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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Felipe VI concede máxima condecoração do Estado espanhol a Marcelo Rebelo de Sousa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelo Rebelo de Sousa]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rei Felipe VI concedeu a mais alta condecoração atribuída pela Casa Real e o Estado espanhol ao ex-presidente da República portuguesa Marcelo Rebelo de Sousa, segundo um decreto publicado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Rei Felipe VI concedeu a mais alta condecoração atribuída pela Casa Real e o Estado espanhol ao ex-presidente da República portuguesa Marcelo Rebelo de Sousa, segundo um decreto publicado hoje.</P><br />
<P>Marcelo Rebelo de Sousa vai receber o Tosão de Ouro (&#8220;Toisón de Oro&#8221;, no original), lê-se no decreto de Felipe VI, que teve também o aval do Conselho de Ministros e está assinado tanto pelo Rei de Espanha como pelo primeiro-ministro, Pedro Sánchez.</P><br />
<P>&#8220;Querendo dar relevante testemunho do meu Real apreço por sua excelência Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa, ex-Presidente da República Portuguesa, e como demonstração da tradicional amizade entre Portugal e Espanha, ouvido o Conselho de Ministros, venho por este meio nomeá-lo Cavaleiro da Insigne Ordem do Tosão de Ouro&#8221;, diz Felipe VI, no texto do decreto.</P><br />
<P>O ex-Presidente da República de Portugal é a sexta pessoa e a primeira personalidade estrangeira a quem Felipe VI concede esta distinção.</P><br />
<P>O monarca, que assumiu a chefia do estado em junho de 2014, concedeu o Tosão de Ouro, até agora, à filha mais velha e herdeira da Coroa espanhola, Leonor de Borbón, em 2015.</P><br />
<P>Dez anos mais tarde, em 2025, atribui a condecoração à mãe, a agora rainha emérita Sofía, ao ex-primeiro-ministro de Espanha Felipe González e aos constitucionalistas Miquel Roca i Junyent e Miguel Herrero y Rodríguez de Miñón, dois dos &#8220;pais da Constituição&#8221; aprovada em 1978 que instituiu a atual monarquia parlamentar e a democracia em Espanha após a ditadura do general Francisco Franco.</P><br />
<P>A Insigne Ordem do Tosão de Ouro foi criada em 1429 e Marcelo Rebelo de Sousa junta-se a uma lista de 19 nomes de personalidades vivas que têm a distinção que agora lhe concedeu Felipe VI e que, no caso de estrangeiros, inclui, sobretudo, atuais e antigos chefes de Estado.</P><br />
<P>Marcelo Rebelo de Sousa, que deixou este ano a Presidência da República após uma década, fez a última viagem ao estrangeiro, com caráter oficial, a Espanha, em 19 e 20 de fevereiro.</P><br />
<P>Nessa visita, foi recebido no Palácio Real de Madrid com honras de militares e os Reis de Espanha, Felipe VI e Letizia, ofereceram um almoço em honra de Marcelo Rebelo de Sousa que contou com uma centena de convidados e em que esteve também Pedro Sánchez.</P><br />
<P>Felipe VI e Marcelo Rebelo de Sousa assumiram nesse almoço uma relação pessoal próxima construída na década em que os dois foram em simultâneo chefes de Estado e se cruzaram dezenas de vezes &#8220;um pouco por todo o mundo&#8221;, nas palavras do ex-presidente português.</P><br />
<P>A proximidade entre os dois e as boas relações entre Portugal e Espanha levou também a que a primeira viagem ao estrangeiro sozinha da princesa Leonor tivesse sido a Portugal, em 2024, quando cumpriu 18 anos e alcançou a maioridade, tendo então sido recebida e acompanhada na visita a Lisboa por Marcelo Rebelo de Sousa.</P><br />
<P>O ex-Presidente recebeu ainda no Palácio de Belém a filha mais nova dos Reis de Espanha, Sofía de Borbón, no ano passado, quando a infanta estudou numa universidade da capital portuguesa.</P><br />
<P>No discurso de 20 de fevereiro no Palácio Real de Madrid, Felipe VI agradeceu a Marcelo Rebelo de Sousa &#8220;a energia, inteligência, sabedoria e coração&#8221; que dedicou às relações luso-espanholas nos dez anos como chefe de Estado.</P><br />
<P>&#8220;Mas saiba, caro Presidente, que entre nós não se trata de uma despedida, mas sim do início de uma nova etapa, também de profunda e respeitosa amizade pessoal&#8221;, sublinhou Felipe VI, que se referiu a Marcelo Rebelo de Sousa como &#8220;professor Marcelo&#8221; e &#8220;queridíssimo amigo&#8221;, depois de ter quebrado o protocolo à chegada do então Presidente da República ao Palácio Real de Madrid quando o recebeu com um abraço.</P><br />
<P>Já o ex-Presidente da República portuguesa disse, no mesmo dia, que &#8220;Espanha é especial&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos sempre bem recebidos em todas as visitas, mas Espanha, bom, Espanha é Espanha, Espanha é especial. Espanha foi e permanece para Portugal e para os portugueses um caso único de afetos, cumplicidades, memórias, partilhas. São séculos de história comum entre estados e povos. Somos família&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto servi como Presidente da República portuguesa, Espanha ocupou sempre um lugar cimeiro na minha agenda e no meu afeto&#8221;, realçou Marcelo Rebelo de Sousa, que viajou mais de 15 vezes ao país vizinho em dez anos como chefe de Estado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792603]]></sapo:autor>
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		<title>Tetos caem, pedras atingem a rua e calor chega aos 30 graus: sindicato denuncia degradação da Alfândega de Ponta Delgada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Açores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ponta Delgada]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguns funcionários terão adquirido, com dinheiro do próprio bolso, ventoinhas e outros equipamentos de climatização para minimizar o desconforto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) denunciou esta quarta-feira o estado de degradação da Alfândega de Ponta Delgada, nos Açores, alertando para riscos para a segurança de trabalhadores, utentes e transeuntes e exigindo uma intervenção urgente da Autoridade Tributária e Aduaneira.</p>
<p>Segundo o sindicato, o edifício apresenta problemas estruturais e de funcionamento que se têm agravado ao longo dos últimos anos. Entre as situações apontadas estão a queda de três tetos em salas de trabalho — sem consequências pessoais por terem ocorrido durante fins de semana —, a queda de janelas e vidros, o desprendimento de pedras das colunas exteriores, a avaria do sistema de ar condicionado e a impossibilidade de abrir as janelas.</p>
<p>O STI afirma ainda que os trabalhadores são obrigados a desempenhar funções em condições consideradas inadequadas, com temperaturas próximas dos 30 graus e níveis de humidade na ordem dos 90%. Perante estas circunstâncias, alguns funcionários terão adquirido, com dinheiro do próprio bolso, ventoinhas e outros equipamentos de climatização para minimizar o desconforto.</p>
<p>A situação agravou-se recentemente quando, na sequência de alegadas quedas de pedras para a via pública, reportadas por profissionais do setor do táxi, a Proteção Civil decidiu vedar parte da área envolvente da Alfândega como medida preventiva para proteger pessoas e bens.</p>
<p>Para o sindicato, é &#8220;incompreensível e inaceitável&#8221; que um edifício do Estado continue nestas condições, apesar das sucessivas denúncias apresentadas pelos trabalhadores e das intervenções já realizadas por entidades competentes.</p>
<p>O STI considera igualmente inaceitável que os funcionários continuem a ser obrigados a trabalhar num espaço onde, diz, os riscos para a segurança são evidentes.</p>
<p>Entre as medidas exigidas estão uma avaliação técnica independente ao estado estrutural do edifício, a eliminação urgente de todos os riscos para trabalhadores, utentes e transeuntes, a instalação de condições adequadas de climatização e salubridade e a adoção de soluções alternativas de trabalho enquanto o problema não estiver resolvido.</p>
<p>O sindicato sublinha que a segurança e a saúde dos trabalhadores não podem ficar dependentes de constrangimentos administrativos ou orçamentais, lembrando que o Estado, enquanto empregador, deve dar o exemplo no cumprimento das normas de segurança e saúde no trabalho.</p>
<p>Caso não sejam adotadas medidas imediatas, o STI avisa que recorrerá às instâncias nacionais e europeias competentes para denunciar a situação e exigir a salvaguarda dos direitos dos trabalhadores. Segundo a estrutura sindical, os funcionários da Alfândega de Ponta Delgada têm direito a exercer as suas funções &#8220;em condições de segurança, saúde e dignidade&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792566]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street segue misto com escalada de tensões no Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-segue-misto-com-escalada-de-tensoes-no-medio-oriente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>
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					<description><![CDATA[Os principais índices norte-americanos seguiam hoje mistos, numa altura em que os preços do petróleo sobem e que os EUA e o Irão intensificam ataques e em dia de apresentação de resultados da Tesla e da Alphabet.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os principais índices norte-americanos seguiam hoje mistos, numa altura em que os preços do petróleo sobem e que os EUA e o Irão intensificam ataques e em dia de apresentação de resultados da Tesla e da Alphabet. </P><br />
<P>Pelas 14:50 em Lisboa, o índice de referência S&amp;P 500 cedia 0,18%, para 7.495,91 pontos, e o tecnológico Nasdaq desvalorizava 0,44%, para 25.724,40 pontos. </P><br />
<P>Em contrapartida, o industrial Dow Jones somava 0,28%, para 52.372,31 pontos. </P><br />
<P>Os EUA lançaram a 11.ª noite de ataques aéreos contra o Teerão, atingindo alvos em todo o Irão e levantando dúvidas sobre uma solução diplomática para pôr fim ao conflito, que ameaça descontrolar-se novamente.</P><br />
<P>A navegação no estreito de Ormuz, por onde passava cerca de um quinto do crude e o gás natural mundial antes da guerra, continua em grande parte paralisada.   </P><br />
<P>Os ataques do Irão à navegação nesta via desencadearam a recente série de respostas dos EUA, e os rebeldes houthis do Iémen, apoiados pelo Irão, ameaçam agora também os petroleiros sauditas no Mar Vermelho. </P><br />
<P>A situação fez com que os preços do petróleo Brent, de referência para as importações europeias, subissem 3,81 dólares para 94,82 dólares por barril.</P><br />
<P>Na sessão de hoje, os mercados estarão ainda atentos à divulgação dos resultados empresariais da Tesla e da Alphabet, dona da Google, referentes ao segundo trimestre do ano. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792539]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Português nomeado para reforçar a ponte empresarial entre Portugal e a Arábia Saudita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O português Noel Gomes foi nomeado Assessor do Presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita-Portugal (SPBC), órgão integrado na Federação das Câmaras de Comércio da Arábia Saudita (Federation of Saudi Chambers).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O português Noel Gomes foi nomeado Assessor do Presidente do Conselho Empresarial Arábia Saudita-Portugal (SPBC), órgão integrado na Federação das Câmaras de Comércio da Arábia Saudita (Federation of Saudi Chambers).</p>
<p>A nova função terá como objetivo contribuir para o reforço das relações empresariais e de investimento entre os dois países.</p>
<p>Noel Gomes passa a integrar a equipa de assessores do presidente do SPBC, Alwalid Albaltan, juntamente com Ahmed Aleidan. Entre as suas responsabilidades estará o apoio ao desenvolvimento da estratégia do Conselho e ao fortalecimento das relações institucionais, comerciais e de investimento entre Portugal e a Arábia Saudita.</p>
<p>Com experiência no desenvolvimento de negócios internacionais e conhecimento dos mercados português e saudita, Noel Gomes terá também como missão apoiar a identificação de novas oportunidades de investimento, promover relações entre empresas e instituições e contribuir para a criação de novas parcerias entre os dois países.</p>
<p>A nomeação surge num contexto de crescente dinamismo da cooperação bilateral e pretende reforçar a capacidade do SPBC para responder ao interesse das comunidades empresariais de Portugal e da Arábia Saudita em aprofundar os laços económicos.</p>
<p>“Esta nomeação reflete o esforço contínuo da organização em fortalecer a sua estrutura institucional e responder ao crescente interesse das comunidades empresariais de Portugal e da Arábia Saudita em aprofundar a cooperação económica”, afirma Alwalid Albaltan, presidente do SPBC.</p>
<p>Por sua vez, Noel Gomes considera que “Portugal e a Arábia Saudita têm vindo a construir uma relação cada vez mais sólida e ambiciosa”. “É um privilégio poder contribuir para reforçar esta ponte de confiança, investimento e colaboração entre os dois países”, acrescenta.</p>
<p>O Conselho Empresarial Arábia Saudita-Portugal funciona como uma plataforma de cooperação empresarial entre os dois mercados, promovendo o comércio bilateral, o investimento e o desenvolvimento de parcerias estratégicas em diferentes setores de atividade. Atualmente, o organismo integra mais de 70 empresas sauditas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792574]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Agência da UE desaconselha companhias aéreas a sobrevoarem a Jordânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Europeia para a Segurança da Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[EASA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jordânia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) desaconselhou hoje as companhias aéreas a sobrevoarem a Jordânia, país alvo de ataques do Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) desaconselhou hoje as companhias aéreas a sobrevoarem a Jordânia, país alvo de ataques do Irão.</P><br />
<P>&#8220;Os ataques iranianos recorrentes com mísseis e, em menor medida, com drones contra alvos situados na Jordânia, bem como a ativação de sistemas de defesa aérea, suscitam um risco acrescido&#8221;, indicou a EASA numa nota dirigida às companhias aéreas.</P><br />
<P>O exército da Jordânia anunciou hoje ter sofrido dois ataques iranianos e intercetado seis mísseis e quatro drones.</P><br />
<P>Teerão, em retaliação aos bombardeamentos norte-americanos, atacou a Jordânia, entre outros aliados de Washington.</P><br />
<P>Assim, a União Europeia (UE) desaconselha o espaço aéreo do Bahrein, do Kuwait, dos Emirados Árabes Unidos e do Qatar, bem como o Golfo de Omã.</P><br />
<P>O Irão, o Iraque e o Líbano devem também ser evitados.</P><br />
<P>Apesar disso, esta recomendação deverá alterar pouco os planos de voo das companhias aéreas europeias, que geralmente consideram mais seguro passar pelo Egito e pela Arábia Saudita nos voos entre a Europa e a Ásia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792545]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Facebook regista falha generalizada e afeta utilizadores na Europa, Reino Unido e Estados Unidos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/facebook-regista-falha-generalizada-e-afeta-utilizadores-na-europa-reino-unido-e-estados-unidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:37:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[OO Facebook registou esta quarta-feira uma falha de funcionamento que afetou utilizadores em vários países, incluindo o Reino Unido, diversos Estados europeus e os Estados Unidos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Facebook registou esta quarta-feira uma falha de funcionamento que afetou utilizadores em vários países Europeus, incluindo Portugal e Espanha, mas também no Reino Unido e os Estados Unidos. A interrupção provocou dificuldades de acesso à rede social, levando muitos utilizadores a serem automaticamente desligados das suas contas, tanto na versão para computador como na aplicação móvel. Os problemas estenderam-se ainda ao Facebook Messenger e ao Instagram, plataformas igualmente pertencentes ao grupo Meta.</p>
<p>Os primeiros relatos começaram a surgir por volta das 14h35, segundo os dados do portal Down Detector, especializado na monitorização de falhas em serviços digitais. O número de queixas aumentou de forma significativa após as 15h00, indicando uma interrupção de grande dimensão que afetou milhares de utilizadores em simultâneo.</p>
<p>De acordo com os dados disponíveis no Down Detector no momento da publicação da informação original, cerca de 48% das queixas estavam relacionadas com problemas na aplicação móvel do Facebook. Outros 21% diziam respeito a dificuldades no início de sessão, enquanto 20% estavam associados ao funcionamento da versão web da plataforma.</p>
<p>A interrupção não se limitou ao Facebook. Também foram registados problemas no Facebook Messenger e no Instagram, sugerindo uma falha com impacto em vários serviços da Meta, empresa que detém algumas das maiores plataformas de redes sociais e comunicação do mundo.</p>
<p>Além do Facebook, o grupo Meta é responsável por aplicações como o Facebook Messenger, Instagram, WhatsApp e Threads, utilizadas diariamente por milhares de milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>Até ao momento referido na informação original, a Meta ainda não tinha divulgado qualquer explicação pública sobre a origem da falha nem indicado um prazo para a normalização completa dos serviços. Entretanto, os utilizadores continuavam a reportar dificuldades de acesso e funcionamento das plataformas afetadas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792547]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EDP cria novos programas de formação para responder à procura de talento nas energias renováveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[RENOVÁVEIS]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP abriu as candidaturas para a primeira edição do Energy Professionals Solar, dedicado à formação em energia solar, e para a segunda edição do Energy Professionals Wind, focada na energia eólica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP abriu as candidaturas para a primeira edição do Energy Professionals Solar, dedicado à formação em energia solar, e para a segunda edição do Energy Professionals Wind, focada na energia eólica.</p>
<p>As iniciativas procuram qualificar profissionais para o setor das energias renováveis e criar oportunidades de emprego nas comunidades onde a empresa desenvolve projetos.</p>
<p>Integrados no programa Skills – Energy Professional, os dois programas destinam-se a residentes de vários municípios portugueses e têm candidaturas abertas até 12 de setembro. Podem candidatar-se pessoas entre os 18 e os 45 anos, com a escolaridade obrigatória concluída e disponibilidade para deslocações. As formações começam a 21 de setembro e deverão terminar até ao final do ano.</p>
<p>O Energy Professionals Wind é dirigido a residentes nos municípios de Alenquer, Torres Vedras e Peniche. Já o Energy Professionals Solar destina-se a residentes em Portalegre, Mação, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova e Nisa.</p>
<p>A principal novidade desta edição é a estreia do Energy Professionals Solar em Portugal. O programa pretende formar técnicos de operação e manutenção de centrais solares, combinando formação teórica e prática no Centro de Formação para a Transição Energética, em Portalegre.</p>
<p>Em paralelo, a EDP avança com a segunda edição do Energy Professionals Wind no país. A formação é assegurada pela Cedros e certificada pela Global Wind Organisation (GWO), incluindo sessões online e presenciais, uma componente prática em Setúbal, visitas técnicas e uma certificação reconhecida internacionalmente para os participantes que concluam o curso com sucesso.</p>
<p>A continuidade do programa eólico surge depois dos resultados da primeira edição, realizada nos concelhos de Montalegre e Boticas. Um mês após o final da formação, cerca de metade dos participantes já estava integrada profissionalmente, segundo a EDP, evidenciando o potencial da iniciativa na criação de emprego qualificado e no desenvolvimento das comunidades locais.</p>
<p>O Energy Professionals é desenvolvido em colaboração com parceiros como a APREN, Vestas, CME, Cedros e o Centro de Formação para a Transição Energética, estando integrado no programa global de investimento social da EDP, Y.E.S. – You Empower Society.</p>
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		<title>Dubai oferece benefícios de 700 euros a residentes que convidem familiares e amigos a visitar o emirado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:22:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo do Dubai lançou uma nova campanha para impulsionar o turismo durante a época baixa, oferecendo benefícios superiores a 3.000 dirhams dos Emirados Árabes Unidos (cerca de 700 euros) aos residentes que convidem familiares ou amigos a visitar o emirado entre 20 de julho e 31 de outubro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Dubai lançou uma nova campanha para impulsionar o turismo durante a época baixa, oferecendo benefícios superiores a 3.000 dirhams dos Emirados Árabes Unidos (cerca de 700 euros) aos residentes que convidem familiares ou amigos a visitar o emirado entre 20 de julho e 31 de outubro. A iniciativa pretende aumentar o número de visitantes num período tradicionalmente marcado por menor procura devido às elevadas temperaturas de verão e surge numa altura em que o setor turístico continua a recuperar dos efeitos da guerra entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Denominado &#8220;A Dubai Invite&#8221;, o programa convida os residentes a assumirem o papel de embaixadores da cidade. Para participar, basta indicar, através do portal Visit Dubai, os familiares ou amigos que pretendem convidar. Em troca, os residentes passam a ter acesso a um conjunto de ofertas e descontos avaliados em mais de 3.000 dirhams, que incluem estadias em hotéis, refeições em restaurantes, entradas em atrações turísticas e outras experiências.</p>
<p>Entre os incentivos disponibilizados encontram-se descontos de até 45% em estadias no Meliá Desert Palm, entradas gratuitas em parques temáticos como o Aquaventure e o IMG Worlds of Adventure, bem como campanhas &#8220;dois pelo preço de um&#8221; em restaurantes como ULA, Asia Asia e The 305. Na prática, os residentes podem usufruir destas vantagens juntamente com os visitantes convidados, reduzindo significativamente os custos das atividades durante a estadia.</p>
<p>Num comunicado divulgado na rede social X, o Departamento de Economia e Turismo do Dubai explicou os objetivos da iniciativa. &#8220;O Departamento de Economia e Turismo do Dubai lança &#8216;A Dubai Invite&#8217;, convidando os residentes a tornarem-se embaixadores da cidade ao receberem os seus familiares e amigos no Dubai.&#8221;</p>
<p>Com cerca de 19,5 milhões de turistas por ano, o Dubai consolidou-se como um dos principais destinos turísticos do Médio Oriente, sendo durante décadas associado ao turismo de luxo, às compras, aos grandes eventos internacionais e à hotelaria de elevado padrão. No entanto, os meses de verão representam tradicionalmente a época de menor afluência, uma vez que as temperaturas podem atingir os 50 graus Celsius nos Emirados Árabes Unidos, um país maioritariamente desértico.</p>
<p><strong>Guerra com o Irão continua a afetar o turismo</strong><br />
Apesar de os Emirados Árabes Unidos não terem sido diretamente palco dos combates da mais recente escalada entre Washington e Teerão, o conflito teve um forte impacto na perceção de segurança da região. A guerra, iniciada em fevereiro, abalou a imagem do Golfo como destino estável para turistas e investidores.</p>
<p>Segundo a informação disponível, os Emirados foram atingidos por mísseis e drones iranianos durante o conflito, tendo alguns ataques atingido hotéis, incluindo unidades localizadas na ilha artificial Palm Jumeirah, bem como o emblemático hotel Burj Al Arab. A situação levou muitos turistas a cancelarem ou interromperem as suas férias durante a época alta de inverno.</p>
<p>Desde a entrada em vigor de um cessar-fogo considerado frágil, a 8 de abril, o número de visitantes internacionais começou lentamente a recuperar. Ainda assim, profissionais do setor, citados pela agência AFP, indicam que muitos hotéis continuam atualmente a depender sobretudo de clientes locais para manter níveis de ocupação satisfatórios.</p>
<p><strong>Governo reforçou apoios às empresas</strong><br />
Perante as dificuldades enfrentadas pelas empresas do setor turístico e pelos restantes negócios afetados pela guerra e pelo bloqueio iraniano ao Estreito de Ormuz, o Governo do Dubai aprovou, em maio, um pacote de apoio económico superior a 400 milhões de dólares (cerca de 350 milhões de euros).</p>
<p>O programa incluiu várias medidas destinadas a aliviar os encargos das empresas, entre as quais isenções de taxas municipais aplicáveis a hotéis e restaurantes, redução das coimas relacionadas com infrações aduaneiras e diminuição das taxas associadas às licenças de aviação civil.</p>
<p>Este pacote veio reforçar um primeiro conjunto de apoios anunciado no final de março, então avaliado em mais de 270 milhões de dólares (cerca de 236 milhões de euros), destinado tanto às empresas como às famílias afetadas pelas consequências económicas do conflito.</p>
<p><strong>Companhias aéreas também lançaram incentivos</strong><br />
A recuperação do turismo motivou igualmente a resposta das principais companhias aéreas dos Emirados. No mês passado, transportadoras sediadas no Dubai e em Abu Dhabi lançaram novos programas de seguros de viagem para incentivar os turistas a regressarem ao país.</p>
<p>No caso da Emirates, os passageiros podem acrescentar ao bilhete uma cobertura de seguro de viagem abrangente mediante um custo adicional, incluindo proteção que, segundo a companhia, não é afetada pelas recomendações emitidas pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros de diferentes países.</p>
<p>Embora o Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico não mantenha atualmente qualquer alerta específico para viagens aos Emirados Árabes Unidos, outros países continuam a aconselhar prudência. A Austrália, por exemplo, elevou recentemente o nível de aviso aos seus cidadãos, recomendando que reconsiderem a necessidade de viajar para o país.</p>
<p>Com a campanha &#8220;A Dubai Invite&#8221;, o emirado procura agora estimular a procura durante os meses mais quentes do ano, recorrendo aos próprios residentes para atrair novos visitantes e apoiar a recuperação de um setor que continua a sentir os efeitos económicos e reputacionais provocados pelo conflito regional.</p>
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		<title>Apoiantes de Trump &#8216;azedam&#8217; com custos da guerra no Irão. Só um terço da base MAGA defende conflito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:02:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O apoio dos eleitores mais fiéis de Donald Trump à continuação da guerra com o Irão está a diminuir rapidamente, numa altura em que o conflito se prolonga, os custos económicos aumentam e a aproximação das eleições intercalares intensifica a pressão política sobre a Casa Branca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O apoio dos eleitores mais fiéis de Donald Trump à continuação da guerra com o Irão está a diminuir rapidamente, numa altura em que o conflito se prolonga, os custos económicos aumentam e a aproximação das eleições intercalares intensifica a pressão política sobre a Casa Branca. Uma nova sondagem da POLITICO, realizada em parceria com a empresa independente Public First, mostra que a paciência do eleitorado republicano começa a esgotar-se, aproximando-se da posição maioritária dos norte-americanos, que há muito manifestam oposição ao envolvimento militar dos Estados Unidos.</p>
<p>Os dados revelam uma alteração significativa em apenas dois meses. Em maio, cerca de 50% dos eleitores que se identificam com o movimento MAGA consideravam que a guerra justificava os custos económicos. Agora, essa percentagem caiu para pouco mais de um terço, registando uma descida de 13 pontos percentuais. Em simultâneo, 37% dos apoiantes de Trump defendem que os Estados Unidos só devem continuar envolvidos no conflito caso isso não implique um agravamento dos custos económicos, acima dos 29% registados em maio. Além disso, quase um em cada cinco eleitores MAGA considera que Washington deve abandonar a guerra independentemente das consequências financeiras.</p>
<p>Segundo a análise da POLITICO, esta erosão do apoio entre os eleitores mais leais do Presidente representa um dos sinais mais claros de desgaste político provocado pelo conflito, numa altura em que a economia e o custo de vida continuam a dominar as preocupações do eleitorado norte-americano antes das eleições intercalares.</p>
<p>Apesar desta tendência, Donald Trump não dá sinais de pretender reduzir a intensidade da campanha militar. Após duas semanas de ataques norte-americanos contra alvos iranianos, o Presidente afirmou na terça-feira que responsáveis iranianos &#8220;querem desesperadamente reunir-se&#8221;, mas garantiu que Washington &#8220;não tem qualquer interesse sequer em conversar&#8221; enquanto Teerão não estiver preparado para negociações consideradas significativas.</p>
<p>Nos bastidores da administração, porém, o ambiente é descrito como bastante diferente. Uma fonte próxima da Casa Branca, citada pela POLITICO sob anonimato, afirmou que existe um elevado nível de frustração entre os principais responsáveis da administração. Segundo essa fonte, Trump terá percebido que alcançar a vitória militar que pretende exigiria uma escalada que considera politicamente impossível.</p>
<p>&#8220;A Casa Branca está num nível máximo de frustração neste momento e foi-me dito por pessoas muito próximas que o Presidente percebe agora plenamente que a única forma de alcançar a vitória que pretende é politicamente impossível. O povo americano simplesmente não apoiará a escalada necessária nesta fase.&#8221;</p>
<p>A mesma fonte acrescentou que o conflito já provocou mais baixas militares norte-americanas e colocou a administração perante &#8220;uma situação politicamente impossível&#8221;.</p>
<p>A deterioração do apoio coincide com uma nova fase das hostilidades entre Washington e Teerão. Depois de Trump ter declarado, no início do mês, que um acordo de paz provisório estava terminado, os dois países retomaram ataques recíprocos. Durante o último fim de semana morreram dois militares norte-americanos na Jordânia, enquanto o preço da gasolina ultrapassou os quatro dólares por galão em várias zonas dos Estados Unidos, tornando os efeitos económicos da guerra cada vez mais visíveis para os consumidores.</p>
<p>Este cenário alterou profundamente a estratégia política da Casa Branca. Em vez de centrar o discurso nas medidas económicas da administração — como os cortes fiscais, os programas de poupança para recém-nascidos e a redução dos preços dos medicamentos — Trump tem sido obrigado a justificar repetidamente os custos da guerra e a defender que o impacto económico é um preço necessário para impedir o avanço do programa nuclear iraniano.</p>
<p>Os responsáveis da administração sustentam, contudo, que o aumento dos preços será temporário. A expectativa da Casa Branca é que os combustíveis regressem aos níveis anteriores assim que a guerra termine ou quando as capacidades militares do Irão forem suficientemente degradadas para impedir perturbações na circulação de petróleo através do Estreito de Ormuz.</p>
<p>A porta-voz da Casa Branca, Olivia Wales, rejeitou que as decisões de segurança nacional sejam condicionadas pelos resultados das sondagens.</p>
<p>&#8220;O mais importante para o povo americano é ter um Comandante-em-Chefe que tome medidas firmes para garantir a sua segurança, e é exatamente isso que o Presidente Trump está a fazer.&#8221;</p>
<p>A responsável acrescentou que o Presidente &#8220;não toma decisões de segurança nacional com base em sondagens de opinião voláteis, mas sim nos melhores interesses do povo americano&#8221;.</p>
<p>Os resultados mostram ainda que os eleitores republicanos menos alinhados com o movimento MAGA manifestam uma oposição ainda mais forte ao conflito. Apenas 21% consideram que a guerra justifica o aumento dos custos económicos, enquanto 28% defendem que os Estados Unidos devem abandonar completamente o envolvimento militar, independentemente das consequências financeiras.</p>
<p>A sondagem evidencia igualmente que mesmo muitos apoiantes de Trump atribuem ao conflito o aumento dos preços dos combustíveis. Entre os eleitores MAGA, 57% responsabilizam diretamente a guerra pelo agravamento dos preços da gasolina, percentagem que sobe para 63% entre os eleitores republicanos não identificados com o movimento MAGA.</p>
<p>Entre os apoiantes mais fiéis de Trump, nenhuma outra explicação para o aumento dos preços — incluindo a procura sazonal ou restrições ambientais à produção petrolífera — ultrapassa os 25% das respostas. Já entre os eleitores que votaram na antiga vice-presidente Kamala Harris, a responsabilidade é atribuída sobretudo à gestão económica da administração Trump e às tarifas comerciais impostas pelo Presidente, apontadas por 55% e 52% dos inquiridos, respetivamente.</p>
<p>Os dados mostram também que os próprios eleitores de Trump estão divididos quanto ao impacto que um Presidente democrata teria tido sobre os preços dos combustíveis. Cerca de 34% acreditam que os preços teriam aumentado ainda mais sob uma administração democrata, enquanto 35% consideram que teriam subido exatamente o mesmo. Outros 20% entendem que os combustíveis aumentaram mais sob a presidência de Trump.</p>
<p>O crescente desgaste político preocupa estrategas republicanos envolvidos nas principais disputas eleitorais para o Congresso. Segundo a POLITICO, responsáveis ligados às campanhas para a Câmara dos Representantes e para o Senado têm alertado, nos últimos meses, para o risco de a continuação da guerra prejudicar as hipóteses do Partido Republicano manter as maiorias parlamentares.</p>
<p>Curt Mills, diretor executivo da revista American Conservative, considera que os resultados da sondagem mostram um afastamento crescente da opinião pública em relação ao conflito.</p>
<p>&#8220;Isto demonstra que, se a primeira fase da guerra já era impopular entre fevereiro e o início do verão, esta segunda ronda é ainda mais difícil de justificar. Os americanos simplesmente não percebem porque estão envolvidos nesta guerra.&#8221;</p>
<p>Embora reconheça a enorme influência de Trump dentro do Partido Republicano, Mills lembra que essa liderança também encontra limites perante a realidade política.</p>
<p>&#8220;Sim, Trump é o líder do Partido Republicano e dispõe de grande margem junto dos seus apoiantes, mas nem os reis são imunes à realidade política.&#8221;</p>
<p>Questionado sobre o eventual impacto eleitoral da guerra, Donald Trump desvalorizou as preocupações.</p>
<p>&#8220;Isso não terá qualquer impacto sobre mim. Estou apenas aqui para fazer o que está certo. Não penso nas eleições quando tomo decisões desta natureza.&#8221;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792525]]></sapo:autor>
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		<title>MP afasta PJ de investigação a atrelado encontrado em empresa que fez obras a ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:56:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público recusa, por agora, atribuir à Polícia Judiciária (PJ) a investigação relacionada com o atrelado encontrado na Construbarcelos, empresa que fez obras numa propriedade do ministro da Administração Interna, adiantou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público recusa, por agora, atribuir à Polícia Judiciária (PJ) a investigação relacionada com o atrelado encontrado na Construbarcelos, empresa que fez obras numa propriedade do ministro da Administração Interna, adiantou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR).</P><br />
<P>Em resposta à Lusa, a PGR explicou que o inquérito relacionado com os bens apreendidos no âmbito do processo de tráfico de droga denominado &#8216;Operação Pacoba&#8217; está a cargo do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa. </P><br />
<P>A investigação &#8220;encontra-se a cargo do Ministério Público deste departamento e não será, por ora, delegada em qualquer órgão de polícia criminal&#8221;, detalhou a PGR.</P><br />
<P>Além do inquérito aberto pelo Ministério Público, também a PJ anunciou, na passada sexta-feira, que abriu um inquérito sobre o atrelado apreendido num processo de tráfico de droga que foi encontrado atracado a um camião da empresa Construbarcelos.</P><br />
<P>Segundo a PJ, a direção nacional desta polícia &#8220;teve conhecimento de que uma galera apreendida, no âmbito de um inquérito relacionado com o tráfico de estupefacientes, havia sido movimentada e parqueada em Barcelos&#8221;.</P><br />
<P>Com esta informação, foi instaurado um inquérito &#8220;para apurar as circunstâncias da alegada movimentação, que poderia confirmar a prática de ilícitos criminosos&#8221;, acrescentou a PJ, confirmando que &#8220;a galera se encontrava estacionada em Barcelos, atracada a um camião da empresa Construbarcelos&#8221; e que, por se tratar de um bem apreendido, ficou &#8220;novamente à guarda da Polícia Judiciária, bem como os produtos que a mesma carregava, esclarecendo-se que estes não têm natureza estupefaciente&#8221;.</P><br />
<P>A polémica relacionada com o ministro da Administração Interna teve início no dia 10 de julho, quando o semanário Nascer do Sol noticiou que o ministro da Administração Interna contratou para remodelar um imóvel que detém em Odemira a empresa Construbarcelos, anteriormente responsável por obras na PJ, quando Luís Neves era diretor nacional.</P><br />
<P>Segundo a publicação, entre 2020 e 2025, a empresa Construbarcelos recebeu cerca de 1,9 milhões de euros em contratos públicos, valor confirmado dias depois pelo ministro da Administração Interna, em entrevista à TVI/CNN.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792529]]></sapo:autor>
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		<title>ANMP pede rápida definição de mecanismos de transição para obras do PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) alertou hoje para a necessidade de o Governo concretizar rapidamente os mecanismos de financiamento que permitirão assegurar a continuidade das obras financiadas pelo PRR que não estejam concluídas até agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) alertou hoje para a necessidade de o Governo concretizar rapidamente os mecanismos de financiamento que permitirão assegurar a continuidade das obras financiadas pelo PRR que não estejam concluídas até agosto.</P><br />
<P>&#8220;O mais relevante neste momento, a curto prazo, tem a ver com o PRR [Plano de Recuperação e Resiliência}. O fim do PRR em agosto de 2026 e também com aquilo que é o compromisso por parte do Governo de encontrarmos mecanismos de transição das obras do PRR que não estiverem concluídas até essa data&#8221;, sublinhou o presidente da ANMP.</P><br />
<P>No final de uma reunião do conselho diretivo da ANMP, que decorreu hoje em Pombal, Pedro Pimpão admitiu aos jornalistas que os municípios veem o encerramento do PRR como uma das suas principais preocupações a curto prazo, sendo importante garantir uma solução financeira que permita concluir os investimentos que se encontrem em execução.</P><br />
<P>&#8220;Importa encontrar uma solução para que as obras não parem e para que haja efetivamente uma continuidade do processo de execução destas obras&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O também presidente da Câmara Municipal de Pombal (distrito de Leiria) evidenciou que estão em causa investimentos considerados essenciais para as populações, sobretudo nas áreas da educação e da saúde.</P><br />
<P>&#8220;São obras fundamentais para a vida das nossas comunidades, porque estamos a falar de centros de saúde e de escolas, sobretudo, que merecem realmente uma resposta efetiva por parte do Governo&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>De acordo com Pedro Pimpão, a ANMP tem mantido um diálogo &#8220;construtivo&#8221; com o Governo sobre esta matéria, mas defendeu que chegou o momento de transformar intenções em soluções concretas.</P><br />
<P>&#8220;Importa agora concretizar para que haja uma transição normal das obras que não sejam concluídas no âmbito do PRR, mas que são importantes, que sejam mantidas e que são úteis para as nossas comunidades&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Questionado sobre eventuais novidades transmitidas pelo Governo, o responsável admitiu que existem avanços em alguns setores, mas que persistem indefinições.</P><br />
<P>Na área da habitação, indicou que a solução associada ao recurso ao empréstimo do Banco Europeu de Investimento (BEI) está &#8220;mais ou menos orientada&#8221;.</P><br />
<P>Já no setor da educação, o Governo tem manifestado a intenção de integrar projetos não concluídos nos programas financiados pelo Portugal 2030, adiantou.</P><br />
<P>&#8220;Aquilo que nos foi transmitido por parte dos membros do Governo é que, ao nível da articulação com as CCDR [comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional], está a ser feito um reajustamento do Portugal 2030 para integrar essas obras&#8221;, afirmou, ressalvando que o processo ainda não está fechado.</P><br />
<P>&#8220;É um processo que ainda não está concretizado, existe apenas essa manifestação de intenção&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Quanto à área da saúde, a ANMP disse ainda desconhecer qual será o modelo de financiamento a adotar para assegurar a conclusão dos projetos.</P><br />
<P>&#8220;Na saúde ainda não sabemos qual é o mecanismo. Sabemos que tem havido essa preocupação de encontrar uma solução, mas ainda não sabemos qual é&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo o presidente da ANMP, é essencial que as autarquias conheçam rapidamente os instrumentos financeiros disponíveis, para poderem refletir esses encargos no planeamento financeiro dos próximos anos.</P><br />
<P>&#8220;É muito importante nós sabermos qual será esse mecanismo para podermos integrar aquilo que são as nossas responsabilidades nos nossos exercícios orçamentais&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<title>Óbito/Luís Represas: Governo timorense lembra amigo que deu voz às vítimas da ocupação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Timor-Leste recordou hoje Luís Represas como um "amigo de longa data", que deu voz às vítimas das atrocidades cometidas durante a ocupação indonésia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Timor-Leste recordou hoje Luís Represas como um &#8220;amigo de longa data&#8221;, que deu voz às vítimas das atrocidades cometidas durante a ocupação indonésia.</P><br />
<P>&#8220;Foi com elevada consternação que tomamos conhecimento do falecimento de Luís Represas, um amigo de longa data de Timor-Leste&#8221;, afirma, em comunicado, o Governo timorense.</P><br />
<P>No comunicado, as autoridades timorenses lembram que Luís Represas interpretou a canção &#8220;Timor&#8221; pela última vez no país em 2019, durante as celebrações dos 20 anos da realização da consulta popular, em 30 de agosto de 1999.</P><br />
<P>&#8220;Luís Represas deu voz aos que não podiam contar ao mundo as atrocidades de que eram vítimas durante o período da ocupação indonésia. Esta canção tornou-se então símbolo da luta pela liberdade e pela autodeterminação do povo timorense, contra a injustiça que lhe era infligida&#8221;, salienta o Governo timorense.</P><br />
<P>&#8220;O Governo de Timor-Leste expressa o mais profundo pesar pelo falecimento de Luís Represas e apresenta à sua família e amigos as suas mais sentidas condolências&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O cantor Luís Represas morreu hoje aos 69 anos vítima de doença prolongada.</P><br />
<P>Luís Represas nasceu em Lisboa, em 1956. Aos 20 anos fez parte do núcleo fundador dos Trovante, que se estreou com o álbum &#8220;Chão Nosso&#8221; e ganhou dimensão nacional ao terceiro álbum, &#8220;Baile no Bosque&#8221;, em 1981.</P><br />
<P>O cantor comemorava este ano os 50 anos de carreira, divididos entre os Trovante e a solo, tendo atuado em março com os companheiros de sempre, no Meo Arena, em Lisboa, e no Pavilhão Rosa Mota, no Porto. Para abril de 2027, tinha marcado dois concertos nos coliseus de Lisboa e do Porto.</P><br />
<P>Criador de canções como &#8220;Perdidamente&#8221;, &#8220;Feiticeira&#8221; e &#8220;Timor&#8221;, em 2005 Luís Represas foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito &#8211; grau de Comendador. Em 2016, recebeu a Medalha da Ordem de Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792527]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Alunos não poderão reprovar na sequência da correção de erros de classificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os alunos que virem a sua nota baixar na sequência da correção de erros de classificação ou desconformidades na digitalização dos exames nacionais não poderão reprovar, informou hoje o Júri Nacional de Exames (JNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os alunos que virem a sua nota baixar na sequência da correção de erros de classificação ou desconformidades na digitalização dos exames nacionais não poderão reprovar, informou hoje o Júri Nacional de Exames (JNE).</P><br />
<P>&#8220;Qualquer redução da classificação em resultado da correção de erros de classificação ou de desconformidades de digitalização nunca poderá resultar na reprovação do aluno no exame, tal como acontece no processo de reapreciação&#8221;, refere o JNE numa informação enviada às escolas, a que a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>Durante a manhã, o JNE informou as escolas da reclassificação de mais de seis mil provas, depois de identificados erros nos parâmetros de correções em quatro disciplinas &#8212; Física e Química A, Geografia, História A e Português Língua Não Materna.</P><br />
<P>&#8220;No caso de a correção da classificação resultar numa nota inferior a 95 pontos (9,5 valores), a classificação será de 95 pontos (9,5 valores)&#8221;, referia essa primeira nota, acrescentando que a decisão também se aplica às &#8220;correções de classificações anteriormente efetuadas&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, o JNE decidiu alargar a exceção aos casos em que a nota do exame é alterada devido a desconformidades na digitalização, sinalizadas pelos alunos no âmbito da consulta da prova.</P><br />
<P>O Júri acrescenta que os alunos podem ainda inscrever-se para a segunda fase dos exames nacionais, que está a decorrer até sexta-feira.</P><br />
<P>Na quinta-feira, realizam-se as provas de Matemática A, Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Filosofia, seguindo-se, na sexta-feira, História A, História B, Biologia e Geologia, Geometria Descritiva A e línguas estrangeiras, à exceção de Inglês.</P><br />
<P>Este ano, os alunos prejudicados pelos constrangimentos nos processos de classificação e divulgação dos resultados das notas poderão realizar exames nacionais numa época especial, que vai decorrer entre 03 e 08 de setembro.</P><br />
<P>A época especial será aberta a todos os alunos elegíveis para a realização de provas na segunda fase, quer as realizem ou não, e as inscrições decorrem entre 27 e 31 de julho.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo registou várias falhas técnicas.</P><br />
<P>O ministro da Educação reconheceu os problemas no processo de classificação dos exames nacionais, mas garantiu que nenhum aluno será prejudicado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792526]]></sapo:autor>
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		<title>PSP descobre alojamentos ilegais em minimercados de Sintra e propõe encerramento de um estabelecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia de Segurança Pública (PSP) detetou alojamentos ilegais instalados nas caves de três minimercados da freguesia de Massamá, no concelho de Sintr.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia de Segurança Pública (PSP) detetou alojamentos ilegais instalados nas caves de três minimercados da freguesia de Massamá, no concelho de Sintra, durante uma operação de fiscalização que revelou ainda diversas irregularidades relacionadas com segurança, salubridade e conservação de alimentos. Na sequência das inspeções, a força policial comunicou os factos às autoridades competentes e propôs o encerramento imediato de um dos estabelecimentos, devido à gravidade das infrações identificadas.</p>
<p>De acordo com um comunicado do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão Policial de Sintra, a operação incidiu sobre três mercearias localizadas em Massamá, tendo sido identificadas, no interior das respetivas áreas anexas, zonas utilizadas como alojamento. Segundo a polícia, esses espaços funcionavam como habitações improvisadas, &#8220;local onde os residentes confecionavam a sua alimentação e pernoitavam&#8221;.</p>
<p>Durante as ações de fiscalização, os agentes verificaram que as caves dos estabelecimentos tinham sido clandestinamente transformadas em verdadeiras residências, dispondo de cozinha, instalações sanitárias e dormitórios. A PSP refere que esta utilização constitui &#8220;uma violação do alvará de utilização e do ordenamento urbanístico dos imóveis&#8221;, uma vez que os espaços comerciais estavam a ser utilizados para fins habitacionais sem qualquer enquadramento legal.</p>
<p>Além da existência dos alojamentos ilegais, a operação permitiu detetar outras irregularidades consideradas graves. Num dos estabelecimentos foram identificadas falhas ao nível das medidas de autoproteção e dos requisitos obrigatórios de videovigilância, igualmente assinaladas pela PSP no comunicado oficial.</p>
<p>As inspeções revelaram também problemas relacionados com a segurança alimentar. Segundo a força policial, foram encontradas &#8220;condições deficitárias no armazenamento e conservação de géneros alimentícios destinados ao público&#8221;, existindo ainda riscos de insalubridade provocados pela acumulação de lixo e entulho nas instalações.</p>
<p>A PSP considera que a acumulação destas infrações, associada ao risco de aqueles espaços se consolidarem como &#8220;um foco de perturbação e insegurança numa zona habitacional&#8221;, justificou uma atuação imediata junto das entidades competentes.</p>
<p>Por esse motivo, os factos foram comunicados, com caráter de urgência, à Câmara Municipal de Sintra, ao Serviço Municipal de Proteção Civil, à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e à Autoridade de Saúde Pública de Sintra, para que sejam desencadeados os procedimentos da respetiva competência.</p>
<p>Na sequência da operação, a PSP formalizou ainda a proposta de encerramento de um dos estabelecimentos fiscalizados, medida justificada pela gravidade das irregularidades verificadas.</p>
<p>A operação integra as ações de fiscalização desenvolvidas pela Divisão Policial de Sintra com o objetivo de verificar o cumprimento da legislação aplicável aos estabelecimentos comerciais, bem como de identificar situações que possam colocar em causa a segurança, a saúde pública ou o ordenamento do território. Segundo o comunicado da PSP, as inspeções permitiram confirmar a existência de habitações clandestinas instaladas em caves destinadas exclusivamente à atividade comercial, bem como diversas deficiências nas condições de funcionamento dos minimercados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792521]]></sapo:autor>
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		<title>NASA procura quatro voluntários para viver um ano fechados e simular uma missão à Lua e a Marte</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nasa-procura-quatro-voluntarios-para-viver-um-ano-fechados-e-simular-uma-missao-a-lua-e-a-marte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marte]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
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					<description><![CDATA[Experiência deverá arrancar, no mínimo, em agosto de 2027, no Centro Espacial Johnson, em Houston]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NASA abriu candidaturas para uma experiência invulgar: procura quatro voluntários dispostos a viver e trabalhar durante cerca de um ano em isolamento total para simular uma missão tripulada ao espaço profundo. Segundo o &#8216;El Economista&#8217; e a própria agência espacial americana, a experiência deverá arrancar, no mínimo, em agosto de 2027, no Centro Espacial Johnson, em Houston.</p>
<p>O projeto, denominado <a href="https://analogstudies.jsc.nasa.gov/mmea" target="_blank" rel="noopener">Moon and Mars Exploration Analog (MOEA)</a>, pretende recriar, em ambiente terrestre, as condições que os astronautas enfrentarão durante futuras missões à Lua e, sobretudo, a Marte.</p>
<p>Durante aproximadamente um ano, os participantes viverão em dois habitats confinados que funcionarão como uma nave espacial e uma base de superfície. A missão incluirá operações semelhantes às de uma viagem interplanetária, desde longos períodos de isolamento até caminhadas espaciais simuladas e deslocações com um rover para locais de exploração.</p>
<p>O principal objetivo é compreender como o corpo e a mente humanos reagem a missões prolongadas longe da Terra. Ao longo da experiência, investigadores vão monitorizar continuamente a saúde física e psicológica da tripulação, bem como a capacidade de trabalhar sob limitações de recursos, pressão operacional e convivência permanente em espaços reduzidos.</p>
<p>A missão combina elementos de dois programas anteriores da NASA — HERA (Human Exploration Research Analog) e CHAPEA (Crew Health and Performance Exploration Analog) — numa única experiência destinada a reproduzir todo o ciclo de uma missão ao espaço profundo.</p>
<p>Além de estudar a adaptação dos futuros astronautas, a agência pretende testar equipamentos, tecnologias, procedimentos operacionais e sistemas de suporte à vida que poderão ser utilizados nas missões Artemis e na futura presença permanente da NASA na superfície lunar, servindo também de preparação para a primeira missão tripulada a Marte.</p>
<p>Os dados recolhidos serão integrados no Programa de Investigação Humana da NASA e ajudarão a desenvolver novas estratégias para proteger a saúde e o desempenho das tripulações durante viagens espaciais de longa duração.</p>
<p>A agência procura quatro candidatos que, além de cumprirem exigentes requisitos físicos e académicos, estejam dispostos a enfrentar um rigoroso processo de seleção, incluindo avaliações médicas e psicológicas. A NASA sublinha que procura pessoas motivadas para viver uma experiência única e contribuir para o desenvolvimento das futuras missões de exploração humana do Sistema Solar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792511]]></sapo:autor>
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		<title>“Vem aí uma enorme tempestade”: drones ucranianos atingem a maior retalhista da Rússia e espalham o pânico entre empresários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Wildberries]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques prolongaram-se durante vários dias e atingiram importantes centros de distribuição nas regiões de Moscovo, Tambov, Krasnodar e Stavropol]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresários russos estão a contabilizar prejuízos, a questionar a capacidade do Kremlin para proteger infraestruturas críticas e, em alguns casos, a pedir o fim da guerra, depois de drones ucranianos terem atingido vários armazéns da Wildberries, a maior plataforma de comércio eletrónico da Rússia, noticia o &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>Os ataques prolongaram-se durante vários dias e atingiram importantes centros de distribuição nas regiões de Moscovo, Tambov, Krasnodar e Stavropol. Vídeos publicados nas redes sociais russas mostram enormes armazéns consumidos pelas chamas e densas colunas de fumo sobre as instalações.</p>
<p>Para os milhares de pequenos vendedores que armazenam os seus produtos nos centros logísticos da Wildberries, os incêndios trouxeram o receio de que anos de trabalho e milhões de rublos em mercadoria tenham desaparecido de um momento para o outro.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Attacks on Wildberries warehouses could hit the Russian economy harder than it seems</p>
<p>According to OSINT researcher Chris O’Wiki, the consequences of strikes on Wildberries warehouses could go far beyond the loss of goods estimated at around $1.2 billion.</p>
<p>Wildberries accounts… <a href="https://t.co/gkdMtHKzDn">https://t.co/gkdMtHKzDn</a> <a href="https://t.co/ZxzCkLSrD0">pic.twitter.com/ZxzCkLSrD0</a></p>
<p>&mdash; NEXTA (@nexta_tv) <a href="https://x.com/nexta_tv/status/2079824004739682673?ref_src=twsrc%5Etfw">July 22, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>“É isto, pessoal. Muitas pessoas vão acordar falidas porque o armazém de Krasnodar ardeu. E ainda está a arder”, afirmou um homem num vídeo publicado nas redes sociais. “Os amigos de Krasnodar dizem que está tudo completamente destruído. O que vamos fazer? Não sabemos”, acrescentou, antes de soltar um suspiro.</p>
<p>Outro empresário, visivelmente emocionado, disse já desejar o fim da chamada “operação militar especial”, a expressão usada pelo Kremlin para descrever a invasão da Ucrânia. “Há tanta gente a morrer e tantos empresários a sofrer. Agora temos de apresentar declarações às autoridades fiscais. Não sei o que dizer nem o que fazer”, lamentou.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Drone attacks on Wildberries logistics centers in Krasnodar and Nevinnomyssk, Russia. <a href="https://t.co/rvWDEP2GmT">pic.twitter.com/rvWDEP2GmT</a></p>
<p>&mdash; Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) <a href="https://x.com/Gerashchenko_en/status/2079814988810580314?ref_src=twsrc%5Etfw">July 22, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Um trabalhador de um dos armazéns afirmou ter ficado com medo de regressar ao emprego depois de ver imagens de corpos no chão, explosões e pessoas cobertas de sangue. “Pelo segundo dia consecutivo, tenho medo de ir para o armazém”, admitiu.</p>
<p>“Ansiedade é uma palavra demasiado leve. Parece que vem aí uma tempestade gigantesca”, descreveu Sergei, outro empresário russo, que afirmou esperar novos ataques em breve. Outros funcionários mostraram-se mais resignados. Olga, que trabalha num centro da Wildberries em Shushary, nos arredores de São Petersburgo, garantiu que continuará a apresentar-se ao serviço: “A morte pode encontrar-nos em qualquer lugar e de qualquer maneira.”</p>
<p>As reações revelam uma mistura de medo, indignação e críticas cada vez mais diretas às autoridades russas. Alguns utilizadores acusaram a Ucrânia e a NATO de atacarem deliberadamente civis, mas outros perguntaram por que razão as defesas aéreas russas não conseguiram proteger grandes armazéns localizados no interior do país.</p>
<p>“Se já não conseguem proteger as refinarias, que geram receitas para o orçamento do Estado, o que resta aos cidadãos comuns?”, questionou um utilizador. Outro foi ainda mais longe: “Temos a certeza de que possuímos realmente armas nucleares?”</p>
<p>A mais recente vaga de ataques começou na madrugada de 17 para 18 de julho, quando drones ucranianos atingiram centros da Wildberries em Kotovsk, na região de Tambov, e Elektrostal, cerca de 50 quilómetros a leste de Moscovo. Este último complexo, com aproximadamente 188 mil metros quadrados, era um dos maiores centros da empresa em volume de encomendas.</p>
<p>O incêndio em Elektrostal produziu uma coluna de fumo que, segundo relatos citados pelo jornal, podia ser vista a mais de 200 quilómetros de distância. Os bombeiros combateram as chamas durante mais de um dia. Esta quarta-feira, novos ataques atingiram instalações em Krasnodar e Nevinnomyssk, segundo a fundadora da empresa, Tatyana Kim. Os trabalhadores foram retirados antes dos impactos, embora várias pessoas tenham ficado feridas.</p>
<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que os ataques de longo alcance atingiram centros logísticos envolvidos no fornecimento de componentes para drones, equipamentos de navegação e outro material militar às forças russas. Segundo Zelensky, foi também atingido um depósito de petróleo. Para muitos vendedores russos, porém, a consequência imediata é outra: mercadoria destruída, negócios ameaçados e a sensação de que a guerra, até agora distante, chegou finalmente aos seus locais de trabalho.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Zelensky said Ukraine’s overnight strikes on Wildberries warehouses in Russia targeted logistics hubs allegedly used to supply the Russian military with drone components, navigation equipment, and other gear.</p>
<p>Photo: Telegram channels <a href="https://t.co/7zBAeM52Uh">pic.twitter.com/7zBAeM52Uh</a></p>
<p>&mdash; KyivPost (@KyivPost) <a href="https://x.com/KyivPost/status/2079839314448454125?ref_src=twsrc%5Etfw">July 22, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792498]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venda do Hospital da Cruz Vermelha será relançada em breve, avança Governo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venda-do-hospital-da-cruz-vermelha-sera-relancada-em-breve-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital da Cruz Vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[João Silva Lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A venda do Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, vai ser relançada pelo Governo em breve, para a alienação das posições da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e da Parpública, anunciou hoje o secretário de Estado do Tesouro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A venda do Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, vai ser relançada pelo Governo em breve, para a alienação das posições da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e da Parpública, anunciou hoje o secretário de Estado do Tesouro.</p>
<p>&#8220;Será um procedimento transparente, equitativo e concorrencial&#8221;, assegurou no parlamento o secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, João Silva Lopes, que acompanhou o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, numa audição parlamentar sobre a situação do Setor Empresarial do Estado, a pedido do Chega.</p>
<p>O procedimento da alienação será lançado brevemente, adiantou, sem dar mais informações sobre a venda.</p>
<p>Em causa estão as participações na Cruz Vermelha Portuguesa &#8211; Sociedade de Gestão Hospitalar, S. A. (CVP-SGH), sociedade gestora deste hospital, que o Estado tentou vender em 2024, sem sucesso.</p>
<p>No final desse ano, o primeiro Governo de Luís Montenegro (PSD-CDS-PP) encerrou a venda iniciada em 2022, alegando que a alienação não era viável.</p>
<p>A Santa Casa tem uma participação de 54,98% no capital social da CVP-SGH e a Parpública, entidade que gere as participações do Estado em empresas, detém 45,00%, segundo o último relatório e contas, relativo ao ano de 2025.</p>
<p>Em 26 de dezembro 2024, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, e o secretário de Estado do Tesouro, Silva Lopes, assinaram um despacho, publicado em Diário da República em 07 de janeiro de 2025, a fechar o processo &#8220;sem adjudicação da venda a nenhum dos proponentes&#8221;.</p>
<p>A decisão foi tomada depois de a Santa Casa e a Parpública terem apresentado, em 16 de dezembro de 2024, &#8220;um parecer fundamentado de ausência de condições necessárias, em termos de salvaguarda do interesse patrimonial das acionistas, para prosseguir o processo de venda&#8221;, segundo fundamentaram no despacho.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792484]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Morre em França alegado recrutador da rede sexual de Jeffrey Epstein: morte está sob investigação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:58:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Siad]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[jeffrey epstein]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[Nascido na Argélia, com nacionalidade sueca e residente em Colombes, nos arredores da capital francesa, Siad tinha 69 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel Siad, um homem apontado como um dos alegados recrutadores de vítimas para a rede de exploração sexual de Jeffrey Epstein, foi encontrado morto nos arredores de Paris. Segundo o &#8216;El País&#8217;, as circunstâncias da morte continuam por esclarecer e as autoridades francesas já abriram uma investigação.</p>
<p>Nascido na Argélia, com nacionalidade sueca e residente em Colombes, nos arredores da capital francesa, Siad tinha 69 anos e viu o seu nome ganhar notoriedade após a divulgação, no início deste ano, de documentos relacionados com o caso Epstein.</p>
<p><strong>Nome surge milhares de vezes nos ficheiros</strong></p>
<p>De acordo com esses documentos, Daniel Siad aparece referido milhares de vezes e é suspeito de ter recrutado modelos de vários países para as apresentar ao financeiro americano Jeffrey Epstein.</p>
<p>Siad rejeitou sempre as acusações, apresentando-se publicamente como &#8220;um homem de família&#8221;.</p>
<p>Segundo o jornal francês &#8216;Le Parisien&#8217;, o corpo foi encontrado por um colega de casa de 28 anos, caído no chão da cozinha. A hipótese de um ataque cardíaco está a ser considerada, embora as autoridades aguardem os resultados da investigação para determinar a causa da morte.</p>
<p><strong>Paris era uma peça-chave da rede de Epstein</strong></p>
<p>A morte surge numa altura em que a justiça francesa continua a investigar as ligações locais da rede de Jeffrey Epstein.</p>
<p>O empresário americano possuía um apartamento de luxo na Avenida Foch, uma das zonas mais exclusivas de Paris, que as autoridades consideram ter sido um dos principais centros de operações da sua rede em França.</p>
<p>Além de possíveis crimes de natureza sexual, a investigação aberta pelo Ministério Público francês procura também apurar eventuais ilícitos financeiros relacionados com as atividades de Epstein no país, incluindo o eventual papel desempenhado por Daniel Siad.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792496]]></sapo:autor>
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		<title>Primeiro frente a frente em quase um ano: Lavrov e Rubio voltam a reunir-se para discutir a guerra na Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Rubio]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Sergey Lavrov]]></category>
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					<description><![CDATA[Guerra na Ucrânia deverá dominar as conversações, juntamente com os chamados "acordos de Anchorage", que Moscovo afirma terem resultado de contactos entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente americano, Donald Trump]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio, vão reunir-se esta quinta-feira em Manila, nas Filipinas, à margem do fórum regional da ASEAN. Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, será o primeiro encontro presencial entre ambos desde setembro do ano passado.</p>
<p>A guerra na Ucrânia deverá dominar as conversações, juntamente com os chamados &#8220;acordos de Anchorage&#8221;, que Moscovo afirma terem resultado de contactos entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente americano, Donald Trump.</p>
<p><strong>Lavrov diz que Washington ainda não abandonou as suas propostas</strong></p>
<p>Antes da reunião, Lavrov afirmou que a Rússia parte do princípio de que os Estados Unidos continuam a considerar válidas as propostas discutidas durante esses contactos.</p>
<p>O chefe da diplomacia russa adiantou ainda que pretende questionar Marco Rubio sobre as recentes declarações de Donald Trump, segundo as quais um eventual acordo para terminar a guerra estará agora mais próximo.</p>
<p>Do lado americano, Rubio justificou a realização do encontro afirmando que, enquanto maiores potências nucleares do mundo, Estados Unidos e Rússia &#8220;não podem deixar de comunicar&#8221;, apesar das profundas divergências provocadas pela invasão da Ucrânia.</p>
<p><strong>Kremlin endurece posição antes das conversações</strong></p>
<p>O encontro acontece numa altura em que Moscovo aparenta adotar uma posição ainda mais inflexível.</p>
<p>De acordo com a agência &#8216;Bloomberg&#8217;, citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, o Kremlin terá abandonado a hipótese de uma troca de territórios com Kiev e pretende manter as áreas ocupadas nas regiões ucranianas de Sumy e Kharkiv como uma zona tampão.</p>
<p>A mesma informação indica que Vladimir Putin continua convencido de que as forças russas poderão conquistar toda a região de Donbass até ao final de 2026, embora fontes ligadas ao Ministério da Defesa russo considerem esse objetivo demasiado otimista e apontem antes para 2027.</p>
<p><strong>Moscovo acusa Washington de incumprimento</strong></p>
<p>Nas últimas semanas, Lavrov intensificou igualmente as críticas aos Estados Unidos, acusando Washington de não cumprir os compromissos assumidos durante os contactos diplomáticos anteriores.</p>
<p>O ministro russo afirmou ainda que Moscovo já não considera os Estados Unidos um mediador imparcial e sugeriu que as conversações realizadas no Alasca poderão ter servido apenas para dar tempo ao Ocidente para reforçar o apoio militar à Ucrânia.</p>
<p>Apesar do agravamento da retórica entre os dois países, o encontro em Manila representa uma das raras oportunidades de diálogo direto entre Moscovo e Washington numa fase em que as perspetivas para um cessar-fogo continuam a ser incertas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792493]]></sapo:autor>
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		<title>Exercícios militares de China e Rússia acendem alarmes no Japão: &#8220;É um teste aos EUA e aos seus aliados&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 12:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios militares]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Japão; Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Oceano Pacífico]]></category>
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					<description><![CDATA[Tensão aumentou depois de um contratorpedeiro chinês realizar um exercício com fogo real a cerca de 160 quilómetros da ilha japonesa de Okinotori, dentro da zona económica exclusiva do Japão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mais recentes exercícios navais conjuntos entre China e Rússia no Pacífico estão a ser interpretados como muito mais do que simples operações de treino. Segundo a revista &#8216;Newsweek&#8217;, vários especialistas consideram que Pequim e Moscovo estão a testar a capacidade de resposta dos Estados Unidos e dos seus aliados numa das regiões mais estratégicas do mundo.</p>
<p>A tensão aumentou depois de um contratorpedeiro chinês realizar um exercício com fogo real a cerca de 160 quilómetros da ilha japonesa de Okinotori, dentro da zona económica exclusiva do Japão.</p>
<p>Tóquio apresentou um protesto diplomático formal junto de Pequim, alegando que o exercício colocou em risco embarcações que navegavam na área, embora reconheça que a operação decorreu em conformidade com o direito internacional.</p>
<p><strong>Porque preocupa o Japão?</strong></p>
<p>Para os analistas, o local escolhido para o exercício não foi uma coincidência.</p>
<p>O Japão é um dos principais aliados dos Estados Unidos na Ásia e acolhe cerca de 55 mil militares americanos, sendo considerado uma peça-chave na estratégia de Washington para o Indo-Pacífico.</p>
<p>Segundo Raji Rajagopalan, investigadora do Australian Strategic Policy Institute, a China está a adotar um comportamento cada vez mais ousado para enviar uma mensagem clara aos países alinhados com os Estados Unidos.</p>
<p>Além disso, Tóquio tem reforçado a cooperação militar com parceiros como a Austrália e a Índia, assumindo um papel mais relevante na segurança regional — uma evolução que Pequim acompanha com crescente preocupação.</p>
<p><strong>Uma cooperação militar cada vez mais estreita</strong></p>
<p>Desde a invasão russa da Ucrânia, em 2022, China e Rússia intensificaram significativamente a cooperação militar.</p>
<p>Embora não mantenham uma aliança formal, os dois países realizam exercícios conjuntos cada vez mais complexos, incluindo patrulhas submarinas e operações navais de longo alcance.</p>
<p>Os especialistas consideram que esta aproximação permite aos dois países desafiar a influência dos Estados Unidos em zonas que, durante décadas, estiveram sob predominância americana.</p>
<p><strong>O que pretende Pequim?</strong></p>
<p>Além da demonstração de força, as manobras servem para normalizar a presença militar chinesa em águas internacionais próximas dos aliados de Washington.</p>
<p>Segundo os analistas ouvidos pela &#8216;Newsweek&#8217;, isso dificulta os cálculos estratégicos dos Estados Unidos e dos seus parceiros caso venha a ocorrer uma crise no Indo-Pacífico, nomeadamente em torno de Taiwan.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Pequim beneficia da experiência militar russa adquirida na guerra da Ucrânia, enquanto Moscovo aproveita a capacidade industrial chinesa, sobretudo no fabrico de componentes eletrónicos e tecnologia para drones.</p>
<p><strong>NATO volta a apontar o dedo à China</strong></p>
<p>Apesar de Pequim continuar a afirmar que mantém uma posição neutra relativamente à guerra na Ucrânia, a NATO considera que a China continua a desempenhar um papel determinante no esforço de guerra russo.</p>
<p>Na declaração final da mais recente cimeira da Aliança Atlântica, os 32 países-membros voltaram a classificar a China como um &#8220;facilitador decisivo&#8221; da invasão russa, apontando o fornecimento de bens de dupla utilização, como componentes eletrónicos, baterias e tecnologia que podem ser aplicados tanto em fins civis como militares.</p>
<p>Para o Governo japonês, esta aproximação entre China, Rússia e Coreia do Norte reforça a necessidade de aprofundar a cooperação entre a NATO e os seus parceiros no Indo-Pacífico, numa altura em que o equilíbrio estratégico da região está a sofrer uma transformação acelerada.</p>
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