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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Novos horários da eletricidade podem aumentar fatura em até 1000 euros por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma família portuguesa com tarifa bi-horária ou tri-horária poderá pagar até mais 1000 euros por ano na fatura da eletricidade se mantiver os atuais hábitos de consumo quando os novos períodos horários entrarem em vigor, em 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma família portuguesa com tarifa bi-horária ou tri-horária poderá pagar até mais 1000 euros por ano na fatura da eletricidade se mantiver os atuais hábitos de consumo quando os novos períodos horários entrarem em vigor, em 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">A estimativa resulta de uma simulação realizada pela Selectra, que alerta para o impacto da utilização dos equipamentos com maior consumo nas horas em que a eletricidade passará a ser mais cara.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-797816 size-large" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/luz-1200x721.jpg" alt="" width="1200" height="721" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/luz-1200x721.jpg 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/luz-300x180.jpg 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/luz-768x462.jpg 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/luz-1536x923.jpg 1536w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/luz-2048x1231.jpg 2048w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/08/luz-600x361.jpg 600w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p class="isSelectedEnd">As alterações aos períodos horários foram aprovadas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, mas só começarão a ser aplicadas aos consumidores domésticos em 2027.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Selectra, a adaptação dos consumos aos novos horários mais económicos poderá, pelo contrário, permitir uma poupança anual relevante.</p>
<p><strong>O que muda nos horários da eletricidade em 2027</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As mudanças abrangem apenas os consumidores com tarifas bi-horárias e tri-horárias. Quem tem uma tarifa simples não será afetado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na tarifa bi-horária, o período de vazio passará a começar às 22h30, meia hora mais tarde do que atualmente, e prolongar-se-á até às 8h30.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já na tarifa tri-horária, as horas de ponta deixarão de existir durante a manhã. O período em que a eletricidade será mais cara ficará concentrado sobretudo entre as 17h30 e as 21h30.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta alteração poderá penalizar as famílias que mantenham os equipamentos de maior consumo ligados ao final do dia, sem ajustar os horários às novas regras.</p>
<p><strong>Carro elétrico e eletrodomésticos podem fazer a diferença</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Selectra recomenda que os consumidores programem, sempre que possível, os aparelhos que consomem mais energia para os períodos de vazio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os equipamentos que podem ter maior impacto na fatura estão o carregamento do automóvel elétrico, a máquina da roupa, a máquina da loiça, o termoacumulador e a bomba da piscina.</p>
<p class="isSelectedEnd">Transferir estes consumos para as horas em que a eletricidade será mais barata poderá representar uma poupança de até 900 euros por ano, dependendo do perfil energético de cada habitação.</p>
<p><strong>Famílias devem confirmar a tarifa contratada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Antes da entrada em vigor dos novos períodos horários, a Selectra aconselha os consumidores a confirmarem se têm uma tarifa simples, bi-horária ou tri-horária.</p>
<p class="isSelectedEnd">A empresa recomenda também uma avaliação da tarifa contratada, para perceber se continua a ser a solução mais adequada ao padrão de consumo da família.</p>
<p class="isSelectedEnd">Comparar regularmente as ofertas disponíveis no mercado e programar os equipamentos mais exigentes para os novos períodos de vazio poderão ajudar a reduzir o impacto das mudanças.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora as novas regras só entrem em vigor em 2027, a Selectra defende que as famílias devem começar desde já a analisar os seus hábitos de consumo.</p>
<p>Pequenas alterações, como adiar o funcionamento da máquina da roupa ou o carregamento do carro elétrico para as horas mais económicas, poderão fazer uma diferença significativa na fatura anual.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797812]]></sapo:autor>
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		<title>Deitou um bilhete de lotaria premiado de um milhão de euros ao lixo. Seguiu-se uma corrida contra o tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[lotaria]]></category>
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					<description><![CDATA[Tudo aconteceu na cidade de Bitonto, na região italiana da Apúlia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem deitou ao lixo, por engano, um bilhete de lotaria premiado com um milhão de euros. Durante dois dias acreditou que tinha perdido a fortuna para sempre, mas uma operação invulgar acabou por lhe devolver a esperança — e o prémio.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol &#8216;El Mundo&#8217;, tudo aconteceu na cidade de Bitonto, na região italiana da Apúlia. O vencedor, cuja identidade não foi divulgada, verificou o bilhete num quiosque, onde a máquina apresentou a mensagem &#8220;não válido&#8221;. Convencido de que o boletim não tinha qualquer valor, deitou-o ao lixo.</p>
<p>Só quando chegou a casa é que um familiar lhe explicou que essa mensagem podia significar precisamente o contrário: o prémio era demasiado elevado para ser pago naquele estabelecimento.</p>
<p>Quando regressou ao quiosque para confirmar, já era tarde. O camião do lixo tinha recolhido os resíduos.</p>
<p>O homem contactou então a empresa responsável pela recolha de lixo da cidade. Segundo Roberto Toscano, presidente da Sanb, os trabalhadores conseguiram identificar rapidamente o camião que tinha feito aquele percurso e impediram-no de descarregar os resíduos na compactadora.</p>
<p>&#8220;Felizmente era domingo. Caso contrário, a carga já teria seguido para o aterro&#8221;, explicou Toscano ao portal italiano &#8216;TGCOM&#8217;.</p>
<p>Depois de concluídos os procedimentos administrativos necessários, o camião foi escoltado para uma instalação onde começou uma longa operação de busca entre cerca de seis toneladas de lixo.</p>
<p>Após várias horas de trabalho, um dos funcionários encontrou finalmente o bilhete premiado.</p>
<p>Segundo Toscano, tanto os trabalhadores como o vencedor celebraram o desfecho da operação. O responsável acrescentou que os custos da recuperação serão suportados pelo próprio vencedor, que assinou previamente um compromisso para pagar todas as despesas extraordinárias da intervenção.</p>
<p>Uma história que começou com um milhão de euros no lixo acabou, afinal, com um dos finais mais felizes que um apostador poderia desejar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797809]]></sapo:autor>
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		<title>Nissan Qashqai e-POWER entra para o Guinness após percorrer 1.980 km com um único depósito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[GUINNESS WORLD RECORDS]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nissan Qashqai e-POWER]]></category>
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					<description><![CDATA[Viagem decorreu entre 14 e 17 de julho, na Colômbia, ligando Bogotá à costa das Caraíbas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nissan anunciou que o Qashqai equipado com a tecnologia e-POWER conquistou um novo título do Guinness World Records™, ao percorrer 1.980 quilómetros com um único depósito de combustível, sem reabastecer nem recorrer a carregamentos externos.</p>
<p>Em comunicado, a marca afirma que este é o percurso mais longo alguma vez certificado pelo Guinness World Records™ para um SUV elétrico de autonomia alargada não recarregável.</p>
<p>A viagem decorreu entre 14 e 17 de julho, na Colômbia, ligando Bogotá à costa das Caraíbas. Segundo a Nissan, o percurso incluiu diferentes tipos de estradas, condições de trânsito e estilos de condução, tendo sido acompanhado e validado por juízes do Guinness World Records™.</p>
<p>A empresa refere que esta conquista reforça o historial da tecnologia e-POWER, depois de desafios de longa distância realizados anteriormente no Reino Unido e na Austrália.</p>
<p>Ao contrário dos híbridos convencionais, o sistema e-POWER utiliza um motor elétrico para mover sempre as rodas, enquanto um motor a gasolina funciona exclusivamente como gerador de eletricidade quando necessário. Segundo a Nissan, esta solução permite oferecer uma experiência de condução semelhante à de um veículo elétrico, sem necessidade de carregamentos externos.</p>
<p>Em comunicado, Richard Candler, diretor executivo responsável pela Estratégia de Família, Produto e Componentes da Nissan, afirma que o novo recorde demonstra &#8220;o potencial da tecnologia e-POWER de última geração&#8221;, destacando a eficiência, o refinamento e a autonomia do sistema.</p>
<p>A marca explica ainda que a mais recente geração do e-POWER integra um sistema modular &#8220;5 em 1&#8221;, que reúne num único conjunto o motor elétrico, o gerador, o inversor, o redutor e o multiplicador, complementado por travagem regenerativa para otimizar continuamente a utilização da energia.</p>
<p>Segundo a Nissan, a tecnologia e-POWER está atualmente disponível em vários mercados internacionais e pretende facilitar a transição para a mobilidade eletrificada, combinando a condução de um veículo elétrico com a conveniência do reabastecimento tradicional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797805]]></sapo:autor>
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		<title>Vídeo: este é o “Mercadona turco”: até o logótipo, as cores e as marcas próprias são parecidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mercadona]]></category>
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					<description><![CDATA[Responsáveis da empresa admitiram, na altura, que estudaram várias cadeias de supermercados nos Estados Unidos e na Europa antes de escolherem o modelo que pretendiam seguir]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À primeira vista, muitos clientes poderiam jurar que estão a entrar num supermercado Mercadona. O logótipo verde, o carrinho de compras, a disposição dos corredores e até as marcas próprias fazem lembrar a cadeia espanhola. A diferença é que esta loja fica em Istambul e chama-se File.</p>
<p>Segundo o &#8216;HuffPost&#8217;, as semelhanças voltaram a tornar-se virais graças a um vídeo publicado por Irene, criadora de conteúdos da conta @livinestambul, que mostra o interior de um dos supermercados durante uma visita à cidade turca.</p>
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DblkL_vIOsM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Irene (@livinestambul)</a></p>
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</blockquote>
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<p>Logo à entrada, o edifício apresenta um logótipo verde com um cesto de compras sobre uma fachada cinzenta, uma imagem que muitos associam de imediato ao Mercadona. No interior, a criadora de conteúdos destaca a organização das secções de fruta e legumes, os carrinhos de compras e até alguns produtos invulgares, como um iogurte com 2,5 quilos.</p>
<p>Mas é nas marcas próprias que as semelhanças mais chamam a atenção. Os produtos alimentares são vendidos sob a marca Harras, cujo logótipo recorda o da Hacendado. Já os produtos de higiene e cuidados pessoais surgem sob a marca Daycare, enquanto os artigos de limpeza são comercializados com a designação Actisoft, numa estratégia muito semelhante à utilizada pelo Mercadona com as marcas Deliplus e Bosque Verde.</p>
<p>Ao contrário do que muitos poderiam pensar, a semelhança não é acidental. A File foi criada em 2015 pelo grupo turco BİM, um dos maiores retalhistas do país, precisamente para desenvolver um conceito de supermercado diferente do tradicional modelo de desconto.</p>
<p>Segundo o jornal &#8216;El Mundo&#8217;, os responsáveis da empresa admitiram, na altura, que estudaram várias cadeias de supermercados nos Estados Unidos e na Europa antes de escolherem o modelo que pretendiam seguir.</p>
<p>Foi durante essa análise que chegaram a Espanha. &#8220;Lá vimos a líder de mercado, a Mercadona&#8221;, afirmou na altura Galip Aykaç, então responsável pelas operações do grupo, explicando que ficaram particularmente impressionados com a variedade de produtos, a especialização e a política de preços da cadeia espanhola.</p>
<p>Apesar da inspiração assumida, não existe qualquer registo público de ações judiciais movidas pelo Mercadona contra a File por alegada violação de marcas, desenhos industriais ou propriedade intelectual.</p>
<p>Entretanto, a cadeia turca consolidou-se no mercado. No final de 2025, contava já com 344 supermercados distribuídos por 34 cidades e quatro centros de distribuição, continuando a expandir-se com a abertura de novas lojas.</p>
<p>O vídeo voltou agora a despertar a curiosidade nas redes sociais, levando muitos utilizadores a comparar os dois conceitos e a questionar até que ponto a inspiração pode aproximar-se do original. Mas, neste caso, há um detalhe que distingue a File de muitos outros exemplos: a empresa nunca escondeu que o Mercadona foi uma das principais referências para criar a sua própria cadeia de supermercados.</p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DOJBE9HjGg5/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por FİLE (@filemarketleri)</a></p>
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</blockquote>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797799]]></sapo:autor>
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		<title>INE revê em baixa crescimento da riqueza das famílias entre 2020 e 2024 para 21%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:27:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[INE]]></category>
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		<category><![CDATA[riqueza]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Estatística (INE) reviu hoje os dados relativos à riqueza líquida média das famílias, que afinal aumentou 21% em termos reais entre 2020 e 2024, em vez dos 29% reportados em maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto Nacional de Estatística (INE) reviu hoje os dados relativos à riqueza líquida média das famílias, que afinal aumentou 21% em termos reais entre 2020 e 2024, em vez dos 29% reportados em maio. </P><br />
<P>Foi hoje publicada uma nota onde o gabinete de estatísticas sinaliza que, &#8220;em virtude de se ter identificado uma incorreção no cálculo dos ponderadores finais dos agregados familiares, que permitem extrapolar as respostas para o conjunto de agregados familiares residentes em Portugal, republica-se o destaque divulgado no dia 28 de maio de 2026 com as devidas alterações, não considerando a escolaridade no procedimento de calibragem&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A riqueza líquida das famílias em 2024 é revista em baixa (-7% em média), mas em termos qualitativos as conclusões do destaque não têm alterações&#8221;, explica o INE.</P><br />
<P>Segundo as conclusões revistas, a riqueza líquida média e a riqueza líquida mediana aumentaram cerca de 21% em termos reais em relação a 2020, para 278,3 milhares de euros e 143,3 milhares de euros, respetivamente. </P><br />
<P>O INE aponta que &#8220;em grande parte, esta evolução foi determinada pelo aumento do valor dos ativos reais (21,1%, em média), num contexto de forte crescimento dos preços da habitação&#8221;.</P><br />
<P>Em 28 de maio, o INE tinha divulgado o &#8220;Inquérito à Situação Financeira das Famílias&#8221; (ISFF) relativo a 2024, onde concluía que a riqueza líquida média por família &#8211; correspondente à diferença entre o valor dos seus ativos e das suas dívidas &#8211; se situou em 298,4 mil euros, número agora revisto. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797779]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de mil crianças sozinhas e centros 3.000% acima da capacidade: o drama que Ceuta enfrenta agora</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-mil-criancas-sozinhas-e-centros-3-000-acima-da-capacidade-o-drama-que-ceuta-enfrenta-agora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ceuta]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Migrações]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo de Ceuta estima que cerca de mil crianças e adolescentes já estejam integrados no sistema de proteção de menores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da entrada em massa de dezenas de milhares de migrantes em Ceuta, as autoridades espanholas enfrentam agora um dos maiores desafios da crise: proteger mais de mil menores que chegaram sozinhos à cidade e garantir-lhes abrigo, alimentação e acompanhamento.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol &#8217;20 Minutos&#8217;, o Governo de Ceuta estima que cerca de mil crianças e adolescentes já estejam integrados no sistema de proteção de menores. No entanto, admite que muitos outros continuam por localizar e poderão estar escondidos em bairros ou zonas rurais da cidade.</p>
<p>&#8220;Ainda há muitos menores espalhados por diferentes bairros e nas ruas de Ceuta&#8221;, reconheceu o porta-voz do governo local, Alejandro Ramírez, citado pelo jornal.</p>
<p>A situação levou várias organizações humanitárias a lançar um alerta. A Save the Children considera prioritário identificar rapidamente todas as crianças e encaminhá-las para locais seguros, onde possam receber cuidados especializados e apoio psicológico.</p>
<p>Ao contrário dos adultos, estes menores beneficiam de um regime jurídico específico. Não podem ser devolvidos automaticamente a Marrocos e cada caso tem de ser analisado individualmente, tendo sempre como princípio o superior interesse da criança.</p>
<p>O maior problema é a falta de capacidade para os acolher. Os centros de proteção de Ceuta foram concebidos para receber apenas 29 menores, mas albergam atualmente cerca de mil, o que representa uma taxa de ocupação próxima dos 3.000%.</p>
<p>As autoridades locais admitem que o sistema entrou em colapso. Além do centro de acolhimento La Esperanza, foram abertos espaços provisórios em Tarajal Nueva Esperanza e Piniers, estando prevista a adaptação de mais duas escolas para receber até 500 pessoas adicionais.</p>
<p>Perante a dimensão da crise, o Governo espanhol anunciou uma verba extraordinária de 25 milhões de euros para apoiar o acolhimento destes menores, montante que se soma aos 5,5 milhões já atribuídos anteriormente à cidade.</p>
<p>O futuro destas crianças continua, contudo, por definir. A legislação espanhola prevê que possam ser distribuídas por outras comunidades autónomas no prazo máximo de 15 dias, mas essa hipótese enfrenta forte oposição de várias regiões governadas pelo Partido Popular, que acusam o executivo de Pedro Sánchez de tentar repartir as consequências da crise migratória.</p>
<p>Em paralelo, cresce o desespero do outro lado da fronteira. Segundo fontes policiais citadas pelo 20 Minutos, pelo menos 44 cidadãos marroquinos continuam desaparecidos, a maioria menores de idade ou jovens.</p>
<p>Nos últimos dias, dezenas de famílias deslocaram-se até à fronteira de Ceuta para tentar encontrar filhos, irmãos ou netos desaparecidos desde a entrada em massa de migrantes. Nas redes sociais multiplicam-se fotografias e pedidos de ajuda, enquanto a Guarda Civil abriu um gabinete específico para receber participações de desaparecimentos e acelerar a identificação das crianças.</p>
<p>É precisamente esse lado humano que começa agora a marcar a pior crise migratória da história de Ceuta: milhares de pessoas conseguiram atravessar a fronteira, mas centenas de crianças continuam sem saber quando — ou se — poderão voltar a reunir-se com as suas famílias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797788]]></sapo:autor>
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		<title>O que os seus dados de identidade revelam sobre risco, acessos e controlo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-os-seus-dados-de-identidade-revelam-sobre-risco-acessos-e-controlo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Derek Gordon, Vice-Presidente Global de Gestão de Identidades e Acessos da NCC Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Derek Gordon, Vice-Presidente Global de Gestão de Identidades e Acessos da NCC Group</strong></em></p>
<p>A identidade tornou-se o caminho de menor resistência nos ciberataques modernos. As evidências dos maiores incidentes de segurança mostram que as credenciais roubadas ou utilizadas de forma abusiva são cada vez mais o método preferencial para comprometer organizações.</p>
<p>Para muitas, o principal desafio da Gestão de Identidades e Acessos (IAM – <em>Identity and Access Management</em>) passa por manter o risco associado aos acessos sob controlo num contexto de constante mudança. Novos serviços cloud, agentes de IA, fornecedores, aquisições de empresas e alterações frequentes de funções criam continuamente novas contas, mais privilégios e um número crescente de exceções. Com o tempo, os acessos acumulam-se mais rapidamente do que são removidos, a responsabilidade sobre esses acessos torna-se difusa e permissões &#8220;temporárias&#8221; acabam por se tornar permanentes. O resultado é um maior número de oportunidades para os atacantes se esconderem, caso os acessos não sejam monitorizados e revistos de forma contínua.</p>
<p>O problema não é apenas a complexidade, mas sobretudo a falta de visibilidade e de responsabilização. Os acessos concedidos a terceiros ao longo da cadeia de fornecimento são cada vez mais difíceis de monitorizar e governar, numa altura em que as exigências regulatórias, auditabilidade e responsabilização continuam a aumentar. Ao mesmo tempo, as credenciais de utilizadores internos e de contas de serviço são frequentemente expostas e comercializadas na Internet, embora esta exposição raramente seja considerada nas decisões quotidianas de gestão do risco de identidade.</p>
<p>Estas lacunas são particularmente relevantes porque refletem a forma como os ciberataques atuais evoluem. Incidentes recentes relacionados com cadeias de fornecimento e campanhas atribuídas a grupos como o Scattered Spider demonstraram a rapidez com que os atacantes conseguem movimentar-se quando os controlos de identidade falham. Acessos excessivos, herdados ou sem um responsável identificado de forma clara oferecem exatamente aquilo de que os atacantes necessitam para se misturarem com a atividade legítima, elevarem privilégios e alcançarem sistemas críticos sem levantar suspeitas. Em vários destes casos, organizações com programas de cibersegurança considerados maduros foram comprometidas não através de técnicas inovadoras, mas sim devido a fragilidades de identidade há muito conhecidas e facilmente evitáveis.</p>
<p><strong>Quando o risco de identidade está escondido à vista de todos</strong></p>
<p>Independentemente do setor de atividade, observamos o mesmo padrão. As organizações investem em soluções e programas de IAM, esperando reduzir riscos e reforçar o controlo. Contudo, a tecnologia, por si só, não resolve problemas de qualidade dos dados nem corrige processos deficientes.</p>
<p>Quando os processos de entrada, mobilidade interna e saída de colaboradores deixam de funcionar corretamente, os atacantes aproveitam essas falhas. As contas permanecem ativas depois de um colaborador mudar de função ou abandonar a organização. Contas privilegiadas e contas de serviço deixam de ter um responsável claramente identificado. Os acessos mantêm-se sem que alguém confirme se continuam a ser necessários ou sequer se aperceba da sua existência. Mesmo as melhores plataformas de IAM têm dificuldade em compensar estas falhas, criando uma superfície de ataque que escapa ao controlo da organização.</p>
<p>Para os atacantes, estas identidades não geridas representam a verdadeira &#8220;matéria negra&#8221; da identidade: risco oculto, difícil de detetar e extremamente fácil de explorar. Contas inativas ou órfãs constituem pontos de entrada discretos, enquanto credenciais antigas associadas a ex-colaboradores ou fornecedores externos podem continuar válidas muito depois de já não serem necessárias. Direitos de acesso temporários tornam-se permanentes por simples negligência, criando percursos inesperados para a escalada de privilégios. Quando estas situações se conjugam com palavras-passe fracas, revisões incompletas de acessos e contas com privilégios excessivos, a probabilidade de compromisso aumenta significativamente, por norma através do roubo de credenciais, da utilização indevida de acessos legítimos ou da contornação dos mecanismos de autenticação forte.</p>
<p>A questão que importa colocar é: o que é que os seus dados de identidade lhe dizem, neste momento, sobre o risco, a eficácia dos processos e os custos?</p>
<p><strong>Dos dados brutos à informação acionável</strong></p>
<p>Os dados de identidade contêm uma imagem muito mais clara do funcionamento real do ambiente de IAM do que muitas organizações imaginam. Quando analisados em conjunto, os padrões de acesso, os privilégios atribuídos e os dados relativos ao ciclo de vida das identidades revelam não apenas onde existem controlos, mas sobretudo até que ponto estes são aplicados de forma consistente.</p>
<p>Na maioria das organizações, esta informação encontra-se dispersa por plataformas críticas como Active Directory, Microsoft Entra ID, Okta ou Ping, bem como pelos sistemas de Recursos Humanos e pelas restantes aplicações empresariais. As discrepâncias entre estes sistemas acabam por comprometer a governação das identidades, enfraquecendo os processos de entrada, mobilidade e saída de colaboradores e introduzindo riscos invisíveis tanto para as equipas de segurança como para as de conformidade.</p>
<p>Esta visibilidade é essencial porque o risco de identidade raramente constitui apenas um problema tecnológico. Quando a qualidade dos dados é insuficiente, diminui a confiança nas auditorias, as revisões de acessos tornam-se mais lentas, os custos aumentam e é mais difícil demonstrar conformidade com princípios como o controlo de acessos, a responsabilização e o privilégio mínimo.</p>
<p>Além disso, quando os dados de identidade são incompletos ou inconsistentes, é impossível medir corretamente a exposição ao risco, identificar responsabilidades ou priorizar ações corretivas. As falhas de controlo mantêm-se e acabam por ser exploradas pelos atacantes, quer através do roubo de credenciais, quer através da utilização abusiva de acessos legítimos.</p>
<p>Curiosamente, os mesmos sinais que ajudam uma organização a identificar riscos de identidade são precisamente aqueles que os atacantes procuram: ausência de responsáveis claros, privilégios excessivos e falhas nos processos de gestão do ciclo de vida das identidades.</p>
<p>Obter informação verdadeiramente acionável significa identificar primeiro essas fragilidades e corrigi-las antes que possam ser exploradas. Quando corretamente interpretados, os dados de identidade fornecem evidências concretas, em vez de meras suposições, permitindo tomar decisões mais fundamentadas.</p>
<p><strong>Descobrir o que passa despercebido em matéria de privilégios, processos e exposição</strong></p>
<p>As contas altamente privilegiadas representam um risco desproporcionado e, paradoxalmente, são muitas vezes as menos compreendidas. Os privilégios acumulam-se ao longo do tempo através de mudanças de funções, exceções que nunca expiram, pertença a grupos aninhados e estruturas antigas, em especial em ambientes Active Directory e Entra ID.</p>
<p>Os atacantes sabem que o Active Directory constitui um alvo de elevado valor e exploram as suas vulnerabilidades para obter acesso ao Entra ID, à AWS e a outros serviços cloud. Sem revisões periódicas e autenticação multifator (MFA) obrigatória para todas as contas, as organizações acabam por perder o controlo sobre quem possui privilégios administrativos, por que motivo esses privilégios existem e até que ponto podem ser utilizados de forma abusiva.</p>
<p>Diversos estudos demonstram que a grande maioria das identidades dispõe de mais acessos do que realmente necessita, aumentando significativamente o impacto caso essas credenciais sejam comprometidas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, os processos associados ao ciclo de vida dos colaboradores raramente acompanham a velocidade com que as organizações evoluem. Contas permanecem ativas após a saída de colaboradores, contas de serviço e de terceiros deixam de ter responsáveis identificados e os registos dos Recursos Humanos nem sempre coincidem com os dados de acesso existentes. Em conjunto, estas falhas enfraquecem a governação, aumentam a exposição ao risco e dificultam a demonstração de conformidade regulatória.</p>
<p>Acresce ainda um risco crescente associado à cadeia de fornecimento: os atacantes têm vindo a direcionar os seus esforços para os acessos concedidos a terceiros, precisamente porque estes contêm frequentemente vulnerabilidades negligenciadas e tendem a ser geridos com menos rigor do que as identidades internas.</p>
<p>Tornar visíveis estes padrões constitui uma base sólida para a melhoria contínua, permitindo às equipas concentrar os seus esforços nas áreas que representam maior risco do ponto de vista da segurança, das operações e da conformidade.</p>
<p><strong>Quando a informação muda a forma de falar sobre risco</strong></p>
<p>Independentemente da dimensão ou setor de atividade, uma maior visibilidade sobre os dados de identidade altera profundamente a forma como o risco é compreendido e priorizado.</p>
<p>Problemas antigos, como contas órfãs, privilégios excessivos ou acessos que permanecem ativos após o fim da relação laboral, tornam-se imediatamente evidentes quando os dados de identidade deixam de ser analisados de forma isolada e passam a ser encarados como um sistema integrado. Estas fragilidades representam não apenas um risco de segurança, mas também custos adicionais, riscos de auditoria e ineficiências operacionais.</p>
<p>Um dos maiores desafios para as equipas de segurança e IAM consiste em comunicar estes riscos de forma compreensível para a gestão de topo. Métricas exclusivamente técnicas dificilmente produzem impacto quando não são contextualizadas em termos de impacto para o negócio, falhas de controlo ou exposição a ameaças externas.</p>
<p>Quando apresentada de forma clara, a informação sobre identidade permite abandonar indicadores genéricos e passar a utilizar métricas verdadeiramente relevantes, mostrando onde existe exposição ao risco, como esta evolui ao longo do tempo e quais os fatores com maior probabilidade de gerar impactos operacionais, regulatórios ou de segurança.</p>
<p>Esta visão torna-se ainda mais completa quando os dados internos de identidade são cruzados com informação proveniente da inteligência sobre ameaças. Sinais recolhidos na Internet aberta, na <em>deep web</em> e na <em>dark web</em> (como credenciais comprometidas ou acessos administrativos expostos) podem ser relacionados com utilizadores reais, funções específicas e privilégios existentes em ambientes Active Directory e Entra ID.</p>
<p>Com milhares de milhões de credenciais roubadas atualmente disponíveis em mercados criminosos, muitas delas ainda válidas, este contexto permite às organizações compreender onde o risco é efetivamente real e onde está a crescer.</p>
<p>Ao acompanhar esta evolução ao longo do tempo, é possível substituir reações pontuais a alertas ou notícias sobre incidentes por uma avaliação objetiva sobre se as medidas implementadas estão realmente a reduzir o risco ou se as mesmas fragilidades continuam simplesmente a reaparecer sob novas formas.</p>
<p><strong>A clareza começa pela visibilidade</strong></p>
<p>Na maioria das situações, o risco associado à identidade acumula-se devido a dados desatualizados, processos inconsistentes e acessos que nunca são devidamente revistos. Sem uma visão clara e objetiva do funcionamento real do ambiente de identidade num determinado momento, estes problemas persistem, aumentando a exposição ao risco e tornando difícil explicar, priorizar ou justificar investimentos.</p>
<p>Estabelecer uma linha de base estruturada altera completamente este cenário. Uma avaliação do risco de identidade fornece às organizações uma visão clara e sustentada sobre onde os controlos estão a falhar, como essas fragilidades afetam a segurança e a conformidade e quais os problemas cuja resolução terá maior impacto.</p>
<p>Esta clareza permite acelerar a remediação, direcionar melhor os investimentos e estabelecer um diálogo mais sólido com reguladores, auditores e órgãos de gestão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Derek Gordon, Vice-Presidente Global de Gestão de Identidades e Acessos da NCC Group]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Moeve e Greenvolt transformam postos de abastecimento em produtores de energia renovável para apoiar 400 famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Moeve]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Moeve vai integrar 65 postos de abastecimento em Comunidades de Energia geridas pela Greenvolt Comunidades, num projeto pioneiro em Portugal que permitirá produzir, consumir e partilhar energia renovável localmente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Moeve vai integrar 65 postos de abastecimento em Comunidades de Energia geridas pela Greenvolt Comunidades, num projeto pioneiro em Portugal que permitirá produzir, consumir e partilhar energia renovável localmente. A iniciativa deverá beneficiar cerca de 400 famílias e gerar aproximadamente 330 MWh de energia limpa por ano.</p>
<p>A parceria entre a Moeve e a Greenvolt Comunidades prevê que 36 postos de abastecimento de gestão direta da empresa, equipados com produção fotovoltaica, passem a produzir e partilhar energia renovável com as comunidades onde estão inseridos. Na maioria dos casos, estes postos assumirão também o papel de entidades fundadoras das respetivas Comunidades de Energia.</p>
<p>A Moeve torna-se, assim, a primeira empresa energética em Portugal a utilizar a sua rede de postos de abastecimento para este modelo de autoconsumo coletivo, aproximando a produção de energia renovável dos locais onde esta é consumida.</p>
<p>Atualmente, 11 postos da empresa já integram oito Comunidades de Energia ativas, permitindo a partilha estimada de 88 MWh de energia renovável por ano e abrangendo aproximadamente 110 famílias. Numa segunda fase, serão acrescentados mais 25 postos, distribuídos por 19 novas Comunidades de Energia.</p>
<p>Quando estiver totalmente implementado, o projeto deverá permitir partilhar cerca de 330 MWh de energia renovável por ano, suficiente para beneficiar aproximadamente 400 famílias com eletricidade mais limpa e económica.</p>
<p>Além dos 36 postos que irão produzir energia, outros 29 postos da rede Moeve passarão a consumir energia renovável produzida localmente, reforçando a utilização de eletricidade limpa na infraestrutura da empresa.</p>
<p>“A transição energética só será verdadeiramente bem-sucedida quando conseguir chegar às pessoas. As Comunidades de Energia representam precisamente essa evolução: um modelo mais colaborativo, descentralizado e próximo dos cidadãos”, afirma Isabel Gorgoso, CEO da Moeve Portugal.</p>
<p>Segundo a responsável, a integração dos postos de abastecimento neste modelo demonstra que infraestruturas já existentes podem assumir “um novo papel na produção e partilha de energia renovável”, contribuindo para acelerar a descarbonização e aproximar a energia das comunidades.</p>
<p>Para João Manso Neto, CEO do Greenvolt Group, a parceria demonstra a importância de uma maior colaboração entre empresas de diferentes áreas do setor energético. “Ao integrar a sua rede de postos de abastecimento num modelo de produção e partilha de energia renovável, transformamos uma infraestrutura de grande escala e presença territorial num verdadeiro contributo para a transição energética, com benefício direto para as comunidades locais”, salienta.</p>
<p>A iniciativa está integrada na estratégia Positive Motion, através da qual a Moeve pretende acelerar a transição energética e transformar a sua rede de postos de abastecimento em hubs multienergia.</p>
<p>A aposta nas Comunidades de Energia complementa outros investimentos da empresa na transição energética, nomeadamente na expansão da rede de carregamento elétrico ultrarrápido, no desenvolvimento de biocombustíveis, na produção de hidrogénio verde e na digitalização da experiência dos clientes.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797789]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Escassez de técnicos em época alta: um desafio estrutural para o setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Vítor Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha</p>
<p>Nos meses de maior atividade, a procura elevada coloca o setor automóvel perante um desafio que se mantém estrutural: a falta de técnicos qualificados. Esta situação aumenta a pressão sobre oficinas e redes, afetando diretamente os tempos de resposta e a organização do trabalho.</p>
<p>Para os operadores lidar com esta realidade exige planeamento cuidadoso e soluções estruturadas. Ter equipas dimensionadas de forma adequada e com competências atualizadas é essencial para garantir que cada intervenção mantém elevados padrões de qualidade e segurança, mesmo nos períodos mais exigentes.</p>
<p>A escassez de técnicos impacta múltiplos níveis da operação. Sem gestão adequada, podem surgir atrasos, a eficiência diminui e a experiência do cliente é afetada. Ferramentas digitais, monitorização de indicadores e redistribuição inteligente de tarefas ajudam a mitigar o problema, mas a experiência e a formação das equipas continuam a ser determinantes.</p>
<p>Redes nacionais consolidadas, como a Euromaster, conseguem enfrentar esta pressão combinando formação contínua, acompanhamento técnico especializado e otimização de processos internos. Desta forma, mesmo nos picos de procura, é possível manter serviços rápidos, fiáveis e consistentes.</p>
<p>Mais do que uma questão operacional, a escassez de técnicos revela a necessidade de pensar a médio e longo prazo. Investir na valorização profissional, na formação contínua e na retenção de talento não é apenas uma prioridade interna: reflete-se diretamente na confiança dos clientes, na reputação das oficinas e na capacidade de responder a períodos de maior intensidade sem comprometer qualidade, segurança ou eficiência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha]]></sapo:autor>
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		<title>Inteligência ucraniana alerta: Rússia prepara-se para receber 120 mísseis balísticos da Coreia do Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 90 militares norte-coreanos deverão ser destacados para a região russa de Voronezh, onde passarão a integrar a 112.ª Brigada de Mísseis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Coreia do Norte prepara-se para enviar uma unidade de mísseis para o oeste da Rússia, num reforço militar que poderá acrescentar até 120 mísseis balísticos e seis lançadores ao arsenal utilizado por Moscovo na guerra contra a Ucrânia.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, que cita declarações do representante da Inteligência Militar da Ucrânia (HUR), Andrii Cherniak, à &#8216;Reuters&#8217;, cerca de 90 militares norte-coreanos deverão ser destacados para a região russa de Voronezh, onde passarão a integrar a 112.ª Brigada de Mísseis.</p>
<p>De acordo com a inteligência ucraniana, a Coreia do Norte entregou recentemente mais um lote de cerca de 40 mísseis balísticos KN-23 e KN-24, acompanhado por pessoal militar. A dimensão final da missão e a estrutura da unidade deverão ser definidas durante conversações de alto nível previstas para o próximo mês.</p>
<p>Se o plano avançar, a Rússia poderá passar a dispor de um total de 120 mísseis balísticos norte-coreanos e seis lançadores adicionais, embora ainda não seja claro qual será o papel dos militares enviados por Pyongyang nas operações de lançamento.</p>
<p>Segundo Andrii Cherniak, a Rússia voltou a utilizar, na semana passada, mísseis balísticos fornecidos pela Coreia do Norte pela primeira vez desde agosto de 2025.</p>
<p>Um dos ataques atingiu um edifício residencial na aldeia de Radushne, no centro da Ucrânia, provocando a morte de dez membros da mesma família, segundo as autoridades ucranianas.</p>
<p>Os mísseis KN-23 e KN-24 têm um alcance superior e transportam cargas explosivas maiores do que os mísseis russos Iskander. No entanto, são considerados menos precisos. Ainda assim, Kiev afirma que estas armas têm sido responsáveis por vários ataques com elevado número de vítimas civis.</p>
<p>Segundo a inteligência ucraniana, Pyongyang já forneceu à Rússia cerca de 150 mísseis balísticos desde o final de 2023. Além disso, enviou milhares de militares para apoiar o esforço de guerra russo, incluindo tropas destacadas para a região de Kursk durante os combates de 2024.</p>
<p>No mês passado, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky afirmou que Moscovo se preparava para receber mais 30 mil militares norte-coreanos, sendo Voronezh uma das regiões apontadas como destino para esse reforço.</p>
<p>Se se confirmar, o destacamento desta unidade representará mais um passo no aprofundamento da cooperação militar entre Moscovo e Pyongyang, que já inclui o fornecimento de munições de artilharia, mísseis balísticos e tropas para apoiar a invasão da Ucrânia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797770]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>União Europeia liberta 1,4 mil milhões de euros para a Ucrânia após ataques russos a Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:42:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão foi divulgada um dia após bombardeamentos com mísseis balísticos e drones terem provocado pelo menos 17 mortos na capital ucraniana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A União Europeia vai disponibilizar 1,4 mil milhões de euros à Ucrânia a partir dos lucros gerados por ativos russos imobilizados, anunciou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, depois de novos ataques russos contra Kiev.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão foi divulgada um dia após bombardeamentos com mísseis balísticos e drones terem provocado pelo menos 17 mortos na capital ucraniana.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Euronews, Ursula von der Leyen condenou as “atrocidades horríveis” cometidas pela Rússia e defendeu que Moscovo deve pagar pela destruição causada desde o início da invasão em grande escala da Ucrânia.</p>
<p><strong>Maior parte do dinheiro será usada para pagar empréstimos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do anúncio, a maior parte dos 1,4 mil milhões de euros não será entregue diretamente como ajuda militar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Euronews, 95% do montante, o equivalente a 1,33 mil milhões de euros, será canalizado através do Mecanismo de Cooperação para Empréstimos à Ucrânia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esse valor será utilizado para ajudar Kiev a cumprir os encargos associados aos empréstimos concedidos no âmbito de iniciativas do G7 e da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os restantes 70 milhões de euros serão atribuídos através do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz, destinado a financiar assistência militar à Ucrânia.</p>
<p><strong>Ativos russos permanecem congelados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A União Europeia congelou os ativos do Banco Central da Rússia sob a sua jurisdição pouco depois do início da invasão da Ucrânia, em 2022.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os ativos em si continuam imobilizados. No entanto, os rendimentos e lucros que geram têm vindo a ser usados para apoiar a Ucrânia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Comissão Europeia, estes ativos já produziram cerca de oito mil milhões de euros em lucros extraordinários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ursula von der Leyen afirmou que a nova tranche permitirá apoiar a continuação da resistência ucraniana contra a guerra conduzida pela Rússia.</p>
<p><strong>Anúncio surge após nova vaga de ataques</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A presidente da Comissão Europeia divulgou a decisão depois de uma nova noite de ataques russos contra Kiev.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Rússia intensificou os bombardeamentos sobre a Ucrânia nas últimas semanas, atingindo vários alvos civis.</p>
<p>Von der Leyen reiterou que o apoio financeiro europeu deverá contribuir para sustentar a capacidade de resistência de Kiev e responsabilizar a Rússia pelos danos provocados no território ucraniano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797780]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Faturação da imobiliária Zome sobe 7% e soma 26,75 M€ no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:38:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A faturação da Zome aumentou 7% no primeiro semestre em termos homólogos, para 26,75 milhões de euros, tendo as mais de 5.500 transações realizadas representado um volume de negócios de 1.193,5 milhões de euros, anunciou hoje a imobiliária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A faturação da Zome aumentou 7% no primeiro semestre em termos homólogos, para 26,75 milhões de euros, tendo as mais de 5.500 transações realizadas representado um volume de negócios de 1.193,5 milhões de euros, anunciou hoje a imobiliária.</P><br />
<P>Em comunicado, a mediadora portuguesa reporta um crescimento de 10% do volume de negócios até junho face ao mesmo período de 2025, uma subida de 21% das angariações para 6.355 e um aumento de 11% do número de transações para 5.563.</P><br />
<P>O valor médio de transação situou-se em 272.794,16 euros, tendo registado um ligeiro aumento de 0,16%.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o presidente executivo da Zome destaca que a Grande Lisboa e o Grande Porto &#8220;continuam a evidenciar uma procura dinâmica&#8221;, registando-se ainda &#8220;um desempenho positivo nas zonas Norte e Centro, refletindo uma procura cada vez mais distribuída pelo território&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;De uma forma geral, o mercado residencial está gradualmente a diversificar-se para além dos grandes centros urbanos, acompanhando novas dinâmicas demográficas, melhores condições de mobilidade e diferentes prioridades das famílias&#8221;, afirma Carlos Santos.</P><br />
<P>Para a segunda metade do ano, a Zome antecipa &#8220;um semestre consistente, embora mais seletivo do que nos últimos anos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A procura continua presente, mas as decisões são hoje mais ponderadas e dependem cada vez mais da disponibilidade de oferta e da evolução do enquadramento económico&#8221;, refere Carlos Santos, sustentando que &#8220;o maior desafio continuará a ser aumentar a oferta e criar condições para que mais habitação chegue efetivamente ao mercado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto isso não acontecer, o setor continuará a operar sob pressão&#8221;, enfatiza. </P><br />
<P>No que respeita à dimensão da rede, a Zome diz ter continuado &#8220;a crescer de forma sustentada&#8221;, de forma a &#8220;responder a um mercado mais exigente&#8221;, investindo também &#8220;de forma consistente na qualificação dos [seus] consultores, no reforço da tecnologia e da inteligência de dados e na criação de equipas de suporte especializado que ajudam a transformar essa complexidade em decisões informadas para os clientes&#8221;.</P><br />
<P>A Zome nasceu, em 2019, na sequência da fusão entre a KW Business e a KW Prime, e em 2024 mediou um volume de negócios superior a 1.800 milhões de euros em mais de 10.200 transações, que originaram uma faturação superior a 40 milhões. </P><br />
<P>A mediadora dispõe atualmente de mais de 2.000 colaboradores, repartidos por 50 &#8216;hubs&#8217; imobiliários na Península Ibérica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797750]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PJ apreendeu cinco toneladas de cocaína em navio porta-contentores alvo de buscas em Sines</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:38:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu cinco toneladas de cocaína no navio porta-contentores que, na terça-feira, foi alvo de buscas no Porto de Sines, no distrito de Setúbal, anunciou hoje a força policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária (PJ) apreendeu cinco toneladas de cocaína no navio porta-contentores que, na terça-feira, foi alvo de buscas no Porto de Sines, no distrito de Setúbal, anunciou hoje a força policial.</P><br />
<P>Na operação &#8220;Skydrop&#8221;, que contou com a cooperação da Marinha e da Força Aérea portuguesas, foram ainda detidas três pessoas: dois passageiros &#8220;em situação clandestina e irregular&#8221; e um elemento da tripulação, &#8220;por suspeita de estar envolvido no esquema criminoso&#8221;.</P><br />
<P>O grupo dedicar-se-ia à &#8220;introdução de grandes quantidades de droga no continente europeu&#8221; e terá sido desarticulado.</P><br />
<P>De acordo com a PJ, o porta-contentores, &#8220;proveniente de um país da América Latina, foi detetado e abordado a cerca de 640 milhas náuticas de Lisboa, o equivalente a 1.185 quilómetros, em condições de extrema dificuldade&#8221; e &#8220;acompanhado pela Marinha até ao Porto de Sines, onde atracou na madrugada&#8221; de terça-feira.</P><br />
<P>A investigação decorria desde agosto no quadro do Centro de Análise e Operações Marítimas &#8211; Narcóticos (MAOC-N, na sigla oficial), &#8220;no âmbito da cooperação policial internacional e em estreita colaboração e articulação com as autoridades policiais e judiciária do Reino Unido (National Crime Agency) e Espanha (Policia Nacional)&#8221;.</P><br />
<P>Contactado pela agência Lusa, o comandante da Capitania do Porto de Sines, Rui Vasconcelos, revelou que o navio saiu hoje, às 09:55, daquele porto alentejano.</P><br />
<P>Segundo a plataforma Vessel Finder, o porta-contentores tinha estado atracado no Porto de Colón, no Panamá, antes de ser encaminhado para Sines e mantém como destino Tânger, em Marrocos, aonde está previsto chegar no próximo sábado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797760]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taxa de desemprego desce para 5,3% no 2.º trimestre, revela INE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:37:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego fixou-se em 5,3% no segundo trimestre, o valor mais baixo desde 2011, situando-se 0,6 pontos percentuais abaixo do mesmo período de 2025, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A taxa de desemprego fixou-se em 5,3% no segundo trimestre, o valor mais baixo desde 2011, situando-se 0,6 pontos percentuais abaixo do mesmo período de 2025, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</P><br />
<P>&#8220;A taxa de desemprego foi estimada em 5,3%, valor inferior em 0,8 pontos percentuais ao do trimestre anterior e em 0,6 pontos percentuais por comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, sendo o valor mais baixo desde o início da série em 2011&#8221;, refere o INE.</P><br />
<P>Entre abril e junho, a população empregada (5.399,8 mil pessoas) aumentou 1,9% (99,0 mil) em relação ao trimestre anterior e 2,9% (151,5 mil) relativamente ao trimestre homólogo de 2025, correspondendo ao valor mais elevado desde o primeiro trimestre de 2011.</P><br />
<P>Já a população desempregada, estimada em 300,8 mil pessoas, diminuiu 13,1% (45,5 mil) em relação ao trimestre anterior e 8,7% (28,7 mil) relativamente ao trimestre homólogo.</P><br />
<P>Para a variação homóloga da população desempregada contribuíram, principalmente, os decréscimos nos grupos populacionais das mulheres (18,0 mil; 10,0%), pessoas dos 25 aos 34 anos (17,3 mil; 19,1%), que completaram, no máximo, o 3.º ciclo do ensino básico (21,0 mil; 17,3%), à procura de novo emprego (31,2 mil; 10,9%), desempregados há menos de 12 meses (14,7 mil; 7,2%) e desempregados há 12 ou mais meses (14,0 mil; 11,1%).</P><br />
<P>A taxa de desemprego de jovens (16 a 24 anos) foi estimada em 18,3%, tendo diminuído em relação ao trimestre anterior (0,8 pontos percentuais) e aumentado em comparação com o trimestre homólogo (0,2 pontos percentuais).</P><br />
<P>No segundo trimestre, a subutilização do trabalho abrangeu 525,8 mil pessoas, menos 10,6% (62,2 mil) face ao trimestre anterior e 8,2% (47,3 mil) abaixo do período homólogo.</P><br />
<P>A taxa de subutilização do trabalho, estimada em 9,1%, diminuiu 1,1 pontos percentuais relativamente ao trimestre anterior e 1,0 ponto percentual em termos homólogos, tendo ambos os indicadores alcançado o valor mais baixo desde 2011.</P><br />
<P>No trimestre em análise, a população inativa com 16 e mais anos (3.712,1 mil) diminuiu 0,7% (26,7 mil) em relação ao trimestre anterior e 1,1% (40,9 mil) relativamente ao homólogo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797764]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mar avança sobre o litoral português e 40% das praias podem desaparecer até ao fim do século</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Greenpeace considera que Portugal se tornou um dos pontos mais vulneráveis às alterações climáticas, devido à extensão da sua costa e à subida do nível do mar, que estará a ocorrer a um ritmo superior à média mundial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O litoral português está cada vez mais exposto à erosão, à subida do nível do mar e à pressão urbanística, com milhares de pessoas e várias zonas costeiras em risco nas próximas décadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um relatório da Greenpeace, intitulado “Destruição a Toda a Costa – Retrato de um litoral português em risco”, estima que 40% das praias nacionais possam desaparecer até 2100 e alerta para os efeitos combinados das alterações climáticas, da ocupação urbana e da destruição das barreiras naturais.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Euronews, a organização analisou cerca de 2500 quilómetros de costa portuguesa e concluiu que o recuo das praias se situa, em média, entre 10 e 20 metros, podendo atingir 40 metros em algumas zonas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As tempestades registadas no início do ano terão agravado um problema já visível em várias praias, onde a diminuição do areal se tornou particularmente evidente durante o verão.</p>
<p><strong>Mais de 100 mil pessoas vivem em zonas de risco</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Greenpeace considera que Portugal se tornou um dos pontos mais vulneráveis às alterações climáticas, devido à extensão da sua costa e à subida do nível do mar, que estará a ocorrer a um ritmo superior à média mundial.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório indica que mais de 100 mil pessoas vivem em áreas costeiras expostas a inundações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Toni Melajoki Roseiro, diretor da Greenpeace Portugal, defende que o país não pode continuar a esperar pelo desaparecimento de praias, pelo colapso de arribas ou pela ameaça a infraestruturas antes de agir.</p>
<p class="isSelectedEnd">A organização pede decisões políticas destinadas a proteger as populações, os ecossistemas e o acesso público ao litoral.</p>
<p><strong>Um quarto da costa continental está em recuo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo dados da Agência Portuguesa do Ambiente citados pela Euronews, mais de 25% da costa continental está em recuo, com o mar a avançar para terra até dois metros por ano em algumas regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Cascais, o nível médio do mar terá subido 9,7 centímetros nos últimos 25 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório não atribui o problema apenas às alterações climáticas. A expansão turística, a construção em áreas sensíveis e a artificialização da costa são apontadas como fatores que aumentaram a vulnerabilidade do território.</p>
<p class="isSelectedEnd">A destruição de dunas e marismas reduz a capacidade natural de defesa contra a erosão, as inundações e a intrusão de água salgada.</p>
<p><strong>Espinho, Aveiro e Costa da Caparica entre as zonas críticas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No Norte, Espinho regista um recuo da linha de costa de 5,2 metros por ano. Viana do Castelo perdeu 30% da área de praia que tinha em 1990, enquanto a Póvoa de Varzim enfrenta um risco elevado de erosão e inundação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na região Centro, Aveiro surge como uma das zonas mais preocupantes. Na Costa Nova, o recuo poderá chegar aos 40 metros durante os próximos 20 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório prevê ainda que 18% do estuário do Mondego possa ficar inundado até 2100.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Costa de Lavos, na Figueira da Foz, a linha de costa recuou 50 metros durante a última década.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na região de Lisboa e na Península de Setúbal, a Costa da Caparica terá perdido cerca de 200 metros de areia desde 1960.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em Almada, 12% da área urbana está exposta ao risco de inundação. Algés, Alcântara e a Baixa de Lisboa são igualmente identificadas como zonas críticas, devido a problemas já observados durante os últimos invernos.</p>
<p><strong>Metade das praias do Alentejo pode desaparecer</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A costa alentejana é apontada como uma das regiões mais pressionadas pela urbanização e pelo turismo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Greenpeace estima que até 50% das praias do Alentejo possam desaparecer até ao final do século.</p>
<p class="isSelectedEnd">No Algarve, a previsão aponta para a perda de cerca de 40% das praias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vilamoura, Quarteira, Vale do Garrão e Praia da Rocha são destacadas pelo risco de erosão costeira e pela instabilidade das arribas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ilha de Tavira, a Ria Formosa, a Barrinha de Alvor e a Praia do Ancão são também identificadas como ecossistemas particularmente vulneráveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na praia de Faro, terão desaparecido 25 metros de largura desde 1950.</p>
<p><strong>Construção de luxo aumenta pressão sobre a costa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O relatório sustenta que Portugal dispõe de legislação para proteger o litoral, mas critica a falta de aplicação rigorosa das regras, a fiscalização insuficiente e a fraca articulação entre entidades públicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os Programas da Orla Costeira preveem uma faixa de proteção de 500 metros a partir da margem do mar, que pode ser alargada até 1000 metros quando estejam em causa ecossistemas costeiros relevantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, a Greenpeace considera que a urbanização junto ao mar funciona como um multiplicador de risco num contexto de subida do nível das águas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sesimbra e Grândola são apontadas como exemplos particularmente preocupantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">No concelho de Sesimbra, projetos como o Pinhal da Prata, o Pinhal do Atlântico e o Etosoto ocupam mais de 260 hectares em áreas protegidas e terão avançado sem avaliações ambientais adequadas.</p>
<p><strong>Projetos em Tróia e Comporta criticados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Em Tróia, o projeto “Na Praia” previa um empreendimento turístico de luxo com 96 hectares, incluindo moradias, spa e heliporto sobre dunas costeiras protegidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">As obras foram suspensas na sequência de uma ação de uma associação ambientalista. Um incêndio no estaleiro, em março de 2026, adiou ainda a inauguração prevista para junho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Comporta, o projeto Torre inclui dois hotéis, 234 residências e um campo de golfe, inseridos em empreendimentos com mais de 1000 hectares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os projetos Costa Terra e Comporta Dunes, com campos de golfe a menos de 500 metros da linha de água, são igualmente apontados pela Greenpeace como exemplos de pressão urbanística sobre áreas costeiras sensíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">A organização chama também a atenção para a necessidade de garantir o acesso público às praias, depois das polémicas relacionadas com zonas balneares da Comporta vedadas por privados.</p>
<p><strong>Greenpeace exige maior fiscalização</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Greenpeace defende que a resposta ao avanço do mar deve passar pelo cumprimento da legislação, por uma fiscalização mais apertada e por decisões políticas capazes de limitar a construção em áreas vulneráveis.</p>
<p>A organização alerta que o desaparecimento das praias, o aumento das inundações e a instabilidade das arribas deixarão de ser riscos distantes se não forem tomadas medidas para restaurar os sistemas naturais e reduzir a pressão sobre a faixa costeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797766]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preços na produção industrial sobem mais de 4% em junho na zona euro e na UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:37:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços na produção industrial aumentaram em junho 4,6% na zona euro e 4,7% na União Europeia, em termos homólogos, registando-se a maior subida na energia, segundo dados hoje divulgados pelo serviço estatístico europeu, Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os preços na produção industrial aumentaram em junho 4,6% na zona euro e 4,7% na União Europeia, em termos homólogos, registando-se a maior subida na energia, segundo dados hoje divulgados pelo serviço estatístico europeu, Eurostat. </P><br />
<P>No que se refere à comparação com maio de 2026, o indicador diminuiu 0,3% na zona euro e 0,2% na União Europeia (UE), tratando-se da primeira queda na variação mensal desde fevereiro.</P><br />
<P>Entre os Estados-membros que registaram o maior aumento anual nos preços da produção industrial estão a Bulgária (18,2%), a Roménia (14,3%) e a Irlanda (11,4%). A única queda nos preços registou-se no Luxemburgo (-3,2%).</P><br />
<P>Já na comparação com maio deste ano, os maiores aumentos registaram-se na Eslováquia (1,1%), Roménia (1%) e Estónia (0,9%) e as maiores quedas na Lituânia (-1,7%), Irlanda (-1,5%), Bulgária e Grécia (ambos com -1,3%).</P><br />
<P>Em Portugal, a variação homóloga fixou-se nos 4,2%, em linha com o bloco europeu. </P><br />
<P>Contudo, o país contrariou a desaceleração mensal na zona euro e na UE, ao registar uma subida de 0,4% face a maio de 2026, a sexta maior entre os Estados-membros.</P><br />
<P>Em termos anuais na zona euro, os maiores aumentos nos preços da produção registaram-se na energia (8,8%), seguidos dos bens intermédios (6,1%), bens de consumo duradouros (2,9%), bens de capital (2,3%) e bens de consumo não duradouros (0,6%).</P><br />
<P>A mesma tendência verificou-se na UE, com os maiores aumentos a registarem-se igualmente na energia (10%), bens intermédios (5,7%), bens de consumo duradouros (2,8%) e bens de capital (2,2%).</P><br />
<P>Excluindo a energia, a indústria registou um aumento de 3% nos preços da produção industrial na zona euro e de 2,9% na UE.</P><br />
<P>Relativamente à variação mensal, os maiores aumentos na zona euro também foram na energia (1,5%), bens intermédios (0,3%), bens de capital e de consumo duradouros (ambos com 0,2%).</P><br />
<P>Na UE, a maior variação mensal também se registou na energia (1,4%), bens intermédios e de capital (ambos com 0,3%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797763]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Homem armado é detido no campo de golfe de Trump 48 horas antes da visita do presidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Suspeito foi identificado como Jeanine John Taele, residente em Downey e com cerca de 30 anos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem armado foi detido este domingo no campo de golfe de Donald Trump, em Rancho Palos Verdes, no estado da Califórnia, apenas dois dias antes de o presidente dos Estados Unidos visitar o local para participar num evento de angariação de fundos.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol &#8217;20 Minutos&#8217;, que cita a Fox News, o suspeito foi identificado como Jeanine John Taele, residente em Downey e com cerca de 30 anos.</p>
<p>A detenção ocorreu depois de agentes federais à paisana o terem visto a caminhar pelo campo de golfe, a tirar fotografias e a gravar vídeos. De acordo com as autoridades, o homem aparentava também estar a observar o dispositivo de segurança montado para preparar a visita presidencial.</p>
<p>Durante a revista, os agentes encontraram 16 munições de ponta oca já carregadas. As buscas permitiram ainda apreender um rifle AR modificado ilegalmente, uma pistola Colt 1911 calibre .45, um componente superior para um rifle AR, coletes à prova de bala, grandes quantidades de munições para pistolas e espingardas, dois dispositivos de comunicação por rádio e vários cadernos.</p>
<p>Segundo as autoridades locais, esses cadernos continham &#8220;declarações preocupantes&#8221;, embora o seu conteúdo não tenha sido divulgado.</p>
<p>As investigações revelaram ainda que Jeanine John Taele já era alvo de um inquérito por alegado roubo conduzido pelo Departamento de Polícia de El Segundo.</p>
<p>O caso está agora a ser investigado em conjunto pelo Serviço Secreto, pelo Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles e pelo FBI. As autoridades não excluem a possibilidade de virem a ser apresentadas acusações adicionais à medida que a investigação avança.</p>
<p>A detenção acontece apenas 48 horas antes da deslocação de Donald Trump ao clube de golfe para um evento de angariação de fundos, circunstância que levou as autoridades a reforçarem as medidas de segurança no local.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797765]]></sapo:autor>
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		<title>Estes são os carros elétricos com as baterias mais fiáveis (e não são os mais caros)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:27:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[carro elétrico]]></category>
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					<description><![CDATA[Análise a 9.954 testes independentes de baterias de carros elétricos, todos com mais de 100 mil quilómetros percorridos, concluiu que alguns modelos mantêm praticamente intacta a capacidade original da bateria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As baterias continuam a ser um dos maiores argumentos de quem desconfia dos carros elétricos. A autonomia, o tempo de carregamento e, sobretudo, a degradação ao longo dos anos levantam dúvidas sobre quanto poderá custar manter um veículo elétrico após vários milhares de quilómetros.</p>
<p>Mas um novo estudo realizado na Suécia vem contrariar muitos desses receios. Segundo o jornal &#8216;El Confidencial&#8217;, uma análise a 9.954 testes independentes de baterias de carros elétricos, todos com mais de 100 mil quilómetros percorridos, concluiu que alguns modelos mantêm praticamente intacta a capacidade original da bateria.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido pela plataforma sueca &#8216;Carla&#8217;, com base em diagnósticos realizados entre 2022 e 2026 pela empresa austríaca AVILOO, especializada na avaliação da saúde das baterias. Ao contrário de muitas análises, os investigadores não recorreram aos dados fornecidos pelo próprio veículo, medindo antes de forma independente o chamado Estado de Saúde (SoH), indicador que mostra a capacidade real da bateria face à que tinha quando saiu de fábrica.</p>
<p>A maior surpresa surge no topo da tabela. Os modelos que melhor preservam a bateria não pertencem a marcas premium nem são da Tesla. O primeiro lugar é ocupado pelo Kia e-Niro, cuja bateria de 64 kWh conservava, em média, 97,25% da capacidade original após mais de 100 mil quilómetros. Seguem-se o Hyundai Kona Electric, com 97,18%, e o Kia EV6, que mantém 95,95%.</p>
<p>Na prática, estes valores significam que, após uma utilização equivalente a seis ou sete anos para muitos condutores, a perda de capacidade fica abaixo dos 5%, mantendo uma autonomia muito próxima da que o automóvel oferecia quando era novo.</p>
<p>Segundo o estudo, parte desta longevidade explica-se pela gestão térmica das baterias. Manter as células dentro da temperatura ideal durante a utilização e o carregamento reduz o desgaste e atrasa o envelhecimento. Também o software desenvolvido por cada fabricante desempenha um papel importante, controlando automaticamente situações que podem acelerar a degradação.</p>
<p>Os investigadores destacam ainda a influência da química utilizada nas baterias. No caso do Tesla Model 3, por exemplo, as versões equipadas com baterias LFP (fosfato de ferro-lítio), fornecidas pela CATL, apresentaram uma retenção de capacidade superior às versões equipadas com baterias NCM. Embora sejam mais pesadas e tenham menor densidade energética, as baterias LFP são conhecidas por suportarem um maior número de ciclos de carregamento.</p>
<p>Outro fator relevante são as atualizações de software. O estudo indica que alguns modelos da plataforma elétrica MEB, do Grupo Volkswagen, melhoraram a preservação da bateria através de atualizações remotas (OTA), que alteram a forma como o sistema gere o carregamento, o arrefecimento e a distribuição de energia.</p>
<p>Os resultados ajudam também a explicar por que motivo a maioria dos fabricantes oferece garantias de oito anos ou 160 mil quilómetros para a bateria, assegurando pelo menos 70% da capacidade original. Nos modelos analisados, porém, a realidade mostrou-se bastante mais favorável, com muitas baterias a manterem níveis muito acima desse limite.</p>
<p>Para o mercado de usados, esta poderá ser uma das conclusões mais importantes. À medida que aumenta a oferta de carros elétricos em segunda mão, o estado da bateria torna-se um fator decisivo na compra, levando cada vez mais concessionários a fornecer certificados independentes sobre a sua saúde.</p>
<p>O estudo não conclui que todas as baterias envelhecem da mesma forma nem que os hábitos de utilização deixem de ser importantes. Carregamentos rápidos frequentes, temperaturas extremas ou manter a bateria constantemente nos 100% continuam a influenciar a sua longevidade. Ainda assim, os dados sugerem que, em condições normais de utilização, a degradação é significativamente menor do que muitos consumidores ainda imaginam.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797748]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Nova SBE é a escola com a melhor reputação junto dos líderes empresariais em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:15:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estudo da OnStrategy foi realizado junto de mais de 8.000 profissionais C-Level, representativos do tecido empresarial português em termos de dimensão e distribuição geográfica. No total, foram analisadas mais de 2.000 marcas de cerca de 70 setores de atividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nova School of Business &amp; Economics (Nova SBE) é a instituição de ensino superior com melhor reputação junto dos líderes empresariais em Portugal, segundo o estudo RepScore 2026, realizado pela OnStrategy e referente ao primeiro semestre deste ano.</p>
<p>No segmento de <em>Schools &amp; Universities</em>, a Nova SBE alcançou uma pontuação de 86,6 pontos, ocupando o primeiro lugar entre as instituições de ensino superior avaliadas. O ranking mede a perceção dos principais decisores empresariais portugueses relativamente às marcas com maior relevância e reputação.</p>
<p>O estudo da OnStrategy foi realizado junto de mais de 8.000 profissionais C-Level, representativos do tecido empresarial português em termos de dimensão e distribuição geográfica. No total, foram analisadas mais de 2.000 marcas de cerca de 70 setores de atividade.</p>
<p>Para além da liderança no segmento de ensino superior, a Nova SBE integra o grupo de marcas portuguesas com melhor reputação entre os líderes empresariais. A avaliação considera dimensões como relevância, confiança, admiração, consideração, preferência, recomendação e intenção de compra.</p>
<p>&#8220;Este reconhecimento tem um significado muito particular por resultar da avaliação dos próprios líderes empresariais. Mais do que distinguir a qualidade da nossa oferta, demonstra que a marca Nova SBE é hoje uma referência para quem toma decisões nas organizações&#8221;, afirma Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE.</p>
<p>Segundo o responsável, a confiança conquistada pela instituição &#8220;reforça a nossa responsabilidade de continuar a produzir conhecimento relevante, desenvolver talento e manter uma ligação próxima ao tecido empresarial&#8221;.</p>
<p>O RepScore é desenvolvido pela OnStrategy desde 2009 e acompanha a reputação das marcas em Portugal. A metodologia utilizada segue as normas internacionais ISO 20671, relativa à avaliação de estratégia e força da marca, e ISO 10668, referente à avaliação financeira da marca.</p>
<p>Os resultados agora divulgados dizem respeito ao primeiro semestre de 2026 e refletem exclusivamente a perceção do público C-Level, tendo em conta indicadores como relevância, consideração, confiança, admiração, preferência, recomendação e defesa da marca.</p>
<p>A Nova SBE é a faculdade de Economia, Finanças e Gestão da Universidade NOVA de Lisboa e é membro do CEMS desde 2007. A instituição possui a chamada Triple Crown, com acreditações EQUIS, AMBA e AACSB, e mantém uma forte orientação internacional, com a maioria dos seus programas lecionados em inglês.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797756]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da Heineken sobe 51,2% até junho para 1.125 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:13:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cervejaria Heineken registou um lucro líquido atribuído de 1.125 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 51,2% em relação aos 744 milhões de lucros do primeiro semestre do ano passado, informou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cervejaria Heineken registou um lucro líquido atribuído de 1.125 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento de 51,2% em relação aos 744 milhões de lucros do primeiro semestre do ano passado, informou hoje a empresa.</P><br />
<P>De acordo com a informação disponibilizada, as receitas líquidas da Heineken entre janeiro e junho totalizaram 14.841 milhões de euros, mais 4,4% do que no primeiro semestre de 2025.</P><br />
<P>As vendas líquidas da Heineken em África e no Médio Oriente cresceram 5,3%, para 2.110 milhões, enquanto na América aumentaram 12,6%, para 4.617 milhões.</P><br />
<P>Já na região Ásia-Pacífico, diminuíram 1,8%, para 2.096 milhões, e no mercado europeu, as receitas líquidas da Heineken totalizaram 5 697 milhões, mais 0,1% do que no ano anterior.</P><br />
<P>Em fevereiro, a multinacional neerlandesa anunciou que iria extinguir 5.000 a 6.000 postos de trabalho e justificou a decisão com &#8220;difíceis condições de mercado&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a intenção é &#8220;aumentar a produtividade em larga escala para conseguir uma redução de custos significativa, eliminando entre 5.000 a 6.000 postos de trabalho nos próximos dois anos&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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