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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>McDonald’s acelera vendas globais e cresce com refeições baratas, mas carne bovina ameaça margens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:14:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A McDonald’s registou um crescimento das vendas na maioria dos seus principais mercados durante o primeiro trimestre do ano, superando as expectativas dos analistas, num período marcado por inflação persistente, aumento dos custos energéticos e maior pressão sobre o poder de compra dos consumidores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A McDonald’s registou um crescimento das vendas na maioria dos seus principais mercados durante o primeiro trimestre do ano, superando as expectativas dos analistas, num período marcado por inflação persistente, aumento dos custos energéticos e maior pressão sobre o poder de compra dos consumidores. O desempenho positivo surge numa altura em que a gigante da restauração rápida reforçou a sua estratégia de refeições económicas para recuperar a imagem de marca associada a preços acessíveis.</p>
<p>Segundo os resultados divulgados pela empresa, as vendas comparáveis (indicador que mede a evolução das receitas em restaurantes abertos há pelo menos um ano) subiram 3,8% nos primeiros três meses de 2026, abrangendo a rede global de mais de 45 mil restaurantes. Embora o crescimento tenha ficado abaixo dos 5,7% registados no trimestre anterior, o valor ultrapassou ligeiramente as previsões de Wall Street, num sinal de resiliência num contexto económico adverso.</p>
<p>A evolução positiva foi impulsionada por ganhos em vários mercados estratégicos, entre os quais Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Austrália e Japão, reforçando a capacidade da cadeia norte-americana de continuar a atrair clientes mesmo num cenário de maior contenção no consumo.</p>
<p><strong>Estratégia de preços baixos volta ao centro da operação</strong><br />
Perante consumidores cada vez mais cautelosos com os gastos diários, a McDonald’s tem procurado recentrar a sua proposta comercial no valor percebido, apostando em menus mais baratos e promoções agressivas para captar procura.</p>
<p>A empresa tem trabalhado para recuperar a reputação de opção económica num mercado em que muitas famílias reduziram despesas com refeições fora de casa devido à inflação prolongada e ao aumento generalizado do custo de vida.</p>
<p>Essa estratégia ganhou nova força em abril, com o lançamento de novos menus promocionais nos Estados Unidos. Entre as ofertas destacadas está um pequeno-almoço por 4 dólares, composto por sanduíche de salsicha, batatas hash browns e café — uma fórmula claramente desenhada para atrair consumidores sensíveis ao preço.</p>
<p>A ofensiva comercial surge num momento em que as cadeias de restauração rápida competem ferozmente por quota de mercado, tentando posicionar-se como alternativa acessível num ambiente económico mais exigente.</p>
<p><strong>Crise energética e carne bovina em máximos pressionam margens</strong><br />
Apesar do crescimento das vendas, a McDonald’s enfrenta desafios significativos do lado dos custos operacionais.</p>
<p>A reta final do trimestre ficou marcada por uma escalada dos preços da energia, consequência do agravamento da crise no Médio Oriente e do impacto nas rotas energéticas internacionais, nomeadamente no Estreito de Ormuz, o que fez disparar os preços dos combustíveis.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o custo da carne picada de bovino nos Estados Unidos atingiu níveis recorde, aumentando a pressão sobre as margens de lucro dos restaurantes especializados em hambúrgueres — um fator particularmente sensível para uma empresa cuja base de negócio assenta precisamente nesse produto.</p>
<p>Este aumento dos custos cria um equilíbrio delicado: por um lado, a McDonald’s procura oferecer refeições mais baratas; por outro, enfrenta matérias-primas mais caras, energia mais dispendiosa e custos logísticos acrescidos.</p>
<p><strong>Receitas e lucros acima do esperado</strong><br />
Mesmo com este enquadramento, os números financeiros superaram ligeiramente as estimativas do mercado.</p>
<p>As receitas trimestrais cresceram 9%, atingindo 6,5 mil milhões de dólares, enquanto o lucro líquido subiu 6%, fixando-se em 1,98 mil milhões de dólares. Ambos os indicadores ficaram modestamente acima das previsões compiladas por analistas financeiros.</p>
<p>O presidente executivo da empresa, Chris Kempczinski, considerou que os resultados demonstram a robustez operacional da cadeia. Segundo o gestor, a subida das vendas nas lojas franchisadas e nas unidades operadas diretamente pela empresa prova “que conseguimos gerar resultados mesmo num ambiente desafiante”.</p>
<p>A declaração reflete a mensagem que a administração pretende transmitir ao mercado: mesmo num cenário económico volátil, a escala global da McDonald’s, a força da marca e a capacidade de adaptação continuam a ser fatores diferenciadores.</p>
<p><strong>CEO no centro de episódio viral nas redes sociais</strong><br />
O trimestre ficou também marcado por um episódio insólito envolvendo Chris Kempczinski.</p>
<p>O responsável tornou-se alvo de comentários virais nas redes sociais depois de surgir num vídeo promocional a provar o novo hambúrguer Big Arch. A forma como mordeu o hambúrguer foi amplamente ridicularizada online, com vários utilizadores a classificarem o gesto como excessivamente delicado e pouco espontâneo.</p>
<p>A situação rapidamente gerou memes e comentários humorísticos, transformando uma ação de marketing num momento de viralidade inesperada.</p>
<p>A concorrência não perdeu tempo a capitalizar o momento. Tom Curtis, presidente da Burger King, publicou um vídeo em resposta, onde aparece a dar uma dentada entusiástica num Whopper, numa clara tentativa de contraste com o episódio protagonizado pelo líder da McDonald’s.</p>
<p>A rival também apresentou números sólidos: as vendas comparáveis da Burger King na América do Norte, onde opera cerca de 7 mil restaurantes, cresceram 5,8% no primeiro trimestre, superando o desempenho da McDonald’s nesse indicador regional.</p>
<p><strong>Mercado continua cauteloso com a gigante da restauração</strong><br />
Apesar dos resultados positivos, os investidores mantêm alguma prudência.</p>
<p>As ações da McDonald’s acumulam uma queda de 6% desde o início do ano e encerraram a última sessão bolsista nos 284,10 dólares, atribuindo à empresa uma valorização de mercado próxima dos 202 mil milhões de dólares.</p>
<p>A descida sugere que o mercado continua atento aos riscos associados à inflação alimentar, aos custos laborais, à volatilidade energética e à crescente competição no segmento de fast food económico.</p>
<p>Ainda assim, os resultados do primeiro trimestre mostram que, num período de maior pressão financeira sobre as famílias, a aposta em refeições baratas continua a ser uma arma eficaz para sustentar crescimento — mesmo quando servir hambúrgueres está cada vez mais caro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760026]]></sapo:autor>
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		<title>PSD pede PS com &#8220;vontade própria&#8221; e Chega sem linhas vermelhas nas leis laborais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 07 mai 2026 (Lusa) &#8212; O PSD afirma que negociará no parlamento sem parceiros preferenciais a futura proposta do Governo de revisão das leis laborais, pedindo ao PS que demonstre vontade própria face à UGT e ao Chega que levante linhas vermelhas.</P><br />
<P>Esta posição foi transmitida pelo líder parlamentar social-democrata, Hugo Soares, em conferência de imprensa, após não ter sido alcançado um acordo entre os parceiros sociais e o Governo para a revisão das leis do trabalho.</P><br />
<P>Interrogado se a proposta do Governo que dará em breve entrada no parlamento será idêntica àquela que esteve a ser negociada em sede de concertação social, Hugo Soares remeteu essa questão para o Conselho de Ministros.</P><br />
<P>Em contrapartida, prometeu que a bancada do PSD irá fazer um esforço de diálogo, &#8220;sem parceiros preferenciais à esquerda ou à sua direita&#8221;, quando a futura proposta de lei do Governo chegar ao parlamento, tendo em vista a obtenção do maior consenso possível.</P><br />
<P>A seguir, deixou uma advertência à bancada socialista: &#8220;O facto de o PS dizer que está indisponível para o diálogo, porque não há acordo com a UGT, demonstra bem a forma instrumentalizada como a UGT está pelo PS&#8221;.</P><br />
<P>Com ironia, Hugo Soares observou que, &#8220;pelos vistos, não parece que o PS tenha vontade própria nas negociações&#8221; sobre leis do trabalho.</P><br />
<P>Neste contexto, referiu-se à atuação do PS quando foram introduzidas as últimas alterações na legislação laboral, durante o último executivo socialista liderado por António Costa.</P><br />
<P>&#8220;Nessa altura, na concertação social, também não houve acordo. O PS veio para o parlamento e, com a sua maioria absoluta, aprovou uma agenda de alterações ao Código Laboral&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Por isso, de acordo com o presidente da bancada do PSD, &#8220;não deixa de ser curioso que na altura, para o PS, a UGT não tinha importância, e agora a UGT, pelos vistos, tem a importância toda para o PS&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O PS, aparentemente, não tem pensamento próprio nesta matéria. Lamento profundamente&#8221;, completou.</P><br />
<P>Em relação à exigência do Chega de fazer depender a negociação de uma medida que baixe a idade da reforma, Hugo Soares referiu que o PSD fará uma negociação com &#8220;abertura e capacidade de diálogo&#8221;.</P><br />
<P>Mas considerou um mau princípio quem inicia negociações com linhas vermelhas.</P><br />
<P>&#8220;As linhas vermelhas não devem sequer existir&#8221;, acentuou.</P><br />
<P>Hugo Soares realçou a ideia de que o PSD está disponível &#8220;para discutir tudo, sem tabus&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Efetivamente, não temos parceiros privilegiados nem preferenciais, conversamos com todos os parceiros que têm representação parlamentar da esquerda à direita. Por isso, vamos manter essa postura de procurar ainda chamar o PS à razão e de conversar e dialogar com o Chega, que tem mostrado essa abertura&#8221;.</P><br />
<P>E acrescentou: &#8220;Evidentemente, não deixando de fora designadamente a Iniciativa Liberal que parece querer acompanhar esta reforma&#8221;.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760038]]></sapo:autor>
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		<title>Proibição de fornecedores vai implicar custos muito significativos, diz NOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo (CEO) da NOS considerou hoje que a proibição de alguns fornecedores vai implicar custos muito significativos para as telecomunicações, salientando que se a Europa quer que os operadores sejam escudos de independência tem de criar condições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo (CEO) da NOS considerou hoje que a proibição de alguns fornecedores vai implicar custos muito significativos para as telecomunicações, salientando que se a Europa quer que os operadores sejam escudos de independência tem de criar condições.</P><br />
<P>Miguel Almeida falava no painel &#8220;Estado da Nação das Comunicações&#8221;, no último dia do congresso da APDC (Digital Business Congress), que decorre no Fórum Tecnológico de Lisboa (LISPOLIS), sob o mote &#8220;A Europa na Era Digital &#8211; O Equilíbrio entre Soberania, Segurança e Inovação&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre o que vem à cabeça quando ouve a expressão soberania digital, o CEO da NOS referiu ter &#8220;sentimentos conflituantes&#8221;.</P><br />
<P>Isto porque, por um lado, &#8220;penso que é importante a Europa preocupar-se com a sua independência tecnológica neste setor digital como noutros&#8221;. Por outro, para &#8220;uma empresa como a NOS, que é uma empresa portuguesa e europeia, com infraestrutura própria, com competências muito profundas em &#8216;cloud&#8217;, em cibersegurança&#8221;, entre outros, &#8220;isto deveria constituir uma oportunidade para sermos um parceiro privilegiado de todas as entidades, todas as empresas que queiram recorrer a serviços de soberania digital&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>Mas &#8220;diz-nos a experiência que é preciso também perceber o que é a história da Europa nestas matérias. E eu recordo que a última vez que a Europa falou de soberania e de segurança foi a propósito do Cybersecurity Act [Lei da Cibersegurança] que o que deliberou é uma coisa absolutamente dramática para o setor na Europa&#8221;, criticou. </P><br />
<P>&#8220;Não tanto para NOS, em particular, mas genericamente para o setor na Europa, que é absolutamente dramática, porque a história da proibição de alguns &#8216;vendors&#8217; [fornecedores como a Huawei] vai implicar custos muito significativos para o setor, mais custos significativos&#8221;.</P><br />
<P>Portanto, &#8220;quando eu ouço falar destas coisas, de facto, fico um bocadinho assustado&#8221;, prosseguiu.</P><br />
<P>Agora, &#8220;se a Europa quer que os operadores de comunicações sejam um escudo da sua independência tecnológica, bom, então tem que criar as condições para que esses escudos sejam financeiramente sustentáveis&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>&#8220;Se assim for, excelente. Se for mais uma forma de onerar os operadores, fiquem lá eles com a soberania, então&#8221;, rematou.</P><br />
<P></P><br />
<P>ALU/AJR // EA</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760034]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais soldados, mais aviões e nova missão: EUA transformam Base das Lajes em peça-chave no Atlântico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos preparam-se para reforçar significativamente a sua presença militar na Base das Lajes, na ilha Terceira, Açores, numa operação que marca uma nova fase no papel estratégico da infraestrutura militar portuguesa no Atlântico Norte.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos preparam-se para reforçar significativamente a sua presença militar na Base das Lajes, na ilha Terceira, Açores, numa operação que marca uma nova fase no papel estratégico da infraestrutura militar portuguesa no Atlântico Norte. O plano passa pela chegada iminente de mais 80 militares norte-americanos e pela instalação permanente de quatro aeronaves de patrulha marítima P-8 Poseidon, numa medida que reforça a capacidade de vigilância e monitorização numa das zonas marítimas mais sensíveis do espaço euro-atlântico.</p>
<p>Segundo avançou a TVI, este reforço representa uma mudança estrutural na presença militar dos Estados Unidos nas Lajes, uma vez que os aviões P-8, que até agora realizavam destacamentos temporários e, em alguns casos, permaneciam durante semanas na ilha Terceira, passarão a ter presença regular e permanente na base açoriana, consolidando uma nova missão operacional associada à vigilância marítima de longo alcance.</p>
<p>Com um raio de ação superior a 2.200 quilómetros, os P-8 Poseidon têm capacidade para cobrir uma vasta área do Atlântico Norte a partir dos Açores, permitindo operações de reconhecimento, patrulhamento marítimo, deteção de submarinos, monitorização de movimentos navais e recolha de informação estratégica em tempo real. A partir das Lajes, estas aeronaves poderão vigiar corredores marítimos críticos e reforçar a capacidade de resposta dos Estados Unidos e dos seus aliados perante alterações no equilíbrio militar da região.</p>
<p>Este reforço surge num contexto de crescente preocupação com o aumento da atividade naval russa no Atlântico, particularmente no que diz respeito à modernização e expansão da frota de submarinos nucleares de Moscovo. Nos últimos anos, a esquadra submarina russa tem sido alvo de um processo de renovação tecnológica e operacional, aumentando a sua capacidade de projeção, discrição e alcance, um desenvolvimento que está a ser acompanhado com atenção pelas forças da NATO e, em particular, pelos Estados Unidos.</p>
<p>A decisão de reforçar os meios destacados nas Lajes reflete precisamente essa nova realidade geoestratégica. Pela sua localização privilegiada a meio do Atlântico, a Base das Lajes continua a ser considerada um ponto-chave para operações de vigilância marítima, mobilidade militar e apoio logístico, assumindo agora uma importância acrescida no acompanhamento dos movimentos navais em águas profundas entre a Europa, a América do Norte e zonas de influência estratégica no Atlântico.</p>
<p>A chegada dos 80 militares norte-americanos, entre tripulações e pessoal de apoio em terra, só se tornou possível graças a um conjunto de obras de modernização e recuperação de infraestruturas levadas a cabo dentro da base. Para acolher o novo contingente, foram construídos novos alojamentos do tipo T0 e T1, criando capacidade habitacional permanente para os efetivos destacados.</p>
<p>Em paralelo, o destacamento norte-americano procedeu à recuperação de várias instalações que se encontravam desativadas, adaptando-as às novas exigências operacionais associadas à presença continuada dos P-8. Entre as intervenções realizadas contam-se também a instalação de novos armazéns logísticos e a criação de um sistema especializado de lavagem e manutenção das aeronaves, equipamento considerado essencial para aparelhos que operam em ambiente marítimo e estão permanentemente expostos aos efeitos corrosivos do sal.</p>
<p>Só nestas mais recentes obras de adaptação e reforço operacional, a Força Aérea dos Estados Unidos investiu cerca de 10 milhões de euros, num sinal claro da aposta de Washington em consolidar a Base das Lajes como uma plataforma militar de primeira linha para missões de vigilância e projeção estratégica no Atlântico Norte.</p>
<p>Com mais militares, novas infraestruturas e uma frota de patrulha marítima de elevada capacidade a operar em permanência, a Base das Lajes prepara-se assim para assumir um novo protagonismo no xadrez militar atlântico, reforçando o seu valor estratégico numa altura em que as tensões geopolíticas e a competição militar entre grandes potências voltam a colocar o Atlântico Norte no centro das preocupações de segurança internacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760014]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da Navigator cai mais de 64% até março para 17,2 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:50:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Navigator totalizou 17,2 milhões de euros de lucro no primeiro trimestre, uma descida de 64,3% relativamente aos primeiros três meses de 2025, foi hoje comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Navigator totalizou 17,2 milhões de euros de lucro no primeiro trimestre, uma descida de 64,3% relativamente aos primeiros três meses de 2025, foi hoje comunicado ao mercado.  </P><br />
<P>&#8220;O resultado líquido foi de 17,2 milhões de euros contra 27 milhões de euros no trimestre anterior e 48,3 milhões de euros no período homólogo&#8221;, lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). </P><br />
<P>Por sua vez, o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) cedeu 43,9% para 64,8 milhões de euros. </P><br />
<P>As vendas totais da papeleira fixaram-se em 426,8 milhões de euros, abaixo dos 529,3 milhões de euros apurados em igual trimestre de 2025. </P><br />
<P>Já a dívida líquida remunerada ascendeu a 675,4 milhões de euros, agravando-se em 15,1%.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760021]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Navigator investe 42 milhões e mantém 414 milhões disponíveis para financiamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:48:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A The Navigator Company investiu 42 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, com mais de metade desse montante canalizado para projetos ambientais e de sustentabilidade, numa altura em que o grupo mantém o plano de modernização industrial e descarbonização apesar da volatilidade internacional causada pela guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="0" data-end="402">A The Navigator Company investiu 42 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, com mais de metade desse montante canalizado para projetos ambientais e de sustentabilidade, numa altura em que o grupo mantém o plano de modernização industrial e descarbonização apesar da volatilidade internacional causada pela guerra no Médio Oriente.</p>
<p data-start="404" data-end="620">Segundo a empresa, cerca de 53% do investimento realizado entre janeiro e março foi direcionado para projetos de cariz sustentável, focados na eficiência operacional, redução de custos variáveis e melhoria ambiental.</p>
<p data-start="622" data-end="951">Apesar do contexto internacional “muito complexo e volátil”, a Navigator conseguiu reduzir o endividamento líquido em 28 milhões de euros face ao final de 2025, para 675,4 milhões de euros. O grupo manteve ainda um rácio Dívida Líquida/EBITDA de 2,08 vezes e dispõe de 414 milhões de euros em linhas de financiamento disponíveis.</p>
<p data-start="953" data-end="1303">Entre os principais projetos em curso está a nova Linha de Deslenhificação por Oxigénio, em Setúbal, integrada no plano de melhoria ambiental da empresa e cuja entrada em funcionamento está prevista para este mês. A infraestrutura deverá permitir reduzir o consumo de químicos e madeira, ao mesmo tempo que melhora a qualidade do efluente industrial.</p>
<p data-start="1305" data-end="1660">A empresa está também a avançar com a reconversão da máquina PM3, igualmente em Setúbal, para produção de papéis de baixa gramagem destinados a embalagens flexíveis. A nova unidade será, segundo a Navigator, uma das maiores e mais competitivas da Europa neste segmento e permitirá produzir alternativas recicláveis e biodegradáveis ao plástico e alumínio.</p>
<p data-start="1662" data-end="2040">No segmento tissue, o grupo aprovou ainda o investimento numa nova máquina industrial no complexo de Aveiro, com capacidade anual de 70 mil toneladas. A produção destina-se sobretudo a abastecer a operação no Reino Unido. O investimento global ascende a cerca de 115 milhões de euros e contará com apoio do programa Portugal 2030, estando o arranque previsto para março de 2028.</p>
<p data-start="2042" data-end="2239">Para acelerar a estratégia de descarbonização, a Navigator contratou junto do <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Banco Europeu de Investimento</span></span> a segunda tranche de 40 milhões de euros de um financiamento total de 80 milhões.</p>
<p data-start="2241" data-end="2475">A empresa refere ainda que continua a executar os investimentos associados ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), encontrando-se dentro dos prazos e custos previstos, tendo já recebido cerca de 84 milhões de euros em incentivos.</p>
<p data-start="2477" data-end="2691" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Segundo a Navigator, este conjunto de investimentos demonstra a aposta da empresa na competitividade de longo prazo, sustentabilidade e modernização industrial, mesmo num cenário económico e geopolítico desafiante.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759887]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Costa diz que UE está a preparar-se para &#8220;potenciais&#8221; negociações com Putin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia está a preparar-se para um eventual envolvimento direto em futuras negociações com o presidente russo, Vladimir Putin, numa tentativa de ganhar protagonismo diplomático no processo destinado a pôr fim à guerra na Ucrânia. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia está a preparar-se para um eventual envolvimento direto em futuras negociações com o presidente russo, Vladimir Putin, numa tentativa de ganhar protagonismo diplomático no processo destinado a pôr fim à guerra na Ucrânia. A possibilidade foi admitida pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa, que revelou estar já em contacto com os 27 líderes da União para avaliar de que forma o bloco poderá organizar-se politicamente para, no momento considerado oportuno, abrir um canal de diálogo com Moscovo.</p>
<p>A revelação surge numa altura em que várias capitais europeias olham com crescente inquietação para a falta de progressos nas negociações lideradas pelos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump, temendo que a União Europeia acabe afastada de decisões centrais sobre o futuro da Ucrânia e venha posteriormente a ser confrontada com um acordo que não ajudou a construir — e com o qual poderá não concordar.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.ft.com/content/b093dae1-939b-47b4-96e4-40f212e87430?fbclid=IwY2xjawRpr69leHRuA2FlbQIxMABicmlkETFxRlVienpiRVkwQ21JMmxkc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHnr_wlR8jjNLcWoKlBHyMvQsqBsrCmdsCF3uwcOb97Wsw5Az_zrzXIuMPvwq_aem_fYDVBC3JmzDfq3Wg0GGDiw" target="_blank" rel="noopener">Financial Times</a>, num evento no Instituto Universitário Europeu, em Florença, António Costa confirmou que Bruxelas está a refletir internamente sobre esse cenário e sobre a melhor forma de preparar uma eventual intervenção diplomática europeia. “Estou a falar com os 27 líderes nacionais [da UE] para ver qual é a melhor forma de nos organizarmos e identificar aquilo de que efetivamente precisamos para discutir com a Rússia quando chegar o momento certo para o fazer”, afirmou.</p>
<p>O presidente do Conselho Europeu foi mais longe e sublinhou que essa preparação conta com o aval político de Kyiv. Segundo António Costa, durante a cimeira de líderes europeus realizada em Chipre no mês passado, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, terá incentivado os parceiros europeus a posicionarem-se para desempenhar um papel construtivo em futuras negociações. “Na cimeira da UE em Chipre, Zelensky convidou-nos a estarmos preparados para contribuir positivamente para uma negociação”, revelou.</p>
<p><strong>Bruxelas quer estar pronta, mas evita interferir no processo liderado por Trump</strong><br />
Apesar da abertura para um futuro diálogo direto com Moscovo, António Costa fez questão de sublinhar que a União Europeia não pretende perturbar, nesta fase, o processo diplomático atualmente conduzido pela administração norte-americana. “Vamos evitar perturbar o processo liderado pelo presidente Trump”, afirmou, reconhecendo simultaneamente um obstáculo central: até ao momento, não existe qualquer sinal por parte do Kremlin de que Vladimir Putin esteja disponível para se sentar à mesa com representantes da União Europeia.</p>
<p>“Sim, existe potencial [para negociar com Putin]. Mas, neste momento, ninguém viu qualquer sinal da Rússia de que queira efetivamente envolver-se em negociações sérias”, declarou.</p>
<p>Essa constatação evidencia o dilema europeu: por um lado, Bruxelas procura não ser marginalizada num eventual acordo de paz; por outro, continua sem uma abertura concreta de Moscovo para reconhecer a União Europeia como interlocutor direto num processo negocial.</p>
<p><strong>Europa receia ficar de fora de um acordo sobre a Ucrânia</strong><br />
A posição histórica da União Europeia tem sido clara desde o início da invasão russa: não pode haver decisões sobre a Ucrânia sem a participação da própria Ucrânia. Esse princípio continua a orientar a estratégia europeia, mas a lentidão das conversações e a ausência de resultados tangíveis nas rondas diplomáticas já realizadas aumentaram a preocupação entre vários governos europeus.</p>
<p>Entre muitos líderes da UE existe receio de que conversações trilaterais entre Estados Unidos, Rússia e Ucrânia possam avançar para compromissos substanciais sem envolvimento europeu direto, criando um cenário em que Bruxelas seria chamada apenas a aceitar ou financiar parte de um entendimento já fechado.</p>
<p>Essa apreensão intensificou-se porque o último encontro trilateral entre representantes dos EUA, da Ucrânia e da Rússia aconteceu a 18 de fevereiro, sem que daí tenham resultado avanços visíveis. Desde então, o processo diplomático tem permanecido praticamente congelado.</p>
<p><strong>Zelensky procura reanimar a via diplomática</strong><br />
Do lado ucraniano, Volodymyr Zelensky continua a procurar revitalizar os contactos diplomáticos. Esta semana, o presidente ucraniano anunciou que Rustem Umerov, secretário do Conselho de Segurança Nacional e Defesa da Ucrânia, chegou aos Estados Unidos para reuniões com enviados especiais da administração Trump, incluindo Steve Witkoff.</p>
<p>Segundo Zelensky, o objetivo é claro: “reanimar o processo diplomático”, que tem estado bloqueado desde o início da guerra desencadeada por Trump contra o Irão, conflito que acabou por desviar atenções políticas e estratégicas de Washington da frente ucraniana.</p>
<p>O presidente ucraniano acrescentou ainda que Kyiv tem mantido coordenação permanente com os norte-americanos. “Mantivemos comunicação constante com o lado americano e sabemos dos contactos relevantes dos nossos parceiros com o lado russo”, afirmou.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Zelensky insistiu que qualquer esforço negocial deve servir para aproximar uma paz sustentável. “Estamos a trabalhar para garantir que isto ajuda a aproximar uma paz digna e garante segurança”, declarou.</p>
<p><strong>Cessar-fogo falhado agrava tensão</strong><br />
Enquanto decorrem movimentações diplomáticas, a realidade no terreno continua marcada pela violência.</p>
<p>Nos últimos dias, Rússia e Ucrânia trocaram propostas concorrentes relativas à suspensão de ataques. Vladimir Putin anunciou uma breve trégua para coincidir com o desfile do Dia da Vitória, marcado para 9 de maio em Moscovo, esperando que a Ucrânia também suspendesse operações nesse período.</p>
<p>Zelensky respondeu com iniciativa própria e anunciou unilateralmente um cessar-fogo a 6 de maio. Segundo o gabinete presidencial ucraniano, a intenção era demonstrar que, se Moscovo consegue garantir uma pausa militar para proteger o seu desfile comemorativo, também poderia alargar essa trégua ao conjunto da linha da frente.</p>
<p>A iniciativa procurava igualmente expor aquilo que Kyiv considera uma contradição estratégica do Kremlin: exigir segurança para celebrações em Moscovo enquanto continua operações ofensivas em território ucraniano.</p>
<p>No entanto, pouco depois, forças russas lançaram novos ataques contra cidades ucranianas, provocando 27 mortos e pelo menos 120 feridos, num sinal claro de que, apesar dos contactos diplomáticos e das discussões sobre tréguas temporárias, o conflito permanece longe de qualquer desanuviamento real.</p>
<p><strong>Falta consenso europeu sobre quem pode falar com Moscovo</strong><br />
Mesmo que a União Europeia avance para um contacto direto com Putin, persistem questões fundamentais dentro do próprio bloco.</p>
<p>Alguns líderes, entre os quais o primeiro-ministro belga Bart De Wever, já admitiram publicamente a necessidade de abrir um canal de diálogo com o Kremlin. No entanto, não existe consenso entre os 27 sobre quem deverá representar a União, em que momento esse contacto deverá ocorrer ou que proposta concreta deverá ser apresentada a Moscovo.</p>
<p>O gabinete de Zelensky confirmou a conversa entre o líder ucraniano e António Costa, mas sublinhou que qualquer iniciativa europeia terá de ser coordenada de forma a transmitir uma voz unida da Europa e aumentar a pressão política sobre a Rússia.</p>
<p>Esse ponto poderá revelar-se decisivo: sem unidade interna, a União Europeia terá dificuldade em afirmar-se como mediador credível; com uma posição comum, poderá ganhar peso diplomático num processo que até agora tem sido dominado por Washington, Moscovo e Kyiv.</p>
<p>Para já, a porta permanece apenas entreaberta. Mas, pela primeira vez em muitos meses, Bruxelas assume publicamente que está a preparar-se para a possibilidade de, quando surgir a oportunidade, sentar-se frente a frente com Vladimir Putin.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759998]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Concorrência notificada da compra da Square e Square II pela Draycott</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:37:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) foi notificada sobre a compra da Square e da Square II pela Draycott Capital, que tem por objeto a prestação de serviços de consultoria estratégica e financeira, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) foi notificada sobre a compra da Square e da Square II pela Draycott Capital, que tem por objeto a prestação de serviços de consultoria estratégica e financeira, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>A Square Asset Management é uma sociedade gestora de organismos de investimento coletivo que gere exclusivamente organismos de investimento imobiliário, e a Square Asset Management II dedica-se à prestação de serviços de consultoria imobiliária.</P><br />
<P>A operação de concentração comunicada à AdC consiste na aquisição do controlo exclusivo da Square e da Square II.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760010]]></sapo:autor>
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		<title>TAP acorda venda do &#8216;handling&#8217; à Menzies</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A TAP acordou a venda da sua participação de 49,9% na SPdH -- Serviços Portugueses de Handling (assistência em terra) à Menzies, antiga Groundforce, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A TAP acordou a venda da sua participação de 49,9% na SPdH &#8212; Serviços Portugueses de Handling (assistência em terra) à Menzies, antiga Groundforce, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>&#8220;A TAP informa que celebrou com a Menzies e com a SPdH os contratos relativos à alienação à Menzies da totalidade da participação detida pela TAP no capital social da SPdH (49,9%) e à continuidade da prestação de serviços de assistência em escala nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal/Porto Santo&#8221;, anunciou, em comunicado. </P><br />
<P>A conclusão da operação depende do cumprimento de autorizações regulatórias. </P><br />
<P>A transportadora disse que a celebração dos contratos em causa permite-lhe concretizar a operação de desinvestimento e reforçar o foco da companhia no seu negócio de aviação, em linha com os compromissos assumidos com a Comissão Europeia, que aprovou o seu plano de reestruturação. </P><br />
<P>O comunicado, que não precisa o valor da operação, adiantou que estes contratos permitem ainda assegurar estabilidade e previsibilidade na prestação dos serviços de &#8216;handling&#8217; à TAP, &#8220;independentemente do resultado final do concurso para a atribuição das licenças de assistência em escala nas categorias três, quatro e cinco nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro&#8221;. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760006]]></sapo:autor>
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		<title>Altri constitui Comissão Executiva liderada por José de Pina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Administração da Altri constituiu hoje, em reunião, as comissões Executiva, liderada por José de Pina, e do Governo Societário, bem como os comités de Ética e Sustentabilidade para o triénio 2026-2028, foi comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Administração da Altri constituiu hoje, em reunião, as comissões Executiva, liderada por José de Pina, e do Governo Societário, bem como os comités de Ética e Sustentabilidade para o triénio 2026-2028, foi comunicado ao mercado.</p>
<p>Segundo uma nota enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Comissão Executiva é constituída por José Soares de Pina (presidente), Carlos Van Zeller e Silva (vice-presidente) João Carlos Pereira, Vítor Jorge da Silva, Miguel Palha de Sousa da Silveira e Sofia Jorge.</p>
<p>Da Comissão do Governo Societário fazem parte João Bento (presidente), Maria Marín e Verónica Soares Franco.</p>
<p>Por sua vez, o Comité de Ética é composto por Verónica Soares Franco (presidente), João Bento, Sandra Costa, Sofia Jorge, Raquel Carvalho e Susana Spratley.</p>
<p>Já para o Comité de Sustentabilidade foram designados Ana Pires (presidente), Ana Menéres de Mendonça, Sofia Jorge, Cláudia Brites e Rui Cesário Pereira.</p>
<p>Na sessão de hoje da bolsa, as ações da Altri baixaram 1,97% para 4,98 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760000]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Kiev não atacará se Moscovo cumprir cessar-fogo, garante Zelensky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano afirmou hoje que Kiev não fará ataques de longo alcance contra Moscovo durante a trégua anunciada pelo Kremlin para comemorar, no sábado, a vitória soviética sobre os nazis, caso Moscovo cumpra o cessar-fogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente ucraniano afirmou hoje que Kiev não fará ataques de longo alcance contra Moscovo durante a trégua anunciada pelo Kremlin para comemorar, no sábado, a vitória soviética sobre os nazis, caso Moscovo cumpra o cessar-fogo.</p>
<p>&#8220;A posição ucraniana não poderia ser mais transparente e clara. A Ucrânia agirá com reciprocidade. Se houver trégua, não haverá sanções ucranianas de longo alcance&#8221;, afirmou Volodymyr Zelensky num discurso à nação, horas antes da entrada em vigor da trégua, em alusão aos ataques ucranianos de longo alcance contra infraestruturas energéticas e alvos estratégicos russos.</p>
<p>O líder ucraniano denomina estes ataques &#8220;sanções de longo alcance&#8221;, uma vez que, segundo argumenta, têm efeitos semelhantes aos das sanções internacionais sobre a indústria petrolífera russa, com a qual o Kremlin financia o seu esforço de guerra.</p>
<p>O Presidente ucraniano advertiu, no entanto, os representantes dos países aliados da Rússia contra qualquer presença no desfile de sábado em Moscovo para comemorar a vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazi.</p>
<p>&#8220;Recebemos também mensagens de alguns Estados próximos da Rússia, indicando que os seus representantes tencionavam deslocar-se a Moscovo. Um desejo estranho nos tempos que correm. Não o recomendamos&#8221;, continuou Volodymyr Zelensky.</p>
<p>Na mesma mensagem divulgada no Telegram, o líder ucraniano relembrou que a Ucrânia propôs um cessar-fogo com início na quarta-feira, mas que em resposta a Rússia voltou a atacar.</p>
<p>&#8220;Eles querem que a Ucrânia lhes dê permissão para realizar o seu desfile, para poderem sair à praça em segurança durante uma hora, uma vez por ano, e depois continuar a matar o nosso povo e a guerrear. Os russos já falam de ataques após 09 de maio. É uma lógica estranha e claramente inadequada da liderança russa&#8221;, disse Zelensky, referindo-se ao desfile militar organizado na Praça Vermelha, em Moscovo.</p>
<p>Na mesma comunicação, o Presidente ucraniano agradeceu aos soldados das operações especiais pelas ações conduzidas contra o navio russo &#8220;Kalibr&#8221;, capaz de lançar mísseis, no Mar Cáspio e por um ataque contra uma instalação petrolífera na região de Perm, perto dos Montes Urais.</p>
<p>Horas antes, o líder ucraniano já tinha feito menção a ataques contra infraestruturas estratégicas russas localizadas a uma distância de &#8220;quase 2.000 quilómetros&#8221; da fronteira com a Ucrânia.</p>
<p>&#8220;Recentemente, houve resultados significativos em Chelyabinsk [um dos principais centros de indústrias pesadas da Rússia], a cerca de 1.800 quilómetros de distância, bem como em Ecaterimburgo [a quarta maior cidade do país], a cerca de 2.000 quilómetros de distância&#8221;, escreveu Zelensky, numa mensagem publicada nas suas redes sociais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759992]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CIP acusa UGT de não estar &#8220;interessada em acordo nenhum&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As confederações empresariais defenderam hoje que foi "negativo" não ter sido possível chegar a um acordo na Concertação Social sobre as alterações à lei laboral, com a CIP a acusar a UGT de não estar "interessada em acordo nenhum".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As confederações empresariais defenderam hoje que foi &#8220;negativo&#8221; não ter sido possível chegar a um acordo na Concertação Social sobre as alterações à lei laboral, com a CIP a acusar a UGT de não estar &#8220;interessada em acordo nenhum&#8221;.</p>
<p>&#8220;Fizemos concessões significativas que, na nossa opinião tornaram o texto mais próximo daquilo que eram as aspirações dos sindicatos&#8221;, mas &#8220;infelizmente não foi possível chegar&#8221; a acordo, afirmou o presidente da CCP, João Vieira Lopes, no final da reunião plenária de Concertação Social.</p>
<p>João Vieira Lopes considerou &#8220;negativo&#8221; não ter sido possível alcançar um entendimento, dado que &#8220;a história&#8221; tem demonstrado que as iniciativas aprovadas em Concertação Social &#8220;sofrem menos alterações na Assembleia da República&#8221; e as legislações &#8220;duram mais anos&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759991]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Seguro agradeceu apoio de Itália à candidatura portuguesa ao Conselho de Segurança da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:25:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, agradeceu hoje ao seu homólogo italiano, Sergio Mattarella, o apoio de Itália à candidatura portuguesa a um lugar no Conselho de Segurança da ONU em 2027-2028, a eleger em junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, agradeceu hoje ao seu homólogo italiano, Sergio Mattarella, o apoio de Itália à candidatura portuguesa a um lugar no Conselho de Segurança da ONU em 2027-2028, a eleger em junho.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas, no fim de um encontro com Sergio Mattarella, no Palácio do Quirinal, em Roma, o chefe de Estado afirmou que se verificou &#8220;uma convergência muito grande de pontos de vista com o Presidente italiano&#8221; em relação às questões europeias e internacionais, incluindo quanto à necessidade de reforçar a &#8220;autonomia estratégica&#8221; da União Europeia.</p>
<p>Segundo António José Seguro, a sua reunião com Mattarella teve como primeiro objetivo &#8220;reforçar as relações de cooperação e da amizade&#8221; entre Portugal e a Itália, que espera que vá mais longe no domínio da inovação e da tecnologia.</p>
<p>&#8220;Tive a oportunidade para lhe agradecer o apoio que a Itália está a dar, de uma forma muito intensa e comprometida, à candidatura de Portugal ao Conselho de Segurança das Nações Unidas. Como sabem, vai haver uma decisão no início do próximo mês, em junho. Portanto, saio muito satisfeito desta minha segunda visita ao exterior do nosso país&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Presidente da República referiu que regressará a Itália em junho, para uma reunião da Cotec Europa, com a participação dos chefes de Estado italiano e espanhol, Itália, sobre inovação e inteligência artificial.</p>
<p>Portugal é candidato a um lugar de membro não-permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2027-2028. A Alemanha e a Áustria também apresentaram candidaturas para o mesmo biénio.</p>
<p>Todos os anos, a Assembleia Geral da ONU elege cinco de um total de dez membros não-permanentes para mandatos de dois anos.</p>
<p>Nos termos de uma resolução da ONU, os dez lugares rotativos são distribuídos regionalmente da seguinte forma: cinco africanos e asiáticos, um da Europa de Leste, dois da América Latina, e dois da Europa Ocidental e outros Estados.</p>
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		<title>PSD diz que se Chega admite adiar discussão sobre revisão constitucional &#8220;é muito sensato&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:21:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PSD afirmou hoje que se o Chega admite adiar a discussão da revisão constitucional é uma posição "muito sensata", sem responder se os sociais-democratas irão apresentar qualquer projeto nos próximos 30 dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder parlamentar do PSD afirmou hoje que se o Chega admite adiar a discussão da revisão constitucional é uma posição &#8220;muito sensata&#8221;, sem responder se os sociais-democratas irão apresentar qualquer projeto nos próximos 30 dias.</P><br />
<P>Hugo Soares falava no parlamento sobre o fim das negociações, sem sucesso, na concertação social da legislação laboral, e foi questionado sobre o processo de revisão constitucional hoje desencadeado pelo Chega, com a entrega de uma proposta que já consta na página da Assembleia da República.</P><br />
<P>O líder parlamentar do PSD começou por frisar que &#8220;a posição do PSD sobre revisão constitucional é conhecida de todo o país&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O PSD não vê a Constituição como um dogma, a própria Constituição prevê a sua revisão e pode e deve ser discutida. Sempre dissemos que qualquer discussão à volta de uma revisão constitucional se devia fazer na segunda metade da legislatura, aqui repito o que foi a pronúncia do primeiro-ministro nessa matéria&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Questionado se o PSD não irá então apresentar um projeto próprio nos próximos 30 dias, Hugo Soares não respondeu diretamente.</P><br />
<P>&#8220;Já disse tudo o que tinha a dizer sobre revisão constitucional, creio que fui absolutamente claro&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>De acordo com o regimento da Assembleia da República, após a apresentação do primeiro projeto, quaisquer outros têm de ser apresentados no prazo de 30 dias.</P><br />
<P>Perante a insistência dos jornalistas no tema, Hugo Soares disse não ter acompanhado a conferência de imprensa de André Ventura.</P><br />
<P>&#8220;Aparentemente, terá mostrado disponibilidade para adiar a discussão. Se o Chega entende que deve agora apresentar um projeto de revisão constitucional e está aberto ao calendário que o PSD definiu há muito tempo, parece-me muito sensato e não podia estar mais de acordo com a posição de discutir a revisão constitucional na segunda metade da legislatura&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O presidente do Chega afirmou que o PSD &#8220;tem abertura&#8221; para participar no processo de revisão constitucional hoje desencadeado e o seu partido &#8220;tem abertura para ser flexível na calendarização dos trabalhos&#8221;.</P><br />
<P>André Ventura foi questionado como se poderá fazer esta flexibilização já que o regimento da Assembleia da República prevê que, após a apresentação do primeiro projeto, quaisquer outros tenham de ser apresentados no prazo de 30 dias.</P><br />
<P>&#8220;Terá que se encontrar alguma forma de suspender a determinado momento e aguardar as propostas que o PSD quiser apresentar&#8221;, disse.</P><br />
<P>&#8220;É provável que o acordo final desta revisão constitucional, se houver, pode chegar apenas em 2027, se não houver nenhuma turbulência&#8221;, antecipou.</P><br />
<P>Questionado se há conversas com o PSD sobre esta matéria, Ventura respondeu que há conversas sobre &#8220;muitas coisas&#8221; e publicamente é conhecido quer o calendário do Chega, quer o do PSD, que tem remetido este tema para uma segunda fase da legislatura.</P><br />
<P>&#8220;Se apresentámos agora é porque achamos que há condições para uma calendarização conjunta (&#8230;) Espero que haja até final do ano um memorando de entendimento constitucional&#8221;, disse.</P><br />
<P>Sobre a forma prática como poderá fazer essa concertação, o líder do Chega admitiu uma figura como &#8220;uma suspensão extraordinária dos trabalhos&#8221; aprovada em plenário por PSD e Chega.</P><br />
<P>A deputada Cristina Rodrigues acrescentou que &#8220;o mais provável é que os trabalhos de revisão constitucional se iniciem apenas depois do verão&#8221;, após as férias parlamentares, e nunca estariam concluídos até final do ano, dando a entender que isso poderia ir ao encontro do calendário do PSD.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759958]]></sapo:autor>
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		<title>Gigantes da alimentação acusam supermercados europeus de criar &#8220;mega cartel&#8221; no setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:19:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A denúncia foi formalizada junto da Comissão Europeia numa altura em que Bruxelas prepara uma revisão da diretiva relativa às práticas comerciais desleais, legislação que regula as relações entre produtores, fornecedores e distribuidores no mercado europeu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria europeia da alimentação e dos bens de grande consumo lançou uma forte ofensiva contra as maiores cadeias de supermercados que operam no continente, acusando-as de terem criado uma estrutura de concentração de compras com características de cartel e de exercerem um poder negocial excessivo sobre fornecedores. A denúncia foi formalizada junto da Comissão Europeia numa altura em que Bruxelas prepara uma revisão da diretiva relativa às práticas comerciais desleais, legislação que regula as relações entre produtores, fornecedores e distribuidores no mercado europeu.</p>
<p>No centro da contestação está a AIM, associação europeia que representa algumas das maiores marcas mundiais de consumo e que integra 54 empresas, entre as quais Nestlé, Danone, Lactalis, Kraft Heinz, Coca-Cola, PepsiCo e Heineken, além de associações nacionais como a Promarca. Na exposição apresentada às instituições europeias, a organização sustenta que, longe de diminuírem, os abusos comerciais terão aumentado nos últimos anos, impulsionados pela criação de grandes plataformas de compra conjunta entre grupos de distribuição de vários países.</p>
<p>Segundo a associação, “as práticas comerciais desleais continuam a estar amplamente disseminadas e afetam a competitividade da União Europeia”, alertando para “um desequilíbrio no poder negocial devido à dependência económica e ao controlo do acesso aos consumidores” por parte das grandes cadeias de distribuição. A AIM considera que a crescente concentração do retalho alimentar europeu está a alterar profundamente a relação de forças dentro da cadeia de abastecimento, colocando fornecedores numa posição cada vez mais vulnerável.</p>
<p><strong>Fornecedores denunciam pressão comercial e medo de represálias</strong><br />
Para sustentar a sua posição, a associação apresenta um inquérito realizado junto de 439 fornecedores de bens de consumo, cujos resultados traçam um retrato preocupante do setor. De acordo com os dados recolhidos, 71% das empresas afirmam ter enfrentado pelo menos uma prática comercial considerada desleal. Ainda assim, apenas 23% dizem sentir-se em condições de reagir ou denunciar formalmente essas situações.</p>
<p>Esta discrepância é apontada como um sinal claro do receio de represálias comerciais. Muitas empresas dependem fortemente da presença nas prateleiras das grandes cadeias para chegar ao consumidor final, o que reduz drasticamente a margem de manobra negocial e, segundo a AIM, alimenta uma relação estruturalmente desequilibrada.</p>
<p>Entre as práticas que a indústria considera mais problemáticas estão ameaças de exclusão da lista de fornecedores, suspensão de encomendas durante contratos em vigor, penalizações consideradas injustificadas, deduções unilaterais em pagamentos, cobrança de taxas de serviço adicionais e imposição de condições de acesso aos canais de distribuição sem verdadeira capacidade de negociação por parte dos produtores.</p>
<p>A associação pede por isso à Comissão Europeia que atualize a lista de práticas proibidas, defendendo “restrições mais claras em matéria de coação comercial e represálias, bem como da ameaça dessas represálias”, de forma a adaptar a legislação à nova realidade do mercado europeu.</p>
<p>Cinco grandes alianças concentram cerca de 60% das vendas alimentares na União Europeia</p>
<p>Um dos pontos centrais da denúncia prende-se com o crescimento das chamadas alianças europeias de compra — consórcios criados por grandes grupos de distribuição para negociar em conjunto com fornecedores e reforçar o seu poder comercial.</p>
<p>Segundo os dados apresentados pela AIM, os membros de apenas cinco das maiores alianças representam atualmente cerca de 60% das vendas alimentares na União Europeia. Trata-se de um salto muito significativo face a 2015, quando esse peso era estimado em 31%.</p>
<p>A associação considera que esta concentração criou uma “assimetria estrutural na negociação”, agora amplificada por estas plataformas multinacionais, que influenciam não apenas os contratos centralizados, mas também as negociações nacionais em vários mercados.</p>
<p>Entre as alianças destacadas encontra-se a Epic Partners, sediada em Genebra, que junta grupos como a alemã Edeka, a francesa Auchan, proprietária da marca Alcampo, a portuguesa Pingo Doce e a suíça Migros.</p>
<p>Outra estrutura relevante é a Eurelec Trading, que opera a partir de Bruxelas e integra o grupo alemão Rewe, a cadeia francesa Leclerc e a neerlandesa Ahold.</p>
<p>Mais recentemente surgiu também a Concordis Trading, aliança criada por Carrefour, Coopérative U e RTG International para coordenar compras em mercados como Espanha, França e Alemanha.</p>
<p>Na perspetiva da indústria, o impacto destas alianças vai muito além dos volumes formalmente negociados em conjunto. A AIM sublinha que “mesmo quando apenas parte das compras é centralizada, os resultados obtidos ao nível da aliança funcionam cada vez mais como referência para ancorar negociações nacionais”, reforçando a pressão competitiva e o poder de imposição comercial dos distribuidores.</p>
<p><strong>Retalhistas defendem alianças e rejeitam acusações</strong><br />
Do lado da distribuição, a leitura é completamente diferente.</p>
<p>A EuroCommerce, organização que representa o comércio europeu, saiu em defesa destas alianças, argumentando que as investigações já realizadas por Bruxelas “não encontraram provas de efeitos anticoncorrenciais” resultantes destes acordos.</p>
<p>Pelo contrário, o setor do retalho sustenta que a negociação conjunta permite obter melhores condições de compra e, consequentemente, baixar preços ao consumidor final, promovendo maior concorrência no mercado.</p>
<p>Segundo fontes ligadas à representação dos distribuidores, estas parcerias são celebradas entre operadores de diferentes países europeus, cujo peso negocial individual continua muito abaixo do das grandes multinacionais globais da alimentação. Nessa perspetiva, as alianças funcionariam como mecanismo de equilíbrio face aos gigantes industriais e não como instrumento de abuso.</p>
<p><strong>Bruxelas prepara nova ofensiva regulatória</strong><br />
A disputa surge num momento particularmente sensível, com a Comissão Europeia empenhada em rever a diretiva sobre práticas comerciais desleais aprovada em 2019.</p>
<p>Entre as alterações em análise está o reforço da cooperação obrigatória entre Estados-membros para investigar abusos transfronteiriços, facilitar a troca de informação entre autoridades nacionais e coordenar sanções em casos que envolvam vários países simultaneamente.</p>
<p>Bruxelas quer também evitar que empresas tirem partido de diferenças legislativas entre Estados para operar em jurisdições mais favoráveis, reforçando a capacidade de resposta europeia perante práticas abusivas de dimensão multinacional.</p>
<p>Embora a discussão pública esteja atualmente centrada na tensão entre indústria e supermercados, o objetivo principal da Comissão Europeia continua a ser a proteção da cadeia alimentar como um todo, especialmente do setor primário, procurando impedir que agricultores e produtores continuem a suportar o peso das pressões comerciais exercidas ao longo da cadeia de distribuição.</p>
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		<title>Euro sobe face ao dólar pela terceira sessão consecutiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:15:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O euro subiu hoje face ao dólar, pela terceira sessão consecutiva, quando cerca de 1.500 navios continuam retidos no golfo Pérsico devido ao bloqueio imposto pelo Irão no estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O euro subiu hoje face ao dólar, pela terceira sessão consecutiva, quando cerca de 1.500 navios continuam retidos no golfo Pérsico devido ao bloqueio imposto pelo Irão no estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Às 18:02 (hora de Lisboa), o euro negociava a 1,1759 dólares, quando na quarta-feira, pela mesma hora, seguia a 1,1748 dólares.</P><br />
<P>O euro também avançou relativamente à libra e ao iene. </P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) fixou hoje o câmbio de referência do euro em 1,1770 dólares.</P><br />
<P>Cerca de 1.500 navios e as respetivas tripulações continuam retidos no golfo Pérsico devido ao bloqueio imposto pelo Irão no estreito de Ormuz, afirmou hoje um responsável da Organização Marítima Internacional (OMI).</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, temos cerca de 20.000 tripulantes e cerca de 1.500 navios retidos&#8221;, declarou Arsenio Dominguez, secretário-geral da agência da ONU encarregue pela segurança marítima, por ocasião da abertura da Convenção Marítima das Américas na capital do Panamá.</P><br />
<P>&#8220;São pessoas inocentes que desempenham o seu trabalho diariamente em benefício dos restantes países&#8221; e &#8220;que se veem apanhadas em situações geopolíticas que lhes são alheias&#8221;, acrescentou Dominguez durante o evento que reuniu líderes da indústria e organismos internacionais do setor marítimo.</P><br />
<P>Desde o início da guerra no Médio Oriente, desencadeada por uma ofensiva israelo-americana em 28 de fevereiro, Teerão controla o estreito de Ormuz, estratégico para o comércio mundial de hidrocarbonetos.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, na quarta-feira, que os dois lados tiveram &#8220;conversas muito positivas nas últimas 24 horas&#8221;, admitindo um acordo iminente para pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>Washington mantém, no entanto, um bloqueio aos portos iranianos, imposto em 13 de abril, cinco dias após a entrada em vigor do cessar-fogo entre os Estados Unidos e a República Islâmica.</P><br />
<P></P><br />
<P></P><br />
<P></P><br />
<P>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.quarta-feira</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1,1759&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..1,1748</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86522&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;0,86457</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.184,21&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.183,71</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;156,65&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.156,38</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
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		<title>PS diz que ausência de acordo na Concertação Social é derrota de Montenegro</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ O PS considerou hoje que a falta de acordo na Concertação Social sobre a legislação laboral é uma derrota do primeiro-ministro e que o Governo "geriu mal este processo", aguardando para ver a proposta que chegará ao parlamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS considerou hoje que a falta de acordo na Concertação Social sobre a legislação laboral é uma derrota do primeiro-ministro e que o Governo &#8220;geriu mal este processo&#8221;, aguardando para ver a proposta que chegará ao parlamento.</p>
<p>&#8220;A ausência de acordo na Concertação Social sobre as questões laborais é, antes de mais e acima de tudo, uma derrota do Governo e do próprio primeiro-ministro Luís Montenegro. O Governo geriu mal este processo do primeiro ao último dia e apresentou uma proposta que não prometeu num programa eleitoral&#8221;, disse aos jornalistas o deputado do PS Miguel Cabrita, no parlamento.</p>
<p>Considerando que a proposta do Governo está &#8220;cheia de recuos para os jovens, trabalhadores e famílias&#8221;, o socialista acusou o Governo de não ter sabido &#8220;entender os sinais que foi recebendo&#8221;, de ter tido uma &#8220;enorme inflexibilidade do primeiro ao último dia&#8221; e de ter desistido do diálogo social.</p>
<p>Sobre o que fará o PS com a proposta que a ministra do Trabalho disse hoje que vai seguir para o parlamento, Miguel Cabrita disse que os socialistas vão esperar para ver o conteúdo do diploma.</p>
<p>&#8220;Mas há uma garantia que podemos dar, as propostas que o PS vai colocar em cima da mesa e aquilo que estamos dispostos a negociar serão mudanças laborais no sentido de melhorar a vida das pessoas, dos trabalhadores, dos jovens, as condições das empresas, mas não estaremos disponíveis para alinhar numa lógica em que uns ganham e outros perdem e esse foi sempre o pressuposto desta proposta do Governo&#8221;, avisou.</p>
<p>Perante a insistência dos jornalistas, o deputado do PS disse que o partido &#8220;não estará disponível para viabilizar propostas que piorem a vida das pessoas&#8221;.</p>
<p>&#8220;As nossas propostas serão todas para procurar reequilibrar esta agenda, que nasceu muito desequilibrada a favor de um dos lados e que o Governo nunca revelou nem disponibilidade, nem vontade, nem capacidade para reequilibrar&#8221;, antecipou.</p>
<p>As negociações sobre a reforma laboral terminaram hoje sem acordo entre o Governo e os parceiros sociais, assumiu a ministra do Trabalho, dizendo que um dos parceiros foi intransigente mas o executivo quer levar uma iniciativa ao parlamento.</p>
<p>Rosário Palma Ramalho afirmou, que, ao longo do processo negocial, que durou mais de nove meses, o executivo &#8220;esteve sempre de boa fé&#8221; e &#8220;fez inúmeras cedências&#8221;, tendo em vista levar a negociação &#8220;a bom porto&#8221;, contudo, &#8220;um dos parceiros revelou-se absolutamente intransigente&#8221;, disse, referindo-se à UGT.</p>
<p>&#8220;Todas as negociações têm um fim. O fim foi hoje&#8221;, disse ainda a ministra do Trabalho, que indicou que vai levar &#8220;esta decisão final&#8221; ao primeiro-ministro e que &#8220;o Governo vai avaliar muito rapidamente o passo seguinte que será a transformação em proposta de lei para que o processo siga&#8221; para o parlamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759950]]></sapo:autor>
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		<title>PSD acusa UGT de intransigência negocial e sugere que não informou os seus sindicatos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psd-acusa-ugt-de-intransigencia-negocial-e-sugere-que-nao-informou-os-seus-sindicatos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:12:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ O PSD acusou hoje a UGT de ter demonstrado absoluta intransigência, recusando consensualizar um acordo para revisão das leis laborais, e sugeriu que esta confederação sindical não informou devidamente os seus sindicatos ao longo das negociações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PSD acusou hoje a UGT de ter demonstrado absoluta intransigência, recusando consensualizar um acordo para revisão das leis laborais, e sugeriu que esta confederação sindical não informou devidamente os seus sindicatos ao longo das negociações.</p>
<p>Esta posição foi transmitida pelo líder parlamentar social-democrata, Hugo Soares, em conferência de imprensa, no parlamento, após as negociações sobre a revisão das leis do trabalho terem terminado sem acordo entre parceiros sociais e Governo.</p>
<p>&#8220;Ficou demonstrado que a UGT esteve desde o princípio absolutamente intransigente. A UGT não quis nunca chegar a um acordo com o Governo e com os restantes parceiros sociais. A sociedade civil, o Governo, o Grupo Parlamentar do PSD e muita gente, quer trabalhadores, quer empresários, gostavam que tivesse acontecido um acordo de concertação social&#8221;, declarou o presidente da bancada do PSD.</p>
<p>Na conferência de imprensa, Hugo Soares manifestou depois dúvidas se os sindicatos que estão filiados na UGT tiveram acesso a informação suficiente sobre a evolução das negociações em sede de concertação social.</p>
<p>&#8220;Tenho dúvidas se os sindicatos souberam a par e passo tudo aquilo que aconteceu na concertação social. Depois de tanto esforço, depois de mais 900 horas de negociação, depois de mais 130 artigos consensualizados, sobravam seis. E um dos parceiros sociais [a CIP, na quarta-feira] apresentou soluções que iriam ao encontro daquilo possível de ser atendido pela UGT, mas nem assim foi possível&#8221;, apontou.</p>
<p>De acordo com o líder parlamentar social-democrata, a atuação da UGT ao longo deste processo pode ser resumida na frase do secretário-geral desta central sindical, Mário Mourão, quando, segundo Hugo Soares, disse &#8220;que não tinha proposta nenhuma para apresentar&#8221;.</p>
<p>&#8220;É caso para perguntar o que lá foram hoje fazer&#8221;, completou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759949]]></sapo:autor>
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		<title>Concorrência dá &#8216;luz verde&#8217; à compra da Logifruit pela Mercadona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) deu 'luz verde' à compra, pela Mercadona, do controlo exclusivo da Logifruit Iberia e da sua filial portuguesa detida a 100%, Logienvases, em conjunto denominadas Grupo Logifruit.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) deu &#8216;luz verde&#8217; à compra, pela Mercadona, do controlo exclusivo da Logifruit Iberia e da sua filial portuguesa detida a 100%, Logienvases, em conjunto denominadas Grupo Logifruit.</P><br />
<P>A autoridade informa hoje no seu &#8216;site&#8217; que &#8220;adotou uma decisão de não oposição na operação de concentração Mercadona / Logifruit&#8221;, dado que &#8220;a mesma não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva no mercado nacional ou numa parte substancial deste&#8221;.</P><br />
<P>Em 16 de abril, a AdC foi notificada desta operação.</P><br />
<P>A Mercadona é uma empresa familiar espanhola com atividade na distribuição retalhista de bens de consumo diário através de uma rede de estabelecimentos próprios, que explora sob a marca Mercadona, sendo participada maioritariamente pela FINOP, S.L., empresa controlada, em última instância, por Juan José Roig Alfonso. </P><br />
<P>Em Portugal, a Mercadona exerce atividade através da sociedade Irmãdona, que conta com uma rede de 69 lojas.</P><br />
<P>O grupo Logifruit tem por atividade a prestação de serviços de aluguer e gestão de embalagens reutilizáveis de transporte (ERT), que incluem embalagens e caixas denominadas Reusable Plastic Containers (RPC) e paletes. </P><br />
<P>Este grupo é representado em Portugal através da sociedade Logienvases.</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759948]]></sapo:autor>
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		<title>Empresas agrícolas do sudoeste alentejano com dificuldades para recrutar trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de dois terços das empresas agrícolas do sudoeste alentejano anteveem dificuldades de contratação de mão-de-obra na próxima campanha, a maioria delas devido às alterações introduzidas na legislação da imigração, segundo um estudo hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de dois terços das empresas agrícolas do sudoeste alentejano anteveem dificuldades de contratação de mão-de-obra na próxima campanha, a maioria delas devido às alterações introduzidas na legislação da imigração, segundo um estudo hoje divulgado.</p>
<p>Segundo o inquérito anual aos seus associados, promovido pela Associação de Horticultores, Fruticultores e Floricultores dos concelhos de Odemira e Aljezur (AHSA), na base desta previsão estão as alterações legislativas na lei da imigração.</p>
<p>O estudo, ao qual a agência Lusa teve hoje acesso, abrange mais de 30 empresas hortofrutícolas portuguesas da região do sudoeste alentejano, tendo o período de auscultação decorrido entre 18 de agosto e 15 de novembro de 2025.</p>
<p>&#8220;Mais de dois terços das empresas do setor agrícola do sudoeste alentejano preveem enfrentar dificuldades no recrutamento de mão-de-obra na próxima campanha&#8221;, pode ler-se no documento.</p>
<p>E, no seio destas, para 33%, ou seja, para um terço, o que está em causa é a &#8220;complexidade burocrática dos processos de regularização e contratação de imigrantes&#8221;.</p>
<p>Luís Mesquita Dias, presidente da AHSA, citado no comunicado relativo ao estudo, admitiu que &#8220;as alterações legislativas na área da migração eram necessárias e fazem sentido, contribuindo para um enquadramento mais estruturado e equilibrado&#8221;.</p>
<p>No entanto, ressalvou, &#8220;trazem consigo desafios operacionais e um período de adaptação que está a dificultar o acesso a trabalhadores estrangeiros, essenciais para a atividade&#8221;.</p>
<p>&#8220;É importante garantir que este processo decorre com eficácia, minimizando impactos na capacidade de resposta das empresas no curto prazo&#8221;, defendeu Luís Mesquita Dias.</p>
<p>Entre as empresas inquiridas que preveem dificuldades na captação de trabalhadores na próxima campanha, 14% apontaram como razão a &#8220;procura por melhores condições de vida e de trabalho noutros locais e países&#8221; e outras 14% aludiram ao &#8220;desequilíbrio entre a oferta e a procura.</p>
<p>Já 9,5% das empresas referiram a &#8220;falta de alojamento&#8221; no sudoeste alentejano como fator que dificulta a contratação de mão-de-obra.</p>
<p>O documento aponta ainda para &#8220;a forte dependência de mão-de-obra&#8221; estrangeira neste setor, já que 74% das organizações têm &#8220;mais de metade dos seus postos de trabalho preenchidos por imigrantes&#8221; e a maioria (55%) registam &#8220;uma proporção superior a 75%&#8221;.</p>
<p>O inquérito aponta igualmente que &#8220;mais de 60% das empresas espera um aumento&#8221; do volume total de negócios durante a próxima campanha agrícola e &#8220;29% antevê estabilidade&#8221;, pode ler-se.</p>
<p>O mesmo se verifica em relação &#8220;às previsões do valor das exportações, com mais de metade das empresas&#8221; a antever &#8220;uma subida&#8221;, enquanto &#8220;32%&#8221; dos associados prevê uma estabilidade.</p>
<p>O inquérito sublinha ainda a forte vertente exportadora da agricultura do sudoeste alentejano: &#8220;65% das empresas exportam mais de 70% da produção, número que ascende a 77% no caso das que exportam mais de 40%&#8221;.</p>
<p>O presidente da AHSA realçou que estes dados confirmam &#8220;um setor dinâmico e resiliente, com perspetivas de crescimento ao nível do volume de negócio e das exportações&#8221;.</p>
<p>Segundo o documento, que obteve uma taxa de resposta de 80%, França, Reino Unido, Países Baixos, Espanha e Alemanha surgem em destaque como os principais mercados.</p>
<p>A maioria das empresas avalia positivamente os resultados de 2025, com 75% a indicar que o desempenho ficou em linha com as expectativas ou superou o previsto.</p>
<p>&#8220;Os dados evidenciam também que a maioria das empresas (81%) apresenta um volume de negócio anual superior a um milhão de euros e 45% mais de cinco milhões de euros&#8221;, sublinhou.</p>
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