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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mundial2026: Irão e Nova Zelândia empatam a dois golos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 03:04:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Nova Zelândia e o Irão empataram na segunda-feira a dois golos, num encontro do Grupo G do Mundial de futebol de 2026 em que o conjunto da Oceânia esteve por duas vezes a vencer, em Inglewood.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Nova Zelândia e o Irão empataram na segunda-feira a dois golos, num encontro do Grupo G do Mundial de futebol de 2026 em que o conjunto da Oceânia esteve por duas vezes a vencer, em Inglewood.</P><br />
<P>Elijah Just marcou aos sete e 54 minutos para os neo-zelandeses, que procuravam o primeiro triunfo ao sétimo jogo em Mundiais, enquanto, pelos iranianos, Ramin Rezaeian marcou aos 32 e assistiu Mohammad Mohebbi para o 2-2 final, aos 64.</P><br />
<P>Na classificação do Grupo G, a Nova Zelândia e o Irão ficaram nos dois primeiros lugares, com um ponto e 2-2 em golos, à frente de Bélgica e Egito, que empataram 1-1.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776638]]></sapo:autor>
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		<title>Quase metade das crianças do mundo está exposta a pelo menos três ameaças climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 00:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 1,1 mil milhões de crianças, quase metade da infância mundial, estão expostas a, pelo menos, três ameaças climáticas, que se sobrepõem, e colocam em risco educação, saúde e mesmo a sua sobrevivência, estima a UNICEF.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 1,1 mil milhões de crianças, quase metade da infância mundial, estão expostas a, pelo menos, três ameaças climáticas, que se sobrepõem, e colocam em risco educação, saúde e mesmo a sua sobrevivência, estima a UNICEF. </P><br />
<P>A agência da ONU para a infância disponibiliza hoje no seu &#8216;site&#8217; um relatório &#8211; &#8220;Children&#8217;s Climate Risk Report 2026&#8221; &#8211; que mostra a exposição das crianças às oito ameaças climáticas mais frequentes: inundações costeiras, secas, calor extremo, incêndios, ondas de calor, inundações fluviais, tempestades de areia e poeira e tempestades tropicais.</P><br />
<P>A Unicef apela aos governos para que reduzam as emissões poluentes e reforcem os serviços básicos para fazer face a estes riscos.</P><br />
<P>Segundo a agência da ONU, quase todas as crianças do mundo enfrentam, pelo menos, uma ameaça climática e mais de 4 milhões podem estar expostas a até seis.</P><br />
<P>O relatório detalha os locais e a intensidade das ameaças climáticas que podem afetar as crianças.</P><br />
<P>A combinação de ameaças mais comum é a formada por seca, calor extremo e ondas de calor. Mais de 296 milhões de crianças vivem em zonas do mundo expostas a estas ameaças.</P><br />
<P>A segunda combinação mais frequente &#8212; seca, calor extremo e tempestades tropicais &#8212; afeta mais de 115 milhões de crianças.</P><br />
<P>Em países asiáticos como o Paquistão, Bangladesh ou Mianmar (antiga Birmânia), as crianças enfrentam mais ameaças climáticas simultâneas do que em qualquer outro lugar do mundo e, além disso, de maior intensidade.</P><br />
<P>Na região africana do Sahel, mais de 4 milhões de crianças enfrentam a tripla ameaça de ondas de calor, calor extremo e tempestades de areia e poeira.</P><br />
<P>Os países de rendimento elevado também não escapam a estes problemas. Em Itália, por exemplo, mais de 6 milhões de crianças estão expostas a ondas de calor prolongadas ou a secas.</P><br />
<P>O texto analisa também a exposição das crianças à poluição atmosférica e à malária, dois riscos muito sensíveis aos efeitos das alterações climáticas.</P><br />
<P>A poluição atmosférica afeta quase todas as crianças do mundo, e cerca de mil milhões estão expostas à malária.</P><br />
<P>Segundo a diretora executiva da Unicef, Catherine Russell, esta análise &#8220;pode ajudar os governos e os decisores a planear melhor e a investir de forma mais eficaz&#8221;.</P><br />
<P>A Unicef apela às autoridades para que reduzam as emissões e tomem medidas &#8220;ambiciosas&#8221; para cumprir os compromissos internacionais nesta matéria.</P><br />
<P>Além disso, exige que as instalações educativas e de saúde sejam resistentes aos problemas climáticos, que seja garantida a segurança alimentar das crianças, que sejam reforçados os serviços de água e saneamento e que os sistemas de alerta precoce sejam eficazes.</P><br />
<P>A agência sugere três eixos de atuação para a proteção dos direitos das crianças contra as ameaças climáticas, apelando aos governos, empresas e intervenientes relevantes para que reduzam as emissões e tomem medidas ambiciosas para cumprir os compromissos internacionais existentes, com base nos melhores dados científicos disponíveis, incluindo a eliminação gradual e urgente dos combustíveis fósseis e uma transição justa para as energias renováveis.</P><br />
<P>Surge depois o apelo à proteção das crianças através de uma adaptação climática inclusiva, da redução do risco de catástrofes e de respostas a perdas e danos que priorizem a resiliência dos serviços sociais, garantindo que as crianças e os serviços essenciais para as crianças sejam incluídos nos planos nacionais dessa adaptação.</P><br />
<P>Finalmente, a Unicef apela à capacitação das crianças e jovens para que participem de forma significativa na ação climática, investindo na educação, conhecimentos e competências em matéria de clima, e reforçando a capacidade dos decisores e especialistas para respeitar os direitos das crianças a serem ouvidas, à liberdade de expressão e à participação nas decisões que afetam as suas vidas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776637]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 0,21%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 00:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje a subir, com o principal índice, o Nikkei, a ganhar 147,62 pontos para as 69.464,82 unidades, ou 0,21%, 15 minutos após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje a subir, com o principal índice, o Nikkei, a ganhar 147,62 pontos para as 69.464,82 unidades, ou 0,21%, 15 minutos após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, abriu a subir 0,31%, ganhando 12,51 pontos para os 3.987,09, às 09:16 locais (01:16 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776636]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: &#8216;Leão&#8217; Maxi Araújo salva Uruguai da derrota com Arábia Saudita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 00:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um golo de Maxi Araújo, jogador do Sporting, permitiu na segunda-feira ao Uruguai empatar 1-1 com a Arábia Saudita, em encontro da primeira jornada do Grupo H do Mundial de futebol de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um golo de Maxi Araújo, jogador do Sporting, permitiu na segunda-feira ao Uruguai empatar 1-1 com a Arábia Saudita, em encontro da primeira jornada do Grupo H do Mundial de futebol de 2026.</P><br />
<P>Em Miami Gardens, os sauditas marcaram primeiro, aos 41 minutos, por Abdulelah Al-Amri, mas, aos 80, o jogador &#8216;leonino&#8217; restabeleceu a igualdade, na sua última ação no jogo, já que foi imediatamente substituído.</P><br />
<P>Na classificação do Grupo H, uruguaios e sauditas seguem nos dois primeiros lugares, com um ponto, em igualdade com a campeã europeia em título Espanha e o estreante Cabo Verde, que se &#8216;anularam&#8217; em Atlanta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776634]]></sapo:autor>
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		<title>Exemplar raro do Super Mario Bros para Nintendo ultrapassa os 3 milhões de euros em leilão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 00:02:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma cópia do videojogo Super Mario Bros para a Nintendo (NES) foi vendida em leilão por mais de 3 milhões de euros, sendo considerada "o melhor exemplar conhecido", por possuir um selo brilhante e autocolante intacto na tampa superior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma cópia do videojogo Super Mario Bros para a Nintendo (NES) foi vendida em leilão por mais de 3 milhões de euros, sendo considerada &#8220;o melhor exemplar conhecido&#8221;, por possuir um selo brilhante e autocolante intacto na tampa superior.</P><br />
<P>A Nintendo começou a utilizar uma etiqueta brilhante na tampa superior dos jogos como selo de garantia de uso no início de 1986, após ter utilizado de forma efémera uma etiqueta mate, presente exclusivamente nas cópias de lançamento do mercado de teste da consola em 1985.</P><br />
<P>Quarenta anos depois, este selo em forma de etiqueta tornou-se um símbolo de grande valor para os colecionadores de videojogos, especialmente porque indica que a cópia do título permaneceu intacta e sem ser aberta durante todos estes anos.</P><br />
<P> Na sexta-feira foi vendida em leilão uma cópia do videojogo Super Mario Bros para a consola NES com o cobiçado selo de etiqueta brilhante por 3.750.000 dólares (cerca de 3.230.850 euros à taxa de câmbio atual), tornando-se assim a cópia de um videojogo mais valorizada atualmente.</P><br />
<P>Por ter esta etiqueta colada na tampa superior, foi identificado como um exemplar de segunda produção e, &#8220;sem exemplares de primeira produção conhecidos em estado selado&#8221;, tornou-se &#8220;a cópia selada mais antiga confirmada deste jogo revolucionário&#8221;, sublinhou a casa de leilões responsável pela transação, a Heritage Auctions, no seu &#8216;site&#8217;.</P><br />
<P>Esta cópia é ainda mais exclusiva porque, segundo a casa de leilões, só se conhecem três cópias seladas com etiquetas brilhantes de segunda produção em todo o mundo. </P><br />
<P>Entre estas três cópias, a leiloada é a de &#8220;maior qualidade&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Esta cópia de Super Mario Bros foi fabricada antes de a Nintendo começar a embalar os seus jogos em plástico. </P><br />
<P>Assim, são cópias &#8220;difíceis de encontrar em bom estado&#8221;, dado que passaram 40 anos com as superfícies de cartão expostas e a capa em cor preta, destacou ainda.</P><br />
<P>&#8220;Em muitos aspetos, representa o mais próximo que um colecionador pode estar de possuir o momento exato em que Super Mario Bros transformou os videojogos de consola, passando de uma novidade com dificuldades para se tornar uma parte permanente da história cultura&#8221;, concluiu a casa de leilões.</P><br />
<P>Juntamente com a cópia do jogo, o leilão incluiu uma consola NES Control Deck da edição de lançamento, enquadrada na &#8220;época dos testes de mercado em Los Angeles&#8221;. Esta consola também se encontra na sua caixa e sem uso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776633]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Especialistas de cibersegurança instam Governo Trump a aliviar restrições sobre Anthropic</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:40:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um grupo especialistas em cibersegurança pediu ao Governo norte-americano para revogar as restrições aplicadas aos mais recentes modelos de inteligência artificial (IA) da Anthropic, alertando que o bloqueio pode beneficiar ainda mais os adversários dos EUA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo especialistas em cibersegurança pediu ao Governo norte-americano para revogar as restrições aplicadas aos mais recentes modelos de inteligência artificial (IA) da Anthropic, alertando que o bloqueio pode beneficiar ainda mais os adversários dos EUA.</P><br />
<P>A Anthropic anunciou na sexta-feira que retirou os seus mais recentes modelos de inteligência artificial, conhecidos como Fable 5 e Mythos 5, da Internet para cumprir a diretiva que impede a utilização dos mais recentes modelos de IA por cidadãos estrangeiros. </P><br />
<P>A gigante da IA indicou não acreditar que as medidas tomadas pelo Governo fossem justificadas pela preocupação que este manifestou relativamente a um potencial problema de segurança.</P><br />
<P>E acrescentou que limitou a utilização de algumas das suas tecnologias mais recentes a clientes selecionados, devido à sua capacidade de superar especialistas humanos em cibersegurança na deteção e exploração de vulnerabilidades informáticas. </P><br />
<P>A empresa sediada em São Francisco já tinha mantido conversações com a Casa Branca anteriormente sobre as capacidades dos modelos mais recentes.</P><br />
<P>Na carta de domingo, mais de 100 especialistas em cibersegurança e líderes de empresas como a Adobe e a Nvidia pediram ao Governo dos EUA que levantasse as diretivas de controlo de exportação sobre os modelos da Anthropic e &#8220;se comprometesse com um processo aberto, científico e transparente de gestão das avaliações de risco da IA no futuro&#8221;.</P><br />
<P>A carta refere que, embora os modelos Mythos da Anthropic sejam &#8220;bastante bons&#8221; a encontrar falhas no software e a transformar explorações em armas, &#8220;não são os únicos bons nestas tarefas&#8221; e muitos dos signatários da carta utilizam regularmente outros modelos de base e de código aberto para auditorias de segurança e formação.</P><br />
<P>Os especialistas alertaram que é perigoso retirar as melhores capacidades de ciberdefesa &#8220;sem uma boa razão&#8221; quando os adversários dos Estados Unidos estão a avançar rapidamente.</P><br />
<P>Os modelos da China, segundo a carta, estão &#8220;apenas alguns meses atrás dos melhores modelos americanos&#8221;, e é até provável que o Governo chinês tenha acesso a capacidades privadas para além do que foi divulgado publicamente.</P><br />
<P>Os controlos de exportação marcaram o passo mais significativo do Governo dos EUA até à data para restringir o acesso aos modelos de IA mais avançados. </P><br />
<P>A Anthropic lançou o Fable amplamente na semana passada. Esse modelo é uma versão limitada do Mythos, mais avançado, ao qual a empresa restringiu fortemente o acesso devido a receios de cibersegurança.</P><br />
<P>A diretiva de sexta-feira surgiu 10 dias depois de o Presidente Donald Trump ter assinado um decreto para estabelecer um quadro que permite ao Governo federal avaliar os riscos de segurança nacional dos sistemas de IA mais avançados durante um período de até um mês antes do seu lançamento público. </P><br />
<P>As tensões têm sido elevadas entre a administração Trump e a Anthropic, preocupada com a segurança, que tem procurado estabelecer limites ao desenvolvimento da IA para minimizar quaisquer riscos potenciais e maximizar os seus benefícios económicos e de segurança nacional para os EUA.</P><br />
<P>Após um litígio contratual com o Pentágono, o secretário da Defesa Pete Hegseth procurou declarar a Anthropic como um risco para a cadeia de abastecimento, uma medida sem precedentes contra uma empresa norte-americana que a Anthropic contestou em dois tribunais federais. </P><br />
<P>A empresa afirmou que queria garantias de que o Pentágono não utilizaria a sua tecnologia em armas totalmente autónomas e na vigilância de cidadãos norte-americanos. Hegseth afirmou que a empresa deve permitir quaisquer utilizações que o Pentágono considere legais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776632]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Conselho de Segurança da ONU insta talibãs a terminar repressão a mulheres no Afeganistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:08:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Segurança da ONU aprovou esta noite por unanimidade uma resolução que apela aos talibãs no poder no Afeganistão para que terminem rapidamente a repressão contra as mulheres e combatam os grupos militantes no interior do pais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho de Segurança da ONU aprovou esta noite por unanimidade uma resolução que apela aos talibãs no poder no Afeganistão para que terminem rapidamente a repressão contra as mulheres e combatam os grupos militantes no interior do pais.</P><br />
<P>O embaixador da China na ONU, Fu Cong, cujo país promoveu a resolução, realçou que a esperança é que o Governo afegão &#8220;tome medidas mais proativas para proteger os direitos humanos, especialmente os direitos das mulheres, e projete uma imagem de abertura, inclusão e responsabilidade&#8221;.</P><br />
<P>A resolução prorroga a missão política da ONU no Afeganistão até 17 de junho de 2027 e autoriza-a a apoiar a entrega de ajuda humanitária &#8220;sem discriminação&#8221; e a promover a governação nacional e local &#8220;sem qualquer discriminação com base no sexo, religião ou etnia, com a participação plena, igualitária, significativa e segura das mulheres, (&#8230;) das minorias, dos jovens e das pessoas com deficiência&#8221;.</P><br />
<P>A adoção da resolução surge na sequência da detenção de pelo menos 30 mulheres na cidade ocidental de Herat este mês por alegadamente violarem o rigoroso código de vestuário dos talibãs. </P><br />
<P>Um raro protesto desencadeado após as detenções foi violentamente dispersado pela polícia talibã, que matou a tiro uma pessoa e feriu várias outras, de acordo com a missão da ONU conhecida como UNAMA.</P><br />
<P>Os talibãs governam o Afeganistão desde 2021, na sequência da retirada caótica das forças lideradas pelos EUA, e impuseram uma interpretação rigorosa da lei islâmica, ou Sharia, incluindo restrições severas às mulheres e raparigas, tais como a proibição de educação para além do ensino básico e de muitos empregos. As minorias também foram afetadas.</P><br />
<P>A resolução autoriza a missão da ONU a facilitar as negociações entre o Talibã e os países da região, bem como a comunidade internacional em geral.</P><br />
<P>&#8220;Para que esse processo político seja bem-sucedido, os talibãs devem agir&#8221;, frisou a vice-embaixadora dos EUA, Jennifer Locetta.</P><br />
<P>&#8220;Os talibãs devem cumprir os seus compromissos em matéria de combate ao terrorismo, respeitar as obrigações internacionais do Afeganistão, pôr fim à diplomacia de reféns e cessar os seus abusos inaceitáveis dos direitos humanos das mulheres e das raparigas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O Paquistão acusa o Afeganistão de dar abrigo a militantes que realizam ataques mortíferos no território paquistanês, o que o Talibã nega. </P><br />
<P>Centenas de pessoas foram mortas em combates entre os dois países desde fevereiro, quando o Afeganistão atacou o Paquistão em retaliação aos ataques aéreos paquistaneses no Afeganistão.</P><br />
<P>O embaixador do Paquistão na ONU, Asim Ahmad, apontou que &#8220;a resolução expressa a séria preocupação do Conselho [de Segurança] com a presença de grupos terroristas no Afeganistão, que continuam a constituir uma ameaça à paz e à segurança internacionais&#8221;.</P><br />
<P>A nova resolução autoriza também a UNAMA a promover o desenvolvimento económico do Afeganistão, nomeadamente facilitando a atividade comercial e financeira e apoiando os esforços para devolver os ativos pertencentes ao Banco Central &#8220;em benefício do povo afegão&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776622]]></sapo:autor>
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		<title>RTP mantém liderança nas marcas noticiosas de confiança em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:04:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A RTP manteve a liderança na lista das marcas noticiosas de confiança em Portugal e o Correio da Manhã "é a marca que mais progrediu em termos de confiança", de acordo com o Digital News Report Portugal 2026 (DNRPT26) hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A RTP manteve a liderança na lista das marcas noticiosas de confiança em Portugal e o Correio da Manhã &#8220;é a marca que mais progrediu em termos de confiança&#8221;, de acordo com o Digital News Report Portugal 2026 (DNRPT26) hoje divulgado.</P><br />
<P>Relativamente à confiança de marcas de notícias, &#8220;no topo surge a RTP (79%), seguida do Jornal de Notícias (78%), SIC (77%) e Rádio Renascença (76%)&#8221;, refere o relatório. A Rádio Comercial e Expresso atingem 75% e a RDP Antena 1 e Público situam-se nos 74%. </P><br />
<P>&#8220;Num segundo plano, mas ainda com níveis elevados, aparecem a agência Lusa e a TSF (73%), TVI (72%), Observador (71%) e Notícias ao Minuto (70%)&#8221;, segundo o estudo. </P><br />
<P>Por sua vez, os media locais ou regionais registam 68%.</P><br />
<P>&#8220;Este retrato sugere que, apesar da erosão global da confiança em notícias observada noutras figuras do capítulo, as marcas concretas continuam a beneficiar de reservas reputacionais bastante sólidas&#8221;, segundo do DNRPT26. </P><br />
<P>&#8220;O facto de todas apresentarem maiorias de confiança indica que a relação dos públicos com o sistema noticioso é mais favorável quando se desloca do plano abstrato das &#8216;notícias em geral&#8217; para o plano mais concreto das marcas reconhecidas&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o relatório, o Correio da Manhã &#8220;é a marca que mais progrediu em termos de ganhos de confiança ao longo dos anos, com uma subida de 18,3 pontos percentuais entre o ano inicial da sua presença na lista (2018) e 2026&#8221;. </P><br />
<P>A distância para as restantes marcas é muito expressiva: &#8220;o Observador surge em segundo lugar com +9,1 pontos percentuais [pp], seguido de Notícias ao Minuto (+7,0), TVI (+4,4) e Rádio Renascença (+3,5)&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este dado é particularmente importante porque mostra que posição atual e trajetória evolutiva não coincidem necessariamente: uma marca pode ser aquela que mais reforçou o seu capital reputacional junto dos públicos, mas continuar a ocupar uma posição relativamente baixa na hierarquia da confiança&#8221;, observa o relatório.</P><br />
<P>No oposto, o estudo mostra &#8220;marcas com evolução estagnada ou negativa, como SIC (0,0), agência Lusa (-0,4), TSF (-0,5), RTP (-2,0), Público (-2,2) e Expresso (-2,5)&#8221;. </P><br />
<P>Ou seja, há um mercado em que as marcas tradicionais e institucionais continuam a liderar em confiança, &#8220;mas em que alguns dos maiores ganhos ao longo do tempo ocorreram em marcas de perfil diferente, nomeadamente na marca-mãe do grupo Medialivre [dona do Correio da Manhã]&#8221;. </P><br />
<P>Estas tendências evolutivas &#8220;sugerem que a confiança nas marcas noticiosas em Portugal permanece alta, mas também que o campo reputacional está longe de ser estático, podendo registar reconfigurações significativas mesmo quando a hierarquia global parece relativamente estável&#8221;.</P><br />
<P>Este é o 12.º relatório anual produzido pelo OberCom &#8212; Observatório da Comunicação em parceria com Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ) da Universidade de Oxford.</P><br />
<P>O estudo, que integra dados de 48 mercados e mais de 97.000 inquiridos em todo o mundo, traça um retrato detalhado dos hábitos de consumo de notícias dos portugueses utilizadores de Internet, com amostra nacional representativa de 2.024 respondentes.</P><br />
<P>Os dados foram recolhidos entre 06 de janeiro e 20 de fevereiro de 2026.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776616]]></sapo:autor>
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		<title>Confiança nas notícias obtidas por IA em Portugal é de 24%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:04:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A confiança nas notícias obtidas através de sistemas de inteligência artificial (IA) em Portugal é de 24%, abaixo da atribuída às notícias em geral, de acordo com o Digital News Report Portugal 2026 (DNRPT26) hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A confiança nas notícias obtidas através de sistemas de inteligência artificial (IA) em Portugal é de 24%, abaixo da atribuída às notícias em geral, de acordo com o Digital News Report Portugal 2026 (DNRPT26) hoje divulgado.</P><br />
<P>Pela primeira vez, &#8220;o relatório analisa de forma sistemática o papel dos &#8216;chatbots&#8217; de inteligência artificial na relação dos cidadãos com a informação&#8221;, lê-se no 12.º relatório anual produzido pelo OberCom &#8212; Observatório da Comunicação em parceria com Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ) da Universidade de Oxford.</P><br />
<P>&#8220;A confiança em notícias obtidas através destes sistemas situa-se nos 24%, acima das redes sociais (21%), mas muito abaixo da confiança atribuída às notícias em geral (51%) e aos motores de busca (40%)&#8221;, refere o estudo.</P><br />
<P>O uso de &#8216;chatbots&#8217; &#8220;para fins noticiosos permanece reduzido, sendo utilizado sobretudo para resumir conteúdos, esclarecer dúvidas ou contextualizar informação, e não como substituto direto do jornalismo&#8221;, sendo que os usos &#8220;são coincidentes com tendências de exploração, descoberta e experimentação com a tecnologia&#8221;.</P><br />
<P>Os resultados &#8220;sugerem que a inteligência artificial funciona atualmente mais como camada adicional de mediação do que como alternativa às marcas noticiosas&#8221;.</P><br />
<P>O relatório também indica que os criadores digitais e influenciadores [&#8216;influencers&#8217;] estão a ganhar relevância junto dos mais jovens.</P><br />
<P>&#8220;O estudo identifica igualmente o crescimento da importância dos criadores de conteúdos e influenciadores especializados em informação e atualidade. Entre os utilizadores que os acompanham, estes criadores são frequentemente percecionados como mais acessíveis, mais próximos e mais fáceis de compreender do que os meios tradicionais&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Os media convencionais &#8220;continuam, contudo, a beneficiar de vantagens claras nos indicadores de confiança, imparcialidade e credibilidade&#8221;.</P><br />
<P>Os resultados do estudo &#8220;sugerem não uma substituição do jornalismo, mas uma reorganização do ecossistema informativo, especialmente junto dos públicos mais jovens&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente aos pagamentos por notícias no digital, estes permanecem residuais em Portugal, o que reflete um grande desafio para os media portugueses.</P><br />
<P>&#8220;Apenas 8% dos portugueses afirmam ter pagado por notícias &#8216;online&#8217; durante o último ano, valor que coloca o país entre os mercados europeus com menor propensão para financiar diretamente conteúdos jornalísticos&#8221;, destaca o estudo.</P><br />
<P>Apesar da reduzida dimensão da base de utilizadores, &#8220;os que pagam revelam comportamentos relativamente estáveis, assentes sobretudo em modelos de subscrição contínua&#8221;, remata.</P><br />
<P>O estudo, que integra dados de 48 mercados e mais de 97.000 inquiridos em todo o mundo, traça um retrato detalhado dos hábitos de consumo de notícias dos portugueses utilizadores de Internet, com amostra nacional representativa de 2.024 respondentes. </P><br />
<P>Os dados foram recolhidos entre 06 de janeiro e 20 de fevereiro de 2026.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776615]]></sapo:autor>
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		<title>Audiências estão insatisfeitas com cobertura das grandes notícias globais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:04:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As audiências estão muito insatisfeitas com a cobertura das grandes notícias globais, como inflação ou alterações climáticas, destaca hoje o 15.º relatório do Digital News Report 2026 (DNR2026) do Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As audiências estão muito insatisfeitas com a cobertura das grandes notícias globais, como inflação ou alterações climáticas, destaca hoje o 15.º relatório do Digital News Report 2026 (DNR2026) do Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ).</P><br />
<P>O estudo sublinha que as audiências estão &#8220;amplamente insatisfeitas com a cobertura das grandes notícias globais&#8221;, já que &#8220;a maioria das pessoas&#8221; da amostra global de 48 mercados &#8220;acha que os media não estão a fazer um bom trabalho na cobertura de grandes notícias internacionais, como a inflação, a migração, o segundo mandato de Donald Trump, alterações climáticas e conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o relatório, os consumidores de notícias estão especialmente insatisfeitos &#8220;com a cobertura da imigração, com um número significativamente maior de pessoas (diferença de 11 pontos percentuais) a considerar que os meios de comunicação social estão a fazer um mau trabalho em vez de um bom trabalho ao cobrir o assunto&#8221;. </P><br />
<P>Em países com ambientes mediáticos mais polarizados, &#8220;como o Reino Unido e os EUA, a orientação política revela grandes diferenças de satisfação&#8221;. </P><br />
<P>De acordo com o estudo, &#8220;as pessoas que se deparam com notícias importantes através das plataformas de redes sociais e vídeo tendem a ser mais negativas sobre a forma como os meios de comunicação as estão a cobrir&#8221;.</P><br />
<P>Outro dos destaques do DNR é que &#8220;a maioria das pessoas ainda prefere notícias imparciais&#8221;. </P><br />
<P>As audiências, acrescenta, ainda apoiam a ideia &#8220;de obter notícias de fontes que não têm um ponto de vista específico&#8221;. </P><br />
<P>Segundo o DNR, &#8220;a preferência por este tipo de notícias imparciais desceu três pontos percentuais desde 2020, mas os que dizem preferi-la ainda superam em mais de dois para um os que preferem notícias que partilhem o seu ponto de vista&#8221;.</P><br />
<P>Também &#8220;não se verificou uma grande mudança no sentido da preferência por notícias que partilham o ponto de vista das pessoas: o apoio a estas desceu, de facto, quatro pontos desde 2020, atingindo os 20%&#8221;. </P><br />
<P>Quase metade (45%) dos inquiridos prefere notícias &#8220;que não tomam partido, e uma parcela semelhante (46%) também acredita que consumir notícias que não tomam partido é melhor para os outros na sociedade&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente, aos criadores ou &#8216;influencers&#8217; [influenciadores], estes estão a remodelar a descoberta de notícias, mas não a substituir o jornalismo tradicional.</P><br />
<P>Mais de metade (51%) dos inquiridos a nível global &#8220;afirmam consumir notícias &#8216;online&#8217; de fontes diferentes das redes sociais e redes de vídeo todas as semanas.</P><br />
<P>Entre as pessoas que utilizam criadores focados em notícias, este alcance fora das redes sociais sobe para 60%, em nítido contraste com a ideia de que os criadores estão a retirar tráfego das fontes tradicionais.</P><br />
<P>O inquérito foi realizado nos EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Espanha, Portugal, Irlanda, Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Bélgica, Países Baixos, Suíça, Áustria, Hungria, Sérvia, Eslováquia, República Checa, Polónia, Croácia, Roménia, Bulgária, Grécia, Turquia, Coreia do Sul, Japão, Hong Kong, Índia, Indonésia, Malásia, Filipinas, Taiwan, Tailândia, Singapura, Austrália, Canadá, Brasil, Argentina, Colômbia, Chile, Peru, México, Marrocos, Nigéria, Quénia e África do Sul.</P><br />
<P>A amostra total é 97.520 adultos, com cerca de 2.000 por mercado e o trabalho de campo foi realizado no final de janeiro/início de fevereiro de 2026.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776614]]></sapo:autor>
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		<title>Confiança nas notícias a nível global atinge nível mais baixo em 10 anos &#8211; DNR2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A confiança nas notícias atingiu o nível mais baixo em 10 anos globalmente, segundo a 15.ª edição do Digital News Report 2026 (DNR2026) hoje divulgado, que aponta para um cenário de consumo noticioso mais assente em plataformas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A confiança nas notícias atingiu o nível mais baixo em 10 anos globalmente, segundo a 15.ª edição do Digital News Report 2026 (DNR2026) hoje divulgado, que aponta para um cenário de consumo noticioso mais assente em plataformas.</P><br />
<P>O relatório do Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ) indica que as plataformas digitais ultrapassam os &#8216;publishers&#8217; [editores de media] e estão a tornar-se as principais fontes de notícias globalmente, enquanto a confiança cai globalmente para 37%, &#8220;o nível mais baixo desde que o relatório começou a medir a confiança em 2015&#8221;. </P><br />
<P>Os declínios mais acentuados registam-se nas Filipinas (-10 pontos), Irlanda (-9), Tailândia, Peru e Polónia (todos com -8)&#8221; entre 48 mercados.</P><br />
<P>Nos EUA, &#8220;apenas 25% dizem confiar na maioria das notícias na maior parte do tempo&#8221;, o que &#8220;representa uma queda de cinco pontos em relação a 2025&#8221; e é ainda menor (15%) entre os americanos da direita. </P><br />
<P>Neste mercado, algumas marcas de notícias sofreram grandes quedas na confiança: a CBS News e a Fox News caíram 10 pontos em relação ao ano anterior e a CNN caiu seis.</P><br />
<P>A utilização de chatbots de inteligência artificial (IA) está a crescer: o uso semanal &#8220;aumentou de 7% para 10% globalmente e agora representa uma importante forma adicional de obter notícias&#8221;. A tendência aplica-se essencialmente a grupos etários mais jovens, com uso de 16% entre pessoas com menos de 35 anos.</P><br />
<P>Os que acedem a notícias através de chatbots de IA &#8220;tendem a ser consumidores de notícias altamente engajados&#8221;.</P><br />
<P>Atualmente, mais pessoas acedem a informação nas plataformas digitais do que em sites de notícias e canais de televisão. </P><br />
<P>&#8220;Pela primeira vez, as redes sociais e as redes de vídeo superaram os sites, aplicações e televisões de empresas de media a nível global como a forma mais utilizada para aceder a notícias&#8221;.</P><br />
<P>Estas mudanças &#8220;estão a ocorrer em todas as faixas etárias. Menos pessoas de todas as idades preferem tanto a televisão quanto sites de notícias do que em 2021&#8221;, com a única exceção a ser as pessoas com 55 anos ou mais.</P><br />
<P>Os resultados &#8220;também sugerem que é improvável que o público mais jovem adquira os hábitos de consumo de notícias de seus pais&#8221;, já que mais da metade (56%) dos jovens (18-24 anos) nunca leu um jornal regularmente.</P><br />
<P>As novas audiências estão a migrar para plataformas de vídeo, sendo que 77% da amostra global consome vídeos de notícias online todas as semanas e a maioria agora assiste a vídeos de notícias online em todos os mercados abrangidos pelo relatório. </P><br />
<P>As audiências &#8220;não estão a consumir mais vídeos em sites ou aplicações de notícias, mas sim em plataformas de terceiros, como YouTube, Instagram, TikTok e Facebook&#8221;, lê-se no relatório.</P><br />
<P>Em média, os media viram o consumo de vídeo nos seus sites e aplicações cair cinco pontos percentuais desde 2025 e 10 pontos desde 2021, sendo que os dados &#8220;sugerem que o crescimento do vídeo de notícias online não se resume apenas&#8221; a formatos curtos ou nos telemóveis.</P><br />
<P>Um quarto dos que acompanham notícias no YouTube assistem a vídeos por mais de 20 minutos e um quinto acede esta plataforma para assistir a transmissões ao vivo. As notícias na televisão &#8220;podem estar em declínio&#8221;, mas alguns encontraram um novo papel: um quarto (27%) vê notícias on-demand através de aplicações como o YouTube nas suas &#8216;smart TV&#8217;.</P><br />
<P>O inquérito foi realizado no final de janeiro/início de fevereiro em 48 mercados: EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Espanha, Portugal, Irlanda, Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Bélgica, Países Baixos, Suíça, Áustria, Hungria, Sérvia, Eslováquia, República Checa, Polónia, Croácia, Roménia, Bulgária, Grécia, Turquia, Coreia do Sul, Japão, Hong Kong, Índia, Indonésia, Malásia, Filipinas, Taiwan, Tailândia, Singapura, Austrália, Canadá, Brasil, Argentina, Colômbia, Chile, Peru, México, Marrocos, Nigéria, Quénia e África do Sul. A amostra total é 97.520 adultos, com cerca de 2.000 por mercado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776613]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela: País assina memorando de entendimento com a elétrica americana GE Verno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 22:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Venezuela assinou hoje um memorando de entendimento na área da eletricidade com representantes da empresa norte-americana General Electric (GE) Vernova e da estatal Corporación Eléctrica Nacional (Corpoelec).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Venezuela assinou hoje um memorando de entendimento na área da eletricidade com representantes da empresa norte-americana General Electric (GE) Vernova e da estatal Corporación Eléctrica Nacional (Corpoelec).</P><br />
<P>Num direto no canal Venezolana de Televisión (VTV), Roger Martella, diretor corporativo da GE Vernova, disse que a missão da empresa é permitir que a eletricidade chegue a todos.</P><br />
<P>&#8220;Queremos avançar rápido, que o sistema funcione o melhor possível em poucos meses e acredito que podemos fazê-lo juntos. Já temos um acordo sobre os aspetos técnicos e como podemos avançar rapidamente. Nos próximos 12 meses e mais vamos fortalecer o SEN (Sistema Elétrico Nacional)&#8221;, adiantou Martella, de acordo com tradução simultânea.</P><br />
<P>A 13 de junho a Venezuela assinou um acordo com a multinacional argentina de energia e infraestruturas IMPSA para concluir a central hidroelétrica de Tocoma, no estado de Bolívar, segundo anunciou no dia a Presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez. </P><br />
<P>A parceria visa também avançar com trabalhos no Sistema Elétrico Nacional (SEN), que permitirão acrescentar 2.640 megawatts à capacidade do país, com o objetivo de garantir a estabilidade do fornecimento de eletricidade e impulsionar o crescimento económico, segundo Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>O acordo surge num contexto que a Presidente interina classificou como um &#8220;novo momento político&#8221;, marcado pela abertura ao investimento privado e estrangeiro em setores estratégicos como o petróleo, a mineração e a eletricidade, após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro.</P><br />
<P>O Governo venezuelano criou recentemente uma comissão encarregada de selecionar empreiteiros para o setor elétrico, uma área controlada pelo Estado e em crise há vários anos, que a administração de Delcy Rodríguez pretende recuperar com investimento privado e estrangeiro.</P><br />
<P>Um decreto assinado pelo ministro da Energia Elétrica, Rolando Alcalá, e publicado na Gaceta Oficial 43.385 estabelece a criação permanente do grupo, responsável pelos procedimentos de seleção de empreiteiros para obras, aquisição de bens ou prestação de serviços no setor.</P><br />
<P>A Venezuela regista diariamente falhas no fornecimento de eletricidade, sobretudo em regiões afastadas de Caracas. O chavismo atribui estas falhas às sanções estrangeiras, principalmente norte-americanas, enquanto a oposição e especialistas apontam para corrupção e falta de manutenção, entre outros fatores.</P><br />
<P>Em 02 de junho, a Assembleia Nacional aprovou um projeto de reforma da Lei Orgânica do Sistema e Serviço Elétrico, destinado a incentivar o investimento privado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776610]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Queda de bombardeiro B-52 nos EUA faz 8 mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 22:48:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Força Aérea norte-americana informou hoje que não deverá haver sobreviventes entre os oito tripulantes de um bombardeiro B-52 que caiu no estado da Califórnia (sudoeste), pouco depois de levantar voo de uma base.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Força Aérea norte-americana informou hoje que não deverá haver sobreviventes entre os oito tripulantes de um bombardeiro B-52 que caiu no estado da Califórnia (sudoeste), pouco depois de levantar voo de uma base.</P><br />
<P>&#8220;Um bombardeiro B-52 Stratofortress da Força Aérea, transportando oito pessoas numa missão de teste de rotina, despenhou-se hoje pouco depois da descolagem, às 11h20 (hora local). Os indícios iniciais sugerem que não há sobreviventes&#8221;, afirmou a Base Aérea de Edwards em comunicado. </P><br />
<P>O Boeing B-52 Stratofortress, normalmente tripulado por cinco pessoas, é um bombardeiro de longo alcance que entrou ao serviço em 1955. </P><br />
<P>Concebido para transportar armas convencionais e nucleares, foi utilizado em conflitos desde a Guerra do Vietname até às recentes operações no Médio Oriente.</P><br />
<P>Edwards, a vasta base no deserto de Mojave, onde Chuck Yeager quebrou a barreira do som em 1947, fica a cerca de 161 km a norte de Los Angeles.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776609]]></sapo:autor>
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		<title>Nvidia vai estrear-se na emissão de dívida a cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 22:37:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Nvidia anunciou hoje que vai fazer a sua primeira colocação de dívida a cinco anos, reforçando a tendência de emissão de obrigações pelas empresas do setor da inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Nvidia anunciou hoje que vai fazer a sua primeira colocação de dívida a cinco anos, reforçando a tendência de emissão de obrigações pelas empresas do setor da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A empresa entregou a documentação à Comissão de Mercado e Valores (SEC, na sigla em Inglês) com o seu plano de emissão de dívida, mas não especificou o montante, que, não obstante, a CNBC quantificou no mínimo de 20 mil milhões de dólares, citando fontes anónimas.</P><br />
<P>&#8220;Pretendemos usar os fundos em fins empresariais em geral, incluindo amortização e refinanciamento dos títulos em circulação&#8221;, segundo a empresa. </P><br />
<P>A Nvidia tem em circulação notas promissórias de 8,5 mil milhões de dólares, cujo refinanciamento pode ser &#8220;diferente ou menos favorável&#8221;, admitiu. </P><br />
<P>A última vez que a Nvidia emitiu obrigações foi em 2021, adiantou a CNBC.</P><br />
<P>A fabricante de semicondutores para a IA soma-se assim a outras tecnológicas que recorreram a esta forma de financiamento nos últimos meses, como Alphabet, Meta e Amazon, em paralelo ao elevado investimento no desenvolvimento desta tecnologia. </P><br />
<P>As chamadas &#8216;Big Tech&#8217;, que apresentam também as maiores capitalizações bolsistas, planeiam investir 650 mil milhões de dólares só em 2026, segundo os seus mais recentes relatórios trimestrais. </P><br />
<P>O Banco de Pagamentos Internacionais informou em março que as &#8216;Big Tech&#8217; emitiram dívida de cem mil milhões de dólares em 2025, com prazos acima de cinco anos, na sua maioria. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776608]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em alta e com recorde do Dow graças a acordo de paz e SpaceX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:43:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta e com recorde do Dow, graças ao acordo de paz entre EUA e Irão, que, pelo contrário, derrubou a cotação do petróleo, com a prevista normalização do tráfego no Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta e com recorde do Dow, graças ao acordo de paz entre EUA e Irão, que, pelo contrário, derrubou a cotação do petróleo, com a prevista normalização do tráfego no Estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average subiu 0,92%, para uns inéditos 51.671 pontos, ao pão que o tecnológico Nasdaq progrediu 3,07% e o alargado S&amp;P500 ganhou 1,65%.</P><br />
<P>No domingo, EUA e Irão informaram que a existência de um acordo, ao fim de várias semanas de negociação, sendo esperado que a assinatura de um memorando de entendimento se realize na sexta-feira, na Suíça.</P><br />
<P>Já hoje, Donald Trump afirmou, antes da abertura da reunião do G7, em Evian, na França, que o Estreito de Ormuz está parcialmente aberto e que o deve estar na totalidade na sexta-feira, quando acabar o trabalho de desminagem. </P><br />
<P>Por outro lado, soube-se que as reservas de petróleo estratégicas dos EUA estão em mínimos de 40 ano, nos 340,3 milhões de barris e que baixou a expectativa dos investidores quanto a uma subida da taxa de juro pela Reserva Federal. </P><br />
<P>O ambiente de otimismo refletiu-se na bolsa, ilustrado em particular pelo desempenho da SpaceX, que efchou o día com uma valorização de 20%, depois de na sexta-feira ter protagonizado a maior introdução em bolsa da história. </P><br />
<P>Para mais, esta empresa aeroespacial e da inteligência artificial, de Elon Musk, divulgou a captação de fundos com aquela introdução atingiu os 85,7 mil milhões de dólares, uma vez que o sindicato financeiro que promoveu a operação colocou mais ações à venda, dada a sua alta procura. </P><br />
<P>O entusiasmo com esta tecnológica estendeu-se a outras, casos de Micron (10,8%), AMD (7%), Oracle (4,6%), Qalcomm (4,3%), Nvidia (3,5%) e Intel (2,6%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776606]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Hamas espera que acordo EUA-Irão termine ataques israelitas em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Hamas mostrou-se hoje satisfeito com o acordo entre EUA e Irão, e manifestou o desejo de que o entendimento ajude a pôr fim aos ataques israelitas contra a Faixa de Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Hamas mostrou-se hoje satisfeito com o acordo entre EUA e Irão, e manifestou o desejo de que o entendimento ajude a pôr fim aos ataques israelitas contra a Faixa de Gaza.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos que este acordo sirva como um passo para contribuir para a estabilidade regional e tenha um impacto positivo em diversas questões regionais, principalmente no cessar imediato da agressão sionista contra o povo palestiniano na Faixa de Gaza e no fim dos repetidos ataques e violações contra o Líbano&#8221;, destacou o movimento islamita palestiniano em comunicado.</P><br />
<P>O Hamas acrescentou que a segurança e a estabilidade na região não serão alcançadas enquanto Israel &#8220;continuar a sua guerra de genocídio, fome e deslocamento forçado&#8221; do povo palestiniano.</P><br />
<P>O movimento palestiniano frisou também que é necessário abordar o que descreveu como as &#8220;verdadeiras raízes do conflito&#8221;, enumerando a ocupação e a negação dos direitos legítimos dos palestinianos.</P><br />
<P>O acordo para o fim das hostilidades entre EUA e Irão, que será assinado na sexta-feira na Suíça após ter sido rubricado virtualmente no domingo, segundo o vice-presidente norte-americano, JD Vance, é o início de uma negociação nuclear que se prevê longa.</P><br />
<P>Segundo a versão iraniana, os Estados Unidos libertarão 12 mil milhões de dólares bloqueados em bancos estrangeiros e permitirão ao país vender o seu petróleo sem limitações, algo não confirmado por Washington.</P><br />
<P>O texto do acordo para pôr fim ao conflito e desbloquear o estreito de Ormuz será divulgado nas próximas 24 ou 48 horas, segundo um alto funcionário do Governo norte-americano liderado por Donald Trump.</P></p>
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		<title>Mundial2026: Bélgica arranca com empate frente ao Egito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 21:07:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Bélgica, a cumprir a sua 15.ª participação e quarta consecutiva, não foi além de um empate 1-1 frente ao Egito, no jogo inugural do Grupo G do Campeonato do Mundo de futebol, disputado em Seattle.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Bélgica, a cumprir a sua 15.ª participação e quarta consecutiva, não foi além de um empate 1-1 frente ao Egito, no jogo inugural do Grupo G do Campeonato do Mundo de futebol, disputado em Seattle. </P><br />
<P>Os egípcios, a disputarem o seu quarto mundial e liderados por Mohamed Salah, adiantaram-se aos 20 minutos, por Emam Ashour, mas os belgas igualaram na segunda metade, aos 66, com um golo na própria baliza de Mohamed Hany, ao tentar evitar que a bola chegasse a Lukaku.</P><br />
<P>Belgas e egípcios estão assim provisoriamente na frente do Grupo, com um ponto, numa primeira jornada que encerra com o Irão-Nova Zelândia, às 02:00 portuguesas do dia 16, em Los Angeles.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776604]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Netanyahu admite discordar de Trump tal como ocorre &#8220;nas melhores famílias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:31:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, realçou hoje que conhece o Presidente norte-americano, Donald Trump, há muitos anos e que, concordam e discordam em diversas ocasiões, tal como acontece "até nas melhores famílias".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, realçou hoje que conhece o Presidente norte-americano, Donald Trump, há muitos anos e que, concordam e discordam em diversas ocasiões, tal como acontece &#8220;até nas melhores famílias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A relação entre parceiros que se conhecem bem implica estar de acordo em muitas coisas e, por vezes, discordar. Isso acontece mesmo nas melhores famílias&#8221;, sublinhou Netanyahu na sua primeira conferência de imprensa após o anúncio do acordo entre os Estados Unidos e o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Nos Estados Unidos dizem que o presidente Trump faz tudo o que eu lhe peço, e em Israel dizem o contrário&#8221;, referiu, acrescentando que &#8220;isso não é verdade&#8221;.</P><br />
<P>O governante israelita realçou que o Presidente norte-americano envolveu o seu Exército para lutarem juntos contra o seu &#8220;inimigo comum&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isto é admirável. Respeito-o&#8221;, destacou ainda, sobre a atuação de Trump no Irão, embora tenha acrescentado que ainda não sabe qual é o conteúdo do acordo anunciado e que se prevê assinar esta sexta-feira.</P><br />
<P>As suas declarações surgem na sequência das palavras de Trump sobre Netanyahu nas últimas semanas, classificando-o de &#8220;pessoa difícil&#8221; e de &#8220;louco&#8221;, e sugerindo-lhe que se mostrasse mais grato pelo apoio norte-americano.</P><br />
<P>O acordo preliminar, que deverá ser assinado na sexta-feira, prolonga por 60 dias o cessar-fogo em vigor desde 8 de abril e estabelece um quadro negocial para futuras negociações sobre o acordo nuclear.</P><br />
<P>Os compromissos garantem a reabertura do estreito de Ormuz e um levantamento progressivo das sanções sobre Teerão.</P><br />
<P>Ainda assim, Netanyahu assegurou que &#8220;a luta ainda não terminou&#8221; e que Israel permanecerá &#8220;em alerta&#8221; e determinado a atacar, se necessário, não só o Irão, mas qualquer um daqueles que descreveu como seus aliados no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Atacámos de uma forma sem precedentes. Fizemo-lo em Gaza, no Líbano, na Síria, no Iémen, nos campos de refugiados na Judeia e Samaria, fizemo-lo em todo o lado&#8221;, disse o chefe do Governo israelita sobre as ofensivas de guerra que Israel tem travado desde o final de 2023, que causaram 73.000 mortes em Gaza.</P><br />
<P>Benjamin Netanyahu insistiu ainda que o Exército israelita permanecerá em Gaza, Líbano e Síria &#8220;pelo tempo que for necessário&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estabelecemos grandes zonas de segurança em redor de Israel. Já o fizemos em Gaza, Líbano e Síria. Quero deixar claro: permaneceremos nestas zonas seguras pelo tempo que for preciso para proteger o nosso país&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776603]]></sapo:autor>
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		<title>Bombardeiro B-52 despenha-se após descolagem de base militar dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:20:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um bombardeiro norte-americano B-52 despenhou-se hoje pouco depois de levantar voo de uma base da Força Aérea no deserto de Mojave, no estado da Califórnia (sudoeste), informaram as Forças Armadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um bombardeiro norte-americano B-52 despenhou-se hoje pouco depois de levantar voo de uma base da Força Aérea no deserto de Mojave, no estado da Califórnia (sudoeste), informaram as Forças Armadas.</P><br />
<P>As equipas de emergência foram acionadas na Base Aérea de Edwards após a aeronave se ter despenhado, ao final da manhã, informou o Exército na plataforma X. </P><br />
<P>As autoridades não deram informações sobre feridos.</P><br />
<P>O Boeing B-52 Stratofortress, normalmente tripulado por cinco pessoas, é um bombardeiro de longo alcance que entrou ao serviço em 1955. </P><br />
<P>Concebido para transportar armas convencionais e nucleares, foi utilizado em conflitos desde a Guerra do Vietname até às recentes operações no Médio Oriente.</P><br />
<P>Edwards, a vasta base desértica onde Chuck Yeager quebrou a barreira do som em 1947, fica a cerca de 161 km a norte de Los Angeles.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776602]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Hezbollah diz ter &#8220;repelido&#8221; uma força israelita no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:14:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Hezbollah pró iraniano disse hoje ter "repelido" uma força israelita que tentava "avançar" no sul do Líbano, apesar do acordo anunciado entre Washington e Teerão que deveria pôr fim à guerra regional, incluindo no Líbano, segundo o Irão.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Hezbollah pró iraniano disse hoje ter &#8220;repelido&#8221; uma força israelita que tentava &#8220;avançar&#8221; no sul do Líbano, apesar do acordo anunciado entre Washington e Teerão que deveria pôr fim à guerra regional, incluindo no Líbano, segundo o Irão.  </P><br />
<P>Combatentes do grupo pró-iraniano &#8220;bloquearam (&#8230;) com foguetes e drones&#8221; uma força israelita, &#8220;composta por uma escavadora e dois tanques Merkava&#8221;, que &#8220;avançava&#8221; nos arredores de Kfartebnit, perto da cidade de Nabatié, segundo um comunicado do Hezbollah.  </P><br />
<P>Antes, um drone israelita tinha atingido um carro na mesma localidade, &#8220;matando o condutor&#8221;, informou a Agência Nacional de Informação do Líbano, o que constitui o primeiro ataque mortal desde o anúncio do mais recente acordo para a paz.  </P><br />
<P>O canal de televisão iraniano Press TV anunciou na rede social X que um dos seus jornalistas tinha sido ferido por um ataque de drone israelita no sul do Líbano.  </P><br />
<P>O conteúdo do acordo entre o Irão e os Estados Unidos não foi tornado público. </P><br />
<P>Uma fonte oficial libanesa disse à agência de notícias francesa AFP que o seu país não tinha sido informado até agora dos termos do acordo, nem do momento da entrada em vigor de um cessar-fogo na guerra entre o Hezbollah pró-iraniano e Israel.  </P><br />
<P>No entanto, o Irão e o Paquistão, mediador chave das negociações, anunciaram que o texto prevê o fim da guerra em todas as frentes, incluindo no Líbano, onde o Hezbollah pró-iraniano e Israel se confrontam desde 2 de março.</P><br />
<P>O Presidente libanês, Joseph Aoun, transmitiu hoje às autoridades iranianas que a estabilidade, segurança e soberania do Líbano são &#8220;uma prioridade nacional&#8221; após o acordo entre os Estados Unidos e Irão para terminar a guerra, que saudou.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente sublinhou que a estabilidade, segurança e soberania do Líbano continuam a ser uma prioridade nacional&#8221;, disse Aoun ao ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, num telefonema, segundo um comunicado da presidência libanesa.</P><br />
<P>Por sua vez, Araghchi respondeu com o desejo de que &#8220;todas as partes respeitem a soberania e a integridade territorial do Líbano&#8221;, indicou a mesma nota.</P><br />
<P>O apelo surgiu pouco após um alto responsável da administração do Presidente dos EUA, Donald Trump, ter dito aos jornalistas, sob condição de anonimato, que a retirada das tropas israelitas do Líbano não é uma condição incluída no memorando entre Washington e Teerão.</P><br />
<P>A fonte explicou que o acordo &#8220;é um cessar-fogo&#8221;, por isso &#8220;se o Irão não conseguir controlar&#8221; o grupo xiita libanês Hezbollah &#8211; aliado do Irão &#8211; para parar os seus ataques a Israel e às suas tropas, o Estado judeu &#8220;terá o direito de se defender e responder&#8221;.</P><br />
<P>Israel ocupa grandes áreas do sul do Líbano e continua a bombardear o país apesar do anúncio do acordo.</P><br />
<P>O acordo, mediado pelo Paquistão, estipula a cessação das hostilidades em todas as frentes, incluindo o Líbano, onde Israel mantém uma ofensiva em resposta aos ataques do Hezbollah.</P><br />
<P>Por seu lado, o chefe da diplomacia iraniana anunciou ter transmitido ao Presidente libanês e ao presidente do parlamento do Líbano, Nabih Berri, os detalhes do acordo alcançado entre o Irão e os Estados Unidos, em particular os pontos relacionados com o Líbano.</P><br />
<P>Desde o início das hostilidades entre Israel e o movimento xiita libanês Hezbollah, apoiado por Teerão, a 2 de março, como parte da guerra lançada pelos EUA e Israel contra o Irão, cerca de 3.800 pessoas foram mortas só no Líbano por ataques israelitas, que também forçaram mais de um milhão de pessoas a fugir das suas casas. </P><br />
<P> </P><br />
<P>  </P><br />
<P>ATR // RBF</P><br />
<P>Lusa/ Fim</P></p>
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