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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Exames: Alunos admitem pedir a consulta dos exames assim que souberem as notas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:36:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alunos que realizaram exames nacionais deslocaram-se esta tarde às suas escolas para verem as notas, mas os resultados ainda não estavam publicados e admitiram pedir a consulta da prova dados os problemas técnicos ocorridos com as classificações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Alunos que realizaram exames nacionais deslocaram-se esta tarde às suas escolas para verem as notas, mas os resultados ainda não estavam publicados e admitiram pedir a consulta da prova dados os problemas técnicos ocorridos com as classificações. </P><br />
<P>Em Lisboa, às 15:30, na Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, era possível ver alunos a entrar com a esperança de que os resultados pudessem já estar afixados, mas voltavam a sair sem qualquer previsão sobre quando as notas poderiam estar disponíveis. </P><br />
<P>Alguns alunos do 9.ºano e do 12.ºano ainda esperaram que os resultados fossem afixados e aguardaram à entrada da escola nos bancos à sombra devido ao calor. </P><br />
<P>O aluno de Ciências e Tecnologias Guilherme Trabulo, 18 anos, foi à escola tentar saber as notas dos exames de Matemática e Português do 12.ºano, mas saiu como entrou, sem saber os resultados. </P><br />
<P>Guilherme Trabulo disse à Lusa que a sua maior preocupação é que as notas cheguem &#8220;como deve ser&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A primeira coisa que vou fazer é pedir a consulta das provas, depois de ver as notas&#8221;, disse, indicando que não planeia ir à segunda fase, mas reconhecendo que o atraso pode prejudicá-lo. </P><br />
<P>Nesta escola, alguns funcionários avançaram à Lusa que nem têm conseguido falar com os diretores do agrupamento uma vez que estiveram sempre em reuniões e &#8220;andaram sempre a correr&#8221;. </P><br />
<P>Outro aluno do 12.ºano do curso de Ciências e Tecnologias, Eduardo Carrancho, 18 anos, disse à Lusa que os atrasos não o prejudicaram diretamente, mas acabaram por deixar a espera pelas notas mais stressante. </P><br />
<P>&#8220;Acho que se tornou num processo muito mais stressante para toda a gente&#8221;, disse Eduardo Carrancho, indicando também que assim que souber as notas vai pedir a consulta do exame. </P><br />
<P>Em relação à consulta dos exames, os alunos com quem a Lusa falou disseram que sabiam apenas o que ouviram nas notícias. </P><br />
<P>Entre as 14:00 e as 15:30, os resultados dos exames nacionais do 9.º, 11.ºano e do 12:ºano ainda não estavam afixados na Escola Secundária José Gomes Ferreira e na Escola Secundária D. Pedro V, segundo os funcionários das escolas. </P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, mais de 300.000 exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo tem registado falhas técnicas desde o início e, devido aos constrangimentos, o Ministério adiou, em quatro dias, os prazos inicialmente previstos. </P><br />
<P>O ministro da Educação afastou hoje a necessidade de alterar o calendário do concurso nacional de acesso ao Ensino Superior, voltando a garantir que existem condições para afixar as pautas dos exames nacionais até ao final do dia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790890]]></sapo:autor>
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		<title>Estacionamento em Lisboa vai subir pela primeira vez em 15 anos: saiba quanto vai pagar a mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:35:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os preços aplicados pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) vão subir, pela primeira vez em 15 anos, entre cinco e 10 cêntimos, dependendo das zonas, segundo uma proposta que vai à próxima reunião camarária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços aplicados pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) vão subir, pela primeira vez em 15 anos, entre cinco e 10 cêntimos, dependendo das zonas, segundo uma proposta que vai à próxima reunião camarária.</p>
<p>Segundo a proposta a que a Lusa teve hoje acesso, a atualização de preços tem como referência a evolução do Índice de Preços no Consumidor (IPC, que serve para medir a inflação) nos anos de 2024 a 2025, que corresponde a 4,82%.</p>
<p>No documento, salienta-se que a tarifa para quem estaciona os veículos nas Zonas de Estacionamento de Duração Limitada (ZEDL) &#8220;não é atualizada há cerca de 15 anos&#8221; e que esta subida &#8220;é pertinente no modelo de gestão sustentável que cumpre reforçar&#8221;.</p>
<p>&#8220;A presente proposta importa tanto para a atividade e missão da EMEL, como para a continuidade da sustentabilidade financeira da empresa, tendo presente a evolução da estrutura e encargos de funcionamento, nomeadamente salariais, bem como a atividade e investimento (dos quais se destaca a rede ciclável, a rede Gira e a exploração de parques de estacionamento, além da gestão do sistema de semáforos da cidade)&#8221;, lê-se no documento subscrito pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) e vereador com a pasta da Mobilidade, Gonçalo Reis.</p>
<p>A proposta que será discutida na reunião privada de vereadores da próxima quarta-feira prevê que a tarifa suba de 0,80 euros por hora nas zonas verdes para 0,85 euros, de 1,20 euros nas zonas amarelas para 1,25 euros, dos atuais 1,60 euros nas zonas vermelhas para 1,70 euros e de 2,00 euros por hora nas zonas castanhas para 2,10 euros.</p>
<p>Está ainda prevista a atualização da tarifa nas zonas pretas, de 3,00 para 3,15 euros por hora, que só existem no regulamento e nunca foram aplicadas em qualquer zona da cidade.</p>
<p>As ZELD estão divididas por cores, aplicando-se a tarifa verde em zonas de menor pressão de estacionamento, as tarifas amarela e vermelha a zonas com maior congestionamento e sujeitas a maior procura de lugares de estacionamento, e a tarifa castanha a zonas onde existe maior desequilíbrio entre a procura e a oferta de estacionamento, segundo informação disponível no &#8216;site&#8217; da EMEL.</p>
<p>A proposta tem aprovação garantida, uma vez que a liderança PSD/CDS-PP/IL, sob presidência de Carlos Moedas (PSD), governa com maioria absoluta, após ter integrado na governação uma vereadora que se desfiliou do Chega.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790882]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;A ameaça está de volta&#8221;: EUA lançam ofensiva global contra a extrema-esquerda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:31:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Marco Rubio]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro, presidido pelo secretário de Estado Marco Rubio, foi informalmente apelidado de "cimeira Antifa" e faz parte de uma estratégia iniciada há oito meses para mobilizar aliados internacionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos reuniram representantes de 66 países em Washington para uma cimeira dedicada ao combate ao que a administração de Donald Trump considera ser uma nova vaga de terrorismo político de extrema-esquerda.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol &#8216;El País&#8217;, o encontro, presidido pelo secretário de Estado Marco Rubio, foi informalmente apelidado de &#8220;cimeira Antifa&#8221; e faz parte de uma estratégia iniciada há oito meses para mobilizar aliados internacionais em torno desta prioridade da política externa americana.</p>
<p>Na sessão de abertura, Rubio defendeu que a ameaça está a ressurgir à escala global.</p>
<p>&#8220;É uma ameaça real e transnacional que existe há décadas, mas que agora está a ressurgir&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Rubio traça paralelo com a Guerra Fria</strong></p>
<p>Num discurso de cerca de 20 minutos, Rubio descreveu aquilo que considera ser uma rede internacional de grupos extremistas de esquerda, alegando que os seus membros viajam entre países para planear ações conjuntas, trocar informações sobre alvos, recrutar militantes e obter financiamento através de canais internacionais.</p>
<p>O chefe da diplomacia americana referiu ainda que estes grupos atacam infraestruturas críticas, como oleodutos, gasodutos, linhas ferroviárias, redes elétricas e laboratórios.</p>
<p>Para sustentar a sua tese, evocou organizações históricas como as Brigadas Vermelhas italianas, os Tupamaros uruguaios, a Organização Revolucionária 17 de Novembro, na Grécia, ou os grupos americanos Weather Underground e Exército de Libertação Negra.</p>
<p>Segundo Rubio, o Ocidente enfrenta agora &#8220;uma nova vaga deste velho mal&#8221;.</p>
<p><strong>&#8220;Há um duplo critério&#8221;</strong></p>
<p>O secretário de Estado acusou ainda parte da comunicação social, das universidades e do meio académico de minimizar a violência da extrema-esquerda.</p>
<p>Na sua opinião, existe um &#8220;duplo padrão&#8221; na forma como são avaliados os extremismos de direita e de esquerda, defendendo que a ameaça representada por organizações radicais de esquerda é frequentemente desvalorizada.</p>
<p><strong>66 países presentes, Portugal ausente da lista divulgada</strong></p>
<p>De acordo com o &#8216;El País&#8217;, participaram representantes de 66 países da Europa, Ásia e continente americano.</p>
<p>Entre eles estavam Espanha, Alemanha, Itália, Canadá, Argentina, Chile, Uruguai e Israel.</p>
<p>O jornal espanhol refere que México, Brasil, China, Colômbia e Nicarágua não constavam da lista disponibilizada pelo Departamento de Estado. Também Portugal não surge entre os países identificados na informação divulgada.</p>
<p><strong>Washington financia organizações alinhadas com o movimento MAGA</strong></p>
<p>A reunião aconteceu poucos dias depois de o Departamento de Estado anunciar um programa de apoios até três milhões de dólares destinado a organizações europeias que partilhem princípios próximos do movimento Make America Great Again (MAGA).</p>
<p>Segundo o El País, os financiamentos destinam-se a projetos relacionados com soberania nacional, migração, combate ao que Washington considera ser censura e utilização política do sistema judicial, bem como ao reforço dos chamados &#8220;laços civilizacionais&#8221; entre os Estados Unidos e a Europa.</p>
<p><strong>Administração Trump muda prioridades no combate ao terrorismo</strong></p>
<p>A cimeira insere-se numa alteração mais ampla da estratégia antiterrorista da administração Trump.</p>
<p>Nos últimos meses, Washington passou a dar menos prioridade ao terrorismo islâmico e concentrou a atenção no narcotráfico e no combate a grupos políticos radicais de esquerda, que considera uma ameaça crescente à segurança nacional.</p>
<p>Em setembro, Donald Trump anunciou a designação da Antifa como organização terrorista. Mais tarde, os Estados Unidos classificaram quatro grupos europeus ligados aos movimentos anarquistas e antifascistas como organizações terroristas estrangeiras.</p>
<p><strong>Especialistas pedem cautela</strong></p>
<p>Apesar da nova estratégia americana, os dados disponíveis não apontam para uma predominância da violência de extrema-esquerda.</p>
<p>O &#8216;El País&#8217; cita um estudo do Center for Strategic and International Studies (CSIS), segundo o qual os ataques atribuídos à extrema-esquerda têm aumentado nos Estados Unidos nos últimos anos.</p>
<p>Ainda assim, a investigação conclui que essa violência continua &#8220;muito abaixo dos níveis históricos&#8221; registados em ataques perpetrados por extremistas de direita e por grupos jihadistas, embora preveja que, até 2025, os incidentes ligados à extrema-esquerda possam ultrapassar, pela primeira vez em mais de três décadas, os associados à extrema-direita violenta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790872]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Águas do Alto Alentejo alerta para possível alteração da cor da água em quatro concelhos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aguas-do-alto-alentejo-alerta-para-possivel-alteracao-da-cor-da-agua-em-quatro-concelhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa intermunicipal Águas do Alto Alentejo (AAA) alertou hoje que poderá "verificar-se temporariamente" uma alteração da cor da água, "apresentando uma tonalidade amarelada", em algumas zonas dos concelhos de Alter do Chão, Fronteira, Crato e Sousel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa intermunicipal Águas do Alto Alentejo (AAA) alertou hoje que poderá &#8220;verificar-se temporariamente&#8221; uma alteração da cor da água, &#8220;apresentando uma tonalidade amarelada&#8221;, em algumas zonas dos concelhos de Alter do Chão, Fronteira, Crato e Sousel.</P><br />
<P>Esta informação aos utilizadores do sistema de abastecimento de água daqueles concelhos do distrito de Portalegre foi partilhada nas redes sociais da AAA.</P><br />
<P>De acordo com a Águas do Alto Alentejo, na sequência dos trabalhos realizados na quarta-feira pela EPAL/Águas do Vale do Tejo (AdVT) na rede de abastecimento de água, &#8220;poderá verificar-se temporariamente, em algumas zonas, uma alteração da cor da água, apresentando uma tonalidade amarelada&#8221;.</P><br />
<P>Esta alteração resulta da &#8220;mobilização de sedimentos&#8221; nas condutas e &#8220;não compromete a qualidade da água nem a sua segurança&#8221; para consumo humano, acrescentou.</P><br />
<P>Por último, a Águas do Alto Alentejo lamenta os eventuais incómodos causados, os quais &#8220;são alheios à sua responsabilidade&#8221;, agradecendo ainda a &#8220;compreensão de todos os utilizadores&#8221;.</P><br />
<P>A AAA é responsável pela gestão do sistema intermunicipal de abastecimento de água e saneamento de 10 concelhos do distrito de Portalegre, concretamente Alter do Chão, Arronches, Castelo de Vide, Crato, Fronteira, Gavião, Marvão, Nisa, Ponte de Sor e Sousel.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790869]]></sapo:autor>
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		<title>Governo atualiza desconto no ISP para 7,4 cêntimos no gasóleo e 4,6 cêntimos na gasolina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O desconto sobre o preço dos combustíveis pelo Governo através da redução de impostos será de 7,4 cêntimos por litro no caso do gasóleo e de 4,6 cêntimos por litro no caso da gasolina, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O desconto sobre o preço dos combustíveis pelo Governo através da redução de impostos será de 7,4 cêntimos por litro no caso do gasóleo e de 4,6 cêntimos por litro no caso da gasolina, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>&#8220;O Governo decidiu, dada a informação que temos é uma informação que os mercados e os revendedores subirão os preços, aumentar o desconto. A informação que temos é que no gasóleo, o desconto será reforçado, há um desconto adicional de seis cêntimos, que com imposto será de 7,4 cêntimos&#8221;, disse o ministro da Presidência, António Leitão Amaro.</P><br />
<P>Já no caso da gasolina, o desconto será de 4,6 cêntimos por litro, &#8220;o que significa 5,7 [cêntimos] com imposto&#8221;, acrescentou o ministro, em conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, em Lisboa.</P><br />
<P>Leitão Amaro disse que o Governo quer assegurar que o Estado não lucra com a guerra.</P><br />
<P>&#8220;O Estado não lucra com a guerra e o Estado não lucra com a inflação, em particular com aquela que tem sido mais relevante, que é no preço dos combustíveis&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790868]]></sapo:autor>
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		<title>Calor está de regresso: o truque das cortinas molhadas que o pode ajudar a dormir melhor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/calor-esta-de-regresso-o-truque-das-cortinas-molhadas-que-o-pode-ajudar-a-dormir-melhor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 15:15:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe um truque simples que pode ajudar a reduzir a sensação de calor durante a noite: borrifar ligeiramente água nas cortinas antes de abrir as janelas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de alguns dias de temperaturas mais amenas, o calor volta a intensificar-se em Portugal, trazendo consigo um velho problema do verão: o desconforto de tentar dormir numa casa sobreaquecida.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol &#8216;El Economista&#8217;, existe um truque simples que pode ajudar a reduzir a sensação de calor durante a noite: borrifar ligeiramente água nas cortinas antes de abrir as janelas.</p>
<p>A ideia é aproveitar a brisa noturna para fazer passar o ar através do tecido húmido das cortinas. À medida que a água evapora, ajuda a arrefecer o ar que entra na divisão, tornando o ambiente mais agradável para descansar.</p>
<p>Trata-se de uma solução particularmente útil em regiões de clima seco, onde a humidade é reduzida e a evaporação ocorre mais facilmente.</p>
<p><strong>Nem sempre resulta</strong></p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; alerta, contudo, que o método não funciona em todas as situações.</p>
<p>Em zonas costeiras ou muito húmidas, ou se for aplicado durante o dia, o efeito pode ser precisamente o contrário: aumentar a sensação de abafamento dentro de casa.</p>
<p>Por isso, a recomendação é utilizar a técnica apenas depois do pôr do sol ou pouco antes de deitar, quando as temperaturas começam a baixar.</p>
<p><strong>Outros truques para enfrentar as noites quentes</strong></p>
<p>O jornal espanhol sugere ainda outras medidas que podem ajudar a manter o quarto mais fresco:</p>
<p>&#8211; borrifar ligeiramente água nos lençóis ou na almofada, desde que exista circulação de ar através de uma janela, ventoinha ou ar condicionado;<br />
&#8211; desligar aparelhos eletrónicos e evitar deixá-los em modo de espera, uma vez que continuam a libertar calor;<br />
&#8211; colocar plantas de interior que ajudem a criar um ambiente mais fresco, como a jiboia ou a espada-de-são-jorge.</p>
<p>Embora nenhuma destas soluções substitua um sistema de climatização, podem contribuir para tornar as noites de maior calor mais suportáveis, sobretudo durante os períodos em que as temperaturas voltam a subir.</p>
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		<item>
		<title>Fogem da chuva e acabam no meio de uma violenta pancadaria num restaurante: veja as imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 14:56:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arizona]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[In-N-Out Burger]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Incidente ocorreu na passada segunda-feira, numa altura em que o restaurante estava particularmente cheio devido às fortes chuvas associadas à época das monções, que levaram muitas pessoas a refugiar-se no interior do estabelecimento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma violenta rixa entre vários adolescentes provocou momentos de pânico num restaurante da cadeia de fast food In-N-Out Burger, na cidade de Tempe, no estado americano do Arizona, obrigando clientes a procurar abrigo e a afastarem-se da confusão.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, o incidente ocorreu na passada segunda-feira, numa altura em que o restaurante estava particularmente cheio devido às fortes chuvas, que levaram muitas pessoas a refugiar-se no interior do estabelecimento.</p>
<p>Imagens divulgadas nas redes sociais mostram vários jovens a trocar socos e pontapés, enquanto alguns acabam projetados para o chão durante o confronto.</p>
<p>No vídeo, é ainda possível ver clientes a afastarem-se rapidamente da zona da rixa, tentando proteger-se da violência que se instalou no interior do restaurante.</p>
<p><strong>Polícia chegou, mas os envolvidos já tinham fugido</strong></p>
<p>A polícia de Tempe foi chamada ao local, mas, quando os agentes chegaram, todos os participantes na rixa já tinham abandonado o restaurante.</p>
<p>As autoridades confirmaram que abriram uma investigação para identificar os envolvidos e apurar as circunstâncias do incidente.</p>
<p>Até ao momento, não foram divulgadas informações sobre detenções nem sobre eventuais feridos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">WATCH: Video captures a violent brawl erupting inside an In-N-Out Burger in Tempe, Arizona, sending customers scrambling for the exits as punches fly and people end up on the floor.</p>
<p>One customer says many were “camped out” inside the restaurant as a monsoon hit the area. <a href="https://t.co/XzGVB985n3">pic.twitter.com/XzGVB985n3</a></p>
<p>&mdash; Fox News (@FoxNews) <a href="https://x.com/FoxNews/status/2077790361057988885?ref_src=twsrc%5Etfw">July 16, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790852]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Liga outra vez o Starlink&#8221;: propagandistas russos festejam saída de Fedorov e apelam a Musk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 14:39:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mikhail Fedorov]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Starlink]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Vários dos mais influentes canais russos no Telegram consideraram Fedorov um dos responsáveis por tornar a Ucrânia "mais difícil de combater", elogiando as reformas que introduziu e defendendo que a sua saída poderá facilitar a ofensiva russa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A demissão de Mikhail Fedorov do cargo de ministro da Defesa da Ucrânia não provocou apenas indignação em Kiev. Na Rússia, a notícia foi recebida com entusiasmo por bloggers militares, propagandistas e figuras próximas do Kremlin, que classificaram a saída do responsável como uma vantagem para Moscovo.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, vários dos mais influentes canais russos no Telegram consideraram Fedorov um dos responsáveis por tornar a Ucrânia &#8220;mais difícil de combater&#8221;, elogiando as reformas que introduziu e defendendo que a sua saída poderá facilitar a ofensiva russa.</p>
<p>Entre as reações mais reveladoras está a de Oleg Tsaryov, antigo deputado ucraniano que colabora com o Kremlin.</p>
<p>Numa publicação no Telegram, Tsaryov atribuiu a Fedorov a modernização da indústria militar ucraniana, destacando a criação de um sistema competitivo para aquisição de drones, equipamentos de guerra eletrónica e robótica militar.</p>
<p>Segundo o antigo político, durante o mandato de Fedorov o número de fabricantes ucranianos de drones aumentou de sete para mais de 500, enquanto os produtores de sistemas de guerra eletrónica passaram de dois para cerca de 200.</p>
<p>&#8220;Fedorov revelou-se um inimigo forte e eficaz&#8221;, escreveu, acrescentando que a Rússia deveria até adotar algumas das soluções implementadas pelo antigo ministro.</p>
<p>O &#8216;Kyiv Post&#8217; refere, no entanto, que estes números e afirmações não puderam ser verificados de forma independente.</p>
<p><strong>&#8220;É uma boa notícia para nós&#8221;</strong></p>
<p>Também Andrei Medvedev, deputado da Câmara Municipal de Moscovo e dirigente da televisão estatal russa VGTRK, considerou que a reação negativa dos ucranianos à demissão demonstra que a decisão beneficia Moscovo.</p>
<p>&#8220;Isso torna-a um desenvolvimento positivo para nós&#8221;, afirmou.</p>
<p>Mas foram sobretudo os bloggers militares pró-guerra que reagiram de forma mais efusiva.</p>
<p>Vários canais classificaram a demissão como &#8220;excelente notícia&#8221; e um &#8220;fator favorável para a Rússia&#8221;, defendendo que Zelensky afastou um dos responsáveis pelas maiores inovações tecnológicas das Forças Armadas ucranianas.</p>
<p><strong>Starlink e drones no centro das preocupações russas</strong></p>
<p>Um dos temas mais repetidos nas reações russas foi o papel de Fedorov na limitação do acesso das forças russas ao sistema Starlink.</p>
<p>Um conhecido canal pró-guerra chegou mesmo a dirigir-se, em tom irónico, ao proprietário da SpaceX, Elon Musk, pedindo-lhe que voltasse a permitir a utilização do Starlink pelos drones russos.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, a reação evidencia a importância atribuída por Moscovo ao trabalho desenvolvido por Fedorov para impedir que as forças russas utilizassem a rede de comunicações por satélite nas suas operações.</p>
<p><strong>Reformas militares dividiram liderança ucraniana</strong></p>
<p>Diversos comentadores russos rejeitaram igualmente a explicação oficial de que Fedorov teria falhado a reforma do sistema de recrutamento militar.</p>
<p>Em vez disso, apontaram para alegados conflitos entre o antigo ministro e a chefia das Forças Armadas ucranianas, considerando que Fedorov defendia uma transformação baseada em drones, inteligência artificial, digitalização e novos modelos de gestão militar, enquanto parte da liderança militar continuaria a privilegiar métodos mais tradicionais.</p>
<p><strong>Kremlin tenta desvalorizar</strong></p>
<p>A posição oficial do Kremlin foi mais contida. O porta-voz Dmitry Peskov afirmou que &#8220;não faz diferença&#8221; quem ocupa o cargo de ministro da Defesa da Ucrânia, insistindo que o objetivo da Rússia continua a ser alcançar um acordo que ponha fim ao conflito.</p>
<p>Ainda assim, a reação predominante entre figuras ligadas ao aparelho de propaganda russo foi bastante diferente.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, apesar das diferenças de tom entre os vários comentadores, emergiu uma conclusão comum: Mikhail Fedorov era visto como um dos mais competentes responsáveis pela modernização das capacidades militares da Ucrânia e a sua saída é encarada, em Moscovo, como uma vantagem estratégica para a Rússia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790836]]></sapo:autor>
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		<title>Universidade Autónoma de Lisboa celebra 40 anos e recebe reconhecimento em festival internacional de criatividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 14:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[O filme criado para assinalar os 40 anos da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) foi distinguido com três galardões na mais recente edição dos Prémios Lusófonos da Criatividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme criado para assinalar os 40 anos da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) foi distinguido com três galardões na mais recente edição dos Prémios Lusófonos da Criatividade, um dos principais festivais internacionais dedicados à criatividade e comunicação nos mercados de língua portuguesa.</p>
<p>A produção arrecadou uma medalha de prata na categoria Uso de Inteligência Artificial em Filme e duas medalhas de bronze, nas categorias Filme para Televisão e Filme para Web.</p>
<p>Os Prémios Lusófonos da Criatividade distinguem anualmente projetos desenvolvidos por agências, produtoras e marcas da lusofonia, reconhecendo a excelência criativa, a inovação e a qualidade da comunicação.</p>
<p>Desenvolvido no âmbito das comemorações dos 40 anos da UAL, o filme teve por base um conceito criativo da LARM Publicidade, responsável pela criatividade da campanha, pelo guião e pelo storyboard. A produção audiovisual ficou a cargo da Lobby, que recorreu à inteligência artificial como elemento narrativo para dar forma à história.</p>
<p>Segundo a universidade, a distinção na categoria de Uso de Inteligência Artificial em Filme reconhece a utilização desta tecnologia como ferramenta narrativa ao serviço da criatividade e da emoção. Já os prémios atribuídos às versões para televisão e web destacam a adaptação do projeto a diferentes plataformas de comunicação.</p>
<p>O filme foi concebido para assinalar quatro décadas de história da Universidade Autónoma de Lisboa, conjugando uma abordagem contemporânea com uma narrativa emocional, valorizando o percurso da instituição e a sua visão para o futuro.</p>
<p>Em comunicado, o diretor de Comunicação e Marketing do Grupo Autónoma, Manuel Serejo, considera que &#8220;este reconhecimento internacional reforça a capacidade da Universidade Autónoma de Lisboa em comunicar de forma inovadora, consistente e diferenciadora, valorizando uma marca com 40 anos de história&#8221;. O responsável acrescenta que &#8220;é um prémio que distingue a qualidade da nossa comunicação e a ambição com que projetamos o futuro da Universidade&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790820]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Diretores pedem celeridade lembrando que secretarias têm horário</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-diretores-pedem-celeridade-lembrando-que-secretarias-tem-horario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 14:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas pediu hoje celeridade na distribuição das classificações às escolas onde "as pessoas estão desde as 08:00 à espera", lembrando que as secretarias têm horários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas pediu hoje celeridade na distribuição das classificações às escolas onde &#8220;as pessoas estão desde as 08:00 à espera&#8221;, lembrando que as secretarias têm horários.</p>
<p>&#8220;Se os itens estão todos corrigidos, estão todos classificados, e já está tudo entregue ao Júri Nacional de Exames, então enviem-nos para cada escola os ficheiros com as classificações e deixem-nos trabalhar&#8221;, disse o presidente da ANDAEP, Filinto Lima que falava à Lusa cerca das 14:00 altura em que reiterou ainda não ter qualquer informação de quando serão publicadas as notas dos exames nacionais.</p>
<p>&#8220;Vamos afixar as pautas às 10 da noite, às 5 da tarde, às 8 da noite. Nós não sabemos, ninguém nos comunicou em nenhum horário. Portanto, neste momento, nos 801 agrupamentos das escolas em Portugal, estão todos os diretores à espera dos ficheiros, os secretariados de exames, as equipas dos serviços administrativos e outros professores que os diretores convocaram para este efeito de braços cruzados&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O ministro da Educação confirmou hoje que todos os exames nacionais do ensino secundário estão classificados e antecipou que, por isso, as pautas serão afixadas até ao final do dia.</p>
<p>&#8220;O Júri Nacional de Exames tem todas as classificações prontas para distribuir às escolas&#8221;, disse Fernando Alexandre, acrescentando que não antecipa &#8220;razão nenhuma para que hoje não sejam publicadas todas as notas de todos os exames&#8221;.</p>
<p>O balanço foi feito pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação numa breve declaração aos jornalistas, na Assembleia da República, antes do início do debate de urgência requerido pelo PCP.</p>
<p>Num comentário a esta garantia, Filinto Lima disse que gostaria muito que isso acontecesse, mas que continua &#8220;sem saber nada&#8221;.</p>
<p>&#8220;O normal destas situações é estes ficheiros, juntamente com as provas em formato de papel, chegarem no dia anterior. Isso já sabíamos que não ia acontecer. Mas que aconteça durante o dia, em horas decentes. As secretarias têm horário de trabalho&#8221;, referiu.</p>
<p>Sobre o processo quando chegarem as classificações, Filinto Lima garantiu que é &#8220;relativamente rápido&#8221; até porque, frisou, &#8220;estamos todos, o país e as escolas todas, preparados&#8221;.</p>
<p>Questionado se essa preparação inclui a disponibilidade para prolongar o horário de trabalho, Filinto Lima disse que gostaria de poder comentar cenários reais com informação.</p>
<p>&#8220;Pois é isso, não é? Nós não sabemos, se é preciso isso nós não sabemos. Prolongar será o quê? Até às 10 da noite, até à meia-noite, até às 11? Às 11 da noite, às 23 horas, ainda é dia 17, não é? Ainda é o dia 17, mas já não é o horário de trabalho das escolas&#8221;, disse.</p>
<p>À Lusa, o presidente da ANDAEP, disse que o que &#8220;convém é que rapidamente, nos próximos minutos, o Júri Nacional de Exames faça chegar as notas às escolas&#8221; porque &#8220;nas escolas o trabalho é relativamente rápido, não é difícil&#8221;, garantiu.</p>
<p>&#8220;Estamos na época do Mundial, a bola foi chutada do ministro para o júri nacional de exames. Então agora chutem a bola para nós. Nós vamos marcar golo, nós iremos fazer o melhor, tenho a certeza, nós somos céleres, somos muito rápidos&#8221;, concluiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790809]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Nova Iorque a descer no ínicio da sessão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 14:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negociava em baixa no início da sessão com uma nova onda de vendas de ações de empresas fabricantes de 'chips' relacionados com inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa em Wall Street negociava em baixa no início da sessão com uma nova onda de vendas de ações de empresas fabricantes de &#8216;chips&#8217; relacionados com inteligência artificial (IA).</p>
<p>Pelas 14:49 (hora de Lisboa) o industrial Dow Jones descia 0,12% para 52.492,22 pontos e o agregado S&amp;P 500 regredia 1,31% para 7.435,11 pontos.</p>
<p>O tecnológico Nasdaq caía 2,25% para 25.300,00 pontos.</p>
<p>A maioria dos fabricantes de chips para computadores, incluindo a Micron, a Nvidia, a Broadcom e a Qualcommm, registavam quedas entre 2% e 3% nas negociações pré mercado.</p>
<p>As ações relacionadas com IA têm estado sob pressão há semanas devido a receios de que os seus preços tenham subido demasiado e de que a procura por &#8216;chips&#8217; de memória de computador e processadores possa não ser sustentável, caso a IA acabe por não gerar tanto lucro e produtividade como prometido.</p>
<p>&#8220;Agora, os investidores estão a realizar lucros com os vencedores do primeiro semestre e a migrar para áreas que ficaram para trás&#8221;, afirmou Stephen Innes, da SPI Asset Management, em comentário à AP.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790810]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Aguiar-Branco considera remodelação no Governo &#8220;normal&#8221;, mas afasta mudanças para já</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aguiar-branco-considera-remodelacao-no-governo-normal-mas-afasta-mudancas-para-ja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, considera que uma eventual remodelação governamental deve ser encarada com normalidade ao longo de uma legislatura, embora não veja sinais de que essa possibilidade esteja iminente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, considera que uma eventual remodelação governamental deve ser encarada com normalidade ao longo de uma legislatura, embora não veja sinais de que essa possibilidade esteja iminente. O responsável sublinhou que cabe exclusivamente ao primeiro-ministro decidir sobre alterações na composição do Executivo, lembrando que mudanças na equipa governativa podem servir para renovar determinadas áreas de governação. Ao mesmo tempo, manifestou confiança na estabilidade política, defendendo que os portugueses elegeram um Parlamento para cumprir quatro anos de mandato e que Governo e oposição têm a responsabilidade de encontrar entendimentos que permitam assegurar essa estabilidade.</p>
<p>Em entrevista à <a href="https://rr.pt/especial/sao-bento-a-sexta/2026/07/17/aguiar-branco-e-uma-remodelacao-no-governo-e-normal-mas-nao-antecipa-situacao-imediata/478468/" target="_blank" rel="noopener">Rádio Renascença</a>, José Pedro Aguiar-Branco afirmou que o Parlamento continua a cumprir o seu papel apesar da atual fragmentação política, considerando que a democracia &#8220;está a funcionar&#8221;. O presidente da Assembleia defendeu que a ausência de maiorias absolutas obriga o Governo a procurar consensos com outras forças políticas e sustentou que o primeiro-ministro tem demonstrado persistência na tentativa de concretizar reformas, apontando como exemplo o processo em torno da reforma laboral. Embora tenha evitado comentar diretamente a atuação do Executivo, reconheceu que governar no atual contexto parlamentar exige diálogo permanente e capacidade de negociação.</p>
<p>O presidente do Parlamento abordou ainda a polémica em torno da digitalização e correção dos exames nacionais, defendendo que o processo deve ser analisado de forma global apenas depois de concluído. Recordando que a digitalização também constava de propostas anteriores do Partido Socialista, afirmou que as reformas enfrentam frequentemente resistência inicial e apelou a que se olhe &#8220;para lá da notícia do dia&#8221;. Segundo Aguiar-Branco, só após a divulgação de todas as classificações será possível avaliar o que correu bem e mal, retirar conclusões e apurar eventuais responsabilidades, lembrando que o próprio ministro da Educação já assumiu que haverá uma avaliação ao processo.</p>
<p>Sem comentar diretamente o caso que envolve o ministro da Administração Interna, Luís Neves, Aguiar-Branco reiterou a importância da transparência e do escrutínio dos titulares de cargos públicos, defendendo mesmo uma &#8220;punição exemplar&#8221; para quem viole as obrigações relativas aos registos de interesses. No entanto, criticou aquilo que considera ser um excesso de exposição pública e de &#8220;voyeurismo&#8221; em torno da vida política, sustentando que muitos casos acabam transformados num &#8220;reality show&#8221; e em julgamentos na praça pública, situação que, na sua perspetiva, afasta pessoas qualificadas da atividade política. Sobre o vídeo divulgado por André Ventura no Parlamento, revelou apenas que o assunto já foi encaminhado para a Comissão da Transparência, lembrando que, no dia em causa, os trabalhos parlamentares estavam suspensos devido à realização do congresso do Livre.</p>
<p>Relativamente ao Orçamento do Estado para 2027, Aguiar-Branco mostrou-se otimista quanto à sua aprovação, defendendo que tanto o Governo como os partidos da oposição devem agir com sentido de responsabilidade para preservar a estabilidade política e económica do país. O presidente da Assembleia frisou que Portugal beneficia da confiança dos investidores precisamente por manter estabilidade institucional e considerou que esse é um ativo que não deve ser colocado em causa. Questionado sobre um eventual chumbo do Orçamento, recusou dramatizar esse cenário, lembrando que ainda faltam vários meses para o debate parlamentar e salientando que, em política, esse período pode alterar significativamente o contexto.</p>
<p>A entrevista ficou ainda marcada pelas posições de Aguiar-Branco sobre a revisão constitucional. O presidente da Assembleia rejeitou as acusações de conivência entre PSD e Chega no adiamento da comissão de revisão, explicando que apenas aguardou a estabilização da proposta antes de a admitir formalmente. Defendeu igualmente que uma eventual revisão da Constituição deve procurar o maior consenso político possível, incluindo o maior número de partidos, e sustentou que &#8220;não há dogmas&#8221; na Lei Fundamental. Sobre a possibilidade de alterar o preâmbulo da Constituição, afirmou que encara essa discussão com normalidade, desde que seja respeitado o enquadramento histórico do texto e preservados os limites materiais que protegem os princípios fundamentais da Constituição portuguesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790802]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>BES: Advogado de lesados considera que muitos credores comuns podem não ser compensados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O advogado de lesados do BES Nuno Vieira considera "boa notícia" o Fundo de Resolução pagar compensações aos credores do BES a partir de dezembro, mas alertou que muitos credores comuns podem ficar de fora devido à atuação da Justiça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O advogado de lesados do BES Nuno Vieira considera &#8220;boa notícia&#8221; o Fundo de Resolução pagar compensações aos credores do BES a partir de dezembro, mas alertou que muitos credores comuns podem ficar de fora devido à atuação da Justiça.</p>
<p>O Banco de Portugal (BdP) colocou na quarta-feira em consulta pública o projeto de aviso sobre as compensações do Fundo de Resolução (FdR) aos credores do BES, dispondo este de 630 milhões de euros para pagar a partir de 01 de dezembro.</p>
<p>O pagamento vai decorrer ao abrigo do princípio &#8216;no creditor worse off&#8217;, um princípio legal que estabelece que nenhum credor pode suportar perdas maiores numa resolução &#8211; neste caso do BES &#8211; do que teria se o banco tivesse entrado em processo de liquidação.</p>
<p>Desde a resolução do BES, em agosto de 2014, Nuno da Silva Vieira vem acompanhando o processo como advogado de clientes que se consideram lesados, incluindo junto de associações de lesados entretanto constituídas.</p>
<p>Contactado pela Lusa, o advogado considerou que a decisão de o FdR avançar este ano com o pagamento aos credores é uma &#8220;boa notícia&#8221;, ainda que considerando o processo apresentado quarta-feira pelo BdP &#8220;burocrático demais&#8221;.</p>
<p>Contudo, alertou, há muito credores comuns que deverão ficar de fora da compensação por estarem a ser &#8220;ignorados pelos tribunais&#8221;.</p>
<p>Segundo disse, enquanto advogado tem cerca de 1.500 credores credores reconhecidos provisoriamente pelo tribunal mas cuja decisão final depende do julgamento.</p>
<p>&#8220;Não estamos a ver nos tribunais sensibibilidade para esta questão&#8221;, afirmou, acrescentando que essa falta de sensibilidade é sobretudo nos casos de investidores não qualificados e, em especial, de pessoas com menos conhecimentos que ao balcão do BES compraram produtos financeirs do Grupo Espírito Santo (GES).</p>
<p>Nuno da Silva Vieira disse que o tribunal levanta frequentemente questões processuais que fazem com que muitos casos não cheguem sequer a audiência final.</p>
<p>Como exemplo, afirmou que frequentemente juízes fazem pedidos para serem respondidos em 10 dias relativamente a clientes que estão na Venezuela, muitas vezes sem correio eletrónico ou redes sociais, em que nesse tempo é muito difícil arranjar a informação requerida.</p>
<p>&#8220;Os tribunais teimam em ignorar a dimensão da lesão das vítimas do BES e o contínuo agravamento dessa lesão&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo Nuno Silva, para a maioria dos seus clientes a expectativa de alguma compensação reside no julgamento-crime de Ricardo Salgado (ex-presidente do BES), pois estão aí com estatuto de vítima e poderão vir a ser ressarcidos através dos bens já arrestados ao ex-banqueiro.</p>
<p>Doze anos depois do fim do BES deverão começar a ser pagas, no final deste ano, compensações aos credores comuns do BES pelo Fundo de Resolução bancário (ao abrigo do princípio &#8216;no creditor worse off&#8217;), segundo informação prestada quarta-feira pelo BdP.</p>
<p>O lançamento do processo de reembolso aos credores deverá ter início em 01 de dezembro, ainda antes do final da liquidação do BES, por o BdP entender que esse processo pode ainda demorar vários anos.</p>
<p>De acordo com um relatório da consultora Deloitte encomendado pelo BdP, e divulgado em 2016, o nível de recuperação estimada é total (100%) nos créditos privilegiados e garantidos e de 31,7% nos credores comuns (isto dos créditos que venham a ser reconhecidos pela justiça). Já credores subordinados não têm qualquer compensação (0%).</p>
<p>Atualmente há um montante de 630 milhões de euros colocado de lado pelo FdR para esses pagamentos, mas caso seja necessário o valor terá de ser revisto.</p>
<p>Neste momento, os créditos de 1.079 credores, no valor de cerca de 2,2 mil milhões de euros, estão já reconhecidos judicialmente, o que ultrapassa em cerca de 300 milhões de euros o montante de 1,9 mil milhões de euros que se encontrava reconhecido no final de 2025.</p>
<p>A confirmar-se a existência de pedidos de reembolso no valor de 2,2 mil milhões de euros, o valor de 31,7% a pagar pelo FdR ascenderá a cerca de 700 milhões de euros, acima dos 630 milhões já provisionados no final de 2025.</p>
<p>Podem candidatar-se à compensação os credores do BES cujos créditos tenham sido reconhecidos pelo tribunal, os seus herdeiros ou os titulares de uma cessão de posição.</p>
<p>No caso em que os credores se encontram em litigação contra a resolução do BES, podem ser elegíveis, mas se o pedido for aceite, o FdR exigirá uma caução ou garantia por parte do credor, ou em alternativa efetuará uma transferência para uma conta &#8216;escrow&#8217; (conta-garantia).</p>
<p>Se mais tarde o tribunal não der razão ao credor, a garantia, ou a transferência da conta &#8216;escrow&#8217;, serão revertidas a favor do FdR.</p>
<p>O pagamento aos credores deverá ser feito em 15 dias úteis, após a comunicação da aprovação, não havendo limite temporal para pedir a compensação ao FdR.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790805]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia prepara força aérea sem precedentes com oito tipos de caças de quatro países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[caças]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A futura integração dos caças franceses Rafale vai transformar a força aérea da Ucrânia numa das mais diversificadas do mundo, numa opção que contraria a estratégia seguida pela maioria das forças aéreas modernas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A futura integração dos caças franceses Rafale vai transformar a força aérea da Ucrânia numa das mais diversificadas do mundo, numa opção que contraria a estratégia seguida pela maioria das forças aéreas modernas. Em vez de concentrar a operação em um ou dois modelos de aeronaves para simplificar a logística, Kiev está a construir uma frota composta por oito tipos diferentes de aviões de combate, fabricados em quatro países distintos, numa decisão que especialistas consideram ser uma resposta direta às exigências impostas pela guerra contra a Rússia.</p>
<p>Segundo a  análise da Radio Free Europe/Radio Liberty (RFE/RL) e informações do Euromaidan Press, a França comprometeu-se a fornecer inicialmente quatro caças Rafale, integrados num lote total de 16 aeronaves prometidas à Ucrânia. Antes da sua entrada em serviço, pilotos e equipas de manutenção ucranianas terão de completar um programa de conversão operacional, cuja formação poderá arrancar já em 2026. A entrega dos primeiros aparelhos está prevista para o período entre 2028 e 2029.</p>
<p>Quando esse processo estiver concluído, a aviação de combate ucraniana passará a operar uma combinação inédita de aeronaves: os MiG-29 e Su-27 herdados da antiga União Soviética, os aviões de ataque Su-24 e Su-25, os norte-americanos F-16, os franceses Mirage 2000 e Rafale, bem como os suecos Gripen. Trata-se de uma configuração rara entre forças aéreas modernas. A maioria dos países opta por limitar o número de plataformas precisamente para reduzir os custos e a complexidade associados à manutenção, formação de pilotos, abastecimento de peças e gestão logística. Alemanha e França, por exemplo, utilizam apenas dois modelos de caças, enquanto vários membros da NATO operam apenas um.</p>
<p>A origem desta estratégia remonta à realidade vivida pela Ucrânia desde a anexação da Crimeia, em 2014. A perda do acesso às cadeias de fornecimento de peças para os aviões soviéticos tornou progressivamente mais difícil manter essas aeronaves operacionais. Com o início da invasão em larga escala e a necessidade de reforçar rapidamente a capacidade aérea, Kiev deixou de poder esperar pela entrega massiva de um único modelo ocidental e passou a aceitar todos os aviões disponibilizados pelos aliados, independentemente da sua origem.</p>
<p>O analista de poder aéreo Christoph Bergs, do Royal United Services Institute (RUSI), citado pela RFE/RL, considera que esta fragmentação não representa o objetivo final da força aérea ucraniana, mas sim uma solução transitória durante um período acelerado de substituição da frota soviética. Segundo o especialista, a intenção de Kiev passa por eliminar gradualmente os antigos aviões de origem soviética, recorrendo, numa fase intermédia, à integração de pequenas quantidades de diferentes modelos ocidentais para acelerar a formação de pilotos e a adaptação de táticas operacionais.</p>
<p>Cada uma das aquisições acabou por responder a necessidades específicas do momento. Os F-16 foram os primeiros a chegar porque existiam em maior número entre os aliados dos Estados Unidos e havia uma cadeia logística já estabelecida para garantir a sua manutenção. Os Mirage 2000 foram disponibilizados por França, enquanto os Gripen resultam do compromisso assumido pela Suécia relativamente ao fornecimento destas aeronaves. Paralelamente, Kiev manifestou interesse em receber até 100 Rafale, reforçando a diversificação da frota.</p>
<p>Embora esta estratégia imponha enormes desafios ao nível da manutenção, da formação técnica e da gestão de peças sobresselentes, os especialistas sublinham que oferece vantagens operacionais importantes em tempo de guerra. Ao aceitar diferentes tipos de aeronaves, a Ucrânia consegue reforçar mais rapidamente a sua capacidade de combate, sem ficar dependente do calendário de entrega de um único fabricante ou de um único país.</p>
<p>Além disso, esta diversificação reduz significativamente o risco estratégico. Caso um fornecedor suspenda temporariamente o envio de munições, componentes ou imponha restrições à utilização de determinado sistema de armas, os restantes modelos permanecem disponíveis para continuar as operações. Esse cenário já ganhou relevância quando surgiram incertezas relativamente ao fornecimento de armamento e às regras de utilização dos F-16, sem que isso comprometesse totalmente a capacidade aérea ucraniana.</p>
<p>Assim, aquilo que, em circunstâncias normais, seria considerado um erro de planeamento militar tornou-se, para a Ucrânia, uma solução pragmática imposta pelas circunstâncias da guerra. A coexistência de caças soviéticos, norte-americanos, franceses e suecos representa um enorme desafio logístico, mas também uma forma de acelerar o reforço da força aérea e garantir maior resiliência operacional enquanto decorre a transição para uma frota totalmente ocidental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790795]]></sapo:autor>
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		<title>Douro aumenta produção de vinho do Porto para as 76 mil pipas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Região Demarcada do Douro vai transformar um total de 76 mil pipas de mosto em vinho do Porto nesta vindima, mais mil do que no ano anterior, decidiu hoje o conselho interprofissional da região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Região Demarcada do Douro vai transformar um total de 76 mil pipas de mosto em vinho do Porto nesta vindima, mais mil do que no ano anterior, decidiu hoje o conselho interprofissional da região.</P><br />
<P>O benefício de 76 mil pipas (550 litros cada) de mosto para produção de vinho do Porto foi o principal resultado do comunicado de vindima aprovado hoje pelo conselho interprofissional do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), que esteve reunido no Peso da Régua, distrito de Vila Real.  </P><br />
<P>Em 2025, o quantitativo foi fixado nas 75 mil pipas.</P><br />
<P>O presidente do IVDP, Gilberto Igrejas, realçou o acordo entre produção e comércio, o que, na sua opinião, mostra que os conselheiros &#8220;avaliam bem a situação atual&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E esta unanimidade prevê, desde logo à partida, que de alguma forma haja aqui um compromisso entre a produção e o comércio para aquilo que é a quantidade a beneficiar este ano, por forma a que possamos ter uma região mais valorizada em prol da sustentabilidade económica, social e ambiental de todos os agricultores&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>No Douro, o benefício desceu das 104 mil pipas em 2023, para as 90 mil em 2024 e as 75 mil em 2025, numa quebra em três anos de 29 mil pipas.</P><br />
<P>Cada pipa de vinho do Porto pode corresponder a uma média de mil euros pagos aos viticultores, sendo o benefício uma das principais fontes de rendimento dos produtores durienses. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790798]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas quer bancos maiores e regras mais simples para reforçar competitividade da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia quer simplificar as regras aplicadas aos bancos da União Europeia (UE) e facilitar a sua expansão além-fronteiras para reforçar a competitividade do setor, sem comprometer a estabilidade financeira alcançada após a crise de 2008.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia quer simplificar as regras aplicadas aos bancos da União Europeia (UE) e facilitar a sua expansão além-fronteiras para reforçar a competitividade do setor, sem comprometer a estabilidade financeira alcançada após a crise de 2008.</P><br />
<P>Num relatório sobre a competitividade do setor bancário, hoje divulgado, o executivo comunitário identifica três obstáculos principais ao desenvolvimento dos bancos europeus: a fragmentação do mercado entre Estados-membros, um enquadramento regulamentar mais exigente do que o aplicado por alguns concorrentes internacionais e a crescente complexidade das regras europeias.</P><br />
<P>&#8220;A Comissão identificou três grandes desafios que limitam o potencial do setor bancário para apoiar eficazmente a economia da UE. Em primeiro lugar, o setor está demasiado fragmentado [&#8230;], em segundo lugar, a transposição das normas internacionais [&#8230;] poderia ter mais em conta as especificidades europeias [&#8230;] e, em terceiro lugar, alguns aspetos do quadro regulatório da UE são excessivamente complexos e burocráticos e devem ser simplificados&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>De acordo com Bruxelas, a fragmentação do setor continua a impedir os bancos da UE de ganhar dimensão suficiente para competir com os grandes grupos norte-americanos e britânicos.</P><br />
<P>&#8220;O setor está demasiado fragmentado, impedindo ganhos de escala, ganhos de eficiência, uma utilização produtiva dos recursos e a diversificação geográfica além-fronteiras&#8221;, refere a Comissão.</P><br />
<P>O executivo comunitário considera, ainda, que as barreiras nacionais às operações de concentração dificultam a criação de bancos pan-europeus.</P><br />
<P>&#8220;As intervenções nacionais nas fusões bancárias impedem os bancos de ganharem dimensão à escala da UE&#8221;, assinala o relatório.</P><br />
<P>Entre as medidas previstas está a flexibilização da gestão de capital e liquidez dentro dos grupos bancários com presença em vários Estados-membros.</P><br />
<P>&#8220;A Comissão irá propor medidas para permitir que os grupos bancários transfronteiriços aumentem a eficiência na alocação de capital e liquidez&#8221;, indica o documento.</P><br />
<P>Apesar das propostas de simplificação, Bruxelas sublinha que não pretende reverter as reformas introduzidas após a crise financeira global.</P><br />
<P>&#8220;Reduzir a complexidade excessiva não deve conduzir a uma desregulação que comprometa a resiliência do setor bancário, uma vez que essa resiliência é uma condição prévia para a competitividade&#8221;, afirma ainda a Comissão.</P><br />
<P>As propostas deverão servir de base a iniciativas legislativas a apresentar pela Comissão Europeia no primeiro trimestre de 2027.</P><br />
<P>Após a crise financeira global de 2008, UE reforçou significativamente a regulação do setor bancário, criando um conjunto único de normas bancárias, a União Bancária e adotando as normas internacionais para aumentar os níveis de capital e liquidez dos bancos.</P><br />
<P>Bruxelas considera que essas reformas tornaram o sistema financeiro europeu mais resiliente, permitindo que os bancos atuassem como estabilizadores durante a pandemia de covid-19, a crise energética desencadeada pela invasão russa da Ucrânia e a turbulência bancária de 2023 nos Estados Unidos e na Suíça.</P><br />
<P>Com o setor visto como mais sólido, o executivo comunitário quer simplificar as regras e remover obstáculos que limitam a competitividade dos bancos europeus, preservando simultaneamente as salvaguardas criadas na sequência da crise financeira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790787]]></sapo:autor>
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		<title>Lei da gravidez e do parto muda: desaparece o conceito de violência obstétrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:15:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira alterações à lei que regula os direitos na gravidez, no parto e no puerpério, eliminando da legislação portuguesa o conceito de "violência obstétrica", introduzido pela primeira vez em março do ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira alterações à lei que regula os direitos na gravidez, no parto e no puerpério, eliminando da legislação portuguesa o conceito de &#8220;violência obstétrica&#8221;, introduzido pela primeira vez em março do ano passado. A expressão passa agora a ser substituída pela designação &#8220;intervenções inadequadas, desrespeitosas ou não consentidas na gravidez, no parto e no puerpério&#8221;. O novo texto também elimina as penalizações previstas para hospitais e profissionais de saúde que realizassem episiotomias sem justificação clínica. A proposta de substituição da Comissão de Saúde foi aprovada com os votos contra do Livre e do Bloco de Esquerda, enquanto o Chega optou pela abstenção.</p>
<p>A alteração resulta de um projeto de lei apresentado pelo PSD em julho de 2025, na sequência das fortes críticas levantadas pela Ordem dos Médicos à Lei n.º 33/2025, publicada a 31 de março desse ano. Na altura, a introdução do conceito de &#8220;violência obstétrica&#8221; foi considerada uma conquista por associações defensoras dos direitos das mulheres durante a gravidez e o parto, entre elas a Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto (APDMGP). Em sentido contrário, a Ordem dos Médicos considerou desde o início que a legislação tinha sido &#8220;mal elaborada&#8221; e defendeu a sua revisão urgente.</p>
<p>Além da alteração terminológica, o Parlamento decidiu revogar o artigo que previa a erradicação da episiotomia de rotina — procedimento cirúrgico que consiste num corte realizado na região do períneo durante o parto — e eliminar as sanções que poderiam ser aplicadas a instituições hospitalares e profissionais de saúde caso realizassem este procedimento sem fundamento clínico considerado justificável. O novo diploma deixa, assim, de prever um regime sancionatório específico para estas situações.</p>
<p>A Ordem dos Médicos reagiu de imediato à aprovação da nova redação da lei, considerando que a decisão representa &#8220;uma vitória da ciência, da ética clínica e dos direitos das mulheres&#8221;. Em comunicado divulgado após a votação parlamentar, a organização sustentou que o texto agora aprovado adota &#8220;uma formulação tecnicamente rigorosa e coerente com a evidência científica internacional&#8221;, reiterando a posição que vinha defendendo desde a entrada em vigor da legislação anterior, a qual classificava como &#8220;desfasada da realidade&#8221;.</p>
<p>Com esta revisão legislativa, o Parlamento altera de forma significativa o enquadramento legal dos direitos na gravidez, parto e puerpério, abandonando uma expressão que gerou forte polémica entre profissionais de saúde, associações e partidos políticos. A nova redação procura substituir o conceito anteriormente utilizado por uma formulação considerada mais técnica, ao mesmo tempo que elimina as disposições sancionatórias relacionadas com a realização de episiotomias sem justificação clínica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790780]]></sapo:autor>
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		<title>Europa enfrenta incêndios, tempestades e calor extremo numa crise climática sem tréguas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[tempestades]]></category>
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					<description><![CDATA[Bombeiros continuam a combater um grande incêndio florestal no nordeste de Espanha, onde mais de mil pessoas foram retiradas das suas casas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os bombeiros continuam a combater um grande incêndio florestal no nordeste de Espanha, onde mais de mil pessoas foram retiradas das suas casas, num cenário que reflete os efeitos das sucessivas ondas de calor que têm atingido grande parte da Europa.</p>
<p>Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, cerca de 30 meios aéreos e centenas de operacionais tentavam esta sexta-feira controlar as chamas na região de Aragão, onde o fogo já consumiu mais de 12 mil hectares — uma área semelhante à da cidade americana de São Francisco.</p>
<p>O incêndio, que deflagrou nas proximidades de Orés, alastrou rapidamente durante a noite, obrigando ao destacamento de cerca de 300 militares da Unidade Militar de Emergências espanhola.</p>
<p>Os meios aéreos têm operado de forma praticamente contínua para travar o avanço das chamas.</p>
<p>&#8220;As casas foram salvas, assim como as pessoas, mas tudo o resto ardeu&#8221;, contou à &#8216;Reuters&#8217; Maria Pilar Arregui, uma das habitantes retiradas da zona e acolhida num centro temporário instalado em Ejea de los Caballeros.</p>
<p>As autoridades combatem também outros incêndios nas imediações de Madrid e na província de Guadalajara, onde cerca de 1.500 hectares já foram destruídos. Na semana passada, um dos incêndios mais mortíferos de sempre em Espanha provocou pelo menos 13 mortos, a maioria estrangeiros, na província de Almería.</p>
<p><strong>Calor vai voltar a agravar-se</strong></p>
<p>Apesar de uma ligeira descida das temperaturas nos últimos dias, a agência meteorológica espanhola (AEMET) prevê um novo agravamento da situação já a partir deste sábado.</p>
<p>Na próxima semana, os termómetros poderão atingir entre 42 e 44 graus em zonas da Andaluzia e de Castela-La Mancha, enquanto uma massa de ar quente e seco proveniente do Norte de África deverá aumentar significativamente o risco de novos incêndios.</p>
<p><strong>França e Alemanha enfrentam novos fenómenos extremos</strong></p>
<p>A situação não é exclusiva de Espanha.</p>
<p>Em França, a seca continua a agravar-se desde o final de maio e duas pessoas morreram na sequência das tempestades violentas que sucederam ao calor extremo, vítimas da queda de árvores.</p>
<p>Na Alemanha, uma trovoada do tipo supercélula provocou ventos muito fortes e granizo com pedras de até cinco centímetros na região de Estugarda, obrigando dezenas de automobilistas a refugiarem-se debaixo de viadutos.</p>
<p>Entretanto, os bombeiros alemães continuam a combater um incêndio no Parque Nacional de Müritz, dificultado pela existência de munições por detonar numa antiga zona militar.</p>
<p>O baixo caudal do rio Reno continua igualmente a afetar o transporte fluvial de mercadorias, aumentando os custos logísticos, embora as chuvas dos últimos dias tenham permitido uma ligeira recuperação dos níveis da água.</p>
<p><strong>Central elétrica francesa ameaçada pelo calor do Mediterrâneo</strong></p>
<p>O calor extremo está também a afetar a produção de energia.</p>
<p>Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, uma central elétrica a gás no sul de França corre o risco de interromper temporariamente a atividade devido à elevada temperatura das águas do Mediterrâneo, utilizadas para o arrefecimento das instalações.</p>
<p>A situação aumenta a pressão sobre o sistema energético francês, já condicionado pela redução da produção de várias centrais nucleares devido ao aquecimento dos rios.</p>
<p><strong>Grécia reforça vigilância e OMS alerta para milhares de mortes</strong></p>
<p>Na região metropolitana de Atenas, as autoridades colocaram os serviços de proteção civil em alerta máximo devido ao risco de incêndios, recorrendo a drones equipados com câmaras térmicas para vigiar áreas florestais.</p>
<p>Entretanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) voltou a alertar para o impacto crescente das ondas de calor.</p>
<p>Segundo o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Henri P. Kluge, foram registadas quase 10 mil mortes em excesso durante a recente vaga de calor que atingiu vários países europeus e o Reino Unido.</p>
<p>O responsável advertiu que poderão surgir &#8220;semanas ainda mais mortíferas&#8221; caso novas ondas de calor atravessem o continente, criticando os governos por continuarem a tratar o calor extremo &#8220;como um fenómeno meteorológico e não como uma emergência de saúde pública&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790779]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas avisa que eficiência de tribunais administrativos e fiscais em Portugal está a deteriorar-se</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia avisou hoje que a eficiência dos tribunais administrativos e fiscais em Portugal "continua a deteriorar-se" e pediu que sejam tomadas medidas, incluindo a nível de infraestruturas e contratação de pessoal, para inverter a tendência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia avisou hoje que a eficiência dos tribunais administrativos e fiscais em Portugal &#8220;continua a deteriorar-se&#8221; e pediu que sejam tomadas medidas, incluindo a nível de infraestruturas e contratação de pessoal, para inverter a tendência.</P><br />
<P>No relatório anual sobre o Estado de Direito, hoje divulgado, a Comissão Europeia refere que, em Portugal, &#8220;não se registaram novos progressos na melhoria da eficiência do sistema judicial&#8221;, que, pelo contrário, &#8220;continuou a deteriorar-se&#8221;.</P><br />
<P>O executivo comunitário refere que a maior deterioração se verificou na eficiência dos tribunais administrativos e fiscais, nos quais o tempo médio de resolução dos processos atingem &#8220;os 861 dias e a taxa de resolução de processos diminuiu para 48% em 2024&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Por conseguinte, tendo igualmente em conta as preocupações de que a degradação das condições e da segurança das instalações dos tribunais e do Ministério Público está a afetar o funcionamento dos tribunais, recomenda-se a Portugal que intensifique os esforços para melhorar a eficiência do sistema judicial&#8221;, indica o executivo comunitário.</P><br />
<P>A Comissão Europeia defende em particular que é necessário assegurar &#8220;infraestruturas e equipamentos adequados nos edifícios dos tribunais e do Ministério Público (MP)&#8221;, acrescentando ainda que persistem igualmente &#8220;preocupações quanto à escassez de oficiais de justiça&#8221; e à &#8220;carga de trabalho de juízes e procuradores&#8221;.</P><br />
<P>Apesar destas críticas quanto ao funcionamento dos tribunais administrativos e fiscais, o executivo comunitário reconhece, contudo, que Portugal alcançou &#8220;progressos significativos na adoção de medidas destinadas a assegurar que o regime geral do processo penal&#8221; é adequado para tratar &#8220;de forma eficiente&#8221; processos complexos.</P><br />
<P>No entanto, no que se refere aos processos de combate à corrupção, a Comissão Europeia salienta que &#8220;persistem desafios no que respeita à garantia da sua investigação, acusação e julgamento em tempo útil, em especial nos casos de corrupção de alto nível&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Continuam a ser assinalados atrasos significativos na fase de investigação e existe o risco de algumas acusações relativas a crimes graves em processos de corrupção de alto nível ainda em curso prescreverem antes da conclusão dos respetivos processos&#8221;, lê-se, no que pode ser lido como uma alusão ao processo Marquês.</P><br />
<P>No que se refere à regulação do &#8216;lobbying&#8217;, o executivo comunitário saúda &#8220;alguns progressos&#8221; feitos por Portugal, com a adoção de uma lei na Assembleia da República sobre esta matéria.</P><br />
<P>A Comissão realça, contudo, que &#8220;continuam a ser necessárias medidas adicionais de implementação&#8221;, referindo, por exemplo, que o registo de representantes de interesses ainda não foi criado.</P><br />
<P>&#8220;Recomenda-se a Portugal que assegure a criação e a rápida operacionalização do registo público de representantes de interesses, incluindo através da disponibilização dos recursos necessários ao seu funcionamento eficaz&#8221;, sugere o executivo.</P><br />
<P>Na mesma linha, a Comissão considera que Portugal é um dos países que ainda tem &#8220;alguns desafios&#8221; no que se refere à divulgação das declarações de interesses de responsáveis políticos.</P><br />
<P>Apesar de frisar que a Entidade para a Transparência está &#8220;plenamente operacional&#8221; e foi reforçada, o relatório nota que esta &#8220;enfrenta um atraso na verificação das declarações de património, de rendimentos, de interesses, incompatibilidades e impedimentos, na sequência do aumento significativo do número de declarações apresentadas após as recentes eleições&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, no que se refere à transparência dos processos legislativos, a Comissão Europeia reconhece que se estão a verificar &#8220;alguns progressos&#8221; em Portugal nesta área, mas continuam &#8220;pendentes medidas para a implementação&#8221; da chamada &#8216;pegada legislativa&#8217;.</P><br />
<P>O executivo comunitário acrescenta ainda que &#8220;a participação das partes interessadas nas iniciativas legislativas do Governo e nas avaliações de impacto&#8221; após a sua aprovação &#8220;continua a ser limitada&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790781]]></sapo:autor>
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		<title>Almada: Corte do abastecimento de água em 15 locais esta noite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Almada]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Quinze localidades do concelho de Almada ficam hoje sem abastecimento de água, no âmbito do plano de cortes programados para repor as reservas, estando previstas interrupções diárias, em diferentes zonas do município, pelo menos até à próxima sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quinze localidades do concelho de Almada ficam hoje sem abastecimento de água, no âmbito do plano de cortes programados para repor as reservas, estando previstas interrupções diárias, em diferentes zonas do município, pelo menos até à próxima sexta-feira.</P><br />
<P>A partir das 22:00 de hoje e até às 06:00 de sábado, haverá &#8220;corte total de água&#8221; nas localidades de Laranjeiro, Feijó, Vale Flores, Barrocas, Cova da Piedade, Chegadinho, Pragal (até à Praceta Ricardo Jorge), Monte da Caparica, Raposo, Torre, Murfacém, Pêra, Alto do Índio, Quinta do Secretário e Vale Mourelos, segundo um comunicado conjunto divulgado na página oficial do Facebook da Câmara de Almada e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada.</P><br />
<P>&#8220;O restabelecimento do abastecimento será efetuado de forma gradual, pelo que a reposição da água poderá chegar à torneira em momentos diferentes dentro das zonas afetadas&#8221;, lê-se na nota, que é também escrita nas línguas inglesa, francesa e italiana.</P><br />
<P>Na página do Facebook dos SMAS de Almada é também disponibilizada informação sobre os locais onde irão ocorrer os próximos cortes de abastecimento de água, entre sábado e 24 de julho.</P><br />
<P>No sábado, prevê-se corte total de água nas localidades de Pragal (após a Praceta Ricardo Jorge), Almada, Cacilhas, Ramalha, Cova da Piedade (até à rotunda dos Bombeiros), bairro da Cova da Piedade e Centro Sul.</P><br />
<P>No domingo, os cortes irão afetar as localidades da Charneca de Caparica, Aroeira, Marisol, Fonte da Telha, Palhais, Lazarim, Botequim, Vila Nova de Caparica, Capuchos, Pilotos, Funchalinho, Vale Rosal, Vale Cavala, Quintinhas, Quinta de Santa Teresa, Trafaria, Raposeira, Corvina, Fonte Santa, Banática e Porto Brandão.</P><br />
<P>Já na segunda-feira, prevê-se um corte total de água nas localidades do Laranjeiro, Feijó, Vale Flores, Barrocas, Cova da Piedade, Chegadinho, Pragal (até à Praceta Ricardo Jorge), Monte da Caparica, Raposo, Torre, Murfacém, Pêra, Alto do Índio, Quinta do Secretário e Vale Mourelos</P><br />
<P>Na terça-feira, as interrupções programadas abrangem São João da Caparica (zona oeste, a partir do INATEL), as Praias de São João, a Cova do Vapor e a Estrada Florestal, nas zonas das Praias e Terras da Costa.</P><br />
<P>Para quarta-feira estão programados cortes nas localidades de Pragal (após a Praceta Ricardo Jorge), Almada, Cacilhas, Ramalha, Cova da Piedade (até à rotunda dos Bombeiros), bairro da Cova da Piedade e Centro Sul.</P><br />
<P>Na quinta-feira, os cortes de abastecimento estão programados para as localidades da Charneca de Caparica, Aroeira, Marisol, Fonte da Telha, Palhais, Lazarim, Botequim, Vila Nova da Caparica, Capuchos, Pilotos, Funchalinho, Vale Rosal, Vale Cavala, Quintinhas, Quinta de Santa Teresa, Trafaria, Raposeira, Corvina, Fonte Santa, Banática e Porto Brandão.</P><br />
<P>Já na sexta-feira, dia 24 de julho, voltam a estar programadas interrupções no abastecimento de água nas localidades de Laranjeiro, Feijó, Vale Flores, Barrocas, Cova da Piedade, Chegadinho, Pragal (até à Praceta Ricardo Jorge), Monte da Caparica, Raposo, Torre, Murfacém, Pêra, Alto do Índio, Quinta do Secretário e Vale de Mourelos.</P><br />
<P>Todos os cortes previstos ocorrem entre as 22:00 e as 06:00 do dia seguinte.</P><br />
<P>Desde o início do mês que têm sido relatadas sucessivas falhas no abastecimento de água no concelho de Almada, com especial incidência na Costa da Caparica, tendo a câmara municipal decretado situação de alerta.</P><br />
<P>Entre as medidas já anunciadas por aquela autarquia do distrito de Setúbal está o corte total do abastecimento em determinadas zonas do concelho e a proibição de todas as utilizações de água da rede pública que não correspondam a usos domésticos ou essenciais.</P><br />
<P>Para minimizar o impacto da falta de água no concelho, em particular na zona da Costa da Caparica, a Câmara de Almada já conseguiu reforçar o abastecimento de água ao município com dois novos furos, que estão a injetar na rede pública mais 120 metros cúbicos de água em cada hora.</P></p>
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