A EDP foi selecionada pela Decathlon para instalar até 80 projetos nos edifícios da empresa em seis países europeus. Vão ser instalados até 42 mil painéis solares nos telhados, estacionamentos cobertos e outros locais da Decathlon, alcançando uma capacidade instalada de até 21 MWp.
Esta parceria inclui centrais de produção descentralizada em Portugal, onde a maioria dos projetos já está instalada e em operação, bem como em Espanha, Bélgica e Itália, com instalações solares também em desenvolvimento nos próximos meses. O mesmo acontecerá em França e na Alemanha.
O objetivo é concluir as mais de 80 centrais solares até ao final de 2026, permitindo cobrir até 50% das necessidades de consumo das lojas.
“Sermos escolhidos por um parceiro como a Decathlon para esta colaboração é um marco significativo para a EDP. O nosso compromisso em fornecer projetos solares multi-geográficos a clientes globais sublinha a nossa dedicação à inovação e à entrega de soluções de energia sustentável em todo o mundo. Este projeto é um testemunho da experiência e esforços colaborativos das nossas equipas europeias, unidas por um objetivo comum: avançar com a energia renovável à escala global”, afirma Vera Pinto Pereira, administradora executiva da EDP.
Por sua vez, Jean-Philippe Garraux, líder de Desenvolvimento Imobiliário Internacional da Decathlon, sublinha que o objetivo é alcançar 100% de eletricidade renovável até 2026 nas suas instalações próprias. Para isso, estamos a dar prioridade à energia solar e pretendemos implementar centrais solares nas nossas lojas, sempre que possível. Em 2022, a EDP foi vencedora de um competitivo concurso europeu, e desde então tem assinado contratos com a Decathlon e instalado painéis fotovoltaicos em muitos dos nossos locais. Este é um passo importante para melhorar a qualidade da energia renovável e reduzir as emissões de CO2″.
Juntas, estas centrais poderão produzir até 21 MWh por ano, energia suficiente para abastecer com eletricidade renovável quatro mil casas. Para além disso, vão contribuir para evitar a emissão de cerca de cinco mil toneladas de CO2 por ano, que seriam emitidas se a mesma quantidade de eletricidade fosse produzida nestes países a partir de fontes não renováveis.





