E-REDES investe 12 milhões de euros na renovação de infraestruturas elétricas no Porto

A E-REDES adiantou hoje que está a renovar as infraestruturas elétricas de alta, média e baixa tensão do Porto, no âmbito de um projeto de 12 milhões de euros que deverá estar concluído no início do próximo ano.

Executive Digest com Lusa
Março 29, 2022
13:04

A E-REDES adiantou hoje que está a renovar as infraestruturas elétricas de alta, média e baixa tensão do Porto, no âmbito de um projeto de 12 milhões de euros que deverá estar concluído no início do próximo ano.

Em comunicado, a empresa refere que o projeto, que arrancou no final de 2020 e deverá estar concluído no início de 2023, pressupõe a renovação das instalações elétricas e redes que asseguram a distribuição de energia no Porto.



Segundo a E-REDES, até ao final de 2021 foram investidos cerca de 7,5 milhões de euros.

Quanto às instalações elétricas, a empresa está a substituir “muitos dos ativos técnicos”, nomeadamente nas subestações das Antas, Paranhos, Vitória, Lapa, Montes Burgos, Boavista e no posto de corte da Circunvalação.

Paralelamente, estão também a ser construídas novas linhas subterrâneas a 60 volt (kV) entre as subestações das Antas e do Campo 24 de Agosto, as subestações das Antas e da Vitória, o posto de corte da Prelada e a subestação do Campo 24 de Agosto, bem como o posto de corte da Prelada e a subestação da Boavista.

“Devido à abrangência dos trabalhos a executar e pelo facto das intervenções em causa decorrerem em instalações em serviço, a programação e operacionalização destas intervenções teve um nível acrescido de complexidade em termos de gestão de projeto e das obras”, refere a empresa.

Parte do investimento a realizar no âmbito do projeto (2,4 milhões de euros) envolve a renovação das redes de baixa, média e alta tensão, nomeadamente na Avenida Fernão Magalhães, cuja intervenção já se encontra finalizada e implicou a reabilitação de toda a rede de distribuição entre a Rua Barros de Lima e a Praça Francisco Sá Carneiro.

A intervenção nesta via, que é uma das principais de acesso à cidade, necessitou de um “planeamento cuidado” de modo a “minimizar o impacto no trânsito e no dia a dia dos moradores”.

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