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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>EUA e Irão iniciam hoje negociações na Suíça após assinatura histórica de memorando de entendimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 05:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos e o Irão dão esta sexta-feira início às primeiras negociações formais sobre a implementação do acordo de paz recentemente alcançado entre os dois países, num encontro agendado para Bürgenstock, nas proximidades de Lucerna, na Suíça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos e o Irão dão esta sexta-feira início às primeiras negociações formais sobre a implementação do acordo de paz recentemente alcançado entre os dois países, num encontro agendado para Bürgenstock, nas proximidades de Lucerna, na Suíça. A reunião acontece apesar de o memorando de entendimento já ter sido formalmente assinado esta semana, numa evolução que pretende agora transformar os compromissos políticos assumidos em medidas concretas de aplicação.</p>
<p>A confirmação foi feita pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros suíço, que esclareceu a continuidade dos trabalhos diplomáticos depois de terem surgido dúvidas sobre a necessidade da reunião. Segundo as autoridades suíças, Estados Unidos e Irão, acompanhados pelos mediadores do Paquistão e do Catar, mantêm o encontro marcado para dar início às negociações técnicas relacionadas com a execução do acordo alcançado após mais de três meses de conflito.</p>
<p>A incerteza surgiu depois de Washington e Teerão terem anunciado, na quarta-feira, a formalização do memorando de entendimento que estabelece as bases para o fim da guerra iniciada a 28 de fevereiro. Inicialmente, a reunião na Suíça tinha sido apresentada como o momento da assinatura formal do acordo, mas os acontecimentos acabaram por acelerar-se, com o documento a ser assinado antes da data prevista.</p>
<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou entretanto a assinatura do memorando durante a sua deslocação a França, onde participou em encontros internacionais no Palácio de Versalhes. Antes da formalização do acordo, Trump tinha admitido que o texto poderia ser assinado “talvez” na quinta-feira ou na sexta-feira, mas o processo acabou por ser concluído antecipadamente.</p>
<p>Apesar do avanço diplomático, o líder norte-americano deixou também um aviso dirigido a Teerão. Durante a cimeira do G7 realizada em França, Trump afirmou que, caso os iranianos não cumpram os compromissos assumidos, os Estados Unidos poderão voltar a recorrer à força militar. “Se os iranianos não se comportarem, começaremos a lançar bombas diretamente sobre as suas cabeças outra vez”, declarou.</p>
<p>Também o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, confirmou a realização do encontro desta sexta-feira num hotel de luxo situado em Bürgenstock, uma zona montanhosa com vista para o Lago Lucerna. O governante paquistanês descreveu a reunião como um momento destinado a “comemorar este acontecimento histórico e dar início às discussões técnicas”, numa referência ao papel desempenhado por Islamabad e Doha na mediação entre as duas partes.</p>
<p>As negociações surgem depois de um conflito que provocou milhares de mortos, gerou instabilidade em todo o Médio Oriente e teve impacto significativo na economia mundial. A guerra começou a 28 de fevereiro, após um ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, desencadeando meses de confrontos militares e tensões diplomáticas.</p>
<p>O memorando de entendimento agora assinado prevê um conjunto de compromissos de grande alcance. De acordo com o texto divulgado pelas autoridades norte-americanas, Teerão aceitou reduzir as suas reservas de urânio altamente enriquecido sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), um dos principais pontos exigidos por Washington ao longo das negociações.</p>
<p>Em contrapartida, os Estados Unidos comprometeram-se a facilitar a criação de um fundo avaliado em 300 mil milhões de dólares, cerca de 260 mil milhões de euros, destinado à reconstrução e ao desenvolvimento económico do Irão. O acordo contempla ainda a possibilidade de Teerão retomar as exportações de petróleo, uma medida considerada fundamental para a recuperação da economia iraniana.</p>
<p>Outro dos pontos centrais estabelece que todas as sanções norte-americanas contra o Irão poderão ser suspensas caso seja alcançado um acordo definitivo durante os próximos 60 dias de negociações. Esse período será agora decisivo para transformar o memorando preliminar num tratado de paz final, definindo mecanismos de supervisão, calendários de implementação e garantias de cumprimento para ambas as partes.</p>
<p>A reunião desta sexta-feira na Suíça marca assim o início de uma nova fase do processo diplomático. Depois da assinatura do memorando que pôs fim às hostilidades, Washington e Teerão enfrentam agora o desafio de converter os princípios acordados num entendimento definitivo capaz de estabilizar a região e evitar o regresso do conflito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_776283]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Vinte e três concelhos de cinco distritos em perigo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 05:40:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Vinte e três concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Vinte e três concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Em perigo máximo de incêndio estão os concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro (Bragança), Fundão, Castelo Branco, Oleiros, Sertã, Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão, Vila de Rei (Castelo Branco), Sardoal, Tomar, Abrantes, Constância, Vila Nova da Barquinha, Mação (Santarém), Gavião, Nisa, Castelo de Vide, Portalegre, Marvão (Portalegre), Loulé, São Brás de Alportel e Tavira (Faro).</P><br />
<P>O perigo de incêndio rural vai agravar no fim de semana, com mais regiões em perigo máximo e muito elevado.</P><br />
<P>Este perigo, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P><br />
<P>A previsão meteorológica do IPMA aponta para uma subida de temperatura a partir do fim de semana, com probabilidade de um período de tempo quente com valores da temperatura máxima da ordem dos 40 graus em algumas regiões do território do continente.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas também irão registar valores da ordem dos 20 graus ou superior em vários locais.</P><br />
<P>Na quinta-feira, o ministro da Administração Interna apelou a que sejam evitados comportamentos de risco de incêndio devido às elevadas temperaturas previstas para os próximo dias.</P><br />
<P>Numa conferência de imprensa na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em Oeiras, Luís Neves sublinhou que os próximos dias podem vir a ter condições meteorológicas &#8220;terríveis para este momento&#8221;, com temperaturas entre 30 e 40 graus ou até superiores eventualmente no interior do país e no Alentejo, com humidade muito baixa e ventos entre os 30 e os 40 quilómetros por hora.</P><br />
<P>Segundo o ministro, há comportamentos que não se devem ter como a utilização de maquinaria como roçadoras de discos e determinados equipamentos agrícolas, realização de queimas e queimadas e a utilização de fogos-de-artifício em festas tradicionais, incluindo balões de mecha acesa durante as festividades do São João, que se realizam na próxima semana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778598]]></sapo:autor>
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		<title>Ormuz deverá reabrir totalmente esta sexta-feira com início de acordo entre EUA e Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 05:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estreito de Ormuz, uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e mercadorias, inicia esta sexta-feira um processo de reabertura na sequência do memorando de entendimento assinado entre os Estados Unidos e o Irão para pôr termo ao conflito que começou a 28 de fevereiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estreito de Ormuz, uma das mais importantes rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo e mercadorias, inicia esta sexta-feira um processo de reabertura na sequência do memorando de entendimento assinado entre os Estados Unidos e o Irão para pôr termo ao conflito que começou a 28 de fevereiro. A entrada em vigor do acordo foi confirmada pelo primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, principal mediador das negociações entre Washington e Teerão.</p>
<p>Segundo Sharif, o protocolo produz efeitos imediatos e prevê que a República Islâmica do Irão reabra sem demora o Estreito de Ormuz, enquanto os Estados Unidos iniciam de forma imediata o levantamento do bloqueio naval imposto aos portos iranianos. Numa publicação na rede social X, o governante paquistanês escreveu que o acordo &#8220;entrará em vigor com efeito imediato&#8221; e que, numa primeira fase, &#8220;a República Islâmica do Irão reabrirá sem demora o Estreito de Ormuz e os Estados Unidos da América levantarão imediatamente o bloqueio naval&#8221;.</p>
<p>A expectativa de uma reabertura rápida da estratégica passagem marítima foi também reforçada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, que já tinha afirmado que o Estreito de Ormuz estaria totalmente reaberto à navegação até esta sexta-feira.</p>
<p>Contudo, o próprio texto do memorando revela que a normalização completa do tráfego marítimo poderá não ser imediata. O documento estabelece que a circulação de navios comerciais terá início logo após a entrada em vigor do acordo, mas refere igualmente que o restabelecimento total da navegação dependerá da conclusão das operações de desminagem do estreito.</p>
<p>De acordo com o memorando, o Irão compromete-se a garantir gratuitamente a segurança da passagem de navios comerciais entre o Golfo Pérsico e o Mar de Omã durante um período inicial de 60 dias. O texto especifica que &#8220;o tráfego de navios comerciais terá início imediatamente&#8221; e acrescenta que será &#8220;totalmente restabelecido no prazo de 30 dias, assim que o Estreito de Ormuz for desminado&#8221;.</p>
<p>Assim, embora a reabertura operacional arranque esta sexta-feira, a plena normalização da circulação marítima poderá prolongar-se durante várias semanas. À luz das condições previstas no acordo, a totalidade do tráfego comercial só deverá regressar aos níveis normais após a conclusão das operações de segurança e remoção de minas, um processo que o memorando estima poder durar até 30 dias.</p>
<p><strong>Cerimónia na Suíça marca início da fase técnica</strong><br />
Apesar de o memorando já ter sido formalizado pelos presidentes Donald Trump e Massoud Pezeshkian, continua prevista para esta sexta-feira uma cerimónia na Suíça. Segundo Shehbaz Sharif, o encontro servirá para &#8220;comemorar este acontecimento marcante e dar início às discussões técnicas&#8221;.</p>
<p>O evento deverá decorrer em Bürgenstock, perto de Lucerna, embora fontes iranianas e norte-americanas tenham sugerido nos últimos dias que a reunião perdeu parte da relevância inicial após a assinatura antecipada do acordo.</p>
<p>O memorando foi anunciado por Trump após um jantar oficial oferecido pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, no Palácio de Versalhes. Segundo Sharif, o documento foi assinado eletronicamente e à distância pelos líderes dos dois países.</p>
<p><strong>O que prevê o acordo entre Washington e Teerão</strong><br />
O entendimento alcançado estabelece uma cessação imediata e permanente das operações militares em todas as frentes do conflito, incluindo no Líbano. As partes comprometem-se igualmente a não iniciar novas ações militares nem recorrer à ameaça ou ao uso da força.</p>
<p>O documento fixa um prazo máximo de 60 dias para a negociação do acordo final de paz, podendo esse período ser prolongado por mútuo consentimento.</p>
<p>Do lado norte-americano, o compromisso inclui o início imediato do levantamento do bloqueio aos portos iranianos, processo que deverá ficar concluído no prazo de 30 dias. Washington compromete-se ainda a retirar as suas forças das imediações do território iraniano nos 30 dias seguintes à assinatura do acordo final.</p>
<p>Além disso, os Estados Unidos prometem facilitar um plano de reconstrução e desenvolvimento económico do Irão avaliado em, pelo menos, 300 mil milhões de dólares, equivalente a cerca de 260,4 mil milhões de euros.</p>
<p>O memorando prevê também o levantamento progressivo das sanções impostas ao Irão, bem como a disponibilização dos fundos e ativos iranianos congelados ou sujeitos a restrições internacionais. Enquanto esse processo decorre, o Departamento do Tesouro norte-americano concederá derrogações para permitir a exportação de petróleo iraniano e a realização dos serviços associados, incluindo operações bancárias, seguros e transportes.</p>
<p><strong>Questão nuclear continua em negociação</strong><br />
Na vertente nuclear, Teerão reafirma o compromisso de não desenvolver nem adquirir armas nucleares. O futuro do urânio enriquecido ficará dependente de um mecanismo a negociar entre as duas partes durante os próximos 60 dias.</p>
<p>Até à conclusão do acordo definitivo, o Irão manterá o atual estado do seu programa nuclear e os Estados Unidos comprometem-se a não aplicar novas sanções nem a reforçar a presença militar na região.</p>
<p>O acordo final deverá posteriormente ser submetido à ratificação através de uma resolução vinculativa do Conselho de Segurança das Nações Unidas.</p>
<p>Depois de mais de três meses de conflito, milhares de mortos e forte impacto na economia mundial, a reabertura gradual do Estreito de Ormuz representa um dos primeiros efeitos concretos do entendimento alcançado entre Washington e Teerão, numa região por onde passa uma parte significativa do comércio energético global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778182]]></sapo:autor>
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		<title>Calor extremo chega este fim de semana: temperaturas podem disparar até aos 43ºC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 05:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra esta sexta-feira num período de calor cada vez mais intenso que deverá marcar o fim de semana e prolongar-se ao longo da próxima semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta sexta-feira num período de calor cada vez mais intenso que deverá marcar o fim de semana e prolongar-se ao longo da próxima semana. A situação resulta de uma sucessão de fenómenos atmosféricos já em curso, que estão a favorecer a chegada contínua de ar muito quente proveniente do Norte de África à Península Ibérica, criando condições para a formação de uma cúpula de calor capaz de elevar os termómetros para valores excecionalmente elevados.</p>
<p>Segundo previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ja-comecou-a-sucessao-de-fenomenos-que-podera-trazer-43-c-a-portugal-avisa-marta-godinho.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, os modelos meteorológicos do Centro Europeu de Previsão Meteorológica a Médio Prazo (ECMWF) indicam que uma extensa área de altas pressões em altitude está a funcionar como uma espécie de “tampa”, retendo o ar quente sobre a Península Ibérica e permitindo o seu aquecimento progressivo. Este processo já se encontra em desenvolvimento e deverá ganhar força durante os próximos dias.</p>
<p>Os sinais da intensificação do calor já são visíveis esta sexta-feira. Depois de uma quinta-feira relativamente estável, o território continental deverá registar hoje temperaturas significativamente superiores ao normal para esta época do ano, sobretudo nas regiões do interior Norte, Centro e Alentejo. Em várias áreas, as anomalias térmicas poderão ultrapassar os cinco a seis graus acima da média climatológica habitual para a segunda quinzena de junho.</p>
<p>Apesar do aumento das temperaturas, a sexta-feira deverá decorrer com tempo seco e estável praticamente em todo o país. A probabilidade de precipitação será muito reduzida, consequência direta da expansão da massa de ar quente oriunda do Norte de África.</p>
<p><strong>Sábado marca o início da cúpula de calor</strong><br />
O sábado deverá assinalar o início mais evidente do episódio de calor extremo. As previsões apontam para máximas entre os 37 e os 39 graus em grande parte do Alentejo, enquanto localidades como Ponte de Sor poderão aproximar-se dos 40 graus. Também no interior do distrito de Castelo Branco e em zonas do Vale do Douro são esperadas temperaturas muito elevadas.</p>
<p>O contraste entre o litoral e o interior será particularmente acentuado. Enquanto as zonas costeiras deverão registar temperaturas entre os 18 e os 24 graus devido à influência marítima, muitas regiões do interior enfrentarão um ambiente muito quente durante todo o dia. Em alguns locais, os termómetros poderão continuar próximos dos 30 graus mesmo ao final da noite.</p>
<p>Embora o cenário seja dominado pelo calor, o forte aquecimento diurno poderá favorecer o desenvolvimento de células convectivas durante a tarde de sábado. Essa situação poderá originar aguaceiros e trovoadas localizadas em algumas áreas do território.</p>
<p><strong>Domingo poderá trazer temperaturas perto dos 41 graus</strong><br />
As projeções atuais apontam para um agravamento adicional das temperaturas no domingo. Se os modelos se confirmarem, este poderá ser o dia mais quente do fim de semana em muitas regiões do país.</p>
<p>Grande parte do Alentejo e do interior Centro poderá registar máximas entre os 37 e os 39 graus, enquanto diversas localidades poderão atingir ou ultrapassar os 40 graus. Alguns cenários indicam mesmo valores próximos dos 41 graus em pontos do Alto Alentejo e da Beira Baixa.</p>
<p>Além do calor intenso, o domingo poderá ser meteorologicamente mais complexo devido ao aumento da instabilidade atmosférica. O aquecimento muito forte da superfície poderá favorecer a formação de aguaceiros e trovoadas localmente fortes durante a tarde, sobretudo no interior Norte e Centro, embora não esteja excluída a ocorrência destes fenómenos noutras regiões, incluindo partes do Alentejo.</p>
<p><strong>Próxima semana poderá trazer o pico do calor</strong><br />
As previsões indicam que o calor não deverá ficar limitado ao fim de semana. Pelo contrário, os modelos sugerem uma intensificação gradual das temperaturas durante o início da próxima semana.</p>
<p>Na segunda-feira, a anomalia térmica deverá continuar muito elevada em praticamente toda a Península Ibérica. O interior algarvio também deverá ser afetado pelo calor intenso, embora o litoral algarvio e grande parte da faixa costeira portuguesa mantenham temperaturas mais moderadas devido à proximidade do mar.</p>
<p>O cenário mais extremo poderá ocorrer na terça-feira, 23 de junho. Segundo o ECMWF, vastas áreas do interior do país poderão registar temperaturas entre os 38 e os 41 graus, enquanto alguns vales interiores do Centro e Sul poderão alcançar os 42 ou mesmo os 43 graus.</p>
<p>Os mapas meteorológicos apontam para uma Península Ibérica praticamente dominada por temperaturas superiores aos 40 graus, configurando um dos episódios de calor mais significativos deste ano.</p>
<p><strong>Fim da cúpula de calor continua envolto em incerteza</strong><br />
Apesar de os modelos sugerirem que uma bolsa de ar mais frio isolada a sudoeste de Portugal poderá, mais tarde, contribuir para enfraquecer a cúpula de calor, ainda não existe uma previsão definitiva sobre o final deste episódio.</p>
<p>As projeções atuais apontam para uma possível quebra do calor apenas depois de 25 de junho, embora essa evolução permaneça incerta e sujeita a ajustamentos nos próximos dias.</p>
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		<item>
		<title>Sondagem: PS reforça liderança e Chega ultrapassa AD nas intenções de voto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 05:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Além da liderança do PS nas intenções de voto, José Luís Carneiro reforça também a posição como favorito para primeiro-ministro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Partido Socialista consolidou a liderança nas intenções de voto em junho, mas a principal novidade do mais recente barómetro da Intercampus é a subida do Chega à segunda posição, ultrapassando a Aliança Democrática (AD), ainda que dentro da margem de erro da sondagem.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o barómetro da Intercampus para o ‘<a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/eleicoes/detalhe/ps-consolida-lideranca-e-chega-ja-ultrapassa-ad" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>’, CM, CMTV e NOW, o PS surge com 24,3% das intenções de voto entre os eleitores que afirmam que iriam às urnas, reforçando a subida já registada no mês anterior, quando reunia 23,6% das preferências.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já o Chega alcança os 20,3%, superando a AD, composta por PSD e CDS-PP, que recua para 19,5%. Apesar da diferença reduzida e da margem de erro de 4%, a inversão na segunda posição representa uma alteração com peso político e simbólico.</p>
<p><strong>AD é o partido que mais recua</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o barómetro, a Aliança Democrática foi a força política que mais perdeu face ao barómetro de maio, registando uma descida de 3,4 pontos percentuais. Em sentido contrário, o Chega foi o partido que mais cresceu, somando mais um ponto percentual.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos restantes partidos, as alterações foram menos significativas. A Iniciativa Liberal registou uma ligeira descida, enquanto o Livre reforçou a sua posição, passando de 5,2% para 5,7%. Já a CDU caiu, mas manteve-se à frente do Bloco de Esquerda, que apresentou a segunda maior quebra entre maio e junho.</p>
<p><strong>Chega destaca-se entre homens, mais velhos e em Lisboa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados por perfil demográfico mostram que o Chega consegue os melhores resultados entre os homens, segmento em que atinge 25,4%, ficando apenas atrás do PS, que obtém 27,5%. A AD regista, neste grupo, 18,8%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O partido liderado por André Ventura é também a segunda força política entre os eleitores com 55 ou mais anos, com 22,5%, e lidera na região de Lisboa, onde alcança 25,3%, ultrapassando o PS.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já a AD obtém os seus melhores resultados junto dos eleitores de estatuto socioeconómico mais elevado, com 21,4%, embora continue atrás do PS neste segmento, que recolhe 28,2%.</p>
<p><strong>José Luís Carneiro amplia vantagem sobre Luís Montenegro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além da liderança do PS nas intenções de voto, José Luís Carneiro reforça também a posição como favorito para primeiro-ministro.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o barómetro da Intercampus, a diferença entre o secretário-geral socialista e Luís Montenegro tem vindo a aumentar nas sucessivas vagas da sondagem. Se inicialmente a distância era de cerca de um ponto percentual, passou para seis e atinge agora os 12 pontos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando questionados sobre quem seria o melhor primeiro-ministro, 33,8% dos inquiridos apontaram José Luís Carneiro. Luís Montenegro recolheu 22,3%, praticamente o mesmo valor de André Ventura, com 22,2%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778588]]></sapo:autor>
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		<title>Hoje há greve nacional na Saúde e sindicatos admitem forte impacto nos hospitais (mesmo com serviços mínimos)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 05:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da Saúde cumprem esta sexta-feira uma greve nacional de 24 horas convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores da Saúde cumprem esta sexta-feira uma greve nacional de 24 horas convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), numa paralisação que pretende pressionar o Governo a avançar com negociações sobre carreiras profissionais, condições de trabalho e medidas de reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS).</p>
<p>A estrutura sindical acusa o Ministério da Saúde de continuar a adiar a resolução de problemas há muito identificados no setor. Segundo a FNSTFPS, o Governo tem reconhecido a existência de dificuldades, mas limita-se a anunciar que as negociações estão previstas sem indicar datas concretas para o seu início, situação que os sindicatos consideram inaceitável perante a falta de respostas aos profissionais.</p>
<p>Entre as principais reivindicações apresentadas pelos trabalhadores estão a abertura imediata dos processos negociais relativos às carreiras da Saúde, a melhoria das condições laborais, a valorização e dignificação das profissões do setor, a contratação de mais trabalhadores para colmatar carências existentes e a defesa do SNS enquanto serviço público universal.</p>
<p>Para acompanhar a evolução da adesão à greve, a FNSTFPS agendou várias iniciativas ao longo do dia. À meia-noite realizou uma conferência de imprensa junto ao Hospital de São José, em Lisboa, com a participação do coordenador da federação, Sebastião Santana, e de Elisabete Gonçalves, da Comissão Executiva da estrutura sindical, onde foram divulgados os primeiros indicadores da paralisação. Um novo balanço está previsto para as 11h00, também em Lisboa, incidindo sobre o funcionamento dos serviços durante o turno da manhã. Estão igualmente programadas conferências de imprensa no Hospital de São João, no Porto, às 8h30, e nos Hospitais da Universidade de Coimbra, às 9h00.</p>
<p>Apesar da greve, vários serviços essenciais terão de continuar a funcionar. A definição dos serviços mínimos foi determinada por unanimidade pelo Tribunal Arbitral, que considerou necessário assegurar todas as situações urgentes ou suscetíveis de provocar danos irreparáveis, irreversíveis ou de difícil reparação. Entre os serviços abrangidos encontram-se as urgências hospitalares e centralizadas, os cuidados intensivos, internamentos, hospitalização domiciliária, hemodiálise, tratamentos oncológicos, blocos operatórios para cirurgias urgentes, transplantes, recolha de órgãos, radiologia de intervenção, serviços paliativos, farmácias hospitalares e diversos tratamentos ambulatórios considerados indispensáveis.</p>
<p>A decisão determina igualmente a manutenção dos tratamentos de quimioterapia, radioterapia e medicina nuclear já iniciados, bem como a realização de intervenções cirúrgicas oncológicas prioritárias e de todos os atos clínicos cuja remarcação possa comprometer os prazos legalmente estabelecidos. Em contexto pediátrico, terão ainda de ser assegurados os tratamentos realizados em Hospital de Dia Pediátrico Oncológico e todos os procedimentos que não possam ser reagendados no prazo de oito dias.</p>
<p>O Tribunal Arbitral definiu ainda que os meios humanos afetos aos serviços mínimos devem corresponder, regra geral, aos efetivos habitualmente escalados para o período noturno dos dias úteis, garantindo apenas o número estritamente necessário nos serviços sem funcionamento permanente. A decisão estabelece também que o recurso ao trabalho de profissionais em greve apenas poderá ocorrer se os serviços mínimos não puderem ser assegurados por trabalhadores não aderentes à paralisação. Com esta greve nacional, os sindicatos procuram aumentar a pressão sobre o Executivo e acelerar respostas para um setor que continua a denunciar falta de profissionais, sobrecarga de trabalho e dificuldades crescentes na prestação de cuidados de saúde à população.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777429]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Japão manifesta &#8220;profunda preocupação&#8221; com continuação dos ataques no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 04:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo japonês manifestou hoje "profunda preocupação" com os recentes ataques entre Israel e o Hezbollah no Líbano, após a assinatura do memorando entre Estados Unidos e Irão, e apelou à "cessação imediata" das hostilidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo japonês manifestou hoje &#8220;profunda preocupação&#8221; com os recentes ataques entre Israel e o Hezbollah no Líbano, após a assinatura do memorando entre Estados Unidos e Irão, e apelou à &#8220;cessação imediata&#8221; das hostilidades.</P><br />
<P>&#8220;O Japão manifesta profunda preocupação com o facto de continuar a troca de ataques entre Israel e o Hezbollah, causando vítimas civis e a destruição de infraestruturas&#8221;, sublinhou o porta-voz do Governo Minoru Kihara numa conferência de imprensa.</P><br />
<P>O porta-voz instou formalmente as partes envolvidas a uma &#8220;cessação imediata&#8221; dos combates, incluindo no Líbano, e apelou ao cumprimento rigoroso do direito internacional humanitário e à plena aplicação das resoluções da ONU.</P><br />
<P>&#8220;A posição do Japão é continuar a envidar esforços diplomáticos com vista a alcançar a paz e a estabilidade na região&#8221;, resumiu o porta-voz japonês.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e o Irão assinaram na quarta-feira, por via telemática, um memorando de entendimento que estabelece o fim das hostilidades em todas as frentes, incluindo o Líbano, bem como a reabertura do estreito de Ormuz à navegação. </P><br />
<P>No entanto, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou na quinta-feira que o exército israelita manter-se-á nos territórios ocupados do sul do Líbano. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778597]]></sapo:autor>
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		<title>China fixa tarifa de 55% à importação de carne australiana depois de esgotada quota anual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 03:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China irá aplicar, a partir deste sábado, um direito aduaneiro adicional de 55% às importações de carne de vaca proveniente da Austrália, depois de as remessas desse país terem esgotado a quota anual fixada por Pequim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China irá aplicar, a partir deste sábado, um direito aduaneiro adicional de 55% às importações de carne de vaca proveniente da Austrália, depois de as remessas desse país terem esgotado a quota anual fixada por Pequim.</P><br />
<P>As importações de carne de vaca australiana atingiram esta semana 100% da quota específica atribuída a esse país, de acordo com um aviso publicado hoje pelo Ministério do Comércio chinês, e a tarifa entra em vigor no dia seguinte.  </P><br />
<P>A China aplica, desde 01 de janeiro de 2026, medidas de proteção à carne de vaca importada, com quotas por país e uma tarifa adicional de 55% para as remessas que excedam os volumes estabelecidos. </P><br />
<P>A investigação que deu origem à medida foi iniciada em dezembro de 2024 e concluiu que o aumento das importações de carne de vaca causou um &#8220;prejuízo grave&#8221; à indústria nacional, segundo o Ministério do Comércio. </P><br />
<P>O sistema afeta grandes fornecedores como Brasil, Argentina, Uruguai, Nova Zelândia, Austrália e Estados Unidos, e fixa para 2026 uma quota total de 2,69 milhões de toneladas para os países afetados pelas medidas de proteção impostas por Pequim, de acordo com dados recolhidos pela imprensa chinesa.</P><br />
<P>O aviso publicado hoje surge depois de o Ministério do Comércio ter alertado este mês que as importações de carne de vaca australiana tinham atingido 90% da quota anual e se aproximavam do nível que ativaria a tarifa adicional.</P><br />
<P>O ministério já tinha emitido, em maio, um aviso semelhante sobre o Brasil, ao referir que as exportações de carne de vaca tinham atingido 50% da quota anual. </P><br />
<P>O anúncio toca num setor sensível nas relações entre a China e o país da Oceânia: em dezembro de 2024, a Austrália afirmou que Pequim tinha eliminado as últimas restrições que pesavam sobre a sua carne de vaca, ao permitir novamente as compras provenientes de dois matadouros que continuavam afetados por vetos anteriores. </P><br />
<P>Desde 2020 que a China impõe vetos e direitos aduaneiros a produtos australianos como carvão, cevada, vinho, carne de vaca ou lagosta, depois de o anterior Governo australiano ter impulsionado uma investigação independente sobre a origem da COVID-19. </P><br />
<P>Desde a chegada ao poder do trabalhista Anthony Albanese, em 2022, ambos os países retomaram os contactos de alto nível e Pequim tem vindo a levantar as restrições comerciais, embora persistam atritos em áreas como o Indo-Pacífico, Taiwan, a cibersegurança e a influência chinesa no Pacífico. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778596]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério Público brasileiro contra suspensão da lei que reduz pena de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 03:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público brasileiro pronunciou-se contra a suspensão da lei que reduz as penas de crimes contra o Estado, que beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro, a cumprir 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público brasileiro pronunciou-se contra a suspensão da lei que reduz as penas de crimes contra o Estado, que beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro, a cumprir 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.</P><br />
<P>O Supremo Tribunal Federal tinha suspendido a lei a título provisório em maio, na véspera da entrada em vigor, na sequência de um pedido de partidos de esquerda que questionavam a sua constitucionalidade.</P><br />
<P>O procurador-geral Paulo Gonet emitiu esta quinta-feira um parecer, solicitado pelo Supremo Tribunal Federal, no qual conclui que não existem argumentos suficientes para manter a suspensão da lei enquanto o Tribunal analisa o mérito da causa.</P><br />
<P>A lei altera as condições do regime prisional e reduz as penas para os crimes contra o Estado de direito.</P><br />
<P>Gonet argumentou que o Parlamento agiu no âmbito das suas competências ao aprovar a lei e que esta não se assemelha a uma amnistia, uma vez que não anula as condenações nem apaga os crimes.</P><br />
<P>Jair Bolsonaro foi condenado, em setembro passado, a 27 anos de prisão por ter conspirado para se manter no poder após a derrota eleitoral em 2022. Cumpre a pena em prisão domiciliária por motivos de saúde.</P><br />
<P>O ex-presidente de extrema-direita (2019-2022) beneficiaria desta lei, tal como aqueles que participaram nos motins de 08 de janeiro de 2023, quando uma multidão de apoiantes de Bolsonaro invadiu os locais do poder em Brasília.</P><br />
<P>Após o parecer de Gonet, o relator do processo, o juiz Alexandre de Moraes, deverá remeter o processo ao plenário do Supremo Tribunal para que este se pronuncie sobre a sua constitucionalidade.</P><br />
<P>O texto da lei foi aprovado em dezembro por um Parlamento de maioria conservadora, mas o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou-o em janeiro. No final de abril, os deputados anularam esse veto e a lei entrou em vigor a 10 de maio, antes de ser suspensa provisoriamente pelo Supremo Tribunal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778595]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crítico de Keir Starmer Andy Burnham eleito deputado por Makerfield</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 02:58:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Londres, 19 jun 2026 (Lusa) - O Presidente da Câmara de Manchester, Andy Burnham, foi hoje eleito deputado ao Parlamento britânico pela circunscrição de Makerfield, no noroeste de Inglaterra, o que lhe permite desafiar o primeiro-ministro, Keir Starmer, na liderança do Partido Trabalhista. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Presidente da Câmara de Manchester, Andy Burnham, foi hoje eleito deputado ao Parlamento britânico pela circunscrição de Makerfield, no noroeste de Inglaterra, o que lhe permite desafiar o primeiro-ministro, Keir Starmer, na liderança do Partido Trabalhista. </P><br />
<P>Burnham foi eleito com 54% dos votos (24.927 votos), derrotando o principal adversário, Robert Kenyon, do Partido Reformista, que se ficou pelos 35% (15.696). </P><br />
<P>No seu discurso de vitória, Burnham disse que o resultado pode ser um &#8220;ponto de viragem&#8221; na política britânica.</P><br />
<P>&#8220;Todos sabem que a política não está a funcionar. Todos sentem que o país não está onde deveria estar. Esta noite pode, apenas pode, ser o ponto de viragem. A partir de agora, vou dar tudo o que tenho para que assim seja&#8221;, disse.</P><br />
<P>Dirigindo-se ao seu próprio partido, Burnham referiu que &#8220;esta é a última oportunidade para mudar&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Foi isto que as pessoas me disseram diretamente nas centenas de portas em que bati. Temos de ouvir esta mensagem. Temos de agir em conformidade e temos de acertar. Não haverá uma segunda oportunidade&#8221;, argumentou. </P><br />
<P>O novo deputado e potencial candidato à liderança do Partido Trabalhista disse querer &#8220;construir uma nova política baseada na unidade e na esperança, afastando-nos do caminho que nos leva a uma política sombria e dividida, do tipo que vemos nos Estados Unidos&#8221;. </P><br />
<P>O resultado neste pequeno círculo eleitoral do noroeste de Inglaterra com cerca de 76 mil eleitores foi acompanhado com expetativa devido ao potencial impacto na política nacional. </P><br />
<P>Impedido até agora de desafiar Keir Starmer por estar fora do Parlamento, Burnham pode agora angariar o apoio necessário de 81 deputados trabalhistas para desencadear uma eleição interna. </P><br />
<P>O antigo ministro da Saúde Wes Streeting também disse esta semana que estava interessado em concorrer. </P><br />
<P>Pressionado por muitos dos seus próprios deputados a renunciar, Starmer tem-se até agora mostrado determinado em continuar em funções e em enfrentar desafios à sua liderança. </P><br />
<P>Nas outras duas eleições parlamentares parciais realizadas na quinta-feira, o Partido Conservador ganhou o assento de Aberdeen South ao Partido Nacional Escocês, que ganhou em Arbroath and Broughty Ferry, também na Escócia. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778594]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Coanfitrião México bate Coreia do Sul e está nos 16 avos de final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 02:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O coanfitrião México tornou-se na quinta-feira a primeira seleção a conquistar um lugar nos 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao bater a Coreia do Sul por 1-0, na segunda jornada do Grupo A.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O coanfitrião México tornou-se na quinta-feira a primeira seleção a conquistar um lugar nos 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao bater a Coreia do Sul por 1-0, na segunda jornada do Grupo A.</P><br />
<P>Em Zapopan, um golo solitário de Luis Romo, aos 50 minutos, selou o triunfo dos &#8216;aztecas&#8217;, que estão pela 10.ª vez na fase a eliminar, depois de 1970 e 1986, quando atuaram em casa e atingiram os &#8216;quartos&#8217;, e consecutivamente entre 1994 e 2018.</P><br />
<P>Após duas jornadas, o conjunto de Javier Aguirre lidera o agrupamento, com seis pontos, contra três da Coreia do Sul e um de República Checa e África do Sul, que empataram 1-1.</P><br />
<P></P><br />
<P>PFO // PFO</P><br />
<P>Luda/Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778593]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 0,69%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-subir-069/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 00:22:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,69% para 71.545,29 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,69% para 71.545,29 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>Já o segundo indicador, o Topix, estava inalterado (0,00%) nos 4.068,38 pontos, às 09:15 locais (01:15 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778589]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: Canadá goleia Qatar em jogo com duas expulsões e lesão grave</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-canada-goleia-qatar-em-jogo-com-duas-expulsoes-e-lesao-grave/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 00:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Canadá somou na quinta-feira a sua primeira vitória de sempre em Mundiais de futebol, ao golear o 'nove' do Qatar por 6-0, num jogo do Grupo B do Mundial2026 também marcado pela grave lesão de Ismaël Koné.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Canadá somou na quinta-feira a sua primeira vitória de sempre em Mundiais de futebol, ao golear o &#8216;nove&#8217; do Qatar por 6-0, num jogo do Grupo B do Mundial2026 também marcado pela grave lesão de Ismaël Koné.</P><br />
<P>Em Vancouver, um &#8216;hat-trick&#8217; de Jonathan David, aos 29, 45+3 e 90+2 minutos, Cyle Larin, aos 16, Nathan Saliba, aos 64, e Mohamed Manai, aos 75, na própria baliza, selaram o triunfo dos coanfitriões, que, em sete jogos em Mundiais, só tinham marcado três golos.</P><br />
<P>A formação canadiana, que perdeu Koné para o resto do Mundial, com uma lesão na perna esquerda, assumiu a liderança do Grupo B, com os mesmos quatro pontos da Suíça (4-1 à Bósnia-Herzegovina) e está, praticamente, nos 16 avos de final.</P><br />
<P>O Qatar, que acabou reduzido a nove unidades, face aos vermelhos diretos mostrados a Homam Ahmed (33 minutos) e Assim Madibo (53), soma um ponto, tal como a Bósnia-Herzegovina, mas continua na corrida ao apuramento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778587]]></sapo:autor>
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		<title>Fachada do Partenon em Atenas restaurada ao esplendor do início do século XIX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 23:48:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de restauro a longo prazo na fachada oeste do Partenon, em Atenas, chegou ao fim, devolvendo ao monumento o seu aspeto do início do século XIX, adiantou na quinta-feira o Ministério da Cultura grego.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O projeto de restauro a longo prazo na fachada oeste do Partenon, em Atenas, chegou ao fim, devolvendo ao monumento o seu aspeto do início do século XIX, adiantou na quinta-feira o Ministério da Cultura grego.</P><br />
<P>Este templo com 2500 anos, dedicado à deusa Atena e situado numa colina com vista para a capital grega, recebe mais de quatro milhões de visitantes por ano.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, contemplamos a fachada oeste do Partenon como não a víamos há dois séculos&#8221;, frisou a ministra da Cultura, Lina Mendoni, em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Pela primeira vez em aproximadamente 220 anos, o lado oeste do Partenon está a ser apresentado pelo Ministério da Cultura na sua forma mais completa possível (&#8230;), a vista é verdadeiramente deslumbrante&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo o ministério, uma equipa de arqueólogos, engenheiros e artesãos utilizou tanto fragmentos antigos preservados como mármore novo para preencher lacunas e reforçar a fachada oeste do monumento.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, o templo está agora o mais próximo possível &#8212; embora com réplicas das esculturas &#8212; do estado em que se encontrava imediatamente após a remoção de cerca de metade das suas estátuas preservadas, por ordem de Lord Elgin, embaixador britânico no Império Otomano.</P><br />
<P>Londres insiste que as esculturas, posteriormente vendidas por Elgin ao Museu Britânico, foram adquiridas legalmente, e os sucessivos governos britânicos têm afirmado que a decisão cabe ao museu.</P><br />
<P>O Museu Britânico negoceia há algum tempo com as autoridades gregas para encontrar uma forma de expor os mármores em Atenas.</P><br />
<P>O primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, também tem procurado, repetidamente, discutir esta questão com os seus homólogos britânicos.</P><br />
<P>Fragmentos de esculturas do Partenon estão também conservados no Museu do Louvre, em Paris, bem como em Copenhaga, Munique, Viena e Würzburg.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778586]]></sapo:autor>
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		<title>Bernie Sanders propõe fundo soberano para deter 50% do capital das gigantes da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 23:35:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O senador norte-americano Bernie Sanders apresentou na quinta-feira um projeto de lei para destinar metade do capital dos gigantes tecnológicos a um fundo soberano, o mais ambicioso plano até agora para redistribuir a crescente riqueza da inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O senador norte-americano Bernie Sanders apresentou na quinta-feira um projeto de lei para destinar metade do capital dos gigantes tecnológicos a um fundo soberano, o mais ambicioso plano até agora para redistribuir a crescente riqueza da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>O projeto de lei estabeleceria um &#8220;imposto único&#8221;, pago em ações em vez de dinheiro, equivalente a metade do capital de empresas relacionadas com a IA com receitas de pelo menos 200 milhões de dólares.</P><br />
<P>As ações seriam alocadas num fundo gerido pelo Governo federal, avaliado em cerca de 7.000 biliões de dólares, com um dividendo anual de 5%, o que permitiria que mais de 1.000 dólares fossem pagos a cada norte-americano.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos mais ficar de braços cruzados e deixar que um punhado de oligarcas da tecnologia decida o futuro desta tecnologia revolucionária sem qualquer participação democrática&#8221;, destacou o senador independente de esquerda.</P><br />
<P>O projeto de lei tem poucas hipóteses de ser aprovado. Mas, defendida por esta figura política de grande visibilidade, a proposta deverá ter peso no crescente debate nacional sobre a distribuição da riqueza proveniente da economia da IA e o seu impacto no emprego.</P><br />
<P>O Presidente Donald Trump levantou a ideia de o Governo comprar ações destas empresas, encarando-a como uma forma de &#8220;parceria com o povo americano&#8221;.</P><br />
<P>Para surpresa de muitos observadores, o seu Governo já adquiriu participações em diversas empresas (mineração, semicondutores ou computação quântica).</P><br />
<P>Segundo o portal Semafor, a Casa Branca está dividida sobre como estruturar os potenciais investimentos em gigantes tecnológicos.</P><br />
<P>O secretário do Tesouro, Scott Bessent, defende a utilização destas ações para financiar &#8220;contas Trump&#8221; para as crianças norte-americanas, enquanto o secretário do Comércio, Howard Lutnick, prefere um fundo soberano.</P><br />
<P>Sam Altman, diretor da OpenAI, a empresa por detrás do ChatGPT, fez lobby junto de Donald Trump no ano passado para investimentos públicos em IA. </P><br />
<P>O seu rival, Dario Amodei, CEO da Anthropic, criadora do Claude, afirmou estar preparado para considerar aumentos de impostos caso o mercado de trabalho seja permanentemente enfraquecido pela IA.</P><br />
<P>Apesar do crescimento exponencial das receitas, estas duas empresas norte-americanas líderes ainda estão longe da rentabilidade sustentável e sofrem pressão para angariar as somas colossais necessárias para compensar a falta de poder computacional.</P><br />
<P>A proposta de Sanders ecoa a de Elizabeth Warren, outra senadora popular de esquerda, que defendeu um imposto sobre as empresas de IA para apoiar os trabalhadores despedidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778584]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Canadiano Ismaël Koné sofre lesão grave e diz adeus ao Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 23:32:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O médio canadiano Ismaël Koné sofreu na quinta-feira uma grave lesão na perna esquerda, na segunda parte do jogo com o Qatar, em Vancouver, e não vai poder jogar mais no Mundial de futebol de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio canadiano Ismaël Koné sofreu na quinta-feira uma grave lesão na perna esquerda, na segunda parte do jogo com o Qatar, em Vancouver, e não vai poder jogar mais no Mundial de futebol de 2026.</P><br />
<P>Aos 51 minutos, Koné sofreu uma falta aparentemente normal de Assim Madibo, mas, segundos depois, o jogador olhou para a perna e percebeu a gravidade da lesão.</P><br />
<P>Depois de alguns minutos a ser assistido pelos médicos do Canadá no relvado do BC Place, o jogador foi retirado de maca, mas sentado, acenando ao público, que o aplaudia.</P><br />
<P>Numa primeira instância, o árbitro chileno Cristián Garay mostrou apenas o cartão amarelo a Assim Madibo, mas, depois, corrigiu para vermelho, sendo que já havia expulsado outro jogador asiático (Homam Ahmed), aos 31 minutos.</P><br />
<P>Após 65 minutos, o Canadá vence o Qatar por 4-0, em encontro da segunda jornada do Grupo B.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778583]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA sancionam autoridades libanesas acusadas de apoiarem os interesses do Hezbollah</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 23:20:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo norte-americano impôs na quinta-feira sanções económicas a figuras libanesas acusadas de "obstruir o processo de paz" no Líbano e de "atrasar o desarmamento do Hezbollah", o movimento xiita libanês pró-iraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo norte-americano impôs na quinta-feira sanções económicas a figuras libanesas acusadas de &#8220;obstruir o processo de paz&#8221; no Líbano e de &#8220;atrasar o desarmamento do Hezbollah&#8221;, o movimento xiita libanês pró-iraniano.</P><br />
<P>Entre os sancionados estão Sleiman Frangieh, que recebeu o apoio do Hezbollah na última eleição presidencial libanesa, e Mahmoud Qamati, vice-presidente do gabinete político do movimento xiita.</P><br />
<P>Estes responsáveis &#8220;usaram a sua influência para obstruir o processo de paz no Líbano e atrasar o desarmamento do Hezbollah&#8221;, destacou o Departamento do Tesouro dos EUA em comunicado.</P><br />
<P>O Líbano mantém negociações com Israel desde abril, promovidas por Washington, e que são rejeitadas pelo Hezbollah.</P><br />
<P>O Governo libanês procura pôr fim ao conflito em que se viu envolvido em 02 de Março, quando o grupo pró-Irão Hezbollah tentou defender o Irão lançando mísseis contra Israel, que desde então tem respondido com ataques aéreos e operações terrestres no Líbano.</P><br />
<P>Uma quinta ronda de negociações de paz está agendada para a próxima semana em Washington entre o Líbano e Israel.</P><br />
<P>Frangieh, antigo ministro e membro do parlamento, é um político cristão que lidera o Movimento Marada. </P><br />
<P>É um aliado de longa data do Hezbollah e é também conhecido pelos seus laços pessoais próximos com o ex-presidente sírio Bashar al-Assad, que por sua vez foi apoiado pelo movimento islamita libanês.</P><br />
<P>No âmbito do sistema de partilha de poder baseado no sectarismo, a presidência libanesa está reservada a um cristão maronita. </P><br />
<P>O Hezbollah tinha apoiado a candidatura de Frangieh, que acabou por a retirar no início de 2025, pouco antes da eleição de Joseph Aoun.</P><br />
<P>Após a guerra de 2023-2024 contra Israel, Mahmoud Qamati tornou-se um dos principais porta-vozes políticos do Hezbollah. Foi também ministro.</P><br />
<P>Quando Washington impõe sanções a particulares, quaisquer bens que estes possam possuir nos Estados Unidos são congelados e as empresas e os cidadãos norte-americanos estão proibidos de fazer negócios com estes, sob pena de também serem sujeitos a sanções.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778582]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ébola: Casos aumentam quase 40% numa semana e número de mortos ultrapassa os 200</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 23:12:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O surto de Ébola no Congo e no Uganda matou mais de 200 pessoas no primeiro mês e é o pior conhecido nesta fase, com até 35.000 potenciais contactos suspeitos, disseram hoje os Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças (África CDC).  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O surto de Ébola no Congo e no Uganda matou mais de 200 pessoas no primeiro mês e é o pior conhecido nesta fase, com até 35.000 potenciais contactos suspeitos, disseram hoje os Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças (África CDC).  </P><br />
<P>Com 894 casos confirmados até agora, o surto atual é três vezes pior do que a anterior no Uganda, em 2000, que tinha 281 infetados confirmados pela doença no mesmo período, disse Wessam Mankoula, médico epidemiologista do África CDC.  </P><br />
<P>O número mais recente de casos acredita-se ser maior, porque o surto só foi confirmado a 15 de maio, semanas depois de se suspeitar que tinha começado. O número de casos aumentou 38% desde a semana passada e encontra-se agora em 32 zonas de saúde no leste do Congo, adiantou Mankoula.  </P><br />
<P>O surto foi causado pelo raro vírus Bundibugyo, que não tem vacinas ou tratamentos aprovados e não foi testado nos primeiros dias. </P><br />
<P>O vírus Zaire, mais comum, para o qual existe uma vacina, foi responsável pela maior parte dos casos no Congo. </P><br />
<P>Até agora, 74 pacientes recuperaram da doença no leste do Congo e no Uganda. Estão a ser desenvolvidos tratamentos experimentais, como anticorpos monoclonais, para a Bundibugyo. </P><br />
<P>O surto está concentrado na província oriental de Ituri, no Congo, que regista mais de 90% dos casos. </P><br />
<P>Também foram registados casos nas províncias de North Kivu e South Kivu, e a doença espalhou-se para o Uganda, onde foram relatados 19 casos confirmados e duas pessoas morreram. </P><br />
<P>O rastreio de contactos continua a ser um problema, devido ao isolamento da região e à insegurança contínua na província de Ituri, sublinhou Mankoula. </P><br />
<P>&#8220;Para esses 800 casos confirmados, deveríamos ter entre 17.000 a 35.000 contactos na nossa lista de contactos&#8221;, afirmou aquele responsável do África CDC. </P><br />
<P>Atualmente, apenas cerca de 4.000 contactos foram rastreados e estão a ser avaliados, menos de 15%. &#8220;Ainda estamos longe de controlar a situação deste surto&#8221;, acrescentou o médico. </P><br />
<P>Quase um milhão de pessoas foram deslocadas por anos de conflito em Ituri, segundo o escritório humanitário da ONU, o que torna o rastreio de contactos difícil, à medida que as pessoas fogem de ataques ou se deslocam frequentemente na vasta província com florestas densas, estradas em mau estado e aldeias remotas, que podem demorar dias a alcançar. </P><br />
<P>O rastreio também é complicado entre os milhares de mineiros que se movem regularmente entre locais remotos na região rica em minerais. </P><br />
<P>Dos mais de 900 milhões de dólares prometidos para combater o surto, apenas 90 milhões foram disponibilizados para ajudar no combate à doença, complicando ainda mais a crise em curso, segundo Mankoula. </P><br />
<P>A Africa CDC estima precisar de 540 pessoas para combater o surto e, até agora, só têm 84. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a torcer para que essas novas promessas sejam aceleradas, e vamos acompanhar os diferentes Estados-membros e parceiros sobre o compromisso de transformar essas promessas em dinheiro realmente libertado para os países ou parceiros afetados&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778581]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preço de galão de gasolina nos EUA cai para nível inédito desde março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 23:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço médio de um galão (3,79 litros) de gasolina nos EUA foi na quinta-feira inferior a quatro dólares, um valor nunca visto desde o final de março.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço médio de um galão (3,79 litros) de gasolina nos EUA foi na quinta-feira inferior a quatro dólares, um valor nunca visto desde o final de março. </P><br />
<P>Segundo o clube automobilístico AAA, o preço médio de um galão de gasolina normal foi hoje de 3,999 dólares.</P><br />
<P>Mas mesmo com o preço a cair, os condutores nos EUA estão a pagar cerca de um dólar acima do que pagavam antes do ataque israelo-norte-americano ao Irão, em 28 de fevereiro, e mais 25%, em termos homólogos. </P><br />
<P>Mas a gasolina não foi a única coisa qu ficou mais cara desde o início desta guerra. </P><br />
<P>Mercearias, bilhetes de avião e até preservativos e sapatos custam mais em contexto de perturbações nas cadeias de distribuição. </P><br />
<P>Mesmo que o petróleo e outros produtos essenciais, como os fertilizantes, comecem a fluir do Médio Oriente, os analistas aviam que os preços caros vão durar até muito depois de a guerra acabar. </P><br />
<P>Pat Penfield, docente de cadeias de fornecimento na Universidade de Siracusa, avisou hoje que &#8220;os preços vão continuar a subir durante o resto do ano&#8221;. </P><br />
<P>Isto vai acontecer, fundamentou, devido a stocks esgotados ou muito reduzidos e problemas nas cadeias de abastecimento causados pela guerra, exemplificando com os agricultores, que vão ter de pagar mais pelos fertilizantes e outros produtos nos próximos tempos, &#8220;o que se vai traduzir no aumento dos produtos alimentares no outono&#8221;. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778579]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Congressistas republicanos indignados após Trump assinar acordo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-congressistas-republicanos-indignados-apos-trump-assinar-acordo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 22:58:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Congressistas republicanos manifestaram hoje o seu descontentamento com o acordo assinado por Donald Trump com o Irão, que consideram vantajoso para Teerão e longe da 'esmagadora' vitória prometida pelo chefe de Estado norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Congressistas republicanos manifestaram hoje o seu descontentamento com o acordo assinado por Donald Trump com o Irão, que consideram vantajoso para Teerão e longe da &#8216;esmagadora&#8217; vitória prometida pelo chefe de Estado norte-americano.</P><br />
<P>O acordo põe fim ao conflito que começou em 28 de Fevereiro com o ataque dos EUA e Israel ao Irão e visa reabrir o estreito de Ormuz e estabilizar os preços da energia, uma vez que a guerra fez subir os preços do petróleo.</P><br />
<P>Mas as condições negociadas preocupam alguns republicanos, que têm memórias amargas do acordo nuclear de 2015 com o Irão, assinado pelo ex-presidente democrata Barack Obama, que consideraram demasiado brando.</P><br />
<P>O descontentamento, desta vez, é sobretudo com a perspetiva de alívio das sanções contra o Irão e um fundo de reconstrução de 300 mil milhões de dólares, bem como que Washington não tenha obtido compromissos firmes relativamente ao enriquecimento de urânio ou ao apoio de Teerão a grupos armados aliados.</P><br />
<P>Embora o tráfego marítimo possa ser retomado livremente no estreito de Ormuz, tal ocorrerá apenas durante 60 dias, após o que o Irão aplicará taxas pelos serviços prestados.</P><br />
<P>O senador republicano Bill Cassidy descreveu este acordo sobre o Estreito de Ormuz como &#8220;o pior fracasso de política externa em décadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Antes da guerra, o estreito estava aberto, o Irão estava sob sanções e os nossos 13 militares ainda estavam vivos&#8221;, frisou.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, morreram 13 norte-americanos, as suas famílias gastaram milhares de milhões em combustível, as sanções serão levantadas e os bombardeamentos cessaram&#8221;, acrescentou o senador da Louisiana, referindo-se aos soldados norte-americanos mortos durante o conflito.</P><br />
<P>Donald Trump, por sua vez, ignorou as críticas, recorrendo a insultos e apresentando o acordo como a única forma de reabrir o estreito de Ormuz, por onde passava um quinto do petróleo mundial antes da guerra. </P><br />
<P>Realçou ainda que o acordo não era definitivo e alertou que os Estados Unidos poderiam retomar os ataques aéreos caso as negociações, previstas para durar 60 dias, falhem.</P><br />
<P>&#8220;Estes tolos, que pensam que não fui suficientemente duro com o Irão, quando o mercado bolsista acaba de atingir um máximo histórico e os preços do petróleo estão a cair a pique, são invejosos, desonestos ou estúpidos&#8221;, frisou hoje Trump na sua rede social Truth Social.</P><br />
<P>Segundo o republicano Roger Wicker, presidente da Comissão de Serviços Armados do Senado, o acordo está &#8220;completamente em desacordo&#8221; com os objetivos de Donald Trump, e o fundo de reconstrução do Irão faz com que &#8220;o acordo de 2015, assinado durante a administração Obama&#8221;, pareça &#8220;insignificante em comparação&#8221;, destacou em comunicado.</P><br />
<P>O senador republicano Ted Cruz pediu a Donald Trump que &#8220;não lhes dê montanhas de dinheiro para reconstruírem o país e se tornarem novamente uma ameaça para os Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>Já John Cornyn, senador pelo Texas, teme que o acordo seja pouco mais do que um interlúdio que permita ao Irão reconstruir o seu arsenal e continuar o enriquecimento de urânio.</P><br />
<P>O líder da maioria republicana no Senado, John Thune, foi mais cauteloso, mas afirmou que precisava de respostas para determinar se o acordo aborda realmente os problemas decorrentes do programa nuclear iraniano, dos seus mísseis balísticos e do seu apoio a grupos armados.</P><br />
<P>Outros aliados de Donald Trump pediram paciência, enquanto os democratas, todos contrários ao acordo, defenderam que os republicanos embarcaram num conflito custoso apenas para, no final, aceitarem um texto que restabelece o &#8216;status quo&#8217; que até fortalece Teerão.</P></p>
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