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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Tráfico de droga na origem do aumento de criminalidade violenta em Macau &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 04:14:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A criminalidade violenta em Macau registou uma subida de 12,5% no primeiro trimestre de 2026, devido a um aumento do número de casos de tráfico de droga, anunciaram hoje as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A criminalidade violenta em Macau registou uma subida de 12,5% no primeiro trimestre de 2026, devido a um aumento do número de casos de tráfico de droga, anunciaram hoje as autoridades locais.</P><br />
<P>De acordo com o relatório da criminalidade publicado pelo Gabinete do Secretário para a Segurança de Macau para o período entre janeiro e março, um total de 63 casos de criminalidade violenta foi registado no território, mais sete do que no mesmo período de 2025. </P><br />
<P>Entre os principais tipos de crime, verificou-se um aumento nos casos de tráfico e venda de drogas, contabilizados como &#8220;crimes violentos&#8221;, que passaram de 12 para 19. </P><br />
<P>As autoridades de segurança do território apontaram ter &#8220;aprofundado a cooperação na repressão de drogas&#8221; com os serviços de correios e os setores de logística e de transporte aéreo.</P><br />
<P>Outros crimes registaram variações menos expressivas: os casos de fogo posto subiram de 10 para 12 (+20%), os de roubo de 10 para 11 (+10%), enquanto abuso sexual de crianças (5), sequestro (8) e ofensa grave à integridade física (1) mantiveram valores idênticos aos do anterior. </P><br />
<P>Por outro lado, houve uma descida nos casos de violação, que passaram de 10 para sete casos.</P><br />
<P>Ainda segundo os dados, no primeiro trimestre deste ano foram registados 655 casos de crime contra a pessoa, mais 90 do que em 2025. </P><br />
<P>Dentro deste tipo de crimes, destacou-se a subida nos casos de ofensa simples à integridade física, com maior incidência em pontos turísticos, casinos, hotéis e áreas nas proximidades destes estabelecimentos.</P><br />
<P>&#8220;Face a esta situação, a polícia intensificou o patrulhamento e vigilância nos locais de maior risco e reforçou os mecanismos de cooperação e comunicação com as empresas de lazer&#8221;, indicaram as autoridades de segurança.</P><br />
<P>Também no primeiro trimestre, foram registados 98 casos de crime informático, menos 38,8% do que em 2025. </P><br />
<P>Em relação à violência doméstica, foram preliminarmente autuados 24 processos, mas até 15 de maio, apenas dois casos foram classificados como crimes de violência doméstica, 13 como ofensas à integridade física e nove permanecem em investigação.</P><br />
<P>No âmbito do jogo, a polícia de Macau instaurou 585 processos, mais 3,2% do que em 2025. Entre estes, destacam-se 119 casos de exploração de câmbio ilícito para jogo, uma descida de 9,8%. </P><br />
<P>Já os crimes de empréstimo ilícito para jogo e de sequestro relacionados com esta atividade registaram, respetivamente, 45 ­e três casos, representando quedas de 11,8% e 40%. </P><br />
<P>Nos casos de empréstimo ilegal em Macau, é comum grupos criminosos manterem jogadores sequestrados de modo a exigir o pagamento de empréstimos concedidos.</P><br />
<P>O Gabinete de segurança do território garantiu que continuará a aplicar os conceitos de &#8220;prevenção antecipada&#8221; e &#8220;capacitação tecnológica&#8221;, reforçando a vigilância no território.</P><br />
<P>Durante o mesmo período, o sistema de videovigilância em espaços públicos de Macau, conhecido como &#8220;Olhos no Céu&#8221;, foi utilizado como mecanismo de apoio na investigação de 2.906 casos, incluindo criminalidade violenta grave, como roubos e fogo posto.</P><br />
<P>Os dados do suicídio, consumado e tentativa, em Macau deixaram de ser publicadas nos balanços da criminalidade, o que Polícia Judiciária justificou anteriormente, alegando não ter competência para divulgar essa informação por não envolver crimes. </P><br />
<P>Estes dados são agora publicados pela Direção dos Serviços de Estatística e Censos, que reportou em maio, pelo menos, 15 suicídios no primeiro trimestre, menos dois do que no mesmo período do ano passado. A região chinesa terminou 2025 com um número recorde de suicídios, um total de 91.</P><br />
<P>O Governo de Macau alterou também o formato de divulgação destes dados sobre a criminalidade, com as tradicionais conferências de imprensa trimestrais substituídas pela publicação online dos relatórios, passando a haver sessões presenciais apenas &#8220;quando necessário&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777825]]></sapo:autor>
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		<title>Partido Comunista Cubano aprova conjunto de reformas favoráveis à economia de mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 04:14:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A mais alta autoridade do Partido Comunista Cubano (PCC) aprovou na quarta-feira um pacote de reformas favoráveis a uma economia de mercado, numa altura em que a ilha, sob pressão de Washington, atravessa uma grave crise económica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A mais alta autoridade do Partido Comunista Cubano (PCC) aprovou na quarta-feira um pacote de reformas favoráveis a uma economia de mercado, numa altura em que a ilha, sob pressão de Washington, atravessa uma grave crise económica.</P><br />
<P>&#8220;O Comité Central do Partido aprova as novas propostas de transformações económicas e sociais&#8221;, informou a televisão estatal, depois de o órgão se ter reunido em sessão plenária extraordinária para debater cerca de vinte propostas de reformas.</P><br />
<P>Estas reformas, reveladas recentemente pelo Governo, visam, nomeadamente, abrir mais setores ao investimento privado, atrair mais remessas da diáspora e reduzir a dimensão do Estado.</P><br />
<P>A adoção das medidas passa pela aprovação pela Assembleia Nacional do Poder Popular, que se reunirá em sessão extraordinária hoje, menos de uma semana após o anúncio das reformas pelo Presidente Miguel Díaz-Canel.</P><br />
<P>O influente ex-presidente cubano Raúl Castro manifestou o apoio às propostas, destinadas a relançar uma economia em dificuldades há vários anos e agora asfixiada pelo bloqueio norte-americano.</P><br />
<P>Raúl Castro, que não exerce qualquer cargo oficial, continua, aos 95 anos, no centro das decisões relativas ao futuro da ilha comunista e apoiou as reformas numa carta apresentada durante a reunião plenária do PCC, descrevendo-as como &#8220;o que melhor convém à revolução neste momento&#8221;, segundo anunciou a Presidência cubana.</P><br />
<P>O irmão mais novo de Fidel Castro (1926-2016), a quem sucedeu em 2006, foi acusado em maio nos Estados Unidos por ter ordenado, em 1996, o abate de dois aviões civis pilotados por membros de uma organização anticastrista.</P><br />
<P>O anúncio das reformas surge num contexto de pressão máxima sobre a ilha, sujeita há cerca de cinco meses a um embargo petrolífero, exercida pela Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>Washington não esconde o desejo de ver uma mudança de modelo económico, ou mesmo de regime, na ilha situada a cerca de 150 quilómetros da costa da Flórida.</P><br />
<P>O primeiro-ministro cubano, Manuel Marrero, citado pelo Governo na rede social X, considerou que as reformas previstas &#8220;não implicam, de forma alguma, renunciar à responsabilidade social do Estado&#8221;.</P><br />
<P>O bloqueio petrolífero imposto por Trump em janeiro levou a economia cubana, já enfraquecida, à beira do colapso, provocando cortes generalizados de energia, bem como escassez de alimentos, combustível, água potável e medicamentos.</P><br />
<P>Além do bloqueio, Washington decretou várias vagas de sanções contra a economia cubana, agravando a crise económica, social e energética que Havana atravessa há vários anos, em resultado do embargo imposto pelos Estados Unidos desde 1962.</P><br />
<P>O Governo cubano, que se encontra em conversações com os Estados Unidos, afirmou que estas reformas devem permitir atenuar a crise, tendo Díaz-Canel indicado na sexta-feira que o leque de atividades abertas ao setor privado seria &#8220;o mais amplo possível&#8221;.</P><br />
<P>As empresas privadas, com até 100 trabalhadores, foram autorizadas em 2021 e, cinco anos depois, cerca de 10.000 destas empresas ocupam um lugar cada vez mais importante no tecido económico cubano. Atualmente, empregam um terço da população ativa.</P><br />
<P>O Presidente cubano anunciou ainda que os cubanos, quer vivam na ilha ou no estrangeiro, beneficiarão das mesmas condições que os investidores estrangeiros, muitos dos quais se retiraram recentemente do país por receio de sanções norte-americanas.</P><br />
<P>Há alguns meses, Havana já tinha autorizado a criação de empresas mistas entre o Estado e o setor privado, tendo posteriormente indicado que a diáspora cubana poderia investir e deter empresas privadas.</P><br />
<P>Díaz-Canel referiu-se ainda a &#8220;uma reestruturação do aparelho do Estado&#8221;, com uma redução do número de ministérios e de funcionários públicos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777824]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Depois do mau tempo, Fonte da Telha espera que estacionamento deixe de ser um problema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 04:05:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mar revolveu o areal durante o inverno, mas os concessionários da Fonte da Telha adaptaram-se, e agora aguardam que o plano para regular o estacionamento traga mais segurança e permita que os visitantes possam dizer "chegámos ao paraíso".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O mar revolveu o areal durante o inverno, mas os concessionários da Fonte da Telha adaptaram-se, e agora aguardam que o plano para regular o estacionamento traga mais segurança e permita que os visitantes possam dizer &#8220;chegámos ao paraíso&#8221;.</P><br />
<P>Em maio, a Câmara Municipal de Almada, no distrito de Setúbal, anunciou que vai regular a circulação na zona, criando duas bolsas de estacionamento na Avenida do Mar, na Aroeira, um sistema de vaivém que leve as pessoas até à praia, uma rotunda, painéis informativos com a lotação do estacionamento e um sistema de controlo de acesso que impeça a entrada de carros na Fonte da Telha quando já não houver capacidade para receber mais viaturas.</P><br />
<P>Sara Coelho, proprietária de um dos restaurantes da Fonte da Telha, o Kailua, disse, em declarações à agência Lusa, que esta é uma boa notícia para a zona e que ficou com a ideia de que seria em julho.</P><br />
<P>   Já Paulo Barata, do restaurante Areias da Telha, aprova a medida, mas considera que seria mais prudente se fosse iniciada fora do pico do verão para permitir uma adaptação.</P><br />
<P>&#8220;Vão entrar, penso, que à volta de 800 carros. A partir daí só entra quando sai alguém. Isso vai ajudar as pessoas a circularem melhor, a ter mais segurança&#8221;, disse.</P><br />
<P>Durante o verão ir à praia da Fonte da Telha tornou-se numa verdadeira prova de paciência. Além das filas de trânsito, o estacionamento faz-se de forma desordenada.</P><br />
<P>Com estas novas medidas anunciadas, defendeu Sara Coelho, o local &#8220;ficará com melhor ambiente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que é isso que falta à Fonte da Telha. Estamos aqui ansiosos para que isso aconteça, porque acredito que vai trazer mais pessoas, mais calmas, mais felizes. As pessoas vão ter mais soluções para vir à praia sem o desafio do estacionamento&#8221;, frisou.</P><br />
<P>&#8220;É muito importante para a Fonte da Telha, sem dúvida, mas, na minha opinião, essa situação que tem de ser feita não pode ser este ano, mas sim no início do próximo ano&#8221;, referiu, por seu turno, Paulo Barata, explicando que as pessoas precisam de se habituar a essa mudança.</P><br />
<P>Segundo a Câmara Municipal de Almada, as obras já começaram, com a limpeza e a regularização dos terrenos que serão afetos aos parques de estacionamento alternativos. Os trabalhos deverão avançar nos próximos meses, &#8220;com flexibilidade para se adaptarem às necessidades que forem sendo sentidas no terreno&#8221;, e em 2027 o projeto deverá ser afinado e ganhar mais robustez.</P><br />
<P>O Areias da Telha e o Kailua são dois dos muitos concessionários da Fonte da Telha que sentiram o impacto das tempestades que assolaram Portugal durante o inverno e afetaram a orla costeira portuguesa.</P><br />
<P>Aqui, o mar cavou o areal e formou paredões de areia, o que obrigou os concessionários a contratar empresas com máquinas que pudessem ajudar a reposicionar as areias de forma a tornar acessível o acesso à praia.</P><br />
<P>&#8220;Realmente ficámos com uma altura de três metros, que não tínhamos antes. A nossa praia sempre foi assim a descair, mas não com essa diferença de altura e tivemos que nos adaptar. Efetivamente tivemos que fazer investimento privado e contratar máquinas para podermos alisar de alguma forma o areal&#8221;, disse Sara Coelho, adiantando que a própria natureza também fez o seu trabalho, com o mar a trazer alguma areia, a reequilibrar a praia.</P><br />
<P>Paulo Barata também indicou que este ano o inverno foi muito rigoroso para os concessionários destes espaços. No seu caso, além de o mar ter levado o apoio de praia, não permitindo trabalhar durante esse período e já numa altura pré-época balnear (abril e maio), criou &#8220;um paredão&#8221; de três metros que impedia o acesso ao mar.</P><br />
<P>&#8220;Este ano foi tudo contra e a parte do areal foi tudo suportado por nós&#8221;, contou o empresário, proprietário deste espaço há 11 anos, manifestando tristeza por sentir que a Fonte da Telha tem sido pouco acarinhada pelas entidades públicas, relegada para segundo plano.</P><br />
<P>Também Sara Coelho considera que &#8220;falta mão pública&#8221; para organizar e oferecer mais qualidade aos milhares de pessoas que usufruem da Fonte da Telha, apontando a necessidade, por exemplo, de existirem casas de banho, assim como mais cuidado na gestão do lixo.</P><br />
<P>Para a proprietária do Kailua, a manutenção que é feita não acompanha a quantidade de pessoas que vem e que usa uma praia que é cada vez mais procurada por portugueses e estrangeiros. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777823]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Colômbia vence estreante Uzbequistão com Luiz Díaz em destaque</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 04:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Colômbia assumiu na quarta-feira a liderança do Grupo K do Mundial de futebol de 2026, ao vencer o estreante Uzbequistão por 3-1, no encontro de encerramento da primeira jornada da fase de grupos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Colômbia assumiu na quarta-feira a liderança do Grupo K do Mundial de futebol de 2026, ao vencer o estreante Uzbequistão por 3-1, no encontro de encerramento da primeira jornada da fase de grupos.</P><br />
<P>Na Cidade do México, Daniel Muñoz, aos 41 minutos, Luis Díaz, aos 65, depois da assistência para o primeiro, e Jaminton Campaz, aos 90+9, marcaram para os &#8216;cafeteros&#8217;, enquanto Abbosbek Fayzullaev faturou para os uzbeques, aos 60.</P><br />
<P>Na classificação do Grupo K, a Colômbia, com o &#8216;leão&#8217; Luis Suárez até aos 80 minutos e a &#8216;águia&#8217; Richard Ríos desde aí, segue isolada na frente, com três pontos, já que, no outro jogo, Portugal e República Democrática do Congo empataram 1-1.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777822]]></sapo:autor>
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		<title>Iene cai para nível mais baixo em dois anos e anula efeitos de intervenção recente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 03:20:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A moeda japonesa, o iene, caiu hoje para o limite superior de 160 unidades por dólar, atingindo o nível mais baixo desde julho de 2024 e anulando os efeitos da intervenção das autoridades em abril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A moeda japonesa, o iene, caiu hoje para o limite superior de 160 unidades por dólar, atingindo o nível mais baixo desde julho de 2024 e anulando os efeitos da intervenção das autoridades em abril.</P><br />
<P>A moeda japonesa chegou a ser negociada esta madrugada a 160,79 unidades por dólar e, na abertura da Bolsa de Tóquio, o dólar americano era vendido a 160,67 ienes.</P><br />
<P>A queda do iene deve-se às expectativas de que a Reserva Federal (Fed) dos EUA opte por aumentar as taxas de juro nos próximos meses, tendo mantido na quarta-feira as taxas inalteradas num intervalo entre 3,5% e 3,75%, ao publicar também o relatório trimestral de projeções económicas.</P><br />
<P>A moeda japonesa perdeu os ganhos obtidos na sequência da intervenção no mercado cambial, entre abril e maio, levada a cabo pelo Governo da primeira-ministra, Sanae Takaichi, e pelo Banco do Japão. </P><br />
<P>Estas operações de estabilização ascenderam a 11,73 biliões de ienes (cerca de 63.000 milhões de euros), de acordo com o Ministério das Finanças japonês em maio, provocando uma valorização da moeda japonesa de 160 unidades por dólar para 155 durante os primeiros dias do referido mês.</P><br />
<P>A nova queda do iene ocorre apesar da decisão tomada na quarta-feira pelo Banco do Japão (BoJ) de aumentar as taxas de juro de referência de curto prazo para 1%, o nível mais elevado em mais de três décadas, dando continuidade aos esforços de controlo dos riscos de inflação decorrentes da subida dos preços do petróleo e da debilidade da moeda japonesa.</P><br />
<P>O diretor de estratégia de mercado da Bannockburn Capital Markets, Marc Chandler, sublinhou numa análise que a subida das taxas tinha sido amplamente antecipada pelo mercado, pelo que não se esperava que tivesse impacto no iene. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777821]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Estreito de Ormuz será reaberto &#8220;instantaneamente&#8221;, garante Paquistão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 01:52:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Estreito de Ormuz será reaberto "instantaneamente" e o bloqueio norte-americano aos portos iranianos terminará "imediatamente", em resultado da assinatura do memorando de entendimento por Washington e Teerão, confirmou hoje o primeiro-ministro paquistanês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Estreito de Ormuz será reaberto &#8220;instantaneamente&#8221; e o bloqueio norte-americano aos portos iranianos terminará &#8220;imediatamente&#8221;, em resultado da assinatura do memorando de entendimento por Washington e Teerão, confirmou hoje o primeiro-ministro paquistanês.</P><br />
<P>O protocolo &#8220;entrará em vigor com efeito imediato e, numa primeira fase, a República Islâmica do Irão reabrirá sem demora o Estreito de Ormuz e os Estados Unidos da América levantarão imediatamente o bloqueio naval&#8221;, escreveu Shehbaz Sharif, na rede social X. </P><br />
<P>O governante paquistanês, principal mediador das negociações, confirmou ainda que se realizará na sexta-feira, na Suíça, uma cerimónia &#8220;para comemorar este acontecimento marcante e dar início às discussões técnicas&#8221;, ainda que fontes iranianas e norte-americanas tenham sugerido que o encontro se tornou irrelevante.</P><br />
<P>A publicação de Sharif ocorreu pouco depois do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado a assinatura do memorando em Versailles, após um jantar oferecido pelo homólogo francês, Emmanuel Macron.</P><br />
<P>A abrir o memorando de entendimento para pôr fim à guerra no Médio Oriente, os Estados Unidos e o Irão, divulgado tanto por Washington como por Teerão, as partes e respetivos aliados &#8220;declaram a cessação imediata e permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo no Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Comprometem-se ainda &#8220;a não iniciar guerras ou operações militares e a abster-se da ameaça ou do uso da força uns contra os outros, garantindo simultaneamente a integridade territorial e a soberania do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>O Irão e os Estados Unidos &#8220;comprometem-se a negociar e a celebrar o acordo final num prazo máximo de 60 dias, prorrogável de comum acordo&#8221;. </P><br />
<P>Os Estados Unidos concorda começar &#8220;imediatamente&#8221; a levantar o bloqueio aos portos iranianos, que será total no prazo de 30 dias, e compromete-se ainda &#8220;a retirar as suas forças das imediações da República Islâmica do Irão, no prazo de 30 dias, após o acordo final&#8221;.</P><br />
<P>Em contrapartida, o Irão compromete-se a &#8220;garantir a segurança da passagem de navios comerciais, sem custos, durante apenas 60 dias, do Golfo Pérsico para o Mar de Omã e vice-versa. O tráfego de navios comerciais terá início imediatamente&#8221; e será totalmente restabelecido no prazo de 30 dias, assim que o Estreito de Ormuz for desminado.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e os seus parceiros regionais elaborarão um plano &#8220;no valor de, pelo menos, 300 mil milhões de dólares (260,4 mil milhões de euros), destinado à reconstrução e ao desenvolvimento económico&#8221; do Irão.</P><br />
<P>Comprometem-se ainda &#8220;a pôr fim a todos os tipos de sanções&#8221;, unilaterais e internacionais, contra o Irão, de acordo com um calendário a definir no acordo final, assim como &#8220;a tornar plenamente disponíveis e utilizáveis os fundos e ativos da República Islâmica do Irão congelados ou sujeitos a restrições, a partir da entrada em vigor do presente protocolo de acordo&#8221;.</P><br />
<P>Igualmente de forma imediata e até ao levantamento das sanções, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos concederá &#8220;derrogações para a exportação de petróleo bruto iraniano, de produtos petrolíferos e derivados, bem como para todos os serviços associados, incluindo transações bancárias, seguros, transportes, etc.&#8221;.</P><br />
<P>No domínio nuclear, o Irão reafirma que &#8220;não irá adquirir nem desenvolver armas nucleares&#8221;, e o destino do urânio enriquecido será resolvido &#8220;de acordo com um mecanismo a acordar mutuamente&#8221;. A questão do enriquecimento relacionado com as necessidades nucleares civis do Irão será discutida &#8220;com base num quadro satisfatório a definir no acordo final&#8221;.</P><br />
<P>Enquanto se aguarda o acordo final, o Irão &#8220;manterá o &#8216;status quo&#8217; atual do seu programa nuclear&#8221;, e os Estados Unidos &#8220;não imporão quaisquer novas sanções nem destacarão forças adicionais na região&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Shehbaz Sharif, o acordo foi assinado eletronicamente e à distância na quinta-feira, hora de Islamabad, pelos presidentes iraniano Massoud Pezeshkian e norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>O acordo final será objeto de ratificação por uma resolução vinculativa do Conselho de Segurança da ONU.</P></p>
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		<title>Mundial2026: Gana de Carlos Queiroz vence Panamá com golo a acabar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 01:05:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Gana, orientado pelo treinador português Carlos Queiroz, venceu quarta-feira o Panamá por 1-0, com um golo a acabar, em encontro da primeira jornada do Grupo L do Mundial de futebol de 2026, disputado em Toronto, no Canadá.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Gana, orientado pelo treinador português Carlos Queiroz, venceu quarta-feira o Panamá por 1-0, com um golo a acabar, em encontro da primeira jornada do Grupo L do Mundial de futebol de 2026, disputado em Toronto, no Canadá.</P><br />
<P>Caleb Yirenkyi foi o &#8216;herói&#8217; dos ganeses, ao marcar o golo da formação africana, aos 90+5 minutos, selando o quarto desaire em quatro jogos dos panamianos em Mundiais, após os três de 2018.</P><br />
<P>Na classificação, a equipa de Queiroz, no quinto Mundial consecutivo, depois de uma presença com Portugal (2010) e três com o Irão (2014, 2018 e 2022), soma os mesmos três pontos da Inglaterra, que venceu a Croácia por 4-2.</P></p>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ultrapassar a barreira histórica dos 71.000 pontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 01:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje a bater novo recorde, com o Nikkei a ultrapassar pela primeira vez a barreira dos 71.000 pontos, meia hora após a abertura das negociações, reagindo à expectativa de paz no Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje a bater novo recorde, com o Nikkei a ultrapassar pela primeira vez a barreira dos 71.000 pontos, meia hora após a abertura das negociações, reagindo à expectativa de paz no Irão.</P><br />
<P>A confirmação da assinatura do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão, que dá agora às partes 60 dias para um acordo definitivo de paz, serviu de combustível para as negociações, com o Nikkei a avançar 1,81%, ou 1.267,54 pontos, para as 71.169,79 unidades, às 09:35 locais (01:35 em Lisboa).</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, ultrapassou a barreira histórica dos 4.000 pontos, ao ganhar 64,89 unidades e subir 1,60%, para os 4.077,40 pontos, às 09:46 locais (01:46 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777818]]></sapo:autor>
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		<title>ONU denuncia aumento de 34% de assassínios e mutilações de menores em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 23:06:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas denunciou esta quarta-feira que os assassínios e as mutilações de menores em conflitos armados aumentaram 34% em 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Organização das Nações Unidas denunciou esta quarta-feira que os assassínios e as mutilações de menores em conflitos armados aumentaram 34% em 2025.</P><br />
<P>No ano passado cometeram-se 38.558 violações graves contra crianças, como se depreende do último relatório do secretário-geral sobre crianças e conflitos armados. </P><br />
<P>&#8220;2025 foi, sem dúvida, um dos mais negros para a proteção da criança desde que começou a monitorização&#8221;, disse a representante especial de António Guterres para Crianças e Conflitos Armados, Vanessa Frazier.</P><br />
<P>No total, 24.174 menores foram afetados, milhares dos quais foram vítimas de múltiplas violações. </P><br />
<P>As violações mais observadas foram as mutilações e os assassínios, com estes a aumentarem 34% em relação a 2024.</P><br />
<P>A ONU também detetou outros abusos contra menores, como a negação de assistência humanitária, o recrutamento e a utilização de crianças e a violência sexual. </P><br />
<P>Sobre esta última, denuncia-se que continua a ser usada &#8220;sem travões&#8221; como tática de guerra. </P><br />
<P>Israel na Palestina, República Democrática do Congo, Nigéria, Birmânia e Somália concentraram o maior número de violações graves contra menores verificadas pela ONU em 2025. </P><br />
<P>O último ano está marcado também por ser a primeira vez em que as forças governamentais são as principais responsáveis das violações graves contra crianças. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777817]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky aponta &#8220;mudanças significativas&#8221; no apoio após falar com Trump e Macron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:43:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou hoje "mudanças significativas" após uma conversa telefónica com os homólogos norte-americano, Donald Trump, e francês, Emmanuel Macron, onde discutiram os contactos feitos na cimeira do G7 realizada esta semana em Évian, França.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou hoje &#8220;mudanças significativas&#8221; após uma conversa telefónica com os homólogos norte-americano, Donald Trump, e francês, Emmanuel Macron, onde discutiram os contactos feitos na cimeira do G7 realizada esta semana em Évian, França.</P><br />
<P>&#8220;Acabei de falar com Donald Trump e Emmanuel Macron. Foi uma importante chamada de coordenação que pode levar a mudanças significativas. Analisámos os resultados das nossas conversações na cimeira do G7&#8221;, indicou o governante ucraniano, numa breve mensagem publicada nas suas redes sociais.</P><br />
<P>Zelensky agradeceu a Trump pelo &#8220;seu interesse pela Ucrânia e pela sua disponibilidade para contribuir para aproximar a paz&#8221; e a Macron pela &#8220;excelente organização da cimeira e pelos esforços conjuntos, sempre determinados&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a trabalhar para fortalecer a Ucrânia, a nossa cooperação e as perspetivas diplomáticas&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de paz. E estamos a fazer tudo o que é possível para a aproximar. Obrigado!&#8221;, reiterou Zelensky.</P><br />
<P>Também hoje, Macron realçou que a cimeira do G7 consolidou o regresso dos Estados Unidos à posição comum sobre a guerra na Ucrânia, detalhando que o seu homólogo norte-americano confirmou que a Rússia não tem intenção de cessar a guerra e, por isso, manifestou concordância em manter o apoio militar a Kiev.</P><br />
<P>Nas conclusões da cimeira, os líderes do G7 prometeram &#8220;aumentar a pressão&#8221; sobre a &#8220;economia de guerra russa&#8221; através do reforço das sanções ao gás e ao petróleo de Moscovo, revertendo assim a oposição de Washington à menção específica da Rússia numa declaração do G7 em 2025, que tinha criado divisões dentro do bloco.</P><br />
<P>O magnata republicano também condicionou hoje qualquer imposição de sanções ao petróleo russo ao preço definido pelos mercados mundiais, assim que o acordo com o Irão puder restaurar alguma estabilidade.</P></p>
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		<title>Irão: Teerão confirma assinatura do acordo com os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:29:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Irão confirmou hoje à noite a assinatura do acordo com os Estados Unidos para o fim da guerra no Médio Oriente, após também ter sido anunciado o mesmo por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão confirmou hoje à noite a assinatura do acordo com os Estados Unidos para o fim da guerra no Médio Oriente, após também ter sido anunciado o mesmo por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>&#8220;O texto do Memorando de Entendimento de Islamabade foi finalizado com as assinaturas dos presidentes. Agora é tempo de testar a implementação deste acordo&#8221;, frisou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmail Baghai, citado pela agência de notícias estatal iraniana IRNA.</P><br />
<P>Baghai acrescentou que a assinatura foi feita eletronicamente e que &#8220;não teria sido apropriado&#8221; realizar uma cerimónia de assinatura.</P><br />
<P>Também hoje à noite um responsável norte-americano tinha confirmado à agência France-Presse (AFP) que o Presidente dos EUA, Donald Trump, assinou o acordo, após notícias de que o republicano assinado pessoalmente uma cópia do acordo durante um jantar com o presidente francês no Palácio de Versalhes, após a cimeira do G7.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777815]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: ONU alerta sobre novas hostilidades no Líbano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-onu-alerta-sobre-novas-hostilidades-no-libano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU alertou hoje para um "ressurgir da atividade militar" israelita no sul do Líbano e pediu a todas as partes para "evitarem ações que possam colocar em risco o acordo" EUA e Irão.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU alertou hoje para um &#8220;ressurgir da atividade militar&#8221; israelita no sul do Líbano e pediu a todas as partes para &#8220;evitarem ações que possam colocar em risco o acordo&#8221; EUA e Irão.  </P><br />
<P>O porta-voz de António Guterres, Stéphane Dujarric, afirmou hoje numa conferência de imprensa que a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) continua a observar &#8220;uma intensa atividade militar israelita&#8221; na sua zona de operações.  </P><br />
<P>Embora tenha reconhecido &#8220;uma redução geral da intensidade dos combates nos últimos dias&#8221;, a missão registou hoje novamente o lançamento de 312 projéteis, dos quais 291 foram atribuídos ao Exército israelita e 21 ao grupo xiita Hezbolla.  </P><br />
<P>O número representa um aumento face às 174 e 189 trajetórias registadas na segunda e na terça-feira, respetivamente.</P><br />
<P>A FINUL também contabilizou 26 violações do espaço aéreo libanês por parte de Israel, além de um ataque aéreo e uma incursão de duas embarcações israelitas em águas territoriais libanesas junto a Naqoura, localidade onde se encontra a base principal da missão de paz da ONU. </P><br />
<P>Segundo a missão, um ataque contra um veículo na localidade de Shukin deixou pelo menos quatro mortos e vários feridos. </P><br />
<P>Sobre se a situação no Líbano vai afetar o acordo alcançado entre Washington e Teerão, o porta-voz do Secretário Geral da ONU disse que as partes envolvidas devem abster-se de tomar medidas que possam fazer &#8220;descarrilar&#8221; um pacto que procura &#8220;pôr fim ao conflito, abrir negociações sérias e garantir a reabertura do estreito de Ormuz&#8221;. </P><br />
<P>O porta-voz acrescentou que a ONU ainda não viu o texto oficial do memorando entre os Estados Unidos e o Irão. </P><br />
<P>Além disso, rejeitou que o acordo deva ser interpretado como um relaxamento da pressão internacional sobre as violações dos direitos humanos no Irão, e lembrou que Teerão mantém as suas obrigações com o Organismo Internacional de Energia Atómica (OIEA). </P><br />
<P>ATR // RBF</P><br />
<P>Lusa/ Fim </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777814]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ANAC autoriza a realização do festival Air Invictus que arranca na sexta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:20:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) autorizou hoje a realização do Air Invictus, que vai decorrer entre sexta-feira e domingo nas cidades do Porto, Gaia, Maia e Matosinhos, disse o regulador da aviação civil à agência Lusa.</P><br />
<P>A autorização emitida pela ANAC surge praticamente na véspera do arranque do festival aeronáutico, que inclui exibições aéreas, considerado pela organização como &#8220;o maior evento aéreo e aeroespacial alguma vez organizado em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Em 10 de junho, após questionando pela Lusa, o regulador da aviação civil explicou que ainda não tinha proferido decisão sobre o pedido de realização do festival aeronáutico, sublinhando que o mesmo estava em fase de avaliação técnica.</P><br />
<P>Na ocasião, a ANAC justificou que o promotor do evento tinha apresentado alterações, no início dessa semana, que abrangiam diversos domínios, acrescentando que a avaliação incidia sobre as diversas atividades que o promotor pretendia integrar no evento.</P><br />
<P>&#8220;A decisão final será proferida após a conclusão da análise dos novos elementos apresentados e terá por base critérios exclusivamente relacionados com a segurança operacional, a proteção de terceiros (no solo e no ar) e o cumprimento do enquadramento legal e regulamentar aplicável ao evento e a cada uma das operações nele integradas&#8221;, explicou, há uma semana, o regulador.</P><br />
<P>A organização do Air Invictus anunciou também hoje ter chegado a acordo com os operadores turísticos do rio Douro, garantindo a atribuição de um valor compensatório às empresas por eventuais prejuízos relacionados com o Air Invictus.</P><br />
<P>Em comunicado, a organização do Air Invictus refere que &#8220;chegou a acordo com os operadores do Douro, com cais entre as pontes da Arrábida e D. Luís I&#8221;.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a Associação das Atividades Marítimo-Turísticas do Douro (AAMTD) lamentou que o evento tenha sido construído como &#8220;começar uma casa pelo telhado&#8221; e questionou a falta de planeamento do rio, falando em &#8220;tremenda perda de negócio&#8221;.</P><br />
<P>Lembrando que os operadores têm de ser indemnizados pelas perdas que possam ter, até dado o &#8220;encaixe previsto&#8221; do operador do evento aéreo, o elemento da direção Hugo Bastos considerou que o processo &#8220;não começou da melhor forma&#8221;, nomeadamente devido à então ausência de autorização da ANAC.</P><br />
<P>Nove anos depois de os aviões da Red Bull Air Race terem competido sobre o rio Douro, a animação do novo festival Air Invictus irá repartir-se, entre sexta e domingo, pelo Porto, Gaia, Maia e Matosinhos</P><br />
<P>Às acrobacias e corridas dos melhores pilotos do mundo, irão juntar-se o desfile de modelos clássicos e contemporâneos civis e militares, música e um espetáculo de drones, num total de 15 eventos.</P><br />
<P>A cerimónia oficial está marcada para sexta-feira pelas 18:30 no CEiiA em Matosinhos. Durante o fim de semana, paralelamente à competição, haverá, nos céus do Douro, a &#8216;performance&#8217; de pilotos nacionais e internacionais especialistas em acrobacias aéreas, um lote que inclui o veterano Luís Garção.</P><br />
<P>A Força Aérea Portuguesa estará presente com aeronaves históricas de várias épocas, algumas estarão em exposição nas margens do Porto e Gaia.</P><br />
<P>Haverá ainda espaço para concertos, batalhas de DJ&#8217;s e muita animação aérea nas margens do Porto e de Vila Nova de Gaia ao longo de sábado a domingo.</P><br />
<P>No Aeródromo da Maia, durante os três dias, a Expo Air Invictus apresenta uma exposição de aeronaves civis e militares, atividades e demonstrações.</P><br />
<P>No final de dezembro de 2025, o ministro da Economia, Castro Almeida, estimava, na apresentação do festival, que o Air Invictus poderá gerar uma receita superior a 100 milhões de euros.</P><br />
<P>O evento conta com um apoio de 3,89 milhões de euros do Turismo de Portugal e 1,5 milhões das câmaras do Porto, Gaia, Matosinhos e Maia.</P></p>
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		<title>Reserva Federal manteve taxa de juro mas metade dos dirigentes defende subida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:19:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Reserva Federal manteve hoje a sua taxa de juro de referência, apesar de cerca de metade dos membros do seu comité de política monetária (FOMC, na sigla em inglês) apoiarem uma subida até ao final do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Reserva Federal manteve hoje a sua taxa de juro de referência, apesar de cerca de metade dos membros do seu comité de política monetária (FOMC, na sigla em inglês) apoiarem uma subida até ao final do ano. </P><br />
<P>Esta perspetiva agressiva iria desapontar Donald Trump, mas sugere preocupações crescentes com uma inflação persistente. </P><br />
<P>Num conjunto de projeções trimestrais, nove dirigentes da Fed afirmaram que esperam pelo menos uma subida da taxa de juro de referência este ano, com seis a admitirem mesmo duas ou mais. </P><br />
<P>Esta é uma mudança acentuada em relação a março, quando nenhum defendia uma subida e o conjunto dos membros do FOMC admitia mesmo uma baixa em 2026. </P><br />
<P>A mudança é um reconhecimento de que a inflação está no máximo de três anos e muitos dirigentes da Fed têm dito em discursos recentes que se não baixar vão ser precisas taxas mais altas até ao final do ano. </P></p>
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		<title>Irão: Trump já assinou acordo com Teerão &#8212; responsável norte-americano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:07:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou o acordo com o Irão para terminar com a guerra no Médio Oriente, adiantou hoje à noite um responsável norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou o acordo com o Irão para terminar com a guerra no Médio Oriente, adiantou hoje à noite um responsável norte-americano. </P><br />
<P>&#8220;Posso confirmar a assinatura&#8221;, indicou a autoridade norte-americana, quando questionada pela agência France-Presse (AFP) sobre as notícias de que Trump tinha assinado pessoalmente uma cópia do acordo durante um jantar com o presidente francês no Palácio de Versalhes, após a cimeira do G7.</P><br />
<P>A informação tinha sido adiantada pelo portal de notícias Axios.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777811]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Inglaterra entra de forma afirmativa com triunfo sobre a Croácia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:02:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A candidata Inglaterra, campeão mundial em 1966, entrou hoje a ganhar no Mundial de futebol de 2026, ao vencer por 4-2 a Croácia, terceira em 1998 e 2022 e 'vice' em 2018, em Arlington, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata Inglaterra, campeão mundial em 1966, entrou hoje a ganhar no Mundial de futebol de 2026, ao vencer por 4-2 a Croácia, terceira em 1998 e 2022 e &#8216;vice&#8217; em 2018, em Arlington, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>No primeiro encontro do Grupo L, que estavam empatado 2-2 ao intervalo, Harry Kane, aos 12 e 42 minutos, o primeiro de penálti, Jude Bellingham, aos 47, e Marcus Rashford, aos 85, marcaram para os &#8216;três leões&#8217;, enquanto Martin Baturina, aos 36, e o ex-Benfica Petar Musa, aos 45+5, faturaram para os croatas.</P><br />
<P>A formação inglesa segue, à condição, na liderança do agrupamento, com três pontos, antes do embate entre o Gana e o Panamá.</P></p>
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		<title>Wall Street fecha em baixa depois de Fed mostrar vontade de subir taxa de juro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 21:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, depois de a Reserva Federal (Fed) ter demonstrado vontade de subir a taxa de juro de referência até ao final do ano, no final da reunião do seu comité de política monetária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, depois de a Reserva Federal (Fed) ter demonstrado vontade de subir a taxa de juro de referência até ao final do ano, no final da reunião do seu comité de política monetária. </P><br />
<P>O resultado da sessão mostra que o índice seletivo Dow Jones recuou 0,97%, o tecnológico Nasdaq perdeu 1,34% e o alargado S&amp;P500 baixou 1,21%.</P><br />
<P>&#8220;As esperanças de uma baixa da taxa de juro em 2026 desvaneceram-se&#8221;, resumiram os analistas da Briefing.com.</P><br />
<P>A Fed decidiu, como antecipado, por unanimidade, manter a taxa de juro de referência, na que foi a primeira reunião sob a presidência de Kevin Warsh.</P><br />
<P>Mas as previsões divulgadas apontam para uma subida até ao final do ano. </P><br />
<P>Este anúncio surpreendeu Wall Street. Com efeito, a Fed chegou a admitir uma baixa em março, mas a inflação acelerou repentinamente para um máximo de três anos, devido ao ataque israelo-norte-americano ao Irão.</P><br />
<P>Por outro lado, esta possibilidade fez subir os rendimentos obrigacionistas, &#8220;o que pressiona as cotações&#8221;, disse Angelo Kourkafas, da Edward Jones, em declarações à AFP.</P><br />
<P>&#8220;Os investidores estão também a tomar consciência de que há um novo presidente da Fed, e que vai ser preciso algum tempo para ver a comunicação evoluir&#8221;, observou Art Hogan, da B. Riley Wealth Management.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777808]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão defende que acordo &#8220;reconhece o fracasso dos Estados Unidos&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 21:48:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chefe da equipa de negociação do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, estimou hoje que o acordo, que deverá ser assinado na sexta-feira na Suíça, após mais de três meses de guerra no Médio Oriente, representa uma derrota para Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da equipa de negociação do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, estimou hoje que o acordo, que deverá ser assinado na sexta-feira na Suíça, após mais de três meses de guerra no Médio Oriente, representa uma derrota para Washington.</P><br />
<P>&#8220;Este acordo reconhece o fracasso dos Estados Unidos. As pessoas vão tomar nota disso e tirar as suas próprias conclusões&#8221;, frisou Ghalibaf, que é também presidente do Parlamento iraniano, à televisão estatal, pouco depois da publicação do texto por ambas as partes.</P><br />
<P>Ghalibaf tem presença confirmada na cerimónia de assinatura do memorando de entendimento com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, marcada para sexta-feira perto de Lucerna.</P><br />
<P>O memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão prevê a diluição do urânio enriquecido iraniano e a suspensão de sanções a Teerão, no quadro das negociações a concluir em 60 dias, indicaram hoje as autoridades norte-americanas.</P><br />
<P>O texto deixa também claro que &#8220;a República Islâmica do Irão reafirma que não vai adquirir nem desenvolver armas nucleares&#8221;.</P><br />
<P>Em troca, os Estados Unidos comprometem-se a suspender &#8220;todos os tipos de sanções&#8221; contra o Irão, incluindo as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, do Conselho de Governadores da AIEA e unilaterais de Washington, num calendário a definir como parte do acordo final que vai ser negociado depois da assinatura do memorando, prevista para sexta-feira na Suíça.</P><br />
<P>A minuta do memorando garante a passagem gratuita da navegação comercial pelo estreito de Ormuz durante 60 dias, mas não impede a cobrança de taxas no futuro, segundo as autoridades de Washington sob anonimato.</P><br />
<P>Ghalibaf garantiu também hoje à noite que o estreito &#8220;não regressará à situação pré-guerra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Irão tem um direito soberano sobre Ormuz e, claro, cobraremos uma taxa por estes serviços&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>No domingo, o Paquistão anunciou um memorando de entendimento entre Washington e Teerão para pôr fim à guerra aberta no Médio Oriente, provocada pela ofensiva israelo-norte-americana em 28 de fevereiro contra a República Islâmica.</P><br />
<P>O memorando deverá ser assinado na sexta-feira num &#8216;resort&#8217; de luxo nas margens do lago Lucerna, na Suíça.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777807]]></sapo:autor>
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		<title>Benfica vence Sporting e amplia vantagem na final do nacional de hóquei em patins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 21:17:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica colocou-se hoje a uma vitória de assegurar o título nacional de hóquei em patins, ao vencer em casa do Sporting por 5-2, aumentando para 2-0 a vantagem na final dos play-offs.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica colocou-se hoje a uma vitória de assegurar o título nacional de hóquei em patins, ao vencer em casa do Sporting por 5-2, aumentando para 2-0 a vantagem na final dos play-offs.</P><br />
<P>Já vencedor da fase regular, a equipa &#8216;encarnada&#8217; chegou ao intervalo a vencer 2-0, depois de golos de Zé Miranda, aos cinco e nove minutos. O Sporting reduziu ainda para 1-2 e 2-4, por Alessandro Verona (32) e Facu Bridge (43), mas foi impotente para travar o triunfo contrário, tendo o Benfica marcado mais três golos, através de Gonçalo Pinto (33), Lucas Ordoñez (35) e Zé Miranda (48).</P><br />
<P>O Benfica, que continua sem derrotas na presente edição do campeonato, está assim a apenas um triunfo de alcançar o 25.º título nacional, num palmarés liderado pelo FC Porto, com 26, enquanto o Sporting, vencedor este ano da Taça de Portugal e da Supertaça, persegue o 10.º título.</P><br />
<P>O terceiro jogo da final está agendado para as 15:00 de sábado, no pavilhão da Luz, enquanto, caso haja necessidade, o quarto jogo realiza-se no pavilhão João Rocha, em 24 de junho, e o quinto novamente no pavilhão da Luz, em 27 de junho.</P><br />
<P>Esta é a segunda vez que Benfica e Sporting disputam a final desde que o formato de play-off foi reintroduzido, em 2020/21, depois de em 2022/23 os &#8216;encarnados&#8217; terem chegado ao título, impondo-se com três vitórias contra uma dos &#8220;leões&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777806]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Mais de mil pessoas foram mortas em Gaza durante cessar-fogo &#8211; autoridades palestinianas</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:47:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As operações israelitas na Faixa de Gaza mataram 1.005 palestinianos desde que foi alcançado um cessar-fogo entre Israel e o grupo militante Hamas, em outubro passado, informou hoje o Ministério da Saúde de Gaza.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As operações israelitas na Faixa de Gaza mataram 1.005 palestinianos desde que foi alcançado um cessar-fogo entre Israel e o grupo militante Hamas, em outubro passado, informou hoje o Ministério da Saúde de Gaza.  </P><br />
<P>O enclave tem sido alvo de ataques quase diários, bem como de bombardeamentos e tiroteios ao longo da fronteira que divide Gaza em zonas controladas por Israel e pelos palestinianos. </P><br />
<P>As mortes mais recentes foram registadas após uma série de ataques de drones israelitas nos últimos dias em cidades e campos de refugiados no centro de Gaza e na Cidade de Gaza.  </P><br />
<P>Também hoje, um ataque israelita matou dois palestinianos e feriu outros seis em Khan Younis, no sul de Gaza, disseram responsáveis de saúde no Hospital Nasser. </P><br />
<P>O exército israelita reconheceu ter realizado o ataque e afirmou que o alvo era um &#8220;terrorista&#8221;, mas não deu mais detalhes. </P><br />
<P>Famílias das vítimas disseram no hospital que o ataque atingiu um grupo de pessoas perto da praia no vasto campo de tendas de Muwasi, onde vivem centenas de milhares de palestinianos deslocados.</P><br />
<P>Israel disse que continua a agir contra o Hamas e militantes aliados em Gaza e aumentou a área de território que controla dentro daquele enclave. </P><br />
<P>Ambos os lados acusaram o outro de violar o cessar-fogo. </P><br />
<P>Em declaração separadas, o exército israelita disse hoje ter matado dois militantes do Hamas e da Jihad Islâmica Palestiniana em ataques no fim de semana passado e o Ministério da Saúde de Gaza adiantou no domingo que o número de mortos já ultrapassou os 73.000 na guerra entre Israel e o Hamas em Gaza. </P><br />
<P>O ministério não diferencia civis de combatentes, mas é composto por profissionais de saúde e mantém registos detalhados, vistos geralmente como fiáveis pela comunidade internacional. </P><br />
<P>A guerra eclodiu quando militantes liderados pelo Hamas invadiram o sul de Israel, matando 1.200 pessoas, na sua maioria civis, e fazendo 251 reféns, a 7 de outubro de 2023. </P><br />
<P>Em resposta, os líderes israelitas prometeram uma ofensiva punitiva na Faixa de Gaza para aniquilar o Hamas e libertar os reféns.</P><br />
<P>ATR // RBF</P><br />
<P>Lusa/ Fim </P></p>
]]></content:encoded>
					
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