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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 May 2026 11:03:50 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Cabos automóveis testados até 10 mil vezes mais depressa? COFICAB e DareData aceleram desenvolvimento com IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:03:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parceria junta o conhecimento industrial da COFICAB, fornecedora de cabos para a indústria automóvel, incluindo marcas de alta exigência, à capacidade tecnológica da DareData em inteligência artificial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A COFICAB e a DareData estão a aplicar inteligência artificial à produção e ao desenvolvimento de cabos automóveis, com uma ambição clara: transformar processos industriais lentos, manuais e dependentes de testes físicos em decisões mais rápidas, baseadas em dados, simulação e otimização.</p>
<p>A parceria junta o conhecimento industrial da COFICAB, fornecedora de cabos para a indústria automóvel, incluindo marcas de alta exigência, à capacidade tecnológica da DareData em inteligência artificial. O objetivo é reduzir custos, cortar desperdício, acelerar ciclos de desenvolvimento e aumentar a eficiência desde o I&#038;D até ao chão de fábrica.</p>
<p>Atualmente, o desenvolvimento de cabos automóveis pode demorar até 16 semanas e exigir vários ciclos de testes físicos. Quando um resultado não corresponde ao esperado, parte do processo tem de ser repetida, consumindo tempo, material e recursos. É precisamente este modelo que a COFICAB quer ultrapassar com o recurso a inteligência artificial e simulação avançada.</p>
<p>A parceria materializa-se em dois projetos complementares: MeltAI e CableAI. Juntos, permitem testar virtualmente milhares de cenários, antecipar resultados e apoiar decisões técnicas com maior rapidez e precisão.</p>
<p>Na área produtiva, o MeltAI automatiza o processo de extrusão de cabos, otimizando em tempo real a aplicação do material isolante. A tecnologia reduz verificações manuais de qualidade, diminui desperdício e permite poupanças diárias de centenas de euros por máquina em matéria-prima.</p>
<p>Além do impacto financeiro, a solução liberta operadores de tarefas repetitivas, permitindo que acompanhem outros aspetos críticos da linha de produção. O MeltAI já foi validado em várias linhas e está preparado para escalar a nível global.</p>
<p>No I&#038;D, o CableAI atua sobre uma das fases mais exigentes do processo: o desenvolvimento de novos cabos. A plataforma substitui ciclos tradicionais de prototipagem e testes laboratoriais por modelos de simulação e machine learning, capazes de replicar o comportamento de simulações físicas complexas em muito menos tempo.</p>
<p>Segundo a COFICAB e a DareData, estes modelos podem ser até 10 mil vezes mais rápidos do que os métodos tradicionais. A tecnologia permite analisar até 50 mil combinações de design e materiais em segundos, cobrindo variáveis como a geometria dos condutores e a formulação química dos materiais isolantes desenvolvidos internamente pela COFICAB.</p>
<p>A solução integra ainda uma camada de IA agêntica, que permite interagir em linguagem natural com ferramentas de simulação, modelos e sistemas de otimização. Na prática, equipas técnicas podem executar tarefas complexas com contexto sobre todo o processo de I&#038;D, incorporando o conhecimento de especialistas no próprio sistema.</p>
<p>“A inteligência artificial é um elemento-chave na nossa evolução enquanto organização. Com esta parceria, reforçamos a nossa capacidade de integrar tecnologia de forma estruturada e orientada para o impacto, potenciando o trabalho das nossas equipas”, afirma José Almeida, Corporate Technology Director da COFICAB Group.</p>
<p>Também Ivo Bernardo, Partner da DareData, sublinha o caráter prático da colaboração: “Esta parceria demonstra como a inteligência artificial pode ser aplicada de forma concreta na indústria, permitindo reduzir tempos, custos e aumentar a capacidade de inovação. O foco está em transformar processos complexos em decisões mais rápidas e escaláveis.”</p>
<p>A implementação arrancou em Portugal e deverá servir de base à expansão internacional. Para a COFICAB, a iniciativa insere-se numa estratégia de digitalização e reforço da competitividade, com recurso a soluções que combinam inteligência artificial, simulação e otimização para processos industriais mais eficientes, escaláveis e sustentáveis.</p>
<p>A tecnologia poderá ainda ser transferida para outros setores com desafios semelhantes de design, produção e otimização, como a farmacêutica, a aeronáutica ou a indústria de componentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769044]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: O seguro de vida no crédito à habitação é um encargo subestimado. Especialista deixa alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:55:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se fala em crédito à habitação, a maioria das pessoas concentra-se quase exclusivamente na taxa de juro, no spread ou nas condições do banco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Paulo Couto, Maxfinance Direction</em></strong></p>
<p>Quando se fala em crédito à habitação, a maioria das pessoas concentra-se quase exclusivamente na taxa de juro, no spread ou nas condições do banco. No entanto, há um elemento que continua a ser sistematicamente desvalorizado e que pode ter um impacto significativo no orçamento familiar: o seguro de vida. Na minha perspetiva, este é um dos custos mais subestimados do crédito à habitação, e isso pode sair caro ao longo dos anos.</p>
<p>É inegável que o seguro de vida desempenha uma função importante. Trata-se de uma proteção essencial, garantindo que, em caso de morte ou invalidez grave, o empréstimo fica liquidado e a família não herda uma dívida pesada. Contudo, reconhecer a sua utilidade não significa ignorar o seu peso financeiro. Pelo contrário, é precisamente por ser obrigatório ou fortemente incentivado pelos bancos que deveria merecer maior atenção por parte dos consumidores.</p>
<p>Um dos principais problemas é o facto de o custo do seguro aumentar significativamente com o valor do empréstimo. Num mercado imobiliário onde os preços das casas continuam elevados, os montantes financiados são cada vez maiores, e, consequentemente, os prémios de seguro também. A isto soma-se outro fator muitas vezes negligenciado: a idade dos titulares. À medida que os anos passam, o risco aumenta e o seguro encarece, mesmo quando a dívida está a diminuir. Este desequilíbrio levanta uma questão legítima: faz sentido pagar cada vez mais por uma cobertura associada a um capital cada vez menor?</p>
<p>Além disso, o estado de saúde e os hábitos de vida introduzem desigualdades evidentes. Pessoas com problemas de saúde ou que fumam acabam por pagar muito mais, o que pode tornar o acesso à habitação ainda mais difícil para certos grupos. Embora este cálculo de risco seja compreensível do ponto de vista das seguradoras, não deixa de ter um impacto social relevante.</p>
<p>Outro aspeto crítico é a falta de transparência e de comparação no momento da contratação. Muitos consumidores aceitam o seguro proposto pelo banco por comodidade, sem perceber que existem alternativas mais baratas no mercado. Esta prática beneficia as instituições financeiras, mas nem sempre serve os interesses do cliente. Na minha opinião, deveria haver uma maior consciencialização &#8211; e até incentivo &#8211; para que os mutuários comparem diferentes opções antes de tomar uma decisão.</p>
<p>Por fim, importa destacar que, em muitos casos, o seguro de vida tem prémios variáveis, o que significa que o valor mensal pode aumentar substancialmente ao longo do tempo. Este fator, combinado com prazos longos e dois titulares no contrato, pode transformar o seguro numa das componentes mais pesadas da prestação mensal.</p>
<p>Em suma, o seguro de vida no crédito à habitação é essencial, mas está longe de ser um detalhe secundário. Ignorá-lo ou subestimá-lo pode representar milhares de euros ao longo da vida do empréstimo. Por isso, mais do que aceitar automaticamente as condições apresentadas, os consumidores devem questionar, comparar e decidir de forma informada. Afinal, numa decisão tão importante como a compra de casa, todos os custos contam, e alguns pesam mais do que parecem.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769045]]></sapo:autor>
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		<title>PS assinala coincidência de buscas da PJ quando partido está a &#8220;reconquistar alguma confiança&#8221; do eleitorado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:54:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido Socialista reagiu esta quinta-feira às buscas realizadas pela Polícia Judiciária em juntas de freguesia, câmaras municipais e na própria sede nacional do partido, considerando que o surgimento da operação coincide com um momento em que os socialistas estariam a recuperar terreno junto do eleitorado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Socialista reagiu esta quinta-feira às buscas realizadas pela Polícia Judiciária em juntas de freguesia, câmaras municipais e na própria sede nacional do partido, considerando que o surgimento da operação coincide com um momento em que os socialistas estariam a recuperar terreno junto do eleitorado. A posição foi assumida por André Rijo, deputado e antigo coordenador autárquico do PS, durante o programa “Entre Políticos”, da RTP Antena 1.</p>
<p>No segundo comentário público do partido sobre a operação, citado pela RTP Antena 1, André Rijo afirmou que as notícias relacionadas com as investigações aparecem “no momento em que o PS aparece novamente a reconquistar alguma confiança”, apontando para o que descreveu como uma recuperação refletida em “sucessivas sondagens”. O deputado socialista sublinhou, contudo, que não pretendia estabelecer “uma relação direta causa-efeito” entre o crescimento do partido nas intenções de voto e a operação em curso.</p>
<p>Ainda assim, o responsável socialista sugeriu que os portugueses já possuem informação suficiente para interpretar o contexto político e judicial dos últimos anos. “Acho que os portugueses já têm muita informação sobre essa matéria ao longo dos últimos anos em Portugal para tirar algumas conclusões também”, declarou André Rijo durante a emissão radiofónica.</p>
<p>O deputado recordou igualmente o caso Tutti-Frutti, investigação judicial que envolveu várias figuras políticas ligadas ao PS e ao PSD em autarquias da região de Lisboa, salientando que esse processo continua sem desfecho definitivo na justiça portuguesa. André Rijo referiu que o sistema judicial ainda não conseguiu concluir esse caso, numa altura em que novas investigações relacionadas com o poder autárquico voltam a atingir estruturas partidárias socialistas.</p>
<p>As declarações surgem no mesmo dia em que decorrem várias diligências conduzidas pela Polícia Judiciária no âmbito de investigações relacionadas com suspeitas de crimes como prevaricação, tráfico de influência e recebimento indevido de vantagem. As buscas estão a atingir juntas e câmaras municipais ligadas ao PS, bem como instalações nacionais do partido, numa das maiores operações do ano conduzidas pela unidade de combate à corrupção.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769003]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Bruxelas pede que países da UE usem verbas da coesão para responder à crise energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia apelou hoje aos Estados-membros da União Europeia (UE) para que recorram às verbas da coesão, executando e reprogramando-as, para apoiar as regiões mais afetadas pelos elevados preços devido à atual crise energética.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia apelou hoje aos Estados-membros da União Europeia (UE) para que recorram às verbas da coesão, executando e reprogramando-as, para apoiar as regiões mais afetadas pelos elevados preços devido à atual crise energética.</p>
<p>Em causa está uma carta hoje enviada pelo vice-presidente executivo para a Coesão e Reformas, Raffaele Fitto, aos ministros da UE responsáveis pela política de coesão, na qual o responsável &#8220;explica que os Estados-membros podem acelerar a utilização do Fundo para a Transição Justa sempre que possível e necessário, através de várias medidas, incluindo a criação de novos instrumentos financeiros, financiamento não associado a custos e outros ajustamentos programáticos&#8221;, indica a instituição em comunicado.</p>
<p>&#8220;Na sequência da revisão intercalar da política de coesão, que levou à reafetação de fundos para as prioridades estratégicas da União Europeia, a Comissão Europeia apelou aos Estados-membros e às regiões para intensificarem a utilização das oportunidades financeiras disponíveis, de forma a apoiar as comunidades e regiões mais afetadas pela crise energética&#8221;, adianta Bruxelas.</p>
<p>A instituição refere que os Estados-membros podem reafetar verbas do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e de outros instrumentos da política de coesão para projetos destinados a reduzir a dependência de combustíveis fósseis e a reforçar a estabilidade dos mercados energéticos.</p>
<p>A Comissão Europeia irá também dirigir uma comunicação às regiões europeias, incentivando-as a utilizarem estes recursos em investimentos energéticos com impacto rápido, alinhados com as prioridades nacionais e regionais.</p>
<p>No âmbito da revisão intercalar da política de coesão, já foram reafetados 34,6 mil milhões de euros para áreas como segurança energética, competitividade e defesa.</p>
<p>Citado pela nota, o comissário europeu Raffaele Fitto vinca que o objetivo passa por &#8220;redirecionar rapidamente os recursos de coesão disponíveis para investimentos que proporcionem alívio imediato às famílias e empresas afetadas pelos elevados preços da energia&#8221;.</p>
<p>O Fundo para a Transição Justa, integrado na política de coesão da UE para 2021-2027, visa apoiar os territórios mais afetados pela transição climática, promovendo a diversificação económica e reduzindo desigualdades regionais.</p>
<p>Em Portugal, a política de coesão assume particular importância por ser uma das principais fontes de investimento público europeu.</p>
<p>A UE importa a maior parte do petróleo que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética relacionada com o conflito que envolve Irão, Estados Unidos e Israel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769047]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: AIE defende diversificação perante maior crise energética da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretor-executivo da Agência Internacional da Energia (AIE), sublinhou hoje que, na situação atual, em que se vive a maior crise do setor energético devido ao encerramento do estreito de Ormuz, "a regra de ouro é a diversificação".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor-executivo da Agência Internacional da Energia (AIE), sublinhou hoje que, na situação atual, em que se vive a maior crise do setor energético devido ao encerramento do estreito de Ormuz, &#8220;a regra de ouro é a diversificação&#8221;.</p>
<p>Fatih Birol, que apresentou hoje à imprensa o relatório anual sobre investimentos, salientou que essa diversificação significa não depender, para o abastecimento energético, de um único país, de um único combustível ou de uma única tecnologia.</p>
<p>O encerramento do estreito de Ormuz devido à guerra desencadeada pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão significa que os mercados mundiais estão a ser privados de 20% do petróleo e do gás provenientes do Golfo Pérsico, explicou o responsável, salientando a possibilidade de algo semelhante voltar a acontecer no futuro.</p>
<p>Desta forma, tendo em conta a situação geopolítica, indicou que, embora se estejam a verificar aumentos nos preços de muitas matérias-primas e se coloquem problemas de escassez para algumas delas, &#8220;há uma matéria-prima que é mais escassa do que todas as outras: a confiança&#8221;.</p>
<p>&#8220;A confiança será um elemento importante no mundo da energia nos próximos meses e anos&#8221;, pelo que será tida em conta na hora de tomar decisões de investimento, nas quais não pesam apenas os preços ou a qualidade dos combustíveis.</p>
<p>Birol reiterou a ideia que tem vindo a sublinhar desde o início do conflito no Médio Oriente, a 28 de fevereiro, de que esta é &#8220;a maior&#8221; das crises energéticas da história, &#8220;maior do que todas&#8221; as que ocorreram no passado juntas.</p>
<p>O diretor antecipou que muitos países vão dar prioridade, no futuro, ao abastecimento dos mercados de energia com os próprios recursos, uma questão que já está a ser muito significativa na Ásia, que antes da guerra recebia entre 80% e 90% do Médio Oriente.</p>
<p>Por isso, previu um impulso ainda maior das energias renováveis.</p>
<p>No caso da energia solar, afirmou que os investimentos a nível mundial este ano serão de cerca de 1.000 milhões de dólares, em média, por dia.</p>
<p>O diretor-executivo da AIE realçou ainda que medidas de eficiência energética oferecem segurança e podem ser implementadas por todos os países para melhorar o abastecimento.</p>
<p>Fatih Birol mostrou-se também convencido de que &#8220;está a chegar a era da eletricidade&#8221; e ilustrou-o referindo que, no relatório, calcula-se que os projetos elétricos irão, este ano, captar 60% dos investimentos energéticos, que ascenderão a um total de 3,4 biliões de dólares.</p>
<p>A este respeito, recordou que a implantação da Inteligência Artificial (IA) necessita de muita eletricidade, em primeiro lugar para os centros de dados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769046]]></sapo:autor>
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		<title>Nem a China lidera esta corrida: o país inesperado onde os carros elétricos já valem quase um terço das vendas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:42:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Vietname]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2025, os veículos elétricos representavam 32,3% das vendas de carros novos no Vietname, contra 28,1% na China e 19,3% na Tailândia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China continua a ser o gigante incontornável dos carros elétricos, com fabricantes, baterias, minas, refinarias e uma cadeia industrial difícil de igualar. Mas, em termos de peso dos elétricos nas vendas de carros novos, há um país asiático que conseguiu passar à frente: o Vietname. A análise publicada pelo site especializado &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; mostra que o país já supera a China na proporção de veículos elétricos vendidos, impulsionado sobretudo pela ascensão da VinFast.</p>
<p>O dado é expressivo. Em 2025, os veículos elétricos representavam 32,3% das vendas de carros novos no Vietname, contra 28,1% na China e 19,3% na Tailândia. Em termos absolutos, a China mantém-se como líder mundial, mas a comparação mostra uma mudança relevante: alguns mercados emergentes asiáticos estão a ganhar peso à medida que o crescimento chinês começa a abrandar.</p>
<p>A explicação vietnamita passa quase toda por uma marca: a VinFast. A fabricante nacional tornou-se a grande força do mercado elétrico local e lidera as vendas, à frente do grupo Hyundai e da chinesa SAIC. Toyota e BYD surgem logo depois, mas ainda longe do domínio da marca vietnamita.</p>
<p>Ao contrário da China, onde a concorrência entre fabricantes elétricos é intensa e fragmentada, o Vietname tem um mercado muito mais concentrado. A VinFast beneficia do estatuto de campeã nacional e conseguiu transformar-se no principal motor da eletrificação automóvel do país, deixando pouco espaço aos concorrentes internacionais.</p>
<p>Há também uma razão curiosa para o interesse dos consumidores vietnamitas pelos elétricos. Segundo o &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, um estudo da KPMG já tinha mostrado que as gerações mais jovens no Vietname valorizam particularmente este tipo de veículo. Entre os principais critérios de compra estão a fiabilidade e a redução, total ou parcial, dos custos e necessidades de manutenção face a um automóvel a combustão.</p>
<p>O caso vietnamita torna-se ainda mais relevante quando comparado com outros grandes mercados. Em 2025, apenas os países escandinavos superaram o Vietname na quota de elétricos, excluindo casos muito específicos como a Etiópia. Em sentido contrário, Japão e Estados Unidos registaram valores baixos ou em queda: o Japão ficou com apenas 1,4% e os EUA com 7,7%, num contexto marcado pelo fim de apoios à compra.</p>
<p>Apesar do avanço, o potencial de crescimento continua dependente de um fator essencial: a infraestrutura de carregamento. Tal como acontece na Índia, onde os elétricos representam apenas 3% do mercado, a expansão das redes de carregamento será decisiva para sustentar o crescimento. Para já, o Vietname conseguiu algo raro: tornar-se, pelo menos em quota de mercado, mais elétrico do que a própria China.</p>
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		<title>Empresa privada transforma pedidos de vistos para a Europa num negócio milionário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ No centro deste sistema está a VFS Global, multinacional sediada no Dubai e controlada maioritariamente pelo fundo de investimento Blackstone, que domina o mercado mundial da subcontratação de processamento de vistos para países europeus.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Guardar uma mochila por 2,50 euros, receber notificações por SMS mediante pagamento, digitalizar documentos por dezenas ou centenas de euros ou pagar taxas adicionais para acelerar procedimentos: para milhares de pessoas que tentam obter um visto para viajar para a Europa, os custos extra começam muito antes da decisão final das autoridades consulares. No centro deste sistema está a VFS Global, multinacional sediada no Dubai e controlada maioritariamente pelo fundo de investimento Blackstone, que domina o mercado mundial da subcontratação de processamento de vistos para países europeus.</p>
<p>Segundo uma investigação do jornal Politico, realizada em parceria com a organização Lighthouse Reports e vários meios de comunicação internacionais, a empresa terá construído um modelo de negócio altamente rentável baseado na venda de serviços adicionais considerados “opcionais”, mas que, em muitos casos, acabariam por ser impostos ou fortemente incentivados aos requerentes. A investigação analisou relatórios internos da Comissão Europeia e de 22 países do espaço Schengen, documentos obtidos através de pedidos de acesso à informação, entrevistas a atuais e antigos funcionários, contas financeiras da empresa e milhares de recibos emitidos em diferentes países.</p>
<p>A VFS Global trata de tarefas administrativas ligadas aos pedidos de visto, como marcações, recolha de documentos, dados biométricos e encaminhamento dos processos para consulados, mas não decide sobre a concessão ou recusa dos vistos. Ainda assim, a empresa criou um vasto mercado de serviços complementares pagos, incluindo notificações SMS, entrega de passaportes por estafeta, acesso a lounges premium ou recolha de documentos ao domicílio. Em alguns casos, estes serviços podem custar entre 80 e 3500 euros. Antigos funcionários ouvidos na investigação afirmam que existiam metas de vendas agressivas e pressão interna para convencer os clientes a adquirir serviços extra, chegando mesmo a serem adicionados custos sem consentimento claro dos requerentes.</p>
<p>Uma das situações relatadas envolve uma mulher indiana de 71 anos que pretendia viajar para a Bélgica para visitar o filho e conhecer a neta recém-nascida. Depois de chegar atrasada ao centro de vistos devido ao trânsito e à chuva intensa, terá sido informada de que apenas poderia manter o atendimento se pagasse cerca de 35 euros por um serviço premium. A requerente afirmou ter ficado “chocada”, mas sentiu que não tinha alternativa. Ao todo, 19 candidatos a visto entrevistados relataram ter sido pressionados ou induzidos a pagar serviços adicionais.</p>
<p>Os documentos analisados mostram também preocupações das autoridades europeias relativamente ao funcionamento da empresa. Relatórios internos apontam falhas na proteção de dados pessoais, problemas recorrentes nos sistemas de marcação de atendimentos e incumprimento dos prazos previstos no Código de Vistos da União Europeia. Em 2022, o Luxemburgo reportou que dados biométricos de requerentes foram transportados em discos não encriptados. A Noruega assinalou falhas na eliminação de dados dentro dos prazos legais entre 2021 e 2024, enquanto a Suécia identificou falta de conhecimento das regras de proteção de dados por parte de funcionários.</p>
<p>Outra das críticas recorrentes prende-se com a dificuldade de acesso a vagas para marcação de pedidos de visto. Vários países denunciaram que bots e intermediários conseguem bloquear vagas gratuitas e revendê-las posteriormente. Em alguns mercados, autoridades europeias concluíram que candidatos eram empurrados para opções pagas devido à indisponibilidade de horários normais. A Letónia reportou, por exemplo, que em Istambul existiam vagas premium disponíveis mediante pagamento, enquanto os atendimentos regulares apareciam esgotados.</p>
<p>A investigação revela ainda que os serviços extra se tornaram centrais para os lucros da VFS Global. Entre 2017 e 2024, os lucros operacionais da empresa aumentaram de 36 milhões para 161 milhões de francos suíços, enquanto as receitas mais do que duplicaram. Em contrapartida, o número de pedidos tratados cresceu apenas 15% no mesmo período. A análise de mais de 2000 recibos relativos a vistos suecos em 16 países concluiu que os serviços adicionais representavam, em média, 30% das receitas obtidas pela empresa.</p>
<p>Apesar das críticas, muitos governos europeus continuam dependentes da subcontratação destes serviços. Alguns Estados aplicaram sanções ou optaram por outros operadores após o fim de contratos, mas a VFS Global continua responsável pelo processamento de vistos para quase todos os países da União Europeia, com exceção de Espanha. Em resposta às conclusões da investigação, a empresa rejeitou quaisquer práticas coercivas, garantiu que os serviços adicionais são claramente identificados como opcionais e afirmou que opera sob “supervisão rigorosa e contínua” dos governos clientes.</p>
<p>A Comissão Europeia admitiu que o crescente recurso a empresas privadas para o tratamento de vistos levantou preocupações e anunciou o lançamento de um “estudo abrangente” sobre a externalização destes serviços, com o objetivo de avaliar mecanismos para prevenir abusos. Ainda assim, vários governos europeus reconhecem que existem poucas alternativas capazes de responder ao elevado volume de pedidos e que os consulados já não dispõem de meios humanos suficientes para retomar diretamente todas as tarefas administrativas.</p>
<p>Criada em 2001 pelo empresário Zubin Karkaria, a VFS Global expandiu-se rapidamente e afirma atualmente trabalhar com mais de 70 governos em 167 países. Em muitas regiões da Ásia, África e Médio Oriente, a empresa tornou-se a principal porta de entrada para quem pretende viajar para a Europa. Para milhões de estudantes, turistas, trabalhadores ou famílias, o primeiro contacto com a fronteira europeia deixou assim de ser uma embaixada e passou a ser uma empresa privada que, segundo a investigação, transformou os pedidos de visto num negócio multimilionário sustentado por taxas adicionais e serviços pagos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769021]]></sapo:autor>
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		<title>Exportações da UE para os EUA caem 30,4% no 1.º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:37:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As exportações da União Europeia (UE) para os Estados Unidos recuaram, no primeiro trimestre, 30,4%, face ao período homólogo, mantendo-se no entanto o primeiro destino dos bens vendidos pelo bloco, divulga hoje o Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As exportações da União Europeia (UE) para os Estados Unidos recuaram, no primeiro trimestre, 30,4%, face ao período homólogo, mantendo-se no entanto o primeiro destino dos bens vendidos pelo bloco, divulga hoje o Eurostat.</p>
<p>Segundo dados hoje publicados pelo serviço europeu de estatísticas, entre janeiro e março, a UE importou 627,8 mil milhões de euros (ME) em bens de países terceiros e exportou 640,5 mil ME.</p>
<p>Comparando com o primeiro trimestre de 2025, tanto as importações como as exportações do bloco europeu registaram quedas, de 3,3% e 8,8%, respetivamente.</p>
<p>Em comparação com o trimestre anterior, as importações aumentaram 1,7% e as exportações diminuíram 0,1% entre janeiro e março.</p>
<p>A UE exportou 119,4 mil ME em mercadorias para os Estados Unidos, tornando-os o principal destino das exportações da UE (18,6 % do total).</p>
<p>O Reino Unido ficou em segundo lugar, com 88,7 mil ME (13,8%), seguido da Suíça, com 57,2 mil ME (8,9%), da China, com 47,6 mil ME (7,4%), e da Turquia, com 27,1 mil ME (4,2%).</p>
<p>Além da quebra registada nas exportações para os Estados Unidos (-30,4%), os outros maiores recuos nas vendas de bens para países terceiros registaram-se com a Turquia (-8,2%) e a China (-7,9%).</p>
<p>Já no que se refere às importações pelo conjunto dos 27 Estados-membros, a China foi o maior fornecedor da UE, representando 145,3 mil ME (23,1% do total das importações).</p>
<p>Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar com 85,9 mil ME (13,7%), seguidos pelo Reino Unido com 39,5 mil ME (6,3%), a Suíça com 36,7 mil ME (5,8%) e a Turquia com 24,6 mil ME (3,9%).</p>
<p>Em comparação com o primeiro trimestre de 2025, as importações diminuíram a partir da Turquia (-7,5%), dos Estados Unidos (-5,7%) e do Reino Unido (-3,4%).</p>
<p>Em abril de 2025, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a imposição de taxas alfandegárias de 20% a importações da UE, tendo sido depois negociado um teto de 15%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769023]]></sapo:autor>
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		<title>FEP passa a Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto e quer reforçar investigação e ligação às empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[FEP]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A FEP – Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto anunciou uma nova designação institucional, passando a denominar-se FEP Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A FEP – Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto anunciou uma nova designação institucional, passando a denominar-se FEP Faculdade de Economia e Gestão da Universidade do Porto.</p>
<p>A mudança pretende refletir a consolidação do percurso académico, científico e institucional da escola, sublinhando a integração entre Economia e Gestão como dimensões complementares e indissociáveis na formação de profissionais capazes de lidar com contextos complexos, tomar decisões fundamentadas e contribuir para o desenvolvimento das organizações e da sociedade.</p>
<p>“Esta nova designação diz o que a FEP sempre foi: uma Faculdade onde a Economia e a Gestão se encontram de forma natural, rigorosa e complementar. Num mundo em que as organizações enfrentam desafios cada vez mais complexos, queremos que o nosso nome diga claramente o que fazemos: formar, investigar e transferir conhecimento com impacto real”, afirma Óscar Afonso, diretor da FEP.</p>
<p>Óscar Afonso sublinha que a nova identidade institucional reforça a coerência entre o nome da instituição e a sua missão, num contexto em que a produção e aplicação de conhecimento assumem um papel crescente.</p>
<p>A FEP apresentou ainda duas novas submarcas estratégicas destinadas a reforçar a sua atuação nas áreas da investigação e da transferência de conhecimento: o FEP Research Center (FEP RC) e o FEP Knowledge Exchange (FEP KX).</p>
<p>O FEP Research Center agrega a atividade científica da faculdade, reforçando o papel da investigação como base de conhecimento rigoroso com impacto académico, económico e político. A estrutura pretende dar maior visibilidade ao trabalho dos investigadores e ao contributo da FEP para a tomada de decisão em empresas, instituições e políticas públicas.</p>
<p>Já o FEP Knowledge Exchange posiciona-se como plataforma de ligação ao tecido empresarial e à sociedade, integrando formação executiva e avançada, parcerias com organizações, projetos aplicados e programas de desenvolvimento de competências. A lógica é bidirecional: aplicar o conhecimento produzido e, simultaneamente, incorporar os desafios do mundo real no processo académico.</p>
<p>“O FEP RC e o FEP KX tornam mais visível aquilo que a FEP sempre fez: produzir conhecimento rigoroso e aplicá-lo em diálogo com o mundo real. Desta forma tornamos a FEP mais legível. E uma instituição mais legível é uma instituição com maior impacto”, acrescenta o diretor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768984]]></sapo:autor>
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		<title>Ataque com faca em estação suíça deixa três feridos: suspeito de 31 anos é detido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Suíça]]></category>
		<category><![CDATA[Winterthur]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataque ocorreu pouco depois das 08h30 locais, segundo a polícia regional de Zurique. As três vítimas, também de nacionalidade suíça, têm 28, 43 e 52 anos, e foram transportadas para o hospital]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 31 anos esfaqueou três pessoas, esta quinta-feira de manhã, na estação de comboios de Winterthur, no nordeste da Suíça, no cantão de Zurique. O suspeito, de nacionalidade suíça, foi detido pelas autoridades, escreve o &#8217;20 Minutos&#8217;, com base em informação da polícia local e da agência AP.</p>
<p>O ataque ocorreu pouco depois das 08h30 locais, segundo a polícia regional de Zurique. As três vítimas, também de nacionalidade suíça, têm 28, 43 e 52 anos, e foram transportadas para o hospital.</p>
<p>As autoridades não divulgaram, até ao momento, informação detalhada sobre a gravidade dos ferimentos. A motivação do ataque também continua por esclarecer, estando o caso sob investigação.</p>
<p>A cidade de Winterthur, situada perto de Zurique, é uma das maiores da Suíça e conta com cerca de 123 mil habitantes. A estação foi alvo de intervenção policial após o ataque, mas as autoridades não avançaram de imediato mais detalhes sobre as circunstâncias em que ocorreu a agressão.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="de" dir="ltr">Am Bahnhof Winterthur (Schweiz) soll ein Mann mehrere Personen mit einem Messer verletzt haben. Bei seiner Flucht schrie er: „Allahu Akbar“. <a href="https://t.co/fnTcRHTXPg">https://t.co/fnTcRHTXPg</a> <a href="https://t.co/P6usg0FBN3">pic.twitter.com/P6usg0FBN3</a></p>
<p>&mdash; NIUS (@niusde_) <a href="https://x.com/niusde_/status/2059924717012742299?ref_src=twsrc%5Etfw">May 28, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769024]]></sapo:autor>
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		<title>Sentimento económico na zona euro inverte tendência e recupera em maio, indica Bruxelas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sentimento-economico-na-zona-euro-inverte-tendencia-e-recupera-em-maio-bruxelas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:18:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bruxelas]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Euro]]></category>
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					<description><![CDATA[Estabilidade do indicador na UE "resultou de uma recuperação parcial da confiança no setor dos serviços e entre os consumidores"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sentimento económico registou, em maio, uma ligeira melhoria de 0,3 pontos tanto na zona euro, para 93,5), como na União Europeia (UE, 83,7), interrompendo três meses de quebras, segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia.</p>
<p>De acordo com a análise da Direção-geral dos Assuntos Económicos e Financeiros do executivo comunitário, a estabilidade do indicador na UE &#8220;resultou de uma recuperação parcial da confiança no setor dos serviços e entre os consumidores&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, houve quedas na confiança dos empresários nos setores da indústria, comércio a retalho e construção. Entre as maiores economias da UE, o sentimento económico melhorou na Alemanha (1,0 pontos), França e Polónia (0,9 cada), enquanto se manteve globalmente estável em Itália (0,1) e Espanha (-0,1), diminuindo nos Países Baixos (-0,9).</p>
<p>Já o indicador das expectativas de emprego, avançou 2,1 pontos na UE, para 95,4 e 2,8 pontos na área do euro, para 94,7, após também três meses de recuos registados.</p>
<p>Ambos os indicadores pontuam abaixo da média de longo prazo (100) nas duas áreas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769006]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da eDreams sobe 16% para recorde de 52 M€ no último exercício fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[eDreams]]></category>
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					<description><![CDATA[A plataforma de viagens eDreams registou um lucro recorde de 52,2 milhões de euros no exercício fiscal encerrado em 31 de março, um aumento de 16% relativamente ao exercício anterior, quando registou um lucro de 45,1 milhões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A plataforma de viagens eDreams registou um lucro recorde de 52,2 milhões de euros no exercício fiscal encerrado em 31 de março, um aumento de 16% relativamente ao exercício anterior, quando registou um lucro de 45,1 milhões.</P><br />
<P>A eDreams comunicou hoje ao mercado os resultados do exercício fiscal de 2026, que incluem um crescimento do lucro bruto de exploração (EBITDA) de 29%, atingindo os 145,2 milhões de euros.</P><br />
<P>A empresa destacou que a margem sobre receitas atingiu os 668,5 milhões, menos 0,4% do que no ano anterior, embora os custos variáveis tenham diminuído 11%.</P><br />
<P>Segundo a informação divulgada, os assinantes Prime, os que pagam quotas para usufruir de descontos, já atingem os oito milhões, prevendo-se ultrapassar os 13 milhões de assinaturas em 2030.</P><br />
<P>No que diz respeito ao modelo de negócio, a eDreams afirmou que os bilhetes de comboio representam uma grande oportunidade de crescimento e acrescentou que alcançou um &#8220;progresso significativo&#8221; nos produtos hoteleiros.</P><br />
<P>Recentemente, a plataforma informou que a Inteligência Artificial (IA) disparou a produtividade em 47% no último ano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Irão: Grupo de coordenação do petróleo na UE admite pressão nas próximas semanas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-grupo-de-coordenacao-do-petroleo-na-ue-admite-pressao-nas-proximas-semanas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:16:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Coordenação do Petróleo na União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo de Coordenação do Petróleo na União Europeia (UE), órgão consultivo da Comissão Europeia para segurança do abastecimento petrolífero, admitiu hoje pressão nas próximas semanas se o Estreito de Ormuz não reabrir, sobretudo sobre combustível de aviação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo de Coordenação do Petróleo na União Europeia (UE), órgão consultivo da Comissão Europeia para segurança do abastecimento petrolífero, admitiu hoje pressão nas próximas semanas se o Estreito de Ormuz não reabrir, sobretudo sobre combustível de aviação.</p>
<p>&#8220;Se a situação não melhorar nas próximas semanas, espera-se que os mercados se tornem cada vez mais pressionados, especialmente no caso do combustível de aviação&#8221;, indica a Direção-Geral da Energia do executivo comunitário em comunicado hoje divulgado.</p>
<p>Numa reunião realizada na quarta-feira, e hoje anunciada, &#8220;o Grupo de Coordenação do Petróleo indicou que o encerramento do Estreito de Ormuz afeta tanto o petróleo bruto como todos os principais produtos petrolíferos, e que todos os países da UE são impactados por esta situação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Até agora, a UE tem sentido efeitos ao nível dos preços, sem interrupções físicas no abastecimento aos consumidores&#8221;, assinala ainda o executivo comunitário.</p>
<p>O Grupo de Coordenação do Petróleo é um órgão consultivo da Comissão Europeia que reúne representantes dos Estados-membros da UE, responsáveis nacionais pela segurança do abastecimento petrolífero e o próprio executivo comunitário, servindo para acompanhar os mercados de petróleo, avaliar riscos de abastecimento e coordenar respostas.</p>
<p>Também esta semana, na terça-feira, reuniu-se o Grupo de Coordenação do Gás, tendo em conta as tensões contínuas no Médio Oriente.</p>
<p>&#8220;As trocas de informações ocorreram num contexto de crescente incerteza e volatilidade dos preços, com amplas implicações económicas. Apesar das difíceis condições de mercado, o Grupo de Coordenação do Gás confirmou que, atualmente, não existe preocupação imediata quanto à segurança do abastecimento de gás na UE para a próxima época de inverno&#8221;, aponta a Comissão Europeia.</p>
<p>De acordo com Bruxelas, o grupo observou que os níveis de armazenamento de gás da UE poderão atingir 80% até ao final do verão, o que garantiria o abastecimento de gás para o próximo inverno, de 2026/27.</p>
<p>Até ao momento, os Estados-membros não planearam quaisquer intervenções adicionais no mercado, é referido.</p>
<p>O Grupo de Coordenação do Gás é outro órgão consultivo da Comissão Europeia para monitorizar a situação do mercado, avaliar riscos para a segurança do abastecimento e coordenar possíveis medidas de resposta em caso de crise energética.</p>
<p>Em ambos os casos, &#8220;a Comissão e os Estados-membros sublinharam a importância de continuar a coordenação e a preparação perante a evolução da situação dos mercados&#8221;, adianta Bruxelas.</p>
<p>Numa altura em que se assinalam três meses desde os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e da consequente resposta iraniana, já se assistem a consequências para a aviação como aumento de custos, impacto nas operações devido à subida dos preços da energia, perturbações nas rotas e riscos acrescidos para a logística global.</p>
<p>As leis da UE obrigam os Estados-membros a manterem reservas estratégicas para 90 dias de petróleo, sendo que cabe aos Estados-membros decidir que parte corresponde a petróleo bruto e que parte corresponde a produtos refinados, incluindo querosene e combustível para a aviação.</p>
<p>Isto equivale a, pelo menos, 90 dias de importações líquidas de petróleo (ou 61 dias de consumo interno, consoante o valor mais elevado), visando responder a eventuais crises de abastecimento.</p>
<p>Quanto ao gás, os países da UE devem garantir que os armazenamentos de gás estejam cerca de 90% cheios antes do inverno (normalmente até 01 de novembro), embora existam algumas flexibilidades e metas intermédias.</p>
<p>A UE importa a maior parte do petróleo que consome, o que a torna altamente exposta a choques externos como a atual crise energética relacionada com o conflito que envolve Irão, Estados Unidos e Israel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769007]]></sapo:autor>
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		<title>Ganhar 100 mil euros na Europa: os países onde o salário encolhe mais depois dos impostos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[carga fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[Diferença entre o país mais favorável e o mais pesado em impostos e contribuições pode ultrapassar os 36 mil euros por ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um salário bruto anual de 100 mil euros pode parecer semelhante em qualquer contrato europeu, mas o valor que chega efetivamente à conta varia de forma muito significativa de país para país. A análise da &#8216;Euronews Business&#8217; mostra que, neste nível de rendimento, a diferença entre o país mais favorável e o mais pesado em impostos e contribuições pode ultrapassar os 36 mil euros por ano.</p>
<p>As estimativas comparam quanto recebe, em termos líquidos, uma pessoa solteira e sem filhos, com um salário bruto anual de 100 mil euros. Os cálculos têm por base dados da OCDE, da PwC e de fontes nacionais, usando regras fiscais de 2025. A &#8216;Euronews Business&#8217; sublinha, no entanto, que os valores são aproximados, uma vez que cada sistema fiscal inclui variáveis próprias, como contribuições sociais, impostos locais, deduções, situação familiar ou rendimento adicional.</p>
<p>A Bulgária surge no topo da lista: num salário bruto de 100 mil euros, o trabalhador leva para casa cerca de 86.930 euros líquidos. É o único país analisado onde o salário líquido ultrapassa os 85 mil euros. Seguem-se a Estónia, com 74.400 euros, a Rep. Checa, com 72.800 euros, Malta, com 72.500 euros, a Suíça, com 70.500 euros, e Chipre, com 70.300 euros.</p>
<p>Entre as maiores economias europeias, o Reino Unido é o país onde o trabalhador fica com uma maior fatia do salário bruto. Neste caso, o rendimento líquido é estimado em 69.900 euros, o equivalente a quase 70% do valor bruto. Espanha surge com 64.200 euros e França com 63 mil euros, enquanto Alemanha e Itália ficam mais abaixo, com 57.900 euros e 56.700 euros, respetivamente.</p>
<p>No extremo oposto está a Bélgica, onde um salário bruto de 100 mil euros resulta em apenas 50.750 euros líquidos. Dinamarca e Suécia surgem logo a seguir, com 51.500 euros e 52 mil euros. Áustria, Eslovénia e Grécia também aparecem entre os países onde a carga fiscal e contributiva mais reduz o rendimento disponível.</p>
<p>Portugal fica na parte baixa da tabela. Segundo a &#8216;Euronews Business&#8217;, um trabalhador solteiro e sem filhos com um salário bruto de 100 mil euros em Portugal receberia cerca de 57 mil euros líquidos por ano. O valor coloca o país abaixo da fasquia dos 60 mil euros, a par da Roménia, onde o salário líquido estimado é de 58.500 euros.</p>
<p>A diferença entre regiões é clara. Os países da Europa de Leste tendem a permitir que os trabalhadores conservem uma maior percentagem do salário bruto, muitas vezes devido a sistemas fiscais mais simples, taxas únicas ou contribuições sociais limitadas. Já a Europa Ocidental e do Norte apresenta, em geral, valores líquidos mais baixos, devido a impostos progressivos, contribuições sociais mais elevadas e outras taxas.</p>
<p>A comparação também mostra que um salário de 100 mil euros não tem o mesmo peso em todos os países. Na maior parte da Europa, este valor está bastante acima do salário médio. A Suíça é a única exceção entre os países analisados, com um salário médio superior a 100 mil euros anuais para uma pessoa solteira e sem filhos. Dentro da União Europeia, o Luxemburgo apresenta o salário médio mais elevado, com 77.844 euros.</p>
<p>As taxas máximas de IRS também ajudam a explicar parte das diferenças. Nos países nórdicos e em várias economias da Europa Ocidental, as taxas marginais mais elevadas podem situar-se entre 45% e 60%. Já em vários países da Europa Central, de Leste e dos Balcãs, a tributação sobre rendimentos mais altos tende a ser mais baixa, o que se traduz numa maior diferença entre salário bruto e salário líquido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768986]]></sapo:autor>
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		<title>Astroturismo: O melhor destino da Europa para ver estrelas fica em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A reserva Dark Sky Alqueva, localizada no Alentejo, voltou a ganhar destaque internacional depois de ter sido distinguida nos Tourism Leaders Awards 2026, onde venceu na categoria de Experiência Turística. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A reserva Dark Sky Alqueva, localizada no Alentejo, voltou a ganhar destaque internacional depois de ter sido distinguida nos Tourism Leaders Awards 2026, onde venceu na categoria de Experiência Turística. A distinção consolida o território português como uma das maiores referências mundiais no chamado astroturismo, um segmento turístico centrado na observação do céu noturno, das estrelas e de fenómenos astronómicos.</p>
<p>A região tem vindo a afirmar-se como um dos melhores locais da Europa para observar estrelas, planetas, meteoros e até auroras boreais, beneficiando de baixos níveis de poluição luminosa, elevada qualidade atmosférica e um forte compromisso com a preservação do céu noturno. O prémio atribuído nos Tourism Leaders Awards reconhece precisamente a inovação, sustentabilidade e impacto turístico do projeto desenvolvido em torno do Grande Lago Alqueva.</p>
<p>Ao longo dos últimos anos, o Dark Sky Alqueva acumulou distinções internacionais. Em 2025, foi também premiado nos World Travel Awards, considerados uma das principais referências globais do setor do turismo. Além disso, a região foi o primeiro destino do mundo a receber a certificação Starlight Tourist Destination, selo internacional que comprova cientificamente a qualidade das condições para observação astronómica e desenvolvimento sustentável do astroturismo.</p>
<p><strong>O papel da astrofotografia no sucesso internacional</strong><br />
Grande parte da projeção internacional do Dark Sky Alqueva está associada ao trabalho do astrofotógrafo português Miguel Claro, responsável por captar e divulgar imagens de fenómenos astronómicos que têm circulado internacionalmente. Fotografias da Via Láctea, chuvas de meteoros, galáxias e nebulosas tornaram-se um dos principais cartões de visita da reserva.</p>
<p>Em declarações à Euronews, Miguel Claro sublinhou a importância dos prémios internacionais para atrair visitantes estrangeiros e reforçar a notoriedade do projeto. “As pessoas que nos visitam, sobretudo estrangeiros, orientam-se muito pelos prémios que recebemos. O selo Starlight, por exemplo, testa a qualidade. Não é apenas uma opinião; é uma certificação que prova cientificamente essa qualidade”, afirmou.</p>
<p>O fotógrafo explica ainda que a astrofotografia funciona como uma primeira ligação emocional entre o público e o céu noturno. “A astrofotografia ajuda as pessoas a terem uma pequena noção do que pode ser visto no Dark Sky. É o primeiro ponto de contacto. Acho que é isso que começa a despertar a vontade de visitar a reserva”, referiu.</p>
<p>Miguel Claro descreve também a complexidade técnica envolvida neste tipo de fotografia, explicando que captar imagens do espaço exige equipamento avançado, preparação detalhada e grande capacidade de adaptação às condições atmosféricas. Segundo o astrofotógrafo, cada imagem necessita posteriormente de tratamento específico para reduzir imperfeições e reproduzir o fenómeno observado da forma mais fiel possível.</p>
<p><strong>Portugal tem condições únicas para liderar o astroturismo</strong><br />
A localização geográfica de Portugal, associada ao clima ameno e às vastas zonas rurais com reduzida poluição luminosa, cria condições particularmente favoráveis para o desenvolvimento do turismo astronómico. No caso do Alqueva, a região regista em média 286 noites limpas por ano, um fator considerado excecional para observação do céu.</p>
<p>Apesar dessas vantagens naturais, Miguel Claro considera que o investimento no setor continua abaixo do potencial existente. O responsável aponta que vários projetos idealizados pela equipa do Dark Sky Alqueva há mais de uma década continuam por concretizar devido à falta de financiamento e apoio institucional.</p>
<p>“Portugal podia ser pioneiro em muitos projetos se tivesse mais apoio. Sentimos que o investimento tem crescido, mas precisamos de mais ajuda”, afirmou.</p>
<p>O astrofotógrafo defende igualmente uma maior aposta no ensino e divulgação da astronomia, argumentando que esta área ainda ocupa um espaço reduzido no sistema educativo português. Segundo Miguel Claro, continua a existir a ideia errada de que a astronomia é apenas destinada a cientistas ou especialistas.</p>
<p>“Ainda existe um pouco o mito de que a astronomia é para cientistas, que é algo muito complexo”, afirmou.</p>
<p><strong>Uma reserva que ultrapassa fronteiras</strong><br />
A área certificada pelo selo Starlight cobre mais de 10 mil quilómetros quadrados em redor do Grande Lago Alqueva, abrangendo vários concelhos portugueses e espanhóis. Do lado português, fazem parte da reserva os municípios de Alandroal, Barrancos, Estremoz, Moura, Mourão, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Portel, Évora, Mértola e Serpa.</p>
<p>A dimensão territorial da reserva, aliada à preservação ambiental e à reduzida densidade populacional, permite criar condições raras na Europa para observação astronómica a olho nu ou através de telescópios.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768982]]></sapo:autor>
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		<title>Efacec garante contratos de “várias centenas de milhões” para modernização da rede elétrica em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:01:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Efacec assegurou dois contratos-quadro plurianuais com a ENEDIS, o principal operador da rede de distribuição elétrica em França, num acordo cujo valor acumulado poderá ascender a várias centenas de milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-turn-id-container="2d3270ba-22ed-422b-bcc8-f19a1b1bd96c" data-is-intersecting="true">A <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Efacec</span></span> assegurou dois contratos-quadro plurianuais com a <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">ENEDIS</span></span>, o principal operador da rede de distribuição elétrica em França, num acordo cujo valor acumulado poderá ascender a várias centenas de milhões de euros.</div>
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<p data-start="615" data-end="1049">O âmbito dos acordos inclui o fornecimento de transformadores de potência e de aparelhagem de média tensão, destinados tanto à rede em França continental como aos territórios ultramarinos franceses (DOM-TOM). Os equipamentos a fornecer foram desenvolvidos para responder a exigentes requisitos técnicos e ambientais, garantindo desempenho em diferentes contextos operacionais — desde grandes centros urbanos a redes insulares remotas.</p>
<p data-start="1051" data-end="1335">Um dos pontos centrais do projeto é a introdução de aparelhagem de média tensão isenta de gases fluorados, uma solução alinhada com os objetivos da ENEDIS de redução da pegada ambiental das suas infraestruturas e de aceleração da transição para um sistema energético de baixo carbono.</p>
<p data-start="1337" data-end="1672">A seleção da Efacec resultou de um processo competitivo, no qual a empresa foi reconhecida pela sua capacidade técnica e pela oferta de soluções escaláveis adaptadas às necessidades do operador francês. O projeto integra ainda princípios de engenharia avançada e eco-design, com foco no desempenho e na criação de valor de longo prazo.</p>
<p data-start="1674" data-end="1987">
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768987]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comissão Europeia multa Temu em 200 ME por falhas na deteção de produtos ilegais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:01:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia multou hoje a chinesa Temu em 200 milhões de euros por não detetar devidamente produtos ilegais, referindo que encontrou à venda na plataforma brinquedos para bebés, joias ou carregadores com elevados riscos de segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia multou hoje a chinesa Temu em 200 milhões de euros por não detetar devidamente produtos ilegais, referindo que encontrou à venda na plataforma brinquedos para bebés, joias ou carregadores com elevados riscos de segurança.</p>
<p>Em comunicado, a Comissão Europeia acusa a Temu de, na sua avaliação de riscos de 2024, não ter conseguido &#8220;identificar, analisar e avaliar devidamente os riscos sistémicos associados à venda de produtos ilegais na sua plataforma e os danos daí resultantes para os consumidores na União Europeia (UE)&#8221;.</p>
<p>Com base em provas que recolheu no âmbito de uma investigação à Temu, a Comissão Europeia indica que &#8220;é muito provável que os consumidores na UE encontrem artigos ilegais&#8221; à venda na plataforma chinesa de comércio &#8216;online&#8217;.</p>
<p>Entre os exemplos de produtos ilegais que detetou, a Comissão Europeia refere que &#8220;uma elevada percentagem de brinquedos para bebés testados que apresentava riscos de segurança de gravidade média a elevada, por conterem substâncias químicas acima dos limites legais de segurança ou representarem riscos de asfixia devido a peças destacáveis&#8221;.</p>
<p>No mesmo sentido, &#8220;uma percentagem muito elevada dos carregadores&#8221; que foram analisados falhou &#8220;testes básicos de segurança&#8221;, tendo igualmente sido identificadas joias que representavam riscos de segurança.</p>
<p>O executivo comunitário frisa que a avaliação de riscos feita pela Temu em 2024 não respeita os padrões estabelecidos pela Lei europeia dos Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês) e &#8220;baseia-se em informações gerais sobre os riscos associados ao setor do comércio eletrónico&#8221; em vez de assentar em &#8220;provas específicas sobre o próprio serviço da Temu&#8221;.</p>
<p>Essa avaliação de riscos, prossegue o executivo, subestima &#8220;seriamente a frequência com que os consumidores da UE são suscetíveis de encontrar artigos ilegais&#8221;.</p>
<p>A Comissão Europeia acusa ainda a plataforma chinesa de &#8220;não avaliar devidamente&#8221; a forma como o &#8216;design&#8217; do seu serviço, &#8220;incluindo os sistemas de recomendação e os programas de promoção de produtos por influenciadores afiliados, pode aumentar os riscos de disseminação de produtos ilegais&#8221;.</p>
<p>Esta é a multa mais elevada alguma vez imposta pela Comissão Europeia ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais &#8212; a segunda mais elevada, de 120 milhões de euros, foi aplicada à rede social X, detida pelo magnata Elon Musk, em dezembro de 2025.</p>
<p>O executivo comunitário salienta que o valor da multa foi calculado com base na &#8220;natureza da infração, a sua gravidade em termos do número de utilizadores afetados e a sua duração&#8221;.</p>
<p>&#8220;A ausência de avaliações de risco adequadas &#8212; um dos pilares fundamentais da arquitetura da Lei dos Serviços Digitais &#8212; constitui uma infração particularmente grave&#8221;, aponta a Comissão Europeia.</p>
<p>Caso não recorra, a Temu tem agora três meses para pagar a multa e tem também de apresentar à Comissão Europeia, até 28 de agosto, um plano de ação para corrigir as falhas detetadas, que será depois alvo de um parecer do Comité Europeu dos Serviços Digitais.</p>
<p>&#8220;A Comissão terá depois mais um mês para adotar uma decisão final e estabelecer um período razoável para a sua implementação&#8221;, refere o executivo, que adverte que, caso a Temu não respeite essa decisão final, poderá ter de pagar &#8220;sanções pecuniárias periódicas&#8221;.</p>
<p>Esta multa foi aplicada no âmbito de uma investigação aberta em março de 2024 pela Comissão Europeia à Temu e cinge-se apenas às falhas detetadas na avaliação de riscos feita pela Temu nesse ano.</p>
<p>No âmbito desta investigação, a Comissão Europeia está também a avaliar outras questões como o &#8220;&#8216;design&#8217; aditivo&#8221; da plataforma, os sistemas de recomendação ou as avaliações de risco que foram feitas pela Temu nos anos subsequentes, podendo ainda aplicar multas sobre qualquer uma dessas matérias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768992]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Penas efetivas para 10 arguidos por agressões a enfermeiros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/penas-efetivas-para-10-arguidos-por-agressoes-a-enfermeiros-no-hospital-de-famalicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 09:45:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Guimarães condenou hoje a penas efetivas, entre cinco anos e três meses e oito anos de prisão, 10 dos 12 arguidos acusados de agressões violentas contra dois enfermeiros e um segurança do Hospital de Famalicão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Guimarães condenou hoje a penas efetivas, entre cinco anos e três meses e oito anos de prisão, 10 dos 12 arguidos acusados de agressões violentas contra dois enfermeiros e um segurança do Hospital de Famalicão.</p>
<p>Na leitura do acórdão, o coletivo de juízes disse que ficou provado, no essencial, a acusação do Ministério Público (MP), concluindo que os arguidos atuaram em grupo e agrediram com &#8220;violência extrema&#8221;, em diferentes momentos, as três vítimas que prestavam serviço naquela unidade hospitalar.</p>
<p>Segundo o tribunal, os arguidos, acordaram, previamente, deslocarem-se para a Unidade Local de Saúde do Médio Ave (Vila Nova de Famalicão), para que a filha de um deles fosse logo atendida sem passar pela triagem, violando, dessa forma, as regras básicas da triagem médica.</p>
<p>Para o coletivo de juízes, todos os arguidos &#8212; que tiveram intervenção na contenda ocorrida na madrugada de 22 de fevereiro de 2022 &#8212; &#8220;cumpriram esse desiderato&#8221;, tendo, previamente, atribuído tarefas que cada um teria de desempenhar, aquando da chegada à unidade hospitalar.</p>
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		<title>Ébola: Governo congolês sobe para 238 o número de mortes suspeitas pelo vírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 09:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um total de 238 mortes suspeitas foram registadas devido à epidemia do vírus do Ébola, declarada a 15 de maio no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), informou hoje o Governo congolês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um total de 238 mortes suspeitas foram registadas devido à epidemia do vírus do Ébola, declarada a 15 de maio no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), informou hoje o Governo congolês.</p>
<p>O anterior balanço apontava para 223 mortes suspeitas. A atualização corresponde à contagem feita até esta terça-feira, indicou o executivo no boletim publicado pelo Ministério da Comunicação, no qual refere também que já se acumulam &#8220;1.077 casos suspeitos&#8221;.</p>
<p>Com base em testes laboratoriais, o departamento informou que existem 17 mortes e 121 casos &#8220;confirmados&#8221;.</p>
<p>&#8220;As operações de vigilância, deteção e sensibilização comunitária continuam intensificadas, apesar dos desafios operacionais relatados no terreno&#8221;, acrescentou o Ministério da Comunicação.</p>
<p>O surto foi detetado na província de Ituri, fronteiriça com o Uganda e o Sudão do Sul, mas expandiu-se também para as províncias orientais congolesas do Kivu Norte e Kivu Sul, bem como para o vizinho Uganda.</p>
<p>No Uganda, o número de casos confirmados &#8211; todos na capital, Kampala &#8211; ascende a sete, incluindo um óbito (um cidadão congolês cujo contágio é considerado importado).</p>
<p>O Governo ugandês anunciou esta quarta-feira o encerramento temporário da fronteira com a RDCongo para evitar uma maior propagação do vírus no seu território.</p>
<p>A epidemia &#8211; a 17.ª registada na RDCongo desde que o vírus foi descoberto em 1976 &#8211; corresponde à estirpe Bundibugyo do Ébola, cuja taxa de mortalidade oscila entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada ou tratamento específico, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>O vírus começou provavelmente a circular em Ituri cerca de dois meses antes de a doença ser declarada, segundo a OMS, que a 17 de maio classificou a epidemia como uma &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</p>
<p>Na sexta-feira, a OMS elevou de &#8220;alto&#8221; para &#8220;muito alto&#8221; o risco decorrente do surto na RDCongo e no Uganda, enquanto o risco continua &#8220;alto&#8221; ao nível da região da África Subsariana e &#8220;baixo&#8221; à escala global.</p>
<p>Dez países africanos, entre os quais Angola, encontram-se em &#8220;alto risco&#8221; de ser afetados pela epidemia por partilharem fronteira com a RDCongo e o Uganda.</p>
<p>O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e causa febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768978]]></sapo:autor>
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		<title>EDP liga o maior projeto solar no Japão. São 63 mil painéis solares para fornecer a Amazon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 09:26:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP inaugurou um projeto solar de grande escala com 44 MWp em Fukushima, no Japão, desenvolvido através da sua unidade EDP Renewables APAC, marcando a entrada em operação plena de uma central que reforça a estratégia internacional da elétrica portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP inaugurou um projeto solar de grande escala com 44 MWp em Fukushima, no Japão, desenvolvido através da sua unidade EDP Renewables APAC, marcando a entrada em operação plena de uma central que reforça a estratégia internacional da elétrica portuguesa.</p>
<p>A infraestrutura, que contou com uma cerimónia tradicional japonesa para assinalar o arranque das operações, opera no âmbito de um contrato de compra de energia de longo prazo (Power Purchase Agreement – PPA) com a Amazon, alinhado com o objetivo da tecnológica de atingir a neutralidade carbónica em todas as suas operações até 2040.</p>
<p>Localizado em Fukushima, o parque solar ocupa uma área de 60 hectares, resultante da reconversão de um antigo campo de golfe desativado. Conta com mais de 63 mil painéis solares e representa, até à data, o maior projeto solar da EDP no Japão. A produção anual estimada ultrapassa os 48 GWh de energia.</p>
<p>Segundo a empresa, a central encontra-se já em operação com níveis de desempenho elevados, tendo superado as previsões durante as fases de testes e comissionamento. Atualmente, regista uma taxa de disponibilidade superior a 98%, acima da média das novas centrais elétricas, consolidando uma base de operação estável.</p>
<p>Este é o segundo acordo PPA entre a EDP e a Amazon na região Ásia-Pacífico, depois de um projeto solar em Singapura, em 2021. A colaboração entre as duas empresas começou em 2015, com um parque eólico em Ohio, e tem vindo a expandir-se de forma consistente. No total, a Amazon já contratou mais de 1,4 GW de capacidade renovável em projetos desenvolvidos pela elétrica portuguesa.</p>
<p>“A nossa colaboração com a EDP em vários países, incluindo este projeto em Fukushima, é fundamental para alcançar o objetivo da Amazon de atingir a neutralidade carbónica até 2040”, afirmou Cameron Evans, diretor de infraestruturas da AWS na região APAC. O responsável destacou ainda a reconversão do antigo campo de golfe como exemplo do impacto positivo do investimento em energias renováveis na regeneração ambiental e nas comundades locais.</p>
<p>Também Miguel Stilwell d’Andrade, CEO da EDP, sublinhou a importância estratégica do projeto. “A entrada em operação do projeto solar de Fukushima demonstra como as energias renováveis se tornaram um motor estratégico para empresas e economias”, afirmou, acrescentando que as parcerias de longo prazo permitem “soluções energéticas resilientes e competitivas” no contexto da transição energética.</p>
<p>A EDP mantém planos de expansão no Japão, onde pretende desenvolver um pipeline superior a 500 MWp até 2030, incluindo projetos solares e sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS). O objetivo é reforçar a segurança energética e contribuir para a independência energética do país.</p>
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