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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mau Tempo: Lay-off simplificado garantiu salários a 5.686 trabalhadores, sublinha ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Castro Almeida disse que os incentivos à manutenção de postos de trabalho abrangeram 3.531 trabalhadores num valor de 45 milhões de euros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Economia disse hoje no parlamento que o regime de &#8216;lay-off&#8217; simplificado criado após as tempestades do início do ano abrangeu mais de 600 empresas e garantiu salários a 5.686 trabalhadores.</p>
<p>Nos concelhos em que foi decretada calamidade, os trabalhadores em &#8216;lay-off&#8217; receberam a totalidade do salário bruto até ao limite de três salários mínimos, ou seja, 2.760 euros.</p>
<p>Ainda em declarações hoje na comissão parlamentar de Reforma do Estado e Poder Local, Castro Almeida disse que os incentivos à manutenção de postos de trabalho abrangeram 3.531 trabalhadores num valor de 45 milhões de euros.</p>
<p>Já quanto às isenções de descontos para a Segurança Social, disse que beneficiou mais de 11.800 trabalhadores dependentes e mais de 4.000 trabalhadores independentes.</p>
<p>Já sobre os apoios às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e equiparadas, foram apoiadas 197 instituições, afirmou o ministro da Economia.</p>
<p>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777695]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Suíça mobiliza 2.000 militares para assinatura de acordo EUA-Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:39:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[Suíça]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Berna, as autoridades do cantão de Nidwalden solicitaram apoio federal para garantir a segurança do encontro, que contará com a presença de altos responsáveis dos Estados Unidos, Irão, Paquistão e Qatar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades suíças destacaram mais de 2.000 militares e vão restringir o tráfego aéreo em redor de Burgenstock, onde será assinado na sexta-feira o memorando de entendimento para o conflito entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Num comunicado, o Governo suíço informou que o dispositivo de segurança, aprovado pelo Conselho Federal, integra uma missão de apoio às autoridades civis e complementa as medidas já preparadas pelas autoridades locais para a cerimónia.</p>
<p>Segundo Berna, as autoridades do cantão de Nidwalden solicitaram apoio federal para garantir a segurança do encontro, que contará com a presença de altos responsáveis dos Estados Unidos, Irão, Paquistão e Qatar.</p>
<p>Os 2.000 militares destacados apoiarão a polícia cantonal de Nidwalden na proteção de infraestruturas, vigilância, reconhecimento, transporte e logística.</p>
<p>O Governo suíço anunciou igualmente restrições temporárias ao espaço aéreo num raio de 46 quilómetros em torno da montanha de Burgenstock, nas margens do Lago Lucerna, considerando a medida necessária para garantir a segurança da reunião.</p>
<p>As limitações à circulação aérea estarão em vigor entre os dias 18 e 20 de junho.</p>
<p>&#8220;A Suíça tem a obrigação de garantir a proteção dos indivíduos protegidos pelo Direito Internacional&#8221;, sublinhou o Governo helvético.</p>
<p>No âmbito da operação, a Força Aérea Suíça reforçará a vigilância e a monitorização do espaço aéreo durante todo o período da cimeira.</p>
<p>A assinatura do memorando de entendimento está prevista para sexta-feira e marcará o início de um processo negocial de 60 dias destinado a alcançar um acordo de paz definitivo entre Washington e Teerão.</p>
<p>O entendimento foi anunciado no domingo pelo Paquistão, que tem desempenhado funções de mediação entre as partes, e posteriormente confirmado pelos governos norte-americano e iraniano.</p>
<p>O documento surge após mais de três meses de conflito no Médio Oriente, desencadeado pela ofensiva lançada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão.</p>
<p>Entretanto, persistem divergências quanto ao alcance do acordo, com Teerão a alertar que os ataques israelitas no Líbano poderão constituir uma violação dos compromissos assumidos no âmbito do entendimento alcançado com Washington.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777694]]></sapo:autor>
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		<title>Elétrico ou híbrido a gasolina? Em Portugal, a diferença pode significar uma poupança de 5,56 euros a cada 100 km</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal está entre os dez países do mundo onde a diferença de custos entre conduzir um carro elétrico e um híbrido a gasolina é mais favorável aos condutores de veículos elétricos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal está entre os dez países do mundo onde a diferença de custos entre conduzir um carro elétrico e um híbrido a gasolina é mais favorável aos condutores de veículos elétricos. Uma análise internacional da <a href="https://www.comparethemarket.com.au/energy/features/electric-vehicle-charging-costs-per-country/" target="_blank" rel="noopener">Compare the Market</a> conclui que, em território nacional, percorrer 100 quilómetros num elétrico custa, em média, 3,42 euros, contra 8,98 euros num híbrido a gasolina.</p>
<p>A diferença traduz-se numa poupança de 5,56 euros por cada 100 quilómetros para os automobilistas portugueses. Este resultado coloca Portugal no 10.º lugar mundial entre os países com maior vantagem financeira para quem conduz um veículo elétrico a bateria, face a um automóvel híbrido com motor de combustão interna.</p>
<p>O ranking é liderado por Hong Kong, onde a diferença entre as duas tecnologias chega aos 13,31 euros por cada 100 quilómetros. Seguem-se Islândia, com uma poupança de 8,85 euros, Noruega, com 7,04 euros, Finlândia, com 6,34 euros, Sérvia, com 6,27 euros, e Hungria, com 6,25 euros.</p>
<p>Portugal surge depois de Singapura, Países Baixos e Grécia, mas à frente de várias economias europeias onde a eletrificação tem avançado de forma mais lenta ou onde os custos de carregamento e combustível tornam a diferença menos expressiva. O dado é particularmente relevante num contexto em que muitos consumidores ainda ponderam o preço de compra, a autonomia e a rede de carregamento antes de aderirem à mobilidade elétrica.</p>
<p>A análise mostra que Portugal se destaca não por ter necessariamente a eletricidade mais barata do mundo, mas pela diferença entre o custo de carregar um elétrico e o custo de abastecer um híbrido a gasolina. Essa diferença é suficiente para colocar o país no grupo dos mercados onde a utilização diária de um elétrico pode ter maior impacto no orçamento dos condutores.</p>
<p>Os dados surgem numa altura em que a quota dos elétricos no mercado português continua a crescer. Segundo números da Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis, os veículos totalmente elétricos representaram 23,2% das novas matrículas em Portugal em 2025, acima dos 19,9% registados em 2024 e claramente acima da média da União Europeia, situada nos 17,4%.</p>
<p>A evolução portuguesa contrasta com a de outros países do sul e leste da Europa, onde a adesão aos elétricos permanece bastante mais baixa. Em Espanha, os veículos totalmente elétricos representaram 8,8% do mercado em 2025, enquanto Itália ficou nos 6,2%, Polónia nos 7,2% e Chéquia e Roménia nos 5,6%.</p>
<p>O mercado nacional também se afastou dos combustíveis tradicionais ao longo do último ano. Os automóveis a gasolina caíram para 24,5% das novas vendas, depois de terem representado 33,9% em 2024. Já os híbridos convencionais subiram para 22,3%, face aos 16,7% do ano anterior.</p>
<p>Com esta dinâmica, os elétricos ficaram praticamente ao nível dos modelos a gasolina e ultrapassaram os híbridos convencionais em popularidade. A poupança por quilómetro ajuda a explicar esta mudança, sobretudo para condutores que fazem muitos quilómetros ou que conseguem carregar regularmente em casa.</p>
<p>Ainda assim, a transição continua dependente de vários fatores. A rede pública de carregamento na Europa cresceu 35% e ultrapassou a marca de um milhão de pontos, mas a densidade, a disponibilidade e a visibilidade da infraestrutura terão de acompanhar o aumento do número de veículos elétricos nas estradas.</p>
<p>A &#8216;Compare the Market&#8217; sublinha que carregar em casa tende a ser mais barato do que recorrer a postos rápidos públicos. Os especialistas recomendam comparar tarifários de eletricidade, aproveitar períodos de menor custo, usar carregadores com modos de gestão inteligente e, quando possível, tirar partido da produção solar doméstica.</p>
<p>Para Portugal, o sinal é claro: o argumento económico está a tornar-se cada vez mais relevante na decisão de compra. Num país onde os elétricos já representam quase um quarto do mercado de novos automóveis, entrar no top 10 mundial de poupança por utilização reforça a ideia de que a transição não depende apenas de incentivos ambientais, mas também de contas simples ao fim de cada 100 quilómetros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777672]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério Público arquiva processo Monte Branco 15 anos após abertura do inquérito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:20:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[fraude fiscal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PRocesso Monte Branco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público arquivou o processo Monte Branco, aberto há 15 anos, anunciou hoje o organismo, que destaca que a investigação permitiu ao Estado obter mais de 30 milhões de euros através de regularizações fiscais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público arquivou o processo Monte Branco, aberto há 15 anos, anunciou hoje o organismo, que destaca que a investigação permitiu ao Estado obter mais de 30 milhões de euros através de regularizações fiscais.</p>
<p>No processo estavam em investigação crimes de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais, relacionados com &#8220;um serviço informal de movimentação de fundos entre Portugal e o estrangeiro&#8221;, que, através de contas bancárias na Suíça e em Portugal, permitia aos cliente converter em numerário o dinheiro depositado em contas cujos beneficiários eram desconhecidos.</p>
<p>&#8220;Apesar da decisão de arquivamento, a investigação permitiu uma significativa reintegração dos interesses financeiros do Estado, tendo induzido a adesão de muitos dos clientes do esquema ao Regime Excecional de Regularização Tributária (RERT III), que gerou pagamentos diretos ao Estado num total de mais de 26 milhões de euros&#8221;, refere em comunicado o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).</p>
<p>Adicionalmente, foram ainda regularizados, entre 2023 e 2026, outros 6,4 milhões de euros devidos em impostos, pagos em processos separados do Monte Branco e que foram suspensos provisoriamente.</p>
<p>As provas obtidas foram paralelamente usadas em outras investigações, nomeadamente no processo Operação Marquês, que tem o antigo primeiro-ministro José Sócrates (2005-2011) como principal arguido, e no chamado Universo Espírito Santo, relacionado com o colapso, em 2014, do Banco Espírito Santo (BES) e do Grupo Espírito Santo (GES).</p>
<p>A amnistia dos crimes fiscais proporcionada pela adesão ao RERT III, a &#8220;regularização voluntária&#8221; por parte dos arguidos dos impostos devidos, a morte de arguidos, determinando a extinção do procedimento criminal, e o facto de em alguns casos os valores em falta serem tão baixos que não implicam punição criminal foram alguns dos motivos que ditaram o arquivamento do caso, refere a nota.</p>
<p>Um dos arguidos que morreu antes de o inquérito estar concluído foi, segundo foi noticiado na altura, o dono de uma casa de câmbios na Baixa de Lisboa que estaria no centro do esquema de circulação de fundos.</p>
<p>&#8220;Relativamente aos factos remanescentes, não foi possível reunir indícios suficientes de que os fundos tivessem origem ilícita ou constituíssem rendimentos não manifestados em Portugal de forma a preencher os tipos criminais de fraude fiscal ou branqueamento&#8221;, conclui o DCIAP.</p>
<p>O arquivamento foi determinado pelo DCIAP em 12 de junho deste ano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777646]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Defesa de Luigi Mangione vai alegar problemas psiquiátricos no julgamento</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/defesa-do-acusado-de-matar-ceo-da-unitedhealthcare-vai-alegar-problemas-psiquiatricos-no-julgamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:18:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Luigi Mangione]]></category>
		<category><![CDATA[UnitedHealthcare]]></category>
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					<description><![CDATA[A defesa de Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO de uma seguradora de saúde norte-americana em 2024, vai alegar distúrbios mentais extremos no seu julgamento estadual por homicídio, indicou hoje o juiz Gregory Carro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa de Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO de uma seguradora de saúde norte-americana em 2024, vai alegar distúrbios mentais extremos no seu julgamento estadual por homicídio, indicou hoje o juiz Gregory Carro.</p>
<p>O juiz afirmou que os advogados de Mangione o informaram de que tentarão demonstrar que este sofria de uma &#8220;perturbação emocional extrema no momento da ocorrência&#8221;, a 04 de dezembro de 2024.</p>
<p>Se forem bem-sucedidos, Mangione poderá ser enviado para uma instituição de tratamento psiquiátrico em vez de ser condenado a uma pena de prisão.</p>
<p>Mangione, de 28 anos, declarou-se inocente das acusações estaduais e federais relacionadas com a morte de Brian Thompson, que assumia na altura o cargo de diretor executivo (CEO) da UnitedHealthcare.</p>
<p>O início do julgamento federal, que inclui acusações de perseguição, deverá começar a 13 de outubro. Mangione poderá passar o resto da vida na prisão se for condenado em qualquer um dos processos.</p>
<p>A decisão do juiz Gregory Carro surgiu duas semanas depois de ter realizado uma audiência secreta sobre o assunto a pedido da defesa. O juiz disse que irá retirar o sigilo dos registos relativos à audiência e ao pedido da defesa para apresentar alegações do foro psiquiátrico.</p>
<p>&#8220;As razões para o sigilo foram dar à defesa a oportunidade de determinar se iria avançar com essa defesa e qual seria a natureza dessa defesa&#8221;, afirmou Carro.</p>
<p>Karen Friedman Agnifilo, advogada de Mangione, disse que a divulgação da transcrição da audiência secreta e dos materiais relacionados com a sua defesa, sustentada em alegações psiquiátricas, irá prejudicá-lo no processo federal.</p>
<p>&#8220;A razão pela qual pedimos o sigilo é que esta defesa não está disponível a nível federal e Mangione está a ser processado federalmente. Isto é prejudicial para a sua defesa exatamente aos mesmos factos&#8221;, disse Friedman Agnifilo.</p>
<p>O juiz deveria pronunciar-se sobre a questão na terça-feira, mas adiou a decisão por um dia porque os procuradores não informaram a prisão onde Mangione se encontra, pois é necessária a presença do arguido em tribunal.</p>
<p>Hoje, Mangione esteve sentado junto dos seus advogados, vestindo um fato azul e uma camisa clara com botões, segundo relataram as agências internacionais.</p>
<p>O início do julgamento estatual está previsto para 08 de setembro.</p>
<p>Thompson, de 50 anos, foi morto quando se dirigia a um hotel em Manhattan para a conferência anual de investidores do UnitedHealth Group.</p>
<p>Imagens de videovigilância mostraram um atirador mascarado a disparar-lhe pelas costas. A polícia indicou que as palavras &#8220;delay&#8221; (&#8220;adiar&#8221;), &#8220;deny&#8221; (&#8220;negar&#8221;) e &#8220;depose&#8221; (&#8220;destituir&#8221; ou &#8220;depor&#8221;) estavam escritas nas munições, imitando uma expressão usada para descrever como as seguradoras evitam pagar indemnizações.</p>
<p>Mangione, licenciado por uma universidade da Ivy League e oriundo de uma família abastada de Maryland, foi detido cinco dias depois num restaurante McDonald&#8217;s em Altoona, Pensilvânia, cerca de 370 quilómetros a oeste de Manhattan.</p>
<p>Na audiência de 18 de maio, o juiz Gregory Carro decidiu que uma arma e um caderno que, segundo os procuradores, ligam Mangione ao homicídio podem ser utilizados como prova contra ele.</p>
<p>Segundo os procuradores, a arma, uma pistola impressa em 3D, corresponde à utilizada para matar Thompson.</p>
<p>As mesmas fontes relataram que o caderno descreve o desejo de &#8220;eliminar&#8221; um executivo de uma seguradora de saúde e de se revoltar contra &#8220;o cartel mortal dos seguros de saúde movido pela ganância&#8221;.</p>
<p>Também hoje, o magistrado arquivou uma acusação relacionada com um carregador de arma que tinha considerado inadmissível por ter sido encontrado durante uma busca inicial à mochila de Mangione no restaurante onde foi detido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777678]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>G7 pede a empresas criação de ferramentas digitais seguras para menores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:17:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[G7]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança online]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes do G7 pediram hoje às gigantes tecnológicas mundiais para desenvolverem ferramentas e garantir a segurança dos menores 'online', num comunicado conjunto divulgado no último dia da cimeira em Evian.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os líderes do G7 pediram hoje às gigantes tecnológicas mundiais para desenvolverem ferramentas e garantir a segurança dos menores &#8216;online&#8217;, num comunicado conjunto divulgado no último dia da cimeira em Evian.</p>
<p>&#8220;Apelamos aos fornecedores de serviços digitais para que criem e apliquem tecnologias e sistemas que garantam aos utilizadores experiências seguras, protegidas e adequadas à idade, incluindo através de mecanismos eficazes e inovadores de verificação da idade, respeitando, ao mesmo tempo, a privacidade&#8221;, sublinharam.</p>
<p>A declaração destinada à introdução de medidas de proteção dos menores no espaço digital, dos efeitos perniciosos das redes sociais e da inteligência artificial (IA), aprovada depois da cimeira de três dias das sete democracias mais desenvolvidas do mundo na localidade francesa de Evian (oeste), foi também apoiada pelos países convidados: Brasil, Egito, Índia, Quénia e Coreia do Sul.</p>
<p>&#8220;As tecnologias digitais podem desempenhar um papel positivo para as nossas crianças e jovens, bem como para as nossas sociedades e economias, [mas] também podem representar riscos&#8221; para os mesmos, como &#8220;a exposição a interações ilegais e a conteúdos inadequados para a idade, que causa danos na saúde mental&#8221;, afirmaram os membros do G7.</p>
<p>Perante estes riscos, o G7 disse acreditar que &#8220;os pais, os professores e os sistemas educativos devem fornecer aos menores as competências e o contexto necessários para a utilização inteligente e responsável das tecnologias digitais, dos órgãos de comunicação social e da informação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Apelamos a todos os Estados, aos prestadores de serviços digitais, às autoridades públicas, quando necessário, e a todas as partes interessadas para que coloquem a proteção da saúde física e mental, da privacidade e da segurança &#8216;online&#8217; dos menores no topo das prioridades&#8221;, escreveram.</p>
<p>Além de instar as empresas tecnológicas a introduzirem &#8220;mecanismos de verificação de idade eficazes e inovadores que respeitem a privacidade&#8221;, a declaração manifestou também apoio a ferramentas de controlo parental.</p>
<p>Recomendou ainda mecanismos semelhantes para o acesso à IA, cujos benefícios reconheceu, mas que sublinhou acarretarem também &#8220;riscos associados à utilização por menores que podem afetar o seu bem-estar e segurança&#8221;.</p>
<p>&#8220;É necessário desenvolver o espírito crítico das crianças e dos jovens para que possam interagir de forma responsável no espaço digital&#8221;, referiu a declaração.</p>
<p>O G7 defendeu ainda que se ajude as crianças a &#8220;distinguirem facilmente conteúdos autênticos de conteúdos sintéticos&#8221; e apelou aos fornecedores de internet para que facilitem tal processo.</p>
<p>Rejeitaram a criação, a utilização e a divulgação de conteúdos relacionados com o abuso sexual de crianças e atividades que envolvam imagens íntimas não consensuais, bem como a exposição das crianças &#8220;ao extremismo violento e ao terrorismo&#8221;, destacando, ao mesmo tempo, o papel dos fornecedores de internet no combate a estas práticas.</p>
<p>A declaração defendeu a transparência entre países e instituições na adoção destas proteções e apelou para a partilha de boas práticas para &#8220;tomar decisões políticas assentes em elementos comprovados&#8221; e num &#8220;contexto científico&#8221;.</p>
<p>&#8220;A transparência e a obrigação de prestar contas são essenciais&#8221;, afirmaram os signatários, que se comprometeram a &#8220;apoiar a investigação e as avaliações&#8221;.</p>
<p>Os líderes do G7 divulgaram esta declaração pouco antes de concluírem um almoço de trabalho com 12 executivos de plataformas de tecnologia e IA na cimeira.</p>
<p>Entre os convidados, estavam Sam Altman (OpenAI), Alexandr Wang (Meta), Demis Hassabis (Google), Dario Amodei (Anthropic), Arthur Mensch (Mistral AI) e Marc Benioff (Salesforce).</p>
<p>Participaram também representantes da Cohere (Canadá), Synthesia (Reino Unido), Sakana AI (Japão), Black Forest Labs (Alemanha), Domyn (Itália) e Sarvam AI (Índia), de acordo com a lista fornecida pela presidência francesa do G7.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777670]]></sapo:autor>
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		<title>Vinte e um anos e meio de prisão por matar jovem à facada junto a bar em Braga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:16:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Braga condenou hoje a 21 anos e 6 meses de prisão o arguido acusado de matar um jovem de 19 anos à facada, em abril de 2025, junto ao Bar Académico (BA), naquela cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal de Braga condenou hoje a 21 anos e 6 meses de prisão o arguido acusado de matar um jovem de 19 anos à facada, em abril de 2025, junto ao Bar Académico (BA), naquela cidade.</P><br />
<P>O arguido, brasileiro e com 28 anos, foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado e detenção de arma proibida.</P><br />
<P>O tribunal aplicou-lhe ainda a pena acessória de expulsão de Portugal, após cumprimento da pena.</P><br />
<P>O arguido terá ainda de pagar uma indemnização de quase 227 mil euros aos pais da vítima.</P><br />
<P>Na leitura do acórdão, a juiz presidente do coletivo sublinhou o grau de ilicitude &#8220;elevadíssimo&#8221; do arguido, a intensidade e a &#8220;vigorosa violência&#8221; com que desferiu três facadas em zonas vitais da vítima, o sentimento de &#8220;ostensivo desprezo&#8221; pela dignidade humana que revelou e o motivo fútil que esteve na base da sua atuação.</P><br />
<P>Além disso, aludiu ao facto de o crime se ter registado em contexto de diversão noturna, em que &#8220;por tudo e por nada um cidadão tira a vida a outro&#8221;.</P><br />
<P>Os factos começaram às 01:18 de 12 de abril de 2025, num dos espaços interiores do Bar Académico da Universidade do Minho, quando a vítima, conhecida por Manu, confrontou um dos elementos que integravam o grupo do arguido, por ter tido a perceção de que um deles teria adulterado a bebida de uma jovem cliente do estabelecimento.</P><br />
<P>Posteriormente, já na via pública, em frente ao bar, &#8220;iniciou-se uma contenda, com confrontos físicos&#8221;.</P><br />
<P>Nesse contexto, o arguido, na posse de uma faca, &#8220;e empunhando e brandindo a mesma, avançou de encontro ao ofendido, que estava desarmado e, uma vez junto deste, desferiu-lhe três golpes, atingindo-o mortalmente&#8221;.</P><br />
<P>Para o tribunal, houve uma &#8220;desproporção inaceitável&#8221; entre a motivação e a atuação do arguido.</P><br />
<P>&#8220;Podia ter optado por afastar-se do local, mas optou por ir direto ao arguido, munido de uma faca de cozinha&#8221;, referiu a juiz presidente, vincando que o tribunal não teve quaisquer dúvidas quanto à intenção de matar.</P><br />
<P>Apontou ainda que o arguido, em julgamento, não revelou qualquer autocrítica nem manifestou qualquer arrependimento.</P><br />
<P>&#8220;O único arrependimento que terá é o de não ter conseguido o crime perfeito e ter sido apanhado&#8221;, criticou.</P><br />
<P>No final da leitura do acórdão, a mãe da vítima, emocionada, disse ao arguido que nunca lhe perdoaria o que fez ao filho, ao que aquele respondeu: &#8220;não fui eu&#8221;.</P><br />
<P>A decisão é passível de recurso.</P><br />
<P>Nas alegações finais, a defesa afirmou que não foi o arguido que desferiu &#8220;o golpe fatal ao Manu&#8221; e pediu ao tribunal para analisar &#8220;toda a prova, todas as contradições e todos os testemunhos&#8221;.</P><br />
<P>Acrescentou que não há &#8220;uma prova cabal&#8221; que coloque o arguido no local.</P><br />
<P>&#8220;Tentam metê-lo lá [no local do crime]&#8221;, referiu a advogada Marta Bessa Rodrigues, assumindo existirem &#8220;dúvidas&#8221; quanto a quem fez o quê, razão pela qual pugnou pela absolvição.</P><br />
<P>No entanto, e no caso de o tribunal &#8220;entender que o arguido teve intervenção causal&#8221; no sucedido, a defesa pediu que o seu cliente fosse condenado por homicídio privilegiado, que tem uma moldura penal no máximo de cinco anos de prisão, e &#8220;nunca por homicídio qualificado&#8221;. </P><br />
<P>Em alternativa, a advogada admitiu que o seu constituinte poderia ser condenado por participação em rixa.</P><br />
<P>Quanto ao que se terá passado no interior do bar, a advogada referiu que o seu cliente &#8220;não drogou ninguém, não fez mal a ninguém&#8221;, e, por isso, não havia motivo para o início da rixa que viria a acontecer no exterior.</P><br />
<P>Para a advogada, &#8220;não estão preenchidos os pressupostos&#8221; para a condenação por homicídio qualificado, como a premeditação.</P><br />
<P>Sublinhou mesmo que a premeditação foi de um amigo da vítima &#8220;que levou uma faca, a pedido&#8221; do Manu, refutando a tese de que houve &#8220;especial censurabilidade ou frieza&#8221; do seu cliente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777665]]></sapo:autor>
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		<title>Cartoon repetido, pergunta semelhante: polémica no exame nacional de Português chega ao Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:14:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Exame nacional de Português]]></category>
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					<description><![CDATA[Questão, relativa à análise crítica do cartoon “Child Labor”, do artista iraniano J. J. Takjoo, integra o grupo III da prova realizada esta terça-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pergunta do exame nacional de Português do 12º ano está a gerar polémica depois de ter sido identificada uma forte semelhança com um exercício incluído num manual de preparação para exames da Leya, lançado em janeiro. </p>
<p>A questão, relativa à análise crítica do cartoon “Child Labor”, do artista iraniano J. J. Takjoo, integra o grupo III da prova realizada esta terça-feira &#8211; <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/EX-Port639-F1-2026-V1_net-1.pdf">pode consultar aqui</a> &#8211; e, segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, apresenta o mesmo cartoon e um pedido de resposta muito próximo do que surge no manual.</p>
<p>A coincidência está a levantar dúvidas entre professores, académicos e movimentos ligados à escola pública, que pedem esclarecimentos ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação e ao Instituto de Avaliação Educativa. Em causa está a equidade de uma prova nacional, já que alunos que tenham usado aquele manual na preparação para o exame poderão ter tido contacto prévio com uma pergunta muito semelhante.</p>
<p>Carlos Ceia, docente universitário e antigo autor de exames de avaliação externa, considera a situação “muito grave” e defende que a pergunta deveria ser anulada. Em declarações à &#8216;CNN Portugal&#8217;, o especialista afirma que um exame nacional tem de conter perguntas originais e não pode reproduzir exercícios de manuais usados por alunos para preparação.</p>
<p>“Houve escolas que usaram este manual para preparar os alunos para o exame. Há alunos que partiram para este exame com um Euromilhões. Uns já conheciam e já tinham preparado aquela pergunta e outros nunca a tinham visto”, afirmou Carlos Ceia, defendendo que alguns estudantes poderão ter beneficiado de uma situação de privilégio.</p>
<p>O docente fala mesmo em “incompetência científica e institucional” e acusa os responsáveis pela prova de terem reproduzido também um erro presente no exercício do manual: a ausência do título original do cartoon, “Child Labor”, que considera essencial para a correta interpretação da imagem.</p>
<p>Carlos Ceia vai mais longe e classifica o caso como “inadmissível”, sublinhando que os exames nacionais estão sujeitos a regras apertadas de confidencialidade. Para o académico, se uma prova nacional reproduz perguntas de materiais comerciais de preparação, a situação compromete o IAVE e o ministro responsável, exigindo explicações públicas.</p>
<p>As críticas multiplicaram-se também nas redes sociais, com professores e escritores a questionarem a elaboração da prova e a pedirem esclarecimentos sobre a origem da pergunta. Entre as dúvidas levantadas está a possibilidade de existirem ligações entre autores de manuais de preparação e equipas responsáveis pela elaboração ou validação dos exames nacionais.</p>
<p>O movimento cívico de professores Missão Escola Pública também reagiu, exigindo explicações ao ministro Fernando Alexandre. Em comunicado, a MEP reconhece que a mesma imagem poderia ser escolhida por diferentes autores, mas considera que a coincidência entre imagem, texto de contextualização e formulação da pergunta deixa de poder ser vista como mero acaso.</p>
<p>Para o movimento, o caso coloca em causa a perceção de rigor, equidade e segurança que deve acompanhar os exames nacionais. A MEP quer saber como foi possível surgir uma pergunta tão semelhante à de um manual comercial e se foram devidamente assegurados todos os mecanismos de prevenção de conflitos de interesse.</p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fantoniocarlos.cortezletras.5%2Fposts%2Fpfbid0GHbAxUwXujGfSDwzBpSYCpehLRSNXGoMPCUfy62xTEmRDMJxXnmBgJqKV9cJgmByl&#038;show_text=true&#038;width=500" width="500" height="660" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777663]]></sapo:autor>
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		<title>O resort alpino “digno de James Bond” onde EUA e Irão vão assinar acordo de paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:04:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Local é descrito como um resort fortificado, escolhido sobretudo por razões de segurança, depois de Genebra também ter sido equacionada para a cerimónia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O acordo entre Estados Unidos e Irão deverá ser formalmente assinado esta sexta-feira num cenário tão discreto quanto simbólico: o Palácio Bürgenstock, um luxuoso complexo hoteleiro situado nos Alpes suíços, junto ao Lago Lucerna. O &#8216;ABC&#8217; descreve o local como um resort fortificado, escolhido sobretudo por razões de segurança, depois de Genebra também ter sido equacionada para a cerimónia.</p>
<p>A assinatura oficial do memorando deverá contar com delegações chefiadas pelo vice-presidente americano, JD Vance, e pelo presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, um dos principais negociadores de Teerão. O acordo já terá sido assinado eletronicamente no domingo, mas a ratificação presencial foi marcada para a Suíça, num local de acesso controlado e afastado dos grandes centros urbanos.</p>
<p>A escolha de Bürgenstock foi anunciada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço, que atribuiu a proposta aos mediadores paquistaneses e catarianos, bem como aos próprios Estados Unidos e ao Irão. A localização, no topo de uma montanha, a mais de 1.000 metros de altitude, e numa zona pouco povoada, permite controlar melhor acessos, deslocações e presença de jornalistas, diplomatas e equipas de segurança.</p>
<p>A cerimónia decorrerá depois de mais de 100 dias de conflito envolvendo Irão, Israel e Estados Unidos. Apesar do anúncio do acordo, a desconfiança continua elevada. O texto ainda não foi publicado e, segundo JD Vance, será um documento genérico com pouco mais de página e meia. A partir da assinatura, deverá abrir-se um novo período de negociações, previsto para durar dois meses, centrado no programa nuclear iraniano.</p>
<p>“Situado no topo de uma montanha, à beira de um lago e numa área repleta de carros de luxo e mulheres elegantemente vestidas, o Palácio Bürgenstock parece saído diretamente de um filme de James Bond”, afirmou ao jornal Richard Werly, correspondente em Paris do jornal suíço Blick.</p>
<p>O complexo não é estranho à diplomacia internacional. Em junho de 2024, acolheu uma conferência de paz sobre a guerra na Ucrânia, embora sem a participação da Rússia. A experiência anterior em eventos de alto nível terá pesado na escolha de um local capaz de combinar isolamento, segurança e capacidade logística.</p>
<p>A proximidade com Évian-les-Bains, nos Alpes franceses, também não passa despercebida. O resort suíço fica a cerca de 150 quilómetros da cidade onde os líderes do G7 estiveram reunidos até esta quarta-feira, num encontro marcado por temas como o Médio Oriente, a guerra na Ucrânia e o papel das grandes potências na nova ordem internacional.</p>
<p>A assinatura em Bürgenstock volta ainda a colocar a Suíça no centro da diplomacia global. O país, historicamente associado à neutralidade e à mediação de conflitos, tem visto esse papel ser disputado por novos intermediários, como Qatar, Paquistão, Turquia e Arábia Saudita. Neste caso, a influência catariana é particularmente relevante.</p>
<p>Mais do que as autoridades suíças, terão sido os catarianos a pesar na escolha do local. O complexo Bürgenstock pertence desde 1970 a um fundo do Qatar, detalhe que ajuda a explicar por que motivo este palácio alpino foi escolhido para um momento diplomático de grande visibilidade.</p>
<p>O cenário, por isso, não é apenas decorativo. Num acordo ainda frágil, não publicado e dependente de novas negociações, Bürgenstock oferece aquilo que Washington e Teerão parecem procurar nesta fase: distância, controlo, segurança e uma imagem de solenidade para um pacto que ainda terá de provar se consegue sobreviver fora das câmaras.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777649]]></sapo:autor>
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		<title>Castellana Properties fecha ano fiscal de 2026 com lucro recorde de 167,8 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:42:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O lucro líquido da Castellana Properties aumentou 85% para um recorde de 167,8 milhões de euros no ano fiscal de 2026, apoiado pelos centros comerciais em Portugal, cujas vendas cresceram 4,1% e as afluências 2,7%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O lucro líquido da Castellana Properties aumentou 85% para um recorde de 167,8 milhões de euros no ano fiscal de 2026, apoiado pelos centros comerciais em Portugal, cujas vendas cresceram 4,1% e as afluências 2,7%.</p>
<p>Num comunicado divulgado hoje, a Castellana Properties destaca que o desempenho operacional em Portugal &#8220;manteve uma trajetória muito positiva ao longo do exercício fiscal de 2026&#8221; (de abril de 2025 a março de 2026), com um crescimento das afluências de 2,7% e um aumento das vendas de 4,1% face ao ano anterior.</p>
<p>Especializada na aquisição e gestão de centros comerciais na Península Ibérica, a Castellana Properties detém cinco centros comerciais em Portugal, sendo o exercício fiscal de 2026 o primeiro ano completo da empresa com todos os ativos do portefólio atual em Portugal: 8ª Avenida, Alegro Sintra, LoureShopping, RioSul e Fórum Madeira.</p>
<p>&#8220;O Fórum Madeira destacou-se de forma excecional com um crescimento de vendas próximo dos 8%, refletindo a forte atratividade do ativo e a solidez da procura por parte dos consumidores&#8221;, salienta.</p>
<p>Os quatro centros geridos diretamente pela Castellana Properties &#8220;fecharam 2026 com um máximo histórico de visitas, tanto individualmente como em conjunto&#8221;: Comparando os últimos dados com os números prévios à aquisição destes centros pela Castellana Properties, as afluências aumentaram 5,4%, para 35,4 milhões de visitas, enquanto as vendas subiram 7,8%.</p>
<p>Ainda destacados são os indicadores de gestão em Portugal, onde os centros comerciais da empresa registaram uma taxa de ocupação de 99,1%, com a taxa de cobrança de rendas a situar-se nos 97,4%.</p>
<p>Durante o último exercício fiscal, a Castellana assinou 78 contratos a nível nacional, dos quais 45 renovações e 33 novos contratos, abrangendo uma superfície bruta arrendável (SBA) de 10.026 metros quadrados (m2).</p>
<p>As novas rendas contratadas em Portugal ascenderam a 4,3 milhões de euros (2,2 milhões de euros em renovações e 2,1 milhões em novos contratos), permitindo um aumento médio das rendas de 15,34%.</p>
<p>Ao nível de categorias comerciais, o maior crescimento verificou-se no segmento da moda (41,1%), seguido pela área de saúde e beleza (18,6%), restauração (11,4%) e serviços (7,9%).</p>
<p>A nível global, a Castellana Properties alcançou um lucro líquido de 167,8 milhões de euros no exercício fiscal de 2026, mais 85% face ao anterior, impulsionado pelo crescimento dos rendimentos brutos de arrendamento (GRI) e por uma receita operacional líquida (NOI) de 116,3 milhões de euros.</p>
<p>O resultado antes de impostos, juros, amortizações e depreciações (EBITDA) aumentou 63% para 100,9 milhões de euros.</p>
<p>No fecho do exercício fiscal, o valor bruto dos ativos ibéricos (GAV) da Castellana Properties aumentou 18%, situando-se nos 1.961 milhões de euros.</p>
<p>Após a venda da carteira de parques comerciais em Espanha e a aquisição do Islazul e Splau, também naquele país, realizadas após o fecho do exercício fiscal, a carteira da Castellana Properties conta com 15 ativos, uma SBA de 594.469 m2 e um GAV de 2.201 milhões de euros.</p>
<p>Durante o exercício fiscal de 2026, a empresa destaca ainda as métricas operacionais obtidas, com uma ocupação de 98,9% e uma taxa de cobrança de 98,6%, &#8220;acima dos padrões do setor&#8221;, assim como os 303 contratos assinados, gerando novas rendas de 20,2 milhões de euros, um aumento médio de 9,1%.</p>
<p>A afluência global aumentou 3,6% e as vendas nos centros comerciais do grupo subiram 4,5%, destacando-se as categorias de alimentação (+6,2%), casa (+6,1%), lazer e entretenimento (+6,1%) e moda (+4,6%).</p>
<p>No âmbito financeiro, a empresa apresenta um rácio de endividamento (Net LTV) de 33,4%, 90% da dívida a taxa fixa e um custo médio de 4,57%.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da Castellana Properties, Alfonso Brunet, afirma que os resultados obtidos demonstram &#8220;que os centros comerciais são um ativo de enorme qualidade e potencial&#8221;, que permitem à empresa &#8220;antecipar e oferecer um crescimento sustentado&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777614]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Lisboa aprova apoio não financeiro de 1,09 M€ para festival Kalorama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:41:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Lisboa aprovou hoje um protocolo para as próximas três edições do festival de música Kalorama, prevendo apoios não financeiros de 1,09 milhões de euros para a edição deste ano, inclusive com a isenção de taxas municipais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Lisboa aprovou hoje um protocolo para as próximas três edições do festival de música Kalorama, prevendo apoios não financeiros de 1,09 milhões de euros para a edição deste ano, inclusive com a isenção de taxas municipais.</p>
<p>Em reunião privada do executivo municipal, a proposta de protocolo a celebrar entre o município e a Kalorama Festival Unipessoal LDA, subscrita pela governação PSD/CDS-PP/IL, para a realização das edições de 2026, 2027 e 2028 do evento musical, foi viabilizada com os votos contra de Livre, BE, PCP e Chega, e a abstenção do PS, indicou à Lusa fonte oficial da autarquia.</p>
<p>&#8220;Atendendo à importância cultural, turística e mediática&#8221; do festival Kalorama para a promoção de Lisboa e de Portugal, bem como ao impacto alcançado nas edições anteriores, entre 2022 e 2025, a governação PSD/CDS-PP/IL considerou ser de interesse municipal assegurar a continuidade anual do evento no Parque da Bela Vista, com a celebração de um protocolo para as próximas três edições, estando a edição deste ano prevista para os dias 28, 29 e 30 de agosto.</p>
<p>o protocolo plurianual, segundo a governação liderada pelo social-democrata Carlos Moedas, &#8220;permitirá garantir estabilidade, continuidade e uma evolução sustentada do evento, promovendo uma estratégia de melhoria contínua em benefício da cidade de Lisboa, do público e do Parque da Bela Vista&#8221;.</p>
<p>De acordo com a governação PSD/CDS-PP/IL, o festival Kalorama tem gerado um impacto económico relevante para Lisboa, sobretudo nos setores do turismo, hotelaria, restauração e comércio local, &#8220;registando nas últimas quatro edições um impacto acumulado estimado em 51,2 milhões de euros&#8221;.</p>
<p>À semelhança das anteriores edições, a autarquia pretende assegurar apoios não financeiros para a realização do festival, estimando um valor total de 1.099.192 euros para a edição deste ano, que inclui 603.126 euros de taxas municipais a isentar (595.980 euros para ocupação de espaço verde, 820 euros para recinto improvisado, vistoria e pedido de licenciamento, e 6.325 para licença especial de ruído e fiscalização).</p>
<p>O valor integra ainda as estimativas quanto aos consumos de energia e água, de 40.000 euros, e quanto a bens, serviços e meios humanos disponibilizados pelo município, de 456.066 euros, segundo um anexo da proposta a que a Lusa teve acesso.</p>
<p>A isenção de taxas municipais tem agora de ser submetida à Assembleia Municipal, órgão onde a coligação PSD/CDS-PP/IL não tem maioria.</p>
<p>A vereação do BE criticou a opção da governação de Carlos Moedas de voltar a atribuir &#8220;mais de um milhão de euros&#8221; ao festival Kalorama, realçando que a este valor se somam &#8220;mais de 56 milhões de euros&#8221; em apoios já concedidos pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) a festivais.</p>
<p>Para o BE, este apoio público configura &#8220;um subsídio direto aos lucros de uma empresa privada&#8221; e revela &#8220;uma profunda injustiça&#8221;, porque enquanto um pequeno vendedor num mercado municipal ou uma coletividade de bairro que organiza um arraial suporta encargos elevados, um grande festival com receitas milionárias beneficia de condições privilegiadas e de apoios públicos significativos.</p>
<p>Também o PCP reforçou a oposição à atribuição de &#8220;vultuosos apoios a uma multinacional do entretenimento&#8221;, como a entidade organizadora do festival Kalorama, à semelhança de outros apoios semelhantes, como ao Rock in Rio.</p>
<p>Em comunicado, a vereação comunista destacou ainda a &#8220;disparidade&#8221; dos valores de apoio não financeiro ao longo das edições do festival Kalorama, que se tem vindo a realizar repetidamente no mesmo local, no Parque da Bela Vista, e que começou com uma proposta de 2,15 milhões de euros para 2022, que não se veio a concretizar após levantar &#8220;imensas dúvidas&#8221; na Assembleia Municipal, passando para 843 mil euros em 2023; 977 mil em 2024, 988 mil em 2025; e 1,09 milhões para este ano.</p>
<p>Justificando a abstenção, a vereação do PS disse à Lusa que não põe em causa a realização do evento, nem a sua importância para a capital, do ponto de vista cultural, económico e turístico, mas defendeu que, &#8220;perante os rendimentos e lucros gerados e o valor significativo da isenção atribuída pela CML, as contrapartidas para a cidade têm de ser reais, diretas e absolutamente claras para os lisboetas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estando em causa recursos públicos, é legítimo exigir transparência ao nível do retorno efetivo para quem vive na cidade. É essa exigência de rigor e de defesa do interesse público que justifica a posição do Partido Socialista na CML&#8221;, realçou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777601]]></sapo:autor>
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		<title>Governo relança Programa Floresta Ativa nos &#8220;próximos dias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Floresta Ativa]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Ladeira]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado das Florestas anunciou hoje que o programa Floresta Ativa, de apoio à limpeza e gestão de terrenos florestais, será relançado "nos próximos dias", com uma verba de quatro milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado das Florestas anunciou hoje que o programa Floresta Ativa, de apoio à limpeza e gestão de terrenos florestais, será relançado &#8220;nos próximos dias&#8221;, com uma verba de quatro milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;Durante os próximos dias, o aviso do programa Floresta Ativa vai ser lançado e, através daquilo que já foi e a experiência que tivemos, porque foi inovador no ano anterior e com grande sucesso, vamos colocar à disposição&#8221;, disse Rui Ladeira aos jornalistas.</P><br />
<P>O governante falava hoje durante a inauguração do novo Centro de Coordenação Operacional da AFOCELCA, empresa de proteção florestal detida pelos grupos do setor da celulose Altri e The Navigator Company, nas instalações da Celbi, na Leirosa, Figueira da Foz.</P><br />
<P>&#8220;Naturalmente, esgotando, é essa a nossa ambição, a totalidade da verba que vai ser colocada à disposição de quatro milhões de euros, vamos tentar, se possível, reforçar, porque, de facto, queremos gestão, que os proprietários tenham condições e apoios, recursos públicos, para fazer aquilo que ambicionamos: gestão e prevenção contra incêndios&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo Rui Ladeira, são cerca de 6.300 hectares de área onde o proprietário florestal, de forma individual ou agregada, &#8220;pode candidatar com a sua propriedade, com uma fotografia do atual estado georreferenciada e com pouco mais documentos&#8221;, na plataforma do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).</P><br />
<P>&#8220;Isso aconteceu faz agora um ano e tem sido um sucesso e queremos replicar e aprofundar esta medida enquanto gestão florestal, mas sobretudo também prevenção contra incêndios&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O apoio é de 650 euros por hectare, indicou o secretário de Estado das Florestas, adiantando que o programa irá permitir, &#8220;agora, que todas as espécies, nomeadamente também a fileira do eucalipto, possa submeter a candidatura, com valores diferenciados&#8221;, uma vez que as intervenções também &#8220;são diferenciadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É algo de muito positivo para que o cidadão em Portugal, do Norte ao Centro, do Litoral ao Interior, possa candidatar as suas parcelas para a gestão florestal e, de uma forma simplificada e desburocratizada, apenas na plataforma do ICNF, poder submeter essa mesma candidatura e, no curto espaço de tempo, também obter resposta&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Rui Ladeira adiantou que outro aspeto que está a ser aperfeiçoado é no sentido de prever &#8220;fazer adiantamentos, para que a operação tenha uma antecipação daquilo que é verba que é elegível&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777616]]></sapo:autor>
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		<title>Ronaldo lidera ‘onze’ milionário do Mundial&#8217;2026 que vale 950 milhões de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cristiano ronaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Lionel Messi]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Lista dos 11 jogadores mais bem pagos que estarão no Mundial soma cerca de 817 milhões de euros em receitas obtidas nos 12 meses anteriores ao torneio. O ranking combina salários, prémios e rendimentos desportivos com contratos publicitários, patrocínios e outras receitas fora de campo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mundial&#8217;2026 terá vários recordes: será o primeiro com 48 seleções, o primeiro disputado em três países — Estados Unidos, Canadá e México — e o primeiro a contar com jogadores multimbiilionários em campo. Cristiano Ronaldo, capitão de Portugal, e Lionel Messi, líder da Argentina, chegam à competição com patrimónios estimados acima dos mil milhões de euros, segundo a &#8216;Forbes&#8217;.</p>
<p>A lista dos 11 jogadores mais bem pagos que estarão no Mundial soma cerca de 817 milhões de euros em receitas obtidas nos 12 meses anteriores ao torneio. O ranking combina salários, prémios e rendimentos desportivos com contratos publicitários, patrocínios e outras receitas fora de campo.</p>
<p>Cristiano Ronaldo lidera destacado. Aos 41 anos, o avançado português terá recebido cerca de 258 milhões de euros no último ano, dos quais aproximadamente 202 milhões de euros dentro de campo e 56 milhões de euros fora dele. A &#8216;Forbes&#8217; estima agora a fortuna de Ronaldo em cerca de mil milhões de euros.</p>
<p>O capitão português chega ao seu sexto Mundial ainda à procura do único grande título que falta no seu currículo. A publicação sublinha que Ronaldo é o atleta mais bem pago do mundo, em qualquer modalidade, pelo quarto ano consecutivo, e o único desportista ainda em atividade a ultrapassar cerca de 1,72 mil milhões de euros em ganhos de carreira.</p>
<p>Lionel Messi surge em segundo lugar, com cerca de 120 milhões de euros, repartidos de forma praticamente igual entre receitas dentro e fora de campo. O argentino, de 38 anos, também entrou recentemente na lista de bilionários da &#8216;Forbes&#8217;, com um património estimado em cerca de 946 milhões de euros.</p>
<p>Messi também disputará o seu sexto Mundial, tal como Ronaldo e o mexicano Guillermo Ochoa. A Argentina chega à prova como campeã em título, depois da conquista no Qatar, e o avançado do Inter Miami poderá ainda bater outro recorde: se marcar quatro golos, ultrapassa Miroslav Klose como melhor marcador da história dos Mundiais. Para já, três já estão&#8230;</p>
<p>Kylian Mbappé completa o pódio, com cerca de 82 milhões de euros. O avançado francês, agora no Real Madrid, terá recebido aproximadamente 60 milhões de euros dentro de campo e 22 milhões de euros em receitas comerciais. Campeão mundial em 2018 e finalista em 2022, Mbappé chega ao torneio como uma das maiores figuras desportivas e comerciais da nova geração.</p>
<p>Erling Haaland aparece em quarto lugar, com cerca de 69 milhões de euros. O avançado norueguês, que renovou contrato com o Manchester City, prepara-se para disputar o primeiro Mundial da Noruega desde 1998. A expectativa é elevada, e o próprio jogador admitiu recentemente que sente pressão, mas que gosta dela.</p>
<p>Vinicius Jr. surge em quinto lugar, com cerca de 52 milhões de euros. O avançado brasileiro é um dos três jogadores do Real Madrid presentes na lista, juntamente com Mbappé e Jude Bellingham. Apesar da tradição do Brasil, Vinicius tem evitado colocar a seleção como favorita, preferindo apontar Argentina, Portugal, Espanha e França como principais candidatas.</p>
<p>Mohamed Salah ocupa a sexta posição, com cerca de 47 milhões de euros. Depois de nove épocas no Liverpool, 257 golos e dois títulos da Premier League, o avançado egípcio prepara-se para sair como jogador livre. Antes disso, terá a missão de liderar o Egito no Mundial, onde a seleção ainda procura a primeira vitória da sua história na competição.</p>
<p>Sadio Mané aparece logo a seguir, com cerca de 46 milhões de euros. O avançado senegalês, colega de Ronaldo no Al-Nassr, quer regressar em força depois de ter falhado o Mundial de 2022 por lesão. Senegal procura repetir ou superar o percurso de 2002, quando chegou aos quartos de final.</p>
<p>Jude Bellingham é oitavo, com cerca de 38 milhões de euros. O médio inglês, ainda com 22 anos, já teve papel importante no Mundial de 2022 e consolidou-se depois como uma das grandes figuras do Real Madrid. Ainda assim, Thomas Tuchel avisou que Bellingham terá de disputar o lugar, numa seleção inglesa com várias opções para o onze.</p>
<p>Lamine Yamal surge em nono lugar, com cerca de 37 milhões de euros. Aos 18 anos, o extremo espanhol já tem peso desportivo e comercial raro para a idade. Apesar de ter falhado o final da época do Barcelona por lesão muscular, regressou aos treinos da seleção espanhola e deverá ser gerido com cautela no início do Mundial.</p>
<p>Harry Kane é décimo, com cerca de 35 milhões de euros. O avançado do Bayern Munique e melhor marcador de sempre da seleção inglesa chega ao torneio depois de uma época forte e procura melhorar o desfecho do Euro 2024, em que Inglaterra foi finalista vencida.</p>
<p>Neymar fecha a lista, com cerca de 33 milhões de euros. O avançado brasileiro, agora no Santos, continua a recuperar de uma lesão muscular e terá de disputar espaço com Vinicius Jr. e Raphinha. Ainda assim, o Brasil atribuiu-lhe a camisola 10, número que já pertenceu a Pelé, Zico, Rivaldo, Ronaldinho e Kaká.</p>
<p>A &#8216;Forbes&#8217; nota que o Mundial de 2026 também será marcado por preços de bilhetes muito elevados. Um lugar para a final de 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jérsia, chegou a ser listado pela FIFA por cerca de 28.400 euros, mais de 20 vezes o preço de um bilhete equivalente para a final de 2022, no Qatar. No mercado de revenda da própria FIFA, quatro lugares para a final chegaram a surgir por quase dois milhões de euros cada.</p>
<p>O ranking mostra como o Mundial deixou de ser apenas a maior montra desportiva do futebol para se tornar também uma concentração extrema de dinheiro, marcas e estatuto global. Ronaldo e Messi chegam ao torneio como os primeiros multimilionários em campo, mas a lista confirma que a nova geração já está a ocupar espaço: Mbappé, Haaland, Vinicius, Bellingham e Lamine Yamal representam o próximo ciclo de estrelas milionárias do futebol mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777608]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>João Pedro Oliveira e Costa reconhecido pelo contributo para o desenvolvimento do turismo nacional na BTL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:28:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Oliveira e Costa]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo do BPI, João Pedro Oliveira e Costa, foi distinguido com o “Prémio Personalidade” atribuído pela BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente executivo do BPI, João Pedro Oliveira e Costa, foi distinguido com o “Prémio Personalidade” atribuído pela BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market, numa cerimónia realizada esta terça-feira, na FIL – Feira Internacional de Lisboa. A distinção reconhece o contributo do gestor para o desenvolvimento do turismo em Portugal.</p>
<p>Ao receber o prémio, João Pedro Oliveira e Costa agradeceu o reconhecimento da organização e destacou o papel da BTL na promoção do turismo português. O responsável sublinhou ainda a importância dos diversos agentes do setor e reforçou o peso estratégico que o turismo tem na economia nacional.</p>
<p>Segundo a BTL, o prémio atribuído ao presidente executivo do BPI reconhece a visão estratégica com que tem contribuído para consolidar o banco como parceiro de referência do turismo português. Além da atividade de financiamento, o BPI disponibiliza apoio especializado e soluções dedicadas ao setor.</p>
<p>A cerimónia serviu igualmente para revelar algumas das novidades da próxima edição da BTL, agendada para decorrer entre 3 e 7 de março de 2027. A organização destacou o posicionamento da feira como um dos principais pontos de encontro para profissionais, destinos turísticos e viajantes, antecipando uma edição mais ambiciosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777609]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O empréstimo que parecia uma pechincha e acabou num pesadelo para meio milhão de famílias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-emprestimo-que-parecia-uma-pechincha-e-acabou-num-pesadelo-para-meio-milhao-de-familias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[Polónia]]></category>
		<category><![CDATA[setor bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde a primeira sentença definitiva favorável a um cliente na Polónia, em 2018, milhares de famílias avançaram contra os bancos. Decisões do Tribunal de Justiça da União Europeia deram força aos mutuários, ao reconhecerem a existência de cláusulas abusivas em contratos deste tipo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2008, quando Anna e Pawel compraram um apartamento na Polónia, o banco apresentou-lhes uma solução aparentemente vantajosa: fazer a hipoteca em francos suíços, em vez de zlotys, porque as taxas de juro eram mais baixas e a moeda parecia estável. Quase duas décadas depois, esse tipo de empréstimo tornou-se uma das maiores batalhas judiciais da Europa Central, relata o &#8216;El Confidencial&#8217;.</p>
<p>O caso do casal polaco está longe de ser isolado. Na década de 2000, quase 700 mil famílias na Polónia contrataram hipotecas em francos suíços, atraídas por prestações mensais mais baixas e por uma moeda vista como segura. O problema era o risco cambial: se o franco valorizasse face à moeda local, a dívida e as prestações poderiam disparar.</p>
<p>Foi exatamente isso que aconteceu depois da crise financeira de 2008. Moedas como o zloty polaco e o florim húngaro perderam valor face ao franco suíço, fazendo subir de forma abrupta o custo dos empréstimos. Para muitas famílias, a promessa de uma prestação acessível transformou-se numa dívida muito mais pesada do que aquela que julgavam ter assumido.</p>
<p>Em 2008, um empréstimo em francos suíços tinha uma taxa de juro de cerca de 4,2%, contra 8,16% num empréstimo em zlotys. Segundo dados da Comissão Europeia citados pelo jornal espanhol, isso podia reduzir a prestação mensal de 2.100 zlotys, cerca de 488 euros, para 1.400 zlotys, perto de 325 euros, num crédito de 300 mil zlotys, aproximadamente 70 mil euros.</p>
<p>A diferença parecia decisiva para famílias de classe média que queriam comprar casa. Com prestações mais baixas, os bancos podiam conceder montantes maiores e os clientes conseguiam aceder a imóveis mais caros. Mas muitos mutuários não perceberam que estavam a assumir uma aposta cambial de longo prazo, dependente da evolução do franco suíço.</p>
<p>Anna recorda que contratou o empréstimo em abril de 2008, pouco antes de a taxa de câmbio começar a subir. A dívida inicial equivalia a cerca de 260 mil zlotys, aproximadamente 73 mil euros. As primeiras prestações rondavam 1.100 zlotys, cerca de 259 euros, mas passaram depois para valores entre 1.700 e 1.800 zlotys, perto de 450 euros, numa altura em que o salário médio na Polónia era de cerca de 800 euros.</p>
<p>A valorização do franco foi particularmente dura. A taxa de câmbio passou de 1,96 zlotys por franco suíço em agosto de 2008 para 3,2 em fevereiro de 2009 e 4,29 em janeiro de 2015. A crise financeira e a decisão do Banco Nacional Suíço de deixar de controlar a taxa de câmbio agravaram a situação.</p>
<p>A consequência foi uma avalanche de processos judiciais. Desde a primeira sentença definitiva favorável a um cliente na Polónia, em 2018, milhares de famílias avançaram contra os bancos. Decisões do Tribunal de Justiça da União Europeia deram força aos mutuários, ao reconhecerem a existência de cláusulas abusivas em contratos deste tipo.</p>
<p>Um dos casos mais relevantes chegou ao tribunal europeu em 2019, envolvendo Justyna e Kamil Dziubak, que tinham assinado uma hipoteca de 40 anos no valor de 400 mil zlotys, cerca de 94 mil euros. O tribunal concluiu que o contrato continha cláusulas abusivas e abriu caminho a novas decisões favoráveis aos consumidores.</p>
<p>O impacto nos bancos tem sido pesado. Na Polónia, o custo total desta crise poderá chegar a 100 mil milhões de zlotys, cerca de 23,6 mil milhões de euros, no pior cenário para o setor financeiro, segundo Michał Buszko, vice-diretor do Instituto de Economia e Finanças da Universidade Nicolau Copérnico, em Toruń.</p>
<p>Só no caso do Erste Group, um dos maiores bancos da Europa Central e Oriental, tinham sido proferidas 6.898 sentenças definitivas até 31 de março de 2026 em processos deste tipo. Dessas, 6.692 foram desfavoráveis ao banco. O impacto do risco jurídico no balanço do grupo rondava 4,55 mil milhões de zlotys, aproximadamente mil milhões de euros.</p>
<p>O drama não se limita à Polónia. Hipotecas em francos suíços também se tornaram populares noutros países europeus, incluindo Áustria, Croácia, Eslovénia, Grécia, Hungria e Roménia, bem como Montenegro e Sérvia. Em muitos casos, foram promovidas como empréstimos mais estáveis, baratos e acessíveis.</p>
<p>Na Grécia, onde foram concedidas cerca de 57 mil hipotecas em francos suíços, um dos casos mais conhecidos é o de Nektaria Sakellaropoulos, mãe de dois filhos, que foi convencida pelo banco a converter uma hipoteca de 350 mil euros em francos. Hoje, devido ao efeito cambial, enfrenta uma dívida de 1,1 milhões de euros.</p>
<p>Na Roménia, estes empréstimos também foram apresentados como estando ligados à “moeda mais estável e barata”. A adesão do país à União Europeia, em 2007, reforçou a ideia de que as famílias podiam beneficiar de condições mais favoráveis. Atualmente, cerca de 75 mil pessoas continuam afetadas, com empréstimos associados a 10,7 mil milhões de lei, aproximadamente 2,04 mil milhões de euros.</p>
<p>Alguns países tentaram resolver o problema por via política. Na Hungria, o Governo de Viktor Orbán obrigou os bancos, em 2014, a converterem todos os empréstimos em francos para florins, a uma taxa de câmbio fixada pelo Estado. Na Polónia, pelo contrário, não houve uma conversão sistemática, o que prolongou o conflito nos tribunais.</p>
<p>O caso lembra também as hipotecas multimoeda em Espanha, nomeadamente contratos do Barclays, entretanto integrado no CaixaBank, que foram anulados pelo Supremo Tribunal espanhol por falta de transparência. A diferença é a escala: na Polónia, no final de 2019, ainda havia 451.630 empréstimos em francos suíços por resolver.</p>
<p>Só em 2025, os tribunais polacos receberam 93.500 ações relacionadas com estas hipotecas. Em 2024 tinham sido 123 mil e, em 2023, 124 mil. A dimensão do contencioso mostra que o problema está longe de terminar e que milhares de famílias ainda aguardam decisão judicial.</p>
<p>Para muitos mutuários, o conflito é simples de resumir: procuravam uma casa e aceitaram a solução que o banco lhes apresentou como mais barata e segura. O que descobriram depois foi que a estabilidade prometida dependia de uma moeda estrangeira que não controlavam. A hipoteca que parecia abrir a porta à classe média acabou, para muitos, por se transformar numa armadilha financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777598]]></sapo:autor>
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		<title>TAP avança com emissão de dívida de 300ME com vencimento em 2031</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:15:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A TAP anunciou hoje a intenção de emitir obrigações seniores  no montante total de 300 milhões de euros, com vencimento em 2031.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A TAP anunciou hoje a intenção de emitir obrigações seniores no montante total de 300 milhões de euros, com vencimento em 2031.</p>
<p>Em comunicado, a companhia aérea portuguesa informou que a operação será realizada ao abrigo de uma isenção dos requisitos de registo previstos no Securities Act norte-americano de 1933.</p>
<p>Segundo a TAP, as receitas ilíquidas da emissão deverão ser utilizadas para &#8220;finalidades societárias gerais&#8221;, bem como para suportar as comissões e despesas associadas à operação.</p>
<p>A transportadora sublinhou que não existe garantia de que a oferta venha a ser concluída nem, caso avance, sobre os termos finais da mesma.</p>
<p>A operação destina-se exclusivamente a investidores profissionais e contrapartes elegíveis, estando vedada a investidores de retalho.</p>
<p>No comunicado, a TAP recorda ainda que as obrigações não foram registadas junto da Securities and Exchange Commission (SEC), o regulador dos mercados financeiros dos Estados Unidos, pelo que não poderão ser vendidas naquele país sem autorização ou sem o recurso a uma das exceções previstas na lei.</p>
<p>A companhia acrescenta que o anúncio não constitui uma oferta de venda nem uma solicitação de compra de valores mobiliários, salientando que qualquer oferta estará sujeita às restrições legais aplicáveis em cada jurisdição.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777539]]></sapo:autor>
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		<title>Lipor com resultado positivo de 8,5 milhões de euros após dois anos de prejuízo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:14:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Lipor, associação intermunicipal que gere os resíduos de oito municípios do Grande Porto, apresentou em 2025 resultado líquido positivo de 8,5 milhões de euros, após dois anos no negativo, segundo o relatório integrado consultado pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lipor, associação intermunicipal que gere os resíduos de oito municípios do Grande Porto, apresentou em 2025 resultado líquido positivo de 8,5 milhões de euros, após dois anos no negativo, segundo o relatório integrado consultado pela Lusa.</p>
<p>Segundo o relatório integrado relativo a 2025, divulgado na terça-feira, a Lipor encerrou 2025 com &#8220;um regresso à normalidade da situação económico-financeira&#8221; da associação intermunicipal, depois de resultados negativos em dois anos sucessivos, de 2,9 milhões de euros em 2023 e 4,7 milhões em 2024.</p>
<p>Estes prejuízos são cobertos pelos municípios que integram a associação, pelo que este ano o desempenho próprio permitiu alcançar &#8220;uma capacidade consistente de geração de valor e financiamento do seu crescimento&#8221;.</p>
<p>A alavancar estes resultados está um volume de negócios que, no ano passado, ascendeu a 58,4 milhões de euros, contra 48,2 milhões em 2024, o maior valor em anos, num crescimento de 21,2% face ao período homólogo.</p>
<p>O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) também evoluiu, de 12,6 milhões em 2024 para 14,8 milhões em 2025, ainda que siga aquém dos 16,2 milhões de 2023 e dos 21 milhões de 2022.</p>
<p>A evolução no volume de negócios, pode ler-se no documento, foi sustentada parcialmente pela &#8220;atualização em alta dos valores de contrapartida de retoma dos materiais de embalagem&#8221;, mas também pelo aumento de 1,3%, face a 2024, &#8220;dos quantitativos expedidos para a indústria recicladora&#8221;</p>
<p>De resto, a Lipor apresenta um património líquido de 101,2 milhões de euros e, no relatório, a associação destaca o financiamento externo que foi recebendo, com um investimento total no período compreendido entre 2017 e 2025 que ascende a 37,2 milhões de euros, dos quais cerca de 80% provêm de fundos nacionais e europeus, contra 20% de fundos próprios.</p>
<p>Olhando para a atividade, a Lipor atingiu os 36% de resíduos preparados para reutilização e reciclagem, subindo 5% face a 2024, a caminho da meta definida no Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos 2030, que é de 61% no final da década.</p>
<p>Os resíduos encaminhados para confinamento técnico baixaram 0,9% em 2025 em relação ao período homólogo anterior, subindo ligeiramente as valorizações orgânicas e multimateriais, enquanto a energética baixou 0,8%.</p>
<p>Ao todo, em 2025, foram produzidas cerca de 11.350 toneladas do produto orgânico Nutrimais, mais de 17 milhões de litros de substratos Nutrimais, 92.405 toneladas de resíduos recicláveis e 191.521,99 Mwh (megawatt-hora) de energia produzida.</p>
<p>Fora do tratamento de resíduos, há 296 hectares em processo de renaturalização e o envolvimento estimado de perto de 89 mil cidadãos dos municípios, nas várias atividades que levam a cabo para lá da gestão de resíduos.</p>
<p>Atualmente, são 250 os trabalhadores da associação, destacando-se a percentagem de 48% de mulheres em cargos de gestão e uma taxa de retenção acima de 97%.</p>
<p>Em 2025, nota ainda para a inauguração da Unidade Piloto de Triagem de Têxteis, a primeira do género em Portugal, e a criaçãoi da ENNO-Energias do Norte, uma comunidade energética.</p>
<p>A Lipor, criada em 1982, é composta pelos municípios do Porto, Maia, Matosinhos, Gondomar, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Espinho e Valongo, abrangendo cerca de 10% da população portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777519]]></sapo:autor>
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		<title>Português &#8220;nunca vai ser uma língua oficial&#8221; ONU devido aos custos, revela Rangel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:13:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, declarou hoje, no parlamento, que o português "nunca vai ser uma língua oficial" das Nações Unidas, "como são outras", devido aos custos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, declarou hoje, no parlamento, que o português &#8220;nunca vai ser uma língua oficial&#8221; das Nações Unidas, &#8220;como são outras&#8221;, devido aos custos.</p>
<p>Durante a audição regimental do ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) na Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, o deputado do Livre Rui Tavares questionou o governante sobre o objetivo de o português se tornar uma língua oficial das Nações Unidas até 2030.</p>
<p>Para o deputado &#8211; que parabenizou a eleição de Portugal como membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas &#8211; o facto de o mandato do secretário-geral da organização, António Guterres, estar a terminar faz com que haja uma &#8220;janela de oportunidade que se está a fechar&#8221;.</p>
<p>Como resposta, Rangel declarou que &#8220;o português nunca vai ser língua oficial como são outras, devido aos custos&#8221;.</p>
<p>Concretamente, segundo o chefe da diplomacia, Portugal e o Brasil estão disponíveis para arcar com os custos, mas essa dimensão é enorme e, apesar de já terem avaliado várias opções, não tem sido possível avançar com a ideia.</p>
<p>&#8220;Estamos sempre a analisar como fazer, mas isso nada tem a ver com o facto de o secretário-geral ser português. Do ponto de vista financeiro, é um esforço muito grande e estamos avaliar como poderia ser compensatório&#8221;, esclareceu.</p>
<p>Na cimeira de 2016 de chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em Brasília, no Brasil, foi aprovada uma proposta para que o português se tornasse, até 2030, uma língua oficial das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Essa proposta tem constado também nos programas de Governo do executivo do PSD-CDS-PP desde 2024.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777526]]></sapo:autor>
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		<title>Empresário saudita volta a Portugal para identificar ativos e oportunidades de investimento de norte a sul do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:12:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O empresário saudita Alwalid Albaltan, presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita–Portugal (SPBC), regressa a Portugal entre os dias 18 e 25 de junho para uma agenda intensa de encontros institucionais e empresariais, com o objetivo de reforçar a cooperação económica entre os dois países e identificar novas oportunidades de investimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O empresário saudita Alwalid Albaltan, presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita–Portugal (SPBC), regressa a Portugal entre os dias 18 e 25 de junho para uma agenda intensa de encontros institucionais e empresariais, com o objetivo de reforçar a cooperação económica entre os dois países e identificar novas oportunidades de investimento.</p>
<p>A visita insere-se na estratégia do SPBC de posicionar Portugal como destino atrativo para o investimento privado saudita, ao mesmo tempo que apoia a internacionalização de empresas portuguesas para o mercado da Arábia Saudita. Paralelamente, Alwalid Albaltan pretende aprofundar o conhecimento sobre setores estratégicos da economia nacional e avaliar potenciais projetos de negócio.</p>
<p>Em Lisboa, a agenda inclui reuniões com a Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa e com o Grupo Parlamentar de Amizade Portugal–Arábia Saudita, reforçando o diálogo institucional entre os dois países.</p>
<p>No Norte do país, estão previstos encontros com a Produtech, plataforma dedicada às tecnologias de produção, e com a AIMMAP, além de uma visita ao CATIM, no Porto.</p>
<p>O responsável do SPBC reunirá ainda com a direção da Associação Empresarial de Portugal e com a ANJE, num conjunto de contactos que visam aproximar ecossistemas empresariais e tecnológicos dos dois países.</p>
<p>Está igualmente previsto um encontro dedicado ao setor da moda, no contexto da próxima edição do Portugal Fashion, com o objetivo de preparar a participação de designers sauditas no evento.</p>
<p>Durante a estadia no Porto, será ainda realizado um jantar com empresários de referência da região, promovendo um espaço de networking e identificação de novas oportunidades de cooperação económica.</p>
<p>Ao longo da visita, Alwalid Albaltan terá também reuniões com várias empresas portuguesas, incluindo Revigrés, Grupo ACA, Cuco, Grupo SANA, Tecnimede, LSI Stones, AM Furniture e Adyta, com vista à exploração de parcerias e potenciais investimentos.</p>
<p>“Queremos incentivar o investimento saudita em Portugal e, por outro lado, continuar a atrair empresas para a Arábia Saudita, sejam startups inovadoras ou empresas consolidadas. Portugal apresenta um enorme potencial de negócio, que pretendemos explorar de forma cada vez mais próxima”, sublinha Alwalid Albaltan.</p>
<p>Recorde-se que, em janeiro deste ano, uma delegação saudita visitou Lisboa e o Porto, promovendo contactos institucionais e empresariais que abriram caminho a novas sinergias entre os dois países.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777578]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Montenegro desafia deputados a decidir entre &#8220;ambição&#8221; e &#8220;imobilismo e mediania&#8221; na lei laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[reforma laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro desafiou hoje os deputados a escolherem como querem posicionar-se na votação da proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral, defendendo que a opção é entre "a ambição" ou "o imobilismo e mediania".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro desafiou hoje os deputados a escolherem como querem posicionar-se na votação da proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral, defendendo que a opção é entre &#8220;a ambição&#8221; ou &#8220;o imobilismo e mediania&#8221;.</p>
<p>Luís Montenegro falava na abertura do debate quinzenal no Parlamento, que acontece na véspera da discussão do diploma de alteração do Código do Trabalho, que será votado na sexta-feira e ainda não tem aprovação garantida.</p>
<p>&#8220;Os senhores deputados decidirão de que lado querem estar: se do lado da ambição e valorização do trabalho ou do lado do imobilismo e da mediania&#8221;, desafiou.</p>
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