referência cultural de Maputo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Egídio Mazuze (texto), Fernando Cumaio (vídeo) e Luísa Nhantumbo (fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Egídio Mazuze (texto), Fernando Cumaio (vídeo) e Luísa Nhantumbo (fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Maputo, 08 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Cine-Teatro Scala, o primeiro a dar voz ao cinema em Moçambique e dos últimos ainda em atividade em Maputo, resiste e procura apoios para uma reabilitação que permita festejar o centenário, em 2031, ainda como referência cultural.</P><br />
<P>&#8220;É um marco histórico porque o Scala em si é um património, e já é considerado património da cidade do Maputo. É um sítio histórico como vocês podem ver. É um dos cinemas resistentes que ficou e continua a praticar atividades culturais como cinema, teatro, dança&#8221;, explicou à Lusa a presidente da associação que gere cine-teatro, Marieta Manjate.</P><br />
<P>Construído em 1931 na baixa de Maputo, e ainda hoje mantendo a traça original de estilo &#8216;Art Déco&#8217;, a sala foi a primeira exibir filmes sonoros em Moçambique.</P><br />
<P>O Scala foi a primeira sala de cinema audiovisual em Moçambique e ainda hoje é considerado um dos marcos do património arquitetónico e cultural moçambicano. Com capacidade para cerca de 1.000 espetadores, o edifício continua a acolher sessões de cinema, teatro, dança, festivais e outras iniciativas artísticas, apesar dos desafios associados à conservação de uma infraestrutura com quase um século de existência.</P><br />
<P>A presidente da Associação Cultural Scala, entidade responsável pela gestão do espaço desde 2015, considerou que a sobrevivência do edifício representa também a preservação de uma parte importante da memória cultural da capital moçambicana.</P><br />
<P>Segundo Marieta Manjate, também produtora de cinema, o Scala ultrapassa ainda hoje a função tradicional de sala de espetáculos, desenvolvendo igualmente atividades ligadas à pesquisa, preservação da memória coletiva e valorização do património cultural.</P><br />
<P>&#8220;O Scala não é só a parte da cultura como sala, mas também temos pesquisas de história oral e somos apologistas de gestão no património de espaços públicos e privados. Então, o caminho de 100 anos para nós é gratificante&#8221;, diz.</P><br />
<P>Além das exibições regulares de cinema moçambicano através do projeto &#8220;Cine das Quintas&#8221;, realizado quinzenalmente, o espaço acolhe mostras internacionais, festivais de cinema, espetáculos de dança, teatro e outras iniciativas culturais. Recentemente, o Scala recebeu uma mostra dedicada à memória e identidade que reuniu produções de Moçambique, Angola, Brasil, Cabo Verde, Cuba, Portugal e Argentina.</P><br />
<P>Marieta Manjate explicou que a gestão procura recuperar gradualmente o hábito de frequentar salas de cinema, particularmente entre os jovens, numa altura em que o consumo audiovisual ocorre cada vez mais através de dispositivos digitais.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos jovens perderam o hábito de ir ao cinema&#8221;, lamenta, ao mesmo tempo que recorda que naquela sala já se viu quase tudo, mas o papel sempre foi &#8220;socializar&#8221;: &#8220;Como eu dizia, conectar, e ser um sítio de ver o filme e pensar, ver o filme e aprender, no espaço próprio para isso, estamos a voltar a cultivar&#8221;.</P><br />
<P>Apesar da redução da frequência regular das salas de cinema nos últimos anos, a responsável assinala sinais de recuperação do público. Segundo dados da associação, as sessões habituais quinzenais recebem entre 100 e 150 espectadores por exibição, enquanto eventos especiais têm conseguido aproximar-se da lotação máxima do recinto.</P><br />
<P>&#8220;Nessa mostra de cinema que fizemos durante uma semana [em maio], tivemos entre 150 e 200 pessoas&#8221;, explica, sem esconder o entusiasmo de numa das sessões a sala ter até esgotado, como no passado.</P><br />
<P>&#8220;Sala toda cheia, aqui por baixo da plateia e no balcão. Isso para nos foi uma alegria e tanto (&#8230;), estamos a trabalhar nisso e acho que estamos a ir num caminho certo, porque as coisas estão a voltar devagar&#8221;, reconhece.</P><br />
<P>Marieta Manjate rejeitou ainda a ideia de que o Scala tenha deixado de exibir cinema comercial, explicando que as mostras internacionais realizadas recentemente resultaram de parcerias com Embaixada de Itália e outras instituições culturais.</P><br />
<P>&#8220;O Cine das Quintas é cinema comercial. Nós cobramos bilhetes e, para os estudantes, praticamos preços bonificados para incentivar a participação. Queremos que as pessoas valorizem o cinema e o trabalho que está por trás destas produções, mesmo pagando um valor simbólico&#8221;, refere a gestora, reconhecendo que outro tipo de conteúdo internacional implica pagar direitos de autor, que não estão ao alcance.</P><br />
<P>A poucos anos do centenário, a principal preocupação da gestão centra-se na necessidade de reabilitar o edifício. O piso, as cadeiras originais, o sistema de iluminação, o equipamento sonoro, a tela de projeção e outros componentes da infraestrutura necessitam de intervenção para garantir melhores condições de funcionamento.</P><br />
<P>&#8220;O edifício precisa de uma reabilitação. O edifício precisa de uma reforma. Dinheiro que é bom, nós não temos, mas vamos pedindo apoio. Agora temos um pequeno apoio do Instituto Nacional das Indústrias Criativas para apetrechar um bocado. Não é muito dinheiro, mas vai fazer alguma diferença&#8221;, afirma Marieta Manjate.</P><br />
<P>A associação conta com o apoio de algumas embaixadas e instituições culturais, mas reconheceu que os recursos disponíveis continuam insuficientes para responder às necessidades de conservação de um edifício daquela dimensão.</P><br />
<P>Sem avançar um orçamento definitivo para as obras, Marieta Manjate admitiu que serão necessários investimentos significativos para modernizar o espaço sem comprometer as suas características históricas, incluindo a preservação das cadeiras originais e dos elementos arquitetónicos que distinguem o Scala.</P><br />
<P>A celebração dos 100 anos surge, por isso, como uma oportunidade para revitalizar o espaço, reforçar a programação cultural e atrair novos públicos.</P><br />
<P>&#8220;Nós iremos comemorar os 100 anos do Scala (&#8230;) e eu acredito que iremos conseguir apoio até lá para podermos colocar o Scala nos 100 anos que merece, com atividades condignas&#8221;, afirma.</P><br />
<P>Para a presidente da Associação Cultural Scala, a continuidade do espaço representa mais do que a sobrevivência de uma sala de espetáculos: simboliza a preservação de um património histórico que continua a desempenhar um papel relevante na vida cultural de Maputo e de Moçambique.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773158]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fujimori ligeiramente à frente na segunda volta das presidenciais no Peru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 04:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A candidata de direita às presidenciais no Peru, Keiko Fujimori, surgia este domingo com ligeira vantagem sobre o rival de esquerda Roberto Sanchez, após uma eleição muito renhida que irá designar o nono presidente do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata de direita às presidenciais no Peru, Keiko Fujimori, surgia este domingo com ligeira vantagem sobre o rival de esquerda Roberto Sanchez, após uma eleição muito renhida que irá designar o nono presidente do país.</P><br />
<P>As sondagens à saída das urnas atribuíam à filha do antigo chefe de Estado Alberto Fujimori (1990-2000) cerca de um ponto de vantagem sobre o adversário. </P><br />
<P>Os resultados oficiais pareciam, no entanto, dar-lhe uma margem mais confortável, com 52,6% dos votos contra 47,4% para Sanchez, após a contagem de 36% dos boletins de voto.</P><br />
<P>&#8220;Este resultado traduz a divisão do país, mas revela também que nenhuma força política é hegemónica&#8221;, disse à agência France-Press (AFP) o analista Paulo Vilca, do Instituto de Estudos Peruanos (IEP).</P><br />
<P>Quase 27 milhões de peruanos votaram ao longo de uma jornada sem incidentes de maior, ao contrário da primeira volta, marcada por falhas e acusações de fraude. </P><br />
<P>Nenhum dos dois candidatos obteve apoio expressivo no sufrágio de 12 de abril, que contou com um recorde de 35 concorrentes. Todos os candidatos junto recolheram menos de 30% dos votos.</P><br />
<P>Muitos eleitores afirmaram ter escolhido &#8220;o menos mau&#8221; dos dois, num escrutínio marcado por forte desconfiança em relação à classe política e pelo cansaço face ao aumento da criminalidade.</P><br />
<P>&#8220;Foi preciso escolher o menor dos males. A história repete-se. Estamos numa crise que dura há mais de uma década&#8221;, disse à AFP Renzo Masa, estudante de 23 anos.</P><br />
<P>Keiko Fujimori, de 51 anos, candidata-se pela quarta vez consecutiva, reivindicando o legado controverso do pai, apontado pelos apoiantes como responsável pela estabilização da economia e pela derrota das guerrilhas dos anos 1980 e 1990, mas condenado por corrupção e crimes contra a humanidade.</P><br />
<P>&#8220;Votei em Keiko porque representa estabilidade. Infelizmente, não lhe demos oportunidade de governar&#8221;, afirmou Luis Bernaola, técnico de eletrónica de 44 anos.</P><br />
<P>Roberto Sanchez, ex-ministro de 57 anos, concorre pela primeira vez, apoiado por forte base nas regiões andinas que se sentem abandonadas pelo poder central em Lima. </P><br />
<P>Um juiz remeteu-o recentemente à justiça por alegadas irregularidades financeiras no partido, sem impacto na segunda volta.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de mudança. O equilíbrio de poderes é importante. Keiko assusta-me mais do que Sanchez&#8221;, declarou à agência francesa Juan Salas, comerciante de 32 anos.</P><br />
<P>Seja qual for o vencedor, herdará um país mergulhado numa crise política persistente, com oito presidentes desde 2016.</P><br />
<P>A insegurança é outra grande preocupação dos eleitores, com cerca de 70% dos peruanos a esperar que o combate à criminalidade seja prioridade do próximo presidente, segundo uma sondagem recente.</P><br />
<P>Lima registou 23 homicídios por 100.000 habitantes em 2025, três vezes mais do que cinco anos antes.</P><br />
<P>A candidata de direita promete mobilizar o exército em apoio à polícia, desmantelar redes de extorsão e expulsar estrangeiros em situação irregular condenados por crimes. </P><br />
<P>Apresenta-se como a candidata da prosperidade e alerta para o perigo do &#8220;comunismo&#8221;. &#8220;Nós representamos o progresso, eles o retrocesso&#8221;, afirmou recentemente.</P><br />
<P>Roberto Sanchez defende uma abordagem distinta, com o combate à criminalidade a passar pelo restabelecimento da confiança nas instituições, reforço do sistema judicial e reforma da polícia. </P><br />
<P>Durante a campanha, Sanchez usou o chapéu camponês oferecido pelo ex-presidente detido Pedro Castillo, cujo legado político reivindica.</P><br />
<P>O antigo professor está detido desde a tentativa falhada de dissolver o Parlamento em 2022. Sanchez prometeu conceder-lhe indulto se vencer.</P><br />
<P>Inicialmente apoiado por movimentos ultranacionalistas, o candidato moderou o discurso ao longo da campanha, sublinhando o consenso, a estabilidade e o respeito pelas instituições.</P><br />
<P>Nenhum dos dois dispõe de maioria parlamentar. O futuro presidente terá de formar alianças para concluir o mandato, que começa a 28 de julho.</P><br />
<P></P><br />
<P>NCM // CAD</P><br />
<P>Puta/Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773157]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Japão mantém em 0,5% crescimento do PIB entre janeiro e março</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/japao-mantem-em-05-crescimento-do-pib-entre-janeiro-e-marco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 03:00:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Japão manteve em 0,5% o crescimento do produto interno bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, em comparação com o período anterior, mas reviu em baixa a taxa de crescimento anualizada, anunciou hoje o Governo nipónico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Japão manteve em 0,5% o crescimento do produto interno bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano, em comparação com o período anterior, mas reviu em baixa a taxa de crescimento anualizada, anunciou hoje o Governo nipónico. </P><br />
<P>O consumo privado, que representa cerca de 60% da economia japonesa, manteve o crescimento de 0,3% registado inicialmente, encadeando o seu quinto trimestre consecutivo de crescimento, de acordo com os dados revistos publicados hoje pelo Governo japonês. </P><br />
<P>Além disso, o crescimento das exportações nos três primeiros meses do ano, que nos dados preliminares publicados em maio registaram um aumento de 1,7%, subiram efetivamente 1,8%, embora as importações tenham diminuído, passando de um aumento de 0,5% para 0,4% após a revisão dos dados.</P><br />
<P>O investimento empresarial passou a registar uma redução de 0,7% em relação ao último trimestre do ano anterior, contra um aumento de 0,3% registado no relatório de maio.</P><br />
<P>O investimento público, em contrapartida, passou a registar um aumento de 1,5%, contra os 1,4% inicialmente reportados.</P><br />
<P>Em termos anualizados, a economia japonesa registou um crescimento de 1,8%, três pontos percentuais abaixo do valor indicado no relatório preliminar.</P><br />
<P>Os dados surgem depois de o Governo da primeira-ministra conservadora, Sanae Takaichi, ter aprovado, no final da semana passada, um orçamento adicional de 3,11 biliões de ienes (cerca de 16.700 milhões de euros) para fazer face ao aumento dos preços da energia devido à guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.</P><br />
<P>Os planos de estímulo ambiciosos de Takaichi deixaram os investidores nervosos devido à dependência do Japão da emissão de dívida e contribuíram para elevar o rendimento das obrigações japonesas a níveis nunca vistos desde a década de 1990.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773156]]></sapo:autor>
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		<title>Xi visita Coreia do Norte para reforçar influência chinesa sobre Pyongyang &#8212; analistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:49:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A visita do Presidente chinês à Coreia do Norte, que começa hoje, deverá servir para reafirmar a influência de Pequim sobre Pyongyang e reforçar uma aliança que ambos os países consideram cada vez mais importante, segundo analistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A visita do Presidente chinês à Coreia do Norte, que começa hoje, deverá servir para reafirmar a influência de Pequim sobre Pyongyang e reforçar uma aliança que ambos os países consideram cada vez mais importante, segundo analistas.</P><br />
<P>Xi Jinping inicia uma visita de dois dias à Coreia do Norte, a primeira desde 2019, durante a qual se reunirá com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. Será o primeiro encontro entre ambos desde setembro passado, quando Kim participou em Pequim num desfile militar ao lado do Presidente russo, Vladimir Putin, e de outros líderes estrangeiros.</P><br />
<P>Embora não tenha sido divulgada uma agenda oficial, especialistas consideram que a deslocação poderá ter implicações significativas para a relação bilateral e para o equilíbrio estratégico no nordeste asiático.</P><br />
<P>&#8220;Um líder chinês não visita simplesmente a Coreia do Norte porque chegou a altura de o fazer. A viagem de Xi terá implicações reais para as relações entre a China e a Coreia do Norte&#8221;, afirmou Leif-Eric Easley, professor da Universidade Ewha, em Seul, citado pela agência Associated Press.</P><br />
<P>A visita ocorre semanas depois de Xi ter recebido em Pequim o Presidente norte-americano, Donald Trump, e Putin. O líder chinês deverá voltar a encontrar-se com Trump durante uma visita prevista aos Estados Unidos em setembro.</P><br />
<P>Para Kwak Gil Sup, diretor do portal especializado One Korea Center, Xi procurará demonstrar a influência da China na Península Coreana e afirmar um papel de liderança regional num contexto de competição estratégica crescente com Washington.</P><br />
<P>A China continua a ser o principal parceiro comercial e aliado diplomático da Coreia do Norte. Pequim é frequentemente apontada como responsável por suavizar o impacto das sanções internacionais sobre o regime norte-coreano, através do comércio transfronteiriço e de apoio económico.</P><br />
<P>Este ano assinala-se o 65.º aniversário do tratado de defesa mútua assinado entre os dois países.</P><br />
<P>Nos últimos anos, porém, surgiram dúvidas sobre a proximidade entre Pequim e Pyongyang, à medida que Kim aprofundou a cooperação com a Rússia, fornecendo tropas e armamento para apoiar a guerra na Ucrânia em troca de assistência económica e militar.</P><br />
<P>Segundo vários analistas, recuperar uma influência mais exclusiva sobre a Coreia do Norte poderá oferecer a Xi uma carta adicional nas negociações com Trump, que tem manifestado interesse em retomar contactos diplomáticos com Kim.</P><br />
<P>Num artigo publicado hoje no jornal oficial norte-coreano Rodong Sinmun, Xi apelou ao reforço da cooperação estratégica entre os dois países e à oposição conjunta à &#8220;hegemonia e à política de coerção&#8221;, defendendo uma ordem mundial multipolar.</P><br />
<P>Os especialistas preveem que Pequim possa anunciar novas formas de apoio económico, incluindo fornecimentos de arroz e fertilizantes, o regresso de grupos turísticos chineses à Coreia do Norte e projetos conjuntos de desenvolvimento económico.</P><br />
<P>&#8220;A Coreia do Norte não pode depender apenas da Rússia. Precisa de se alinhar com a China&#8221;, afirmou Kwak.</P><br />
<P>A visita acontece poucos dias depois de Kim ter inaugurado uma instalação destinada à produção de materiais para armas nucleares e prometido reforçar as capacidades nucleares do país &#8220;a um ritmo exponencial&#8221;.</P><br />
<P>No domingo, Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano e uma das principais responsáveis do regime, classificou os apelos dos Estados Unidos à desnuclearização da Coreia do Norte como um &#8220;sonho anacrónico&#8221;.</P><br />
<P>Analistas consideram que um dos objetivos de Kim será obter de Pequim uma aceitação tácita do estatuto da Coreia do Norte como potência nuclear, reduzindo a pressão chinesa sobre a questão da desnuclearização.</P><br />
<P>&#8220;Kim parece querer que Xi aceite a Coreia do Norte como um vizinho dotado de armas nucleares&#8221;, afirmou Easley.</P><br />
<P>Desde o fracasso das negociações com Trump em 2019, Kim rejeitou ofertas de diálogo por parte dos Estados Unidos e da Coreia do Sul e concentrou-se na expansão e modernização do arsenal nuclear norte-coreano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773155]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Israel anuncia ataques contra vários &#8220;alvos militares&#8221; iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:38:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As forças armadas israelitas informaram hoje ter atacado "alvos militares" no oeste e no centro do Irão, horas depois de Teerão ter lançado mísseis contra Israel em retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> As forças armadas israelitas informaram hoje ter atacado &#8220;alvos militares&#8221; no oeste e no centro do Irão, horas depois de Teerão ter lançado mísseis contra Israel em retaliação aos ataques israelitas contra o Líbano. </P><br />
<P>A televisão estatal iraniana informou que se ouviram sons de explosões em Isfahan, Tabriz e Teerão, sem fornecer mais detalhes de imediato.</P><br />
<P>Uma testemunha em Teerão, citada mas não identificada pela AP, relatou ter ouvido pelo menos uma forte explosão algures a oeste da capital do país. O Irão fechou o espaço aéreo em torno do Aeroporto Internacional Imam Khomeini, em Teerão, o principal aeroporto do país, na sequência dos ataques israelitas.</P><br />
<P>As autoridades iranianas não forneceram detalhes sobre os alvos atingidos, nem informações sobre os danos causados. A Guarda da Revolução Islâmica, força paramilitar do Irão, afirmou que Israel utilizou mísseis balísticos lançados do ar no ataque desta madrugada, sem acrescentar pormenores.</P><br />
<P>As forças armadas israelitas emitiram, ao amanhecer no Irão, um breve comunicado pouco depois dos ataques terem início: &#8220;Há pouco tempo, a Força Aérea Israelita atacou alvos militares pertencentes ao regime terrorista iraniano no oeste e no centro do Irão&#8221;, relatou o comunicado, igualmente, sem adiantar outra informação.</P><br />
<P> A Casa Branca não comentou os ataques, incluindo a questão de se saber se estes foram realizados em coordenação com os Estados Unidos, avançou a AP.</P><br />
<P>Durante dias, as negociações entre o Irão e os Estados Unidos sobre o frágil cessar-fogo na guerra ficaram paralisadas devido aos combates entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah. Israel ocupa agora o sul do Líbano e avançou para áreas do país que não controlava há um quarto de século &#8212; o que suscitou receios de que alargasse ainda mais a campanha militar no país vizinho.</P><br />
<P>No domingo, Israel lançou ataques aéreos nos subúrbios do sul de Beirute. O Irão retaliou com um ataque a Israel, o que levou agora ao ataque de Israel ao Irão esta madrugada.</P><br />
<P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse este domingo à Fox News que queria que os iranianos parassem de disparar mísseis e regressassem à mesa de negociações. Também afirmou que os ataques de Israel no Líbano no início do domingo não foram coordenados com os Estados Unidos. &#8220;Não estou contente com isso&#8221;, sublinhou Trump.</P><br />
<P>Um alto funcionário norte-americano citado pela AP, afirmou que Trump tinha ligado ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para o exortar a não retaliar imediatamente ao ataque com mísseis iraniano. O funcionário, que falou sob condição de não ser identificado para descrever uma conversa telefónica privada, disse que Trump acreditava ter convencido Netanyahu a esperar.</P><br />
<P>Trump &#8220;conseguiu que Bibi [Netanyahu] adiasse a resposta por enquanto&#8221;, afirmou o funcionário, que não revelou outros detalhes sobre o telefonema. </P><br />
<P>Não houve qualquer comentário imediato por parte do gabinete de Netanyahu.</P><br />
<P>Os ataques ameaçam ainda mais os esforços para alcançar um cessar-fogo permanente na guerra entre o Irão e os Estados Unidos e aumentam a possibilidade de um regresso a combates intensos, complicando os esforços de mediação para pôr fim à guerra.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773154]]></sapo:autor>
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		<title>Chuvas intensas obrigam à retirada de cerca de 10 mil pessoas no centro da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:29:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Chuvas "excecionalmente intensas" registadas durante o fim de semana na província chinesa de Guizhou, no centro do país, provocaram inundações e levaram à retirada de cerca de 10 mil pessoas, informou hoje a agência noticiosa oficial Xinhua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Chuvas &#8220;excecionalmente intensas&#8221; registadas durante o fim de semana na província chinesa de Guizhou, no centro do país, provocaram inundações e levaram à retirada de cerca de 10 mil pessoas, informou hoje a agência noticiosa oficial Xinhua.</P><br />
<P>As áreas mais afetadas foram as cidades de Qianxi e Zunyi e a vila de Changshun, segundo a agência.</P><br />
<P>As autoridades locais ativaram operações de emergência permanentes e retiraram até ao momento 1.377 residentes de 491 famílias, além de terem resgatado mais de 50 pessoas que ficaram cercadas pelas águas.</P><br />
<P>Em Changshun, mais de três mil habitantes de cerca de mil habitações situadas a jusante da barragem de Bancong foram transferidos para zonas seguras, após uma falha de energia ter afetado o funcionamento da infraestrutura e provocado o seu transbordo.</P><br />
<P>O Ministério dos Recursos Hídricos e a Administração Meteorológica da China emitiram no domingo à tarde um alerta vermelho, o nível mais elevado do sistema chinês, devido ao risco de enxurradas em áreas do sudeste de Guizhou entre domingo e hoje.</P><br />
<P>Em resposta, as autoridades reforçaram a vigilância em 27 rios e mobilizaram milhares de elementos das equipas de controlo de cheias.</P><br />
<P>Até à noite de domingo, quase cinco mil residentes foram retirados preventivamente na prefeitura autónoma de Qiandongnan, enquanto prosseguia a retirada de outras cerca de 22 mil pessoas.</P><br />
<P>As chuvas afetam também outras regiões do sul da China.</P><br />
<P>A província de Guangdong ativou na noite de sábado um plano de resposta de emergência devido à previsão de precipitação intensa, tempestades localizadas e possíveis cheias acima dos níveis de alerta em rios de pequena e média dimensão.</P><br />
<P>Em Nanning, capital da região autónoma de Guangxi, as autoridades elevaram o nível de alerta para precipitação em vários distritos, perante a previsão de novos aguaceiros acompanhados por trovoadas, rajadas de vento e risco de inundações urbanas.</P><br />
<P>Desde meados de maio, a China enfrenta uma sucessão de episódios de chuva intensa no centro e sul do país, com inundações e deslizamentos de terras em várias províncias.</P><br />
<P>Os serviços meteorológicos chineses atribuíram o adiantamento da época das chuvas a sistemas atmosféricos anómalos.</P><br />
<P>Todos os anos, a China enfrenta fenómenos de precipitação extrema, inundações repentinas e deslizamentos de terras durante a estação das chuvas.</P><br />
<P>Nos últimos anos, o país foi afetado pelas inundações de Pequim em 2023, que causaram mais de 30 mortos, pelas ondas de calor e secas de 2022 e pelas cheias na província central de Henan em 2021, que provocaram mais de 300 vítimas mortais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773153]]></sapo:autor>
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		<title>Cinco pessoas esfaqueadas em estação ferroviária de Nova Iorque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cinco pessoas foram esfaqueadas na estação Penn Station, em Nova Iorque, na véspera do primeiro jogo da final da NBA na cidade e a poucos dias do Mundial2026 de futebol, informou a agência France-Press (AFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cinco pessoas foram esfaqueadas na estação Penn Station, em Nova Iorque, na véspera do primeiro jogo da final da NBA na cidade e a poucos dias do Mundial2026 de futebol, informou a agência France-Press (AFP).</P><br />
<P>&#8220;O presumível autor dos factos foi detido&#8221;, indicaram as autoridades da cidade, acrescentando que o ataque resultou em cinco feridos &#8211; incluindo um grave &#8211; que foram todos transportados para um hospital na cidade.</P><br />
<P>As motivações do agressor permanecem desconhecidas.</P><br />
<P>Um fotógrafo da AFP que se deslocou ao local após o ataque encontrou compressas, luvas médicas e sangue no chão.</P><br />
<P>O organismo que gere as emergências na cidade pediu ao público para evitar a zona, alertando para possíveis &#8220;engarrafamentos, encerramentos de estradas e perturbações nos transportes públicos&#8221;.</P><br />
<P>Apesar disso, a atividade na estação retomou o curso normal durante a noite, de acordo com o fotógrafo da AFP.</P><br />
<P>Esta estação, que recebe em média cerca de 600.000 passageiros por dia, situa-se nas imediações do Madison Square Garden, onde Donald Trump prevê assistir hoje ao terceiro jogo entre os New York Knicks e os San Antonio Spurs.</P><br />
<P>Durante o Campeonato do Mundo de futebol, a Penn Station vai servir também o MetLife Stadium, em Nova Jersey, que acolhe oito jogos, incluindo a final, a 19 de julho.</P><br />
<P>O Mundial2026 vai decorrer entre 11 de junho e 19 de julho, com os Estados Unidos a voltar, 32 anos depois, a receber a competição internacional de futebol.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773152]]></sapo:autor>
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		<title>Xi declara que amizade entre Pequim e Pyongyang &#8220;perdurará para sempre&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 02:11:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês defendeu hoje a continuidade da aliança entre China e Coreia do Norte e apelou ao reforço da coordenação face "à hegemonia" e "política de força", num artigo no jornal norte-coreano Rodong Sinmun.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês defendeu hoje a continuidade da aliança entre China e Coreia do Norte e apelou ao reforço da coordenação face &#8220;à hegemonia&#8221; e &#8220;política de força&#8221;, num artigo no jornal norte-coreano Rodong Sinmun.</P><br />
<P>O texto, divulgado também pela agência de notícias estatal chinesa Xinhua, foi publicado por ocasião da viagem de Xi Jinping à Coreia do Norte, a primeira em sete anos, e no ano em que se comemora o 65.º aniversário do Tratado de Amizade, Cooperação e Assistência Mútua entre os dois países. </P><br />
<P>Xi afirmou que a relação bilateral se encontra num &#8220;novo ponto de partida histórico&#8221; e sustentou que Pequim pretende &#8220;impulsionar o desenvolvimento&#8221; dos laços com Pyongyang.</P><br />
<P>Isto após anos em que as relações arrefeceram devido aos ensaios nucleares norte-coreanos e num momento em que Pequim procura preservar a influência face à crescente aproximação da Coreia do Norte à Rússia. </P><br />
<P>O líder chinês salientou que a &#8220;amizade tradicional&#8221; entre os dois países &#8220;perdurará para sempre&#8221; e recordou que se reuniu seis vezes com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, nos últimos anos. </P><br />
<P>Xi defendeu também que Pequim e Pyongyang preservem o sistema internacional centrado nas Nações Unidas e a ordem baseada no direito internacional, ao mesmo tempo que se opõem &#8220;à hegemonia&#8221; e à &#8220;política da força&#8221; .</P><br />
<P>O dirigente chinês condenou ainda qualquer tentativa de &#8220;reavivar o militarismo&#8221;, uma expressão que as autoridades chinesas têm usado de forma reiterada nos últimos meses em referência ao Japão.</P><br />
<P>O artigo não menciona a desnuclearização da Coreia do Norte, um assunto que Pyongyang voltou a descartar no domingo, ao afirmar que o estatuto nuclear do país é irreversível. </P><br />
<P>A visita do líder chinês ocorre em pleno reatamento dos contactos entre Pequim e Pyongyang, após uma reunião que Xi e Kim mantiveram em setembro de 2025 em Pequim, uma visita do ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, à Coreia do Norte em abril e o reinício, em março, das ligações ferroviárias e aéreas de passageiros entre ambos os países, após seis anos de suspensão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773151]]></sapo:autor>
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		<title>Um morto e quatro feridos em sismo no sul das Filipinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 01:38:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 7,8, com epicentro perto da costa sul das Filipinas, causou hoje pelo menos um morto e quatro feridos, e provocou o desabamento de vários edifícios no arquipélago, informou a polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 7,8, com epicentro perto da costa sul das Filipinas, causou hoje pelo menos um morto e quatro feridos, e provocou o desabamento de vários edifícios no arquipélago, informou a polícia.</P><br />
<P>&#8220;Vários edifícios ruíram. Algumas casas também desabaram&#8221;, declarou Robert Dagon, um responsável da polícia de General Santos, cidade da ilha de Mindanau, sobre o sismo, que ocorreu às 07:37 (00:37 em Lisboa).</P><br />
<P>O epicentro situou-se a 13 quilómetros a sudoeste de General Santos e teve uma profundidade de 10 quilómetros, de acordo com o Instituto e Vulcanologia e Sismologia das Filipinas.</P><br />
<P> O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico informou que ondas de tsunami de até três metros são uma possibilidade em algumas zonas da costa das Filipinas. Também existe a possibilidade de ondas de até um metro possíveis em algumas zonas da costa da Indonésia e da Malásia, e de ondas menores em Taiwan, Japão, Guam, Papua-Nova Guiné e várias nações insulares e territórios no Pacífico ocidental.</P><br />
<P> Os residentes sentiram tremores nas províncias de Celebes do Norte e Maluku do Norte, na Indonésia.</P><br />
<P> Seguiram-se réplicas com magnitude até 6,1 na escala de Richter, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P> As Filipinas, um dos países mais propensos a catástrofes do mundo, são frequentemente atingidas por sismos e erupções vulcânicas devido à localização no &#8220;Anel de Fogo&#8221; do Pacífico, um conjunto de falhas sísmicas em torno do oceano.</P><br />
<P>O arquipélago é também assolado por cerca de 20 tufões e tempestades tropicais todos os anos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773150]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Zimbabué repatriou 74 cidadãos devido a violência xenófoba na África do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 00:14:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um primeiro grupo de 74 cidadãos do Zimbabué chegou ao seu país domingo, após ter sido repatriado da África do Sul devido à onda de ataques xenófobos que tem abalado aquele país, confirmou o Governo zimbabueano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um primeiro grupo de 74 cidadãos do Zimbabué chegou ao seu país domingo, após ter sido repatriado da África do Sul devido à onda de ataques xenófobos que tem abalado aquele país, confirmou o Governo zimbabueano.</P><br />
<P>Segundo explicou à agência espanhola EFE o ministro dos Negócios Estrangeiros, Amon Murwira, os repatriados chegaram de autocarro ao posto fronteiriço de Beitbridge, numa viagem organizada pela Embaixada do Zimbábue em Pretória.</P><br />
<P>&#8220;O Governo do Zimbabué está a acompanhar de perto os acontecimentos que estão a ocorrer na África do Sul, com ataques xenófobos contra cidadãos estrangeiros, e aconselha os seus nacionais a contactarem a nossa Embaixada caso se encontrem em perigo ou desejem regressar a casa&#8221;, declarou o ministro.</P><br />
<P>Após a chegada, os repatriados estão a ser assistidos pelo Departamento de Assistência Social, antes de se reunirem com as famílias, explicou, referindo que o Governo do Zimbábue está em contacto com o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa.</P><br />
<P>Nos últimos meses, um movimento anti-imigração sul-africano convocou protestos, por vezes violentos, contra migrantes irregulares, a quem atribui a culpa pelos problemas económicos do país, pela prestação deficiente de serviços públicos ou pelas elevadas taxas de criminalidade.</P><br />
<P>Grupos anti-imigração exigiram mesmo que certos grupos de estrangeiros abandonassem o país antes do próximo dia 30 de junho e chegaram ao ponto de impedir que migrantes africanos tivessem cuidados de saúde e educação em instalações públicas. </P><br />
<P> Esta situação levou o Gana, no passado dia 07 de maio, a solicitar à União Africana (UA) que abordasse os ataques xenófobos e enviasse uma &#8220;missão de investigação&#8221; à África do Sul.</P><br />
<P>Com a chegada domingo de 169 cidadãos moçambicanos, incluindo 16 menores, provenientes das localidades de Mossel Bay e Hermanus, na província do Cabo Ocidental, Moçambique fez já o repatriamento de 714 cidadãos na sequência de ataques xenófobos na vizinha África do Sul.</P><br />
<P>Já o Governo nigeriano informou que cerca de 130 compatriotas solicitaram ser repatriados após os ataques.</P><br />
<P>Tal como a Nigéria, também a Guiné-Bissau convocou o embaixador sul-africano no seu território.</P><br />
<P>Também o Gana e o Maláui repatriaram centenas de cidadãos, enquanto o Quénia, o Maláui e o Lesoto emitiram alertas de segurança para os seus cidadãos na África do Sul, cujo Governo condenou estes ataques, embora tenha reivindicado o seu direito de travar a imigração irregular.</P><br />
<P>As tensões xenófobas são um problema recorrente na África do Sul, que acolhe quase três milhões de estrangeiros, dos quais 90% são originários de outros países africanos. </P><br />
<P>Esta circunstância tem dado origem a ondas de protestos violentos, especialmente nos bairros mais vulneráveis, tendo os mais graves ocorrido no final de 2019, com 18 estrangeiros mortos, segundo dados da ONG Human Rights Watch (HRW).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773149]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Processo quer impedir combates de organização de artes marciais na Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 00:13:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cidadãos norte-americanos apresentaram este fim de semana um processo para impedir que o Presidente, Donald Trump, celebre o seu aniversário com combates da organização de artes marciais UFC na Casa Branca, classificando-os como "um esquema corrupto".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cidadãos norte-americanos apresentaram este fim de semana um processo para impedir que o Presidente, Donald Trump, celebre o seu aniversário com combates da organização de artes marciais UFC na Casa Branca, classificando-os como &#8220;um esquema corrupto&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a ação judicial, os combates da organização Ultimate Fighting Championship (UFC) já se encontram agendados para o dia 14 de junho, em que Trump completa 80 anos, na residência presidencial dos Estados Unidos.</P><br />
<P>No processo, apresentado em Washington, D.C., por um veterano da guerra do Vietname e uma ativista, sustenta-se que o evento viola a lei federal, ao utilizar recursos públicos para que uma promotora desportiva obtenha lucros, indicou o Public Integrity Project, organização que representa os autores da ação.</P><br />
<P>Alega-se ainda que Trump e o presidente da UFC, Dana White, vão lucrar financeiramente com os combates, afirmando que o Presidente comprou 50 mil dólares (cerca de 43 mil euros) em ações da empresa que gere a liga e que esta está a vender pacotes VIP por 1,5 milhões de dólares (1,3 milhões de euros) para quem quiser assistir aos combates.</P><br />
<P>Além disso, argumenta que a estrutura metálica instalada na Casa Branca para os combates do UFC viola as normas do Serviço Nacional de Parques (NPS), que exigem a aprovação do Congresso, por estar localizada num parque federal, e que as reparações no jardim custarão pelo menos 700 mil dólares (cerca de 600 mil euros).</P><br />
<P>Os autores da ação, do estado da Virgínia, são o sargento reformado Paul Romano, veterano do Vietname, originário da cidade de Springfield, e a ativista Susan Douglas, de Alexandria, que afirmam procurar &#8220;preservar os espaços monumentais de Washington&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este é um esquema profundamente corrupto para enriquecer o Presidente e os seus amigos. Se se permitir que este combate se realize, será apenas o início, e os nossos monumentos nacionais tornar-se-ão oportunidades de ostentação para os ricos&#8221;, defendeu Brendan Ballou, fundador do Public Integrity Project, num comunicado.</P><br />
<P>Donald Trump anunciou em outubro passado que iria realizar um evento de artes marciais mistas no âmbito das celebrações do seu aniversário e para dar início às comemorações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Antes da sua incursão na política, Trump promoveu combates de boxe em Nova Iorque nas décadas de 1980 e 1990.</P><br />
<P>O atual chefe de Estado norte-americano tem, além disso, uma longa relação com a World Wrestling Entertainment (WWE), a maior empresa de promoção de luta livre dos Estados Unidos, em cujo salão da fama foi incluído em 2013.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 1,75%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 00:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,75% para 65.423,98 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,75% para 65.423,98 pontos, pouco depois da abertura da sessão. </P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, caía 1,12% para 3.904,78 pontos, às 09:05 locais (01:05 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Ucrânia: Paris, Londres e Berlim apoiam proposta de Zelensky de &#8220;diálogo direto&#8221; com Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 22:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes francês, alemão e britânico apoiaram hoje a proposta do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de um "diálogo direto" entre a Ucrânia e a Rússia, "com a participação ativa dos Estados Unidos e da Europa".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os líderes francês, alemão e britânico apoiaram hoje a proposta do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, de um &#8220;diálogo direto&#8221; entre a Ucrânia e a Rússia, &#8220;com a participação ativa dos Estados Unidos e da Europa&#8221;.</P><br />
<P>No final de uma reunião com o líder ucraniano em Londres, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, o Presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, &#8220;saudaram o apelo emitido pelo Presidente Zelensky para o fim da guerra, negociado através dos canais diplomáticos&#8221;, depois de este ter proposto encontrar-se diretamente com o homólogo russo, Vladimir Putin, numa carta aberta que lhe endereçou na quinta-feira.</P><br />
<P>Putin respondeu não ver &#8220;qualquer interesse&#8221; num tal encontro enquanto não for previamente negociado um acordo para pôr fim à guerra.</P><br />
<P>Paris, Londres e Berlim &#8220;expressaram o seu apoio à proposta de diálogo direto entre a Ucrânia e a Rússia &#8212; com a participação ativa dos Estados Unidos e da Europa &#8212; a fim de alcançar um cessar-fogo e apoiar a continuação das negociações&#8221;, segundo o comunicado do encontro, também assinado por Kiev.</P><br />
<P>&#8220;A atual linha da frente deve servir de ponto de partida para as negociações. As fronteiras internacionais não devem ser alteradas pela força&#8221;, sublinharam os quatro dirigentes.</P><br />
<P>Também &#8220;sublinharam a necessidade urgente de aumentar a escala de produção de intercetores e desenvolver conjuntamente capacidades de defesa antimíssil balístico e de ataque em profundidade&#8221;, depois de novos ataques aéreos russos terem matado cinco pessoas e causado danos em instalações nucleares na Ucrânia.</P><br />
<P>Um ataque com um &#8216;drone&#8217; russo &#8220;destruiu parcialmente&#8221; um edifício num depósito de combustível nuclear utilizado na zona de exclusão da central nuclear de Chernobyl, no norte da Ucrânia, indicou a operadora nuclear estatal ucraniana Energoatom na plataforma digital Telegram.</P><br />
<P>A empresa precisou que o edifício estava vazio no momento do ataque e que os níveis de radiação se mantinham normais.</P><br />
<P>O diretor-geral da Agência Internacional da Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, afirmou que &#8220;o incidente é profundamente preocupante, uma vez que ocorreu num local que contém grandes quantidades de material nuclear&#8221;, segundo um comunicado da agência também divulgado no Telegram.</P><br />
<P>Zelensky, que anunciou que irá encontrar-se com o rei Carlos III na segunda-feira, tinha instado na rede social X, antes da reunião de hoje, a &#8220;uma maior cooperação para a segurança de toda a Europa na área da defesa aérea&#8221;.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano quer envolver mais os aliados europeus na procura de uma solução diplomática para o conflito iniciado em fevereiro de 2022 com a invasão russa da Ucrânia, enquanto a atenção do Presidente norte-americano, Donald Trump, se virou para a guerra no Irão.</P><br />
<P>O chefe de Estado ucraniano foi calorosamente recebido por Keir Starmer, que o abraçou em frente ao número 10 de Downing Street, cuja fachada estava adornada com as bandeiras dos quatro países, e onde tinham chegado meia hora antes Macron e Merz, para a reunião em formato &#8220;E3&#8221; com o primeiro-ministro britânico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773146]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump pede a Israel que não responda a ataques iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 21:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a Israel que não responda aos ataques lançados hoje pelo Irão contra o país, para não prejudicar uma saída negociada do conflito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a Israel que não responda aos ataques lançados hoje pelo Irão contra o país, para não prejudicar uma saída negociada do conflito.</P><br />
<P>&#8220;Vou ligar ao Bibi [alcunha de Netanyahu] imediatamente para lhe dizer para não retaliar. Israel já fez o seu ataque e o Irão já fez o seu. Não precisamos de outro [ataque]&#8221;, declarou o Presidente norte-americano, segundo o jornalista da Axios Barak Ravid, que afirma ter falado com ele por telefone.</P><br />
<P>&#8220;Estamos prestes a concluir um acordo definitivo com o Irão. Será um bom acordo. Não quero que ele vá por água abaixo por causa do que está a acontecer atualmente&#8221;, acrescentou, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>Numa outra entrevista concedida a um jornalista da Fox News, Donald Trump afirmou que os ataques iranianos &#8220;não vão ajudar nas negociações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos muito perto. Diria que um acordo pode ser assinado na segunda, terça ou quarta-feira desta semana. E eis que acontece isto&#8221;, disse ele, segundo o jornalista Trey Yingst, que afirma também ter falado com ele ao telefone.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, Trump disse &#8220;não estar muito contente&#8221; com o ataque israelita de hoje que teve como alvo Beirute.</P><br />
<P>&#8220;Voltem à mesa das negociações e cheguem a um acordo&#8221;, reforçou, dirigindo-se ao Irão, segundo a Fox News.</P><br />
<P>Numa outra declaração a uma televisão israelita, Trump assegurou que ninguém ficou ferido no ataque com mísseis.</P><br />
<P>&#8220;Se Netanyahu responder, isto vai continuar e continuar. Estamos muito perto de um acordo para pôr fim à guerra e será um bom acordo. Não quero que isto estrague o acordo. Ambas as partes atacaram. Não quero ver mais ataques&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>O Irão lançou hoje 11 mísseis sobre território israelita, o primeiro ataque de Teerão contra o Estado de Israel desde o cessar-fogo de abril.</P><br />
<P>O Exército israelita afirmou ter intercetado todos os mísseis lançados pelo Irão, que ativaram os alertas antiaéreos israelitas às 22:00 locais (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>Às 22:47 (20:47 em Lisboa), o Exército deu por concluído o &#8220;incidente&#8221; e permitiu que os cidadãos saíssem dos abrigos. </P><br />
<P>O serviço de emergências israelita Maguén David Adom (MDA) registou apenas um local onde recebeu uma chamada sobre um possível incidente, que acabou por não causar feridos.</P><br />
<P>Além disso, equipas do Serviço de Bombeiros e Salvamento de Israel estão a inspecionar vários locais nas Colinas do Golã após receberem chamadas para a linha direta 102 na sequência deste ataque do Irão. </P><br />
<P>O ataque iraniano ocorre depois de Israel ter atacado, hoje, os subúrbios a sul da capital do Líbano, pela primeira vez desde o último anúncio de trégua entre Israel e o país vizinho. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773142]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão e Bagdade fecham espaço aéreo, Israel diz ter intercetado 11 mísseis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 20:51:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão fechou hoje à noite, até nova ordem, o seu espaço aéreo na parte ocidental do país, na sequência de ataques de retaliação lançados contra Israel devido ao bombardeamento deste sobre os subúrbios a sul de Beirute, no Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão fechou hoje à noite, até nova ordem, o seu espaço aéreo na parte ocidental do país, na sequência de ataques de retaliação lançados contra Israel devido ao bombardeamento deste sobre os subúrbios a sul de Beirute, no Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência de avaliações em matéria de segurança (&#8230;), a parte ocidental do espaço aéreo do país está encerrada até nova ordem&#8221;, declarou a aviação civil iraniana, num comunicado divulgado pela agência noticiosa Irna, que apela a &#8220;evitar&#8221; deslocar-se aos aeroportos situados no oeste do Irão.</P><br />
<P>Por seu turno, o Iraque anunciou o encerramento do seu espaço aéreo por 72 horas, após os disparos de mísseis iranianos sobre Israel, &#8220;como medida de precaução&#8221;, segundo um comunicado da Aviação Civil iraquiana.</P><br />
<P> O Exército israelita afirmou ter intercetado todos os mísseis lançados hoje à noite pelo Irão, num total de onze, disseram fontes militares à agência EFE, no que constitui o primeiro ataque de Teerão contra o Estado de Israel desde o cessar-fogo de abril.</P><br />
<P>Os alarmes antiaéreos soaram quatro vezes em diferentes zonas do norte de Israel durante meia hora a partir das 22:00 (20:00 em Lisboa), segundo o Tzofar, a aplicação israelita de notificações de ataques em tempo real ligada diretamente ao Comando da Frente Interna do Exército</P><br />
<P>Às 22:47 (20:47 em Lisboa), o Exército deu por concluído o &#8220;incidente&#8221; e permitiu que os cidadãos saíssem dos abrigos. </P><br />
<P>&#8220;Após a avaliação da situação, o Comando da Frente Interna anunciou que já é permitido abandonar as zonas protegidas em todo o país e permanecer nas suas proximidades&#8221;, afirmou o Exército 47 minutos após ter informado sobre o primeiro ataque.</P><br />
<P>O serviço de emergências israelita Maguén David Adom (MDA) registou apenas um local onde recebeu uma chamada sobre um possível incidente, que acabou por não causar feridos.</P><br />
<P>Além disso, equipas do Serviço de Bombeiros e Salvamento de Israel estão a inspecionar vários locais nas Colinas do Golã após receberem chamadas para a linha direta 102 na sequência deste ataque do Irão. </P><br />
<P>O ataque iraniano ocorre depois de Israel ter atacado, hoje, os subúrbios a sul da capital do Líbano, pela primeira vez desde o último anúncio de trégua entre Israel e o país vizinho. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Sporting conquista 20.ª Taça de Portugal de andebol ao bater Benfica na final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 20:43:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sporting conquistou hoje pela 20.ª vez, e quinta consecutiva, a Taça de Portugal de andebol, ao bater na final o Benfica por 41-39, após prolongamento, num jogo disputado em Alcobaça, Leiria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting conquistou hoje pela 20.ª vez, e quinta consecutiva, a Taça de Portugal de andebol, ao bater na final o Benfica por 41-39, após prolongamento, num jogo disputado em Alcobaça, Leiria.</P><br />
<P>A formação &#8216;leonina&#8217;, que já tinha conquistado o campeonato e a Supertaça, além de cair nos quartos de final da Liga dos Campeões, liderava ao intervalo por 20-17, num jogo que chegou empatado a 35 ao final dos 60 minutos.</P><br />
<P>No ranking da prova, o Sporting reforçou a liderança, passando agora a somar mais oito troféus do que o ABC de Braga, segundo da lista, com 12. O Benfica continua em quarto, com seis, também atrás do FC Porto, terceiro, com nove.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773140]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Tenista português Henrique Rocha conquista challenger de Perugia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 20:34:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tenista português Henrique Rocha conquistou hoje o challenger de Perugia, em Itália, ao bater na final da prova de terra batida italiana o espanhol Daniel Merida em dois sets.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Henrique Rocha conquistou hoje o challenger de Perugia, em Itália, ao bater na final da prova de terra batida italiana o espanhol Daniel Merida em dois sets.</P><br />
<P>O número três nacional e 119.º da hierarquia impôs-se ao 86.º ATP com os parciais de 7-6 (7-5) e 6-3, em uma hora e 35 minutos, para garantir o quarto título da categoria challenger &#8211; e segundo da época -, em sete finais.</P><br />
<P>Quarto cabeça de série em Perugia, Rocha, de 22 anos, já tinha triunfado em Múrcia (Espanha), em 2024, em Matsuyama (Japão), em 2025, e em Brasília (Brasil), já este ano, em março.</P><br />
<P>No primeiro set, Rocha quebrou serviço ao espanhol no sexto jogo, mas este fez o contra &#8216;break&#8217; logo no sétimo, com tudo a resolver-se no &#8216;tie-break&#8217;, dominado pelo português, que liderou por 3-0 e 6-3, mas só fechou ao terceiro &#8216;set point&#8217;.</P><br />
<P>Motivado, o jogador luso &#8216;quebrou&#8217; Merida logo a abrir o segundo set, mas este respondeu no quarto jogo. Rocha ainda esteve a perder por 3-2, mas venceu os últimos quatro jogos, incluindo mais dois &#8216;breaks&#8217;, o segundo para selar o 6-3 final.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773139]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo francês ordena revisão de 70 mil denúncias de abuso infantil após morte de menina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 20:13:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo francês vai pedir uma análise exaustiva a cerca de 70 mil queixas por crimes contra crianças, na sequência do homicídio de uma menina de 11 anos por um suspeito com vários processos por violação ou abuso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo francês vai pedir uma análise exaustiva a cerca de 70 mil queixas por crimes contra crianças, na sequência do homicídio de uma menina de 11 anos por um suspeito com vários processos por violação ou abuso.</P><br />
<P>O anúncio foi feito hoje pelo ministro da Justiça francês, Gérald Darmanin, que garantiu que vai pedir uma revisão exaustiva de todas as queixas relacionadas com crimes contra menores &#8212; cerca de 70 mil processos &#8212; antes de 14 de julho.</P><br />
<P>&#8220;Não vou de férias e nenhum magistrado de alto nível o fará até que eu receba, um a um, os procuradores-gerais para avaliar a situação&#8221;, declarou Darmanin, na véspera da reunião com os magistrados, no Ministério da Justiça, em Paris.</P><br />
<P>O ministro assinalou que existem &#8220;graves falhas&#8221; na gestão do caso do suspeito, Jérôme Barella, que acumulava várias denúncias de violações ou abusos de menores sem consequências, e anunciou que o relatório de inspeção que encomendou será divulgado dentro de quinze dias, indicando os responsáveis e as possíveis sanções, que incluem a destituição de magistrados, se for considerado necessário.</P><br />
<P>O caso do suspeito da morte de Lyhanna, segundo Gérald Darmanin, evidencia a necessidade de rever todas as denúncias de violência contra crianças para garantir uma resposta imediata e eficaz por parte da Justiça.</P><br />
<P>A morte de Lyhanna causou uma profunda comoção em França e reabriu o debate sobre possíveis disfunções na cadeia judicial na gestão de denúncias de violência sexual contra menores.</P><br />
<P>&#8220;Lyhanna é o último capítulo de uma tragédia que se arrasta há demasiado tempo: a de silenciar as crianças, quando estas mereceriam toda a nossa atenção, tal como outros países europeus sabem fazer há anos&#8221;, denunciou o presidente da Câmara da localidade de Fleurance (Gers, sudoeste), Grégory Bobbato, num discurso que encerrou, após um minuto de silêncio e uma ovação comovente, uma marcha em memória da menina, à qual compareceram 6.000 pessoas. </P><br />
<P>O autarca referiu que a morte da menina &#8220;é uma falha social, nada menos&#8221;.</P><br />
<P>Lyhanna desapareceu no dia 29 de maio, depois de entrar no carro do suspeito à saída da escola, tendo o corpo da criança sido encontrado seis dias depois, num silo de cereais abandonado de uma exploração agrícola situada a cerca de 15 quilómetros da sua escola, e onde Barella trabalhou no passado.</P><br />
<P>A identificação formal ocorreu um dia depois, na sexta-feira, graças a testes de ADN, embora as causas da morte ainda não tenham sido oficializadas.</P><br />
<P>Barella, de 41 anos, é pai de uma amiga da vítima e acumula queixas por agressões sexuais contra menores, algumas arquivadas e outras ainda em curso. Foi detido poucas horas após o desaparecimento da menina e está sob investigação por rapto e privação de liberdade, tendo sido colocado em prisão preventiva.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773138]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Teerão confirma ataque com mísseis contra Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 20:09:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão lançou hoje várias vagas de mísseis contra Israel pelos bombardeamentos israelitas contra o Líbano, que mereceram também uma resposta do Hezbollah, que reivindicou ataques no norte do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão lançou hoje várias vagas de mísseis contra Israel pelos bombardeamentos israelitas contra o Líbano, que mereceram também uma resposta do Hezbollah, que reivindicou ataques no norte do país.</P><br />
<P>&#8220;O Irão lançou mísseis contra Israel&#8221;, informou a televisão estatal iraniana, IRIB, que mostrou imagens de mísseis a sobrevoar o céu da província ocidental iraniana de Kermanshah e de pessoas a celebrar a nova ofensiva nas ruas.</P><br />
<P>A ofensiva militar acontece depois de o Irão ter advertido que, caso os ataques de Israel contra o Líbano continuassem, a República Islâmica retaliaria, considerando que o cessar-fogo alcançado com os Estados Unidos a 08 de abril inclui a nação árabe.</P><br />
<P>O exército israelita afirmou hoje estar a ser alvo de disparos de mísseis iranianos pela primeira vez desde o cessar-fogo, informando, poucos minutos depois, num segundo comunicado, que &#8220;uma nova vaga de mísseis foi disparada em direção ao Estado de Israel&#8221;.</P><br />
<P>As sirenes de alerta soaram em vastas zonas do norte de Israel e o Exército apelou à população &#8220;que siga as instruções do Comando da Frente Interna&#8221;.</P><br />
<P>Na sequência dos disparos, Israel anunciou o encerramento de todas as escolas do país.</P><br />
<P>&#8220;Após o lançamento de mísseis contra o norte de Israel, até ao momento, o Centro de Despacho de Emergência 101 do MDA não recebeu chamadas relativas a impactos ou vítimas. Serão fornecidas mais atualizações, se necessário&#8221;, declarou, em comunicado, o serviço de emergência israelita Maguén David Adom (MDA).</P><br />
<P>Além disso, equipas dos Bombeiros e Serviços de Resgate de Israel estão a inspecionar vários locais nos Montes Golã, após terem recebido chamadas para a linha de emergência 102 na sequência deste ataque do Irão.</P><br />
<P>O exército israelita afirmou, entretanto, ter intercetado todos os mísseis disparados pelo Irão, precisando que foram detetados novos lançamentos.</P><br />
<P>&#8220;A força aérea intercetou até agora todos os mísseis disparados a partir do Irão&#8221;, indica num comunicado.</P><br />
<P>O exército &#8220;detetou novos disparos em direção ao Estado de Israel. Os sistemas de defesa antiaérea continuam a identificar e a intercetar as ameaças&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O Exército iraniano advertiu Israel de que, caso responda aos ataques realizados contra o seu território ou volte a bombardear o Líbano, &#8220;enfrentará uma resposta devastadora&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se [Israel] ampliar os seus ataques nessa zona [no Líbano] ou responder à ação do Irão com ataques mais devastadores e punitivos, enfrentará uma resposta devastadora contra o regime e os seus apoiantes&#8221;, afirmou o chefe do Comando Unificado de Operações Khatam al-Anbiya, o major-general Ali Abdolahi, num comunicado citado pelos meios de comunicação iranianos.</P><br />
<P>Além do ataque iraniano, também o Hezbollah confirmou ter atingido várias posições militares no norte de Israel, poucas horas depois de um ataque israelita contra Beirute, que Israel afirmou ter realizado em resposta a disparos inimigos.</P><br />
<P>O movimento pró-iraniano indicou, num comunicado, ter atacado &#8220;uma concentração de soldados do inimigo israelita no quartel de Dovev&#8221;, no norte de Israel, às 09:30 locais.</P><br />
<P>O Hezbollah reivindicou ainda o ataque, uma hora antes, a uma posição da artilharia israelita, bem como a uma concentração de soldados, também no norte do país.</P><br />
<P>O Irão tinha ameaçado este domingo atingir interesses norte-americanos e israelitas no Médio Oriente após um ataque israelita à periferia sul de Beirute que fez dois mortos.</P><br />
<P>A guerra, desencadeada por uma ofensiva israelo-americana contra Teerão, entrou este domingo no seu 100.º dia.</P></p>
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